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  • Mulheres da tecnologia colocam fintech em destaque em importante ranking

    A presença de mulheres em cargos de liderança é um dos critérios do estudo da Fundação Dom Cabral e da Apex Brasil para avaliar a atuação internacional das empresas brasileiras. Denominado ‘Trajetórias Internacionais Fundação Dom Cabral de Internacionalização de Empresas Brasileiras’, o levantamento chega à sua 16ª edição, e contribui na geração de conhecimento relevante sobre o processo de internacionalização das empresas brasileiras. O protagonismo feminino na Zetra, plataforma de gestão de consignados, é um dos fatores que a colocam em posição de destaque no estudo. Isso demonstra o potencial e a importância da diversidade de gênero nas empresas. A Zetra conquistou a quarta posição no ranking 'Criação de Valor Internacional - Empresas Lideradas por Mulheres', dentre um total de 28 empresas ranqueadas que se enquadram, de acordo com critérios do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) adotados pelo estudo na categoria de média empresa. "Essa conquista é reflexo do comprometimento e talento das mulheres que lideram a nossa empresa, e assim continuaremos a impulsionar o crescimento e o sucesso da Zetra no cenário internacional", afirma a presidente executiva, Cristiana Barreto. A fintech, fundada em 2000 em Nova Lima, é pioneira no Brasil e hoje possui um organograma composto por 13 posições de liderança estratégica, onde seis delas são ocupadas por mulheres. A presença feminina começa na composição societária, com Rosy Araujo, sócia fundadora e integrante do Conselho de Administração, e com Cristiana Barreto, na Presidência Executiva. Além disso, na Diretoria de Recursos Humanos (Aretuza Carvalho), na área Administrativa e Financeira (Ivani Munhoz), de Tecnologia e Operações (Maria Raquel Torres) e de Tecnologia Internacional (Natália Vartuli). A presença das mulheres em áreas consideradas tradicionalmente masculinas, como finanças e tecnologia, na fintech é um verdadeiro exemplo de superação de estereótipos. Essas mulheres estão quebrando barreiras e mostrando que não há limites para o seu talento e habilidades. Sua presença e sucesso inspiram outras mulheres a buscar carreiras em áreas onde ainda há desigualdade de gênero, fortalecendo a luta pela igualdade e diversidade no mundo corporativo. Um estudo da consultoria McKinsey mostra que a presença de mulheres no mercado de trabalho e em cargos de liderança pode gerar um aumento de até US$ 12 trilhões no Produto Interno Bruto (PIB) global até 2025. No Brasil, o acréscimo seria de cerca de US$ 410 bilhões. Acima da média Pesquisa realizada pela Grant Thornton, empresa global de auditoria, consultoria e tributos, revela que as mulheres ocupam 38% dos cargos de liderança no Brasil. O resultado representa um avanço significativo comparado a 2019, quando a proporção era de 25%. No topo da lista dos cargos mais ocupados por mulheres aparece a diretoria de recursos humanos, com 43% de participação. Na diretoria executiva, as mulheres marcam posição em cargos na área financeira (34%). Elas ainda ocupam mais cargos de apoio (RH, marketing e finanças) em vez de executivos (CEOs). Cristiana Barreto observa que a proporção de mulheres em cargos de comando na empresa Zetra está acima da média. O levantamento, que inclui 203 empresas brasileiras de todos os portes, com cerca de 40 atividades econômicas, situadas em 14 estados do Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, aponta que em apenas 15,3% delas há protagonismo feminino na liderança. “Nota-se que a participação de grupos minorizados na liderança das empresas brasileiras internacionalizadas ainda é baixo”, frisa o estudo, citando ainda a baixa presença de pessoas negras e LGBTQIAPN+. Cristiana Barreto está na Presidência Executiva desde março deste ano. Entretanto, sua atuação na Zetra, inclusive em funções de liderança, remonta há 15 anos. “Ingressei em agosto de 2008, como analista de implantação. Um ano depois, em novembro de 2009, me tornei gerente de implantação. Em agosto de 2017, assumi a Diretoria de Tecnologia e Operação, cargo que exerci até este ano. Ou seja, a empresa sempre foi promotora da equidade de gênero, desde um tempo em que isso ainda não estava devidamente em pauta no mercado e na sociedade”, discorre a executiva. Por sua vez, Rosy Araujo, antes da condição de fundadora e sócia da Zetra duas décadas atrás, já se colocava como uma desbravadora em ambientes majoritariamente ocupados por homens. Primeiro, cursando Engenharia Elétrica na virada dos anos 1970 para os anos 1980, formou-se em 1984, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Depois, trabalhou com tecnologia da informação, ocupando inclusive a gerência desse setor na administração pública (Prefeitura de Itabira, em Minas Gerais, a partir de 1995, até assumir o comando da Zetra). A sócia fundadora da fintech ressalta que a preocupação da Zetra com equidade de gênero se reflete em atitudes e medidas internas, como a promoção de oportunidades equânimes entre homens e mulheres, e em ações externas. Nesse sentido, Rosy Araujo cita a campanha que a plataforma lançou de combate à violência contra a mulher. “Incluímos em nosso portal de consignações, o eConsig, solução tecnológica pioneira e líder no mercado de consignados, um botão de emergência, para facilitar a denúncia de abusos. O espaço reúne informações como telefones, endereços e canais de atendimento especializados”, explica a executiva. “Não há como falar de equidade de gênero, de mulheres em postos de comando, se não tratarmos também de enfrentar essa que é uma das maiores e mais graves violações de direitos humanos, a violência contra a mulher”, acrescenta. Presença em outros rankings Além do ‘Criação de Valor Internacional – Empresas Lideradas por Mulheres’, o estudo ‘Trajetórias Internacionais Fundação Dom Cabral de Internacionalização de Empresas Brasileiras’ traz outros 13 rankings. A Zetra se destaca também no ‘Criação de Valor Internacional – Médias Empresas’, ficando em quarto lugar. Entre as startups, posicionou em quinto. No ranking ‘Criação de Valor Internacional – Geral’, a Zetra figurou na 22ª colocação, de um total de 167 empresas listadas, superando grandes corporações tradicionais. Mesma posição no ranking ‘Proposta de Valor’. A fintech ficou em 16º no ranking ‘Modelo de Negócios’, 13º em ‘Modelo Organizacional’, 34º em Gestão de Stakeholders. Saiba mais O estudo na íntegra pode ser conferido na íntegra no seguinte link: https://trajetoriasinternacionais.fdc.org.br/wp-content/uploads/2023/09/50899_Rel_TrajetoriasFDC_internacionalizacao_2023.pdf.

  • PagBank lança tecnologia inédita de biometria facial para pagamentos

    O PagBank, banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamento, anuncia a implementação de biometria facial para autenticação de identidade e titularidade do cartão de crédito, sendo o primeiro player do mercado a utilizar essa tecnologia. A implementação inicia-se pelos Links de Pagamentos e em breve se estenderá para todo o portfólio de Produtos e Adquirência do PagBank. A solução tem como objetivo aumentar a segurança e confiabilidade no processo de aprovação das transações, gerando maior taxa de conversão e, consequentemente, aumento das vendas, evitando frustrações e perdas com compras que seriam negadas, além de maior satisfação e melhor experiência dos compradores. Segundo recente levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), para 78% dos brasileiros entrevistados, o cartão de crédito foi o tipo de crédito mais utilizado nos últimos 12 meses, o que o coloca como um dos meios de pagamento mais utilizados no país. Neste contexto, com objetivo de facilitar a vida financeira de clientes e negócios e garantir ainda mais segurança nas transações financeiras digitais, o PagBank inicia, neste mês, em suas operações de link de pagamento, a utilização de solução inédita que valida a identidade do comprador com biometria facial e autêntica a titularidade do cartão de crédito no momento da compra, de forma simples e rápida. A nova funcionalidade também utiliza a tecnologia de liveness detection (prova de vida), que verifica se a pessoa que está do outro lado da tela do celular está realmente fazendo a transação naquele momento e não está utilizando uma foto ou uma imagem para burlar o sistema de autenticação facial. O lançamento coloca o PagBank como o primeiro player do mercado a utilizar a prova de vida em links de pagamentos, e a tecnologia deve ser implementada em outros produtos do portfólio do banco digital em breve. “O uso da biometria facial nas transações previne fraudes e gera maior taxa de conversão nas vendas, fatores que todo comércio busca. O custo que o comércio online tem para levar o cliente até seu site é cada vez maior e perder a venda por questões de fraude ou conversão da transação é muito oneroso. Com a inclusão dessa nova solução, estimamos aumento de 40% da aprovação de transações que eram negadas, garantindo mais vendas e eficiência de custo na operação do lojista”, comenta Angelo Aguilar, diretor executivo de Produtos e Adquirência do PagBank. Com a introdução do sistema de autenticação facial no Link de Pagamento, os clientes do PagBank contarão com uma nova, rápida e eficaz etapa para identificar o comprador e garantir a titularidade do cartão utilizado na compra, o que, além de prevenir fraudes, proporcionará o aumento da taxa de aprovação das transações e, consequentemente, das vendas e da satisfação do comprador. Para mais informações sobre o PagBank e seus produtos e soluções, clique aqui.

  • Parfin, fintech de soluções para ativos digitais, é a mais nova integrante da ABCripto

    A Parfin, fintech que fornece às instituições uma solução end-to-end para custódia, negociação, tokenização e gestão de ativos digitais, é a mais nova integrante da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto). Fundada em 2019, a Parfin ingressa na ABCripto com a missão de colaborar com o desenvolvimento sustentável do ecossistema. Bernardo Srur, diretor-presidente da ABCripto, destaca que a chegada da Parfin reforça o compromisso da Associação com a infraestrutura para o desenvolvimento da criptoeconomia. “Estamos muito felizes com a chegada da nova parceira que entra para trazer mais modernidade, inovação e tecnologia ao setor. A Parfin está comprometida com o desenvolvimento do mercado com uma infraestrutura segura e escalável. Além disso, a fintech busca de forma ativa novas possibilidades e modelos de negócio, que impactam efetivamente no modo como as pessoas executam suas operações financeiras", comenta Srur. Para a Parfin, o ingresso na associação também representa um passo importante de reforço da marca e de potenciais negócios. “A ABCripto oferece a oportunidade de nos conectarmos com outros players do setor, compartilhar conhecimento, insights e contribuir para o desenvolvimento sustentável do mercado no país”, comenta Cristian Bohn, CSO e co-founder da Parfin. Além disso, para o executivo, a entrada na associação amplia a visibilidade sobre o cenário regulatório, que é extremamente importante para a atuação da Parfin. "Podemos nos manter atualizados e participar das discussões sobre regulamentações, tendências e inovações que impactam o segmento, o que nos permitirá tomar decisões cada vez mais estratégicas. O mercado de criptomoedas tende a crescer e evoluir, abrindo portas para novas oportunidades de investimento, adoção e aplicação da tecnologia blockchain em diversos setores da economia. E a Parfin está pronta para guiar as instituições nessa jornada”, finaliza Bohn.

  • Fintech brasileira de crédito consignado e multibenefícios expande atuação na Europa

    A SalaryFits, plataforma brasileira multibenefícios para trabalhadores, está ampliando sua parceria com a Affida, da Itália, líder em seu país no setor de mediação de crédito para famílias e empresas. Com essa cooperação, os beneficiados da italiana poderão acessar crédito consignado, empréstimos, proteção de seguros e aluguel de carros por meio das soluções tecnológicas da SalaryFits. A Affida dispõe de uma rede nacional de quase 400 agentes e mais de 60 parceiros, entre bancos e financeiras. Por sua vez, a SalaryFits oferece aos Recursos Humanos (RH) das empresas soluções e funcionalidades tecnológicas para a gestão dos benefícios financeiros concedidos a seus colaboradores. As soluções são customizadas ao RH, atendendo às especificidades de cada organização. O country manager da SalaryFits na Itália, Moacir Giansante, define a Affida como “parceira ideal”. “Apesar de ser uma intermediária de crédito recém-criada, conta com executivos experientes na área de mediação de crédito na Itália”, destaca. O executivo acrescenta: “Juntos, compartilhamos a paixão por oferecer aos consumidores um serviço transparente, eficaz e de alto valor agregado. Essa parceria confirma nosso compromisso em fornecer soluções financeiras inovadoras para trabalhadores e empresas. Estamos entusiasmados em unir forças com a Affida para oferecer aos nossos clientes a melhor experiência possível”. O presidente e fundador da Affida assinala a “grande oportunidade” que a parceria proporciona. “Essa parceria com a SalaryFits nos permitirá oferecer aos nossos clientes uma solução completa para gestão de finanças pessoais e corporativas”, afirma. “Temos orgulho de trabalhar com uma empresa que compartilha da mesma visão, paixão por inovação e qualidade de serviços. Uma nova forma de geração de leads que terá origem nesse convênio”. Presença na Europa Além da cooperação com a Affida, a SalaryFits atua na Itália também por meio de uma parceria com a Dynamica Retail SpA, instituição de intermediação financeira especializada em crédito pessoal. Nos últimos cinco anos, a Dynamica registrou mais de € 1 bilhão concedido em crédito pessoal. Com a tecnologia da SalaryFits, a Dynamica passa a gerir de forma automatizada e on-line o acesso dos colaboradores a créditos consignados e, também, a outros benefícios com desconto em folha, com autonomia e confidencialidade.

  • Azos mira expansão para o mercado de investimentos

    A Azos, insurtech de soluções para seguro de vida, acaba de lançar um novo sistema de gestão de apólices, que promete automatizar o dia a dia de parceiros que possuem estrutura hierárquica, como grandes corretoras, plataformas e assessorias de investimentos. O novo sistema permitirá aos usuários acompanharem as carteiras e terem mais visibilidade dos corretores cadastrados. Entre outras funções, o produto possibilita a troca de métodos de pagamento, cancelamentos, acompanhar o histórico de pagamentos, gestão simplificada de inadimplência e gerar relatórios. O produto foi desenvolvido com base em uma pesquisa realizada com parceiros da insurtech, que indicaram as principais dores dos sistemas de gestão. Durante a fase piloto, o sistema foi implementado em alguns escritórios de investimentos, como Invest Smart, Warren, EQI e Guide, e em grandes corretoras como TGL e STOA. Para Rafael Cló, co-fundador e CEO da Azos, esse período foi fundamental para a aplicação de melhorias no programa. "Nosso time levantou as necessidades desses clientes e desenhou uma solução para ajudá-los a escalar suas operações, evitando complexidades de integração, usabilidade e backoffice. O produto que lançamos facilita a gestão de corretores, venda de apólices, geração de relatórios, assim como o gerenciamento de pagamentos e inadimplentes”, explica Rafael. Segundo ele, durante a fase piloto, a corretora de valores EQI Investimentos aumentou sua produção em 243%, no comparativo entre julho e agosto, com registro de 49 apólices em 24 horas. ''A maior parte das empresas de seguros têm sistemas operacionais muito arcaicos, principalmente se comparamos com os sistemas de bancos e corretoras. A Azos no seu curto período de história ultrapassou praticamente todos os concorrentes entregando autonomia operacional tanto para os corretores, back offices e clientes”, afirma Ricardo Casagrande, head de seguros da EQI Investimentos. Hoje, a base da Azos já possibilita agilidade na emissão das apólices, que podem ser realizadas entre 3 segundos e um dia útil. A partir das atualizações, os administradores poderão ter visibilidade e gestão simplificadas do pré e pós-vendas. “Agora,durante todo o processo de vendas (cotação, proposta, pagamento e emissão), os gestores terão mais facilidade para o fechamento das vendas, além da visão ampliada do volume de propostas realizadas por corretores e vendedores. Já no pós-venda, será possível automatizar e gerir o atendimento ao cliente, com geração de boletos, relatórios, dados do cliente e dados de inadimplência pela plataforma”, conta o CEO. Tanto assessorias de investimentos, quanto plataformas de corretores e grandes corretoras, continuarão recebendo o comissionamento de vendas. A administração e funcionalidades do novo produto se adequam ao perfil de cada negócio, com características que favoreçam o dia a dia de corretores e escritórios de investimentos.

  • Plataforma de empréstimos inova para facilitar a vida dos usuários no entendimento de contratos

    A Creditas, plataforma online de empréstimo com garantia, está testando com alguns de seus clientes um novo layout de contrato de crédito. Ao adotar o "legal design”, em parceria com a Bits (especialista em deixar qualquer documento claro para todos os públicos utilizando uma linguagem simplificada e elementos visuais) a empresa busca tornar as cláusulas e regras mais compreensíveis para seus clientes, promovendo assim a transparência e facilitando a interpretação das informações. Sabendo que os produtos financeiros são complexos e de difícil compreensão, o propósito da Creditas ao estabelecer a parceria com a Bits foi proporcionar maior acessibilidade e transparência para os seus clientes, já que as pessoas, agora, têm condições de tomar suas decisões de forma mais informada, evitando o endividamento. Recentemente, o Banco Central publicou uma pesquisa sobre o uso de cartão de crédito que reflete essa preocupação. Em 2021, aproximadamente 65 milhões de cidadãos (quase 40% da população adulta) realizaram mais de 200 milhões de operações mensalmente. Segundo o órgão, as famílias têm cerca de 30% de suas dívidas relacionadas a esse meio de pagamento. Segundo o órgão, a desatenção das pessoas na hora de ler as regras, junto com a complexidade do produto, o baixo nível de letramento financeiro dos usuários e as faturas confusas, são fatores que podem resultar na utilização indesejada do crédito rotativo ou parcelamento. Neste sentido, a simplificação das faturas de cartão de crédito vem sendo vislumbrada como possível facilitador para melhorar o perfil de uso desse instrumento. Essa abordagem pioneira reforça o compromisso da Creditas em melhorar a experiência do cliente e estabelecer relações mais claras e confiáveis. Bruna Araujo, gerente jurídica da empresa, explica que o legal design passou a ser utilizado nos contratos da plataforma este ano. Em pouco tempo, já se percebe a melhora da comunicação para quem busca acesso a crédito. "Ao evitarmos o juridiquês e o uso excessivo de jargões técnicos, tornamos os documentos mais acessíveis. Isso evita que os clientes tenham dúvidas tornando o documento mais eficiente, o que resulta também em um aprimoramento das tarefas internas da empresa", diz. "Dessa forma, a compreensão das necessidades dos nossos clientes junto com a oportunidade de eliminar os ruídos de comunicação do dia a dia entre as partes foi percebida pelo jurídico. Notamos que a empresa disponibiliza contratos com textos que sejam claros e concisos", completa. Na visão do advogado Erik Fontelene Nybo, CEO da Bits, a maior vantagem para os clientes da Creditas é a capacidade de poderem ler e, principalmente, compreender o conteúdo do contrato, sem sentir que estão sendo enganados. "Eliminamos as letras miúdas e os termos técnicos quando fazemos esse tipo de trabalho. É uma inovação e alinhamento das empresas com o acesso à justiça". O conceito de legal design, como o próprio nome sugere, engloba práticas e processos que unem direito, tecnologia e design. A ideia é que o conteúdo jurídico seja verdadeiramente compreendido por todos. O objetivo, portanto, é que os documentos jurídicos se tornam mais amigáveis. "Ao eliminar o 'juridiquês' buscamos sermos mais assertivos e empáticos na relação com os usuários de um documento", afirma Erik. É importante destacar que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), na pesquisa “Education at Glance”, aponta que, no Brasil, somente 21% dos jovens entre 25 e 34 anos conseguem concluir o ensino superior. No que diz respeito ao número de pessoas que conseguem chegar ao mestrado, a taxa cai para 0,84%, sendo que a média da OCDE é de 14,33%. E no caso do doutorado, somente 0,11% das pessoas conseguem cursá-lo, o que representa uma grande diferença da média da Organização, na faixa de 0,84%. Por isso, adaptar a linguagem jurídica para um vocabulário acessível em contratos, decisões judiciais, políticas internas, certidões, editais e petições é tão importante, na opinião da Creditas. "Independentemente do grau de instrução das pessoas, sabemos que dependendo do contrato, é necessário contar com a ajuda de uma pessoa especializada naquela área para conseguir entender o material. E mesmo assim, sabemos que dúvidas e incertezas podem surgir. Não queremos que nossos clientes passem por isso", pontua Bruna. A profissional destaca ainda que a atualização das minutas da Creditas não passou apenas pela substituição das palavras pelas imagens ou pelos recursos visuais, mas uma mudança de pensamento, como forma de facilitar a compreensão humana, livre de exageros e rebuscamentos desnecessários.

  • A revisão das regras para as Instituições de Pagamento e os desafios que se aproximam

    Após 10 anos de serem regulamentadas pelo Banco Central, as Instituições de Pagamento realmente cumpriram o seu papel. A inclusão financeira com a viabilização de novos meios de pagamentos ganhou uma importância inquestionável. Se acrescentarmos a este contexto as fintechs, este panorama ganha ainda mais relevância. Inevitavelmente, o crescimento de um mercado traz consigo a necessidade de mudanças e adaptações, tanto no que se refere à regulação como à gestão e às perspectivas internas das próprias fintechs. Quando falamos em regulamentação, as Resoluções do Banco Central que tratam deste mercado confirmam a necessidade de reenquadramento das fintechs e IPs. Os volumes financeiros que estas empresas movimentam hoje exigem uma atenção maior e a redução do que chamamos de risco sistêmico. E este é o objetivo das novas regras. De modo geral, o principal destaque destas Resoluções é o enquadramento das IPs às exigências de Basileia. Assim como bancos, as IPs passam a atuar com reserva de capital e devem prestar contas à autoridade monetária sob uma rigidez maior dos seus controles. Esta adequação por si só traz uma série de desafios internos, sejam tecnológicos ou de gestão para as empresas. Inicialmente, surgem as necessidades de levantamento de dados e definição de processos para entrega de todas as informações e relatórios que devem ser entregues periodicamente ao BC. No entanto, passadas estas demandas imediatas, surgirá uma mudança muito mais profunda que precisa ser considerada e avaliada pelos gestores das fintechs e IPs. Se por um lado passam a atuar com reserva de capital e sob a chancela mais acirrada do regulador, por outro lado, abre-se uma janela imensa de oportunidades para oferecerem novos produtos e serviços financeiros. Agora, as fintechs também poderão, de fato, avançar em caminhos que eram restritos a bancos. Quando falamos em produtos e serviços mais estruturados, falamos também em novas adequações e um revisão de processos, soluções e ferramentas que possam suportar estas operações. Questões como comunicação entre os vários sistemas que formam o core bancário, para a operacionalização da emissão de papéis e tratamento de contas de clientes, assim como centralização e volumetria de dados e a alta escalabilidade de processamentos entram no radar das fintechs. Um novo cenário realmente começa a ser desenhado. Trata-se de um cenário muito positivo, com grandes desafios e inúmeras oportunidades. As demandas momentâneas podem ser grandes, mas as empresas que conseguirem aproveitar este movimento, certamente, daqui a 10 anos, estarão comemorando mais um período de crescimento e ampliação da relevância no nosso mercado. Conteúdo produzido por Suelen Salgo, CEO da LUZ Soluções Financeiras

  • As exigências do BC e o aprofundamento de dados

    Nos últimos meses, uma série de mudanças reguladoras e adaptações de alguns importantes relatórios de controle exigidos pelo Banco Central demandou atenção especial de todas as instituições financeiras. Sejam os grandes bancos - pertencentes ao chamado segmento S1 - ou pequenas cooperativas - que fazem parte de centrais ou confederativas de crédito - todas, de alguma forma, precisaram olhar com mais atenção aos seus processos internos. Fintechs e Instituições de Pagamento (IP) também estão inseridas neste novo cenário, um contexto que pode ser muito positivo para aquelas que usarem toda a sua agilidade para se adequarem e atenderem as exigências com excelência. Entre as mudanças regulatórias que afetaram as IPs ao longo de 2023, podemos destacar medidas específicas, como as Resoluções BCB 197 a 202, que entraram em vigor em janeiro deste ano. Também não podemos deixar de citar a Resolução 207, que trata do chamado Demonstrativo de Risco de Liquidez (DRL), e a Resolução 229, sobre a necessidade de envio do chamado Demonstrativo de Limites Operacionais (DLO). Em todos os casos, o objetivo principal da autoridade monetária é a constante busca pela transparência e segurança do nosso mercado financeiro - além de, cada vez mais, alinhar o nosso mercado aos padrões internacionais definidos no chamado Basileia III. Com o aumento dos volumes transacionados pelas IPs, a necessidade de monitoramento por parte do BC para garantir a segurança do sistema financeiro também cresce, especialmente no que compete o gerenciamento de riscos e capital. A questão aqui é como as IPs podem lidar e avançar diante destas novas solicitações. No caso do DRL, a exigência da entrega já estava definida desde o início de 2022. O relatório não sofreu alterações, mas ampliou o escopo de instituições que deveriam entregá-lo. Neste caso, obviamente, as instituições inseridas nesta nova exigência precisaram estruturar as informações a serem encaminhadas. Por se tratar de risco de liquidez, acredita-se que todas as instituições possuíam os dados demandados e precisaram apenas estruturá-los para envio no padrão e na profundidade exigida pelo BC. Já quando falamos do DLO o quadro muda um pouco. Apesar de o Banco Central ter editado a Resolução 229 em maio de 2022, há apenas dois meses, o mercado teve acesso ao detalhamento de como deve proceder para documentar as informações solicitadas. Encaminhado mensalmente por todas as instituições, o DLO calcula o patrimônio e consolida as informações dos ativos, padronizando a análise de risco de crédito. De modo geral, a grande mudança trazida pela 229 foi o aumento de 100 domínios ponderados de risco para 294 itens. Com esta ampliação de escopo, o Bacen quer incentivar a captação de informações com mais detalhamento e beneficiar as instituições que possuem estes dados atualizados, oferecendo melhores fatores de ponderação. Como a regulação de fintechs e IPs pelas normas de Basileia é recente, elas podem usar da estrutura mais enxuta e ágil da sua instituição, em relação aos bancos, para adaptar sua base de dados ao padrão desejado. Ou seja, aplicando inteligência de dados, as fintechs e IPs podem já formatar os seus processos para que a origem das informações atenda as demandas. Assim, ao invés de despender esforço para adaptar uma base existente, elas podem se adequar mais facilmente, e definir a entrada das operações já com os detalhes solicitados. Obviamente, toda esta adaptação traz um custo regulatório que até então não existia para as fintechs e IPs. Este é um dos motivos que, cada vez mais, torna-se importante o auxílio de Consultorias e Sistemas de Riscos que podem auxiliar essas instituições com tantas novidades regulatórias. Acostumadas a usar a tecnologia, estas empresas também podem associar às suas plataformas a inteligência de dados necessária para atender as demandas, de forma rápida e consistente. Para que todas as instituições consigam entregar o novo DLO, o Banco Central escalonou as datas de entrega. O relatório com data-base de julho, que deveria ser entregue até o dia 05 de setembro, pode ser entrega até novembro. Até lá, ainda há tempo de revisão e definição dos processos. Se as IPs e Fintechs conseguirem uma definição de processos consistente desde a origem, é só encaminhar o primeiro DLO e aguardar atentamente pela devolutiva do BC. Conteúdo produzido por Suelen Salgo, CEO da LUZ Soluções Financeiras.

  • Avenue amplia portfólio focado em renda fixa e lança Bonds Latam

    Os investimentos em renda fixa continuam sendo uma das escolhas predominantes dos brasileiros, devido à sua maior previsibilidade em relação aos riscos e a variedade de produtos disponíveis. Hoje o mercado global de renda fixa é estimado em US$ 130 trilhões, de acordo com dados do Banco de Compensações Internacionais (BIS). Sempre olhando a perspectiva do cliente e com o contínuo objetivo de construir um portfólio abrangente alinhado às demandas do mercado, a Avenue, plataforma que permite aos brasileiros investirem diretamente no mercado americano e terem uma conta internacional em dólar, lança com exclusividade os Bonds Latam. Esse novo produto está estrategicamente integrado ao plano da empresa de se destacar como líder no mercado brasileiro de Bonds em dólar e oferece aos investidores uma nova alternativa de investimento em renda fixa, fortalecendo ainda mais seu portfólio, que já é o mais abrangente e diversificado do mercado. Agora, com a inclusão dos Bonds Latam, os investidores podem acessar não apenas os mercados dos Estados Unidos e do Brasil, mas também Chile, Peru, Colômbia, México e outras regiões. Esse lançamento é o mais recente de uma série de iniciativas que tiveram início em abril de 2022, incluindo a introdução de produtos de Renda Fixa, Certificados de Depósito (CDs) e a redução dos requisitos mínimos de investimento. Hoje, a Avenue disponibiliza aproximadamente 800 Bonds internacionais em sua plataforma, dos quais 130 são do Brasil, 269 dos Estados Unidos e agora 285 da América Latina. Segundo Alexandre Artmann, Diretor de Operações da Avenue, a introdução deste novo produto visa ampliar a gama de opções de renda fixa para os clientes e estimular uma maior diversificação de suas carteiras. "Quando os clientes optam por investir em Bonds Latam, eles têm a chance de preservar seu patrimônio de forma mais eficaz, o que é uma das características dos produtos de renda fixa. Isso significa que podem manter seu capital inicial seguro e protegido. Além disso, apresenta a vantagem de minimizar perdas substanciais, tornando-o ideal para aqueles com uma tolerância média ao risco", explica o executivo. O investimento nesse produto pode ser iniciado com o mínimo de 5 unidades, aproximadamente 5 mil dólares. Desde terça-feira (26), está disponível para investimento para todos os clientes da Avenue, podendo ser acessado facilmente pela plataforma. O processo é simples: basta abrir o aplicativo, navegar até o menu de investimentos, escolher a categoria "Produtos" e, em seguida, "Renda Fixa". Depois, basta selecionar a opção "Bonds América Latina". Dessa forma, somente esses bonds específicos serão exibidos.

  • Conheça a fintech que ajuda no empoderamento de revendedoras

    A RevPay é idealizadora da SOUREV - uma comunidade de impacto social focada em empoderar revendedoras! A fintech foi fundada em 2021 e é uma fintech voltada ao público feminino de revendedoras. Acreditando na movimentação da economia pelas revendedoras espalhadas por todo o país, a Fintech vem trazer soluções para facilitar a vida dessas mulheres e aumentar as vendas. Em seu propósito, a RevPay enfatiza que o objetivo não é só facilitar a vida e a venda das revendedoras pelo país, mas também apoiar, empoderar e acreditar nas revendedoras. A Fintech que é do Amapá oferece aplicativo e meio de pagamento com facilidade e praticidade. A análise de crédito é feita compra a compra, proporcionando um método rápido e seguro de fazer transações. O objetivo é "bancarizar" revendedoras através de parceria com lojistas, dessa maneira, facilitando e aumentando não só as vendas, mas também a autonomia dessas mulheres. O objetivo é criar uma comunidade de revendedoras e criar uma rede focada no sucesso dessas mulheres. Para isso, a Fintech oferece um aplicativo que possibilita compras parceladas no PIX, além de acompanhamento da jornada financeira, como meio de ajudar na gestão das vendas e nas cobranças. RevScore, o RevShop e o Receba+ O RevScore é a análise de crédito que permite maior segurança ao lojista e aumenta as possibilidades para a revendedora. O RevShop permite acesso a uma rede com mais de 300 lojistas de atacado de diversos setores, o que amplia bastante a rede que a revendedora pode ter acesso. Já o Receba + é o sistema de cobrança. A cobrança é feita através de assistente virtual possibilitando aumentar os recebimentos e dimunuir o retrabalho da revendedora. Benefícios aos lojistas parceiros: Diminuição do risco: a RevPay assume os riscos de fraude e inadimplência; Omnichannel: aumento de 50% de conversão em vendas, a plataforma é bastante dinâmica e a venda pode ser realizada pelos mais diversos canais (site, loja física, whatsapp, telefone); Pronta para o atacado: a taxa de aprovação da SouRev é 20% acima da do mercado porque foi feita pensando no atacado. RevPay A RevPay já tem planos para o futuro. Nos próximos passos estão desenvolver uma carteira digital para as revendedoras, além de ampliar a rede de lojistas. Hoje já é possível fazer a venda com parcelamento para o cliente e receber em até 5 dias úteis. O processo para fazer parte da RevPay é todo online. Basta preencher o cadastro e a equipe RevPay entra em contato. A RevPay permite análise de crédito em até 5 minutos, aumentando a conversão de vendas em 30% e proporcionando um crescimento da base de clientes em 50%, além de zerar a inadimplência. O objetivo é ser mais que um método de pagamento. É uma rede que busca ampliar os horizontes e melhorar a vida de milhares de revendedoras espalhadas por todo o país.

  • O Pix Automático está chegando! Mas afinal de contas, como vai funcionar?

    Você costuma utilizar o débito automático? Esta modalidade foi criada para facilitar a vida de muitos brasileiros. Basicamente, o débito automático permite o pagamento instantâneo de contas recorrentes. Ao habilitar a opção na conta bancária, o sistema realiza o pagamento do boleto mensalmente de forma automática. Esta modalidade se tornou muito útil para pagamentos de contas de luz, água, aluguel e plano de celular, pois além de possibilitar que o consumidor não se preocupe em realizar o pagamento destes boletos, evita esquecimentos, que podem acarretar em juros, multas e até cortes dos serviços. De acordo com uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil, no ano passado, o débito automático foi citado por 13% das pessoas quando o assunto é pagamento das contas de consumo. A modalidade ficou atrás do Pix (20%) e do dinheiro (17%). Porém, o Débito Automático acaba dependendo de convênios bilaterais com múltiplas instituições, gerando complexidade operacional e custos elevados, o que restringe o serviço a grandes empresas, geralmente prestadoras de serviços públicos. Em paralelo, pagamentos recorrentes no cartão de crédito não são acessíveis a parte relevante da população. Assim, unindo a tecnologia e a popularidade do Pix com as funcionalidades do débito automático, os brasileiros estão prestes a conhecer o “Pix Automático”. No evento Fintoutch 2023, realizado pela Abfintechs, Carlos Brandt, Chefe da Gerência de Gestão e Operação do Pix, do Banco Central, trouxe informações importantes sobre a nova modalidade. De acordo com Brandt, o Pix Automático terá sua agenda oficial divulgada no dia 3 de Outubro, no Fórum Pix. A ideia é que seja um produto único, com as seguintes características: Agendamento de pagamentos feito entre 10 e 2 dias antes da data do débito; Cancelamento do pagamento poderá ser solicitado pelo pagador até 23h59 do dia anterior, ou pelo recebedor, até às 22hs do dia anterior; Liquidação do pagamento até às 08hs; Retentativa de pagamento feita em janelas entre às 15hs e às 17hs; O serviço poderá ser utilizado em múltiplos modelos de negócios, sejam digitais ou estabelecimentos físicos. Empresas de qualquer segmento do mercado e de qualquer porte que necessitem de pagamentos periódicos poderão ofertar o produto ao consumidor), operações de créditos, escolas, academias, condomínios, serviços de streamings, clubes por assinatura, entre outros. Existirão diferentes jornadas para a adesão do Pix Automático para o consumidor que tiver interesse, seja por meio de uma notificação, seja por meio de QR Code ou até por meio do Pix Copia e Cola. Em todos os casos, sempre mediante autorização prévia do usuário pagador.

  • Ninguém segura! Linkedin divulga Top Startups 2023 e 45% são fintechs!

    O Linkedin divulgou a sexta edição da lista anual Top Startups. São destacadas as 20 empresas brasileiras emergentes que crescem de maneira totalmente exponencial. Para a seleção, são analisados dados com foco em quatro grandes pilares: Número de funcionários; Interesse das pessoas à procura de emprego; Engajamento dos usuários com a empresa e os seus funcionários; Quantidade de talentos que as startups atraíram das empresas incluídas na lista Linkedin Top Companies. Na atual edição, houve uma grande alteração: o limite máximo de tempo de atividade foi reduzido para cinco anos, possibilitando a inclusão de empresas em estágios iniciais de crescimento. Domínio Fintech Assim como já vinha acontecendo em outras edições, mais uma vez a lista ficou marcada pela presença das startups que oferecem serviços financeiros. As 20 empresas selecionadas são representadas pelas seguintes categorias: Bancos e Serviços Financeiros (45%), Serviços e Consultoria de TI (15%), Saúde (10%), Serviços de Design (5%), Fabricação de produtos de higiene pessoal (5%), Setor Imobiliário (5%), Consultoria e Serviços Empresariais (5%), Tecnologia, Informação e Internet (5%), Entretenimento (5%). Confira abaixo mais detalhes sobre as fintechs presentes na lista: C6 Bank O C6 Bank é um banco digital com mais de 25 milhões de clientes no Brasil e que presta serviços para pessoas físicas e jurídicas. A conta global da empresa permite uso em mais de 190 países. Criado em 2019, conta com mais de 3.580 funcionários, o banco digital ficou no primeiro lugar do ranking. Caju A Caju é uma plataforma de benefícios corporativos flexíveis. A companhia oferece soluções para a relação de empresas com funcionários, como vales refeição e alimentação, além de pagamentos que podem ser gastos com equipamento para trabalho remoto ou lazer. Criada em 2019, conta com mais de 305 funcionários e conquistou a segunda posição do ranking. Flash A Flash é uma empresa que oferece benefícios corporativos para aproximar empresas e funcionários. O cartão de pagamento da empresa é aceito em mais de 4 milhões de estabelecimentos. Criada em 2019, a empresa conta com mais de 730 colaboradores e ocupou a terceira posição do ranking. Cora A Cora é uma fintech com serviços específicos para pequenas e médias empresas. O objetivo é prover soluções financeiras e de gestão para companhias que encontram menos espaço em grandes bancos. A empresa foi criada em 2019, conta com mais de 400 colaboradores e ocupou a 5ª posição. Conta Simples A Conta Simples desenvolve ferramentas e software para que empresas possam gerenciar gastos corporativos, além de cartões com limites flexíveis para pessoas jurídicas. A empresa foi fundada em 2018, conta com mais de 255 colaboradores e conquistou a 6ª posição. Marvin A Marvin fornece tecnologia para facilitar pagamentos entre lojistas e fornecedores, permitindo que varejistas possam usar o saldo das máquinas de cartão sem ter que arcar com os custos da antecipação. Fundada em 2021, a empresa já conta com mais de 50 colaboradores e ocupou a 7ª colocação. Dr.Cash A Dr.Cash é uma fintech especializada em fornecer crédito no setor de beleza e bem-estar. A startup dá aos consumidores opções de pagamento e parcelamento para procedimentos médicos estéticos e odontológicos. Criada em 2018, a startup tem mais de 95 colaboradores e conquistou a 9ª posição. Kanastra A Kanastra fornece tecnologia para estruturação de backoffice de fundos e empresas interessadas em ofertar investimentos alternativos. A startup nasceu em 2022, conta com mais de 85 colaboradores e alcançou a 11ª colocação. Swap O objetivo da Swap é ajudar fintechs a se estruturar e iniciar operações. A plataforma tem soluções para benefícios a funcionários e gerenciamento de despesas corporativas. A startup foi criada em 2018, conta com mais de 215 colaboradores e ocupou a 15ª posição. E ainda vale uma menção honrosa para a startup Gringo, que, apesar de não unicamente uma fintech, por isso acabou aparecendo na categoria Serviços e consultoria de TI, oferece produtos financeiros, como por exemplo a possibilidade de pagar pagar multas de trânsito e contratar seguros automotivos. A lista completa pode ser conferida neste link.

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