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  • Hotel lança coleção de NFTs com obras de Agman Duarte

    O Hotel Solar do Imperador, localizado em Porto Seguro, fortalece o pioneirismo em reservas através de NFTs (token não fungíveis) com o lançamento da coleção “Brasil e suas Belezas do Nordeste”. O projeto, que será lançado em 31 de maio, reúne obras de Agman Duarte e retratam a essência das paisagens, tradiçõese riquezas culturaisda região. A iniciativa destinaráparte dos lucros das vendas para apoiar projetos em comunidades locais que estimulama cultura, a artee a tecnologia. Os tokens não fungíveis (NFT) são representações digitais de um bem, moeda, imagem ou qualquer outro ativo único e insubstituível, que ao ser comprado, passa a ser propriedade de quem o adquiriu. No caso da coleção, ao comprar uma obra de arte em versão digital e única, apoia projetos que preservam a herança cultural do Nordeste e, ainda, o comprador terá benefícios especiais, entre eles a possibilidade de utilizar os tokens para desfrutarde hospedagens no Hotel Solar do Imperador e a participação em campanhas exclusivas. As obras que compõem a coleção são de Agman Duarte, artista plástico formado em Design de Produto pela Universidade de Brasília e que carregaa herança criativado pai, o artista Agadman Alves Benvindo. Em suas obras, a presença dos detalhes e da tridimensionalidadedestacam os contornos de cenas e personagens em movimento. “O detalhe é o principal, nele mora a surpresa, nele mora a riqueza, nele mora algo mais”, destaca Duarte. O projeto é incentivado pelo renomado Hotel Solar do Imperador, localizado em Porto Seguro, que reconhecendo a importância de preservar e promover as riquezas do Nordeste consolidou a parceria para contribuir com a valorização da região e com o apoio às comunidades locais. A compra pode ser feita pelas plataformas Open Sea e Binance.

  • QUOD lança soluções inéditas de análise de crédito em parceria com Nuclea e B3

    A Quod, datatech líder em soluções financeiras que utiliza inteligência de dados para o desenvolvimento de soluções de análise de crédito, prevenção a fraude e inteligência de cobrança, anuncia parcerias com a Neurotech, uma empresa B3, uma das principais instituições de infraestrutura de mercado financeiro do mundo e a Nuclea (ex-CIP),”tech company” provedora de soluções e infraestrutura tecnológica para o setor financeiro. A cooperação oferece ao mercado soluções únicas que aprimoram a oferta das três empresas em análise de crédito. “As parcerias com a Nuclea e Neurotech, da B3 são excelentes oportunidades para a Quod. Ambas as parcerias complementam os negócios da Quod e de cada uma delas. Juntas, as empresas poderão criar soluções inéditas para o mercado. Os produtos em conjunto geram maior resultado e muito mais valor para nossos clientes”, comentou, Ricardo Kalichsztein, CEO da Quod A parceria com a Neurotech, uma empresa B3 criou uma segmentação que considera tanto o histórico de pagamentos dos clientes da Quod quanto dados de perfil e poder aquisitivo provenientes da B3. Já a colaboração com a Nuclea traz uma série de melhorias para produtos destinados à Pessoa Jurídica, aprimorando diversas ferramentas como Score de Crédito, estimativa de faturamento, grau de atividade e indicadores de cobrança para trazer maior performance e preditividade para as empresas. Para isso, são combinadas as informações da Quod com os dados da Nuclea. “Essa parceria estratégica só reafirma a atuação da Nuclea com Dados. Estamos focados em oferecer soluções data-driven que possam unir a nossa expertise em tecnologia para o mercado financeiro e dados exclusivos que só nós temos junto com grandes players, como a Quod. Tudo isso em benefício dos nossos clientes”, avalia André Daré, CEO da Nuclea. Os produtos que surgem a partir dessa combinação são inéditos no mercado de análise de crédito e exclusivos, já que nenhuma outra empresa possui os dados combinados como nesta parceira, oferecendo assim soluções de análise de crédito, combinando diferentes conjuntos de dados para obter informações mais completas e precisas para ajudar no processo de tomada de decisão dos nossos clientes. “Com a parceria destas três fortes marcas, temos informações sobre o histórico de pagamentos das pessoas e empresas, dos boletos emitidos e pagos no país e também sobre perfil e poder aquisitivo das pessoas. A expectativa de todas as organizações envolvidas é servir o mercado de forma diferenciada, fora da caixa e diferente de tudo o que temos visto no mercado nas últimas décadas.”, concluiu Ricardo Kalichsztein, CEO da Quod.

  • IOXtream inova e permite que streamers recebam doações via Pix

    E se você, fazendo um Pix a partir do aplicativo do seu banco, pudesse acender as luzes do quarto do seu streamer favorito enquanto ele transmite uma live para, assim, ver detalhes antes escondidos nesse ambiente? Ou quem sabe ir mais além, ligando um ventilador, mudando as cores das luzes de led ou acionando uma máquina de bolhas de sabão? Permitir experiências cada vez mais imersivas, que rompem as fronteiras entre o real e o virtual, é a principal proposta da IOXtream, que agora encurta ainda mais essa distância ao oferecer uma nova opção para que espectadores possam interagir com criadores de conteúdo na Twitch. Além de doar criptomoedas, os Xperiencers agora podem financiar lives mais divertidas a partir de doações via Pix, que são depositadas na conta dos Xtreamers instantaneamente e, de forma automática, acionam dispositivos à distância. Solução única no Brasil vai além das mensagens na tela: muito mais interatividade No Brasil, a solução da IOXtream é a primeira a permitir que doações via Pix criem experiências imersivas em live streams. Até agora, usuários que buscavam uma forma de utilizar o sistema de pagamentos instantâneos para interagir com criadores de conteúdo conseguiam, no máximo, deixar mensagens na transmissão. Experiências controláveis por meio de pagamento ajudam o criador de conteúdo a manter sua receita e rentabilizar experiências, fortalecendo a relação com quem o assiste. Como funciona? O streamer tem total liberdade para definir um valor mínimo para ativação da experiência. Se a ideia é, por exemplo, transformar o ambiente de onde a live está sendo transmitida em uma verdadeira balada, o creator pode estipular quanto custa a doação para a ativação de cada dispositivo, como lâmpadas ou eletrodomésticos conectados a tomadas inteligentes. A venda de experiências via doação fica muito mais simples com o Pix, que funciona 7 dias por semana, 24h por dia e é encaminhado em segundos. Basta que o espectador leia um QR Code a partir do aplicativo do seu banco e o valor estipulado pelo streamer vai aparecer na tela. Aí, é só digitar a senha e voltar a atenção novamente para a transmissão. Streamers que desejam receber doações via Pix só precisam seguir 3 passos para habilitar essa função no seu canal da Twitch: 1) realizar o cadastro na IOXtream; 2) acessar a página de configuração do seu Pix; 3) preencher com os dados pessoais; A partir desse momento, cada doação que ocorrer durante as lives serão encaminhadas instantaneamente para a conta bancária cadastrada. Vale ressaltar que as doações também podem ser solicitadas para arrecadação de dinheiro para ONGs e outras iniciativas beneficentes. Uma boa razão para buscar engajamento! Pix e live streaming: duas manias brasileiras De acordo com um relatório publicado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ainda no fim de 2022, 67% da população já aderiu ao Pix. Até o fim de 2022, pouco mais de 2 anos após o seu lançamento, 29,2 bilhões de transações foram realizadas. Dentre as empresas brasileiras, 11,4 milhões já incorporaram o Pix à sua rotina operacional. Os dados são do Banco Central do Brasil. Provando que não há limites para sua expansão, em 2023 o Pix alcançou o patamar de segunda forma de pagamento instantâneo mais usada no mundo, ficando atrás apenas da solução indiana. Comprada pela Amazon em 2014 por 970 milhões de dólares, a Twitch teve seu boom de crescimento entre 2019 e agosto de 2021, aumentando a audiência em 228% e mantendo mais de 2,8 milhões de espectadores por mês. Em junho de 2020 - momento em que o isolamento social era uma realidade - o Brasil chegou à vice-liderança global no ranking de visualizações únicas na Twitch, atrás apenas dos Estados Unidos. Grandes nomes das live streams, como Casimiro Miguel, ajudam a explicar o sucesso da plataforma por aqui. IOXtream espera aumento de 1000% em sua base de clientes com essa novidade De acordo com Lucas Vega Longhi, fundador e CEO da IOXtream, a projeção de crescimento da empresa para 2023 é de aumentar em 10 vezes a base de clientes que utilizam a plataforma, agora que as transações via Pix são uma alternativa: “Pela nossa estimativa, encerraremos o ano com mais de 100.000 doações por Pix”, comenta. A nova solução, disponível apenas para xtreamers e xperiencers brasileiros, é apenas uma das inovações previstas pela IOXtream: “Estamos estudando a viabilidade das doações via cartão de crédito, que apesar de não serem faturadas instantaneamente, permitem doações vindas do exterior”. Por enquanto, operações internacionais só são possíveis ao utilizar criptomoedas. Para se manter na dianteira das novidades para streaming, Lucas e os demais especialistas da IOXtream já trabalham na prototipagem e nos testes de mais funcionalidades: “Quando ocorrer a finalização da captação de investimento Seed, poderemos divulgar o roadmap de inovações”, finaliza.

  • Salários em Criptomoedas se tornam cada vez mais realidade

    O uso de criptomoedas para pagamento de salários está em ascensão, com um aumento significativo de 2% para 5% nos últimos seis meses de 2021 e nos primeiros meses de 2022, segundo pesquisa da Deel. A América Latina, incluindo o Brasil, lidera esse movimento, representando dois terços (67%) desse uso. Para auxiliar as empresas nessa transição, soluções como as wallets corporativas da CoinsPaid se tornaram uma ferramenta segura para que as empresas paguem salários em criptomoedas. Com essa opção, os funcionários conseguem efetuar transações mais rápidas e redução de custos associados a intermediários financeiros. As empresas, principalmente as do setor de tecnologia, estão começando a oferecer a seus funcionários a opção de receber parte ou a totalidade do salário em criptomoedas. Acredita-se que isso não apenas permitirá maior flexibilidade financeira, mas também posicionará a empresa como inovadora e progressista no ambiente corporativo digital. A CoinsPaid, um dos principais ecossistemas de processamento de pagamentos em criptomoedas, já oferece essa possibilidade aos seus funcionários. "Na CoinsPaid, vemos a opção de receber salários em criptomoedas como algo positivo, pois também oferece proteção contra a alta inflação em alguns países. Além disso, faz parte do compromisso da empresa promover a descentralização financeira e reduzir os custos da folha de pagamento dos funcionários localizados em diferentes países", afirma Estefano Debernardi, Gerente de Desenvolvimento de Negócios LATAM da CoinsPaid. Ainda, segundo Estefano, a integração com os sistemas de pagamento existentes nas empresas também facilita o processo de pagamento de salários em criptomoedas. “Os empregadores podem conectar a wallet corporativa aos seus sistemas de folha de pagamento, automatizando o processo e garantindo a precisão dos pagamentos. Além disso, a capacidade de gerar relatórios e análises detalhadas ajuda as empresas a fornecer aos funcionários uma opção moderna de folha de pagamento, aproveitando com eficiência os benefícios das criptomoedas, além de rastrear e manter registros contábeis adequados". Uma das razões para o aumento do uso de criptomoedas como forma de pagamento de salários é a crescente aceitação global dessas moedas com empresas como Tesla e Microsoft já aceitando o Bitcoin como método de pagamento. Além disso, o Bitcoin se tornou a moeda preferida de aproximadamente 64% dos trabalhadores remotos na LATAM, ainda segundo pesquisa da Deel. Outro motivo são os baixos custos de transação e velocidade ao fazer uma transferência internacional. "As criptomoedas se tornaram uma alternativa rápida e prática de pagar funcionários por evitar longos processos e custos de uma transferência internacional, além de ser um atrativo para empresas ao recrutar talentos em países com alta inflação. Outro ponto que também preciso ressaltar é que hoje já é possível realizar pagamentos em itens de consumo diário e converter facilmente para moedas locais", comenta Estefano. A regulamentação é outro fator chave nesse debate. Embora muitos países ainda estejam formulando suas diretrizes em relação às criptomoedas, alguns, como a Suíça, já possuem regulamentações claras que permitem o pagamento de salários em criptomoedas. No contexto do trabalho remoto no exterior, ainda de acordo com o Gerente de Desenvolvimento de Negócios LATAM da CoinsPaid, as criptomoedas desempenham um papel importante em países da América Latina. A utilização de criptomoedas como forma de pagamento pelos trabalhadores argentinos, por exemplo, que atendem a clientes ou empregadores estrangeiros tem ajudado a superar a desvalorização da moeda local que, historicamente, enfrenta instabilidades. Além disso, as criptomoedas oferecem benefícios como transações instantâneas e globais, permitindo recebimentos rápidos e eficientes, sem as restrições e taxas associadas às transferências bancárias tradicionais. Ainda segundo Estefano, com a expansão de soluções como a CoinsPaid, mais empresas ao redor do mundo têm a oportunidade de adotar pagamentos em criptomoedas. “Essa forma de pagamento proporciona maior flexibilidade e eficiência nas transações comerciais, e assim, possibilita recrutar talentos de qualquer lugar do mundo. Além disso, as transações ficam registradas no sistema de blockchain, e isso facilita ainda mais a transparência nas operações de uma empresa”, afirma.

  • Catupiry usa fintech que já disponibilizou R$ 3 milhões a produtores de leite

    A Catupiry, empresa brasileira de produtos lácteos, já beneficiou cerca de 80 produtores rurais, com um total de R$ 3 milhões em aporte financeiro, por meio da RúmiCash, fintech que disponibiliza linhas de crédito e antecipações de pagamento de leite aos fornecedores do laticínio. O CFO da Catupiry, Daniel Zanuto, explica que a empresa possui um programa chamado “Catuleite”, que foi concebido como uma forma de fidelizar os produtores rurais e promover a constante melhora na qualidade do leite. “Nele, os pecuaristas têm acesso à assistência técnica, por meio de profissionais da empresa que atuam dentro das fazendas, além de disponibilizar apoio financeiro pela RúmiCash”, detalha. A solução foi desenvolvida pela Rúmina, empresa que tem como objetivo simplificar a adoção de tecnologias pelos produtores, seja por meio de biotecnologia, sensores, softwares, soluções financeiras ou inteligência artificial. “A fintech oferece o crédito para o pecuarista com condições atrativas, de forma simples e rápida. Esse apoio colabora para a eficiência produtiva das fazendas, na medida em que financia investimentos em infraestrutura e custeio como um todo, além de incentivar a boa qualidade da produção, uma vez que oferece taxas de juros mais atrativas para produtores com bons indicadores de qualidade do leite”, detalha a CEO e cofundadora da RúmiCash, Gabriela Borlido. A projeção da Catupiry para 2023 é um crescimento de 15% na produção da empresa, o que refletirá no aumento de aquisição de leite no mercado. “Em um universo com cerca de 1.100 produtores fazendo a captação direta de leite nas unidades de Doverlândia (GO), Santa Vitória (MG) e Santa Fé do Sul (SP) e também por meio de cooperativas, entendemos que ainda existe oportunidade para o crescimento da parceria com RúmiCash”, comenta Zanuto. Para Gabriela Borlido, a maioria dos laticínios de alguma forma acaba servindo como apoio ao produtor de leite. Em contrapartida, os laticínios não são instituições financeiras, e, por isso, têm limitações para o suporte financeiro aos produtores. “Foi pensando nisso que desenvolvemos a RúmiCash, que atua como ferramenta de fomento à política leiteira da indústria, uma vez que possibilita o acesso simples a crédito e adiantamento a todos os produtores dos laticínios parceiros”. Ela explica que o ‘motor’ de crédito analisa características operacionais das fazendas, indicadores de qualidade de leite e estimula a melhoria do produto final. “Cerca de 90% da atuação do RúmiCash é com microcrédito. Fazemos uma análise que nenhum banco faz, extremamente focada no negócio da pecuária de leite”, pondera a executiva. Gabriela ressalta ainda que tudo é feito com grande facilidade e transparência. “A RúmiCash possibilita aos pecuaristas a realização de investimentos e o aproveitamento de boas ofertas de insumos, por meio do crédito direto e do crédito estruturado para insumos liberado em até 24 horas após a assinatura do contrato. Oferecemos a oportunidade de crédito e adiantamento ao produtor, tudo feito no conforto da sua casa, da sua fazenda e pelo WhatsApp”, finaliza.

  • Poucas horas após lançamento no Mercado Bitcoin, Ribus tem mais de 3 milhões de tokens negociados

    O Ribus (RIB), primeiro token de utilidade voltado para o mercado imobiliário do mundo foi listado nesta terça-feira, dia 27 de junho, no Mercado Bitcoin, uma das maiores plataformas de criptoativos da América Latina, e valorizou cerca de + de 480% somente nas primeiras horas após o lançamento. O volume negociado também impressionou: foram mais de 3 milhões de tokens negociados. Com o Ribus (RIB) é possível transacionar e investir no setor imobiliário de maneira rápida e desburocratizada. O token Ribus foi emitido em 2021 e funciona como um voucher que dá acesso a serviços e produtos dentro do seu ecossistema, semelhante ao que o ether (ETH) representa para o Ethereum como porta de entrada para construção dos contratos inteligentes de finanças descentralizadas e interação dos usuários da rede blockchain. “O Ribus é um token voltado especificamente para o mercado imobiliário. Seu foco são projetos do setor, que costumam trabalhar com prazos longos, em média 30 meses. Ele pode ser usado com a finalidade de especulação e investimento para aqueles que acreditam no potencial de valorização do mercado imobiliário”, destaca Daniel Carius, CVO da Ribus. A Ribus foi a primeira empresa de tokenização do setor imobiliário do Brasil a receber o ofício da CVM de que os tokens não são valores mobiliários. Há dois anos, a empresa enviou uma tese jurídica à Comissão de Valores Mobiliários destacando que o token Ribus é um token de utilidade, portanto não é um valor mobiliário e, dessa forma, não precisaria estar sobre a regulamentação da CVM. O ofício confirmou a tese da Ribus, no sentido de que o Token Ribus não é valor mobiliário. O marketplace da Ribus utiliza a infraestrutura de blockchain da Polygon, segunda camada do Ethereum, e conta com mais de 6 mil usuários registrados. O ecossistema promove a interação entre os usuários, prestadores de serviços e vendedores de bens de toda a cadeia do setor imobiliário. Em julho do ano passado, o utility token da Ribus começou a ser listado na exchange FlowBTC e teve mais de 45 milhões de unidades vendidas ainda na pré-venda. Com quatro meses de negociação, o token teve um crescimento de 83% do volume de transações, chegando a movimentar mais que o bitcoin em alguns dias no ano passado. No momento da redação deste texto, o token Ribus (RIB) é negociado no Mercado Bitcoin a R$ 0,64.

  • 2GO Bank discute avanço das fintechs na Febraban Tech 2023

    A 2GO Bank, neobank especializado em liquidação de ativos digitais, marca presença na Febraban Tech 2023 para discutir as tendências do mercado financeiro, as fintechs e o novo cenário de negócios. Nesta terça-feira, 27 de junho, às 15h10, Cyllas Elia, CEO, participa do painel “O avanço dos bancos digitais de nicho”, dentro da programação da Arena Fintech. O painel vai abordar como os bancos digitais vêm se transformando para atender às demandas dos clientes e consumidores, cada vez mais antenados com as novas tecnologias do mercado financeiro – e de que forma esse cenário exige que as empresas do setor diversifiquem cada vez mais a interface digital, bem como o portfólio de serviços e produtos. O executivo reforça que essa é uma discussão é atual e relevante, já que o mercado precisa se adaptar e trazer soluções cada vez mais disruptivas - e a presença na Febraban Tech é uma oportunidade estratégica de relacionamento e desenvolvimento de negócios. “É uma oportunidade de estarmos próximos dos clientes potenciais e dos principais players do setor, para discutirmos os avanços e demandas do mercado sob aspectos de tecnologia, inovação, atendimento e produtos, além reforçar nossas soluções financeiras para o mercado B2B”, destaca Elia. Quem passar pelo estande da fintech vai conhecer a infraestrutura completa da marca para operar no universo cripto e da web 3.0 e o motor de liquidez próprio, que permite realizar a conversão instantânea de grandes volumes a qualquer instituição financeira, para compra ou venda. “São soluções que reforçam nosso posicionamento de neobank liquidante em criptoativos, voltado para o mercado institucional", diz o CEO. Presente nos principais eventos do mercado financeiro em 2022 e 2023, a 2GO Bank vem em rota de expansão, atuando em diversos setores como varejo, games e consultorias. Em 2022, a fintech registrou R$ 30 bilhões movimentados em 18 milhões de transações. A Febraban Tech é o principal evento de tecnologia e inovação do setor financeiro, que reúne lideranças dos setores de tecnologia, inovação e sustentabilidade, bem como o público interessado na evolução da economia digital. O evento acontece nos dias 27, 28 e 29 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP).

  • ABF Expo 2023: Cash.in apresenta tecnologia que facilita o pagamento de prêmios

    A Cash.in, única multiplataforma 100% digital de prêmios de incentivo, anuncia sua participação na ABF Expo 2023 (estande M094), um dos maiores eventos do setor de franquias, que será realizado de 28 de junho a 01 de julho no Expo Center Norte, em São Paulo. Com seu compromisso em simplificar o processo de pagamento de prêmios de incentivo, a Cash.in apresentará sua tecnologia inovadora durante o evento. A multiplaforma da Cash.in revoluciona a gestão completa de campanhas de incentivo, com monitoramento e análises de resultados. A solução simplifica o processo de pagamento de prêmios, oferecendo uma experiência eficiente e segura tanto para as empresas quanto para os beneficiários. Durante a ABF Expo 2023, os participantes terão a oportunidade de conhecer as soluções e descobrir como podem beneficiar franqueadores e franqueados. Com facilidade de navegação, segurança, flexibilidade e transparência nas informações, empresas como Reserva, Arezzo e Bob's já utilizam a solução da Cash.in para incentivar seu canal de vendas. Uma pesquisa realizada pela Cash.in revelou que prêmios de incentivo têm o poder de aumentar a produtividade e a satisfação dos colaboradores. Segundo o estudo, 94% dos executivos de empresas de alta performance consideram que oferecer reconhecimentos e prêmios é uma vantagem altamente competitiva. Através da multiplataforma da Cash.in, as franquias podem definir o orçamento de suas campanhas de incentivo, indicar os beneficiários dos prêmios e acompanhar o histórico e as operações realizadas. Além disso, por meio de relatórios e extratos, as empresas recebem um mapa de consumo dos resgates feitos pelos beneficiários. Diferente dos gift-cards, o bônus pode ser utilizado com total liberdade e autonomia, seja para pagar contas ou aproveitar com a família. Os premiados recebem os incentivos de forma imediata com a liberdade de utilizar o crédito como desejarem, seja através de transferências bancárias, pagamento de boletos, estabelecimentos comerciais via QRCode, serviços de streaming, jogos, cupons em lojas parceiras e muito mais. "Estamos entusiasmadas em apresentar nossa solução na ABF Expo 2023 e impulsionar o crescimento das franquias por meio do reconhecimento e da valorização dos resultados alcançados", afirma Luciana Ramos, CEO da Cash.in.

  • Imposto indevido pode voltar: fintech já recuperou R$ 35 mi para a área de saúde

    De cada dez médicos, nove pagam mais imposto do que legalmente deveriam. Clínicas médicas em todo o país gastam R$ 1,2 bilhão a mais em tributos, sem necessidade. Os dados são de estudos da Mitfokus Soluções Financeiras, fintech especializada em empreendimentos em saúde e que, aplicando as especificidades dessa área e lançando mão de tecnologias da informação, já recuperou R$ 35 milhões para seus clientes em economia e recuperação de impostos. São recursos referentes a tributos como Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), PIS/Cofins, Imposto Sobre Serviços (ISS) e recolhimento de Previdência Social (INSS). O balanço de recuperação inclui um período compreendido em até 60 meses (cinco anos), informa a equipe da Mitfokus, que tem sede em Campinas (SP) e atende clientes em todo o país. Tratam-se de verdadeiros “ralos”, escoadouros de recursos fundamentais para a viabilidade financeira do profissional, consultório e clínicas, desperdiçados geralmente por falta de conhecimento e uma consultoria mais precisa, nas gestões contábil, fiscal e financeira. É o que afirma a especialista Júlia Lázaro, fundadora e sócia da Mitfokus. “São recursos pagos a mais por enquadramento tributário inadequado”, adverte. O trabalho de resgate desses valores passa por uma análise da situação contábil e fiscal do profissional, do consultório, clínica ou laboratório. Alia-se à base tecnológica de processamento a expertise em negócios na área de saúde. Ocorre que, diante do emaranhado de tributos, legislações e regras, muitas vezes os empreendimentos de saúde desconhecem e deixam passar despercebidos benefícios fiscais a que têm direito. “Uma contabilidade convencional, generalista, por vezes não identifica certas situações que só uma consultoria especializada em saúde detecta”, sublinha Júlia Lázaro. Recentemente, uma conquista de médicos cooperados da Unimed Campinas, fruto do trabalho desenvolvido pela Mitfokus, ilustrou como esses “furos” podem ser sanados, e como a solução representa ganhos financeiros fundamentais. No caso em questão, foram resgatados em torno de R$ 1 milhão em tributos pagos indevidamente pelos profissionais. A economista Thaís Carneiro, consultora da Mitfokus, explica: “é comum cooperados pagarem Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) além do necessário, sem perceber. Os cooperados recebem os resultados de suas cooperativas, com desconto de Imposto de Renda, com alíquota que pode chegar a 27,5%, porém sem que despesas dedutíveis (que vão variar de situação para situação) entrem no cálculo”.

  • Você já usou o Buy Now Pay Later através do Pix parcelado? Conheça motivos para usá-lo

    O valor global de transações em pagamentos buy now, pay later (BNPL, ou compre agora, pague depois) atingiu US$ 120 milhões no ano de 2021 e a previsão é de que esse número alcance US$ 576 milhões até 2026, de acordo com a pesquisa da GlobalData. Por meio desta nova modalidade, é possível comprar produtos ou serviços à prazo, parcelando o pagamento e sem a necessidade de usar cartões de crédito ou débito – sendo, dessa forma, um meio de pagamento vantajoso tanto para os consumidores quanto para os varejistas. Seja pelos crediários, boletos ou cartões de crédito, o parcelamento e o empréstimo sempre foram muito utilizados no Brasil. Com a chegada de novas ferramentas e métodos de pagamento, a tendência é que os recursos mais práticos, de fácil acesso e com as menores ou sem taxas de juros sejam os mais procurados. Quando falamos de BNPL já encontramos alguns recursos que já fazem parte deste novo cenário. Até mesmo o Pix – sistema de transação financeira instantânea criado pelo Banco Central –, entrou na jogada. Por meio de novas tecnologias e plataformas, o Pix Parcelado chegou ao mercado possibilitando ao consumidor dividir o valor da compra em parcelas sem juros e sem a necessidade de um cartão de crédito. Além disso, para os lojistas, é inovação na oferta de formas de pagamento no checkout do seu e-commerce/loja virtual e a possibilidade de aumentar as suas taxas de conversão e ticket médio, vendendo mais. "O mercado de pagamentos está cada vez mais diversificado e o setor de Buy Now, Pay Later (BNPL) através do Pix Parcelado - se conecta diretamente aos consumidores que desejam flexibilidade na hora de realizar compras. Com taxas de juros nulas, a expectativa é que esta modalidade continue crescendo e se consolide sinônimo de parcelamento", comenta Eduardo Zucareli, Chief Commercial Officer da Pagaleve, fintech brasileira especializada em soluções de pagamento. Para ajudar a compreender os benefícios do Pix Parcelado, o executivo lista 5 vantagens que podem ser aproveitadas por consumidores e varejistas. Confira abaixo: 1. Possibilidade de dividir o valor da compra em parcelas sem juros Uma das principais vantagens do Pix Parcelado para o consumidor é a possibilidade de dividir uma compra sem pagar juros. Isso é especialmente útil para quem quer adquirir um produto ou serviço de maneira parcelada mas não tem o dinheiro disponível no momento. Com essa forma de pagamento, é possível dividir o pagamento em quatro vezes e, assim, diluir o valor da compra ao longo do tempo, ajudando a planejar as finanças pessoais. Além disso, como não há juros, no caso de uma possível inadimplência o consumidor só paga uma taxa fixa por parcela atrasada. 2. Aumento do poder de compra O cartão de crédito é a forma de parcelamento mais usada pelos consumidores no dia a dia, mesmo não sendo a preferida. Seja pelo alto risco de endividamento ou as altas taxas de juros, muitos preferem não realizar suas compras para não comprometer a sua renda com aquele gasto específico. Já com o Pix Parcelado, quase metade dos usuários que utilizam qualquer uma das ferramentas atreladas ao BNPL, gasta de 10% a 40% a mais do que gastaria com o cartão de crédito na mesma compra, segundo pesquisa da realizada pela Cadify.ai – em suma, o meio deixa o consumidor mais seguro na jornada de compra. Se você é lojista, oferecer ao cliente variedade de métodos de pagamento, contribui para atrair diferentes perfis de consumidores, como aqueles que não possuem cartão, ou estão com o limite comprometido, ampliando as vendas. 3. Ampliação e captação de clientes Uma das principais vantagens do Pix Parcelado para os lojistas é a possibilidade de aumentar as vendas. Essa forma de pagamento pode atrair mais consumidores, principalmente os jovens de 18 a 34 anos, que têm demonstrado interesse em utilizar meios de pagamento da categoria de BNPL. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa de pesquisa de mercado eMarketer, 16% dos jovens dessa faixa etária utilizam o BNPL e a Geração Z é a que mais adota esse tipo de pagamento. As taxas de adoção do BNPL entre a Geração Z devem aumentar de 46,5% em 2023 para 47,4% em 2025, enquanto os millennials devem passar de 39,5% para 40,6%. Assim, ao oferecer o Pix Parcelado, que é uma forma de BNPL, os lojistas podem se beneficiar desse cenário e atrair mais consumidores, aumentando o volume de vendas da loja. 4. Aumento do ticket médio Ao utilizar esse meio de pagamento, o ticket médio do lojista pode aumentar em até 50%. Isso porque essa forma de pagamento permite que o consumidor compre produtos de maior valor ou mais itens, aumentando, assim, o valor médio de cada venda realizada na loja. Com isso, o lojista pode aumentar o faturamento da loja sem precisar necessariamente aumentar o volume de vendas. 5. Redução do risco de inadimplência Os riscos de inadimplência e fraudes – algumas das dores e preocupações dos lojistas – pontos totalmente assumidos pela Pagaleve são alguns dos benefícios do método de pagamento. “É muito importante que o lojista procure parceiros e métodos que o blinde de tomar prejuízos. Na Pagaleve, por exemplo, fazemos o repasse do valor total da venda no dia seguinte, descontando apenas as taxas acordadas entre o parceiro e nós. Se o consumidor final atrasar qualquer uma das parcelas pendentes, o atraso é da Pagaleve, não do lojista”, explica Zucareli Em resumo, formas de pagamento do setor de Buy Now, Pay Later têm se mostrado eficiente tanto para os consumidores que precisam realizar qualquer compra, mas que não possuem limite no cartão de crédito ou preferem não utilizá-lo; quanto para os lojistas que estão a procura de métodos eficientes e procuram vender mais.

  • B3 Digitas lança plataforma para oferta de criptomoedas do Inter

    A B3 Digitas, empresa do grupo B3 que oferece infraestrutura para ativos digitais, fechou parceria com a Inter Invest, plataforma de investimentos do Inter, para disponibilizar a compra e venda de criptomoedas. O lançamento foi marcado por evento de toque de campainha na B3 e, a partir de agora, o serviço será disponibilizado para uma base específica de clientes da Inter Invest e será liberado de forma gradativa à medida que todos os testes forem concluídos. Ao todo, serão cinco criptomoedas: Bitcoin, Ethereum, Tether, Litecoin e Ripple. "A B3 Digitas oferece uma plataforma transparente e segura, contribuindo para a construção de um mercado de criptomoedas cada vez mais robusto e confiável. Com nosso serviço, trabalhamos para que instituições possibilitem a seus investidores diversificar cada vez mais as suas carteiras e explorar novos mercados em constante transformação ", afirma Jochen Mielke de Lima, CEO da B3 Digitas. A nova plataforma facilitará a conversão da moeda de forma automática para que a compra seja realizada em real. Na prática, o cliente deve entrar na área de criptomoedas da plataforma de investimentos, selecionar qual das moedas será comprada e definir o valor que será investido, sendo possível comprar a partir de R$ 1,00. Segundo dados mais recentes da Receita Federal, o investimento em criptomoedas bateu um novo recorde: em abril, quase 2 milhões de brasileiros registaram negociação de ativos digitais. “A indústria de investimentos brasileira está cada vez mais madura, e o tema criptomoedas tem ganhado considerável espaço nesse mercado”, afirma Felipe Bottino, diretor da Inter Invest. “A B3 Digitas vem com o legado de solidez e credibilidade da bolsa do Brasil e nos dará suporte para a entrega de um serviço com alto nível de eficiência e proteção para os nossos clientes, o que consideramos ser um valor prioritário”, completa. A compra e venda de criptomoedas poderá ser realizada no aplicativo do Inter pelos clientes, pessoa física ou jurídica, em qualquer momento do dia. Bottino explica que o objetivo é que o serviço se torne cada vez mais sofisticado e possibilite o acesso a outras funcionalidades do universo cripto, assim como implemente a compra e venda de ainda mais opções de criptomoedas.

  • Decreto de Criptoativos: mais um passo em direção à regulamentação brasileira de ativos virtuais

    Na última quarta-feira (14), foi publicado o Decreto nº 11.563, que regulamenta a Lei nº 14.478, Lei Brasileira de Ativos Virtuais (LBAV), aprovada no final de 2022. A Lei estabelece um marco legal para mercado de criptomoedas no Brasil e as diretrizes para prestação de serviços relacionados a ativos virtuais e regulamentação das prestadoras de serviços (VASP). O Decreto nº 11.563/2023, por sua vez, decorre do art. 6º da LBAV, que estabelece que o Poder Executivo deve atribuir a um ou mais órgãos ou entidades da Administração Pública Federal o papel de regulamentar e supervisionar as prestadoras de ativos virtuais. Nesse sentido, o Decreto expressamente considera os papeis do Banco Central (BC) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no quadro normativo de regulamentação e fiscalização de agentes no mercado brasileiro de criptoativos. Funções do Banco Central (BC) Atendendo às expectativas do mercado, o novo decreto designou o BC como regulador do setor de ativos digitais. O BC passa a ter a função de autoridade regulamentadora de criptoativos, assumindo a tarefa de estabelecer regras específicas para fortalecer mercados em setores de indústria relevantes para a criptoeconomia, bem como autorizar e supervisionar as empresas que prestam serviços nesse âmbito. De acordo com o Decreto e com a Lei de Ativos Virtuais, o BC tem competência para: Regular, autorizar e supervisionar a prestação de serviços de ativos virtuais pelas empresas; Autorizar o funcionamento, transferência de controle, fusão, cisão e incorporação das prestadoras de serviços de ativos virtuais, assim como cancelar autorizações; Autorizar a realização de outros serviços que estejam, direta ou indiretamente, relacionados à atividade de prestadora de serviços de ativos virtuais; Estabelecer condições para o exercício de cargos em órgãos estatutários e contratuais em prestadora de serviços de ativos virtuais e autorizar a posse e o exercício de pessoas para cargos de administração. Em um futuro próximo, é certo que as prestadoras de ativos virtuais deverão se adequar a uma série de exigências legais e de controles de riscos, que ainda serão determinadas pelo BC. O novo decreto também poderá servir para a indução setorial e elevar padrões de integração entre serviços digitais e inovação na área de finanças digitais, como o Real Digital – a moeda fiduciária digital brasileira, o Pix, o Open Finance, contratos inteligentes (smart contracts) e tecnologias baseadas em Blockchain, como em tokens não fungíveis/NFTs. Funções da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) O Decreto não alterou as competências da CVM, apenas reforçou seu papel de autoridade de fiscalização nos mercados de ativos virtuais. Desse modo, a autarquia deverá regulamentar e supervisionar ativos digitais que se configuram como valores mobiliários, sujeitos ao regime da Lei nº 6.385/1976, incluindo derivativos e contratos de investimento coletivo. A CVM vem construindo experimentos de ‘sandbox’ (regimes preferenciais de regulamentação) para certos grupos de agentes, marcando presença na discussão mais técnica sobre ativos considerados valores mobiliários, ativos meramente representativos de bens tangíveis, como commodities e outros. Recentemente, a autarquia publicou o Parecer de Orientação CVM no. 40, que firma o entendimento da autarquia sobre as normas aplicáveis aos criptoativos que forem enquadrados como valores mobiliários. Empresas e desenvolvedores de produtos e serviços digitais envolvendo criptoativos no Brasil devem estar extremamente atentas à regulamentação existente e para aquela que ainda será desenvolvida pela CVM. Demais órgãos competentes Com o Decreto, os órgãos que cuidam de defesa do consumidor e de prevenção e repreensão de crimes como lavagem de dinheiro continuam responsáveis por esses casos. A Receita Federal, da mesma forma, continua com sua competência para aferir as informações relativas às transações envolvendo criptoativos, em linha com a Portaria nº 1888/2019, que é obrigatória para os agentes envolvidos em transações comerciais (em linhas gerais, 'exchange') envolvendo criptoativos no Brasil, sempre que o valor das transações for superior a R$ 30.000,00 (trinta mil reais). O Sistema Nacional de Defesa do Consumidor também continua com suas atribuições previstas na Lei nº 8.078/1990, que incluem receber denúncias, apurar irregularidades e promover a proteção e defesa dos consumidores. O que podemos esperar? O Decreto nº 11.563/2023, em vigor a partir de 20 de junho, não tem impacto imediato para os investidores, contudo o campo de regulamentação e supervisão pelo Banco Central. A autoridade emitirá instruções normativas nas próximas semanas para os prestadores de serviços já em funcionamento, que terão um prazo para regularizar suas atividades. A tendência brasileira com a regulamentação do chamado ‘Marco Legal das Criptomoedas’, na verdade uma lei geral sobre criptoativos ou ‘ativos virtuais’, oferece maior previsibilidade sobre o quadro regulatório e as atribuições dos órgãos, como Banco Central e CVM. Com o novo decreto, mais um passo foi dado em direção à regulamentação dos ativos virtuais no Brasil, buscando garantir um ambiente seguro e transparente para o funcionamento dessas atividades. O Brasil sinaliza positivamente para novos negócios digitais envolvendo corretoras, custodiantes e gestoras de criptoativos, e já pode ser considerado referência mundial. *Por: Fabrício Polido, Ana Carolina Gontijo e Carolina Britski Puga, respectivamente sócio, advogada e estagiária no L.O. Baptista

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