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  • Diebold Nixdorf lança BanCash Safe para gestão centralizada de cofres inteligentes e tesoureiros eletrônicos durante Febraban Tech 2024

    A Diebold Nixdorf, líder mundial em impulsionar e conectar o comércio para os segmentos de bancos e varejo, anuncia lançamento do software BanCash Safe, desenvolvido especialmente para a gestão centralizada de múltiplos cofres inteligentes e tesoureiros eletrônicos, com funcionalidades avançadas de gerenciamento, monitoramento e segurança para instituições financeiras. O lançamento será feito no Brasil no estande da empresa durante o Febraban Tech 2024, principal evento financeiro do país, que acontece nos dias 25, 26 e 27 de junho, no Transamerica Expo Center (SP). O lançamento do BanCash Safe representa um avanço muito importante para o setor financeiro, no qual a segurança e a eficiência operacional são essenciais. Com a crescente demanda por soluções que protejam os ativos e melhorem a produtividade, o BanCash Safe surge como uma ferramenta importante para instituições que buscam manter-se à frente em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico. O BanCash Safe possui autenticação biométrica, encriptação de dados e controle de acesso baseado em permissões, que asseguram que apenas usuários autorizados possam interagir com a solução. Esses componentes críticos para proteção contra fraudes e acessos não autorizados elevam a segurança a um novo patamar. Uma das principais inovações da solução é a capacidade de acompanhamento contínuo das operações, com alertas instantâneos para atividades suspeitas, assegurando uma resposta rápida e eficaz. Além disso, o software é integrado com a solução de monitoramento Vynamic View da Diebold Nixdorf, otimizando a visibilidade sobre a performance das máquinas e identificando de forma proativa possíveis falhas antes que elas se tornem críticas. "Estamos entusiasmados em lançar o BanCash Safe no Febraban Tech 2024," diz Vicente Junqueira, Head de Software de Delivery Banking da Diebold Nixdorf no Brasil. "O software foi projetado para transformar a gestão de cofres inteligentes e tesoureiros eletrônicos, potencializando segurança enquanto proporciona aos usuários eficiência operacional, com total visibilidade em tempo real das operações. A integração com o Vynamic View oferece uma camada adicional de monitoramento, garantindo que possam operar com total confiança e tranquilidade." Visitantes do estande da Diebold Nixdorf no Febraban Tech terão a oportunidade de conhecer de perto e explorar detalhadamente as diversas funcionalidades do BanCash Safe, podendo conferir como a tecnologia impacta de maneira positiva e única os processos desenvolvidos dentro dos bancos. Anote em sua agenda: Diebold Nixdorf – FEBRABAN TECH 2024 25, 26 e 27 de junho – Transamerica Expo Center, São Paulo (SP) Estande: B49

  • Febraban Tech 2024: o que esperar do mercado financeiro para os próximos anos?

    Na próxima semana, São Paulo recebe o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro, o Febraban Tech 2024, que promete reunir vários players do mercado para debater sobre temas atuais de economia digital e novos recursos e avanços da inteligência artificial. Conforme a pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2024, realizada pela Deloitte e Febraban, 83% dos bancos estão comprometidos com uma agenda de transformação contínua, priorizando a experiência do cliente como forma de diferenciação e direcionando os investimentos em tecnologia para este propósito. A pesquisa também aponta que a indústria bancária continua a investir em tecnologia, alcançando 104% de orçamento em oito anos, priorizando investimentos em dados, segurança cibernética e experiência do cliente. Esses aportes podem chegar a R$47,4 bilhões e serão fundamentais para manter a competitividade e impulsionar o crescimento no atual cenário econômico, destacando o compromisso do setor com a inovação e a excelência operacional. Com o crescimento do setor e os investimentos em tecnologia e nas novas ferramentas de inovação, reunimos 6 temas que prometem se destacar durante o Febraban e no mercado bancário nos próximos anos, confira! Cross Industry O conceito de Cross Industry refere-se à integração e colaboração entre diferentes setores para criar novas oportunidades de negócio e inovação. Com a digitalização e a disponibilidade crescente de dados, indústrias que antes operavam isoladamente agora podem se conectar e explorar sinergias que antes eram inimagináveis. No cenário do Open Finance e Open Insurance, essa integração se torna ainda mais crucial, considerando que a troca e uso de dados entre esses setores estão redefinindo a forma como produtos e serviços são oferecidos e consumidos no mercado. Para o Diretor de Negócios da Lina Open X, Murilo Rabusky, a abertura de dados financeiros e de seguros permite uma visão precisa do perfil dos clientes e possibilita a criação de soluções personalizadas e eficientes. “Empresas que conseguirem aproveitar essa interconexão terão uma vantagem competitiva significativa, podendo oferecer produtos e serviços que atendam melhor às necessidades dos consumidores”, acrescenta. Open Finance O Open Finance, uma iniciativa do Banco Central, oferece aos consumidores a oportunidade de consolidar todas as suas informações financeiras em um só lugar, proporcionando uma visão abrangente de suas finanças e facilitando a tomada de decisões. “À medida que o conceito e os benefícios do Open Finance são entendidos, cresce a disposição dos brasileiros em compartilhar seus dados financeiros. Isso reflete no rápido crescimento do Open Finance no Brasil”, destaca o CEO da Lina Open X, Alan Mareines. Números afirmam a fala do CEO, após o Open Finance ultrapassar a marca de 42 milhões de usuários e possuir uma melhor adesão por parte dos bancos, instituições de pagamento, cooperativas de crédito e fintechs. O aumento significativo na adoção é uma consquência da crescente compreensão de seus benefícios e funcionalidades. Pix O Pix, plataforma de pagamentos instantâneos desenvolvida pelo Banco Central do Brasil, tem se destacado pela agilidade e eficiência nas transações. Em três anos de existência, movimentou R$29,7 trilhões em 66,5 bilhões de transações, conforme a autoridade monetária, e se consolidou como a forma de pagamento mais utilizada pelo brasileiro — isso representa uma média de R$27,5 milhões movimentados por dia. A agilidade do Pix já registrou mais de 150 milhões de transações diárias, e 99% delas são liquidadas em pouco mais de um segundo. Segundo Mareines, “O Pix e o Open Finance caminham lado a lado porque ambos estão centrados na transformação digital e na criação de um ecossistema financeiro mais dinâmico e acessível a todos.” Inteligência Artificial A inteligência artificial vem mostrando sua importância em diversos segmentos, e no mercado financeiro não é diferente. O uso dessa tecnologia no mercado financeiro pode ser visto nas aplicações de biometria facial e chatbots, sendo utilizado entre os principais bancos, conforme o levantamento, que destaca que estas tecnologias trazem segurança, eficiência nas operações e atendimentos cada vez mais personalizados. De acordo com  o estudo da Juniper Research, espera-se que os gastos globais com chatbots devam alcançar US$ 72 bilhões até 2028. Além disso, diversos bancos, principalmente os digitais, já utilizam a tecnologia de biometria facial nas operações via aplicativo.“A IA tem sido explorada por grandes empresas mundiais há muito tempo e justamente por isso, hoje, podemos ter acesso a serviços que utilizam a tecnologia e viabilizam a democratização da digitalização financeira. Esta é uma tecnologia que pode impulsionar o crescimento e o desenvolvimento em todos os setores, e não é diferente no setor financeiro”, destaca, Murilo Rabusky. Drex A nova moeda digital brasileira tem nome e previsão de liberação para o uso da população.  A Drex deve ser liberada ao público no final de 2024, e nada mais é do que uma nova representação do Real, só que 100% disponível em uma plataforma digital. Ou seja: o Drex é o Real, mas em plataforma digital. Esta moeda deve ter utilidades parecidas às do sistema de pagamentos instantâneos, o PIX, mas há diferenças importantes entre elas, como a possibilidade de compra e venda de títulos públicos, por exemplo. “A transformação digital já é uma realidade, avança ano a ano, e vem para  elevar o nível do mercado no país, além de democratizar o acesso aos serviços bancários. O Brasil já é referência mundial em Open Finance, conta com uma tecnologia avançada como o Pix, que também é referência no mundo, e tanto o cliente quanto o mercado só têm a ganhar. As instituições precisam cada vez mais explorar de forma inteligente as oportunidades que surgem com os avanços tecnológicos, e o horizonte se mostra positivo”, conclui Alan Mareines.

  • IA generativa traz produtividade e agilidade ao setor financeiro

    O SAS, líder em dados e IA, participa do FEBRABAN TECH 2024, de 25 a 27 de junho, em São Paulo, com um estande de 50 metros quadrados. A empresa levará ao evento as últimas novidades de dados e IA para o setor financeiro, com palestras e demos focadas no uso da IA generativa para garantir produtividade na gestão de risco, prevenção a fraudes, relacionamento com os clientes, e a necessidade de ter uma inteligência unificada para tomada de decisões, entre outros temas. Ter uma IA confiável é fundamental para garantir que os bancos desenvolvam e implementem estratégias de IA de forma ética, por isso o tema também está na agenda. Além disso, para o SAS, dados e IA podem ajudar empresas do setor financeiro a melhorar a tomada de decisões, mas é preciso ter uma visão integrada e unificada para atingir melhores resultados. “Os bancos têm, hoje, mais dados do que nunca. Usar essas informações de forma integrada, com uma inteligência unificada, dá aos executivos uma visão única dos clientes, permitindo a tomada de decisões mais rápidas e mais eficientes”, analisa Andre Novo, Country Manager do SAS no Brasil. Pensando nisso, no primeiro dia do evento, às 14h20, haverá uma palestra no estande do SAS com o tema “Inteligência unificada: revolucionando a tomada de decisão na era da IA generativa”, com Ricardo Saponara, líder da prática de Prevenção a Fraudes, Abusos, Desperdícios e Crimes Financeiros para a região Américas do SAS. A palestra abre as apresentações de 20 minutos que ocorrerão no estande ao longo dos três dias, totalizando dez temas diferentes (confira programação completa abaixo e saiba mais aqui). IA generativa aplicada ao risco de crédito, prevenção a fraudes e ao marketing bancário também são destaques na agenda de palestras. Um estudo recente do SAS constatou que organizações norte-americanas demonstram entusiasmo com o potencial da IA generativa para aumentar a produtividade dos negócios e das pessoas, mas os líderes veem ainda falta de entendimento sobre o tema. O objetivo das apresentações é diminuir essa lacuna no setor financeiro e trazer conhecimento sobre como a IA pode trazer benefícios, na prática. Além disso, o Relatório de Benchmarking de Tecnologia Antifraude de 2024 do SAS, em parceria com a Associação de Investigadores de Fraudes Certificados (ACFE), mostra que globalmente 83% dos profissionais antifraude planejam incluir a IA Generativa em seu arsenal antifraude nos próximos dois anos. Na América Latina, 46% pretendem adotar IA e machine learning nos próximos 2 anos, percentual maior que o global (32%). Nesse ritmo, o uso de IA/ML em programas antifraude praticamente triplicará até o final do próximo ano. “É essencial que organizações que querem se manter competitivas e relevantes entendam o potencial da genAI. Neste cenário, a escolha das ferramentas e fornecedores de IA deve ser guiada pelas necessidades reais da organização, e os tomadores de decisão precisam selecionar plataformas que sejam escaláveis e integradas facilmente às operações existentes”, orienta Andre Novo. Também estarão presentes no estande do SAS os parceiros GMW consultoria, KPMG, PMGT, Vert Analytics e Viwsec. Agenda de palestras no estande do SAS no FEBRABAN TECH 2024 25 DE JUNHO 14h20-14h40: Inteligência unificada: revolucionando a tomada de decisão na era da IA generativa – Ricardo Saponara 15h40-16h: Transformando o risco de crédito com IA generativa – Jackelyne Reis 17h-17h20: Pontes para a segurança: colaboração entre governo, instituições e tecnologia – Mauro Souza 26 DE JUNHO 11h40-12h: Como inovar com IA responsável e ética – Larissa Lima 14h20-14h40: SAS Viya Copilot e SAS Data Maker levam IA generativa para o dia a dia do desenvolvedor – Igor Dsiaducki e Lucas Caetano 15h40-16h: Resolução CMN nº 4.966: como transformar o desafio regulatório em oportunidades – Pedro Zanela 16h40-17h: O que é retail media e como os bancos podem explorar seu potencial – Lyse Nogueira 27 DE JUNHO 14h-14h20: Como a IA generativa está revolucionando o marketing bancário – Lyse Nogueira 15h-15h20: Ambiente analítico sob demanda e self service com SAS Viya Workbench – Diego Costa e Mônica Tanaka 16h-16h20: IA generativa na investigação de casos suspeitos de fraude – Ricardo Saponara SERVIÇO FEBRABAN TECH 2024 25, 26 e 27 de junho Transamérica Expo Center SAS – Estande D101 https://www.febrabantech.com/

  • De uma boa ideia na faculdade a uma Fintech com 40 milhões de faturamento

    Eles eram colegas de faculdade e já pensavam em empreender, mas foi quando perceberam como era burocrático para regularizar uma empresa que veio a ideia de criar um serviço que até então não existia. Uniram tecnologia e contabilidade e assim nasceu a primeira empresa de contabilidade online do Brasil. A empresa foi fundada basicamente por alunos formados na faculdade de ciência da computação da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e que não sabiam nada de contabilidade, mas entendiam tudo de tecnologia: Marlon Freitas, Rafael Caribé, Rafael Viana, Adriano Fialho e Ernesto Amorim e Alberto Vila Nova Batizada de Agilize, começou como startup, em Salvador, na Bahia. O início não foi fácil! Primeiro tiveram que explicar para os clientes que era possível ter um serviço de contabilidade online e depois precisavam de um suporte financeiro. A empresa teve a oportunidade de participar de dois processos de aceleração- Google Launchpad Accelerator e Endeavor -, até que veio o sonhado aporte e o negócio ganhou a celeridade que precisava, para atingir o propósito inicial que era ajudar os empreendedores. Hoje são mais de 20 mil empresas na carteira de clientes. Presente em todos os estados do país no atendimento a empreendedores de serviços e comércio, a Agilize alcançou a marca de R$ 40 milhões em faturamento no ano de 2023.  E mais de 10 mil empresas já foram abertas no Brasil com o apoio da Fintech. “Hoje já temos mais de 300 colaboradores sonhando junto com a gente e realizando. Acabamos ajudando o empreendedor em todo o processo, desde a construção de um plano de negócio, como reduzir a carga tributária, como ele pode vender mais, atrair clientes, como fazer marketing. A gente investe muito nessa educação do empreendedor. E ainda temos um potencial imenso de mercado para aumentar esses números”, afirma Marlon Freitas, fundador e CMO da Agilize. Em relação ao futuro, o executivo da Agilize enfatiza a importância de manter a parceria com os clientes como uma das características mais evidentes dos serviços. “Somos educadores do empreendedor brasileiro. Nossos projetos estão direcionados para entender as dores dele, de modo que tenha sucesso e um parceiro em todos os momentos. Estamos lidando com sonhos, expectativas e ambições, gerando cada vez mais essa conexão”, explica o CMO.

  • Startup de análise de investimentos faturou R$ 30 milhões e prevê chegar a R$ 1 bilhão em 3 anos

    A Anova Research, startup de análise de investimento atrelada à tecnologia financeira, está em uma crescente desde o último ano. Com implementação Beta no Banco BTG, a organização busca facilitar a análise nas ações da Bolsa de Valores para os investidores pessoas físicas, com uma metodologia diferenciada das casas tradicionais, onde informa que acontecimentos do cotidiano não são o impacto principal na queda e alta das ações - filosofia de Richard Demile Wyckoff. Para esse ano, após testes, expande negócios para os maiores players do mercado, como XP Investimentos, Genial Investimentos e Bradesco, com uma previsão de faturamento de R$1 bilhão em três anos. No último ano, a Anova Research faturou R$30 milhões sob gestão. Além disso, com a tecnologia inovadora no mercado de investimentos, para aprimorar a integração IA com o cotidiano dos usuários, a empresa também disponibiliza o acesso guiado a relatórios e projeções de mercado diretamente pelo WhatsApp. Além de responder perguntas, a plataforma possibilita análises mais profundas e personalizadas, oferecendo aos investidores a capacidade de realizar consultas dinâmicas e acessar dados financeiros de empresas listadas na bolsa. Para os próximos meses, a startup, sediada em Brasília, prevê chegar a outras regiões com escritório próprio, como São Paulo, Gramado, Porto Alegre, Maceió e Brasília, ampliando hub para Anova Welth Strategy. “Essa é uma estratégia para atingirmos números tão expressivos nos próximos anos. Acreditamos que as casas de análise tradicionais não buscam ensinar seus usuários como investir e analisar os gráficos reais da Bolsa. Nossa missão é ensinar, além de desvincular nossos clientes em fiéis ações que identificamos não ser a melhor para o momento atual” , afirma Paulo Martins, CEO e fundador da Anova Research. Segundo relatório da B3, em dezembro de 2022, eram 17,2 milhões de pessoas na bolsa – um ano depois, esse número chegou a 19,1 milhões, com um crescimento de 11% de investidores no Brasil. "Nosso objetivo com a Anova Research é capacitar os investidores a maximizar seus rendimentos, oferecendo uma ferramenta que potencializa a eficácia na gestão de investimentos”, conclui Martins.

  • 5 motivos para apostar no reconhecimento facial como meio de pagamento

    Imagine uma realidade onde comprar é tão simples quanto sorrir. Com seu poder de identificação preciso, o reconhecimento facial oferece uma série de benefícios que não apenas simplificam as transações, mas também protegem os consumidores contra fraudes. Essa inovação utiliza características físicas únicas do rosto para verificar a identidade de um indivíduo,  empregando algoritmos complexos para analisar e comprovar padrões faciais específicos, oferecendo um nível alto de segurança e precisão. Além de sua eficácia na prevenção de manobras criminosas e fraudes, a ferramenta quando utilizada como meio de pagamento, também proporciona uma experiência mais rápida e sem atritos. Com a verificação instantânea da identidade da pessoa, os processos de transações se tornam mais eficientes, reduzindo o tempo de espera e melhorando a satisfação do consumidor. “Os sistemas de reconhecimento facial como forma de pagamento tornaram-se mais acessíveis e integráveis, permitindo que instituições financeiras de todos os tamanhos implementem essa tecnologia em suas operações. Com a sua implementação cuidadosa e responsável é possível promover a equidade do setor financeiro como um todo”, aponta Eládio Isoppo, CEO da Payface, empresa líder de pagamentos por reconhecimento facial. Mas se ainda há dúvidas, confira abaixo, 5 motivos para apostar nessa tecnologia como meio de pagamento, seja você o consumidor final ou empresa. 1 - Identificação precisa O reconhecimento facial utiliza características únicas do rosto de um indivíduo para autenticar sua identidade. Diferentemente de senhas ou códigos PIN, que podem ser esquecidos, roubados ou replicados, os traços faciais são praticamente impossíveis de serem falsificados, garantindo uma identificação altamente segura e inviolável. 2- Resistência à fraude O reconhecimento facial é menos suscetível a falsos positivos em comparação com outros métodos de autenticação. Ao contrário de impressões digitais, por exemplo, que podem ser afetadas por fatores como sujeira ou umidade, a ferramenta oferece uma taxa muito baixa de falsos positivos, garantindo uma autenticação precisa e confiável em cada transação. 3 - Verificação Contínua Ao contrário de métodos tradicionais de autenticação, como senhas ou cartões de crédito, que são utilizados pontualmente durante a transação, o reconhecimento facial pode ser verificado continuamente nos momentos de compra. Isso significa que a identidade do usuário pode ser confirmada durante o processo de pagamento, reduzindo significativamente o risco de transações fraudulentas e disputas por valores. 4 - Experiência aprimorada Além de fornecer segurança robusta, o reconhecimento facial também melhora a experiência do cliente  durante as transações. Com a necessidade mínima de intervenção manual, os pagamentos se tornam mais rápidos, convenientes e intuitivos, eliminando a frustração associada à digitação de senhas ou à inserção de cartões. 5 - Adaptação à Era Digital Com o aumento das transações digitais e móveis, o reconhecimento facial se destaca como uma solução ideal para garantir a segurança e conveniência dos pagamentos nesses ambientes. Sua integração perfeita com dispositivos móveis e aplicativos financeiros permite uma autenticação rápida e segura, alinhada com as demandas e expectativas dos consumidores modernos.

  • Além do Nubank: Saiba como encontrar outras opções de Contas Digitais para você ou para o seu negócio

    O Nubank se destacou como uma das principais fintechs no Brasil, revolucionando a forma como lidamos com nossas finanças pessoais e empresariais. No entanto, o mercado de contas digitais é vasto e oferece diversas opções que podem se adequar ainda melhor às suas necessidades específicas. Neste artigo, vamos explorar alternativas ao Nubank e mostrar como a Fincatch pode ser a solução ideal para ajudá-lo a encontrar a melhor conta digital, seja para uso pessoal ou para o seu negócio. Por que Considerar Outras Opções Além do Nubank? Apesar da popularidade e da ampla gama de serviços oferecidos pelo Nubank, é importante lembrar que cada pessoa e cada empresa tem necessidades únicas. Outras instituições financeiras digitais podem oferecer vantagens como taxas mais baixas, funcionalidades exclusivas, melhor atendimento ao cliente ou integração com outras ferramentas financeiras que são cruciais para você ou para o seu negócio. Como a Fincatch pode te ajudar de maneira 100% gratuita? A Fincatch foi criada para ajudar usuários, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, a encontrarem as opções de fintechs que atendam às suas necessidades. Desta forma, a plataforma lista todas as fintechs operantes no Brasil, categoriza elas em função da solução principal e gera um ranking 100% dinâmico, em função das avaliações da comunidade. Desta forma, por exemplo, na busca por uma conta digital para você ou para o seu negócio, você pode acessar o site e navegar pela categoria Contas Digitais, filtrando-as em contas digitais pessoais ou empresariais. A partir disso, você verá o ranking em tempo real destas fintechs e poderá ver, na página de cada uma delas, qual a opinião dos usuários em função de diversos parâmetros, como por exemplo atendimento, taxas, produtos e serviços oferecidos e confiança na solução. Em relação às contas digitais, a plataforma conta com 154 opções para você conhecer e comparar! Benefícios da Fincatch 1. Economia de Tempo: Ao centralizar todas as informações em um único lugar, a Fincatch economiza o seu tempo, eliminando a necessidade de pesquisas extensivas e comparações manuais. 2. Imparcialidade: As notas das fintechs e a formação do ranking se dá a partir das avaliações da comunidade, sendo ponderadas num algoritmo estatístico que considera recência das avaliações, quantidade de avaliações, NPS. Inclusive fica o convite para você contribuir com as avaliações, pois, afinal de contas, quanto mais, melhor! 3. Solução gratuita: O acesso às avaliações e aos rankigs são 100% gratuitos! 4. Suporte Especializado: A equipe de especialistas da Fincatch está disponível para fornecer suporte e orientação durante todo o processo de escolha e abertura de conta, garantindo que você encontre a solução mais vantajosa para suas finanças pessoais ou empresariais. Explorar opções além do Nubank pode trazer inúmeros benefícios, seja para sua vida pessoal ou para o seu negócio. Com a ajuda da Fincatch, você pode encontrar a conta digital que melhor se adapta às suas necessidades, aproveitando todas as vantagens que as fintechs modernas têm a oferecer. Descubra hoje mesmo como a Fincatch pode transformar sua gestão financeira, ajudando você a encontrar a solução ideal de forma rápida e eficiente.

  • SCR: Decisões judiciais reforçam que a inserção de débito em plataformas não constitui negativação

    Recentes decisões judiciais abordando ações contra instituições financeiras destacaram a relevância e a legalidade do Sistema de Informações de Crédito do Banco Central (SCR). Nos três casos analisados, os autores buscaram indenização por danos morais e a exclusão de seus registros no SCR, alegando falta de notificação prévia sobre suas inclusões no sistema. Os Magistrados, em suas sentenças, salientaram que as instituições financeiras originárias das operações de crédito têm o dever legal de remeter ao Banco Central as informações das operações de crédito que superem R$ 200,00 (duzentos reais), independente da concordância do tomador do crédito, e não configura dano moral, visto que as informações registradas no SCR eram precisas e verídicas. Além disso, enfatizaram que a responsabilidade pela notificação de devedores recai sobre os órgãos mantenedores dos cadastros de crédito, conforme a Súmula 359, do STJ. Estes casos ressaltam a importância do SCR na manutenção da estabilidade financeira e demonstram que a inserção de dados no sistema, de acordo com as normativas, não configura qualquer ato ilícito, pelo contrário auxilia na identificação de operações de crédito atípicas, prevenindo crises financeiras e beneficiando a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Dessa forma, reforçam a compreensão de que o SCR é uma ferramenta crucial para a gestão de riscos e a promoção da concorrência no mercado de crédito. Para a Dra. Kelly Pinheiro, Sócia-Diretora da Eckermann | Yaegashi | Santos - Sociedade de Advogados, escritório responsável pela defesa das partes requeridas nos casos, “o SCR é uma ferramenta crucial para a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional, e sendo a inclusão do dados no sistema um dever legal, que visa o bem comum, não há como imputar qualquer responsabilidade as instituições financeiras por tal prática”.

  • "Me dá um dinheiro aí": royalties musicais de Moacyr Franco viram operação de investimentos

    Com um acervo diversificado que vai desde marchinhas de carnaval ao gênero sertanejo e trilha sonora de novela, Moacyr Franco, acaba de negociar seus royalties musicais que se transformaram em operação de investimentos. O catálogo foi adquirido pela MUV Capital, originadora de ativos alternativos pertencente ao ecossistema Hurst, responsável por securitizar a estrutura de Oferta Pública para investimento através de sua plataforma. Durante sua carreira, Moacyr Franco compôs diversas obras musicais, incluindo a famosa marchinha de carnaval “Me dá um Dinheiro Aí”. Na década de 80 e 90, compôs músicas que se tornaram clássicos do sertanejo, entre elas “Ainda Ontem Chorei de Saudade” e “Se Eu Não Puder Te Esquecer”, interpretadas pela dupla João Mineiro e Marciano. Em 2003, teve uma de suas composições gravadas por Rita Lee: “Tudo Vira Bosta”, que posteriormente fez parte da trilha sonora da novela “Senhora do Destino”, exibida em 2004 pela TV Globo. “Quando conheci a MUV através de outros artistas e compositores, vi que a oportunidade de ter um parceiro capaz de potencializar e organizar o meu catálogo musical era de extrema importância. No futuro, o resultado da administração das obras musicais é um investimento que só é viável por acreditar no benefício de repassar o catálogo”, ressalta Moacyr Franco. Segundo ele, para os artistas e compositores é uma oportunidade de liquidez imediata somado ao investimento de ter o catálogo gerenciado por uma empresa confiável. “Atualmente, percebe-se a movimentação desse mercado na busca de novos catálogos, é uma boa hora para os artistas que buscam esse tipo de parceria. Artistas multifuncionais como eu, possuem certa dificuldade em administrar e ampliar os recebimentos de suas obras, tendo isso em vista, o mais importante é escolher um parceiro que te dê segurança no processo”, destaca. Com uma taxa de retorno estimada em 21,04% ao ano e prazo de investimento de 36 meses, a rentabilidade da operação advém do número de execuções das obras que a compõem. “Cada vez que uma música que integra o catálogo dessa operação é executada, o pagamento dos royalties musicais é direcionado aos titulares dos direitos. Em resumo, os artistas vendem uma parte de seus ganhos futuros gerados por seu catálogo musical aos investidores em troca de um pagamento fixo”, informa a COO da MUV Capital, Ana Gabriela Mathias. Ela explica que a securitização é uma prática financeira que envolve a conversão de futuros fluxos de ativos, como os royalties musicais, em valores mobiliários negociáveis. O CEO da Hurst Capital, Arthur Farache, lembra que, além da diversificação, o grande diferencial deste tipo de investimento é a descorrelação com a bolsa de investimentos tradicional e o recebimento de renda passiva ao longo do período investido. “O desempenho do mercado fonográfico é pouco afetado em momentos de incertezas político-econômica, característica que o torna bastante atrativo. Além disso, o investidor poderá ter uma renda mensal passiva durante os meses em que os Certificados de Recebíveis permanecerem em vigor”, ressalta. O mercado global fonográfico apresenta um exponencial crescimento de receita, que o torna um espaço favorável para novos investimentos. Segundo dados do IFPI, a receita total do mercado fonográfico global em 2023 somou aproximadamente US$ 28.6 bilhões ao registrar 10,2% de crescimento no seu nono ano consecutivo de expansão.

  • MB lança cesta inteligente: estratégia prática para investir em criptoativos

    O Mercado Bitcoin (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, lançou nesta segunda-feira (17) a Cesta Inteligente, funcionalidade que automatiza investimentos em criptoativos. A novidade se destaca pela operacionalização: de forma distinta à Carteira Recomendada do MB, a ferramenta conclui funções de compra e venda dos ativos, a cada 30 dias, diante da volatilidade do mercado. A Cesta Inteligente auxilia de forma tecnológica nas operações, automatizando uma estratégia de investimento, de modo a reduzir as preocupações do cliente em identificar o momento certo para realizar negociações. Trata-se de um formato de investimento simples, eficiente e prático, que promove a diversificação das carteiras. As escolhas dos ativos são feitas por especialistas do MB Research, segmento de pesquisa do MB que analisa diariamente as movimentações de mercado. A nova funcionalidade é direcionada a todas as pessoas que querem investir com praticidade, automatizar uma estratégia e ainda acompanhar a sugestão dos especialistas desse mercado. Dentro do aplicativo do MB é possível encontrar inúmeras cestas disponíveis. “Uma estratégia de investimento para navegar nas oportunidades da Web3 depende de estudo e compreensão do mercado como um todo – tanto tradicional, quanto de criptoativos. Enquanto o cliente não tem essa visão analítica, ele perde tempo por não se sentir seguro em dar o próximo passo. Com a Cesta Inteligente, buscamos resolver essa dor e entregar um dos pontos mais importantes na jornada de investimento: autonomia”, comenta Rony Szuster, analista do MB Research. O produto se destaca pela tecnologia de automatizar as negociações e pela composição de ativos que é sugerida por especialistas. Além de proporcionar eficiência e praticidade, uma vez que a ferramenta tende a simplificar a jornada do cliente. Ainda que não seja possível garantir um ganho de rentabilidade, a ferramenta é responsável por reunir as melhores escolhas em criptoativos, sob análise criteriosa de profissionais que lidam diariamente com as oscilações de mercado e, por isso, conseguem entendê-las de forma mais previsível. A novidade já está disponível no aplicativo do MB, neste link.

  • Hurst distribui os lucros da cesta de criptomoedas blue chips

    Hurst Capital, maior plataforma de ativos alternativos da América Latina, iniciou em 12 de junho o pagamento aos investidores da rentabilidade referente à venda da criptomoeda BNB, que integrou o conjunto de operações Crypto Basket Blue Chips, cuja originação ficou a cargo da Borum Finance, empresa especializada em investimentos em criptomoedas, responsável por toda a pesquisa e estruturação. Iniciada em 2022, ela foi dividida em nove distintas captações, cada uma composta por seis diferentes criptoativos, sendo os outros cinco: Bitcoin, Ethereum, Cardano, Solana e Polkadot. A liquidação da criptomoeda BNB aconteceu no dia 6 de junho, ao preço unitário de R$ 3.764,19. A valorização do criptoativo atingiu o seu valor-alvo no momento da estruturação do ativo, mas a diferença entre os retornos obtidos do investidor é a data de início da operação e, portanto, o seu preço de compra. Por exemplo, quem participou da primeira operação (Blue Chips I), obterá retorno de 39,07%. Já para a sétima (Blue Chips VII) a rentabilidade ficou em 141,87%. Vale ressaltar que as operações Crypto Basket (Blue Chips de I a IX) não foram liquidadas por inteiro. De todas as moedas que compunham a cesta, já foram vendidas a Luna (liquidada antes do crash, mas que só integrou o pacote nas três primeiras etapas), o Bitcoin e agora a BNB. A operação continua com as moedas digitais restantes: Ethereum, Cardano, Solana e Polkadot. “A BNB bateu o preço alvo e por esta razão a liquidação automática ocorreu, o que trouxe um ótimo retorno ajustado a risco aos investidores. Esta operação é interessante justamente porque os ativos são liquidados separadamente. Se não, poderia acontecer de na hora da liquidação, algumas moedas estarem valorizadas e outras não,  reduzindo a rentabilidade. Mas a liquidação em separado de cada ativo garante ao investidor o máximo de retorno. Ele praticamente ganha pelo pico de valorização e não pela média”, explica Francis Wagner, Head da Borum Finance. O executivo reconhece que o mercado de criptoativos é extremamente volátil e, por isso, apresenta risco alto. Mas ressalta que a operação foi muito bem estruturada para reduzir ao máximo os riscos existentes. Cada ativo tem peso de 16,66% na composição da cesta, tornando-a mais segura, pois as variações de cada criptomoeda ocorrem em proporções e direções diferentes conforme o dia. Assim, a alta de uma pode compensar a queda de outra. Arthur Farache, CEO da Hurst Capital, explica que os investidores pediam para a plataforma oferecer operações com criptomoedas. A associação com a Borum Finance foi uma forma de atender aos pedidos e oferecer oportunidades de cestas em que o interessado investe em um único lugar, onde ele confia e com simplicidade. Outras vantagens são que o investidor não precisa ser um conhecedor de cripto ou usuário avançado de exchanges, pois a plataforma entrega todo o research pronto, não precisa abrir conta em corretora, nem saber o nome do ticker, o preço certo de entrada e o preço certo de saída, ou seja, não há necessidade de ficar monitorando. “As nossas cestas foram pensadas para o investidor que quer ter uma exposição relativamente pequena em relação a sua carteira à classe de cripto, sem ter trabalho e aprendendo com o research proprietário da Borum”, afirma Farache.

  • Fintechs geram mais de 100 mil empregos no país

    As Fintechs são empresas que desenvolvem soluções financeiras inovadoras e tecnológicas para os clientes. Hoje essas empresas oferecem serviços bancários, contabilidade, crédito facilitado, seguros, investimentos, negociação de dívidas e muitas outras soluções. Segundo a ABFintechs, Associação Brasileira de Fintech, já são 1481 Fintechs no Brasil que geram mais de 100 mil empregos. Uma prova de como essas empresas estão no dia a dia das pessoas é o número de contas digitais. De acordo com a ABFintech, já são mais de 250 milhões de contas digitais no país. São consumidores em busca de soluções no meio digital e também empresas que encontram nessas Fintechs uma parceria para desenvolver seus negócios. Processos ágeis, atendimento personalizado e plataformas inovadoras são aspectos que trazem muitos benefícios para empreendedores que optam por utilizar as fintechs. Esse impulsionamento na adesão dos micro-empreendedores e pequenas empresas às fintechs é comprovada pelos números. Segundo dados divulgados na quinta edição da Pesquisa Fintech Deep Dive, realizada pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e pela PwC Brasil, a pequena ou média empresa (faturamento entre R$ 2,4 milhões e R$ 90 milhões) representa mais da metade do perfil do cliente das fintechs no Brasil. Ao oferecer plataformas de educação financeira, com recursos educacionais acessíveis aos empreendedores, as fintechs contribuem com o desenvolvimento sustentável dos negócios, por meio da disseminação de conceitos básicos sobre empreendedorismo e também fornecendo orientação estratégica para seus clientes. A Agilize, empresa de contabilidade online, tem se destacado pelo serviço de contabilidade para empresas de todo o país e também na educação financeira dos empreendedores. Segundo Marlon Freitas, CMO da Agilize, são muitas as possibilidades e isso realmente chama a atenção de quem sonha empreender. “A tecnologia é uma ferramenta muito democrática, porque ela possibilita que qualquer pessoa que tenha conhecimento, interesse e boa vontade possa desenvolver um software. Além de uma boa ideia, a pessoa tem que ter capacidade de realização, boa vontade e resiliência”, aconselha o empresário, que ressalta ainda que é preciso conhecer bem a área financeira para entender as dores reais das pessoas para quem você vai direcionar o serviço. “O caso dos bancos digitais, por exemplo, eles surgiram para resolver um problema de experiência do usuário, que não queria mais ir até a agência. Daí vem alguém que faz um aplicativo que tem uma experiência de usuário fantástica e que soluciona essa e outras dores”, exemplifica. No caso da Agilize, que surgiu com uma proposta completamente nova de contabilidade online, o desafio inicial, segundo Marlon Freitas, foi apresentar a ideia e provar que era uma solução confiável e de credibilidade. “No início eu fazia questão de conversar com cada um dos clientes até porque, como sócio fundador, eu queria entender exatamente se as dores que a gente estava trazendo soluções, eram reais e também identificar outras dores que a gente não tinha mapeado no momento da construção do projeto”, diz o CMO. Sobre como captar investimentos para quem quer ter uma Fintech, o empresário orienta que quanto mais bagagem e reputação você tem como pessoa física, mais chances tem de conseguir investimento. “Normalmente os investidores não colocam dinheiro em uma ideia, mas na sua história, no seu time. Ele procura ver o seu background. Afinal, o investidor é essa pessoa que também tem que ter resiliência porque está apostando em algo que pode não dar certo”, afirma Marlon. O empresário acredita que sempre vai existir mercado para novas fintechs e aposta naquelas que criarem novas oportunidades de melhorias de experiência de usuário, como aconteceu com a Agilize que hoje tem mais de 20 mil clientes que encontram na contabilidade online, uma forma menos burocrática para resolver questões contábeis. Para quem está começando e mesmo para quem já está empreendendo, Marlon Freitas diz que resiliência e autoconhecimento são essenciais para lidar com as dificuldades do dia a dia. “O empreendedor tem que saber lidar com a incerteza e se adaptar muito rápido às mudanças. Isso garante que se tenha o pé no chão para realizar e não ficar somente no campo dos visionários”, finaliza.

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