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  • Fintechs mais uma vez marcam forte presença no ranking dos melhores bancos brasileiros

    Como de costume, a Forbes divulgou mais uma edição do seu ranking global de melhores bancos. Como ocorreu nas últimas edições, as fintechs continuam tendo grande destaque na pesquisa, reforçando a posição de mercado que elas vêm alcançando. A quinta edição do ranking anual, publicada agora em abril, foi feita a partir da parceria entre a Forbes e a empresa de pesquisa de mercado Statista, que entrevistou mais de 49.000 indivíduos em 33 países e em 17 idiomas diferentes. Os participantes avaliaram os bancos onde atualmente têm uma conta corrente ou poupança, onde tiveram uma conta nos últimos três anos ou que conheciam através de familiares ou amigos. Qualquer banco que oferecesse uma conta corrente ou poupança era elegível. Os entrevistados relataram sua satisfação geral com cada banco, assim como se o recomendariam a outros, e então classificaram cada um em cinco critérios: confiabilidade termos e condições (como taxas e tarifas) atendimento ao cliente (tempo de espera e prestatividade dos funcionários) serviços digitais (facilidade de uso do site e aplicativo) qualidade do aconselhamento financeiro Todos esses elementos foram considerados em um sistema de pontuação que também levou em conta os resultados do ano passado com um peso menor; da mesma forma, os bancos conhecidos através de familiares ou amigos receberam um peso menor do que aqueles com os quais o entrevistado teve experiência pessoal. Os bancos com as maiores pontuações finais em seus países entraram na lista final. Confira o ranking filtrando apenas pelos bancos brasileiros, com as fintechs em destaque: 1º) Nubank 2º) PagBank 3º) Sicoob 4º) Inter 5º) Sicredi 6º) Bradesco 7º) Caixa 8º) BTG Pactual 9º) Banco ABC 10º) Neon 11º) Banrisul

  • Fintech aposta em IA e lança a primeira plataforma nacional de transações bancárias 100% integrada ao WhatsApp

    Neste mês, a  Magie, que tem como missão simplificar a gestão financeira das pessoas, torna-se a primeira fintech nacional a oferecer a funcionalidade de transações bancárias por meio de inteligência artificial generativa pelo próprio ambiente do WhatsApp. Com um serviço gratuito, a ferramenta é capaz de entender orientações e dados enviados por áudio, imagem, mensagens de texto encaminhadas e, com isso, executar transferências, agendamentos e pagamentos de contas, como uma assistente pessoal, facilitando o dia a dia das pessoas. Com recursos captados com o fundo de venture capital Canary, a startup anunciou seu lançamento ao mercado no último dia 22. Desenvolvida para atender a demanda de pessoas físicas com alto fluxo de movimentação financeira, a fintech disponibiliza nesta solução, todas as funcionalidades de uma conta bancária, aliada à assistente, disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. Em fase piloto desde o início do ano, a startup já processou mais de R$13 milhões em transações. “Resolvemos focar inicialmente em  usuários que valorizam seu tempo e tem muitos pagamentos, que tendem a ser um perfil de renda mais alta e vida mais corrida. Neste primeiro momento, o serviço é apenas para convidados e alguns usuários selecionados da lista de espera, para que possamos entregar um serviço excepcional ", explica Luiz Ramalho, fundador e CEO da Magie. Além de facilitar as transações, a tecnologia oferece suporte ao cliente em tempo real, respondendo às suas perguntas, fornecendo informações como contas a pagar e saldo e resolvendo problemas de forma eficiente. Além disso, conta com todo suporte de segurança e privacidade, inclusive com um processo rigoroso de senhas para conclusão da operação. “Nossa ideia é utilizar IA para levar um serviço de private banking, algo que só está disponível para os ultra-ricos, para uma parcela maior da população. A Magie, diferentemente de apps de banco, entende pedidos feitos com uma linguagem do cotidiano, como se os clientes estivessem falando com um amigo ou com seu gerente do banco. Com a evolução Open Finance, nossa expectativa é que possamos nos conectar a todos os bancos, expandindo as funcionalidades do serviço para outras atividades financeiras”, complementa Ramalho. Para utilizar a tecnologia, o usuário precisa sinalizar seu interesse em entrar na lista de espera no site da empresa ou via convite de um dos clientes.

  • CFO's buscam novas tecnologias para automatizar o trabalho

    Apesar de serem conhecidos como pessoas que têm grande facilidade com números e possuem um raciocínio lógico apurado, os CFOs (diretores financeiros) muitas vezes podem ser vistos como conservadores na hora de utilizar novas tecnologias dentro do ambiente de finanças. Entretanto, com o avanço tecnológico, e o surgimento de uma nova geração de profissionais, o CFOs precisam se adaptar promovendo um ambiente dinâmico, moderno e inovador  usando a tecnologia como catalisador desse movimento transformacional conectando as áreas de Finanças e TI. Alex Eduardo Pereira, foi executivo de finanças dos maiores bancos do Brasil e agora como COO da BindIntechs, empresa que surgiu de uma fusão da Bindflow e Inntechs, acredita que a junção  entre os  ambientes das finanças, (mais pragmático e burocrático) com o da tecnologia, (mais inovador e disruptivo), proporcionará o surgimento da tão desejada estrutura de Finanças do Futuro. De acordo com sua experiência e vivências de mais de 22 anos nessas áreas, o profissional acredita que os pilares mais afetados positivamente pela tecnologia são  análise e balanço, planejamento tributário, emissão de pareceres contábeis, normas técnicas, orçamento, viabilidade payback dos negocios e produtos ofertados pelas instituições financeiras. “O crescimento e o avanço da inteligência artificial, podem automatizar o mundo das finanças de forma exponencial. Um exemplo é a análise de balanço e análise da concorrência, pois é possível criar algoritmos, que tragam as modelagens de análises de forma mais ágil e, além disso, podemos criar critérios muito mais assertivos com possibilidade de  explorar todas as variáveis imagináveis. O uso da IA preditiva possibilita a visualização antecipada de alguns cenários que podem afetar diretamente o orçamento e o resultado da organização. Essa transição não é simples, uma vez que a partir do momento que a tecnologia estiver presente no mundo das finanças, os profissionais  precisarão desenvolver a habilidade de dados, tendo um papel cada vez mais estratégico e protagonista ao lado dos CEO’s, possibilitando um direcionamento mais efetivo e assertivo contribuindo para o crescimento da empresa”, explica Alex. De acordo com dados divulgados pela empresa de consultoria empresarial, McKinsey & Company, 40% dos profissionais de contabilidade também  vão ter mudanças nas suas funções. “Nas finanças do futuro não veremos apenas  estruturas dedicadas à captura de informações para elaboração  das demonstrações financeiras e  notas explicativas, teremos  também estruturas de analiticys, mineração de dados, gestão de indicadores estratégicos que irão apoiar os CFOs e CEOs na tomada de decisões e alteração da rota caso necessário”, afirma o sócio. Visando esse momento  transformacional, a BindIntechs,  uniu  a tecnologia de ponta  da Bindflow com o expertise financeiro da Inntech, desenvolvendo a plataforma BindConciliation, que irá revolucionar as interações financeiras e contábeis, automatizando as atividades operacionais e gerando uma experiência única de governança, eficiência e inovação. Alex explica que a solução proporcionará um ganho significativo de tempo, que será redirecionado para execução de análises mais elaboradas das informações,  gerando novos indicadores e tornando as informações financeiras mais estratégicas para o crescimento das organizações. A plataforma está na fase final de produção e será personalizada de acordo com a necessidade do cliente. *Em 2024, a BindFlow firmou uma parceria com a Inntechs, empresa com expertise no mundo das finanças, para a execução da plataforma BindConciliation de soluções financeiras e contábeis

  • Bemobi anuncia parceria com Grupo Salta e expande solução de pagamentos digitais para educação

    A Bemobi (BMOB3), líder no setor de soluções de pagamentos recorrentes no Brasil, em que já atende 7 das 10 maiores empresas de serviços recorrentes do país, incluindo gigantes dos setores de telecomunicações e distribuição de energia, anuncia parceria com o Grupo Salta, maior grupo de educação básica do Brasil, que processa anualmente cerca de 2,5 bilhões de reais em pagamentos. A partir de agora, os responsáveis financeiros poderão usar a solução OmniPay da Bemobi, que digitaliza pagamentos de serviços recorrentes, oferecendo uma alternativa mais conveniente e eficaz em comparação ao tradicional boleto bancário. Toda a jornada digital de pagamento dos clientes do Grupo Salta será implementada com as soluções da Bemobi – de canais de arrecadação customizados a sistemas de prevenção à fraude e conciliação. A solução OmniPay é white-label e integra de forma transparente pagamentos recorrentes por meio do cartão de crédito. Adicionalmente, oferece ainda opções de crédito à vista, parcelado e débito no checkout. Entre os principais benefícios, estão a redução das taxas de inadimplência e o aumento da fidelidade do cliente. Tudo isso, com maior conversão de pagamentos e simplificação do processo de arrecadação a custos competitivos. Para os clientes do Grupo Salta, a solução oferece também maior conveniência e facilidade no pagamento de suas contas. “Estamos muito animados com essa parceria com o Grupo Salta, que reforça nossa liderança em soluções de pagamentos digitais nos setores de serviços essenciais recorrentes", diz Denis Maia, vice-presidente de desenvolvimento corporativo da Bemobi. "Por meio dela, aceleramos a digitalização de mais um segmento crítico para nossa economia, além de expandir de forma relevante nosso mercado endereçável de atuação em meios de pagamentos para o setor de educação básica e ensino superior, que processa estimados 130 bilhões de reais anuais em pagamentos.” Os clientes do Grupo Salta poderão pagar suas mensalidades a partir de qualquer canal – site, app, URA, WhatsApp, entre outros – com cartões de crédito ou débito e PIX. Os clientes ainda poderão parcelar as contas em até 24 vezes. A OmniPay introduz diversas inovações específicas para o setor de serviços recorrentes como: solução de anti-fraude integrada, cobranças omnicanal, segmentadas por perfil de cliente, retentivas inteligentes e tokenização avançada, modelo de oferta parcelada para mensalidades; eliminando a necessidade de contratação e integração de múltiplos fornecedores independentes e  gerando um aumento médio de 10 a 15 pp na eficiência da cobrança recorrente em comparação com os modelos tradicionais utilizados hoje no mercado. “Com essa novidade, vamos melhorar a experiência do nosso cliente, além de aumentar os índices de adimplência ao oferecer uma jornada digital com novos meios de pagamento e de parcelamento com cartão de crédito aos pais. Além de oferecer ainda a possibilidade de pagamento e parcelamento em canais digitais, que será mais barato para o consumidor”, afirma Bruno Elias, CEO do Grupo Salta, que atende mais de 125 mil alunos. A entrada da Bemobi no mercado de educação privada se deu no fim do ano passado quando da compra da Agenda Edu, uma plataforma SaaS com 2,5 milhões de usuários que atende escolas de educação básica. A Agenda Edu oferece um aplicativo para comunicação entre escola (direção e professores), alunos e seus pais, com o compartilhamento das atividades previstas para os alunos até informações sobre notas e faltas, por exemplo. A Agenda Edu já oferecia uma solução de pagamentos que transacionou 140 milhões de reais em 2023 e agora com a integração com a Bemobi vai passar a oferecer também a plataforma OmniPay dentro do seu app para as mais de 3 mil escolas parceiras. Com atuação em mais de 50 países, a Bemobi é uma multinacional brasileira com foco na oferta de soluções e plataformas móveis para pagamentos digitais, engajamento de clientes, microfinanças e serviços digitais. A tecnologia de meios de pagamento fim-a-fim da Bemobi já é usada no modelo "white label" por todas as principais operadoras de telecom do Brasil, algumas das maiores empresas do setor de utilities, como Energisa e Equatorial, além de diversos provedores de internet. Anualmente, a plataforma de pagamentos da Bemobi gerencia um volume de pagamentos (TPV) de mais de 6 bilhões de reais e se relaciona de forma recorrente com mais de 80 milhões de usuários.

  • Receita Federal Anuncia Novas Regras para Declaração de Criptomoedas no Imposto de Renda 2024

    Com a temporada de declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2024 se aproximando, investidores que possuem criptomoedas começam a buscar orientações sobre como declarar seus ativos digitais. No último dia 6, a Receita Federal divulgou novas diretrizes e mudanças significativas para este ano, impactando diretamente a forma como os investidores devem reportar suas transações com criptomoedas. De acordo com as novas regras, a Receita Federal exige que todos os investidores informem detalhadamente suas operações com criptomoedas, incluindo a quantidade de moedas negociadas, valores envolvidos, data das transações e a identificação das partes envolvidas. Além disso, a Receita também tornou obrigatória a declaração de saldos de criptomoedas, mesmo que estes não tenham sido negociados durante o ano-calendário. Dicas para Declarar Criptomoedas no Imposto de Renda 2024 1. Mantenha Registros Detalhados: É fundamental manter registros precisos de todas as suas transações com criptomoedas ao longo do ano. Isso inclui a data, quantidade, valor e identificação das partes envolvidas em cada operação. Manter esses registros organizados facilitará o preenchimento correto da declaração do Imposto de Renda. 2. Utilize Plataformas de Gestão de Carteira: Utilizar plataformas de gestão de carteira de criptomoedas pode facilitar o acompanhamento de suas transações ao longo do ano. Existem diversas ferramentas disponíveis que permitem registrar e categorizar suas operações, o que pode facilitar o processo de declaração no momento certo. 3. Atenção aos Prazos: Esteja atento aos prazos estipulados pela Receita Federal para a entrega da declaração do Imposto de Renda. Certifique-se de cumprir o prazo estabelecido para evitar multas e penalidades por atraso na entrega. 4. Consulte um Profissional Especializado: Se tiver dúvidas ou dificuldades na hora de declarar suas criptomoedas, não hesite em buscar a ajuda de um profissional especializado, como um contador ou advogado tributarista. Eles podem oferecer orientações personalizadas e garantir que sua declaração esteja em conformidade com as normas fiscais. 5. Informe Todos os Seus Ativos Digitais: Certifique-se de informar todos os seus ativos digitais na declaração do Imposto de Renda, mesmo que não tenham sido negociados durante o ano-calendário. A Receita Federal exige a declaração de saldos de criptomoedas, portanto, não deixe de incluir essas informações em sua declaração. A Syhus Contabilidade oferece serviços especializados em controle e recolhimento de impostos sobre ativos digitais, ajudando investidores a entender suas obrigações fiscais e a cumprir corretamente as novas regras estabelecidas pela Receita Federal. Com uma equipe experiente e atualizada nas mudanças regulatórias, a Syhus Contabilidade está preparada para oferecer orientações precisas e soluções personalizadas para os desafios relacionados à declaração de criptomoedas no Imposto de Renda 2024. Diante das novas regras divulgadas pela Receita Federal, investidores e contribuintes devem estar atentos e buscar apoio profissional para garantir que suas declarações estejam em conformidade com as normas fiscais. A Syhus Contabilidade está à disposição para oferecer suporte e orientação especializada nesse processo, assegurando que os investidores cumpram suas obrigações fiscais de forma precisa e eficiente.

  • U4C: Conheça mais sobre as soluções desta fintech

    A U4C é uma empresa de tecnologia financeira e Instituição de Pagamento autorizada pelo Banco Central. Participante Pix e Open Finance. Fundada em 2018, A U4C é uma fintech comprometida com a democratização do sistema financeiro, oferecendo uma plataforma de Bancos Digitais White-label e meios de pagamentos inteligentes para empresas que queiram realizar suas próprias operações financeiras e gerar receita, de forma totalmente customizada e personalizada. Soluções Com a U4C, você consegue fazer integrações com a sua estrutura de serviços ou com parceiros que ofertam serviços que gerem receitas e valor ao seu modelo de negócio. Possibilitando atuações nos mercados: Seguros: Ofereça serviços diversos de seguros inteligentes, facilitando a recorrência de pagamentos. Benefícios: Conquiste empresas oferecendo benefícios aos seus funcionários de Alimentação, Refeição e Combustível. Crédito: Com uma base consistente de clientes é possível realizar parcerias com empresas que ofertam serviços de créditos. Confira abaixo um pouco mais sobre as soluções oferecidas pela U4C: Bank as a Platform (BaaP) Tenho o próprio banco digital do seu negócio, aberto e modular e usufrua do poder dos serviços financeiros digitais. Software as a Service (SaaS) Crie arranjos de pagamento e viabilize operações de banco digital gerando valor ao seu modelo de negócio. Bank as a Service (BaaS) Utilize um serviço completo para a criação do banco digital da sua empresa, beneficiando do nosso arranjo, recursos tecnológicos, compliance e regras regulatórias. Iniciador de Transação de Pagamentos (ITP) Melhore a experiência de pagamentos viabilizando operações por Pix, utilizando o Open Finance. Otimize as suas vendas, processos de cash-in e onboard. Banco Central A U4C é uma Instituição de Pagamento (IP) autorizada pelo Banco Central (BCB). Uma IP é a pessoa jurídica que viabiliza serviços de compra e venda e de movimentação de recursos, no âmbito de um arranjo de pagamento. O número # 546 emitido pelo Banco Central do Brasil (BCB) para a U4C. se refere a um código de identificação relacionado ao STR (sistema de Transferência de Reservas), sistema que vincula as instituições ao BCB, através de contas de liquidação ou contas de reserva bancária, e que também permite que as instituições promovam a transferência de recursos entre si. Além da tecnologia financeira, ao contratar a U4C, a sua empresa também conta com a expertise e a segurança de uma instituição supervisionada pelo Banco Central. A U4C opera com Pix desde o lançamento em 2020 e está entre as primeiras instituições a ofertar o ITP (Iniciador de Pagamentos).

  • Halving do Bitcoin à Vista: veja o que dizem Ripple, OKX e Crypto.com sobre o evento

    O Halving do Bitcoin está prestes a acontecer, um evento crucial no ecossistema das criptomoedas que ocorre aproximadamente a cada quatro anos. Esse fenômeno automático reduz pela metade as recompensas concedidas aos mineradores de bitcoin, com impactos significativos sobre a oferta e, potencialmente, sobre o preço da criptomoeda. Pelo código do Bitcoin, os Halvings acontecerão até 2140, quando será cessada a geração de novos Bitcoins. Até o momento cerca de 90% do fornecimento total já foi extraído e apenas cerca de 1,95 milhão de Bitcoins adicionais serão criados. À medida que a data se aproxima, o mercado global e entusiastas estão atentos as implicações que este evento pode trazer. Neste contexto, conversamos com três importantes players do setor — Ripple, OKX e Crypto.com — e também com o Consultor de Web3 da Sherlock Communications para entender suas perspectivas e preparações para este momento decisivo. Eles compartilham suas visões sobre como o halving pode redefinir o cenário financeiro e o papel que suas plataformas desempenharão para apoiar seus usuários durante este período de transição. Guilherme Sacamone, Diretor Geral da OKX Brasil "O halving do Bitcoin é um evento decisivo que destaca a capacidade única do Bitcoin de controlar a inflação através de seu design inovador, reforçando sua posição como o ativo supremo. No Brasil, onde há uma demanda crescente por soluções financeiras transparentes e descentralizadas, o Bitcoin surge como uma oportunidade atraente. Agora, mais do que nunca, ele oferece aos brasileiros um portal para participarem do cenário financeiro global. Na OKX, estamos na vanguarda desse movimento, oferecendo uma plataforma sem paralelos que não apenas facilita o acesso ao Bitcoin, mas também aprimora a experiência do usuário com a melhor interface de usuário do mercado e taxas competitivas. Estamos comprometidos com a transparência e segurança, como demonstrado pelo nosso regular Prova de Reservas, garantindo que nossos usuários possam negociar e armazenar seus fundos com confiança e facilidade. Estou pessoalmente muito animado pelos efeitos pós-halving, pois acredito que este ciclo se diferencia dos anteriores devido ao alcance do preço máximo histórico do Bitcoin em dólares antes do halving. Consequentemente, com a redução do valor recebido pelos mineradores, e uma força de compra que não deverá ser impactada no curto prazo, especialmente com os ETFs e a probabilidade de uma taxa de juros mais controlada na economia dos EUA. Assim, apenas o lado da oferta deverá sofrer redução. Isso nos coloca em um dos momentos mais interessantes da história do Bitcoin e do mercado cripto." Eric Anziani, Presidente e COO da Crypto.com "A redução dos lucros dos mineradores resultará em menos bitcoins sendo disponibilizados no mercado e, embora isso provavelmente não tenha um grande impacto ao longo de um dia ou uma semana, ao longo de um período de seis meses, antecipamos que o evento de halving criará condições de mercado ainda mais otimistas para o Bitcoin. Embora tenhamos presenciado algumas vendas recentes, isso é muito semelhante à fase de consolidação que observamos em ciclos de halving anteriores e, no geral, acreditamos que este evento terá um impacto positivo no mercado. O Bitcoin continuou sendo um investimento resiliente e altamente atrativo para investidores institucionais e de varejo. Como empresa, vemos o Bitcoin como um ativo que cria mais valor conforme é mantido por anos, e não apenas semanas ou meses. Toda essa atividade recente está contribuindo para um início de ano empolgante para nossa empresa e para a indústria de forma mais ampla. A Crypto.com experimentou um aumento significativo no volume de negociações desde outubro de 2023, frequentemente registrando mais de USD$1 bilhão em volume de negociações diárias em nossa plataforma e estamos quase alcançando 100 milhões de clientes globalmente." Monica Long, Presidente da Ripple "Em breve, vivenciaremos outro halving do Bitcoin, que reduzirá a oferta total ao cortar a recompensa dos mineradores de 6,25 BTC para 3,125 BTC. Historicamente, vimos que o halving do Bitcoin impulsiona o mercado positivamente, resultando em mais liquidez e uma ação de preço positiva para o BTC, bem como para o mercado de criptomoedas em geral. Este próximo halving do Bitcoin é único devido a dinâmicas de mercado adicionais, incluindo um recente recorde de preço do BTC, os primeiros ETFs de Bitcoin Spot dos EUA aprovados no início de 2024, e continuamos vendo grandes instituições financeiras como Fidelity, Itaú Unibanco e BlackRock adotarem a tecnologia para facilitar aos seus clientes negociar e manter ativos criptográficos. A Ripple também está vendo isso diretamente através da demanda de nossos clientes como o HSBC, que buscam soluções de custódia de cripto para tokenizar ativos do mundo real, além de desenvolvedores criando novos projetos no XRPL." Luiz Haddad, Consultor de Web3 da Sherlock Communications “A cada Halving do Bitcoin há uma expectativa crescente em meio a comunidade cripto quanto a uma forte valorização do ativo, que acaba trazendo mais recursos para o ecossistema inteiro e proporciona momentos conhecidos como os "verões" cripto - ciclos de grande valorização e fluxo financeiro para projetos de blockchain. Quando analisamos os últimos 4 anos e comparamos o Bitcoin com outras moedas, como Dólar Americano - USD (inflação de 18%), o Euro (inflação de 19.44%) ou o Real (inflação de 24,99%), verificamos uma valorização de 677% do  Bitcoin, que saiu de US 9 mil para US 60 mil, e uma desvalorização média de 20% das moedas mencionadas. Com os crescentes conflitos no Oriente Médio, envolvendo Israel, Palestina e Irã, houve uma queda nos preços de ativos de risco, e com o Bitcoin não foi diferente. Além da tradicional correção pré-halving, os conflitos militares  também afetaram os humores do mercado, derrubando o preço do Bitcoin.”

  • Emcash estrutura novo produto para financiamento da aquisição de imóveis da MRV no programa Minha Casa, Minha Vida

    A EmCash, fintech que conecta investidores e tomadores de crédito, anuncia, em parceria com a Opea, líder em securitização no Brasil, uma emissão de CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) inovadora no mercado de capitais, voltada para o financiamento de imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida. O CRI possibilitará o financiamento de aproximadamente R$ 125 milhões de pro soluto (percentual do valor de aquisição do imóvel não financiado pela Caixa Econômica Federal) para mais de 3 mil pessoas físicas. O objetivo da estrutura é oferecer financiamento alternativo ao atual, realizado apenas pelas incorporadoras, possibilitando melhor alocação de seu capital e redução da inadimplência. A operação da EmCash busca desempenhar um papel crucial no mercado imobiliário ao reformular o modelo de financiamento do pro soluto através de um CRI na origem. “Essa abordagem pioneira não apenas abre novas perspectivas de investimento, mas também promove uma mudança significativa na maneira como o mercado tradicional opera, representando um marco significativo na evolução e modernização do setor. Queremos criar um futuro mais promissor para o ramo imobiliário, onde oportunidades são abundantes e o potencial é ilimitado”, ressalta Guilherme Maia, sócio-fundador da EmCash. Com o objetivo de reduzir o déficit habitacional no Brasil, o programa de habitação federal Minha Casa, Minha Vida subsidia a aquisição da casa ou apartamento próprio para famílias com renda até 1,8 mil reais e facilita as condições de acesso ao imóvel para famílias com renda de até 9 mil. No modelo existente, cerca de 80% do valor do imóvel é financiado pela Caixa Econômica e o restante  (pro soluto) é subsidiado pela construtora, o que limita a capacidade de venda do produto, aumenta a necessidade de capital de giro e obriga a constituição de equipes de crédito e cobrança pelas construtoras. Segundo Lucas Drummond, head de relações institucionais da Opea, empresa responsável por estruturar a operação, esse tipo de financiamento tem consumido boa parte do caixa das incorporadoras considerando que parte do valor de aquisição dos imóveis – pro soluto, não será recebido no ato da venda, mas em um fluxo futuro de pagamentos mensais pelo mutuário. De acordo com Lucas, uma das opções do mercado para minimizar esse risco foi a de empacotar os créditos de pro soluto em um CRI. Porém, esse tipo de operação ficava restrito às grandes incorporadoras, por questões de volume, inadimplência elevada e baixa efetividade na cobrança dos créditos, e muitas vezes viabilizada pela concessão de garantias pela incorporadora. “Com essa solução, ao invés da construtora continuar financiando o pro soluto, a fintech passará a financiar as pessoas físicas e será responsável pela cobrança, gestão e operação do crédito. Além disso, ao invés do comprador formalizar um contrato de confissão de dívida pro soluto com a construtora, ele contrata um financiamento através da emissão de uma CCB (Cédula de Crédito Bancário) com a EmCash. As CCBs representam um instrumento de crédito muito mais robusto, possibilita a inclusão de fiadores e, por se tratar de um crédito bancário e, portanto, comunicado ao Banco Central do Brasil, dá transparência quanto a capacidade de endividamento dos devedores”, destaca Drummond. Lucas explica que a oferta irá resolver a dor do pro soluto das construtoras, que aumenta em proporção ao crescimento do mercado imobiliário e, consequentemente, a necessidade de financiar mais compradores com capital próprio. “Esse tipo de operação é de fato pioneira. Essa primeira operação foi direcionada a clientes da MRV, que receberá parte do financiamento à vista, mas o produto foi modelado para ser replicável e escalável”, elucida Drummond.

  • Propostas sobre criptomoedas em candidaturas presidenciais são consideradas por eleitores na América Latina

    2024 será um ano importante no cenário eleitoral global, marcado pelo maior número de pessoas votando. Os eleitores irão às urnas em pelo menos 64 países, mais a União Europeia, incluindo o Brasil que será o único com eleições 100% municipais. Isso significa que 49% da população mundial terá a possibilidade de escolher os seus governantes, segundo cálculos da AFP, o que trará significativo impacto nos próximos anos. Durante os últimos processos eleitorais no Brasil, Argentina e, atualmente, no México, a Bitso - empresa líder da América Latina de serviços financeiros baseados em  cripto - encomendou pesquisas para entender a importância que os eleitores dão ao posicionamento dos candidatos à presidência em relação à regulamentação e uso das criptomoedas e da blockchain. De forma geral, as pessoas apontaram como um fator positivo a existência de planos para adoção e regulação das criptos. Em cada país, as pesquisas também destacaram algumas tendências específicas: Brasil: o país com maior confiança em cripto No Brasil, a pesquisa de 2022, encomendada pela Bitso ao Instituto de Pesquisa FSB, revelou que 6 em cada 10 pessoas dariam alguma importância aos candidatos à presidência que incluíssem o tema das criptomoedas nas suas propostas. Além disso, cerca de 75% dos entrevistados apontaram que conheciam ou já tinham ouvido falar de criptomoedas. Dentre os três países analisados, os brasileiros foram os que demonstraram maior confiança no mercado. 62% disseram que têm alguma confiança nas criptomoedas. Argentina: o país onde as criptomoedas são mais conhecidas Na Argentina, a análise da Bitso, realizada pela Synopsis Consultores depois das eleições presidenciais em 2023, destacou que 81.3% das pessoas entrevistadas conheciam ou tinham escutado falar sobre cripto; e 1 em cada 4 argentinos mencionou que levou em consideração as propostas dos candidatos a respeito de criptomoedas, no momento do voto. O governo argentino, desde os primeiros dias em que o cargo foi assumido, se posicionou de forma favorável aos contratos em bitcoin. México: o país onde a maioria das pessoas acredita que cripto promove melhores serviços financeiros O México está agora no meio do processo eleitoral à presidência. O estudo da Bitso, solicitado este ano à Datalogía Reforma, apontou que 1 em cada 4 pessoas confia nas criptomoedas e que 62% confia mais em uma entidade especializada na sua comercialização caso seja reguladaz Outra conclusão foi que 4 em cada 10 pessoas apontaram que teriam um sentimento positivo para os candidatos à presidência com um plano de adoção de criptomoedas. A pesquisa destacou a percepção de cripto e blockchain como uma forma de melhorar e aumentar tanto os serviços como a inclusão financeira. No México, 52% dos entrevistados acreditam que esta tecnologia poderia aperfeiçoar os serviços financeiros ao permitir, entre outros benefícios, o envio internacional de dinheiro em menor tempo e com um custo mais baixo. "É interessante analisar as diferentes perspectivas sobre o uso de cripto em nível regional, assim como a influência que pode ter na escolha do voto. Na Bitso, buscamos sempre trabalhar muito próximo aos governos e autoridades, visando preencher a lacuna de conhecimento das pessoas e aumentar a confiança em relação às possibilidades da tecnologia blockchain e das criptomoedas para potencializar os casos de uso relevantes em cada país e, assim, oferecer produtos financeiros cada vez melhores e acessíveis”, diz Felipe Vallejo, Chief Regulatory Officer na Bitso.

  • B3 lança plataforma de ativos tokenizados para facilitar captação de recursos por empresas e startups

    A B3, bolsa do Brasil, está ampliando seus serviços de tecnologia ao disponibilizar uma solução de ativos tokenizados para plataformas de crowdfunding. Esse lançamento reforça o compromisso da companhia com o crescimento de startups e pequenas e médias empresas, que desempenham papel fundamental no desenvolvimento da economia. Além disso, intensifica a democratização do mercado de capitais, possibilitando que mais companhias acessem financiamento por meio de uma abordagem inovadora. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorizou a B3 a oferecer essa tecnologia. Desenvolvida em parceria com a B3 Digitas, especializada em produtos para ativos digitais, a solução é customizável e poderá atender qualquer plataforma de financiamento coletivo. Atualmente, mais de 60 plataformas de crowdfunding reguladas pela CVM realizam captações primárias junto aos investidores. A Resolução CVM 88, atualizada em 2022, permite a realização de transações subsequentes desses ativos. A solução desenvolvida pela B3 possibilitará a tokenização dos Contratos de Investimento Coletivo (CICs) e dos ativos emitidos nas plataformas de crowdfunding durante as captações primárias. Esses tokens poderão ser negociados posteriormente pelas plataformas que utilizam a tecnologia da B3, com liquidação financeira via PIX, controle de titularidade e rastreabilidade das operações, oferecendo aos investidores a facilidade e segurança na compra e venda de suas participações. As plataformas poderão oferecer aos investidores um ambiente personalizado, prático e seguro para a negociação subsequente de ativos. Isso será possível graças à expertise e resiliência operacional da B3, que desenvolveu a tecnologia necessária. Dessa forma, as plataformas não precisarão criar sua própria tecnologia do zero, garantindo a realização das captações primárias e transações subsequentes em um único lugar. “Estamos trazendo para o mercado uma solução white label [adaptável às necessidades de cada cliente] ágil e segura, que possibilita ao setor de crowdfunding oferecer um ambiente para que os investidores possam transacionar sua participação em startups e pequenas e médias empresas. O uso de plataformas de financiamento coletivo muitas vezes é o primeiro passo das empresas no mercado de capitais”, diz Jochen Mielke de Lima, CEO da B3 Digitas. Para o desenvolvimento dessa solução, a B3 contou com o apoio de duas das maiores plataformas de investimentos em startups do país, Kria e EqSeed. Camila Nasser, cofundadora e CEO do Kria, explica que estão muito entusiasmados com a parceria com a B3. “Desde quando começamos o Kria, em 2014, o maior desafio que encontrávamos com os investidores dizia respeito à liquidez dos ativos. Agora estamos dando um passo certeiro para o desenvolvimento de um mercado de investimentos de crowdfunding com maior liquidez, o que trará mais segurança aos investidores e com certeza impulsionará nossas captações, com uma infraestrutura robusta e segura. Estamos convictos que essa parceria é um marco não só para nosso negócio, mas para o mercado como um todo”, diz. “O movimento da B3 comprova a relevância e o potencial do mercado de crowdfunding de investimento. A EqSeed se orgulha de ser escolhida pela B3 para trabalhar nessa solução em conjunto, fato que reforça nosso protagonismo no mercado. A B3 se apresenta como a parceira ideal para implementar uma solução tokenizada que facilita transações secundárias - aumentando liquidez e atraindo cada vez mais investidores ao mercado”, diz Greg Kelly, CEO da EqSeed. As pequenas empresas e startups têm sido um motor importante na geração de oportunidades de emprego e renda. Um levantamento recente mostrou que elas foram responsáveis pela abertura de mais de 1,1 milhão de postos de trabalho no ano passado, representando 80% das vagas criadas com carteira assinada. "A solução tecnológica da B3 chega para atender a uma necessidade crescente das empresas por financiamento, especialmente aquelas com faturamento de até R$ 40 milhões. Uma das maneiras dessas companhias financiarem seu crescimento tem sido as plataformas de equity crowdfunding", afirma Flavia Mouta, diretora de Emissores da B3. A B3 ofertará a infraestrutura para tokenização e negociação de ativos e não atuará como contraparte central nem interferirá nas operações feitas, que continuarão sendo gerenciadas pelas plataformas de crowdfunding, assim como o relacionamento com startups, empresas e investidores.

  • O Novo Futuro de Bitcoin da B3: Avanço Real ou Passo Lateral?

    De acordo com dados da Glassnode, uma das principais empresas de dados no ecossistema do bitcoin, fatores como a expectativa pelo halving e a aprovação dos ETFs à vista de bitcoin, em janeiro deste ano, aumentaram o interesse especulativo dos investidores no mercado de criptomoedas. Para atender ao avanço da demanda, a B3 seguiu a tendência e, nesta quarta-feira (17), iniciou a negociação do contrato futuro de Bitcoin. No entanto, apesar do entusiasmo generalizado do mercado em relação ao lançamento do futuro de Bitcoin da B3, baseado na promessa de um ecossistema regulado para o ativo, analistas do Mercado Bitcoin salientam que os benefícios introduzidos pela B3 podem não ser tão inovadores quanto parecem. Afinal, o próprio MB já opera sob rigorosa regulamentação da CVM e do Banco Central em algumas atividades, e está submetido a constantes auditorias e supervisões. Portanto, a vantagem de uma oferta em um ambiente regulado, conforme apresentada pela B3, pode não representar uma vantagem distintiva no cenário atual de criptoativos. Além disso, a natureza ininterrupta do mercado de criptoativos contrasta fortemente com o calendário operacional da B3, que funciona apenas em dias úteis. Essa realidade do mercado cripto, aliada à conveniência do PIX, oferece aos investidores a liberdade de negociar a qualquer momento, proporcionando agilidade e resposta imediata às dinâmicas de mercado, inclusive aos fins de semana. "A restrição de horário da B3 introduz potenciais vulnerabilidades, principalmente durante eventos críticos que ocorrem fora do seu horário de funcionamento", aponta Fabrício Tota, Diretor de Novos Negócios do Mercado Bitcoin. Ele acrescenta: "Por exemplo, na volatilidade do último sábado (13), desencadeada pelo ataque do Irã à Israel, os investidores da B3 estariam impossibilitados de reagir, ficando à mercê do mercado até a reabertura. Nesse contexto, como fica a expectativa desse cliente?" Vale destacar que exchanges especializadas em criptoativos oferecem maior variedade de investimentos (o MB, por exemplo, disponibiliza mais de 230 ativos, ao passo que a B3 oferece apenas o futuro de bitcoin) e a possibilidade de auto-custódia, considerados aspectos fundamentais para o investidor, que não são oferecidos nos modelos tradicionais de bolsa. Ainda, é possível reconhecer que a negociação de contratos futuros de bitcoin na B3 pode gerar oportunidades de arbitragem, ampliar o acesso para investidores institucionais e possibilitar estratégias de hedge por meio de posições vendidas - aspectos decididamente benéficos para o mercado. Contudo, as implicações da negociação dentro de um cronograma restrito, as barreiras à custódia livre, a intrincada estrutura dos mercados futuros e estrutura de custos, bem como o possibilidade inerente de que a B3 possa descontinuar o ativo - um cenário já observado em outras instituições financeiras tradicionais que se aventuraram em cripto - são fatores que investidores devem ponderar, de forma cuidadosa, no momento de escolher uma plataforma de investimentos cripto. “Essa movimentação pode até atrair interesse de investidores institucionais que preferem ambientes tradicionais, como a B3. Em tese, permite estratégias de arbitragem entre o mercado futuro e o mercado spot de criptoativos, além de oferecer a possibilidade de posicionamento vendido em bitcoin – o que pode ser estratégico para hedging e especulação”, destaca Tota. “Entretanto, os futuros são produtos complexos que podem envolver custos elevados, especialmente em termos de corretagem em situações de stop compulsório. Ainda, dependem muito de quanta liquidez esse modelo conseguirá atrair, e se será competitivo de fato", finaliza.

  • Pinbank apresenta soluções para o mercado de bets em estreia na SiGMA Américas 2024

    Segundo o BNL Data, o setor de bets é um dos que mais crescem no Brasil, movimentando mais de R$120 bilhões anualmente. Com o objetivo de trazer novas possibilidades a esse universo, o Pinbank, one-stop-provider com um ecossistema completo de soluções financeiras e inteligência fiscal, anuncia a sua participação no Sigma Américas, um dos principais encontros da indústria de jogos e apostas do país. O evento acontece em São Paulo, entre os dias 23 e 25 de abril, e deve receber mais de 10 mil participantes e 200 palestrantes. Estreando como expositora e patrocinadora, o objetivo da empresa na edição de 2024 é fortalecer sua presença nesse mercado. Para isso, a companhia apresentará o seu portfólio de serviços destinados a atender às necessidades específicas do segmento, o "Pin Bet Solutions". Segundo Felipe Negri, CEO do Pinbank, as expectativas em participar do Sigma Américas são altas, já que se trata de “uma oportunidade singular para networking, demonstração dos diferenciais da Pinbank para o segmento, compartilhamento de conhecimento e exploração de oportunidades de negócios”. “Após as apostas esportivas online se regularizarem em dezembro do ano passado no país, optamos estrategicamente por investir neste setor. Diante disso, não há ambiente melhor para estabelecer conexões valiosas e nos posicionarmos como um parceiro de confiança do que esse”, diz. Hoje, a empresa possui soluções para o mercado de bets como PIX direto, contas digitais, integração de serviços financeiros as plataformas das empresas oferecendo soluções de Banking as a Service, operações cambiais (eFX), adquirência de cartões de crédito, dentre outras. A companhia espera desenvolver ainda mais cada uma delas em 2024. “Serviços de PIX direto e transações eFX são exemplos de como uma instituição financeira pode proporcionar vantagens significativas para o setor de apostas, incluindo transferências instantâneas de fundos, redução de custos, acesso global a diferentes moedas e flexibilidade para os usuários”, explica Negri. “Portanto, são recursos que não apenas atendem às necessidades dos apostadores, mas também ajudam as empresas do segmento a acelerarem seu crescimento de forma responsável”, conclui. Para participar do Sigma Américas e conferir mais detalhes sobre a programação, basta acessar este link. SERVIÇO Sigma Américas 2024 Data: 23 a 25 de abril; Local: Transamerica Expo Center (Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo) Mais informações sobre a programação e ingressos disponíveis neste link.

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