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- O Pix impulsionou a economia brasileira em 2023 e deve manter a mesma importância em 2024
Com mais de 33 bilhões de transações realizadas em 2022, o Pix lidera o ranking de meios de pagamentos, superando a somatória dos demais meios de pagamento, que juntos, totalizaram quase 21 bilhões de transações, como informado pela Febraban no primeiro trimestre. O Pix por sua vez, acabou impulsionando mercados e inclusão de mais de 70 milhões de pessoas, que nunca haviam realizado uma transferência de dinheiro anteriormente. De acordo com o relatório Focus, também do Banco Central, o crescimento da economia brasileira será de 2,92% em 2024, e a taxa Selic, também conhecida como taxa básica de juros, pode chegar aos 9%, menor índice desde outubro de 2021, quando era 7,75%. Este cenário permitirá, em tese, a abertura de mais linhas de crédito no país no ano que vem. “A perspectiva positiva para a economia brasileira em 2024 com certeza impulsiona ainda mais a utilização do Pix pelos cidadãos do país. Além disso, com a chegada do Pix automático e crédito, existirão ainda mais opções para pagamento utilizando o Pix”, explica Orli Machado, CEO da C&M Software, primeira empresa a ser autorizada pelo Banco Central a ser uma provedora de serviços de tecnologia da informação no âmbito do SPB desde 2002. Importância do Pix para a economia brasileira aumenta a cada ano Mais do que apenas um instrumento de pagamento, o Pix tornou-se um aliado das diversas classes sociais e empresas presentes no país. De acordo com os dados mais recentes do Banco Central, o Brasil possui mais de 650 milhões de chaves Pix cadastradas - até agosto de 2024, sendo que apenas 5% deste está vinculada a CNPJ. Mesmo com um ticket médio amistoso de R$427,00, o Pix movimenta por mês cerca de R$1 trilhão na economia brasileira. Substituindo os modelos clássicos de pagamento na preferência do consumidor nacional, como o boleto bancário, as transferências por DOC e TED, além dos cartões de débito e crédito, o Pix reforça ao passar de cada ano a sua importância significativa na rotatividade do dinheiro no país. Somente no último ano, o Pix transacionou 11 trilhões de reais, 5x maior que o segundo colocado, o cartão de crédito. “A tendência é que o Pix continue a crescer em 2024, batendo novos recordes. Isso se deve ao aumento do uso do sistema por pessoas físicas e jurídicas. O Pix é uma forma de pagamento rápida e segura, que beneficia a economia brasileira, pois aumenta a circulação de dinheiro e estimula o consumo. Além disso, novos produtos estão sendo desenvolvidos para facilitar o uso do Pix por empresas, o que deve reduzir ainda mais o uso de boletos”, afirma Orli. Como o mercado enxerga a perspectiva para 2024? Nos últimos anos o mercado, conjunto de escritórios, empresários e todo o bloco que envolve qualquer tipo de ativo que possua valor financeiro, ganhou influência direta na política nacional, assim como tinha antes em diversos setores do país e o Pix também passou a ser um objeto importante nas transações e investimentos realizados. Diante deste cenário, a perspectiva do mercado sobre o futuro da economia nacional é considerada importante dentro do atual momento vivido no país e inclusive influencia nas decisões do legislativo brasileiro. “Com todos os acontecimentos recentes do mundo, é difícil prever o desempenho para 2024, mas é possível que se tenha surpresas positivas para o país, com mais cortes de juros e maior aporte por parte dos investidores”, explica Paulo Cunha, CEO da iHUB, um dos escritórios de investimentos mais promissores no Brasil, de acordo com a XP.
- Fintech Koin adere ao Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas
A Koin, fintech que traz soluções financeiras de “Buy Now, “Pay Later”, aderiu ao Desenrola Brasil, programa do Governo Federal para renegociação de dívidas. Os valores podem ser pagos à vista ou parcelados em até 60 meses, com juros de até 1,99% ao mês. As propostas já estão disponíveis na plataforma e os descontos podem chegar a 95%. Segundo a Koin, mais de 47 mil clientes possuem dívidas que se enquadram na faixa estipulada. “A pandemia impactou negativamente a vida financeira de milhões de brasileiros. O programa Desenrola dá a oportunidade para a população de se reorganizar financeiramente e ter o tão sonhado "nome limpo"”, destaca Raphael Valente, CRO da Koin. Para o executivo, com mais brasileiros com suas finanças organizadas, há um impacto positivo na economia, aumentando o crédito, a produção e as vendas do comércio, trazendo benefícios para a população. “O Desenrola é uma excelente oportunidade de retomada para os que passaram por momentos difíceis, e estamos fazendo nossa parte ajudando nossos clientes com grandes vantagens”, reforça o CRO. Durante o mês de outubro, clientes com o nome negativado, que ganham até dois salários mínimos (R$ 2.640), ou estão inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) do Governo Federal, podem negociar seus débitos de até R$ 5 mil via Portal Desenrola: https://desenrola.gov.br/home. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), até 29 de setembro foram renegociados R$ 15,8 bilhões em dívidas. Iniciada em 9 de outubro, essa é a terceira etapa do programa, que vai oferecer R$ 126 bilhões em descontos e poderá beneficiar mais de 32 milhões de brasileiros.
- Núclea ingressa na ABCripto e reforça atuação na área de ativos digitais
A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) celebra a chegada da Núclea, tech company provedora de infraestrutura financeira, que recentemente intensificou sua atuação no mercado de tokenização, como nova associada. Esse passo é um marco para a Associação, para a empresa e seu comprometimento com um setor em franco crescimento, alinhando-se às suas participações no Projeto Piloto do DREX (Real Digital) e no Grupo Técnico da FEBRABAN sobre a CBDC (Moeda Digital de Banco Central, o DREX) brasileira. Para a Núclea, o ingresso na ABCripto vai em linha com o olhar de futuro da empresa. "Foi um caminho natural para nós ingressarmos na ABcripto, especialmente considerando a evolução da economia digital no País e a direção estratégica que estamos seguindo para os próximos anos", explica César Kobayashi, Gerente-Executivo de Tokenização da Núclea. A ABcripto desempenha um papel vital no Brasil, centrando sua atuação em três pilares: políticas públicas e privadas, educação e dados de mercado, sendo o principal canal entre reguladores, governo e entidades do setor de criptoeconomia. Para Bernardo Srur, diretor-presidente da ABcripto, o ingresso da Núclea também reflete o compromisso contínuo da entidade em promover a adoção inovadora e segura de ativos digitais. “A associação e a criptoeconomia brasileira tem muito a ganhar com essa nova parceria. A Núclea cria novas oportunidades de transações por meio da tokenização de ativos e tecnologia blockchain, que traz novas frentes de conexão entre diferentes players e prestadores de serviços financeiros, assegurando alta escala ao setor”, destaca Srur. A Núclea está em momento de pleno crescimento do seu espaço no cenário financeiro, almejando ser uma referência em ativos digitais. Essa transição foi evidenciada quando a empresa iniciou um processo de RFP (Pedido de Proposta), por meio do qual buscou estabelecer uma parceria tecnológica sólida em blockchain. Para essa nova empreitada, aproximadamente 20 renomados provedores de tecnologia foram chamados a apresentar propostas. “Temos nos posicionado de forma estratégica no tema de tokenização. Sabemos da importância das empresas se adaptarem às novas tecnologias que surgem e buscamos sempre inovar em desenvolvimentos que englobem a tokenização; uma prova disso está no tema de ativos digitais onde estamos inseridos nesse novo contexto do DREX”, completa Kobayashi. O movimento é condizente com a história de inovação da empresa. Enquanto CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos), participou da criação e implantação de TED e DOC, Boletos e outros avanços importantes para a economia brasileira. A nova área de tokenização, criada em 2023 pelo CEO, André Daré, visa justamente acompanhar a evolução da economia digital no País.
- Mercado Pago ultrapassa 2,5 milhões de consentimentos de compartilhamento de dados no Open Finance
Cada vez mais os brasileiros estão percebendo os benefícios do Open Finance. Como resultado desta evolução, o Mercado Pago, banco digital do Grupo Mercado Livre, ultrapassou mais de 2,5 milhões de consentimentos de compartilhamento de informações. De acordo com Patrícia Leal, diretora de inovação em pagamentos do Mercado Pago, esse marco é resultado de todo o trabalho que o banco digital tem feito desde o início dessa agenda para incentivar o avanço do Open Finance, orientando os usuários sobre a importância do consentimento e traduzindo-os benefícios para os consumidores. “Sempre acreditamos no poder do Open Finance em empoderar financeiramente os brasileiros, permitindo que as pessoas sejam verdadeiramente donas do seu histórico financeiro e com isso tenham acesso a melhores condições em serviços financeiros”, afirma Patrícia. “E os brasileiros já percebem as vantagens do compartilhamento de dados em situações como ofertas de crédito, por exemplo”, complementa. De acordo com a executiva, o Open Finance tem sido um grande impulsionador da democratização do crédito. “Para se ter uma ideia, 80% da originação do crédito de novos vendedores no Mercado Pago já é resultado de análise de dados compartilhados via Open Finance”, conta. “Estamos cada vez mais usando tecnologias como Machine Learning e Inteligência Artificial Generativa para ter agilidade no tratamento dos dados compartilhados, utilizando essas informações para oferecer melhores condições em crédito e oferecer serviços personalizados aos nossos clientes”, ressalta. Outro ponto importante que estimula o aumento dos consentimentos pela população é a segurança do ecossistema. “Existe muita segurança para a realização de transações via Open Finance, já que para uma instituição participar do sistema é necessário obter uma licença do Banco Central e cumprir todos requisitos de segurança exigidos na respectiva regulação. Ainda segundo a executiva, tão importante quanto o desenvolvimento de novos produtos com base no Open Finance, é comunicar os brasileiros sobre a importância do consentimento, bem como que esse consentimento precisa de renovação. “O consentimento de compartilhamento de dados tem um prazo máximo de 12 meses. Passado esse período, o usuário precisa refazer o processo de autorização de compartilhamento de informações”, explica. “Neste ano ainda devemos ter uma evolução positiva na forma de renovação, com menos atrito para o usuário. Ou seja, deixando o procedimento simplificado”, finaliza. Vale ressaltar que o Mercado Pago comunica antecipadamente seus usuários sobre a renovação de consentimento de compartilhamento de dados.
- StackSpot é a nova parceira da Creditas para potencializar ainda mais a gestão em nuvem da fintech
A Creditas, fintech líder em soluções financeiras na América Latina , fechou uma parceria com a Zup Innovation para potencializar, acelerar e tornar ainda mais eficiente a sua gestão de consumo de nuvem com base na plataforma StackSpot. A partir deste mês, a fintech passa a contar com todo o portfólio de soluções da ferramenta, o que inclui produtos e serviços integrados que trazem recomendações de boas práticas para redução de custos e definição de padrões de confiabilidade, resiliência e automação, que podem ser aplicados conforme a necessidade de diferentes negócios e segmentos. Além disso, como parte da parceria, a Creditas poderá ter acesso às soluções da plataforma ainda em fase de desenvolvimento, como produtos baseados na disciplina de Inteligência Artificial Generativa, por exemplo. "A tecnologia embarcada da StackSpot, na solução de PaaS da Creditas, suporta e habilita o crescimento escalável, seguro e padronizado das nossas aplicações, com redução exponencial do nosso time to market. Isso possibilita um cenário de maior valor agregado ao nosso negócio e uma melhor experiência ao nosso cliente interno e externo”, afirma Patricia Batagello, Diretora de Engenharia de Soluções da Creditas. “A StackSpot oferece uma plataforma completa, segura e de fácil utilização, capaz de reduzir a carga cognitiva de times de tecnologia no provisionamento e monitoramento de infraestrutura. Com essa parceria, temos a missão de facilitar processos, otimizar custos e ampliar ainda mais a resiliência das soluções oferecidas pela Creditas”, atesta Bruno Pierobon, CEO e co-founder da Zup Innovation, empresa que desenvolve a StackSpot. Lançada em junho de 2023, a StackSpot é uma ferramenta com foco em facilitar e simplificar operações na nuvem e a tomada de decisões tecnológicas, com produtos que endereçam aspectos de segurança, governança, eficiência, confiabilidade, velocidade e automação. Os serviços oferecidos pela plataforma ainda possuem integração com a nuvem da AWS, oferta de nuvem mais abrangente e amplamente adotada do mundo, e suas ferramentas são capazes de impulsionar e simplificar a competitividade habilitada pela infraestrutura. A parceria acompanha a tendência do mercado de investir na eficiência dos serviços utilizando plataformas em nuvem para melhorar seus negócios.
- Cumbuca e Pismo fecham parceria para transformaro mercado de gestão financeira no Brasil
A Cumbuca, primeira startup a trabalhar o conceito de “finshare” - finanças compartilhadas - no Brasil, escolheu a plataforma Pismo para otimizar a gestão de contas de usuários e o processamento de cartões de pagamento. Ainda que a prática de dividir despesas seja comum, o processo tende a ser algo informal. Com uma plataforma que permite a divisão de despesas entre grupos, casais, famílias e amigos podem administrar os recursos de forma compartilhada, com permissão de movimentação conjunta. “Apesar de o conceito ser amplamente conhecido, a gestão de uma conta dessas é complexa. Nós buscamos uma solução tecnológica que fosse capaz de proporcionar excelente experiência para o usuário, segurança para nossas operações e flexibilidade para a criação de produtos inovadores", afirma Daniel Ruhman, fundador e CEO da Cumbuca. A empresa adotou a plataforma Pismo para gerenciar as contas dos usuários e processar as transações financeiras. "Escolhemos a Pismo pela facilidade de construir fluxos financeiros complexos, de forma moderna e flexível, com uma estrutura que também é utilizada por grandes instituições”, diz Ruhman. A integração da plataforma Pismo com os demais sistemas da Cumbuca foi feita em tempo recorde. Em três meses, as equipes técnicas das duas empresas migraram as contas existentes e unificaram os sistemas de processamento de cartões. Desde que o processo foi concluído, em dezembro de 2022, a plataforma nativa em nuvem e baseada em microserviços da Pismo cresceu as transações em mais de 600% ao mês. “A Cumbuca oferece um serviço único, que vai facilitar a vida de todos nós que compartilhamos despesas. A finshare está iniciando uma nova modalidade bancária no país, que só é possível graças ao Open Finance. Estamos honrados por fornecer a plataforma que permite que as operações da Cumbuca sejam descomplicadas e ágeis”, afirma Ricardo Josua, cofundador e CEO da Pismo. Em agosto deste ano, a finshare captou 15 milhões de reais em uma rodada de investimento seed liderada pelo fundo Lightspeed Venture Partners. A captação deve acelerar o desenvolvimento de soluções que facilitem ainda mais a divisão de despesas entre os brasileiros. A empresa também conquistou a licença do Banco Central do Brasil para operar como Instituição de Pagamento (IP) na modalidade Iniciador de Transação de Pagamento (ITP). Com essa licença, a startup se torna a primeira ITP brasileira puramente B2C – que oferece os seus serviços diretamente aos consumidores, não a outras companhias. Até o fim do ano, a Cumbuca deve contar com a Pismo para realizar a integração da sua operação de cartões de pagamento e a posterior tokenização desses cartões para uso em carteiras digitais como Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay.
- PeerBr emite mais de R$ 18M em tokens de recebíveis, após aprovação recorde da CVM
A PeerBr, fintech de tokenização do Grupo GCB, emite R$ 18,5 milhões em tokens de recebíveis no primeiro dia após receber a aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para operar campanhas de crowdfunding. O resultado é um marco significativo para a empresa que busca democratizar o acesso aos investimentos que antes só estavam disponíveis para investidores profissionais. E prova disso é que dentro da plataforma é possível fazer aportes, em ativos variados, a partir de R$ 10. A primeira emissão da PeerBr, como plataforma de crowdfunding, inclui R$ 10 milhões em recebíveis mercantis com foco em PMEs, R$ 1 milhão em recebíveis precatórios do Estado de São Paulo, R$ 3,8 milhões em recebíveis judiciais e R$ 3,5 milhões em recebíveis do agronegócio estruturados. Todos esses tokens foram registrados usando a blockchain Gnosis. Gustavo Blasco, CEO do Grupo GCB, expressou seu entusiasmo, afirmando: "Ter processado com sucesso R$ 18,5 milhões no primeiro dia é de extrema importância. Essa conquista destaca nosso compromisso em expandir o acesso aos mercados financeiros." O pedido de licença de crowdfunding foi protocolado pela GCB em colaboração com a Associação Brasileira de Criptoeconomia (Abcripto), seguindo a posição da CVM sobre a emissão de tokens de renda fixa conforme descrito na Circular nº 6. Essa orientação exige que a venda desses tokens seja conduzida por meio de uma plataforma de crowdfunding apoiada por uma empresa de securitização. Bernardo Srur, presidente da Abcripto, comemorou o curto prazo de apenas 15 dias para a aprovação da licença de crowdfunding pela CVM. "Foi uma das aprovações mais rápidas que vimos. Acreditamos que é um prazo excelente, e a parceria entre Abcripto e CVM contribuirá para o crescimento da criptoeconomia no Brasil. Temos um papel importante em tornar o processo cada vez mais eficiente", afirmou. Atualmente, a CVM impõe um limite de R$ 20 mil por ano para investidores de varejo que participam de projetos de crowdfunding, tornando os tokens da PeerBr mais atrativos para investidores qualificados (aqueles com mais de R$ 1 milhão em ativos financeiros) e profissionais (aqueles com mais de R$ 10 milhões). No entanto, Barros acredita que, se esses produtos forem bem-sucedidos e houver uma forte demanda, a CVM pode reconsiderar sua posição. Do ponto de vista dos tomadores de crédito, Blasco destacou a possibilidade de criar CRAs no valor de R$ 3 milhões, graças à redução de custos e à eliminação de intermediários facilitada pela tecnologia blockchain. "Não é comum criar um CRA de R$ 3,5 milhões, então podemos atender efetivamente pequenos e médios empreendedores com um spread reduzido", explicou. Lucas Cordeiro, CPO da PeerBr, enfatizou a escolha da blockchain Gnosis devido à eficiência de sua rede. "Nossa operação envolve recebíveis mercantis, então depende da aplicabilidade e da capacidade de processar todas essas operações com segurança e eficiência de custos", disse.
- Marketplace de venda de ativos digitais tem crescimento impressionante
Cada vez mais presentes no cotidiano, os marketplaces se tornaram a principal opção dos brasileiros porque permitem comprar algum produto com apenas alguns cliques, pelo computador ou celular. De olho nessa tendência, a Zuvia Digital Assets criou uma plataforma para facilitar o acesso do público em geral ao mundo dos investimentos em ativos digitais, com preços bem acessíveis, a partir de R$ 25,00. Por conta dessa proposta, a empresa registra crescimento de 20% ao mês desde a sua criação. Fundada em setembro de 2022, a Zuvia coloca à disposição criptomoedas e fundos de renda fixa digital tokenizados, com rendimentos de até 1,34% ao mês, números considerados acima do mercado tradicional. Para se ter uma ideia, o CDI rende 0,97% e a Poupança, 0,60%. As aquisições podem ser feitas via PIX, modalidade de pagamento que caiu no gosto dos consumidores brasileiros. Por outro lado, a empresa também atua para contribuir com que outras companhias façam a tokenização (transformação) de seus ativos físicos em digitais como forma de proporcionar novas maneiras de captação de recursos para possíveis expansões. Entre os ativos que podem passar por esse processo, estão recebíveis (duplicatas e boletos), crowdfunding (cotas de empresas/startups), commodities (grãos, açúcar e gado), imobiliários, pedras e metais preciosos. “Nossa ideia é democratizar o acesso aos investimentos, seja para o consumidor direto ou através de empresas que oferecem ativos tokenizados que possam ser repassados ao público em geral. A partir daí, é possível reduzir interferências, suprimir intermediários e fomentar o comércio livre por meio da transparência, eficiência, segurança e tecnologia”, destaca Jonatas Montanini, cofundador e CGO da Zuvia. Tecnologia e transparência Ele destaca ainda que essa conversão em tokens tanto para o público final quanto para as empresas é baseada no blockchain. Para quem não conhece, essa tecnologia consiste em um banco de dados que permite o compartilhamento transparente na rede de blocos interligados em uma cadeia. As informações são imutáveis e rastreáveis, ao mesmo tempo que garantem a confidencialidade dos usuários de acordo com a LGPD. Além disso, todas as operações feitas pela Zuvia obedecem às recomendações e normativas dos órgãos reguladores competentes. “Zelamos muito pela transparência de nossas transações. Por esse motivo, aliamos essa tecnologia disponível no mercado e a legislação vigente para dar essa segurança aos nossos clientes”, ressalta Montanini. Mercado em crescimento Na prática, a Zuvia chega em um momento propício, ao conceder opções para as pessoas que ainda não tiveram a oportunidade de investir fora do mercado convencional, que exige valores mais altos, excluindo boa parte da população. Além disso, a empresa concede uma alternativa para as corporações em busca de novas formas de captar recursos para investir no crescimento das suas operações. O mercado de ativos tokenizados poderá valer US$ 4 trilhões no mundo até o fim de 2030, de acordo com relatório do Citibank. Mas esse valor pode ser ainda maior e pode alcançar US$ 5 trilhões se o grau de adoção de moedas digitais oficiais for alto nos países. É importante lembrar que o Banco Central iniciou a etapa de testes do DREX – nome dado ao Real Digital -, previsto para entrar em circulação até o fim de 2024.
- Black Friday 2023: Conta Simples promete trazer grande novidade envolvendo cashback
Segundo uma pesquisa do Google, as buscas pela Black Friday no Brasil aumentaram 24% em relação ao ano passado. 67% dos brasileiros planejam fazer compras nessa data, e sete em cada dez pretendem gastar o mesmo ou mais em comparação a 2022. É neste contexto que a principal plataforma de gestão de despesas de cartões corporativos do Brasil, Conta Simples, anuncia uma nova campanha para a Black Friday deste ano focada nas contas PJ, para empresas que investem mais no período e buscam levar vantagens diferenciadas aos seus clientes. Inovando no mercado financeiro, o objetivo da fintech é levar uma experiência diferenciada durante a temporada de compras, com vantagens exclusivas para novos usuários. Aqueles que estão chegando receberão um cashback de 0,5% em gastos de R$200 mil até R$300 mil, e de 1,5% se gastarem mais do que R$301 mil. A empresa terá que realizar transações nos meses de outubro ou novembro para ter direito ao cashback, que será disponibilizado em conta a partir de janeiro. Rodrigo Tognini, CEO e cofundador da fintech, ressalta que a empresa quer provar com a campanha que também é possível para as startups da área financeira inovarem na Black Friday e também gerar engajamento com os clientes pessoa jurídica: “Benefícios como o cashback são ótimas oportunidades de valorização e fidelização de clientes, pois estamos entregando valor agregado para companhias que já possuem gastos programados para outubro e novembro. Com vantagens como essa, esperamos mostrar o nosso compromisso contínuo em ajudar as empresas a maximizarem seu potencial financeiro”, conclui o executivo. Para mais informações sobre a Campanha Super Black Friday, basta acessar o regulamento completo.
- 100 Startups to Watch 2023: Fintechs marcam presença expressiva
A Pequenas Empresas & Grande Negócios e a Época Negócios, em parceria com as consultorias Elogroup e Innovc, divulgaram a seleção das 100 startups brasileiras para ficar de olho em 2023. A lista anual destaca os negócios mais promissores do ecossistema de inovação do Brasil. Em sua sexta edição, a iniciativa reúne as empresas de base tecnológica mais quentes e com grande potencial de crescer nos próximos anos. Para a seleção, entre maio e julho, 2.076 startups se inscreveram no 100 STW. As empresas foram avaliadas em grau de inovação, potencial de mercado, negócio e escalabilidade, equipe e maturidade da solução. Foram selecionadas startups de diferentes categorias: Agronegócio, Construção, Educação, Energia, Finanças, Gestão Pública, Impacto, Indústria, Jurídico, Logística, Marketing e Vendas, Recursos Humanos, Saúde e Bem-Estar, Seguros, Serviços, Tecnologia e Varejo. Como de costume, as fintechs têm grande participação na lista. Seja na categoria de finanças, seja em outros categorias, startups que oferecem serviços financeiros marcaram forte presença, representando 22% das startups. Confira abaixo mais detalhes sobre cada uma das fintechs: Culttivo A Culttivo, presente na categoria Agronegócio, é uma Agfintech que foi criada para revolucionar a forma com que os Produtores Rurais lidam com Crédito, de forma simples e descomplicada. A startup oferece linha de crédito para financiar as despesas de produção de café e também linha de crédito para financiar a estocagem de café. Fundada em 2020, a empresa conta com mais de 30 colaboradores e, de acordo com o Crunchbase, já recebeu mais de US$ 14 milhões em investimentos. Seedz Mais uma startup listada na categoria Agronegócio e que oferece soluções financeiras. A Seedz cria soluções tecnológicas que conectam a cadeia de valor do Agro. Com uma moeda virtual, a startup oferece dentre várias soluções, a possibilidade de crédito para o agronegócio. Fundada em 2016, a empresa conta com mais de 300 colaboradores e, de acordo com o Crunchbase, já recebeu mais de US$ 16,5 milhões em investimentos. Educbank Presente na categoria Educação, o Educbank é um ecossistema financeiro para escolas de educação básica da América Latina, apoiando instituições de alto potencial para que elas desenvolvam o seu máximo potencial educacional. Fundada em 2020, a empresa conta com mais de 90 colaboradores e já recebeu mais de US$ 14,2 milhões em investimentos. Ali A Ali nasceu em 2018 com o objetivo de ser a sua aliada financeira. A startup, além de oferecer crédito com taxas justas, tem o compromisso em efetivamente reduzir o endividamento dos brasileiros. BHub A BHub chegou para ser o braço direito que todo empreendedor merece ter na gestão do seu negócio. Enquanto o empreendedor foca no que faz de melhor, a startup cuida de todo o administrativo da empresa. Tudo isso por meio de um modelo de Gestão por Assinatura. Fundada em 2021, a empresa conta com mais 240 colaboradores e já recebeu mais de US$ 7,4 milhões em investimentos, de acordo com o Crunchbase. CashU A CashU oferece Crédito B2B via fornecedor com aprovação rápida, oferta precisa e garantia contra riscos. Com aprovação rápida, oferta precisa e garantia contra riscos, você não precisa mais se limitar ao tempo de análise tradicional para melhorar suas condições de venda e escalar seu negócio. Conta Simples A startup Conta Simples é um software de gestão de despesas com múltiplos cartões: é mais autonomia para o time e muito mais controle e economia de tempo para o financeiro. Fundada em 2018, a empresa conta com mais de 260 colaboradores e já recebeu mais de US$ 21,5 milhões em investimentos, de acordo com o Crunchbase. Dinie A startup Dinie oferece uma infraestrutura completa para oferecer crédito para seus clientes. Com a Dinie você disponibiliza produtos de crédito, pagamentos B2B e serviços de ponta a ponta dentro da sua plataforma, de forma simples e rápida. Franq A Franq está evoluindo o ecossistema financeiro, dando mais autonomia para o profissional bancário e permitindo maior transparência e comodidade para pessoas e empresas. Por meio de uma plataforma one-stop-shop, oferecemos uma forma mais humana e inovadora de acessar produtos financeiros. Fundada em 2019, a empresa conta com mais de 680 colaboradores e já recebeu mais de US$ 11,9 milhões em investimentos, de acordo com o Crunchbase. GYRA+ A Gyra+ é uma plataforma digital que simplificou o crédito no Brasil, apoiando empreendedores na construção de seus sonhos. A tecnologia usa dados para entender de verdade as necessidades e desafios dos empreendedores, oferecendo uma análise de crédito rápida, personalizada e segura. HedGer A HedGer está reinventando o entendimento de gestão de portfólio no mercado brasileiro, utilizando tecnologia para transformar processos complexos e burocráticos em experiências simples e de valor. Com a HedGer, você pode no toque de um botão precificar derivativos e dívidas em tempo real, marcar a mercado, controlar o portfólio e muito mais. Monkey A Monkey oferece uma plataforma para antecipação de recebíveis. É oferecido um marketplace que tem como propósito tornar o mercado de antecipação de recebíveis de notas fiscais e cartão de crédito mais eficiente. O principal produto é o SupplyPlus, voltado para o mercado de antecipação de notas fiscais. Além dele, são desenvolvidos outros produtos financeiros customizáveis de acordo com as necessidades do mercado de recebíveis, tanto para notas fiscais como para cartão de crédito. Fundada em 2016, a empresa conta com mais de 280 colaboradores. Pagaleve A Pagaleve é uma empresa pioneira em Buy Now Pay Later no Brasil. Por meio da solução, é possível Parcelar suas compras via PIX em 4x sem juros. Além de ser uma grande aliada do consumidor, a Pagaleve suporta também os varejistas, trazendo uma nova forma de pagamento que impacta significativamente no aumento das vendas e na redução de custos transacionais. Fundada em 2021, a empresa conta com mais de 110 colaboradores e já recebeu mais de US$ 25,8 milhões em investimentos, de acordo com o Crunchbase. Sofi A Sofi tem como objetivo capacitar os usuários para a liquidação de dívidas por meio de educação e reinclusão financeira, enquanto ajudo as empresas a gerenciar as taxas de inadimplência com empatia e personalização, promovendo assim um desenvolvimento econômico e social mais sustentável. Fundada em 2020 e com sede em Miami, a empresa conta com mais de 30 colaboradores e já recebeu mais de US$ 222 mil em investimentos, de acordo com o Crunchbase. Turn2C A startup Turn2C é uma infraestrutura que analisa 75% do mercado de consórcio brasileiro e encontra o produto ideal para conquistar o objetivo no prazo desejado. Fundada em 2021, a empresa conta com mais de 30 colaboradores e já recebeu mais de US$ 1,7 milhão em investimentos, de acordo com o Crunchbase. Darwin Listada na categoria Seguros, a Darwin oferece uma tecnologia para precificar o seu seguro pela forma que você dirige. É simples: dirige bem, paga menos; dirige pouco, paga menos também. E você só precisa do seu celular. A empresa conta com mais de 70 colaboradores e já recebeu mais de US$ 8,7 milhões em investimentos, de acordo com o Crunchbase. Klavi Listada na categoria Tecnologia, a Klavi é uma TechFin que potencializa você e o seu negócio com soluções de Open Finance. Criada em 2020, a empresa conta com mais de 30 colaboradores e já recebeu mais de US$ 15 milhões em investimentos, de acordo com o Crunchbase. Fiscontech A startup Fiscontech oferece soluções para automação de processos fiscais e tributários, contabilidade mais produtiva e eficiente, envio de tributos automáticos, armazenamento de documentos fiscais, relatórios e gráficos de análise fiscal e tributária. Com a solução, é possível tornar seu escritório contábil mais produtivo e eficiente, gastando menos tempo com processos fiscais e tributários. Lumx A Lumx oferece soluções que possibilitam que grandes empresas incorporem a blockchain em seus negócios, facilitando a adoção dessa tecnologia de forma simplificada. São oferecidas soluções como contratos inteligentes, carteiras custodiadas, acessos via token, pagamentos, marketplaces e certificações. Proffer A Proffer é uma plataforma de gestão inteligente de preços. A solução promove o aumento da margem de lucro e uma melhor percepção de preço para o consumidor. Para isso, a plataforma realiza a gestão dinâmica dos preços e descontos de todos os produtos do portfólio individualmente, utilizando uma metodologia própria que combina Inteligência Artificial, economia e otimização matemática. Além disso, identifica os produtos com preços defasados ou que geram perdas para a loja, gerando notificações de alerta para o varejista. QI Tech A QI Tech é uma TechFin que oferece infraestrutura tech para crédito, banking, pagamentos, cobrança, onboarding, antifraude e tudo o que você precisa para oferecer serviços financeiros. Fundada em 2018, a empresa conta com mais de 120 colaboradores. Transfeera A Transfeera oferece soluções para quem precisa processar, gerenciar e automatizar pagamentos com segurança, transparência e agilidade. Para acessar a lista completa com as 100 Startups to Watch 2023 acesse este link.
- Cabe no Meu Bolso será lançada oficialmenteofertando mais de R$ 5 bilhões em descontos em dívidas
A startup de impacto social Cabe no Meu Bolso será lançada oficialmente na próxima semana durante o Web Summit que será realizado no Rio de Janeiro ofertando mais de R$ 5 bilhões em descontos. A empresa chega ao mercado com uma nova proposta: ao invés de dizer o quanto o devedor deve pagar, aceita que este faça uma proposta do quanto pode pagar por mês. Diferente dos outros portais, a startup coloca o consumidor no centro da operação. A Startup fará sua exposição no evento na quinta-feira, dia 4 de maio, no estande A 426. “Nosso objetivo é conhecer novas tecnologias e soluções e criar parcerias, co-criar projetos com outras empresas. Hoje temos um volume de descontos para 28 milhões de consumidores. São mais de R$ 5 bilhões em descontos” explica José Moniz, CEO da startup. Para dar início ao processo de renegociação, que é 100% online, o cliente deve acessar o site Cabe no Meu Bolso (https://cabenomeubolso.com.br/), preencher seus dados e encontrar a dívida que deseja pagar e, em seguida, basta informar quanto pode pagar por mês. A partir deste momento, a startup encontra a melhor oferta e registra o acordo com o credor. Para finalizar, basta imprimir o boleto e pagar as parcelas conforme acertado. O consumidor que desejar pode buscar linhas de crédito diretamente no site da startup. “As empresas de cobrança olham o devedor como o cara que está errado. Eu trabalho pro consumidor porque acredito que essa é a única forma dele fazer o pagamento. Hoje, no Brasil, são mais de 69 milhões de pessoas sem acesso a crédito porque estão negativadas e mais de 100 milhões de pessoas com contas atrasadas. Uma boa parte destes brasileiros não têm recursos para uma despesa não planejada como uma geladeira quebrada, por exemplo, ou uma avaria num smartphone. Sabemos o quão importante é sanar as dívidas e recuperar o crédito e vamos fazer o possível para que o máximo de pessoas consiga pagar suas contas em atraso”, conclui Moniz.
- Tem novidade chegando! Asaas lança nova plataforma, o Asaas FinScale
A fintech Asaas realizou na última quinta-feira (05) o Asaas Connect, seu primeiro evento proprietário de inovação. E, muito além de palestrantes renomados que abordaram diversos assuntos ligados à tecnologia, inovação e finanças, o presidente da fintech, Piero Contezini e o CEO, Diego Contezini, apresentaram em primeira mão sua nova tecnologia financeira para automatizar todos os processos financeiros de empresas via API: o Asaas FinScale. O projeto, que estava em desenvolvimento desde 2020, tem como objetivo gerar valor para os clientes oferecendo uma plataforma robusta que integra e envelopa múltiplas soluções de bancárias, de pagamentos, crédito e automações inovadoras em seus sistemas via API (Application Programming Interface que, em português, é uma interface de programação de aplicação. Ou seja, um conjunto de especificações que possibilita a comunicação entre plataformas automaticamente). Com a nova solução, os clientes poderão explorar uma infraestrutura de pagamentos online em suas plataformas, marketplaces, e-commerces e negócios digitais de qualquer natureza. “O FinScale nasceu da necessidade de darmos um nome para um produto que nossos clientes e parceiros já utilizam via API, mas que precisavam que estivessem em um só lugar. Com a evolução na nossa gama de serviços e funcionalidades, identificamos essa necessidade e lançamos a primeira etapa para criar um ecossistema que permita que outras empresas se conectem a essa plataforma, trazendo uma proposta de valor maior para nosso negócio e clientes”, revelou o presidente do Asaas, Piero Contezini, na conferência que lançou o novo produto. Na prática, a grande mudança da plataforma será a integração dos quatro pilares da oferta: Asaas Payment, Banking, Credit e Automation. Hoje o Asaas Payment oferece gateway de pagamento com split, checkout transparente, over price, estrutura de subcontas e régua de cobrança automática multicanal. Já o Asaas Banking é a conta digital completa para o cliente PJ, que realiza pagamento de contas, já possui cartões pré e pós pago, faz saques e transferências entre muitas outras automações. Com o Asaas FinScale o cliente encontrará todos esses produtos e serviços em um único lugar para poder disponibilizar aos seus clientes também. “Nós não terceirizamos nossa entrega de valor. Focamos em uma entrega fantástica em Developer Experience (DX) e possuímos APIs muito claras, com métodos simples, em inglês, e auto explicativos. No desenvolvimento de todos os nossos produtos, nos comprometemos com compatibilidade reversa, nossas APIs são versionadas e manteremos as antigas enquanto tivermos clientes usando. Não aceitamos erros em ambiente de produção e se encontrarmos algum, iremos iniciar a correção imediatamente (zero-bug-policy)”, reforça Fernando Chagas, CTO da empresa. O Asaas FinScale é a primeira de três etapas de um projeto maior do Asaas que está em desenvolvimento e que irá transformar a fintech em uma categoria completamente nova de soluções tecnológicas entregando a convergência entre serviços financeiros, gestão financeira e distribuição de soluções integradas para redução de trabalho manual e operacional. A empresa pretende, além de ser o banco e o ERP de seus clientes, também se tornar seu maior canal de vendas, gerando valor usando o efeito de rede da sua base de mais de 130 mil empresas e aumentando a capacidade de geração de negócios entre seus clientes e parceiros que aderirem a sua plataforma. Para saber mais acesse: https://materiais.asaas.com/finscale














