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- ABCripto ganha reforço de peso com a chegada do Itaú Unibanco
A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) anuncia a chegada do Itaú Unibanco como novo associado, e reforça sua representatividade no setor. Com o ingresso do banco, a ABCripto passa a contar com 25 membros. Bernardo Srur, diretor-presidente da ABCripto, celebra a adesão do Itaú Unibanco como um passo importante para a associação, e mais ainda, para o mercado. “A chegada do Itaú como associado da ABCripto é um marco importante, porque o banco vai contribuir com atributos que são sua marca no mercado, como amplo conhecimento, tecnologia e inovação. É uma parceria muito relevante que proporcionará novas oportunidades de investimento e evolução para a ABcripto, estimulando a inovação e a inclusão financeira. Mostra ainda, a capacidade do nosso setor de agregar players de diversas expertises”, afirma Srur. Com uma cartela de mais de 70 milhões de clientes em 18 países, o banco oferece diversos produtos e serviços financeiros com foco na diversidade dos clientes. Guto Antunes, Head do Itaú Digital Assets, também destaca a importância do ecossistema de ativos digitais no Brasil e a inclusão do banco na associação. “Acreditamos no potencial da criptoeconomia como um agente transformador no mercado financeiro global e reconhecemos a importância de estarmos engajados nesse ecossistema. Ao nos associarmos à ABCripto, colocamos o Itaú Unibanco em contato direto com os principais players e especialistas do setor, o que nos permitirá trocar experiências e contribuir ativamente para o desenvolvimento e a regulamentação da criptoeconomia no Brasil”, diz o executivo. Além do Itaú Unibanco, a ABCripto tem como membros: Foxbit, Mercado Bitcoin, NovaDAX, Z.ro Bank, Travelex Bank, Uniera, OWS Brasil, Ripio, Bitso, Deloitte, VDV Advogados, KPMG, Chainalysis, 99Pay, VBSO Advogados, Hachi Investiments, Coinext, Vórtx QR Tokenizadora, Mastercard, Grupo GCB, PeerBR, Zero Hash, Bity Bank e LIQI.
- Fintech Yuno é premiada como pioneira em tecnologia no Fórum Econômico Mundial
A Yuno, empresa de software que oferece uma solução completa de pagamentos para companhias de grande e médio porte, foi uma das 100 empresas selecionadas da categoria Pioneira em Tecnologia do Fórum Econômico Mundial, reunião anual realizada em Davos, na Suíça, com líderes de vários países para debater oportunidades econômicas e sociais a nível global. Tal reconhecimento tem como objetivo identificar empresas em estágio inicial que estão na vanguarda das novas tecnologias e inovações com potencial de ter um impacto significativo nos negócios e na sociedade. Fundada por Juan Pablo Ortega e Julián Núñez, a Yuno foi escolhida por conta da solução inovadora de pagamentos, que permite que as empresas de e-commerce usem uma única integração para fornecer a melhor experiência para seus usuários, possibilitando que as plataformas personalizem seus checkouts, escolham a rota das transações e controlem todos os seus pagamentos e conciliações no mesmo dashboard. Diante de um mercado altamente complexo e fragmentado de meios de pagamentos da América Latina, a companhia disponibiliza uma ferramenta que usa automação para ampliar a taxa de aprovação combinada à eficiente detecção de fraude. Sendo assim, Juan Pablo Ortega, que além de fundador atua como CEO da companhia, passará a ter diversas agendas com o Fórum Econômico Mundial, trabalhando com líderes globais para ajudar a abordar questões-chave da indústria e da sociedade. Ele será convidado a participar de eventos e discussões ao longo do ano, reunindo-se com os principais players dos setores público e privado. “É uma honra ser reconhecido como um Pioneiro em Tecnologia pelo Fórum Econômico Mundial. Estamos ansiosos para compartilhar nossas ideias e percepções com outros líderes globais do setor”, pontua o executivo. Este ano, a categoria Pioneira em Tecnologia reúne startups de 31 países, sendo um terço delas lideradas por mulheres. Os Estados Unidos possuem mais representantes, com 29 companhias oriundas de lá sendo selecionadas. Em seguida, vem a China, com 12. A Yuno foi uma das 5 companhias da América Latina a serem selecionadas, o que reforça sua força na região "Estamos empolgados em dar as boas-vindas à Yuno em nossa turma de Pioneira em Tecnologia de 2023. A Yuno e seus colegas estão na vanguarda da inovação e disrupção necessárias para nos ajudar a resolver os problemas mais urgentes do mundo. Estamos ansiosos pela contribuição deles para o trabalho de conteúdo do Fórum, que reúne os setores público e privado para enfrentar essas questões globais", finaliza Verena Kuhn, Chefe das Comunidades de Inovadores no Fórum Econômico Mundial.
- Mercado Bitcoin lança campanha para comemorar 10 anos
Na última terça-feira (20), o MB (Mercado Bitcoin), uma das principais plataformas de ativos digitais da América Latina, está lançando uma campanha em comemoração aos seus 10 anos, completados neste mês. A iniciativa envolve uma série de ações, incluindo promoções de engajamento, desconto em cursos e a divulgação de um vídeo que narra a trajetória de pioneirismo e inovação da empresa. A campanha publicitária, realizada pela Gana, destaca o slogan “Quando tudo era mato, a gente era blockchain”, reafirmando o compromisso pioneiro do MB de conectar pessoas, Web3, tokens, ativos digitais e blockchain há uma década, quando mal se falava em nova economia digital. “Estamos há 10 anos revolucionando e evoluindo junto com nossos clientes, parceiros e colaboradores, os MB Makers. E, para celebrar este importante marco, preparamos toda uma campanha que reforça nossa história como uma empresa inovadora, confiável e disruptiva, qualidades únicas inerentes a nossa história e atuação", diz Robson Harada, CMO do MB. A campanha ressalta a seguinte trajetória: nascimento da exchange brasileira, conquista por ser o primeiro unicórnio cripto do Brasil, tokenização de ativos da América Latina, lançamento de tokens de Renda Fixa Digital, atingimento do marco de mais de 200 cripto ativos disponíveis na plataforma, protagonista e apoiador em prol da regulação cripto no Brasil, inclusão de política formal de prevenção à lavagem de dinheiro, reporte a indícios de ilícitos ao COAF, lançamento de NFT de Impacto Social e lançamentos de criptomoedas na América Latina. “Nessa data, a gente não comemora apenas a trajetória do MB, mas todos os movimentos que viabilizaram a transformação da plataforma na ponte entre a economia tradicional e a digital da Web3, destacando e reforçando o protagonismo da tecnologia blockchain como a alavanca dessa evolução e revolução”, destaca Robson Harada, CMO do MB. Promoção de aniversário recompensa clientes com Bitcoins A campanha de aniversário também inclui promoções para os clientes engajados. De 19 de junho a 9 de julho, os participantes poderão ganhar até R$ 350,00 em Bitcoin. Para participar, o usuário precisa ser VIP, preencher o formulário de cadastro no site e realizar, durante cada semana da ação, no mínimo três operações de compra em qualquer ativo, com um total acumulado superior a R$ 1.500,00 por semana. Aqueles que atenderem a essa regra receberão uma recompensa de R$ 100,00 ao final de cada período, totalizando R$ 300 reais de recompensa em BTC. Além disso, a promoção apresenta desafios adicionais: cada tarefa destravada por meio do cumprimento da mecânica principal oferece aos clientes a chance de ganharem gratificações extras. Para saber mais, basta acessar: https://www.mercadobitcoin.com.br/aniversario Incentivo à educação financeira A Blockchain Academy, plataforma de ensino com foco em conhecimentos na criptoeconomia e blockchain, da holding 2TM, também vai comemorar os 10 anos do MB, com preços reduzidos: Cripto Business (de R$ 499 por R$ 449), Conexão Cripto Play (de R$ 199 por R$ 179) e Certificação Cripto (R$ 499 por R$ 449), de 19 de junho a 31 de julho. Além disso, os cursos Tributação de Criptoativos, Renda Mais, Cripto Class, Blockchain & Legal, Introdução ao Blockchain, Conhecendo Tokens & NFTs, Conhecendo Criptomoedas, 5 passos para investir em BTC, Arquiteturas e Analisando meu Cripto Investimento terão preço especial de aniversário: R$10,00. As ações de aniversário preveem mais dinâmicas que serão incluídas, progressivamente, ao longo dos próximos três meses.
- Cashin participa da 42ª Convenção Anual do Canal Indireto
A Cashin, multiplataforma 100% digital de prêmios de incentivo, participará da 42ª Convenção Anual do Canal Indireto - ABAD 2023. O evento, organizado pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ABAD), será realizado nos dias 19 e 20 de junho no Bourbon Convention Resort, em Atibaia, São Paulo. Com o tema "Enfrentar Desafios, Incorporar Recursos, Gerar Resultados", a 42ª Convenção Anual do Canal Indireto tem como objetivo principal oferecer aos participantes uma visão abrangente das principais tendências e desafios enfrentados pelo setor. Durante o evento, especialistas convidados compartilharão insights sobre sustentabilidade e ESG, tecnologia e inovação, transformação digital do pequeno e médio varejo, além de perspectivas econômicas para 2023. "A programação mergulha em cada uma das etapas do tema proposto: enfrentar desafios, incorporar recursos e gerar resultados. A ideia é garantir que os empresários saiam da Convenção energizados e preparados para as dificuldades, usando e adaptando as múltiplas ferramentas para garantir que seu negócio continue prosperando", afirma o presidente da ABAD, Leonardo Miguel Severini. A Cashin está presente no evento com um estande exclusivo, onde os atacadistas, distribuidores e demais patrocinadores poderão vivenciar a experiência de usar as plataformas da Cashin tanto para o cliente como para o usuário final. Clientes já atendidos pela Cashin estarão presentes no evento como: Liotécnica, Dunorte, Esmeralda Distribuidora, Unilider, Atlas Rio, RB Distribuidora, Opção Distribuidora, 4 Elos Distribuidora, Garcia Atacadista, Eldorado Distribuição. “A presença da Cashin na 42ª Convenção Anual do Canal Indireto - ABAD 2023 Atibaia reforça o compromisso da marca em fortalecer as relações entre as empresas e os usuários, assim como ajuda a fomentar e aumentar as vendas em todo o canal, já que não só atendemos a indústria, mas também atacadistas, distribuidores e o usuário final”, declara Luciana Ramos, CEO da Cashin.
- Startups financeiras facilitam o acesso a procedimentos médicos no Brasil
Com quase 2 milhões de postagens nas redes sociais, a hashtag #cirurgiaplastica é apenas uma das formas de expressar o aumento no número de pessoas que buscam procedimentos médicos no Brasil. De acordo com o mais recente levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgias Plásticas (SBCP), o país ocupa a primeira posição global em termos de quantidade de intervenções realizadas, ultrapassando países como Estados Unidos e México. Somente no ano passado, mais de 1,8 milhão de procedimentos foram realizados em consultórios brasileiros, contribuindo para a movimentação de cerca de R$ 348,3 bilhões no mercado de saúde brasileiro. A expectativa é que o segmento continue crescendo. Segundo o relatório "Aesthetic Medicine Market Size & Growth", apenas o mercado global de medicina estética, avaliado em US$ 99,1 bilhões (R$ 512,80 bilhões) em 2021, deve crescer aproximadamente 14,5% até 2030. Para Igor D’Azevedo, CEO e cofundador da Inklo, fintech especializada no oferecimento de crédito para procedimentos de saúde , “apesar do progresso no setor, o acesso aos serviços de saúde ainda é limitado devido a diversos obstáculos burocráticos, como falta de informação sobre opções de tratamento, dificuldades de pagamento e complexidade na marcação de consultas.” Nesse contexto, as fintechs do setor estão se tornando cada vez mais importantes como ferramentas para desburocratizar o acesso à saúde e reduzir as desigualdades de oportunidades. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos em 29 países, 90% dos brasileiros não têm condições financeiras para garantir um acesso à saúde de qualidade. Além disso, o estudo revela que 71% dos brasileiros concordam que o sistema de saúde do país está sobrecarregado. Diferentemente dos consórcios tradicionais, que impõem taxas de juros cada vez mais altas, as startups têm atuado para oferecer soluções financeiras com custos mais baixos e modelos de negócio mais atrativos para atender às necessidades de uma parcela crescente da população. Uma alternativa aos planos de saúde e ao sistema público, a oferta de crédito para a realização de procedimentos médicos e odontológicos tornou-se um caminho plausível para tornar o acesso aos tratamentos mais rápido e resolver problemas subjacentes relacionados ao sistema de saúde no país. “Apesar de desafiador, o contexto atual é também extremamente favorável para empresas que combinam entendimento de mercado com a capacidade de criar soluções para as inúmeras dores do setor. A ideia é oferecer soluções inovadoras para tornar a realização dos procedimentos de saúde menos excludentes, buscando assim democratizar o setor.” conclui o CEO e cofundador da Inklo.
- Marco legal de criptomoedas começa hoje! Saiba o que é e como afeta o mercado
Hoje é um dia importante para o mercado financeiro brasileiro. A partir de hoje, passa a valer o marco legal de criptomoedas. Não só para os entusiastas da nova modalidade financeira, mas, para o mercado, o marco legal é uma grande conquista e uma inovação na área. O marco legal foi sancionado no ano de 2022, mas passa a valer hoje, 20 de junho de 2023 - 180 dias após ser sancionado. O tempo de espera é para que os operadores que atuam no mercado pudessem se adaptar. A princípio pode-se pensar que a regulamentação limita o setor, no entanto, ela é muito necessária para trazer mais segurança ao ramo. Infelizmente, existem casos de fraude no setor. Um desses casos se tornou bem famoso porque envolvia um ex-jogador de futebol. No caso, o ex-atleta perdeu uma quantia de mais de R$6 milhões! A corretora prometeu rendimentos altos, mas não conseguiu realizar os fundos. O ex-jogador acionou a justiça para tentar reaver o dinheiro. O sistema financeiro atual precisou se adaptar à nova modalidade financeira - criptomoedas-, da mesma maneira, a legislação precisou se atualizar. O marco legal vem, portanto, como maneira não só de evitar fraudes, mas regulamentar o setor e complementar a legislação já existente. Banco Central do Brasil será regulador As criptomoedas são ativos digitais. De acordo com a diretriz normativa, "considera-se ativo virtual a representação digital de valor que pode ser negociada ou transferida por meios eletrônicos e utilizada para realização de pagamentos ou com propósito de investimento". O novo marco legal tem foco nas agências prestadoras de serviços de ativos virtuais, regulando, não só as corretoras focadas no produto, mas também as DTVM - distribuidoras de títulos e valores mobiliários. Para tanto, é preciso que alguém seja responsável por fiscalizar o mercado e também regulamentar as operadoras que oferecem esse tipo de serviço. Esse papel ficou para o Banco Central do Brasil. A autarquia foi oficialmente colocada como reguladora no dia 13 de junho, através de Decreto Presidencial, e passa a atuar no novo mercado. O Bacen deve regular a atuação das corretoras e das DTVM e autorizá-las para que possam oferecer os serviços que envolvem os ativos digitais. A nova regulamentação prevê responsabilidade penal para casos como o do ex-jogador. As irregularidades no mercado dos ativos digitais agora podem ser punidas de acordo com o Código Penal. O Banco Central fica responsável por dizer quais os limites de atuação no mercado, dispondo sobre o funcionamento das prestadoras de serviços de ativos virtuais, bem como supervisionando-as. Dessa maneira, o novo marco legal é uma forma de controle e de garantia. É uma regulamentação importante para o mercado, ao mesmo tempo que previne golpes e fraudes.
- Mercado Bitcoin obtém licença de custodiante emitida pelo Banco de Portugal
O Mercado Bitcoin recebeu licença de custodiante de ativos virtuais emitida pelo Banco Central de Portugal. A autorização possibilita que, além das transações de compra e venda de ativos virtuais, a Fintech possa realizar a guarda e administração desses ativos ou de instrumentos que permitam controlar, deter, armazenar ou transferi-los, incluindo chaves criptográficas. “Essa licença reconhece a governança e as melhores práticas adotadas pelo MB no que respeita à guarda e segregação patrimonial, antecipando os princípios orientadores da regulação na União Europeia (MiCA) e permitindo a oferta de serviços para todo País que reconheça essa licença", explica Reinaldo Rabelo, CEO do MB. A autorização foi solicitada pelo Mercado Bitcoin Portugal, entidade criada em 2021, e a primeira a conquistar a licença do Banco Central para operar como exchange em Portugal e na Espanha. “Além de ser uma grande oportunidade para diversificarmos e ampliarmos a oferta de produtos para nossos clientes europeus, a autorização para a custódia nos permite também atingir os investidores institucionais em todo o mundo, como Fundos de Investimentos e Carteiras Administradas”, comemora Pedro Borges, co-fundador do Mercado Bitcoin Portugal.
- TV Globo traz bastidores do uso de NFTs em "The Masked Brasil" e "Todas as Flores" em evento
Palestra acontece no próximo dia 22, quinta-feira, no Campus da USP; experiência da TV Globo com NFTs na TV aberta e no Globoplay é mais uma atração do Blockchain SP + SciBiz, que vai de 20 a 23 de junho. Com a palestra “NFTs na Globo: experiência interativa na TV aberta e no Streaming”, a TV Globo traz os bastidores e detalhes dos primeiros experimentos da implementação de NFTS nos programas “The Masked Brasil”, da TV aberta, e da novela “Todas as Flores”, disponível via streaming. A apresentação está marcada para o próximo dia 22, quinta-feira, e faz parte das atrações do Blockchain SP + SciBiz, que acontece no Campus da USP entre os dias 20 e 23 de junho. A partir da terceira temporada do The Masked Singer Brasil, os fãs puderam adquirir figurinhas digitais customizadas de cada um dos personagens do programa. As primeiras NFTs do The Masked Singer Brasil estão disponíveis no marketplace de artes digitais do programa, no site masked.nft.globo. Cada personagem possui uma arte em quatro versões, sendo a gratuita nomeada de “Essencial” (com 1000 unidades de cada personagem) e as três versões pagas divididas entre Raro, Épico e Mítico. Essas categorias são diferenciadas de acordo com sua raridade e algumas já estão esgotadas. Já para o streaming, os tokens lançados pela Globoplay na estreia da segunda fase da novela “Todas as Flores”, produção original da Globo, foram oferecidos aos usuários do plano anual ou bianual que já haviam assistido à primeira parte da trama. A partir de um link recebido por WhatsApp ou email, os usuários receberam um quiz sobre os personagens e, depois de respondidas as perguntas, receberam o NFT. A apresentação será conduzida por Marceli Nunes e Douglas Melo, especialistas em tecnologia da Globo, e João Nogueira, gerente de distribuição de conteúdo da empresa. A palestra faz parte dos 14 eventos paralelos que acontecerão no Blockchain SP + SciBiz — com foco na implementação do Real Digital, o evento vai reunir especialistas, como o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, e representantes de grandes bancos, empresas, empreendedores e inovadores do setor, além de promover palestras, workshops e painéis de discussão sobre tecnologia, inovação e ativos digitais. A agenda completa das atrações estão em https://blockchainfestival.io/agenda-sp/.
- A evolução das tecnologias bancárias e como elas moldam à vida financeira dos brasileiros
A tecnologia tem sido uma das principais ferramentas para fornecer os mais diversos acessos a quem nunca teve antes. Há três décadas, a internet surgiu para conectar pessoas ao redor do mundo.Esta novidade mudou relações pessoais e profissionais, criou empregos e segue transformando até os mercados mais tradicionais, como o financeiro. Há dez anos, bancos sem agências eram impensáveis. As opções de empréstimos ou cartão de crédito limitavam-se a cinco ou seis empresas, onde precisávamos ir pessoalmente, pegar senhas, filas e argumentar com um funcionário porque precisávamos daquele valor. Lembra? Neste contexto de difícil acesso, muita gente passava uma vida inteira fora do sistema bancário, ou com uma única conta criada pelo governo para transações básicas. Em caso de dívidas ou outras situações que os negativavam, “deixavam de existir” diante desse sistema, impedidos de fazer movimentações. Mas essa população não parava de consumir. É impossível viver em sociedades como a nossa sem necessidades de consumo. Mas sem acesso ao sistema bancário, dependiam de terceiros para parcelar compras, fazer empréstimos, ou mesmo pagar boletos. Cenário que as fintechs tornaram missão solucionar. Algumas das respostas são o cartão pré-pago, que pode ser carregado com saldo previamente por meio de boleto e utilizado como débito vinculado ou a uma conta bancária, e o Buy Now, Pay Later, modalidade de crédito na qual a aprovação do consumidor é feita por rápida consulta de dados, ampliamos as opções do cliente. Já o open finance, que permite ao cliente decidir a qual empresa vai se associar, onde consegue melhores condições de juros, produtos e taxas, e o Pix, recurso de pagamento instantâneo aderido por mais de 150 milhões de brasileiros, foram as demonstrações de que o Banco Central apoia a evolução digital. Tamanho é o resultado que, nos últimos cinco anos, o número de contas bancárias por brasileiro mais que dobrou. Em 2018, eram em média 2,4 contas por pessoa. Em 2022, cerca de 5,2 contas. Em 2019, segundo estudo do Instituto Locomotiva, 29% da população adulta brasileira estava desbancarizada. Em 2022, segundo o Banco Central, esse número reduziu para 13,5%. Além da mobilidade e agilidade no atendimento - instituições digitais não têm agências com fila e, na maioria delas, a aprovação de contas é praticamente imediata -, os baixos encargos são um dos principais benefícios desde o início da “era fintechs”. A tecnologia possibilita a redução de custos operacionais, que não precisam ser repassados ao usuário. Isto, somado à conveniência de ter literalmente o banco na palma da mão, maior acesso e possibilidade de escolha, são alguns dos motivos que podem explicar o fenômeno dos últimos cinco anos. E esses números ainda podem subir, a depender de novidades de Banking as a Service e Card as a Service, que transformam qualquer empresa em um banco ou emissor de cartão, como mercados, lojas de roupa e, recentemente, até times de futebol. Contas que fazem tanto quanto ou mais que as tradicionais, como depósito, saque, transferências via DOC, TED e Pix, extratos, pagamentos de contas via boleto e outros. Já os cartões oferecidos ao consumidor final podem ser totalmente personalizados, com a marca da empresa e funções de crédito, débito ou pré-pagos. E a segurança é totalmente garantida pela fintech que fornece a infraestrutura. Esta mudança de mindset traz ao consumidor o controle e a responsabilidade sobre o uso da ferramenta, liberdade que demanda conscientização financeira. Espírito empreendedor e coragem o brasileiro já tinha e, agora, conta com a tecnologia a favor. Portanto, o que falta para atingirmos nosso potencial enquanto nação é somente acesso pleno à informação. Alcançado esse estágio, todas as portas estarão abertas para nós. *por André Cunha, CEO da Ewally
- Para ABCripto, Marco Legal das Criptomoedas traz mais segurança jurídica para o setor
O Marco Legal das Criptomoedas (Lei nº 14.478/2022) entra em vigor nesta terça-feira, 20 de junho. Aprovada no final do ano passado, a lei passa a valer após assinatura do decreto pelo presidente da República com as diretrizes de aplicação. O decreto era muito aguardado pelo setor em função da determinação do órgão responsável por fiscalizar o setor, competência que ficará a cargo do Banco Central (BC). A autarquia disciplinará as atividades das prestadoras de serviços de ativos virtuais no País. A regulamentação diz, ainda, que os ativos mobiliários (ações, debêntures, títulos e contratos futuros, por exemplo), continuam sob a competência da Comissão de Valores Mobiliários, órgão ligado ao Ministério da Fazenda. Bernardo Srur, diretor-presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto), destaca que a regulamentação estabelece regras que devem trazer mais segurança jurídica ao mercado. "O decreto institucionaliza as práticas que a ABCripto já exige de seus associados desde 2020, uma vez que nosso foco é promover total segurança para o sistema financeiro brasileiro. Com a entrada em vigor do Marco Legal, temos um primeiro norte para criar um cenário regulatório menos fragmentado”, afirma. De acordo com a lei, haverá um prazo de, pelo menos, seis meses para a adaptação às novas regras. “O mercado, agora, vai seguir uma mesma régua e a barra de segurança subiu. O decreto referenda nosso propósito de ter um mercado seguro, inovador e transparente", conclui Bernardo. "A garantia de mais segurança jurídica com a nova legislação deve alavancar investimentos no mercado de criptoeconomia brasileiro", completa Srur.
- Open Finance em 2023: Quais são as principais tendências?
O Open Finance tem ganhado cada vez mais destaque no cenário financeiro global, proporcionando uma revolução na forma como as pessoas interagem com seus serviços financeiros. Com a abertura de dados e a integração de diferentes instituições financeiras, o Open Finance oferece uma gama de benefícios para consumidores e empresas. Neste artigo, exploraremos as principais tendências do Open Finance em 2023, tanto em âmbito internacional quanto no cenário nacional. Antes, em águas internacionais… O Open Finance, antes Open Banking, surgiu como uma resposta à necessidade de aumentar a concorrência e promover a inovação no setor bancário. Tradicionalmente, os bancos mantinham o controle exclusivo dos dados financeiros de seus clientes, dificultando a entrada de novos concorrentes e limitando a capacidade dos consumidores de aproveitar ao máximo seus serviços financeiros. O Reino Unido foi pioneiro no desenvolvimento do Open Banking, que serviu como base para o surgimento do Open Finance. Em 2016, o Competition and Markets Authority (CMA) introduziu a Open Banking Initiative, que exigia que os principais bancos compartilhassem dados de clientes com terceiros por meio de APIs. Essa iniciativa abriu caminho para a criação de um ecossistema de serviços financeiros mais aberto e inovador. Desde então, vemos um aumento significativo no número de países que estão adotando políticas e regulamentações favoráveis ao Open Finance. Países como Reino Unido, Estados Unidos e Canadá estão liderando o caminho, implementando frameworks que permitem o compartilhamento seguro de dados financeiros entre instituições. Essas iniciativas visam aumentar a concorrência, fomentar a inovação e empoderar os consumidores, permitindo que eles tenham maior controle sobre suas informações financeiras. Uma das principais tendências internacionais é a expansão dos ecossistemas de Open Finance por meio de parcerias estratégicas entre instituições financeiras tradicionais e fintechs. Essas colaborações permitem que as instituições financeiras tradicionais aproveitem a agilidade e a expertise tecnológica das fintechs, ao passo que as fintechs têm acesso aos clientes e à infraestrutura regulatória das instituições estabelecidas, o que resulta em uma oferta de serviços financeiros mais diversificada e inovadora para os consumidores. Além disso, espera-se que, com o Open Finance, os consumidores terão acesso a serviços financeiros personalizados e agregadores que reúnem informações de diferentes instituições financeiras, os quais poderão oferecer uma visão consolidada das finanças dos usuários, fornecendo insights, recomendações e opções de produtos financeiros mais adequados às suas necessidades individuais. O Open Finance poderá se integrar com a Internet das Coisas (IoT) e outras tecnologias emergentes, como inteligência artificial e blockchain. Isso possibilitará a criação de novos modelos de negócios e experiências financeiras mais conectadas, como pagamentos por dispositivos IoT, seguro automático baseado em dados de sensores e contratos inteligentes. >>> Entenda como o ChatGPT poderá se unir ao Open Finance no futuro. E no Brasil? No Brasil, o Open Finance tem avançado de forma gradual, seguindo a tendência global. O Banco Central do Brasil tem desempenhado um papel fundamental na promoção do Open Finance, lançando o PIX em 2020, um sistema de pagamentos instantâneos que serve como base para a abertura de dados financeiros no país. O sucesso do PIX tem estimulado o governo brasileiro a impulsionar a adoção do Open Finance, reconhecendo seus benefícios para a economia e para os cidadãos. Em 2023, espera-se a expansão do escopo de dados compartilhados, incluindo não apenas informações básicas de contas transacionais, mas também dados de outros serviços financeiros, como investimentos, seguros e empréstimos. Isso permitirá que os consumidores tenham uma visão mais abrangente de sua situação financeira e acessem serviços mais personalizados. Muitas fintechs, como a Pluggy, por exemplo, já se adiantaram nessa tendência e já retornam dados de investimento e previdência, promovendo novos produtos como a portabilidade facilitada, por exemplo. Assim como no exterior, as fintechs devem desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento do Open Finance no Brasil. Com a abertura de dados, as fintechs poderão oferecer serviços inovadores e disruptivos, aproveitando a agilidade e a capacidade de adaptação ao mercado. Espera-se que a participação das fintechs no setor financeiro brasileiro cresça, impulsionando a concorrência e a oferta de serviços mais acessíveis. Adicionalmente, os consumidores terão acesso a uma gama mais ampla de serviços financeiros e informações sobre suas finanças. Isso ressalta a importância da educação financeira para capacitar os consumidores a tomar decisões informadas e responsáveis. Espera-se que o aumento do acesso a dados e serviços financeiros estimule a demanda por programas de educação financeira, tanto por parte das instituições financeiras como por organizações governamentais e da sociedade civil. *Este artigo foi escrito pela Pluggy, fintech que permite que bancos, fintechs e empresas de outros segmentos agreguem contas de diferentes instituições financeiras por meio de uma única API, padronizando e categorizando dados de seus usuários de modo a tornar possível a criação de soluções financeiras ainda mais contextuais e uma experiência ainda melhor e mais personalizada aos usuários com base no Open Finance.
- Microsoft leva ao Febraban Tech soluções de IA e segurança para impulsionar o setor financeiro
A edição 2023 do Febraban Tech, principal evento de tecnologia e inovação do setor financeiro da América Latina, acontece de 27 a 29 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e a Microsoft, junto com parceiros, mostrará exemplos de casos de uso de Inteligência Artificial, computação em nuvem e cibersegurança para demonstrar como estas tecnologias podem contribuir para alavancar o setor financeiro. Com estande no evento, companhia também apresentará sessões destacando as funcionalidades da IA generativa para aprimorar a jornada de consumo, o atendimento aos consumidores e a personalização de ofertas para diferentes perfis. No primeiro dia, Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil, falará sobre como a Inteligência Artificial generativa impacta nos negócios e na experiência da humanização do atendimento ao cliente. Na sequência, Eduardo Joia, CTO para a Indústria Financeira da Microsoft na América Latina, participará do painel “ChatGPT, a Evolução da IA generativa e os impactos na experiencia do Cliente”. No dia 28, Júlio Gomes, vice-presidente de Serviços Financeiros da Microsoft Brasil, participa do painel “Resiliência Cibernética garante a confiança digital”, juntamente com representantes das instituições Itaú, Santander, IBLISS Digital Security, Pol Federal e Febraban. Além dos painéis e palestras, a companhia terá, em seu estande localizado em frente ao Auditório Febraban, demonstrações de casos de uso de como a tecnologia pode apoiar a evolução e inovação do setor financeiro. Com a presença de clientes e parceiros, exemplos de aplicação focados em Hiperautomação, Experiência do Cliente, Smart Operations, Beyond Banking, Inteligência Artificial, Segurança e ESG serão apresentados aos participantes do evento. “Estamos vivendo uma época única na indústria de serviços financeiros, na qual a tecnologia tem um papel chave como viabilizadora dessa transformação com exemplos como o Pix, Open Banking, Real Digital e muitos outros. No Febraban Tech mostraremos o potencial da IA e da nuvem como aceleradores da personalização da experiencia do cliente e dos colaboradores, bem como, aumento de eficiência das instituições financeiras. Essas soluções também ajudam as instituições financeiras a garantirem cibersegurança, resiliência, conformidade, proteção e privacidade de dados dos clientes", diz Júlio Gomes, vice-presidente de Serviços Financeiros da Microsoft Brasil. Assim como no ano passado, o estande da companhia, maior do que o da última edição, segue intensificando o posicionamento de sustentabilidade da empresa e é composto de materiais provenientes de extração consciente e possuem destinação adequada para reuso. Serão 95 metros quadrados de madeira OSB utilizados nas paredes, provenientes de florestas geridas de forma sustentável. Após o evento, 100% dos resíduos serão reaproveitados para construção de móveis e prateleiras, bem como carpete, vidros e cordas, que serão reutilizados em eventos futuros. A companhia também reafirma seu compromisso de sustentabilidade através dos brindes entregues produzidos por projetos como Aguas Limpas e Bars Over Bottles, e que contribuem para a redução do descarte de lixo plástico na natureza.














