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  • Open Finance: apesar do crescimento do mercado mundial, riscos da não regulação preocupam

    A implementação do Open Finance no Brasil evoluiu muito nos últimos meses. Para se ter uma ideia, segundo dados da Allied Market Research, o segmento mundial de Open Banking deve atingir US$ 124 bilhões em 2031, crescendo em um ritmo de 22% ao ano. No Open Finance regulado, qualquer instituição do mercado financeiro brasileiro que queira se conectar e trocar dados e informações com outra instituição, pode fazê-lo aderindo ao ecossistema, o que significa passar por um processo de aprovação regulatória e de certificação tecnológica. Com isso, a instituição tem acesso às interfaces padronizadas para se conectar com qualquer outra instituição que também participe do Open Finance Brasil, sem a necessidade de firmar acordos e contratos bilaterais e sem incorrer em condições privilegiadas de acesso a uma instituição financeira específica. Alan Mareines, CEO da Lina Open X, alerta sobre os riscos do Open Finance quando não é regulado e supervisionado pelo Banco Central. “Existem alguns problemas no modelo de acesso não regulado que, inclusive, levaram as autoridades europeias a coibir essas práticas na Europa, logo após a implementação do Open Banking por lá. Desse modo, empresas como a Lina surgem para apoiar as instituições brasileiras em todas as suas necessidades relacionadas ao novo ecossistema de compartilhamento de dados e transações financeiras implementado a partir da regulamentação do Open Finance pelo Banco Central do Brasil”, explica. “No Open Finance não regulado, não existe um padrão de API ou normas de segurança e disponibilidade de dados que devem ser seguidas por todas as instituições do mercado. A conectividade com determinada instituição deve ser negociada bilateralmente, ficando a cargo de cada instituição disponibilizar ou não acesso às suas APIs. Nesse caso, devemos concordar que não se trata efetivamente de um ecossistema aberto, ou de um “Open” Finance de fato. As instituições financeiras precisam estar alinhadas aos princípios de igualdade, isonomia e reciprocidade que fundamentam o Open Finance regulado, onde as APIs são públicas e os repositórios estão acessíveis a todas as instituições que cumprem os requisitos regulatórios e que aderem formalmente à participação no ecossistema”, afirma o especialista. Segurança da Informação Muitas vezes o Open Finance não regulado ocorre a partir da coleta das credenciais (login e senha) que os clientes utilizam para acessar suas contas bancárias. De posse destas credenciais, o sistema é capaz de acessar os dados da conta do cliente, capturar as informações e apresentá-las em outra interface (um aplicativo agregador de contas, por exemplo). “O problema é que estas credenciais passam a ser armazenadas por uma instituição terceira, e tanto o cliente quanto o banco de origem dos dados podem, facilmente, perder o controle sobre quem tem posse destas credenciais”, explica o CEO da Lina Open X. De acordo com Mareines, quando o Open Finance não é regulamentado, muitas vezes o banco nem fica sabendo que um outro aplicativo está acessando as informações dos seus clientes. “Há um risco de vazamento destas informações de login e senha, o que pode expor as contas bancárias de milhões de usuários”, pontua. Nos casos em que não há conexão segura por API, a captura dos dados ocorre frequentemente através da raspagem de tela (screen scraping), deixando visíveis outras informações disponibilizadas nas telas dos APPs e internet bankings. “No método de raspagem de tela, não há como garantir que apenas determinada informação seja capturada, deixando os consumidores ainda mais expostos e vulneráveis a riscos de vazamento de dados”, diz. No Open Finance regulado, a instituição que está buscando os dados do cliente em outro banco não tem acesso às suas informações de login e senha no banco em questão, uma vez que o processo de autenticação de clientes no Open Finance regulado é feito seguindo os mais elevados padrões de segurança, onde não é necessário o compartilhamento de credenciais entre instituições financeiras. “No Open Finance regulado, cada instituição permanece de posse e no controle das credenciais dos clientes que lhes dizem respeito, sem que um terceiro tenha que conhecer e armazenar estas credenciais. Além disso, o próprio cliente controla qual informação deseja compartilhar, através do mecanismo do consentimento, que pode ser revogado pelo cliente a qualquer momento, de forma fácil e 100% digital”, pontua Mareines. Experiência do Usuário Infelizmente, os casos de golpes aplicados em usuários de produtos e serviços financeiros no Brasil e no mundo não são raros. Como consequência, há muita desconfiança quando algum aplicativo solicita que a pessoa compartilhe a sua senha do banco. Este problema, do ponto de vista da experiência do usuário, afeta a credibilidade e desestimula o compartilhamento de dados, prejudicando a efetividade do sistema. É por isso que no Open Finance regulado o usuário não precisa compartilhar suas informações de login e senha, deixando estas informações guardadas apenas com quem deve de fato conhecê-las, e dando muito mais segurança aos consumidores e credibilidade ao ecossistema como um todo. “Na opinião geral de especialistas,, quem se beneficia do Open Finance regulado são as instituições financeiras, os consumidores e a sociedade como um todo, ao dispor de um ecossistema regulamentado e seguro, onde o compartilhamento de dados é supervisionado pelo Banco Central, com elevados princípios de governança e com base em tecnologia avançada, segura e eficiente”, conclui Mareines.

  • Fintech lança ferramenta que ajuda investidor a economizar no IR mensal sobre operações na Bolsa

    A startup Grana Capital, que oferece o primeiro aplicativo a automatizar a gestão do Imposto de Renda para investidores da Bolsa de Valores, vai disponibilizar no app Grana uma funcionalidade inédita no mercado: o Otimizador de IR, que ajuda o usuário a economizar no Imposto de Renda com base na Regra da Isenção. Disponível desde a última segunda-feira (8), a ferramenta vai notificar o investidor ao longo do mês sobre o status das suas operações em relação ao limite de isenção e, caso o limite seja ultrapassado e ele passe a ter IR a pagar, irá informá-lo sobre o quanto poderia ser economizado no IR sobre as operações feitas na B3 durante aquele período, através da Compensação de Prejuízo. Assim, o cliente poderá escolher aproveitar o benefício legal de isenção ou de compensação de perdas para IR, a partir dos dados da ferramenta. O que torna possível essa funcionalidade é o complexo sistema de algoritmos do Grana: a partir da integração dos dados do investidor na B3 - Bolsa de Valores brasileira, mediante sua autorização, o app identifica as operações de venda realizadas na plataforma e efetua automaticamente o cálculo do prejuízo de ativos que estejam em precificação inferior ao da data da compra, identificando estes ativos e sinalizando-os ao cliente. O CEO da Grana Capital, André Kelmanson, explica que o Otimizador de IR se soma às funcionalidades e serviços já oferecidos pelo Grana, como o acompanhamento de dividendos e de carteira: "O Grana se propõe a ser uma solução completa para os investidores, indo além do cálculo e do pagamento do IR para oferecer outros serviços que simplifiquem a vida de quem investe na Bolsa e beneficiem suas finanças. É uma forma de atender tanto a quem já investe, como incentivar novos investidores. O Otimizador IR é uma inteligência exclusiva desenvolvida pela Grana Capital, que traz para o investidor comum uma ferramenta valiosa e inovadora para aplicar uma regra que normalmente só é explorada por investidores profissionais, permitindo que tome melhores decisões para sua estratégia de investimento. Estamos investindo cada vez mais na inteligência de dados", comenta. OTIMIZADOR APLICA REGRA DA ISENÇÃO Descrita no artigo 59 da Instrução Normativa nº 1585/2015 da Receita Federal do Brasil, a Regra da Isenção foi criada para incentivar pequenos investidores, mas muitos não sabem deste benefício tributário e acabam não o aplicando. Quando há uma venda de menos de R$ 20 mil em ações no mês, em operações comuns, o lucro no período fica isento de imposto. Se o investidor mantém as ações paradas durante 30 dias, ele não utiliza inteiramente o benefício legal, pois perde a chance de fazer uma venda abaixo de R$ 20 mil, de maneira a gerar um lucro não tributável. Por exemplo: ● Em maio, o usuário comprou 1.000 ações por R$ 20 cada, totalizando R$ 20 mil; ● No final de junho, os papéis valem R$ 30 mil - nesse caso, o IR acumulado até o momento é de, aproximadamente, R$ 1,5 mil; ● De acordo com a Lei, o investidor poderia vender R$ 18 mil em ações; ● Nesse caso, a venda gerou um lucro não tributável de R$ 6 mil, e uma economia de R$ 900 em IR, que será realizada quando o investidor vender os ativos. Além disso, de acordo com a regra da Compensação de Perdas, descrita no artigo 64, as perdas com operações na bolsa podem ser compensadas com os ganhos líquidos auferidos no mesmo mês ou nos subsequentes, desde que sejam da mesma categoria - ou seja, perda com day-trade só é compensada por ganho com day-trade.

  • Como a proposta do Banking as a Service pode impulsionar (ainda mais) o varejo?

    Em uma loja de departamentos ou supermercados, quem nunca foi convidado a fazer o cartão do espaço? Pois é, essa proposta (quase que) despretensiosa é um dos exemplos mais antigos e comuns da fintechização que está ocorrendo atualmente. Empresas de diferentes setores estão acoplando e oferecendo serviços financeiros a seus clientes. Não é um movimento recente, mas está se consolidando em diversos segmentos – a começar pelo varejo. Essa área foi uma das precursoras no serviço de finanças embutidas em seu modelo de negócio. A questão é que, como toda evolução, é preciso dar um passo adiante para continuar crescendo. Essa etapa passa justamente pela aproximação do conceito de Banking as a Service. A partir da proposta, qualquer organização, mesmo aquelas que não lidam diretamente com o mercado financeiro, podem oferecer produtos e serviços que envolvem a gestão do dinheiro, como movimentação de conta, cartão de crédito, empréstimo, entre outros. É uma modalidade que cresceu bastante nos últimos anos e que continua em evidência. Para se ter uma ideia, as empresas de varejo devem corresponder praticamente à metade (49%) do mercado de Banking as a Service nos próximos dez anos, de acordo com projeção realizada pela Mambu com a Amazon Web Services. Trata-se de um setor que deve movimentar US$ 3,5 trilhões em transações apenas com varejistas nesse período. Mas por que o varejo, especificamente, conta com grande força para dominar esse nicho de mercado e oferecer soluções financeiras? Primeiro, é necessário pontuar a quantidade de clientes que o segmento atinge. De longe, é o maior ativo que essas empresas possuem. O alcance é praticamente o mesmo das grandes instituições financeiras, permitindo oferecer produtos para uma escala ampla. Além disso, há também a influência da base de consumidores e as informações que o varejista integra. Diferentemente de bancos e fintechs, que têm mais dificuldade para identificar os diferentes perfis, o lojista recebe esses dados dos próprios consumidores, como histórico de compras, formas de pagamento, eventuais dificuldades financeiras, entre outros. Isso permite, por exemplo, manter as pessoas dentro de seu próprio ecossistema, o que leva a uma melhor experiência, engajamento e fidelização. Essa nova realidade abre um leque de oportunidades para o setor, que pode desenvolver novos modelos de negócios capazes de driblar eventuais instabilidades econômicas. Assim, as empresas de varejo podem atacar em diferentes frentes, oferecendo aquilo que os consumidores mais precisam em relação às finanças. Um supermercado pode, por exemplo, criar seu próprio banco digital para aproveitar o engajamento natural de sua base de clientes por meio de promoções. Uma loja de departamento pode construir as próprias soluções de cobrança e de pagamento sem depender de sistemas de ERP. Ou ainda eliminar intermediários nas transações, uma vez que os clientes podem utilizar o banco digital do varejista para adquirirem os produtos e serviços. São vantagens interessantes, sem dúvida, mas exigem um nível de complexidade que muitas empresas não conseguem arcar. Para realizar tudo isso in house, ou seja, dentro de sua própria estrutura, o varejista precisa ter equipes dedicadas e qualificadas em serviços financeiros, adquirir licenças bancárias com o órgão regulador (o que pode levar anos) e lançar mão de todo um investimento para fazer a solução funcionar. É aqui que entra a proposta de soluções de Banking as a Service como aliadas no processo. Além de contar com parceria especializada, o recurso vai ser o responsável por toda a tecnologia e regulamentação, deixando que o lojista interessado em fornecer serviços financeiros foque em sua base de clientes e em como proporcionar a melhor experiência possível para cada um deles. A transformação digital que enfrentamos nos últimos anos alterou os hábitos do consumidor e, evidentemente, essa mudança iria chegar ao mercado financeiro como um todo. Atualmente, a ideia de separar o consumo das finanças soa de forma arcaica. As pessoas querem comodidade, experiência e agilidade – e esperam que as empresas acompanhem esse movimento também. Se o varejo já recebe grande parte da renda dos consumidores, por que o setor não pode oferecer soluções de valor para sua base de clientes, não é mesmo? Com o apoio certo, é possível revolucionar ainda mais essa relação no futuro. Por Gustavo Siuves, diretor de negócios e marketing do Bankly, solução de Banking as a Service que descentraliza a oferta de serviços financeiros no país

  • Pela 1ª vez na Expomafe, Focco apresenta sistema ERP que conta com mais de 20 mil usuários no Brasil

    A Focco Soluções de Gestão, marca da companhia Cyncly, especializada em sistemas de ERP, traz pela primeira vez seu principal produto, o FoccoERP, para a Expomafe (Feira Internacional de Máquinas-Ferramentas e Automação Industrial). A solução possui um modelo de gestão específico para as empresas e indústrias que trabalham com metal mecânico, reduzindo erros e proporcionando, por meio do sistema que traz ao digital, todos os processos necessários para o funcionamento eficiente no dia a dia. De acordo com o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o Brasil possui atualmente 147.606 indústrias e 4.156 filiais atuantes neste segmento, e sua atuação deve representar em 2023 quase 13% do PIB brasileiro, segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria). “A Expomafe é uma das principais feiras do setor de máquinas, ferramentas e automação industrial do país, e estamos trazendo a Focco pela primeira vez, com o intuito de apresentar os benefícios e diferenciais da nossa ferramenta na construção do crescimento de nossos clientes", explica Robson Rizzotto, diretor comercial do FoccoERP. Além de contar com um sistema completo para as marcas, o FoccoERP também possui diferenciais, como o planejador de rotas, ferramenta que faz o planejamento e sequenciamento de entregas e aprimora o processo logístico ao otimizar a distância, tempo e os recursos utilizados nas entregas. Sistema completo de gestão possui foco para setor metal mecânico Sistemas de gestão são hoje itens praticamente obrigatórios para empresas que necessitam de uma melhor visualização e gerenciamento do negócio como um todo. O software da Focco ajuda a produzir de forma mais eficiente, além de maximizar o tempo e rentabilidade dos processos existentes, a partir de um sistema completo e integrado. Cliente da Focco desde 2007, José Luis Perini, gerente de operações da PHD Guindastes, conta que o FoccoERP transformou o modo como a empresa é gerida. “Hoje toda nossa base de dados está centralizada no FoccoERP, tendo o controle de gastos, compras e faturamento, interligados no sistema de gestão, além disso, o configurador de produtos auxilia na redução do cadastro de produtos. A Focco oferece confiança, segurança e seriedade para todos os clientes que utilizarem o FoccoERP”. O sistema, dentro do segmento metal mecânico, pode auxiliar em diversos negócios, como: Guindaste; Máquinas; Elevadores; Fundição; Utensílios e ferramentas; Rodas automotivas; Eletrodoméstico; Ferragens e aramados. “O setor metal mecânico representa um ponto importante do funcionamento de muitos utensílios que estão recorrentemente em nossas rotinas. O FoccoERP é um facilitador para empresas que atuam nesta questão, assim como em outros segmentos, possibilitando que as tarefas se automatizem e facilitem o dia a dia de gestores e funcionários”, finaliza Robson.

  • Bling fecha parceria com a SHEIN como primeiro parceiro ERP no Brasil

    A SHEIN, uma varejista global online de moda, beleza e lifestyle , acaba de fechar parceria com o Bling, sistema de gestão da Locaweb Company. A integração entre as duas empresas figura como a primeira parceria que a companhia, sediada em Singapura faz com um player de ERP brasileiro. Destinado a sellers que atuam no setor de vestuário feminino e masculino, moda praia, lingerie e pijamas, acessórios, semi-jóias, bolsas, calçados, beleza, eletrônicos e utensílios domésticos, a integração tem como única condição que o usuário tenha uma conta de vendedor na plataforma SHEIN para, desta forma, conectá-la ao Bling. Navarini explica que antes, sem o novo recurso, era possível realizar vendas no marketplace, no entanto, era preciso fazer uma solicitação diretamente à SHEIN. “Agora a vantagem está em o seller fazer a gestão das suas vendas de forma centralizada no Bling”, aponta. O Bling é o primeiro ERP a ser oficialmente integrado com a SHEIN, e Navarini acredita que isso não apenas irá engajar clientes que já estão conectados à plataforma, como também atrair novos usuários, visto que o processo para vender no e-commerce da varejista global será otimizado. A integração está disponível para clientes Bling com assinatura a partir do plano Cobalto que, entre outros serviços, disponibiliza também emissão de nota fiscal eletrônica (NF-e) e de serviço (NFS-e); integrações com diversos e-commerces e marketplaces; impressão de etiqueta; integração logística e campos customizados. O Bling tem trabalhado no aperfeiçoamento de suas ferramentas para que negócios dos mais variados segmentos e tamanhos possam ter seus processos automatizados e, desta forma, cresçam em seus respectivos mercados. Navarini destaca que fomentar parcerias com grandes players, como é o caso da SHEIN, permite que cada vez mais empreendedores tomem conhecimento e possam usufruir dos serviços disponibilizados pelo Bling. Parte da Locaweb Company, atualmente a empresa oferece aos clientes vários serviços essenciais para a gestão de uma empresa, como integração com social commerce e marketplaces, emissão de notas fiscais, controle de estoque, conta digital, integração com os Correios, frente de caixa, aquisição de certificado digital e ordem de produção.

  • Evento de NFT pretende conectar o país aos principais mercados de Web3

    No final de semana dos dias 2, 3 e 4 de junho, o icônico Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, será sede do NFT.Brasil, a primeira exposição internacional de NFTs realizada na capital paulista e o principal evento do segmento do país que visa impulsionar os NFTs, sigla em inglês para token não fungível, como uma ferramenta disruptiva de expressão ambiental, social e artística; esmiuçar como a nova tecnologia vai impactar o dia a dia das pessoas através de novas formas de autenticação, certificação, acesso e automatização, mais segurança, autonomia, privacidade e agilidade; além de estimular o mercado de NFT local e global, conectando o Brasil aos principais mercados de Web3 do mundo. NFTs são certificados blockchain que autenticam a propriedade de um ativo exclusivo. Esses ativos individuais geralmente vêm na forma de arte, mas a adoção de NFTs tem se expandido em diversas áreas, incluindo esportes, jogos, música, arte e moda, o que sugere que esse tipo de ativo digital pode ter aplicações amplas e diversas. O mercado NFT possui um valor de mercado total de mais de US$ 11,3 bilhões, segundo relatório publicado pela Verified Market Research (VMR), que previu ainda uma taxa de crescimento anual composta de 33,7% nos próximos oito anos e uma previsão de que seu valor de mercado total pode subir para US$ 231 bilhões até 2030. Uma pesquisa da consultoria Statista aponta o Brasil como o segundo maior mercado de NFTs do mundo. Com 5 milhões de proprietários de NFTs, o país só está atrás da Tailândia, que tem 5,6 milhões. A lista segue com Estados Unidos, China, Canadá e Alemanha. O NFT.Brasil, que deve receber cerca de 30 mil pessoas durante os três dias de evento, vai promover palestras e debates de mais de 100 especialistas do Brasil e do exterior. O evento contará com dois espaços distintos no Pavilhão da Bienal: a Exposição Internacional de NFTs que apresentará a ‘Expo Educativa’ – onde serão apresentados conceitos e cronologia de surgimento da internet as novas ferramentas da Web3; a ‘Expo Artística e Interativa’ – que conta com uma curadoria de mais de 100 artistas nacionais e internacionais e 50 coleções de obras em NFT; a ‘Expo Imersiva’ – espaço com mais de 100m² para promover uma experiência sensorial com arte imersiva; o ‘Espaço de Gaming VR/AR’, com a descoberta de novas realidades; um espaço dedicado aos expositores; e shows nos happy-hours com uma programação musical e intervenções artísticas após a atividades do dia para fortalecer a conexão da comunidade Web3 e networking entre os participantes. As mentes pensantes por trás do evento são os organizadores Marco Affonseca, gestor do MAAC Hub, casa de inovação focada em Web3 e NFT localizada em São Paulo; Edvam Filho, Co-Founder do NFT.Rio e da Carabela, Co-realizadora do NFT.Rio; Lucas Santiago, Founder do NFT.Brasil e diretor na Carabela; e Bob Burnquist, lenda do skate mundial e sócio do NFT.Brasil. Para eles, o NFT.Brasil pretende abrir espaço, conectar, construir e fortalecer comunidades de artistas digitais e Web3 builders no país. “Acreditamos que as novas tecnologias que estão sendo usadas para construção de uma internet descentralizada sejam capazes de criar novas oportunidades de mercado que ainda não chegaram ao Brasil. Queremos que o evento seja o principal agregador de comunidades e projetos da área, estimulando o protagonismo nacional na cena global e provocar a sociedade brasileira a pensar em futuros desejáveis a partir dessas novas tecnologias”, destaca Edvam Filho. "O evento será um grande momento de conexões para quem busca estar por dentro e de quem já está construindo a Web3 no Brasil e no Mundo, queremos marcar presença nos calendários internacionais de eventos que acontecem ao redor do mundo" completa Lucas Santiago. Segundo Marco Affonseca, a missão do NFT.Brasil é promover uma experiência sob a perspectiva da jornada dos diferentes públicos. “A proposta é estar presente na jornada dos diferentes públicos, proporcionando momentos de conexão entre o universo do NFT, as marcas e os diferentes perfis de público que visitarão a Bienal nesse primeiro encontro de muitos que virão" explica. Impacto Social Com o objetivo de promover inclusão e o acesso ao universo dos NFTs, a partir de uma parceria inédita entre o NFT.Brasil e o G10 Favelas (maior grupo de favelas do mundo), jovens das regiões periféricas de São Paulo poderão conhecer e descobrir um pouco mais sobre o segmento durante a realização do evento. Parte dos ingressos serão destinados para comunidades localizadas em São Paulo que fazem parte do G10 Favelas para proporcionar um ambiente de educação focado em engajar jovens da periferia no mundo da NFT e suas aplicabilidades. Além disso, os organizadores do evento vão reverter parte da receita do evento em investimentos em ações nas favelas do G10. Público Entre os dias 2 e 4 de junho, o NFT.Brasil vai receber uma diversidade de pessoas entre creators, gamers, artistas, developers, investidores, acadêmicos e entusiastas, com expectativa de mais de 20 mil pessoas visitando a exposição e participando da programação de talks e palestras. O objetivo é reunir os heavy users - desenvolvedores, artistas digitais, programadores e especialistas em metaverso, clockchain, cryptomoedas e os new users - uma nação de curiosos das mais diferentes verticais de negócios com um único objetivo: descobrir, experimentar e recomendar esse mercado. Além do público que visitará o Pavilhão da Bienal de São Paulo, o NFT.Brasil conta ainda com dois espaços digitais no metaverso onde a exposição continua acontecendo durante todo ano de 2023. Speakers Proporcionando um grande encontro das principais vozes do segmento, o NFT.Brasil vai reunir representantes de diversos projetos baseados que dialogam com as tecnologias NFT e Web3. Dentre os speakers confirmados está Bob Burnquist, lenda do skate mundial que irá participar do painel "NFTs e o futuro dos esportes - O jogo está mudando”, no dia 2 de junho, e vai realizar o lançamento oficial de sua coleção de NFTs em parceria com a Reserva. Outro nome que confirmou presença no evento foi Marcello Serpa, um dos publicitários mais premiados e reconhecidos da indústria criativa latina, que recentemente participou da criação e lançamento da coleção Surf Junks, que reúne uma comunidade de amantes do surf. Antônia Souza, que liderou a estratégia do time de metaverso na América Latina na Meta, onde se consolidou como especialista no assunto na região; Felipe Cabral, B2B Product Manager do Mercado Bitcoin e fundador do Banco Aberto; Carl Amorim, fundador do Blockchain Research Institute no Brasil, criador do Blockchain Hub Brasil e da Revista Blockcahin Business Review; Larissa Barros, fundadora da Agenda Crypto e coordenadora crypto e web3 da Favela Inc, hub tecnológico no Vidigal; Guta Nascimento, jornalista especializada em onboarding em Web3, Blockchain e Metaverso. Foi diretora da Revista CLAUDIA. Em televisão, trabalhou no Jornal Nacional, Jornal da Globo e Jornal Hoje, da TV Globo. Baseada em Nova York, participou de grandes coberturas internacionais como a Guerra de Kosovo; Kei Shiozawa, idealizador e criador do Grupo Criptoninja, tem sólida experiência no mercado de criptomoedas e é considerado um dos maiores especialistas deste mercado no Brasil; Juliano Kimura, eleito duas vezes melhor profissional de redes sociais pela ABCOMM, melhor agência de Social media pela E-Awards Internacional e dois prêmios no Social Media Week Awards; Felipe Ribbe, ex-head de inovação do Clube Atlético Mineiro, clube que foi pioneiro em iniciativas de web3 no esporte. Outros speakers na programação do site do NFT.Brasil. Artistas Com objetivo de posicionar artistas nacionais e conectar a cena internacional de NFTs, a curadoria do NFT.Brasil vai apresentar mais de 70 artistas brasileiros de diversas cidades do país destacando a diversidade e qualidade dos trabalhos criados por artistas como Ottis, Pessanha, Fesq, Priscila Nassar, Elektra, Maria Mario, Taís Koshino, Uno de Oliveira, Monica Rizzoli, Marlus, Monica Piloni, Calvet, Jmarinovfx.Eth, Noinah, Erick (snowfro), Deekay, Marc Tudisco, Vinnie Hager, entre outros. Além desse time de artistas, a curadoria ainda conta com o lançamento de algumas coleções de NFTs como a Indigenas.Art, uma coleção de artistas indígenas que está utilizando o NFT como forma de divulgar e comercializar suas obras de artes. Bob Burniquist também vai fazer no evento o lançamento oficial de sua coleção de NFTs em parceria com a Reserva. Seguindo o conceito “figital”, a coleção busca unir o físico ao digital com shapes personalizados e suas versões digitais. Os shapes de skate serão pintados à mão e assinados por Bob Burnquist. Depois, serão comercializados através de NFTs com a originalidade verificada a partir da tecnologia blockchain. Coleções Os principais colecionáveis de NFTs do mundo estarão presentes na primeira exposição internacional de NFTs realizada na capital paulista: Bored Apes Yacht Club, Cryptopunks, Where My Vans Go, Nouns, Clonex, Doodles, Otherdeed + Koda, Burned Picasso, Moonbirds, Cool Cats, Carpoolers, Surf Junkies, Cryptorastas, entre outros. Metaverso & Digital O NFT.Brasil será um evento híbrido e descentralizado que vai marcar presença no Metaverso com dois espaços onde as pessoas poderão visitar a exposição de obras digitais que estará disponível a partir do dia 10/05. para visitar o metaverso acesso o site do evento. Ingressos O ingresso para participar da programação de palestras do NFT.Brasil será um NFT que dá início a uma série de benefícios para os holders (donos) desses ativos digitais. Com ele, o participante terá acesso livre à Primeira Exposição internacional de NFts, além acesso aos palestrantes e convidados, conteúdos exclusivos, brindes e sorteios. A NFT é dinâmica e se transformará em uma arte exclusiva do encontro. Os ingressos para os três dias de evento custam R$ 300,00 e já estão disponíveis no site oficial do NFT.Brasil. Os ingressos para a exposição serão vendidos a partir do dia 02/05 através do site https://ticketfacil.com.br/

  • Fintech SalaryFits anuncia nova head de Operações

    Com o objetivo de ganhar ainda mais escala e competitividade no mercado brasileiro, a SalaryFits, plataforma de benefícios flexíveis reconhecida internacionalmente por automatizar processos e promover o bem-estar financeiro aos trabalhadores, anuncia a nova head de Operação da startup. Formada em Relações Internacionais pela PUC Minas, com especialização em Gestão com ênfase em Finanças pela Fundação Dom Cabral e adepta aos cursos rápidos de conhecimentos técnicos, Maria Eugenia Mapelli passou pela London Business School, Insper e outras instituições, além de ter acumulado experiência profissional de quase nove anos na Hotmart, vivendo todo o processo de expansão da empresa. Com reconhecida trajetória profissional, a nova head de Operações da SalaryFits circulou, em 12 anos de carreira, por diferentes áreas relacionadas a finanças e tecnologias, como intermediária de fundos de investimentos, setores administrativos, áreas de operações e estratégia, além de atuar diretamente no crescimento e amadurecimento de startups e na criação e implementação de projetos estratégicos para o aumento da maturidade de processos-chave e escala do negócio. De forma customizada e próxima aos executivos e times com quem trabalhou, participou ativamente da conquista de metas empresariais e tomada de decisão gerencial. Na SalaryFits, o objetivo de Mapelli é conduzir iniciativas de grande escala e impacto, avançar com o desenvolvimento de mapas estratégicos corporativos, mirando o objetivo de apoiar o crescimento sustentado e eficiente da startup. A implementação de novas áreas e o trabalho direcionado à gestão humanizada de pessoas e processos são destaques nas operações. “Acredito que nosso grande diferencial é uma plataforma gratuita para os RHs, que oferta benefícios não tradicionais, porém essenciais, principalmente nos dias de hoje, quando as organizações estão muito voltadas para o bem-estar do colaborador e sua família. Observamos que as pessoas que se sentem verdadeiramente cuidadas e acolhidas pelas companhias apresentam um aumento de produtividade e de fidelidade à empresa. Com o mercado de soluções para RH aquecido, a SalaryFits participa da ampliação da relação RH-Colaborador, seja oferecendo cursos de pós-graduação, serviços financeiros ou serviços voltados à saúde e bem-estar, que podem ser cobrados com desconto em folha e com condições especiais em relação aos ofertados no mercado”, afirma a executiva. Os benefícios oferecidos na plataforma podem ser estendidos também às famílias, como, por exemplo, consultas com psicólogos, médicos, exames, educação e lazer, tudo a preços diferenciados. Com grande repercussão positiva, ainda existe a programação infantil, como jogos educacionais que incentivam o aprendizado e promovem atividades de qualidade para as crianças. Com atuação ativa na expansão de novos pontos de negócios internacionais na Espanha, Colômbia e México, a executiva passa a agregar sua extensa expertise à equipe da SalaryFits de forma promissora.

  • O futuro das transações financeiras está na Inteligência Artificial

    Não faz muito tempo, os aplicativos resolveram o incômodo da ida presencial a uma agência bancária, permitindo a realização de quase todas as transações financeiras pelo meio digital. Agora, os bancos, instituições financeiras e fintechs buscam melhorar ainda mais a experiência do cliente com o novo conceito de banco conversacional, que envolve interações digitais por meio de mensagens, chatbots, chats ao vivo, aplicativos de voz e outras ferramentas, como detalham os especialistas da Infobip — plataforma global de comunicação omnichannel na nuvem, e que provê as ferramentas que ligam bancos e clientes. O conceito se tornou ainda mais relevante para o público depois da pandemia de COVID-19, com a urgência do distanciamento social. Também está alinhado com as prioridades institucionais, como revelou um estudo recente realizado pelo Digital Banking Report: 75% das instituições financeiras consideram usar inteligência artificial, dados e análises para orientar seus próximos passos no mercado. “Um dos principais objetivos do banco conversacional é entender quais são as necessidades de seus clientes por meio do uso de tecnologia e assim construir interações inteligentes e humanizadas, gerando a fidelização do cliente por meio da análise de dados”, explica Giovanna Dominiquini, líder de equipes da Infobip e especialista em soluções omnichannel. As vantagens para o cliente do banco conversacional são inúmeras, como disponibilidade 24h por dia, todos os dias da semana; dinamismo nas interações; resoluções de atendimento em tempo recorde; interações mais seguras; atrativo da experiência digital; engajamento proativo e dinâmico; e distribuição de conteúdo de maneira mais didática em diferentes formatos. Já sobre os benefícios para bancos, instituições financeiras e fintechs podem ser citados: Redução de custos Segundo dados coletados pelo Chatbot Trends and Stats, antes da pandemia, foram cerca de 265 milhões de solicitações de clientes recebidas pelas empresas, que gastaram aproximadamente 1,3 bilhão de dólares para cobertura de despesas operacionais — número que deve ter aumento a partir de 2020. Assim, usar assistentes virtuais e chatbots para interagir com clientes pode fazer as instituições financeiras economizarem até 30% em custos com atendimento. Mais engajamento Bancos e fintechs, hoje, dispõe dos mais variados recursos multimídia para fidelizar os clientes e atrair novos públicos. Isso é possível graças a diversificação da tecnologia, com ferramentas como vídeos, áudios, gamificação e imagens para serem usadas nos momentos de interação com o cliente. Redução da margem de erro Automatizar processos financeiros através do banco conversacional é um grande fator para redução de erros humanos. Mas vale ressaltar que é essencial equilibrar a automação com o toque humano para criar uma sensação de proximidade com o cliente. Um exemplo de bom uso da tecnologia neste caso é fazer, de maneira suave, a transferência entre bots e agentes humanos para otimizar a estratégia de conversação. Escalabilidade A utilização de canais digitais já é uma ótima opção para que seja possível estabelecer conversas simultâneas com vários clientes. Essas ferramentas podem ser ainda mais otimizadas ao inserir chatbots para administrar picos de demandas. Além disso, eles também podem finalizar atendimentos em casos mais simples ou delegar casos que requeiram mais atenção para agentes com maior conhecimento no assunto. Entre os principais usos do banco conversacional estão: a assistência de empréstimos, feita através de ferramentas como chatbots; assessoria financeira, também através de chatbots que podem fornecer dicas de investimentos online; serviço de onboarding e atendimento ao cliente automatizado; e notificações personalizadas que podem responder questões como histórico de transações. Além de todos os benefícios, tanto os clientes quanto as instituições financeiras e fintechs também se beneficiam da segurança proporcionada pelas experiências e interações oferecidas pelo banco conversacional. Para tornar os processos seguros, é possível, por exemplo, pedir ao proprietário da conta enviar uma selfie com data atual a fim de verificar sua identidade, tudo feito através de chatbot pelo WhatsApp. No caso de preenchimento de formulários online, um bot pode pedir ao usuário que compartilhe algum documento, como identidade ou CNH. A tendência é que cada vez mais os bancos invistam em experiências digitais. Dados coletados pela Infobip em 2022 mostram que houve um aumento de 73% nas interações de negócios por WhatsApp — demonstrando o sucesso do chamado Marketing Conversacional. “Pensando ainda mais na geração Z, que vive no mundo digital, as instituições financeiras estão buscando criar novas experiências mais engajadoras e atrativas. O banco conversacional mostra justamente a importância da interação em todos os pontos de contato com o cliente”, finaliza Giovanna Dominiquini.

  • Pelo segundo ano consecutivo, Conta Azul recebe certificado Great Place to Work

    A Conta Azul, empresa que oferece um ERP de gestão financeira para empreendedores, conquistou, pelo segundo ano consecutivo, o selo Great Place to Work® (GPTW) em 2023. A premiação é resultado da pesquisa realizada pela consultoria GPTW, que avaliou o ambiente de trabalho e a cultura organizacional da empresa. A pesquisa analisou o índice de confiança dos colaboradores em relação à empresa, o nível de satisfação com o ambiente de trabalho e a percepção dos colaboradores em relação às políticas de recursos humanos e liderança. Nesse questionário, outros critérios entram em avaliação, como: credibilidade da liderança, respeito às pessoas, imparcialidade no tratamento e orgulho de trabalhar na empresa. Para ganhar a certificação, é necessário atingir uma pontuação mínima de 70% na avaliação do questionário. A Conta Azul alcançou a pontuação de 86%. “Com essa conquista, reforçamos nosso compromisso de criar um ambiente de trabalho saudável e estimulante para os nossos Azuis. Um espaço corporativo favorável pode impactar positivamente no desempenho dos colaboradores, na retenção de talentos e na atração de novos profissionais”, disse Karin Ramos, diretora de RH da empresa. Nove premiações três meses O último ano foi de muitos reconhecimentos para a Conta Azul. Em três meses, a empresa foi certificada em nove prêmios voltados à gestão de RH. No final de 2022, a Conta Azul entrou na lista GPTW do ranking nacional, regional e na categoria de Tecnologia. Também foi reconhecida pelo prêmio da companhia brasileira Gupy, entrou no ranking de Cultura Ética da consultoria Virtuous Company e a diretora de RH da Conta Azul, Karin Ramos Hartenthal recebeu o prêmio HR Influencers 2022. Ainda no segundo semestre, a empresa foi reconhecida em duas categorias do Prêmio Ser Humano, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos de SC e também no prêmio Think Work Flash Innovations. “Na Conta Azul temos valores, propósito e cultura muito claros. Somos transparentes e queremos sempre o melhor, tanto para os nossos clientes como para os nossos Azuis. Acredito que sejam esses fatores que trazem tanta satisfação, paixão e desejo das pessoas construírem sua carreira em nossa empresa”, afirma Karin. Apesar das conquistas, a diretora enfatiza: “Embora seja uma grande conquista para qualquer empresa ganhar prêmios e ser reconhecida, não é motivo para nos acomodarmos. Em um cenário de alto crescimento, é ainda mais importante nos desafiarmos sobre formas melhores, mais adaptadas, criativas e que tragam consistência para a evolução que perseguimos. Afinal, o sucesso de hoje não garante o sucesso de amanhã e há sempre novos desafios a serem superados. Aqui na Conta Azul estamos sempre dispostos a aprender e inovar para manter nossa posição de destaque no mercado”, finaliza a executiva. Reconhecimentos à Conta Azul em 2022 GPTW - ranking Nacional GPTW - ranking Regional GPTW - categoria Empresas de Tecnologia Prêmio Gupy HR Influencers 2022 Ranking Cultura Ética - Virtuous Company Prêmio Ser Humano - Guia de Carreira e Desenvolvimento Prêmio Ser Humano - Aplicativo Pulpa Think Work Flash Innovations Benefícios A Conta Azul tem inúmeros razões para motivar e agradar os funcionários. A empresa já é conhecida pelos inúmeros benefícios que oferece. Veja alguns deles: Trabalho híbrido Saúde: plano de saúde; plano odontológico; convênio-farmácia Auxílio financeiro para curso de idiomas, educação, bem-estar, atividade física Dia de folga no aniversário e por tempo de casa Colônia de férias na sede para os filhos dos colaboradores Ping pong, videogame, buffet com guloseimas na sede física Licença maternidade e paternidade estendidas Auxílio Creche Auxílio Pulpa - aplicativo para guardar dinheiro para o futuro da criança que você ama

  • Após aporte, fintech cresce 270% e movimenta R$ 2,8 bilhões

    Após captar mais de R$ 4 milhões de investimento, o transferbank, uma das principais soluções de pagamentos e recebimentos internacionais do Brasil, já no início deste ano, obteve um crescimento de 270% em número de usuários comparado ao mesmo período do ano passado. Agora, a fintech está focada na expansão de sua plataforma white label, frente de negócio que proporciona a corretoras de câmbio e empresas do setor levarem a melhor experiência em transações no exterior aos seus clientes. O desenvolvimento da solução acontece pela crescente demanda por parte do público desde as primeiras versões, uma vez que os consumidores sentiam a necessidade de digitalização e um melhor acompanhamento do mercado. De acordo com o CEO da companhia, Luiz Felipe Bazzo, a ferramenta já transacionou R$ 2,7 bilhões, número que a marca quer continuar a elevar. “Após 3 anos de operação, a expectativa para esse ano é de mais do que dobrar a base de clientes acumulada até então. Na prática e em um cenário conservador, pretendemos fazer em 1 ano o que fizemos nos últimos 3 anos”, diz. Desde sua fundação, a fintech foi destinada para importadores e exportadores de insumos e produtos finais, mas ao longo dos anos foi sendo difundida entre outros públicos, como prestadores de serviços ao exterior, startups que receberam aportes de fora do país e fundos de venture capital. Em 2022, por exemplo, o transferbank oferecia seus serviços exclusivamente para pessoas jurídicas (PJ), enquanto no início de 2023 expandiu seus negócios buscando levar soluções também para pessoas físicas (PF), com ênfase no público de alta renda. O ticket médio hoje está em torno de USD 110 mil para PJs, e USD 65 mil considerando apenas PFs. Além disso, também para 2023, a empresa anunciou um novo setor de trade finance em sua plataforma, visando ampliar as ofertas da carteira já existente. A solução traz novas opções de linhas de crédito, disponíveis para o financiamento de importação ou exportação, assim como proteção cambial. Com novas parcerias no mercado, o transferbank também passou a oferecer serviços para quem recebe dinheiro do exterior, por meio do Onlyfans. O produto piloto de payout é destinado para brasileiros que precisam movimentar seus valores recebidos da plataforma, e mesmo em fase de testes, já conta com aproximadamente 250 influenciadores. Além disso, a marca tem investido em programas de afiliados com companhias de comércio exterior, escritórios de proteção patrimonial e agentes autônomos de investimentos. Na estratégia de alcançar novos públicos e facilitar o acesso dos seus usuários, a fintech também lançou um aplicativo disponível para download na Apple Store e ainda este mês, a ser disponibilizado no Google Play. O app tem as mesmas funcionalidades do site, mas busca tornar todo o processo de envio e recebimento de remessas mais intuitivo, permitindo seus usuários acessarem qualquer uma de suas ações direto do seu smartphone. A plataforma já possui o cadastro digital dos clientes, ambientes de criação de ordens referentes ao aspecto cambial e informações de incidências ou isenções de impostos, além de telas de acompanhamento de mercado com radar de notícias, cotações em tempo real e gráfico interativo. Em relação ao fechamento do câmbio, o usuário tem a opção de realizar a operação a qualquer momento ou de definir uma taxa alvo e um prazo para realizar o fechamento do câmbio. Caso o mercado atinja tal cotação, o câmbio é fechado automaticamente. Em menos de três anos de atuação no mercado, serviços como esse ajudaram o transferbank se posicionar entre as 15 maiores corretoras de câmbio do país. Entre os seus clientes estão não apenas importadores, exportadores, prestadores de serviço ao exterior e pessoas físicas no segmento alta renda, mas também operações de Venture Capital, atendendo a fundos de investimentos como Caravela Capital, Honey Island, ACE, TM3 e Kapture, assim como as startups Bxblue, Omnichat, Diferente, OLIST, Triven, James Delivery, BossaBox, Voll, Carreira Beuty, Nintx, Bipa.app, Sólidos, dentre outras.

  • Startup desenvolve aplicação em NFTs para serviços de assinaturas digitais

    Relatório publicado no site What´s New In Publishing indica que o mercado de assinaturas digitais deve mais do que dobrar até 2025. Popularizado pelos serviços de streaming e conteúdo sob demanda como Netflix e Spotify, esse modelo de negócio inclui bens mais caros e de mercados diferentes, como carro, casa e até vestuário por assinatura. Atualmente avaliado em 650 bilhões de dólares, os serviços a partir de assinaturas digitais podem atingir a marca de 1,5 trilhão de dólares nos próximos três anos. Desenvolvida pelos belo-horizontinos da H3aven e premiada em abril na edição de Tóquio do ETHGlobal Hackathon, uma aplicação em blockchain de armazenamento descentralizado abre novas possibilidades ao modelo de negócio, como a garantia de mais privacidade e segurança para os dados criptografados dos assinantes ou a viabilidade de antecipação de receitas das assinaturas por meio de contratos inteligentes — ou seja, sem recorrer a bancos ou investidores. “Hoje, se um negócio precisa de fluxo de caixa, tem que buscar formas tradicionais de investimentos. Com essa tecnologia aplicada aos contratos inteligentes, a mesma empresa pode antecipar de 2% até 28% de suas próprias receitas futuras das assinaturas”, explica Antonio Hoffert, CEO da H3aven. “Como assinaturas são bens elásticos, é possível, então, abaixar o preço para atrair mais membros e obter mais receita durante um determinado período”. A tecnologia, batizada de “Tokenized Access Control”, é uma interface na qual as empresas transformam as assinaturas em NFTs (sigla em inglês para tokens não fungíveis). Com ele, é possível também evitar o gasto com a duplicidade de credenciais e garantir o histórico absoluto daquela assinatura, já que novos dados de pagamento ou upgrades no serviço contratado modificariam o token deste usuário. A aplicação deve estar disponível ao mercado em setembro de 2023. “É um sistema descentralizado e distribuído que pode ser utilizado por plataformas digitais e tradicionais”, diz Hoffert, que usa a Netflix como exemplo. “Hoje, a Netflix usa credenciais tradicionais para o usuário, ou seja, email e senha. E ela poderia continuar tendo essa facilidade de login via email e senha. Porém, atrás desse processo, aconteceria uma ‘tokenização’ da credencial”. Cada usuário, portanto, teria um NFT, espécie de “artefato” pelo qual o acesso ao serviço seria gerenciado. A interface pode atuar também na questão do compartilhamento de assinaturas, um dos problemas do modelo de negócio de algumas empresas de conteúdo sob demanda. “A ideia é que as pessoas fiquem mais cautelosas. Você não poderá mais partilhar informações de acesso, já que qualquer pessoa pode utilizar seu NFT, e, assinando com a chave privada, realizar uma transação em seu nome, por exemplo”. Premiação em Tóquio A solução da H3aven recebeu prêmios da Polygon – plataforma líder para escalonamento Ethereum e desenvolvimento de infraestrutura, da Airstack — plataforma que otimiza o gerenciamento, a integração e a utilização de blockchain e da Filecoin Virtual Machine, ecossistema referência para execução de contratos inteligentes, na última ETHGlobal Hackathon, maior evento mundial do setor. Segundo Izabela Guarino, gestora do projeto em Tóquio, a premiação reflete a urgência de tangibilizar a antiga promessa da Web3, na qual usuários comuns passam a ter soberania em relação aos seus dados.

  • Investimento em tecnologia facilita tomada de crédito imobiliário

    A Indústria 4.0, revolução tomada pela digitalização, conectividade e ferramentas high tech avança, cada vez mais, o mercado financeiro e imobiliário. Dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apontam que instituições financeiras estão investindo cerca de R$ 30 bilhões ao ano em tecnologia – facilitando, por sua vez, implementação de soluções de crédito com garantia de imóvel para financiamento on-line. Lucas Porto, systems analyst da Bluetech, explica que a transição para o digital no mercado de crédito imobiliário trouxe mais alternativas que se adaptam à realidade do cliente e, ao mesmo tempo, otimizam as etapas de captação. “A plataforma Bluetech Azo, que é usada pela Crediblue, por exemplo, conta com um fluxo de assinaturas digitais que garante padrões de criptografia exigidos pelos cartórios. Isso encurta o caminho e traz mais agilidade para a esteira”, destaca. Além disso, o sistema de Automated Value Model (AVM) da plataforma avalia remotamente os imóveis dados como garantia por meio de análise comparativa mercadológica. Não existe, então, necessidade de uma visita presencial, o que automatiza o trabalho da equipe que analisa garantias. “O grande diferencial da Bluetech Azo é justamente a agilidade. Por meio dela, é possível entregar uma devolutiva ao cliente em questão de dias”, Porto complementa. De fato, a possibilidade de resolver tudo de forma prática e rápida, sem sair de casa, se tornou um grande diferencial competitivo. Modernas ferramentas dispensam ainda excesso de burocracias, dando uma chance para aqueles que não conseguiam aprovação de crédito dos bancos tradicionais. Segundo Porto, é possível analisar de forma simultânea a capacidade de pagamento, histórico jurídico e o imóvel ofertado como garantia do cliente, o que amplia a chance de concessão do crédito. “As integrações da nossa plataforma também reduzem em mais de 70% o tempo para elaboração e geração dos contratos. Com as avaliações de garantia, crédito e risco cada vez mais automatizadas, temos um processo progressivamente célere e eficiente”, finaliza o especialista da Bluetech.

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