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  • Justa lança nova conta: confira os novos benefícios

    A fintech Justa acaba de atualizar o aplicativo de sua Conta Justa para oferecer experiências cada vez melhores aos seus heróis e heroínas (como são chamados os seus clientes). A nova versão do aplicativo é ainda mais simples de usar e permite ao usuário um controle total de suas finanças. O grande diferencial da Nova Conta é o seu design mais “clean” e moderno, que torna mais rápida e intuitiva a busca por informações sobre recebíveis, o Cartão Justo e as Campanhas, sem precisar navegar por um menu. As soluções para vendas e pagamentos foram centralizadas no menu inferior e dispostas de forma estratégica para garantir seu fácil acesso. Outras funcionalidades aparecem logo que se abre o aplicativo, como a consulta de saldo, que oferece a opção de ocultá-lo, ou a seção de recebíveis, que podem ser vistos em sua totalidade quando o usuário clica a opção “ver todos”, sejam eles: recebíveis disponíveis (previsão dos valores a receber de dias anteriores, hoje ou no próximo dia útil); recebíveis futuros (valores que ainda serão enviados para a conta de recebimento); recebíveis bloqueados (valores bloqueados para recebimento). Um dos principais focos da Nova Conta Justa foi a gestão do Cartão Justo, que passa a ser ainda mais prática e fluida. A área destinada ao Cartão Justo permite solicitar e visualizar o extrato detalhado e o limite disponível. Há ainda a área de “Ofertas Exclusivas”, onde serão divulgadas as novidades sobre a Justa e seus parceiros. Todas as funcionalidades prévias, como cadastro de multinegócios e multiusuários com controle de acesso continuam disponíveis. A Justa busca incessantemente o aprimoramento de seus serviços e soluções financeiras, seja investindo em desenvolvimento de novas tecnologias ou por meio de parcerias que ampliem sua oferta de serviços e crédito. Em abril deste ano, a Justa passou a oferecer seu sistema integrado de pagamentos e gestão financeira às franquias Pet Anjo nas lojas Cobasi, aproximando franqueados e a Cobasi em por meio de uma solução única e personalizada que reduz os custos operacionais dos franqueados por meio da cobrança fracionada dos serviços de agendamento veterinário e serviços adicionais (como banho e tosa), via pré-autorização de valores, que são confirmados somente no dia do serviço. Além disso, a criadora do Plug Justa vem oferecendo crédito às PMES desde 2018, por meio de suas soluções financeiras que incluem os cartões de crédito. Em dezembro passado, a Justa foi a primeira fintech brasileira a emitir cartões Amex® para pessoas jurídicas no Brasil.

  • Digitalização altera perfil de contratação do Setor Financeiro

    Os setores de Meios de Pagamento e de Bancos Digitais registraram um crescimento exponencial nos últimos anos. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), oito em cada dez transações já são digitais, o que representa cerca de 42 transferências mensais por usuário. A acelerada digitalização do setor financeiro tem promovido, segundo o novo Panorama Setorial da Robert Half, uma tendência de queda no estoque total de empregos na área, porém com uma acentuada procura por profissionais cada vez mais especializados. “Há uma revolução em curso no setor financeiro com a implementação da moeda digital DREX, do Open Finance e do Open Banking, sem falar no bem-sucedido lançamento do PIX, que foi amplamente adotado pelos usuários de serviços financeiros”, destaca Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half América do Sul. “Essa transformação digital, provavelmente a mais acentuada entre todos os setores da economia, requer cada vez mais profissionais de competências híbridas, bem versados simultaneamente em Finanças e Tecnologia. Essas características são difíceis de achar no mercado, tornando-se um desafio no recrutamento. Por outro lado, as pessoas que possuem esse perfil são bastante valorizadas”, complementa.   A maior demanda no setor tem sido por profissionais com conhecimentos sobre regulamentação e compliance, por um lado, e por segurança cibernética, do outro. Recentemente, em função de um aumento nas reclamações de usuários das plataformas, também tem aumentado a demanda por profissionais com experiência com clientes.Hoje, muitos profissionais com experiência no setor financeiro sentem dificuldades para se adaptar às novas demandas tecnológicas. Por outro lado, profissionais com experiência em empresas de tecnologia costumam sofrer com a falta de conhecimento sobre regulamentações do setor financeiro, como normas do Banco Central ou contábeis. Em função dessa dificuldade, a solução costuma ser a contratação de pessoas com experiência em uma das áreas, que serão treinadas para desenvolver as competências esperadas da outra, o que nem sempre é uma possibilidade em mercados extremamente dinâmicos, como o de Bancos Digitais. A relevância da cibersegurança O crescimento das instituições financeiras digitais trouxe consigo um aumento nas tentativas de crimes cibernéticos. Segundo levantamento da Serasa, os segmentos de bancos/cartões e financeiras tiveram, em 2023, 6.385 milhões de tentativas de fraudes. Apenas em fevereiro deste ano, o dado mais recente, ocorreram 456,7 mil casos. Por isso, a preocupação com a cibersegurança se tornou a principal prioridade em muitas fintechs. Na definição de um executivo do setor, essa é a questão que define a confiabilidade da instituição, e uma falha pode significar uma ameaça existencial. Isso elevou a busca por especialistas em segurança cibernética e, consequentemente, aumentou as expectativas com relação à remuneração de profissionais com esse perfil. Demanda por executivos de alta gestão Existe ainda uma grande demanda por profissionais para os níveis mais altos da gestão. Há alguns anos, em um contexto de explosão das fintechs, o recrutamento era relativamente mais fácil pela abundância da oferta de crédito para esses empreendimentos. Agora, com a redução de recursos disponíveis e as experiências de algumas empresas, atrair profissionais seniores se tornou mais difícil. É possível que haja uma demora de meses para preencher vagas em algumas áreas, como riscos e tecnologia. Remuneração agressiva Pela própria cultura do setor, muitas startups oferecem pacotes de remuneração que incluem stock options para estimular o “senso de dono” das equipes. Isso também é uma tendência nos mercados de meios de pagamentos e bancos digitais, nos quais empresas que fizeram IPO nos últimos anos chamaram a atenção por bons resultados. Essa estratégia tem sido também uma forma de propor remunerações mais agressivas para profissionais que, em função da especialização, tendem a possuir expectativas de salário bastante elevadas. POSIÇÕES QUENTES PERMANENTES PARA PROJETOS ESPECIALIZADOS Habilidades/competências mais buscadas Hard Skills Conhecimento em Regulamentações Financeiras Conhecimento em Analytics/Dados Desenvolvimento de Software Soft Skills Comunicação Resolução de problemas Engajamento com novas tecnologias Adaptabilidade Dinamismo Flexibilidade Projeções salariais Os salários médios (em reais) no setor de Meios de Pagamentos e Bancos Digitais, extraídos de entrevistas e conhecimento de mercado dos consultores da Robert Half, podem ser consultados aqui. Sobre este material O estudo Panorama Setorial Meios de Pagamentos e Bancos Digitais tem o objetivo de oferecer aos gestores de empresas do setor uma visão geral das perspectivas e desafios no horizonte próximo, sob o ponto de vista da gestão de pessoas. O quadro descrito neste Panorama se baseia, ao mesmo tempo, em dados de fontes públicas e em pesquisas da Robert Half.

  • Banco PAN transforma WhatsApp em principal canal de interação com clientes e alcança 1,3 bilhões de mensagens trafegadas

    Em um movimento estratégico para tornar a estrutura de atendimento ainda mais completa para seus clientes, o Banco PAN, em parceria com a Blip, plataforma de inteligência conversacional entre marcas e seu público em aplicativos de mensagens, passou a utilizar o WhatsApp como o principal canal de interação com clientes. Essa iniciativa, que teve início em 2023, reflete o compromisso do banco em oferecer uma experiência de excelência no autoatendimento. O PAN escolheu concentrar seus esforços de suporte no WhatsApp, reconhecendo a ampla aceitação do aplicativo pelos brasileiros e também visando a conveniência, tendo em vista ser um canal onde os clientes já estão. Nesta jornada de digitalização, o banco já atingiu mais de 1,3 bilhões de mensagens trafegadas em seu canal do WhatsApp, além de ter uma média de 2,2 milhões de usuários únicos mensais interagindo com o contato. Houve ainda um aumento significativo na taxa de autoatendimento, passando de 30% para 50% de 2022 para 2023. “O WhatsApp se tornou essencial para o autoatendimento de clientes do PAN, onde cerca de 30% de todo o volume de chamados atendidos provém do canal. Sua agilidade otimizou a jornada do usuário, melhorando os indicadores de resolutividade. Além disso, a inteligência da ferramenta permite uma maior aproximação do público com a marca, tornando a experiência mais intuitiva, rápida e simplificada”, destaca Marcello Goldkorn, Superintendente de Atendimento a Clientes no PAN. Por meio do canal do WhatsApp, os clientes do PAN podem realizar consultas de propostas de empréstimo consignados, solicitar 2ª via de contratos de empréstimos, solicitar cartões de crédito e realizar o desbloqueio de cartões, fazer financiamento de veículos, biometria facial, negociação de dívidas, entre outras possibilidades. "Nós temos um apreço especial pelo desafio que o atendimento do Banco Pan nos proporcionou e isso nos impulsionou a alcançar o patamar atual em termos de soluções conversacionais para o segmento. O que o Pan conquistou no canal do WhatsApp é uma grande diferenciação de mercado e extremamente importante para o cliente final. Isso representa um passo importante para transformar o WhatsApp em um canal de distribuição essencial para o banco, com mais de 40 jornadas disponíveis dentro da plataforma”, afirma Rodrigo Battella, Diretor da Divisão de Serviços Financeiros e Pagamentos da Blip. O banco PAN está constantemente inovando e aprimorando seus serviços dentro da ferramenta. Duas novas iniciativas, que estão em fase de implementação, são a atualização cadastral e a contestação de compras. Ambas com o objetivo de oferecer uma experiência ainda mais digital, completa e ágil aos clientes.

  • Cristiano Ronaldo e Binance lançam coleção de NFTs para fãs colecionarem artes do legado do jogador

    A Binance, maior provedora global de infraestrutura para o ecossistema blockchain e de criptomoedas, e Cristiano Ronaldo lançam uma nova colaboração em NFTs, a coleção ‘Forever Worldwide: The Road to Saudi Arabia’. Os novos NFTs representam a trajetória do jogador português desde o início de sua carreira na Ilha da Madeira até se tornar um ícone global do futebol e proporcionam aos fãs experiências inovadoras e recompensas incríveis na vida real. A coleção de NFTs 'Forever Worldwide: The Road to Saudi Arabia' oferece aos fãs novas perspectivas sobre os locais icônicos que marcaram a carreira de CR7: Ilha da Madeira, Lisboa, Manchester, Madrid, Turim, Arábia Saudita e Portugal. Para criar a coleção, artistas com relação pessoal com esses lugares foram cuidadosamente selecionados para contribuir com designs únicos para cada NFT. "Estou muito feliz que essa nova coleção de NFTs com a Binance ofereça aos fãs pedaços da minha jornada ao longo da minha história no futebol", disse Cristiano Ronaldo. "Cada lugar em 'Forever Worldwide: The Road to Saudi Arabia' significa muito para mim, e mal posso esperar para que os fãs vejam os grandes momentos da minha carreira através dessa coleção especial de arte. Trabalhar com artistas que realmente capturam o sentimento de cada lugar torna essa experiência ainda mais sentimental, e como NFTs, esses momentos da minha jornada podem viver para sempre". “A incrível trajetória de Cristiano Ronaldo, desde os humildes começos até se tornar uma lenda do futebol, não só inspirou fãs ao redor do mundo, mas também nos levou juntos nessa jornada extraordinária", comentou Sarah Dale, diretora de parcerias de marca na Binance. "Para encapsular essa jornada, trabalhamos com ele para criar nossa coleção de NFTs mais memorável até hoje, com as melhores recompensas já oferecidas para os fãs de esportes, ao mesmo tempo em que damos uma plataforma para talentos incríveis com laços pessoais aos locais icônicos da vida de Cristiano. Juntos, estamos comprometidos em remodelar o engajamento dos fãs nos esportes, e essa coleção faz isso ao abrir novos horizontes de utilidade dos NFTs e níveis de conexão com os fãs”. A nova coleção de NFTs será lançada em duas etapas durante a próxima temporada de futebol e resultará em um leilão em junho para uma coleção limitada de NFTs super super raros (SSR). Entenda todas as etapas e recompensas A primeira etapa começará em 29 de maio, com locais icônicos como Ilha da Madeira, Lisboa e Manchester. Obras vibrantes dos artistas portugueses Katt Phatt (representando a Ilha da Madeira) e Rodrigo Doin (Lisboa) retratam o início da jornada de Cristiano Ronaldo, oferecendo aos fãs a chance de adquirir essa peça crucial da história do futebol. A etapa 1 também incluirá obras de arte em NFT do artista de Manchester, John Sheehan, prestando homenagem à ascensão de Cristiano Ronaldo na cidade inglesa. A etapa 2 será lançada em 6 de junho e incluirá obras de arte incríveis representando Madrid, Turim e Arábia Saudita. Designs da artista espanhola Lisett Ledón representarão seu sucesso sem precedentes em Madrid, incorporando sua paixão pela Liga Espanhola, enquanto o italiano Pasquale Garibaldi articula seu tempo em Turim, celebrando seu legado na Série A e no futebol italiano. Finalmente, o artista saudita Shaker Kashgari desenha um NFT para marcar o capítulo mais recente da trajetória de Cristiano Ronaldo na Arábia Saudita. Mais tarde, em junho, uma coleção muito especial de 7 NFTs super super raros estará disponível. Esta coleção limitada de NFTs, desenhada pelo artista local, Sr. Dheo, presta homenagem à dedicação inabalável de Cristiano Ronaldo ao seu país natal e estará disponível para compra através de um leilão online de 14 a 18 de junho. Super-fãs que colecionarem todos os NFTs da coleção da Etapa 4 também terão a chance de ganhar um dos NFTs SSR especiais participando de um quiz a partir de 11 de junho. Com um preço de US$ 35 em todos os locais, exceto para os NFTs SSR limitados, a coleção introduz um mecanismo 'Colecione para ganhar' para acessar as utilidades dos NFTs. Isso significa que os colecionadores podem começar a ganhar recompensas desde a primeira compra de um NFT Forever Worldwide, incluindo camisas vintage, ingressos de futebol, pôsteres assinados e impressos, além da chance de enviar perguntas que Cristiano responderá em um vídeo feito especialmente para quem possui os NFTs. Dada a importância de Portugal para Cristiano Ronaldo, os detentores dos NFTs SSR de Portugal receberão uma experiência exclusiva com o próprio Cristiano, que inclui uma viagem a Riade, um ingresso para um jogo de futebol, seguido por um momento personalizado de celebração de gol com Cristiano. Para ter a chance de acessar essa oportunidade única, os colecionadores podem participar de um leilão que será aberto no dia 14 de junho, onde os quatro maiores lances ganharão este NFT super super raro. Além disso, os usuários que coletarem todos os outros seis locais de NFT e ganharem o NFT SSR de Portugal no quiz também farão parte dessa experiência. A primeira etapa da coleção de NFTs 'Forever Worldwide: The Road to Saudi Arabia' estará disponível exclusivamente no Marketplace de NFTs da Binance, ou visite a Forever Zone da Binance a partir do dia 29 de maio de 2024.

  • Agrotoken promove Barter Digital com solução para impulsionar o mercado agrícola

    A Agrotoken, pioneira na tokenização de commodities, está inovando a forma como as revendas e indústrias realizam transações comerciais. Por meio da utilização do Barter, uma prática estabelecida no mercado, que envolve a troca de matéria-prima ou pagamento equivalente ao valor da commodity como forma de liquidação de transações comerciais, a empresa oferece uma série de benefícios práticos aos clientes e parceiros. Com as adversidades climáticas, flutuações cambiais e incertezas geopolíticas, o agronegócio tem enfrentado mudanças drásticas, desde 2022, o que automaticamente reflete nos produtores rurais, que tiveram que traçar planos estratégicos mais  robustos e diversificados. Diante deste cenário, o barter voltou a ganhar destaque, ajudando a mitigar os riscos e proporcionando maior segurança e previsibilidade para os negócios. Um estudo realizado pela consultoria americana McKinsey & Company, por exemplo, apontou que cerca de 35% do mercado está migrando para esse modelo de negócio. De acordo com Anderson Nacaxe, Country Manager da Agrotoken, os produtores estão sendo impulsionados pela busca por maior eficiência na produção e pela necessidade de proteger as operações contra os desafios imprevisíveis do mercado. “Hoje, um hectare de terra alimenta significativamente mais famílias do que décadas atrás. Qualquer perda, portanto, tem um impacto ainda mais pronunciado. É essa consciência da importância da produtividade que tem motivado os produtores a explorarem novas estratégias, como o barter”, pontua o executivo. No caso das revendas e das cooperativas, a modalidade oferece garantias significativas para reduzir a inadimplência e os atrasos, aumentando a estabilidade das transações com à trava de preço das commodities. Neste contexto, a Agrotoken através de uma carteira digital, potencializa a digitalização das garantias, registrando-as em Blockchain. A plataforma proporciona uma gestão eficiente e segura das transações, bem como a criação de uma carteira digital, que permite a transferência fracionada entre as partes envolvidas, simplificando ainda mais o processo. “Ao integrar o Barter com a Agrotoken, as garantias, antes analógicas, tornam-se digitais, aproveitando toda a segurança e confiabilidade do blockchain. Isso não só elimina o risco de alterações, mas também possibilita a rastreabilidade completa das operações. Além disso, a automatização de processos e a padronização das operações nativas da plataforma simplificam as transações e facilitam a entrada de novos players no mercado”, finaliza Nacaxe.

  • Ribus anuncia onda de listagens do seu token utilitário

    O ecossistema Ribus que recentemente teve seu token ($RIB) listado internacionalmente, revela mais três listagens com previsão de acontecerem até o final de junho. Vale destacar que na última listagem, o token nativo da Ribus atingiu aumento de 1000% no seu preço  e o número de holders saltou de 4 mil holders para 6 mil no Mercado Bitcoin. Daniel Carius, Co-founder e CVO da Ribus, comenta que espera uma valorização do token em 3 dígitos e que para alcançarem novos patamares com a listagem, a empresa desenvolveu uma estratégia focada em engajar a comunidade cripto. "Nosso objetivo ao listar a Ribus em três exchanges consecutivas foi não apenas aumentar a visibilidade da empresa, mas também influenciar uma mudança no modelo de consumo do público. Reconhecemos que a valorização de qualquer ativo após a listagem é seguida por uma queda natural. Ao continuar a listar em mais duas exchanges, nossa intenção é manter a comunidade engajada e unida, valorizando ainda mais o ativo durante este período e alcançando uma valorização sem precedentes”, afirma Carius. A inclusão do ativo em novas corretoras é uma consequência do interesse dos usuários pelos tokens RWA. O ativo que já está no mercado há três anos, se movimenta rumo à expansão continental do projeto com estratégias lapidadas para potencializar a valorização do token. Com a exposição do ativo em novas vitrines, a Ribus reforça a proposta de democratizar investimentos no mercado imobiliário e ganhar maior relevância, já que cumprem os critérios de segurança, liquidez, demanda do mercado, conformidade regulatória e reputação do criptoativo. A BlackRock, principal empresa de gestão de ativos e investimentos do mundo, já sinalizou interesse em tokens do segmento, sendo mais uma oportunidade para que o ecossistema preencha as lacunas do mercado, mantendo o ativo RIB em destaque, e assim oferecer aos tokenistas um cenário cada vez mais otimista com resultados promissores. A plataforma brasileira de ativos do mundo real, foi a primeira do país a receber o ofício pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de reconhecimento pelo token RIB no mercado imobiliário, em um esforço contínuo e inovador de apostar na tokenização do setor. O grupo que é pioneiro em Blockchain Real Estate no Brasil já tem seu token listado em exchanges renomadas a nível global, como Mercado Bitcoin, CoinMarketCap, Coingecko e MEXC. Através da listagem na exchange internacional MEXC em fevereiro, o ecossistema presenciou mais um marco inédito do token Ribus, ao verificar a valorização de 300% em um único dia e ultrapassar o volume de vendas do Bitcoin na maior exchange da América Latina, o Mercado Bitcoin, além de integrar o ranking de quarto ativo mais negociado na corretora brasileira. Ao cumprir rigorosamente seu roadmap para este ano, a plataforma ao expandir a negociação do seu ativo, proporciona maior acesso, divisibilidade, transparência e negociação de forma eficiente e transparente, que se alinha com a missão de democratizar investimentos e oferecer liquidez a um público mais amplo. O token possui diversos benefícios e pode ser utilizado nas trocas, validações, promoções, descontos ou voltado ao mercado imobiliário e suas ramificações. Também funciona como um voucher de acesso a todos os produtos e serviços do ecossistema. Como mais uma forma de engajamento, a Ribus está com uma campanha para sua comunidade nas transações em ($RIB) realizadas no Mercado Bitcoin, oferecendo 10% de tokenback, com validade até o dia 30 de maio. Maiores informações: https://ribus.com.br/nova-listagem-internacional-token-ribus-rwa/

  • Estudo aponta adesão de brasileiros ao BNPL, crescimento nas tentativas de golpes do PIX e preocupação com a inflação

    A TransUnion, empresa global de informações e insights, lança a edição do primeiro trimestre de 2024 do Estudo Consumer Pulse. O levantamento traz análises importantes sobre o comportamento de consumo da população e o cenário de inclusão financeira no Brasil. Nesta edição, o Consumer Pulse mostra que um terço dos brasileiros diz já ter usado o método de pagamento Compre Agora, Pague Depois (BNPL¹), que os golpes do PIX contra brasileiros cresceram e que há uma preocupação generalizada com o impacto da inflação nas finanças pessoais. Entre os destaques analisados na edição, vale apontar que 31% dos entrevistados brasileiros afirmaram já ter usado o BNPL¹ como forma de pagamento graças à facilidade em uso no momento da compra. Esse dado reforça a importância para o negócio de oferecer uma experiência de qualidade para o consumidor. A facilidade de contratação do meio de pagamento influenciou a decisão do consumidor, sendo tão relevante quanto fatores como taxas de juros. “Experiências de compra com menos atritos para o consumidor impactam diretamente a taxa de conversão de clientes, evitando abandonos ao longo da jornada e construindo fidelidade ao entregar a agilidade demandada pelo consumidor atual. Para isso, é fundamental que as empresas tenham confiança e insumos para tomarem decisões de forma instantânea, reduzindo o tempo de espera e aprimorando a interação com o consumidor nesta jornada”, afirma Claudio Pasqualin, Chief Product Officer (CPO) da TransUnion Brasil. “O desafio é justamente encontrar o equilíbrio entre análise de risco e a experiência que promove novos negócios. Como trazer confiança e segurança ao mesmo tempo em que se oferece uma jornada de compra simplificada, ágil e criada para atender as demandas do usuário contemporâneo? É nesta equação que as soluções da TransUnion visam promover confiança, viabilizando jornadas pensadas a partir da experiência do cliente, mas atendendo também as políticas e requerimentos específicos do negócio”, completa Pasqualin. Outro ponto de destaque do estudo refere-se aos esquemas de fraude aos quais a população brasileira tem sido alvo. Entre os brasileiros, 29% dos entrevistados disseram ter sido alvo de tentativas de fraude online, por e-mail, telefone ou mensagens de texto no primeiro trimestre. Desses, 6% afirmaram ter sido vítimas. Entre aqueles que disseram ter sido alvo, 29% relataram ter sido por meio do golpe do PIX, um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao quarto trimestre de 2023. A constatação mostra a crescente em importância de uma estratégia antifraude para operações digitais pelas financeiras, o que impacta diretamente a relação entre essas organizações e seus clientes. “Novos golpes aparecem todos os dias, e é preciso estar atualizado com relação às suas estratégias e às tecnologias para mitigação. Isso nos ajuda a, por exemplo, realizar uma análise dos padrões de comportamento dos clientes, o que permite barrar transações suspeitas”, observa Helena Leite, Market Planner da TransUnion Brasil. O peso da inflação Como último dado de destaque para a população brasileira, é possível evidenciar que há uma preocupação crescente com a inflação. Apesar de a expectativa de aumento de gastos em compras em lojas físicas ou online ter crescido em 2%, totalizando 31% dos entrevistados, e 32% deles afirmarem que pretendem solicitar aumento no limite de seus cartões de crédito, o brasileiro está cada vez mais preocupado com o aumento dos preços devido à inflação. Os principais gastos com aumento de preço considerados mais preocupantes são compras de mercado (75%), despesas médicas (51%) e contas fixas (50%). Dentre as preocupações envolvendo as finanças domésticas, 30% dos consumidores experienciaram inflação nas mercadorias do dia a dia, um aumento de 1% com relação ao período anterior. “Diante desses cenários, as instituições financeiras enfrentam cada dia mais desafios para manter e melhorar o relacionamento com os seus clientes, assim como com as ferramentas que utilizam na operação para oferecer segurança, melhor experiência, e com isso crédito acessível e condizente com a necessidade do consumidor”, finaliza Pasqualin. Confira o infográfico com dados de Brasil e mundo acessando aqui. E os dados de varejo, neste link. Glossário ¹BNPL – Buy Now, Pay Later, ou “compre agora, pague depois”, em tradução livre, é uma forma de pagamento alternativa que permite comprar produtos e serviços sem a necessidade de pagar o valor total à vista. O cliente financia imediatamente as compras e paga o valor em parcelas fixas ao longo do tempo. ²Golpe do PIX é um termo abrangente usado para descrever táticas usadas por criminosos para convencer suas vítimas a fazerem pagamentos ou transferências bancárias usando o sistema do PIX, roubando seu dinheiro. Na maioria dos casos, a abordagem ocorre por canais digitais, como redes sociais, aplicativos de mensagens e e-mails.

  • MB lança Fist, primeiro token de Renda Variável Digital no setor de energia elétrica

    O Mercado Bitcoin (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, lança nesta terça-feira (14) o token FISTEN01, em parceria com a Fist Energy, provedora de soluções de energia fotovoltaica. O token pertence à categoria de Renda Variável Digital, o que permite que os investidores possam aplicar diretamente em uma usina de geração e distribuição de energia elétrica, por meio de equity. Essa é uma iniciativa das duas empresas para democratizar o acesso ao investimento que, anteriormente, estava disponível apenas para a pessoa jurídica. O objetivo do token é aportar o valor de R$ 400 mil para a Fist, o que resulta em 100 kWp de potência instalada ou 13 mil kwh/mês de energia gerada, em termos de capacidade produtiva, como um investimento que será utilizado na conclusão da obra de uma usina de energia solar. A partir disso, ainda em construção, a usina será capaz de produzir e distribuir 100% da energia captada por meio de placas solares, gerando dividendos mensais aos investidores. A parcela do lucro da empresa que será distribuída aos investidores do token varia de 0,9% ao mês, como retorno mínimo, a até 1,2% ao mês. A validade do token é de 30 anos, com o paypack (tempo de retorno do investimento) realizado até o fim do sétimo ano, e o restante, portanto, sendo de lucro absoluto aos compradores. Dessa forma, o FISTEN01 é considerado adequado aos investidores com visão de longo prazo. “O MB foi pioneiro em realizar contratos de antecipação de energia, por meio da Renda Fixa Digital e, novamente, reforçamos nossa expertise e capacidade inovativa por meio da possibilidade de investimento direto em uma usina – dessa vez com a Renda Variável Digital. Vale destacar que o segmento de energia elétrica cresce diariamente no cenário nacional, o que configura o token como uma oportunidade de capitalizar diretamente neste mercado” destaca Reinaldo Rabelo, CEO do Mercado Bitcoin. A construção da usina, ativo de referência,  será em Pernambuco. Isso porque apenas 3,2% dos mais de 4 milhões de clientes atendidos pela Neoenergia no território utilizam energia solar, apesar de o estado ser classificado como o sexto melhor no País para produção desse tipo de energia. Ainda, as tarifas de eletricidade no local são uma das mais altas do país, conforme relatado pelo Portal Solar em 2023, o que configura a criação da usina como uma oportunidade de negócio. “O MB, durante todo o processo de tokenização dos direitos à usina, nos forneceu a agilidade e tecnologia necessárias. Entendemos que nosso modelo de negócio, no setor de energia renovável, poderia se expandir, uma vez que estivesse vinculado à Web3, e a partir dessa parceria estamos alcançando melhores resultados de capitalização” aponta Daniel de Jesus, CEO da Fist. Outra possibilidade que deve ser considerada pelos investidores é a venda da usina. Entretanto, nesse caso, as alavancagens aos compradores do token variam de 1,7 a 2,5 vezes o valor investido, além dos dividendos mensais recebidos até o momento da venda. Os interessados podem negociar o FISTEN01 a partir de R$ 1.000, por meio da plataforma do MB.

  • Milhões de brasileiros dizem "sim" ao Open Finance: veja o porquê!

    O Open Finance, uma iniciativa do Banco Central, oferece aos consumidores a oportunidade de consolidar todas as suas informações financeiras em um só lugar, proporcionando uma visão abrangente de suas finanças e facilitando a tomada de decisões. De acordo com uma pesquisa da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), o número de usuários do sistema já ultrapassou a marca de 42 milhões, evidenciando um aumento significativo na adoção e uma crescente compreensão dos benefícios e funcionalidades do Open Finance. “À medida que o conceito e os benefícios do Open Finance são entendidos, cresce a disposição dos brasileiros em compartilhar seus dados financeiros. Isso reflete no rápido crescimento do Open Finance no Brasil”, destaca o CEO da Lina Open X, Alan Mareines. A adesão por parte dos bancos, instituições de pagamento, cooperativas de crédito e fintechs também tem sido expressiva. Segundo o site oficial do Open Finance Brasil, atualmente há mais de 100 instituições participantes, incluindo Banco Inter, Santander e Nubank. Além de promover o compartilhamento seguro de dados entre diferentes instituições, o Open Finance facilita o acesso a produtos e serviços, como empréstimos com condições mais favoráveis, aumento de crédito em cartões, seguros personalizados conforme o perfil do cliente e aprimora o relacionamento com bancos ou outras instituições financeiras. Stefani Pereira, relações públicas, relata como tem sido a sua experiência com o Open Finance após adesão ao programa. “Desde que aceitei o Open Finance percebi uma maior conectividade de um aplicativo para o outro. Como tenho mais de um banco, sendo um para crédito e outro para poupança, o Open Finance gerou uma facilidade até mesmo se eu precisar aumentar o limite do cartão. Anteriormente, recebi duas recusas para aumentar o limite, após aceitar a ferramenta, o limite foi liberado. Vejo que as coisas são mais fáceis quando são compartilhadas e a conectividade é bem bacana”. 5 curiosidades sobre o Open Finance que todo usuário precisa saber 1) Segurança em primeiro lugar:  A segurança é uma prioridade no Open Finance. O sistema utiliza protocolos robustos de segurança e criptografia para proteger os dados dos usuários. Além disso, as instituições participantes devem seguir rigorosos padrões regulatórios estabelecidos pelo Banco Central, garantindo a privacidade e a proteção das informações dos consumidores. 2) Não há cobrança de tarifas:  O compartilhamento de dados não tem custos para o consumidor. Nenhuma cobrança é feita nesse sentido, pois a ideia é justamente incentivar que mais clientes possam optar por compartilhar essas informações. 3) Não há ofertas e propostas indesejadas:  Quanto mais informações o sistema possui, a partir do histórico financeiro do cliente, mais personalização o Open Finance tem a oferecer, enviando com mais precisão as ofertas de crédito ou de produtos que de fato fazem sentido. Esse é um dos grandes diferenciais do sistema. 4) É possível cancelar o compartilhamento de dados:  A qualquer momento, o consumidor pode solicitar a interrupção do compartilhamento de dados. A opção de reverter o compartilhamento pode ocorrer por diversos motivos, e o cliente pode fazer isso quando quiser. A instituição, por sua vez, perde o direito de utilizar os dados. 5) Conectividade internacional: Embora o Open Finance seja uma iniciativa nacional, ele faz parte de uma tendência global de Open Banking. Países como Reino Unido, Austrália e vários membros da União Europeia já implementaram sistemas semelhantes. Isso pode facilitar a criação de um ecossistema financeiro global mais integrado, onde consumidores e empresas podem movimentar-se e operar internacionalmente com maior facilidade e segurança. “São inúmeras as possibilidades que o Open Finance proporciona aos usuários. Com a sua adesão feita diretamente pelos aplicativos de bancos, as pessoas podem visualizar o saldo de outras instituições financeiras e receber avisos sobre o cheque especial, por exemplo. Podem também receber recomendações de investimentos mais rentáveis e ofertas de crédito e financiamentos com taxas mais atraentes”, pontua Mareines. Independentemente do perfil financeiro de cada pessoa, o Open Finance surge como um recurso poderoso para proporcionar maior transparência, conveniência e controle sobre suas finanças pessoais. Ao adotar essa inovação no setor financeiro, os usuários podem antecipar uma experiência mais integrada, segura e personalizada conforme suas necessidades individuais.

  • Por que o Ethereum está prestes a atingir seu melhor momento?

    O ano de 2024 será lembrado como aquele em que o bitcoin e o ether passaram a ser cotados na Bolsa de Valores norte-americana, marcando um momento histórico para as criptomoedas e reafirmando sua entrada no mundo institucional. Nesta quinta-feira, 23 de maio, a Comissão da Bolsa de Valores dos EUA aprovou oito fundos de ETFs de ether. Embora a aprovação para a negociação nos mercados de ações ainda esteja pendente, espera-se que ocorra em breve, o que continuará impulsionando o ecossistema cripto. As criptomoedas têm se destacado como uma opção de democratização financeira, com altos níveis de adoção na América Latina, especialmente o bitcoin e o ether. O bitcoin é o ativo mais proeminente entre as mais de 9 mil criptomoedas ativas, atualmente¹. O ether, token nativo da rede Ethereum (ETH), voltou a alcançar USD 4.000 no primeiro trimestre deste ano, após quase dois anos. É esperado que, com as recentes aprovações, seu valor poderá continuar aumentando. A recente valorização do bitcoin e o novo recorde alcançado em seu preço também têm estimulado o otimismo em relação a outros ativos. A exemplo do ether, que está se aproximando de um possível novo recorde histórico (ATH), depois do registrado em novembro de 2021. O bitcoin alcançou seu ATH em 14 de março de 2024, dois meses após a aprovação de seu ETF, em 10 de janeiro deste ano. O Ethereum é uma das blockchains mais adotadas no mundo das criptomoedas, notável por ser mais do que apenas uma tecnologia. Desde sua concepção em 2015 pelo visionário Vitalik Buterin, tem evoluído continuamente, possibilitando o desenvolvimento de uma variedade de aplicações em áreas como arte digital, compras de bens e serviços, entre outros. Essa rede tem gerado um ecossistema inovador em várias áreas em que está presente, destacando, nesse processo, sua evolução e influência na tecnologia financeira. A seguir, algumas peças-chaves que evidenciam sua importância no setor. Impulsionadores do sucesso do Ethereum: Os exemplos práticos de utilização da blockchain Ethereum estão se tornando cada vez mais prevalentes na indústria, sendo empregada em uma ampla gama de aplicações, desde pagamentos e transações comerciais até participação em projetos baseados em contratos inteligentes e aquisição de ativos digitais únicos por meio de NFTs. Web3: A Nova Era da internet está, estritamente, ligada às tecnologias habilitadas pela rede Ethereum, desempenhando um papel crucial no desenvolvimento da Web3 e servindo como  a principal base para o futuro da internet. Contratos Inteligentes: O crescimento dos contratos inteligentes tem aberto novas oportunidades de negócios, desde a automação de processos comerciais até o desenvolvimento de aplicações descentralizadas (dApps). O Ethereum emergiu como um catalisador para a inovação empresarial, aproveitando esses mecanismos de execução por meio de códigos para automatizar e agilizar processos, garantindo maior segurança e rapidez. dApps: Essas aplicações automatizam funções e possibilitam a realização de transações que vão além das simples transferências de dinheiro, eliminando a necessidade de intermediários. Isso tem facilitado o intercâmbio de ativos, a aquisição de propriedades digitais (NFTs) e a participação em jogos colaborativos sem a supervisão de terceiros. NFTs e o mundo da arte digital: Os contratos inteligentes facilitaram a aquisição, troca e utilização de tokens não fungíveis (NFTs). Esses tokens, frequentemente, representam imagens, músicas ou outras formas de expressão artística e são gerenciados em uma blockchain que mantém um registro da propriedade. Isso permite que cada token não-fungível seja enviado e recebido sem a necessidade de verificação por terceiros. Além disso, agora eles permitem até mesmo a compra e venda de propriedades, como casas, sem a intervenção de intermediários. Inclusão financeira e pagamentos descentralizados: O Ethereum tem sido um estímulo para uma maior inclusão financeira na região, possibilitando pagamentos rápidos e seguros sem a necessidade de intermediários. Isso é, especialmente, relevante na América Latina, onde 21% da população não tem acesso aos serviços bancários tradicionais. Além disso, ele trouxe uma inovação significativa com a introdução das "Organizações Autônomas Descentralizadas" (DAOs), um novo modelo em que as decisões são tomadas de forma coletiva e não centralizada. Essas comunidades operam sem a necessidade de uma autoridade central, utilizando contratos inteligentes para facilitar a votação e a execução automática das ações propostas pelos membros, promovendo estruturas organizacionais horizontais e democráticas. "Além de consolidar sua posição como um ativo de investimento e reserva de valor, o Ethereum está liderando uma onda de inovação e transformação em várias áreas. A aprovação dos ETFs de ether continuará a impulsionar sua adoção e aquisição, solidificando o ETH como uma figura central na revolução das criptomoedas. Isso evidencia as possibilidades que essa tecnologia oferece para o desenvolvimento econômico e a inclusão financeira no mundo”, concluiu Daniel González, Analista Cripto da Bitso.

  • Utilizando a tecnologia Blockchain e Criptomoedas para mitigar crises humanitárias otimizando sistemas de doações

    A recente catástrofe climática no Rio Grande do Sul devastou comunidades e evidenciou falhas críticas nos métodos tradicionais e centralizados de resposta a emergências. Entre final de abril e começo de maio, chuvas excepcionalmente intensas, exacerbadas por um bloqueio atmosférico prolongado, inundaram várias regiões do estado, deixando um saldo trágico de mais de 140 vítimas. Os registros do nível do Guaíba em Porto Alegre atingiram marcas sem precedentes, com um aumento de 4 metros e 4 centímetros em apenas seis dias, superando as cheias do ano anterior. O nível, que era de 1,31 metros em 29 de abril de 2024, alcançou um pico histórico de 5,35 metros na madrugada de 5 de maio, ultrapassando até mesmo as marcas da enchente histórica de 1941, onde o nível chegou a 4,76 metros. O número de cidades afetadas e de vítimas fatais também excedeu significativamente os números do ano passado. 90% das cidades gaúchas estão sendo afetadas pelas enchentes. Segundo o balanço divulgado pela Defesa Civil nesta segunda-feira (13), 447 cidades foram impactadas de 497 municípios. Dados atualizados também indicam que já foram registradas 806 pessoas feridas, 127 pessoas desaparecidas e 147 mortes, superando os 54 óbitos registrados na enchente de 2023. Mobilização para doações A situação mobilizou doadores do Brasil inteiro e até de outros países. Governos, ONGs, associações, empresas e até pessoas físicas disponibilizaram chaves PIX para receber doações em dinheiro em prol das vítimas. Além disso, muitas doações de roupas, alimentos, produtos de higiene, entre outros, foram destinados ao local. Como aeroportos e rodoviárias da região estão fechados e muitas estradas foram interditadas, existe um desafio logístico para que essas doações cheguem ao seu destino. O governo estadual do Rio Grande do Sul reativou o canal de doações via Pix usado nas enchentes do último ano, arrecadando mais de R$92 milhões para a campanha 'SOS Rio Grande do Sul'. Porém, devido a burocracias, muitas vezes a liberação desses fundos é demorada, e os recursos podem ter fins diferentes do imaginado por muitos dos contribuintes. A incerteza em saber o destino real de suas doações ainda impede muitas pessoas de participar de campanhas. O medo de cair em golpes e ver recursos desviados por pessoas desonestas são barreiras para muitos potenciais doadores. O receio de ver a doação destinada para outras finalidades além do estabelecido anteriormente também são pontos de atenção. Uma pessoa que faz uma doação para a reconstrução de casas pode se incomodar ao ver sua doação ser usada para o resgate de animais, por exemplo. Assim, surge a necessidade de transparência e regulamentação de doações, uma vez que as pessoas estão cada vez mais dispostas a doar, desde que estejam seguras do destino de seus recursos. Leonardo Oliveira, gerente de pessoas da NovaDAX e coordenador do comitê de Sustentabilidade e Diversidade da ABcripto, diz que a Blockchain já se mostrou uma grande tecnologia e que tem potencial para ajudar a mitigar crises humanitárias otimizando sistema de doações. “A adoção da Blockchain na gestão de crises traz consigo a vantagem da transparência total. Cada transação realizada é registrada em uma Blockchain pública e imutável, o que aumenta a confiança dos doadores, incentivando um maior volume de contribuições, pois significa que cada registro de ação na Blockchain, como o recebimento ou a retirada da doação, não pode ter seu registro removido da rede sem o aval de todos os validadores”, diz LeonardoAlém disso, a blockchain oferece rastreamento em tempo real de doações e transações. A rastreabilidade é uma característica fundamental, pois permite verificar exatamente onde e como os fundos estão sendo usados, assegurando que não haja duplicidade no fornecimento de ajuda ou desperdício de recursos, permitindo que instituições de caridades e governo forneça aos doadores um detalhamento de suas contribuições, mostrando como cada centavo é alocado. Desburocratização e eficiência “Outro benefício importante da blockchain é a desburocratização proporcionada pelos contratos inteligentes, que garantem que qualquer doação feita seja usada especificamente para seu devido propósito. Esses contratos seriam programados para liberar automaticamente os fundos para as áreas afetadas assim que determinados critérios pré-definidos fossem atendidos, sem a necessidade de processos de aprovação demorados. Isso não só acelera o processo de ajuda como reduz a necessidade de intervenção humana, minimizando o risco de erros”, ele acrescenta. Menos custos e menos golpes “Além de aumentar a eficiência, a Blockchain também contribui significativamente para a redução de custos e riscos de golpes. Com menos intermediários necessários nos processos de transferência e distribuição de recursos, não apenas simplificaria e baratearia as operações, como também reduziria significativamente as possibilidades de desvio de fundos”, completa o executivo. Blockchain e Impacto Social Um exemplo prático de utilização da Blockchain para otimizar doações é o seu uso pela ONU Mulheres e o Programa Mundial de Alimentos, PMA, para facilitar transferências de dinheiro para refugiadas sírias nos campos de Zaãtari e Azraq na Jordânia. O projeto "Construindo Blocos" do PMA, já auxilia 106 mil refugiados sírios no país, permitindo que eles recebam fundos diretamente em contas seguras na rede blockchain. Outro processo de doação que em breve será otimizado pela Blockchain é o de doação de órgãos. Em março deste ano, o sistema brasileiro de doação de órgãos anunciou que passará a adotar a tecnologia para assegurar a integridade das informações, conforme anunciado pelo Conselho Federal do Colégio Notarial do Brasil (CNB/CF), fruto de uma colaboração entre a entidade, o Supremo Tribunal Federal (STF), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ministério da Saúde.

  • Quer começar a empreender no mercado de soluções financeiras e pagamentos? Confira 5 dicas

    Enquanto a tecnologia transforma inúmeros aspectos da vida cotidiana, inclusive o modo como fazemos pagamentos, novas empresas nascem para atender as demandas e sair na frente nos movimentos de inovação. É o que vem acontecendo no setor de soluções financeiras: de acordo com um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a quantidade de fintechs na América Latina aumentou 112% entre 2018 e 2021. Essa movimentação cria oportunidades variadas na área. “Existem muitos serviços e tecnologias que simplificam transações financeiras, desde a captura de pagamentos presenciais, utilizando máquinas de cartão, até o ambiente online, com gateways de pagamento e serviços bancários, como conta digital, TED, Pix, entre outros”, explica Leonardo Moreira Gomes, CEO e cofundador da Paytime. A Paytime é uma empresa que nasceu para auxiliar empreendedores nos desafios desse segmento. Ela oferece a estrutura para a criação de uma fintech e atua em modelo White Label, o que permite que cada fintech inclua sua própria marca nos equipamentos e softwares. Além disso, a startup também cuida das questões regulatórias, incluindo a conformidade com  bandeiras, adquirentes e registradores. Dentre os caminhos possíveis para empreender, Leonardo destaca três: o desenvolvimento de um banco digital, de uma empresa de máquinas de cartão para credenciar estabelecimentos comerciais, ou a integração da captura de pagamentos a um aplicativo já existente. Nesse último caso, poderia criar-se um hub de soluções, como o Ifood, que oferece conta digital para os restaurantes e para os entregadores. O que quer que seja definido, algumas orientações são válidas para todos os casos. Assim, o CEO reuniu algumas dicas para quem quer começar a empreender nesse mercado: Parceiros Para criar a empresa do zero, ou será necessário um investimento bem alto, que pode chegar na casa dos milhões, ou uma parceria sólida. “Busque por um parceiro estabelecido para fornecer a tecnologia necessária. O mercado de fintechs opera com volumes significativos diariamente, então é essencial contar com uma parceria experiente, com histórico comprovado e que agregará credibilidade e segurança à sua operação. Lembre-se que uma falha sistêmica mínima pode ter um impacto devastador. Quanto perde um estabelecimento sem uma maquininha de cartão em um único dia? E se esse dia for o de maior movimento?”, enfatiza Leonardo. Planejamento estratégico Gomes indica a elaboração de um plano de negócios com o planejamento dos próximos anos, considerando o investimento necessário, as fontes de receita e a estratégia comercial. “Desenvolva um modelo bottom-up, partindo do detalhamento para o todo. No mercado de pagamentos, que é caracterizado por margens reduzidas e alto volume, cada 0,10% pode fazer toda a diferença. Portanto, seja detalhista”, recomenda. Diferencial competitivo É importante definir quais serão os diferenciais para se destacar no mercado, inclusive identificar também quais são os pontos fortes e os pontos fracos da empresa. “É impossível ser o melhor e mais barato ao mesmo tempo”, lembra o profissional. “Mas vale dizer que uma das maiores vantagens de empresas locais é o atendimento personalizado e otimizado, por conta da proximidade e conhecimento da realidade local”. Ele também destaca que a concorrência com bancos tradicionais e outras fintechs consolidadas é um dos grandes desafios do setor. Muitas vezes, o foco na tecnologia é a saída certeira para oferecer soluções seguras e inovadoras, que criem os diferenciais que o empreendedor precisa ou mesmo que não deixe que ele fique para trás. Nicho Este mercado é muito amplo e boa parte da população usa métodos de pagamentos variados, o que exige diferentes soluções financeiras por parte das empresas. Segundo uma pesquisa da Opinion Box, 77% dos brasileiros usam o Pix — e 41% utilizam QR Code para realizar o pagamento através desse meio. Os cartões de crédito (80%) e débito (66%) também são favoritos, o que também coloca as maquininhas em destaque. Portanto, todos os tipos de negócios precisam do que as fintechs podem oferecer. Contudo, Leonardo indica que a definição de um nicho é fundamental. “Defina com precisão seu público-alvo e se concentre nele. Pode ser lojas de roupas, de eletrônicos, de material de construção, franqueadoras… o importante é ter um foco. E, a partir disso, aprimorar a qualidade de atendimento para atender às necessidades específicas desse grupo”, afirma. Marketing digital Algo que vale para qualquer negócio atualmente é o investimento no marketing, especialmente no âmbito digital. As pessoas conhecem e consomem marcas pela internet mais do que nunca. “Uma das maiores vantagens dos players que se destacam no mercado de pagamentos é a presença digital. Não é incomum que quem aparece mais ganhe de quem tem o melhor produto. Invista na imagem da sua empresa”, finaliza o CEO.

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