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- MB diversifica portfólio e anuncia onze novas listagens em maio de 2024
O Mercado Bitcon (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, listou onze novos tokens durante maio de 2024. Cada uma das soluções possui especificidades, o que as diferenciam em termos técnicos e de usabilidade. As novidades ampliam as opções de investimento na plataforma, que já soma mais de 200 ativos. Confira abaixo quais são as novidades: Toncoin (TON): foi o primeiro token listado. A plataforma descentralizada (DeFi), construída pelo Telegram, conta com foco em pagamentos instantâneos, transações eficientes e completamente integrada com o app de mensagens. PancakeSwap (CAKE): exchange descentralizada (DEX), que proporciona transações rápidas e baixas taxas. Por meio do token é possível participar ativamente do ecossistema DeFi, com diversidade de produtos, staking, loterias, liquidez e inclusão no mercado de NFTs. 1Inch: é um projeto DeFi, reconhecido por maior eficiência, segurança e rentabilidade. O protocolo funciona como um agregador de exchanges descentralizadas, utilizando algoritmos de roteamento para encontrar as menores taxas de conversão e maior liquidez para seus usuários. Isso permite que a 1Inch otimize as transações e aprimore a eficiência de capital. Galxe (GAL): surgiu com o objetivo de permitir experiências Web3 por meio de um conjunto de soluções de IA, identidade digital e blockchain. O token é utilizado para participar da governança do projeto, realizar pagamentos e staking. Mask Network (MASK): é um portal que permite aos usuários o envio de mensagens criptografadas, criptomoedas e DApps (Defi, NFTs, DAO) por meio de redes sociais sem migração, criando um ecossistema descentralizado. Dessa forma, é responsável por trazer privacidade e benefícios da Web3 para as mídias digitais, como Facebook e Twitter, com uma extensão de navegador de código aberto. Arkham (ARKM): token de utilidade, que tem por objetivo diferenciar rótulos e listas de carteiras criados por pessoas ou empresas, evidenciando aos usuários dados e análises. A atividade tem por objetivo aumentar a transparência do blockchain, permitindo o monitoramento de carteiras de entidades específicas. O token é utilizado para participar da governança do projeto, realizar staking e receber recompensas e descontos. Renzo (REZ): criado para promover a maior receptividade do Eigenlayer, um ecossistema que oferece rendimento maior que o staking de ethereum, além de uma maneira simples de utilizar o módulo de confiança descentralizada da rede. Isso reduz a necessidade de protocolos complexos e facilita o acesso aos recursos financeiros da Ethereum. OMNI: na mesma linha do REZ, é um blockchain desenvolvido especificamente para conectar os sistemas de escalonamento da rede Ethereum, gerando uma arquitetura segura, de alto desempenho e compatível com a rede líder do mercado.BVM Network (BVM), Realio (RIO) e Aevo (AEVO) – uma segunda camada do Bitcoin, um projeto de RWA e mais um projeto de finanças descentralizadas, respectivamente, chegaram à exchange no final de maio e já estão disponíveis para negociação. “O ponto em comum entre os produtos é a facilidade de investimento na plataforma do MB. Muitas dessas novidades podem ser acessadas a partir de R$ 1. Isso dinamiza nosso portfólio, e viabiliza um dos pilares que mais acreditamos: a democratização de acesso à nova economia digital”, sinaliza Lucca Benedetti, responsável por listagens no MB.
- Após breakeven, Koin se prepara para expansão e quer se consolidar como líder em BNPL no Brasil
Com uma operação robusta nos principais países da América Latina, a Koin, fintech especializada em meios de pagamento e antifraude, atingiu breakeven em 2023 e se prepara para uma nova fase de expansão em 2024. “O breakeven nos prepara para consolidar nossa operação como líder de BNPL no Brasil, mercado no qual nosso objetivo é, no mínimo, duplicar transações em 2024, além de avançar no investimento em tecnologia, equipe e produtos. Só este ano, a Koin gerou US$50m em receita e processamos mais de de US$5.3bn com todos os nossos produtos em portfólio ”, destaca Nicolas Obejero, CEO da Koin. A fintech tem como meta para 2024 avançar no e-commerce como a marca de referência na oferta de soluções que deem suporte para os clientes atingirem as melhores taxas de conversão. Segundo o executivo, a empresa enxerga grandes oportunidades no Brasil, já que a população que tem cartão de crédito, geralmente, conta com um limite médio mais baixo, de até R$ 1.500 para consumo, de acordo com o Serasa. “Apesar do alto nível de bancarização, poucas pessoas no país têm acesso a crédito, e isso conecta com a perspectiva de crescimento do BNPL e o lançamento do nosso novo app, para atender às necessidades dos nossos clientes”, comenta Obejero. A Koin vem com força total para ampliar as perspectivas do BNPL nos próximos anos, investindo em experiência de compra, nos motores de crédito e na oferta de uma proposta de valor diferenciada para ser uma alternativa aos cartões de crédito. O foco da marca é que a fintech se consolide como player mais relevante e completo em BNPL no Brasil e também miram fortalecer a operação que já têm no México nos próximos anos. "Para isso, vamos seguir em evolução constante dos modelos de crédito, integrando e testando múltiplas fontes de dados para maximizar a conversão e a lucratividade dos nossos parceiros”, explica o CEO, que também destaca a tecnologia robusta, as soluções omnichannel e a flexibilidade das condições comerciais para o lojista oferecer ao consumidor final. O novo app justamente reforça o foco da marca em crescer a recorrência de transações pelo consumidor final no modelo BNPL. ‘’Reunimos diversas vantagens em um só lugar, proporcionando uma experiência de compra fluída para o cliente. Além do usuário conseguir utilizar nossas soluções Pix Parcelado e Boleto Parcelado direto via aplicativo, em qualquer loja, nós oferecemos taxas personalizadas e competitivas, de acordo com cada perfil. Também estamos desenvolvendo um programa de pontos e descontos exclusivos para que nossos clientes tenham ainda mais benefícios ao optarem por parcelar suas compras com a Koin", explica o CEO. "Queremos evoluir cada vez mais a interface do aplicativo para aumentar nossa taxa de recorrência, que hoje gira em torno de 40%", acrescenta o executivo. Ainda como parte da estratégia de expansão, a companhia está focando sua atuação em novas áreas além de suas já consolidadas - segmentos de viagem e educação - e passa a expandir para setores outros setores com alto potencial de crescimento na economia, como beleza, pets e vestuário, oferecendo opções para o consumidor final, tanto com quanto sem juros. De outro lado, o executivo destaca que é preciso avaliar o cenário com otimismo, mas garantindo a oferta de crédito de forma sustentável. “Somos flexíveis na avaliação e acompanhamos a evolução do mercado. No entanto, nosso propósito é oferecer crédito com responsabilidade, evitando o endividamento e a cobrança de taxas que não são realistas", ressalta. Esse conjunto de iniciativas, na visão do CEO, é essencial para a estratégia de crescimento da Koin e mostra a capacidade da fintech de se adaptar com dinamismo às mudanças no cenário financeiro e tecnológico atual no Brasil e na América Latina. “Vamos continuar evoluindo nossas soluções para melhorar nossos serviços atuais e a proposta de valor para nossos clientes, para cada vez mais simplificar as transações e proporcionar uma experiência de compra mais fácil para os consumidores de nossos parceiros”, finaliza.
- O que fazer com a restituição do Imposto de Renda?
O prazo para a entrega da declaração anual do Imposto de Renda para pessoas físicas 2024 já se encerrou, e a Receita Federal já começou a pagar as restituições. Receber a restituição do Imposto de Renda é sempre uma boa notícia. No entanto, ao invés de gastar esse dinheiro extra sem planejamento, é importante considerar algumas opções inteligentes para utilizá-lo. Aqui estão algumas sugestões do que fazer com sua restituição do Imposto de Renda: Quite Dívidas Se você tem dívidas, especialmente aquelas com altas taxas de juros, usar sua restituição para pagá-las pode ser a melhor opção. Dívidas de cartão de crédito, por exemplo, podem crescer rapidamente devido aos juros compostos. Quitá-las ou, pelo menos, reduzi-las significativamente pode aliviar a pressão financeira e melhorar sua saúde financeira a longo prazo. Monte uma Reserva de Emergência Imprevistos acontecem, e ter uma reserva de emergência pode ajudá-lo a lidar com situações inesperadas sem se endividar. O ideal é ter de três a seis meses de despesas guardados em uma conta de fácil acesso. Se você ainda não tem essa reserva, considere usar a restituição para iniciá-la ou aumentá-la. Invista em Educação Investir em cursos, treinamentos ou na educação de seus filhos pode trazer retornos significativos no futuro. Seja aprimorando suas próprias habilidades ou preparando a próxima geração, a educação é um investimento que tende a gerar grandes benefícios a longo prazo. Faça Melhorias na Casa Melhorias na sua casa podem aumentar seu valor e proporcionar um ambiente mais confortável para viver. Seja uma reforma necessária ou a atualização de algum cômodo, usar a restituição para cuidar do seu imóvel pode ser uma boa ideia. Invista no Seu Futuro Considerar investimentos de longo prazo, como ações, fundos de investimento ou previdência privada, pode ser uma excelente maneira de utilizar sua restituição. Esses investimentos podem ajudar a garantir uma aposentadoria mais tranquila e segura. Faça uma Doação Se você está em uma situação financeira confortável, pode considerar doar parte da sua restituição para uma causa que você apoia. Organizações de caridade, ONGs e projetos sociais sempre precisam de recursos para continuar seu trabalho, e sua contribuição pode fazer uma grande diferença. Inclusive, neste ano, é possível doar a restituição para as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul. Realize Sonhos ou Projetos Pessoais Finalmente, se você já está com suas finanças em ordem, usar a restituição para realizar um sonho ou projeto pessoal é uma opção válida. Pode ser uma viagem, um curso que sempre quis fazer, ou mesmo a compra de algo que você deseja há tempos. Independentemente da sua escolha, o mais importante é ter um plano para o uso da sua restituição do Imposto de Renda. Usar esse dinheiro de forma consciente e planejada pode trazer benefícios significativos para sua vida financeira e pessoal. Aproveite essa oportunidade para melhorar sua situação financeira e alcançar seus objetivos. Lembre-se sempre de avaliar sua situação financeira atual e considerar suas prioridades antes de tomar qualquer decisão. Uma abordagem cuidadosa e bem pensada pode fazer toda a diferença. Quer controlar melhor as suas finanças? Conheça o Meu Dinheiro!
- OKX lança campanha de primeira compra garantida no Brasil
A OKX, empresa líder em cripto exchange e tecnologia Web3, tem o prazer de anunciar o lançamento de sua mais nova ação para o mercado brasileiro: a campanha "Primeira Compra Garantida". Esta iniciativa visa proporcionar maior confiança aos novos usuários que desejam investir em Bitcoin, a criptomoeda mais popular do mundo. A campanha oferece uma garantia especial para novos e atuais usuários da OKX que comprarem seu primeiro Bitcoin pela exchange durante o mês de junho. Se o preço médio do Bitcoin (BTC-USDT) diminuir até o final da campanha em 30 de junho em comparação com o preço no momento da compra, a OKX reembolsará até 10 USDT por usuário participante. O principal objetivo da OKX com esta campanha é aumentar a confiança dos usuários brasileiros no mercado de criptomoedas e incentivá-los a considerar o Bitcoin como um ativo seguro e viável. Com a campanha de Primeira Compra Garantida, a OKX busca proporcionar uma experiência de compra tranquila, mitigando os riscos associados à volatilidade do mercado de criptomoedas com um reembolso máximo de 10 USDT por usuário. Guilherme Sacamone, Diretor Geral da OKX Brasil, disse: "O Brasil é um mercado crucial para a OKX, e estamos comprometidos em ajudar os brasileiros a se sentirem mais seguros e confiantes ao entrarem no mundo das criptomoedas. Com esta campanha, queremos mostrar aos nossos usuários que estamos ao seu lado enquanto fazem sua primeira compra de Bitcoin." Como Participar: Registre-se na OKX: Novos usuários precisam criar uma conta na plataforma. Participe da Campanha: Acesse a página de destino e inscreva-se na campanha. Compre Seu Primeiro Bitcoin: Faça sua primeira compra de Bitcoin através da OKX. Aproveite a Garantia: Se o preço do Bitcoin cair até o final da campanha em comparação com o preço no momento da compra, a OKX reembolsará até 10 USDT por usuário participante. Para mais informações sobre a campanha e como participar, visite: https://www.okx.com/campaigns/brazil-bitcoin-guarantee
- Mercado de programas de fidelidade cresce 18% em resgates e empresas ampliam faturamento em 13,6%
O mercado de programas de fidelidade está em crescimento no Brasil, conforme aponta balanço recente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf). De acordo com o levantamento, o resgate de pontos e milhas pelos participantes subiu 18,3% em 2023, na comparação com 2022. Só no último trimestre do ano passado, o faturamento das empresas de fidelidade aumentou 13,6%, chegando a R$ 4,8 bilhões no período. Também cresceu a quantidade de cadastros nos programas. Ao fim de 2023, eram 312,5 milhões, ou 5,4% a mais que em 2022. Já as transações realizadas pelos participantes de programas se elevaram em 9,7% na mesma comparação. A taxa de breakage (pontos/milhas expirados) atingiu seu menor patamar desde 2020, com 13,1% ao término de 2023. “Os dados são um sinal claro de que as iniciativas de fidelização seguem despertando o interesse dos brasileiros”, afirma o presidente da Abemf, Martin Holdschmidt. A expansão do mercado de programas de fidelidade é atestada por players do setor. A Alloyal, startup de Minas Gerais que se posiciona no mercado brasileiro como uma Loyalty Tech (empresa de tecnologia para soluções em programas de fidelidade), ultrapassou em 2023 a marca dos R$ 100 milhões em vendas anuais, o dobro em relação a 2022. A Alloyal é a nova denominação, adotada desde fevereiro último, pela então Lecupon. A mudança e o reposicionamento buscam acompanhar não só o crescimento do mercado, como a alteração de seu perfil – proporcionada por consumidores que demandam mais do que cupons de descontos; querem experiências para se fidelizarem a uma marca. Ou melhor, para serem leais a essa marca, nas palavras do CEO da startup, Aluísio Cirino. “Os clientes pedem experiências mais personalizadas e mais marcantes. Mais do que fiéis, tornam-se fãs, leais à marca. Então, a era do cupom ficou para trás. Cabe a nós, players desse mercado, desenvolver soluções que contemplem esse anseio do consumidor”, pontua Cirino. Nesse sentido, neste ano a Alloyal tem preparado uma série de novidades, com o intuito de aumentar o engajamento entre seus usuários. Sorteios, serviço de telemedicina, novas opções de segmentação e customização estão entre as ações em implementação. Hoje, a Alloyal conta com uma base de 5 milhões de usuários, em 500 empresas clientes da plataforma, espalhadas em todas as regiões do Brasil. Ao todo, são 25 mil estabelecimentos cadastrados no país – entre lojas físicas e online, restaurantes, postos de combustível, passagens aéreas, entre outros.
- Fórum MoOve On 2024: especialistas debatem protagonismo do cliente no desenvolvimento de produtos financeiros e soluções de crédito
As empresas RPE e horizon pay, focadas em soluções de meios de pagamento para varejo, bancos e fintechs, participam, no dia 5 de junho, dentro do Fórum MoOve On 2024, do painel “Produtos financeiros: as soluções e o crédito são realmente pensados no cliente?”, com o objetivo de discutir o protagonismo dos consumidores frente a essas iniciativas. A conversa será realizada no Painel A, das 14h30 às 15h10, neste evento que reúne executivos e representantes de diversas empresas para discutir mercado financeiro, inteligência artificial, negócios sustentáveis e crédito humanizado. O Fórum acontece no Expo Center Norte, em São Paulo. Para o painel, estarão reunidos Pedro Albuquerque, diretor de novos negócios e co-fundador da RPE; a mediadora Letícia Alcântara, CEO da Fiabilité, empresa parceira RPE e horizon pay; Cristiane Marques, CEO da Uze Connect; Márcio Mota de Avó, diretor de operações da Avó Supermercados; e Renato Lopes, diretor de produtos financeiros da Humanitarian. A conversa acontece num contexto em que o número de cartões de crédito ativos no Brasil alcança 208,7 milhões, segundo dados do final de 2022 do Banco Central. O número é maior do que a própria população do país, que tem pouco mais de 203 milhões de habitantes, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2023. Além disso, um levantamento do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGVcemif) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP) mostrou que o cartão de crédito está entre as principais modalidades de crédito das pessoas físicas, representando 15,5% do total. Outras modalidades são financiamento imobiliário (29,2%), crédito consignado (18,5%) e aquisição de veículos (8,1%). “Estou bem feliz com a oportunidade de participar de um painel no MoOve On. Será uma oportunidade de discutirmos sobre como os clientes estão ou não no centro do desenvolvimento de produtos e de crédito. Estaremos com outros parceiros de longa data e que vão enriquecer bastante o bate papo”, comenta Pedro Albuquerque, diretor de novos negócios e co-fundador da RPE. Além deste painel, o Fórum MoOve On contará com outras palestras ao longo da programação, que se estenderá por todo o dia. Este ano, o tema central do evento é “Trilogia de Excelência: Tecnologia, Decisões Humanas e Negócios Financeiros Sustentáveis”. A agenda completa pode ser conferida no site do MoOve On: https://mooveon.com.br/.
- Protegendo a sua carteira: falhas em aplicativos financeiros ameaçam a segurança de milhões de usuários
O surgimento de aplicativos de carteira digital para dispositivos móveis tornou o mundo dos investimentos mais acessível. Eles eliminaram barreiras como altas taxas de corretagem e requisitos mínimos de investimento, permitindo que até mesmo investidores com orçamentos limitados participem do mercado financeiro, resultando em um aumento significativo no número de pessoas usando aplicativos financeiros para gerenciar suas ações, fundos mútuos e ativos digitais. Por outro lado, as empresas de serviços financeiros já são o segundo maior alvo de ataques cibernéticos no mundo, segundo uma pesquisa realizada pelo laboratório Netskope. Estudos da Intertrust mostraram que 77% dos aplicativos financeiros têm pelo menos uma grande vulnerabilidade que poderia levar a uma violação de dados e 88% falham nos testes criptográficos. Isso significa que hackers podem quebrar a criptografia usada como defesa para obter dados sensíveis de clientes e pagamentos ou adulterar o aplicativo. Cada violação de dados, incluindo violações de dados de clientes e pagamentos, custa às empresas, em média, mais de US$ 4 milhões em negócios perdidos e registros internos. "À medida que novos aplicativos de investimento são lançados e novos recursos são adicionados diariamente, as empresas financeiras competem pelo mesmo investimento e atenção. Os desenvolvedores de aplicativos móveis devem encontrar maneiras de acompanhar essa evolução, protegendo seus aplicativos e garantindo a segurança do usuário", enfatiza Chris Roeckl, diretor de produto da Appdome. Com isso em mente, a Appdome, a loja única para defesa de aplicativos móveis, lista três dos ataques mais comuns em aplicativos de investimento. Manipulação e aplicativos falsos A disseminação de aplicativos de investimento falsos, muitas vezes se passando por marcas legítimas e confiáveis como Barclays, Gemini, Kraken, TDBank e Binance, tem sido uma tática nefasta de cibercriminosos para atrair indivíduos desprevenidos a enviar fundos diretamente para suas mãos. "Um caso ilustrativo envolveu um aplicativo malicioso se passando por uma empresa comercial sediada na Ásia. As vítimas foram seduzidas por meio das redes sociais e sites de relacionamento para baixar o aplicativo fraudulento. Assim que as contas foram abertas por meio deste aplicativo falso, os fundos das vítimas foram imediatamente desviados para cibercriminosos", relata Roeckl. Ataques de sobreposição Os aplicativos de investimento enfrentam ameaças crescentes de malware como Xenomorph, que utiliza táticas avançadas de sobreposição. Nesse tipo de ataque, uma tela ou janela falsa, controlada pelo atacante, é sobreposta a um aplicativo legítimo, enganando o usuário para revelar informações sensíveis. Essas sobreposições maliciosas podem solicitar credenciais do usuário, permitindo que dados sejam capturados e usados para transferências de fundos ilegais ou outros fins maliciosos. No início de 2022, o Xenomorph, por exemplo, apareceu pela primeira vez, na forma de um trojan bancário que mirava 56 bancos europeus, por meio de phishing com sobreposição de tela. Ele foi compartilhado através do Google Play e teve mais de 50 mil instalações, causando enormes perdas. Ataques de tempo de execução dinâmico Os atacantes usam técnicas dinâmicas para analisar ou modificar aplicativos móveis enquanto estão em execução. Eles fazem isso para entender como o aplicativo móvel se comporta e interage com outros componentes. Dessa forma, os atacantes podem comprometer aplicativos bancários para roubar ou coletar dados de transações ou até mesmo modificar os fluxos de trabalho de um aplicativo móvel em tempo real. Outra preocupação com os ataques dinâmicos é a possibilidade de criar contas fraudulentas. "Os hackers podem usar essas versões adulteradas dos aplicativos para registrar contas falsas em nome de usuários legítimos ou até mesmo criar identidades fictícias. Essas contas fraudulentas podem ser usadas para realizar transações ilícitas, transferências de fundos e compras de ativos financeiros sem a autorização do usuário legítimo. Isso poderia resultar em perdas financeiras significativas para investidores afetados, bem como danos à reputação de plataformas de investimento comprometidas", explica Roeckl. Pentesters podem ser uma luz para proporcionar mais segurança em aplicativos financeiros Para identificar falhas e prevenir ataques antes que ocorram, a Appdome sugere que os desenvolvedores usem ferramentas de segurança automatizadas para incorporar proteções de aplicativos móveis e depois usem testes de penetração para validar a segurança adequada. Em um teste de penetração, profissionais especializados chamados hackers éticos realizam uma série de investigações para identificar vulnerabilidades ou falhas de segurança relacionadas às informações sensíveis dos usuários e dados pessoais. Eles avaliam a capacidade de segurança da estrutura da empresa, rede e aplicativos móveis, com o objetivo de encontrar vulnerabilidades nos programas e dados existentes. Uma vez concluída a avaliação, os hackers éticos podem se associar aos desenvolvedores para explorar maneiras de corrigir ou pelo menos minimizar as vulnerabilidades de segurança do sistema. "As instituições financeiras devem priorizar a segurança do cliente adotando medidas como criptografia forte, autenticação multifatorial e monitoramento proativo de transações. Investir em atualizações regulares, treinamento de funcionários e parcerias com especialistas em segurança cibernética, como testadores de penetração, é essencial para proteger tanto os portfólios de investimento quanto os aplicativos bancários móveis, garantindo a confiança do cliente e a integridade das operações", conclui Chris.
- Com crescimento de 38% no faturamento anual, Pefisa, fintech da Pernambucanas, expande lojas físicas em novos formatos
A Pefisa, fintech da Pernambucanas, está inserindo novos pilares em sua estratégia de negócios, com foco no consumidor final. Uma das ações previstas pela financeira neste ano é a abertura de lojas no formato store in store em algumas unidades da Pernambucanas, reforçando a sua mensagem de que nasceu do varejo para atender e contribuir com a democratização dos serviços financeiros de milhões de brasileiros. Em 2023, a Pefisa contabilizou diversos resultados positivos e mostra sua força perante o mercado. Com um crescimento de 38% em seu faturamento anual, a fintech alcançou a marca de 13 milhões de clientes e finalizou o ano com a emissão de mais de 1,5 milhão de cartões de crédito – representando um aumento de 15% em relação ao ano anterior. Além disso, desde 2022 aposta em sua frente de Banking as a Service (BaaS) e no último ano celebrou parcerias estratégicas estabelecidas com grandes players do mercado. Para iniciar sua expansão em 2024, a fintech projeta a abertura de 17 novas unidades dentro de lojas já existentes da Pernambucanas, em diferentes formatos e localizações dentro de cada loja, com o objetivo de apoiar as operações da varejista. Hoje, a Pefisa já conta com oito lojas físicas próprias espalhadas por São Paulo e uma na Bahia, que continuarão funcionando normalmente. Em seu portfólio de produtos, a fintech oferece diversas soluções voltadas para pessoas físicas e jurídicas com um alto potencial de customização. Entre os serviços realizados, está o recebimento de contas de consumo, empréstimos consignados, cotação de seguros da Corretora Pefisa, adquirência (máquina de cartão Pefisa Pay para empresas), além de emissões de cartões, empréstimos, conta digital e investimentos. Com os novos espaços, a Pefisa também passa a oferecer serviço de caixa 24 horas e pontos de pick-up e drop-offs com parcerias de lojas e e-commerce. “Entendemos que é um novo momento para a nossa financeira e temos planos ambiciosos para posicionar a Pefisa como uma fintech referência no setor bancário, destacando suas entregas customizadas para cada perfil de cliente e parceiro. Decidimos investir nesses novos espaços dentro de lojas existentes da Pernambucanas para proporcionar uma experiência ainda mais completa e, como consequência natural, aumentar o fluxo de consumidores em ambos os negócios”, comenta o CEO da Pernambucanas, Marcelo Labuto. A abertura da primeira loja Pefisa no formato store in store ocorreu no início de maio na loja da Pernambucanas em Capão Redondo, zona sul de São Paulo. Em seguida, mais duas unidades foram inauguradas no Rio de Janeiro, sendo uma na Via Light em Nova Iguaçu e outra em São Gonçalo.
- Bancos digitais investem em segurança para proteger clientes e manter credibilidade
O Brasil encerrou 2023 com mais de 1,2 bilhão de contas bancárias ativas. De acordo com dados do Banco Central, o número é um recorde e representa um aumento de 14,2% em relação ao ano anterior. O levantamento aponta ainda que cada brasileiro tem, em média, 6 contas e que os bancos digitais foram responsáveis por 62% por novas aberturas. Apesar da adesão seguir alta, o número caminha para a estagnação, revelando uma tendência de que as fintechs precisam trabalhar para a consolidação e isto, segundo o especialista em tecnologia bancária, Luiz Maluf, aponta para a necessidade de investimentos em segurança. “Nos últimos anos, a crescente popularidade dos bancos digitais trouxe consigo uma série de desafios de segurança cibernética. À medida que essas instituições se esforçam para atrair e manter clientes, os altos custos com medidas de segurança têm se tornado uma parte fundamental da operação. A necessidade de proteger dados sensíveis contra fraudes e ataques cibernéticos é uma prioridade absoluta, resultando em investimentos substanciais em tecnologia e infraestrutura de segurança”, destaca o consultor da dataRain. Segundo Maluf, os investimentos em segurança são significativos e alguns bancos chegam a gastar até R$ 50,00 por cliente apenas no processo de onboarding digital e na qualificação da identidade. Porém, o valor pode aumentar consideravelmente quando levamos em conta os sistemas de segurança de perímetro e a detecção de movimentações suspeitas, necessários para monitorar constantemente os usuários. “A maioria das fraudes ocorre no processo de onboarding, em que o usuário confirma sua identidade por biometria e envia sua documentação pessoal digitalizada. Outro ponto de atenção é na segurança das operações de pagamento instantâneas e na prevenção de fraudes em casos de furto de dispositivos ou roubo de identidade”, disse. Maluf destaca que cerca de 90% dos recursos são destinados a softwares de biometria, segurança e APIs que acessam cadastros de órgãos como Serasa e Receita Federal, garantindo que os clientes sejam devidamente qualificados. “Apenas 10% do investimento é destinado ao pessoal, uma vez que muitos processos são automatizados”, aponta. Para ele, o investimento tem retorno imensurável em termos financeiros diretos. “Para os bancos digitais, a perda de credibilidade pode ser catastrófica”, afirma Maluf. “A reincidência de eventos de segurança com uma única instituição financeira pode ser fatal, impactando a confiança dos clientes e a sustentabilidade do negócio.” Maluf conclui que os investimentos são indispensáveis, principalmente em se tratar de um mercado altamente competitivo. “A tecnologia para evitar fraudes é abundante e totalmente disponível para bancos digitais ou tradicionais. O que não é opcional é deixar de utilizá-las. A segurança é um pré-requisito essencial para convencer usuários de bancos tradicionais a migrarem para plataformas digitais”, finaliza.
- Nuvei faz parceria com a Visa para oferecer Visa Direct na Colômbia
A Nuvei Corporation (“Nuvei” ou a “Empresa”) (Nasdaq: NVEI) (TSX: NVEI), fintech canadense, anuncia hoje que fez uma parceria com a Visa, líder mundial em pagamentos digitais, para oferecer o Visa Direct na Colômbia. A Nuvei é o primeiro provedor de pagamentos global a oferecer o Visa Direct a seus clientes no país. O Visa Direct é um recurso de processamento do VisaNet que possibilita a entrega de fundos segura e conveniente, quase em tempo real, diretamente para contas financeiras com o uso de credenciais do cartão. Os clientes do Visa Direct usam o recurso para possibilitar pagamentos pessoa a pessoa (P2P), alocação de fundos, pagamentos de contas ou envios cross border diretamente para um débito qualificado ou cartão pré-pago. O Visa Direct está disponível para as empresas colombianas diretamente por meio da atual integração única com a plataforma de tecnologia de pagamentos modular completa da Nuvei. Com o Visa Direct, os clientes da Nuvei podem fornecer recursos instantâneos de retiradas a seus clientes com transações roteadas e processadas praticamente em tempo real. As retiradas instantâneas para cartões possibilitam que as empresas ofereçam uma experiência de pagamento mais rápida, segura e simples aos clientes de praticamente qualquer setor que conta com retiradas. “A oferta de retiradas instantâneas por meio do Visa Direct apoia nossa estratégia de fornecer as melhores soluções de pagamentos do setor sob medida para as necessidades de cada mercado que atendemos,” comentou Philip Fayer, Presidente e CEO da Nuvei. “A Colômbia é um dos mercados de e-commerce que mais cresce na América Latina e temos orgulho de fornecer meios inovadores a nossos clientes para otimizar seus fluxos de pagamentos, aperfeiçoar a experiência do usuário e operar com a máxima eficiência.” A parceria com a Visa para oferecer o Visa Direct dá continuidade à vantagem do pioneirismo da Nuvei em implementar as melhores soluções de pagamentos do setor na Colômbia. A Nuvei recentemente anunciou que era o primeiro fornecedor global de pagamentos a oferecer adquirência local direta no país, possibilitando que as empresas on-line aceitem pagamentos em cartão de seus clientes no país sem contar com intermediários ou processadores terceiros de pagamentos. O Visa Direct já está disponível para os comerciantes parceiros da Nuvei em mais de 30 países da Europa, inclusive Reino Unido. Também nos Estados Unidos e Canadá, na América do Norte, e Hong Kong e Singapura, na Ásia-Pacífico. A habilitação do acesso ao Visa Direct na Colômbia é a mais recente ampliação da parceria estratégica global entre a Nuvei e a Visa. “Nossa colaboração com a Nuvei já está possibilitando que as empresas da América do Norte e Europa aproveitem as vantagens de retiradas digitais mais rápidas e seguras nos cartões. Temos o prazer de ampliar essa parceria com a Colômbia de modo que muitos outros comerciantes possam oferecer a melhor experiência em pagamentos do setor a seus clientes”, comentou Humberto Guihur, Vice-Presidente de produtos e inovação da região Andina da Visa.
- PIX se consolida como gigante dos pagamentos online e novas tecnologias facilitam compras para todos, inclusive idosos
Desde o seu lançamento em 2020, o Pix tem transformado as transações financeiras no Brasil, consolidando-se rapidamente como o meio de pagamento mais popular no país. Em 2023, o número de transações via Pix cresceu 75%, alcançando quase 42 bilhões, superando cartões de crédito, débito e outros métodos tradicionais. Para continuar essa trajetória de crescimento, novas tecnologias estão sendo introduzidas para tornar o Pix ainda mais acessível e seguro. O Iniciador de Transações de Pagamento (ITP), viabilizado pelo Open Finance, é uma dessas inovações. O ITP permite que os usuários realizem pagamentos e transferências digitais utilizando saldos de diferentes bancos a partir de uma única plataforma, sem a necessidade de navegar por diversos aplicativos bancários. Essa funcionalidade proporciona uma interface centralizada e intuitiva, facilitando o uso por todos e reduzindo os riscos de fraudes com mecanismos de autenticação robustos. Alexander Frota, CEO da ABMEX, destaca que a introdução do ITP é um passo crucial para incluir todos os segmentos da população na revolução digital dos pagamentos, garantindo segurança e simplificação nas transações. "A implementação do Iniciador de Transações de Pagamento é essencial para democratizar o acesso às tecnologias financeiras. Com o ITP, estamos proporcionando uma maneira mais segura e simplificada de realizar pagamentos digitais, o que beneficia todos os usuários e toda a cadeia do comércio online no país", diz. No comércio eletrônico, o Pix acelerou o processo de compra e aumentou a satisfação dos clientes, permitindo que comerciantes recebam o dinheiro imediatamente e reduzindo os custos associados a taxas de transação de cartões de crédito. Segundo o estudo "The Global Payments Report 2024" da Worldpay, o Pix impulsionou 30% dos pagamentos no e-commerce brasileiro em 2023, com previsões de alcançar 50% até 2027. "O impacto do Pix no comércio eletrônico é notável, proporcionando rapidez e eficiência que transformam a experiência de compra online tanto para consumidores quanto para comerciantes", reforça Alexander Frota. Inclusão digital dos idosos Os brasileiros mais velhos preferem os meios tradicionais de pagamento. Dos 4 bilhões de Pix registrados em outubro de 2023, por exemplo, cerca de 160 milhões foram feitos por pessoas da terceira idade. Como os idosos têm menos acesso a ferramentas de pagamento digital, eles são minoria no mundo do Pix. Nesse período, a cada 100 transferências, só 4 foram feitas por pessoas com mais de 60 anos, segundo os dados do Banco Central. Muitos idosos são resistentes ao uso do Pix devido à falta de confiança na segurança do sistema e às dificuldades em lidar com novas tecnologias. Esses obstáculos têm impedido um segmento importante da população de aproveitar os benefícios das transações rápidas, práticas e seguras proporcionadas pelo Pix. Atualmente, ao realizar uma compra online via Pix, o cliente deve seguir várias etapas: selecionar o Pix como forma de pagamento, gerar e copiar o código Pix ou escanear o QR code, acessar o aplicativo do banco, localizar a opção de pagamento via Pix, inserir ou escanear o código, confirmar os dados da transação, autenticar e, finalmente, confirmar o pagamento. Esse processo, apesar de eficiente, pode ser considerado complexo e demorado para alguns usuários. A introdução do Iniciador de Transações de Pagamento (ITP) promete revolucionar essa experiência, permitindo que os pagamentos sejam realizados diretamente na plataforma de e-commerce sem a necessidade de alternar entre diferentes aplicativos. Isso simplifica o processo de pagamento, reduzindo o tempo e aumentando a conveniência e segurança para os usuários, além de diminuir as barreiras para a adoção de pagamentos digitais por grupos como os idosos. Com o ITP, a jornada de compra torna-se mais fluida e integrada, beneficiando tanto consumidores quanto comerciantes, que poderão desfrutar de transações mais rápidas e seguras. "A introdução do ITP diminui a fricção na hora de fazer um pagamento, tornando o processo mais rápido e seguro para todos os usuários. Além disso, o índice de abandono de compra cai drasticamente," afirma Alexander. O desafio agora é desenvolver produtos e serviços que realmente melhorem a experiência do usuário a partir da automação de jornadas via Open Finance. As tecnologias emergentes, como o ITP, são fundamentais para superar a resistência da terceira idade ao uso do Pix, proporcionando uma experiência de pagamento digital mais segura e acessível para todos.
- MB anuncia transferência de ativo de Renda Fixa Digital com pagamento em USDC
O Mercado Bitcoin (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, apresentou na quarta-feira (29) a transferência de ativo de Renda Fixa Digital (RFD) da carteira do MB para outra wallet, com pagamento efetuado por meio de USDC, stablecoin pareada ao dólar emitida pela Circle. A perspectiva é de que a funcionalidade seja utilizada para demais ativos. O anúncio foi realizado na Circle Fórum, em São Paulo, com a presença dos principais executivos do setor cripto do país. A partir dessa iniciativa foi possível comprovar a viabilidade da transferência de ativos digitais lançados pelo MB para qualquer carteira ao redor do mundo. A rede utilizada para facilitar a movimentação foi a Polygon, que se destaca pela rapidez e segurança, além de apresentar custos mais acessíveis em relação a outras redes. No futuro, os clientes que desejarem dispor dessa funcionalidade deverão passar por uma etapa de verificação efetuada pelo MB, a partir da aprovação da análise de risco e compliance. “Este é um passo importante para as iniciativas de tokenização do MB. Estamos viabilizando a possibilidade do investidor de Renda Fixa Digital em transferi-la para uma carteira privada, transacionar em DeFi, vender para clientes do Brasil ou do exterior; são múltiplas as possibilidades”, destaca Roberto Dagnoni, CEO da 2TM, controladora do MB. “O objetivo é implementar, de forma cada vez mais ampla e simplificada, o acesso à nova economia digital”, finaliza. Além disso, a opção pode ser considerada para pessoas que estão fora do Brasil, que desejam exposição às taxas de retorno locais, historicamente mais altas que os principais centros financeiros globais. Com a transferência, é possível comprar um token de RFD por meio de pagamento em USDC; a transação é feita diretamente na carteira do cliente. “Temos por objetivo atuar de forma disruptiva, melhorando a forma como o dinheiro é utilizado e criando oportunidades em todo o mundo. Assim, identificamos um alinhamento de propósito com o MB, e é um prazer anunciar nossa contribuição para essa nova funcionalidade que permite que o mundo financeiro esteja mais ao alcance de todas as pessoas”, pontua Jeremy Allaire, CEO e presidente da Circle.














