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- Tendências para os meios de pagamento em 2024
O sistema financeiro brasileiro é abrangente e inclusivo, permitindo a inserção de muitos indivíduos em seu fluxo. Um dos grandes protagonistas deste cenário é o Pix, que neste ano completou três anos de existência. Segundo dados do Banco Central, 148 milhões de usuários pessoa física já fizeram ao menos uma transação; em setembro o Pix alcançou a marca de quatro bilhões de transações, e ainda registrou muitos outros feitos. Já para 2024, a grande expectativa para o sistema de pagamento é o lançamento do Pix Automático. A função anunciada pelo BACEN deverá entrar em vigor para o grande público em outubro. “O Pix Automático permitirá que uma empresa receba pagamentos recorrentes de forma instantânea e automatizada, eliminando a necessidade de processos manuais e demorados, o que melhora a eficiência dos seus fluxos de caixa e reduz os riscos. Além disso, a instantaneidade é garantia de receita imediata ao recebedor, uma vez que o processo visa a substituição de meios de pagamento mais caros, burocráticos e demorados, como é o caso do boleto”, comenta Daniela Machado, diretora global de produtos e marketing C&M Software. O desenvolvimento das funcionalidades do Pix Automático Existe uma expectativa que aconteça a migração dos meios tradicionais, como boleto e débito automático para o novato Pix Automático. A rapidez do Pix e a simplicidade de gestão fazem parte da rotina do brasileiro usuário do Pix, o que facilita a adesão de forma mais orgânica e efetiva. Programar e pagar contas de forma recorrente, como conta de luz, mensalidades, seguros, etc, são otimizadas pelo pagamento instantâneo, conseguindo definir um valor máximo para o débito desta conta. “É novamente o Pix eliminando “man of the middle”, onde no modelo tradicional, já consumiu share dos cartões, e agora para contas recorrentes, receberá o percentual do boleto, DDA e débito automático; o que acaba sendo maior lucratividade na mão do recebedor e autonomia para o pagador”, afirma Machado. Open Insurance e cenário internacional Além disso, a partir do segundo semestre de 2024, o Open Insurance começa a andar em passos largos, havendo uma aceleração e maior inclusão de participantes no projeto. Os principais dados que serão compartilhados neste projeto serão: Apólices Certificados e títulos relacionados aos produtos de seguros Previdência complementar aberta Capitalização e assistência financeira, abrangendo informações relacionadas a características destes documentos Pagamento de sinistros, prêmios/contribuições recolhidas e resgates efetuados. “Aos moldes do open finance, o open insurance tem grande potencial mercadológico, quanto na geração de novos produtos para atender esta demanda”, comenta. Já no cenário internacional, a expectativa é para a expansão do FedNow, o meio de pagamento instantâneo implementado pelo Federal Reserve em julho de 2023, já tendo a aderência de mais de 285 IF participantes.
- Prêmio Melhores Fintechs 2023
O Prêmio Fincatch Melhores Fintechs 2023 está chegando! Será a terceira edição desta votação popular que visa premiar as fintechs de maior destaque de cada categoria. (Confira quais fintechs foram as vencedoras das edição 2021 e 2022! Nesta edição, as categorias e subcategorias são: Câmbio Cartões Contas Digitais Pessoal Empresarial Crédito Pessoal Antecipação de Recebíveis Empresarial Criptoativos Crowdfunding Equity Crowdfunding Crowdfunding Social Dívidas & Negociações Fidelização Fidelização de Colaboradores Fidelização de Clientes Finanças Pessoais Gestão Empresarial Gestão Financeira Contabilidade Digital Investimentos Corretoras Digitais Análises de Investimentos P2P Lending Gestão de Investimentos Robôs e Plataformas de Investimentos Pagamentos Seguros Tecnologia Serão premiadas, com um selo, as três melhores fintechs de cada uma destas categorias, a partir das avaliações que usuários fizerem na plataforma da Fincatch de até 31/12/2023 (lembrando que o ranking da Fincatch é dinâmico e considera uma série de fatores avaliados única e exclusivamente pelos usuários). É muito simples participar! A sua contribuição na escolha das melhores fintechs de 2023 é muito importante! E para participar é muito simples: Acesse nosso site; Faça seu cadastro (caso ainda não tenha); Procure pelas fintechs com as quais você tem ou já teve alguma relação e deixe as suas avaliações (para esta edição do Prêmio, serão consideradas avaliações até o dia 31/12/2023). Sorteios E tem mais! Participando da votação, com pelo menos uma fintech avaliada no site da Fincatch, você irá concorrer aos seguintes sorteios: 1 gift card de R$ 25 para ser usado no iFood 🍔 1 gift card de R$ 25 para ser usado no Outback 🦘 1 gift card de R$ 25 para ser usado no Kopenhagen 🍫 1 gift card de R$ 25 para ser usado no Bacio di Latte 🍨 Para participar, basta acessar nosso site e avaliar as fintechs! Os resultados do sorteio e das fintechs vencedoras sairá no dia 08/01/2024! Regras Confira algumas regras desta edição: São consideradas avaliações feitas pelos usuários da Fincatch até o dia 31/12/2023; Se você já fez uma avaliação na última edição, você pode refazê-la. Será considerada sempre a avaliação mais recente; Para que uma categoria seja considerada, ela precisará ter, no mínimo, um total de 100 avaliações; Para que uma fintech seja considerada, ela precisará ter, pelo menos 30 avaliações; Cada categoria terá até 3 vencedores, premiados em 1º, 2º e 3º lugar; Caso ocorra empate na pontuação, o fator de desempate será: i. o número de avaliações; ii. NPS; Os selos serão enviados às fintechs em formato digital; Os vencedores serão divulgados no dia 08/01/24 em uma live e através dos nossos canais de comunicação; As notas de cada fintech são calculadas a partir de algoritimo que considera fatores como NPS, recência das avaliações, quantidade de avaliações e avaliações do usuário em outras fintechs da mesma categoria; Os sorteios dos gift cards serão realizados pela plataforma Sorteador.com.br, a partir do id da avaliação. Serão consideradas avaliações até o dia 31/12/2023 e os ganhadores serão anunciados no dia 08/01/2024, através das nossas redes sociais. Os gift cards serão enviados para o email de cadastro na nossa plataforma; Dúvidas poderão ser enviadas para contato@fincatch.com.br Participe! Confira o regulamento completo aqui. Realização: Fincatch Patrocínio: Abmex Apoio: ABFintechs, Baita, Boyce Data, Finanças.VC, Idea D, GFCriativa, Liga Ventures, W Fintechs
- Payface e Safrapay lançam o primeiro minimercado self-service com pagamento por reconhecimento facial
O supermercado do futuro, no qual o consumidor faz a compra, paga e leva os produtos sem a ajuda de ninguém, agora é realidade no Brasil. Em uma parceria inédita, a Payface, empresa líder de pagamentos por reconhecimento facial, e a Safrapay, um ecossistema de produtos e serviços financeiro, anunciam o primeiro mercado self-service do país com pagamento por reconhecimento facial, proporcionando uma jornada de compra totalmente inovadora e autônoma. A novidade já está em operação no ToGo Market, dentro do Banco Safra, no bairro Consolação, em São Paulo. No total, foram implementados quatro totens de autoatendimento, distribuídos em quatro andares do prédio. Este novo conceito de mercado autônomo permite que os clientes realizem suas compras de forma rápida, eficiente e sem a necessidade de interação com atendentes ou o uso de carteiras convencionais. Ao entrar no estabelecimento, a pessoa pode simplesmente pegar os produtos desejados e, por meio da tecnologia de reconhecimento facial fornecida pela Payface, efetuar o pagamento de maneira instantânea e segura - sem a necessidade de usar cartão de crédito, carteira, dinheiro físico ou celular. "Levar o pagamento por reconhecimento facial da Payface para os clientes Safrapay representa um salto na inovação e tecnologia que impulsiona ainda mais os negócios. Junto com todos os produtos Safrapay, a chegada da Payface vai proporcionar uma melhor experiência de compra, mais segura e recorrente", afirma Eládio Isoppo, CEO da Payface. “Nós do ToGo Market firmamos essa parceria com a PayFace para oferecer aos nossos clientes, a tecnologia de biometria facial. Nosso objetivo principal é aprimorar a experiência na jornada de compra e proporcionar uma nova e moderna forma de pagamento, que seja rápida, conveniente e, sobretudo, segura”, completa Fernanda Cristina Pereira, Analista Comercial do ToGo Market. O ToGo Market é apenas o primeiro passo. A Payface tem a expectativa de estender essa tecnologia inovadora para diversas redes parceiras da Safrapay, ampliando os momentos de compra em diferentes locais, segmentos e produtos. “A expectativa é que o time Safrapay possa distribuir para seus clientes esse diferencial que é o pagamento com o rosto. Diversas redes de franquias já mostraram interesse por essa solução conjunta, mirando na melhora da jornada de compra e experiência de seus clientes”, pontua Isoppo.
- MB lista USDT (Tether) na rede TRON, uma das maiores stablecoins do mercado global
O Mercado Bitcoin (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, anuncia o suporte da rede Tron para o Tether, também conhecido como USDT: stablecoin que impulsiona a tração de aplicativos descentralizados (DApps), ao mesmo tempo em que permite, de forma mais vantajosa e econômica, o acesso a ativos lastreados em dólar. A criação desta criptomoeda ressalta a possibilidade de inovação do sistema financeiro por meio da tokenização, uma vez que fornece a opção para que os clientes realizem transações com moedas tradicionais, como o dólar, fazendo uso da blockchain, sem a volatilidade e complexidade que podem existir em outras moedas digitais. Dessa forma, é considerada a stablecoin mais amplamente adotada em termos de capitalização de mercado, enquanto a rede Tron é vista como uma das mais promissoras em custo, rapidez e escalabilidade. A integração da rede Tron com o MB possibilita a transação da stablecoin de dólar, USDT, utilizando a própria rede, que possui taxas mais baratas quando comparadas ao Ethereum. “O Tether é considerado disruptivo no sistema financeiro convencional, justamente por conta do pioneirismo em relação ao uso digital de moedas tradicionais. Tudo isso ressoa com o DNA do MB e faz com que o suporte do USDT em Tron representa, também, o compromisso do MB em facilitar o acesso a mecanismos mais eficientes de transferências na América Latina", afirma Fabrício Tota, Diretor de Novos Negócios do MB. Atualmente, a rede Tron concentra cerca de metade do volume de USDT transacionado no mundo, o que faz com que a stablecoin movimente, todos os dias, bilhões de dólares. Dentre as vantagens do ativo, destacam-se: Menores taxas: em média, a transferência de USDT para Tron custa centavos, facilitando pagamentos de menor valor; Alta velocidade: as transações são finalizadas em segundos, ideais para transferências rápidas; Escalabilidade: Tron pode processar até milhares de transações por segundo; Interoperabilidade: as pontes construídas pela Tron permitem a transferência entre Ethereum e outras cadeias; Oportunidades de rendimento: na rede Tron, os usuários podem utilizar aplicações descentralizadas para ganhar recompensas. Sendo assim, a rede Tron oferece transações mais rápidas e baratas para transferências de USDT. Tal diversificação traz novas possibilidades e maior flexibilidade para os investidores que dispõem do ativo. Ainda, a interoperabilidade entre as redes concede acesso amplo à liquidez do USDT em todo o ecossistema cripto. MB e Real World Assets (RWA) O MB foi pioneiro no Brasil ao tokenizar RWA, tendo já ultrapassado a marca de mais de R$ 450 milhões de ativos tokenizados em mais de 130 tipos de aplicação e com um volume de transações de mais de R$ 30 milhões no mercado secundário. A plataforma, em colaboração com uma rede de mais de 50 escritórios parceiros de assessoria de investimento, já atendeu mais de 50 mil clientes. Com 11 categorias distintas de ativos tokenizados, o MB também foi a primeira exchange a lançar um utility token de matrícula inédito, com possibilidade de venda no mercado secundário, em parceria com uma das maiores redes de academia do país. Na Europa, através do MB Portugal, a marca foi a primeira exchange a oferecer tokens de crédito privado por meio dos 15 ativos lançados na região e que já registraram mais de R$ 6 milhões em transações.
- Previsões para serviços financeiros em 2024: 12 tecnologias e tendências
Assim como em outras indústrias, a explosão da IA generativa tem obrigado o setor de serviços financeiros a se adaptar, rapidamente, enquanto navega em questões éticas e regulatórias. Como bancos, seguradoras e outras empresas financeiras podem equilibrar os riscos e as recompensas da IA generativa e outras tecnologias transformadoras no ano que se inicia? Especialistas do SAS, líder em IA e analytics, preveem um mix de sucesso e fracasso conforme o setor se esforça para atender as expectativas de consumidores e stakeholders. Confira: Fracassos dos bancos estimulam um acerto de contas com a gestão de riscos “2024 deve trazer muitos fracassos bancários, obrigando-os a reconhecer o ponto mais importante da gestão de risco: ‘Qual é a nossa probabilidade de inadimplência?’. E implementarão ferramentas e tecnologias para responder essa questão existencial. Um levantamento recente com profissionais de risco revelou que 80% das empresas estão mirando melhorias significativas para recursos de gestão de ativos e passivos [ALM]. Ainda assim, menos de um terço disse que, em suas organizações, o compartilhamento de dados entre ALM e outros recursos de risco ou de negócios foi completamente automatizado. É hora de remediar essa situação”. – Donald van Deventer, Diretor administrativo de pesquisa de risco e soluções quantitativas, SAS. A "Era Sombria” da fraude induzida pela IA generativa promove avanços antifraude “Mesmo que os consumidores sinalizem um aumento na vigilância de fraudes, a IA generativa e a tecnologia de Deepfake ajudam criminosos a aperfeiçoar sua arte multimilionária. Mensagens de phishing estão mais sofisticadas. Websites falsos parecem perfeitamente legítimos. É possível clonar uma voz com meros US$ 5, alguns segundos de áudio e simples ferramentas online. Estamos entrando na Era Sombria das fraudes, e bancos e empresas de crédito correm atrás do prejuízo com a adoção da IA – incentivadas, claro, por mudanças regulatórias que obrigam instituições financeiras a assumirem mais responsabilidade pelos altos golpes de APP (pagamentos automáticos autorizados) e outras fraudes”. – Stu Bradley, Vice-presidente sênior de risco, fraude e compliance, SAS. As seguradoras lidam com o risco climático assistidas pela IA “Após décadas de expectativa, as mudanças climáticas deixaram de ser uma especulação e se tornaram uma ameaça real. As perdas das seguradoras globais decorrentes de desastres naturais ultrapassaram US$ 130 bilhões em 2022, e, em todo o mundo, se sente a pressão. As seguradoras dos EUA, por exemplo, estão sob escrutínio pelo aumento dos prêmios e por se retirarem de estados mais atingidos, como Califórnia e Flórida, deixando milhares de consumidores na mão. Para sobreviver a essa crise, as seguradoras adotarão cada vez mais a IA para aproveitar o potencial imenso de armazenamento de dados e aumentar a liquidez e a competitividade. Além dos ganhos percebidos com precificação dinâmica de prêmios e avaliação de riscos, a IA pode ajudá-las a automatizar e aprimorar o processamento de sinistros, a detecção de fraudes, o atendimento ao cliente e muito mais”. – Troy Haines, Vice-presidente sênior de pesquisa de risco e soluções quantitativas, SAS. IA transforma o compliance de crimes financeiros “A IA será um divisor de águas para os programas de prevenção à lavagem de dinheiro (PLD), já que o custo global de compliance chega a US$ 274 bilhões, 60% dos quais são mão de obra. Cerca de US$ 2 trilhões são lavados anualmente em todo o mundo, de acordo com as Nações Unidas. Apenas 1% dos lucros do crime são confiscados, e 95% dos alertas são falsos-positivos. São números assustadores! Ampliar os sistemas atuais de PLD com machine learning e análise de rede melhoraria consideravelmente o monitoramento das transações, reduzindo índices de falso-negativo e falso-positivo e enviando alertas de maior qualidade para investigadores de PLD e grupos de compliance.” – Joan McGowan, Consultor global para o setor bancário, SAS. A implementação deliberada de IA é decisiva para as seguradoras “Em 2024, uma em cada 100 grandes seguradoras globais sairá do mercado como consequência de uma implementação rápida de IA generativa. Atualmente, as seguradoras vêm implementando sistemas autônomos a uma velocidade vertiginosa, sem nenhuma adaptação aos seus modelos de negócios, na esperança de que o uso da IA para a análise rápida de sinistros compense os últimos anos de resultados ruins. Porém, após as demissões de 2023, as equipes estarão muito dispersas para supervisão adequada de uma implementação de IA ética e em escala. O mito da IA como uma cura para tudo desencadeará milhares de decisões de negócios erradas que levarão a um colapso corporativo, o que pode prejudicar irreparavelmente a confiança do consumidor e de reguladores”. – Franklin Manchester, Consultor global de estratégia de seguros, SAS. Moedas digitais do banco central trazem benefícios e riscos “As Moedas Digitais do Banco Central [CBDCs], como a eNAIRA da Nigéria, vêm sendo exploradas atualmente por governos de mais de 80 países. Em 2024, elas se tornarão comuns, oferecendo aos cidadãos opções seguras de pagamentos digitais garantidos pelo governo, com o potencial de promover maior inclusão financeira. No entanto, as CBDCs trarão riscos exclusivos de fraudes e crimes financeiros, aumentando a exposição com perdas financeiras e dados comprometidos, aquisição de contas e exfiltração por meio de contas mula”. – Ian Holmes, Líder global de soluções corporativas antifraude, SAS. A IA generativa amadurece “O entusiasmo em relação aos grandes modelos de linguagem [LLM] como uma solução milagrosa diminuirá, impulsionado por preocupações com a privacidade, a possibilidade de ações judiciais e o custo total de criação e manutenção dessas arquiteturas. O foco passará a ser a monetização dos LLMs para determinados casos de uso. Alguns poucos vendedores fornecerão modelos básicos de conversação, e um grupo maior ajudará, individualmente, as empresas a ajustá-los aos seus respectivos objetivos.” – Anthony Mancuso, Diretor de modelagem de risco e decisões, SAS. A IA previne recessão - por ora “Os avanços em inteligência artificial e automação levarão a ganhos de produtividade. A proporção entre capital e mão de obra vai aumentar, contribuindo ainda mais para a produtividade. Um impacto que será suficiente para que a maior parte das economias evite uma recessão, apesar do rápido aumento da inadimplência e do desemprego estrutural. Entretanto, o cenário será bem diferente em nível setorial, já que alguns segmentos enfrentarão condições semelhantes às de uma recessão”. – Stas Melnikov, Diretor do portfólio de riscos, SAS. A recalibração de modelos de risco testa a capacidade das empresas “Lembra como a pandemia do COVID-19 fez com que os melhores bancos reconstruíssem e implementassem modelos de decisão de risco o mais rápido possível, e outros passaram meses apenas coletando dados? Em 2024, riscos de recessão iminente e taxas de inadimplência mais altas obrigarão os bancos a se adaptarem com modelos, políticas de empréstimo e previsões mais relevantes, testando a velocidade e a agilidade de suas infraestruturas de TI e recursos mais abrangentes”. – Naeem Siddiqi, Consultor sênior de pesquisa de risco e soluções quantitativas, SAS. IA conversacional eleva a experiência do cliente a novos patamares “Chatbots não são novidade nos serviços financeiros - mas e se houvesse um chatbot que reproduzisse melhor a interação entre humanos? Em 2024, o avanço da tecnologia de IA generativa vai trazer essa realidade para seguradoras, bancos e empresas de outros setores. Os avanços da IA conversacional terão um papel fundamental na comunicação dinâmica com o cliente. Assim, as organizações poderão priorizar a intervenção humana em tarefas e cenários mais complexos, aumentando a eficiência operacional e a redução de custos”. – Oana Avramescu, Líder global de seguros para pesquisa de risco e soluções quantitativas SAS. A "falta de bancos" em meio à revolução dos bancos digitais estimula inovações em IA “Em 2024, os bancos mais experientes se dedicarão a criar uma experiência do cliente [CX] mais inclusiva, analisando quem mais se beneficiou com a revolução dos bancos digitais e quem foi deixado para trás. A queda acentuada no número de agências de rua e centros comerciais deixou uma boa parte dos correntistas "sem banco". As pessoas sem muita experiência digital enfrentam o desafio de interagir com serviços financeiros online. Por outro lado, um quarto dos clientes do Reino Unido disse que nunca mais porá os pés em uma agência bancária, de acordo com um levantamento do final de 2021. Instituições financeiras com perspectiva de futuro irão incorporar o engajamento digital alimentado por IA a um ecossistema de agências enriquecido para reforçar o relacionamento e a experiência do cliente de maneira simples como um diferencial competitivo”. – Alex Kwiatkowski, Diretor de serviços financeiros globais, SAS A “explicabilidade” da IA impulsiona a imparcialidade e a transparência na tomada de decisões de seguros “Será que a IA poderia provocar uma recalibragem ética do setor de seguros? Em 2024, descobriremos. Decisões de risco justificadas atuarialmente podem, de forma involuntária, ampliar a desigualdade em grupos historicamente marginalizados. A adoção da IA e do machine learning pelas seguradoras, no entanto, exigirá a compreensão de como seus modelos e algoritmos tomam decisões (em preços de prêmios ou sinistros, por exemplo). Essa explicabilidade da IA tem o potencial de estabelecer novos padrões de transparência e equidade em todo o setor”. – Alena Tsishchanka, Líder de prática de seguros para a EMEA, SAS. Quer saber mais? Visite a página de previsões para IA em 2024 do SAS e veja outras expectativas e tendências em todos os setores, além de oportunidades de conexão.
- Novas possibilidades no Open Finance proporcionam aumento de ROI para Instituições Financeiras
Uma das estratégias no cenário de Open Finance é a busca de parceiros com soluções complementares, de forma a aumentar o time-to-value para o cliente final. Isso é válido tanto para as Instituições Financeiras (IFs), como também para as empresas que estão por trás da tecnologia utilizada, e que possibilitam que as IFs estejam não só em conformidade com o regulatório, mas que possam, também, aumentar sua oferta de produtos. É o caso da parceria entre Sensedia, Pluggy e InvestPlay que, em conjunto, estão ampliando suas soluções Open Finance, com um serviço de agregação de dados e com múltiplos benefícios estratégicos para o cliente. A aposta é no PFM - Personal Financial Management, ou Gerenciador Pessoal de Finanças, potencializado pelo Open Finance com o compartilhamento seguro e padronizado de dados. Agora, com Inteligência Artificial, é possível oferecer um serviço melhor e mais moderno aos clientes finais, tanto B2C como B2B, ao mesmo tempo em que se aumenta o retorno dos investimentos feitos no modelo de negócio aberto, lançando mão do uso inteligente e categorizado dos dados. A estratégia de parceria das três empresas é orientada em tecnologia e escalabilidade. "Agregamos as tecnologias da Pluggy e da InvestPlay com a expertise da Sensedia aplicada ao Open Finance, para oferecer uma solução única e com alto valor agregado aos nossos clientes. Isso permite às Instituições Financeiras utilizarem os dados do Open Finance como vantagem competitiva, além de revolucionar a forma e profundidade de relacionamento entre as instituições e seus usuários, por meio dos dados coletados do Open", diz Natália Cruz, Head de Open Finance da Sensedia. Nesse sentido, o uso de APIs (Application Programming Interfaces) é fundamental. “Todo o processo de integração se dá por meio de APIs, o que permite que as instituições financeiras otimizem a implementação por meio de uma entrega end-to-end, desde a categorização de dados, até a entrega da visão final da plataforma para o seu consumidor”, explica Cruz. Graças ao Open Finance, o compartilhamento ocorre apenas com o consentimento explícito do cliente, respeitando privacidade e segurança. Entre os benefícios às IFs estão fidelização, ofertas de cross-selling/up-selling, redução de inadimplência e colaborações com parceiros. Vantagens para os dois lados Ao cliente final é oferecida a solução PFM, que permite uma visão unificada de despesas, agregação de contas e cartões de crédito, extrato unificado com transações categorizadas, dashboard financeiro 360°, termômetro de gastos e insights financeiros. Tudo isso de forma personalizada, oferecendo uma experiência diferenciada e garantindo a chamada ‘principalidade’ para a Instituição Financeira. É o que explica Bruno Loiola, cofundador e CGO da Pluggy. “O objetivo de cada banco é que o cliente escolha tê-lo como canal principal. Isso é a principalidade. A partir daí, toda a movimentação será feita na plataforma daquela instituição, que terá os dados do cliente e poderá oferecer a ele serviços e produtos, de acordo com o perfil de cada um e em conformidade com a LGPD. Através da parceria entre Pluggy, Sensedia e InvestPlay aumentamos ainda mais a interoperabilidade, impulsionando a troca de informações para entrega de produtos finais cada vez mais completos e personalizados”, afirma. . Para as Instituições Financeiras são disponibilizados dashboards com relatórios sobre informações da vida financeira do cliente final, hábitos de consumo, relacionamento com outras IFs e demais dados analíticos, possibilitando a criação de novos produtos e ofertas hiper personalizadas. Iago Oselieri, cofundador e CEO na InvestPlay, comenta que, com o Open Finance e o PFM, é possível estar um passo à frente na gestão financeira do usuário. “Antes era preciso cadastrar os dados manualmente. Agora, a solução é totalmente automatizada, fazendo input dos dados de toda a movimentação das contas. Além disso, ao ter uma visão de 360 graus do cliente, a Instituição Financeira pode se relacionar de forma muito mais condizente com a realidade de cada um, totalmente contextualizada e personalizada", diz. Oselieri também explica que, neste momento, há um movimento de PFM para B2B, além de B2C, que já era o foco. Além disso, a criação dos PFM dentro dos aplicativos das Instituições Financeiras é um outro ponto forte da solução na era pós-Open Finance. "PFM não é o único caso que exemplifica as vantagens do Open Finance, mas é o mais latente e um dos casos de uso mais fáceis de comentar, quando falamos de Open Finance para o cliente final", fala o executivo. O futuro do mercado Open O Open Finance tem crescido no Brasil, e de acordo com report da Ipsos/Tecban, 52% dos entrevistados se mostram dispostos a compartilhar dados, hoje. Em 2018, no primeiro estudo desse tipo, o número era de 39%. Outra pesquisa, realizada pela Oliver Wyman para a Febraban, registrou 40 milhões de consentimentos ativos de clientes, no início de setembro de 2023. Em comparação ao mês de janeiro do mesmo ano, houve um crescimento de 90% de consentimentos. Com a entrada na quarta fase de sua implementação, a tendência para o Open Finance é continuar crescendo, e de forma mais rápida. “Ainda vemos uma preocupação muito grande com o regulatório, mas é preciso olhar para a estratégia. Open Finance é um caminho inevitável e sem volta. Existem diversas estratégias nesse caminho e cada contexto tem sua aplicação, mas todas envolvem a experiência do cliente. É preciso estudar o melhor caminho para tirar a melhor vantagem do Open Finance”, reforça Natália Cruz.
- Conta Simples recebe licença de SCD e fecha o ano com números impressionantes
Perto de alcançar o breakeven, a Conta Simples recebe a licença de SCD (Sociedade de Crédito Direto), concedida pelo Bacen (Banco Central). A fintech brasileira, que conta com 30 mil clientes ativos e mais de 500 mil cartões de crédito corporativos emitidos em 2023, oferece uma solução de conta digital corporativa combinada com um serviço de gestão financeira. A solução de pagamentos com cartões movimentou cerca de R$5 bilhões este ano e deve ajudar a fintech atingir seu ‘ponto de equilíbrio’ ainda em dezembro. “Nossos indicadores reforçam que estamos transformando o mercado financeiro e evoluindo internamente. E, quando juntamos esses números à licença de SCD, temos a confiança de que vamos moldar o cenário de controle de gastos empresariais, por isso projetamos fechar 2023 com mais de R$ 17 bilhões de transações processadas (TPV), o triplo do último ano”, destaca Rodrigo Tognini, CEO e cofundador da empresa. Segundo a CFO da empresa, Taeli Klaumann, a ideia é que a licença ajude na elaboração de soluções para operações mais complexas, unindo a plataforma de cartões corporativos, conta digital e pagamentos com um software completo de gestão de despesas que destravem os fluxos e rotinas de pagamento dos gestores financeiros. “Como SCD, iremos investir cada vez mais em produtos para as empresas, e assim consolidar a nossa plataforma como referência máxima em economia de tempo e dinheiro. Além de concessão de crédito, também podemos atuar com outros produtos, tais como; financiamentos, direitos creditórios, 'buy now, pay later', evoluir o produto de cartão de crédito e oferecer muitos outros serviços dentro de nossa plataforma tecnológica para entregar uma experiência ainda melhor aos nossos clientes”, diz. Líder na gestão de despesas no Brasil, a fintech atua a partir de uma plataforma que fornece uma visão simplificada aos times que lidam com despesas corporativas, com painéis intuitivos e ferramentas customizadas para acompanhar gastos em tempo real. “Todas as nossas estratégias vão na contramão da burocracia encontrada em processos tradicionais do setor, promovendo a eficiência em decisões para valorizar o recurso e o tempo dos profissionais de cada organização”, conclui o CEO.
- Mercado Bitcoin passa a listar stablecoin pareada em euro
O Mercado Bitcoin (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, lista nesta segunda-feira (18), o token eEUR (ticker EEUR), um ativo multi-chain e pareado em euro, oferecendo maior segurança financeira ao investidor. O eEUR é a primeira de uma série de stablecoins que serão lançadas pela Aryze Digital Cash, fintech multinacional pioneira em criar soluções que impulsionam serviços financeiros por meio de ativos digitais e dinheiro programável. Esta novidade opera em diversas redes blockchains, mas no MB, ele pode ser encontrado na rede blockchain Polygon. Com foco na ponte entre finanças tradicionais e tecnologia de contabilidade distribuída e na criação de um ecossistema financeiro confiável e transparente baseado em serviços bancários de reserva total, a Aryze está comprometida em avançar com a inclusão financeira global e trabalha na difusão da economia básica para, aproximadamente, dois bilhões de pessoas que não possuem acesso aos bancos tradicionais em todo o mundo. “É muito promissora a parceria entre empresas que compartilham de valores similares. Identificamos na Aryze Digital Cash a vontade de integrar à Web3 de modo facilitado aos clientes, com total proteção e segurança aos investimentos e com tecnologia pioneira. Tudo isso converge com aquilo que o MB pratica todos os dias e a isso se deve o sucesso dessa listagem”, destaca Fabrício Tota, diretor de Novos Negócios do MB. O token eEUR é emitido pela ARYZE BVI, uma subsidiária integral nas Ilhas Virgens Britânicas, o que permite à plataforma gerenciar e manter o controle de risco e a emissão de tokens sem atrito. Além disso, os ativos que respaldam o Digital Cash, incluindo o eEUR, são garantidos um a um em um modelo bancário de reserva total, que é o futuro da moeda fiduciária e auxilia no combate à lavagem de dinheiro, de modo a reduzir taxas e tornar as transferências de dinheiro mais eficientes. MB e Real World Assets (RWA) O MB foi pioneiro no Brasil ao tokenizar RWA, tendo já ultrapassado a marca de mais de R$ 450 milhões de ativos tokenizados em mais de 130 tipos de aplicação e com um volume de transações de mais de R$ 30 milhões no mercado secundário. A plataforma, em colaboração com uma rede de mais de 50 escritórios parceiros de assessoria de investimento, já atendeu mais de 50 mil clientes. Com 11 categorias distintas de ativos tokenizados, o MB também foi a primeira exchange a lançar um utility token de matrícula inédito, com possibilidade de venda no mercado secundário, em parceria com uma das maiores redes de academia do país. Na Europa, através do MB Portugal, a marca foi a primeira exchange a oferecer tokens de crédito privado por meio dos 15 ativos lançados na região e que já registraram mais de R$ 6 milhões em transações. "Oferecemos oportunidades de investimento que podem render até três vezes mais em comparação aos investimentos tradicionais em Portugal, por exemplo. Além disso, somos um Investment Banking que facilita o acesso ao mercado de capitais para pequenas e médias empresas, realizando operações em semanas, diferentemente do mercado tradicional, que leva entre três e seis meses”, explica Tota.
- Domínio Fintech: 8 das 10 Startups Destaque de 2022 são do meio financeiro
O Sling Hub, plataforma de dados, rodadas, negócios, investidores e análises de mercado de startups latino-americanas, divulgou as 10 plataformas mais acessadas em 2022. E, mais uma vez, a lista ficou “tomada” pelas fintechs. Confira abaixo quais foram estas soluções financeiras digitais e qual a solução oferecida por cada uma delas. Franq Open Banking O primeiro lugar do ranking ficou com a fintech Franq Open Banking. 2022 ficou marcado pela evolução do Open Finance e, soluções relacionadas a esta inovação acabam se destacando. A fintech Franq Open Banking, por meio de uma plataforma one-stop-shop, oferece uma forma mais humana e inovadora de acessar produtos financeiros. Fundada em 2019, com sede em Florianópolis e com mais de 600 colaboradores, a startup já captou USD 11.993.982,00. Plano O segundo lugar ficou com a Plano, uma Fintech de Educação Financeira, tanto para pessoas físicas (B2C), como para empresas (B2B2C). A empresa foi fundada em 2018 e tem sede em São Paulo e conta com mais de 20 colaboradores. Conta Simples A terceira posição ficou com a fintech Conta Simples. Trata-se de uma conta digital voltada para empresas, com gestão de despesas e conta corrente em um só lugar, com plataforma inteligente de múltiplos cartões. Feita para as empresas da nova economia assumirem o controle dos gastos e ganhar eficiência nas operações do dia a dia. Fundada em 2018, com sede em São Paulo e com mais de 200 colaboradores, a startup já captou USD 21.500.000,00. Paketá A quarta posição ficou com uma fintech da categoria crédito. A Paketá é a fintech de Crédito Sustentável que oferece uma plataforma para concessão e gestão de crédito a colaboradores de empresas, e está transformando a experiência do crédito. Fundada em 2018, com sede em São Paulo e com mais de 100 colaboradores, a startup já captou USD 5.177.671,00. Dinie A quinta posição ficou com a Dinie, que permite que você disponibilize produtos de crédito, pagamentos B2B e serviços de ponta a ponta dentro da sua plataforma, de forma simples e rápida. Fundada em 2018, com sede em São Paulo e com mais de 20 colaboradores, a startup já captou USD 3.800.000,00. goFlux A sexta posição ficou com o goFlux, uma plataforma 100% Cloud, na qual embarcadores podem gerenciar todo processo de contratação de uma transportadora, num ambiente 100% seguro, propiciando ampliação da concorrência, total transparência, governança e redução de custos. Fundada em 2015, com sede em São Paulo e com mais de 90 colaboradores, a startup já captou USD 3.000.000,00. Klavi O oitavo lugar ficou com a fintech Klavi, mais uma solução relacionada ao Open Finance. Fundada em 2020, com sede em São Paulo e com mais de 30 colaboradores, a startup já captou USD 15.000.000,00. Swap O nono lugar ficou com a fintech Swap, empresa de infraestrutura de tecnologia financeira que tem como missão simplificar a criação e o lançamento de novas fintechs no mercado, tornando viáveis ideias que, até ontem, pareciam impossíveis para os empreendedores do mercado financeiro. Fundada em 2018, com sede em São Paulo e com mais de 190 colaboradores, a startup já captou USD 25.000.000,00. Ainda no ranking apareceram as startups Unico (deeptech) e Agrosmart (agrotech).
- CondoConta e FitBank aceleram juntos na liderança do mercado condominial
Em um país com cerca de 95 milhões de pessoas morando e trabalhando em condomínios, quase metade da população brasileira, ainda é comum ver os síndicos e gestores condominiais brasileiros enfrentando diversos desafios que vão desde gerir conflitos até a gestão financeira necessária para manter um fluxo de caixa saudável. Administrar um condomínio, local em que as pessoas moram e sonham em conquistar, requer do síndico e administradora condominial a busca por soluções seguras, que agreguem tecnologia e agilidade, mas garantam a segurança. Pensando nisso, a fintech CondoConta, banco exclusivo para condomínios, lança junto com a infratech banking FitBank a primeira estrutura bancária completa e exclusiva para condomínios e gestores condominiais. Regulamentados e oficializados pelo Banco Central (Bacen), assim como registrados no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) sob o número 450, fornecem segurança aos clientes, uma vez que seguem rigorosamente o regulamento e as exigências do Bacen, mantendo os recursos dos condomínios em ambiente controlado e auditado. “Quando falamos em banco digital, é comum ouvirmos a pergunta: ‘É seguro como os bancos tradicionais?”, pois como o síndico e/ou administradora gerem o dinheiro de muitas famílias, há preocupação com a segurança dos valores. Com o código 450 e sua infraestrutura bancária digital os recursos do condomínio ficam seguros”, explica Luciano Bernardi, especialista certificado no mercado financeiro e CFO da fintech. A segurança permitiu que o CondoConta alcançasse condomínios e administradoras de todos os estados do Brasil rapidamente, ao garantir segurança e solução completa para os condomínios. “O CondoConta e o Fitbank estão juntos desde a fundação, sendo o core bancário do FitBank o que chamou a atenção do histórico e reconhecido banco global americano - J.P Morgan -, que de cliente se transformou em sócio-investidor. O CondoConta é sócio dos principais fundos de investimento brasileiros e americanos. Foram essas sinergias que nos possibilitaram oferecer para os condomínios brasileiros uma melhor e segura experiência bancária, com tecnologia e sem tarifas. Prova disso são nossos números: mais de 2000% de crescimento e mais de R$ 250 milhões de reais em transações e aplicações”, reforça Luciano Bernardi. “Criamos uma nova peça no tabuleiro do mercado financeiro, que é um Core Banking as a Service. Nosso objetivo é, justamente, viabilizar a capacidade de mudanças mais disruptivas no mercado, pois enquanto cuidamos da infraestrutura tecnológica, nossos clientes podem concentrar seus esforços na experiência dos seus clientes e na transformação dos seus mercados”, afirma Mauricio Zaragoza, co-fundador do FitBank. O uso da tecnologia, o banco gratuito e a redução da burocracia geram uma economia real anual importante para os condomínios, em todo o Brasil, variando de acordo com o tamanho do condomínio. A gratuidade na emissão das cotas condominiais mensais e transações fez com que o banco CondoConta registrasse um crescimento de 3.026% em depósitos e valores movimentados só em 2021. “Todos esses dados reforçam nossa visão sobre a necessidade de digitalização e de soluções financeiras voltadas especialmente para esse mercado. É isso que buscamos. Como especialistas no setor condominial, entendemos as dores e temos os melhores aliados para chegar a criação da nova história condominial”, finaliza Luciano.
- Entenda o poder dos bancos digitais na gestão financeira eficiente
No dinâmico mundo das finanças, a gestão financeira tem assumido um papel cada vez mais central, especialmente com o advento dos bancos digitais. Essas modernas instituições financeiras estão redefinindo o panorama da gestão financeira, oferecendo ferramentas inovadoras e soluções personalizadas que potencializam a eficiência financeira tanto para indivíduos quanto para empresas. Neste artigo, exploraremos como os bancos digitais estão transformando a gestão financeira, tornando-a mais acessível, integrada e eficaz. O que é gestão financeira? A gestão financeira é um aspecto crucial de qualquer negócio ou operação pessoal, envolvendo a organização, planejamento, controle e monitoramento de recursos financeiros para alcançar objetivos específicos. A eficácia da gestão financeira é evidente em vários projetos, sejam eles empresariais, pessoais ou até mesmo na construção civil. Uma instalação hidráulica residencial bem planejada pode significar uma economia significativa a longo prazo, destacando a importância de uma gestão financeira cuidadosa e previdente. Acompanhamento de fluxo de caixa; Elaboração de orçamentos; Avaliação de investimentos; Gerenciamento de riscos; Otimização de recursos. Esses elementos são cruciais para garantir que todos os aspectos financeiros de um projeto estejam alinhados com os objetivos gerais. Seja em um grande projeto corporativo ou numa instalação hidráulica residencial, a gestão financeira desempenha um papel fundamental em manter as despesas sob controle e maximizar o retorno sobre os investimentos. Aplicações práticas e tecnológicas Com a evolução tecnológica, a gestão financeira também se beneficiou de ferramentas digitais, como softwares de contabilidade e plataformas de gestão. Um exemplo notável dessa interseção entre tecnologia e finanças é a utilização de projeto arquitetônico 3D em construção. Essa tecnologia não apenas melhora a precisão do projeto, mas também ajuda na gestão financeira ao prever custos e identificar potenciais economias. Qual é a importância da gestão financeira? Gestão financeira é um termo que ressoa em todos os setores da economia, atuando como um pilar fundamental para o sucesso e a sustentabilidade de qualquer empreendimento ou projeto. Uma gestão financeira eficaz é crucial para otimizar a eficiência operacional. Empresas que dominam esta arte conseguem não apenas reduzir custos, mas também aumentar a produtividade. Ao observar as melhores construtoras de SP, nota-se uma forte correlação entre sucesso financeiro e a capacidade de gerir eficientemente recursos financeiros. Essas empresas destacam-se por planejar meticulosamente suas finanças, o que lhes permite alocar recursos de forma mais eficiente e obter vantagens competitivas no mercado. Além disso, a gestão financeira eficiente permite às empresas identificar áreas onde os custos podem ser reduzidos sem comprometer a qualidade dos serviços ou produtos. Isso inclui desde a escolha de fornecedores até a implementação de práticas sustentáveis que reduzem o desperdício e maximizam a eficiência. A gestão financeira também desempenha um papel crucial no planejamento estratégico. Ela fornece aos gestores as informações necessárias para tomar decisões informadas e estratégicas. Uma boa gestão financeira envolve a análise de dados financeiros para prever tendências futuras, avaliar riscos e identificar oportunidades de crescimento. Uma empresa de manutenção de ar condicionado que utiliza práticas sólidas de gestão financeira pode planejar expansões futuras, investimentos em novas tecnologias ou entrar em novos mercados com maior confiança e precisão. A capacidade de fazer projeções financeiras precisas é um aspecto crítico da gestão financeira, pois permite que as empresas se preparem para cenários futuros, minimizando riscos e capitalizando oportunidades. Isso é particularmente importante em mercados voláteis, onde a capacidade de adaptar-se rapidamente a mudanças pode ser a chave para a sobrevivência e o sucesso do negócio. Entenda o poder dos bancos digitais na gestão financeira eficiente A era digital trouxe consigo uma revolução no setor bancário, especialmente com o surgimento dos bancos digitais. Essas instituições modernas estão redefinindo o conceito de gestão financeira, oferecendo soluções inovadoras e eficientes que atendem às necessidades crescentes de empresas e consumidores individuais. Inovações tecnológicas e facilidade de acesso Os bancos digitais têm sido pioneiros na introdução de inovações tecnológicas no setor financeiro. Eles utilizam tecnologias avançadas como inteligência artificial, aprendizado de máquina e blockchain para oferecer serviços mais rápidos, seguros e personalizados. Essas tecnologias não apenas agilizam processos, mas também proporcionam uma experiência de usuário mais intuitiva e satisfatória. Um exemplo prático dessa inovação pode ser visto na área de construção, onde a escolha de ferragens para portas de vidro em um projeto de design interior precisa ser eficiente e econômica, algo que os bancos digitais facilitam através de pagamentos e financiamentos rápidos e seguros. Impacto na gestão financeira de empresas O impacto dos bancos digitais na gestão financeira de empresas é significativo. Eles oferecem ferramentas que permitem às empresas gerenciar melhor suas finanças, otimizar o fluxo de caixa e realizar transações financeiras com maior facilidade. Além disso, muitos bancos digitais oferecem serviços personalizados que se adaptam às necessidades específicas de diferentes tipos de negócios. Em setores como o de manutenção elétrica predial, onde o controle financeiro é crucial para a sustentabilidade do negócio, os bancos digitais fornecem soluções personalizadas que ajudam a gerenciar despesas, planejar investimentos e monitorar o fluxo de caixa de forma mais eficiente. Facilitação de financiamentos e investimentos Um dos grandes benefícios trazidos pelos bancos digitais é a facilitação de financiamentos e investimentos para diversos projetos. Isso se torna particularmente evidente em projetos de grande escala, como a construção de piscina de alvenaria. Nesse contexto, os bancos digitais oferecem soluções de financiamento mais flexíveis e adaptáveis, permitindo que construtores e proprietários de imóveis acessem fundos de maneira eficiente e com menos burocracia. Essa facilidade no acesso ao financiamento é crucial para impulsionar projetos que requerem um investimento significativo. Incentivo à inovação e modernização Os bancos digitais também são conhecidos por incentivar a inovação e modernização em diversos setores. No campo de equipamentos e tecnologia, a prática equipamentos se beneficia enormemente das facilidades oferecidas pelos bancos digitais. Sejam empresas que fornecem equipamentos de última geração ou negócios que buscam atualizar suas ferramentas, os bancos digitais oferecem soluções financeiras que apoiam a compra e a atualização tecnológica, contribuindo para a modernização e a eficiência operacional. Conclusão Os bancos digitais emergem como protagonistas essenciais na evolução da gestão financeira moderna. Com suas inovações tecnológicas e soluções personalizadas, eles não apenas simplificam e tornam mais eficientes os processos financeiros, mas também abrem novas possibilidades para indivíduos e empresas. Seja na otimização do fluxo de caixa, na facilitação de financiamentos ou na oferta de ferramentas para um gerenciamento financeiro mais preciso e intuitivo, os bancos digitais representam uma mudança paradigmática no setor financeiro. Para empresas de todos os tamanhos e segmentos, desde a construção de piscinas de alvenaria até a manutenção elétrica predial, os bancos digitais oferecem uma variedade de serviços que atendem às necessidades específicas de cada negócio, promovendo a inovação, a modernização e a eficiência operacional. Em um mundo onde a agilidade e a precisão nas decisões financeiras são cruciais para o sucesso, os bancos digitais se mostram como aliados valiosos, capacitando empresários e consumidores a navegarem com confiança no dinâmico mundo das finanças. Texto originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, canal em que você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.
- O momento atual do Open Finance no Brasil: confira tudo o que você precisa saber!
Quase três anos se passaram desde a implementação do Open Finance no Brasil, e muita coisa avançou no setor desde então. Segundo o Global Open Finance Index, que tem como objetivo avaliar o grau de avanço de 27 países na pauta do Open Finance, o Brasil é considerado um dos líderes nessa categoria. De acordo com a pesquisa Open Finance Brasil, em 2021, 45,8% das pessoas se mostravam preocupadas em como seus dados financeiros seriam utilizados. Em 2023, esse percentual caiu para 34%. O estudo também mostra que a preocupação sobre falta de proteção dos dados reduziu de 41% para 28%. Ou seja, a confiança do brasileiro no Open Finance cresceu, e atualmente já são mais de 40 milhões de consentimentos ativos. Na perspectiva de Murilo Rabusky, Diretor de Negócios da Lina OpenX, o cenário do Open Finance no Brasil está atualmente em uma fase de consolidação, na qual o desafio de estabelecer a infraestrutura tecnológica pode ser considerado, em grande medida, superado pela maioria das instituições envolvidas. “Neste aspecto, inúmeras melhorias e novos recursos ainda vêm sendo implementados no âmbito do ecossistema, e o principal desafio agora, do ponto de vista regulatório, tem sido dar conta do ritmo acelerado de atualizações e implementação de novas funcionalidades”, ressalta. Desde o lançamento, em fevereiro de 2021, foram notificadas 106 versões atualizadas das APIs, sendo 61 delas somente no primeiro semestre deste ano, de acordo com o histórico de registro de mudanças oficial do Open Finance Brasil. Open Finance: da tecnologia aos negócios Um estudo divulgado recentemente pela Capgemini Brasil apontou que 70% das instituições dedicam áreas ou pessoas aos temas relacionados ao Open Finance. No entanto, somente 37% afirmaram que utilizam dados em seus processos de gestão de clientes e apenas 26% disseram que já rentabilizam com novas soluções baseadas em Open Finance. “Enquanto os times técnicos se esforçam para dar conta de tantas demandas regulatórias, um movimento interessante começa a ganhar força: o Open Finance, aos poucos, deixa de ser um desafio somente das áreas de tecnologia, e passa a ser também uma questão relevante para as áreas de negócios. Estes números mostram os desafios relacionados à maturidade das empresas com relação ao uso inteligente de dados, e evidenciam um cenário de grandes oportunidades para aquelas instituições que souberem explorar o Open Finance de forma a gerar valor para os clientes e, por consequência, para o negócio”, pontua Murilo. Para efetivar esse processo, as instituições estão percebendo que o Open Finance apresenta desafios que vão além dos aspectos técnicos, como infraestrutura, segurança e conectividade. Murilo Rabusky explica que, para realmente aproveitar o vasto conjunto de dados e serviços de pagamento disponíveis no ecossistema, é necessário ajustar práticas comerciais, ferramentas e processos de negócios. “A única abordagem viável para isso é aprofundar-se no próprio negócio e desenvolver uma estratégia de entrada no mercado fundamentada no compartilhamento, inteligência e análise de dados”. O especialista ressalta que além de uma grande adaptação interna, as instituições também devem assumir maior protagonismo na conscientização de clientes acerca dos benefícios e funcionalidades do Open Finance. “Nessa parte, grandes FinTechs brasileiras têm desempenhado um papel fundamental, pois ao explorarem rapidamente casos de uso como agregação de contas e aprovação de crédito, ajudaram milhões de consumidores brasileiros a desbloquear o Open Finance. Quem saiu na frente já detêm um nível informacional e um grau de conhecimento muito superior, não só sobre os clientes, mas também sobre os concorrentes, o que possibilita inovar na oferta de produtos e serviços, ganhando mercado e gerando valor com soluções baseadas no uso inteligente de dados”, conclui.














