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- 'Cumbuca cheia': Fintech capta R$15 milhões para popularizar a divisão de contas no Brasil
Primeira startup a trabalhar o conceito de “finshare” - compartilhamento de finanças - no Brasil, a Cumbuca acaba de captar R$15 milhões em uma rodada de investimento seed. Com o aporte, a empresa pretende acelerar o desenvolvimento de soluções que facilitem a divisão de contas entre os brasileiros. O aporte foi liderado pela Lightspeed Venture Partners, fundo de Venture Capital que já apoiou centenas de empreendedores e ajudou a construir mais de 500 empresas globalmente, incluindo Snapchat, Epic Games e GrubHub - que faz sua estreia no mercado brasileiro com este aporte -, além da Supera Capital, fundo de venture capital focado em startups early stage afiliado a Globo Ventures e Luciano Huck, que visa auxiliar os empreendedores a escalar seus negócios. Além do investimento, a Cumbuca conquistou também a autorização do Banco Central do Brasil para operar como Instituição de Pagamento (IP) na modalidade Iniciador de Transação de Pagamento (ITP). Com a licença, a startup se torna a única ITP brasileira puramente B2C - que oferece os seus serviços diretamente para os consumidores, e não para outras companhias. Com isso, Daniel Ruhman, CEO e fundador da Cumbuca, se credencia como mais jovem controlador de uma empresa regulada pelo BC. Com a licença e o investimento, a Cumbuca tem como objetivo fortalecer sua proposta de tornar o compartilhamento de contas uma experiência descomplicada e facilitar a vida dos usuários que têm essa necessidade diariamente. Segundo Daniel Ruhman, a rodada de investimento nesse primeiro momento será direcionada para o desenvolvimento do produto, com lançamento de um cartão proprietário, implementação da licença de iniciação de pagamento e estratégias de go to market para alavancar o crescimento do negócio. Ainda de acordo com o empreendedor, a somatória entre o aporte e a licença do BC criam um cenário ideal para que o app Cumbuca siga com a missão de tornar o compartilhamento de contas uma experiência descomplicada e agradável para os usuários. “Atualmente, o nosso app já é utilizado por milhares de pessoas em todo o Brasil, nas mais diferentes regiões. O crescimento da base de usuários tem sido exponencial, impulsionado pela necessidade de uma solução prática e transparente para compartilhamento de despesas cotidianas com amigos, familiares e cônjuges. Ou seja, ao eliminar a burocracia, proporcionamos mais transparência e felicidade aos relacionamentos”, explica. Para Mercedes Bent, sócia da Lightspeed Venture Partners que encabeçou o investimento, o primeiro aporte do fundo no mercado nacional aconteceu no momento certo, e com a empresa certa. “Estamos muito animados com a parceria com o Daniel e a Cumbuca em nosso primeiro investimento no Brasil. Buscamos equipes com visões extremamente audaciosas e inovadoras - exatamente o que a Cumbuca é como pioneira no Open Banking. A visão deles reinventa o core das experiências financeiras do consumidor. Mal podemos esperar para ver essa visão se concretizar”, revela. Segundo Maurício Feldman, cofundador e managing partner da Supera Capital, a decisão pelo investimento no aplicativo Cumbuca segue a estratégia do fundo em contribuir com o fomento do ecossistema de inovação por meio do apoio a startups disruptivas e com alto potencial de escalabilidade. “Além de toda a base tecnológica, que se apropria de inovações como o Open Finance, o que nos chamou a atenção na fintech é o efeito rede presente no modelo de negócio. Via app, é possível que os usuários tenham inúmeros núcleos de compartilhamento com cada um de seus grupos sociais, ampliando de forma intuitiva o alcance da marca”, pontua. Divisão de despesas, simples e fácil Fundada em 2021, a Cumbuca revolucionou a maneira como as despesas e gastos são divididos e compartilhados, oferecendo uma solução simples e eficaz. Com apenas alguns cliques, os usuários podem criar múltiplos grupos para diversas finalidades, seja com familiares, amigos, cônjuges ou até mesmo prestadores de serviço. O app Cumbuca permite compartilhamento de saldos e despesas com total transparência e visibilidade para todas as partes envolvidas, suportando qualquer pagamento por Pix, Boleto e, em breve, cartão. Para isso, basta depositar o dinheiro por Pix e alocar o saldo desejado em cada grupo. Os membros do grupo podem definir a proporção com que cada um contribuirá, tornando o processo de pagamento mais justo e transparente. Um pagamento pode ser dividido meio a meio, 80%-20% ou até mesmo uma pessoa pagando usando exclusivamente o saldo de outro membro do grupo - por exemplo, uma diarista fazendo o mercado para seu contratante. De acordo com o CEO da finshare, o produto é eficiente para diversas situações cotidianas, que tornam desconfortáveis a cobrança de dinheiro entre todas as pessoas envolvidas. “Por exemplo, imagine você e seus amigos num churrasco no final de semana ou organizando aquela viagem em grupo. A Cumbuca resolve a dor de cabeça da divisão de gastos do jeito que for melhor para o grupo, e acaba com a necessidade de mandar comprovante de pagamento em grupo de Whatsapp ou cobrar um Pix dos seus amigos que ficaram te devendo”, explica. “Acreditamos que a vida acontece em conjunto. Assegurar maior visibilidade e transparência às finanças contribui para que as relações sejam mais leves e harmoniosas. Afinal, problemas compartilhados precisam de soluções compartilhadas”, conclui Daniel Ruhman.
- Fintech Asaas realiza evento com especialistas do mercado de tecnologia, finanças e negócios
Um dia inteiro dedicado a tecnologia e inovação. A primeira edição do Asaas Connect, acaba de entrar para a agenda de mais um evento de empreendedorismo e tecnologia financeira do país. Com a realização da fintech, Asaas, ele ocorrerá no dia 5 de outubro das 8h às 19h, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Para incentivar o debate e a troca de conhecimento, serão mais de 28 palestrantes e mais de 20 expositores, que abordarão os mais diversos assuntos. Separados entre finanças, tecnologia e negócios, os painéis e palestras serão ministrados pelos melhores e mais diversos diversos especialistas de cada área. Dentre as participações confirmadas, está a empresária Camila Farani. Além de ser considerada a pessoa mais influente da América Latina pela Bloomberg, ela também é presidente da G2 Capital, uma empresa de consultoria financeira direcionada a startups. O evento também vai explorar diversos assuntos ligados ao empreendedorismo, partindo da experiência de investidores e empresários de sucesso. Dessa forma, por meio de vivências reais, os participantes poderão compreender as estratégias e as possíveis soluções para esse meio. O Asaas Connect está preparado para receber mais de 1.500 participantes, e promete proporcionar valiosos momentos de troca de conhecimento e experiência entre CEOs, CFOs, CTOs, CPOs, gestores, empresários, desenvolvedores e outros profissionais da área, criando ainda diversas oportunidades de networking. Para Piero Contezini, presidente e cofundador do Asaas, o evento possui um grande papel de conectar os temas mais atuais e de maior interesse em um único lugar, oferecendo conhecimento e, ainda, uma grande oportunidade de networking entre grandes empresas, empresários e público em geral. “Preparamos uma agenda com conteúdos realmente relevantes, nada comercial nem enlatado e difícil de entender. Queremos que todo participante do Asaas Connect saia de lá com a sensação de que aprendeu algo e com mais contatos ainda. Somos uma fintech que possui como missão desburocratizar e ajudar os empreendedores. Sendo assim, o evento só reforça nossa vontade de estar ao lado das pessoas compartilhando conhecimento profundo e específico para agregar nos negócios de todo mundo nesse dia tão histórico para nós, no nosso primeiro evento próprio”, revela. Será um dia intenso de imersão e conhecimento. Para acompanhar a programação completa do evento, tirar dúvidas e efetuar a inscrição, acesse o site oficial do Asaas Connect. Abaixo, confira cronograma das palestras já confirmadas e porta-vozes do evento. Além dessas, diversas outras palestras ocorrerão, por isso, fiquem de olho no site para acompanhar a grade completa. Tavane Gurdos (ex-diretora de negócios da Meta no Brasil): Inovação do Marketing: Desafios e Oportunidades; William Takamura (head da Revolut Brasil): Open Finance, Drex e um regulador a favor da inovação; Laysa Peixoto (líder da equipe de criação tecnológica da Nasa): Explorando o Universo; Leonardo Rebite (sócio-fundador da empresa Caf.io): Proteção de Dados na Era da Inteligência Artificial: Desafios e Soluções; Letícia Rueda Setembro (fundadora da Seek Futures): Liderança e Futurismo: Navegando na era da disrupção digital; Guga Stocco (membro do conselho de administração da Falconi Participações, Totvs e Vinci Partners, além de ser fundador da Futurum.Capital): O avanço do sistema financeiro na última década; Renato Leite Monteiro (responsável pela segurança de dados do X): Proteção de Dados na Era da Inteligência Artificial: Desafios e Soluções; Carolina Strobel (sócia-fundadora da Antler Brasil, sócia operacional da Redpoint eventures e diretora da Intel Capital LATAM e de Inovação de empresas de capital aberto): Investimento em startups: o que vem pela frente?; Pedro Eroles (sócio da área Bancária e de Pagamentos do TozziniFreire Advogados e consultor da revista da Procuradoria-Geral do Banco Central do Brasil): Open Finance, Drex e um regulador a favor da inovação.
- Fintech Kria quer democratizar o mercado de capitais intermediando ofertas públicas
O Kria, plataforma de investimentos em startups, tem como principal objetivo democratizar o mercado de capitais ao intermediar ofertas públicas para PMEs, permitindo que os investidores do mercado virem sócios dos negócios mais dinâmicos da economia. Atualmente, possui a maior taxa de retorno aos investidores, com 14 exits. Fundado em 2014, o Kria é a primeira plataforma de equity crowdfunding do Brasil e a primeira startup a captar investimento através do mini IPO Digital. A fintech já acompanhou mais de 100 ofertas em sua história, tendo em seu portfólio investimentos como a Resale, adquirida pelo BTG Pactual, a Repassa, adquirida pela Renner, entre outras. Segundo Camila Nasser, cofundadora e CEO da empresa, pela experiência adquirida no mercado, o Kria passou a fornecer um braço de SaaS, o KRS, para novas plataformas de crowdinvesting - atingindo mais de 20% do marketshare de plataformas do mercado. Para ser a melhor ao investidor, o Kria realiza uma seleção criteriosa, e co-investe em todos os negócios que seleciona. “O nosso objetivo é garantir alinhamento de interesse com os investidores e visão de longo prazo. Além disso, trazemos para cada empresa um Deal Partner, ou seja, uma pessoa com experiência no mercado de atuação do negócio, que a ajuda a se desenvolver com conexões e mentorias estratégicas”, explica Camila. O Kria tem três públicos consumidores: O empreendedor/startup que capta investimentos; O investidor; As outras plataformas. O perfil do empreendedor consiste em startups do Seed ao Série A, que já captaram o primeiro cheque e têm uma forte tese de comunidade. Estão buscando entre R$ 1M a R$ 15M para impulsionar o negócio. Já o perfil do investidor inclui uma rede de grandes executivos do mercado financeiro, CEO de empresas listadas e de unicórnios e grandes startups, empreendedores, entusiastas, e claro, investidores institucionais também. Camila destaca que há diferenças entre os investidores: O investidor PF geralmente é um investidor sofisticado, com alto grau de educação, antenado em newsletters e portais especializados em investimentos, investindo na bolsa e no imobiliário. O investidor PJ é o Micro Venture Capital, o Family Office, os Grupos de Anjo e Club Deals. No entanto, a CEO ressalta que existem vantagens para cada um. “Para o empreendedor, capital é commodity e através da potência de distribuição, o Kria gera valor desproporcional para negócios que se beneficiam de redes fortes. Já para o investidor, damos a oportunidade de acessar melhores oportunidades de investimento em negócios de alto risco e potencial, e diversificar suas carteiras com inovação, além de sentar na janelinha e acompanhar os bastidores das principais inovações”, finaliza.
- Arara Seed completa um ano e prevê fechar o ano com 5 startups investidas
A Arara Seed, primeira plataforma de equity crowdfunding (investimento coletivo) em startups do agronegócio, completa um ano no mercado com três rodadas de investimentos lançadas e R$ 2,96 milhões captados até o momento. A projeção da empresa é encerrar 2023 com R$ 4,5 milhões transacionados e 5 startups investidas. Para Henrique Galvani, COO da Arara Seed, os resultados alcançados no ano de estreia no mercado são motivos de comemoração. “Tivemos um primeiro ano bem relevante que reflete a força do sistema agroalimentar brasileiro e a capacidade de crescimento das agrifood techs, pois, mesmo em um cenário de altas taxas de juros, incertezas econômicas e políticas, atingimos quase R$ 3 milhões captados por meio da nossa plataforma, até o momento”, comenta Galvani. Dentre as startups que já foram investidas por meio da Arara Seed estão a Veroo Cafés, a Agroboard e, com uma rodada em andamento, a Velos Ag. Ao todo, a Arara Seed já conta com mais de uma centena de investidores ativos e um deal flow movimentado, que possibilitou que a plataforma analisasse mais de 180 startups para as rodadas de captação. Visando democratizar investimentos em startups do setor de agronegócio, incluindo agtechs e foodtechs, a Arara Seed enxerga o atual cenário do mercado de forma promissora. “Segundo o relatório Investimento Sistema Alimentar de 2023, elaborado pela Outcast Capital, no último ano, as aplicações em capital de risco nas startups do sistema alimentar brasileiro somaram mais de USD 755 milhões, porém, este valor representa aproximadamente 17% do volume total de investimentos em startups no país, isso evidencia o potencial de investimentos na cadeia agroalimentar brasileira”, explica o executivo. Tendo em vista as inovações voltadas para o setor do agronegócio, a Arara Seed já está planejando e avaliando as opções para as próximas rodadas de captação. “Somos agnósticos quanto ao que vemos dentro do setor agro & food e bem criteriosos quanto ao enquadramento da tese de investimentos, mas, estamos com o olhar atento para as startups que atendem vertentes como IoT [Internet das coisas] para o agronegócio, gestão hídrica, controle biológico, gestão de resíduos agrícolas, crédito carbono, segurança e rastreabilidade de alimentos, entre outras”, adianta Galvani. Para 2024, a Arara Seed pretende continuar consolidando a marca no mercado por meio de um marketplace que pode aumentar a liquidez para os investidores através de transações subsequentes. Para além, a expectativa é, até 2030, investir em 100 startups e cerca de R$ 140 milhões no setor Agro.
- Dootax lança terceira geração de RPA para agilizar o desenvolvimento de processos fiscais
A plataforma de automação fiscal Dootax acaba de anunciar o lançamento do RPA, terceira geração da tecnologia de automação da empresa. Desenvolvida de forma proprietária, o RTA (Robotic Transaction Automation) visa aumentar a produtividade e eficácia na criação de novos processos. Para a construção dessa nova versão da ferramenta, os colaboradores da instituição investiram mais de 3.000 horas no projeto. Como resultado desse esforço, o RTA apresenta uma velocidade de desenvolvimento de processos quase 60% mais rápida em comparação com o modo tradicional de RPA (Robotic Process Automation). Essa redução de tempo é possível graças às novas tecnologias trazidas pela solução recém-criada. Uma das novidades é a adoção de uma plataforma low-code para a formatação de templates processuais. Esse novo formato permite a automação de uma ampla gama de ações, como navegação de dados, modificação, download de arquivos e extração de informações. Depois de prontos, esses arquivos são executados em uma plataforma serverless capaz de processar milhares de requisições simultaneamente e sem atraso. Além disso, a ferramenta apresenta um painel de controle que auxilia no agendamento da execução dos processos e fornece monitoramento das rotinas em andamento. Esse mecanismo oferece uma visão abrangente das tarefas concluídas e pendentes que precisam de reprocessamento. De acordo com Luis Pessoto, diretor de produtos e cofundador da Dootax, a terceira geração da plataforma de RPA fiscal foi desenvolvida para entregar mais eficiência aos parceiros, proporcionando benefícios significativos. O primeiro deles passa pela agilidade na implantação, permitindo que as soluções estejam disponíveis para uso mais rapidamente. Além disso, o RTA oferece escalabilidade automática, adaptando-se automaticamente à demanda, e rapidez em correções, garantindo a ágil resolução de eventuais falhas. “A inovação faz parte do DNA da Dootax e estamos constantemente buscando formas de proporcionar ainda mais eficiência. A terceira geração do RPA veio para revolucionar a automação de processos, trazendo ganhos em flexibilidade, velocidade e minimização de erros. Com o RTA, conseguimos aumentar o percentual de sucesso na execução dos processos para mais de 94%”, finaliza Pessoto.
- Fintech usa inteligência artificial para promover impacto positivo
O recente avanço das tecnologias baseadas em inteligência artificial vem levantado discussões em todo o mundo. O tema tem atraído muitas críticas e questionamentos importantes, no entanto é preciso olhar para o impacto positivo que é possível empreender com o uso dessa ferramenta, quando utilizada de forma consciente. Um exemplo de uso responsável é a promoção de inclusão financeira para classes C,D e E no Brasil realizada pela fintech Jeitto. Completando nove anos no mercado, Jeitto é uma fintech com solução de crédito digital a partir de R$ 35,00, que surgiu para ser uma opção voltada para atender às necessidades de quem ainda não teve o primeiro acesso a crédito ou que precisa dele para quitar dívidas mais agressivas ou pagar boletos e começar a organizar a vida financeira. Para realizar seu propósito, a startup desenvolveu uma inovadora engenharia de algoritmos em machine learning, originados a partir do digital footprint do smartphone. Quando o cliente realiza o cadastro com apenas seu CPF e telefone, o sistema avalia em tempo real o risco de crédito e fraude, e consegue liberar limite em apenas 2 minutos. O aprendizado constante e rápido das ferramentas permite corrigir as assimetrias das informações do mercado e leva a decisões de crédito muito mais assertivas. Para Pablo Gomes, CMO da fintech, a inteligência artificial possibilita enxergar os clientes de forma mais profunda. “Nós conseguimos fornecer o crédito com apenas dois dados informados pelo usuário. A análise é feita a partir da combinação de centenas de variáveis e isso só é possível porque nosso modelo utiliza IA para identificar o perfil adequado para cada produto do nosso portfólio. Além de manter a inadimplência sob controle, essa metodologia nos entrega uma retenção de usuários muito acima da média.” Como resultado, a fintech vem crescendo de forma consistente nos últimos anos. No primeiro semestre de 2023, a empresa registrou recorde com aumento de 24% no crédito concedido comparado ao mesmo período do ano passado. Foram R$ 405 milhões em crédito concedido no semestre, somando mais de R$1,5 bilhão nos nove anos de atuação da financeira. “Nosso crédito é utilizado majoritariamente para dar um fôlego ao fechar as contas do mês, e o cenário econômico tem exigido cada vez mais uma solução como a nossa. Estamos crescendo porque estamos melhorando o entendimento da realidade dos nossos clientes com o uso da inteligência artificial. Neste último trimestre, por exemplo, aprimoramos nosso modelo de decisão, dando oportunidade para pessoas que antes não conseguíamos atender”, afirma Pablo.
- Atenção santistas! Mercado Bitcoin pagará R$ 18 milhões em tokens do Peixe
O MB (Mercado Bitcoin), a maior plataforma de ativos digitais da América Latina, em colaboração com o MB Tokens, sua vertente especializada em registros de blockchain e tokenização de ativos, deverá pagar aproximadamente R$ 18 milhões aos investidores do Token da Vila (MBSANTOS01) ou cerca de R$ 29 por token, devido à contratação do jogador Neymar pelo Al-Hilal Saudi Club. O Token da Vila faz parte da família de tokens Futecoin, que visa representar os direitos do mecanismo de solidariedade da FIFA, destinado a beneficiar os clubes formadores de atletas. Esse mecanismo estabelece que um percentual de até 5% sobre cada transferência de jogador seja retornado aos clubes que os formaram entre os 12 e 23 anos. Dessa forma, o Token da Vila, lastreado no direito que o Santos possuía sobre 12 jogadores formados pelo clube, transfere aos seus detentores o que seria o mecanismo de solidariedade. Portanto, ao tokenizar, o time antecipa uma receita futura, enquanto a pessoa investidora adquire os tokens na expectativa de futuras negociações dos atletas envolvidos e no consequente recebimento dessas liquidações em forma de dividendos. “Na última semana, com a contratação de Neymar pelo Al-Hilal Saudi Club, da Arábia Saudita, por 90 milhões de euros, o mecanismo de solidariedade da Fifa foi acionado e, como o Santos possuía 3,66% dos direitos desse mecanismo em relação ao jogador, os detentores do Token da Vila receberão essa parcela”, explica Fabrício Tota, diretor de Novos Negócios do MB. Além dos ganhos com essa transferência de Neymar, os investidores do Token da Vila já colheram os frutos com pagamentos anteriores envolvendo outros atletas como Yuri Alberto, Gustavo Henrique e Emerson Palmieri. A cesta de 12 jogadores do Token da Vila é composta por: Alan Patrick, Alex Sandro, Caio Henrique, Emerson Palmieri, Gabriel Barbosa, Gustavo Henrique, Jean Lucas, Kaio Jorge, Lucas Veríssimo, Neymar Jr., Rodrygo Goes e Yuri Alberto. "O Token da Vila é apenas um exemplo do poder da tokenização que está beneficiando, ao mesmo tempo, jogadores, clubes e investidores apaixonados por futebol. Nossa missão é continuar ampliando o acesso à nova economia digital por meio da democratização da criptoeconomia", afirma Tota. Para adquirir o Token da Vila, basta acessar: https://www.mercadobitcoin.com.br/tokens-de-futebol
- Zuvia é a mais nova associada da ABCripto
A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) comemora a chegada da Zuvia, empresa que simplifica a adoção da tecnologia de Tokenização de Ativos, Blockchain e criptomoedas do mercado tradicional, como nova associada. A entrada na ABCripto reflete o compromisso contínuo da empresa em promover a adoção responsável das criptomoedas e o desenvolvimento das tecnologias de blockchain no Brasil. Fundada em 2022, a Zuvia fornece soluções inovadoras, acessíveis e seguras, capacitando as empresas a maximizar seu potencial financeiro, como o Zuvia Digital Assets, uma plataforma de investimentos em tokens de renda fixa digital. Para Bernardo Srur, Diretor-Presidente da ABCripto, “o mercado da criptoeconomia tem muito a ganhar com essa nova parceria, e a ABCripto se orgulha em receber a nova associada, que trará mais inovação e novas tecnologias ao ecossistema, principalmente em tornar os ativos digitais uma realidade acessível e benéfica para todos”. Jonatas Montanini, COO e Co-Founder da Zuvia, destaca que a entrada na associação reforça o compromisso da empresa com a inovação no mercado de tokenização e cripto. "Entrar para a ABCripto é um passo muito importante e significativo para a Zuvia. Como empresa do setor de tokenização, criptomoedas e blockchain, reconhecemos a importância de estar presente em uma associação que representa e fortalece o ecossistema. Ao nos juntarmos à ABCripto, teremos também a possibilidade de colaborar, trazer nossas ideias, insights e iniciativas de inovação para fortalecer ainda mais o mercado e impulsionar o crescimento de todos os membros", afirma Jonatas Montanini, Chief Operating Officer da Zuvia. Além da Zuvia, a ABCripto tem como membros: Foxbit, Mercado Bitcoin, NovaDAX, Z.ro Bank, Travelex Bank, Uniera, OWS Brasil, Ripio, Bitso, Deloitte, VDV Advogados, KPMG, Chainalysis, 99Pay, VBSO Advogados, Hachi Investiments, Coinext, Vórtx QR Tokenizadora, Mastercard, Grupo GCB, PeerBR, Zero Hash, Bitybank, LIQI, Itaú Unibanco, Socios.com, Chiliz, Grupo Bancário Cainvest, Declare Cripto, Klever e Visa.
- Cobrança recorrente em cartão de crédito diminui inadimplência em escolas
Um estudo do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) com a Firjan SESI e divulgado pela Fiocruz revelou que, em média, apenas seis em cada dez jovens concluem o ensino médio, o que demonstra a preocupante evasão escolar. Esse problema contribui para a desigualdade social e afeta diretamente a economia do país. Nesse sentido, escolas e universidades têm desenvolvido estratégias para reverter esse quadro. Algumas iniciativas são o mapeamento da metodologia pedagógica aplicada e a avaliação da infraestrutura das salas de aula. No âmbito financeiro, muitas instituições oferecem bolsas de estudos de até 100% de desconto ou apostam na inserção de novas modalidades de pagamento da mensalidade para facilitar o acesso à educação e democratizar o ensino. É o caso do JACAD, renomado sistema de gestão acadêmica da SWA Sistemas. A empresa estabeleceu uma parceria estratégica de integração de serviços financeiros com o PJ Bank, uma instituição financeira 100% integrada a plataformas de software. A partir de agora, todas as transações relacionadas a inscrições em vestibulares, mensalidades e renegociações de dívidas serão gerenciadas por essa intermediadora de cobranças. Uma das grandes vantagens para os clientes é a facilidade proporcionada pelo PJ Bank. Isso se deve ao fato de que ele permite o pagamento recorrente por meio de cartão de crédito. Nessa modalidade, apenas o valor da mensalidade é descontado do cartão, não comprometendo, assim, o limite disponível para outras despesas. Dessa forma, o cliente não precisa se preocupar em quitar o valor total do investimento de uma só vez, como ocorre no parcelamento convencional. Vejamos um exemplo: imagine que o investimento em um curso seja de R$ 1.000,000 ao longo de um ano, podendo ser pago em dez parcelas sem juros. Ao optar pela recorrência, o limite do cartão não será comprometido pelo valor total da compra, como no parcelamento tradicional. Apenas o valor de cada mensalidade será descontado. “Essa forma de pagamento já é adotada por diversas empresas de serviços, como streamings, academias e escolas, para facilitar a vida e aliviar o bolso dos clientes. Além de não comprometer o limite do cartão, o cliente não precisa se preocupar em lembrar de efetuar o pagamento, como acontece com boletos bancários, pois a cobrança é feita automaticamente na fatura do cartão”, ressalta Ana Paula Comin Rosin, assistente comercial da SWA Sistemas. Outro benefício da integração do PJ Bank com o JACAD diz respeito aos boletos bancários. Assim que o cliente efetua o pagamento, o boleto é imediatamente baixado do sistema de gestão da empresa. Isso elimina a necessidade de homologação, otimizando o recebimento e agilizando a confirmação do pagamento. “Essas vantagens auxiliam a jornada do cliente, que não precisa mais se dirigir pessoalmente ao polo de ensino para efetuar o pagamento, economizando tempo. Além disso, o sistema conta com recursos tecnológicos inovadores e promete proporcionar uma experiência diferenciada em relação aos bancos tradicionais”, enfatiza Ana Paula.
- Mercado Pago lança CDB de liquidez diária com rendimento de até 103% do CDI
Durante o segundo semestre deste ano, os usuários do Mercado Pago, banco digital do grupo Mercado Livre, terão mais uma grande oportunidade de investimento: o CDB de liquidez diária, que permite ao cliente resgatar seus recursos a qualquer momento, sem prejuízo na sua rentabilidade. Oferecido em parceria com a Órama, o produto está disponível a partir de agosto para mais de 1 milhão de usuários no App do banco digital e pode ser adquirido a partir de R$ 1. A partir daí, o produto continuará sendo escalado para toda a base de clientes de forma gradativa. “Nós temos como premissa democratizar o acesso aos serviços financeiros e popularizar cada vez mais os investimentos. Por isso, prezamos em levar produtos que façam sentido para os nossos usuários, ajudando-os a aplicar seus recursos e a conquistar seus objetivos de vida. E temos alcançado esse objetivo: mais de 1 milhão já investiram em CDBs com liberação no vencimento. Desses, metade investiram nessa modalidade pela primeira vez conosco”, afirma Ignacio Estivariz, Head de Banco Digital do Mercado Pago. O CDB de liquidez diária do Mercado Pago tem a rentabilidade de 102% CDI, mas por meio do programa de fidelidade do Mercado Livre, os clientes podem ter rendimento de até 103% CDI, um exemplo prático de como usuários do Mercado Livre podem ter mais benefícios ao utilizar o banco digital. Uma característica relevante do produto é que, por acompanhar o CDI, o rendimento sempre será positivo. E por ter liquidez diária, o usuário pode resgatar os valores investidos a qualquer momento, sem que haja perda de rentabilidade. Outra característica é que o CDB conta com a proteção do FGC. “Em nossa plataforma, o usuário tem as informações do produto de forma clara e transparente, permitindo uma contratação rápida, fácil e sem burocracia”, assegura Estivariz. “Além disso, o CDB é uma oportunidade para quem busca uma opção com boa rentabilidade e de baixo risco, mas precisa ter disponibilidade rápida dos recursos investidos”, complementa. O executivo ainda menciona que desde que o banco digital lançou seu primeiro CDB, em julho de 2022, o tíquete médio investido pelos usuários já duplicou. De acordo com Estivariz, existem muitos brasileiros que nunca fizeram nenhum tipo de investimento, bem como uma parcela grande da população que opta pela poupança como primeiro investimento. “Muitos brasileiros não sabem o que é o CDB, nem que oferece a mesma segurança que a poupança, pois também conta com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito)”, pontua. “Ao lançar o produto, buscamos disponibilizar ao usuário um fluxo educacional e transparente, que transmita confiança em sua jornada, auxiliando-o a atingir seus objetivos de investimento de forma simples e intuitiva”. Democratização dos investimentos O Mercado Pago e a Órama iniciaram a parceria no ano passado, em março de 2022, justamente por partilharem do propósito de democratizar o acesso dos brasileiros a investimentos. Atualmente, em linha com essa missão, após firmar parceria com o Mercado Pago, a Órama superou a marca de 1 milhão de clientes e segue inovando com ferramentas, parcerias e conteúdo diversificado voltado à educação financeira. “Buscamos maximizar a rentabilidade dos clientes, democratizando o acesso aos investimentos, uma bandeira da Órama. O CDB com liquidez diária vai ser mais uma oportunidade para alavancar os investimentos de forma acessível em nova onda dessa democratização, que iniciamos há mais de 10 anos”, diz o CEO da Órama, Habib Nascif. Pesquisa revela que CDB é uma das portas de entrada para brasileiros começarem a investir Em uma pesquisa recente feita com 1.545 usuários do Mercado Pago e Mercado Livre, 37% dos entrevistados disseram que ainda não iniciaram uma jornada de investimento, e dos que afirmaram já ter iniciado, 38% disseram que começaram a investir por meio da poupança e 23%, do CDB. Além disso, dos que já investem, boa parte afirmou ter iniciado sua jornada de investimentos em um banco digital. E os motivos: para ter acesso a melhores rendimentos, pela praticidade, e por permitirem que o dinheiro possa ser retirado quando preciso. Confira como ter acesso ao investimento em CDB pelo app do Mercado Pago: Abra o aplicativo do Mercado Pago e faça login em sua conta; Clique no ícone “Investimentos" e, em seguida, em “CDBs” Escolha o CDB de liquidez diária com resgate a qualquer momento; Defina o valor que quer investir, podendo ser a partir de R$ 1,00 e toque em “Continuar”; Confira se está tudo certo com o investimento e valor escolhidos; Aceite os Termos e toque em “Investir”; Pronto! Você investiu seu dinheiro no CDB de liquidez diária. Com a aplicação concluída, o usuário pode acompanhá-la pelo app do Mercado Pago, tendo visibilidade sobre os rendimentos e prazos de vencimento.
- ABCripto lança programa de assessoria para empresas que querem obter a licença de Crowdfunding
Para ampliar e contribuir com o desenvolvimento saudável, ético e eficiente do setor, a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto), por meio do convênio estabelecido com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em maio deste ano, lança o Programa de Assessoria de ABCripto, voltado para a solicitação de licença de Crowdfunding para as tokenizadoras e demais empresas do setor cripto. O objetivo do programa é apoiar as empresas interessadas em obter a licença, assessorando o processo de entrada até a autorização pela CVM. Com o suporte de uma equipe qualificada, a ABCripto realiza pré-análise das documentações fornecidas pelas empresas, elabora e formaliza o pedido para que, antes do pedido de registro ser protocolado, seja submetido de forma alinhada e requerida com o padrão de qualidade esperado da CVM. Com isso, o pedido de registro terá muito mais chances de ser aprovado pela Autarquia. “A ABCripto atuará como entidade de assessoramento e cuidará de todo o processo junto à CVM, promovendo uma melhor experiência em toda a jornada das empresas interessadas em obter a licença. Temos como missão permitir que investidores de todos os portes e perfis tenham acesso a classes de investimentos e à autorização. Estamos entusiasmados com as possibilidades e o impacto que o programa trará apara o desenvolvimento do setor”, afirma Bernardo Srur, diretor-presidente da ABCripto. O crowdfunding é a captação de recursos por meio de oferta pública de distribuição de valores mobiliários, distribuída por meio de plataformas digitais de investimento participativo, que devem estar regularmente constituídas no Brasil, além de registradas e autorizadas pela CVM. Com base nos Ofícios Circulares SSE nº 4 e nº 6 CVM, o entendimento que o instrumento poderia ser utilizado pelas empresas da criptoeconomia que forneçam produtos e serviços baseados na tokenização de recebíveis. Como entidade que representa a criptoeconomia no Brasil, a ABCripto lança o programa com foco em proporcionar regularidade no processo e em todos os trâmites junto às empresas que quiserem pleitear a licença. A documentação da solicitante deverá estar em conformidade com a Resolução CVM 88/22. Uma instância formal de relacionamento oficial com os parceiros dará́ as condições necessárias para que o programa de assessoria aconteça. O programa é fruto do convênio entre a associação e a CVM, firmado em maio, que envolve um acordo de cooperação técnica para promover a economia digital e as finanças descentralizadas (DeFi) no Brasil, além de colaboração com o comitê Sandbox da CVM. “O objetivo do convênio é contribuir para a realização de iniciativas em educação, inovação, suporte ao mercado e pesquisa em todos os temas conectados à criptoeconomia, blockchain e investimentos em ativos digitais”, finaliza Srur. Para solicitar o serviço de assessoria, é preciso preencher o formulário de adesão neste link.
- Drex: Questões sobre privacidade atrasam testes; confira novo calendário
Nesta segunda-feira, 21, o Banco Central informou atraso no desenvolvimento do Drex - o real digital brasileiro - e revisou o cronograma da primeira fase de testes. Inicialmente prevista para acabar até março do ano que vem, a etapa piloto deve durar até maio de 2024. Segundo o BC, a inclusão de participantes na rede tem sido mais lenta do que o planejado e questões de privacidade estão se mostrando um desafio no desenvolvimento da moeda digital. A autoridade selecionou 16 participantes para integrar a infraestrutura em que serão realizados os testes. De acordo com Stênio Viveiros, principal Consultant Quality da consultoria de tecnologia keeggo, os testes de qualidade são cruciais no cenário das criptomoedas e tecnologias blockchain. “Os testes asseguram a conformidade regulatória, validação de características de qualidade, performance sob carga, integrações suaves e confiança dos investidores. Através de protocolos específicos e rigorosos, a segurança da rede é garantida, resultando em um ecossistema confiável e bem-sucedido”. Primeira Fase No piloto, serão testadas funcionalidades em duas frentes ao longo de 18 meses. A primeira envolve a troca de dinheiro entre os participantes, usando tanto o real digital propriamente dito quanto o real tokenizado - token de um depósito mantido por instituições financeiras ou de pagamento. Jonathan Arend, principal Consultant de Cibersecurity da keeggo, explica que o token é um código único e temporário que precisa ser confirmado pelo usuário para que determinada transação aconteça, e reforça: “Eles possuem um prazo de expiração curto, o que o torna inutilizável em pouco tempo e, consequentemente, menos suscetível a golpes”. O processo será feito em um ambiente simulado, sem envolver transações ou valores reais. A expectativa é que, no fim de 2024, clientes possam fazer as primeiras operações com o real digital. “Devemos reforçar práticas de conscientização aos usuários, para que evitem compartilhar informações sensíveis e abrir links suspeitos. É importante também que desconfiem de golpes de phishing e de engenharia social, cada vez mais comuns no ambiente digital”, finaliza Arend.














