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  • Os desafios de lançar uma plataforma de CrowdFunding no Brasil

    O crowdfunding de investimento é uma modalidade de captação de recursos em que investidores individuais contribuem com pequenas quantias para financiar projetos ou empresas. No Brasil, o crowdfunding de investimento é regulamentado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) desde 2017. O lançamento de uma Plataforma de Crowdfunding de investimento no Brasil envolve uma série de custos, incluindo: Desenvolvimento da plataforma: O custo de desenvolvimento de uma plataforma de crowdfunding de investimento pode variar de acordo com a complexidade da plataforma e o número de recursos e funcionalidades que serão oferecidos. Aqui, devem ser considerados também as integrações com meios de pagamentos, CRM, ferramentas de marketing, etc. Custos de operação: Os custos de operação de uma plataforma de crowdfunding de investimento incluem custos de hospedagem, marketing, atendimento ao cliente e compliance. Custos de regulamentação: As plataformas de crowdfunding de investimento no Brasil precisam se registrar na CVM e cumprir uma série de requisitos regulatórios. Os custos de lançamento de uma Plataforma de Crowdfunding de investimento no Brasil podem ser significativos, especialmente para startups que estão iniciando suas operações. Como a CrowdTech ajuda a reduzir os custos A CrowdTech é uma plataforma SaaS que oferece uma solução completa para o lançamento e operação de plataformas de crowdfunding de investimento no Brasil. A plataforma da CrowdTech é white-label, o que significa que os clientes podem personalizá-la para atender às suas necessidades específicas. A solução white-label é perfeita para plataformas que ainda não possuem um time de tecnologia. Mas as soluções da CrowdTech vão além do white-label. Todas as funcionalidades podem ser diretamente consumidas em nossa API, o que permite que times de tecnologia mais robustos possam integrar facilmente suas UIs ao backend da CrowdTech. A CrowdTech também oferece uma série de recursos que ajudam a reduzir os custos de operação, incluindo: Hospedagem: A CrowdTech oferece hospedagem na nuvem para suas plataformas, o que elimina a necessidade de os clientes comprarem e manterem seus próprios servidores. Marketing: A CrowdTech oferece suporte de marketing para suas plataformas, o que pode ajudar a atrair investidores e aumentar o volume de transações. Atendimento ao cliente: A CrowdTech oferece suporte ao cliente 24 horas por dia, 7 dias por semana, o que pode ajudar a resolver problemas e manter os investidores satisfeitos. A CrowdTech também ajuda a reduzir os custos de regulamentação, pois oferece suporte para a conformidade regulatória no âmbito da resolução CVM 88/2022. Benefícios da CrowdTech A CrowdTech oferece uma série de benefícios para seus clientes, incluindo: Redução dos custos de desenvolvimento e operação: A plataforma white-label da CrowdTech elimina a necessidade de os clientes comprarem e manterem seus próprios sistemas. Solução completa: A CrowdTech oferece uma plataforma completa que inclui recursos para desenvolvimento, operação, marketing e compliance. Suporte especializado: A CrowdTech oferece suporte especializado para ajudar os clientes a lançar e operar suas plataformas de crowdfunding de investimento. Se você está pensando em lançar uma Plataforma de Crowdfunding de investimento no Brasil, a CrowdTech é uma solução que vale a pena considerar. Conclusão O crowdfunding de investimento é uma oportunidade promissora para startups e empresas de pequeno porte que buscam captar recursos para seus negócios. O lançamento de uma Plataforma de Crowdfunding de investimento no Brasil envolve uma série de custos, mas a CrowdTech oferece uma solução que pode ajudar a reduzir esses custos e tornar o crowdfunding de investimento mais acessível.

  • Conheça a Renda Fixa Digital, uma tendência cada vez mais concreta

    O Mercado Bitcoin (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, lança nesta segunda-feira (30) o terceiro episódio do podcast Economia Tokenizada, que pode ser conferido neste link. No novo episódio, Henrique Pocai, Diretor Comercial do MB, recebe Vitor Delduque, Diretor do MB Tokens, Marco Saravalle, CEO da SaraInvest, e Marília Fontes, analista e sócia da Nord Research. Continuando com o bate-papo acerca do universo de Renda Fixa Digital, no podcast, os especialistas destacam para o público quais fatores identificar para uma análise de risco certeira, os motivos para investir nesses tipos de títulos e como iniciar em um novo ramo de investimentos. Além disso, interpretam as questões que ainda afastam o investidor tradicional das novas possibilidades de mercado e defendem a implementação desse investimento: “A Renda Fixa Digital, muito rapidamente, vai perder essa nomenclatura e se tornar uma alternativa dentro da Renda Fixa”, adianta Marco Saravalle. Delduque relaciona a compreensão do que seria a RFD com um relógio: “Ainda existe a versão com ponteiro, mas, em paralelo, já temos o smartwatch. Os dois mostram a hora, mas em um deles é mais fácil e rápido de enxergar”. Uma pesquisa feita pelo MB, em parceria com a Mosaiclab, em uma amostra de 1.020 pessoas, entre 18 e 55 anos, corrobora para este pensamento. O estudo revelou que 65% dos entrevistados consideram comprar criptomoedas, 34% avaliaram fundos de cripto, tokens de renda fixa digital são possibilidades para 29% das pessoas, 20% levam em consideração tokens de equity e 16% não pretendem fazer esse tipo de investimento. Isso demonstra o crescimento de interesse no mercado de tokenização. Os menores custos, transações imediatas, confiabilidade do mercado e acessibilidade do produto – considerando as emissões a partir de R$ 100 – permitem melhores possibilidades de retorno ao investidor final, diminuindo a perda de rentabilidade ao longo do processo com muitos players envolvidos, como ocorre no mercado tradicional. Segundo Marília, a compreensão sobre RFD veio de forma despretensiosa e, atualmente, ocupa um grande espaço nas diversificações de carteira dos seus clientes: “Eu fui almoçar com um amigo, que se propôs a me explicar o que seria esse produto: ‘imagina se a gente não precisasse de nenhum cartório e se todo ativo - físico ou não - tivesse um registro digital, universal e com transferências imediatas?’. Depois de um tempo, eu vi que ter um ativo e transacionar de forma completamente transparente era revolucionário”. Por se tratar de um investimento relativamente novo, é possível considerar as assimetrias de mercado, que se configuram como vantagens e maiores possibilidades de retorno monetário para o investidor que opta por ingressar nesse meio de forma prévia aos demais. Entretanto, no podcast é ressaltado que há cuidados necessários: “A Renda Fixa nada mais é do que uma dívida. Você empresta capital para uma empresa de determinado segmento e ela te devolve dentro de um prazo estabelecido, com juros. A promessa de retorno no final geralmente é proporcional ao risco. Isso funciona como um prêmio: ganha mais quem corre o risco maior. Entretanto, se uma empresa te promete rendimento de 3% ao mês, por exemplo, vale desconfiar”, alerta Delduque. Nesse caso, os convidados apontam que analistas e agências de risco são grandes aliados na jornada do investidor para que exista uma avaliação confiável das variáveis que envolvem cada Renda Fixa. Há, por exemplo, fatores tangíveis, como a análise das receitas das empresas (se existe uma estabilidade entre os anos), o porte da organização, há quanto tempo existe no mercado e o tamanho da dívida que está sendo negociada. Para conferir todas as análises e dicas sobre Renda Fixa Digital, basta acessar o terceiro episódio de Economia Tokenizada. Podcast Economia Tokenizada: próximos episódios O Economia Tokenizada é o podcast realizado pelo MB, que conta com cinco episódios nesta primeira temporada, que são disponibilizados, semanalmente, por meio da plataforma do YouTube, no canal do MB. No próximo episódio, “RWA – A Tokenização Radical e o Novo Mundo na Blockchain”, Fabrício Tota e Bernardo Quintão, Head da LATAM em Backed Finance, discutirão como os ativos do mundo real serão impactados pela tokenização, as finanças descentralizadas e a nova compreensão de posse e propriedade dentro do mundo digital. Fechando a temporada, Reinaldo Rabelo, CEO do MB, e Eduardo Ibrahim, professor da Singularity University e maior referência em Economia Exponencial do país, irão abordar “Como Será o Futuro Tokenizado”, trazendo aspectos sobre a economia exponencial e o futuro do dinheiro sob os efeitos da tokenização, NFT, IA e metaverso, ameaças e desafios, impactos sociais da tokenização (inclusão financeira, acesso à tecnologia, desenvolvimento global e ESG) e como se preparar para esse novo mundo.

  • U4C lança plugin inédito para recebimento de pagamentos pelo Open Finance para plataforma Magento

    No mundo atual, o comércio eletrônico é uma parte essencial da estratégia de vendas de muitas empresas. Dentre as plataformas disponíveis, uma se destaca como líder global: a Magento. São mais de 300 mil lojas utilizando a plataforma. Neste cenário, a U4C, fintech que trabalha com soluções inovadoras no Open Finance, baseadas no Iniciador de Pagamentos (ITP), acaba de lançar o primeiro plugin para Magento do mercado brasileiro para a plataforma. Com o novo plugin, a implantação do meio de pagamento se torna ainda mais fácil, possibilitando que o comércio eletrônico ganhe velocidade no check out reduzindo o abandono de carrinhos. A U4C, instituição de pagamentos autorizada pelo Banco Central e Open Finance, oferece todo o suporte gratuito para a instalação, que é simples e rápida. “O Iniciador de Pagamentos da U4C oferece uma experiência de pagamento surpreendente agregando segurança, integração, facilidade e agilidade de uso para os consumidores, pois reduz as etapas de pagamento de 9 para 3. Com essa solução inovadora, o Magento está se posicionando no centro das últimas tendências em tecnologia financeira, oferecendo aos negócios oportunidades significativas para atrair e converter seus clientes de forma eficiente”, comenta Túlio Iannini, CEO da U4C. O Magento é uma plataforma renomada de comércio eletrônico que oferece uma solução de ponta a ponta para empresas de todos os tamanhos. Sua arquitetura altamente flexível e escalável permite a criação de lojas online personalizadas, oferecendo a experiência de compra ideal para seus clientes. Com uma base sólida de recursos e uma comunidade crescente de desenvolvedores, o Magento tem sido a escolha preferida para muitos negócios em todo o mundo. Uma das vantagens mais notáveis da plataforma é a liberdade e personalização que oferece por meio da construção de plugins personalizados. Com a capacidade de criar soluções sob medida para atender às demandas exclusivas de um negócio, os comerciantes podem elevar sua loja virtual a um novo patamar de funcionalidades e experiências do usuário. Desde integrações avançadas com sistemas externos até melhorias especializadas no processo de checkout, os plugins personalizados no Magento permitem que os lojistas criem uma solução adaptada às suas necessidades específicas.

  • Plataformas de crowdfunding se unem e projetam levantar R$ 20 milhões em 2024

    As plataformas de crowdfunding Angels Wallet, especializada em investimentos em startups, e Osten Invest, direcionada ao mercado de franquias, anunciam parceria estratégica para compartilhar tecnologia e rede de contatos, impulsionando as campanhas de ambas. O anúncio da parceria foi realizado durante o Rio Innovation Week, realizado na primeira quinzena de outubro. Na prática, as plataformas compartilharão tecnologia, experiência, estratégias comerciais e de marketing para incentivar os investidores de ambas a conhecerem as oportunidades da parceira. O acordo pretende ampliar a capitalização nas novas campanhas, levando a captações que somem R$ 20 milhões em 2024. De acordo com Camilla Telles, head da Angels, a parceria é um passo importante para o ganho de mercado da plataforma e a identificação ainda maior de investidores. Fundada em 2022, a Angels Wallet é a plataforma de crowdfunding da VENTIUR Smart Capital, que acelera e investe em startups de todo país. “A parceria com a Osten nos possibilitará construir um portfólio de ainda mais impacto para gerar capital para as startups e ótimas oportunidades aos investidores”, afirma. Para o CEO da Osten, Diego Scalvi, a união das plataformas trará um portifólio ainda mais variado para o público em busca de investimentos alternativos, impulsionando um mercado regularizado e que começa, aos poucos, a se popularizar no país. “As plataformas têm em comum a oportunidade de impulsionar o crowdfunding no país e gerar um crescimento ainda mais acelerado para ambos os lados”, afirma. O início da parceria foi selado com o lançamento de uma nova campanha na Angels Wallet e que conta com a ofensiva comercial da Osten: trata-se de uma rodada de investimento em formato de equity crowdfunding para levantar R$ 400 mil para a startup de gestão de dados de sustentabilidade ESG Now, equivalente a 5% de participação. Os investidores poderão fazer aportes mínimos de R$ 5 mil. Informações completas neste link.

  • Lina Open X recebe importante autorização do Banco Central

    A fintech Lina recebeu autorização do Banco Central para oferecer o serviço de iniciação de pagamentos (ITP). A instituição concluiu todas as etapas do processo de autorização, tornando-se apta a fornecer o serviço de iniciação de transações de pagamento no contexto do Open Finance Brasil. A empresa comemora três anos e se destaca no mercado de tecnologia de Open Finance (que engloba Banking, Insurance & Investments), se diferenciando através de sua atuação estratégica totalmente voltada a atender clientes neste amplo universo, com tecnologia 100% própria e foco nos serviços de infraestrutura tecnológica, sustentação e suporte especializado. Apenas no primeiro semestre de 2023, a fintech dobrou sua carteira de clientes no Open Banking, atingindo a marca de 100% de crescimento, e consolidou sua posição de liderança no Open Insurance, com 30% de participação de mercado. “A licença de ITP nos dá autonomia e flexibilidade para colocar em prática nossa expertise e excelência na criação de produtos digitais, de forma a acelerar a consolidação de casos de uso em conjunto com nossos clientes e parceiros, evidenciar os benefícios e oportunidades dos pagamentos no Open Finance e, com isso, impulsionar o ecossistema como um todo. O mercado está em busca de evidências concretas que ajudem a identificar oportunidades reais de negócios. Queremos ajudar a superar esta barreira e destravar o Open Finance para um conjunto importante de instituições que acredita no potencial do ecossistema, mas ainda encara esta agenda apenas com o viés regulatório", destaca Alan Mareines, CEO da Lina. O que é o ITP (ou Iniciador de Pagamentos)? O Iniciador de Pagamentos, ou ITP (Iniciador de Transações de Pagamento), é um serviço habilitado pelo Open Finance e Pix que permite aos usuários efetuar pagamentos e transferências digitais de maneira segura e rápida, utilizando saldos de outros bancos, tudo por meio de um único canal. Isso possibilita a otimização dos pagamentos online, pois não é mais necessário sair do site ou aplicativo em uso para acessar o banco e realizar um pagamento ou transferência. Essa eficiência é obtida por meio do Iniciador de Pagamentos (ITP), que estabelece uma conexão ágil para recuperar informações de pagamento diretamente da conta do pagador, integrando-as diretamente na plataforma que o usuário está utilizando, simplificando as transações e a jornada de pagamento. Embora os pagamentos instantâneos já estejam disponíveis para os usuários desde o lançamento do Pix, há diversas outras funcionalidades previstas para serem lançadas no contexto do Open Finance. O cronograma de desenvolvimento regulatório estabelecido pelo Banco Central aponta para novas funcionalidades em 2024, incluindo pagamentos recorrentes e em lote utilizando o ITP. “Nós da Lina temos muito orgulho de fazer parte da transformação do setor financeiro brasileiro desde os primeiros passos do Open Finance, movimento que iniciou em 2020 quando o Banco Central, seguindo o exemplo do Reino Unido, introduziu o conceito de Open Banking como parte do seu programa de modernização do sistema financeiro”, conclui o CEO da fintech, Alan Mareines.

  • Mercado Pago lança CDB promocional de Black Friday com rendimento de até 200% do CDI!

    Planejamento, rentabilidade e segurança são palavras-chave quando se trata de organização financeira. Pensando nisso, o Mercado Pago, banco digital do Grupo Mercado Livre, acaba de lançar novas opções de investimento de renda fixa voltada para novos investidores: o CDB promocional com rendimento de até 200% do CDI para novos usuários e o outro CDB promocional com rendimento de até 140% do CDI para usuários do Mercado Pago que ainda não investiram na modalidade. Os novos produtos, que serão lançados em 25 de outubro e ficarão disponíveis durante todo o mês da Black Friday, podem ser adquiridos a partir de R$ 1. O valor máximo do investimento nos CDBs promocionais é de três mil reais e o vencimento é em dois meses. Uma pequena simulação, considerando a taxa de juros atual, se um novo usuário investir R$1.000 no CDB promocional de até 200% do CDI, ao final do prazo do investimento, irá receber R$ 31,40 reais líquidos, 3 vezes a mais do que ganharia no mesmo período com a poupança (que ele ganharia R$ 10,40). “Com o lançamento desses novos produtos, queremos continuar incentivando novos usuários e aqueles que já são clientes do Mercado Pago, mas que ainda não investiram em CDB, a se planejarem financeiramente cada vez mais. Para isso, aproveitamos a força da Black Friday para mostrar que os investimentos podem ser aliados na gestão financeira dos brasileiros em períodos movimentados do varejo”, afirma Ignácio Estivariz, head de Banco Digital do Mercado Pago. Confira como ter acesso ao investimento em CDB pelo app do Mercado Pago: Abra o aplicativo do Mercado Pago e faça login em sua conta; Clique no ícone “Investimentos"; Em seguida, clique em “Investir” e depois em “CDBs”; Selecione um CDB Defina o valor que quer investir, podendo ser a partir de R$ 1,00 e toque em “Continuar”; Confira se está tudo certo com o investimento e valor escolhidos; Aceite os Termos e toque em “Investir”; Pronto! Você investiu seu dinheiro no CDB. Com a aplicação concluída, o usuário pode acompanhá-la pelo app do Mercado Pago, tendo visibilidade sobre os rendimentos e prazos de vencimento. Informações importantes: Os produtos de investimento são ofertados em parceria com a Órama DTVM. Para mais informações sobre o produto, consulte o regulamento para aderir às regras. O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é uma aplicação de renda fixa com baixo risco e com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). As condições descritas neste texto aplicam-se apenas aos investimentos em CDB realizados através do app do Mercado Pago. Para saber as regras, confira os termos e condições do CDB promocional.

  • Como fugir de golpes virtuais e aproveitar as promoções da Black Friday de forma segura

    O comércio online trouxe inúmeras vantagens para os consumidores, tornando as compras mais acessíveis e convenientes. No entanto, à medida que essas práticas se tornam mais comuns, os golpes virtuais também aumentam. Para garantir que suas compras online se tornem mais seguras, é essencial estar ciente dos riscos e adotar medidas para proteger seu dinheiro e sua segurança pessoal. Com a Black Friday se aproximando, as ofertas tentadoras começam a inundar o mundo online, fazendo com que os golpistas enxerguem uma grande chance de se aproveitar da ingenuidade dos consumidores para realizar operações ilícitas. Pensando nisso, Silvia Barbosa, Compliance Officer do Nossbank, indica 6 cuidados que todos precisam tomar na hora de realizar compras através da internet. Confira: Verifique as recomendações e reputação do varejista Faça uma pesquisa sobre a reputação da empresa. No buscador da internet tente fazer a pesquisa com combinações de palavras, combinando, por exemplo, o Nome da Loja + reputação", "Nome da Loja + reclamação", "Nome da Loja + Black Friday". Use conexões seguras Certifique-se de que o site seja seguro e verifique se há um cadeado na barra de endereços antes de inserir seus dados. Desconfie de valores muito baixos Durante a Black Friday são esperadas promoções e preços baixos. Mas, se o valor do produto for muito abaixo do mercado, desconfie. Avalie os valores do mesmo produto em outros sites e lojas para saber a média do mercado. Proteja as informações pessoais Não compartilhe informações pessoais como nome, CPF, telefone e, principalmente, informações financeiras em sites que você não conhece. Na dúvida, faça uma busca na internet pelo nome da loja e compare os links. Pagamentos por PIX Se quem é o vendedor é uma Pessoa Jurídica (loja), desconfie se a chave PIX, estiver vinculada a uma Pessoa Física. Na dúvida, questione o vendedor. Notas fiscais Só compre em locais que fornecem notas fiscais. Vale lembrar que também é importante verificar se a empresa existe. No site da Receita Federal é possível consultar pelo CNPJ, a localização da empresa e checar outros dados para comparar com o que está na nota. A Black Friday é uma ótima oportunidade para economizar, mas a sua segurança deve ser prioridade. Ao seguir essas dicas e permanecer atento, você estará preparado para proteger sua privacidade e seu dinheiro, aproveitando uma experiência de compra online segura e tranquila. No entanto, sabemos que, em um cenário tão dinâmico, a segurança não é responsabilidade apenas dos consumidores, por isso, o Nossbank, como instituição financeira, preza acima de tudo pela proteção de seus clientes contra golpes e fraudes, com compromisso de garantir que suas informações pessoais e financeiras estejam sempre protegidas.

  • Mercado Bitcoin lança ativo tokenizado em parceria com a Safira Energia

    O Mercado Bitcoin (MB) anuncia nesta sexta-feira (27), a listagem do token Safira - EN05 (RFDEN05), que corresponde à antecipação de fluxos financeiros oriundos de operações de Comercialização de Energia. O lançamento é equivalente ao maior volume tokenizado na categoria de Renda Fixa Digital de Energia, atingindo R$ 15 milhões. Até o momento, o MB havia lançado o montante total de R$ 18 milhões. A novidade é resultado de uma parceria entre o MB e o Grupo Safira, conglomerado que atua no Mercado de Livre de Energia, sendo uma das principais comercializadoras independentes no ramo, e que já atendeu uma base de mais de 2 mil clientes e, apenas em 2022, teve uma receita de mais R$ 670 milhões. Da categoria Bovespa Mais Nível 2, o Grupo Safira atua no segmento há mais de 15 anos, em todas as frentes relacionadas à geração, gestão, inteligência de mercado, comercialização e consultoria em energia elétrica. E, como uma das principais comercializadoras de energia, permite, através da tokenização, a democratização do acesso a investimentos em um dos setores mais sólidos do país, o de energia. Com previsão de pagamentos semestrais, a rentabilidade estimada é de até CDI + 2,5% ao ano. Com isso, a Renda Fixa Digital Energia 05 chega ao mercado como uma oportunidade para as pessoas interessadas participarem do setor de energia. A inclusão do token na plataforma do MB representa uma nova opção de investimento, possibilitando o apoio aos recursos necessários para o Grupo Safira continuar a investir em seu modelo de negócios inovador baseado no conceito EaaS (Energy as a Service). A empresa concentra seus esforços no mercado de varejo pulverizado e em larga escala, expandindo-se para entregar soluções customizadas aos clientes dos mercados livre e regulado, tornando a energia limpa e renovável acessível de forma digital. Além disso, o Grupo Safira mantém seu compromisso constante com a expansão, tanto na geração distribuída quanto na centralizada, oferecendo oportunidades de crescimento e retorno para os investidores do MB. “Os entusiastas de energias alternativas podem aproveitar esse momento para investir em um novo token de mercado, com toda a segurança e expertise do MB em tokenização. A Safira possui compromisso com a governança corporativa e a transparência. Por isso, estamos felizes em anunciar mais uma Renda Fixa Digital como um ativo que une duas empresas que estão alinhadas quanto às questões de responsabilidade com os clientes, rentabilidade e inovação, ajudando a compor o nosso portfólio de mais de 130 ativos tokenizados já lançados”, afirma Vitor Delduque, diretor de Negócios da unidade MB Tokens. Vale mencionar que o token estará disponível a partir de outubro de 2023, e pode ser adquirido pelo valor inicial de R$ 100. Os ativos digitais serão lançados com utilização da Blockchain, via ERC-20, que padroniza funções de smart contracts e podem ser utilizados para diversas aplicações. MB e Real World Assets (RWA) O MB foi pioneiro no Brasil ao ser o primeiro a tokenizar RWA, tendo já ultrapassado a marca de mais de R$ 450 milhões de ativos tokenizados em mais de 130 tipos de aplicação e com um volume de transações de mais de R$ 30 milhões no mercado secundário. A plataforma, em colaboração com uma rede de mais de 50 escritórios parceiros de assessoria de investimento, já atendeu mais de 50 mil clientes. Com 10 categorias distintas de ativos tokenizados, o MB também foi a primeira exchange a lançar um utility token de matrícula inédito, com possibilidade de venda no mercado secundário, em parceria com uma das maiores redes de academia do país. Na Europa, através do MB Portugal, a marca foi a primeira exchange a oferecer tokens de crédito privado por meio dos 15 ativos lançados na região e que já registraram mais de R$ 6 milhões em transações. "Oferecemos oportunidades de investimento que podem render até três vezes mais em comparação aos investimentos tradicionais em Portugal, por exemplo. Além disso, somos um Digital Investment Banking que facilita o acesso ao mercado de capitais para pequenas e médias empresas, realizando operações em semanas, diferentemente do mercado tradicional, que leva entre três e seis meses”, explica Delduque.

  • Vasco e Mercado Bitcoin usam Inteligência Artificial para criar camisas inéditas

    O Vasco da Gama e o Mercado Bitcoin (MB) se uniram em uma ação para homenagear o torcedor vascaíno, que investe tudo de si em seu time do coração. Com a ajuda da Inteligência Artificial (IA), duas camisas inéditas foram criadas para celebrar todo esse amor investido. O público pode participar escolhendo sua versão favorita entre 27 de outubro e 3 de novembro, neste link. Para participar, é preciso preencher o formulário na página oficial da campanha, votar na camisa favorita e ir ao jogo do Vasco x América-MG, que será realizado no dia 12 de novembro, para retirar a camisa vencedora no estande oficial do MB, em São Januário, no estádio do Gigante da Colina. Serão apenas 500 camisas disponíveis para resgate. “Nossa parceria com o Vasco da Gama já vem se consolidando de forma duradoura e esse projeto para homenagear os torcedores do Gigante da Colina possibilitou executar uma estratégia com foco em diversidade e a representatividade e que usa como recurso de criação das novas camisas, o que mais conecta o MB ao Vasco - a inovação. Além disso, a iniciativa também contribui para levar educação financeira para as categorias de base e colaboradores”, diz Inaiara Florêncio, diretora de Branding, Content e Influência do MB. Para desenvolver o design das camisas, três programas de Inteligência Artificial foram utilizados para alimentar uma quarta IA com informações de momentos importantes da história do Vasco e inspirações marcantes dos uniformes. A primeira versão, nomeada “Cruz da Resistência” foi alimentada com as histórias de glórias, lutas e vitórias dos anos de 1923, 1924 e 1927, que marcam o ano do primeiro título carioca da equipe, a Resposta Histórica e a Inauguração de São Januário, respectivamente. O resultado foi o símbolo de amor que todo vascaíno carrega no peito. A outra opção, chamada de "Camisas Negras 2.0", resultou em uma releitura da camisa usada em 1923 pelo icônico elenco do Vasco, formado por negros e operários, que marcou a história do futebol brasileiro. A campanha “Muito Amor Investido” foi idealizada pela Gana, agência de publicidade full service e parceira do MB, que desenvolveu toda a campanha e deu vida para o conceito e produção das camisas. “Nós pensamos nas camisas como uma forma de homenagear e recompensar os torcedores que investem tempo, dinheiro, amor e dedicação em seu time do coração, e de investimento, o MB entende, além de ser uma marca nativa digital, que sempre foi pioneira em diversos movimentos tecnológicos dentro do seu segmento. Com isso em mente, tivemos a ideia de trazer a Inteligência Artificial como um ativo para o processo de criação das camisas e reforçar o que está no DNA do MB. Utilizamos programas como o MidJourney, ChatGPT e o Runaway no processo criativo, aliado à pesquisas de momentos significativos para o clube, que são valiosos, também, para os torcedores”, conta Ary Nogueira, Co-fundador e Co-CCO da Gana. Vasco Token A relação do MB com o Vasco não é de hoje. Tudo começou em 2020, a tokenizadora lançou o Vasco Token (MBVASCO01), representação digital de partes de direitos do clube ao mecanismo de solidariedade da Fifa, que garante porcentagens financeiras em relação às transferências (nacionais ou internacionais) de jogadores formados na base do time. Na prática, isso significa que, a cada transferência de jogadores como Philippe Coutinho e Douglas Luiz, quem possui o Vasco Token é remunerado com uma parte do valor da transação. Vale lembrar que o pagamento referente aos atletas atuantes na Europa é, geralmente, realizado em Euro, o que tende a valorizar o negócio frente à moeda brasileira. Ainda, existem cláusulas de performance para alguns jogadores, que podem resultar em pagamentos extras pelos clubes e, consequentemente, para quem investe no Vasco Token. Ano passado, a parceria de patrocínio ao clube incluiu, além da exposição do MB na camisa do time profissional masculino e do Sub-20 de futebol, a contribuição com o projeto DIGIVASCO, com o eSports. Para adquirir o MBVASCO01, basta abrir uma conta na plataforma do MB e negociar o ativo, neste link.

  • Estudo da ABCripto mostra dados surpreendentes sobre empresas que operam criptoativos no Brasil

    Quase 70% das empresas que operam com criptoativos no Brasil aguardam a publicação das regras para autorização de empresas pelos reguladores do mercado financeiro, enquanto 32% já possuem outros tipos de licença para operação no setor (Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários e Superintendência de Seguros Privados, entre outras). Os dados estão no relatório Criptoeconomia no Brasil 2023, levantamento inédito da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto), que traz um panorama do mercado no país. O relatório identificou que o mercado brasileiro possui uma ampla diversidade na com atuação no setor cripto: instituições de pagamento (IP, 14%), sociedades de crédito direto (SCD, 2%), gestoras de recursos (5%), plataformas de crowdfunding (6%) e outas atividades sujeitas à regulação da CVM (10%) e do Banco Central (6%). Produzido pela ABcripto, com coordenação técnica de Tiago Severo, diretor jurídico da ABCriptoe do professor e advogado Isac Costa, o levantamento tem como objetivo contribuir para entender o mercado e dar subsídios para a construção de diretrizes do setor do ponto de vista de negócios e regulatório. “O censo nos traz um cenário mais concreto das características da criptoeconomia no Brasil, o que é muito relevante no atual momento de avanços de tecnologia e discussões regulatórias", explica o diretor presidente da ABcripto, Bernardo Srur. O relatório tem um papel relevante de contribuir com a disseminação de informações sobre o setor, em crescimento no âmbito nacional e internacional. Além disso, o censo reitera o papel da ABcripto como sociedade civil organizada e atuante no setor no Brasil. “A ideia é promover informação de qualidade, de forma oportuna, do que é o mercado nacional e como ele se organiza”, avalia Tiago Severo. O diretor jurídico da ABcripto conta que o estudo nasceu a partir de diálogos institucionais com as autoridades brasileiras e estrangeiras, que tinham a necessidade de conhecer mais o setor do ponto de vista de sua estrutura funcional e intersecções com o sistema financeiro global. “A partir da evolução das discussões do PL 2303/25, no Congresso, e de diálogos institucionais nos últimos dois anos, entendemos que seria importante se fazer um recorte do mercado pré-edição da primeira legislação para que se pudesse aferir os primeiros efeitos de regulamentação do setor no Brasil; com isso, poder participar ativamente, e de forma colaborativa, da estruturação da primeira camada de regulação”, reforça. Os dados do relatório trazem insumos importantes sobre a criptoeconomia no Brasil em 2023 em quatro dimensões: perfil das empresas, serviços oferecidos, atividade e atuação em compliance. A partir desse mapeamento, segundo Isac Costa, é possível observar que há uma predominância das empresas voltadas para a oferta de serviços de intermediação, o que mostra o interesse ainda focado na negociação de criptoativos e outros ativos virtuais. Costa explica, ainda, que há duas grandes frentes: as startups e microempresas, nativas do Brasil e em rota de crescimento; e as grandes empresas já estabelecidas no mercado, nacionais e estrangeiras, que estão criando linhas de negócio voltadas para o mundo cripto. O diretor presidente da ABcripto destaca que as informações da pesquisa são de interesse geral do mercado. “Estamos falando de empreendedores, investidores, instituições financeiras, profissionais e, sobretudo, das autoridades brasileiras que desejam compreender os modelos de negócios e os riscos associados, para estabelecer regras para a tutela da estabilidade financeira, do desenvolvimento econômico e da proteção dos investidores e consumidores desses serviços", afirma. O levantamento está disponível para download em português e inglês. Principais achados do censo De acordo com o levantamento, que mapeou o perfil das empresas de criptoeconomia no país, 79% das empresas no país atuam na área de intermediação (negociação, mesa de operação, distribuição e market making) e 62% atuam em infraestrutura (liquidação, cripto as a service, custódia, moeda eletrônica e câmbio). Das empresas participantes do censo, 27% atuam com tokenização, sendo 14% no Brasil e 10% no exterior. 94% dos respondentes são constituídos no Brasil e 55% declararam que são microempresas ou empresas de pequeno porte. 63% das empresas processaram volume financeiro inferior a R$100 milhões no último exercício e 8% acima de R$ 5 bilhões. 40% foram constituídos há mais de cinco anos (antes de 2018); 6% declararam que sua constituição ocorreu em 2023 e, durante o período da pandemia, entre 2020 e 2022, foram constituídos 49% dos participantes. 25% são controlados por holding no Brasil; 25% no exterior; 16% das empresas possuem, no grupo de controle, instituições autorizadas pelo Banco Central ou pela CVM; 10% possuem participantes estrangeiros ou fundos de investimento. Já 40% das empresas têm um controle mais simples, com pessoas naturais ou sociedades operacionais no seu quadro social. 32% possuem algum tipo de licença/autorização para operação cedida pelos órgãos reguladores brasileiros (Banco Central, CVM, SUSEP instituições de pagamento, crowdfunding, etc), enquanto 68% não possuem e aguardam regulação do Banco Central ou CVM.

  • Mercado Bitcoin lança MB Prime Services, plataforma de negociação e custódia de criptoativos

    O MB (Mercado Bitcoin), maior exchange de ativos digitais da América Latina, anuncia o lançamento do MB Prime Services, plataforma de negociação e custódia de criptomoedas focada no mercado institucional. A novidade possibilita que players institucionais (fundos, gestoras, instituições financeiras) comprem diretamente criptomoedas no MB, sem precisar mais exportar esse tipo de serviço. Isso representa uma série de vantagens, como redução de custos, maior segurança e eficiência operacional. Com menos de duas semanas no ar, o MB Prime Services já fechou seus dois primeiros contratos, sendo um deles com a gestora de fundos Investo, que usou seus próprios recursos para a transação. O lançamento está alinhado à Resolução 175 da CVM, que entrou em vigor no início deste mês, e que passou a permitir aos fundos multimercados brasileiros a compra de criptomoedas em exchanges reguladas, sem a necessidade de aplicação indireta por meio de veículos offshore. A regra prevê a composição máxima de até 10% para investidores de varejo, 20% para qualificados e 100% para profissionais. "Com o MB Prime Services, estamos estabelecendo uma ponte sólida entre o mundo dos ativos digitais e o mercado financeiro convencional. A proposta do MB Prime Services é aproximar a experiência de negociação, custódia e controles de criptoativos ao que os gestores e administradores já estão acostumados no mercado tradicional, proporcionando a segurança e eficiência que os investidores institucionais demandam. Esta iniciativa é um reflexo da crescente demanda por tokenização no cenário global e da importância de oferecer soluções robustas para atender a essa tendência", diz Naasson Ferreira, diretor Comercial do MB. O MB Prime Services oferece uma gama de atributos, incluindo: Atendimento personalizado e prioritário; Acesso a mais de 200 ativos em order book +1000 via OTC; Custódia centralizada no MB ou via integração com custodiantes terceiros; Relatórios gerenciais com extrato de movimentações, posições e controle de acessos. O lançamento do MB Prime Services também é impulsionado pela gradativa adoção global de criptomoedas. Pesquisas mostram que no segmento de ativos digitais o que mais tem despertado interesse dos institucionais são ETFs e criptomoedas. Corrobora para isso os recentes pedidos de autorização de grandes players para emissão de ETFs cripto (como é o caso do ETF de bitcoin) junto à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, a SEC. "Para se ter uma ideia da crescente procura institucional por criptomoedas, somente o setor de custódia de ativos digitais atingiu a marca de US$ 447,9 bilhões em 2022, segundo relatório conduzido por PricewaterhouseCoopers (PwC) e Aspen Digital. E com o lançamento do MB Prime Services, o Mercado Bitcoin está preparado para atender a essa demanda notável, oferecendo uma solução robusta e segura para clientes institucionais", diz Thiago Fagundes, head de Sales Latam do MB.

  • ABCripto e SP Negócios firmam acordo para transformar São Paulo em um hub da criptoeconomia no país

    A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) e a São Paulo Negócios (SP Negócios), agência de promoção de investimentos e exportações do município, assinaram, nesta quarta-feira (25), um acordo de cooperação técnica para o desenvolvimento de atividades de estímulo à competitividade e ao desenvolvimento tecnológico e econômico da capital paulista. A parceria visa contribuir com a realização de iniciativas e programas de aceleração para impulsionar novos e potenciais investidores no setor de tecnologia. O intuito é promover o desenvolvimento de negócios por meio de eventos e programas de incentivo para o crescimento da criptoeconomia, bem como de atividades educacionais. Dados do Banco Central indicam que a cidade concentra 58% das instituições financeiras do Estado, e 18% do país. Além disso, a capital paulista abriga 3 das 4 empresas do Sandbox regulatório da Comissão de Valores Imobiliários (CVM), e a região metropolitana de São Paulo concentra 64% das empresas inseridas no DREX (Real Digital). Para Bernardo Srur, diretor-presidente da ABcripto, o acordo estabelece segurança e renova o progresso da criptoeconomia em São Paulo. “O acordo com a SP Negócios é um novo marco para o setor na capiptal paulista, que tem forte presença na economia nacional. Nossa parceria tem como missão movimentar ainda mais a economia da cidade por meio de estudos e relatórios sobre desenvolvimento econômico e o ecossistema de inovação da capital paulista”, comenta Srur. A SP Negócios, agência de promoção de investimentos e exportações da cidade de São Paulo, atua junto à Prefeitura da capital paulista para a melhoria do ambiente de negócios e a atração de investimentos para o município. Entre as atividades da agência, está a realização de ações de indução setorial, por meio de eventos de escuta ativa, produção de estudos e o estímulo a iniciativas conjuntas entre o setor público e privado, que inclui o acordo firmado com a ABcripto. “Temos uma série de ações e estudos em andamento para o setor cripto, olhando para o mapeamento de oportunidades, apoio a eventos e comunicação direcionada ao público. A parceria com a ABcripto vai nos dar força para avançarmos na transformação de São Paulo em um hub da criptoeconomis”, destaca Michael Cerqueira, diretor de Novos Negócios e Inovação da SP Negócios. Com a cooperação, as entidades preveem a participação das empresas paulistanas e parceiras da SP negócios em ações nos eventos e programas desenvolvidos pela ABCripto que estimulem a inovação, desenvolvimento de negócios e atração de investimentos em prol do desenvolvimento financeiro da cidade.

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