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- Pix Automático: C&M Software promove webinar para discutir novas oportunidades de negócios
A C&M Software, empresa de tecnologia especializada em soluções para o sistema de pagamentos financeiro brasileiro e americano, realiza o tradicional webinar “Orli Talks” com o tema “Pix Automático e novas oportunidades de negócios” no dia 23 de janeiro, às 10h30, e irá ao ar pelos canais oficiais da empresa. Para discutir o tema, o evento contará com a participação do CEO da C&M Software, Orli Machado, e de Ricardo Lanfranchi, CEO da C&M Software nos EUA e ex-CEO do Bradesco Bank, USA. O tema "As oportunidades de negócios que o Pix Automático irá trazer para o mercado em 2024" foi criado para debater e mostrar estratégias de adiantamento dos processos de implantação do Pix Automático no país, que tem previsão de lançamento em outubro deste ano pelo Banco Central. O Pix Automático é uma nova funcionalidade do Pix que permite que os pagamentos sejam realizados de forma automática, sem a necessidade de intervenção do pagador ou do recebedor. “Essa inovação representa uma grande evolução na gestão de produtos de antecipação de crédito e recebíveis, oferecendo uma série de benefícios para todos os envolvidos”, ressalta Orli Machado, CEO da C&M Software. Além do que já vem sinalizado o mercado, como um promissor substituto do boleto de débito automático, para o pagador, além de todas as conveniências habituais do Pix, ele garante que os pagamentos sejam realizados pontualmente, sem a preocupação de confirmar a recorrência das parcelas futuras. Já o recebedor, eleva sua rentabilidade através da redução de inadimplência, e também, porque o Pix Automático é uma forma de antecipar o recebimento de seus recebíveis, sem a necessidade de recorrer a instituições financeiras. Basta criar um contrato com o pagador e autorizar o pagamento automático. “A abrangência do Pix, já absorveu grande parte do share dominado pelo cartão de crédito e débito no brasil, agora, o Pix Automático se posiciona para competir nesse cenário, incluindo as operações de antecipação de recebíveis tradicionalmente associadas aos cartões de crédito", destaca Machado. Escalonando as expectativas para o futuro dos meios de pagamento no Brasil, Ricardo Lanfranchi, CEO da C&M Software na América do Norte e com mais de 30 anos de experiência em serviços bancários, nos segmentos institucional e varejo, antecipa: "O Pix foi um verdadeiro divisor de águas no mercado de meios de pagamento no Brasil. Ele trouxe uma série de benefícios para os consumidores, como a agilidade, a praticidade e a segurança. Além disso, também contribuiu para a bancarização da população. O futuro desse mercado será marcado pela inovação e pela tecnologia. As empresas que estiverem preparadas para essas mudanças terão uma grande vantagem competitiva". No evento, os palestrantes irão compartilhar insights sobre oportunidades que este meio de pagamento pode ofertar ao mercado financeiro, varejo e consumidor final. Com comentários e um overview dos regulatórios impostos pelo BACEN a este produto. O webinar "Orli Talks" é direcionado a profissionais do setor financeiro, empresas de tecnologia, bancos, financeiras, empreendedores e demais interessados em entender as possibilidades que o Pix Automático trará para o mercado em 2024. Orli Talks - Pix Automático: Oportunidades https://www.linkedin.com/events/pixautom-tico-regrasemultas7148292404637327360/comments/
- Ebury Bank é lançado oficialmente no Brasil e chega com novos produtos para PME's
A Ebury, fintech global focada na oferta de pagamentos internacionais, avança na sua expansão no Brasil com o lançamento da marca Ebury Bank. A aquisição do Grupo Bexs, incluindo Bexs Banco (câmbio) e Bexs Pay (pagamentos) foi concluída em dezembro. A empresa segue trâmites finais junto ao Banco Central para concluir todo o arcabouço da transição de controladores. A marca Ebury Bank será exclusiva para o mercado brasileiro e reflete a licença local de banco de câmbio que a instituição possui e permite uma oferta completa de produtos de pagamentos internacionais voltados às pessoas jurídicas. A marca também posiciona a empresa como um player que atua com muita tecnologia embarcada na sua oferta de produtos, PMEs e grandes plataformas usufruem de soluções com grande amplitude digital e poder de escala. A atenção dada ao Ebury Bank confirma o entendimento que o país é um pilar estratégico para as ambições da fintech sediada em Londres. “O Brasil é um país chave na expansão geográfica da Ebury. Na nossa estratégia de crescimento acreditamos que ele será fundamental para a ampliar a nossa receita, ao mesmo tempo nós vamos contribuir para que milhares de novas empresas locais passem a integrar o comércio internacional” afirma Fernando Pierri, Chief Commercial Officer Global da Ebury. A Ebury tem planos de realizar um IPO nos próximos dois anos. A instituição, fundada em 2009, hoje está presente em mais de 25 países e tem como principais mercados o Reino Unido, a Espanha e agora o Brasil. O crescimento deve acontecer tanto nos serviços de câmbio oferecidos às PMEs, incluindo as contas internacionais, como no segmento que oferta o câmbio via APIs para plataformas e outras empresas de tecnologia. A expansão da empresa na América Latina já conta com operações no Chile. E do outro lado do Atlântico a empresa deu início às suas operações no continente africano a partir da aquisição da Prime Financial Markets, da África do Sul. Novos produtos No segmento de oferta de produtos via API, a grande aposta é na oferta de produtos e serviços de tecnologia envolvendo a China e o Brasil. “Há espaço para que uma nova oferta via tecnologia por parte grande de players chineses chegue ao Brasil de forma simplificada, considerando a jornada de compra até os métodos de pagamentos, por exemplo, tornando o câmbio direto entre o real e yuan uma realidade muito mais abrangente do que constatamos hoje.”, afirma Luiz Henrique Didier Jr, Diretor Executivo que lidera toda a gama de produtos de Câmbio as a Service. Para empresas que atuam no segmento do comércio exterior, a aposta é na ampliação de produtos que as ajudem a enfrentar os riscos financeiros inerentes às operações cambiais. O real é uma moeda que apresenta forte volatilidade frente a pares como o dólar, euro e yuan. Os gestores das empresas exportadoras e/ou importadoras podem proteger suas receitas, ou controlar custos, ao contratar produtos que diminuem os riscos de oscilação nas cotações. “A realidade é que a cotação do real oscila consideravelmente e estamos numa fase final de aperto monetário nas principais economias. As empresas, sejam PMEs ou de grande porte, precisam de produtos que preservem suas margens comerciais para não serem surpreendidas”, afirma Claudia Bortoleto, Country Manager da Ebury no Brasil.
- Cresce operações com Pix entre empresas, segundo levantamento
O Pix comemorou três anos de existência no final de 2023 e já promoveu mudanças significativas na vida dos brasileiros e das empresas. A VR, ecossistema de negócios em mobilidade, gerenciamento de capital humano, benefícios em alimentação e soluções financeiras, foi uma das pioneiras como participante direto do Pix em 2020 e acompanhou ao longo do ano passado a evolução do uso do pagamento instantâneo em suas operações. O volume de transações pela modalidade aumentou em sete vezes. Na VR, a mudança iniciou em dezembro de 2023 em um formato híbrido de pagamento (com uso do código de barras e do QR Code para o pagamento instantâneo) para uma base de clientes-teste. Entre janeiro e março de 2023, toda a carteira já havia feito a migração para o novo modelo, cerca de 85 mil empresas-clientes. Desde então, os pagamentos exclusivos por códigos de barra passaram a cair cerca de 15% a cada mês, abrindo espaço para o Pix. Em agosto, 25% da base já optava pelo pagamento exclusivamente. Apenas 1% daqueles que adotaram o pagamento instantâneo expressaram o desejo, em algum momento, de retornar ao modelo de boleto híbrido. Segundo Renato Teixeira, diretor-executivo de Produtos e Plataformas na VR, a modalidade Pix é um avanço significativo, especialmente para os pequenos e médios negócios, porque simplifica e adiciona tecnologia no dia a dia. “A digitalização das transações representa agilidade e redução de custos para os empreendedores e nós na VR apoiamos políticas que contribuam com as atividades produtivas e que incentivam a formalização e o crescimento das micro, pequenas, médias e grandes empresas. Oferecer o pagamento instantâneo representa o nosso compromisso com o cliente”, afirma o executivo. A grande vantagem de pagamento com Pix para as empresas contratantes dos serviços VR, seja de alimentação, seja de refeição ou mobilidade, é o crédito disponibilizado para os funcionários no mesmo instante. Antes, o pagamento era feito segundo os prazos de transferências bancárias em dias úteis. Além disso, em situações, de um novo empregado contratado ou perda de cartão, para citar exemplos, havia a necessidade de aguardar o próximo vencimento ou virada de folha de pagamento para fazer um novo crédito. Para VR, a economia também é significativa, uma vez que não há mais o custo da taxa de emissão de boleto. Outras utilizações (com vantagens) do Pix O Pix também é utilizado no ecossistema VR em outras modalidades, como os reembolsos. Os estabelecimentos comerciais que recebem os pagamentos dos clientes com os cartões VR também são creditados pela modalidade. Entre janeiro e outubro de 2023, dobrou o volume pago aos comerciantes. Desde o início das operações com o PIX, em 2020, o ecossistema da VR já movimentou mais de R$17 bilhões em pagamentos e recebimentos com essa modalidade. Mas ainda existem desafios. Parte das empresas que ainda não adotaram ao pagamento com Pix são as grandes companhias, pois ainda não têm uma chave cadastrada ou, até mesmo, seus sistemas não têm a modalidade reconhecida para o recebimento. Para 2024, os planos da VR são de maior inclusão e o progresso dos pequenos e médios empreendedores. A iniciativa está diretamente associada ao ODS 10 (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), que trata da geração de renda, empregabilidade, empreendedorismo e acesso a microcrédito", explica Renato Teixeira sobre a empresa que recentemente ingressou no Pacto Global da ONU no Brasil, iniciativa da Nações Unidas (ONU) para mobilizar a comunidade empresarial na missão de engajar o setor privado na nova agenda.
- Ótimo começo de ano! Conta Simples recebe aporte de mais de R$ 200 milhões
A plataforma de gestão de despesas e cartões corporativos Conta Simples encerrou 2023 como o seu melhor ano da história, atingindo o breakeven e obtendo a licença do Bacen (Banco Central) para operação como SCD (Sociedade de Crédito Direto). A projeção para 2024 é ainda mais otimista com o anúncio de uma das maiores captações do ano na América Latina, uma rodada de série B de $ 41,5 milhões de dólares, o equivalente a mais de R$ 200 milhões. Os investidores da série A da empresa participaram da rodada, liderada pela Base10 Partners, com contribuições da Valor Capital, Jam Fund, Y Combinator, Big Bets, Broadhaven e DOMO. Rodrigo Tognini, CEO e cofundador da fintech, ressalta que o aporte será um potencializador dessas metas, ajudando a trazer mais eficiência para o negócio, que fechou 2023 atingindo o ponto de equilíbrio e com R$ 18 bilhões de volume de transações processadas (TPV), melhor resultado da companhia até então. “São marcos significativos na jornada financeira da empresa alcançar o breakeven e receber um novo investimento, que trazem perspectivas de seguirmos crescendo de forma saudável e expandindo a atuação com o lançamento de soluções complementares ao core da companhia. A captação abre um leque ainda maior de oportunidades de lançar produtos, implementar melhorias significativas em todos os serviços que oferecemos, com a otimização da usabilidade da nossa plataforma para os clientes terem suas jornadas aprimoradas”, explica. A rodada de investimentos aconteceu sem a necessidade de abertura de um processo formal de fundraising ou mesmo um pitch deck, e quase dobrou o valor recebido na última rodada (Série A) em 2021, de R$ 121 milhões. O movimento também garante reforço na governança da companhia. “Já sendo uma fintech líder na América Latina, a Conta Simples possui o que acreditamos ser o maior potencial de crescimento na região. Investimos na startup desde 2021 e acreditamos no projeto, sabendo que ainda há muitas possibilidades de expansão em 2024, ampliando o escopo de gestão de despesas corporativas e cartões para o Brasil e além", observa TJ Nahigian, cofundador e sócio da Base10 Partners. Nos Estados Unidos, a captação foi assessorada pelo WilmerHale, escritório que fornece representação jurídica global, enquanto no Brasil o FM/Derraik, referência no Venture Capital nacional, esteve à frente do processo. Projeção de expansão A licença para operação como SCD, obtida junto ao Bacen em dezembro, possibilita que a fintech trilhe um novo caminho, ainda mais abrangente, de atuação com crédito, unindo a plataforma de cartões corporativos, conta digital e pagamentos com um software completo de gestão de despesas que destravem os fluxos e rotinas de pagamento dos gestores financeiros. “Estamos focados em utilizar o investimento de maneira estratégica para impulsionar o negócio, explorando oportunidades de crescimento e gerando retornos sustentáveis a todos que acreditam no nosso trabalho. Como SCD, podemos investir cada vez mais em produtos para as empresas, e consolidarmos a plataforma como referência máxima em economia de tempo e dinheiro. Além de concessão de crédito, também podemos atuar com outros produtos, tais como; financiamentos, direitos creditórios, 'buy now, pay later', evoluir o produto de cartão de crédito e oferecer muitos outros serviços dentro de nossa plataforma tecnológica para entregar uma experiência ainda melhor aos nossos clientes”, avalia Taeli Klaumann, CFO da Conta Simples. A Conta Simples também pretende continuar em um ritmo forte de aumento da sua base de clientes - multiplicada três vezes em 2023 e que já totaliza mais de 30 mil usuários ativos -, evoluindo os canais de distribuição e o software de gestão de despesas da companhia. Para cumprir essa missão, o time será reforçado em 2024, com a expectativa de abertura de mais 100 vagas ao longo do ano. Crescimento da fintech até 2023 Uma das 100 Startups to Watch 2023, a fintech soma mais de 500 mil cartões de crédito emitidos, que ajudaram a companhia a alcançar um volume de transações processadas (TPV) de R$5 bilhões apenas em cartões físicos e digitais. Ao oferecer uma solução completa de conta digital corporativa combinada com um serviço de gestão financeira que facilita a rotina dos clientes, a Conta Simples otimiza o processo de controle de despesas e permite um acompanhamento de forma personalizada, seja por departamento, motivo ou pessoa. No último ano, um dos destaques da Conta Simples que permitiu à empresa chegar a essas marcas foi o cartão SCALE, que tem como principais funcionalidades o controle de gastos com limite pré-definido para uso em diferentes áreas e fins, que são definidos por cada organização (desde gastos para viagens e eventos até custos por departamentos específicos como marketing, vendas, etc), relatórios gerenciais completos de uso dos cartões, despesas divididas por centro de custos, anexação de notas fiscais e opções de criação de cartão virtual recorrente e temporário. Desde a aquisição da Hackr Ads em 2022, a Conta Simples também realiza a integração de suas operações, o que dá a oportunidade de clientes da startup de tráfego pago utilizarem a fintech, e assim terem acesso a uma jornada ainda melhor para gerenciar as campanhas, também com o pagamento. Já a base da Conta Simples se beneficia de um produto que ajuda na gestão eficiente dos anúncios, com mais inteligência, assertividade e redução de custos de anúncios.
- Brasileiros estão mais confiantes com o Open Finance
O Open Finance é um sistema financeiro aberto por meio de soluções digitais e com participação de diversas organizações do ecossistema financeiro. A implementação no Brasil aconteceu em 2021 e, de lá para cá, diversos avanços aconteceram. Com crescimento constante e acelerado, no primeiro trimestre de 2023, foram adicionados por mês, em média, cerca de 3,2 milhões de novos consentimentos para o sistema, sendo a maioria de pessoas físicas. Segundo a pesquisa pesquisa Open Finance Brasil, realizada pela Ipsos e encomendada pela TecBan, em 2021, mais de 45% dos usuários se mostraram preocupados, mas em 2023 o percentual caiu para 34%, um avanço notável. Segundo a consultoria Oliver Wyman, 60 milhões de brasileiros devem participar deste ecossistema até 2025. Esses números colocam o Brasil entre os países com maior adesão ao sistema e, em breve, deve superar o Reino Unido na liderança do ranking “Global Open Finance Index” em relação ao desenvolvimento do ecossistema de compartilhamento de dados. O Brasil é referência mundial na implementação do sistema, porém ainda há muitas dúvidas acerca do tema. “O Open Finance tem como proposta o compartilhamento de informações entre instituições financeiras do mercado, como bancos, corretoras e distribuidoras de câmbio, seguros e investimentos, seguradoras, entidades de previdência e adquirência”, explica Alan Mareines, CEO da Lina Open X. Uma evolução do Open Banking, o Open Finance tem objetivo semelhante à versão anterior: conceder ao cliente a possibilidade de compartilhar seus dados com outros bancos e instituições financeiras. “Porém, o Open Finance reúne um portfólio de possibilidades de compartilhamento mais completo, o que inclui: câmbio, investimentos, seguros e previdência”, destaca o especialista. Alan Mareines aponta quatro dos principais mitos e verdades sobre o Open Finance: “Meus dados não estarão seguros” Há um temor de que, a partir do consentimento, os dados fiquem expostos. Mas a realidade é justamente o oposto: as empresas só podem ter acesso aos dados dos consumidores se estiverem autorizadas por ele, dando mais controle ao cliente. Existem várias regras de governança e também leis que as instituições participantes precisam seguir para poder usufruir do ecossistema. Quando o cliente autoriza o compartilhamento, é obrigação da instituição informar para qual finalidade os dados serão utilizados, além de especificar quais são esses dados exatamente. O consumidor pode escolher por quanto tempo os dados serão utilizados, e as informações ficam protegidas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e pela Lei do Sigilo Bancário. “Vai ser mais uma tarifa que precisarei pagar” O compartilhamento de dados não tem nenhum custo ao consumidor, nenhuma cobrança é feita nesse sentido, pois a ideia é justamente incentivar que o cliente possa optar por compartilhar essas informações. “Assim que compartilhar os dados, passarei a receber ofertas e propostas indesejadas” Na verdade, o que tende a acontecer é justamente o contrário. Quanto mais informações o sistema tem, a partir do histórico financeiro do cliente, mais personalização o Open Finance tem a oferecer, enviando com mais precisão as ofertas de crédito ou de produtos que de fato fazem sentido. Esse é um dos grandes diferenciais do sistema. Importante ressaltar que a personalização é benéfica para o consumidor e também para a empresa, que muitas vezes por oferecer opções genéricas na ausência de dados personalizados, acaba por perder a chance de venda do produto ou serviço. “Uma vez compartilhados meus dados, nunca mais terei opção de remover o compartilhamento” A qualquer momento, o consumidor pode solicitar a interrupção do compartilhamento de dados. A opção de reverter o compartilhamento pode ocorrer por diversos motivos, e o cliente pode fazer isso quando quiser. A instituição, por sua vez, perde o direito de utilizar os dados. A Febraban aponta que mais de 90% das instituições pretendem expandir parcerias até o fim de 2023, com o intuito de prover ao consumidor serviços mais completos e entrar em segmentos novos como forma estratégica de agregar valor, complementar jornadas e consolidar a busca constante pela inovação.
- Prêmio Melhores Fintechs 2023: Conheça as vencedoras
A Fincatch realizou pelo terceiro ano consecutiva a premiação das melhores fintechs do ano. Trata-se do Prêmio Melhores Fintechs 2023. Nesta edição, o acumulado chegou em 3.513 avaliações, com mais de 3.500 usuários cadastrados na plataforma, até o dia 31/12/2023, às 23h59. As fintechs foram distribuídas em 14 Categorias e 43 subcategorias a partir do core principal de suas soluções. Nesta edição também contamos com o patrocínio da Abmex e dos apoios de: ABFintechs, Baita, Boyce Data, Finanças.VC, Idea D, GFCriativa, Liga Ventures, W Fintechs. E como regras, para ser elegível ao Prêmio, a fintech precisava receber pelo menos 30 avaliações. A colocação das fintechs foi definida a partir do nosso algoritmo estatístico, considerando considerando não só as notas de cada critério, como também parâmetros como recência da avaliação e quantidade de avaliações da fintech e das respectivas categoria e subcategoria. Confira abaixo quais foram as fintechs vencedoras do Prêmio Melhores Fintechs 2023 de cada categoria e subcategoria: Categoria Câmbio 1º Lugar: Meu Câmbio Categoria Contas Digitais 1º Lugar: Banco Útil 2º Lugar: Cumbuca 3º Lugar: Impact Bank Subcategoria Carteiras Digitais 1º Lugar: Banco Útil Subcategoria Conta Digital Pessoa Física 1º Lugar: Cumbuca 2º Lugar: Impact Bank Subcategoria Conta Digital Pessoa Jurídica 1º Lugar: Impact Bank 2º Lugar: Justa Categoria Crédito 1º Lugar: Trademaster 2º Lugar; Turn2C 3º Lugar: QFlash Subcategoria Crédito Empresarial 1º Lugar: Trademaster 2º Lugar; QFlash 3º Lugar: Openbox Subcategoria Consórcio 1º Lugar: Turn2C 2º Lugar; Klubi Subcategoria P2P Lending 1º Lugar: Peak Invest Subcategoria Antecipação de Recebíveis 1º Lugar: QFlash 2º Lugar; Openbox 3º Lugar: Accredito Categoria Criptomoedas 1º Lugar: Bitypreço 2º Lugar; Brasil Bitcoin Categoria Crowdfunding 1º Lugar: Vaquinha Pet Categoria Dívidas 1º Lugar: Acordo Certo Categoria Fidelização 1º Lugar: ComproCard 2º Lugar: Eva Categoria Finanças Pessoais 1º Lugar: Poupay+ 2º Lugar: Junto$ 3º Lugar: Meu Dinheiro Categoria Gestão Empresarial 1º Lugar: Keruak 2º Lugar: Sensio Categoria Investimentos 1º Lugar: Poupou 2º Lugar: Gorila 3º Lugar: Nano Capital Subcategoria Robôs e Plataformas de Investimentos 1º Lugar: Poupou Subcategoria Equity Crowdfunding e Investimentos Alternativos 1º Lugar: Nano Capital 2º Lugar: PeerBr Subcategoria Gestão de Investimentos 1º Lugar: Gorila Subcategoria P2P Lending 1º Lugar: WMoney 2º Lugar: Peak Invest Categoria Pagamentos 1º Lugar: Banco Útil 2º Lugar: ValePay 3º Lugar: Abmex Subcategoria Soluções de Pagamentos 1º Lugar: Banco Útil 2º Lugar: ValePay 3º Lugar: Abmex Subcategoria App de Pagamentos 1º Lugar: ComproPay Categoria Seguros 1º Lugar: Compara Online 2º Lugar: Pier Categoria Tecnologia 1º Lugar: X-Pay 2º Lugar: Finansystech 3º Lugar: FitBank Subcategoria BaaS 1º Lugar: X-Pay 2º Lugar: FitBank Subcategoria Open Finance 1º Lugar: Finansystech 2º Lugar: InvestPlay Fintechs Mais Engajadas do Ano 1º Lugar: FitBank 2º Lugar: Banco Útil 3º Lugar: Trademaster Estas foram as fintechs mais bem avaliadas de 2023. Porém, lembre-se que na nossa as avaliações são contínuas e em tempo real, tendo sempre rankings atualizados para te ajudar a escolher as melhores soluções financeiras digitais mais adequadas para as suas necessidades. Agradecemos a todos os usuários e fintechs que se engajaram em contribuir para o prêmio e desejamos um excelente 2024!
- Dinheiro acaba antes do fim do mês para 63% dos trabalhadores com carteira assinada
Dentre os trabalhadores com carteira assinada em empresas, 63% não possuem dinheiro suficiente para cobrir suas despesas básicas. Esses e outros dados são revelados pela 3ª edição da Pesquisa “Hábitos e Impactos da Saúde Financeira dos Trabalhadores”, encomendada pelas fintechs Zetra e SalaryFits, em parceria com a On The Go, restech de pesquisa de mercado. O estudo mostra ainda como as condições financeiras do trabalhador repercutem em sua saúde física e mental. Mais da metade dos trabalhadores entrevistados se dizem estressados (58%) quando enfrentam a falta de dinheiro no fim do mês - reação natural do organismo que ocorre quando o ser humano vivencia situações de ameaça ou perigo. Outra consequência é aumento de irritabilidade em casa (44%), diminuição da atenção (44%) e menor produtividade (34%). Dessa forma, as complicações financeiras impactam tanto as condições profissionais e pessoais do trabalhador, como a própria empresa. A pesquisa constata que a saúde financeira do trabalhador pode se refletir diretamente na prosperidade (ou o fracasso) dos negócios. Assim, a conclusão é de que se os funcionários estão passando por dificuldades financeiras, como consequência as empresas também deixam de produzir e lucrar de maneira mais eficaz. Veja: UM PROBLEMA COMIUM A TODOS OS PERFIS DE PESSOAS Para chegar a esse diagnóstico, a Zetra e a SalaryFits conversaram com pessoas registradas em carteira na iniciativa privada, funcionários públicos e pessoas jurídicas de todo o Brasil, com 22 anos ou mais, das classes A, B e C. De todo esse universo, 63% afirmaram não ter recursos suficientes para comprar ou pagar o básico. Contudo, esse índice mostra um panorama um pouco melhor do que foi verificado dois anos atrás, em 2021, quando na pandemia 66% das pessoas enfrentavam essa difícil realidade. Em 2019, o percentual era de 58%. A pesquisa revela, ainda, um problema de falta de planejamento financeiro em altos escalões: 55% daqueles que pertencem a famílias cuja renda está acima de 20 salários mínimos, o equivalente a R$ 26.040 - os chamados da classe A - são os que mais enfrentam dificuldades para chegar ao fim do mês com dinheiro no bolso. Ainda: o problema acomete principalmente as mulheres (66% dos casos). Além disso, as mulheres (66%) são as que mais sofrem com esse problema. Em relação à faixa etária, os jovens até 30 anos lideram a lista, representando 47%. GASTOS ESSENCIAIS GERAM BOA PARTE DOS PROBLEMAS A pesquisa classificou os gastos pessoais em três tipos: os essenciais, os necessários e os supérfluos. O último grupo, das despesas superficiais, engloba a renovação da academia ou do clube, viagens, artigos de luxo, tratamentos estéticos e bebidas alcoólicas. Por sua vez, nos consumos necessários - ou inevitáveis - estão a gasolina do carro, a assinatura de uma TV a cabo, por exemplo, ou de uma plataforma de streaming. Por fim, os custos essenciais, que, como o próprio nome sugere, incluem moradia (aluguel, condomínio), alimentação básica, saúde, higiene, impostos, energia elétrica, internet, gás, transporte, manutenção da casa e seguros. São precisamente esses gastos que, no fim do mês, muitos brasileiros não têm dinheiro para cobrir. QUANDO FALTA DINHEIRO SOBRAM JUROS ALTOS Quando os 63% dos trabalhadores entrevistados se veem sem recursos para comprar ou pagar o básico, a alternativa é recorrer ao cartão de crédito ou freelas (24%). Por sua vez, 16% recorrem ao cheque especial, que possui uma taxa média de juros de 7,96% ao mês, para complementar a renda. E 10% dos empregados utilizam empréstimos bancários para cobrir suas despesas. Dos entrevistados, 80% deles afirmam que, nos últimos cinco anos, passaram por problemas financeiros, sendo que 33% estão atualmente passando por esse mesmo obstáculo, um aumento considerável em relação a 2021, quando os índices eram 71% e 20%, respectivamente. Isso revela uma extrema dificuldade em resolver essa questão e lidar com o dinheiro, independentemente da renda. Não é à toa que a maioria (52%) ficou negativada no SPC ou Serasa nos últimos 12 meses. Um dado preocupante que demonstra que o perfil da dívida e opções mais sustentáveis têm papel central no equilíbrio financeiro das famílias. EDUCAÇÃO FINANCEIRA EM ALTA Diante desse quadro, a pesquisa aponta também que as empresas demonstram preocupação em ajudar seus funcionários a não contrair dívidas, mesmo porque os empresários estão conscientes que chegar no fim do mês sem dinheiro para pagar o básico afetará, cedo ou tarde, seu trabalho, e possivelmente dos demais da equipe. "Para auxiliar nessas questões, 87% dos trabalhadores consideram que os RHs podem ajudá-los em assuntos econômicos. De acordo com a pesquisa, a maioria [29%] acredita em programas de educação financeira. Na sequência há o interesse em crédito com juros mais baixos [28%], e acompanhamento psicológico [16%]", explica Délber Lage, CEO da SalaryFits. ENSINAR É O REMÉDIO Para o economista Flávio Náufel do Amaral, presidente comercial da Zetra, as empresas estão oferecendo educação financeira em suas dependências porque estão percebendo que o remédio para aliviar a situação não está em aumentar ou não o salário, mas sim ensinar a pessoa a gerenciar bem o que ela recebe. "Na prática, as pessoas alfabetizadas economicamente, ao receberem noções que vão desde o nível fundamental ao avançado sobre o dinheiro, saberão onde utilizá-lo. Elas ficam por dentro do que é gasto, investimento, item supérfluo". O adiantamento de salário ainda é pouco utilizado como opção pelos colaboradores celetistas, pois somente 19% recorreram a esse recurso nos últimos dois anos. Isso ocorre porque eles acreditam que essa ainda é uma ideia desconfortável (29%) ou se sentem constrangidos (13%). No entanto, se fosse oferecido de forma digital e anônima, 97% contariam com essa estratégia para evitar o endividamento. PARA ALÉM DOS VALES: UMA CESTA DE BENEFÍCIOS MAIS COMPLETA DE FATO EMPODERA AS FAMÍLIAS O ticket refeição e o vale-alimentação continuam sendo, de longe, os benefícios mais oferecidos aos funcionários (66%). Em segundo e terceiro lugares, respectivamente, estão o plano de saúde e odontológico (56%) e o adiantamento de salário (30%), algo que não era oferecido em 2021. Em seguida, a lista inclui participação nos lucros e seguro de vida, residencial e automóvel (26%); acesso a produtos de crédito bancário (25%); convênios com universidades, escolas e cursos de idiomas (24%); convênios com academias de ginástica (22%); e previdência privada (20%). Apesar disso, a maioria (52%) dos entrevistados afirmam que os benefícios oferecidos pela empresa não atendem às necessidades. Outro destaque do levantamento da Zetra e SalaryFits é que as pessoas estão demonstrando maior preocupação com a qualidade de vida. Isso é evidenciado pelo fato de que 78% dos entrevistados consideram os benefícios relacionados à saúde, como convênio médico, odontológico e telemedicina, como essenciais para a continuidade no emprego. Em seguida, aparecem as vantagens ligadas ao bem-estar físico e mental (64%), assim como os convênios oferecidos aos membros da família (59%). “É importante notar que há um crescimento sobre a relevância de benefícios estendidos família em relação à 2021, crédito consignado, seguros em geral e convênios com academias, restaurantes e lojas””, explica Lage. CRÉDITO CONSIGNADO SE MANTÉM EM ALTA Há maior utilização da oferta de crédito consignado: se em 2021, 41% das empresas ofereciam algum tipo de empréstimo cujo valor das parcelas é descontado diretamente na folha de pagamento, hoje 52% disponibilizam esse recurso aos seus funcionários. Em 2021, 41% das empresas não ofereciam este benefício e apenas 39% dos empregados já tinham utilizado; neste ano 52% já têm acesso ao crédito como uma boa opção quando é necessário ter em mãos um dinheiro de emergência. A pesquisa completa pode ser conferida na íntegra em http://conteudo.salaryfits.com.br/pesquisa2023
- Primeiro "Fundo 3.0" de criptomoedas do mundo na Genezys
O denominado Token Fund I, primeiro "Fundo 3.0" de cripto do mundo, chega para revolucionar o mercado de investimentos em criptoativos do país. O Fundo 3.0, é uma nova categoria de investimentos que possui uma estrutura similar à de um fundo tradicional, mas com facilidade de distribuição de dividendos e desbloqueio de liquidez para os investidores, regulado nos moldes da CVM 88. O lançamento do Token Fund I conta com participação da Nousi Finance, responsável pela consultoria, e que irá recomendar a carteira do portfólio bem como as operações a serem realizadas, Genezys, plataforma de investimentos regulada pela CVM e com a tokenização da oferta, BitGo, maior custodiante de Bitcoin, e Topázio, responsável pelo câmbio dos recursos captados. Toda essa estrutura é para garantir a segurança do produto, que é feito com uma combinação de regulamentação e tecnologia, removendo quase todos os intermediários tradicionais e refletindo em maior lucratividade e eficiência de capital. “Vemos que o mercado de ativos digitais tem crescido a cada ano no mundo todo. E esse é o motivo dos investidores buscarem ter exposição a essa nova classe de ativo, que historicamente oferece retornos muito maiores que renda fixa e ações, por exemplo. No entanto, como vimos recentemente, com a volatilidade do mercado estando muito elevada, muitos dos investidores se viram entrando no topo do mercado”, analisa Andrey Nousi, da Nousi Finance, que ressalta ser importante uma gestão ativa feita por profissionais, para evitar entrar na euforia e ter mecanismos que ajudem a surfar na alta e proteger na baixa. Com o Token Fund I, o investidor encontrará grandes diferenças em relação aos fundos de gestão ativa no Brasil. Os tradicionais, em sua maioria, são limitados a somente investidores qualificados (aqueles que possuem mais de R$ 1 milhão investidos, declarando por escrito) em suas ofertas primárias. No Fundo 3.0 não há essa restrição. Além disso, muitos fundos tradicionais não possuem um mercado secundário estruturado. “Assim, a única maneira para o investidor resgatar seu investimento é diretamente com a gestora e passiva de janelas longas (às vezes D+30, etc). Nesse formato do Fundo 3.0, investidor terá acesso a um mercado subsequente para negociar suas cotas diretamente com outros investidores ativos da plataforma de maneira imediata, o que trará mais liquidez, com toda a regulação da CVM”, explica Nousi. No Token Fund I os investidores poderão monitorar seus investimentos na seção privada "Meus Investimentos" da plataforma. Nesse espaço, são disponibilizadas todas as informações pertinentes ao investimento efetuado, bem como um chat para interação com outros investidores do mesmo projeto. Além disso, todas as empresas que buscam investimento através da Genezys também se comprometem a fornecer atualizações periódicas, como relatórios e atualizações do valor da cota/token aos seus investidores, onde cada oferta tem uma política específica. Benefícios e regulação O grande benefício do Token Fund I é trabalhar como um Fundo 3.0. Nesse modelo, ele garante ao investidor maior possibilidade de liquidez, automatização de recebimento de lucros e dividendos, democratizam o acesso a mais pessoas com possibilidade de investimentos menores, reduzem os riscos de uma investida sem a gestão profissional, além de serem isentos da taxação dos fundos tradicionais, os famosos come-cotas. Pela parte legal e regulamentar, Token Fund I está baseado na resolução 88 da CVM, o que protege o interesse dos investidores e assegura ampla divulgação das informações sobre os emissores e seus valores mobiliários. “Conseguimos ter mais escala do que uma Corretora, e ainda pagar até três vezes mais comissão para os distribuidores das ofertas. O investidor final poderá aumentar sua rentabilidade e pagar menos taxas, com produtos similares aos de uma casa tradicional, mas em uma estrutura nova, esse é o poder dos Fundos 3.0. Não criamos um produto novo, apenas melhoramos o processo com muita tecnologia e regulamentação” explica Richard Warrior, CEO da Genezys. O Fundo 3.0 também é pioneiro quando o assunto é desenvolver o produto com um “DNA” de TAM (Total Addressable Market, em português Mercado Total Endereçável). “Estamos sendo pioneiros e entrando para competir com grandes players do mercado tradicional que já tem bilhões investidos. Gigantes como JPMorgan, estão em movimentos de tokenizar seus fundos e a Genezys foi a pioneira a desenvolver a tecnologia para tornar isso possível, mostrando como a CVM está à frente da maioria dos reguladores globais no que tange à inovação financeira”, finaliza Nousi. O Token Fund I começa a operar a partir do encerramento bem sucedido da captação e estará disponível para os investidores em Janeiro de 2024 pela plataforma da Genezys.
- Bloco Gênesis do Bitcoin completa 15 anos
Em 3 de janeiro de 2009, hoje comemorando seus 15 anos, marcou-se um evento histórico: a mineração do "Gênesis Block" do Bitcoin (BTC) por Satoshi Nakamoto, o visionário por trás do desenvolvimento da principal criptomoeda do mercado. O Halving do Bitcoin é um evento crucial no protocolo da criptomoeda, marcado pelo corte pela metade na recompensa que os mineradores recebem por cada bloco. Esta redução tem um impacto significativo na oferta de bitcoins no mercado, tornando-o um dos momentos mais importantes para a comunidade e investidores. A cada período de aproximadamente 4 anos, ou a mineração de 210.000 blocos, a quantidade de Bitcoins gerados a cada intervalo de 10 minutos é reduzida pela metade. Historicamente, essa diminuição de 50% na taxa de emissão tem sido associada a aumentos substanciais no valor do BTC. Em 2012, 2016 e 2020, por exemplo, testemunhamos valorizações exponenciais, com incrementos de até 20 vezes nos meses subsequentes ao halving, que deve acontecer novamente em 2024, gerando grande expectativa dos investidores e mineradores da moeda. Este fenômeno é uma característica fundamental do Bitcoin, contribuindo para sua escassez e valorização ao longo do tempo. Com a oferta limitada e a demanda contínua, o halving continua a atrair interesse e especulação no mercado financeiro e entre os entusiastas da criptomoeda. Há 15 anos nascia o Bloco Gênesis Há exatos 15 anos, o criador do BTC adicionou a manchete principal do jornal britânico The Times ao Bloco Gênesis: "Chanceler à beira do segundo resgate para os bancos", em tradução livre para o português. "Esse dia representa o início de uma nova era, comprovadamente eficaz em diversas situações. Apesar de sua volatilidade, o Bitcoin não é apenas um ativo digital, mas também uma reserva de valor. Portanto, a Bipa se orgulha de participar deste universo, facilitando a incorporação dessa tecnologia aos seus usuários e simplificando suas vidas", declara Luiz Parreira, CEO da Bipa, uma conta digital integrada ao Bitcoin. O Bitcoin permaneceu por um período considerável no campo teórico. Somente em 22 de maio de 2010, Laszlo Hanyecz, programador norte-americano na Flórida, quebrou essa barreira ao usar 10 mil BTC para comprar duas pizzas, marcando o início tangível da criptomoeda como meio de troca. Já em 31 de outubro de 2008, Satoshi Nakamoto apresentou o whitepaper do Bitcoin, as bases de uma moeda digital independente de bancos, governos e intermediários. Enquanto os bancos centrais recorriam à impressão incessante de dinheiro, o Bitcoin prometia um sistema "peer-to-peer", baseado em criptografia, que não exigia confiança de terceiros e possibilitava a auto custódia. Diferente das moedas tradicionais, que podem ser impressas sem controle, o Bitcoin possui um teto máximo de 21 milhões de unidades. Esse limite implica que a inflação é controlada e previsível, tornando-o um ativo deflacionário devido à sua oferta limitada e redução planejada. “Essa percepção de raridade e sua crescente demanda contribuem para sua valorização contínua. Este ciclo de oferta decrescente é único em comparação com as moedas tradicionais. Em um mundo onde bancos estavam imprimindo dinheiro desenfreadamente, o Whitepaper do Bitcoin representou uma alternativa sólida para o mercado”, diz Luiz Parreira. No cenário atual, cada unidade de Bitcoin vale US$ 42.265,86, com uma capitalização de mercado total de US$827.767.974.637, conforme indicado pelo portal Coingecko.
- Agrotoken conclui rodada Pré-Série A com US$ 12,5 milhões
A Agrotoken, pioneira na tokenização de commodities agrícolas, anuncia o encerramento de sua rodada Pré-Série A, captando US$ 12,5 milhões. Nesta rodada de financiamento, a empresa dá as boas-vindas à Bunge Ventures como novo investidor. A Bunge Ventures é o principal braço de investimento com fins lucrativos da Bunge (NYSE: BG), líder global em agricultura, alimentos e ingredientes, que concentra suas atividades em conectar agricultores a consumidores para fornecer alimentos, rações e combustíveis essenciais e sustentáveis para o mundo. Juntas, a Agrotoken e a Bunge têm o objetivo de explorar oportunidades para co-criar soluções para aprimorar a experiência digital da rede global de clientes da Bunge. “Concluímos 2023 com este investimento, que é a melhor maneira de finalizar um ano incrível. Estamos muito felizes em incorporar a Bunge como investidora porque isso demonstra a solidez da nossa infraestrutura tecnológica e o caminho que estamos construindo com a criação de novas soluções”, detalha Eduardo Novillo Astrada, CEO e cofundador da Agrotoken. “Este capital nos dá o impulso, a energia e a possibilidade de expandir nosso horizonte, perseguir nossos objetivos e focar nos próximos desafios que temos pela frente com parceiros estratégicos”, complementa. A Pré-Série A também contou com a participação da Visa, líder mundial em pagamentos digitais, prestando seu apoio e compromisso com a inovação de ativos digitais e soluções de pagamento disruptivas. Outros investidores que também participaram são: Borderless Capital, Xperiment Ventures, Beagle Capital, Barn Investimentos VC, MatterScale Ventures, BYX Ventures, Newtopia VC, OCTAVA, Capitallab VC e Christophe Groh. A solução da Agrotoken está, atualmente, inserida no mercado de commodities, tanto na Argentina quanto no Brasil. Visa simplificar e democratizar o acesso ao financiamento para produtores e fornecedores, através da colheita tokenizada.
- Fintech ZetraSoft garante a certificação de compliance e antissuborno
A Zetrasoft, fintech que promove o bem-estar de profissionais por meio de benefícios consignados, conquistou a manutenção da sua certificação ISO 37001. Ao garantir a conformidade do Sistema de Gestão de Compliance e Antissuborno da empresa com os rigorosos requisitos estabelecidos pela norma ISO 37001, a Zetra reafirma sua posição como uma empresa que preza pelos mais altos padrões éticos. Recentemente, a empresa passou por uma auditoria externa criteriosa, durante a qual foi confirmado que a empresa segue todos os requisitos com ética e segurança, sem apontamentos ou penalidade. Eloi Rezende, diretor de Governança, Risco e Compliance da Zetra, compartilha sua confiança neste processo. “O conceito de compliance refere-se à conformidade com as leis e regulamentações, visando prevenir irregularidades, penalidade e desvios de conduta. Na Zetra, a ética sempre foi intrínseca à nossa cultura, tornando-a parte essencial de nossa identidade”, explica o executivo. As iniciativas implementadas na Zetrasoft refletem o empenho da empresa em ir além do padrão, destacando-se como uma das fintechs brasileiras mais avançadas no quesito compliance. Este investimento contínuo reforça a missão de manter padrões éticos elevados e garantir a confiança dos clientes e parceiros. Atualmente, a Zetrasoft adota uma abordagem abrangente para garantir práticas empresariais éticas. As atividades incluem o Código de Conduta e Ética, um conjunto normativo para nossos fornecedores, a disponibilização de um canal para denúncias internas e externas, a operação do Comitê de Compliance, a realização de Due Diligence e aprimoramentos significativos em processo de compras. Além disso, foram estabelecidos procedimentos específicos para casos envolvendo patrocínios, publicidades e doações, entre outras iniciativas. “A integração de todas as áreas por meio de nossa plataforma de gestão interna é fundamental para disseminar e adotar as práticas de compliance de maneira transparente. Essa abordagem sistêmica permite que cada setor esteja alinhado com nossos princípios éticos, agindo de maneira coesa. Ressaltamos que todas essas ações são monitoradas de forma contínua, visando prevenir riscos e assegurar a conformidade com os mais altos padrões éticos em todas as operações da Zetrasoft”, afirma Rezende. A Zetra possui atuação nacional e escritórios estratégicos em Nova Lima (MG), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE) e Brasília (DF). Mais informações sobre a Certificação ISO 37001 e seu escopo no site clicando aqui.
- Dicas para enfrentar os desafios financeiros no início do ano
Nós sabemos que, além das festas e da alegria, o fim do ano traz despesas que muitas vezes se tornam maiores do que o previsto e acabam comprometendo o nosso planejamento financeiro. Além ter uma reserva para pagar os impostos e taxas que incidem no início do ano, é importante organizar as contas mensais para ter um 2024 financeiramente equilibrado. À medida que um novo ano começa, as pessoas se vêem diante de uma lista de contas e despesas que precisam de muita atenção e que podem englobar impostos como IPVA e IPTU, matriculas escolares e dívidas eventuamente acumuladas do período festivo. Sabendo disso, fazer e conseguir cumprir um planejamento financeiro é essencial para lidar com o novo ano de forma tranquila. Para facilitar esse trabalho, o Nossbank destaca as principais despesas que devem ser pagas no início do ano. Confira: IPVA e Licenciamento de Veículos: O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores e taxas de licenciamento normalmente são pagos no começo do ano. A pessoa pode pagar o IPVA em cota única no mês de janeiro, com desconto de 3%, pagar integralmente em fevereiro, sem desconto, ou parcelar o tributo em até cinco vezes (nos meses de janeiro, fevereiro, março, abril e maio), de acordo com o final da placa do veículo. IPTU: O Imposto Predial e Territorial Urbano que incide sobre os imóveis em áreas urbanas também costuma ser cobrado no início de cada ano. Matrículas escolares e universitárias: Para quem tem filhos em escolas particulares, a despesa com a matrícula e primeira mensalidade geralmente são pagas no começo do ano letivo. Já, para quem está em uma instituição de ensino superior, a matrícula pode ter vencimento no início do ano ou a cada semestre. Materiais escolares: Apesar de não ser uma conta fixa, muitas famílias enfrentam despesas adicionais com a compra de uniformes e material escolar no início do ano letivo. Renovações de documentos: Além das taxas veiculares, podem existir renovações de documentos pessoais como carteira de motorista (CNH) e passaporte, o que pode gerar mais custos. Reajustes em tarifas de serviços públicos: Algumas contas como água, luz, gás e transporte público podem sofrer reajustes no início do ano impactando diretamente no valor das despesas mensais. Eventuais dívidas acumuladas no fim de ano: Gastos com presentes e durante as festas de final de ano podem resultar em dívidas que precisam ser pagas no começo do ano seguinte. Importância do Planejamento Financeiro Fazer um planejamento financeiro é essencial para enfrentar essas e outras despesas que podem surgir ao longo do ano. É preciso se organizar, controlar as contas mensais e ter uma reserva para minimizar eventuais problemas que possam ocorrer nas finanças, por isso o Nossbank dá algumas dicas de como fazer essa programação: Priorização de contas: Identifique as contas com vencimento no início do ano e priorize os pagamentos. Fique de olho nas datas para evitar multas e juros. Reserva de emergência: Reserve uma parte dos ganhos, incluindo o décimo terceiro salário e um percentual mensal. Assim, você se prepara para qualquer imprevisto que possa ocorrer. Revisão de orçamento: Ajuste seu orçamento para acomodar esses custos extras, fazendo cortes ou economias em outras áreas, se necessário. Uso inteligente de recursos: Explore descontos para pagamentos à vista, negocie parcelamentos ou busque programas de descontos oferecidos pelas instituições. Começar o ano com um planejamento financeiro sólido é fundamental para garantir uma transição tranquila para o novo ciclo e o Nossbank oferece diversas opções para quem quer gerenciar melhor seu dinheiro em 2024. Acesse https://nossbank.com.br/ e aproveite as dicas!














