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- Novas regras do Pix: comércio deve investir em infraestrutura financeira para não perder Black Friday
Como essa nova regra pode impactar as compras, o ideal é avisar ao cliente para que as transações não
- Nova tecnologia revela o conceito de Pix First para resolver problema de baixa conversão em e-commerces
Segundo Rafael Turk, o objetivo da nova solução é transformar a forma de pagamento, utilizando tecnologia
- Nova resolução do Banco Central marca importante passo para a Educação Financeira no Brasil
O que diz a nova norma? A nova norma estabelece que as instituições mencionadas devem cumprir os seguintes requisitos: 1. A nova Resolução reforça a agenda do BC de promoção da educação financeira entre as instituições do
- Tem novidade chegando! Asaas lança nova plataforma, o Asaas FinScale
o presidente da fintech, Piero Contezini e o CEO, Diego Contezini, apresentaram em primeira mão sua nova Com a nova solução, os clientes poderão explorar uma infraestrutura de pagamentos online em suas plataformas do Asaas que está em desenvolvimento e que irá transformar a fintech em uma categoria completamente nova
- Novas regras do Banco Central para Educação Financeira em Instituições Financeiras entram em vigor
Em uma nova iniciativa criada para fortalecer a educação financeira da população brasileira, o Banco O que diz a nova norma? A nova Resolução reforça a agenda do BC de promoção da educação financeira entre as instituições do SFN
- PayPal World: Conheça a nova plataforma global que conecta os maiores sistemas de pagamento e carteiras digitais do mundo
hoje, empresas precisavam investir e desenvolver soluções técnicas sempre que desejavam adicionar uma nova Aumento de opções de pagamento e conversões – online, em loja física e com IA; Aceite automática de novas Essa nova funcionalidade permitirá que usuários de PayPal e Venmo enviem dinheiro entre si, em qualquer
- Consignado Privado: nova MP viabiliza mais crédito, com tecnologia, conectividade e automação como pilares para uma implementação eficaz
O governo brasileiro deve anunciar, hoje, a publicação de uma nova Medida Provisória (MP), que visa expandir exigir um esforço conjunto entre instituições financeiras e reguladoras para garantir a implementação da nova Nova solução pode beneficiar trabalhadores e trazer equilíbrio às finanças Segundo uma pesquisa realizada
- Dias contados? Nova função do Pix pode acabar com o débito automático
O Banco Central anunciou mais uma funcionalidade para o Pix. A partir do final de outubro de 2024, o modo de pagamento terá a possibilidade de ser automático. O Pix automático poderá ser usado para contas como água, luz, empréstimos etc. Esse tipo de pagamento já pode ser feito pelo débito automático mas, na avaliação do Banco Central, o Pix automático terá a capacidade de alcançar mais pessoas. Hoje, para que uma empresa ofereça a possibilidade de pagamento por débito automático, precisa ter convênio com cada instituição financeira que permita isso. Com o Pix automático, a corporação não precisará ter contrato com cada órgão financeiro. Basta fazer um único acordo com um banco que esteja oferecendo essa modalidade. Mariana Prado Lisboa, sócia na área de Meios de Pagamento e Fintechs do escritório Barcellos Tucunduva, concorda com a visão do BC sobre o aumento do alcance com o Pix automático. "Antes do Pix, nós já tínhamos transferências eletrônicas através de TED e o DOC. Contudo, com a introdução do Pix, tivemos uma escala maior das transferências eletrônicas, pela facilidade de uso, baixas tarifas (às vezes inexistentes) e aumento de instituições oferecendo o serviço. Com o Pix automático, a expectativa é a mesma: ganhar maior alcance dos pagamentos recorrentes pela facilidade no uso do Pix Automático pelo pagador, garantia de recebimento do Recebedor e custo reduzido. O Pix já caiu no gosto do brasileiro. O Pix automático, sem dúvida, seguirá o mesmo caminho", avalia. Já para Paulo Portuguez, sócio do Jantalia Advogados e especialista em Direito Bancário, Criptoativos e Meios de Pagamento, a questão da segurança também deve entrar no debate assim que o Pix automático começar a funcionar. "A instrução normativa do BC exige que os prestadores desse tipo de pagamento requeiram a autorização do usuário para o Pix automático. Então, haverá essa obrigatoriedade. Isso deverá ser disponibilizado por até 30 dias. O usuário pode aceitar ou rejeitar. Passado o período, caso não haja confirmação ou recusa, será considerado que não houve aceitação por parte do usuário", explica. Portuguez também analisa que ainda é cedo para saber se o Pix vai "engolir" outras formas de pagamento, mas que é inegável sua capilaridade e popularidade. "Houve uma clara preferência pelo Pix em detrimento ao TED e DOC. É bom lembrar que o objetivo do BC era que o Pix substituísse essas soluções de pagamento. E acredito que Pix automático vá nessa mesma direção com relação ao débito automático. É possível também que despesas mensais e recorrentes nos cartões de crédito das pessoas possam entrar agora no Pix automático. Mas claro que ainda é preciso aguardar como a indústria vai inserir essa novidade em seus modelos de negócio", esclarece. Na visão de Mariana, o Pix poderia avançar na funcionalidade offline. "Acredito que o Pix offline seria uma funcionalidade importante que ainda falta no Pix. Poder fazer pagamentos, mesmo sem acesso à internet. Em algumas regiões ou situações a pessoa pode estar fora da rede e, com isso, não conseguir concluir o pagamento". Ela também diz que o Pix internacional enfrenta entraves tecnológicos e cambiais, mas acredita que, quando implementado, irá facilitar e reduzir custos de transações internacionais.
- Carlos Benitez debate sobre o impacto das novas formas de pagamento no Payment View
Na última semana, o Payment View, evento da indústria de pagamentos, reuniu líderes e especialistas do setor financeiro, no Auditório do Banco BV, em São Paulo, para debater sobre as mudanças e inovações do mercado de pagamentos. Em sua 6ª edição, o encontro contou com diversos painéis ao longo da programação, no qual os experts puderam compartilhar conhecimentos e experiências sobre diferentes temas. O evento contou com a participação de Carlos Benitez, CEO da BMP , hub de soluções bancárias e tecnológicas, voltada para a originação de operações de crédito e para a prestação de serviços financeiros, durante o painel “Do Pix ao Drex: o poder das plataformas de serviços financeiros” . O especialista acredita que a integração de elementos de rastreabilidade e programabilidade que o Drex possibilita, pode contribuir para o combate à lavagem de dinheiro. Por outro lado, incorporar a plataforma, pode contribuir para um aumento na arrecadação de impostos. “O governo vai ter uma visibilidade de todas as transações realizadas, desde o momento em que ela é iniciada, até o final. Ele vai acompanhar o dinheiro onde ele estiver. Então pode haver uma predisposição de evitar a lavagem de dinheiro, fraude, mas também um aumento na arrecadação de impostos, o que beneficia o Poder Público". Ainda de acordo com Benítez, o Iniciador de Pagamentos ou ITP (Iniciador de Transações de Pagamento), serviço viabilizado pelo Open Finance e Pix, deve ser popularizado no próximo ano. O serviço permite que o usuário realize pagamentos e transferências, usando saldos que possui em outros bancos, a partir de uma única plataforma, proporcionando maior segurança na transação. “A experiência com o iniciador de pagamentos ainda não é algo relevante no mercado e ainda é um movimento atípico. A partir do momento em que houver essa segurança, as plataformas vão começar a ver essa possibilidade de iniciar os pagamentos com muito mais velocidade do que como é feito hoje”, concluiu.
- Novas possibilidades no Open Finance proporcionam aumento de ROI para Instituições Financeiras
Uma das estratégias no cenário de Open Finance é a busca de parceiros com soluções complementares, de forma a aumentar o time-to-value para o cliente final. Isso é válido tanto para as Instituições Financeiras (IFs), como também para as empresas que estão por trás da tecnologia utilizada, e que possibilitam que as IFs estejam não só em conformidade com o regulatório, mas que possam, também, aumentar sua oferta de produtos. É o caso da parceria entre Sensedia, Pluggy e InvestPlay que, em conjunto, estão ampliando suas soluções Open Finance, com um serviço de agregação de dados e com múltiplos benefícios estratégicos para o cliente. A aposta é no PFM - Personal Financial Management, ou Gerenciador Pessoal de Finanças, potencializado pelo Open Finance com o compartilhamento seguro e padronizado de dados. Agora, com Inteligência Artificial, é possível oferecer um serviço melhor e mais moderno aos clientes finais, tanto B2C como B2B, ao mesmo tempo em que se aumenta o retorno dos investimentos feitos no modelo de negócio aberto, lançando mão do uso inteligente e categorizado dos dados. A estratégia de parceria das três empresas é orientada em tecnologia e escalabilidade. "Agregamos as tecnologias da Pluggy e da InvestPlay com a expertise da Sensedia aplicada ao Open Finance, para oferecer uma solução única e com alto valor agregado aos nossos clientes. Isso permite às Instituições Financeiras utilizarem os dados do Open Finance como vantagem competitiva, além de revolucionar a forma e profundidade de relacionamento entre as instituições e seus usuários, por meio dos dados coletados do Open", diz Natália Cruz, Head de Open Finance da Sensedia. Nesse sentido, o uso de APIs (Application Programming Interfaces) é fundamental. “Todo o processo de integração se dá por meio de APIs, o que permite que as instituições financeiras otimizem a implementação por meio de uma entrega end-to-end, desde a categorização de dados, até a entrega da visão final da plataforma para o seu consumidor”, explica Cruz. Graças ao Open Finance, o compartilhamento ocorre apenas com o consentimento explícito do cliente, respeitando privacidade e segurança. Entre os benefícios às IFs estão fidelização, ofertas de cross-selling/up-selling, redução de inadimplência e colaborações com parceiros. Vantagens para os dois lados Ao cliente final é oferecida a solução PFM, que permite uma visão unificada de despesas, agregação de contas e cartões de crédito, extrato unificado com transações categorizadas, dashboard financeiro 360°, termômetro de gastos e insights financeiros. Tudo isso de forma personalizada, oferecendo uma experiência diferenciada e garantindo a chamada ‘principalidade’ para a Instituição Financeira. É o que explica Bruno Loiola, cofundador e CGO da Pluggy. “O objetivo de cada banco é que o cliente escolha tê-lo como canal principal. Isso é a principalidade. A partir daí, toda a movimentação será feita na plataforma daquela instituição, que terá os dados do cliente e poderá oferecer a ele serviços e produtos, de acordo com o perfil de cada um e em conformidade com a LGPD. Através da parceria entre Pluggy, Sensedia e InvestPlay aumentamos ainda mais a interoperabilidade, impulsionando a troca de informações para entrega de produtos finais cada vez mais completos e personalizados”, afirma. . Para as Instituições Financeiras são disponibilizados dashboards com relatórios sobre informações da vida financeira do cliente final, hábitos de consumo, relacionamento com outras IFs e demais dados analíticos, possibilitando a criação de novos produtos e ofertas hiper personalizadas. Iago Oselieri, cofundador e CEO na InvestPlay, comenta que, com o Open Finance e o PFM, é possível estar um passo à frente na gestão financeira do usuário. “Antes era preciso cadastrar os dados manualmente. Agora, a solução é totalmente automatizada, fazendo input dos dados de toda a movimentação das contas. Além disso, ao ter uma visão de 360 graus do cliente, a Instituição Financeira pode se relacionar de forma muito mais condizente com a realidade de cada um, totalmente contextualizada e personalizada", diz. Oselieri também explica que, neste momento, há um movimento de PFM para B2B, além de B2C, que já era o foco. Além disso, a criação dos PFM dentro dos aplicativos das Instituições Financeiras é um outro ponto forte da solução na era pós-Open Finance. "PFM não é o único caso que exemplifica as vantagens do Open Finance, mas é o mais latente e um dos casos de uso mais fáceis de comentar, quando falamos de Open Finance para o cliente final", fala o executivo. O futuro do mercado Open O Open Finance tem crescido no Brasil, e de acordo com report da Ipsos/Tecban, 52% dos entrevistados se mostram dispostos a compartilhar dados, hoje. Em 2018, no primeiro estudo desse tipo, o número era de 39%. Outra pesquisa, realizada pela Oliver Wyman para a Febraban, registrou 40 milhões de consentimentos ativos de clientes, no início de setembro de 2023. Em comparação ao mês de janeiro do mesmo ano, houve um crescimento de 90% de consentimentos. Com a entrada na quarta fase de sua implementação, a tendência para o Open Finance é continuar crescendo, e de forma mais rápida. “Ainda vemos uma preocupação muito grande com o regulatório, mas é preciso olhar para a estratégia. Open Finance é um caminho inevitável e sem volta. Existem diversas estratégias nesse caminho e cada contexto tem sua aplicação, mas todas envolvem a experiência do cliente. É preciso estudar o melhor caminho para tirar a melhor vantagem do Open Finance”, reforça Natália Cruz.
- Receita Federal Anuncia Novas Regras para Declaração de Criptomoedas no Imposto de Renda 2024
No último dia 6, a Receita Federal divulgou novas diretrizes e mudanças significativas para este ano, De acordo com as novas regras, a Receita Federal exige que todos os investidores informem detalhadamente ativos digitais, ajudando investidores a entender suas obrigações fiscais e a cumprir corretamente as novas Diante das novas regras divulgadas pela Receita Federal, investidores e contribuintes devem estar atentos
- Bitso e Payoneer consolidam nova integração para simplificar os pagamentos digitais
Bitso - empresa líder da América Latina em serviços financeiros baseados em criptomoedas - anunciam sua nova














