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- Cashback do PagBank agora pode ser usado nos pagamentos nas maquininhas do banco digital
Com o objetivo de ampliar os serviços, beneficiar os clientes e fortalecer os estabelecimentos locais, o PagBank, banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, anuncia o lançamento de uma nova maneira de utilizar o Cashback PagBank, permitindo sua utilização para pagamentos em maquininhas PagBank em todo o Brasil. O cliente paga suas compras sem gastar seu dinheiro. O Cashback PagBank funciona da seguinte forma: ao utilizar serviços como recarga de celular, gift cards, compras, investimentos, pagamento de conta, entre outros no app PagBank, o cliente recebe uma porcentagem do valor gasto de volta em sua conta. Assim, os valores recebidos como cashback ficam disponíveis no app e agora podem ser utilizados em compras realizadas em maquininhas PagBank. Antes disso, o cliente já podia utilizar o cashback para os serviços disponíveis no app PagbBank, como pagamento de contas, recarga de celular, pagamento do cartão, entre outros. Outra vantagem é que o cliente tem a possibilidade de realizar o pagamento integral ou parcial com o Cashback PagBank. Com isso, o vendedor passa a oferecer mais uma forma de pagamento, garantindo maior movimentação e, consequentemente, mais vendas em seu estabelecimento. De acordo com o levantamento do Global Cashback Report 2020, o “dinheiro de volta” gera aumento de até 3,4 vezes na taxa de conversão e crescimento médio de 46% no valor das vendas de um estabelecimento. Para usar o Cashback PagBank dessa nova forma, é só o cliente ir até um estabelecimento que conte com maquininhas PagBank e no momento do pagamento, pedir para que vendedor utilize a opção “resgate ClubePag”, função que aparece na própria maquininha. Na sequência, a maquininha irá pedir o número de celular do cliente e enviará um código via SMS para que o resgate seja confirmado. Depois de selecionar o saldo de cashback, basta completar o pagamento da forma que preferir. Para mais informações sobre o “Cashback PagBank nas Maquininhas”, clique aqui.
- Bitso integra a rede Tron para oferecer transações com USDT mais rápidas e baratas
A Bitso, empresa líder da América Latina em serviços financeiros baseados em cripto, acaba de integrar a rede Tron para transações em USDT (Tether). Isso permitirá que os clientes realizem operações mais rápidas e com um menor custo em todos os países onde a Bitso opera. Atualmente, a América Latina é o sétimo maior mercado de criptomoedas, com um crescimento anual de 40%, de acordo com a Chainalysis. As criptomoedas têm se adaptado às necessidades de cada país da região, seja para investimento; como forma de poupar e se proteger da inflação; ou para o envio de recursos. A possibilidade de receber USDT oferece oportunidades tanto para quem trabalha remotamente, quanto para quem precisa realizar transações entre territórios, e esta integração ampliará as possibilidades de realizar essas transações com taxas mais baixas. Ao selecionar a rede Tron, clientes individuais e institucionais da Bitso poderão fazer depósitos e saques de forma mais eficiente, obtendo uma solução adicional para movimentar fundos empresariais ou pessoais, assim como a possibilidade de proteger seus ativos de mudanças inflacionárias ou de contextos econômicos instáveis. Até agora, as operações na Bitso com a stablecoin vinculada ao dólar USDT podiam ser realizadas unicamente através da rede Ethereum. A recente adição do livro USDC/USDT na Bitso permitiu operações em dólares digitais de maneira direta e simples, e sem complicações, melhorando a experiência de trading. A nova integração com a rede Tron é adicionada aos esforços da companhia em atender as necessidades da comunidade cripto na América Latina, assim como para os clientes institucionais que poderão realizar operações com criptomoedas entre territórios em tempo real e com tarifas mais rentáveis. “A rede Tron é conhecida pela sua velocidade e eficiência e, graças a essa integração, as transações de USDT poderão ser confirmadas em segundos, permitindo aos nossos clientes aproveitar ao máximo as oportunidades de mercado com tarifas consideravelmente mais baixas. Esse projeto está alinhado com nossa missão de tornar cripto útil promovendo casos de uso que resolvam necessidades reais das pessoas nos países onde operamos”, comentou Andrés Salcedo, Head de Cripto na Bitso. Desde sua fundação, em 2017, a rede Tron foi incorporada ao mundo das criptomoedas promovendo transações com stablecoins em todo o mundo de forma mais ágil e com um custo mínimo, em comparação a redes como Ethereum. A capitalização do mercado de stablecoins é dominada atualmente pela rede Ethereum com 59.9%, seguido pela rede Tron com 27%, de acordo com o Reporte de Stablecoins de CoinGecko de 2023. Esta integração diversificará a maneira de transacionar com criptomoedas atreladas aos dólares na região.
- Shopping de empréstimos? Entenda como funciona um marketplace de crédito
Talvez você não o reconheça pelo nome, mas já deve conhecer muito bem o que é um marketplace. O marketplace é uma espécie de shopping center, mas de maneira digital - ou seja, uma série de vendedores e produtos oferecidos em um único lugar. E o marketplace de crédito, você já conhece? Em um marketplace comum é possível encontrar em um único site ou aplicativo diversos vendedores, lojas, fornecedores. Nesse espaço digital é possível fazer compras dos mais diversos produtos. O marketplace de crédito, como agora você já pode imaginar, funciona da mesma maneira, mas os produtos oferecidos são financeiros. É possível adquirir, no marketplace de crédito, diversas modalidades de crédito, como cartão de crédito, empréstimos, financiamentos, etc. Uma das empresas que possui um marketplace de crédito, no Brasil, é um velho conhecido do público: o Serasa. O Serasa Crédito foi criado pelo Serasa e oferece ao público em seu marketplace de crédito, através de diversas empresas parceiras, diferentes modalidades de crédito. É possível encontrar, inclusive, empréstimos para negativados. Vantagens O marketplace de crédito apresenta diversos benefícios. É possível pesquisar e encontrar várias opções do produto financeiro que você deseja no mesmo lugar. Você pode pesquisar, comparar e adquirir o melhor produto para você sem precisar acessar diversas plataformas. Quem teria o tempo de procurar em todos os bancos, em todas as financeiras, o melhor produto, as melhores taxas? No marketplace de crédito, é muito mais prático. É possível experimentar o melhor cenário, verificar quais são as melhores parcelas ou o melhor valor, tudo através da simulação gratuita. Serasa Crédito A plataforma oferecida pelo Serasa busca o crédito de acordo com o seu perfil. É possível pesquisar e comparar, de maneira gratuita, cartões de crédito, empréstimo pessoal, empréstimo com antecipação de FGTS e muitos outros produtos. Na plataforma Serasa Crédito é possível, além de pesquisar, comparar as diversas opções, de maneira muito prática e fácil, e sem custo. As ofertas aparecem de acordo com o seu CPF. Importante ressaltar que as ofertas aparecem de acordo com o CPF. Portanto, não é possível garantir quais e se aparecerão ofertas de crédito para cada indivíduo. A análise de crédito é feita pelas empresas parceiras da plataforma. O passo a passo é simples e fácil: 1º Acesse o "Serasa Crédito" É possível acessar o Serasa Crédito através do site ou do aplicativo do Serasa (disponível tanto no Google Play quanto na App Store). No acesso, faça o cadastro de maneira gratuita. Se já possui cadastro, acesse com seu CPF e senha. 2º Complete o perfil Clique em "atualizar perfil" e preencha os dados solicitados. Mantenha seus dados sempre atualizados, dessa maneira, é muito mais fácil encontrar opções de crédito de acordo com o seu perfil. 3º Faça uma simulação Escolha o crédito que você deseja. O Serasa Crédito vai trazer as melhores ofertas das empresas parceiras de acordo com o seu perfil. 4º Compare Além de simular o crédito que você precisa, você pode comparar as ofertas. Clique em "Detalhes da oferta" para saber mais sobre cada uma das ofertas. 5º Finalize e contrate Você pode finalizar e contratar o serviço no próprio site ou app. Selecione a melhor oferta para você, clique em "Solicitar" e aguarde a análise. Se o seu crédito for aprovado, é finalizada a contratação. O acesso ao Serasa Crédito é feito através do site ou do aplicativo do Serasa e é gratuito. Nunca foi tão fácil buscar e comparar as ofertas de crédito, tudo de acordo com o seu perfil.
- Fintechs estrangeiras aumentam concorrência no mercado brasileiro
O mercado financeiro brasileiro tem se destacado como um relevante ecossistema de fintechs. Segundo o 2022 Latin America Fintech Rankings, realizado pela Findexable e Mambu, o Brasil lidera o setor na América Latina e recebeu, entre 2017 e 2021, dois terços de todo o financiamento direcionados para os seis principais países no setor da América Latina, superando Argentina, Colômbia, Chile, México e Peru. O terreno fértil para startups de tecnologia financeira têm atraído fintechs estrangeiras e aumentado a concorrência para as empresas nacionais do setor. Nos últimos anos, a britânica Revolut e a australiana Stake, assim como a Clara, do México, e a Addi, da Colômbia, iniciaram operações no país. Em junho, a Addi, focada em buy now, pay later (BNPL), anunciou a saída do país, mas as demais seguem com planos no Brasil. De acordo com a IGNIS Contábil, empresa integrada ao grupo CorpServices e especializada em contabilidade de instituições reguladas pelo BACEN e CVM, essas empresas estão visualizando oportunidades e buscam conquistar uma parcela do mercado brasileiro. “O mercado financeiro no Brasil é bastante robusto e as fintechs, com sua agilidade e tecnologia, estão elevando o mercado a outro patamar. Mesmo as grandes instituições já estão se adaptando às novidades”, analisa Mario Ivan Santos, sócio-fundador da IGNIS Contábil. Segundo o especialista, as empresas nacionais possuem mais vantagens do que desvantagens em relação às empresas do exterior que estão expandindo no país. “Dificilmente as fintechs brasileiras possuem volume de capital equivalente a uma estrangeira e a capacidade de testar soluções em outros mercados, porém, por estarem mais familiarizadas com as estruturas regulatórias e imersas na cultura, tem mais facilidade para solucionar dores específicas do nosso mercado”, destaca Mario Ivan. Outro fato que pode igualar a competição é o uso massivo de inteligência artificial, mais acessível e de baixo custo, que permite alta personalização da experiência do usuário e tem o poder de nivelar os diferentes players desse segmento de mercado. O diretor da IGNIS Contábil explica que isso aumenta a capacidade das empresas nacionais operarem em sub-segmentos que as estrangeiras não chegam. Desafios do mercado Apesar da concorrência no mercado brasileiro, há outro desafio que acomete as fintechs de modo geral, sejam elas nacionais ou estrangeiras. Mario Ivan explica que superar o Ponto de Equilíbrio, isto é, passar a ter ganhos maiores que os custos, ainda é um grande desafio para o segmento. “Muitas operam abaixo dessa linha e demandam investimentos consideráveis por um período prolongado. Nesse cenário, a inovação e o uso da inteligência artificial podem desempenhar um papel crucial para impulsionar essas empresas e torná-las sustentáveis no longo prazo” finaliza.
- International Payments: Bitso lança um novo conjunto de produtos empresariais
Com a finalidade de ampliar sua oferta de soluções empresariais, a Bitso - empresa líder da América Latina em serviços financeiros baseados em cripto, com mais de 1500 clientes institucionais ao redor do mundo - anuncia o lançamento de seu novo conjunto de produtos: International Payments (Pagamentos Internacionais), que possibilitará que empresas de todo o mundo se conectem com a América Latina para fazer negócios. Os pagamentos internacionais são o motor que permite o comércio e investimento transfronteiriços e têm um papel fundamental na economia global, representando mais de 16% do volume total de transações, de acordo com a consultora McKinsey. Isso abre a possibilidade de conectar os países da região com economias desenvolvidas e contribui para melhorar a qualidade de vida, promovendo um impacto positivo nos mercados de trabalho. “Com esse lançamento, buscamos impulsionar as economias locais da nossa região, facilitando as operações entre países e abrindo corredores comerciais que apoiam o desenvolvimento da América Latina. Queremos continuar promovendo o crescimento das mais de 1500 empresas que hoje já confiam nos serviços institucionais da Bitso, e buscamos atrair novas instituições da região e de todo mundo para fazer negócios na América Latina e exportar seus serviços e produtos globalmente. Esse é um passo importante em nossa missão de tornar cripto útil e coloca a América Latina na vanguarda dos serviços financeiros baseados em cripto”, comentou Santiago Alvarado, SVP de Produtos Institucionais na Bitso. Esse novo conjunto de produtos possibilitará às empresas enviar e receber pagamentos em cripto, stablecoins e moedas locais nos países onde a Bitso opera, assim como fazer pagamentos em tempo real, de qualquer país do mundo, de forma rápida e com custos mais competitivos do que as opções tradicionais, tudo por meio de APIs. As diversas integrações e parcerias realizadas pela Bitso, assim como o uso de stablecoins e das principais moedas do mundo, permitirão que seus clientes institucionais movimentem dinheiro na região, enviem ou recebam pagamentos de clientes e fornecedores com rapidez, segurança e 24 horas por dia, 7 dias por semana, garantindo transações transfronteiriças mais eficientes. Para mais informações sobre este produto, visite: https://bitso.com/br/business e https://bitso.com/br/business/international-payments.
- Fintechs que ajudam na gestão financeira entre pais e filhos
Desde o último domingo (13), um dos assuntos mais falados no Brasil envolve a atriz Larissa Manoela, após entrevista concedida ao Fantástico. Ela começou a trabalhar como atriz e modelo aos 4 anos de idade. Agora, aos 22, ela abriu mão de uma fortuna estimada em R$ 18 milhões que ganhou em 18 anos de carreira após desentendimentos com os pais, que cuidavam de seu patrimônio. Larissa disse que as divergências com os pais não começaram esse ano, mas sim desde quando atingiu a maioridade, quando queria entender do negócio dela, já que não sabia quanto ganhava, quantos bens tinha e começou a questionar os pais. E no último ano, passou a ser mais incisiva nessa busca por informações. Em março deste ano, Larissa e os pais se reuniram na presença de advogados para tentar uma redistribuição na sociedade das empresas. Sem acordo, sem respostas, o rompimento foi inevitável. Em nota, a defesa dos pais da atriz, afirma que a atriz falta com a verdade quando diz que não sabia qual era o percentual dela na empresa Dalari, já que assinou uma alteração contratual em janeiro de 2020 na qual constava clara e expressamente o percentual de 2%. Segundo o advogado, também não é verdade que Larissa não tinha acesso a dinheiro no dia a dia, porque ela sempre teve e utilizou seus cartões de crédito com os quais sempre pôde comprar tudo que desejou. Gestão Financeira entre pais e filhos Esse é um caso de grande polêmica e que abriu uma grande discussão sobre como deve ser feita a gestão financeira do patrimônio dos filhos. Ninguém nasce sabendo sobre como lidar com as finanças, logo, cabem aos pais e aos professores levarem educação financeira aos filhos. Só que aí surgem mais dúvidas, afinal de contas, como falar e levar um assunto tão importante e delicado que é o dinheiro para os menores de idade? A resposta vem, justamente, da educação financeira, com materiais educativos e, claro, através do contato dos pequenos com o dinheiro. Semanadas e mesadas, por exemplo, são duas destas formas já pra lá de tradicionais. E, com a evolução da tecnologia no meio das finanças, diversas fintechs trazem soluções para não só levar a educação financeira para crianças e adolescentes, como também, criar uma boa relação entre pais e filhos. Confira abaixo algumas destas soluções! Banco BS2 – Blu A Blu é uma conta digital que possui cartão para dependentes, criação de reservas, desafios para ajudar no desenvolvimento de habilidades fundamentais de educação financeira, mesada programada, bloqueio. Banco Inter – Conta Kids A Conta Kids é uma conta digital completa e 100% gratuita. Por meio dela, é possível fazer investimentos em renda fixa, fundos de investimentos e previdência privada, ter um cartão de débito (com possibilidade de bloqueio) e receber dicas de educação financeira. C6 Yellow O C6 Yellow é a conta para crianças e adolescentes do C6 Bank. Nela, Seu filho tem um cartão de débito para fazer compras em lojas físicas e on-line, sem precisar andar com dinheiro. Também é possível ensinar seu filho a poupar de forma lúdica: ele cria objetivos, aplica em CDB de liquidez diária e investe até conquistar o que deseja. E claro, você recebe um aviso no celular toda a vez que seu filho movimentar sua conta C6 Yellow. Ciclic – Previdência Júnior A Previdência Júnior é uma previdência privada que ajuda os pais a guardarem dinheiro para projetos de vida de seus filhos até 21 anos de idade. É possível investir a partir de R$ 1 por mês! Mercado Pago O Mercado Pago também tem a sua conta para menores. Pais podem solicitá-las para quando seus filhos tiverem a partir de 13 anos. Nela é possível fazer saques e transferências, tem o cartão de débito além da possibilidade de fazer pagamentos diretamente pelo celular. Mozper Com Mozper, seus filhos aprendem na prática a administrar suas finanças de maneira simples e divertida! A fintech oferece um cartão físico que permite que seus filhos façam compras e saquem dinheiro em qualquer caixa eletrônico. Há também o cartão virtual e a possibilidade dos pais bloquearem e desbloquearem os cartões sempre que precisar, seja para controlar gastos ou por motivos de segurança. Através da mesada, esta pode ser enviada automaticamente para os filhos todas as semanas. E também é possível criar tarefas e recompensas para o esforço quando eles as completarem. E por meio das metas, eles poderão acompanhar o progresso de suas finanças e alcançar objetivos. nextJoy A conta nextJoy é uma conta digital 100% grátis, com recursos que ajudam a gerenciar gastos e mimos para toda a família. São oferecidos temas da Disney, que ajudam pais e filhos a controlarem gastos, mesada programada, ajustes de segurança e aprenderem sobre finanças. NG.Cash A NG.Cash é uma conta digital voltada para jovens construírem sua independência financeira. A conta oferece pix e um cartão físico, cashback no cartão e em recargas, vídeos e insights de educação financeira. Em breve, serão oferecidas soluções do universo de criptomoedas. Nubank O Nubank também oferece uma conta digital para jovens de 10 a 17 anos, podendo comprar com um cartão com função débito no seu nome e até usar as Caixinhas para começar sua jornada financeira. Tudo começa com a autorização da mãe ou pai. Na conta ainda é possível Fazer recarga do celular direto pelo app; Transferir com o Pix e Ativar o Modo Rua, para deixar o aplicativo mais protegido contra roubos de celular. PicPay O PicPay permite que menores de 16 anos abram sua conta digital, com a autorização dos pais. Superdigital – Cartão Mesada O Cartão Mesada é um cartão pré-pago para pagamento de mesada para os filhos. Os pais recebem notificações a cada transação que for feita. YoursBank O Yours Bank é um banco digital com propósito de ensinar educação financeira e ajudar jovens na conquista da liberdade financeira. Na conta básica, são oferecidos serviços de pix e um cartão físico. Já na conta premium, além destes, há um cartão virtual, acesso à comunidade, gamer area, objetivo e o programa Fazendo Empreendedores. Z1 A Z1 é uma conta digital para adolescentes. A conta oferece transferências via pix, gift cards, cartão virtual e recargas de celular. Além destas fintechs, existem também algumas corretoras de investimentos que possibilitam que os pais abram contas para seus filhos, menores de idade: Nu Invest, Toro, XP, BTG Digital, Modalmais.
- F360 estabelece parceria estratégica com BNDES
A F360, plataforma de gestão financeira para o varejo, acaba de anunciar uma parceria estratégica com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Essa união fortalece ainda mais o objetivo da startup de transformar o varejo por meio de tecnologia, educação e pessoas, alinhado ao compromisso do BNDES com o desenvolvimento sustentável. Para Guilherme Pimentel, Head de produtos e dados da F360, uma das principais vantagens dessa parceria é o fortalecimento da credibilidade da marca ao estar presente em um dos canais mais importantes de apoio a empreendedores do país. “Essa iniciativa abrirá portas para identificarmos novas oportunidades, influenciando no desenvolvimento de novas soluções e ampliando o alcance da F360”, afirma o executivo. Para Seung Beom Kim, CFO da F360, essa parceria também visa impactar o maior número possível de varejistas, especialmente em um momento desafiador e adverso para o setor varejista brasileiro, com uma economia com baixo crescimento, alto custo de capital e consumo mais tímido. Nesse sentido, a startup busca despertar a consciência para a importância da educação financeira, oferecendo cursos e treinamentos de capacitação. “O foco principal é conscientizar e preparar os empreendedores para utilizar plenamente a solução da F360, para ganho de eficiência nos seus negócios, otimizando processos, e organizando os seus dados financeiros, contribuindo para uma melhor tomada de decisão e, consequentemente, impulsionando o desenvolvimento dos negócios”, explica Kim.
- DREX vai aumentar eficiência das operações e coibir fraudes
Garantir mais segurança nas transações financeiras, aumentar a eficiência e, ao mesmo tempo, diminuir os custos das operações de pagamento digitais. Em meio a essas expectativas geradas no mercado, o Banco Central inicia, em setembro deste ano, a fase de testes simulados do DREX. Além dos avanços esperados, a moeda digital brasileira trará ainda a possibilidade de coibir algumas fraudes nas transferências e até mesmo facilitar a criação de um PIX internacional, na avaliação de especialistas atuantes no segmento. O nome oficial concedido ao Real Digital foi anunciado no início de agosto e representou mais um passo importante na implementação da versão virtual da moeda brasileira. A etapa de testes terá a participação de 16 consórcios selecionados para o projeto piloto, responsáveis pela construção dos sistemas na tecnologia blockchain. A oferta ao consumidor, no entanto, só deverá ocorrer no fim de 2024 ou início de 2025. Até agora, sabe-se que haverá uma paridade, pois cada DREX terá o valor de R$ 1. Para a advogada especializada em Regulatório e Meios de Pagamento e sócia do escritório Barcellos Tucunduva (BTLAW), Mariana Prado Lisboa, a ideia é de que o DREX realize transferências desses ativos financeiros de forma imediata, com maior segurança nas transações. Na opinião dela, isso será possível porque a versão digital do Real acompanha a evolução tecnológica. “Para comprar determinado bem tokenizado, o usuário pagará o valor com o uso da moeda digital por meio do blockchain. As negociações estarão facilitadas em ambientes totalmente digitais e mais seguros. Ao comprar um carro, por exemplo, instantaneamente, o DREX será transferido ao vendedor e o documento do veículo chegará ao comprador devidamente digitalizado com menos burocracia, de forma mais segura e menos custo”, analisa a especialista. Novos modelos de negócios Mariana destaca ainda que, sem dúvida, o DREX contribuirá para o surgimento de novos modelos de negócios e inovações tecnológicas. Ainda de acordo com a advogada, o BC espera uma ampla diversidade na oferta dos produtos já existentes capaz de direcionar de forma mais precisa conforme as necessidades individuais. “Isso se alinhará com a visão do Open Finance, facilitando o acesso a uma gama de serviços adicionais a preços mais acessíveis. Os usuários poderão selecionar entre várias opções de poupança e escolher aquelas que melhor são adequadas e, assim, ultrapassar as alternativas atualmente disponíveis nos aplicativos”, completa. Mitigação de fraudes O advogado especializado em Direito Bancário e professor da FAAP e CEU Law School, Marcelo Goodke, ressalta que a chegada do DREX também traz a possibilidade de mitigar algumas fraudes e transferências indevidas de recursos. Segundo ele, isso será possível porque haverá um registro público previsto na tecnologia blockchain. “Ou seja, terá uma rastreabilidade maior, que traz mais segurança. Haverá uma facilidade de buscar os recursos transferidos indevidamente. Na prática, será mais fácil localizar esse dinheiro”, esclarece. Passo para o PIX internacional Godke vai mais além e acredita que a implantação do DREX via blockchain poderá facilitar a criação de um PIX internacional com a participação de outros países com moedas eletrônicas. A viabilização desse mecanismo está prevista na agenda do BC, dentro da missão de facilitar as transações financeiras. “A moeda digital pode ser um facilitador nessa implantação porque essa tecnologia usada é adequada para envolver operações de câmbio entre os países”, analisa Godke. Diferenças em relação ao PIX Em relação ao PIX, os dois especialistas são unânimes em afirmar que o DREX tem diferenças significativas se comparado com o sistema de transferência instantânea criado em 2020, também pelo BC. Mariana detalha que o primeiro é essencialmente um arranjo de pagamento de definido pela autoridade monetária capaz de viabilizar as transações de forma virtual. “Enquanto o PIX é uma estrutura que aprimora a transferência eletrônica de valores, o DREX é a própria moeda digitalizada, uma evolução significativa do real convencional e opera como uma forma digital de moeda que pode ser usada para uma variedade de serviços financeiros, não se limitando apenas a transferências”, pondera. Apesar de já ser uma movimentação totalmente digital, o PIX se baseia apenas em lançamentos contábeis, complementa Godke. “Na prática, o sistema credita numa conta e debita de outra. O DREX vai se basear na transferência com registro público, conforme previsto no blockchain com maior rastreabilidade”, afirma.
- Inteligência Artificial tem papel cada vez mais importante na segurança de pagamentos digitais
A ascensão dos meios de pagamentos digitais - muito pelas vantagens para as empresas e consumidores, como mais agilidade e facilidade -, traz por outro lado, a vulnerabilidade à segurança. À medida que os pagamentos digitais crescem no país, golpes e fraudes financeiras também se elevam. Para se ter uma ideia, de acordo com o Mapa da Fraude da ClearSale, somente em 2022, o Brasil registrou 5,6 milhões de tentativas de fraudes. O estudo analisou 312,2 milhões de pedidos no e-commerce brasileiro feitos via pagamento por cartão de crédito, que totalizaram R$ 5,8 bilhões em ações fraudulentas. Isso impactou não só o cartão de crédito, mas também o PIX, que se tornou outra vítima recente dos golpes no mercado, sem falar, ainda, nas fraudes de abertura de contas, emissão de cartão, empréstimos pessoais, autofraude e estabelecimentos falsos online. Setores de alto volume de transações, como eletrônicos (celulares, computadores, TVs) e delivery (comida e farmácia), juntamente com serviços como recargas de telefone, transportes, clubes de compras e venda de ingressos, estão cada vez mais vulneráveis. Diante dessa realidade, é crucial contar com parceiros confiáveis e adotar medidas de segurança robustas nos meios de pagamento. “A adição de medidas como o monitoramento de ambiente e detecção contra tentativas de invasão, acesso às aplicações por meio de login, senha complexa e multifator de autenticação, antivírus, e programas de conscientização para que o tema seja de conhecimento de todos os colaboradores, são essenciais”, afirma André Martins, CTO da Zoop. Ele ainda ressalta que a Zoop é certificada pelo PCI DSS (Payment Card Industry Data Security Standard), garantindo uma auditoria externa para ambientes de pagamento por cartão. Ainda de acordo com o especialista, outras medidas podem ser adotadas para mitigar riscos, confira: Utilizar gateways confiáveis, que realmente promovam e garantam a criptografia dos dados de pagamento transacionados; Conhecer novas tecnologias, como a tokenização nos pagamentos e buscar meios de adotá-las; Para o comércio eletrônico, é essencial contar com certificado digital SSL, Secure Sockets Layer, tecnologia que criptografa as informações trocadas via site; assim como utilizar um bom sistema antifraude para e-commerce; Se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais; Orientar os clientes sobre as práticas e métodos de cobrança e de pagamentos da sua empresa. Inteligência Artificial como aliada A transformação impulsionada pela IA é disruptiva e traz oportunidades inovadoras para toda a indústria. Na de serviços financeiros não é diferente. Ela possui grande potencial para acelerar ainda mais a inclusão financeira e digital, ao mesmo tempo em que garante a segurança. “A IA em si pode ser uma poderosa aliada na detecção de atividades suspeitas e potenciais ameaças à segurança. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, os sistemas de IA podem identificar padrões e comportamentos anômalos, alertando prontamente sobre possíveis violações de segurança”, enfatiza Martins. Adaptação às regulamentações Além de medidas apresentadas pela Zoop, a fintech ainda ressalta a importância de seguir atento às regulamentações determinadas pelo Banco Central em cada meio de pagamento. Com relação ao Pix, por exemplo, o órgão regulador determina ações, como a de estabelecer limite de valores para transações financeiras noturnas; além de cadastro prévio, por parte dos clientes, em contas que possam receber quantias elevadas. No que se refere aos cartões, a certificação PCI DSS, que protege os dados sensíveis gerados em transações financeiras realizadas por ele. Além disso, recentemente o Banco Central do Brasil (BCB) publicou a Resolução Conjunta Nº 6, que dispõe sobre os requisitos para compartilhamento de dados e informações sobre indícios de fraudes entre instituições financeiras, de pagamento e demais autorizadas a funcionar pelo BCB. A resolução entrará em vigor em 1º de novembro deste ano e foi criada com o intuito de combater o constante aumento das fraudes nos serviços bancários. A ideia é que as instituições reguladas pelo BCB compartilhem entre si os dados relacionados ao tema, com a finalidade de subsidiar seus procedimentos e controles para prevenção de novas fraudes.
- PagBank lança campanha de Seguro de Vida com cashback
O PagBank, o banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamento, anuncia o lançamento de sua nova campanha de Seguro de Vida, que chega trazendo cashback na contratação do plano. Na oportunidade, o Seguro Pessoal PagBank passa a ser PagBank Seguro de Vida, que garante proteção financeira da família em casos de imprevistos, com preços acessíveis, sem reajuste por aumento de idade e com sorteios mensais de R$ 20 mil. Segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), apenas 17% dos brasileiros possuem seguro de vida, uma realidade muito diferente de países desenvolvidos, como Estados Unidos e Japão, onde mais da metade da população contratam o serviço. Para Fabio Herszkowicz, diretor executivo de Serviços Financeiros do PagBank, isso ocorre pois muitos desconhecem os benefícios e a importância dos seguros. “A maioria das pessoas não gosta de comentar sobre seguro de vida. No entanto, a cobertura protege os dependentes financeiros em casos de imprevistos, como doença ou acidentes. O seguro de vida auxilia a família a se proteger e se reequilibrar financeiramente ao enfrentar momentos inesperados. Além disso, os seguros de vida costumam ter um excelente custo-benefício, ao considerar o preço acessível e todos os benefícios que oferecem”, afirma Herszkowicz. Neste contexto, visando facilitar a comunicação acerca de sua oferta de seguros, o PagBank apresenta sua nova campanha de Seguro de Vida, que oferece cobertura para morte por qualquer causa e invalidez, permanente total ou parcial por acidente, além de cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas por acidente. O PagBank Seguro de Vida garante a isenção de reajustes por idade ou profissão, além de oferecer benefícios para serem usados em vida, como o programa exclusivo de orientações pessoais, que disponibiliza suporte para questões psicológicas, financeiras e jurídicas, reforçando o compromisso da empresa em cuidar integralmente do bem-estar dos segurados. A cada mês, clientes que contrataram este tipo de seguro também têm a chance de concorrer a um prêmio de R$ 20 mil por meio de sorteios de capitalização. Os clientes que contratarem o PagBank Seguro de Vida durante o período de 7 a 31 de agosto, efetuarem o pagamento à vista com saldo em conta e permanecerem ativos, no mínimo durante 7 dias, serão recompensados com um cashback de 10% do valor anual do seguro, contratando qualquer um dos planos Bronze, Prata ou Ouro. O dinheiro de volta é depositado diretamente na conta do PagBank do contratante e pode ser utilizado em diversos serviços, como pagamento de contas, recargas de celular, jogos, entre outros. A contratação do PagBank Seguro de Vida é 100% online, é feita diretamente pelo app PagBank. Para mais informações sobre o PagBank Seguro de Vida e como participar da campanha de cashback, clique aqui.
- 5 vantagens do Pix Parcelado para o consumidor
Criado como um novo método de pagamento para acompanhar os movimentos do mercado, o pix parcelado é a inovação do setor financeiro que tem atendido às necessidades dos consumidores e atuado como aliado dos varejistas. O método de pagamento permite que o consumidor divida o valor das suas compras sem a necessidade do uso do cartão de crédito, já que possibilita o parcelamento por meio da do PIX. Além de possibilitar uma experiência fluida para o consumidor e otimizar o tempo na jornada de compra, o Pix Parcelado também democratiza o acesso a pagamentos a prazo Um a cada três brasileiros não possui cartão de crédito e, dentro do grupo que possui, grande parte têm um limite de cartão de crédito abaixo do seu poder de compra - a média de limite de cartão de crédito do brasileiro é R$ 1400. Segundo dados da consultoria GMattos, as compras não aprovadas por falta de limite no cartão passam de 100 bilhões de reais por ano - dessa forma, o Pix Parcelado pode ser uma ferramenta importante para garantir que esse valor não se perca. Essa modalidade de pagamento também tem se tornado bastante popular entre a geração Z e Millennial. Segundo pesquisa realizada pela agência de crédito TransUnion, mais de 70% declaram não gostar de usar cartão de crédito, sendo o principal motivo o medo de cair na armadilha dos juros rotativos caso não consigam fazer um dos pagamentos. "A Pagaleve traz uma nova solução que atende exatamente às necessidades dessas pessoas. Com isso, democratizamos o acesso ao parcelamento, uma vez que, com o pix parcelado, damos possibilidade de compra para esses três públicos comentados” Estamos aqui para oferecer ao consumidor facilidade financeira e ao lojista, uma forma de aumentar a sua taxa de conversão e ticket médio", aponta Henrique Weaver, CEO da Pagaleve. Abaixo, estão listadas 5 vantagens do Pix Parcelado para o consumidor, separadas pela Pagaleve, empresa líder em Pix Parcelado no Brasil: 1- Controle financeiro O Pix Parcelado permite que os consumidores tenham acesso àquela compra que querem muito, sem perder o controle financeiro e sem precisar se preocupar com juros. 2- Democratização do acesso à produtos e serviços Com essa forma de pagamento inovadora, os consumidores têm um novo método para parcelar suas compras, o que contribui para impulsionar a economia, além de tornar mais acessível a aquisição de produtos e serviços com valores mais elevados. “Um consumidor que poderia levar somente um item pagando à vista, passa a poder levar 2 ou mais já que agora pode parcelar sem cartão”, exemplifica Weaver. 3- Ausência de juros Um dos principais motivos pelos quais os consumidores preferem o Pix Parcelado é a ausência de juros, o que representa uma economia significativa em comparação com outras formas de pagamento, como cartões de crédito, que divulgou a taxa de juros rotativos de até 411,5% ao ano, maior patamar desde agosto de 2017, segundo dados do Banco Central. 4- Preservação do limite do cartão de crédito Para os consumidores que já estão acostumados a usar o cartão de crédito, o Pix Parcelado pode ser uma forma de pagamento para evitar o uso total do limite do cartão nas compras. 5- Aumento de meios de pagamento e diminuição do abandono de pedidos Pesquisa realizada pelo Octadesk indica que 31% dos consumidores já desistiram de finalizar uma compra online porque não podiam pagar da maneira desejada. A facilidade do parcelamento Pix contribui para a diminuição dessas desistências, tornando a jornada de compra do consumidor mais eficiente e otimizada, o que, por sua vez, fideliza os clientes.
- CPR Financeira: A alternativa flexível para investimentos no agro
Na agricultura, a compra antecipada de insumos e outros investimentos com a promessa de pagamento através da produção que será colhida no futuro, é algo corriqueiro. É o chamado barter, um sistema comercial onde a liquidação da operação é física, ou seja, um produto em troca de outro e a entrega da produção diretamente na trading, na data estabelecida e com valor já travado. Nesse modelo, o montante negociado terá como parâmetro os preços da saca de soja ou milho, por exemplo, no momento da operação. Dessa forma, se esses preços estiverem mais baixos, é preciso mais grãos para pagar a dívida. Por outro lado, o agricultor também tem a possibilidade de adquirir seus insumos ou fazer um financiamento de maquinário com a liquidação destes em dinheiro, deixando sua produção para ser vendida em outro momento quando o valor subir. Nesta situação, a via utilizada é a CPR-Financeira, um título de crédito que possibilita um plano de pagamento que auxilia o produtor a mitigar o risco de negociar a sua produção quando os preços estão desfavoráveis. Alex Kalef, diretor executivo da AgroPermuta, fintech agrícola que oferece soluções para produtores rurais de todo o Brasil, destaca que esse é um instrumento que traz mais flexibilidade. “Se o valor presente do seu produto está ruim, você espera, faz uma CPR-F e vende seu grão lá na frente, ou seja, usa a ferramenta a seu favor”, pontua. Outra forma de analisar é fazendo contas, conforme exemplifica o executivo. “O produtor deve entender o quanto o dinheiro que ele tem guardado está rendendo. Um exemplo seria R$ 100 mil a 12% ao ano. Se ele resgatar uma parte desse valor, pode perder 1% do rendimento para pagar o credor de seu financiamento. Entretanto, a sua produção de soja pode render 2% em um dia, isso mostra o quanto é mais interessante liquidar os compromissos em dinheiro e vender o grão depois”, destaca. No dia 2 de agosto o Banco Central (BC) anunciou a redução da Selic, a taxa básica de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por 5 votos a 4, reduzir a taxa em 0,5 ponto percentual, para 13,25% ao ano. Para o diretor da Agropermuta, o impacto da redução não será imediato e o agronegócio deve sentir algum efeito de forma mais clara apenas no ano que vem, em até 18 meses. “No entanto, para o produtor não é possível esperar. As obrigações financeiras e os investimentos necessários continuam presentes no dia a dia do seu negócio, mas o acesso ao capital disponibilizado, falando aqui de Plano Safra, ou aos sinais positivos da redução de juros, só acontecerá a longo prazo", completa. Diante desse cenário econômico, a CPR-Financeira é bastante válida, segundo o executivo, que sugere ao produtor rural olhar para os instrumentos de crédito de forma diferente. “Cabe a ele entender que a melhor gestão no momento que o preço das commodities cai, é trocar de bolso, pagar em dinheiro e carregar o produto”, finaliza Alex.













