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- Maximizando a Rentabilidade de Eventos Através de Estratégias Avançadas de Email Marketing
Organizar um evento de sucesso vai além de uma excelente produção e conteúdo envolvente. A rentabilidade do evento depende também da capacidade de alcançar e engajar o público certo. Nesse cenário, o email marketing surge como uma ferramenta poderosa para potencializar os resultados. A Lets oferece funcionalidades avançadas que permitem exportar listas de pessoas que compraram ingressos, possibilitando a criação de mailings quentes e altamente segmentados. A Importância do Email Marketing O email marketing é uma das formas mais eficazes de comunicação direta com o público. Ele permite enviar mensagens personalizadas, promoções exclusivas e atualizações importantes, garantindo que os participantes estejam sempre informados e engajados. Além disso, oferece um excelente retorno sobre investimento (ROI), uma vez que os custos são relativamente baixos em comparação com outras formas de marketing. Estratégias Avançadas para Maximizar a Rentabilidade 1. Segmentação de Lista - Utilize a funcionalidade da Lets para exportar listas de pessoas que compraram ingressos. Com essas listas, você pode segmentar seu público com base em critérios como frequência de participação, tipos de eventos que costumam frequentar, e muito mais. 2. Personalização de Conteúdo - Com a segmentação em mãos, crie campanhas de email personalizadas. Mensagens direcionadas aumentam a relevância e o engajamento. Por exemplo, para os compradores frequentes, ofereça um desconto especial no próximo evento ou um acesso exclusivo a conteúdos. 3. Automação de Campanhas - Implemente automação de email para enviar mensagens em momentos estratégicos, como lembretes de eventos, agradecimentos pós-evento e pesquisas de satisfação. A Lets permite a integração com plataformas de automação, facilitando o envio de emails automatizados baseados no comportamento do usuário. 4. Acompanhamento e Análise de Resultados - Monitorar as métricas de suas campanhas de email é crucial. Analise taxas de abertura, cliques e conversões para ajustar suas estratégias e melhorar continuamente seus resultados. Ferramentas de email marketing integradas com a Lets oferecem relatórios detalhados para essa análise. Criação de Mailings Quentes A Lets facilita a criação de mailings quentes, exportando listas de participantes que já demonstraram interesse em seus eventos. Esses contatos são mais propensos a abrir seus emails e se engajar com suas mensagens, pois já têm uma conexão com sua marca. Utilizar essas listas permite campanhas mais focadas e eficazes, aumentando a taxa de conversão e a rentabilidade do seu evento. Investir em estratégias avançadas de email marketing pode transformar a rentabilidade dos seus eventos . A Lets oferece as ferramentas necessárias para criar campanhas segmentadas, personalizadas e automatizadas, garantindo um maior engajamento e retorno. Aproveite as funcionalidades de exportação de listas de participantes para criar mailings quentes e potencialize os resultados dos seus eventos.
- Nova resolução do Banco Central marca importante passo para a Educação Financeira no Brasil
A partir de hoje (1), entra em vigor uma resolução do Banco Central de enorme importância para a população e os empreendedores. Em uma iniciativa criada para fortalecer a educação financeira dos brasileiros, o Banco Central (BC) e o Conselho Monetário Nacional (CMN) emitiram a Resolução Conjunta nº 8, no dia 21 de dezembro de 2023. Esta resolução visa regulamentar as medidas de educação financeira que devem ser adotadas por instituições financeiras, instituições de pagamento e outras entidades autorizadas pelo BC, com o objetivo de prevenir problemas como o superendividamento. O que é Educação Financeira? De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a educação financeira é o processo pelo qual consumidores e investidores melhoram sua compreensão sobre produtos, conceitos e riscos financeiros, obtêm informação e instrução, desenvolvem habilidades e confiança, tornando-se mais cientes dos riscos e oportunidades financeiras, para fazer escolhas mais conscientes e adotar ações que melhorem seu bem-estar. A educação financeira é uma das dimensões da Agenda BC#, fortemente promovida pelo Banco Central nos últimos anos. A instituição tem diversos projetos e iniciativas na área, como o Aprender Valor e o novo Museu de Valores. Inclusão Financeira no Brasil Essas ações tornam-se cada vez mais essenciais, especialmente devido à crescente inclusão financeira no país. Dados do BC indicam que o número de pessoas com relacionamento com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) aumentou de 138,5 milhões em dezembro de 2016 para 175,9 milhões em outubro deste ano. Além disso, o número de usuários de produtos de crédito cresceu de 71,4 milhões em dezembro de 2016 para 111,3 milhões em setembro de 2023. Inclusão Financeira e Riscos Com a inclusão financeira, os riscos para os consumidores também aumentaram. O número de fraudes e golpes subiu de 1,2 milhão em 2019 para 4,1 milhões em 2021. Pessoas inadimplentes em operações de crédito há mais de 90 dias aumentaram de 10,2 milhões em dezembro de 2016 para 15,9 milhões em setembro de 2023, e o total de pessoas em situação de endividamento de risco cresceu de 8,4 milhões em dezembro de 2017 para 15,1 milhões em março de 2023. O que diz a nova norma? A nova norma estabelece que as instituições mencionadas devem cumprir os seguintes requisitos: 1. Educação Financeira para Clientes: Implementar medidas de educação financeira direcionadas aos seus clientes e usuários, incluindo empresários individuais. Essas medidas devem contribuir para a organização e o planejamento do orçamento pessoal e familiar, a formação de poupança, a resiliência financeira e a prevenção ao inadimplemento e ao superendividamento. 2. Política de Educação Financeira : Manter uma política de educação financeira baseada em ética, responsabilidade, transparência, diligência e princípios de valor para o cliente, como amplo alcance, adequação e personalização. Essa política deve considerar as diversas fases do relacionamento das instituições com seus clientes, sendo compatível com o modelo de negócio e a complexidade dos produtos e serviços oferecidos. 3. Monitoramento e Controle: Estabelecer mecanismos para acompanhar e controlar a política de educação financeira, assegurando sua implementação e monitorando seu cumprimento e efetividade por meio de métricas e indicadores adequados. Eventuais ineficiências devem ser identificadas e corrigidas. 4. Responsabilidade de Diretoria: Indicar um diretor responsável pelo cumprimento da política e das obrigações estabelecidas, para garantir maior capacidade de implementação e acompanhamento por parte do BC. As normas entrarão em vigor em 1º de julho de 2024 e valem para todas as instituições reguladas pelo BACEN. A nova Resolução reforça a agenda do BC de promoção da educação financeira entre as instituições do SFN. A recomendação para adoção de boas práticas de educação financeira começou com a publicação do Comunicado BCB 34.201 em 2019, onde o BC divulgou princípios para a promoção da educação financeira e enfatizou a importância de que as instituições financeiras assumam uma responsabilidade crescente na promoção de ações efetivas de educação financeira. Com o Meu Dinheiro , pessoas físicas e empreendedores terão um grande aliado na educação financeira, através do planejamento e controle de todas as entradas e saídas!
- Bitcoin encerra primeiro semestre com valorização de 44% em dólar
O bitcoin foi um dos ativos com melhor desempenho no primeiro semestre de 2024. Até às 16h30 desta sexta-feira (28), o ativo acumulou uma alta de 43,7% em dólar e 62,4% em real, consolidando-o como investimento com maior valorização frente à moeda americana, CDI e Ibovespa. André Franco, head de Research do MB , explica que isso é resultado, dentre outros fatores, aos lançamentos de ETFs da cripto nos Estados Unidos e aos avanços regulatórios, fatores que evidenciam o amadurecimento do setor e uma consequente maior adoção do BTC por parte de investidores de varejo. Embora o desempenho de ciclos passados não seja garantia de resultados futuros, o especialista do Mercado Bitcoin traça expectativas positivas para os próximos meses em que a criptomoeda mais famosa do mundo deve continuar em ritmo de alta. “Eu vejo esse encerramento do semestre como um marco: o bitcoin, mais uma vez, se destacou como um dos melhores ativos, o que evidencia que a teoria do mercado tradicional de que esse ativo não teria futuro está completamente desatualizada”, destaca o analista. Embora existam anos ruins para o ativo, conhecidos como ‘inverno cripto’, André comenta que os períodos positivos tendem a colocá-lo sempre no pódio. Ainda que a configuração seja positiva para o mercado de ativos digitais, o Ibovespa chegou ao último pregão do primeiro semestre de 2024 em queda acumulada de mais de 7%. Mesmo que a bolsa tenha subido em 8 das últimas 10 sessões, a perspectiva de um saldo negativo evidencia as perdas do mercado de ações neste período. “A grande verdade é que se a gente olhar o período alongado da moeda, por meio da perspectiva de corte de juros, a tendência é que o bitcoin siga como principal ativo do mercado e em valorização pelos próximos dois semestres”, finaliza Franco.
- XP e Livelo anunciam parceria em programa de pontos para o Cartão XP Visa Infinite
A XP anuncia o lançamento do seu programa de pontos voltado ao Cartão XP Visa Infinite em parceria com a Livelo, maior programa de recompensas do Brasil. O ‘Pontos XP’ é mais um benefício aos clientes e será disponibilizado, a partir de hoje, de maneira opcional ao Investback, principal diferencial do Cartão XP que já devolveu mais de R$ 500 milhões em investimentos aos clientes desde o seu lançamento, em 2021 – ou seja, o cliente poderá escolher o que prefere e faz mais sentido para sua vida financeira. Os clientes que quiserem migrar para pontos poderão acessar o app e alterar o benefício, já os novos clientes poderão escolher essa opção no momento da contratação do cartão, por exemplo. Os usuários poderão facilmente acompanhar o extrato de pontuação, consultar valores, datas e transferir os pontos para a plataforma da Livelo com acesso a milhares de recompensas, como viagens, produtos, serviços e muito mais. A conversão será de 1,6 a 2,2 pontos por dólar gasto na fatura do cartão de crédito, de acordo com o gasto mensal do cliente. Entre os diferenciais do Pontos XP , está o fato de que os pontos não expiram. Caso o cliente não os utilize, eles se convertem em Investback a cada dois anos. “Faz parte da nossa cultura ter foco no cliente e mente aberta, e este lançamento é um exemplo desse nosso jeito XP na prática. O benefício partiu de um desejo dos nossos clientes que valorizam benefícios atrelados a viagem e nós estamos entregando com qualidade, de maneira opcional, sem pegadinhas e para somar às demais vantagens já oferecidas”, destaca Ciro Moreira, head de cartões da XP. Adicionalmente, o Cartão XP oferece uma série de vantagens aos clientes, como a possibilidade de investir em previdência via cartão de crédito, experiências exclusivas com parceiros, como Iguatemi, Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, Live Run, Sport America entre outros. Além de contemplar todos os benefícios de um Visa Infinite, como Fast Pass no Aeroporto de Garulhos, em São Paulo, e no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro; os seguros de emergência médica internacional e para locação de veículo; além de concierge por chat ou telefone para dicas de presentes, restaurantes e roteiros de viagens. Vale mencionar que clientes do Cartão XP tiveram acesso à pré-venda e descontos exclusivos na compra de ingressos da NBA House e no 1º jogo da NFL no Brasil, por exemplo, e a companhia possui uma série de novidades no radar. “Na XP, quando falamos em ecossistema de produtos, serviços e experiência completos, nos referimos também a oferecer esse tipo de poder de escolha ao cliente. Para um planejamento de curto prazo, os pontos podem ser mais interessantes. Já o Investback atende aqueles que planejam investir por um período mais longo”, complementa Moreira. Os clientes que desejam juntar pontos XP poderão transferir o saldo acumulado para a Livelo e usufruir dos diversos benefícios do programa de recompensas. Para isso, é importante ser cadastrado na Livelo. Isso pode ser feito através do site ou aplicativo de forma gratuita. Depois, basta acessar o app da XP Investimentos, fazer seu login, entrar na aba “Cartões” e clicar em “Benefícios”. O próximo passo é escolher “Transferir para Livelo” e definir a quantidade de pontos. “A Livelo quer estar presente no dia a dia das pessoas, trazendo cada vez mais benefícios e mostrando que é possível viver melhor com pontos. Através dessa parceria, ofereceremos mais uma opção para as pessoas otimizarem os gastos planejados e conseguirem obter a recompensa desejada, desde viagens e cashback até produtos e serviços diversos”, afirma Marcelino Cruz, Diretor Executivo de Desenvolvimento de Negócios B2B da Livelo. Os pontos XP que foram transferidos para a Livelo serão creditados em até 5 dias úteis. Cada 1 ponto XP equivalerá a 1 ponto Livelo. TAG especial Para comunicar essa novidade, a XP fará uma ação especial: pedidos selecionados do Rappi Turbo, Ifood e Iguatemi 365 marcados para "viagem" receberão uma etiqueta personalizada, inspirada nas etiquetas de bagagem. Esta etiqueta destacará os Pontos XP, reforçando a mensagem de que cada compra aproxima o cliente de sua próxima viagem, graças aos pontos acumulados no Cartão XP. Além disso, um videocase será produzido para documentar a campanha e promovê-la nas redes sociais da XP, conectando cada compra à emoção de planejar uma nova jornada. Cartão XP O Cartão XP foi eleito o melhor cartão de crédito do Brasil, pelo site Melhores Cartões, e o melhor em cashback por dois anos consecutivos (2022 e 2023) pelo Passageiro de Primeira. Dentre seus diferenciais estão o Investback – que garante o retorno de até 1% do valor das compras em investimento em um fundo de renda fixa com liquidez diária, descontos em produtos de grandes marcas. Isento de anuidade, os cartões contam ainda com uma plataforma de viagens completa no app, Central de Benefícios com Investback de até 10% em lojas parceiras, seis cartões adicionais gratuitos e os benefícios Visa Infinite, além do acesso às mais de mil salas VIPs em 450 aeroportos distribuídos por 140 países.
- Em alta, exchanges brasileiras impulsionam eficiência e democratizam acesso
O mercado de criptomoedas no Brasil está em plena transformação, com exchanges nacionais impulsionando a eficiência e democratizando o acesso aos criptoativos. Antigamente marcado por grandes variações de preços entre corretoras, o setor amadureceu, possibilitando o surgimento de grandes players e um ambiente mais justo e acessível para todos os investidores. Criptomoedas mais acessíveis e com preços justos para todos: essa é a nova realidade do mercado brasileiro, possibilitada pela ascensão de marketplaces de criptoativos. Anos atrás, era comum encontrar Bitcoin e outros ativos com valores bastante distintos em diferentes corretoras. Essa discrepância gerava oportunidades para especialistas tirarem proveito da arbitragem, mas dificultava o acesso de pessoas comuns ao mercado, que não tinham tempo ou conhecimento para pesquisar as melhores ofertas. Agora, esse cenário está se transformando, com o mercado se tornando um ambiente mais eficiente, com menores taxas e spreads, caracterizando a comoditização das exchanges de criptomoedas. Marketplaces internacionais como 1Inch e Orca, e nacionais como a Bitypreço , têm desempenhado um papel crucial nesse processo. Essas plataformas agregam preços de diversas corretoras em um só lugar, permitindo que os usuários obtenham sempre o melhor valor para a compra ou venda de suas criptomoedas. A Bitypreço, em particular, destacou-se pelo seu rápido e substancial crescimento no mercado brasileiro, mantendo a liderança em volume de negociações de Bitcoin há vários anos. A Bitypreço é a plataforma web da Bity, empresa proprietária do Biscoint e do Bitybank. Segundo o CEO da Bity, Valdiney Pimenta, essas mudanças foram essenciais para o sucesso da empresa: "Entendemos que esse fator é responsável pela grande adesão dos nossos clientes. Quem usa nossa plataforma uma vez não quer mais usar outra porque essa pessoa não precisa mais fazer contas: ela tem a certeza de que está comprando pelo melhor preço disponível no mercado." Pimenta também observa que, se o Bitcoin é uma commodity, os compradores buscarão a melhor opção de preço, levando em consideração taxas e todos os outros custos envolvidos. "Ao negociar em uma plataforma que concentra preços de diversas corretoras, possui grande liquidez e oferece taxas baixas, o investidor já elimina muitas variáveis dessa conta", explica. Assim como outras empresas globais, a Bitypreço também atua como market maker, ou "formador de mercado". Isso significa que ela compra e vende criptomoedas, contribuindo para a estabilidade dos preços e facilitando a realização de negociações pelos investidores. A Bitypreço se destaca como o maior market maker do país, sendo responsável por um grande volume de negociações nacionais e levando liquidez para outras corretoras como Mercado Bitcoin, Foxbit, Bitso e Binance. Com o mercado cripto avançando e se tornando mais eficiente e democrático, os grandes beneficiados são os investidores brasileiros. Agora, eles têm acesso facilitado a uma nova classe de ativos para compor seus portfólios, com a garantia de preços justos e competitivos. A maior transparência e a redução das barreiras de entrada permitem que um número maior de pessoas participe do mercado, promovendo uma inclusão financeira significativa.
- Open Finance já traz ganhos a instituições e está mudando a forma como o sistema financeiro opera
Embora ainda não tenha a popularidade do Pix, o Open Finance está se consolidando como um dos grandes marcos na transformação do sistema financeiro brasileiro. De acordo com Otávio Damaso, Diretor de Regulação do Banco Central, bancos, cooperativas e fintechs já estão colhendo benefícios significativos com essa infraestrutura, que permite a troca de informações financeiras entre instituições com o consentimento do cliente. " O Open Finance está mudando a forma como o sistema financeiro opera, proporcionando uma experiência mais fluida e integrada para os clientes. A grande diferença entre o Pix e o Open Finance é que o Pix já é um produto consolidado, enquanto o Open Finance é uma jornada em constante evolução. Nos próximos anos, veremos mudanças significativas na forma como o sistema financeiro opera, graças a essa infraestrutura", afirmou Damaso, durante evento promovido pela TQI – Tecnologia, Qualidade e Inovação , com a presença de cerca de 50 executivos, em São Paulo. Durante a palestra "A agenda de inovação do Banco Central e seus impactos no setor financeiro", ele apresentou dados que mostram como as instituições já estão obtendo vantagens com o Open Finance. Um incumbente, por exemplo, relatou que R$ 1 bilhão em crédito foi concedido somente com portabilidade, além de acrescentar R$ 700 milhões aos limites de crédito de seus clientes. Outro relatou que conseguiu que os clientes trocassem R$ 1,5 bilhão em investimentos por opções mais rentáveis. "Esse é apenas o início. Muita coisa está sendo testada. O Open Finance está começando com vários pilotos. É uma iniciativa que vai trazer muita eficiência e agregar muito valor. A digitalização proporciona uma nova dimensão de qualidade de dados, e o setor financeiro vive de dados. A redução de custos de consulta acontecerá à medida que as pessoas começarem a usar dados com mais frequência”, explicou Damaso. O CEO da TQI, Mario Anseloni, destacou que a agenda de inovação do Banco Central tem impulsionado a evolução da tecnologia aplicada ao ecossistema financeiro. Nesse sentido, diversas soluções já foram desenvolvidas pela empresa, por exemplo, para o Pix, pagamentos e transferências, cash in cash out, crédito consignado e cobrança. “Muitas dessas soluções estão sendo implementadas dentro desse conceito, unindo tecnologia com qualidade e inovação, que são nossos fundamentos, mas acima de tudo, com muito comprometimento em atuar junto aos nossos clientes, buscando impactar diretamente seus negócios", afirmou o executivo. Educação financeira O Diretor de Regulação do BC ressaltou a importância da educação financeira no processo de empoderamento do consumidor. “O grande desafio no âmbito do sistema financeiro, frente ao empenho do Banco Central em criar um ambiente de concorrência e empoderar o consumidor, é o processo de educação financeira. É crucial que os consumidores saibam quais são seus direitos, como manejar suas finanças e usufruir desses direitos. O Open Finance, por exemplo, é uma forma de empoderamento, onde o consumidor, ao compartilhar seus dados, pode obter melhores serviços financeiros e soluções customizadas.” Ele concluiu destacando que o Open Finance já representa uma forma de monetização indireta dos dados dos consumidores. “Em termos de monetização de dados, o Open Finance já é um processo de monetização indireta. O consumidor pode não ganhar dinheiro diretamente, mas ganha em termos de serviços financeiros melhores e mais adequados às suas necessidades.”
- MB lança primeiro token de financiamento de educação executiva do mercado, com rendimentos futuros de até 2,5 vezes o valor investido
O Mercado Bitcoin (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, encerrou na sexta-feira, dia 21 de junho, a oferta privada de um ativo inédito de Renda Variável Digital vinculado ao pagamento dos estudos e à remuneração futura de uma aluna de um dos MBAs mais prestigiados do mundo. O fomento à educação é matéria de interesse de muitos, e o MB inovou ao emitir um token que combina esse propósito com a periodicidade de pagamentos. Trata-se do Yascoin, token criado para apoiar a carreira de Yasmin Hund, de 27 anos, que trabalhou por três anos na empresa, com dedicação e excelentes resultados, e demonstrou ter enorme potencial de crescimento profissional. A estudante vai participar do Master Business Administration (MBA) da INSEAD, na França, que exige dedicação integral pelo período de um ano e, por isso, estava em busca de financiamento estudantil. Com o token, Yasmin captou, junto aos investidores do MB, o valor que precisava para realizar o curso, e entregará a eles até 20% do seu total compensation (todos os valores que ela receber profissionalmente) após a conclusão do curso, com ganho de até 2,5 vezes o valor investido - o retorno máximo será escalonado anualmente, de modo que a dívida possa ser quitada até o limite de 10 anos. O valor total da oferta foi de R$ 570 mil, com investimento mínimo de R$ 100. Além de fomento à educação e carreira da jovem, os investidores contaram com um investimento com menor risco, na medida em que foi garantido o retorno mínimo do valor investido corrigido pelo IPCA e acrescido de 3% de juros ao ano. De acordo com o ranking anual global do Financial Times em 2024, o programa de MBA da INSEAD é considerado o 2º melhor do mundo e, também, o 2º com maior empregabilidade e remuneração anual média dos ex-alunos. Yasmin é especialista em Relações com Investidores, Venture Capital e Fusões e Aquisições. “A trajetória de Yasmin no MB foi marcada pela excelência e busca constante por desenvolvimento. O MBA da INSEAD irá proporcionar o aprimoramento de sua carreira, ao passo que nos oferece uma oportunidade para um produto inédito dentro da lógica da tokenização, facilitando o investimento em educação executiva”, afirma Reinaldo Rabelo, CEO do MB. Além da garantia de retorno por meio de um investimento pioneiro e voltado à qualificação educacional, a operação viabilizou a Yasmin o custeio do MBA em condições mais vantajosas em relação aos empréstimos estudantis tradicionais. A pausa na carreira por conta da dedicação full time aos estudos faz com que muitos alunos lancem mão de financiamentos - escassos e bastante custosos. Características da Oferta Montante Total: R$ 570 mil Investimento Mínimo: R$ 100 Pagamento aos token holders: em até 10 anos, com retorno mínimo garantido, por meio de aval, de IPCA + 3% ao ano. Os investidores serão remunerados semestralmente com até 20% da remuneração de Yasmin, com potencial de payback de 2,5 vezes o valor investido.
- Surpreendente! Confira quantas fintechs existem no Brasil neste momento
Se em nível mundial as fintechs causaram uma grande revolução, aqui no Brasil o resultado foi ainda mais intenso! Confira abaixo como está o momento do movimento das fintechs aqui no nosso país. Início do movimento fintech Embora não haja um consenso absoluto sobre o início do movimento fintech, muita gente aponta como 1998 o marco inicial. Foi neste ano que, para muitos, a primeira fintech do mundo foi criada. Trata-se do PayPal, que surgiu lá nos EUA e até hoje é uma das grandes referências mundiais. Aqui no Brasil, a coisa não fica muito diferente. No final da década de 90 e começo dos anos 2000, com o fortalecimento da internet, diversas soluções que uniam finanças e tecnologia começaram a dar suas caras, como por exemplo, as primeiras corretoras de investimentos digitais. Desta forma, no atual mapeamento, foram consideradas as iniciativas criadas ou pivotadas (que tiveram seu modelo de negócios transformado) a partir de 1998. Mas o que são fintechs? A expressão fintech foi criada a partir da junção das palavras Finance (finanças) e Technology (Tecnologia), ou tecnologia financeira. Basicamente, as fintechs foram surgindo para transformar o mercado financeiro tradicional, no lugar das burocracias, centralização, concentração e do presencial passaram a dar lugar para o universo digital, a experiência do usuário, a inclusão e a personalização. Neste mapeamento, foram consideradas as iniciativas que possuem modelo de negócios que oferecem soluções financeiras majoritariamente digital, que possuem uma plataforma própria para oferecimento de produtos e serviços. Mapeamentos anteriores Aqui, reforçamos o agradecimento a outras iniciativas que fizeram mapeamentos de fintechs brasileiras antes mesmo da Fincatch ser criada. Seguem algumas destas evoluções: Categorias Com o fortalecimento do movimento, várias fintechs foram crescendo, inclusive, agregando novas soluções em seu portfólio. Porém, para a contabilização, as fintechs foram inseridas nas categorias que representam a sua solução principal. A distribuição ficou: Gestão Empresarial (19,90%), Crédito (13,99%), Meios de Pagamentos (13,61%), Tecnologia (10,47%), Contas Digitais (8,30%), Investimentos (8,03%), Seguros (5,31%), Fidelização (4,28%), Criptomoedas (4,12%), Crowdfunding (3,90%), Finanças Pessoais (3,25%), Dívidas (2,44%), Câmbio (1,25%) e Cartões (1,14%). Melhores Fintechs de 2023 As 1.844 fintechs mapeadas estão disputando o Prêmio Fincatch Melhores Fintechs 2023 . Trata-se da 3ª edição da premiação das 3 melhores fintechs de cada categoria. Quer conferir o mapeamento completo? Acesse-o gratuitamente aqui!
- Novas regras do Banco Central para Educação Financeira em Instituições Financeiras entram em vigor
Começa a valer a partir do dia 1º de Julho de 2024 uma resolução do Banco Central de enorme importância para a população e para os empreendedores. Em uma nova iniciativa criada para fortalecer a educação financeira da população brasileira, o Banco Central (BC) e o Conselho Monetário Nacional (CMN) emitiram a Resolução Conjunta nº 8, no dia 21 de dezembro de 2024. Essa resolução visa regulamentar as medidas de educação financeira que devem ser adotadas por instituições financeiras, instituições de pagamento e outras entidades autorizadas pelo BC, com o objetivo de prevenir problemas como o superendividamento. O que é Educação Financeira? De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a educação financeira pode ser definida como o processo pelo qual consumidores e investidores melhoram sua compreensão sobre produtos, conceitos e riscos financeiros, e obtêm informação e instrução, desenvolvem habilidades e confiança, de modo a ficarem mais cientes sobre os riscos e oportunidades financeiras, para fazerem escolhas mais conscientes e, assim, adotarem ações para melhorar seu bem-estar. A educação financeira é uma das dimensões da Agenda BC#, sendo fortemente promovida pelo Banco Central nos últimos anos. A instituição tem diversos projetos e iniciativas na área, como o Aprender Valor e o novo Museu de Valores. Essas ações se tornam cada vez mais essenciais, especialmente devido à crescente inclusão financeira no país nos últimos anos. Dados do BC indicam que o número de pessoas com relacionamento com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) aumentou de 138,5 milhões em dezembro de 2016 para 175,9 milhões em outubro deste ano. Além disso, o número de usuários de produtos de crédito cresceu de 71,4 milhões em dezembro de 2016 para 111,3 milhões em setembro de 2023. Inclusão Financeira e Riscos Com a inclusão financeira, os riscos para os consumidores também aumentaram. O número de fraudes e golpes subiu de 1,2 milhão em 2019 para 4,1 milhões em 2021. Pessoas inadimplentes em operações de crédito há mais de 90 dias aumentaram de 10,2 milhões em dezembro de 2016 para 15,9 milhões em setembro de 2023, e o total de pessoas em situação de endividamento de risco cresceu de 8,4 milhões em dezembro de 2017 para 15,1 milhões em março de 2023. O que diz a nova norma? A norma estabelece que as instituições mencionadas devem cumprir os seguintes requisitos: 1. Educação Financeira para Clientes : Implementar medidas de educação financeira direcionadas aos seus clientes e usuários, incluindo empresários individuais. Essas medidas devem contribuir para a organização e o planejamento do orçamento pessoal e familiar, a formação de poupança, a resiliência financeira e a prevenção ao inadimplemento e ao superendividamento. 2. Política de Educação Financeira: Manter uma política de educação financeira baseada em ética, responsabilidade, transparência, diligência e princípios de valor para o cliente, como amplo alcance, adequação e personalização. Essa política deve considerar as diversas fases do relacionamento das instituições com seus clientes, sendo compatível com o modelo de negócio e a complexidade dos produtos e serviços oferecidos. 3. Monitoramento e Controle: Estabelecer mecanismos para acompanhar e controlar a política de educação financeira, assegurando sua implementação e monitorando seu cumprimento e efetividade por meio de métricas e indicadores adequados. Eventuais ineficiências devem ser identificadas e corrigidas. 4. Responsabilidade de Diretoria : Indicar um diretor responsável pelo cumprimento da política e das obrigações estabelecidas, para garantir maior capacidade de implementação e acompanhamento por parte do BC. As normas entrarão em vigor em 1º de julho de 2024, e valem para todas as instituições reguladas pelo BACEN. A nova Resolução reforça a agenda do BC de promoção da educação financeira entre as instituições do SFN. A recomendação para adoção de boas práticas de educação financeira começou com a publicação do Comunicado BCB 34.201 em 2019, onde o BC divulgou princípios para a promoção da educação financeira e enfatizou a importância de que as instituições financeiras assumam uma responsabilidade crescente na promoção de ações efetivas de educação financeira. Quer gerar conteúdos de educação financeira para os seus usuários e clientes? Nós podemos te ajudar? Deixe aqui o seu interesse!
- Bybit lança cursos em parceria com o BlockTrends
O BlockTrends, edtech da indústria de blockchain e Web3, acaba de lançar, em parceria com a exchange Bybit, três novos cursos voltados para os entusiastas de criptoativos, com aulas expositivas que mostram como realizar os processos necessários na exchange. Os cursos focam em staking, mercado futuro de bitcoin e identificação de ‘gemas’ no mercado cripto. Além desses, o BlockTrends adicionou à plataforma outros 10 cursos, com diversos professores que abordam temas como análise on-chain, airdrops, análise técnica e gráfica, como custodiar com segurança, entre outros. Com a adição desses 13 cursos, o BlockTrends passa a reunir 35 opções de formação. O objetivo é alcançar profissionais, entusiastas de criptoativos e todos aqueles que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre este novo mercado. A plataforma e os planos disponíveis podem ser acessados no site https://www.blocktrends.app . Para Guilherme Prado, Regional Expansion Manager da Bybit , a educação é a principal commodity no mercado cripto: "O compromisso que assumimos aqui na Bybit é de elevar o padrão do setor por meio da educação. Nosso objetivo é capacitar investidores com o conhecimento necessário para identificar oportunidades legítimas e evitar fraudes. Acreditamos que, com uma base sólida de conhecimento, juntamente com as ferramentas que oferecemos em nossa plataforma de negociação, os investidores estarão mais preparados para tomar decisões informadas e seguras, contribuindo para um mercado mais transparente e confiável". Para João Paulo Mayall, CEO do BlockTrends, a expansão da plataforma é um compromisso do BlockTrends com a qualificação cada vez mais ampla dos profissionais e entusiastas do mercado brasileiro de criptoativos: "Nós entregamos hoje a plataforma mais completa do mercado de educação em criptoativos. Além de diversos cursos do básico ao avançado, reunimos relatórios semanais, análises diárias, comunidade para interação, entre outros complementos. Consideramos que a educação financeira em criptoativos é fundamental no Brasil, onde existem hoje cerca de 26 milhões de detentores de criptoativos, mas menos de 10% conseguem lidar com questões básicas, como custódia e transferências. Projeções indicam que até 2027 o país poderá ter mais de 55 milhões de usuários de criptomoedas, e queremos fechar esse gap". Os três cursos lançados em parceria com a Bybit são ministrados por Cauê Oliveira, head de research do BlockTrends, e por Vinicius Bitelo, analista de criptomoedas do BlockTrends. O primeiro, ‘Introdução ao Mercado Futuro de Bitcoin na Bybit’, é dividido em 5 aulas, que exploram desde os fundamentos de instrumentos derivativos e contratos futuros até mecanismos de preço, estratégias de negociação e análise de risco e gestão. Já o segundo, ‘Como Caçar Gemas na Bybit’, foca na identificação e exploração de “gemas”, termo usado no mercado para se referir a criptoativos emergentes, com alto potencial de crescimento e baixa capitalização de mercado - como small caps, por exemplo. O curso ensina como avaliar white papers, a experiência dos fundadores, tokenomics e diversos outros aspectos fundamentais para identificar uma gema. Por último, o curso ‘Staking e Renda Passiva na Bybit’ é focado no staking, que consiste em manter e bloquear criptoativos em uma carteira ou plataforma para apoiar as operações da rede e, em troca, receber recompensas ou juros, como uma renda fixa em cripto. Plataforma com mais de 200 horas de conhecimento A plataforma BlockTrends PRO é um espaço no qual o BlockTrends concentra mais de 200 horas de conhecimento em criptoativos, com 35 cursos com certificados, relatórios semanais, análises diárias, sinais de compra e venda, lives, newsfeed, provas de proficiência, mais de 80 horas de materiais didáticos, tutoriais e outros. Os 10 cursos adicionais lançados pelo BlockTrends na plataforma são ministrados por Lucas Moda, da Vou de Cripto; Nicholas Sacchi, ex-head de pesquisa em ativos digitais do BTG Pactual e, atualmente, diretor de estratégias e parcerias do BlockTrends; Cauê Oliveira, head de research do BlockTrends; e por Vinicius Bitelo, analista de criptomoedas do BlockTrends. Os novos conteúdos alcançam tanto investidores iniciantes quanto entusiastas experientes que buscam aprofundar seus conhecimentos. Os temas vão desde análise gráfica e técnica, até airdrops, metaverso e o protocolo Stacks: Introdução à Análise On-chain Como Fazer Airdrops Solana Para Iniciantes Metaverso: uma Introdução à Internet Espacial Investindo em Ethereum Killers Stacks Para Iniciantes Análise Técnica e Gráfica Para Iniciantes Como Participar de Launchpads e Launchpools Como Custodiar Suas Criptos com Segurança Bitcoin Abaixo do Radar: Como Usar a Bisq Com a assinatura, cada usuário poderá seguir uma Trilha de Aprendizado, que consiste em um plano de estudos que pode ser personalizado de acordo com a área do setor em que deseja se aprofundar. Na plataforma, os assinantes terão acesso ao conhecimento de um time de profissionais experientes e atuantes em diversas áreas dentro da indústria, incluindo nomes como Fernando Ulrich, sócio da Liberta Investimentos; Fernando Carvalho, CEO da Vórtx QR Tokenizadora e fundador da QR Capital; Theodoro Fleury, CFA, gestor da QR Asset Management; Alexandre Ludolf, relações com investidores da QR Capital; Gerson Junior, PhD e analista quantitativo da QR Asset Management; Felippe Hermes, editor-chefe do BlockTrends; Leonardo Rubinstein, jornalista do BlockTrends e ex-Money Times; Armando Dutra, CTO da Vórtx QR Tokenizadora; Rafael Izidoro, CEO da Rispar; e Pedro Argento, Blockchain Lead da Cartesi.
- FitBank e MarketUP unem forças para acelerar soluções de ERP Banking
O FitBank, Infratech Banking líder em soluções financeiras corporativas, e a MarketUP, startup dedicada a impulsionar os pequenos e médios negócios, uniram forças para oferecer uma gama completa de soluções financeiras personalizadas. O objetivo é simplificar e otimizar o fluxo financeiro e contas, tudo em um único sistema integrado. Com a parceria, consolidamos a base de clientes do ERP com milhares de contas ativas que possuem um potencial de escalabilidade para superar 200 mil estabelecimentos. Desde a sua fundação, mais de 1 milhão de empresas já se beneficiaram com os serviços oferecidos pela plataforma MarketUP. Além disso, transacionam mais de R$ 750 milhões mensais, respaldadas pelo lastro do ERP vindos por meio de documentos fiscais emitidos e Notas Fiscais Eletrônicas, totalizando a emissão de 2 milhões de documentos mensalmente. De acordo com Rodrigo Moreno, Diretor de Negócios e co-fundador da MarketUP , a parceria se potencializará através da base de clientes ativos. “Nos últimos 30 dias, mais de 200 mil usuários (CNPJs únicos ativos) utilizaram nosso software, sendo aproximadamente 35 mil prestadores de serviços e cerca de 65 mil estabelecimentos comerciais. Com esta iniciativa entregaremos, ‘na ponta’, uma solução muito mais completa para estes milhares de empreendedores”. "Estamos entusiasmados em anunciar esta parceria estratégica com a MarketUP, pois fortalece nossa missão de oferecer soluções inovadoras e ágeis para o setor. Juntos, estamos prontos para impulsionar ainda mais a transformação digital no segmento de ERP Banking.", comenta Otavio Farah, CEO do FitBank . “Com um volume considerável de mais de 100 milhões de transações processadas apenas no mês de abril, o FitBank consolida-se como líder em qualidade, performance e preço, reforçando a robustez de nossa plataforma. Esses números não apenas validam nossa posição de destaque, mas também evidenciam nossa capacidade de oferecer soluções plug-and-play de alto desempenho, para que os clientes possam gerenciar suas finanças, otimizar a tesouraria de forma fluida e integrada, impulsionando os negócios de nossos clientes", enfatiza Beatriz Bueno, Chief Commercial Officer do FitBank.
- Passagem de ônibus não poderá ser paga em dinheiro no DF. Como municípios brasileiros estão nisso?
A partir de 1º de julho, os moradores do Distrito Federal não poderão embarcar nos ônibus sem o uso de cartões de Mobilidade, Crédito ou Débito. Ou seja, a medida, divulgada no Diário Oficial do Distrito Federal, determina que as passagens pagas em dinheiro em espécie não serão aceitas. A RB Serviços, empresa gestora de benefícios ao trabalhador, analisa uma administração mais cautelosa durante a transição e alerta para a resistência no uso de bilhete e dinheiro em algumas regiões brasileiras e a oportunidade de irregularidades de empresas com o VT. Gisele Andrade, especialista em benefícios trabalhistas e gerente de recursos humanos na companhia de gestão em Vale-Transporte RB Serviços comenta que no Brasil ainda costumam a utilizar dinheiro em espécie ou bilhetes de papel no transporte público – o que não é irregular, mas torna a digitalização um processo mais resistente no país. Para ela, a preocupação também cabe ao vale-transporte, benefício trabalhista que, mesmo com os avanços, ainda sofre com irregularidades vindo de empresas que efetuam o pagamento em papel-moeda. "Quando falamos em vale-transporte, é importante lembrar que, conforme determina a lei (artigo 110 do Decreto nº 10.854/2) este benefício não pode ser pago em dinheiro aos colaboradores. No entanto, algumas empresas cometem essa infração por falta de conhecimento ou para atender às necessidades de municípios e transportadoras que ainda aceitam esse método. Além disso, em relação às passagens de modo geral, a transição para novas formas de pagamento em localidades mais vulneráveis, com forte cultura local ou com uma população mais idosa, requer atenção especial. É essencial garantir acessibilidade aos cartões de transporte, fornecer orientações sobre como utilizá-los, educar corretamente os usuários e promover uma distribuição antecipada que permita testes antes da implementação definitiva", ressalta. A especialista cita que em Goiás, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Tocantins, Paraná entre outros estados que já possuem o sistema digital integrado, ainda aceitam passagens em bilhetes físicos ou dinheiro, especialmente em cidades menores e com população pequena. "Os municípios que ainda aceitam esse formato mais tradicional de pagamento estão geralmente localizados no interior. Nessas áreas, a população é menor e há uma cultura local de relacionamento mais afetivo entre motoristas e passageiros, o que facilita a cobrança em espécie. Já em grandes cidades, que estão mais avançadas na digitalização dos serviços, mas que ainda aceitam o método antigo de pagamento, essa prática persiste devido às políticas de flexibilidade das operadoras de transporte locais e à falta de fiscalização das prefeituras", explica Gisele Andrade, especialista em benefícios trabalhistas da RB Serviços. Os dados do World Resources Institute (WRI) revelam que 80% dos deslocamentos urbanos no Brasil têm como destino o trabalho ou o estudo, evidenciando a importância dos trens, ônibus e metrôs na rotina da população para sanar os trajetos diários. Já o levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas/ SPC (CNDL) alerta que moradores de grandes centros utilizam, em média, 2,5 conduções diariamente, comprovando a necessidade de uma melhoria na mobilidade de integração, tempo gasto no trajeto e falta de políticas desenvolvimentistas para os trabalhadores - vindo de parcerias entre empresas, municípios, estado e operadoras. Partindo disso, segundo a especialista, ao pensar no vale-transporte e sua projeção mais voltada ao itinerário de trabalho, é esperado das empresas uma gestão eficiente do benefício aos colaboradores, sem irregularidades no pagamento, expansão da utilidade de cartões e tecnologias para diversas classes promovendo equidade, avanço da digitalização do sistema para otimização e controle no pagamento, autonomia ne pagamento, além de um olhar mais progressista para uso sustentável . “O Brasil caminha para que os programas de mobilidade urbana, envolvendo o transporte público, possam evoluir nas opções mais personalizadas e flexíveis aos trabalhadores, levando em consideração suas necessidades individuais de deslocamento, como horários de trabalho flexíveis, distâncias percorridas, preferências de transporte e critérios sustentáveis. Isso para todas as classes e regiões, visando inclusão. Ainda há muito o que melhorar, mas não estamos em desfalque se comparados aos outros países da Europa e continentes que são referências”, finaliza Andrade.














