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- Pix Open Finance: Blip inaugura funcionalidade no WhatsApp
Uma das grandes tendências de inovação do mercado financeiro no Brasil, o Open Finance, tem previsão de incluir 4,6 milhões de pessoas no mercado de crédito, de acordo com estudo do Serasa Experian. Para fomentar ainda mais uma rotina financeira prática e com segurança ao consumidor de onde ele estiver, a Blip, empresa líder em conversas inteligentes entre marcas e consumidores nos principais aplicativos de mensagem, passou a integrar a experiência do Pix com o Open Finance no ambiente do WhatsApp. A nova funcionalidade foi feita em parceria com a Efí Bank (antiga Gerencianet), que lançou a “API Pix via Open Finance” pertencente ao ecossistema de meios de pagamentos da vertical Efí Pay. A solução habilita a iniciação de pagamento usando o Pix através da tecnologia do Open Finance, a qual foi integrada na Blip. Com a API, a empresa de contatos inteligentes permitirá que seus clientes autorizem o pagamento se conectando a diversos bancos, oferecendo uma experiência rápida, fluida e com menos etapas. A iniciativa do Banco Central que permite que clientes compartilhem de forma segura suas informações entre diferentes instituições autorizadas e realizem movimentações de suas contas bancárias a partir de diferentes plataformas e não apenas pelo aplicativo ou site do banco, agora também se torna uma ferramenta para transações via chatbot. Atualmente, a implantação desse novo serviço encontra-se na fase 3, onde será permitido pagamentos com Pix. Em breve, também estarão disponíveis opções para TED, transferência entre contas do mesmo banco e pagamentos de boletos e débitos sem a necessidade de recorrer ao aplicativo da sua instituição financeira. “Estamos contentes em dar esse grande passo no Ecossistema Blip de Pagamentos, sendo a primeira companhia não financeira a fazer operações transacionais no WhatsApp em ambiente de Open Finance, usando nossa principal expertise que são os contatos inteligentes. Isso dará tração a novos negócios, permitindo novas possibilidades de movimentações financeiras”, afirma Rodrigo Battella, Diretor da Divisão de Serviços Financeiros e Pagamentos na Blip. O Pix Open Finance traz benefícios significativos, como a redução das barreiras e custos associados a transações financeiras tradicionais, tornando-se uma opção ainda mais atrativa para realizar pagamentos e, no caso do Mano Down, doações. “Como sempre aconteceu na história da Blip, queremos nos manter na vanguarda dessa revolução conversacional e financeira, liderando o caminho para o futuro das transações no WhatsApp e abrindo portas para uma nova era de interações comerciais e transações financeiras diretamente através das conversas. Estamos rompendo barreiras e trazendo a experiência de Open Finance para um ambiente de mensageria, abrindo um mundo de novas possibilidades para marcas e consumidores, sem perder a segurança e a confiabilidade”, completa Battella. Apesar do nome significar sistema financeiro aberto, o Open Finance não tornará público os dados dos cidadãos. “O compartilhamento das informações de pagamento depende de consentimento prévio do cliente e na Blip estamos trabalhando para garantir segurança total via WhatsApp com ações que estão de acordo com o processo de LGPD e a regulamentação do Banco Central”, esclarece Paulo Kimura, Diretor de Segurança da Informação e Governança de TI na Blip. Pix Open Finance acelera doações A primeira atuação de Blip com o Pix via Open Finance foi um projeto com o Instituto Mano Down, instituição responsável pelo atendimento de pessoas com síndrome de Down e outras deficiências intelectuais. Por meio do chatbot da instituição, o “Maninho”, é possível fazer pagamentos com Pix sem a necessidade de recorrer ao aplicativo da sua instituição financeira, tornando ainda mais conveniente e rápido o processo de doação para apoiar o instituto. É a tecnologia facilitando o engajamento social e o apoio a causas importantes. “A iniciação de pagamentos reduz a fricção nas transações com Pix, fazendo com que o pagador tenha uma jornada única, o que contribui para mais conversão nas vendas. A jornada sem redirecionamento vai tornar a experiência ainda mais fluida e com menos etapas. Acreditamos que a agenda evolutiva do Open Finance trará ainda mais benefícios para que soluções inovadoras como a da Blip continuem a dar certo e para que o market share do Pix cresça ainda mais”, diz Danilo Oliveira, Diretor de Produtos da Efí. Blip aposta no mercado financeiro Não é a primeira vez que a Blip aposta no mercado financeiro. Em junho, a empresa lançou o Blip Trust, hub de soluções que visa integrar diferentes ferramentas que aumentam a segurança de um chatbot quando o assunto é mercado de pagamentos. “Com a premissa de trazer mais agilidade e segurança para transações entre clientes e marcas dentro do WhatsApp, o Blip Trust oferece, por exemplo, soluções biometria por voz, validação de documentos e reconhecimento facial”, diz Battella. Blip é provedora oficial do WhatsApp API no Brasil.
- Cashin lança nova plataforma e agora cria e apura campanhas de forma inteligente e digital
Criada para desburocratizar a distribuição de incentivos a colaboradores e equipes de vendas, a Cashin acaba de lançar a multiplataforma, Engaje. Com o novo recurso, será possível desenvolver, promover e gerenciar campanhas para motivar o time sem a necessidade de agências especializadas, designers e hotsites, entre outros serviços que acabam encarecendo o projeto, impulsionando o custo-benefício, a rapidez e a entrega de resultados. A Cashin Engaje cria e envia mensagens customizadas conforme o nível de engajamento e da performance do colaborador na campanha, com rapidez e precisão na apuração inteligente de resultados e distribuição dos prêmios. Também é possível ter acesso ao desempenho dos colaboradores em relatórios avançados, por meio de decisões estratégicas baseadas em dados precisos para impulsionar até 15 campanhas simultâneas. “Para os colaboradores, a campanha é extremamente proveitosa. Os prêmios podem ser utilizados em forma de cupons, pix, saques e transferências bancárias, pagamento de boletos ou por QR Code. Já para as empresas, é possível desenvolver toda a estratégia de maneira segura, com respaldo legal, canais de comunicação e engajamento, com layouts pré-definidos ou próprios, em apenas 5 etapas simples e intuitivas”, explicam as fundadoras da fintech, Nani Gordon e Luciana Ramos. As empreendedoras contam que a plataforma Engaje chega para continuar a missão de desburocratizar a implementação de políticas de bonificação em empresas, sem esquecer do respaldo legal e administrativo, já que os prêmios em lotes são nominados para mais controle e segurança. Com mais de 100 mil usuários ativos e 120 clientes na carteira, a fintech atende algumas das maiores companhias do país como Ambev, Arezzo, Coca-Cola e Melitta, oferecendo uma plataforma para a gestão completa de campanhas com análises de resultado e full tracking do processo. “Com rápida adesão da multiplataforma da Cashin por empresas de todos os tamanhos e segmentos, e agora com a chegada da Cashin Engaje, acreditamos que 2023 será marcado por um crescimento exponencial do nosso serviço. A nossa projeção, que está se confirmando, é de dobrar o valor transacionado até o final do ano, chegando a R$ 250 milhões em volume total de pagamentos (TPV) graças ao lançamento de novos recursos e de um novo modelo de entrega de premiações”, encerram Nani Gordon e Luciana Ramos.
- Dia dos Pais: PIX é o método de pagamento mais escolhido nas compras
Com a aproximação do Dia dos Pais, começa a preocupação em se comprar um presente e como fazer isso. Um levantamento realizado pelo Reclame Aqui e pelo Linux mostra que o PIX foi o método de pagamento mais escolhido na hora de comprar um mimo para os pais, sendo escolhido por 28% dos consumidores, ficando à frente de métodos mais tradicionais como cartão de crédito e débito. Isso só reforça a popularidade do PIX no nosso país, já que o The Global Payments Report 2023 apontou que ele é um dos métodos de pagamento favoritos do brasileiro. Para termos uma ideia, 24% de todas as transações no Brasil em 2022 foram feitas por meio dessa categoria, sendo que dezembro registrou 2,4 bilhões em número de transações, um aumento de quase o dobro se comparado ao ano anterior. Dentre os motivos para tamanha popularidade da modalidade estão a sua facilidade de utilização, já que o pagamento é feito de forma prática e rápida por meio do celular. Além disso, não há cobrança de tarifas, o que é vantajoso tanto para o consumidor quanto para as lojas, que economizam um bocado com taxas de maquininhas de cartão. Nathan Marion, general manager da Yuno, empresa de software que oferece uma solução completa de pagamentos para companhias de grande e médio porte, explica os motivos que fizeram com que o PIX caísse tanto nas graças do consumidor brasileiro. “O fenômeno de pagamentos instantâneos onde o Pix se destaca globalmente traz ganhos reais para uma economia, promovendo competição, provendo acesso a serviços financeiros que a população em geral não tinha, trazendo eficiência e digitalização, diminuindo muito os custos da cadeia de pagamentos, principalmente para as empresas”, complementa. O executivo da Yuno também reforça a tendência global do modelo A2A, que são os pagamentos instantâneos conta a conta ao qual o PIX faz parte. Para ele, estamos testemunhando uma emocionante transformação na forma como as pessoas pagam e recebem. “Não se trata apenas de cartões de crédito agora; trata-se de ter opções que atendam às necessidades e tradições únicas de cada mercado.Essas são apenas algumas das razões da adoção em massa e coloca o PIX como exemplo a ser seguido.Existe uma tendência global desse tipo de pagamento e muitos países estão criando suas próprias infraestruturas de pagamento instantâneo, como UPI na Índia, PayNow em Singapura e NPP na Austrália. Porém, o nível de adesão e uso do Brasil supera e muito qualquer um desses exemplos”, explica. O PIX é um fenômeno de adoção sem precedentes em todo o mundo. Em apenas dois anos se tornou o maior método de pagamento no país em número de transações, e continua crescendo rapidamente. “Os últimos números do Banco Central mostram que mais de 140 milhões de usuários únicos já realizaram um PIX, e todos os meses vemos recordes de volume financeiro e de transações sendo quebrados”, finaliza Nathan Marion.
- BMP: O banco do futuro e a tecnologia financeira para ajudar na expansão do seu negócio
A BMP é um hub de soluções financeiras, bancárias e tecnológicas, voltada para a originação de operações de crédito e para a prestação de serviços financeiros, com foco no atacado e varejo. A evolução tecnológica permitiu e vai continuar permitindo o redesenho dos modelos de negócios que temos hoje. “O que evoluiu em 40 anos não foi o mercado financeiro. O que evoluiu foi a tecnologia”, declara Carlos Benitez. “O que a gente tem hoje é um negócio muito mais moderno e que não estamos enxergando. É a infraestrutura do amanhã, um processo bancário completo, com ambiente de comunicação, de produto, de meios de pagamentos. Mas, hoje, a gente tem tudo separado”, diz. Na avaliação dele, há muito dinheiro circulando e escoando nas cadeias de negócios sem que a empresa se dê conta e busque meios de monetizar isso. “Todo mundo tem conta em banco, cashback de um varejo que costuma ir. Mas ninguém sabe quanto dinheiro tem nisso tudo. Ninguém sabe. Essa consolidação é a evolução. É você criar um ambiente bancário empresarial e poder enxergar tudo isso e usar esse dinheiro”, ensina. “A tecnologia está no dia a dia do usuário. Então, ele quer receber informação que faz parte do dia a dia dele, pois é mais fácil para ele tomar decisões hoje do que antigamente. A tecnologia tornou os processos mais simples”, apontou. “Você não está utilizando o banco por causa do banco. Você está utilizando o banco por causa da tecnologia, pois a informação é a mesma. O que mudou foi o procedimento”, complementou. BMP traz a estrutura para atender o Brasil A estrutura tecnológica que a BMP traz, consegue atender toda a operação do cliente, isso significa que os clientes não precisam se preocupar em construir toda a operação e com isso aumentar seus custos. “Por exemplo: a empresa vai ter que fazer um produto bancário e isso significa ter que formatar uma área de crédito, cobrança, área de regulatório e jurídica, e não é só a formatação da ferramenta, vai ter que contratar pessoas para “tocar” essa nova estrutura que está criando, capazes de tomar decisão na área. E para a empresa fazer isso funcionar, é muito complexo. Então, quando a BMP entra, a gente traz a ferramenta pronta, e a empresa só precisa se preocupar em comercializar o produto. O resto a gente faz tudo”, afirma o CEO. Com experiência de mais de duas décadas no setor, Benitez reforça que a BMP tem capacidade para ser o banco de qualquer empresa ou oferecer as ferramentas de apoio necessárias para qualquer fintech se formar. “Toda a regulatória, toda a área de crédito, de cobrança, tecnologia, se ele quiser fazer, ele faz. Mas a gente tem uma estrutura que faz com que isso funcione, como se fosse o banco dele. A gente roda essa operação para ele. Ele só precisa colocar o produto na rua”, afirma. Tendo o Bank as a Service como um dos pilares dos negócios da BMP, ele defende que qualquer empresa pode ter seu próprio banco, mas é preciso compreender que esse braço “deve funcionar como um banco”, com regras diferentes das regras da empresa. “Se colocar o banco para funcionar como uma empresa, ele vai ter problemas”, alerta, enfatizando que o arcabouço regulatório de uma instituição financeira é diferente e complexo.
- Asaas levanta R$ 50 milhões em segundo FIDC
O Asaas, conta digital completa para empresas e líder no setor de PMEs, acaba de levantar R$ 50 milhões em seu segundo FIDC. Após recente aporte financeiro de R$ 100 milhões, essa nova captação chega para acelerar a operação de antecipação de recebíveis de cartão de crédito, melhorando o fluxo de caixa para seus clientes. Para a estruturação do fundo e coordenação da distribuição das cotas, o Asaas contou com o Itaú BBA. E, essa não é a primeira vez que a fintech, fundada pelos irmãos catarinenses Piero e Diego Contezini em 2014, levanta um FIDC. Em 2019, a empresa levantou um fundo com foco na antecipação de boletos. Já neste FIDC II o foco será em recebíveis de cartão de crédito. “Sabemos que este fundo chega em um momento muito desafiador para o nosso mercado, porém, temos crescido de forma muito responsável e saudável. Nos últimos 12 meses, alcançamos a marca de R$ 15 bilhões em volume total transacionado, sendo R$ 1 bilhão só de cartão de crédito. O nosso objetivo com esse FIDC é acelerar a concessão de antecipação para os nossos clientes, ajudando-os a ter mais capital de giro e liquidez a um preço competitivo”, revela João Vitor Possamai, CFO do Asaas. A responsabilidade de gestão do fundo é da Oliveira Trust na oferta 476 coordenada pelo Itaú BBA, e a cota sênior foi adquirida por investidores institucionais. Já o Asaas, ficou com 100% da cota subordinada. “Temos, aqui no Itaú BBA, o propósito de estimular a inovação e o desenvolvimento de negócios para nossos clientes. A estruturação do FIDC para o Asaas está alinhada a esse compromisso, uma vez que enxergamos boas perspectivas de crescimento para a empresa”, afirma Caio Viggiano, managing director de Renda Fixa do Itaú BBA. Outras séries do fundo devem ser lançadas em breve, depois de cumprir o lock-up regulatório de quatro meses. “A expectativa é de que a gente acelere a antecipação de recebíveis para os nossos clientes em mais de 60% até o final do ano”, finaliza Possamai. A captação deste fundo faz parte da estratégia de crescimento do Asaas, que tem como um dos objetivos alcançar a receita de R$ 1 bilhão e bater a marca de 1 milhão de clientes nos próximos três anos. Atualmente, a fintech atingiu a marca de 120 mil clientes PJ e a projeção é de crescer este número em mais 66% até o final do ano. Desde 2014, o Asaas já recebeu mais de R$ 200 milhões em investimentos, entre aportes financeiros e FIDCs.
- Primeira escritura 100% registrada com token Ribus é realizada no Brasil
Um apartamento no centro do Rio de Janeiro teve o primeiro registro de venda de imóvel pago em sua totalidade com token Ribus (RIB) - o primeiro token utilitário imobiliário do mundo, que permite aos seus detentores várias formas de utilidade no mercado imobiliário, incluindo o pagamento de produtos ou serviços, e utilizado como forma de acesso de prestadores de serviços da cadeia imobiliária e usuários ao ecossistema da empresa. A lavratura da escritura foi realizada no 15º Ofício de Notas do Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca, e movimentou R$ 140 mil, sendo pagos 100% com token Ribus, com garantias e segurança necessárias para formalização da operação de compra e venda e reconhecimento público, firmado em cartório. O imóvel foi vendido através da operação de duas empresas do ecossistema Ribus: a Permutus, que permuta imóveis residenciais e comerciais através de Ribus e Reais; e a Retrofitus, empresa especializada em reformas, modernização e acabamento, que retrofitou o apartamento no centro do Rio. “Estamos diante de um fato histórico no Brasil. A Ribus é pioneira no modelo de token utilitário imobiliário em todo o mundo, digitalizando processos e garantindo segurança e transparência através da tecnologia blockchain. O resultado é este que vemos agora, com mais negociações dentro do mercado imobiliário e oportunidade para todos”, explica o CEO da Ribus, Marcelo Magalhães. O token Ribus (RIB) é um ativo digital, que funciona como um crédito, ou pode ser trocado por dinheiro, para ser utilizado dentro do ecossistema Ribus, que possui uma série de serviços voltados a atores do mercado imobiliário e também um clube de vantagens para os proprietários de tokens. Todas as transações são realizadas na rede blockchain, o que torna impossível alterar o limite máximo de emissão ou reverter alguma transação, garantindo a segurança e personificação de cada processo, inclusive com contrato de registro do token na rede. Qualquer pessoa pode comprar token Ribus e ter acesso a soluções em blockchain para o mercado imobiliário. Com o token é possível permutar bens e serviços, comprar recebíveis, reformar, comprar e vender imóveis, em um ecossistema que envolve soluções como Houseus (marketplace dedicado aos profissionais de arquitetura e decoração); Retrofitus (uma empresa especializada em reformas, modernização e acabamento); Beneficius (clube de benefícios exclusivo para tokenistas Ribus, funcionando como um programa de pontos/milhas que oferece descontos e acesso privilegiado); Permutus (permuta de imóveis residenciais e comerciais através de Ribus e Reais); Recibus (fintech de antecipação de recebíveis através da emissão de tokens para operações); Braemp (parceira incorporadora e construtora, com atuação no Espírito Santo e Rio de Janeiro que oferece desde empreendimento econômicos até projetos de alto padrão). Detentora do primeiro token utilitário imobiliário do mundo, a Ribus foi a primeira empresa de tokenização do setor imobiliário do Brasil a receber o ofício da CVM de que os tokens não são valores mobiliários. Há dois anos, a empresa enviou uma tese jurídica à Comissão de Valores Mobiliários destacando que o token Ribus é um token de utilidade, portanto não é um valor mobiliário e, dessa forma, não precisaria estar sobre a regulamentação da CVM. O ofício confirmou a tese da Ribus, no sentido de que o Token Ribus não é valor mobiliário. Algo inédito.
- Conheça DREX, a nova moeda digital brasileira
DREX. Este será o nome oficial do Real Digital, a moeda digital brasileira desenvolvida pelo Banco Central. Por enquanto, a nova moeda digital está em fase de testes e a expectativa é que chegue ao público até o fim do próximo ano. Apesar de não possuir um cronograma oficial de lançamento, a ideia não é de hoje. Ainda em 2020 houve o início do estudo para a emissão de uma nova moeda digital. As diretrizes gerais foram divulgadas em maio do ano seguinte, 2021. O Drex não é de fato uma nova moeda. Na verdade, é uma representação da moeda oficial do Brasil, o Real, em sua forma digital. Em comparação ao Pix, que é ainda bastante novo no país, o Drex possui peculiaridades importantes de serem apontadas. Com a nova moeda digital será possível comprar e vender títulos públicos, dentre outras possibilidades que o diferencia do Pix. DREX - o que é Podendo ser chamada também de Real Digital, o Drex é uma moeda virtual oficial do Brasil. Diferente do Real, o Drex não tem versão física, como as moedas e as cédulas. No entanto, a moeda digital também é regulamentada pelo Banco Central, ou seja, como o Real, recebe as mesmas garantias da moeda física e permite fazer transações no meio virtual. Alguns pontos importantes: - emissão e custódia serão feitas pelo BACEN; - a distribuição é similar ao Real e intermediada por instituições financeiras como os bancos; - o foco da nova moeda são as transações financeiras em meio digital, mas poderá ser trocada pelo Real tradicional (notas); - terá a mesma cotação que o Real; - os bancos não poderão emprestar os valores a terceiros, depois devolvê-los aos clientes, como atualmente fazem com os valores disponíveis; - os recursos não possuirão correção automática, ou seja, não haverá remuneração; - terão garantias como privacidade de operações e seguranças jurídica e cibernética. Fabio Araujo é o coordenador do projeto e explica que o objetivo é que a moeda digital possa aumentar as possibilidades dos usuários. Produtos já disponibilizados pelas instituições financeiras poderão ser oferecidos com maior variedade e a um custo menor do que atualmente possuem. O cliente terá acesso à moeda virtual através das plataformas digitais da instituição financeira de sua escolha. A instituição, por sua vez, conseguirá oferecer ao cliente uma variedade maior de produtos, de serviços com custos variados e mais adequados ao perfil de cada usuário. O atual nome da nova moeda não é à toa. Segundo o BACEN, é a combinação de diversas referências de inovação: D seria o digital; R seria de real; E de eletrônica, representando as plataformas eletrônicas e X seria para transações. DREX x Real Não há diferença entre o Real e o Drex quando falamos das moedas em si. Por isso, inclusive, que o Drex pode ser chamado de Real Digital. O que diferencia uma da outra é a forma de utilização. O especialista e consultor, Bruno Diniz aponta que as diferenças são do ponto de vista financeiro. A oferta de uma moeda digital possibilita formas diferentes de operações em blockchain, porque precisam do formato virtual para serem ativadas. Contratos inteligentes (smart contracts), Diniz cita como exemplo. O DREX funcionaria em contratos inteligentes porque possibilita automatização de operações. Por exemplo, o caso da compra de um carro entre particulares. O contrato inteligente possibilita que o dinheiro a ser pago pelo carro e a transferência do documento acontecessem de forma simultânea - encerrando o conflito de quem faz qual transferência primeiro. Esse é apenas um exemplo do tipo de operação que o DREX possibilita. Diniz ainda salienta que operações financeiras feitas com a moeda digital trazem uma camada extra de segurança e eficiência, para os usuários e para o provedor do serviço, através do emprego da tecnologia blockchain. Utilidades do DREX A nova moeda poderá ser utilizada em todas as operações financeiras já conhecidas, segundo o BACEN. Empréstimos, investimentos, seguros, entre outras poderão ser feitas com o DREX. Além das já conhecidas, novas possibilidades se abrem com a moeda virtual - o contrato inteligente, é um exemplo. O coordenador Fabio Araújo ainda salienta que a expectativa é que os custos das operações sejam menores com o DREX, o que democratiza o acesso à população. Uma das diretivas mais importantes da moeda digital é a comunicação transparente e acessível entre diferentes sistemas - a interoperabilidade. O usuário poderá usar a moeda para fazer diversos pagamentos, mesmo em lojas físicas, através dos aplicativos de suas instituições financeiras, utilizando operações como o pix. Pode também fazer transferência entre pessoas, saque em agências, depósitos bancários convencionais, pagamento de contas e boletos. Assim como vai possibilitar o acesso a operações inovadoras, as operações tradicionais também serão facilitadas pela nova moeda digital. DREX x PIX Enquanto o Drex é uma moeda digital, o Pix é uma operação que possibilita transação instantânea. DREX x Criptoativos O Banco Central considera características fundamentais para designar uma moeda: se prestar como meio de troca, reserva de valor, unidade de conta e serem emitidas por autoridades monetárias. Os criptoativos, como o Bitcoin e o Ethereum, apesar de serem ativos financeiros, não são considerados moeda porque não atendem aos elementos essenciais de moeda. Os criptoativos, ainda reforça o BACEN, tem uma volatilidade muito alta, ou seja, é muito difícil de serem usados como meio de pagamento. O DREX, no entanto, corresponde às essencialidades e é considerado moeda. O objetivo é que possa dar suporte e oferecer ambiente seguro para que todos os atores do cenário financeiro possam usufruir dos avanços tecnológicos, cada vez mais presentes em todas as transações, de maneira regulada e regulamentada. Acesso ao DREX O acesso ao DREX é feito pelo usuário final através de suas carteiras virtuais em sua instituição financeira de escolha. É preciso que o agente financeiro seja autorizado pelo BACEN. O usuário "entrega" moeda convencional, reais, a quantia que deseja adquirir em moeda virtual e o DREX é emitido de maneira correspondente em sua carteira digital. O acesso é feito através de instituição financeira autorizada - novas instituições financeiras podem surgir, mas, ainda assim, dependem de autorização do BACEN para que possam intermediar a troca da moeda convencional pela moeda digital. Custos Segundo Araújo, coordenador do projeto, é possível que a instituição financeira queira embutir custos de transação para a aquisição da nova moeda digital. Ressalta, no entanto, que há vantagens. O ambiente digital além da automatização, é mais acessível aos usuários. Além de proporcionar segurança e uma gama maior de transações financeiras. Então, ainda que haja custo de transação, o valor compensa frente às novas possibilidades aos usuários. Segurança A nova moeda digital deve proporcionar níveis de segurança e privacidade altos, como os proporcionados nas transações que já são feitas atualmente, segundo o Banco Central. O acesso deverá ser feito por depósito bancário com tokens. Os tokens são contratos que correspondem à custódia de um ativo; são inscritos eletronicamente e não podem ser modificados. Fabio Araujo diz que os valores estarão disponíveis através de Tokens para serem utilizados - o correspondente ao valor transferido pelo usuário na instituição escolhida. Assim, é possível evitar problemas e garantir a segurança na nova forma de interação financeira.
- Pagamentos digitais devem crescer até 35% em 2023 e alcançar mais de 4,4 bi de usuários até 2025
À medida que os consumidores demandam serviços mais ágeis, acessíveis e flexíveis, a tendência ao digital cresce e impulsiona o mercado, principalmente o setor financeiro. De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Ernst & Young em parceria com o Google, estima-se que os pagamentos digitais cresçam cerca de 35% no Brasil em 2023. Além disso, o número de usuários de carteiras digitais deverá ultrapassar 4,4 bilhões até 2025 – segundo dados da Juniper Research. Com o avanço da tecnologia e a crescente digitalização dos serviços, os consumidores estão adotando cada vez mais os pagamentos digitais como sua forma preferida de transação financeira. As pesquisas apontam que os pagamentos móveis continuarão a crescer, impulsionados pelo aumento do uso de smartphones e pela expansão dos serviços financeiros digitais. "Essa projeção reflete o aumento contínuo da digitalização financeira e a mudança de comportamento dos consumidores. Estamos vivendo a era da tecnologia e os serviços que resistirem a essa evolução ficarão para trás e serão substituídos pelos meios digitais, especialmente no financeiro", afirma Henrique Weaver, Co-Founder e CEO da Pagaleve. A Pagaleve, fintech de meios de pagamentos , oferece o Pix Parcelado em 4x sem juros por meio de uma plataforma proprietária altamente tecnológica fazendo uso de algoritmos de machine learning. A empresa ajuda os varejistas a vender mais, aumentando suas taxas de conversão e ticket médio, além de isentar os lojistas dos riscos relacionados à inadimplência e fraudes. Além das taxas e da rentabilidade, os pagamentos digitais ainda disponibilizam de uma série de benefícios relacionados à tecnologia aplicada. A conveniência de utilizar o celular para pagamentos elimina a necessidade do dinheiro físico ou cartões, aumentando, consequentemente, a segurança e a proteção de dados. Além disso, os serviços financeiros proporcionam para o consumidor maior controle sobre suas finanças e otimização do gerenciamento de renda. "Para os consumidores, o Pix Parcelado possibilita o parcelamento quinzenal sem a necessidade de cartão de crédito, sem juros e com uma aprovação em menos de três segundos. Para o varejista, representa aumento significativo nas vendas, maior acesso a consumidores e agilidade ", ressalta Weaver. Desafios, oportunidades e projeções Com a popularidade dos novos meios, surgem também desafios a serem superados, principalmente por ser algo novo e totalmente online. Entre eles estão a segurança cibernética, a infraestrutura limitada de acesso nacional e a inclusão financeira daqueles que ainda não estão conectados. "Assim como em todas as evoluções, a dos bancos e dos pagamentos digitais está caminhando para a superação dos desafios. É preciso constância e empenho das empresas de tecnologia para tornar possível esse cenário, e isso já está acontecendo", avalia Weaver. O especialista também destaca que, com a adesão aos meios digitais nos mercados emergentes, há oportunidades de expansão dessas aplicações, principalmente em países em desenvolvimento, onde o acesso à infraestrutura bancária tradicional é limitado. De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Mundial do Banco Mundial, até 2025, cerca de 1,7 bilhão de adultos em todo o mundo, a maioria nos países em desenvolvimento, permanecerão sem acesso a serviços financeiros formais. A adoção de pagamentos digitais nessas regiões pode ajudar a reduzir essa lacuna. A projeção é de crescimento exponencial dos pagamentos digitais. De acordo com uma pesquisa realizada pela PWC, o volume de transações financeiras sem papel moeda deve mais que dobrar em um intervalo de 10 anos no Brasil. O estudo revela que o número de transações digitais deve aumentar cerca de 142,7% entre 2020 e 2030.
- Bling vai ao Brás apoiar nos preparativos para a Black Friday 2023
Com o objetivo de impactar lojistas e empreendedores que já estão se preparando para a Black Friday deste ano, o Bling, sistema de gestão da Locaweb Company, vai para o Brás, maior polo de confecções de peças de vestuário do Brasil. A ação “in loco” tem o objetivo de mostrar aos potenciais clientes como as soluções podem alavancar as vendas em um período de grande movimentação e fomentar a digitalização dos negócios. Durante os dias 15 e 16 de agosto, o time do Bling, que na ocasião será composto por mais de 50 colaboradores, entre eles coordenadores, promotores e as frentes de Eventos, Social, Conteúdo e Product Marketing, estará no Denim City, localizado na rua Casimiro de Abreu, 604. Daniella Doyle, head de marketing do Bling, explica que o objetivo é apresentar as soluções de forma mais pessoal aos potenciais clientes, além de promover descontos e condições especiais de contratação que podem se estender até 2024, mostrando na prática como o Bling pode ajudá-los a vender na Black Friday e digitalizar os seus negócios, sem a obrigatoriedade de ter uma loja virtual, por exemplo. “É neste momento que empreendedores começam a revisitar estoques, mercadorias, preços para ter as melhores condições durante a Black Friday. Com esta ação, buscamos dar visibilidade à importância do planejamento e da organização do negócio nos meses que antecedem as datas de grande movimentação do comércio”, diz. Ainda segundo Doyle, o momento para a realização da campanha é mais do que estratégico, pois é justamente quando a categoria de ERP e softwares de finanças estão em alta. “Percebemos que parte dos lojistas e empreendedores já estão buscando formas de se prepararem para o alto fluxo de vendas no fim do ano, a fim de garantir que terão todo o backoffice pronto para a alta demanda que a data traz”, acrescenta. O Brás foi o ponto escolhido por contar com uma forte concentração de empreendedores do segmento da moda, setor este, por sua vez, que figura em terceiro lugar entre os com maior representatividade de clientes atendidos pelo Bling. Situado na região central de São Paulo, o Brás tem 55 ruas comerciais, nas quais circulam diariamente 400 mil pessoas. Em períodos de alto fluxo de vendas, como no final do ano, pode haver pico de circulação diária de 1 milhão de pessoas, de acordo com a Associação de Lojistas do Brás (Alobrás). “Escolhemos fixar nossa base próximo a quatro ruas estratégicas, onde há lojas atacadistas que recebem muitos lojistas finais. Esse público vem de todas as regiões do Brasil para abastecer seus estoques e podem se beneficiar de um sistema de gestão que distribui seus produtos nos principais marketplaces do Brasil, além de oferecer integração e controlar estoques físicos e digitais”, aponta. Parte das iniciativas da “Semana Verde” do Bling, esta ação no Brás está alinhada com o objetivo do negócio que é apoiar brasileiros que têm o sonho de empreender e democratizar a gestão dos micros, pequenos e médios empreendedores, trazendo à tona a importância que o planejamento prévio possui para prosperar não só na Black Friday, mas em todas as épocas do ano. O Bling tem trabalhado no aperfeiçoamento de suas ferramentas para que negócios dos mais variados segmentos e tamanhos possam ter seus processos automatizados e, desta forma, cresçam em seus respectivos mercados. Atualmente, a empresa oferece aos clientes vários serviços essenciais para a gestão de um negócio, como integração com social commerce e marketplaces, emissão de notas fiscais, controle de estoque, conta digital, integração com operadoras logísticas, frente de caixa, aquisição de certificado digital e ordem de produção, além de soluções financeiras, como a Bling Conta.
- ABCripto anuncia a chegada da Klever
Empresa de soluções e serviços digitais do universo das blockchains e criptomoedas, a Klever é a nova integrante da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto). Em operação desde 2020, a empresa possui uma cartela de mais de quatro milhões de usuários em 180 países. Para Bernardo Srur, diretor-presidente da ABCripto, a chegada da Klever reforça o compromisso da associação em prol de um mercado cada vez mais amplo e inclusivo, para estimular o desenvolvimento da criptoeconomia no País.“A entrada da Klever na ABCripto reforça nosso propósito de ampliar boas práticas no setor, principalmente no campo regulatório, e proporcionar um ambiente que gere cada vez mais investimentos e incentive a adesão de novos usuários”, afirma Srur. A entrada na ABCripto é estratégica para a Klever, que desenvolve soluções como o blockchain low code, layer 1, que ajuda empresas e projetos a utilizarem blockchain de forma simples e eficaz; além da Klever Wallet, app disponível no Google Play e Apple Store, Klever Safe e a exchange Bitcoin.me. “Estamos muito felizes em fazer parte da ABCripto. Acreditamos que nossa experiência de mercado pode contribuir para a construção de um ecossistema sólido, uma regulamentação que promova a inovação, geração de emprego e renda no Brasil e coloque o Brasil na vanguarda global do desenvolvimento do mercado de cripto e blockchain”, destaca Diógenes Ianakiara, fundador e CEO da Klever Além da Klever, a ABCripto tem como membros: Foxbit, Mercado Bitcoin, NovaDAX, Z.ro Bank, Travelex Bank, Uniera, OWS Brasil, Ripio, Bitso, Deloitte, VDV Advogados, KPMG, Chainalysis, 99Pay, VBSO Advogados, Hachi Investiments, Coinext, Vórtx QR Tokenizadora, Mastercard, Grupo GCB, PeerBR, Zero Hash, Bitybank, LIQI, Itaú Unibanco, Socios.com, Chiliz, Grupo Bancário Cainvest, Declare Cripto e Ambify.
- Pix terá novidades? Confira as tendências e novas funcionalidades
O Pix tornou-se o meio de pagamentos mais democrático do país, não havendo intermediários entre o pagador e o recebedor. Para realizar a transação, basta estes serem portadores de uma conta corrente junto à uma instituição financeira autorizada pelo BACEN, possuir uma chave válida, e assim realizar uma transação. De acordo com a pesquisa “Prime Time for Real-Time Report”, feita pela ACI Wordwide e GlobalData, em 2022, o Pix movimentou cerca de R$7 trilhões em 29,2 bilhões de transações feitas no Brasil. Os números colocaram o meio de pagamento como o segundo mais utilizado em todo o mundo. Atualmente, a modalidade de pagamento possui quatro atuações: Pix de transferência; Pix Cobrança (similar ao boleto, porém sem a necessidade de realizar registros e compensação, trazendo instantaneidade ao pagamento); além do Pix saque e Pix troco, que permite ao usuário realizar saques ou compras com troco em dinheiro nos postos e estabelecimentos autorizados. Mas existe uma trajetória ampla para o meio de pagamento no Brasil. Segundo Wellington Silva, Head de Produtos na C&M Software, o Banco Central já possui novas funcionalidades para implementar junto ao Pix. “De acordo com a agenda evolutiva do BACEN, está prevista a entrada do Pix Automático em 2024. Este será um produto que permitirá a utilização do Pix para débito automático, bem como para realização de compras recorrentes”, comenta. A opção do PIX parcelado vem aí Anunciado no início do ano, o PIX Parcelado ou Garantido promete facilitar o mercado de crédito no país; o mercado já apresenta alguns produtos similares, no entanto, todos atribuídos a parcelamentos associados a cartão de crédito, o que impacta diretamente o limite. Em linha com o anúncio da modalidade, a C&M Software desenvolveu o Yellow, uma plataforma que permite o parcelamento do Pix de forma direta, sem a necessidade de atribuí-lo a um cartão de crédito, eliminando o intermediário de transação, elevando a rentabilidade do emissor. O sistema Yellow já pode ser utilizado por instituições financeiras, bancos e cooperativas de crédito, mas, na agenda do BACEN, o Pix Parcelado ou Garantido ainda não tem uma data definida para entrada. Os atuais protocolos de segurança do PIX e as atualizações Atualmente, o mercado oferece algumas soluções antifraude para trazer segurança à modalidade de pagamento. O BACEN implantou o MED (Mecanismo Especial de Devolução), ação que permite à instituição financeira fazer um bloqueio, chamado cautelar, que dá 72 horas para analisar a transação. “Na C&M Software temos um antifraude, único do mercado que está em linha com essa segurança: o ATF. Além de atender as especificações do BACEN, é o único integrado ao DICT (Diretório de Identificadores de Contas Transacionais), verificando a veracidade da chave Pix, somada aos dados do correntista (abertura da conta, agência e conta corrente) junto ao diretório do Banco Central, assim como a coleta de eventuais informações de fraude vinculadas ao CPF da chave”, afirma Silva. Em paralelo, o BACEN desenvolve novas formas de iniciação do Pix: NFC; Bluetooth; RFID e Reconhecimento facial; essas ações estão previstas na agenda, mas sem data definida para implantação.
- DM aprimora ferramenta para parcelamento de compras via PIX
Com o objetivo de ampliar os meios de distribuição de crédito, a DM, grupo de serviços financeiros, aprimorou o formato do DM Pag, ferramenta que possibilita o pagamento por meio do PIX parcelado. Seguindo os moldes do Buy Now Pay Later (BNPL), o produto foi desenvolvido para atender às necessidades do e-commerce, que sentia a falta de crédito como um empecilho para que os clientes concluíssem as compras online. Mas a empresa passou a ser procurada por lojistas que gostariam de ter o DM Pag também em lojas físicas. É o que explica Sandra Castello, diretora de Produtos e Inovação da DM. “No e-commerce, tudo acontece no ambiente virtual, conforme o cliente escolhe o DM Pag como forma de pagamento. Em lojas físicas, no entanto, é possível gerar um link que o cliente acessa para fazer a solicitação de crédito. Em questão de segundos ele já terá um resultado da análise. Sendo aprovado, basta concluir a compra”. O DM Pag faz uma rápida análise de crédito dos clientes e permite o parcelamento da compra via PIX sem a necessidade de atrelamento a um cartão de crédito. O consumidor escolhe o número de parcelas, disponibilizado pelo lojista, e paga a primeira no ato para concluir a compra. As demais serão pagas via PIX a cada 30 dias. Com isso, varejistas e empreendedores terão alternativas para atrair e fidelizar consumidores. A DM oferece esse tipo de serviço de forma independente, sem ter um banco que propicie a oferta de crédito, o que permite uma análise instantânea, capaz de converter as vendas em menor tempo. Tal instantaneidade é possível graças à expertise e à tecnologia da empresa, que há mais de 20 anos trabalha com gestão de crédito para o varejo. “Esse produto usa o conhecimento da DM para o ciclo de crédito, agregando as ferramentas e base de dados de melhor performance para fazer a aprovação e gestão de crédito. Com poucos cliques o consumidor já consegue concluir a compra”, destaca Castello. O gerenciamento de todo o ciclo do crédito, desde os processos de aprovação e concessão, até o onboarding dos novos consumidores, a gestão de risco e a cobrança de eventuais perdas, são feitos pela empresa. “O DM Pag viabiliza o pagamento da compra aprovada ao lojista, por meio de liquidação própria, e gerencia a agenda de cobrança das parcelas diretamente com o consumidor”, explica a diretora. Vantagens para lojistas A ferramenta do DM Pag traz ainda benefícios para lojistas, seja de grandes redes ou de pequenos empreendimentos. “Além de ter fácil manuseio, trazendo informações sobre vendas, faturamento, etc, ainda possibilita a coleta de dados dos clientes, como um Customer Relationship Management (CRM), o que é muito valioso nos tempos atuais e nem todos os empreendedores têm condições de contratar uma ferramenta desse tipo”, afirma Sandra. O objetivo do DM Pag é garantir para os varejistas aumento do ticket médio, aumento de frequência de compra, atração e fidelização de clientes. Para Stella Modas, varejista parceira que já fazia oferecia cartões private label da DM, a experiência com o DM Pag trouxe bons resultados. “Na relação com o cliente final, a ferramenta é excelente. Existe uma aceitação do público mais jovem, que entende e aceita bem o projeto. Então está fidelizando um público novo. Já para mim, como lojista, facilita a aprovação do cliente, tornando o processo mais rápido e seguro”, avalia Raphael Freitas, CEO da loja. Democratização do acesso ao crédito O DM Pag ainda traz uma inovação para o mercado ao não cobrar juros pelos atrasos no pagamento. Em vez disso, aplica uma taxa fixa, facilitando a quitação das dívidas. Por meio do carnê digital, o cliente adianta o pagamento das parcelas conforme achar necessário, o que permite melhor gestão financeira. O produto segue sendo aprimorado, atraindo novos parceiros. Contudo, o bom desempenho nos pilotos iniciais indicam que o DM Pag está alinhado com os propósitos da DM de democratizar o acesso ao crédito no Brasil. “Nosso foco é atender aqueles clientes que não têm crédito concedido por outras instituições financeiras. Damos a esses clientes a possibilidade de consumir, garantindo que tenham condições de arcar com seus compromissos”, finaliza Castello. Para mais informações, acesse: Link














