
Resultados da busca
Buscar neste site
2506 resultados encontrados com uma busca vazia
- Crowdfunding Eleitoral: Inovação e Transparência na Política Brasileira
O financiamento coletivo eleitoral, ou "crowdfunding" eleitoral, surge como uma modalidade inovadora e transparente de captação de recursos para campanhas eleitorais. Regulamentado pela Resolução TSE Nº 23.607 de 17 de dezembro de 2019, este mecanismo permite que candidatos e partidos arrecadem fundos diretamente da população através de plataformas digitais. Este artigo explora o financiamento coletivo eleitoral, suas principais características, e as vantagens em relação aos métodos tradicionais de captação de recursos permitidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O que é o Financiamento Coletivo Eleitoral? O financiamento coletivo eleitoral é uma modalidade de arrecadação de recursos que utiliza plataformas online para facilitar doações de eleitores a candidatos e partidos políticos. Esta modalidade foi regulamentada no Brasil pela Resolução TSE Nº 23.607, de 17 de Dezembro de 2019, que estabelece regras claras para garantir a transparência, segurança e legalidade das doações. Como Funciona? Registro de Plataformas: Apenas plataformas previamente cadastradas e aprovadas pelo TSE podem ser utilizadas para arrecadação. Início das Arrecadações: A arrecadação pode começar a partir de 15 de maio do ano eleitoral, desde que respeitadas as regras de prestação de contas. Transparência: As plataformas devem fornecer informações detalhadas sobre todas as doações, incluindo nome, CPF do doador e valor doado. Limites de Doação: Doações acima de R$ 1.064,10 precisam ser feitas mediante transações bancárias (transferência ou pix), e o valor total doado deve se limitar à 10% do rendimento bruto anual do doador ou doadora. Vantagens do Financiamento Coletivo Eleitoral 1. Maior Transparência Uma das principais vantagens do financiamento coletivo é a transparência. Todas as doações são registradas e publicadas em tempo real, permitindo que qualquer cidadão acompanhe quem está financiando cada campanha. Isso reduz a possibilidade de caixa dois e outras práticas ilegais. 2. Democratização do Financiamento O financiamento coletivo permite que um maior número de cidadãos participe do processo eleitoral de forma ativa, contribuindo financeiramente para candidatos que representam seus interesses. Isso diminui a dependência dos candidatos de grandes doadores e pode levar a uma maior diversidade de candidatos e ideias no processo eleitoral. 3. Engajamento Eleitoral Ao contribuir financeiramente para uma campanha, os eleitores tendem a se sentir mais engajados e investidos no sucesso de seu candidato. Esse engajamento pode se traduzir em maior participação nas eleições e em atividades de campanha, como voluntariado e divulgação. 4. Redução da Influência de Grandes Doadores Com a possibilidade de arrecadar pequenas quantias de um grande número de doadores, o financiamento coletivo pode reduzir a influência de grandes doadores sobre os candidatos. Isso pode levar a uma política mais voltada para os interesses da população em geral, em vez de atender a interesses específicos de grandes financiadores. 5. Facilidade e Acessibilidade As plataformas de financiamento coletivo são acessíveis e fáceis de usar, tanto para doadores quanto para candidatos. Isso simplifica o processo de arrecadação e permite que candidatos com menos recursos financeiros possam lançar campanhas competitivas. Comparação com Outros Mecanismos de Captação de Recursos Financiamento Privado Direto O financiamento privado direto é tradicionalmente menos transparente e mais suscetível a práticas irregulares. Além disso, favorece candidatos com acesso a grandes doadores, perpetuando a desigualdade financeira no processo eleitoral. Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) O FEFC, ou fundo eleitoral, é distribuído pelo TSE aos partidos políticos com base em critérios específicos. Embora garanta recursos mínimos para todos os partidos, não oferece a mesma possibilidade de engajamento direto dos eleitores e pode ser visto como uma forma de financiamento menos transparente, pois o controle sobre a distribuição dos recursos pode ser mais complexo. Fundo Partidário O Fundo Partidário é destinado à manutenção das atividades regulares dos partidos e também pode ser utilizado em campanhas eleitorais. No entanto, assim como o FEFC, não promove o engajamento direto do eleitorado e a distribuição dos recursos pode ser desproporcional entre os partidos. Engaje-se: Plataforma de Financiamento Coletivo Eleitoral Um exemplo de plataforma de financiamento coletivo eleitoral autorizada pelo TSE é o Engaje-se, uma iniciativa da CROWDTECH SERVIÇOS EM TECNOLOGIA LTDA. A CrowdTech é uma empresa especializada em prover tecnologia para plataformas de crowdfunding de investimentos, conforme a regulação CVM 88/2022. Com o Engaje-se, a CrowdTech traz sua segurança e expertise no campo do crowdfunding para o mundo do financiamento eleitoral. A plataforma não apenas facilita a arrecadação de recursos para campanhas eleitorais, mas também garante transparência e confiabilidade em todas as transações. Dessa forma, o Engaje-se se destaca como uma ferramenta essencial para candidatos e partidos que buscam uma alternativa moderna e segura para captar fundos, promovendo maior participação cidadã e contribuindo para um processo eleitoral mais democrático e justo. Conclusão O financiamento coletivo eleitoral, regulamentado pela Resolução TSE Nº 23.607, apresenta diversas vantagens em relação aos mecanismos tradicionais de captação de recursos. Com maior transparência, democratização do financiamento, engajamento eleitoral, redução da influência de grandes doadores e facilidade de uso, o crowdfunding eleitoral se estabelece como uma ferramenta poderosa para fortalecer a democracia e tornar o processo eleitoral mais justo e acessível. Ao permitir que mais cidadãos participem ativamente do financiamento das campanhas, o financiamento coletivo promove uma política mais representativa e alinhada com os interesses da sociedade.
- XP se torna a primeira assessoria de investimentos oficial dos atletas do Time Brasil
Há um mês das Olimpíadas de Paris, a XP reforça seu pioneirismo e se torna a assessoria de investimentos oficial da história dos atletas do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). É a primeira vez que o Time Brasil poderá contar com o suporte de assessores de investimentos, com o intuito de planejar suas vidas financeiras durante e após as carreiras enquanto atletas profissionais. Esse movimento agrega ao investimento da XP no COB para o atual ciclo olímpico, que inclui as Olimpíadas de Paris 2024. “A XP tem a educação financeira no DNA e pode contribuir de forma transformadora com as finanças dos atletas, com quem já temos uma relação profunda. É um movimento que nos coloca na vanguarda e que proporciona aos nossos heróis olímpicos a melhor orientação possível, para que possam focar em suas performances esportivas, quebrando recordes e superando ‘impossíveis’, como buscamos fazer na XP”, diz Bernardo Ulmo, sócio da XP e responsável pelo projeto dentro da companhia. “Este é um primeiro passo que reforça nossa expertise na assessoria financeira de profissionais do esporte”, completa. Considerada seis vezes seguidas como a melhor assessoria de investimentos do Brasil, de acordo com a premiação “O Melhor de São Paulo”, realizada pela Folha de S. Paulo, em parceria com o Datafolha, a XP oferece um serviço personalizado e de qualidade, com foco em educação financeira, a todos os perfis de clientes. O time dedicado aos atletas do COB é composto por profissionais CFP, ou seja, planejadores financeiros, preparados para considerar todas as especificidades dos investidores, neste caso, profissionais com carreira curta, e pouco tempo para se preparar para a aposentadoria. Para Bernardinho, que acumula mais de trinta títulos em mais de 22 anos de carreira como treinador das seleções masculina e feminina de vôlei, o planejamento financeiro de profissionais do esporte merece ser priorizado. "Como treinador, sempre valorizei muito o trabalho e o planejamento. Como economista de formação, sempre soube que economizar e investir eram a receita para uma vida mais tranquila no longo prazo. Ainda mais para esportistas, que possuem uma carreira curta. Então, se pudesse dar uma dica seria a união desses dois conceitos. Acreditem no trabalho duro, no planejamento e invistam para o futuro. A vida não é um jogo de três sets, é um campeonato de muitas e muitas rodadas", diz o técnico. “Assim como um plano de treinamento bem estruturado, um planejamento financeiro bem pensado é essencial para garantir a tranquilidade e a segurança necessárias para que possamos focar em medalhas”, afirma Bruno Fratus, nadador brasileiro e medalhista olímpico. “A XP além de ser a maior investidora do Time Brasil, também investe no futuro e na educação financeira dos nossos atletas”, completa. Na avaliação do jogador de vôlei Bruninho, da seleção brasileira, não existe solução fácil ou imediata. "Desde cedo aprendi que não existe atalho para se chegar ao sucesso. Tanto no esporte como nos investimentos. E a mensagem mais importante que eu posso deixar para quem está batalhando para tentar chegar lá é: se prepare e tenha disciplina. Essa fórmula é que vai te levar longe -- nas quadras, nos gramados, nas piscinas, nas pistas, e nas finanças”, diz o levantador. "Atletas profissionais são acompanhados por equipes diversas que cuidam de várias áreas de suas vidas, como fisioterapeutas, nutricionistas, treinadores e outros especialistas. É igualmente essencial que eles tenham um acompanhamento financeiro para planejar e gerir suas finanças ao longo da vida. Dada a curta duração de suas carreiras em comparação a profissões tradicionais, é fundamental que os atletas se planejem para a aposentadoria ou uma mudança de carreira no futuro," completa Ulmo, da XP. Campanha O projeto contará com um vídeo exclusivo gravado com atletas e assessores de investimentos, e que faz um paralelo entre a “elite do esporte brasileiro e a elite da assessoria financeira” -- no caso, os atletas do COB e a XP, respectivamente, a ser veiculado em mídias digitais. Nas redes sociais, será lançada uma websérie em que assessores XP batem um papo descontraído com os atletas XP do Time Brasil, para reforçar a importância de contar com uma rede de apoio financeira na jornada de quebrar recordes. As ações são parte da campanha de marketing da XP para os Jogos Olímpicos, que traz o mote #FechaComOBrasa. Entre as ações previstas, estão ativações presenciais no Brasil e na França – em Paris, na Casa Brasil, localizada no Parque de La Villete -- pay TV, mídia OOH, conteúdos nas redes sociais, collabs, entre diversas outras frentes.
- Zenvia lança Open Gateway, nova fronteira da segurança financeira
A Zenvia, que habilita as empresas a criarem experiências pessoais, envolventes e fluidas em toda a jornada do cliente, anuncia o lançamento do Open Gateway, solução de segurança financeira desenvolvida em parceria com operadoras de telefonia. O avanço promete redefinir a proteção contra fraudes, proporcionando uma experiência de usuário mais segura e fluida. Com a crescente ameaça cibernética e consequentes fraudes financeiras, cenário onde o Brasil lidera em relação à América Latina, com um aumento alarmante de 32% em 2023, o Open Gateway surge como uma resposta estratégica. A solução utiliza dados das operadoras de telefonia para validar informações, minimizando fraudes. Segundo o Panorama de Ameaças de 2023, da Kaspersky, as tentativas de golpe no Brasil totalizaram 1,8 milhão, com as transações via Pix representando 70% dos ataques. Open Gateway: a revolução da segurança financeira O Open Gateway utiliza informações das operadoras para validar dados, eliminando a necessidade de confirmação direta com o usuário final. Ao assegurar proteção completa, com validação rápida e autenticação ágil e segura dos clientes, é possível reduzir atritos e obstáculos durante a validação de logins, além de manter conformidade rigorosa com altos padrões de segurança para proteger os usuários — o objetivo é minimizar fraudes e otimizar a experiência do cliente, resultando em jornadas de comunicação mais seguras. Neste primeiro momento, a Zenvia oferecerá três níveis de proteção utilizando o Open Gateway, com o objetivo de diminuir a quantidade de etapas na jornada do cliente e aumentar a segurança com validações diretamente nas operadoras: Nível 1: verificação de identidade via rede móvel, permitindo dupla autenticação sem intervenção do usuário; Nível 2: validação de troca de chip, detectando se o chip foi recentemente alterado; Nível 3: conferência de localização, garantindo que as interações ocorram em regiões esperadas. Possibilidades de uso no setor financeiro Ao solicitar um empréstimo, por exemplo, o cliente acessa o chat do banco, no qual uma API verifica a correspondência do número de telefone, e o SIM SWAP verifica se não houve troca recente do chip. Essa verificação de dados "seamless" permite que estratégias de fraudadores que utilizam engenharia social para conseguir códigos de autenticação sejam reduzidas, por exemplo. Para o PIX com valores altos, o cliente poderá cadastrar localizações específicas para efetuar este tipo de transação, como sua casa ou trabalho. A API confirma a identidade com a operadora, o SIM SWAP previne fraudes, ao checar se o aparelho móvel teve uma troca de chip recentemente, e o device location verifica se a região onde está acontecendo a transação suspeita está dentro do raio cadastrado pelo usuário. Aplicações no varejo A confirmação de identidade em aplicativos de lojas também são possibilidades. O Open Gateway ajuda a prevenir fraudes ao validar números de telefone, verificar trocas de SIM cards e usar a geolocalização. Essas soluções podem ser utilizadas em vários segmentos que necessitem de validação de identidade e proteção contra furtos de identidade, oferecendo diversos benefícios, como maior segurança, redução de fraudes, melhor experiência do cliente e processos mais ágeis para as empresas. “Maior segurança, redução de fraudes, experiência do cliente otimizada e processos mais ágeis são alguns dos resultados que esperamos para a implementação do Open Gateway. A rápida evolução das ameaças digitais exige um investimento contínuo em soluções de segurança para mitigar riscos e proteger os ativos de empresas e pessoas”, afirma Cristiano Franco, diretor de Enterprise da Zenvia.
- Conheça 8 inteligências artificiais indispensáveis para fintechs
Impulsionado pela crescente demanda por serviços financeiros digitais e pela adoção contínua de tecnologias disruptivas, o número de fintechs tem crescido consideravelmente nos últimos anos. Não à toa, esse mercado já soma cerca de 1.500 bancos digitais e mais de 250 milhões de contas abertas no Brasil, além de gerar mais de 100 mil empregos no setor, de acordo com dados da Associação Brasileira de Fintechs (ABFIntechs). Além dos especialistas no mercado financeiro, as fintechs contam ainda com diversos profissionais da área de tecnologia, como aqueles que atuam com engenharia de software, finanças, customer success (sucesso do cliente), gestão de negócios e, até mesmo, com compliance. Segundo Fabrício Carraro, Program Manager da Alura, maior ecossistema de educação em tecnologia, esse contexto dinâmico das fintechs exige que as empresas promovam uma maior inovação para atrair a atenção dos clientes e driblar a concorrência. “A inteligência artificial (IA) surge como uma ferramenta fundamental para as fintechs que buscam se destacar em seu segmento, oferecendo serviços de forma personalizada e ainda mais inovadora. A integração com a IA irá elevar essa capacidade ao próximo nível”, diz. Para ajudar as empresas do setor a alcançarem esse objetivo, listamos 8 áreas em que a inteligência artificial pode beneficiar o mercado financeiro. Confira: Detecção de Fraudes: Sistemas de IA podem analisar padrões de transações e comportamentos dos usuários para identificar atividades suspeitas e prevenir fraudes. Avaliação de Risco de Crédito: Algoritmos de IA podem analisar dados financeiros e não financeiros para avaliar o risco de crédito de indivíduos ou empresas, ajudando a automatizar o processo de concessão de empréstimos. Assistência ao Cliente: Chatbots alimentados por IA podem fornecer suporte ao cliente 24 horas por dia, 7 dias por semana, respondendo a perguntas comuns, solucionando problemas e até mesmo realizando transações simples. Personalização de Ofertas: Sistemas de recomendação baseados em IA podem analisar o comportamento do usuário e seus dados financeiros para oferecer produtos e serviços personalizados, como sugestões de investimento ou ofertas de crédito. Análise de Sentimento do Mercado: Algoritmos de IA podem analisar grandes volumes de dados de mídia social, notícias e outros canais para entender o sentimento do mercado e prever tendências financeiras. Gestão de Risco: Modelos de IA podem ajudar a identificar e mitigar riscos financeiros, como risco de mercado, risco de liquidez e risco operacional, permitindo uma gestão mais eficaz dos ativos da fintech. Automatização de Processos: IA pode ser usada para automatizar uma variedade de processos, desde a abertura de contas até a reconciliação de transações, reduzindo custos operacionais e melhorando a eficiência. A Automação Robótica de Processos (RPA), por exemplo, é uma ferramenta estratégica para processos de backoffice financeiro como faturamento, tesouraria e até contabilidade. Análise Preditiva: Modelos de IA podem ser usados para prever o comportamento futuro dos mercados financeiros, o que pode ajudar as fintechs a tomar decisões de investimento mais informadas. Olhando para cada uma dessas tecnologias, Bruno Klassmann, CFO da Alura, conclui: “As ferramentas de automação e IA têm o poder de impulsionar todas as fases do desenvolvimento empresarial. Podendo ser aplicadas em diversos setores do negócio, esses recursos têm o potencial para transformar o mercado financeiro não só no sentido de eficiência, mas também de forma que as fintechs ofereçam experiências incomparáveis aos clientes e soluções financeiras únicas em uma velocidade sem precedentes”, finaliza.
- Fintech de análise de crédito americana OneBlinc chega ao Brasil
A OneBlinc, fintech fundada por executivos brasileiros nos Estados Unidos e líder em produtos financeiros com débito em folha de pagamento no mercado norte-americano, acaba de anunciar sua chegada oficial ao Brasil. O objetivo é viabilizar a disseminação de um modelo de avaliação de crédito mais preciso e inclusivo sobre a capacidade de pagamento e solvência dos clientes dos bancos, varejistas e fintechs do país. A estratégia da empresa tem como base os benefícios oferecidos pela plataforma OneBlinc Data HUB, que disponibiliza diversas APIs e assim permite a bancos, varejistas e fintechs integrarem fontes alternativas de dados diretamente em seus motores de decisão de crédito. A solução processa múltiplos pontos de dados alternativos, incluindo informações de operadoras de celulares, históricos de emprego, renda e até dados do aparelho celular do cliente em busca da melhor decisão de crédito. “São mais de 60 de integrações com bases alternativas de dados, 3mil pontos de dados sendo processados, higienizados, digeridos e integrados aos modelos dos parceiros. Com o DataHUB, os bancos e varejistas tem um ponto único de integração: a OneBlinc”, diz Gustavo Simões, CTO da fintech. O co-fundador e CEO da OneBlinc, Fabio Torelli, afirma que o mercado brasileiro está pronto para essa revolução na decisão de crédito. "O Brasil está avançando e se aproximando dos mercados mais maduros em termos de tecnologia, regulação e utilização de dados alternativos. O Banco Central tem evoluído em regulações mais sólidas para o mercado de crédito. O e-Social, em breve, deve se tornar uma grande câmara de compensação de crédito consignado no setor privado, assim como já acontece no setor público. Com tecnologia e regulamentação andando juntas, é possível criar um mercado mais seguro, saudável e de melhores opções para os clientes no país, especialmente os de baixa renda. O Crédito Consignado Privado no Brasil pode duplicar em 3 ou 4 anos. Ganha o consumidor, ganha a economia e ganha a sociedade como um todo," afirma. Entre as funcionalidades do Data Hub se destaca o "Renda Real", que fornece informações precisas sobre o histórico de emprego e renda dos clientes, sejam eles empregados CLTs formais, microempreendedores ou trabalhadores de aplicativos como Uber, iFood e 99. Ao todo são mais de 60 milhões de CPFs na base de dados.Segundo Simões, o “Renda Real” permite que instituições financeiras enriqueçam seus processos de decisão de crédito, pautados há décadas em modelos obsoletos de “renda-presumida” dos consumidores. O executivo acrescenta que os bureaus de crédito tradicionais oferecem em larga escala aproximações de renda para todo o mercado brasileiro, ainda com grandes imperfeições e margem de erro, o que prejudica a concessão de crédito no país. Ele informa que atualmente, cinco grandes bancos estão em negociação para adoção da solução, que promete transformar a abordagem dos modelos de decisão de crédito e democratizar o acesso aos diferentes produtos de crédito oferecidos no mercado. "Estamos entusiasmados em trazer nossa tecnologia e experiência para o Brasil. Nos Estados Unidos, nossa abordagem baseada em fontes alternativas tem permitido que muitos consumidores, antes excluídos, tenham acesso a crédito. Estamos confiantes de que poderemos replicar esse sucesso no Brasil, ajudando ainda mais pessoas a alcançarem suas metas financeiras, diz. Apesar de anunciar o início de suas operações no país oficialmente agora, a OneBlinc já tem entre outros investidores, o Bradesco. O banco brasileiro participou da Série A de aportes no início de 2022, no valor de US$ 20 milhões, e tem fomentado a troca de experiências entre os executivos das duas empresas, a fim de aderir a novas tecnologias já consolidadas em outros mercados.
- Binance Pay obtém aumento de 57% no volume de transações, sinalizando o papel crescente das criptomoedas nos pagamentos globais
À medida que o mundo transita para a era digital, o apelo das moedas digitais como método de pagamento continua a crescer exponencialmente. Um dos principais impulsionadores dessa tendência é a redução das taxas de transação associadas às criptomoedas. Ao contrário dos sistemas de pagamento tradicionais, que frequentemente envolvem intermediários e acarretam taxas de processamento elevadas, a tecnologia blockchain simplifica o processo, reduzindo significativamente os custos de transação. Com o Binance Pay, ferramenta de pagamentos da Binance, maior plataforma de criptomoedas do mundo, a evolução dos pagamentos com criptomoedas não é apenas observada à distância. Somente no primeiro trimestre de 2024, o Binance Pay registrou um aumento de 57% no volume de transações, ao mesmo tempo em que o número de transações e de usuários cresceu 35% e 47%, respectivamente. Essa alta acontece após desempenho impressionante registrado em 2023, quando o volume de transações disparou 71% em relação ao ano anterior, atingindo mais de 77 bilhões de dólares. Desde seu lançamento em fevereiro de 2021, o Binance Pay já processou mais de 153 bilhões de dólares em volume financeiro em mais de 1,2 bilhão de transações, suportando mais de 300 criptomoedas para pagamentos peer-to-peer e facilitando transações com mais de 80 criptomoedas para pagamentos de comerciantes. No Brasil, já é possível usar os gift cards da Binance Pay em grandes comércios online e lojas físicas. Essa relação custo-benefício do pagamento com criptomoedas, aliada à capacidade de realizar transações globais de forma rápida e segura, torna as moedas digitais uma opção atraente tanto para indivíduos quanto para empresas. Em setores como turismo, e-commerce e varejo, onde rapidez e conveniência são essenciais, as criptomoedas oferecem uma solução viável às limitações dos sistemas de pagamento tradicionais, impulsionando ainda mais sua adoção no comércio mainstream. "O Binance Pay é utilizado por milhões de usuários e milhares de comerciantes em todo o mundo, sublinhando nosso alcance e adoção extensivos," explica Jonathan Lim, diretor global do Binance Pay. "Esse crescimento reflete o aumento da confiança global nas criptomoedas, à medida que mais indivíduos e empresas as utilizam não apenas para investimento, mas como ferramentas financeiras práticas e cotidianas, para enviar dinheiro e pagar por bens e serviços. É claro que as criptomoedas estão se tornando rapidamente um padrão no comércio global, remodelando fundamentalmente a forma como transacionamos em todo o mundo." A criptomoeda está se integrando cada vez mais em uma variedade de setores, demonstrando sua versatilidade além das meras transações financeiras. Desde a compra de imóveis e veículos em diversos mercados internacionais até a reserva de voos e acomodações em hotéis, e até mesmo a compra de itens cotidianos como mantimentos e medicamentos, as criptomoedas estão remodelando a maneira como consumidores e empresas interagem e transacionam em escala global. Binance Pay: impulsionando a integração das criptomoedas em diversos setores Durante esse período, as compras relacionadas a viagens com criptomoedas aumentaram em 46% de janeiro de 2023 a janeiro de 2024. Nesse mesmo intervalo, a Travala.com testemunhou um crescimento expressivo de 44% no volume de transações, evidenciando a crescente aceitação do Binance Pay na indústria de viagens. Nos jogos, onde as moedas digitais são usadas para comprar jogos, itens dentro do jogo e recompensas, houve um aumento de 3000% nos pagamentos com criptomoedas via Binance Pay, desde o ano anterior. Marcas líderes de jogos, como Passion Punch e Nuuvem no Brasil, estão na vanguarda dessa revolução, aproveitando os pagamentos com criptomoedas para aprimorar a experiência de jogo. O universo dos presentes e dos cartões-presente testemunhou um crescimento substancial, com um aumento de quase 40% de janeiro de 2023 a janeiro de 2024. Esse aumento destaca o papel crescente das criptomoedas no diversificado mercado de presentes, melhorando a facilidade e acessibilidade de presentear. No Brasil, o Binance Pay reforça a utilidade das criptomoedas no mundo real. Os gift cards permitem que qualquer pessoa compre alimentos e bebidas em estabelecimentos como Casa Santa Luzia e Zé Delivery, assim como presentes na Imaginarium. Também podem comprar roupas, acessórios e artigos esportivos em lojas como Renner, TipTop, Nike, Shoulder, Dress To, New Era, Aramis, Corello, Vans, Zinzane e Centauro. Os artigos de luxo também estão na lista, com a Vivara como opção. Além disso, serviços como iFood, Hotels.com, Airbnb, Spotify, Netflix e Google Play podem também ser pagos com criptomoedas como Bitcoin e Ethereum. Restaurantes como Outback e diversas lojas de diferentes segmentos, incluindo Tok & Stok, NorVPN, Americanas, Shopee, Submarino e Casas Bahia, complementam a vasta gama de possibilidades, demonstrando sua versatilidade e crescente aceitação no comércio nacional. No setor imobiliário, o Binance Pay colabora com empresas líderes como a Spain Homes e a Bin Faqeeh Bahrain, facilitando um número crescente de transações. Ao longo do último ano, as transações sob a Bin Faqeeh têm demonstrado um crescimento consistente, destacando a crescente adoção dos pagamentos com criptomoedas nessa indústria. Marcas de varejo de rua de renome, como Printemps na França, relógios como MB&F, na Suíça, e lojas de varejo da marca de moda global Off-White em Paris estão agora adotando pagamentos com criptomoedas. Essa tendência significa uma mudança significativa no cenário do varejo, com marcas estabelecidas reconhecendo a importância de atender às preferências em evolução de seus clientes ao integrar opções de pagamento com criptomoedas. Para ver ainda mais marcas de moda que estão adicionando as formas mais recentes de pagamento, leia o blog aqui. As refeições fora de casa e as compras de supermercado estão cada vez mais adotando criptomoedas para transações diárias. Comerciantes como a ANC Pharmacy na Ucrânia, o Pick n Pay na região africana e a lanchonete 'Dog is Hot' na Espanha agora aceitam pagamentos com criptomoedas através do Binance Pay, atendendo à crescente demanda por transações de moeda digital na vida cotidiana. Olhando para frente, a trajetória dos pagamentos com criptomoedas está pronta para um crescimento contínuo. De acordo com a Statista, os pagamentos com criptomoedas devem crescer a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de quase 17% entre 2023 e 2030. Essa projeção destaca a crescente aceitação e adoção das moedas digitais como um método de pagamento viável.
- BlockBR anuncia internacionalização para permitir que investidores brasileiros acessem o mercado de imóveis nos EUA
A BlockBR, fintech especializada em infraestrutura para tokenização e investimentos de ativos digitais, anuncia sua expansão internacional, iniciando operações nos Estados Unidos com o objetivo primário de facilitar o acesso de investidores brasileiros ao mercado imobiliário americano. Essa iniciativa pretende simplificar o processo de investimento neste mercado, que movimenta cerca de US$ 47 trilhões por ano, e eliminar a burocracia tradicionalmente associada a esse tipo de transação. Com a nova infraestrutura, a organização estrutura ativos imobiliários para permitir que investidores brasileiros e estrangeiros invistam em imóveis nos EUA de maneira simplificada. Até o momento, o processo tradicional exigia que eles abrissem uma empresa nos EUA, uma LLC (Limited Liability Company), para poderem investir, o que envolvia diversos trâmites burocráticos e taxações complexas. A solução oferecida pela BlockBR elimina essa necessidade, permitindo que os investidores adquiram tokens RWA atrelados a frações dos imóveis americanos, diretamente no Brasil, em um processo tão simples quanto comprar um produto em uma loja. Com o objetivo de fornecer uma infraestrutura robusta a quem possui excelentes originações de ativos, soluções como esta beneficiam todas as partes envolvidas: do originador e assessor de investimentos até o investidor final. Esse processo, todo executado com a segurança e transparência da blockchain, reduz consideravelmente a burocracia e as barreiras de entrada para os investidores brasileiros, possibilitando que acessem o rentável mercado de imóveis americano. “A expansão da BlockBR para os Estados Unidos marca um passo significativo em nossa missão de, através de infraestrutura, oferecermos novos papéis a agentes de mercado e soluções via tokenização que facilitem o acesso a investimentos imobiliários globais”, afirma Cassio J. Krupinsk, CEO da BlockBR. “Estamos entusiasmados com a maturidade adquirida ao longo do tempo em poder construir e oferecer soluções, sempre comentamos que o token será apenas o veículo para que possa trafegar na rodovia chamada de infraestrutura!”, declara. Krupinsk prevê que a operação de internacionalização da BlockBR gere cerca de US$50mm em novos negócios nos próximos 12 meses. Ele explica que, para viabilizar a iniciativa, a empresa contou com um amplo time jurídico e de compliance, além de uma companhia parceira nos EUA, que estuda e atua no mercado imobiliário americano, seguindo todas as licenças e regulamentações necessárias para selecionar os ativos que interagem com a solução e o token. “Não há como construir carros velozes e eficientes para percorrer ruas cheias de pedras. Com a tokenização, ou você dirige um veiculo consumindo o que aparecer pela frente ou constrói estradas produzindo mais e mais veículos. Nossa escolha foi desde sempre dar autonomia a quem gera valor e segurança aos reguladores ”, explica.
- Hurst Capital lança operação com quatro artistas expoentes da arte
A Hurst Capital, maior plataforma de ativos alternativos da América Latina, acaba de lançar a mais nova operação de investimentos em obras de arte. Desta vez, a aposta é em artistas com diferentes padrões de valorização para que o capital fique diversificado em diferentes estratégias e mercados. Para isso, a Artes do Brasil, empresa do Grupo responsável pela gestão de ativos de obras de arte, adquiriu 8 obras - 2 de artistas contemporâneos estabelecidos e 6 de artistas (re)emergentes, para estruturar uma operação de investimento que tenha performance em diferentes prazos e cenários econômicos. “Para esta operação reunimos dois artistas contemporâneos consolidados: Vik Muniz e Ana Elisa Egreja. E dois artistas (re)emergentes, que tem uma produção extraordinária em décadas anteriores e estão recebendo atenção do mercado de arte atualmente: Niobe Xandó e Miguel dos Santos. É um portfólio formado por artistas com perfis diferentes, mas que apresentam a solidez de terem suas obras se valorizando mais de 10% ao ano. Além disso, os nomes escolhidos estarão em feiras e exposições nos próximos meses”, explica Ana Maria Carvalho, diretora de investimentos de obra de arte da Hurst Capital. Está é a segunda operação neste formato reunindo artistas muito diferentes. A primeira Fine Art I foi uma operação com 22 obras, incluindo desde o maior blue chip brasileiro Alfredo Volpi, até Amílcar de Castro e artistas contemporâneos jovens como Uyrá. Desta forma, Ana Maria garante que o investidor terá retorno independente de qualquer mudança na economia ou no mercado de arte. “Um artista blue chip pode entregar muito retorno mas leva mais tempo, enquanto os artistas jovens podem ter um alto retorno, ou na pior das hipóteses entregar 15% a.a. em um prazo mais curto, isto dá um equilíbrio muito bom”. A rentabilidade projetada para esta nova operação fica entre 16,31% (conservador) e 25,03% a.a. (otimista) em 24 meses. No cenário base, o percentual previsto é de 19,75% ao ano. O investimento mínimo é de R$ 10 mil e, tendo em vista o cenário base, ao final da operação o valor de resgate previsto é de R$ 14.340,06. “O investimento em obras de arte apresenta valorização constante com potencial de retornos elevados. É um ativo alternativo recomendável como forma de diversificação de carteiras de investimento, além do valor cultural e estético. O mercado de arte contemporânea em geral passa por momento de reaquecimento e agora é o momento ideal para os investidores aproveitarem e ganharem com esse boom”, destaca o CEO da Hurst Capital, Arthur Farache. As operações de investimento em obras de arte da Hurst Capital visam alto rendimento com segurança, tendo como fator de atenção, o prazo da liquidez, pois o momento certo de vender obra com alta rentabilidade, pode variar bastante. “O investimento em obras de arte requer análise e planejamento cuidadosos levando em consideração que o mercado apresenta diferentes comportamentos dependendo do artista, momento e região de comercialização”, lembra Farache. A Hurst já lançou 17 operações no segmento e destacam-se o alto retorno. Dentre elas destacam-se: Palatnik (27,5% a.a.); Judith Lauand (20,39% a.a.) e duas do Volpi (19,27% a.a. e 13% a.a.). Segundo o 27º relatório anual da Artprice by Artmarket, banco de dados francês de preços de arte online, publicado em outubro de 2023, em 23 anos o faturamento das obras de artistas ultra contemporâneos - nascidos após 1974 - saltou de US$ 14,9 milhões no primeiro semestre de 2000 para US$ 127 milhões em igual período de 2023. Os dois principais índices de valorização de Obras de Arte são (i) Mei and Moses, que apresenta o desempenho de obras comercializadas na Sotheby´s desde 1950, com média anualizada de 8,5% a.a. e (ii) índice Artprice100, cuja média anualizada é de 9% a.a., baseado no valor de venda de obras nas principais casas do mundo.
- Bancos devem contar com parceiros de tecnologia para acelerar adequação à resolução ligada ao risco de crédito
Em fevereiro de 2021, o Banco Central do Brasil estabeleceu um novo modelo de mensuração de provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito para os bancos por meio da Resolução CMN n° 4.966. Essa regulamentação, baseada na norma internacional IFRS 9, entrará em vigor dentro de alguns meses, em janeiro de 2025. O setor bancário está em processo de adequação a essa nova exigência, mas precisa acelerar o passo para entrar em conformidade, de acordo com o SAS, líder em IA e dados, que terá palestra sobre o tema em seu estande do evento Febraban Tech 2024, que acontece de 25 a 27 de junho, em São Paulo. A regulamentação traz um desafio, pois há novas variáveis que não eram incluídas no cálculo anterior. A análise, que antes se baseava puramente no histórico de crédito, agora deve considerar riscos projetados, como a capacidade futura de pagamento do cliente. Mesmo consumidores e empresas com bons ratings podem apresentar riscos de mercado a longo prazo, como é o caso de empresas inseridas em setores vulneráveis a mudanças macroeconômicas, por exemplo. “Um problema latente no processo de conformidade com a CMN n° 4.966 é a implantação tecnológica para análise de risco. O desenvolvimento interno de ferramentas tem se mostrado custoso e moroso. Nesse cenário, contar com parceiros tecnológicos tem sido a melhor opção”, afirma Pedro Zanela, Customer Advisor do SAS. “Com poucos meses para o prazo final da adequação, é importante a busca por tecnologias que possam se integrar aos sistemas”, aconselha. Por meio de soluções analíticas abrangentes e robustas, utilizando IA e machine learning (ML), os bancos podem acelerar a adequação à Resolução CMN 4.966. O uso do analytics também facilita a estimativa das perdas de crédito esperadas, algo fundamental no cumprimento da norma. Além dos desafios técnicos, a adequação pode ser enriquecida com a inclusão de variáveis de risco climático ao risco de crédito, avaliando fatores relacionados à emissão de carbono e sustentabilidade, critérios que afetam a longevidade de empresas e, em potencial, o seu grau de risco em crédito. A nova resolução também inclui novos modelos de documentos e ajustes na estrutura de contas. No Cosif, esses modelos e a estrutura revisada garantem que as instituições sigam um padrão unificado, melhorando a consistência e a precisão das informações contábeis. “Apesar do desafio, os bancos também podem contar com plataformas que possuem IA Generativa para a geração de dados sintéticos, contribuindo para preencher lacunas ocasionadas pela falta de histórico de dados”, explica Zanela. “Isso permite que os bancos tenham projeções próximas à realidade, e que satisfazem a nova regulamentação. O prazo para a transição à nova resolução está se tornando curto e é uma preocupação do Banco Central a aderência do sistema bancário brasileiro. Tudo isso é agravado pelos inúmeros detalhes de implementação que fazem parte do negócio na totalidade. SERVIÇO: FEBRABAN TECH 2024 25 a 27 de junho Transamérica Expo Center – Mais informações e inscrições Estande do SAS: D101 PALESTRA NO ESTANDE: 26 de Junho 15h40-16h: Resolução CMN nº 4.966: como transformar o desafio regulatório em oportunidades – Pedro Zanela Confira a agenda completa de palestras do SAS
- 5 dicas para quem quer investir pela primeira vez em criptomoedas
Investir pela primeira vez pode parecer uma jornada intimidadora, especialmente quando se trata de um mercado tão dinâmico quanto o das criptomoedas. No entanto, com as informações certas e uma abordagem cuidadosa, é possível começar a construir um portfólio sólido e aproveitar as oportunidades oferecidas por esse mercado em rápido crescimento. Aqui estão 5 dicas essenciais para investidores iniciantes: Pesquise antes de investir Antes de começar a investir, dedique tempo para estudar as criptomoedas disponíveis, compreendendo suas tecnologias, casos de uso e potencial de crescimento futuro. Uma compreensão sólida dos fundamentos do mercado de criptomoedas é essencial para tomar decisões informadas e evitar perdas significativas. Defina objetivos claros Estabeleça metas de investimento específicas, seja buscando ganhos a curto prazo ou planejando um crescimento de longo prazo. Ter objetivos bem definidos pode ajudar a orientar suas estratégias de investimento e manter o foco em suas necessidades financeiras individuais. Diversifique seu portfólio A volatilidade é uma característica intrínseca ao mercado de criptomoedas. Diversificar seu portfólio investindo em diferentes criptomoedas pode ajudar a mitigar riscos e a aproveitar diversas oportunidades de mercado. Mantenha-se informado O mercado de criptomoedas está em constante evolução, com novas moedas, tecnologias e regulamentações surgindo regularmente. Fique atualizado com as últimas notícias e tendências do mercado para poder adaptar suas estratégias de investimento conforme necessário. Escolha uma plataforma confiável Opte por plataformas de negociação respeitáveis, como a Bitybank, que possibilita que o usuário invista em criptomoedas em menos de 5 minutos, além de ter um cartão cripto internacional físico ou digital, com cashback em bitcoin e outras criptos. Investir em criptomoedas pode ser uma maneira bastante eficiente de diversificar o portfólio, mas requer uma abordagem estratégica e informada. Ao seguir essas dicas e utilizar recursos confiáveis, os investidores iniciantes podem navegar com mais confiança no mercado e potencialmente alcançar resultados positivos em seus investimentos.
- TQI impulsiona transformação digital com modernização de legados bancários e inovação em fintechs
Diante do cenário financeiro dinâmico de hoje, os bancos tradicionais estão acelerando o processo de modernização dos sistemas e para se manterem competitivos na oferta de produtos e serviços digitais. Esse movimento ocorre ao mesmo tempo em que fintechs ganham cada vez mais relevância no mercado, investindo em inovações que contribuem para evolução do sistema financeiro. No contexto da Agenda de inovação BC#, do Banco Central brasileiro, para promover a modernização, inclusão, competitividade e transparência no setor financeiro, iniciativas como Open Banking/Open Finance e Pix já impulsionam a transformação digital. E ainda estão previstas outras novidades dessa agenda, como a regulação de criptos ainda este ano e a regulamentação das stablecoins (criptomoedas lastreadas em algum outro ativo, como dólar e ouro). “Instituições financeiras com infraestruturas atualizadas estão mais bem posicionadas para inovar e competir. Isso inclui a capacidade de oferecer novos produtos e serviços digitais, aprimorando a experiência do cliente e mantendo-se competitivas no mercado. Soluções modernas permitem que os bancos e fintechs escalem suas operações de maneira eficiente, adaptando-se rapidamente às mudanças do mercado e às necessidades dos clientes”, afirma Mário Anseloni, Presidente e CEO da TQI – Tecnologia, Qualidade e Inovação Com 32 anos de experiência no mercado, a TQI é uma das patrocinadoras do FEBRABAN TECH 2024, o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro, que ocorrerá de 25 a 27 de junho de 2024, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP). Em linha com o tema central do evento "A jornada responsável na nova Economia da IA", a empresa traz em sua campanha a mensagem de que, embora desempenhe um papel crucial na transformação digital, a Inteligência Artificial sozinha não resolve todos os desafios da modernização tecnológica das instituições financeiras. “Uma abordagem holística é essencial, englobando a atualização de infraestruturas, integração de sistemas, automação de processos e implementação de soluções em nuvem. A TQI compreende que a modernização deve ir além da IA combinando tecnologia de ponta com práticas robustas de segurança, escalabilidade e conformidade regulatória, para garantir uma transformação sustentável e eficaz”, diz Cristiano Oliveira, Diretor de Operações da TQI. Infraestrutura atualizada O especialista destaca a necessidade urgente de atualizar infraestruturas tecnológicas para garantir eficiência operacional, segurança e inovação. A pesquisa Tecnologia Bancária 2023, realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), indica que 67% das instituições financeiras migraram parte de suas aplicações para nuvens privadas ou públicas. No entanto, muitas ainda têm menos de 50% de seus sistemas na nuvem, permanecendo fortemente dependentes de ambientes legados. “Sistemas antigos, frequentemente baseados em linguagens como COBOL, representam desafios significativos devido à escassez de profissionais qualificados e aos altos custos de manutenção e operação. Com sistemas modernos, as instituições financeiras podem lançar novos produtos e serviços mais rapidamente, melhorar a experiência do cliente e operar de maneira mais eficiente. Além disso, a modernização também fortalece a segurança cibernética, um aspecto crucial no setor financeiro para garantir a proteção de dados sensíveis”, reforça Cristiano Oliveira. Capacidade de inovação As fintechs, por sua vez, precisam inovar de forma ágil e eficiente. Nesse sentido, soluções customizadas permitem lançar produtos rapidamente no mercado, se adaptar às mudanças regulatórias e atender às expectativas dos clientes. Com expertise em desenvolvimento ágil, essas startups podem escalar suas operações e integrar-se facilmente ao ecossistema financeiro. “Para se manterem na vanguarda da inovação, as fintechs precisam adotar e integrar tecnologias emergentes. A parceria com empresas especializadas em tecnologia pode acelerar a implementação dessas soluções, garantindo que as fintechs não apenas atendam, mas também superem as expectativas dos clientes e reguladores”, avalia. 7 orientações essenciais para modernizar sistemas legados de bancos e inovar em fintechs Adote arquitetura de microserviços: Divida sistemas monolíticos em microserviços independentes. Isso facilita a escalabilidade, manutenção e permite atualizações incrementais sem afetar o sistema inteiro. Migre para a nuvem: Transfira aplicativos e dados para provedores de nuvem como AWS, Azure ou Google Cloud. Isso oferece maior flexibilidade, escalabilidade e segurança, além de reduzir custos operacionais. Utilize APIs para integração: Desenvolva APIs RESTful ou GraphQL para conectar sistemas legados com novos serviços e plataformas. APIs facilitam a interoperabilidade e a integração com tecnologias modernas. Implemente CI/CD: Adote práticas de Integração Contínua (CI) e Entrega Contínua (CD) para automatizar testes e implantações. Isso melhora a eficiência do desenvolvimento e reduz o tempo de lançamento de novas funcionalidades. Incorpore Inteligência Artificial e Machine Learning: Utilize IA e ML para aprimorar a segurança (como na detecção de fraudes), personalizar serviços ao cliente e otimizar processos internos. Essas tecnologias podem trazer vantagens competitivas significativas. Escalabilidade desde o Início: Projete suas soluções pensando em escalabilidade, para que possam crescer junto com a demanda sem perder eficiência ou qualidade. Adaptação às Normas Regulamentares: Mantenha-se atualizado com as regulações do setor financeiro e adapte suas operações para garantir conformidade e evitar penalidades. “Investir na modernização do legado e na inovação das fintechs não é apenas uma necessidade operacional, mas uma estratégia para garantir competitividade e conformidade em um mercado financeiro cada vez mais digital e regulamentado. A TQI está comprometida em acelerar o desenvolvimento de soluções que não apenas atendam, mas também antecipem as necessidades futuras das instituições financeiras, permitindo uma evolução contínua e sustentável no ambiente de tecnologia bancária”, diz Dorival Dourado, conselheiro da TQI.
- Transfero anuncia investimento na startup Notus Labs para impulsionar adoção de soluções DeFi no mercado brasileiro
A Transfero, empresa que integra sistemas bancário, cripto e financeiro por meio de soluções baseadas em tecnologia blockchain, anunciou um investimento estratégico na Notus Labs, startup dedicada ao desenvolvimento de soluções onchain que conectam o sistema financeiro tradicional (TradFi) com o mundo das finanças descentralizadas (DeFi). O investimento faz parte de uma rodada pré-seed de R$1.250.000,00 e tem como meta impulsionar a Notus no desenvolvimento de produtos que incentivem a adoção de blockchain e DeFi nos mercados B2B e B2C. A parceria não se limita apenas ao aporte financeiro — as empresas estão unindo forças para explorar e potencializar a infraestrutura da Transfero, incluindo o BRZ e suas operações de Banking as a Service in Crypto. A colaboração entre Transfero e Notus representa um marco significativo no fortalecimento do ecossistema blockchain, demonstrando o compromisso mútuo com a inovação e a transformação do sistema financeiro ao reforçar o papel fundamental da tecnologia blockchain na modernização e democratização das finanças globais. "Em breve teremos uma infraestrutura bancária ainda maior como IP, o que vai impulsionar a Notus a criar novos produtos e soluções a partir desses serviços. Ao mesmo tempo, vamos entendendo como podemos melhorar para entregar mais valor para parceiros estratégicos como a Notus. O mais importante é que parcerias como essa reforçam o papel da tecnologia blockchain na transformação do sistema financeiro", ressalta Claudio Just, CEO da Transfero Ventures. Para a Notus, o momento é oportuno para trazer inovações de ponta para o mercado e embarcar novos usuários a adotarem soluções Web3 em seu dia a dia. A startup anunciou recentemente o lançamento da Chainless, aplicativo mobile integrado com PIX que facilita a entrada de investidores novos ao mundo dos criptoativos. A solução, desenvolvida com a tecnologia de Account Abstraction, simplifica operações na blockchain, abstraindo mecanismos complexos normalmente atribuídos às operações com criptomoedas, como o gerenciamento de chaves privadas, criação de wallets autocustodiais e investimento em ativos multichain, além de garantir depósitos e saques rápidos via PIX por meio da infraestrutura da Transfero. "Com o apoio da Transfero, estamos prontos para revolucionar o mercado financeiro, trazendo inovações que vão desde operações diárias até investimentos complexos em ativos digitais, aproveitando a liquidez onchain dos protocolos DeFi", afirma Kevin Voigt, CEO da Notus. "Acreditamos que o futuro é onchain, onde a composability das soluções DeFi oferece uma vantagem significativa sobre as soluções centralizadas, como corretoras.", completou. A Notus planeja expandir as funcionalidades da Chainless para incorporar serviços financeiros cotidianos, como pagamentos do dia a dia, emissão de cartões de crédito e investimentos tradicionais, tudo operado integralmente no ambiente onchain. Esta abordagem destina-se a oferecer as funcionalidades típicas dos bancos convencionais, porém com a eficiência, transparência e segurança proporcionadas pela tecnologia blockchain. O objetivo é que esses serviços se integrem de tal forma que os usuários obtenham benefícios significativos sem necessariamente perceberem a complexa tecnologia subjacente. “Nosso objetivo é posicionar a Chainless como o Nubank das finanças descentralizadas, e enxergamos a infraestrutura da Transfero como fundamental para criar essa ponte robusta entre os sistemas financeiros tradicional e descentralizado. Nisso, tecnologias como o PIX e stablecoins - especialmente o BRZ, irão desempenhar um papel chave para consolidar uma experiência financeira integrada e acessível ao mercado brasileiro”, destaca Kevin. Com vistas ao segmento B2B, a Notus também oferece APIs e Kits de Desenvolvimento derivados da tecnologia Chainless que capacitam empresas a integrar e gerenciar ativos digitais utilizando o modelo Wallet as a Service, sem a necessidade de expertise prévia em blockchain para implementação. Integradas ao PIX e com suporte completo para DeFi, essas soluções proporcionam uma entrada fácil a instituições que desejam explorar soluções onchain em seu negócio.














