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  • Dias contados? Nova função do Pix pode acabar com o débito automático

    O Banco Central anunciou mais uma funcionalidade para o Pix. A partir do final de outubro de 2024, o modo de pagamento terá a possibilidade de ser automático. O Pix automático poderá ser usado para contas como água, luz, empréstimos etc. Esse tipo de pagamento já pode ser feito pelo débito automático mas, na avaliação do Banco Central, o Pix automático terá a capacidade de alcançar mais pessoas. Hoje, para que uma empresa ofereça a possibilidade de pagamento por débito automático, precisa ter  convênio com cada instituição financeira que permita isso. Com o Pix automático, a corporação não precisará ter contrato com cada órgão financeiro. Basta fazer um único acordo com um banco que esteja oferecendo essa modalidade. Mariana Prado Lisboa, sócia na área de Meios de Pagamento e Fintechs do escritório Barcellos Tucunduva, concorda com a visão do BC sobre o aumento do alcance com o Pix automático. "Antes do Pix, nós já tínhamos transferências eletrônicas através de TED e o DOC. Contudo, com a introdução do Pix, tivemos uma escala maior das transferências eletrônicas, pela facilidade de uso, baixas tarifas (às vezes inexistentes) e aumento de instituições oferecendo o serviço. Com o Pix automático, a expectativa é a mesma: ganhar maior alcance dos pagamentos recorrentes pela facilidade no uso do Pix Automático pelo pagador, garantia de recebimento do Recebedor e custo reduzido. O Pix já caiu no gosto do brasileiro. O Pix automático, sem dúvida, seguirá o mesmo caminho", avalia. Já para Paulo Portuguez, sócio do Jantalia Advogados e especialista em Direito Bancário, Criptoativos e Meios de Pagamento, a questão da segurança também deve entrar no debate assim que o Pix automático começar a funcionar. "A instrução normativa do BC exige que os prestadores desse tipo de pagamento requeiram a autorização do usuário para o Pix automático. Então, haverá essa obrigatoriedade. Isso deverá ser disponibilizado por até 30 dias. O usuário pode aceitar ou rejeitar. Passado o período, caso não haja confirmação ou recusa, será considerado que não houve aceitação por parte do usuário", explica. Portuguez também analisa que ainda é cedo para saber se o Pix vai "engolir" outras formas de pagamento, mas que é inegável sua capilaridade e popularidade. "Houve uma clara preferência pelo Pix em detrimento ao TED e DOC. É bom lembrar que o objetivo do BC era que o Pix substituísse essas soluções de pagamento. E acredito que Pix automático vá nessa mesma direção com relação ao débito automático. É possível também que despesas mensais e recorrentes nos cartões de crédito das pessoas possam entrar agora no Pix automático. Mas claro que ainda é preciso aguardar como a indústria vai inserir essa novidade em seus modelos de negócio", esclarece. Na visão de Mariana, o Pix poderia avançar na funcionalidade offline. "Acredito que o Pix offline seria uma funcionalidade importante que ainda falta no Pix. Poder fazer pagamentos, mesmo sem acesso à internet. Em algumas regiões ou situações a pessoa pode estar fora da rede e, com isso, não conseguir concluir o pagamento". Ela também diz que o Pix internacional enfrenta entraves tecnológicos e cambiais, mas acredita que, quando implementado, irá facilitar e reduzir custos de transações internacionais.

  • DOC foi "enterrado" hoje, mas começou a morrer em 2002! Entenda

    O famoso meio de pagamento DOC foi encerrado nesta segunda-feira, dia 15. A modalidade existia há quase 40 anos. Seu término foi anunciado pela Febraban no ano passado. Apesar do encerramento do DOC, será possível agendar transações para liquidação até 29 de fevereiro. Segundo Mariana Prado Lisboa, sócia na área de Meios de Pagamento e Fintechs do escritório Barcellos Tucunduva (BTLAW), o DOC começou a "morrer" com o implemento da TED em 2002. "A TED visava agilizar transferências eletrônicas. Com o Pix, a utilização do DOC caiu drasticamente. O DOC não conseguiria mesmo fazer frente a essas melhorias", analisa. Dados oficiais mostram que, no primeiro semestre de 2023, o DOC somou 18,3 milhões de operações, representando apenas 0,05% dos pagamentos feitos no Brasil no período. Nesse mesmo recorte de tempo, o estudo da Febraban mostra que o Pix teve 17,6 bilhões de operações; cartões de crédito e débito tiveram 8,4 bilhões cada. Na mesma janela, a TED registrou 448 milhões de transações - volume que é 24 vezes maior do que o número de transações feitas via DOC no período pesquisado. Mariana lembrou que o DOC foi criado para trazer agilidade e segurança, mas acabou sendo superado ao longo dos anos, principalmente pelo Pix "Os valores [do DOC] caíam na conta do recebedor no dia útil seguinte ou em até 2 dias úteis em caso de finais de semana, feriados ou realizado após às 22h. O DOC foi muito importante por ser justamente uma transferência eletrônica. A liquidação imediata e os baixos custos de transação fizeram a população brasileira migrar para o Pix, em especial na transferência de baixos valores. O Pix é mais moderno e utiliza um sistema muito mais moderno, o sistema de pagamentos instantâneos, que consegue dar segurança, paramento imediato a um custo muito baixo", explicou. Com a tecnologia dos meios de pagamento em evolução constante, não se descarta novas formas de transação nos próximos anos. Até o Pix pode ser ameaçado, mas não por um "novo" DOC. "Não acredito que o DOC consiga voltar, ainda que repaginado. A funcionalidade de transferência eletrônica de baixo valor em pouco tempo foi integralmente absorvida pelo Pix. Podemos até ter um substituto do Pix em 40 anos, mas não será a volta do DOC. A utilização de novas funcionalidades e melhorias para diminuição de fraudes pode fazer com que no futuro outros meios de pagamento desapareçam", opina a advogada.

  • Data Rudder reforça a importância da IA e o seu papel no combate aos esquemas de contas laranja no PIX

    A Data Rudder, empresa especializada em soluções antifraude, revela como a inteligência artificial tem sido fundamental para atuar no combate e prevenção às movimentações ilícitas no PIX. Atualmente, as contas laranja são um dos fatores que mais preocupam as instituições financeiras. Mesmo adotando novas medidas de segurança, muitas empresas ainda sentem dificuldade em rastrear contas bancárias fraudulentas, pela agilidade na qual os golpistas adaptam suas táticas. Aproveitando-se da praticidade do PIX, os criminosos realizam múltiplas transferências instantâneas para diferentes instituições, eliminando os rastros da ação fraudulenta. “As contas laranja são criadas com o intuito de dificultar a identificação do beneficiário final, ou seja, para que o fraudador não seja reconhecido. Elas podem ser feitas a partir de dados roubados, mas também obtidas com a venda de informações”, explica Rafaela Helbing, CEO da Data Rudder. Para prevenir ou pelo menos minimizar a formação de novos esquemas de conta laranja, uma série de ferramentas estão sendo implementadas pelo setor antifraude. O uso da inteligência artificial está transformando completamente a forma com que as grandes empresas lidam com dados e, consequentemente, com a tomada de decisões. A tecnologia é utilizada para mapear os padrões de comportamento dos usuários do sistema financeiro, criando modelos preditivos capazes de identificar, em milissegundos, atividades consideradas suspeitas. Através dessa ferramenta, o processo de combate às fraudes via PIX se torna mais eficaz, já que para criar os padrões e detectar o comportamento atípico, é necessário processar uma quantidade enorme de dados históricos e de mercado, realizando o cruzamento entre essas informações. É possível analisar, por exemplo: a data e hora em que a transação foi feita; o histórico de cadastro das chaves PIX favoritas; o tempo gasto para finalizar uma transação; quantos apps financeiros o usuário tem instalado; há quanto tempo existe aquela conta bancária; e qual é o volume de movimentações diárias dela. Com o uso da IA, a instituição consegue ser mais estratégica no processo de construção da segurança transacional, avaliando rapidamente cada operação financeira, e determinando a aprovação, reprovação ou derivação da transferência. "Atuamos em um mercado muito sensível e, por isso, temos a solidez de nossa tecnologia como principal diferencial, o que nos garante um índice de prevenção à fraude acima do mercado. Atualmente, conseguimos detectar até 78% de contas laranja através da nossa plataforma de AutoML”, comenta Rafaela. Para a empresa de inteligência de dados, a detecção dos esquemas de conta laranja deve envolver iniciativas de todo o mercado antifraude. Com a chegada da Resolução nº6, criada pelo Banco Central, esse foi um dos assuntos mais discutidos pelo setor de prevenção de riscos. Se antes os fraudadores aproveitavam a falta de comunicação entre as instituições para despistar o dinheiro roubado, com o compartilhamento obrigatório dos indícios de fraude, isso se torna um impeditivo. Desde novembro de 2023, as instituições devem registrar, compartilhar e consultar os indícios de fraude de todo o ecossistema financeiro, tendo uma visibilidade muito maior sobre a ação criminosa e também sobre os casos de conta laranja. Desenvolvedora de um dos sistemas que atendem às demandas da normativa, a Data Rudder foi além das exigências do Banco Central, oferecendo recursos que apoiam na identificação desses esquemas. O DataBusters, plataforma criada em parceria com a B3 - Bolsa de Valores do Brasil, conta com uma rede de relacionamento que permite visualizar a relação do dado consultado com outros indícios registrados pelo mercado. Ou seja, é possível visualizar todas as conexões associadas ao indício consultado, constatando se ele tem algum tipo de relacionamento com os dados atribuídos a outras fraudes. Um email utilizado como chave PIX pode estar associado, por exemplo, a um CPF, um CNPJ ou um número de telefone registrado como fraude. Esse dado então pode estar relacionado com outros indícios e assim por diante. Com o crescimento no número de golpes financeiros, principalmente decorrente da popularização do PIX, recursos como esse chegaram para tornar a identificação de contas laranja algo tão ágil e eficiente quanto as próprias transações instantâneas.

  • Com queda de 38% no criptocrime em 2023, mercado se prepara para uma "nova fase de crescimento" neste ano

    A Chainalysis, líder em análise de blockchain, lançou nesta quinta-feira (18) o capítulo introdutório do Crypto Crime Report 2024, no qual afirma que o valor recebido em criptomoedas por endereços ilícitos no último ano totalizou US$ 24,2 bilhões, uma queda significativa de 38% na comparação com a máxima histórica de US$ 39,6 bilhões registrada em 2022. Deste total, cerca de US$ 14,9 bilhões (61,5%) estão relacionados a transações ilícitas de entidades sancionadas. As atividades ilícitas representaram apenas 0,34% do volume total das transações em blockchain no ano passado - o que, segundo a Chainalysis, indica maturidade da indústria. “Com o Bitcoin ultrapassando a marca de US$ 46.000 devido à recente decisão da SEC de aprovar ETFs de BTC à vista, há fortes sinais de que o inverno cripto está descongelando. Juntamente com a redução significativa nas atividades de crimes no ano passado, parece que uma nova fase de crescimento poderá em breve chegar”, disse Eric Jardine, líder de pesquisa de crimes cibernéticos da Chainalysis. A notável queda no volume de transações ilícitas é em grande parte atribuída ao declínio acentuado nas fraudes e nos fundos de criptomoedas roubados, para os quais a receita total caiu 29,2% e 54,3%, respectivamente. Curiosamente, o declínio nos fundos roubados foi impulsionado por uma retração no hacking de DeFi, que é uma das áreas mais promissoras do ecossistema de criptomoedas, em grande parte devido à sua transparência. Esta queda pode representar a reversão de uma tendência que a Chainalysis observa desde 2022, e pode ser um sinal de que os protocolos DeFi estão melhorando suas práticas de segurança. Por outro lado, os mercados de ransomware e darknet – duas das modalidades mais proeminentes do criptocrime – viram as receitas aumentar em 2023, em contraste com as tendências gerais. “O crescimento das receitas de ransomware é decepcionante após as fortes quedas que vimos no ano passado e sugere que talvez os atacantes tenham se ajustado às melhorias de segurança cibernética das organizações”, disse Jardine. “Também parece que o encerramento da Hydra fez pouco para dissuadir os mercados da darknet, uma vez que a atividade ilícita nesses canais está se recuperando, com a receita total alcançando os máximos históricos de 2021”, afirmou. Outro fator indicado pela Chainalysis é a mudança contínua do Bitcoin como a criptomoeda preferida dos cibercriminosos. Embora algumas formas de atividade ilícita (como vendas no mercado darknet e extorsão de ransomware) ainda ocorram predominantemente em Bitcoin, outras (como fraudes e transações associadas a entidades sancionadas) mudaram para stablecoins. No geral, o Bitcoin foi utilizado em pouco menos de 25% de todas as transações ilícitas, muito atrás das stablecoins, que agora representam a maior parte das atividades, em linha com o crescimento geral das stablecoins. “Essa mudança do Bitcoin é um desenvolvimento interessante e mais uma vez fala da maturidade do setor. Com base na recente decisão da SEC sobre ETFs de Bitcoin, à medida que 2024 se desenrola, acredito que veremos um impulso para uma infraestrutura de mercado mais madura que incentivará a custódia e um ecossistema de troca mais saudáveis e competitivos nos principais mercados”, concluiu Jardine.

  • IA enfrenta os principais desafios dos bancos brasileiros

    As análises para concessão de crédito e outros serviços financeiros exigem uma compreensão profunda e abrangente do perfil de um cliente. Enquanto adquirir novos usuários financeiros é benéfico para as instituições, aquecendo a economia, o contexto brasileiro é desafiador. De acordo com pesquisa do Instituto Locomotiva e MFM Tecnologia, oito em cada dez famílias brasileiras estão endividadas e um terço têm valores em atraso. Diante disso, a 1datapipe, empresa de soluções analíticas com IA especializada em insights do cliente e pontuações de risco para análise de crédito, identificou os principais problemas enfrentados pelos maiores bancos do Brasil quando o assunto é análise do perfil do consumidor. Entre os desafios expressos pelas empresas, os executivos se queixam de que os modelos existentes de risco de crédito carecem de precisão, não oferecendo análises aprofundadas para uma avaliação abrangente da estabilidade de renda e comportamento de pagamento de um consumidor, resultando na perda de clientes legítimos e oportunidades de receita não aproveitadas. Além da imprecisão, os provedores atuais de prevenção de fraudes e verificação de identidade, especialmente soluções biométricas, introduzem um excesso de atrito no processo de integração do cliente, resultando em uma queda significativa na taxa de conclusão. Esses modelos tradicionais de análise de perfil, seja pela limitação de fontes de dados, seja por erro humano, acabam gerando desperdícios desnecessários às empresas. "No domínio da análise financeira, a visibilidade limitada dos dados nos modelos tradicionais representa sérios desafios", afirma Carey Anderson, CEO da 1datapipe. Essa limitação não apenas resulta na perda de clientes, mas influencia significativamente na otimização estratégica do tempo de vida útil de um cliente, especialmente nas fases iniciais do relacionamento com o banco, impactando, em última instância, a receita. Anderson afirma que enquanto esse atraso prejudica a integração de clientes legítimos, as brechas na análise tradicional são um terreno fértil para que fraudadores operem sem serem detectados. “A consequência é um aumento na ocorrência de falsos positivos e perdas substanciais, totalmente evitáveis, para os bancos”, acrescenta. A aliança entre a ciência de dados de ponta e a Inteligência Artificial levou ao desenvolvimento de soluções inéditas no mercado financeiro. Desenhadas especificamente para os desafios do contexto brasileiro, as soluções, que contam com a maior base de dados nacionais do setor, transformam essas informações em inteligência acionável por meio da tecnologia de IA da 1datapipe, fornecendo uma visão completa de 360 graus dos perfis dos clientes. As mais recentes adições ao conjunto de soluções são o Score de Estabilidade de Renda, uma avaliação da estabilidade de renda, fornecendo insights e estimativas precisas do cenário financeiro de um indivíduo, e o Score de Estilo de Vida Geográfico, que oferece percepções com base em dados geográficos e comportamentais, proporcionando um panorama abrangente para antecipar e abordar as preferências que moldam a jornada do cliente. Além destas, a 1datapipe oferece soluções que proporcionam análises de IA e soluções de pontuação de risco para toda a jornada do cliente, incluindo: Score de Segurança de Identidade e Fraude: Detector de fraudes diretas ou feitas por terceiros, oferecendo insights retrospectivos sobre históricos de clientes, fortalecendo-se contra fraudes geradas por IA que assume o controle de contas, identidades sintéticas e roubo de identidade. Score de Confiança de Crédito: Elimina pontos cegos na análise de risco de crédito englobando fatores de estabilidade como renda, ativos e dívidas. Score de Inclusão Financeira: projetada para identificar e capacitar cada consumidor com potencial confiável, de modo a incluí-lo como cliente legítimo. Com uma equipe de classe mundial composta por cientistas de dados, engenheiros de dados, especialistas em IA e oficiais de conformidade, a 1datapipe reuniu expertise coletiva para a construção das soluções de análise de clientes impulsionada por IA. “Ao capacitar empresas com ferramentas transformadoras que redefinem a avaliação de riscos e o entendimento do consumidor damos um salto significativo rumo a um cenário financeiro mais seguro, inclusivo e informado”, conclui Anderson.

  • Transfero é a mais nova associada da ABcripto

    A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) anuncia a chegada da Transfero como nova associada. A empresa foi fundada por brasileiros, é sediada na Suíça e atua com soluções financeiras baseadas em blockchain. Bernardo Srur, diretor-presidente da ABcripto, destaca que a companhia representa uma importante integração de serviços cripto com o mercado financeiro tradicional. “Ter um bom relacionamento com o setor de criptoativos e revolucionar o mercado tradicional são fundamentais para o sucesso e a sustentabilidade do sistema financeiro brasileiro. A chegada da Transfero como nova associada da ABCripto reforça esses quesitos com inovação e uma postura transparente em todas suas atividades. Com amplo conhecimento, a Transfero constrói laços de confiança com outros participantes do mercado e com o público em geral”. Para Márlyson Silva, CEO da Transfero, o ingresso na ABcripto permite que a empresa participe do desenvolvimento do setor de forma consistente. “Nosso compromisso é desempenhar um papel ativo na transformação contínua do cenário de criptomoedas. Nossa missão consiste em impulsionar e solidificar nossa presença como um player cada vez mais relevante e confiável nesse mercado em evolução”, destaca. O executivo reforça que a parceria estratégica com a ABcripto representa um passo significativo na trajetória da empresa, especialmente, com a licença do Banco Central para atuar como uma instituição de pagamento (IP). “Acreditamos na importância de estreitar laços com aqueles que lideram a vanguarda na construção desse mercado. Essa parceria vai além de uma colaboração convencional; é um compromisso com o trabalho conjunto e o desenvolvimento de um ecossistema de criptoeconomia robusto e transparente. Estamos entusiasmados por integrar este movimento e desempenhar um papel ativo no futuro do mercado cripto, tanto em âmbito nacional, quanto global", completa o CEO da Transfero.

  • Oportunidade! Fintech abre vagas para programa de estágio em Negócios e Engenharia

    A Destrava Aí, fintech que oferece infraestrutura de gestão de garantias especializada em recebíveis de cartões, está com seis vagas abertas para seu programa de estágio 1ª semestre/2024. As oportunidades são para estudantes de nível superior, cursando a partir do 6º semestre e que tenham experiência em negócios e tecnologia da informação. O estágio é presencial e será na sede da empresa, em São Paulo, capital. Os selecionados irão atuar nas áreas de tecnologia e de negócios Destrava Aí e terão a oportunidade de aprender na prática com um treinamento estruturado para desenvolver suas competências técnicas e comportamentais. Os colaboradores também vão aprender com especialistas do mercado de crédito e de meios de pagamentos, em um setor que deve movimentar mais de R$ 3 trilhões em 2024, segundo estimativa da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS). Em 2023, a Destrava Aí avaliou mais de R$ 500 milhões em recebíveis e gerou mais de R$ 100 milhões em ofertas de crédito com garantia de recebíveis. “A expectativa é que a pessoa saia pronta para se destacar em qualquer empresa, e claro, queremos as mais alinhadas sendo efetivadas conosco”, enfatiza o fundador e CEO da Destrava Aí, Cesare Rollo Iacovone. Entre os benefícios oferecidos pelo programa de estágio está uma remuneração mensal compatível com o mercado, com oportunidade de aumentos a cada trimestre, de acordo com performance e cumprimento de metas da empresa. Requisitos Em ambos os departamentos com vagas abertas (Negócios e Engenharia), as pessoas precisam ter alta capacidade de aprendizado. Experiência profissional prévia e trabalhos voluntários serão considerados diferenciais para as vagas. Inscrições Interessados em participar do programa de estágio da Destrava Aí devem encaminhar currículos para carreiras@destrava.ai. Para conhecer melhor a empresa, aproveite e acesse: https://www.destrava.ai/.

  • Fintech NG.CASH se prepara para implementação de novas diretrizes de educação financeira

    O Banco Central (BC) anunciou uma nova norma que entra em vigor no dia 1º de julho de 2024, que tem como objetivo regular as medidas de educação financeira a serem adotadas pelas instituições financeiras, instituições de pagamento e demais instituições autorizadas. A redação proposta também prevê outros mecanismos para garantir o cumprimento da regulação, sendo eles: a instituição de uma política interna de educação financeira, a indicação de um diretor responsável pelo tema na instituição e a criação de mecanismos de acompanhamento e controle por meio de métricas e indicadores. Para atender a norma, a NG.CASH informa que irá apontar para o Banco Central um dos seus co-fundadores como o diretor responsável pelo tema de educação financeira."Luís Felipe Carvalho, nosso co-fundador, irá assumir essa posição. Não existe uma pessoa mais bem preparada do que ele, que durante os últimos anos foi professor na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, além de possuir um doutorado e mestrado na área de educação pela Otto Beisheim School of Management, na Alemanha", diz Petrus Arruda, co-fundador e COO da NG.CASH, conta digital focada na geração Z.   “Desde muito cedo entendemos a importância desse assunto e ficamos extremamente felizes em ter um regulador atento a esse tópico. Ao longo dos próximos seis meses será interessante observar na prática como o setor financeiro vai se adequar e implementar os novos requisitos da norma, que aborda temas como: planejamento e orçamento pessoal e familiar, formação de poupança e prevenção do superendividamento”, comenta o diretor de operações da NG.CASH. Atualmente a conta digital da NG.CASH já oferece vídeos de educação financeira gravado por influenciadores dentro do aplicativo, para que seus clientes possam, de uma forma fácil e através de uma linguagem simples, darem os primeiros passos em conjunto com o aprendizado na prática — seja fazendo o seu primeiro pix, realizando uma compra online com o seu próprio cartão de crédito pré-pago ou investindo o seu dinheiro em criptomoedas de uma forma segura e acessível.

  • Conheça 5 tendências em tecnologia financeira para 2024

    O cenário dinâmico da economia e da tecnologia moldam o futuro do setor financeiro no Brasil e o ano de 2024 promete uma evolução ainda mais significativa. É evidente que a transformação digital não é apenas uma opção, mas uma necessidade para as empresas financeiras se manterem competitivas e algumas tendências devem se tornar cada vez mais comuns. A integração de tecnologias emergentes, como Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML), não só promete otimizar processos internos, mas também abrir novas oportunidades. A tokenização, por sua vez, está redefinindo a natureza das transações financeiras. E o foco crescente em políticas ESG reflete uma mudança significativa na mentalidade dos investidores e consumidores, direcionando o capital para empresas comprometidas com práticas sustentáveis. Em meio a essas tendências, espera-se que o ano de 2024 seja marcado por avanços tecnológicos que não apenas transformarão o setor financeiro, mas também moldarão a maneira como os consumidores interagem e confiam em seus serviços. Considerando as principais tendências do mercado financeiro, Rodrigo Matioli, CRO da Quick Soft, analisa as principais tendências para o âmbito específico do mercado de antecipação de recebíveis. Confira: Tokenização na antecipação de recebíveis O processo de transformar ativos em representações digitais, ganha destaque nos setores financeiro e de capitais no Brasil, impulsionado por fintechs que a utilizam para alcançar novos clientes e mercados de maneira ágil. O Banco Central regulamentará prestadoras de serviços de ativos virtuais, enquanto a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) supervisionará criptoativos com características de valores mobiliários. Especialistas veem a regulamentação como crucial para democratizar o acesso aos mercados de investimentos, reduzindo processos e intermediários. A tokenização será uma peça-chave para simplificar e fortalecer o processo de antecipação de recebíveis, pois, ao transformar ativos em tokens digitais, as empresas especializadas poderão criar contratos inteligentes mais eficientes, proporcionando transparência e rastreabilidade aos recebíveis antecipados. A tokenização também pode facilitar a criação de instrumentos financeiros mais flexíveis, adaptados às necessidades específicas de cada transação de antecipação. Inteligência Artificial e Machine Learning na avaliação de riscos e oportunidades A crescente adoção de Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML) está transformando significativamente as operações das fintechs. Essas tecnologias possibilitam análises preditivas, detecção de fraudes em tempo real e automação de processos. A IA generativa (GenAI) é destacada como uma das principais tendências para 2024, com estimativas indicando que até 2026, 80% das empresas terão aplicativos e modelos GenAI em ambiente de produção. Outras tendências incluem o Desenvolvimento Aumentado de IA, que auxilia engenheiros de software, e Aplicações Inteligentes, que adaptam a IA aos casos de uso específicos das organizações. No mercado de antecipação de recebíveis, a IA e o ML permitirão análises de riscos mais precisas e personalizadas. Algoritmos avançados podem examinar padrões de pagamento, históricos de clientes e variáveis econômicas em tempo real, proporcionando às empresas insights valiosos para tomar decisões embasadas em relação à antecipação de recebíveis. Essas tecnologias também têm o potencial de automatizar processos, agilizando a oferta de serviços de antecipação. ESG e antecipação de recebíveis O interesse no Brasil por negócios alinhados às políticas ESG (ambiental, social e governança corporativa) está em ascensão no mercado financeiro. Em 2022, 79 empresas captaram R$ 58 bilhões para práticas ESG, indicando a consolidação dessas abordagens como investimento global. O país possui 43 fundos sustentáveis com aproximadamente 42 mil cotistas, refletindo uma adaptação rápida do mercado brasileiro a essa nova realidade de investimentos. A CVM destaca que essa tendência aumentará a busca por profissionais financeiros com conhecimento em ESG. Esse movimento impulsiona órgãos reguladores, como a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), a estabelecer marcos regulatórios claros para diferenciar práticas ESG genuínas de "greenwashing". Com o aumento do foco nesta área, as empresas de antecipação de recebíveis que incorporam práticas sustentáveis em seus modelos de negócios podem atrair investidores e clientes preocupados com questões éticas e ambientais. Plataformas integradas e Open Finance A evolução do Open Finance oferece uma oportunidade para empresas de antecipação de recebíveis coletarem dados mais abrangentes, facilitando a integração com outras instituições financeiras. Isso pode resultar em uma avaliação mais completa do histórico financeiro dos clientes, aumentando a precisão na determinação da elegibilidade para antecipação de recebíveis e proporcionando uma experiência mais fluida e integrada aos usuários. Um exemplo desta tendência de integração é o registro de duplicatas, trazido pela evolução regulamentar da CVM através da resolução 175, com as alterações introduzidas pelas resoluções nº 181/23, 184/23 E 187/23. Segurança avançada na antecipação de recebíveis Infelizmente, as ameaças cibernéticas acompanham o ritmo dos avanços tecnológicos, levando as empresas a intensificarem investimentos em segurança. De acordo com uma pesquisa da Deloitte, 70% das empresas têm como meta aumentar os investimentos em segurança - o que confirma a tendência para 2024. Dada a crescente preocupação com a segurança financeira, espera-se que as empresas de antecipação de recebíveis invistam significativamente em medidas avançadas de proteção contra fraudes e sistemas de maior segurança e robustez tecnológica. Exemplos de sistemas seguros são o QCertifica (registro de operações e assinatura eletrônica digital) e o QProf (sistema multiempresa de gestão para FIDCs e securitizadoras), da Quicksoft. A incorporação de sistemas de segurança robustos protege as transações de antecipação contra ameaças de fraude, incluindo, mas não limitando a tendência de interoperabilidade entre os principais players do mercado. Essas tendências específicas indicam que o mercado de antecipação de recebíveis em 2024 será caracterizado por uma convergência de tecnologias inovadoras, sustentabilidade e uma abordagem mais integrada, proporcionando oportunidades e desafios únicos para as empresas que operam nesse setor.

  • Yuno junta esforços com Riskified para aprimorar experiência de players de e-commerce

    Com o sucesso do e-commerce, que visa atingir R$ 185 bilhões de acordo com a ABComm, fica óbvio que o setor precisa estar cada vez mais se reinventando para atrair um número maior de consumidores, manter o sucesso e gerar lucros para os players. Dessa maneira, a Yuno, orquestradora global de pagamentos, se juntou com a Riskified, referência no segmento de combate a fraudes, para oferecer uma experiência de transação online segura, otimizada e de alto desempenho para os comerciantes. Na vanguarda da prevenção de fraudes no comércio eletrônico, a Riskfied emprega algoritmos avançados de Inteligência Artificial e Machine Learning para investigar e gerenciar transações. A empresa consegue identificar riscos e atividades fraudulentas. Por outro lado, a Yuno tem como objetivo implementar a orquestração de pagamentos online globalmente. Com isso, a companhia permite que os comerciantes façam a gestão de diversos métodos de pagamento na mesma integração, com a possibilidade de personalização do processo e acesso a ferramentas analíticas. Com a junção, ambas as companhias fundem suas visões para moldar uma proposta de valor no e-commerce. Desse jeito, a robusta plataforma antifraude da Riskified se soma com a solução de orquestração de pagamentos da Yuno, possibilitando ao mercado ter acesso a uma ferramenta completa que não apenas fortalecerá as medidas de segurança em cada transação, mas também permitirá uma rota de pagamento sem atritos. Assim, transações legítimas não serão confundidas com fraudes, um desafio constante na prevenção de golpes online. "Em uma era em que a digitalização de transações está onipresente, confiança e eficiência se tornam pilares indispensáveis. Com a Riskified, visualizamos uma sinergia que vai além de meras transações. Entramos em um território em que cada interação digital é, ao mesmo tempo, segura e eficiente", explica Nathan Marion, gerente geral da Yuno.  O executivo complementa que esta aliança representa um avanço na construção de um ecossistema de e-commerce em que os lojistas poderão operar com confiança. “Desse modo, os consumidores vão poder fazer compras com tranquilidade, já que suas transações serão seguras e protegidas”. À medida que Yuno e Riskified avançam nesta colaboração, a expectativa é que não apenas estabeleçam novos padrões na orquestração de pagamentos e prevenção de fraudes, mas também catalisem futuras inovações no comércio eletrônico, criando um ambiente cada vez mais seguro, eficiente e propício para comerciantes e consumidores.

  • Startup levanta R$ 8 milhões para impulsionar o universo de soluções "Open" no Brasil

    Com o objetivo de ser o "braço" de Open Finance (Banking, Insurance e Investment) de importantes instituições financeiras e seguradoras, a Lina, infratech provedora de tecnologia de compartilhamento de dados e serviços, anuncia a captação de R$ 8 milhões em investimento liderado pela MSW Capital, através do fundo MSW MultiCorp2. Fundada por executivos do mercado financeiro em 2020, a Lina surgiu com o propósito de superar desafios tecnológicos e possibilitar que cada vez mais empresas tenham seus negócios orientados por dados. Por meio de soluções de infraestrutura, conectividade e inteligência de dados, a startup potencializa seus clientes dentro e fora do mercado financeiro, com tecnologia própria que acelera os processos de conformidade regulatória e possibilita o compartilhamento seguro e inteligente de dados. Em seu portfólio estão parcerias estratégicas com grandes instituições como: B3, TecBan e RTM. Consolidada no mercado financeiro, a Lina está trilhando um caminho para o mercado de seguros com o Open Insurance, setor promissor que está em implementação no Brasil. O serviço terá a capacidade de se integrar ao Open Banking, participando de um ecossistema mais abrangente de compartilhamento de dados conhecido como Open Finance. Esse ecossistema engloba informações bancárias, empresariais, comerciais e financeiras de indivíduos, empresas e negócios, proporcionando uma visão mais ampla e integrada do histórico financeiro e securitário de indivíduos e empresas brasileiras. “Nossa missão é impulsionar o mercado de Open Insurance no Brasil. Esperamos colher ótimos frutos dessa parceria, aplicando nossos recursos e tecnologia. Além disso, teremos a oportunidade de trabalhar ao lado do BB Seguros e somar forças no crescimento desse setor no Brasil”, comenta Alan Mareines, CEO da Lina. Na visão de Bruno Alves, diretor de Estratégia e Tecnologia da BB Seguros, “O ambiente Open é muito próspero e nele há oportunidades para que as soluções sejam cada vez melhores e personalizadas. A Lina tem a capacidade de apoiar empresas a se prepararem para esse novo cenário. Estão no tempo certo e com potencial para se estabelecerem como referência em soluções para conexão e intercâmbio de dados.” O aporte foi realizado pelo Fundo MSW Multicorp 2, que investe em startups inovadoras de base tecnológica com sinergia com os seus investidores: BB Seguros, Baterias Moura, AgeRio e Embraer. A Lina é primeira Insuretech investida pelo fundo e a 5ª startup investida do MSW MultiCorp 2, que nesse ano investiu nos setores aeroespacial, logística, robótica e energia, e visa ampliar sua atuação em 2024 nesses e outros mercados. “Ainda estamos vivendo o início de uma grande mudança na forma em que empresas e pessoas lidam com as informações financeiras, enxergamos no time de fundadores da Lina vasta experiência e competência para impulsionar essa transformação de forma inovadora e ao mesmo tempo com uma abordagem segura. As soluções de infraestrutura para operar em ambiente Open serão muito demandadas e vão exigir tecnologia de ponta, o que a Lina já oferece aos seus clientes”, comenta Richard Zeiger, sócio da MSW Capital.

  • Avivatec adquire controle da operação Enfoque e prevê investimento de R$ 5 Milhões

    A Avivatec, consultoria de tecnologia com expertise em negócios e referência no cenário de aceleração digital de empresas no país, anuncia a aquisição majoritária da Enfoque, provedora de informações, ferramentas e soluções a serviço das corporações e indivíduos que atuam no mercado financeiro. A conclusão do processo de aquisição majoritária da companhia,  ocorrida em dezembro do ano passado, marca um passo estratégico para a Avivatec,  que consolida seu compromisso em fortalecer sua presença no mercado de finanças e acelerar sua tese TecFin. “A Enfoque faz parte do nosso ecossistema há mais de dois anos. Ampliamos nossa participação com o propósito de reforçar ainda mais nossa presença no setor financeiro. Nossa estratégia é nos preparar para acelerar o segmento, investindo fortemente na evolução do produto Terminal Enfoque, software desenvolvido para atender as pessoas que tomam decisões no mercado financeiro, deixando-o renovado para um novo momento”, destaca Marcelo Modesto, CEO e fundador da Avivatec. Com a integração das operações, que visa trazer mais sinergia para o mercado, proporcionando um atendimento diferenciado, tecnologia de ponta e conhecimento especializado aos clientes da Enfoque, as empresas passam também por mudanças no corpo societário e diretivo. Fausto Botelho, fundador da Enfoque, passa o cargo de CEO para Douglas Junior. Com isso, Fausto será o principal representante do Conselho que contará também com Douglas Junior e demais executivos da Avivatec. “Esse é um passo estratégico para acelerar o lançamento de produtos no mercado e explorar sinergias dentro do segmento. A Enfoque é uma empresa tradicional, que possui o maior e melhor Big Data do segmento e queremos atingir novos patamares. Com essa base de dados unida ao atendimento e agilidade já reconhecidos pelo setor, as corporações estão ainda mais fortalecidas e prontas para novos desafios”, comenta Marcelo. Com 16 colaboradores e mais de 700 clientes entre pessoas físicas e grandes empresas, como Nova Futura, Banco Yamaha, IR Trade e Banco Crefisa,  a Enfoque manterá seu modelo de negócios, entregando ainda mais valor aos seus clientes com a expertise tecnológica e disruptiva da Avivatec. Douglas Junior, novo CEO da Enfoque, expressa otimismo em relação ao futuro. "Estamos muito entusiasmados com mais esse passo da Enfoque. Depois de 40 anos de história, sentimos que será o momento de construir os próximos 40. Essa união representa um marco significativo em nossa trajetória, pois integra a expertise no mercado financeiro com a utilização da tecnologia de ponta da Avivatec, complementada pela sua cultura disruptiva e inovadora, resultando em uma sinergia única. Sem dúvidas, as expectativas são as melhores.” A Avivatec enxerga o futuro da Enfoque sob sua liderança como uma oportunidade de contribuição, crescimento acelerado, conquista de novos clientes e entrega de qualidade ao mercado financeiro, combinando tecnologia e conhecimento acumulado ao longo dos anos. "A união entre as duas empresas resulta em ganhos significativos para o mercado: como a expansão da base de clientes, a melhoria na entrega de qualidade para o mercado financeiro e a combinação de tecnologia com conhecimento. Com a conclusão da aquisição, a estrutura organizacional da Enfoque é integrada à Avivatec, abrangendo áreas cruciais como marketing, comercial, financeiro e tecnologia. Dessa forma, introduzimos efetivamente o ‘jeito Avivatec de ser’ em toda operação, proporcionando não apenas eficiência e velocidade, mas também uma cultura sólida com foco na transformação de pessoas e relacionamentos robustos.”, conclui Marcelo Modesto.

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