
Resultados da busca
Buscar neste site
2506 resultados encontrados com uma busca vazia
- Z.ro Bank recebe autorização do Bacen para atuar como Instituição de Pagamentos emissora de moeda eletrônica
O Z.ro Bank, techfin especializada em criar soluções financeiras inovadoras para empresas, com foco em Pix, Câmbio e Cripto, acaba de receber autorização do Banco Central para atuar como Instituição de Pagamento (IP), na categoria emissor de moeda eletrônica. Com a licença, o Z.ro passará a ser um participante direto do Pix, eliminando intermediários do sistema, o que confere maior autonomia, agilidade e margem aos negócios. A companhia prevê encerrar 2024 com uma receita líquida de aproximadamente R$ 100 milhões, cerca de 100% a mais que o ano anterior, mantendo ainda um alto nível de margem Ebitda, próximo dos 50%. “Esse passo estratégico é importante, pois agora teremos uma fonte de receita extra oferecendo nossa infraestrutura de pagamentos para outras empresas de pagamentos que não são IPs ou participantes indiretos do Pix. Além da flexibilidade para desenhar produtos sob medida, nossos clientes também podem esperar serviços com preço ainda mais competitivo”, comemora Edísio Pereira Neto, CEO do Z.ro Bank . No primeiro trimestre do ano, o Z.ro Bank superou em 10% a receita e em 15% o Ebtida estimado, e vem investindo bastante na profissionalização da governança, contratando profissionais requisitados, além de consultorias e auditorias buscando transparência ao mercado. “Além de consultorias renomadas como Xsfera, GMS e BT Law, concluímos com sucesso a auditoria das demonstrações financeiras, sem nenhuma ressalva da KPMG, uma das maiores empresas de auditoria do mundo, isso reforça nosso posicionamento de transparência aos nossos clientes, sócios e investidores”. Este ano, a empresa pretende ultrapassar os R$ 50 bilhões em transações, crescendo sete vezes a base de clientes. “Os números desse início de ano são resultado de um investimento em diversos eventos e feiras no mundo. Participamos de eventos em Londres, Dubai, Lisboa, Rio de Janeiro e São Paulo, focando na aproximação de novos clientes e, consequentemente, do aumento do volume operado”, sinaliza Edísio. Em 2023, a techfin fundada no Recife superou a barreira dos R$ 22,5 bilhões processados em Pix, câmbio e criptomoedas, aumentando em 1.200% sua receita líquida.
- MB lança token de crédito corporativo para a Rappi Brasil
O Mercado Bitcoin (MB), a maior plataforma de ativos digitais da América Latina, lançou o token de Renda Fixa Digital Rappi. Ofertado com valor inicial de R$ 100,00 e vencimento em janeiro de 2025, a novidade oferece aos investidores uma estimativa de ganho pré-fixado de 15% ao ano e pagamentos em outubro de 2024 e janeiro de 2025. Estruturado pela MB Tokens, empresa do mesmo ecossistema do MB e especializada em tokenização e Real World Assets (RWA), o token segue a Resolução CVM 88 e utiliza a tecnologia blockchain via ERC-20, garantindo segurança e eficiência. Com esta iniciativa, o Mercado Bitcoin reafirma seu papel como um catalisador de inovação no setor financeiro, ao mesmo tempo em que fortalece sua parceria com a Rappi Brasil. “A parceria com a Rappi Brasil se dá em um momento no qual ampliamos nossa frente de atuação como tokenizadora B2B, impulsionados pela tecnologia blockchain. A revolução financeira digital não apenas moderniza todo o processo de concessão de crédito, tornando-o mais eficiente, mas também contribui para a redução de custos operacionais”, diz Reinaldo Rabelo, CEO do MB. O token representa a oitava emissão de Certificados de Recebíveis (CRs) da MB Securitizadora e é lastreada em título de dívida corporativa emitido pela Rappi Brasil. A Rappi Brasil celebra um marco notável em sua trajetória: um crescimento exponencial, ultrapassando um patamar significativo de receita nos últimos 4 anos, crescendo mais de 400% e se destacando como uma das empresas mais dinâmicas e inovadoras do setor de tecnologia e logística. "Com os recursos captados, a Rappi impulsionará a eficiência operacional, a escalabilidade e a adoção de tecnologias inovadoras, como a tokenização de ativos.", destaca Diego Gomes, Co-Founder do RappiBank no Brasil. "Eleita uma das 100 empresas mais influentes do mundo em 2024, a Rappi continua a apostar na inovação e na democratização do acesso à economia digital. Com essa parceria junto ao MB, vamos continuar a investir para facilitar o dia a dia de nossos usuários", reforça Gomes. Mercado Bitcoin e tokenização B2B A parceria com a Rappi integra a estratégia do MB em expandir sua presença B2B por meio da tokenização de ativos corporativos, facilitando o acesso ao mercado de capitais. Para ocupar segmentos “subatendidos” pelo mercado de crédito privado brasileiro, principalmente para transações de até R$ 100 milhões, o MB possui uma abordagem estratégica voltada para a tokenização, que é realizada por meio da tecnologia blockchain. Tornando a operação mais eficiente e econômica, a tokenização permite ao MB reduzir o tempo de captação de recursos em até três vezes, em comparação com o mercado tradicional.
- Sem burocracia: adiantamento salarial agora pode ser solicitado via aplicativo com um simples clique
SalaryFits, fintech líder em soluções de benefícios para colaboradores, anuncia o lançamento de uma nova funcionalidade em seu aplicativo de multibenefícios: a antecipação de até 40% do salário via Pix. Esta inovação oferece maior flexibilidade financeira aos colaboradores, atendendo a emergências e necessidades pontuais de forma ágil e eficiente. "Entendemos que, em certas situações, um cartão de crédito pode não ser suficiente. Há momentos em que o colaborador precisa do dinheiro na mão para quitar uma dívida, pagar um boleto ou evitar os altos juros do cheque especial," explica Fin Gnieser, Head de Produto da SalaryFits . "Com a antecipação via Pix, oferecemos uma solução prática e segura para essas necessidades imediatas, com liberação instantânea do valor na conta bancária". Como Funciona O novo recurso está disponível para os colaboradores das empresas que contratam a SalaryFits para a gestão automatizada de benefícios. Após a empresa incluir o aplicativo de adiantamento salarial como parte dos benefícios, os colaboradores podem se cadastrar facilmente, enviando uma foto de documento e uma selfie para validação de identidade. Uma vez cadastrados, podem solicitar a antecipação de até 40% do salário diretamente na conta bancária utilizada, com a menor taxa do mercado de 3,99%. O montante é recebido em tempo real na conta bancária do colaborador. Além do adiantamento via Pix, os colaboradores também têm a opção de utilizar um cartão de crédito físico ou virtual fornecido pelo aplicativo SalaryFits, aceito em todas as maquininhas de cartão em estabelecimentos físicos e online, sem nenhuma taxa. Compromisso com a Saúde Financeira A SalaryFits tem como grande foco trazer benefícios financeiros práticos e justos, promovendo a saúde financeira dos colaboradores e evitando o endividamento de longo prazo. Por isso, não permitimos o parcelamento no cartão e nunca antecipamos mais do que 40% do próximo salário. "Nosso objetivo é proporcionar soluções que realmente façam a diferença no dia a dia, sem comprometer a estabilidade financeira dos trabalhadores," destaca Gnieser. Benefícios Adicionais A antecipação salarial se soma aos outros benefícios oferecidos pela SalaryFits, como o clube de descontos, que abrange mais de 5 mil marcas em 25 mil lojas pelo Brasil, tanto para compras online quanto presenciais. "Com todas as funcionalidades que oferecemos no nosso aplicativo, não apenas promovemos hábitos financeiros mais saudáveis, mas também aumentamos o poder de compra dos trabalhadores", adiciona Fin Gnieser.
- Avenue anuncia grande novidade durante evento
A Avenue , corretora que foi pioneira em dar acesso ao investidor brasileiro no mercado financeiro norte americano, anunciou seu novo posicionamento de marca, na edição de 2024 do Avenue Connection. Esse movimento reflete a transição da Avenue para uma empresa líder em oferecer assessoria de investimento internacional e protagonista nas transformações do segmento e da sociedade. A construção da nova identidade visual e storytelling tem como objetivo posicionar adequadamente a marca frente ao público que deseja preservar seu patrimônio e prosperar. Ao colocar o investimento em dólar no centro da conversa, a empresa reforça o seu propósito de “expandir o potencial do investidor brasileiro fazendo sua vida render mais, em dólar”. Segundo o CEO, Roberto Lee: "A vida financeira global tem ganhado mais relevância nos últimos anos com a crescente abertura dos mercados. Queremos intensificar essa busca dos brasileiros, contribuindo para transformar sua mentalidade em relação à diversificação e segurança patrimonial. Nosso objetivo não é apenas ser uma ponte para investimentos internacionais, mas estar junto do cliente em cada etapa de sua jornada. Se a gente quer ser uma marca que guia e orienta o mercado, precisamos ter solidez na nossa postura e na robustez com que somos vistos. E, dois anos depois de firmarmos sociedade com o Itaú, esse rebranding reforça esses atributos". Através de símbolos que dialogam com a jornada completa de investimentos internacionais do cliente, o processo envolveu mudanças visuais, na tipografia, estilo fotográfico, logo e design da plataforma. Junto com o novo visual, a empresa revisitou sua identidade verbal, que agora conta com pilares que consolidam as características da plataforma: 'Provocador' com o intuito de despertar a urgência em mudar as perspectivas dos brasileiros sobre o investimento em dólar. 'Relacional', que visa transmitir a confiança necessária para guiar os clientes nessa transformação, destacando a relação entre investidores e especialistas. Por fim, 'Orientador' que afirma a convicção e liderança da empresa em proteger e prosperar o patrimônio de seus investidores. Esse movimento da marca ganha um reforço com a chegada recente de Ricardo Longo, atual CMO da empresa. O executivo possui mais de 20 anos de carreira em marketing e negócios, tendo atuado na Matera Systems, FingerTips, Dock e outras. "A marca é a identidade de uma empresa e deve refletir o que a empresa é e a sua promessa para o mercado. No caso da Avenue, com todas as evoluções que ocorreram nos últimos anos, era necessário evoluir também nossa comunicação para refletir quem realmente somos hoje", explica Longo. O processo de rebranding foi feito pela agência iN, especializada em construir e ativar Cult Brands.
- 5 game tokens para ficar de olho
O mercado de cripto games tem se mostrado promissor e dinâmico, atraindo cada vez mais investidores atentos às oportunidades emergentes. A integração de elementos de blockchain em jogos permite que itens dentro do jogo sejam transformados em NFTs, oferecendo aos jogadores a possibilidade de negociação e venda. Além disso, esses jogos utilizam ativos digitais como moedas internas, e os jogadores podem ganhar criptomoedas ao completar níveis. No primeiro semestre, mais de $1 bilhão foi investido em Web3 games, sendo o melhor desde o início de 2021, conforme dados da Dappradar. Diante disso, a equipe de analistas do Bitybank destacou Game Coins promissores para acompanhar neste segundo semestre de 2024. À medida que avançamos pelo próximo semestre, é crucial que os investidores fiquem de olho em alguns tokens específicos que estão ganhando destaque nesse cenário vibrante e em constante evolução. Ronin Ronin é uma sidechain vinculada ao Ethereum, desenvolvida pela Sky Mavis, criadores do popular jogo Web3 Axie Infinity. Projetada para suportar aplicativos de jogos em blockchain, a Ronin oferece infraestrutura especializada e ferramentas para desenvolvedores, destacando-se por suas transações rápidas, baixas taxas e fácil integração de usuários. Com mais de 800 mil usuários ativos diários, a Ronin se consolidou como uma plataforma líder para jogos Web3, hospedando outros títulos populares como Pixels. O token nativo da rede Ronin é o RON, que desempenha várias funções importantes. Ele é utilizado para pagar taxas de transação, para staking, garantindo a segurança da rede e recompensas, e para a troca de tokens dentro do ecossistema Ronin, como na exchange descentralizada Katana. Além disso, o RON é usado para comprar ativos NFT no Mavis Market, o marketplace de NFTs da Ronin. Essas funcionalidades fazem do RON um elemento central no funcionamento e no crescimento do ecossistema Ronin. Immutable Immutable é uma solução de escalabilidade de camada 2 para Ethereum, focada na criação, negociação e uso de tokens não fungíveis (NFTs), especialmente em aplicativos de jogos Web3. A plataforma visa resolver os altos custos de transação e problemas de escalabilidade da cadeia principal do Ethereum, proporcionando transações de NFTs rápidas e sem taxas de gás. Seus principais componentes incluem o Immutable X, uma solução de camada 2 baseada na tecnologia de zk-rollup da StarkWare, APIs e SDKs para facilitar a integração de NFTs em jogos, e produtos como o Immutable Global Orderbook e uma carteira com login único e sem senha. O token IMX desempenha várias funções no ecossistema Immutable. Ele é usado para pagar taxas de transação de NFTs no protocolo Immutable X, com as taxas coletadas sendo distribuídas como recompensas para os stakers de IMX. Além disso, os tokens IMX podem ser staked para participação na governança da plataforma e para ganhar recompensas. Parte do fornecimento de tokens IMX é destinada ao desenvolvimento do ecossistema, incluindo recompensas para usuários e subsídios para desenvolvedores. Em parceria com Kind River Capital e Polygon Labs, Immutable lançou um fundo de $100 milhões chamado Inevitable Games Fund, para investir em jogos blockchain. Heroes of Mavia Heroes of Mavia é um jogo de estratégia móvel Web3 multiplayer online, centrado na construção de bases e utilizando um sistema diversificado de moedas: MAVIA, Ruby e Sapphire. O token MAVIA é a criptomoeda nativa do ecossistema Heroes of Mavia e serve como o principal token de governança, permitindo que os detentores criem propostas e votem em decisões importantes para o desenvolvimento do jogo. A moeda Ruby é obtida através de ações dentro do jogo, como atacar bases de outros jogadores e defender a própria base, sendo usada para criar e negociar itens NFT lendários no marketplace de Mavia. Já o Sapphire é uma moeda premium, comprada com fiat ou criptomoeda, utilizada para acelerar processos de construção no jogo, proporcionando conveniência aos jogadores. Pixels Pixels é um ecossistema de arte digital e jogos baseado em blockchain, onde cada pixel em uma tela digital é representado como um NFT único. O token PIXEL é a moeda nativa de utilidade e governança do Pixels, usado como a principal moeda do jogo para transações, cunhagem de novos NFTs e participação em atividades do jogo. Além disso, os detentores de tokens PIXEL podem participar da governança do ecossistema, votando em atualizações da plataforma e novas propostas de recursos. Os tokens PIXEL também são utilizados para recompensar os usuários por suas contribuições, como criação ou modificação de arte em pixels, em um jogo que já conta com mais de 900.000 jogadores. Near NEAR está desempenhando um papel significativo no ecossistema emergente de jogos Web3. Como o token nativo da blockchain NEAR, ele é utilizado por desenvolvedores para pagar taxas de gás, implantar contratos inteligentes e integrar recursos como propriedade de ativos digitais e mecânicas de play-to-earn em seus jogos. Nos jogos baseados em NEAR, os jogadores podem usar tokens NEAR para comprar terrenos virtuais, itens e outros ativos no jogo como NFTs. Além disso, os jogadores podem ganhar tokens NEAR através da jogabilidade, staking e outras atividades econômicas, aproveitando a interoperabilidade dos tokens NEAR para transferir ativos digitais entre diferentes jogos e plataformas, melhorando a experiência do usuário e conectando o universo de jogos Web3.
- Saint Joseph Group adquire fintech ByeBnk
O Saint Joseph Group (SJG), multinacional sediada em Dakota do Sul, nos Estados Unidos, acaba de anunciar a aquisição da ByeBnk, uma empresa fundada por mineiros, com sede em Nassau, nas Bahamas e especializada em tokenização. O SJG é um dos grandes multi-family offices existentes e conta com 10 anos de mercado, operações em quatro países e atividades em cidades como Montevidéu, São Paulo, Miami e Siox Falls. Atualmente o Saint Joseph possui uma carteira com mais de dois mil clientes e gerencia ativos que somam US$ 1,3 bilhão. A multinacional presta serviços que incluem proteção de ativos, planejamento tributário e gestão de investimentos. Já a ByeBnk é uma empresa fundada em 2014, na capital mineira, como uma exchange de criptomoedas. Em 2020, durante a pandemia, o crescimento do negócio levou os sócios a diversificarem as operações apostando em investimentos no exterior com tecnologia de tokenização. Segundo o CEO do Saint Joseph Group, Emílio Volz , a integração de tecnologia de tokenização da ByeBnk com os serviços de trust do grupo criará a ferramenta de proteção de ativos e privacidade mais avançada disponível no mercado, impulsionando significativamente o crescimento do negócio: “Essa aquisição é fruto da nossa convicção de que a tendência por mais privacidade e segurança nas operações só vai crescer a médio e longo prazo. Por isso, nossa aposta e interesse em ampliar o leque de serviços financeiros e administrativos. Nossa meta é nos tornarmos líderes no mercado de tokenização de investimentos offshore”, explicou Volz. A ByeBnk foi fundada em Belo Horizonte por Bruno Capelão, Rodrigo Carneiro, Matheus Cansian e Theo Lamounier. Com a aquisição, os líderes continuarão no negócio ocupando cargos estratégicos no SJG e deslanchando a frente na qual já são especialistas. O CEO Bruno Capelão explica que o objetivo sempre foi construir um negócio que configurasse em tudo o que um banco é. “Nossa estratégia sempre foi restaurar valores considerados clássicos na custódia e cuidado com o patrimônio das pessoas. Entre nossos principais clientes estão instituições financeiras e family offices brasileiros que querem ter presença no exterior. A maior parte deles estão em São Paulo e Minas Gerais”, conta. Entre 2020 e 2023 o ByeBnk faturou US$ 1 milhão e as atividades seguem em plena expansão. Para 2024 o faturamento contratado - somente até julho -, já é de US$ 900 mil. Capelão explica que o contato entre as empresas teve início em 2023 quando os sócios do ByeBnk buscaram contratar serviços do Saint Joseph. “Naquele momento vimos que existia sinergia e que poderia sair um casamento no futuro. As conversas foram avançando e a relação entre os negócios levou à consolidação desse passo que estamos anunciando”, disse. A tokenização é um processo que está revolucionando o cenário financeiro. Isso porque tem a capacidade de transformar a forma como os investimentos são gerenciados, usados e monetizados, além de contribuir para criar de uma infinidade de novos produtos financeiros, permitindo que cada pessoa e organização no mundo diversifique seu portfólio de investimentos em escala global, seja qual for sua renda ou tamanho. Ainda conforme Volz, CEO do Saint Joseph Group , o processo de descentralização de mercados está acontecendo em todas as indústrias desde o ano 2000, porém, mesmo com dinheiro e finanças, nada mudou desde 1971. “Mesmo a tecnologia trazendo ganho de produtividade não existia uma inovação real até o advento das criptomoedas e da tokenização. A perspectiva é que o avanço do processo de tokenização provoque uma reorganização em toda a indústria financeira, diminuindo a concentração de alguns players e criando novos líderes de mercado”.
- BRLA Digital lança stablecoin atrelada ao Real na rede Polkadot
A BRLA Digital está trazendo sua stablecoin auditada e lastreada em Real Brasileiro para a rede Polkadot, sendo a primeira não baseada em dólares americanos na blockchain A novidade está disponível por meio de um pool de liquidez incentivado na rede Moonbeam, uma blockchain avaliada em R$1 bilhão com base no valor dos tokens, que investirá 60 mil dólares (R$ 328 mil). Este pooldeverá apresentar um yieldanual de cerca de 100% O investimento de 60 mil dólares será dividido em 20 mil diretamente no pool e o restante para a compra de 200 mil GLMR, o token nativo da redeMoonbeam, como incentivo. A BRLA Digital está pronta para ser lançada na Moonbeam nos próximos dias, com incentivos em GLMR. Como a primeira stablecoin não lastreada em USD na Moonbeam, espera-se que a fintech brasileira promova uma forte adoção B2B na rede Polkadot. "A criação do pool BRLA proporcionará vários benefícios importantes. Primeiro, melhorará a liquidez ao oferecer um par de negociação robusto para os usuários no mercado brasileiro. Além disso, impulsionará a atividade na rede, aumentando os volumes de transações e o uso da mesma. Por fim, fortalecerá o ecossistema ao atrair usuários e projetos brasileiros para a rede Moonbeam, aproveitando o alcance do USDC e a crescente demanda pelo BRLA."
- Clube FII recebe aporte de até R$ 10 milhões da L4 para atuar como ‘mesa as a service’ de ativos financeiros
Seguindo o objetivo de se firmar como o mais completo ecossistema de ativos imobiliários do Brasil, o Clube FII, que nos últimos nove anos construiu a maior comunidade e plataforma digital de informações de Fundos Imobiliários (FIIs), FIAgros, CRIs e CRAs do país, agora também irá atuar intermediando operações no mercado secundário de CRIs e CRAs. O investimento para o desenvolvimento da nova área foi captado com a L4, gestora de Venture Capital de Tiago Wigman e Pedro Meduna, que administra fundo de R$600 milhões investidos pela B3. O Grupo Travessia, especializado em operações estruturadas de crédito, complementou a rodada pré-série A, que pode chegar a R$10 milhões. Há cerca de um ano, a empresa lançou sua primeira solução exclusiva para o mercado B2B - o CR Data Solution - a única plataforma do mercado capaz de trazer uniformidade e padronização a uma massa de dados de mais de 4.500 títulos de CRIs e 1.400 CRAs. O lançamento da ferramenta foi a primeira etapa do novo posicionamento da empresa junto às gestoras e securitizadoras, para pavimentar sua atuação como mesa de operações sob demanda, negociando CRIs e CRAs. “O CR Data, em menos de um ano, tornou-se a plataforma líder de mercado para todas aquelas “casas” interessadas em acompanhar os mercados de CRI e CRA. Acumulamos nesse meio tempo uma fatia de assinantes do mercado que ultrapassa 55% do PL dos FIIs de CRI, agregando muito valor em seu dia a dia com o uso do CR Data. Agora, chegou a hora de também auxiliá-los como solução nas transações do mercado secundário”, explica Felipe Guinle, co-CEO do Clube FII, e sócio à frente da empresa desde 2022. “Fomos muito cuidadosos na escolha de um novo parceiro para esta nova fase, e a chegada da L4 como nossa nova sócia - acompanhada de todo o ambiente da B3, que já temos interagido com parcerias neste ano, é um marco muito importante para o Clube FII. Estamos convictos de que o momento é o ideal para girar a chave do novo modelo de negócios da empresa”, completa Guinle. “O Clube FII construiu um ecossistema único e possui o conhecimento e ferramental para continuar auxiliando o desenvolvimento destes mercados, trazendo transparência e contribuindo para aumentar a liquidez do mercado secundário” acrescenta Tiago WIgman, co-fundador da L4. À frente da mesa estará Felipe Ribeiro, diretor de Investimentos Alternativos do Clube FII . Enquanto gestor de fundos imobiliários e estruturador de CRIs e CRAs, Ribeiro destaca que esses profissionais vivem um dilema nas duas pontas do mercado secundário. “Estamos chegando para resolver dois problemas antigos: falta de informações e liquidez. Até aqui, só o Clube FII desenvolveu tecnologia capaz de padronizar dados comparativos de títulos, suas características básicas, quais investidores são detentores desses papéis, informações sobre negociações, fluxo de pagamento e todos os comunicados referentes aos ativos. Isso tem muito valor, porque se reflete em uma precificação mais justa dos CRIs e CRAs no secundário”, explica Ribeiro. A adesão de clientes tem sido rápida. Em menos de 6 meses o Clube FII acumulou mais de R$1 bilhão em estoque de CRIs e CRAs junto a cerca de 10 gestoras, que a partir de agora passarão a ser negociados pela empresa. “Além de reunirmos a maioria do Patrimônio Líquido de Fundos de CRI, também concentramos 75% das securitizadoras do Brasil como assinantes de nossa plataforma. São ativos que em sua maioria foram estruturados e comprados exclusivamente pelas gestoras, portanto ativos que não tinham negociação no secundário. Estamos trazendo ‘carne nova’ ao mercado secundário”, comenta Ribeiro. Monetizar desenvolvendo o mercado Desde 2015, a missão do Clube FII tem sido a de empoderar os stakeholders do mercado de Fundos Imobiliários por meio da informação. Hoje, mais de 350 mil pessoas compõem a comunidade do Clube FII, que registra 78 mil carteiras simuladas e cerca de R$11 bilhões registrados na plataforma, somente em FIIs. “O Clube FII tem sido fundamental para o crescimento e a disseminação do mercado de Fundos Imobiliários desde sua fundação, em 2015, uma época em que as informações eram de difícil acesso e desorganizadas. Neste novo ciclo, o modelo transacional assume o protagonismo, completando nosso ecossistema. Agora, nossos clientes não apenas poderão acessar informações, mas também tomar decisões de investimento e efetivamente investir conosco”, pontua Rodrigo Cardoso de Castro, sócio-fundador e CEO do Clube FII. A expectativa é desenvolver a frente transacional no B2C em 2025, ao mesmo tempo em que novos ativos de renda fixa e variável serão incorporados no portfólio de operações.
- Após BC ampliar limite de operações cambiais, Freex se prepara para expansão global
A recente decisão do Banco Central do Brasil (BC) de aumentar para US$ 500 mil o limite de operações de câmbio realizadas por instituições não bancárias abre novas oportunidades para a Freex, corretora de câmbio que recebeu sua licença de operação do BC em maio de 2024. Com sede em São Paulo (SP) e sob a liderança de Tiago Ramos (CEO), a Freex visa capitalizar esse movimento regulatório para acelerar sua expansão e oferecer soluções cambiais ágeis e transparentes para seus clientes. A Freex é controlada pela BSP Holding e pelo empreendedor norte-americano Johnathan Palmer, com a Westbull Financial LLC como principal investidora. Desde a aprovação do BC, a Freex tem se dedicado à consolidação de suas operações e à implementação de uma infraestrutura robusta para atender às demandas do mercado cambial. "Estamos profundamente comprometidos em garantir que, desde o início de nossas atividades, possamos oferecer soluções cambiais profissionais que reflitam nossos valores de transparência, agilidade e liberdade para nossos parceiros e clientes,” afirmou Tiago Ramos, CEO da Freex. A Freex está desenvolvendo projetos tecnológicos avançados para personalizar o atendimento ao cliente, incluindo a integração de inteligência artificial (IA) e o fortalecimento da segurança cibernética. Além disso, a corretora já delineou um plano ambicioso de crescimento internacional, com a intenção de estabelecer postos de câmbio em Miami, Dubai, Singapura e China até o final de 2025. Para se diferenciar no mercado, a Freex está formando parcerias estratégicas com instituições financeiras para a oferta de conta corrente em moeda estrangeira (CCME) e intermediação de operações. A empresa já iniciou colaborações para câmbio turismo e remessas rápidas, além de negociações com bancos para a oferta de CCME, visando ampliar sua gama de serviços e proporcionar uma experiência completa e eficiente aos seus clientes.
- Hurst securitiza fluxos de caixa de criptoativos com rendimento mensal
A Hurst Capital, maior ecossistema de investimentos em ativos alternativos da América Latina, acaba de lançar a operação Crypto Basket – Liquidity Pool I, estruturada pela Borum Finance, empresa especializada em criptoativos, que estruturou pools de liquidez dentro das redes Ethereum, Arbitrum, com rendimentos mensais. Além do bom retorno previsto, de 43% ao ano de taxa interna de retorno, a inovação proporciona aos investidores uma nova forma de rentabilização no ambiente digital cuja remuneração decorre das taxas de corretagens arrecadas pelos pools de liquidez e divididas com os investidores que proveram liquidez. Trata-se também de uma operação inédita no mundo justamente pelo diferencial de integrar pools de liquidez em nível institucional, dentro de um ambiente regulado e securitizado, como valor mobiliário. A estrutura combina a eficiência e a inovação das Finanças Descentralizadas (DeFi) com a segurança e transparência exigidas pelas regulamentações financeiras. “Os Pools de Liquidez são uma parte essencial do ambiente das finanças descentralizadas (DeFi). Eles permitem a troca de criptoativos de forma descentralizada onde os investidores fornecem pares de tokens a uma DEX (Decentralized Exchange) e recebem parte das taxas de transação geradas”, explica o COO da Borum Finance, Francis Wagner. DeFi, ou Finanças Descentralizadas, é um novo modelo financeiro que opera sem a necessidade de intermediários como bancos ou outras instituições financeiras. Em vez disso, utiliza contratos inteligentes em blockchain para facilitar as transações, oferecendo maior transparência, segurança e acessibilidade. As operações em protocolos DeFi, ocorrem por meio de uma blockchain, o que garante maior segurança e transparência, e são descritas e executadas por algoritmos e smart contracts (contratos inteligentes). Diversos produtos financeiros podem rodar com base nesse novo conceito, sejam empréstimos, transferências, pagamentos e investimentos. Entre as vantagens do DeFi em relação às finanças tradicionais estão: a acessibilidade global, pois qualquer pessoa com internet pode participar e a redução de custos, por não haver necessidade de intermediação. Além disso, a transparência é maior, já que tudo é registrado em blockchains, que são como livros razão imutáveis. Há ainda o fato de os processos serem automatizados via smart contracts. As transações são feitas em tempo real, 24 horas por dia e sete dias por semana. Para colocar a operação em prática, a Hurst contou com a parceria da Borum Finance, responsável pela estruturação dos pools de liquidez. “Ao optar por essa operação, os investidores estão não apenas diversificando seus portfólios, mas também participando de um modelo de investimento que combina inovação tecnológica com robustez institucional, sendo uma oportunidade inédita de fazer parte de um movimento que está redefinindo o mercado financeiro no Brasil e no mundo, proporcionando rendimentos mensais”, explica Wagner. A projeção da Taxa Interna de Retorno no cenário base é de 43% ao ano com pagamentos mensais que podem ser de até 3%. O prazo da operação é de 60 meses, com um payback estimado em 33 meses.
- Apagão mundial em sistema de segurança cibernética alerta para a importância do seguro contra ataques virtuais
Nesta sexta-feira, 19, setores de diversos países, incluindo o Brasil, tiveram operações paralisadas ou comprometidas por conta de um apagão causada pelo erro de atualização de um software de uma empresa americana de segurança. Rapidamente, pensou-se que fora causada por um ataque cibernético. O receio procede, já que ataques cibernéticos são a principal preocupação de líderes empresariais de todo o mundo, de acordo com pesquisa realizada pelo Centro para Estudo de Inovação Financeira (CSFI, na sigla em inglês), do Reino Unido, patrocinada pela PwC. Em todo o mundo, no primeiro trimestre de 2024 houve um aumento de 28% no número de ataques, segundo outro estudo , este feito pela Check Point Research. No Brasil, o crescimento foi ainda maior: 38%. Nesse cenário, o principal meio de mitigar os danos causados por malwares, phishings, spoofings e afins é o seguro de riscos cibernéticos. A Wiz Corporate, unidade de negócios do grupo Wiz Co (B3: WIZC3) dedicada à distribuição de seguros e produtos financeiros ao mercado B2B, que oferece a solução e está preparada para atender clientes de qualquer segmento ou porte, dá dicas a respeito. “Estima-se que, por dia, são identificados quase 400 mil malwares. Os passos fundamentais para fortalecer a segurança cibernética nas empresas são: fazer avaliação de segurança, desenvolver políticas de segurança, realizar treinamentos, implementar tecnologias e, principalmente, ter uma apólice de seguro cibernético”, afirma Eduardo Bezerra, head de seguros cibernéticos da Wiz Corporate. “A contratação deste tipo de proteção vem aumentando ano a ano. Podemos dizer que isso se deve a implementação da LGPD nas empresas e aos ataques bem sucedidos que geram desgaste e prejuízo, não apenas financeiro, mas também a imagem e reputação das companhias”, explica o executivo. As garantias das apólices de seguros cibernéticos são divididas em dois tipos de proteções. As coberturas de respostas a incidentes envolvem os prejuízos do próprio segurado e englobam: serviços de perícia forense digital; custos para restauração e recuperação de dados; pagamento de resgate (extorsão); lucros cessantes por interrupção de rede; gastos de notificação e monitoramento; custos de restituição de imagem pessoal e da sociedade; e custos decorrentes de uma investigação administrativa. Já as coberturas de responsabilidade civil, que envolvem os prejuízos de terceiros, englobam: custos de defesa; multas e penalidades; responsabilidade por dados pessoais ou corporativos de terceiros; e pagamento por danos decorrentes de uma decisão judicial, arbitral ou acordo. Aumento da procura A demanda por seguros cibernéticos cresce na medida em que os ataques se tornam cada vez mais frequentes. De acordo com a Munich Re, uma das maiores companhias de resseguro do mundo em termos de prêmio subscrito, foram US$ 4,7 bilhões em prêmios cibernéticos em todo o mundo em 2018. Em 2021, foram US$ 9,2 bilhões, e a projeção para o final de 2025 é de US$ 22,1 bilhões. Nesse universo, a corretora de seguros precisa ter um time de especialistas em cibersegurança, fazer uma avaliação de risco, apoiar o cliente na implementação dos controles para, somente depois, ir para a última etapa, que é a contratação do seguro. “Sem uma corretora especializada, aumenta muito a probabilidade de o cliente não receber uma cotação ou a seguradora agravar o valor da apólice por não ficar claro o nível de maturidade do risco analisado”, revela Eduardo Bezerra. A Wiz Corporate segue alguns passos junto aos seus clientes que procuram pelo seguro cibernético. Primeiro, uma reunião para apresentar a metodologia e forma de identificar e avaliar o risco cibernético da companhia; depois, entrevista com as áreas de tecnologia e segurança da informação para entender o nível de maturidade de cibersegurança; faz então a apresentação do relatório com os gaps e/ou as vulnerabilidades de cibersegurança identificadas pelo time técnico; para, por fim, fazer a colocação do risco junto às seguradoras Mesmo empresas com um budget já reservado para contratar o serviço enfrentam dificuldades. A principal é ter o nível de maturidade de segurança exigido pelas seguradoras. E o valor do seguro cibernético também sofre influência do segmento de mercado, faturamento, sinistralidade das seguradoras e do limite que o cliente deseja contratar - LMG (Limite Máximo de Garantia).
- Koin amplia mercado de solução antifraude e mira na expansão na América Latina
A Koin, fintech que busca conectar comércios e usuários finais no momento da compra por meio de soluções financeiras, reafirma investimento em tecnologia e equipe para expandir o mercado de atuação do seu produto de Antifraude, que hoje já analisa mais de 21 milhões de transações em diferentes países da América Latina. Liderada pelo CEO Nicolás Obejero, que chegou em 2021 à empresa com o objetivo de expandir os negócios, a fintech busca acelerar o crescimento do Koin Antifraude na região. O produto foi desenvolvido para prevenir fraudes em transações de e-commerce e maximizar as taxas de conversão de vendas, por meio de um extenso banco de dados, modelos de aprendizado de máquina e uma equipe de especialistas. Em 2024, a Koin decidiu ampliar a base geográfica de ofertas para alcançar um número maior de clientes na América Latina, e escolheu o Uruguai como centro de desenvolvimento das soluções antifraude. A empresa planeja investir cerca de US$ 5 milhões em melhorias de suas plataformas de antifraude e pagamento. O objetivo, segundo Lucas Iván Gonzalez, Chief Product Officer da Koin, é fazer com que cada vez mais lojistas tenham acesso a uma solução de antifraude de qualidade com funcionalidades como biometria e 3DS (protocolo de autenticação de e-commerce, que aumenta a segurança da transação e gera uma melhor experiência de compra), para prevenir perdas em compras online. A empresa usa inteligência artificial e machine learning para aprimorar essa solução e ofertá-la para a América Latina. "Essa infraestrutura é o que nos dá robustez para garantir transações seguras para nossos clientes", explica o executivo. “Oferecer segurança no momento da compra é essencial para qualquer empresa que trabalhe com e-commerce", reforça Gonzalez. A Koin comercializa seus produtos e serviços para empresas de diversos países da região como Uruguai, Brasil, México, Equador, Colômbia e Argentina. No pós-pandemia, o aumento no volume de compras on-line aumentou a exposição ao risco para os lojistas, já que os cibercriminosos não param de explorar novas oportunidades para cometer fraudes. Para se ter ideia, só no Brasil, a cada dois segundos, há uma tentativa de fraude. Em 2023, a Koin evitou R$ 240 milhões em fraudes e 120 mil transações fraudulentas no país. Reforço de equipe na América Latina Atualmente, a Koin conta com um time de mais de 350 pessoas distribuídas pelo Brasil, México, Argentina, Colômbia e Uruguai, e reforçou o time comercial, com foco no crescimento sustentável na América Latina. Para o executivo, a evolução da oferta nesse segmento é essencial para simplificar as transações e proporcionar uma experiência de compra mais fácil para os consumidores de nossos parceiros. “No final do dia, investir em prevenção é um bom negócio para qualquer empresa, porque evita perdas financeiras por custos operacionais e até jurídicos, e acima de tudo, é um investimento que garante a preservação da imagem e reputação da marca”, completa Gonzalez.














