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  • Startup cria tecnologia para transformar cada contador em uma "Contabilizei"

    Em uma rápida busca no Google, encontram-se milhares de escritórios de contabilidade prontos para auxiliar empresas com suas obrigações legais. No Brasil, a cifra se aproxima de 85 mil estabelecimentos e mais de 500 mil profissionais contábeis, de acordo com dados do Conselho Federal de Contabilidade. Buscando auxiliar no processo de digitalização deste segmento, uma startup curitibana chamada OpenCon desenvolveu e vem disponibilizando o acesso a uma tecnologia capaz de transformar a forma como essas empresas contábeis podem atender seus clientes, tudo através de tecnologia que permite ao contador escalar sua base de clientes. A ideia é que o contador consiga disponibilizar uma contabilidade na palma da mão de cada cliente. "Sabemos que desenvolver um sistema contábil é um investimento alto, de tempo e de recursos, o que impede que a maioria dos contadores consiga executar. A nossa solução visa democratizar o acesso a isso. Fornecemos o software pronto, onde a empresa contábil incorpora a sua marca e disponibiliza para seus clientes", explica Albari Gruner, CEO da OpenCon. A OpenCON iniciou esse projeto de atendimento aos contadores em 2022 com uma das suas marcas, a OpenMEI, onde consegue ajudar os escritórios de contabilidade no atendimento de clientes que são MEI. Agora está em fase de pré-lançamento de uma solução para o contador que atende outros portes de empresas, isso através da marca OpenYOU. "Estamos, e queremos cada vez mais, levar facilidade para contabilidades e seus clientes. Onde através de um aplicativo, fica fácil realizar coisas como a abertura de um CNPJ, emissão de NF, apuração de impostos, realização de obrigações e outros", conta Albari. Segundo o CEO, a ideia nasceu ao ver que, num mundo cada vez mais competitivo, o contador precisa de tecnologia para simplificar processos, reduzir custos operacionais e assim poder aplicar preços mais competitivos. Sem isso, fica difícil ter uma base de clientes escalável. "Uma vez que os escritórios contábeis podem deixar de lado processos manuais, economizando tempo e esforços, sobra mais tempo e recursos para focar a busca por novos clientes. E é isso que queremos: ajudar em sua jornada de transformação digital e, principalmente, impulsionar o seu crescimento". Hoje a OpenCON já conta com clientes contadores espalhados pelo Brasil todo. Um desses clientes é a One MEI, que é uma "spin-off" da One Consultoria, localizada no interior de SP. "Ter o app da OpenMEI simplificou a execução das demandas dos nossos clientes MEIs. Não teria sido possível ter um app com a nossa marca sem a OpenMEI, isso devido aos altos custos. Mas com certeza tem sido um diferencial para gente aqui na One MEI", conta Rogério Adriano, sócio proprietário da One Consultoria. Além disso, a OpenCON possui parcerias com empresas que têm um grande número de prestadores de serviço, como XP Investimentos, Scooto, 321 Beauty e outras. Para os prestadores de serviços dessas empresas, levam condições especiais e agilidade nos processos contábeis. Devido aos seus projetos inovadores, a OpenCon, através das marcas OpenMEI e OpenYOU, já coleciona prêmios como 'Startup Revelação Sebrae PR', 'Startup mais popular do Vale do Pinhão'. Incubada pela Hotmilk, aceleradora da PUC-PR em 2020, vem aumentando seu time para expandir sua atuação. Em setembro de 2023, mudou para uma nova sede, no Centro de Curitiba, ampliando seu time para quase 50 colaboradores, boa parte deles da área de tecnologia. A meta é chegar a 200 ainda em 2024.

  • Fintech de ativos alternativos aposta no agronegócio brasileiro

    Se tem um setor da economia que até em momentos de crise mantém o bom desempenho, este setor é o agronegócio. Responsável por um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o segmento, segundo informações da carta de conjuntura do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), exportou US$ 165,0 bilhões em 2023, o que equivale a aproximadamente 49% do total das vendas externas do Brasil. Para aproveitar as oportunidades geradas, a Hurst Capital, maior ecossistema de ativos alternativos da América Latina, lançou a operação Green Farming Fazendas Renováveis, com rentabilidade prevista de 16,50% ao ano. A operação financeira, na prática, é um mini Certificado de Recebíveis do Agronegócio (Mini-CRA), cuja vantagem é ser isento de Imposto de Renda (IR). Os recursos captados serão investidos nas operações agropecuárias, com o objetivo de expandir o plantel de bovinos de corte na fazenda Green Farming, localizada em Monte Alegre de Minas (MG). No processo de due-dilligence feito pela Hurst, foi comprovado que a propriedade rural adota processos de criação dos animais, alinhados às melhores práticas ambientais e de manejo agrícola. A empresa trabalha com recria e engorda de rebanho próprio, e tem foco em alta-genética para fornecimento à exportação. Os animais têm ciclo médio de 5 meses e fazem parte do ativo circulante do empreendimento, que conta também com equipamentos próprios para gestão completa dos animais. A capacidade estática máxima é de 25 mil animais, e a expectativa é de que sejam realizados aproximadamente 60 mil abates ao longo de 2024, o que equivale a 2,5 ciclos de finalização dos bovinos no ano. Os fundadores possuem track-record estabelecido no agronegócio e são assistidos por consultorias especializadas em genética, manejo e nutrição animal para otimização completa de carcaça. A Green Farming fornece bovinos de alta genética, como Angus e Brangus, para cortes especiais, que atendem ao mercado doméstico e internacional, através de parcerias com grandes frigoríficos como Minerva, JBS, Prima Foods e VPJ Alimentos. Com prazo estimado de 36 meses, serão emitidas 35 mil unidades de CRAs totalizando um valor de R$ 3,5 milhões para a operação, equivalente a 1,3% do faturamento atual da empresa. “É um investimento interessante por algumas razões. Além de ótima rentabilidade e isenção de IR, trata-se de um empreendimento com diferentes aspectos sustentáveis, pois a fazenda adota práticas de manejo para o bem-estar animal, revitalização de pastagens através de toação de culturas e uso de adubo orgânico, entre outros procedimentos que aumentam a captura de CO2 no solo. Soma-se a isso o fato que a Green Farming tem parceiras comerciais de altíssimo nível, e de que o agro é um segmento resiliente e competitivo. Sem dúvida uma excelente oportunidade de diversificação”, afirma Arthur Farache, CEO da Hurst. O projeto conta com um conjunto de garantias robusto, a saber: Penhor agrícola de plantio próprio (produção agrícola para silagem e alimentação animal), na razão mínima de 110% do valor do saldo devedor; Fiel depositário da CPR (Cédula de Produto Rural) na figura do sócio-diretor do emissor (devedor), e aval cedular da entidade controladora (CedroPar); Cessão fiduciária de fluxos comerciais com contraparte de 1º linha (Minerva e/ou outros), com trava de domicílio bancária por meio de Conta Escrow. “É uma empresa com gestão e governança, demonstrações financeiras auditadas por auditoria externa (Grant Thornton) e profissionais qualificados, e o projeto está alinhado com os protocolos de pecuária da Climate Bonds Initiative (CBI), entidade internacional que certifica operações com viés ambiental positivo”, completa Farache.

  • Bemobi lança OmniPay, sua nova solução de pagamentos 100% focada em serviços recorrentes

    A Bemobi, líder no setor de soluções de pagamentos recorrentes no Brasil, já atende 7 das 10 maiores empresas de serviços recorrentes do país, incluindo gigantes dos setores de telecomunicações, distribuição de energia e educação. O volume de pagamentos potencial (TPV) destes clientes iniciais representa aproximadamente 200 Bi R$ ao ano em setores que movimentam mais de 500 Bi R$ em serviços recorrentes somente no Brasil. Tradicionalmente, o setor de cobranças recorrentes de serviços essenciais, como energia, telecomunicações, educação e saúde, tem utilizado majoritariamente o boleto bancário como forma padrão de cobrança. Este método, em um Brasil menos digitalizado e bancarizado, desempenhou um papel fundamental na cobrança de serviços básicos, atendendo a grande parte da população, bancarizada ou não. No entanto, nos últimos anos, o Brasil vivenciou duas grandes transformações que alteraram significativamente o cenário de meios de pagamento. A primeira transformação, impulsionada pelas fintechs e neobancos nos últimos 5 anos, não apenas acelerou a bancarização, alcançando quase 90% da população economicamente ativa, mas também popularizou o cartão de crédito, que agora é utilizado por mais de 73% dessa população. A segunda transformação veio com a criação do PIX pelo Banco Central, que, por meio de inovação e padronização, alcançou uma adesão meteórica. O PIX, um método de transferência instantânea de dinheiro, gratuito e disponível 24/7, impulsionou ainda mais a bancarização e a digitalização dos pagamentos no Brasil. Nos últimos 5 anos, a Bemobi especializou-se em pagamentos recorrentes, inicialmente apoiando operadoras de telefonia móvel com planos digitais baseados em cobrança via cartão de crédito. Esse foco e especialização permitiu à Bemobi desenvolver plataformas tecnológicas que otimizam a conversão de arrecadação de pagamentos recorrentes. Com a ampla adoção do cartão de crédito e o sucesso do PIX, a Bemobi expandiu sua atuação para a digitalização dos processos de pagamentos recorrentes em outros segmentos de serviços, como energia, educação e saúde, além do setor de Telecom. Com o lançamento do OmniPay, a Bemobi combina pagamentos recorrentes via cartão de crédito com o PIX de forma integrada e transparente em uma única plataforma, beneficiando as empresas cobradoras na redução da inadimplência e fidelização dos clientes. Tudo isso, com maior conversão de pagamentos e simplificação do processo de arrecadação a custos competitivos. Para o consumidor final, a solução oferece maior conveniência e facilidade no pagamento de contas. Além de integrar o pagamento recorrente com cartão de crédito e PIX, a OmniPay introduz diversas inovações específicas para o setor de serviços recorrentes, eliminando a necessidade de contratação e integração de múltiplas soluções de fornecedores independentes. As inovações incluem: Solução de Anti-Fraude Integrada: especialmente otimizada para o setor de serviços, esta solução eleva significativamente o nível de aceitação das transações, reforçando a segurança e a confiabilidade do processo de pagamento sem impactar de forma relevante a conversão. Cobranças omnicanal, segmentadas por Perfil de Cliente: A plataforma permite a realização de cobranças personalizadas em um modelo omnicanal, abrangendo tanto o ambiente físico, com SmartPOSs, quanto o online, por meio de aplicativos móveis, web, chatbots, links de pagamento e IVRs, adaptando-se às necessidades específicas de cada cliente. Retentativas Inteligentes e tokenização avançada: Desenvolvemos um modelo proprietário de retentativas inteligentes, que se ajusta às particularidades de cada bandeira e emissor de cartão. Além de um novo modelo de tokenização de cartões junto às bandeiras, como VISA, MasterCard e Elo permitindo a atualização automática de cartões em caso de expiração ou substituição por perda ou roubo, simplificando a experiência do consumidor final. Ambas inovações têm impacto direto no aumento de conversão e na conveniência para o consumidor final. Modelo de Oferta Parcelada para Mensalidades: Esta inovação possibilita às empresas a oferta de parcelamento de mensalidades auxiliando na redução da inadimplência, na diminuição da necessidade de capital de giro e apresentando vantagens tanto para as empresas quanto para os consumidores finais, que ganham maior flexibilidade no pagamento. A integração eficaz do cartão de crédito e do PIX somando as demais funcionalidades do OmniPay resultará em um aumento de 10 a 15 pp na eficiência da cobrança recorrente em comparação com os modelos tradicionais utilizados hoje no mercado. No último ano, o OmniPay foi implementado em algumas das maiores empresas de serviços recorrentes do Brasil. A partir de agora, ele se torna a plataforma padrão de pagamentos da Bemobi para todos os seus novos parceiros. Além do lançamento do OmniPay, a Bemobi já planeja incorporar futuras evoluções do PIX, como o PIX automático e o PIX garantido, buscando um modelo de pagamento e cobrança ainda mais eficiente e conveniente para o consumidor. Conforme outros países adotem soluções semelhantes ao PIX para pagamentos instantâneos, a Bemobi planeja incorporar esses novos métodos à solução OmniPay, visando mercados internacionais. Essa expansão tem o objetivo de exportar os benefícios da inovação brasileira do PIX para além das fronteiras nacionais

  • Data Rudder lança solução que identifica casos de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo feitos via Pix

    Diante das recentes regulamentações em relação ao mercado de apostas esportivas, estabelecidas pela Lei 14.790, a Data Rudder, empresa especializada em soluções antifraude, desenvolveu um produto para apoiar as instituições de pagamento na identificação de casos de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. Nomeada Monitora PLD, a plataforma realiza o acompanhamento em tempo real das movimentações financeiras de cada cliente, identificando operações atípicas e transações com perfil de lavagem de dinheiro nas contas correntes. A plataforma enriquece os dados com variáveis que normalmente estão associadas a esse tipo de esquema, como: verificação se o usuário é uma pessoa politicamente exposta ou um coligado, envolvimento em mandados de prisão e processos criminais, relação com trabalho escravo, e suspeita ou confirmação de falecimento. Além disso, entram na análise listas restritivas e internacionais que ajudam a avaliar a probabilidade de risco. No caso do monitoramento de transações feitas em casas de apostas esportivas, outros fatores também são relevantes. Por isso, a plataforma verifica se o usuário é maior de idade e se está presente nas listas da CBF como jogador, técnico, árbitro ou qualquer outra função que possa influenciar no resultado das apostas. Atendendo também o Art. 23 da Lei 14.790, a solução da Data Rudder oferece a verificação de identidade do apostador, através de Face Match, prova de vida e documentoscopia. Uma vez que a análise é concluída, o sistema gera três possibilidades: ou a conta segue transacionando normalmente; ou ela é enviada para uma aprovação por alçada, que envolve a avaliação de um diretor da instituição; ou é encaminhada para reporte ao COAF - Conselho de Controle de Atividades Financeiras. Para facilitar o processo de emissão e envio ao regulador, o Monitora PLD produz automaticamente o relatório no formato XML, detalhando quais foram as variáveis que apontaram o risco naquela conta. “Com a análise de dados, conseguimos traçar o perfil de comportamento do cliente e comparar com as informações dos outros perfis da base. Assim, dá para identificar semelhanças nestes comportamentos e apontar aquelas transações ou contas com maior suspeita. É assim que atuamos tanto na prevenção, como na detecção do risco,” explica Beatriz Lima, CDO da Data Rudder. A proposta da empresa está ancorada ao avanço do mercado de apostas esportivas, as conhecidas “bets”, no Brasil. Só entre setembro e novembro de 2023, os sites de casas de apostas acumularam um total de 2,1 bilhões de visitas, com uma média de seis minutos por acesso, segundo o SimilarWeb. Além disso, segundo levantamento realizado pelo Instituto Datafolha, as apostas esportivas online têm atraído a atenção de 15% da população brasileira, com um gasto médio mensal de R$263 por pessoa. Os apostadores e as empresas do setor de bets precisam agora se adaptar a novas regras, conforme prevê a lei. No caso do PIX, um dos métodos de pagamento permitidos para apostas, é necessário que a chave seja vinculada a dados do próprio jogador. A intenção da medida é que o usuário só possa direcionar para apostas o dinheiro que já tem em sua conta bancária. De acordo com dados fornecidos pela Datahub, entre os anos de 2020 e 2022, o mercado de apostas esportivas experimentou um crescimento de 360%. Várias razões podem ser atribuídas a esse fenômeno, como a popularização dos jogos online, o aumento da bancarização, o acesso à internet e o uso de smartphones. E o PIX certamente vem contribuindo para esse crescimento, já que oferece uma alternativa rápida, segura e conveniente para transferências financeiras, facilitando o processo para os usuários.

  • Embedded finance deixa de ser tendência e passa a ser realidade para todos no Brasil

    A partir dos movimentos do Banco Central em prol da abertura do mercado financeiro brasileiro a novos entrantes que, de forma muito competente, ocuparam o novo espaço democratizando o acesso aos serviços financeiros,   uma série de  iniciativas têm ganhado força em empresas de setores não financeiros. Essa tendência vem sendo chamada de Embedded Finance, e ela deve acelerar  desburocratização  do sistema financeiro, garantir mais acesso da população, maior controle de caixa por parte de pequenas e médias empresas, e mais conveniência aos usuários. Diante desse contexto, empresas de diversos setores, começaram a entender a oferta de serviços financeiros como uma possibilidade para  aumento de receita e fidelização dos seus clientes. “Para se ter uma ideia, um estudo da Deloitte de 2022 previu que o embedded finance pode gerar receita de até R$ 24 bilhões até 2026, número que muito provavelmente será ainda maior do que previsto ”, afirma Cesare Rollo Iacovone, fundador e CEO da Destrava Aí, fintech que oferece infraestrutura de gestão de garantias especializada em recebíveis de cartões. Um exemplo real do Embedded Finance, são os aplicativos de transporte que oferecem diversas opções de pagamentos para seus clientes. Porém, cada vez mais, além de possibilitar vincular um cartão de crédito e até o pagamento compartilhado da corrida, essas empresas passaram a oferecer aos seus clientes e parceiros outros produtos como seguros, soluções de crédito, consórcio etc. De acordo com Cesare, essas mudanças de mercado fazem muito sentido no cenário atual de negócios. “Com o boom das fintechs, já que o Brasil atualmente abriga cerca de 1,3 mil empresas desse segmento, segundo dados do Distrito, agora é possível levar produtos financeiros exatamente onde os clientes já estão fazendo negócios, sem precisar recorrer a uma instituição bancária”, explica, ao complementar que, por meio das integrações via APIs (Application Programming Interface), uma empresa pode oferecer novas linhas de crédito a seus clientes, além de abrir financiamento com taxas mais acessíveis. A Destrava Aí, por exemplo, permite que seus clientes ofereçam novas linhas de créditos aos consumidores a partir de sua infraestrutura, por meio de integração via APIs, usando a agenda de recebíveis de cada organização como garantias e, desse modo, permite a abertura de novas linhas de financiamento com taxas mais acessíveis. Dentre as vantagens obtidas pela integração de serviços financeiros, Iacovone destaca que as empresas tendem a se destacar no mercado, pois passam a oferecer uma proposta de valor mais completa e se diferenciam dos concorrentes. “Além de expandir os negócios, há uma contribuição significativa para a retenção e atração de clientes, já que expande o relacionamento do cliente para outras frentes, resolvendo de forma mais completa a sua 'dor'”, agrega o executivo. Para 2024, o Cesare  prevê que o Embedded Finance ganhará ainda mais tração e atingirá uma porcentagem maior de empresas pelo país. “Os serviços digitais são a nova tendência em todos os segmentos, já que abreviam processos, melhoram a qualidade das entregas, permitem ofertas sob demanda e acabam com a burocracia. Dessa maneira, podemos esperar um horizonte positivo para a modalidade, com ainda mais soluções e produtos, principalmente com o olhar para soluções de crédito e o uso de recebíveis de cartão como garantia”, finaliza o CEO.

  • Maioria dos brasileiros acreditam que o "universo cripto" será o futuro das finanças

    De acordo com os resultados de uma pesquisa realizada pela OKX, empresa líder mundial em Web3 e corretora de cripto, a maioria dos brasileiros veem a criptomoeda como o futuro das finanças, enquanto a maioria dos nativos entrevistados concorda que a criptomoeda oferece aos usuários maior liberdade financeira. Nativos criptográficos também identificam a transparência, incluindo a prova de reservas, e a segurança é importante para construir a confiança dos investidores. A pesquisa, um questionário online fornecido a mais de 750 brasileiros em novembro de 2023, incluindo usuários e não usuários de cripto, concentrou-se nas perspectivas dos usuários para acelerar a adoção da criptomoedas no país. Quando questionados se eles viam as criptomoedas como uma tecnologia revolucionária que pode transformar as finanças e outras indústrias, 78% de todos os entrevistados disseram “concordar” ou “fortemente concordar”. As respostas positivas foram ainda maiores entre usuários de criptomoedas, com 91% deste grupo dizendo que “concordam” ou “concordo totalmente” que a criptografia pode transformar finanças e outras indústrias. Os usuários brasileiros de criptomoedas também consideram a cripto superior aos serviços bancários em termos de proporcionar liberdade financeira. Quando questionado sobre o papel que a criptomoeda poderia desempenhar em suas vidas financeiras, 85% dos usuários de cripto entrevistados disseram que “concordam” com isso ou “fortemente concordam” que investir em criptomoedas oferece maior liberdade financeira e independência do sistema bancário tradicional. A pesquisa também constatou que transparência e segurança são temas fundamentais para usuários de criptomoedas no Brasil. Desses usuários de cripto pesquisados, 93% disseram que “concordam” ou “concordam totalmente” que eles se sentiriam mais confiantes em escolher criptomoeda para investimento se estivesse claro sobre a segurança do local onde estão investindo. Quando questionado sobre a segurança dos seus investimentos, 86% afirmaram que “concordam” ou “concordam totalmente” que a Prova de Reservas (PoR) pode positivamente contribuir para a legitimidade e maturidade do mercado de criptomoedas. O gerente geral da OKX Brasil, Guilherme Sacamone disse: “Esses insights destacam tanto a popularidade da criptomoeda no Brasil e como a transparência em torno das reservas de segurança e da Prova de Reservas podem promover mais confiança. Os brasileiros confiam na cripto como forma de transformar as finanças tradicionais e, à medida que a adoção acelera, a educação do consumidor torna-se fundamental - seja orientando os usuários sobre a auto custódia ou reduzindo as barreiras de compreensão para novos participantes. Fornecendo reserva de seguranças robustas e uma experiência de usuário intuitiva, pretendemos capacitar uma maior participação brasileira em criptomoedas ao mesmo tempo que impulsionamos a maturidade neste cenário em rápida evolução.”

  • Números do Pix não param de crescer!

    Lançado pelo Banco Central há pouco mais de três anos, o Pix conquistou o Brasil e já atingiu a marca de 152 milhões de usuários cadastrados, o que significa que 7 a cada 10 brasileiros utilizam ou ao menos tem interesse em utilizar essa inovação. Para entender melhor esse mudança de hábito dos consumidores, que até então preferiam o cartão de crédito ou débito para o pagamento de suas compras, a fornecedora de soluções de vendas e tecnologia Web Automação analisou os dados de mais de 10 mil empresas em todo o País, comprovando a escalada do Pix especialmente nos últimos 12 meses. Segundo o levantamento, foram transacionados mais de R$ 441 milhões em Pix nos últimos dois anos, sendo R$ 81.757.925,00 em 2022 e R$ 359.751.066,00 em 2023, representando um crescimento impressionante de quase 340% no valor total. Já quanto aos setores em que os consumidores mais utilizaram Pix, a análise da Web Automação aponta que Varejo e Food Service estão na frente. O Varejo registrou mais de R$ 14 milhões pagos com esse método em 2022, saltando para R$ 68 milhões em 2023, o que equivale a um aumento de cerca de 385%. O setor de Food Service testemunhou um aumento parecido, com mais de R$ 50 milhões em transações Pix em 2022 e subindo para R$ 219 milhões em 2023, um incremento de 338%. Já os métodos tradicionais de pagamento apresentaram crescimento bem inferior. No cartão de crédito, por exemplo, foram transacionados R$ 500 mil em 2022 e R$ 1.4 bilhão em 2023, um crescimento de 180%. No débito, os números foram ainda mais modestos, partindo de R$ 460 milhões em 2022 para R$ 1.2 bilhão no ano seguinte, ou 161% a mais. “Esses dados refletem não apenas uma mudança nas preferências de pagamento, mas também a rápida adoção e confiança dos consumidores e empresas no Pix como uma solução eficaz e conveniente para suas necessidades financeiras”, afirma Araquen Pagotto, CEO da Web Automação.

  • Crypto.com anuncia acordo estratégico com o BTG Pactual para fomentar negociações com criptoativos na América Latina

    A Crypto.com, plataforma de criptoativos utilizada por mais de 80 milhões de usuários em todo o mundo, e referência no segmento em termos de regulação, medidas de segurança e de privacidade, anuncia um acordo estratégico com o BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, para fomentar a utilização dos criptoativos na região. Com isso, a companhia passa a listar em suas plataformas a BTG DOL, stablecoin proprietária do grupo BTG, de paridade 1:1 em relação ao dólar. Lançada em abril de 2023, a BTG DOL é a primeira stablecoin lastreada em dólar a contar com o suporte e a expertise de uma instituição bancária, aumentando a confiabilidade para as interações entre o sistema financeiro tradicional e a nova economia digital. A Crypto e o BTG promoverão a BTG DOL como um token eficiente para negociação de alguns dos principais criptoativos, como BTC e ETH. A medida constitui um esforço das duas companhias para fomentar ainda mais a utilização do sistema econômico digital para clientes da região, fornecendo uma sólida ponte para conectar os sistemas financeiros tradicional e virtual. "O BTG Pactual é pioneiro em visualizar o potencial de colaboração entre os sistemas  financeiros tradicionais e digitais", diz Eric Anziani, presidente e diretor de operações da Crypto.com. "Nós da Crypto.com compartilhamos essa visão do BTG, de inovar a tecnologia financeira de maneira responsável, com o intuito de fortalecer a economia. Estamos orgulhosos e empolgados com o acordo, e por ampliar o acesso à economia digital emergente em uma região com expressivo potencial”. "O BTG Pactual está na vanguarda da integração da tecnologia de criptografia nos mercados financeiros tradicionais, demonstrando nosso compromisso com a inovação e a excelência. Esse anúncio representa mais um passo nessa jornada, proporcionando aos nossos clientes um acesso inigualável ao cenário em evolução dos ativos digitais", disse Andre Portilho, sócio e diretor da unidade de ativos digitais do BTG. A associação ocorre diante de uma participação cada vez maior da Crypto.com na América Latina, ao mesmo tempo em que expande os horizontes do BTG Pactual em operações de criptografia. A Crypto.com obteve sua Licença de Instituição de Pagamento (EMI) do Banco Central do Brasil em 2022, sendo que o Cartão Visa Crypto.com está disponível no país desde novembro de 2021.

  • Pix e carteiras virtuais contribuem para o sucesso do e-commerce no Brasil

    Com um faturamento de R$ 187,5 bilhões em 2023, de acordo com a Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o e-commerce já é um sucesso de público e só tende a crescer. Tanto isso é verdade que uma projeção da Boston Consulting Group (BCG) aponta que ele tem o potencial de atingir 41% das vendas totais do varejo até 2027. Dentre os inúmeros motivos para tamanha aceitação desse modelo nos últimos tempos, podemos destacar o Pix e as carteiras virtuais como pontos importantes. De acordo com Nathan Marion, gerente geral da Yuno, orquestradora global de pagamentos, ambos métodos de pagamento trouxeram mais possibilidades ao consumidor, levando ao ambiente virtual pessoas que não tinham acesso às opções mais tradicionais. “No começo, as transações digitais eram basicamente cartões de crédito. Só com isso, milhares de pessoas já ficavam excluídas dessas plataformas, visto que de acordo com o estudo Beyond Borders 2022/2023 aponta que somente 40% da população brasileira tem acesso a um cartão de crédito”, exemplifica. Assim, Marion aponta que novas opções como o Pix facilitam as coisas, já que permitem que os consumidores possam pagar por suas compras sem estarem atrelados a um cartão. Além disso, o método é fácil de se utilizar, não cobrando taxas do usuário e sendo bastante generoso com os varejistas, que incentivam seu uso. “O Pix é um fenômeno e deve atingir 35% nas transações do e-commerce até 2026, de acordo com dados da Worldpay, além de ter movimentado R$ 17,18 trilhões no último ano segundo o Banco Central. Com isso, os comércios têm oferecido descontos e preços especiais para quem opta por ele, o que ajuda a disseminá-lo”, complementa. Para o executivo, com o lançamento do Pix Automático, previsto para o final de 2024, o cenário deve melhorar ainda mais, pois a plataforma ganhará um upgrade, permitindo o agendamento de pagamentos. “Lembrando também que muitos bancos e carteira já oferecem o Pix Parcelado, que permite aos clientes fazer compras em diversas vezes sem precisar ter um cartão de crédito e, com isso, se comprometer com taxas de juros e anuidades”, explica. Além disso, um estudo feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e pelo SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) mostra que cerca de 71 milhões de brasileiros hoje possuem compras parceladas. Com isso, o Buy Now Pay Later (BNPL) vem a calhar, já que dá opções diferentes do cartão de crédito para que o consumidor pague em até 12 vezes por seus produtos. Para se ter uma ideia, um estudo da Gmattos estima que a modalidade deve chegar a R$ 200 bilhões no Brasil. Outra opção oferecida no checkout e que também contribui para um melhor cenário do e-commerce são as carteiras digitais, em que o usuário pode adicionar algum valor, utilizar o que tem em conta e até mesmo utilizar cartões tokenizados em uma plataforma virtual. Nessa modalidade, o usuário consegue pagar por meio do celular de forma muito conveniente e segura. Dados da Morning Consult apontam que o Brasil é o 4º país que mais usa essa opção no mundo. “Com um grande leque de opções para pagar pelos seus produtos, o e-commerce fica mais democrático, já que o usuário agora consegue pagar por suas compras online utilizando seus métodos favoritos sem se prender a algum serviço bancário. Isso é muito positivo para as relações comerciais, para as empresas e, consequentemente, para a economia do país, permitindo com que cada vez mais serviços e produtos estejam ao alcance de todos”, finaliza Nathan Marion.

  • Transferbank e gigante asiática, Mirae Asset, firmam parceria para crescer no mercado de câmbio

    A fintech de câmbio transferbank se junta à Mirae Asset, multinacional líder no segmento de serviços financeiros na Ásia, presente em 19 países e no Brasil desde 2010, para oferecer uma solução de câmbio digital e otimizar as operações cambiais dos clientes da corretora. Com uma plataforma completa white label desenvolvida pelo transferbank, os clientes da Mirae Asset Brasil têm acesso aos serviços de remessas internacionais, ao câmbio comercial em tempo real, a sete principais moedas do mercado, além da possibilidade de operar em mais de cem países, com acesso ao histórico total das operações, radar de notícias, controle de documentos e comprovantes e suporte em português. A parceria reforça o pioneirismo da fintech no mercado de câmbio como provedora de soluções tecnológicas diferenciadas, desde pagamentos e recebimentos internacionais a bancos, corretoras, fintechs e até escritórios de agentes autônomos de investimentos. Para Luiz Felipe Bazzo, CEO da startup, "o transferbank comprovou a demanda de mercado ano após ano por meio de sua carteira própria. Agora, almeja fornecer a mesma solução de câmbio em white label para outros players que compartilham da demanda e buscam entregar uma melhor experiência a seus clientes, em paralelo a um ganho de eficiência operacional", conta. A solução é uma saída para quem busca se diferenciar no mercado de câmbio no Brasil, onde ainda são raras as instituições que contam com tecnologia e automação nos processos. Para substituir o modelo tradicional e manual, que conta com longas trocas de e-mails, mensagens de WhatsApp e ligações para operacionalizar, cotar e fechar o câmbio, o transferbank oferece uma plataforma com versões desktop, mobile e app, personalizáveis e com cadastro inteligente, regulamentação de câmbio embarcada, controle de pagamentos e recebimentos do exterior, cotações em tempo real, taxa alvo e outras informações para tornar o processo intuitivo e acessível. A parceria com a Mirae Asset vem em um momento de execução do plano de expansão da corretora no Brasil no mercado de varejo. Com uma marca já sólida e robusta entre os investidores institucionais, a gigante sul-coreana tem investido para oferecer uma carteira de produtos e de serviços completa ao investidor de varejo. “Fizemos muita pesquisa antes de fechar com o transferbank e identificamos dois diferenciais importantes que dialogam com o propósito da Mirae Asset Brasil: a vantagem competitiva de preço que conseguimos oferecer aos clientes e a facilidade da plataforma, que permite ao investidor acessar diretamente o  serviço sem burocracia”, diz Joo Lee, head da mesa internacional da Mirae Asset Brasil. Com lançamento previsto para o início de fevereiro, a plataforma já teve seu soft open com os colaboradores da corretora e agora disponibiliza o acesso para que qualquer pessoa ou empresa utilize os serviços tanto via desktop quanto em aplicativos IOS e Android. O transferbank tem como propósito facilitar a jornada dos clientes entregando mais controle, transparência e autonomia em todo o processo de câmbio, sendo uma parceira indispensável para empresas de importação, exportação, startups,  profissionais que prestam serviço ao exterior e pessoas físicas.

  • Investimento em bitcoin entra na declaração de IR? Confira regras e passo a passo

    Mesmo não sendo mais tão recentes, os criptoativos ainda carregam uma aura de novidade. E, cada vez mais populares, ainda geram dúvidas e questionamentos na hora da declaração do Imposto de Renda – principalmente por ainda não terem uma regulação específica no país. Desde 2019, existem regras que detalham quando a Receita Federal considera ser obrigatório informar a posse e movimentação dos criptoativos na declaração de Imposto de Renda. A principal delas está na faixa do valor da aquisição desses ativos: “Quando uma pessoa adquire os criptoativos em valores iguais ou superiores a R$ 5 mil, precisa declarar no Imposto de Renda”, resume Adriano Marrocos, conselheiro do Conselho Federal de Contabilidade e integrante da Comissão Nacional do Imposto de Renda da Pessoa Física do CFC. O contador ainda esclarece que o valor de aquisição deve ser observado em reais, ou seja, deve ser convertido pela taxa de câmbio da data da operação. Além disso, há a incidência de imposto quando o lucro das vendas (ganho de capital) dos criptoativos ultrapassa R$ 35 mil por mês. “Neste caso, os criptoativos têm tratamento semelhante ao das movimentações com ações: ao superar o teto de isenção, o contribuinte deve realizar o pagamento do imposto até o fim do mês seguinte ao da operação, por meio de Darf”, explica o conselheiro. A obrigatoriedade de declaração precisa ser observada por categoria de criptoativo, já que eles não são compreendidos como um único ativo. Isso permite, por exemplo, que uma operação envolvendo dois tipos de criptoativo gere obrigatoriedade de declaração de apenas parte da compra. É o caso, por exemplo, de quando o contribuinte adquire R$ 5 mil em bitcoin e R$ 4 mil em ethereum: apesar de a operação ter custado R$ 9 mil, apenas o valor relativo ao bitcoin precisa ser declarado. A alíquota de imposto a ser recolhido varia conforme a faixa de rendimentos: abaixo de R$ 5 milhões: 15%; entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões: 17,5%; entre R$ 10 milhões e R$ 30 milhões: 20%; e acima de R$ 30 milhões: 22,5%. Como a venda de criptoativos com lucro inferior a R$ 35 mil em um mês não gera incidência de imposto, ela deve ser declarada na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Caso contrário, a declaração é feita na ficha “Bens e Direitos” (Grupo 08 – Criptoativos), de acordo com os seguintes códigos: 01 – Bitcoin (BTC); 02 – Outras criptomoedas (altcoins), como Ether (ETH), Ripple (XRP), Bitcoin Cash (BCH) e Litecoin (LTC); 03 – Criptoativos stablecoins, como Tether (USDT), USD Coin (USDC), Brazilian Digital Token (BRZ), Binance USD (BUSD), DAI, True USD (TUSD), Gemini USD (GUSD), Paxos USD (PAX), Paxos Gold (PAXG) etc; 10 – NFTs (NonFungible Tokens); 99 – Outros criptoativos. Segundo o conselheiro do CFC Adriano Marrocos, é necessário descrever o tipo do criptoativo, a quantidade, o nome e o CNPJ da empresa que custodia os ativos. Caso o próprio contribuinte guarde os criptoativos, o tipo de carteira digital deve ser informado. Em meio a tantas dúvidas, uma certeza vem à tona: confiar no apoio especializado de um contador é o caminho certeiro para uma declaração de IR sem erros e com baixo risco de cair na malha fina.

  • Equity Crowdfunding: Confira tudo o que você precisa saber sobre essa modalidade

    Nos últimos anos, uma nova forma de investimento tem ganhado destaque no cenário financeiro: o equity crowdfunding. Mas afinal, o que é isso? Como funciona? E quais são os seus benefícios? Neste artigo, vamos explorar o conceito de equity crowdfunding em detalhes, além de discutir sua importância e como ele está mudando a forma como as empresas levantam capital. O Que é Equity Crowdfunding? Equity crowdfunding, ou financiamento coletivo de capital próprio, é um modelo de investimento no qual várias pessoas investem em uma empresa em troca de participação acionária. Em outras palavras, os investidores se tornam acionistas da empresa e compartilham os riscos e os retornos do negócio. Como Funciona o Equity Crowdfunding? O funcionamento do equity crowdfunding é relativamente simples. Uma empresa que busca levantar capital abre uma campanha em uma plataforma de crowdfunding especializada. Nessa campanha, ela apresenta sua proposta de negócio, incluindo informações sobre o mercado-alvo, o modelo de negócio, a equipe de gestão e as projeções financeiras. Os investidores interessados podem então examinar essas informações e decidir se desejam investir na empresa. Eles podem fazer isso contribuindo com uma quantia de dinheiro em troca de ações ou participações na empresa. Uma vez que a campanha atinge sua meta de financiamento, a empresa recebe os fundos e os investidores se tornam acionistas. Benefícios do Equity Crowdfunding Acesso a Capital: O equity crowdfunding oferece às empresas acesso a uma ampla base de investidores, permitindo que elas levantem capital de forma mais rápida e eficiente do que por meio de métodos tradicionais de financiamento. Engajamento da Comunidade: Ao permitir que investidores individuais participem do crescimento de uma empresa, o equity crowdfunding cria um senso de comunidade e engajamento em torno do negócio, o que pode ser valioso para construir uma base de clientes leais e defensores da marca. Diversificação de Portfólio: Para os investidores, o equity crowdfunding oferece a oportunidade de diversificar seu portfólio de investimentos, investindo em uma variedade de empresas emergentes e inovadoras em estágio inicial. Potencial de Retorno Elevado: Embora investir em startups seja intrinsecamente arriscado, o equity crowdfunding oferece o potencial de retornos significativos se a empresa tiver sucesso e seu valor aumentar ao longo do tempo. O equity crowdfunding está se tornando uma ferramenta cada vez mais popular para empresas que buscam financiamento e para investidores que buscam oportunidades de investimento emocionantes e de alto potencial. Com sua capacidade de democratizar o investimento e impulsionar a inovação, o equity crowdfunding está transformando a maneira como o capital é alocado no mercado, abrindo novas oportunidades para empreendedores e investidores em todo o mundo. Se você está interessado em participar do mundo do equity crowdfunding, é importante fazer sua pesquisa e entender os riscos e as oportunidades envolvidos.

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