
Resultados da busca
Buscar neste site
2506 resultados encontrados com uma busca vazia
- "Pix sozinho não faz mágica. Fintechs também são necessárias", diz diretor do Banco Central em seminário da Zetta
Zetta e México Exponencial uniram forças para realizar um seminário explorando as melhores práticas internacionais em pagamentos instantâneos. Moderado por Rafaela Nogueira, economista-chefe da Zetta, o painel contou com a participação de especialistas dos bancos centrais do Brasil e do México, do Banco de Compensações Internacionais (BIS) e da Universidade da Pensilvânia, que discutiram os benefícios dos pagamentos digitais instantâneos para a concorrência e o impacto no bem-estar da população e na inclusão financeira. Na introdução, Eduardo Lopes, presidente da Zetta, destacou que, em muitos países da América Latina, o setor bancário apresenta altas taxas de concentração, resultando em índices muito baixos de inclusão financeira. Por isso, foi discutido como outros países poderiam seguir o exemplo brasileiro do Pix, visando acelerar a adoção de sistemas de pagamentos digitais. No México, por exemplo, sete bancos concentram 77% dos ativos. Além disso, 90% das transações abaixo de 500 pesos são feitas em dinheiro. Renato Gomes, diretor do Banco Central do Brasil, destacou que o Pix tem sido o marco mais importante na construção de um setor bancário mais competitivo no Brasil, oferecendo possibilidade de escolha entre métodos de pagamento, reduzindo a quantidade de dinheiro em circulação e aumentando a eficiência do sistema. "O Pix, sozinho, não faz mágica. Os sistemas de pagamentos instantâneos não produzem resultados por si só. Há pré-condições necessárias, e uma das mais importantes é a existência de fintechs concorrentes que investem forte em tecnologia na entrada desses sistemas. Certamente, este foi o caso do Brasil, e muitos membros da Zetta cabem perfeitamente como exemplos. Muitos concorrentes já estavam prontos para potencializar essa grande infraestrutura do Pix, assim como novos bancos e fintechs. Esses novos sistemas de pagamentos não são uma barreira, muito pelo contrário. Não beneficiaram só os consumidores brasileiros, mas toda a indústria”, afirmou Renato Gomes. “O evento foi uma oportunidade de mostrar, com estudos e casos, como os pagamentos instantâneos não só já fazem parte da realidade da economia mundial, mas vem mudando o mercado, tornando-se ferramentas fundamentais na promoção da competitividade e inclusão no sistema bancário”, disse Rafaela Nogueira, economista-chefe da Zetta. Durante o evento, Sergey Sarkisyan, acadêmico da Universidade da Pensilvânia, compartilhou os resultados de sua pesquisa "Sistemas de Pagamentos Instantâneos e Competição por Depósitos". Ele destacou que a implementação de sistemas como o Pix no Brasil estimulou a concorrência no mercado de depósitos e facilitou a entrada de bancos menores, com a consequente redução das taxas de juros. Othón Moreno, diretor-geral do Banco do México, observou que a tecnologia de pagamentos instantâneos torna o setor bancário mais competitivo, permitindo que participantes menores entrem no mercado e se beneficiem de custos mais baixos. No México, sistemas de pagamento como SPEI, CoDi e DiMo estão impulsionando a competitividade, reduzindo os custos de entrada, diminuindo o uso de caixas eletrônicos, e permitindo que plataformas 100% digitais compitam na oferta de serviços financeiros. Jon Frost e Carolina Velázquez, do Banco de Compensações Internacionais (BIS), ressaltaram que é necessário um esforço conjunto entre o setor privado e os bancos centrais para a adoção de sistemas de pagamentos instantâneos. Eles também apontaram a importância de continuar projetando funcionalidades para pessoas e empresas que estimulem a inovação nos pagamentos e a adoção dos sistemas. Nos comentários finais, Alehira Orozco, conselheira da México Exponencial, enfatizou que a disseminação dos pagamentos instantâneos podem impulsionar a concorrência e aumentar a eficiência do sistema, beneficiando as pessoas.
- Peer-to-Peer Lending: uma nova forma de pegar dinheiro emprestado e investir
No mercado financeiro, muito coisa tem mudado. Veja por exemplo o atual cenário, que conta com a taxa básica de juros, a Selic, em patamares bem baixos, fora do comum. Isso faz com que investimentos mais tradicionais e conhecidos pelos brasileiros, como a Caderneta de Poupança, títulos de renda fixa oferecidos pelos bancos e os títulos do Tesouro Direito tenham uma remuneração menor. Na outra ponta, dos tomadores de crédito, apesar da Selic estar em valores baixos, os juros cobrados por instituições financeiras ainda são altíssimos na grande parte das vezes, por conta do spread. Além disso, os micro e pequenos negócios, que, de acordo com o Sebrae, representam 99% dos negócios no Brasil, ainda possuem muita dificuldade para conseguem linhas de crédito com boas condições. Porém, o movimento das Fintechs tem criado algumas alternativas para mudar um pouco este cenário, inclusive, várias delas focadas justamente nos empreendedores, startups e micro e pequenas empresas. Soluções como plataformas de controle financeiro, bancos digitais e plataformas de crédito estão aparecendo como boas soluções. Destas últimas, até existem fintechs de crédito que oferecem o mecanismo tradicional, com oferecimento de empréstimos e financiamentos provenientes de instituições financeiras, modelo classificado como Sociedade de Crédito Direto (SCD). Porém, neste artigo, queremos destacar uma modalidade mais recente que muda um pouco o mecanismo de tomada de capital, por parte das empresas, e, investimentos para qualquer pessoa. Peer-to-Peer Lendind (Emprétimo P2P): investidores emprestam dinheiro para as empresas, pessoas ou projetos O Peer-to-peer lending é uma modalidade do mercado de crédito que não envolve as instituições financeiras tradicionais, possibilitando a tomada e a oferta de crédito entre pessoas naturais ou pessoas jurídicas, com a intermediação de uma plataforma. A primeira aparição desta modalidade foi em 2005, na Inglaterra, com a plataforma Zopa. No Brasil a primeira plataforma surgiu em 2011. Do ponto de vista de quem está tomando crédito, é uma forma menos burocrática e que costuma oferecer juros menores. Do ponto de vista do investidor, é uma forma de diversificar sua carteira. O processo basicamente se inicia com uma pessoa ou uma empresa se cadastrando em uma das plataformas que de P2P. No cadastro, são levantadas informações financeiras de quem está pretendo captar recursos para uma avaliação do risco de crédito. Essa avaliação atribuirá uma nota para o tomador, de forma que a taxa de juros será proporcional a esta nota, pela relação risco x retorno. Ou seja, quem possui uma nota menor tem menos probabilidade de dar calote, o que faz com que o retorno seja menor. Conforme vai subindo a nota, o risco de crédito é maior, justamente por isso, o retorno esperado sobe. Uma vez analisado e aprovado o pedido de crédito, este fica disponível na plataforma, na qual os investidores podem acessar e escolher onde e quanto querem investir. Dessa forma, não será um único investidor emprestando dinheiro para uma pessoa ou uma empresa, mas sim, vários. Uma vez captados os recursos, o tomador recebe o valor e terá que mensalmente, por um período pré-estabelecido, pagar parcelas envolvendo o valor tomado e a taxa de juros. Regulamentação Pensando em regulamentação das fintechs de crédito, o Banco Central possui dois enquadramentos, presentes nas resoluções 4.656 e 4.657, de 2018, do Conselho Monetário Nacional (CMN): 1. Sociedade de Crédito Direto (SCD) Neste caso, a fintech usa dinheiro próprio (captado com investidores) para emprestar a quem pede crédito. Esse tipo de empresa não pode pegar dinheiro de outros clientes para emprestar. 2. Sociedade e Empréstimos Entre Pessoas (SEP) Nesta classificação, as fintechs funcionam como intermediárias entre investidores e pessoas que pedem crédito. Ou seja, esta é a classificação das empresas de P2P lending. A regra diz que cada investidor pode emprestar no máximo R$ 15 mil para um único tomador. Além da classificação do Banco Central, algumas das fintechs de crédito também utilizam a Cédula de Crédito Bancário (CCB), criada pela lei federal 10.931 de 2004. Trata-se de um título de crédito emitido por pessoa física ou jurídica em favor de uma instituição financeira, representando a promessa de pagamento em dinheiro decorrente de uma operação de crédito. Plataformas Alguns exemplos de plataformas que possuem pequenos negócios captando dinheiro são: · Nexoos o Captação: Pessoa Jurídica (pelo menos 12 meses de funcionamento e faturamento anual maior que R$ 200 mil) o Valor de captação: de R$ 15.000 a R$ 500.000 o Prazo: 1 a 24 meses o Investimentos: a partir de R$ 6 mil (aporte inicial) o Retorno: entre 14% e 63% ao ano · Tutu Digital o Valor de Captação: de R$ 1.000 a R$ 100.000 o Prazo: 2 a 24 meses o Taxa de juros: de 2% a 3,6% ao mês o Investimentos: a partir de R$ 500 · Iouu o Captação: empresas de pequeno e médio porte, microempresas, MEI’s e projetos sociais o Valor de captação: de R$ 500 a R$ 500.000 o Prazo: 3 a 36 meses o Taxa de juros: sem taxas (projetos sociais) e de 1,3% a 7,5% ao mês para as demais o Investimentos: a partir de R$ 500 o Retorno: a partir de 15% ao ano · Mova o Valor de Captação: a partir de R$ 5.000 o Prazo: de 12 a 60 meses o Juros: a partir de 0,90% ao mês o Investimentos: a partir de R$ 1.000 o Retorno: até 44,3% ao ano · Peak Invest o Prazo: de 11 a 36 meses o Juros: a partir de 1,07% ao mês o Retorno: de 10% a 55% ao ano Além destas plataformas que possuem empresas captando, existem algumas com outras finalidades: · Mutual o Captação: pessoas físicas e empresas o Investimentos: a partir de R$ 2.500 · URBE.ME o Captação: setor imobiliário o Investimentos: a partir de R$ 1.000 o Retorno: Valor Geral de Vendas (VGV) · Fido o Captação: pessoas físicas e empresas Vale reforçar que quando falamos de investimentos, sempre existem riscos envolvidos, podendo ser maiores ou menores. No caso do P2P Lending, os riscos variam conforme a avaliação que a própria plataforma mostra, e acabam estando relacionados a: incapacidade de pagamento, falência e inadimplência. Quer saber quais são as fintechs de P2P Lending com as melhores reputações? Confira a listagem completa lá na Fincatch!
- Contagem regressiva para o halving: MB destaca a importância do evento para o mercado cripto
A expectativa em relação ao halving se estabelece à medida em que o marco, que ocorre a cada quatro anos, se aproxima: neste ano, a previsão é que tenhamos o corte, pela metade, na emissão de bitcoins no dia 19 de abril. Nesse contexto, o Mercado Bitcoin (MB) chama atenção para a relevância do evento e discorre, em congruência com os valores de educação financeira e democratização de acesso aos investidores, sobre os termos-chave que permeiam o halving. Este mecanismo perpassa o equilíbrio de oferta e demanda. Geralmente, quando se diminui a oferta e mantém (ou aumenta) a demanda, a tendência é identificar um preço de equilíbrio maior para o ativo. Por isso, a expectativa, a longo prazo, é que o bitcoin se valorize cada vez mais, a partir do choque na oferta a cada quatro anos. O MB produziu conteúdo de análise do mercado de criptoativos, em relação ao halving do bitcoin de 2024. Para conferir, basta acessar este link e baixar o material. “Antes de entender o halving, é necessário entender a ideia de Satoshi Nakamoto”, aponta Rony Szuster, analista de Research do MB. Considerado o criador do Bitcoin, Satoshi viabilizou a ideia do Bitcoin em 2008, a partir de um incômodo em relação aos Governos e o controle das emissões da moeda. Na crise financeira de 2008, nos Estados Unidos, diversos bancos se alavancaram - tinham hipotecas de residências, proviam bônus extravagantes aos diretores e CEOs e, por isso, acabaram sem o capital necessário para quitar compromissos estabelecidos. Assim, para evitar a falência de Bancos e as consequências negativas para a Economia, o Governo americano acelerou a emissão de moedas. “Desse modo, o mecanismo de uso da moeda fiduciária, que a qualquer momento poderia imprimir mais dinheiro e inflacionar, trouxe a percepção de que, em casos de crise, as dívidas originadas seriam encaminhadas às pessoas que utilizam dessa moeda”, destaca Szuster. Nesse contexto, surge o halving. Satoshi Nakamoto pensou, como princípio do Bitcoin, em uma moeda que não fosse controlada por uma instituição regulamentada pelo Governo, mas relacionada ao próprio código intrínseco a ela. Tudo isso com o objetivo de que não fosse um ativo inflacionário, de modo a evitar a questão vista anteriormente. Assim, para conseguir esse feito e, ainda, incentivar que os mineradores se mantivessem atraídos a proteger a rede do Bitcoin, foi criada a política econômica desta moeda. No início, existiam 50 bitcoins por bloco minerado, como recompensa, que a cada quatro anos é reduzida pela metade. Assim, em 2009, eram 50; em 2013, eram 25; em 2017, 12,5; em 2021, 6,25; em 2024, será 3,125, e assim sucessivamente. Desse modo, é possível limitar a quantidade máxima de moedas que irão existir. Vale destacar que Satoshi dedicou as taxas de transação para os mineradores do Bitcoin. A ideia era que, conforme os halvings fossem acontecendo, o Bitcoin iria se valorizar – uma vez que o marco cria um choque na oferta de Bitcoins. "No início, esse pagamento de emissão de Bitcoins por bloco, que a gente chama de Coinbase, é o que iria manter o interesse dos mineradores em proteger a rede. Depois, seriam justamente as taxas de transação - conforme o Bitcoin ia se valorizando, por conta dos novos equilíbrios de oferta e demanda, as taxas de transação (que são valores absolutos bem menores) alcançariam maior relevância, compensando os mineradores de longo prazo”, explica o analista do MB. Como atuam os mineradores do Bitcoin? O Bitcoin nasce quando o minerador minera o bloco, e este é o único jeito existente de introduzir outros novos. O restante é apenas a transação de um saldo que já está circulando. A mineração do Bitcoin é feita por meio da "prova de trabalho". Nesse sentido, todos os mineradores, que disponibilizam máquinas para minerar Bitcoin, competem para realizar essa atividade em todos os blocos emitidos. A pessoa ou empresa que consegue realizar este feito de forma pioneira, ganha a recompensa do bloco. Minerar, na prática, significa gerar a prova de trabalho - o minerador reúne os dados de transações que serão executados na rede e os transfere para uma função de Hash, um registro criptográfico, que garante a segurança de transações digitais. Nesse processo, nota-se a ausência de campo específico, chamado Nonce. Este, é o campo que o minerador varia, com força bruta (ou seja, por meio de tentativa e erro), até que encontre o Hash final. Vale destacar que o único jeito de criar um Hash válido, ao final do processo, é identificar o valor do Nonce que torna todo esse bloco válido. O minerador que finaliza esse processo mais rapidamente e propaga a informação para a rede é aquele que será recompensado pela Coinbase e com as taxas das transações incluídas no bloco. Assim, o ato de, após tentativa e erro, achar um Nonce, gerando um Hash válido para o bloco minerado, é considerado a prova de trabalho: o minerador precisa disponibilizar poder computacional e energia elétrica para conseguir identificar tais valores, o que garante a existência de trabalho e, consequentemente, a remuneração por esse esforço. Esse é o princípio da mineração. A mineração de Bitcoins como novo mercado Na prática, quanto maior o poder de processamento, maior a probabilidade de encontrar um bloco. Por isso, empresas de mineração ou grandes mineradores, geralmente, têm galpões com diversas máquinas e contratos de energia elétrica descontados, com o objetivo de maximizar as chances de encontrar blocos e, assim, monetizar. Há, inclusive, empresas de mineração com capital aberto nos EUA, e a B3 fornece a possibilidade de se investir nelas via ETFs. O minerador, nesse sentido, também assume o papel de ser um vendedor de mercado – conhecido como market maker. “Se ele minera o Bitcoin e identifica que o ativo está barato, provavelmente vai tentar guardar o máximo possível para vender depois; se está caro ou em um preço aceitável, provavelmente irá colocar esse Bitcoin no mercado. A pessoa ou empresa responsável por esse processo de validação, dessa forma, é o único ponto de entrada de novos Bitcoins", diz Rony. Por esse viés, os mineradores têm, ainda, o papel de agentes da rede Bitcoin: quanto maior é o poder de processamento, mais difícil é para um hacker, por exemplo, tentar atacar a rede.
- Com investimentos bilionários no país, uso de IA para análise de Big Data revoluciona o mercado financeiro
O uso de Inteligência Artificial (IA) em Big Data tem se tornado um diferencial crucial para empresas em todo o mundo. Impulsionando a personalização de serviços e a eficiência operacional dos negócios, o setor atingirá US$ 447,2 bilhões em 2024, segundo o último relatório da GlobalData. No Brasil o cenário não é diferente. Segundo pesquisas da Gartner, o país está entre os 10 maiores investidores em IA, destacando o crescente interesse e a importância dessa tecnologia para as organizações. De forma geral, o uso de IA em Big Data tem sido cada vez mais difundido pelas empresas que adotam a tecnologia como parte da cultura organizacional de seus negócios. Esse crescimento é impulsionado pela necessidade crescente das instituições financeiras de gerenciar e analisar grandes volumes de dados em tempo real para identificar oportunidades de negócios, detectar fraudes e mitigar riscos. Segundo Marcelo Modesto, CEO e fundador da Avivatec, empresa de consultoria em tecnologia especializada em negócios, o uso de IA e Big Data deve ser uma realidade para o mercado de tecnologia financeira. “Essas tecnologias ajudam as empresas a analisar grandes volumes de dados de forma eficiente e rápida, identificando padrões e tendências que podem ser usados para melhorar a experiência do cliente e impulsionar o desenvolvimento de produtos e serviços mais personalizados.”, comenta. Para se ter uma ideia, de acordo com dados divulgados pela Gartner, os bancos estão aumentando seus investimentos em IA e Big Data, direcionando cerca de 30% de seus orçamentos de TI para essas tecnologias até 2024. Essa tendência reflete a importância estratégica que as instituições financeiras atribuem ao uso de dados para impulsionar a inovação e a competitividade no mercado. Nesse contexto, a Avivatec destaca-se como uma referência em soluções de tecnologia para o setor. A recente aquisição majoritária da Enfoque, provedora de informações financeiras que conta com mais de 60 fontes de informação e mais de 20 milhões de mensagens processadas diariamente, reforçou a posição da empresa de consultoria brasileira em tecnologia.“Estamos falando de um dos maiores detentores de big data do mercado financeiro. Esse projeto representa um fortalecimento ao nosso portfólio e atuação com o setor”, comenta o CEO e fundador da Avivatec. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, o setor enfrenta alguns desafios significativos, como a proteção de dados e a garantia da privacidade do cliente. De acordo com um estudo da PwC, 64% das instituições financeiras brasileiras sofreram algum tipo de ataque cibernético em 2023. Somado a isso, o último relatório da Serasa Experian aponta que no ano passado, foram registradas 2,7 bilhões de tentativas de fraude no Brasil, um aumento de 40% em relação a 2022.Mesmo assim, os investimentos continuam a crescer, com empresas buscando maneiras de superar esses desafios e aproveitar ao máximo o potencial das tecnologias de IA e Big Data. É consenso entre os especialistas que o principal diferencial está na capacidade de personalização dos serviços. “Estamos na ‘era dos dados’. Essas tecnologias permitem que as empresas ofereçam produtos e serviços sob medida para as necessidades de cada cliente, aumentando a satisfação e a fidelidade. O uso de IA e Big Data no setor financeiro tem o potencial de transformar completamente a maneira como as empresas operam, permitindo uma personalização sem precedentes dos serviços e uma análise mais eficiente das informações.”, conclui Marcelo Modesto.
- Quality Digital, em parceria com Zipdin e VTEX, lança que possibilita uso do saldo do FGTS para compras online
O mercado de compras online no Brasil acaba de receber uma inovação revolucionária com o lançamento do Quality Pay, uma colaboração entre a Quality Digital, a fintech Zipdin e a plataforma de comércio eletrônico VTEX. Esta ferramenta pioneira permite aos consumidores utilizar o saldo do FGTS para realizar compras online de forma ágil e descomplicada, abrindo novas possibilidades de consumo e movimentando a economia de forma positiva. A solução será lançada com exclusividade no VTEX DAY que acontece nos dias 11 e 12 de abril no Expo São Paulo. Com o Quality Pay, direcionado ao mercado B2C (lojistas, ecommerces e marketplaces), mais de 205 bilhões de reais liberáveis do FGTS se tornam acessíveis para os consumidores, sem necessidade de consulta, burocracia ou taxas adicionais. A aprovação é rápida, podendo ocorrer em até 24 horas, e o melhor: sem comprometer a multa rescisória do trabalhador. Além disso, os lojistas recebem o pagamento à vista, sem juros, enquanto os compradores podem efetuar o pagamento à vista sem comprometer suas rendas, pois os recursos utilizados vêm da conta do FGTS do próprio cliente, sem a necessidade de parcelas mensais, e mesmo utilizando o saldo do FGTS, o cliente continua com direito à multa rescisória, férias e 13º. Rogério Guimarães, Gerente de Operações de Digital da Quality Digital, diz que a ferramenta é uma verdadeira revolução na forma como os brasileiros podem utilizar seus recursos do FGTS. "Estamos orgulhosos de fazer parte dessa iniciativa que traz praticidade e agilidade para milhões de consumidores, possibilitando o acesso a produtos e serviços de forma inovadora". O processo de adesão ao Quality Pay é simples e rápido para os lojistas, que podem solicitar a adesão, enviar a documentação necessária e, após a análise e assinatura dos contratos, configurar o método de pagamento na plataforma. E a jornada do cliente é ainda mais fácil, "começando com a opção de pagamento direto no checkout durante a compra online. Em seguida, o cliente revisa o resumo da compra e preenche quaisquer dados adicionais necessários. A finalização da compra ocorre com uma assinatura digital, garantindo segurança e autenticidade", explica Rogério. "Em caso de exceções, como o cliente não ter aderido ao saque-aniversário do FGTS ou não ter autorizado a Zipdin, ele será direcionado para o atendimento completo e receberá instruções para adesão". Com o lançamento da ferramenta, a Quality Digital, Zipdin e VTEX reafirmam seu compromisso em oferecer soluções inovadoras que simplificam a vida dos consumidores e impulsionam o mercado de compras online no Brasil. Através dessa parceria estratégica, milhões de brasileiros terão acesso a uma forma ágil e conveniente de utilizar seus recursos do FGTS, contribuindo para o crescimento econômico e a inclusão financeira no país. "O lançamento do Quality Pay é um marco importante no setor financeiro, mostrando como a tecnologia pode ser utilizada para oferecer soluções acessíveis e eficientes. Estamos orgulhosos de fazer parte dessa parceria", finaliza Felipe Rezende, Sócio-Diretor da Zipdin.
- Halving do Bitcoin: Conheça as oportunidades e os desafios
O mundo das criptomoedas está de olho no próximo evento crucial para o bitcoin. Mas afinal, o que é o halving e por que isso importa tanto para os investidores? O movimento ocorre, aproximadamente, a cada quatro anos, quando a recompensa concedida aos mineradores de bitcoin por adicionar novos blocos à blockchain cai pela metade. Esta redução na retribuição implica em uma diminuição na oferta de novos BTC, já que os responsáveis pela mineração recebem 50% menos pela mesma quantidade de trabalho. O próximo halving está previsto para acontecer na segunda quinzena de abril, embora o dia exato seja difícil de prever, porque depende da quantidade de 210.000 blocos minerados. Mas por que esse acontecimento é tão importante para os investidores? Historicamente, os halvings têm sido momentos cruciais para a valorização do bitcoin. Em todos os eventos anteriores, os preços da criptomoeda subiram significativamente. Embora seja importante ressaltar que o desempenho passado não garante o futuro, muitos investidores veem o acontecimento como uma oportunidade de potencial ganho futuro, com base em análises do comportamento histórico do ativo. Vantagens do Halving do Bitcoin: oportunidades e potencial de valorização Existem várias razões pelas quais o halving é visto como um momento de otimismo para os investidores. Primeiramente, a redução na recompensa aos mineradores implica em uma diminuição na oferta de novos bitcoins. Isso, combinado com a crescente busca pela criptomoeda, pode, potencialmente, levar a um aumento no preço. A lei básica da oferta e demanda sugere que uma proposta menor, quando a procura permanece constante ou aumenta, tende a impulsionar os preços para cima. Além disso, a escassez é um fator importante na determinação do valor de qualquer ativo. Com menos bitcoins novos entrando em circulação, aqueles que já estão em movimento se tornam mais raros e, portanto, mais valiosos. Este aspecto da escassez contribui para a atratividade do bitcoin como uma alternativa de investimento. Bitcoin em alta: quebrando recordes históricos de preço O bitcoin, recentemente, atingiu um novo recorde histórico (ATH - All Time High) de US$73,6 mil, quase dois anos e meio após o pico do último mercado em alta. Este marco é significativo não apenas para o bitcoin, mas para todo o segmento. Geralmente, quando o bitcoin experimenta um aumento em seu valor, isso tende a ter um efeito positivo em todo o mercado cripto. Isso ocorre porque o ativo é a maior e mais conhecida criptomoeda, e seu desempenho é, frequentemente, visto como um indicador da saúde geral do setor cripto. Um aumento no preço do bitcoin pode estimular o interesse e a confiança em outros projetos cripto, apontando uma possível recuperação ou crescimento na indústria. Além disso, a valorização do ativo para máximos históricos se deve a uma combinação de fatores. Dentre eles estão: o próximo halving, a introdução de ETFs de BTC por grandes gestores financeiros tradicionais e o FOMO institucional, com empresas alocando uma porcentagem de seus recursos em bitcoin, devido ao seu retorno atrativo em relação ao risco. Segurança e eficiência: como a Bitso está se preparando para o Halving do Bitcoin Enquanto os investidores aguardam com expectativa o próximo halving e observam o aumento nos preços do bitcoin, as companhias do setor também se preparam para um possível "verão cripto". A Bitso - empresa líder da América Latina em serviços financeiros baseados em cripto - por exemplo, está, constantemente, melhorando sua infraestrutura tecnológica para lidar com altos volumes de transações durante esses períodos de aumento de interesse nos ativos. A empresa se prepara para garantir a disponibilidade e resiliência de sua plataforma, permitindo que os usuários aproveitem o melhor do mundo cripto. A missão da Bitso é ampliar a oferta de produtos e serviços para que os usuários possam aproveitar estes momentos de alta movimentação do mercado e aumentar seu patrimônio de forma simples e segura. Com a intensificação do interesse institucional e do varejo nas criptomoedas, a empresa se prepara para atender às crescentes demandas dos clientes e fornecer uma experiência cada vez mais confiável e eficiente.
- RPE intensifica atuação na oferta de plataforma de crédito no modelo BNPL para varejistas, indústrias e empresas
A Retail Payment Ecosystem - RPE, empresa focada em soluções de meios de pagamento, está reforçando a oferta de produtos reformulando a solução Parcele Pag. Essa é uma plataforma de modelo BNPL (Buy Now, Pay Later) a ser oferecida a qualquer empresa, como de varejo, indústria ou mercado de serviços, que queira se tornar uma emissora de meio de pagamento, oferecendo limite de crédito ou empréstimo pessoal aos consumidores, como uma nova solução de pagamento. Ela funciona como uma evolução do popular e tradicional carnê de compras e passa a ser uma forma de embedded finance, assim como nova fonte de receita às empresas dispostas a conceder crédito aos seus clientes em qualquer segmento, como educação, saúde, moda, agronegócios e outros. “A RPE trabalha na concepção de tecnologias de meios de pagamento que buscam alavancar negócios. Com o ParcelePag, juntamos tecnologia, solução e inteligência em um produto que une duas pontas: empresas de qualquer segmento que queiram embarcar finanças na oferta de serviços e o consumidor. A solução abre novas frentes de negócios que antes não eram exploradas por empresas de segmentos não financeiros, permitindo o aumento do consumo e uma nova fonte de receita para elas. Isso gera crescimento nas vendas e também aumenta a confiança dos consumidores no lojista. Na prática, o ParcelePag atua como uma solução de gestão de crédito, estando integrada de maneira simples a e-commerces, PIX, sistemas de ERP e outros, permitindo que o emissor tenha todo o controle da operação. A solução é uma versão melhorada do carnê, muito mais tecnológica e condizente com a transformação digital dos meios de pagamento”, explica Pedro Albuquerque, co-fundador da RPE e Diretor de Novos Negócios. O especialista relata que a solução também ajuda a aumentar o ticket-médio, pois por meio dela é possível incentivar compras com valores maiores ou outros serviços, já que transações feitas por BNPL não comprometem nenhuma linha de crédito que o cliente já possua. “O ecossistema que criamos permite que a empresa ofereça de maneira ágil e digital o produto, otimizando a experiência do cliente no momento da compra. A plataforma ParcelePag permite que o lojista disponibilize parcelas com prazos flexíveis para cada cliente, buscando reduzir riscos de inadimplência. Caso ele queira parcelas semanais ou quinzenais, trata-se apenas de um parâmetro a ser ajustado na ferramenta. “Além disso, com a utilização correta dos dados e da base de clientes na plataforma, a empresa que contratar o ParcelePag poderá criar programas de relacionamento ou de recorrência tendo como base principal os dados do produto financeiro”, comenta Albuquerque, reforçando que, por meio do ecossistema oferecido via horizon pay, empresa do mesmo grupo da RPE, é possível oferecer venda de seguros, usar um aplicativo através da opção white label para acompanhamento das transações, parcelas, jornada de compra e a utilização também de biometria facial, além de dados para acompanhamento de todos os indicadores de risco, assim como score, processos de cobrança e muito mais. De acordo com o estudo Buy Now Pay Later (BNLP) - Perspectivas e insights sobre o mercado de BNPL, elaborado pela Visa Consulting e Analytics (VCA), em 2021, o mercado global de BNPL alcançou U$132 bilhões, sendo que, até 2030, com taxa de crescimento anual de 45%, ele poderia alcançar U$3,68 trilhões. Outro dado é que a penetração dessa forma de crédito na América Latina ainda é pequena, representando apenas 1% do mercado. Mesmo assim, segundo o relatório, os motivos mais importantes que levaram os estabelecimentos comerciais a começar a usar as soluções BNPL no mundo foram a conveniência e demanda dos clientes; a crença de que o BNPL poderia aumentar os gastos médios dos consumidores e o desejo dos lojistas de permanecerem competitivos. O BNPL também ofereceu aos pequenos estabelecimentos a oportunidade de competir para conquistar clientes novos. Clientes conseguem crédito de forma acessível e rápida Já para os consumidores, plataformas como a ParcelePag são vantajosas, porque oferecem mais flexibilidade para fazer pagamentos. Eles têm acesso a um aplicativo para administrar os pagamentos 24 horas por dia, 7 dias por semana, assim como seguros e assistências. “Também não é necessário ser cliente de um banco para usar o ParcelePag ou ter um cartão de crédito para parcelar a compra, já que quem vai oferecê-lo e conceder o crédito é a loja ou lojista. Os parcelamentos também são diferenciados e os juros podem ser menores. Na verdade, tudo vai depender dos parâmetros usados pela empresa, indústria ou varejo, mas a jornada é 100% digitalizada, do cadastro até a compra”, explica Pedro Albuquerque. Para utilizar o ParcelePag, basta que o cliente vá até um estabelecimento que ofereça essa facilidade de pagamento e use o celular. Alguns dados são captados e é feito o registro de documentos; depois, o consumidor realiza biometria facial, passa pela aprovação e já pode finalizar o pagamento.
- Nuvei lança estudo sobre otimização de pagamentos durante o VTEX DAY
A Nuvei, fintech canadense, provedora global de soluções para meios de pagamento, apresenta, durante o VTEX DAY, o resultado de sua pesquisa “Acelerando o crescimento da receita: como a otimização de pagamentos pode gerar ganhos de receita de até 30%”. O estudo destaca o papel que a otimização estratégica de pagamentos pode desempenhar no aumento significativo da receita do e-commerce. Pelo segundo ano consecutivo, a Nuvei participa do VTEX DAY, considerado o maior evento voltado à transformação digital da América Latina. A edição de 2024 ocorrerá nos dias 11 e 12 de abril, no São Paulo Expo, em São Paulo. O estudo aponta cinco estratégias que, se empregadas, podem ajudar o e-commerce a obter um incremento de 30% em sua receita. A pesquisa ouviu mais de 300 executivos de empresas de e-commerce com experiência em meios de pagamentos. Também foi realizada uma pesquisa qualitativa com executivos da América do Norte e da Europa. Como primeira iniciativa, a pesquisa aponta a localização de pagamento como um fator para o incremento da receita, ou seja, a importância das empresas se adaptarem às preferências de pagamentos de seus clientes em cada região. O financiamento incorporado, como BNLP (By Now Pay Later), também está entre as estratégias apresentadas no estudo, como alternativa para ajudar o consumidor a ampliar seu poder de compra, o que reflete diretamente na receita do e-commerce. A terceira estratégia está relacionada à otimização da experiência do consumidor na página de pagamento, o que pode ajudar na redução de abandono de carrinho. As empresas entrevistadas relataram que 70% do abandono total do carrinho acontece depois que o cliente entra no fluxo de transações. Em quarto lugar, o estudo aponta a otimização dos processos após o pagamento. Isto porque problemas com autorização e disponibilidade do sistema podem gerar falsas recusa, causando cancelamentos indevidos. Por fim, o estudo destaca o uso dos dados como forma de personalizar ofertas e fidelizar clientes. A pesquisa mostra que 61% das empresas de e-commerce entrevistadas estão usando dados de pagamentos para analisar as preferências do cliente e 57% estão usando dados de pagamentos para identificar oportunidades de venda e upsell, gerando um incremento da receita. Para obter mais informações sobre o estudo, acesse: Acelerando o crescimento da receita: como a otimização de pagamentos pode gerar ganhos de receita de até 30% Nuvei e VTEX Desde 2023, a VTEX e a Nuvei possuem uma parceria global para proporcionar maior flexibilidade e personalização para os varejistas. Com esta parceria, disponível para os clientes da VTEX em todo o mundo, varejistas e marcas se beneficiam dos recursos avançados de otimização da taxa de aprovação da Nuvei, integração simplificadas, e uma abordagem totalmente personalizada para acelerar suas receitas. Neste vídeo, é possível acessar mais informações de como a VTEX e a Nuvei trabalham junto. “O VTEX DAY é um espaço fundamental para fortalecer as relações do setor. Reunindo especialistas de e-commerce, tecnologia, negócios e empreendedorismo, esta é uma excelente oportunidade para demonstrarmos os recursos de pagamento internacional da Nuvei, que conectam empresas de e-commerce aos seus clientes em mais de 200 mercados, com adquirência local em mais de 50 países, suportando 150 moedas e oferecendo mais de 680 métodos de pagamento alternativos", afirma Rafael Lavezzo, vice-presidente sênior da Nuvei para a América Latina. Serviço VTEX DAY 2024 Dias: 11 e 12 de abril Local: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – Jabaquara - São Paulo) Mais informações: www.vtexday.com.br
- Hurst faz oferta pública de royalties de músicas tokenizados de Beyoncé e Justin Bieber
A Hurst – plataforma de investimentos alternativos - acaba de lançar a primeira oferta no Brasil de royalties musicais internacionais, com catálogos de canções interpretadas por nomes como a musa pop Beyoncé e Justin Bieber, além dos astros do rap americano Nas e Mos Def. Batizada de “Money on Top”, a operação está disponível aos investidores por meio de uma oferta pública de CRs (Certificados de Recebíveis), realizada com exclusividade pela Hurst. Os royalties foram originados pela MUV Capital, empresa de originação de investimentos de royalties de música e de filme do ecossistema da Hurst. “Desde 2020, quando começamos a operação, já adquirimos mais de 240 catálogos e alocamos R$ 180MM, todos brasileiros. Aprendemos e amadurecemos bastante nosso processo de underwriting e modelagem neste período, e este ano passamos a olhar para o mercado internacional. Foi um trabalho bem detalhado de como poderíamos viabilizar operações de investimento em catálogos estrangeiros e que ao mesmo tempo tivesse uma relação de risco e retorno interessante para o investidor”, explica Ana Gabriela Mathias, COO da MUV Capital. Além do estudo de viabilidade, o segundo desafio era conseguir nomes de peso da música internacional que estivessem dispostos a negociar os seus catálogos e que apresentassem uma rentabilidade atrativa. A MUV conseguiu originar os dois catálogos que fazem parte desta operação. O primeiro é de fonogramas interpretados e gravados pela Beyoncé para a trilha sonora do filme Cadillac Records, já o segundo conta com os fonogramas de Steve James, produtor musical de Justin Bieber.“Cadillac Records” é uma biografia musical, que narra a trajetória da gravadora Chess Records - gravadora americana fundada por dois judeus imigrantes que se tornou um íncone gravando grandes nomes como Etta Jones, Chuck Berry, Willie Dixon, Muddy Walter. O drama foi lançado em 2008 com um elenco icônico: além da Beyoncé (interpreta Etta Jones), conta com a participação do astro do rap americano Mos Def (interpreta Chuck Berry), e o ator Adrien Brody (O Pianista, King Kong, O Grande Hotel Budapeste e etc.). Sua trilha foi nomeada a diversos prêmios do Grammy, sendo que Beyoncé levou o prêmio de Melhor Performance Tradicional de R&B com a canção “At Last”, na qual a cantora interpreta Etta James. Steve James, além de produtor musical, é compositor e DJ na indústria americana, a maior do mundo. Em uma ascendente cena do pop, Steve colaborou na produção de diversas músicas para grandes artistas, dentre eles Justin Bieber, Martin Garrix e Little Mix. Sua maior colaboração está em “Purpose”, do álbum de mesmo nome de Bieber. Nele, James marcou o seu estrelato como produtor musical, em 2015. “É uma grande oportunidade de investir em canções de artistas internacionais e de grande fama. São catálogos sem fronteiras, compostos por músicas interpretadas em língua inglesa e por grandes artistas, fatos que permitem alcance ao mercado global de entretenimento. A seleção do catálogo tem como foco investidores interessados em uma conceituada diversificação na carteira de investimentos, com retorno em euro”, explica o CEO da Hurst Capital, Arthur Farache. Ele acrescenta que esta é a primeira operação dentre muitas que a Hurst pretende lançar com catálogos internacionais. “É um mercado enorme a ser explorado e que apresenta menor risco aos investidores”, afirma. A operação A operação terá duração de 48 meses e é securitizada por meio de uma Oferta Pública de CRs, de acordo com as normas previstas na Resolução CVM nº 88 e na Lei 14.430. O aporte mínimo é de R$10 mil e a rentabilidade estimada em 7% ao ano em euro, dentro do cenário base. “A rentabilidade da operação advém do número de vezes que as músicas do catálogo são tocadas mundialmente, seja nas plataformas de áudio ou vídeo. Vemos como uma excelente oportunidade para o investidor diversificar a carteira, obtendo rentabilidade em uma moeda forte com baixo risco, já que são ativos descorrelacionados do cenário econômico mundial”, ressalta Farache.
- BV inicia testes para financiamento veicular tokenizado
O banco BV, uma das maiores instituições financeiras do país, iniciou os primeiros testes para desenvolver uma jornada de financiamento veicular tokenizado, operação que visa realizar a transferência da propriedade do veículo e o pagamento de forma segura e menos ruidosa para o cliente. As primeiras aplicações estão sendo realizadas em ambiente digital simulado, ou seja, ainda não entraram em funcionamento real. A perspectiva de escalabilidade deve acompanhar o cronograma do piloto Drex, a nova moeda virtual do Banco Central do Brasil. “Buscamos constantemente atuar com pioneirismo para os negócios, antecipando cenários e estando atentos às tendências de inovação. Essa transformação trará inúmeros benefícios na experiência do cliente, entre elas a possibilidade de liquidação imediata do valor a ser pago e a simplificação operacional para todas as partes envolvidas. Além da redução de riscos operacionais e financeiros, uma das principais vantagens é a visibilidade de ponta a ponta do processo de transferência veicular”, afirma Carlos Bonetti, diretor executivo de Riscos e Operações do banco BV. Neste projeto piloto, a parceria entre o BV e a empresa CCONSENSUS que é especialista em redes blockchain, visa a simulação do ambiente DETRAN em ambiente blockchain, considerado fluxo essencial no financiamento de veículos. “Na vanguarda da inovação, a CCONSENSUS destaca-se por impulsionar a transformação de médias e grandes empresas, sejam elas públicas ou privadas. Utilizando tecnologias já comprovadas, como o Hyperledger Fabric e Besu, para a implementação de redes privadas e descentralizadas. Combinamos nossa experiência singular no segmento de DETRANs e tecnologia blockchain, no desafio da BV de aprimorar o fluxo de financiamento de veículos com uma abordagem inovadora, alinhada aos novos paradigmas de negócios que serão proporcionados pela tecnologia Drex” diz Welvis Fernandes, CMO da CCONSENSUS. Outra parte também participante deste projeto é a Parfin, parceira do banco BV no piloto do Drex e que agora auxilia a estruturação para simulação de transferência do valor e do veículo por meio da utilização da moeda Drex. Com este teste, será possível simplificar as operações de veículos, melhorando a experiência do cliente de ponta a ponta na jornada de financiamento veicular. “Por meio da Parchain, nossa tecnologia blockchain compatível com EVM, nós asseguramos privacidade, segurança e escalabilidade de forma simultânea, elementos muito importantes para que o banco BV continue a prestar serviços de alta qualidade, e ao mesmo tempo, trazendo inovação e novas linhas de produtos e serviços financeiros a seus clientes. Estamos cada vez mais certos que o futuro estará nos trilhos da blockchain”, diz Marcos Viriato, CEO e co-fundador da Parfin. Na primeira fase, foi considerada uma operação C2C (customer-to-customer), em que duas pessoas físicas entram em acordo quanto à compra e venda de um veículo e realizam a troca instantânea (ou seja, a transferência de um pagamento tokenizado em troca da propriedade do veículo - DvP) por meio de contratos inteligentes (smart contracts), sendo toda a operação realizada em ambiente simulado. “A ideia é que o banco seja responsável por conduzir toda a operação de financiamento, da simulação até a baixa do gravame e a finalização da alienação do veículo, após o encerramento do pagamento das prestações do financiamento contratado pelo comprador, o que trará maior agilidade e eficiência na operação”, encerra Bonetti.
- Mercado Bitcoin e Escala se juntam em tokenização inédita de R$29 milhões e captam R$ 4,6 milhões em Operação vinculada à fintech Asaas
O Mercado Bitcoin (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, encerrou uma listagem privada inédita no mercado brasileiro: a tokenização da participação do veículo de investimento Escala na fintech catarinense Asaas. A operação, que foi de R$ 29 milhões, chegou a captar R$ 4,6 milhões adicionais e é considerada inédita, porque possibilitou a reestruturação da posição dos investidores, que agora também detém tokens, e o acesso destes a investimentos super qualificados, até então restritos a grandes fundos de VC, por meio da tokenização. “Esses são investimentos de risco e que envolvem milhões de reais. Mas como todo investimento de risco, a possibilidade de ganho também é elevada. A tokenização permite que um público com qualificação para tal tipo de investimento tenha a chance de obter retornos de cinco a dez vezes maiores do que aplicou”, diz Reinaldo Rabelo, CEO do MB. “Não existem cases de fundos de venture capital ou de investimento no Brasil realizando uma listagem tokenizada que permitirá acessar um ativo como esse. Uma startup validada pelo investimento de fundos especializados como Inovabra, gestora de venture capital do Bradesco, Parallax Ventures, Invisto e CVentures”, completa o executivo. A oferta privada foi direcionada a investidores qualificados: o investimento mínimo da listagem era de R$ 25 mil, uma fração do que fundos de venture capital aportam em startups em rodadas avançadas, como é o caso da Asaas. A fintech, que é especializada em soluções de gestão financeira para pequenas e médias empresas, levantou R$ 100 milhões em junho do ano passado em uma rodada série B. A Escala, que fez parte do pool de investidores, estruturou a listagem em busca de aumentar sua participação na fintech e ainda possibilitar a saída de alguns investidores que aportaram recursos em rodadas iniciais. “Como empreendedor e fomentador do mercado financeiro, fico muito contente pelo Asaas ser o primeiro case vinculado a esse formato de tokenização e por saber que o mercado, além dos VCs que são especializados nisso, está interessado em investir na Asaas e validar nosso negócio”, diz Piero Contezini, cofundador e presidente da Asaas. Além de buscar ampliar a participação na Asaas e a possibilidade de ganho no caso da venda do ativo, a Escala preparou a listagem para testar a tokenização, porque acredita muito nesse modelo. Segundo Bruno Dequech Ceschin, da Escala, a tokenização facilita a gestão desse portfólio. “A inovadora estrutura de capital proposta nos trouxe maior dinamismo para a entrada e saída de investidores privados com infraestrutura profissional de mercado financeiro completa — contemplando KYC dos investidores, assim como liquidação e custódia dos ativos e passivos. A substituição do processo analógico de assinatura de contratos, desconectada das transferências de recursos, por um processo totalmente digital de investimentos privados, nos coloca em um novo patamar de gestão de recursos, e agora podemos participar de rodadas cada vez maiores e mais institucionais. Estamos abrindo um acesso antes inacessível ao nosso investidor e queremos chegar em breve a R$ 100 milhões de capital administrado, oferecendo acesso privado a uma das empresas que mais cresce no Brasil”, completa o gestor e investidor de referência do Escala. O MB Startups, a unidade de tokenização e listagem de investimentos em startups do MB, já realizou operações que movimentaram R$ 46 milhões.
- Confira 8 plataformas para venda de ingressos para eventos
Imagine organizar um evento no qual seja necessário mandar para cada inscrito um link de cobrança, ou pior ainda, os dados bancários para a realização do pagamento. Daria uma trabalheira, não é mesmo? Mas fique tranquilo(a), pois existem ótimas soluções que surgiram para facilitar a vida do organizador do evento! Podemos dizer que são verdadeiros “e-commerces de eventos”, visto que o interessado em participar no evento se inscreve e paga tudo virtualmente. O organizador do evento tem um painel de controle no qual pode acompanhar as inscrições e pagamentos. E o melhor, estas plataformas não servem apenas para eventos digitais! Elas funcionam para os eventos físicos também, possibilitando todo o processo de inscrição e pagamento em uma única plataforma, totalmente digital. Confira abaixo algumas destas plataformas: Lets.events Formas de pagamento: cartão de crédito, Pix, boleto bancário ou Mercado Pago Custos A taxa de serviço do Lets é 7,99%, e Independente da forma de pagamento A taxa mínima é R$2,00 Prazo para repasse: O repasse dos valores dos eventos é realizado em "D+3", o que significa que após a data de finalização do evento, você precisa aguardar 03 dias para receber o repasse automaticamente. Existe a possibilidade do adiantamento de ate 70% do repasse antes do evento. Sympla Formas de pagamento: cartão de crédito, boleto bancário, Apple Pay, Pix, Google Pay, Nupay. Custos Eventos gratuitos: R$ 0 Eventos pagos: 10% por ingresso ou valor mínimo de R$ 2,50 por ingresso Transferência para conta bancária: R$ 7,50 por evento (exceto Banco do Brasil Bradesco, Itaú ou Santander) O produtor pode decidir se quer ou não repassar a taxa para o público Sympla Live e Sympla Play: Taxas específicas para essas ferramentas. Sympla Live é 10% da inscrição (ou o mínimo de R$ 2,50) + R$ 2,50 por venda e sempre absorve a taxa, enquanto Sympla Play tem uma taxa de 10% + R$2,00 por venda. Prazo para repasse: 3º dia útil após o evento, até às 18hs do dia de repasse Eventbrite Formas de pagamento: cartão de crédito/débito e boleto bancário Custos Eventos pagos: 6,99% por ingresso vendido no plano Essentials e 9,99% no plano Professional Por padrão, as taxas de emissão de ingressos são pagas pelos compradores dos ingressos. No entanto, ao criar um tipo de ingresso pago, você pode escolher quem pagará as taxas de emissão de ingressos. Prazo para repasse: Até 3 dias após o término do evento Even3 Formas de pagamento: cartão de crédito, boleto bancário ou PIX Custos Eventos gratuitos: R$ 0 Eventos pagos: 10% por ingresso vendido ou taxa mínima de R$ 2,50 por ingresso Transferência para conta bancária: R$ 3,50 Prazo para repasse: Independente do participante pagar parcelado ou à vista, cartão, boleto ou Pix, assim que o pagamento do seu participante é aprovado, o valor vai automaticamente para o status PROCESSANDO. Após 10 dias esse pagamento ficará DISPONÍVEL para saque. A partir desse momento, você poderá solicitar a transferência do valor disponível para a sua conta bancária, ou poderá deixar na plataforma e sacar só quando precisar. Após a solicitação do saque pelo Organizador, a Even3 tem até 15 (quinze) dias corridos para disponibilizar o valor solicitado. 4.events Formas de pagamento: cartão de crédito, boleto bancário ou PIX Custos Plano Basic: 7,5% por pagamento online Plano Up: R$ 499 por mês + 4,5% por pagamento online Plano Premium: mensalidade personalizada + 4,5% por pagamento online Prazo para repasse: de 15 dias corridos (Plano Premium) a 60 dias corridos (Plano Basic) Ingressolive Formas de pagamento: cartão de crédito ou boleto bancário Custos Ingressos: 10% sobre ingressos vendidos (valor mínimo de R$ 3,00) Transferência para conta bancária: R$ 3,50 Você escolhe se o comprador ou você paga por essa taxa de serviço Prazo para repasse: até 48 horas úteis após o evento Fourpass Formas de pagamento: cartão de crédito, Pix ou boleto bancário Custos Eventos gratuitos: R$ 0 Eventos pagos: 9% sobre ingressos vendidos Prazo para repasse: semanalmente Appticket Formas de pagamento: cartão de crédito, boleto bancário, débito online ou Paypal Custos Ingressos: 10% sobre ingressos vendidos (valor mínimo: R$ 2,00) Transferência para conta bancária: R$ 7,50 (exceto Itaú) Prazo para repasse: até 3 dias úteis após o evento Quer conhecer e comparar mais sobre estas plataformas? Acesse nosso site e confira!














