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  • Pismo, a fintech brasileira comprada pela Visa por US$1 bilhão

    A Pismo é uma fintech brasileira que acaba de ser comprada pela Visa por US$1 bilhão! A venda não só marca a maior transação privada com fintechs brasileiras como também demonstra a importância da tecnologia desenvolvida pela Pismo. A Pismo tem 7 anos de estrada. Sua caminhada sólida atraiu duas rodadas de investimento, que auxiliaram o processo de crescimento da fintech. A empresa tem em seu caminho investidores como Redpoint e Ventures, Accel Partners, Amazon, Itaú, Headline Ventures, Falabella Ventures, Softbank e B3. A fintech desenvolveu uma tecnologia diferenciada e de grande impacto. Ela desenvolveu uma forma de processar as transações em nuvem. Dessa maneira, instituições financeiras podem rodar sistemas de grande volume de processamento em nuvem, fazendo uma migração de datacenters e mainframes. Isso permite agilidade e facilidade aos sistemas. Um dos investidores compara o sistema da Pismo ao Nubank, para facilitar o entendimento. Seria uma maneira fácil e rápida para que as instituições financeiras construam uma estrutura como a do roxinho, mas na nuvem. Hoje, existem apenas algumas soluções como a Pismo ofertadas no mercado. Além da fintech, existem a Fidelity Information Services e a Dock (startup brasileira - como a Pismo). Além das opções, é possível desenvolver os sistemas de maneira interna, na própria empresa, como o Nubank. Dois dos grandes nomes em instituição financeira estão com a Pismo: o BTG faz o processamento de pagamento de cartões de varejo e o Citi TTS anunciou no meio de junho a parceria. As operações estão concentradas principalmente nos EUA, América Latina e Europa. Mas já conta com clientes na Índia, Austrália e Ásia. O volume de operações é bem considerável. São cerca de 80 milhões de contas, 40 milhões de cartões emitidos e um processamento em transações anuais de aproximadamente US$40 bilhões. O anúncio da transação foi feito através de um comunicado à imprensa e cercado de mistério. Nem a Visa nem os fundadores da Pismo comentaram a operação abertamente. Os fundadores Os fundadores da empresa são: Ricardo Josua, Daniela Binatti, Juliana Binatti e Marcelo Parise. Daniela Binatti fez curso técnico e iniciou na Conductor como estagiária, depois se tornou CTO. Desenvolvedora, Binatti foi quem desenvolveu o sistema que implementou a tecnologia inovadora da Pismo no sistema financeiro. Ricardo Josua é o principal conhecedor dos detalhes dos sistemas de pagamento. Suas especialidades incluem empreendedorismo, gestão e tecnologia. Marcelo Parise e Daniela são casados. Parise é gestor dos times de tecnologia - experiência que vem da Conductor, onde desenvolveu seu próprio sistema integrado de gestão empresarial. Julian Binatti e Daniela são irmãs. Juliana fez faculdade de processamento de dados. Na Pismo, conduz o user experience e trabalha com gestão de produto. Segundo fontes, além do alto montante, os fundadores devem receber um earnout - que é um valor ou porcentagem adicional acordado em contrato quando a empresa atingir determinados valores ou metas. Os fundadores trabalharam juntos na Conductor. A Conductor operava dentro da empresa de call center do pai de Josua. A Conductor recebeu um novo nome e passou a ser a Dock - empresa que opera no mesmo mercado que a Pismo. Após sair da Conductor, Binatti estudou durante 2 anos o mercado mundial e o que havia de novo e mais avançado. A ideia da Pismo ocorreu à Daniela na Califórnia, em Pismo Beach. A Pismo teve um momento delicado em 2019, quando a empresa quase quebrou. O valor de US$900 mil de 2016 estava quase acabando. Parise e Binatti venderam o carro da família para auxiliar a empresa. E já na segunda rodada de investimentos, em 2021, a fintech atraiu um investimento de US$108 milhões. A Visa O objetivo da Visa é se posicionar como empresa de tecnologia. Os negócios da empresa vão além da bandeira de cartões. A aquisição da Pismo é uma marca, pois traz o que há de mais sofisticado em questões de tecnologia. Aproximadamente um ano atrás, a Visa adquiriu a Tink por US$2,15 bilhões. Tink é uma startup europeia que atua no setor de open banking. Houve uma tentativa em 2021 de comprar outra startup de open banking, a Plaid, por US$5 bilhões, mas restrições regulatórias acabaram frustrando a transação. A Pismo recebeu ofertas da também gigante de bandeira de cartões, Mastercard. O objetivo da Mastercard é também se afirmar enquanto empresa de tecnologia. Brasil O ecossistema de venture capital pode ganhar um fôlego novo com esse investimento da Visa. No Brasil, apesar da escassez de capital e queda de valuations, o investimento na Pismo pode movimentar a área. Diferente do que se via até então, a Pismo é muito forte em tecnologia. O que ela demonstra é que, hoje, o mercado brasileiro tem potencial para a criação de empresas com prospecção global.

  • Fintech brasileira é destaque em premiação internacional

    O Global Financial Market Review (GFM) é um portal de notícias online que se concentra em indústrias e notícias relacionadas aos mercados financeiros. Como parte da cobertura foram criados diversos prêmios, que foram desenvolvidos para reconhecer empresas e instituições que alcançaram um sucesso notável em seus respectivos campos. Em um mercado desafiador, os prêmios do GFM reconhecem o progresso, a conquista e a liderança de empresas e instituições globais que atuam no mercado financeiro, direta ou indiretamente por meio de seu suporte. O GFM visa promover os vencedores dos prêmios por meio do seu site, além de usar seus parceiros de mídia para garantir que várias outras agências de notícias veiculem os anúncios. Os artigos no site do GFM são lidos por mais de 14 milhões de pessoas por ano. Como um portal de notícias financeiras verdadeiramente global, o GFM busca garantir que o painel liderado pela editoria, com a contribuição da equipe de pesquisa, escolha os vencedores que melhor refletem o sucesso nas categorias indicadas. Para a premiação de 2023, foram usados alguns dos critérios gerais, dependendo da indústria, incluindo Transparência, Governança Corporativa, Sustentabilidade, Volume de Transações, Inovação, Fintech e Atendimento ao Cliente. Também foram usados alguns critérios específicos, como Capitalização de Mercado, Lucro por Ação, Relação Preço/Lucro, Receita Total, Lucro Líquido, Lucro Operacional, Capital de Nível 1, Depósitos Totais, Relação Empréstimo/Depósito, Índice de Empréstimos Não Performados, Cobertura, Provisão e Canal de Distribuição. Confira as grandes vencedoras da edição de 2023: Melhor solução eKYC (América Latina): Plutto Melhor Financial Advisor (Canadá): Solomon Financial Corp Melhor Inovação ESG: 15Rock Melhor aplicativo de finanças (Canadá): StockPick Melhor Consultoria FX (Europa): allFX-Consult Melhor solição de crédito (Brasil): KALEA Melhor empresa de contabilidade (Canadá): CapexCPA Melhor plataforma de cobrança (Índia): CLXNS Melhor solução para fintechs: Yodaplus Melhor solução ESG (Canadá): Efficiency Capital

  • Mitos e Verdades sobre o Open Finance no Brasil

    O Open Finance é um ecossistema financeiro aberto por meio de soluções digitais e com participação de diversas organizações do sistema financeiro. A implementação no Brasil vem ocorrendo desde 2021 e, de lá para cá, diversos avanços aconteceram. Ao final de março deste ano, a quantidade de consentimentos ativos chegou a 28,3 milhões, contra 18,7 milhões em dezembro de 2022. No primeiro trimestre de 2023, foram adicionados por mês, em média, cerca de 3,2 milhões de novos consentimentos, sendo a maioria de pessoas físicas. Esses números colocam o Brasil entre os países com maior adesão ao Open Finance e, em breve, deve superar o Reino Unido na liderança do ranking “Global Open Finance Index” em relação ao desenvolvimento do ecossistema de compartilhamento de dados. Segundo a consultoria Oliver Wyman, 60 milhões de brasileiros devem participar deste ecossistema até 2025. O Brasil é referência mundial na implementação do sistema, porém, ainda há muitas dúvidas acerca do tema. “O Open Finance tem como proposta o compartilhamento de informações entre instituições financeiras do mercado, como bancos, corretoras e distribuidoras de câmbio, seguros e investimentos, seguradoras, entidades de previdência e adquirência”, explica Alan Mareines, CEO da Lina Open X. Uma evolução do Open Banking, o Open Finance tem objetivo semelhante à versão anterior: conceder ao cliente a possibilidade de compartilhar seus dados com outros bancos e instituições financeiras. “Porém, o Open Finance reúne um portfólio de possibilidades de compartilhamento mais completo do que o seu antecessor Open Banking, o que inclui: câmbio, investimentos, seguros e previdência”, destaca o especialista. Alan Mareines aponta quatro dos principais mitos sobre o Open Finance: Meus dados não estarão seguros Há um temor de que, a partir do consentimento, os dados fiquem expostos. Mas a realidade é justamente o oposto: as instituições só podem ter acesso aos dados dos clientes se estiverem devidamente autorizadas por eles, o que dá mais poder e controle aos consumidores. Existem várias regras de governança e também leis que as instituições participantes precisam seguir para poder usufruir do ecossistema, além de certificações, padrões de segurança e mecanismos de proteção que garantem a privacidade de dados. Quando o cliente autoriza o compartilhamento, é obrigação da instituição informar para qual finalidade os dados serão utilizados, além de especificar quais são esses dados exatamente. O consumidor pode escolher por quanto tempo os dados serão compartilhados, e as informações ficam protegidas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e pela Lei do Sigilo Bancário. Vai ser mais uma tarifa que precisarei pagar O compartilhamento de dados não tem nenhum custo ao consumidor. Nenhuma cobrança é feita nesse sentido, pois a ideia é justamente incentivar que o cliente opte por compartilhar suas informações. Para a instituição financeira que está recebendo os dados compartilhados, o benefício é justamente poder conhecer melhor o cliente e, com isso, personalizar sua oferta de produtos e serviços financeiros. Assim que compartilhar os dados, passarei a receber ofertas e propostas indesejadas Na verdade, tende a acontecer o contrário. Quanto mais informações uma determinada instituição financeira possui a respeito dos seus clientes, mais personalizada pode ser a sua oferta de produtos e serviços, o que significa que os consumidores terão à disposição somente soluções que realmente fazem sentido, podendo também comparar diferentes ofertas disponíveis para o seu perfil. Esse é um dos grandes benefícios do Open Finance. Importante ressaltar que a personalização é benéfica para o consumidor e também para a instituição financeira, que muitas vezes, ao oferecer opções genéricas por conta da ausência de dados personalizados, acaba se distanciando da realidade de seus clientes e perdendo oportunidades de venda do seu produto ou serviço. Uma vez compartilhados meus dados, nunca mais terei opção de remover o compartilhamento A qualquer momento, o consumidor pode solicitar a interrupção do compartilhamento de dados. A opção de revogar o compartilhamento pode ocorrer por diversos motivos, e o cliente pode fazer isso quando quiser, de forma fácil e totalmente digital, diretamente no aplicativo do banco. A instituição, por sua vez, perde o direito de utilizar os dados. A Febraban aponta que mais de 90% das instituições pretendem expandir parcerias até o fim de 2023, com o intuito de prover ao consumidor serviços mais completos e entrar em segmentos novos como forma estratégica de agregar valor, complementar jornadas e consolidar a busca constante pela inovação.

  • Conheça o Banco Torcedor, o ecossistema de soluções financeiras digitais para clubes de futebol

    A 2GO Bank, fintech especializada em liquidação de ativos digitais, lança uma solução 360o. que vai revolucionar o conceito de investimento em marketing dos clubes: o Banco Torcedor, um ecossistema completo de soluções financeiras digitais para clubes e torcedores de todo o País. O Banco Torcedor foi pensado para resolver uma dor comum dos clubes: a diversificação das fontes de receita combinada com uma maior oferta de entretenimento para o torcedor. A partir daí, a 2GO Bank entendeu que ainda não havia no mercado uma solução que beneficiasse tanto o clube quanto o torcedor, tendo um banco como viabilizador de oportunidades. Na linha do Bank as a Service (BaaS), o Banco Torcedor pode ser contratado pelos clubes com foco na oferta de serviços para beneficiar o torcedor. São quatro grandes frentes: Produtos Bancários, Integrações, Benefícios e Projetos Especiais. No caso dos produtos bancários, o torcedor que aderir ao Banco do seu time terá disponível produtos e serviços como conta digital, PIX, TED, pagamento de contas, app e internet banking e cartão com a bandeira Mastercard. Além disso, há a possibilidade de oferecer linhas de crédito, seguros e assistências. Na parte de integrações, os pilares estão no acesso e trâmites de bilheteria (estádio), conexão direta com site de apostas, fan tokens, NFTs, entre outros. Nos benefícios, o torcedor pode ter acesso a clube de vantagens, plano de saúde e odontológico, academia e educação, entre outras possibilidades. Por fim, a frente de projetos especiais envolve uma equipe dedicada para desenvolver ações exclusivas. “São oportunidades de trabalhar ativações segmentadas, em um ecossistema que respeita, retém e valoriza os patrocinadores”, explica o CEO da 2GO, Cyllas Elia. Segundo o executivo, as fontes e modelos de remuneração são moduláveis e podem ser personalizados conforme a demanda de cada clube. Seja no próprio Banco Torcedor, com os produtos e serviços bancários; nos Fan Tokens, com a compra e venda de criptoativos no próprio app do banco do clube; em sites de aposta, com geração de tráfego qualificado; na própria loja de produtos; e no clube social, com foco nos torcedores que já são sócios. Para os clubes, há um outro ponto importante, que é a exposição das marcas dos patrocinadores. O executivo lembra que, no modelo de patrocínio tradicional, o clube recebe o mínimo e fornece o máximo de exposição da marca. "No Banco Torcedor, o time aumenta seu lucro quanto mais a marca do banco é exposta", diz. Cyllas explica que, quanto mais contas digitais abertas e mais volume movimentado, maior vai ser a lucratividade para o clube. “Isso sem contar oportunidades com os fan tokens, NFTs e ativos digitais, que também geram receita e dão ao torcedor direito a benefícios, como participar da escolha de produtos do time, concorrer a prêmios, entre outros exemplos", destaca. Com foco em facilitar e desburocratizar operações multimoedas, a 2GO Bank vê amplo potencial de negócios com o novo produto. “No Banco Torcedor, o grau de relacionamento do clube com seu torcedor é que vai impulsionar a lucratividade, a partir do engajamento com produtos e serviços ofertados em diversas frentes”, completa o CEO.

  • Startup especializada em crédito para cafeicultores finaliza captação de R$ 70 milhões

    A agfintech Culttivo acaba de finalizar a captação de R$ 70 milhões, via FIAgro FIDC, para ajudar os pequenos e médios produtores de café a alavancar e inovar suas lavouras. A captação do FIAgro foi estruturada pela Octante Capital, gestora de recursos independente e com grande expertise no agronegócio, e contou com a participação de bancos, family offices e investidores pessoas físicas. Maior produtor mundial e o segundo maior mercado consumidor, o Brasil conta atualmente com 330 mil produtores em seu território, segundo dados do Conselho Nacional do Café. Já estimativas da startup dão conta de que a cultura cafeeira necessita anualmente de R$ 60 bilhões para financiar a sua produção. Gustavo Foz, CEO e cofundador da Culttivo, diz que com o montante captado no FIAgro, a expectativa da empresa é gerar mais de 500 operações de crédito para cafeicultores até o final de 2023. “Hoje 85% dos cafeicultores no país possuem lavouras de pequeno e médio porte e são justamente eles que necessitam da maior parte do crédito. Nosso produto foi criado para dar maior velocidade na obtenção de capital a esse público”, relata Foz. O empreendedor afirma ainda que o modelo de negócio da agfintech foi criado para que o crédito seja liberado diretamente aos produtores, mas também há a possibilidade de cair na conta de revendas e distribuidoras parceiras, caso eles acessem a Culttivo diretamente por esses players. “Em qualquer uma das situações, a operação de crédito sempre fica vinculada ao cafeicultor. Ou seja, ao disponibilizar os recursos para os agricultores, conseguimos empoderá-los, já que passam a poder escolher onde comprar insumos. Pelo lado dos parceiros, nos tornamos uma espécie de meio de pagamento sem custos, uma vez que não existe coobrigação, e ainda melhoramos o seu fluxo de caixa, balanço, nível de endividamento e risco”, explica. Segundo Guilherme Muriano, sócio da Octante Capital, a construção de um FIAgro próprio dá fôlego e segurança para a expansão da agfintech, uma vez que a gestão do fundo corrobora com o processo decisório de crédito. “O projeto da Culttivo quebra essa barreira burocrática ao criar um produto designado diretamente para o cafeicultor. Tanto os investidores participantes como a Octante, que é responsável por uma cota grande do fundo, entenderam a importância desse compromisso. O reflexo está no porte do valor levantado”, adiciona. Histórico e atuação da Culttivo Concebida a partir da experiência profissional e profundo conhecimento dos empreendedores Gustavo Foz (CEO), Gabriel Santos (COO), Gilberto Angelo e Guilherme Costa Lima em trading de café, ciclo das commodities e mercado financeiro, a agfintech foi fundada em 2020 com o propósito de empoderar o pequeno e médio produtor de café, desburocratizando seu acesso ao crédito, por meio da tecnologia. Dentro desse cenário, a Culttivo já concedeu mais de R$ 70 milhões em empréstimos, atingindo um montante médio de R$ 400 mil por cafeicultor, com 100% de adimplência das operações até o momento. Vale ressaltar ainda que a startup está presente nas principais regiões cafeeiras do país (SP, MG, ES e BA). Tal estratégia possibilita que seu portfólio tenha um risco climático distribuído em diferentes microclimas, fator que gera segurança para os investidores do FIAgro. Segundo Foz, o grande diferencial da startup é o fato de permitir uma oferta de crédito justa, de acordo com o tamanho, produção e estoque de cada produtor de café. Para realizar o processo de forma certeira, a companhia utiliza técnicas avançadas como o sensoriamento remoto e monitoramento via satélite, que ajudam a analisar as condições do terreno e da lavoura, identificando a capacidade e expectativa de produção, os custos para cada cafeicultor individualmente, condições climáticas e as questões ESG. O empreendedor reforça ainda que as soluções tecnológicas desenvolvidas pela Culttivo foram criadas para avaliar automaticamente o crédito do produtor de café, e hoje já possuem integração com diversos cartórios para o registro das garantias, permitindo que todo o procedimento de solicitação e contratação seja feito 100% online. “O produtor recebe o seu limite de crédito em até três dias, uma experiência muito melhor em relação aos bancos tradicionais, que normalmente praticam um prazo superior a três meses”, completa. Crédito verde Gustavo Foz revela também que toda solicitação de crédito passa por uma análise socioambiental extremamente detalhada. Isso ocorre para que produtores com histórico de desmatamento ou envolvimento com trabalho análogo à escravidão não sejam financiados. “A Culttivo zela pelas políticas de ESG. Não fazemos negócios quando há qualquer pendência neste sentido”, conclui.

  • Agrotoken amplia parcerias para possibilitar transações financeiras com grãos digitais

    A Agrotoken – pioneira no mundo na tokenização de commodities agrícolas - e a Cibra, uma das maiores e mais inovadoras empresas de fertilizantes do Brasil, anunciou sua parceria na Bahia Farm Show, feira voltada para o agronegócio nacional, que aconteceu em junho, em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. Os grãos, já comercializados pelo produtor rural, são transformados em tokens para serem utilizados no pagamento dos insumos. Com essa parceria, o produtor rural poderá fazer a compra de seus fertilizantes com a moeda digital. “É mais uma opção de pagamento que ele terá à sua disposição. Na Cibra, buscamos sempre dar opções ao cliente para que ele escolha a que melhor lhe atender”, explica Raphael Nezzi, CFO da Cibra. Segundo Anderson Nacaxe, diretor da Agrotoken no Brasil, o mind-set inovador da empresa de fertilizantes permitiu o rápido avanço da parceria e ressaltou a mudança de comportamento do mercado agrícola, que hoje é muito mais aberto para o ambiente digital. “Na prática, transformamos os grãos em um bem digital, para guardar ou trocar por insumos, serviços e outros bens. O que o Agrotoken oferece hoje, é uma importante ferramenta, para democratizar o agronegócio”, pontuou Nacaxe. Prestes a completar um ano, dentro do mercado nacional, a presença contínua da Agrotoken em feiras e eventos do setor e em parceria com diferentes marcas, tem como objetivo apresentar as vantagens da tokenização dos grãos. ”Somente neste primeiro trimestre do ano, já marcamos presença nas três principais feiras do segmento, tendo como apoio essas importantes parcerias. O que buscamos em conjunto, é a apresentação dessa novidade, reforçando a possibilidade de utilizar os grãos digitais em diferentes fornecedores”, destaca Anderson Nacaxe, diretor da Agrotoken no Brasil. Como funcionam as transações financeiras com ‘grãos digitais’ Para aquisição de bens nesta modalidade, a empresa transforma os grãos físicos do produtor em um bem digital. Com os grãos físicos digitalizados na plataforma da Agrotoken - transacionados de forma segura por meio da tecnologia blockchain -, os grãos são convertidos em ‘agrotokens’ como crédito para o produtor transacionar em operações comerciais e financeiras, sempre com o apoio direto dos grãos, que tem seu valor atrelado ao preço da soja, milho e trigo. Vinculados à origem da emissão do ativo físico, os agrotokens são lastreados em ativos reais, ao contrário dos NFTs. Isso significa que têm valor idêntico em todo o território nacional, independentemente de onde e por quem foram emitidos, conforme preço indexado em índices como Esalq, CEPEA/B3, Argus e Platt, paridade que a torna uma stable coin, ou seja, moeda de baixa volatilidade. . Até o final do ano, a Agrotoken tem como estratégia de mercado “tokenizar” mais de 1 milhão de toneladas de grãos no Brasil.

  • PagBank lança novos formatos de cobranças

    Para evitar inadimplência e aumentar a receita da empresa, o PagBank, banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, lança o Pix Cobrança e promove melhorias na Cobrança Via Boleto. Os novos serviços têm como objetivo facilitar a vida dos empreendedores, tornando o processo de cobrança mais ágil e seguro. Atualmente, o Pix é considerado a forma de pagamento mais utilizada no Brasil, superando as transferências via TED e DOC. Segundo dados de abril passado do Banco Central (BC), o Pix acumula 146,4 milhões de usuários, sendo 134 milhões de pessoas físicas e 11,6 milhões de pessoas jurídicas. Diante deste cenário, o mercado financeiro tem se movimentado para desenvolver soluções capazes de atender as demandas da população, como o Pix Cobrança e o Cobrança Via Boleto. “Acreditamos que ambos os serviços permitirão que nossos clientes escolham a melhor forma de cobrar. Estas soluções ajudarão a atrair novos clientes e aumentar a receita da Companhia, ao mesmo tempo em que garantimos uma cobrança mais personalizada", afirma André Souza, diretor executivo da Conta Digital e Investimentos do PagBank. O diferencial do Pix Cobrança é que ele oferece uma compensação em até dez segundos contra os três dias úteis do boleto, garantindo uma cobrança mais rápida e individualizada. Com a personalização da cobrança, é possível incluir descontos, juros, multas e data limite de pagamento no Pix cobrança, e agora disponível na cobrança via boleto, de acordo com as necessidades de cada cliente. Além disso, o Pix conta com os mesmos protocolos de segurança do Sistema Financeiro Nacional usados para TED e DOC, sendo obrigatório que todas as transações e os dados dos clientes sejam protegidos por criptografia e autenticação, para evitar fraudes e prejuízos financeiros. Isso significa que os clientes podem ter tranquilidade ao realizar suas transações, sabendo que seus dados e dinheiro se encontram seguros. Por fim, o PagBank reforça seu compromisso em oferecer soluções inovadoras e de alta qualidade aos clientes, sempre com foco na segurança e na praticidade. “Estamos muito felizes em poder proporcionar aos nossos clientes as vantagens que o Pix Cobrança e a solução de Cobrança Via Boleto têm a oferecer”, finaliza o executivo. Para mais informações sobre o Pix Cobrança, clique aqui. Sobre a Cobrança Via Boleto, clique aqui.

  • Fintechs geram grandes oportunidades para administradoras de condomínios

    Diversas administradoras de condomínios têm optado por contratar o serviço de uma fintech especializada no mercado imobiliário para auxiliar em suas atividades. Os principais motivos que levam isso a acontecer são a redução de custos, em função de tarifas e taxas de juros menores e mais atrativas, a necessidade de inovação em um mundo tecnológico e, por fim, ofertas de novos produtos. Além das razões que explicam a contratação, as administradoras obviamente possuem benefícios ao adquirirem tais serviços. O primeiro se refere à expertise das fintechs no mercado de atuação, fazendo com que as operações e decisões sejam tomadas de forma ágil. O segundo trata-se dos processos digitais e simplificados que não exigem tanta burocracia. Já um terceiro se refere à possibilidade do desenvolvimento de produtos especializados que facilitem a gestão do condomínio. Independente do tamanho e da quantidade de clientes de uma administradora, o serviço de uma fintech não possui requisitos específicos para contratação. “Como todo o relacionamento pode ser digital, todas as administradoras, de qualquer porte e região do país, podem contratar uma fintech”, explica Marcelo Assunção, CEO de WohPag. Embora seja uma fintech e, por natureza, possua DNA digital, a WohPag ainda se diferencia pelo fato de manter um atendimento pessoal e humanizado, a fim de garantir o acolhimento e a melhor experiência dos clientes. Vantagens Quando uma administradora contrata uma fintech, os condomínios também saem ganhando. Proteção do saldo condominial, facilidade de acesso a crédito, produtos e soluções personalizados e possível redução de tarifas são algumas das vantagens. “É sempre importante ressaltar os benefícios que uma administradora oferece aos condomínios quando contrata uma fintech, pois as vantagens são para todos. Assim, a partir do momento da contratação, quem administra possui um trunfo para prospectar novos clientes”, afirma Assunção.

  • Fintech Payface capta R$ 45 milhões

    A Payface, fintech que opera pagamento por reconhecimento facial em parceria com uma bandeira de cartão de crédito, acaba de anunciar o fechamento de uma extensão da Série A, com a chegada, ao seu cap table, do Venture Capital Fintech Revolution, fundo setorizado em fintechs. A rodada, que captou mais de R$ 45 milhões foi liderada por um fundo gerido pelo BTG Pactual e também contou com a participação do multifamily office Oikos e da HiPartners, venture capital focado em retail tech. Única empresa latinoamericana selecionada para participar do Biometric Checkout Program, programa da Mastercard que visa criar os novos protocolos de pagamento por biometria mundialmente, a Payface acumula crescimento anualizado de quase 400%, desde 2021. A projeção é fechar o ano de 2023 integrada a 2 mil PDVs, com capacidade para atender cerca de 2,4 milhões de consumidores mensais. Atento ao cada vez mais sólido mercado das fintechs, no Brasil, e também ao potencial de negócio demonstrado, até aqui, pela Payface, o Fintech Revolution Fintech chega com uma contribuição estratégica e qualificada, além do investimento primário em ações da empresa. Os recursos serão utilizados para sustentar os planos de crescimento orgânico da Payface, com entrada em novas verticais do varejo e o desenvolvimento de novos produtos, e o crescimento inorgânico, com eventuais aquisições de players do setor ou de áreas complementares. O Revolution se considera um "fundo mão na massa" e tem como General Partners Marcelo Peano, fundador da Volt Partners, com larga experiência no mercado financeiro em posições como Diretor de Asset Management do Unibanco, Partner da Lanx Capital e sócio principal da Utor Investimentos; Jader Rossetto, publicitário com mais de 28 Cannes Lions e estratégias desenhadas para empresas como XP Investimentos, Nubank e Mercado Livre; e Márcia Mello, executiva com experiência de mais de 27 anos no mercado de pagamentos e tecnologia, inclusive como CEO da Global Payments e na direção de empresas como Cielo, Elavon e Verifone, além de conselheira independente da PagSeguro, Letsbank, Leo Madeiras e do banco Interbank, no Peru. Por conta dessa expertise e do networking desenvolvido no setor, Marcia ocupará uma cadeira no Board da nova investida, a partir desse mês. "De fato, a atuação da Payface, inclusive seu modelo de negócio e perspectivas de expansão da operação, mostraram total aderência com a tese de investimento do Revolution. Mais do que o investimento financeiro, vamos atuar de forma bastante próxima, ao lado dos líderes da empresa, assim como temos feito com a zMatch, nossa primeira investida", explica Marcia Mello. "Quando fundamos a Volt e o Revolution, já pensamos no conceito smart money. Nosso desafio é desenvolver e acelerar as empresas não somente com o dinheiro, mas, inclusive, com senioridade e consultoria para a gestão. Até agora, esta aposta tem dado muito certo com os quatro investimentos que tivemos até agora", complementa Marcelo Peano. "Há algum tempo, temos acompanhado o setor das fintechs no mundo todo, sempre à procura de empresas que apresentem maturidade em seus modelos de negócios e gestão, além de potencial disruptivo. Sabemos que pagamento com rosto é uma tecnologia com bastante espaço e com uma gigantesca perspectiva de crescimento de demanda, principalmente em um varejo com as características de um país tão amplo em extensão territorial, como o Brasil", sinaliza Jader Rossetto. Adicionalmente à expansão da sua atuação para novas verticais além do varejo alimentar, como os setores de postos de combustíveis e redes de farmácias, a Payface trabalha no lançamento de novos produtos, evidenciando o interesse na criação de um arcabouço robusto de produtos de pagamento por reconhecimento facial. Entre eles está o "Pixface", que permitirá que o usuário faça uma operação de PIX usando apenas o rosto como identificação. "A chegada do fundo Fintech Revolution vem em um momento bastante estratégico para a expansão da empresa. Temos um plano bem desenhado para escalar nossa tecnologia, levando o rosto como modalidade de pagamento para as pessoas e contribuindo para otimizar o dia a dia dos varejistas", adianta Eládio Isoppo, CEO e cofundador da Payface. “O histórico dos sócios gestores do fundo vai nos auxiliar na consolidação do nosso plano estratégico que, em breve, também passará a contar com crescimento inorgânico", complementa Isoppo. Entre os clientes da Payface que já passaram pelo processo de rollout da tecnologia, estão as redes supermercadistas St Marché, Zona Sul e Prezunic do Grupo Cencosud. A solução está integrada com todo o ecossistema de pagamentos — desde bandeiras de cartões de crédito de arranjo aberto e private labels (cartões de varejistas), wallets (carteiras virtuais), emissores, adquirentes e subadquirentes, oferecendo uma solução de implantação relativamente rápida se comparada à média do mercado. Para os varejistas, o uso da tecnologia da Payface possui vários benefícios, como checkouts mais rápidos, diminuição das filas, aumento na recorrência de compra do cliente por conta da agilidade na experiência de pagamento, redução de fraudes e um CRM 100% assertivo.

  • Open Finance: quais fintechs estão se destacando?

    O Open Finance chegou pra ficar. Caso você ainda não esteja usando, ou tenha dúvidas sobre o seu funcionamento, trata-se do “Sistema Financeiro Aberto”. Ele foi criado pelo Banco Central e tem como grandes objetivos promover a inovação e a concorrência ao sistema financeiro, além de melhorar a oferta de produtos e serviços financeiros para você, consumidor. O usuário pessoa física ou jurídica é quem decide quando e com quem deseja compartilhar seus dados. O Open Finance assegura a padronização do compartilhamento de dados e serviços. O compartilhamento padronizado de dados e serviços é feito por meio de APIs (Application Programming Interfaces), por parte de instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central. Um dos grandes exemplos de aplicações é a inicialização de pagamentos. Mediante seu prévio consentimento, será possível iniciar o pagamento a partir de uma instituição prestadora de serviço de inicialização de transação de pagamento, conforme a regulamentação em vigor. Ou seja, percebendo toda essa revolução e o grande movimento, diversas instituições financeiras já trouxeram o Open Finance para “dentro de casa”. É interessante perceber que existem duas grandes categorias: as instituições que estão promovendo a tecnologia do Open Finance para outras empresas e, claro, as instituições que adotam o Open Finance para oferecer para os seus clientes. Quem está se destacando? Diante de tantas plataformas, mais uma vez preparamos uma premiação das nossas Tag’s, o Top Tag’s Fincatch! Caso você queira contribuir com a escolha das melhores soluções relacionadas ao Open Finance é muito simples, basta seguir estes passos: Acesse o nosso site; Faça seu cadastro gratuitamente; Procure pela tag OPEN FINANCE; Avalie as fintechs com as quais você já teve alguma experiência relacionada ao Open Finance; No dia 31/07 iremos divulgar as grandes vencedoras. As notas que formam o ranking são calculadas a partir das avaliações dos usuários, e consideram o número e a recência das avaliações.

  • Evento debate oportunidades em torno do serviço de Iniciador de Transação de Pagamentos

    No próximo dia 14, das 9h às 12h, acontecerá um evento exclusivo no Inovabra Bradesco, em São Paulo. Com o tema "Escalando os seus recebimentos por meio da iniciação de pagamento (ITP)" a atração abordará os avanços na experiência com o ITP. Especialistas do mercado compartilharão suas experiências e trarão insights sobre as novidades e as oportunidades para este semestre, com análises sobre a importância do Iniciador de Pagamentos e as oportunidades que ele oferece no mercado atual. Hoje, o processo de pagamentos via Pix Copia e Cola, nos comércios eletrônicos, dura mais de 60 segundos e poderá ser reduzido para 30 segundos, segundo a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs), além disso, oferece mais segurança e melhor experiência de pagamentos. Para os especialistas, o ITP é um dos serviços mais promissores dentro do contexto do Open Finance e promete gerar inúmeras oportunidades, ampliando a competição e melhorando a experiência do consumidor na ponta, como no check-out ou no e-commerce e cobranças recorrentes, que tendem a ficar muito simples e fluidas com o Iniciador de Pagamentos. No evento, o debate terá apresentação e mediação de Túlio Iannini, fundador e CEO da U4C, empreendedor em tecnologia financeira, que atua há oito anos no mercado de fintechs, tendo participado de mentorias de empreendedorismo pela Stanford University, Singularity University e também no programa de Scale-Up da Endeavor. Além dele, o evento vai contar com a presença dos painelistas especialistas no assunto: Marcelo Martins - CEO do Iniciador e Diretor da ABFintechs - Associação Brasileira de Fintechs;| Gustavo Lino - Advogado, Head de Public Policy na Quanto, presidente da INIT e vice-coordenador no Grupo de Trabalho de UX do Open Finance Brasil; Carlos Augusto - Diretor executivo ABFintechs, Board Of Advisors Transfeera e Membro do Comitê de Investimento Kadmotek Venture Fábio Malmegrin - Head Open Finance e Governança de API's - Cash Management do Bradesco. Marcelo Martins, Gustavo Lino, Carlos Augusto e Fábio Malmegrim, trazendo uma ampla variedade de perspectivas e insights valiosos para todos os participantes. Para Túlio Iannini, é uma oportunidade única para esclarecer as dúvidas dos participantes, apontar como extrair o máximo da tecnologia e do serviço e indicar os caminhos para sair na frente em seus negócios. "Estamos diante de um serviço que deve levar o Open Finance e os serviços financeiros para um novo patamar, neste semestre. O mercado está dando os primeiros passos com esse fluxo, mas o potencial vislumbrado é enorme, tanto para as instituições de pagamento, como para o consumidor final, que vai ter muito mais praticidade e possibilidades financeiras", adianta Túlio Iannini, fundador e CEO da U4C. "Esperamos que este evento aponte as principais tendências do tema, mapeando as oportunidades de negócios e apontando caminhos para as empresas", complementa Iannini. O evento é organizado pela fintech U4C, instituição de pagamentos autorizada pelo Banco Central, e ofertante autorizado do serviço de ITP no modelo white-label e plug-and-play. A fintech realiza o evento em parceria com o Inovabra Bradesco, tendo apoio da Abfintechs (Associação Brasileira das Fintechs), Assespro (Federação das Empresas de Tecnologia da Informação) e ABES (Associação Brasileira de Software), organizações líderes no setor de tecnologia e inovação financeira, que apoiam e impulsionam a transformação digital em diversos segmentos. “Essa é uma oportunidade das empresas estarem à frente das tendências do mercado e identificarem estratégias para alavancar os recebimentos por meio do ITP”, destaca Túlio. A entrada para o evento é gratuita, porém, as vagas são limitadas. A organização recomenda que seja feita a inscrição pela internet o mais rápido possível para garantir a participação neste evento imperdível. Escalando os recebimentos por meio da Iniciação de Pagamentos (ITP), no 2o. Semestre de 2023 Promoção: U4C - Instituição de Pagamentos Dia 14 de julho de 2023 (sexta-feira) - das 9h às 12h Formato híbrido Presencial no Inovabra Habitat - R. da Consolação, 2302 - Consolação, São Paulo - SP Inscrições gratuitas pelo site: https://www.u4c.com.br/evento-itp-u4c-inovabra/

  • Mercado Bitcoin divulga estudo com números surpreendentes envolvendo as criptomoedas

    O número de investidores em criptoativos no Brasil superou a quantidade de investidores na bolsa de valores. É o que mostra a pesquisa ‘Revolução do sistema financeiro e tendências da criptoeconomia’ divulgada pelo MB (Mercado Bitcoin), maior plataforma de criptoativos da América Latina, em comemoração aos seus 10 anos. A pesquisa online foi realizada pelo Mosaiclab entre maio de 2022 e janeiro de 2023 com 1.020 pessoas entre 18 e 55 anos, das classes A, B e C1, em todo País. De acordo com o levantamento e considerando o target estudado, 34% dos investidores online possuem criptoativos, enquanto 30% possuem ações listadas na Bolsa de Valores. Isso significa que 10 milhões de brasileiros online fazem aportes em criptoativos em um universo de 31 milhões do total de investidores online. No ranking, os criptoativos só ficam atrás da poupança (73%) e empatam com renda fixa (34%). Os investidores específicos de criptomoedas representam 28%, seguidos por previdência privada (22%), Tesouro Direto e títulos públicos (21%), fundos de investimento e imobiliários (18%), moeda estrangeira (11%) e renda fixa digital (8%). Esses dados mostram que o segmento de ativos digitais está se consolidando cada vez mais e conquistando espaço na carteira de investidores que buscam diversificação de patrimônio. Como resultado, os criptoativos estão alcançando o mesmo patamar dos investimentos tradicionais, como renda fixa e ações. "O crescimento desse mercado e o aumento no número de investidores demonstram que os brasileiros já estão usufruindo da liberdade possibilitada pela nova economia digital e a confiança que estão depositando nos ativos digitais como uma alternativa de investimento", Robson Harada, CMO do MB. Apesar da expansão, ainda há oportunidades. Dos não-investidores de criptoativos, 92% têm interesse em conhecer mais sobre essa modalidade. Dos entrevistados, 65% consideram comprar criptomoedas, 34% avaliariam fundos de cripto, tokens de renda fixa digital são possibilidades para 29% das pessoas, 20% levam em consideração tokens de equity e 16% não pretendem fazer esse tipo de investimento. A pesquisa do Mercado Bitcoin também traçou o perfil do investidor de criptoativos e suas preferências de consumo. Mais da metade é do gênero masculino (56%), jovens entre 18 e 34 anos (53%) e pertencentes às classes A e B (73%). Os iniciantes, com até 2 anos de investimento, constituem 43% do mercado, enquanto os mais experientes, com mais de 10 anos de investimento, mostram-se mais conservadores e representam apenas 7% dos investidores. Em sua maioria (65%), o valor investido é de até R$ 10 mil, enquanto 17% aportam mais de R$ 50 mil. O Bitcoin (BTC) é a criptomoeda mais conhecida e considerada na hora de investir, seguida por Bitcoin Cash (BCH) e Ethereum (ETH). Quanto aos canais de investimento, 62% usam bancos ou corretoras digitais, 42% são clientes de bancos tradicionais, 34% preferem corretoras ou plataformas de cripto, 31% responderam fundos de investimento, enquanto 24% disseram utilizar fundos imobiliários. O principal atributo considerado na tomada de decisão por uma marca ou plataforma é credibilidade, seguido por proximidade, produto/canal e inovação. “Ficamos honrados e muito felizes ao constatarmos que, entre investidores de ativos digitais, o MB é considerado o número 1 nos quesitos credibilidade e proximidade. Entre os que ainda não investem em cripto, o MB está em todas as competências que guiam a preferência por uma marca. Isso é resultado de um intenso trabalho, em uma década de trajetória, para conectar pessoas, ativos digitais e blockchain”, comemora Harada. No âmbito comportamental, o hábito de investir se divide entre quem se programa mensalmente (41%) e aqueles que investem quando têm dinheiro sem programação pré-definida (50%). Apenas 15% realizam investimentos de acordo com o desempenho do mercado, 11% aportam quando há rentabilidade nos investimentos, 7% seguem recomendações de conhecidos e influenciadores, e somente 3% investem em criptoativos quando recebem recomendação do gerente de conta. Com relação à renda fixa digital, 45% sabem que não é necessário ser investidor de criptomoedas para entrar nessa modalidade e 46% têm conhecimento de que existem produtos de renda fixa digital com alto rendimento e baixa volatilidade. "Acreditamos que a criptoeconomia está abrindo novas oportunidades para investidores de diferentes perfis, desde os iniciantes até os mais experientes. Diante disso, há 10 anos estamos comprometidos no MB em oferecer uma plataforma segura, transparente e acessível para atender a essa crescente demanda", afirma Harada.

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