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  • Compra e venda de carteiras de crédito: quem se beneficia nessa dinâmica?

    Muitas são as variáveis que compõem as “engrenagens” do mercado de crédito e cobrança. As movimentações deste setor indicam como devedores se mantêm ativos e com poder de compra e de crédito. E neste cenário, quero abordar como o mercado de negociação de créditos se tornou estratégico diante do cenário econômico brasileiro. Iniciamos 2023 com 70,1 milhões de brasileiros com o nome restrito, de acordo com dados do Serasa. É nesse cenário de inadimplência que cresce o mercado de compra e venda de carteiras de crédito, uma cadeia vital para que as pessoas possam limpar seu nome e recuperar seu poder de compra e, assim, fazer a economia girar. Devido ao desconhecimento dos processos envolvidos e de como realizar as negociações de crédito de forma correta, muitas organizações são reticentes em negociar suas carteiras, iniciativa que poderia ajudá-las a melhorar o caixa e consequentemente reduzir os efeitos da inadimplência. Nessa dinâmica, quatro grupos se beneficiam das negociações de créditos. Com a antecipação de recursos que seriam recebidos no longo prazo, os vendedores ganham, de imediato, com recursos diretamente no caixa. Inclusive, há empresas que, já contando com essa via de liquidez, estruturam suas operações de uma maneira mais enxuta, ou seja, tendo dentro de casa apenas a área inicial da cobrança, terceirizando o restante da jornada ou simplesmente vendendo a carteira. Isso gera otimização de custos para o negócio. Os compradores, em geral, adquirem muitas carteiras, o que faz com que eles ganhem escala nas operações. Se o trabalho é feito com estratégia, eles conseguem, inclusive, ter fôlego financeiro para manter o constante investimento em tecnologias, equipes e parceiros. O desafio para esse grupo, porém, é manter as engrenagens da operação em perfeito funcionamento para fazer a recuperação realmente acontecer, evitando ou minimizando perdas. Com a venda da carteira, o devedor ganha em flexibilidade para liquidar sua dívida, seja com relação ao valor, desconto, parcelamento ou prazo, algo difícil de se conseguir onde a dívida foi originada. Pode acontecer, inclusive, desse devedor ter a oportunidade de unificar diferentes dívidas em uma única negociação, com parcelas que realmente caibam em seu orçamento. Negociando, esse devedor melhora seu score de crédito nos bureaux . Ao se tornar ex-inadimplente, toda pessoa torna-se novamente candidata a ter crédito, o que é excelente para a economia do País. E quanto mais a roda do crédito gira e as vias de recuperação de crédito se mostram eficientes, maiores são as chances de se baratear as taxas. É muito importante que as pessoas tenham uma educação financeira e iniciativas para que consumam e gastem de forma consciente. Entretanto, diante de todos os fatores particulares e externos que podem ameaçar o poder de compra de cada cidadão, o mercado de compra e venda de créditos é uma via estratégica para que as organizações mantenham foco no seu core, minimizando perdas e seus clientes pessoas não deixem de comprar, fazendo assim com que a economia gire. *Por Marcel Souza, Diretor Comercial da DebitumX

  • Mercado Bitcoin Lança Emissão de Renda Fixa Digital da Bolt Energy

    O Mercado Bitcoin (MB) anuncia mais uma parceria de tokenização com a Bolt Energy, companhia geradora e comercializadora de energia com faturamento anual superior a R$1bi.   Com isso, dois novos investimentos de renda fixa digital (RFD) chegam à maior plataforma de ativos digitais da América Latina e arrecadarão R$ 6 milhões para a empresa com base nos aportes que podem ser feitos a partir de R$ 100. Os recursos levantados serão direcionados para investimentos em novas iniciativas da empresa. Ambas as ofertas públicas seguem a resolução 88 da CVM.    A primeira emissão possui taxa pré-fixada de 13,5% ao ano e um prazo de seis meses, com pagamento em três parcelas nos últimos três meses. Já a segunda, tem ganho pós-fixado de IPCA + 8% ao ano e vencimento de 19 meses, com pagamentos mensais a partir de janeiro de 2025.   “Somos um parceiro de funding para quem procura por um lugar pioneiro, consistente e seguro. Por isso, desde 2022, somos escolhidos pela Bolt Energy para ofertas de crédito que vêm contribuindo para o desenvolvimento da empresa que, aliás, foi a primeira que tokenizamos no setor de energia. Segmento esse que é muito buscado devido à sua perenidade, mas que ainda carece de mais investimentos”, diz Reinaldo Rabelo, CEO do MB .   A operação foi estruturada pelo MB Tokens, área de desenvolvimento de investimentos digitais, e realizada pelo MB Corporate, unidade de negócios, que viabiliza o caminho de empresas que desejam entrar no mercado de capitais, e oferece um formato alternativo de acesso a crédito a elas.    "A Bolt valoriza demais o compromisso em desenvolver soluções que aliam tecnologia financeira à sustentabilidade, o que marca nossa posição na vanguarda do setor. A parceria com o Mercado Bitcoin é extensa e mais uma vez vamos lançar um produto arrojado no mercado de energia elétrica brasileiro, definindo nossa trajetória de inovação, com  foco em trazer vantagens significativas para investidores e consumidores de energia elétrica", afirma Gustavo Ayala, CEO da Bolt Energy.   “Os tokens de renda fixa digital têm se mostrado aportes muito interessantes para quem busca por retornos acima dos investimentos tradicionais, de baixo risco, maior previsibilidade e segurança, além de ter isenção no Imposto de Renda”, explica Rabelo. “Nesta categoria, já emitimos mais de R$ 600 milhões e pagamos mais de R$ 215 milhões aos nossos clientes, destacando nossa força e pioneirismo em renda fixa digital”, finaliza.

  • Anúncio do Banco Central pode transformar cartões físicos em objeto de colecionadores no Brasil

    O Banco Central do Brasil anunciou no dia 4 de julho, uma série de medidas que prometem revolucionar o cenário dos pagamentos no país, podendo diminuir consideravelmente o uso de cartões físicos, sejam eles pós-pagos, pré-pagos ou de débito, a partir do próximo ano. As novas diretrizes estão centradas na estruturação definitiva de governança do Open Finance e na facilitação de implementações mais rápidas dos modelos de pagamento baseados no Pix. Com essas mudanças, os SuperApps ganharão ainda mais espaço na vida dos brasileiros, permitindo que os pagamentos sejam realizados independentemente de onde se encontra o saldo, graças à tecnologia de Transferências Inteligentes. "Estamos diante de uma transformação significativa no mercado de pagamentos. A integração do Pix com o Open Finance e a popularização dos SuperApps vão proporcionar uma experiência de pagamento mais fluida e eficiente para os consumidores", comenta Túlio Iannini, CEO da U4C , instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central. O Pix já conquistou um espaço considerável no comércio eletrônico, praticamente eliminando os boletos bancários com a função Pix Copia e Cola. Além disso, passou a competir diretamente com os cartões pós-pagos e, principalmente, com os pré-pagos. De forma mais silenciosa, o ITP (Iniciação de Transação de Pagamento), que é o Pix no Open Finance, vem ganhando espaço e facilitando ainda mais os pagamentos. Na agenda do Banco Central, está o lançamento do Pix Garantido, ainda sem previsão oficial, mas já oferecido por alguns bancos. Este recurso permite que a instituição financeira conceda um crédito na conta digital do cliente, possibilitando compras à vista ou parceladas sem a necessidade de um cartão pós-pago. "O Pix Garantido é uma inovação que vai democratizar ainda mais o acesso ao crédito e facilitar a vida dos consumidores, eliminando a necessidade de cartões físicos", afirma Iannini . Em junho, o presidente do Banco Central destacou a importância da economia tokenizada e a associação do Pix às carteiras digitais Google Pay e Apple Pay para pagamentos via Pix por aproximação no celular. Com as medidas publicadas ontem, a receita para que as pessoas não dependem mais dos cartões está pronta. O Pix por aproximação, junto com as demais funcionalidades e o Pix Garantido ou Parcelado, atenderá boa parte do público brasileiro, reduzindo significativamente os custos atuais com operações de cartões. No entanto, algumas barreiras ainda precisam ser superadas. Uma parte dos brasileiros não possui smartphones que suportam as carteiras digitais, e há a necessidade de pensar em segurança adicional para o modelo. "A inclusão digital e a segurança são desafios que precisamos enfrentar com seriedade", conclui.

  • Pix transaciona mais de R$ 11 trilhões no primeiro semestre de 2024

    Dados recentes do Banco Central mostram que, no primeiro semestre de 2024, o método de pagamento Pix teve mais de 28 bilhões de transações, o equivalente a mais de R$ 11 trilhões transacionados. Tais cifras reforçam o quanto a plataforma se tornou essencial no país, facilitando tanto a vida dos usuários - que não pagam mais taxas para transferir dinheiro - quanto para os comerciantes, que têm encargos menores do que as maquininhas de cartão, por exemplo. Nathan Marion , gerente geral da Yuno , orquestradora global de pagamentos, aponta que o motivo para tamanho sucesso da plataforma vai além da economia com taxas bancárias. “O Pix é um método muito prático, que permite fazer uma transação com poucos cliques diretamente do celular. O dinheiro cai na conta do favorecido instantaneamente, sem a necessidade de se esperar vários dias úteis  como em outras modalidades. Por esses motivos, seu uso é incentivado pelos comerciantes, que concedem preços especiais a quem optar pelo método”, aponta. Tanto isso é verdade que um levantamento recente da Cielo mostrou que, no e-commerce, o Pix já bateu o cartão de crédito como o método favorito dos usuários, sendo o mais utilizado por cerca de 67% das pessoas. “O mesmo estudo mostra que, enquanto 92% dos varejistas veem um aumento na utilização do Pix, o dinheiro em espécie vem perdendo tração, com 80% dos comerciantes dizendo que seu uso caiu bastante”, pontua Nathan Marion. Para o executivo, a tendência é que o Pix esteja cada vez mais forte no país, que tem sido um dos líderes globais na utilização de métodos A2A (account-to-account, ou conta a conta, na tradução em português). “Além desses dados do Banco Central e da Cielo, o estudo The Global Payment Report, da Worldpay, mostrou que a modalidade tem capacidade de atingir metade do valor transacionado nos PDVs no Brasil até 2027”, explica. Exemplificando o porquê dessa propensão, Marion fala a respeito de novas modalidades do Pix, que está disposto a dominar também o mercado de compras parceladas. “Além da transferência padrão, que já é um sucesso, há o Pix Garantido, que pode abocanhar parte do mercado hoje dominado pelo cartão de crédito, já que um estudo da Serasa Experian aponta que 71% dos consumidores costumam parcelar suas compras sempre que possível. Esse novo serviço, além de vantajoso para quem não tem limite de crédito no banco, ainda pode evitar gastos com anuidades”. O mercado de compras recorrentes, como serviços de assinatura e streaming, também podem ser englobados pelo Pix. Isso porque está previsto, para o final deste ano, o lançamento do Pix Automático, modalidade que permite o agendamento de contas diversas por meio da plataforma. “Dados de um estudo da Fiserv já nos mostram que a Geração Z está disposta a abandonar o cartão de crédito em pagamentos de contas como luz e água (32%), ou então em transações recorrentes de assinaturas (19%). O Pix Automático pode chegar a essas pessoas, movimentando a economia em diferentes setores, pois mais serviços passarão a ser pagos pela plataforma, como, por exemplo, o agendamento de faturas de gás e luz e também outras finalidades como mensalidades escolares e até parcelamentos de consórcio”, pontua Nathan Marion. Dessa maneira, a ferramenta também ajuda com que mais pessoas façam parte do sistema financeiro nacional, pois a facilidade em seu uso e sua versatilidade englobam até mesmo aqueles indivíduos com pouca familiaridade com serviços bancários. “De acordo com o Banco Central, o Pix contribuiu para a inclusão financeira de mais de 71 milhões de brasileiros, sendo os estados com menos agências bancárias físicas os que mais utilizam a plataforma”, explica o executivo. Com cerca de três anos de existência, o Pix atingiu recentemente seu recorde de operações, chegando a 224 milhões de transações em um único dia. Em 2023, foi o meio de pagamento mais popular do Brasil, com quase 43 bilhões de operações, um crescimento de 75% em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). “Com tamanha penetração no mercado brasileiro e facilidade em seu uso, podemos afirmar que esses números tendem a aumentar cada vez mais, tornando o Pix como a opção favorita do brasileiro em qualquer transação”, finaliza Marion.

  • Cartões além do óbvio: emissores apostam em produto cada vez mais personalizável para atrair diferentes públicos

    A abundância de informações financeiras disponíveis atualmente permite que emissores personalizem produtos para públicos segmentados com distintas propostas de valor. Empresas apostam na oferta de diferentes tipos de cartão, cada vez mais personalizados e modulares de acordo com as necessidades de cada cliente. Algumas produzem cartões específicos para determinados públicos; outras adaptam o produto para atender às demandas de diferentes categorias profissionais.  Dados financeiros justificam a atenção dada a essa modalidade de pagamento. No primeiro trimestre deste ano, foram movimentados R$ 965 bilhões com cartões, um aumento de 11% em relação ao mesmo período de 2023. O campeão de uso foi o cartão de crédito, que transacionou R$ 635 bilhões. Os dados são da Associação Brasileira de Empresas de Cartões (Abecs). As novas tecnologias em nuvem possibilitam que os emissores de cartão de crédito criem novos casos de usos. A Pomelo , provedora de tecnologia para emissão e processamento de cartões, fornece uma plataforma com informações detalhadas sobre cada transação: onde e quando o cartão foi utilizado, de forma física ou digital, entre outras. Isso permite ao emissor conhecer os hábitos de uso de cada cliente e criar serviços específicos para ele.  O country manager da Pomelo no Brasil, Rafael Goulart, exemplifica com motoristas de aplicativo. Segundo ele, é possível criar cartões com condições especiais de vencimento e fatura para esses profissionais, que recebem repasses semanais das plataformas. “O cartão é um dos produtos mais modernos e com maior disponibilidade de tecnologia do mercado. Hoje, graças à nossa plataforma em nuvem, conseguimos entrar na era da personalização, oferecendo algo além do óbvio para os consumidores”, afirma.  Além disso, o cartão é um propulsor para as inovações financeiras. Exemplo disso é o pagamento por aproximação, feature que ganhou popularidade nos últimos anos e agora será adaptado para o Pix, segundo o Banco Central.  Até mesmo bancos tradicionais conseguem testar novos produtos adaptáveis, com o auxílio de incubadoras de tecnologia como a Pomelo. Essas instituições têm infraestrutura sobrecarregada e contratam fintechs para rodar testes de novos cartões para seus clientes. Ao final, se o experimento é bem sucedido, o banco incorpora para si a estrutura criada internamente pela incubadora contratada.

  • Investidores e donos de empresas estão ávidos por soluções inovadoras de fintechs

    O mercado — tanto por parte de empresas quanto de investidores — está ávido por soluções inovadoras, inclusive em soluções trazidas por empreendimentos como fintechs. A análise é do CEO Alysson Guimarães, da LeverPro, sobre a mais recente edição da Febraban Tech, considerada o maior evento de tecnologia voltado ao setor financeiro do país. Com outros integrantes da LeverPro , Guimarães participou ativamente dessa edição, que contou com um recorde de público: 55 mil pessoas, um crescimento de 22% em comparação com 2023. Foram 226 estandes, um incremento de 20% em relação à edição do ano passado. “Além disso, havia estandes enormes e bem estruturados, com atividades e painéis interativos”, descreve o CEO. Guimarães chama a atenção também para o protagonismo que as fintechs vêm assumindo em relação às instituições financeiras convencionais. “Esse é outro ponto relevante: a procura por fintechs por parte dos investidores e donos de empresas. Muitos nos contaram que foram ao evento com o objetivo de conhecer novidades, procurar soluções inovadoras para seus negócios e, por isso, tinham um interesse especial em empresas não convencionais.” Acima de tudo, continua o executivo, a Febraban Tech foi uma oportunidade de “nutrir relacionamentos”. “Além de nos proporcionar novos relacionamentos, o evento fez com que fôssemos vistos por outros nomes importantes do mundo dos negócios.” Guimarães destaca a presença de profissionais estrangeiros. "Por lá, encontramos profissionais das mais diversas nacionalidades, mostrando a relevância internacional do evento”.

  • ANBIMA divulga novas diretrizes para investimentos em criptoativos

    A ANBIMA, Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, acaba de anunciar novas regras de governança e diligência para fundos e carteiras que investem em criptoativos. Essas diretrizes, aprovadas em audiência pública, buscam padronizar métodos de seleção e precificação, promovendo maior segurança e transparência no mercado. As novas normas entram em vigor em 1º de outubro, com prazo até 30 de junho de 2025 para adaptação. As diretrizes exigem políticas específicas que descrevam os controles para gestão dos criptoativos, identificando a área responsável pelas decisões de investimento e os critérios usados na seleção dos ativos. Também devem incluir procedimentos de monitoramento dos ambientes de negociação e de custódia. Os códigos de Administração e Gestão de Recursos de Terceiros, de Serviços Qualificados, de Distribuição e de Ofertas Públicas foram revisados para facilitar o entendimento das normas e padronizar as nomenclaturas definidas no Glossário ANBIMA.  Conceitos gerais comuns a todos os códigos foram aprimorados para evitar insegurança jurídica e incertezas. No Código de Administração e Gestão de Recursos de Terceiros, foi excluído o artigo que restringia a amortização em classes de FIFs a cada 12 meses, em conformidade com a Lei 14.754/23, que trata da tributação de fundos fechados. Para Ibiaçu Caetano, diretor financeiro do Bitybank , a atualização é um avanço crucial para a governança e diligência no investimento em criptoativos. "Com a padronização dos controles e critérios para a seleção e gestão desses ativos, além da inclusão de metodologias de precificação nos Manuais de Apreçamento, estamos criando um ambiente mais seguro e confiável para investidores e operadores, alinhando-se às melhores práticas internacionais e à Resolução CVM 175.", afirma.

  • 55% dos brasileiros planejam investir em cripto: especialista ressalta que diversificação é a chave para iniciantes

    Com o mercado de criptomoedas em constante evolução, a diversificação se destaca como uma estratégia essencial para investidores que desejam maximizar seus retornos e minimizar riscos. A recente pesquisa realizada pela Coinbase revela que 55% dos brasileiros planejam aumentar seus investimentos em cripto nos próximos 12 meses, e 31% já possuem mais de 10% de suas carteiras alocadas nesta classe de ativos. Esta tendência aponta para um crescente interesse e confiança dos investidores brasileiros no mercado de criptomoedas. “O aumento do interesse dos brasileiros pelo mercado de criptomoedas reflete uma busca por alternativas financeiras mais dinâmicas e acessíveis, além do reconhecimento das criptomoedas como uma reserva de valor e uma oportunidade de diversificação de investimentos em um ambiente econômico desafiador”, ressalta Lucas Panisset, assessor de investimento da Transfero . Além disso, a ampliação do acesso à tecnologia e o aumento da familiaridade com plataformas digitais contribuíram para democratizar o investimento em criptomoedas. “Mais brasileiros têm acesso a informações e plataformas de negociação de criptomoedas, facilitando a entrada no mercado para investidores de diferentes perfis”, afirma Panisset. De acordo com ele, a própria evolução das criptomoedas e da tecnologia blockchain tem despertado curiosidade e interesse entre os brasileiros, que reconhecem o potencial dessas tecnologias em diversos setores. Para os investidores mais jovens, especialmente, as criptomoedas representam não apenas uma oportunidade de ganho financeiro, mas também uma maneira de se engajar com tecnologias inovadoras e participar de uma economia digital globalizada. Diversificação como estratégia de investimento A diversificação é uma estratégia fundamental para quem busca explorar o mercado de criptomoedas. A pesquisa revela que 69% dos entrevistados acreditam que as criptomoedas "vieram para ficar" e que 66% veem essa classe de ativos como uma alternativa aos investimentos tradicionais. Além disso, 42% dos entrevistados preferem investir em stablecoins atreladas ao dólar, e 53% consideram estas moedas mais atraentes devido às recompensas passivas que geram e à proteção contra a inflação no Brasil. “A diversificação ajuda a reduzir o risco, uma vez que os ativos digitais têm comportamentos diferentes. Por exemplo, enquanto o bitcoin pode estar em queda, outras criptomoedas ou tokens de diferentes segmentos podem estar em alta, compensando as perdas. Além disso, ao diversificar, os investidores podem capturar oportunidades de crescimento em várias frentes. Existem milhares de altcoins além do bitcoin, cada uma com suas características e potencial de valorização”,  explica Lucas Panisset. O mercado de criptomoedas é conhecido por sua alta volatilidade. Investir em uma variedade de ativos pode ajudar a suavizar os impactos das oscilações de preço, oferecendo maior estabilidade ao portfólio.

  • CondoConta: O banco dos condomínios

    Administrar um condomínio pode ser uma tarefa complexa, exigindo atenção a diversos detalhes financeiros, administrativos e de comunicação. É nesse cenário que surge a Condoconta, uma empresa especializada em soluções financeiras e de gestão para condomínios. Mas o que exatamente a Condoconta oferece e como ela pode facilitar a vida de síndicos e condôminos? Condoconta é uma fintech voltada para a gestão financeira de condomínios, oferecendo uma plataforma completa que integra diversas funcionalidades essenciais para a administração condominial. Com uma abordagem moderna e tecnológica, a empresa busca simplificar processos, aumentar a transparência e melhorar a eficiência na gestão de condomínios. A solução é voltada para Síndicos, Administradoras de condomínio, Gestores condominiais e Sistemas de gestão (ERPs). Criado em 2020, o CondoConta já conta com mais de 100 colaboradores, de acordo com dados do LinkedIn. A fi ntech foi Darwin Star em 2021 e Endeavor Scale Up em 2022, e já recebeu mais de US$ 34 milhões em aportes envolvendo 6 investidores (SYN Proptech, Igah Ventures, Redpoint Ventures, Terracota Ventures, Endeavor, Scale-Up Ventures), de acordo com dados do Crunchbase. A conta é plenamente legal e atua de acordo com as normativas do Banco Central do Brasil, seguindo a Lei Federal 12.865/2013, que rege as instituições de pagamento. A fintech está sob a fiscalização do BACEN através do código 450, garantindo transparência e segurança em todas as operações. Principais Serviços A Condoconta oferece uma gama de serviços que atendem às necessidades de diferentes tipos de condomínios, desde residenciais até comerciais. Para condomínios, destacam-se as soluções: Conta Bancária: Pague contas e realize transações on-line ilimitadas, sem custos; Reserva financeira multiplicada: Três fundos disponíveis, com bonificação maior que a poupança e livre de impostos. Demonstrativo em tempo real: Facilite a prestação de contas em assembleia. Melhore a experiência e a relação entre síndico e morador. Emissão de cotas condominiais: Emita cotas e acompanhe a evolução dos pagamentos em um só lugar. Financiamento condomonial: Realize as obras do seu condomínio sem comprometer o caixa com o Financiamento Condominial CondoConta. As parcelas são fixas até o final do contrato com impostos já inclusos, de 12 a 60 vezes (com possibilidade da primeira parcela em até 90 dias). Para administradoras, destacam-se as soluções: Conta Bancária Pro: Emissão de cotas para múltiplos condomínios Integração com ERPs (PRG Software, Sin, Online COndo, Imobiliar, PointCondomínio, Systemar, Syndkos, Inetsoft) Remessa e compensação de títulos automatizados Sem cobrança de tarifas e taxas Programa de Parcerias: Potencialize os ganhos com o Programa de Parceria CondoConta Benefícios para Síndicos e Condôminos A utilização da Condoconta traz inúmeros benefícios tanto para os síndicos quanto para os condôminos: - Transparência: Com acesso a relatórios detalhados e atualizados, os condôminos podem acompanhar de perto a gestão financeira do condomínio, aumentando a confiança na administração. - Eficiência: A automação de processos reduz a carga de trabalho do síndico e minimiza erros, tornando a gestão mais eficiente e profissional. - Comunicação Facilitada: O portal do condômino facilita a comunicação entre os moradores e a administração, permitindo a resolução rápida de questões e a participação ativa na vida do condomínio. - Redução de Inadimplência: Com ferramentas de cobrança automatizadas e lembretes de pagamento, a Condoconta ajuda a reduzir a inadimplência, melhorando a saúde financeira do condomínio. A Condoconta representa uma revolução na gestão de condomínios, trazendo soluções tecnológicas que facilitam a administração financeira e promovem a transparência e a eficiência. Para síndicos que buscam uma ferramenta completa e intuitiva, e para condôminos que desejam mais participação e clareza nas operações do condomínio, a Condoconta é a escolha ideal. Até o momento o CondoConta já concedeu mais de R$ 300 milhões em crédito condominial, teve mais de R$ 800 milhões em depósitos, aplicações e transações, e conta com mais de 540 administradoras de condomínios e 500 mil condomínios conectados. Ao optar pela Condoconta, você está investindo em uma gestão mais moderna, eficiente e transparente, transformando a experiência de viver em um condomínio.

  • Paybrokers: conheça mais sobre esta fintech!

    No vasto mundo das transações financeiras e do comércio eletrônico, a Paybrokers emerge como um jogador essencial, oferecendo soluções inovadoras e eficientes para pagamentos. Mas, afinal, o que é a Paybrokers e como ela se diferencia das outras empresas do setor? A Paybrokers  é uma fintech que se especializa em fornecer serviços de intermediação de pagamentos para empresas e consumidores. Fundada com a missão de simplificar e agilizar as transações financeiras, a empresa tem conquistado espaço ao oferecer soluções seguras, rápidas e de fácil integração. Fundada em 2021, a PayBrokers  presta serviços de Facilitação de Pagamentos (eFX), para depósitos e retiradas de valores, facilitando compras online em sites internacionais. A fintech faz a integração de sistemas para que você possa oferecer inúmeras soluções financeiras aos seus clientes dentro da sua própria aplicação. Com a PayBrokers, qualquer pagamento fica muito mais rápido e seguro tanto para o merchant internacional quanto para o seu usuário brasileiro. Serviços Oferecidos Entre os principais serviços da Paybrokers, destacam-se: Câmbio : receba em qualquer lugar do mundo Pix : conclua operações financeiras em apenas alguns segundos Back Office:  A fintech oferece times dedicados ao relacionamento com os bancos, realizando análise de risco para você não se preocupar com a burocracia Compliance : combate a fraudes, evitar contestações e chargebacks Integração única : com apenas uma API, sua empresa oferece diversos métodos de pagamento para o consumidor final Checkout Transparente : seu cliente pode iniciar e finalizar a compra dentro do seu site sem páginas intermediárias ou redirecionamentos Diferenciais Competitivos A Paybrokers se destaca em um mercado competitivo por várias razões: Tecnologia Avançada: Utilizando o que há de mais moderno em tecnologia financeira, a Paybrokers garante um serviço rápido e eficiente, reduzindo o tempo de processamento e aumentando a satisfação do cliente. Atendimento ao Cliente: A empresa é reconhecida pelo seu excelente atendimento ao cliente, oferecendo suporte personalizado para ajudar os comerciantes a resolverem qualquer problema ou dúvida que possam ter. Flexibilidade: Com soluções personalizáveis, a Paybrokers consegue atender desde pequenas empresas até grandes corporações, adaptando seus serviços às necessidades específicas de cada cliente. A Paybrokers é mais do que uma simples intermediadora de pagamentos; é uma parceira estratégica para empresas que buscam otimizar suas operações financeiras e expandir seu alcance. Com sua combinação de tecnologia avançada, segurança robusta e atendimento ao cliente de primeira linha, a Paybrokers está bem posicionada para continuar crescendo e inovando no dinâmico mundo das fintechs. Se você está em busca de uma solução confiável e eficiente para suas necessidades de pagamento, a Paybrokers pode ser exatamente o que você precisa.

  • "Dinheiro de papel deve ser extinto em 10 anos", diz especialista da dataRain

    O dinheiro em espécie como conhecemos está à beira da extinção. Em uma década, o uso das cédulas de papel será apenas uma memória distante e as transações financeiras serão feitas por moeda digital, de forma eficiente, segura e inclusiva. A previsão é do especialista em tecnologia bancária da dataRain, empresa brasileira líder em soluções AWS na América Latina, Luiz Maluf. Como argumentos para essas afirmações, ele aponta os avanços na implantação do DREX, também conhecido como Real Digital, e as recentes resoluções pelo país afora, como a proibição do uso de dinheiro físico para o pagamento do transporte público, em Brasília, vigente desde o início do mês.   “A transição para o dinheiro digital já está em andamento. E medidas como a tomada em Brasília, facilitam a automação, reduzem a necessidade de trabalho humano na cobrança, e melhoram a segurança. Também podemos dizer que é um passo importante para a inclusão de moedas digitais no cotidiano das pessoas, fazendo-as se habituarem, embora o PIX já seja bastante popular entre os brasileiros”, comenta.   Maluf também cita o Projeto de Lei 4068/20, que propõe a abolição do uso de dinheiro em espécie em todas as transações no País. “Embora a tecnologia suporte essa transição, é essencial implementar políticas de inclusão digital para garantir que todos tenham acesso aos serviços digitais”, pondera.   O especialista prevê o fim do dinheiro de papel em dez anos e enxerga a mudança de forma positiva. “O dinheiro físico não é ecologicamente sustentável, sua gestão é difícil e ele facilita a corrupção. Com a tecnologia blockchain, o DREX oferece uma operação segura e transparente”, diz.   O DREX, moeda digital brasileira, criada para substituir o papel, está em desenvolvimento desde o final de 2019, com a fundação do Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (LIFT) do Banco Central. Em 2021, o BC lançou um desafio para que empresas apresentassem protótipos de operações digitais. Em 2023, iniciaram os pilotos operacionais e espera-se que a moeda esteja amplamente disponível até 2025.   Diferença entre DREX e PIX   Maluf explica que o DREX é uma moeda digital soberana, enquanto o PIX é uma plataforma de liquidação instantânea de ativos financeiros. Eles podem operar juntos, mas o DREX utiliza a tecnologia blockchain para registrar as operações, algo que o PIX não faz. “A maior vantagem do DREX é a integração com contratos inteligentes, permitindo que a liquidação financeira ocorra simultaneamente à jurídica e documental. Além disso, é instantânea, não requer serviços gráficos especializados e é mais fácil de gerenciar. Com a LGPD, é facilmente rastreável, o que ajuda na segurança”, compara.   Segurança Digital e Inclusão   A arquitetura do DREX envolve o uso de algoritmos tokenizados em nuvem computacional, com operações registradas numa plataforma de blockchain Hyperledge/BESU, que é aberta (Open Source). Ela supõe que o usuário esteja interligado à rede do sistema financeiro, sob supervisão do Banco Central. A nuvem computacional permite implementar mais de 90 funções de segurança e criptografia. “As moedas digitais são mais seguras tanto contra cibercrimes quanto contra crimes comuns, pois incorporam criptografia e diversas funções de segurança que, se gerenciadas corretamente, podem eliminar fraudes digitais e corrupção”, diz.   Ele explica que a tecnologia é capaz de suportar o uso e altos volumes de transações, mas é importante que haja uma política governamental de inclusão digital para contemplar cerca de 10% da população brasileira, que ainda tem dificuldades no acesso a equipamentos celulares, especialmente em regiões remotas. “Com o advento dos serviços de acesso via DSB (Digital Satellite Broadcasting), como a Starlink, até mesmo comunidades isoladas, como as indígenas na Amazônia, poderão ter acesso à conectividade móvel”, finaliza.

  • Pismo: Revolucionando o Setor Financeiro com Tecnologia de Ponta

    No cenário dinâmico e em constante evolução das fintechs, a Pismo se destaca como uma verdadeira pioneira, revolucionando o setor financeiro com sua tecnologia inovadora. Fundada com a missão de modernizar e transformar a maneira como as instituições financeiras operam, a Pismo vem se consolidando como uma parceira estratégica essencial para bancos, fintechs e outras empresas financeiras. O que é a Pismo? A Pismo é uma plataforma de infraestrutura financeira que oferece soluções completas para emissão de cartões, banking, e gestão de operações financeiras. Com uma arquitetura baseada em nuvem, a empresa proporciona escalabilidade, segurança e flexibilidade, permitindo que seus clientes lancem produtos financeiros de forma ágil e eficiente. A fintech foi fundada em 2016 e, no momento, de acordo com dados do Linkedin, conta com mais de 500 colaboradores. A empresa já captou US$ 118 milhões, de acordo com o Crunchbase, tendo 8 grandes investidores (PruVen Capital, Redpoint Ventures, Amazon, Softbank, Accel, Headline, Falabella Ventures, B3, Soluções Oferecidas A plataforma da Pismo é conhecida por sua robustez e versatilidade. Entre as principais soluções oferecidas estão: 1. Cartões: Permite que bancos e fintechs emitam cartões de crédito, débito e pré-pagos com rapidez e segurança, integrando-se facilmente a sistemas existentes. 2. Carteiras Digitais: Seja oferecendo cartões ou configurando contas e transferências, a Pismo está pronta para fazer você avançar. 3. Core Banking: O Pismo Core Banking leva a sua empresa a inovar rapidamente, crescer de forma acelerada e reduzir os custos operacionais com uma plataforma SaaS 100% nativa da nuvem – seja a sua operação de varejo, digital ou corporativa. 4. Crédito Digital: Plataforma para empréstimos digitais nativa da nuvem e baseada em APIs. Desbloqueie o novo potencial de empréstimos do seu negócio, incorporando esse serviço às jornadas do cliente para fornecer a ele a melhor experiência de maneira rápida e escalável. 5. Seller Manager: A plataforma tecnológica da Pismo permite que você gerencie pagamentos para qualquer negócio, com vendas por canais digitais ou presenciais. Diferenciais da Pismo A Pismo se diferencia no mercado por vários aspectos: Tecnologia de Ponta: Utiliza tecnologias modernas, como inteligência artificial e aprendizado de máquina, para oferecer soluções mais inteligentes e automatizadas. Flexibilidade e Escalabilidade: Sua plataforma baseada em nuvem permite que clientes escalem suas operações sem preocupações com infraestrutura física. Segurança: Com certificações de segurança rigorosas, a Pismo garante que todas as transações e dados dos clientes estejam protegidos contra ameaças cibernéticas. Parcerias Estratégicas: A empresa tem parcerias com grandes players do setor, como Visa e Mastercard, fortalecendo sua posição no mercado e expandindo suas capacidades. Impacto no Mercado Financeiro Desde sua fundação, a Pismo tem impactado significativamente o mercado financeiro. Sua tecnologia permite que instituições financeiras tradicionais e novas fintechs lancem produtos inovadores com rapidez, atendendo melhor às necessidades de seus clientes e ganhando competitividade. Além disso, a Pismo contribui para a inclusão financeira, oferecendo soluções que democratizam o acesso a serviços bancários. Futuro Promissor O futuro da Pismo parece extremamente promissor. Com uma visão clara de inovação contínua e expansão global, a empresa está posicionada para continuar liderando a transformação digital no setor financeiro. A combinação de tecnologia avançada, parcerias estratégicas e um compromisso com a excelência faz da Pismo uma referência incontestável no mercado. A Pismo é mais do que uma fintech; é uma força motriz que está redefinindo os padrões do setor financeiro. Com uma plataforma robusta e inovadora, a empresa está capacitando instituições financeiras a oferecerem serviços melhores, mais rápidos e mais seguros. À medida que a Pismo continua a crescer e evoluir, ela promete trazer ainda mais avanços e melhorias para o mundo das finanças.

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