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  • Mercado Livre de Energia: 2W Ecobank faz importante parceria com a Solarprime

    A Solarprime, rede de franquias em energia solar, vai passar a oferecer opções para pequenas e médias empresas aderirem ao Mercado Livre de Energia, graças à parceria estratégica com a 2W Ecobank, uma das maiores comercializadoras de energia do país e que tem como membro do Conselho de Administração, o economista e jornalista Ricardo Amorim. A partir de agosto, a equipe da Solarprime, que conta com mais de 470 franqueados atuando em 26 Estados, passa a ofertar aos consumidores já habilitados para participar do ambiente de contratação livre e que, por diversos motivos estruturais, não têm condições de implementar um sistema fotovoltaico, um produto que pode tornar a conta de energia até 30% mais barata. O principal foco será nos consumidores do grupo A, de alta e média tensão dos setores de indústrias, comércios e atividades rurais. Nesse tipo de contrato, os clientes podem também escolher o fornecedor de energia, sendo possível priorizar fontes limpas e renováveis. As soluções da 2W Ecobank que passarão a ser oferecidas pela Solarprime envolvem a migração para o ML de forma simplificada, sem investimentos e sem burocracia, economia na conta de luz e consumo de energia renovável certificada (I-REC), além de outros serviços como gestão de energia, telemetria digital e carregador de veículos elétricos. “Esse mercado está sendo aberto gradualmente, mas há muitos consumidores que não sabem que já podem negociar a energia livremente. Contando com a capilaridade da rede de franquias da Solarprime, estamos fortalecendo nosso compromisso de levar conhecimento e oportunidade especialmente para o pequeno e o médio empresário. Além disso, usando energia renovável, esses novos clientes estarão se tornando mais sustentáveis, reduzindo sua pegada de carbono”, afirma Claudio Ribeiro, CEO da 2W Ecobank. Ricardo Amorim, que integra o Conselho de Administração da 2W Ecobank, destacou a importância desse movimento para o mercado de energia renovável no Brasil. "A parceria entre a Solarprime e a 2W Ecobank não apenas abre novos horizontes para o mercado de energia renovável no Brasil, mas também enfatiza a crescente relevância da sustentabilidade e perenidade de negócio para pequenas e médias empresas”, enfatiza. O CEO da Solarprime, Mário Campo Grande, também ressalta que as recentes mudanças regulatórias atuais irão criar um cenário em que o Mercado Livre de Energia atenderá cada vez mais clientes de médio e baixo consumo. “Esse novo panorama nos motivou a firmar essa parceria com a 2W Ecobank, que comercializa energia limpa de parques eólicos e usinas solares. As duas equipes irão trabalhar alinhadas e iremos treinar o time de franqueados para ter habilitação técnica e comercial para atuar nesse novo segmento”, afirma o CEO da Solarprime. Maior participação no mercado e usinas solares Mário Campo Grande aponta também que a parceria com a 2W Ecobank poderá trazer ganhos significativos para as duas empresas a médio e longo prazo. A projeção, segundo o CEO, é que a Solarprime possa dobrar seu market share no mercado de energia, passando dos atuais 1,5% para 3% nos dois próximos anos. “Potencializando o catálogo de produtos, seguramente, ambas as empresas vão aumentar a participação nos mercados onde têm seus core business. Além de podermos levar mais sustentabilidade e competitividade ao pequeno e médio empresário”, reforça. Do lado da 2W Ecobank, a expectativa é que o market share aumente significativamente nos locais onde a Solarprime esteja presente. Ainda de acordo com Campo Grande, esse é só o começo da parceria que poderá envolver no futuro mais investimentos dos dois lados na construção de usinas solares e parques eólicos. “Novas soluções de mobilidade, por exemplo, por conta da entrada em grande escala de carros elétricos irão permitir paybacks mais atrativos para instalações de usinas de energia limpa. Esta, portanto, é uma vocação natural desta nova parceria. Lembrando que o ritmo de crescimento da demanda desta nova matriz de energia tende a dominar os investimentos a serem feitos na infraestrutura de geração de energia”, completa Campo Grande.

  • Copa do Brasil 2023: Bitso lança promoção inédita para a final no estádio do Morumbi

    A Bitso, empresa líder da América Latina em serviços financeiros baseados em cripto, com 7 milhões de usuários e 1500 clientes institucionais e patrocinadora oficial do São Paulo Futebol Clube, anuncia promoção inédita para a final da Copa do Brasil. O vencedor, ou vencedora da campanha “O Dono do Camarote Bitso”, terá acesso à chave do camarote Morumbitso, para assistir, com mais 25 amigos e buffet liberado de comidas e bebidas, o jogo entre SPFC x Flamengo, no Estádio do Morumbi, no dia 24/09. Para ter a chance de ganhar, será necessário completar as 5 missões: Missão "Jogo de estreia" - Abra sua conta na Bitso e cadastre-se na página da promoção, respondendo: "Por que você e seus amigos merecem assistir à final no Morumbitso?"; Missão "Oitavas de final" - Deposite R$100 na sua wallet na Bitso; Missão "Quartas de final" - Compre alguma cripto; Missão "Semifinal" - Diversifique sua carteira comprando dólar digital (USD Stablecoin); Missão "Rumo ao título inédito" - Ative o Bitso+ e faça seus dólares digitais renderem. O autor da resposta mais criativa, e que cumprir as 5 missões, será o grande vencedor. O resultado da promoção será divulgado no dia 20 de setembro de 2023, no Instagram (@bitso.brasil) e Twitter (@BitsoBR) da Bitso Brasil. O vencedor ganhará acesso exclusivo para assistir ao jogo no dia 24/09 com mais 25 amigos e buffet liberado no camarote da Bitso no Morumbi. Os segundos e terceiros colocados ganharão uma camisa oficial do SPFC. “Para chegar até a final, o Tricolor teve que ter consistência. Para ser o Dono ou a Dona do Camarote Bitso, também é preciso ter. Mas o caminho é simples e em poucos passos você aproveitará a oportunidade de diversificar seus investimentos e viver uma experiência única. Assim como o futebol, as criptomoedas já fazem parte do nosso dia a dia e nós, da Bitso, temos o prazer de entrar em campo diariamente junto aos clientes levando a máxima segurança e transparência”, comenta Thales Freitas, CEO da Bitso Brasil. Regras e Regulamento da Ação “O Dono do Camarote Bitso” A promoção é vigente de 28 de agosto de 2023 até 19 de setembro de 2023. Poderão participar pessoas maiores de 18 anos, que sejam residentes e domiciliados no Brasil. As missões precisam ser cumpridas durante o período de promoção. Portanto, quem já for cliente da Bitso e já estiver inscrito no Bitso+ não precisa abrir conta de novo, mas precisa depositar 100 reais, comprar cripto, comprar dólar digital entre os dias de Vigência da Ação Promocional, mesmo que já tenha feito isso no passado. Todos os termos e condições estão disponíveis em: https://business.bitso.com/pt-br/o-dono-do-camarote-bitso-sao-paulo-fc

  • Como a inteligência de crédito ajuda a reduzir a inadimplência e maximizar a rentabilidade

    No mundo atual com a escassez cada vez mais presente, fazer uma gestão eficiente dos recursos financeiros é essencial para a sobrevivência de um negócio, especialmente quando o empreendimento realiza vendas a prazo. A inteligência de crédito pode ajudar as empresas a tomar decisões mais embasadas sobre concessão de crédito e gerenciamento de risco. “Com o uso de ferramentas de inteligência de dados, as organizações podem avaliar o risco de conceder crédito a uma pessoa física ou jurídica, ajudando a identificar oportunidades de negócios e melhorar a eficiência operacional”, recomenda Reinaldo Boesso, CEO da TMB Educação, fintech especializada em inteligência de crédito. Trata-se de um conjunto de ferramentas e técnicas que ajudam os empreendimentos a avaliar o risco de conceder crédito a uma pessoa ou empresa. Esses sistemas incluem análise de dados, modelagem estatística e aprendizado de máquina. Boesso relembra que o ciclo de crédito é um processo de gestão e recuperação de crédito que existe em diferentes tipos de mercados, desde o varejo até o financeiro. “A ideia é que todo negócio que ofereça ou queira oferecer o benefício da concessão de crédito, faça-o de maneira mais segura e até mesmo mais assertiva. Isso acontece porque passamos a conhecer a fundo o perfil dos clientes e a geri-los mais de perto. Assim, nos antecipamos e conseguimos minimizar possíveis prejuízos pela falta de pagamentos das dívidas. Além de controlar as taxas de inadimplência, junto a outras medidas essenciais como a política de crédito e de cobrança, esse acompanhamento do ciclo de crédito pode trazer também novas oportunidades de negócio”, detalha o empresário. O ciclo de crédito é dividido em quatro etapas: prospecção, concessão, gestão de carteiras e recuperação. De acordo com o CEO da TMB Educação, o ciclo de crédito não para após a aprovação inicial. “A inteligência continua realizando um papel vital ao monitorar o desempenho de crédito dos clientes. A capacidade de adaptar limites e estratégias de cobrança com base nas informações em tempo real permite que as instituições financeiras se ajustem rapidamente às mudanças, levando em consideração as circunstâncias financeiras de cada um”, revela. Ele ainda aponta algumas medidas para controlar a inadimplência, como: Analisar o crédito antes de concedê-lo; Ter contratos claros e transparentes; Monitorar constantemente; Elaborar o histórico do seu cliente; Atentar-se para a data do vencimento e cuidar de todos os atrasos; Diversificar a carteira de clientes; Ter políticas de cobrança efetivas; Estabelecer políticas de crédito claras. Outra ferramenta útil e estratégica para o processo de concessão de crédito, de acordo com Boesso, é o score de crédito. É uma pontuação para avaliar o histórico financeiro do consumidor. Quanto maior a pontuação, melhor a avaliação de crédito do proponente. “O score é utilizado pelas instituições financeiras na análise de risco de conceder crédito para medir a probabilidade de um CPF ou CNPJ cumprir suas obrigações financeiras. O cálculo desse indicador é feito com base em informações de bancos de dados de birôs de crédito, como a Serasa. Essas informações incluem o histórico de pagamento de dívidas, o número de consultas realizadas ao CPF ou CNPJ, entre outros fatores”, detalha o empresário. Para ele, com a adoção dessas ferramentas de inteligência de dados, a gestão de cobranças fica ainda mais eficaz e direcionada. “As instituições podem adotar abordagens personalizadas para cada devedor, levando em consideração seu histórico financeiro e sua capacidade de pagamento. Isso não apenas aumenta a recuperação de dívidas, como também melhora a experiência do cliente durante momentos que podem ser considerados desafiadores”, pontua. Boesso acredita que, no mundo moderno, dados e informações tornam-se cada vez mais valiosos. “A inteligência de crédito, em parceria com fontes confiáveis como a TMB, não é apenas um diferencial competitivo, mas sim uma peça central na construção de um setor financeiro mais robusto e resiliente”, finaliza.

  • Você investiria no seu time? Equipes brasileiras poderão captar recursos através do crowdfunding

    Um parecer editado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) quer levar os times gerenciados por meio das Sociedades Anônimas de Futebol (SAF) a dar mais um passo rumo à profissionalização. Para isso, a autarquia passa a permitir com que as agremiações captem recursos no mercado de capitais, através de emissão de ações ou de um título próprio destinado a investidores profissionais do setor. Além disso, essas equipes poderão manter plataformas de financiamento coletivo, conhecidos como crowdfunding. Editado no último dia 21 de agosto, o Parecer de Orientação nº 41 da CVM estabelece ainda um rigor maior nos níveis de governança dentro desse formato de gestão. Para poder fazer essa captação, os clubes devem deixar o formato de associação sem fins lucrativos, como muitos times funcionam hoje no país e disputam os torneios, tanto de nível nacional quanto os estaduais. O modelo jurídico SAF foi instituído pela Lei nº 14.193, de 2021. “Esse parecer sinaliza que a CVM quer que os clubes se profissionalizem e já indicou que as SAFs poderão obter recursos no mercado de apitais. Com dinheiro em caixa, os times poderão comprar bons jogadores e ter uma estrutura melhor. Ou seja, esse mercado que é altamente lucrativo deixará de ser amador”, avalia Marcelo Godke, advogado especializado em Direito Empresarial e Mercado de Capitais e professor da FAAP e Insper. De acordo com esse dispositivo da CVM, os clubes poderão abrir seu capital social com um IPO (sigla em inglês para Oferta Pública Inicial de Ações). Dessa forma, os times poderão receber recursos de potenciais investidores interessados em se tornarem sócios da atividade futebolística do time, desde que tenha uma perspectiva de lucro futuro com o recebimento de dividendos. Na prática, a operação é a mesma já adotada por grandes empresas. Atrelado ao bônus de poder fazer essa captação, vem o ônus, ressalta Paulo Portuguez, advogado especializado em Direito Bancário e Administrativo Sancionador e sócio do escritório Jantalia Advogados. “Ingressando nesse nicho, as SAFs precisarão prestar informações periódicas aos seus investidores e divulgar fatos relevantes que possam impactar na percepção dos investidores sobre o negócio”. Debêntures-FUT As SAFs também poderão se utilizar de um tipo próprio de captação de recursos, denominado “Debêntures-FUT”. Por meio deste instrumento, as SAFs poderão se capitalizar recursos para duas áreas: quanto ao desenvolvimento de atividades; e relacionada ao pagamento de despesas atreladas, em regra, ao futebol. Porém, é preciso que aconteça a intermediação de sociedades registradas na CVM, o que amplia o rol de opções para captação de investidores profissionais. “Em síntese, as ‘Debêntures-FUT’ podem dispor de livre circulação entre investidores profissionais, diferentemente do que ocorre no mercado como um todo”, pontua Portuguez. Crowdfunding Os clubes que tiverem receita bruta anual de até R$ 40 milhões poderão obter recursos por meio de crowdfunding. A plataforma funciona como uma espécie de captação por meio de oferta pública de distribuição de valores mobiliários em plataforma eletrônica de investimento regulada e supervisionada pela CVM. “A vantagem desse instrumento é simplificar o acesso ao investimento, sem custos elevados de intermediação, fator de extrema importância especialmente para clubes que não possuem os orçamentos ‘recheados’ como os dos integrantes da Séria A”, explica Portuguez. Governança Quanto à governança, as SAFs deverão observar algumas normas específicas relacionadas à vedação de acúmulo dos cargos de presidente do conselho de administração e de diretor-presidente, além da participação obrigatória de membros independentes no conselho de administração. Na Lei de 2021, já é previsto um capítulo específico sobre controle e governança corporativa que estabelece uma estrutura mínima de governança, a ser seguida pelas SAFs, podendo os respectivos estatutos sociais dispor sobre estruturas complementares que respeitem os dispositivos legais. No caso das SAFs abertas – ou seja, listadas na bolsa – é necessário observar a regulação da CVM sobre mercado de capitais. “Um aspecto que deve intrigar o torcedor é a possibilidade de uma mesma pessoa ser detentora de ações em duas ou mais SAFs e o impacto que isso pode ocasionar na tomada de decisões em cada clube. A CVM observa que o acionista com mais de 10% das ações votantes de uma SAF e for, simultaneamente, titular de qualquer espécie de ações de outra sociedade do gênero, não terá direito a voz ou voto nas assembleias gerais, nem poderá participar da administração de tais empresas. A proibição de participar da administração do clube envolve tanto as participações diretas quanto as indiretas.

  • Broto fecha parceria com Agrotoken e passa a receber em grãos digitais

    O Broto, plataforma digital do Banco do Brasil para o agronegócio, inova mais uma vez e oficializa parceria com a Agrotoken, pioneira na tokenização de commodities agrícolas. As empresas vão participar da Expointer 2023, que acontece de 26 de agosto a 3 de setembro, em Esteio (RS), onde o produtor terá acesso aos parceiros que já aceitam pagamentos em grãos na plataforma. A aliança tem como foco fornecer soluções digitais abrangentes e integradas aos agricultores, oferecendo-lhes acesso a recursos, informações e serviços que potencializam as atividades agrícolas. Por meio dessa iniciativa, os produtores poderão comprar máquinas, fertilizantes e outros insumos na plataforma Broto, pagando com a própria produção. Além da agilidade e facilidade proporcionada pelo pagamento com grãos, toda a transação ocorre de forma on-line, eliminando burocracias e simplificando o processo para o produtor. Com apenas alguns cliques, o produtor pode acessar a plataforma Broto, escolher os produtos desejados, optar pelo pagamento com sua produção e receber uma cotação da revenda em sacos de milho ou soja, que representam o valor do bem adquirido. Os benefícios desta união estratégica se estendem para fora da porteira. As revendas ou comerciantes que aceitam agrotokens como pagamento têm um processo muito mais ágil e descomplicado, facilitando toda a transação. “. Como um ecossistema no qual o produtor encontra tudo de que necessita para potencializar o seu negócio, estamos felizes por oferecer mais um recurso para facilitar o fechamento de negócios. Agora, além de financiar ou comprar com CPR, o cliente pode pagar com grãos. Tudo isso de forma digital, ágil e extremamente segura. Estamos ansiosos para ver os frutos dessa aliança”, comenta Michel Jorge Samaha, diretor-presidente da Broto S.A. A operação ocorre da seguinte maneira: o produtor acessa a plataforma Broto, seleciona os itens que deseja comprar, escolhe a opção de pagamento com grãos e recebe uma cotação da revenda em sacos de milho ou soja. Uma vez aceita a transação, a tokenização é realizada pela plataforma Agrotoken, convertendo os grãos em tokens, e o produtor é informado da equivalência. Em seguida, a revenda gera um link de pagamento através do aplicativo Agrotoken, o produtor autoriza o pagamento e a transação acontece quase que instantaneamente. Vale destacar que a revenda não fica com os tokens, pois a Agrotoken realiza a conversão para o pagamento em espécie. “Essas soluções digitais irão otimizar os processos dos agricultores, maximizar eficiência comercial e de tomada de decisão do produtor e, consequentemente, agregar ainda mais valor por meio da inovação aos seus negócios. A parceria entre produtores rurais, a Agrotoken e o Broto reflete nosso compromisso em impulsionar a inovação no setor agrícola, fornecendo ferramentas modernas e eficazes”, afirma Anderson Nacaxe, Country Manager da Agrotoken. O Broto nasceu com o objetivo de apoiar o aumento da produtividade em toda a cadeia do agronegócio.. Conta com uma loja virtual com mais de 10 mil produtos e serviços para produtores rurais de todos os portes, culturas e regiões do país. Já recebeu mais de 2,7 milhões de acessos e gerou mais de R$ 3 bilhões em negócios. “Será uma excelente oportunidade para os agricultores conhecerem de perto as soluções digitais oferecidas pela empresa e os benefícios dessa parceria com o Broto. Esperamos que essa aliança impulsione o agronegócio, oferecendo aos agricultores ferramentas e serviços inovadores que aumentem sua eficiência e sucesso”, finaliza Nacaxe.

  • PagBank registra lucro de R$ 415 milhões no último trimestre

    O PagBank, banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, anuncia os resultados consolidados do segundo trimestre de 2023 (2T23). O lucro líquido ajustado da companhia foi de R$ 415 milhões e a receita líquida foi de R$ 3,83 bilhões. A companhia encerrou o trimestre com 29,5 milhões de clientes, conquistando 4,6 milhões de clientes nos últimos 12 meses. Somente no primeiro semestre deste ano, os clientes transacionaram R$ 424 bilhões, o que levou a marca de mais de R$ 2 trilhões em transações financeiras processadas na história, que incluem os volumes de adquirência, transações PIX, gastos nos cartões emitidos e pagamentos de contas no app. Para Alexandre Magnani, CEO do PagBank, esta conquista aponta o ritmo acelerado de crescimento não somente na adquirência, mas também em serviços financeiros. “Levamos 16 anos para alcançar nosso primeiro R$ 1 trilhão em transações financeiras e apenas 1 ano para alcançar novamente esse número, superando a marca de R$ 2 trilhões. Estamos no caminho certo para continuar facilitando a vida financeira de pessoas e negócios de maneira simples, segura, digital e integrada.” Em agosto, a companhia teve o rating brAAA atribuído pela S&P Global, posicionando o PagBank com o rating mais alto entre bancos digitais e similar ao das grandes instituições bancárias. O relatório destacou a posição consolidada do grupo no setor de serviços de pagamentos, robusta liquidez financeira, alta rentabilidade e baixa alavancagem. Para Artur Schunck, CFO do PagBank, a atribuição do rating é um marco a ser celebrado pela companhia e pelos clientes: “A atribuição do rating brAAA é um selo de credibilidade para o mercado de capitais e de segurança para os clientes. Com CDBs que rendem até 130% do CDI, o PagBank tem a melhor combinação entre alto rendimento com baixo risco, sendo uma das melhores opções de investimento de renda fixa do mercado brasileiro”, afirma. Resultados Entre abril e junho, o TPV da adquirência foi de R$ 92,7 bilhões, crescimento consolidado de +4% a.a., com destaque para o TPV de microempreendedores e PMEs, que cresceu +10% em relação ao mesmo período em 2022, o dobro do crescimento da indústria. De acordo com Magnani, nos últimos 12 meses, o PagBank decidiu priorizar segmentos mais rentáveis e nos quais têm as melhores vantagens competitivas. “Considerando o mês de julho e a primeira quinzena de agosto, já crescemos +8,5% a.a., refletindo a melhora do mercado e o resultado das nossas iniciativas, principalmente para microempreendedores e PMEs”, afirma o executivo. Na frente de serviços financeiros, o destaque foi o crescimento acelerado do cash in (recebimento de Pix e TED) na conta digital do PagBank, que atingiu mais de R$ 50 bilhões, crescimento +59% a.a. e +11% em relação ao trimestre anterior. Os depósitos encerraram o trimestre em R$ 18,3 bilhões (+18% a.a.), com destaque para os depósitos originados no app PagBank, que cresceram +25% em relação ao segundo trimestre de 2022. A carteira de crédito alcançou R$ 2,6 bilhões, com aumento da exposição a produtos de crédito com garantia e baixo risco, que já representam mais de 50% do total e se reflete na forte queda da inadimplência no período, com as safras dos produtos de baixo risco apresentando inadimplência em torno de 1%. No consolidado, a receita total alcançou a marca dos R$ 3,83 bilhões, alta de +2% na comparação com o primeiro trimestre do ano e queda de -2% em relação ao mesmo período de 2022. Schunck pontua que o foco em segmentos com maiores margens e o impacto do novo teto no intercâmbio dos cartões pré-pagos e de débito estabelecidos a partir de 1º de abril deste ano foram os principais motivos do desempenho. Na visão do executivo, essa queda nas receitas foi pontual e deve ser revertido já nos próximos trimestres. A companhia segue ganhando eficiência, com destaque para a terceira queda nominal consecutiva das despesas financeiras, forte redução das perdas e disciplina nas despesas operacionais, diluindo custos e melhorando as margens líquidas. O lucro líquido contábil foi de R$ 385 milhões no trimestre, enquanto lucro líquido recorrente foi de R$ 415 milhões, crescimento de +5% e +3% em relação ao segundo trimestre de 2022, respectivamente. “Nossa filosofia de investimento sempre foi crescer de forma sustentável, entendendo que existem ciclos de maior crescimento e ciclos de maior lucratividade. Isso se reflete na consistência da nossa execução e nos R$ 7,6 bilhões de lucro líquido e mais de R$ 10 bilhões de caixa líquido, que acumulamos desde 2015. Nunca demos prejuízo”, ressalta Schunck. Para Magnani, a combinação de produtos com proposta de valor completa, canais de venda integrando o mundo físico e digital, solidez financeira e marca com forte reconhecimento continuam a ser os grandes diferenciais da companhia, “Continuamos empenhados em nossa missão de facilitar a vida financeira das pessoas e negócios, revolucionando a inclusão e o acesso aos serviços financeiros e de pagamentos para população brasileira”, conclui o CEO do PagBank. Para consultar os resultados do PagBank no 2T23, clique aqui.

  • Avenue e BlackRock reforçam parceria comercial para fortalecer a oferta de ETFs iShares

    A Avenue, plataforma de investimentos que permite aos brasileiros investirem diretamente no mercado americano e terem uma conta internacional em dólar, reforça a parceria com a BlackRock para explorar a oferta de ETFs temáticos iShares, além de outros tipos de produtos oferecidos pela gestora. Fundada em 1988, a gestora de ativos BlackRock tem uma longa trajetória no mercado financeiro. Atualmente, a empresa é uma das líderes globais em soluções de investimento e tecnologia, e tem sob gestão mais de US$ 9,4 trilhões. Com presença global, a BlackRock também tem uma forte atuação na América Latina em mais de 27 anos de experiência na região. Desenvolvidos na década de 1990, os ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos negociados em bolsa que proporcionam acesso a uma ampla gama de ativos através de um único investimento. Eles oferecem uma valiosa diversificação entre diferentes classes de ativos, como ações e Bonds, o que torna esses fundos bastante atraentes para os investidores. Uma das principais vantagens dos ETFs é a redução do risco de concentração em um único ativo ou setor específico. Atualmente, o mercado americano possui um impressionante leque de opções, com mais de 3 mil ETFs listados, totalizando um valor de mercado aproximado de 7 trilhões de dólares. Esses números evidenciam a crescente popularidade e confiança que os investidores depositam nesse instrumento financeiro. A Avenue oferece aos consumidores uma oportunidade de investir em ETFs com apenas 5 dólares, tornando essa forma de investimento mais acessível e inclusiva para todos os perfis de investidores. Quase 70% dos seus clientes possuem algum produto de equities, dentre eles ações e ETFs. O perfil desse cliente é jovem (até 40 anos) que enxerga nesse tipo de investimento a oportunidade de ampliar seu patrimônio através de investimentos de médio prazo com liquidez. Uma vez que começa a investir em equities, a tendência de comportamento do consumidor é começar a investir em ações, porém se dedicar mais a ETFs. Para Alexandre Artman, Chief Operating Officer da Avenue, a parceria traz uma maior solidez para a imagem da plataforma e transmite mais confiança aos investidores. "Temos uma vasta experiência em investimentos no exterior e oferecemos diversas opções de ETFs em nosso portfólio desde o início. No entanto, essa colaboração com a BlackRock solidifica ainda mais a posição da Avenue no mercado, o que consequentemente transmite maior segurança aos investidores", afirma. Essa parceria fortalece as opções de investimento disponíveis para os clientes da Avenue e proporciona uma maior diversificação de oportunidades no mercado financeiro internacional. "Essa união de forças certamente beneficiará os clientes da plataforma ao proporcionar acesso a um leque ainda mais amplo de oportunidades de investimento, reforçando a reputação da Avenue como uma opção confiável para investir no mercado internacional", conclui Artman. “A nossa principal missão é ajudar os investidores na construção de seus patrimônios a longo prazo, por isso, a educação financeira é uma estratégia imprescindível para nós. A parceria entre Avenue e BlackRock mostra a importância da expansão das oportunidades de diversificação de investimentos com a possibilidade de construir portfólios internacionais resilientes”, destaca Karina Saade, presidente da BlackRock no Brasil. Saiba mais sobre ETFs: https://avenue.us/blog/etf-fundos-de-indice-eua/

  • Fintech View reúne especialistas para debater os desafios do ecossistema e insights para o futuro

    As fintechs continuam ganhando espaço no mercado, apesar do cenário atual se mostrar mais desafiador. A maior restrição no acesso ao capital resultou em uma mudança do enfoque no crescimento acelerado para a proteção da rentabilidade das operações. A eficiência operacional é um objetivo central das fintechs, envolvendo o uso intensivo de tecnologia e de Inteligência Artificial para reduzir custos. O desafio é se diferenciar em um mercado competitivo, onde os clientes possuem cada vez mais informações. A 8ª edição do Fintech View, evento de destaque no ecossistema, reunirá líderes e especialistas do setor para discutir as inovações e tendências que estão revolucionando o mercado financeiro. O encontro ocorrerá no dia 31/8, no Auditório BV presencial (vagas limitadas) e online (grátis). O que terá no evento? O primeiro painel “Revolução Digital: como a IA e as novas tecnologias estão impactando os negócios e a experiência do cliente”, vai debater como a demanda por serviços e atendimento rápidos, seguros e digitais está mudando a dinâmica do mercado e de que forma as fintechs e empresas podem atender os consumidores com fluidez e segurança. O painel contará com a participação de Caio Ribeiro (Mova), Ricardo Raposo (B3), Fabio Cossini (AWS) e com a Walter Pereira como moderador. Na sequência, no painel "Além do score: como as novas tecnologias que estão revolucionando a concessão de crédito" os especialistas falarão como a aplicação das novas tecnologias (IA, data driven, open finance) estão mudando a concessão de crédito, tornando-o mais simples e inclusivo. Mareska Tiveron (Viseu) vai moderar a conversa com Danilo Coelho (Quod), Denis Lopes (Provenir) e Marcos Ramos (FitBank). Em seguida teremos a palestra de Carlos Benitez (BMP) “Avanços tecnológicos exponenciais: os desafios e oportunidades para o mundo fintech”. Ele falará do avanço das fintechs na oferta de serviços mais acessíveis e focados no cliente e do desafio em acompanhar os avanços tecnológicos exponenciais e evoluir de uma boa a solução para um negócio escalável. Para inspirar e compartilhar experiências, Daniel Orlean (Voltz) e Tiago Compagnoni (Voltz) apresentarão o caso de Embedded finance da Voltz. A fintech vai contar como a oferta de serviços financeiros no segmento de utilities está promovendo conveniência e inclusão. O painel seguinte “Fintechs em evolução: como a regulação impacta o futuro dos serviços financeiros acessíveis e centrados no cliente” vai discutir em que medida os órgãos reguladores e marcos regulatórios do câmbio, garantias e criptomoedas impactam o ecossistema. Com moderação de Danylo Martins (Finsiders), estarão no painel Fernanda Garibaldi (Zetta), Yves Berbet (Wise) e Matheus ferreira (BV). Para finalizar a programação o painel “Moedas Digitais e Tokenização: o futuro do mercado financeiro” debaterá qual o impacto da evolução das moedas digitais (CBDCs) e da tokenização no mercado financeiro e quais são as perspectivas para o futuro. Bernardo Srur (ABCripto), Daniel Steinberg (Bitso), Evelyne Yao (BV) debaterão o tema moderados por Emilia Campos (MCZ Advogados). Para Regina Crespo, diretora da Idea D, organizadora do evento, o apoio de importantes companhias do mercado como BMP, Voltz, Provenir, Mova e Quod e a co-realização com BV demostram a relevância do evento. “Fintech View está em sua 8oedição e desde 2016 acompanha a evolução do ecossistema. Nesse ano, vamos reunir fintechs, empreendedores e especialistas do mercado para compartilhar visões e experiências enriquecedoras, repleta de insights, além de conexões estratégicas e oportunidades de negócios”, conclui. As inscrições estão abertas e o público pode conferir o evento de forma presencial (vagas limitadas) e online (gratuito). Fintech View acontece no dia 31 de agosto, das 14h00 às 18h30, no Auditório BV, São Paulo (Av. Nações Unidas, 14.171, Torre A, Térreo – Vila Gertrudes). Para mais informações, clique aqui.

  • Omie se torna a primeira empresa de ERP aprovada para ser iniciadora de pagamentos

    A Omie, plataforma de gestão (ERP) na nuvem, recebeu, recentemente, autorização do Banco Central (BC) para operar como Instituição de Pagamento (IP), na modalidade Iniciador de Transação de Pagamento (ITP). A licença possibilita a entrada da scale-up ao ecossistema do Open Finance – permite que novos recursos do sistema sejam desenvolvidos, facilitando o acesso dos clientes, com autorização prévia, a serviços financeiros em qualquer conta dos participantes do Open Finance Brasil. Neste contexto, a Omie é a primeira empresa do segmento de gestão a entrar no Open Finance. “Iniciamos um novo capítulo na integração entre gestão online e serviços financeiros, pois acreditamos que essa convergência pode levar a plataforma de gestão a um novo patamar e melhorar ainda mais a experiência dos nossos clientes”, afirma Gabriel Siqueira, diretor de Tech Ventures da Omie. O Open Finance é um projeto do BC que possibilita que os usuários (PFs e PJs) utilizem seus dados e serviços financeiros de maneira mais ampla e em diferentes ambientes, inclusive para obter serviços e soluções mais personalizadas. Empresas com licença ITP funcionam como agentes aptos a iniciar transações de transferências ou pagamentos sem a necessidade de acessar instituições financeiras, seja para entrada ou saída de recursos. Inicialmente, o Open Finance disponibilizou a iniciação do Pix, mas novas funcionalidades serão agregadas no futuro com a evolução do ecossistema integrado, como novos meios de pagamento e a possibilidade de agendamentos. Segundo o executivo, a aprovação do regulador é a primeira etapa para a empresa expandir na modalidade. “Os próximos passos são avançar nos requisitos técnicos e começar a testar as primeiras experiências com nossos clientes, como a consolidação de saldos e o reaproveitamento de dados cadastrais, e permitir a iniciação de transferências de dentro do sistema com o consentimento dos usuários. Todas essas ações já utilizando a infraestrutura do Open Finance”, diz Gabriel. Ele complementa que “as primeiras funcionalidades devem estar disponíveis até o fim do ano e já existem planos de atuar em novas modalidades”. Com menos de 100 iniciadores cadastrados no Diretório Central do Open Finance e apenas 21 certificados e habilitados a operar, Gabriel avalia o Open Finance como um projeto de longo prazo que está apenas começando, mas permitindo inúmeras inovações. “As empresas poderão construir experiências inéditas a partir dessa infraestrutura. Nosso objetivo é nos manter na vanguarda no segmento de sistema de gestão, trazendo novas funcionalidades, antes inimagináveis neste setor”, afirma.

  • Fintechs: Novas Abordagens para o Crescimento Financeiro

    O cenário financeiro mudou significativamente nas últimas décadas, em razão das transformações na tecnologia e na globalização. Esse contexto de mudança, ainda, conta com o surgimento das fintechs, empresas de tecnologia financeira que revolucionaram a maneira como as pessoas lidam com suas finanças e investimentos. Essas startups ágeis e inovadoras trouxeram consigo uma série de novas abordagens para o crescimento financeiro, impactando a forma como as pessoas gerenciam seu dinheiro, investem e acessam serviços financeiros. Dessa forma, exploraremos a seguir como as fintechs estão moldando o cenário financeiro global e oferecendo novas perspectivas para o crescimento financeiro pessoal e empresarial. O Surgimento das Fintechs Para entender o impacto das fintechs, é importante examinar o contexto em que surgiram. No início dos anos 2000, uma combinação de avanços tecnológicos, mudanças regulamentadoras e demandas crescentes por serviços financeiros mais acessíveis a todas deram origem às Fintechs mais acessíveis e convenientes. Assim, as fintechs são conhecidas por sua agilidade, foco na experiência do cliente e adoção de tecnologias avançadas, como inteligência artificial, aprendizado de máquina, blockchain, entre outras. Isso as diferencia das instituições financeiras tradicionais, que muitas vezes estão sobrecarregadas por processos burocráticos e sistemas legados. Antes do surgimento das fintechs, o setor financeiro era dominado por instituições financeiras tradicionais, como bancos, seguradoras e empresas de investimento. Essas instituições muitas vezes eram caracterizadas por processos burocráticos, altos custos e falta de inovação tecnológica. Os serviços financeiros eram predominantemente prestados de maneira presencial, com filas em agências bancárias e papelada extensa. Porém, com os rápidos avanços da tecnologia, as fintechs vieram para moldar o futuro das finanças, tornando-as mais acessíveis, eficientes e alinhadas com as necessidades dos consumidores. À medida que a tecnologia continua a avançar e as inovações financeiras se multiplicam, os benefícios das fintechs para o crescimento financeiro pessoal e empresarial se tornam cada vez mais evidentes. É um emocionante novo capítulo no mundo das finanças, onde todos têm a oportunidade de prosperar financeiramente. Como as fintechs funcionam? Como já visto anteriormente, as fintechs operam de maneira significativamente diferente das instituições financeiras tradicionais, como bancos e seguradoras, aproveitando a tecnologia para oferecer uma ampla gama de serviços financeiros de forma eficiente, acessível e personalizada. O cerne do funcionamento de uma fintech reside na sua capacidade de combinar tecnologia avançada com a experiência financeira. Isso começa com a identificação de uma necessidade ou oportunidade no mercado financeiro e, em seguida, a criação de uma solução inovadora para atendê-la. Vamos explorar os principais componentes de como uma fintech funciona. 1. Identificação de Oportunidades O processo começa com a identificação de oportunidades dentro do setor financeiro. Isso pode ser uma área onde os serviços tradicionais são caros, ineficientes ou inacessíveis para determinados segmentos da população, como empréstimos, investimentos, pagamentos ou seguros. 2. Desenvolvimento Tecnológico Uma fintech aproveita a tecnologia para criar plataformas e sistemas eficazes para atender às necessidades identificadas. Isso envolve o uso de algoritmos, aprendizado de máquina, análise de dados e, em alguns casos, blockchain para melhorar a eficiência e a segurança dos serviços financeiros. 3. Personalização e Automatização Uma das características distintivas das fintechs é a capacidade de oferecer serviços financeiros personalizados. Isso é feito por meio de algoritmos que analisam os dados financeiros e as preferências do cliente, adaptando a oferta de produtos e serviços às necessidades específicas de cada usuário. A automatização é fundamental para a eficiência, reduzindo a necessidade de intervenção humana em processos rotineiros. 4. Acessibilidade e facilidade de uso As fintechs são conhecidas por sua interface de usuário amigável. Isso torna mais fácil para os clientes acessarem e utilizarem os serviços financeiros oferecidos. Os aplicativos móveis e as plataformas online são comuns, permitindo que os clientes gerenciem suas finanças a partir de seus dispositivos pessoais. 5. Redução de custos Uma das maiores vantagens das fintechs é a redução de custos. Ao eliminar a necessidade de infraestrutura física cara, como agências bancárias, e ao otimizar processos com automação, as fintechs conseguem oferecer serviços financeiros a preços mais acessíveis do que as instituições financeiras tradicionais. Isso beneficia diretamente os clientes. Em resumo, uma fintech funciona integrando tecnologia, análise de dados, personalização e eficiência para oferecer serviços financeiros inovadores, acessíveis e convenientes aos clientes. Essas empresas continuam a desempenhar um papel fundamental na transformação do cenário financeiro, impulsionando a inclusão financeira e melhorando a vida financeira de pessoas e empresas em todo o mundo. O Poder da Democratização Financeira Uma das maiores contribuições das fintechs para o mercado financeiro é a democratização financeira. As fintechs têm o poder de democratizar finanças, tornando serviços bancários, empréstimos e investimentos acessíveis a todos por meio da tecnologia. Assim, essas empresas contribuem na eliminação de barreiras tradicionais, como a falta de infraestrutura bancária em áreas remotas e a ausência de histórico de crédito. Assim, elas promovem a inclusão financeira e educação, reduzindo custos e facilitando o acesso a oportunidades financeiras. Isso fortalece o poder financeiro de indivíduos e pequenas empresas, promovendo uma sociedade mais igualitária. O objetivo central da inclusão financeira é garantir que todas as pessoas, independentemente de sua renda, localização geográfica, gênero ou status social, tenham a oportunidade de participar plenamente do sistema financeiro e se beneficiar de seus recursos, promovendo um futuro financeiro mais seguro, participativo e sustentável. A título de exemplo, a empresa SuperSim, por exemplo, utiliza análise de dados e algoritmos avançados para avaliar o crédito de indivíduos em regiões com pouca infraestrutura bancária, permitindo a concessão de empréstimos a pessoas sem histórico de crédito tradicional.

  • Principia capta R$ 200 milhões e compra a fintech Provi

    A Principia, startup brasileira focada em soluções financeiras para instituições de ensino, anuncia uma captação de R$ 200 milhões e a aquisição da Provi, plataforma líder em checkout e crédito para cursos profissionalizantes, com mais de 600 instituições parceiras. Com a nova aquisição, a Principia expande o seu mercado de atuação e dá mais um passo na direção de se tornar o principal hub de soluções financeiras para instituições de ensino do país. A nova captação envolveu um Series A liderado pela Valor Capital Group e seguido pelos fundos ARC Capital, Spectra, Supera e FJ Labs, além da estruturação de um FIDC (Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios) com alguns dos principais investidores do mercado de capitais brasileiro. O montante vai permitir à startup redobrar a sua aposta em produto e tecnologia, e continuar o ritmo bastante acelerado de crescimento. A Principia já havia anunciado uma rodada Seed de R$ 24 milhões, em março deste ano. A startup, que começou a operar em 2022, já processa um volume de mensalidades equivalente a R$ 200 milhões por ano e serve mais de 40 mil alunos de graduação através da sua plataforma. A meta é dobrar de tamanho até o fim do ano, comprovando a alta aderência da sua tese e produtos às necessidades do mercado. Sua principal solução, chamada de Receita Garantida, garante às Universidades o pagamento das mensalidades dos alunos, oferecendo eficiências operacionais na cobrança e uma alta previsibilidade de fluxo de caixa para as instituições de ensino. Com a aquisição da Provi, cuja reestruturação foi conduzida pela ARC Capital, a Principia expande em novas verticais do setor e passa a atender mais de 650 instituições de ensino espalhados por todo o Brasil, com quase 400 mil alunos totais na plataforma. Adicionalmente, vai absorver um modelo de crédito altamente treinado e inteligente, que já analisou mais de 1 milhão de estudantes ao longo dos últimos quatro anos desde a criação da Provi, e que já ajudou a financiar mais de 350 mil alunos. "Ficamos impressionados com a capacidade do time da Principia em executar e capturar uma oportunidade enorme", afirma Carlos Costa, Partner na Valor Capital e membro do Conselho da startup. "A aquisição da Provi expande nosso escopo de atuação e traz grandes benefícios, como tecnologia, experiência do time no setor e um modelo altamente treinado, que já desembolsou mais de R$1 bilhão em crédito educacional", completa. Para Newton Maia, fundador e CEO da Principia, os dois negócios são muito complementares. "As soluções da Provi, focadas em cursos de curta duração, são perfeitas para os cursos de pós-graduação dos clientes da Principia", afirma Maia, que é também ex-diretor da Advent. "Vamos tornar o motor de crédito construído pela Provi ainda mais robusto, e transformar a Principia no hub de soluções financeiras mais completo para instituições de ensino no país", explica. Atualmente, o motor de crédito da Provi faz com que os alunos de cursos de curta duração consigam aprovar um financiamento em alguns minutos. "Acreditamos que pode ser uma forma sustentável de investir na educação e, portanto, no futuro do país, já que mais da metade dos alunos atendidos pela Provi não estudariam se não fosse o financiamento", afirma Mario Perino, um dos fundadores da companhia juntamente com Fernando Franco. Com o novo escopo, Mario Perino assumirá a função de COO (Chief Operating Officer) das operações de cursos livres, enquanto Fernando Franco será o CPO (Chief Product Officer), olhando para o portfólio atual e de novos produtos, ajudando a capturar sinergias entre ambas as verticais. Diogo Fonseca permanece como COO das operações de Ensino Superior, posição que já ocupa desde Fevereiro de 2023, quando a sua startup 4IES foi adquirida pela Principia. A transação acontece em um cenário em que cada vez mais M&As devem ser vistos em diferentes indústrias. "A operação reforça nossa visão de que movimentos inorgânicos podem ajudar a criar valor, com oportunidades únicas, principalmente em ciclos mais voláteis de mercado", explica Carlos Costa, da Valor Capital Group. "Apostamos no sucesso da Principia desde o início e não seria diferente neste momento tão importante para a empresa", completa.

  • Super App sheerME lança comunidade de influenciadores de bem-estar

    A sheerME, Super App de serviços de bem-estar e beleza, lançou a maior comunidade de ganhos do mundo no setor. A plataforma, que chegou ao Brasil em junho de 2023, já tem nos usuários do país 10% da movimentação geral do negócio e a previsão é que esse número represente 80% nos próximos dois anos. “O potencial do Brasil é incrível para o setor de cuidados pessoais. Queremos fazer da sheerME a Uber de agendamentos e pagamentos. Estamos levando inovação para o segmento e a receptividade dos consumidores tem sido impressionante. Os hábitos destes clientes tiveram alterações significativas no pós-pandemia e nós estamos atentos a este novo momento”, explica Miguel Alves Ribeiro, CEO da sheerME. A empresa, que nasceu em Portugal em 2021, recebeu recentemente um aporte de R$ 12,5 milhões. Deste valor, 70% estão sendo investidos para operacionalizar o Brasil, 30% em pessoas e produto. A operação no país conta com sete pessoas dedicadas ao negócio, mas a previsão é triplicar esse número nos próximos três meses. Um dos diferenciais da marca está em oferecer acesso fácil e rápido a agendamentos e pagamentos on-line de serviços de beleza e bem-estar, através do aplicativo e integrações com plataformas como Google, META (Facebook, Instagram e WhatsApp), Glovo, entre outras. Assim, o consumidor consegue agendar o que precisa de forma prática, sem ter que sair das ferramentas que normalmente usa para fazer os agendamentos. O usuário pode faturar com o app Compartilhar experiências, sugerir novos espaços para a plataforma ou convidar amigos para utilizar a SheerMe, assim os usuários podem acumular ganhos no aplicativo. Qualquer pessoa pode ser um influenciador de bem-estar e criar a sua própria tribo dentro da comunidade. Quanto mais amigos estiverem na rede, mais a carteira virtual será recompensada. O lançamento da maior comunidade de beleza e bem-estar do mundo, proporciona aos usuários se tornarem influenciadores de bem-estar e contribuírem para que as pessoas ao seu redor cuidem cada vez mais de si com facilidade e praticidade. A ideia é que, quando um usuário compartilha sua experiência, sugere novos espaços ou convida seus amigos para usar a sheerME, ele ganha dinheiro na carteira do aplicativo para descontar em seus agendamentos futuros. Serão comunidades formadas por diferentes tribos, com interesses em comum. Desta forma, quanto mais amigos o usuário tiver dentro da sua tribo, mais dinheiro na carteira ele terá para gastar como preferir. Para cada amigo que o usuário conseguir trazer para a sua tribo, ele ganhará R$ 5 na sua carteira digital sheerME e mais 2% do valor gasto por eles dentro da plataforma, sempre que fizerem um novo agendamento de serviço. Os amigos que aceitarem o convite para entrar nesta comunidade ganham R$ 25 por se cadastrarem na sheerME e mais R$ 10 através do convite, para gastar na sua primeira marcação. “O objetivo da sheerME é recompensar os usuários que inspiram mais pessoas a se cuidarem, oferecendo recargas de dinheiro na carteira digital sempre que um novo membro da comunidade vivenciar uma experiência de bem-estar através da plataforma”, esclarece Miguel. Comunidade unida pelo bem-estar pessoal Outra novidade são as funcionalidades mais "sociais", como o "feed sheerME", onde os usuários podem compartilhar opiniões e fotos, além de inspirar toda comunidade com recomendações e experiências. Para incentivar essa troca, sempre que alguém se inspirar pela opinião de um usuário e fizer um agendamento, ele ganha dinheiro na carteira digital. Quanto mais opiniões um usuário escrever, maiores as chances de aumentar o valor da sua carteira digital, criando assim, um verdadeiro "ecossistema de benefícios", que incentiva a comunidade a investir nos cuidados pessoais. A empresa lançou também a possibilidade de os usuários adicionarem dinheiro na própria carteira virtual, oferecendo sempre 5% de desconto, em saldo na mesma carteira, sobre o valor adicionado. Dando total autonomia financeira aos seus usuários para cuidarem ainda melhor de si. Sugerir espaços também rende benefícios em carteira. Se o local indicado se juntar à plataforma, o usuário ganha R$ 10 na sua carteira digital. A plataforma oferece uma grande variedade de serviços, como spas, cabeleireiros, barbeiros, personal trainers, estéticas, estúdios de yoga, psicólogos, nutricionistas, escolas de surf e muito mais. O universo corporativo também está no radar da marca. Um exemplo é o “sheerME Benefits”, que permite às empresas carregarem a carteira virtual dos seus colaboradores, como um subsídio de bem-estar, que pode estimular positivamente a saúde física e mental dos trabalhadores.

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