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  • Conheça o PagBank Cartão Protegido: novo seguro para casos de roubo, furto ou perda do cartão

    O PagBank PagSeguro, banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, anuncia o lançamento do PagBank Cartão Protegido, seguro que oferece coberturas para casos de roubo, perda ou furto (simples e qualificado) do cartão da conta PagBank; roubo após saque em caixa eletrônico; e roubo ou furto qualificado de pertences pessoais como bolsa, carteira, notebook, celular, tablet, relógio, entre outros, desde que estejam sob o poder do cliente no momento do ocorrido, respeitando o limite máximo de indenização. “Nosso objetivo é garantir o máximo de segurança e tranquilidade para os clientes portarem e utilizarem o cartão da conta do PagBank sempre que desejarem, sem se preocuparem com perdas financeiras em situações inesperadas, pois serão ressarcidos”, explica Fábio Herszkowicz , Diretor de Serviços financeiros do PagBank PagSeguro. “O PagBank Cartão Protegido surgiu a partir de uma demanda dos nossos clientes e chega para complementar nosso portfólio de soluções de seguros, trazendo ainda mais proteção”, destaca o executivo. O produto, desenvolvido em parceria com a seguradora BNP Paribas Cardif, maior especialista de seguros massificados do País e líder mundial em parcerias bancassurance e seguros prestamista, oferece indenização de até R$ 10.000, no caso de roubo, perda ou furto do cartão. Também oferece um reembolso de até R$ 200 em caso de transações indevidas (não reconhecidas) realizadas por aproximação (NFC). Além disso, os clientes que contratarem o seguro passarão a concorrer, automaticamente, em sorteios mensais de capitalização no valor de R$ 20 mil líquidos de impostos. “Nesse produto do PagBank, além das diversas coberturas para o titular do cartão, também conta com a cobertura para proteção de bens, ou seja, mesmo que o item roubado ou furtado não esteja junto do cartão segurado eles serão cobertos, basta o cliente estar de posse dos itens no momento do delito. Essa é mais uma inovação no mercado de massificados, oferecendo maior segurança e cobertura aos segurados”, reforça Marcel Dorf, Diretor Executivo Comercial, Marketing e Digital da BNP Paribas Cardif. O PagBank Cartão Protegido já está disponível para os clientes PagBank. Para contratá-lo, é preciso abrir uma conta PagBank válida e o cartão da conta ativo. O valor do seguro PagBank Cartão Protegido é de R$ 6,90 ao mês. Para saber mais, acesse este link.

  • Plataforma de gestão financeira evita perdas de varejistas em cartões de crédito

    “De grão em grão, a galinha enche o papo”, essa expressão popular ilustra bem sobre a importância da conciliação de cartões no dia a dia dos varejistas. Transações não processadas, cobranças duplicadas, taxas cobradas de forma equivocada, são alguns problemas comuns na gestão de uma loja, que podem resultar em perda financeira e comprometer a lucratividade. Nesses casos, o empreendedor precisa notar a diferença entre os valores pagos e recebidos – o que pode ser difícil de identificar dependendo do volume de transações realizadas – e abrir um chamado com o adquirente solicitando o reembolso. Criada por e para varejistas, a F360 identificou esse problema e para atender essa demanda desenvolveu um recurso que permite fazer essa conferência de forma automatizada, onde o empreendedor consegue verificar todas as incompatibilidades nessas operações. Para isto, o F360 Finanças usa diferentes dados para fazer a conferência automática, como: valor das vendas, taxas praticadas pela adquirente, aluguel do POS (maquininha), chargeback (contestação de uma compra via cartão de crédito diretamente com a administradora do cartão) e conferências das datas de pagamento das vendas por modalidades (débito, crédito à vista e parcelado). A partir desse diagnóstico, o empreendedor deve seguir o mesmo caminho da análise manual, e abrir um chamado diretamente com o adquirente para resgatar os valores devidos. Só em 2022, o "recuperômetro", como é chamado o recurso de acompanhamento real do time de operações da F360, que mede potenciais perdas, contabilizou R$ 96,5 milhões ressarcidos pelos clientes. Vale lembrar que uma loja de alimentação ou de roupas, por exemplo, tem um alto volume de transações diariamente. Sendo assim, todo dia esse ponto de venda tem valores a receber das adquirentes de cartão. A conta fica ainda mais complexa com as vendas parceladas, o que torna mais complicada a auditoria dos valores a receber sem ajuda da tecnologia. “É quase impossível um ser humano fazer essa conferência sem ajuda de um software adequado para isso”, afirma Henrique Carbonell, CEO da F360. “Nos alegra saber que, além de facilitar o dia a dia do nosso cliente, a nossa ferramenta também ajuda os varejistas a recuperar dinheiro por meio da conciliação de cartão do F360 Finanças”, comenta.

  • Clara capta US$ 60 milhões em rodada liderada pelo GGV Capital

    A Clara, plataforma digital líder em gestão de gastos corporativos na América Latina, anunciou hoje uma nova rodada de financiamento de US$ 60 milhões liderada pela GGV Capital. Além disso, Hans Tung, sócio-diretor da GGV, juntou-se ao Conselho de Administração da empresa. Os fundos impulsionarão o desenvolvimento das soluções tecnológicas da Clara, além de colaborar para a consolidação da empresa na liderança do mercado latino-americano. A Clara também está fortalecendo seu time de líderes com novas contratações de executivos para as áreas de engenharia, produto e risco. "A GGV Capital é um dos maiores investidores de risco do mundo, com um mindset verdadeiramente global. Hans em particular tem sido um aliado de algumas das maiores histórias de sucesso da nossa geração. Aproveitamos a oportunidade para recebê-lo em nosso Conselho", disse Gerry Giacomán Colyer, CEO e co-fundador da Clara. A empresa recentemente anunciou a contratação de Raquel Hernández, ex- Gerente de Engenharia da Meta, que foi nomeada VP de Engenharia. Eduardo Moore - anteriormente na Bitso e Nubank, juntou-se como Diretor de Produto da Clara Brasil. Alberto Ramos e Nicolas Caccaviello foram nomeados Diretor de Operações e Receita e Diretor de Fraude e Aceitação, respectivamente. Tina Reich, ex-Chefe de Crédito da American Express, se junta como Observadora do Conselho e Consultora de Risco. Hoje, cerca de 10.000 empresas na América Latina utilizam os produtos da Clara para simplificar e automatizar suas operações diárias, economizando cerca de 423 dias de trabalho dos times de finanças - por meio de uma plataforma de gestão de gastos inovadora que fornece relatórios em tempo real para melhorar as tomadas de decisão. Com mais de dois anos de operações nos principais mercados da América Latina, incluindo Brasil, México e Colômbia, a Clara já obteve US$ 160 milhões em financiamento de capital e reportou mais de 5 milhões de transações com seus cartões de crédito equivalentes a US$ 1 bilhão. "A equipe da Clara é uma das mais fortes que já vimos", avaliou Hans Tung, sócio-diretor da GGV Capital. "Em resumo, eles construíram uma empresa líder na América Latina e as oportunidades à frente são inúmeras. Esperamos apoiar Gerry e sua equipe na missão de se tornar uma das empresas de maior impacto na região". Também participaram da rodada outros novos associados, incluindo a Acrew Capital, Citius, Citi Ventures, Endeavor Catalyst, Ethos, Commerce Ventures, Goanna Capital, Bayhouse Capital, Fluent Ventures e LAGO Innovation Fund. A rodada contou também com a participação dos atuais investidores da Clara, como Monashees, Coatue, Picus Capital, DST Global Partners, Alter Global, General Catalyst e mais de uma dúzia de investidores anjos.

  • NuPay no IFood: Saiba mais sobre essa nova parceria

    Duas grandes empresas que sempre trazem novidades, o Nubank e o IFood lançaram uma parceria. Clientes do Nubank agora possuem uma nova forma de realizar pagamentos no IFood, o NuPay. O NuPay é um meio de pagamento do Nubank para e-commerces. A novidade já está no aplicativo e deve ficar disponível para todos os clientes em breve. A novidade não é só a forma de pagar. O cliente que utilizar o NuPay tem a possibilidade de comprar no crédito sem utilizar o limite do próprio cartão Nubank, com um limite adicional. A diretora de pagamento do IFood, Thais Redondo, disse que o objetivo é facilitar a vida dos clientes. Comentou ainda que são dois os benefícios que a novidade trouxe: o cliente Nubank vai ter a opção de não cadastrar o cartão na plataforma e ainda vai contar com o limite adicional. A líder de operações do Nubank no Brasil, Livia Chanes, complementa que o NuPay traz segurança e facilidade em um procedimento que é 100% digital. O NuPay, segundo Chanes, ainda aumenta o poder de compra já que não utiliza o limite tradicional do cartão com o limite adicional disponibilizado aos clientes. Já é cliente Nubank? Saiba como utilizar o NuPay no IFood A atualização deve estar disponível para os clientes nas próximas semanas, então, é preciso atualizar o aplicativo do IFood para verificar se a opção aparece. Segundo as instruções do Ifood, o cliente que deseja fazer essa opção deve, após escolher seu pedido e confirmar a forma de entrega, entrar em Forma de Pagamento e trocar para a opção Nubank. Aparecerão em seguida instruções na tela e a opção "Pagar com o NuPay", o cliente deve clicar nessa opção. O cliente será direcionado para o aplicativo do Nubank para finalizar a compra. Deve conferir o valor, selecionar a forma de pagamento, clicar em "Confirmar pagamento" e digitar a senha de 4 dígitos. Concluída a compra, o aplicativo do Banco redireciona para o aplicativo do iFood para acompanhar o pedido.

  • Com fila de espera de 500 mil pessoas, N26 chega a abrir 3 mil contas por dia

    A N26 é um banco digital alemão que veio para o Brasil com uma proposta muito diferente. A primeira Fincare do Brasil é uma Fintech que pretende abordar o tema financeiro de uma maneira diferente, fazendo com que os clientes passem a ter uma relação saudável com o dinheiro e a forma de administrá-lo. O banco alemão opera no Brasil de maneira independente e chegou por aqui em 2021. Agora, já conta com uma fila de espera de 500 mil pessoas para abertura de contas - sendo que abre até 3 mil contas por dia. Há pouco tempo, foram analisados 23 bancos nos seguintes moldes: verificação de identidade, gestão de riscos e onboarding digital idwall. A N26 já demonstrou sua relevância aí: ficou em primeiro nos quesitos comunicação mais clara e transparente do mercado. A análise feita mostra que o Brasil é um dos países mais bancarizados do mundo e com figura entre os que mais possuem digitalização financeira, sendo que, aqui, mais de 86,3% das pessoas têm alguma conta digital - extrapolando a marca de 1 bilhão. O CEO da N26, Eduardo Prota, aponta que o atraso na vinda do banco da Europa se deu porque o produto não chegou pronto. Houve um desenvolvimento de um produto do zero que se adapta ao público local, entendendo e propondo resolver a organização financeira dos clientes. Fintech e fincare Segundo a própria N26, Fincare é uma nova forma de olhar para o dinheiro - é estabelecer uma relação de cuidado com as finanças. Se as Fintechs e os bancos digitais vem com a proposta de democratizar o acesso, a Fincare pretende dar um passo além. Democratiza o acesso e estabelece um novo tipo de relacionamento com as finanças. O banco alemão já tem 8 milhões de clientes no mundo, presente em 24 países e foi eleito pela Forbes o melhor banco digital do mundo, em 2021. N26 O banco foi fundado em Berlim, na Alemanha, no ano de 2013. Oferece aos clientes uma conta digital sem tarifas e, de acordo com a empresa, em toda a Europa são mais de 7 milhões de clientes. No Brasil, a N26 não possui agências físicas. É um banco totalmente digital onde as operações são realizadas de maneira online no aplicativo da conta ou no Internet Banking.

  • Principal processadora global de Bitcoin registra aumento expressivo no volume e transações

    A CoinsPaid, um dos principais ecossistemas de pagamentos em criptomoedas, anunciou hoje um aumento significativo em seu volume e número de transações no primeiro trimestre de 2023. O volume total do primeiro trimestre foi aproximadamente de €3.7 bilhões, um aumento de 37,73% comparado ao mesmo período do ano anterior e um aumento de 14,32% em relação ao quarto trimestre de 2022. Os resultados deste trimestre podem estar relacionados à recente disparada das criptomoedas no mês de abril de 2023 e a ideia de um fim definitivo para o “inverno cripto” parece mais consolidada. Além disso, a empresa registrou no dia 1º de abril, o marco de 23 bilhões em euros de criptomoedas processadas em sua plataforma - e, caso o Bitcoin consiga furar a barreira dos $30.000 e se estabelecer, a CoinsPaid espera ver em breve uma nova grande fase de alta não só para a própria empresa como para outros ecossistemas cripto ao redor do mundo. “A CoinsPaid está acompanhando um crescimento consistente desde o ano passado e que se confirma também neste trimestre. Com uma possível recessão global e falência de alguns bancos tradicionais, cada vez mais pessoas estão adotando criptomoedas como um ativo seguro e impulsionado pela crescente dos últimos meses do Bitcoin e outras moedas”, comenta Ilya Shmakov, COO da CoinsPaid. Ainda de acordo com dados divulgados pela CoinsPaid, o número total de transações no primeiro trimestre foi de 6.375.794, um aumento de 41,25% em relação ao primeiro trimestre de 2022 e um aumento de 9,36% comparado ao trimestre anterior. De acordo com Ilya Shmakov, a adoção das criptomoedas continua a crescer especialmente devido a uma maior aceitação também como forma de pagamento. Além disso, de acordo com relatório Prime Time for Real-Time publicado pela ACI Worldwide em 2022, dos 195 bilhões de transações de pagamentos em tempo real (PTRs) registrados em todo o mundo (um crescimento 63,2% nessa modalidade de pagamento em relação a 2021) parte deve-se a popularização das carteiras digitais. E para Ilya, as criptomoedas podem ter um papel importante nesta modalidade de pagamento. “Uma das vantagens das criptomoedas é que elas permitem pagamentos instantâneos em qualquer lugar do mundo com custos muito inferiores a taxas de remessas internacionais, o que se torna uma solução viável para muitas empresas que precisam negociar com fornecedores em outros países”, conclui. Com as recentes crises dos grandes bancos tradicionais e a alavancagem das cripto, não só os usuários como investidores de criptomoedas podem enxergar que moedas fiduciárias, como o dólar, não são mais a moeda preferencial para reservas financeiras. E com isso, as criptomoedas que já estão presenciando mais regulamentações, podem ganhar um espaço mais consolidado.

  • Real digital deve baratear transações financeiras

    Emitir moeda virtual é um caminho trilhado pelos Bancos Centrais de todo o mundo. No Brasil, não é diferente: programada para estar disponível aos consumidores finais até dezembro de 2024, a versão digital do Real, que deve transformar o sistema bancário e mudar a forma como lidamos com o dinheiro, está em fase de testes pelas instituições financeiras e ainda traz dúvidas em relação às suas principais aplicações ou possibilidades. Trata-se de uma versão nacional da Moeda Digital de Banco Central (CBDC, em inglês). Como qualquer criptomoeda, é baseada na tecnologia blockchain, mas não pode ser confundida com outras, como o Bitcoin ou o Ethereum — no caso, o Real Digital terá as mesmas características de moeda soberana emitida pelo Banco Central do Brasil. A movimentação deve seguir os mesmos parâmetros da moeda convencional e terá contrapartida sempre no mesmo valor, ou seja, um real digital se mantém com valor de R$ 1 no papel-moeda, que hoje representa cerca de 3% das operações no país. Para Antonio Hoffert, belo-horizontino sócio da H3aven, provedora líder de soluções B2B em blockchain para a América Latina, a implementação da versão digital traz novas oportunidades, nem todas já mapeadas. “O dinheiro vai se tornar programável, e isso abre uma série de possibilidades. A primeira é que novas modalidades de pagamento devem surgir. E a aplicação específica em conta-garantia é uma das mais interessantes”, explica. Conhecida como Escrow, a tecnologia que garante a segurança das partes envolvidas nos negócios, assegurando transações financeiras protegidas, poderá sair bem mais em conta para as empresas. “Negócios que envolvem importação e exportação, por exemplo, têm um problema como aquele do ovo e da galinha: o cliente não quer pagar antes de receber o produto e o fornecedor não quer enviar o produto antes de receber o dinheiro”, conta Hoffert. Até agora, a solução encontrada é utilizar uma terceira parte de confiança, geralmente um banco ou instituição financeira, que cria uma carta de crédito para garantir que o fornecedor, caso envie o produto de acordo com as especificações, receba o dinheiro que o cliente depositou previamente nessa mesma instituição financeira. O problema é a taxa cobrada por esses bancos, que geralmente fica em 2% do montante total, o que encarece e muito todo o processo. É nesse contexto que entra a aplicação dos contratos inteligentes. “É como se fosse um cofre com três chaves, e você precisa de duas chaves para abri-lo. Essas três chaves são distribuídas para três participantes: o cliente, o fornecedor e um árbitro, escolhido por ambas as partes, que pode até ser um banco — a diferença é que o dinheiro não fica custodiado com a instituição financeira”, explica o especialista. “Quando você remove as barreiras de entrada para esse serviço de terceiro de confiança, o preço fica menor. Esses 2% podem se transformar em 0,5% ou 0,1%. É uma mudança muito grande”. Open Finance e Pix Campos Neto, presidente do Banco Central, já declarou que pretende deixar seu mandato ainda no final de 2023 com algumas das principais metas da Agenda BC executadas, como a integração do Open Finance e Pix com o Real Digital.

  • Grana Capital e Genial Investimentos anunciam parceria para oferecer solução de IR aos investidores

    A Grana Capital e a Genial Investimentos anunciaram nesta segunda-feira (17) uma parceria, por meio da qual o aplicativo Grana ficará disponível dentro da plataforma da Genial via API. O app Grana é o primeiro do mercado brasileiro a automatizar ntegralmente a gestão do Imposto de Renda para investidores da Bolsa. Agora, os clientes da Genial podem acessá-lo diretamente pelo sistema da plataforma, e explorar funcionalidades como cálculo e pagamento automático de DARFs mensais, acompanhamento de carteira e relatório necessários ao contribuinte para a declaração anual do IRPF. Além disso, a parceria oferece aos usuários da Genial a possibilidade de calcular as taxas de corretagem e incluí-las na declaração do IR, através do serviço do Grana, o que gera benefícios tributários por meio de desconto das taxas no valor do imposto. Para André Kelmanson, CEO da Grana Capital, trata-se de um movimento estratégico para os investidores de mercado futuro e à vista, que lidam com custos operacionais mais altos para quem opera com frequência: A Genial Investimentos é destaque no mercado futuro e à vista. Por meio da API que desenvolvemos junto com a Genial, o app tem acesso automático aos detalhes das transações do investidor incluindo as taxas de corretagem, para complementar os dados usados na declaração de IR desses investidores. O Grana também reúne dados como preços médios, lucro tributável, prejuízos a compensar e o pagamento do imposto devido pode ser feito diretamente pelo aplicativo. Todo ecossistema da Genial foi pensado para tornar a experiência do cliente muito mais completa: unificamos em um só ambiente as melhores plataformas e serviços para que ele possa investir com muito mais tranquilidade e segurança, e a parceria com a Grana só reforça esse nosso compromisso, resume Luis Felipe Costa, diretor comercial de renda variável da Genial Investimentos. O Grana acumula mais de R$ 3,5 bilhões em patrimônio sob gestão de Imposto de Renda e já calcula mais de R$ 350 milhões em ganhos de capital com investimentos realizados pelos usuários, desde o início da sua operação, em 2020, calculando pagamentos de R$ 54,5 milhões em impostos. Com 130 mil usuários cadastrados, é a única solução do mercado que permite ao cliente pagar o IR com cartão de crédito sem sair do aplicativo. Com conexão direta com o sistema da B3, o aplicativo do Grana registra cada movimentação feita pelo investidor, ainda que este tenha conta em múltiplas corretoras. O cliente não precisa inserir manualmente seus dados ou importar as notas de corretagem para o app. O Grana calcula o IR e a rentabilidade de ações, BDRs (Brazilian Depositary Receipts), ETFs (Fundos de Índice), FIIs (Fundos Imobiliários) e mercado futuro. Para os clientes da Genial interessados na aquisição dos serviços Grana, há uma condição especial ao assinar.

  • Banco do Brasil faz investimento de milhões em fintech

    O programa de Corporate Venture do Banco do Brasil fez seu 5º investimento em um período pouco maior que um ano. Os investimentos da categoria Corporate Venture estão ganhando força. Em contrapartida, os investimentos de Venture Capital estão diminuindo – incluindo os de Late Stage. O Banco do Brasil possui uma área destinada ao investimento em empresas iniciantes – as startups. O fundo de Corporate Ventures do Banco, o BB Ventures tem sua gestão feita pela MSW Capital. Investindo em concorrente – qual a lógica do pensamento utilizado pelo Banco do Brasil O que parece ser um investimento controverso, é, na verdade, uma estratégia. Investir em empresas, ainda que de segmento similar, é uma maneira de se fazer presente na vida dos clientes, ainda que não seja através de sua principal marca. Diversas empresas tradicionais já usam dessa tática e investem em startups. A Payfy – startup que recebeu o aporte do BB – é uma Fintech que oferece formas para que empresas possam administrar os gastos corporativos de seus funcionários com maior eficiência. O investimento foi feito através de uma plataforma de investimentos em startups, a Captable da StartSe. O investimento direcionada a Payfy, vindo do banco, foi de R$ 4 milhões. Na rodada de investimento feito na Captable em 2021, a Payfy foi avaliada em R$ 10 milhões. Agora, o BB Ventures fez uma avaliação e definiu o valor da Fintech em R$22,7 milhões – valor mais de 2x maior que em 2021. Um investimento desse porte, por uma empresa do tamanho do Banco do Brasil, demonstra, entre outras coisas, a enorme capacidade da Fintech. Ter o BB como parceiro deve atrair novos investidores – o que ajuda a alavancar os resultados da empresa-, além de demonstrar valor e estabilidade da startup. O investimento da Payfy já foi 100% atingido – no valor de R$1,5 milhão, através da Captable Marketplace. As negociações foram encerradas no dia 17 de abril de 2023. Corporate Venture está crescendo Os investimentos através de Corporate Venture estão em alta. Apesar de bastante comuns, os investimentos em Venture Capital, no entanto, estão diminuindo a força. As grandes empresas estão agora com foco de investir em empreendedorismo de inovação – apostando em startups. O Banco do Brasil não fica atrás. Em função a pouco mais de um ano, seu programa de Corporate Venture já está no 5º investimento em empresas do tipo. A Payfy, no entanto, é a primeira empresa que o Banco investiu na linha de soluções para os empreendendores – em facilitar a gestão de suas empresas, incluindo aplicabilidades em pagamentos. Marisa Reghini, vice-presidente de negócios digitais e tecnologia do Banco do Brasil comentou a nova aquisição. A VP disse que o investimento na Payfy tem objetivo de fortalecer a presença do Banco junto aos clientes e ajudar na gestão das empresas. Disse ainda que o BB quer estar presente em todos os momentos das vidas dos clientes. PAYFY A Payfy é uma Fintech que atua na gestão de gastos corporativos. A startup oferece uma plataforma simples e eficaz de controle através da qual as empresas podem administrar suas despesas. Além do software, a empresa oferece cartões inteligentes onde é possível aprovar os orçamentos de maneira rápida e saber de maneira exata qual o valor gasto por cada funcionário ou departamento. O objetivo é facilitar o processo. As diversas soluções da startup são pensadas para que as empresas possam trabalhar de maneira mais eficiente e rápida. A Fintech conta com mais de 500 empresas, dentre elas, algumas bastante conhecidas: LG, Havaianas, P&G, Unimed, Moura, entre outras. Com o novo aporte do BB, a empresa pretende evoluir e auxiliar ainda mais empresas a gerir os gastos corporativos – de acordo com André Apollaro, CEO da Payfy. Momento importante para Fintechs Está cada vez mais evidente que as Fintechs estão mudando o olhar das pessoas sobre o mundo financeiro. As startups trazem uma nova forma de gerenciar as finanças e isso, como visto, não vale só para consumidores, vale também para as empresas. O investimento milionário do Banco do Brasil só vem consolidar essa visão. Segundo a Sling Hub, as Fintechs representam 34% do total de aportes realizados em startups da América Latina em fevereiro de 2023. A MSW Capital, gestora do BB Ventures, responsável pelo investimento, aposta em uma atuação conjunta. A Payfy, segundo sócio da MSW, traz uma série de soluções que permite não só uma gestão mais fácil de gastos corporativos, como também uma agilidade na burocracia das empresas. A Captable é uma plataforma de investimento do tipo crowdfunding que permite fazer aportes em startups.

  • Akad fecha parceria com Linker Bank para oferta de seguro empresarial a PMEs

    A Akad acaba de anunciar uma parceria inédita com o Linker, o primeiro banco digital do Brasil focado em pessoa jurídica, para oferta de seu seguro empresarial. A intenção é disponibilizar o produto para os mais de 45 mil clientes ativos do Linker com condições especiais e jornada facilitada para emissão da apólice em tempo recorde. O seguro já está disponível para contração na Linker Store, o shopping de benefícios para usuários do banco. No hotsite da parceria, o cliente pode escolher entre seis opções de valores de cobertura e fazer na hora uma simulação do resumo da proposta. Caso tenha interesse em continuar, basta preencher informações cadastrais do negócio e dar detalhes sobre o modelo de construção do estabelecimento. Após o pagamento, o cliente recebe a apólice no e-mail em até cinco dias. O seguro empresarial da Akad possui mais de 60 coberturas para atender o comércio, indústria e serviços. Na parceria com a Linker, o objetivo é chegar até escritórios outras PMEs que dependem do seguro para proteger o patrimônio e evitar riscos que podem até levar à falência. A apólice protege os empreendedores de incêndios, quedas de raios, explosões, roubo e/ou furto qualificado, despesas com instalação em novo local, pequenas obras de engenharia, entre outras ocorrências. Para os clientes Linker, a Akad incluíra uma cobertura adicional para aparelhos portáteis, como celulares, tablets e notebooks, equipamentos que acabam sendo indispensáveis na gestão e no dia a dia de pequenos negócios. Segundo Mariana Miranda, Head Marine & Corporate Sales da Akad, as micro e pequenas empresas representam hoje 90% do mercado brasileiro, sendo responsáveis por quase 30% do PIB nacional. Porém, mesmo com tamanha representatividade, muitos empreendedores reivindicavam condições melhores para se proteger dos riscos e manter o andamento dos negócios. “O mercado de PMEs possui um potencial enorme, temos muito a explorar para transformar a jornada de compra de um seguro em uma experiência mais acessível e compatível com a realidade desses micro empresários”. A exemplo da Akad, o Linker tem o objetivo de ajudar empresas a alcançar sucesso com mais agilidade e menos burocracias. Fundada em 2019, a fintech foi inspirada no modelo de bancos digitais destinados à PMEs que surgiram há alguns anos na Europa e nos Estados Unidos. Mais do que produtos e serviços financeiros, o Linker tem como propósito ajudar as pequenas e médias empresas a crescer, sendo um hub de soluções financeiras que atenda todas as necessidades do empreendedor. A parceria com o Linker é o terceiro movimento da Akad para democratizar a oferta de seguros empresarial para pequenas e médias empresas no Brasil. No mês passado, a seguradora anunciou um acordo com a plataforma de gestão MarketUP para oferecer o produto no modelo por assinatura. No final do ano passado, a companhia lançou o CyberRisk Pro, um seguro de proteção cibernética desenvolvido em parceria com a PSafe.

  • Fintech Jeitto traça perfil do brasileiro das classes C, D e E que procura por crédito

    Brasileiros das classes C, D e E têm como maior preocupação pagar as contas básicas do mês, seguido pela incerteza sobre como conseguir cobrir as despesas mensais com mercado e alimentação. Os dados fazem parte do levantamento “A Cara do cliente Jeitto”, que busca traçar um perfil do brasileiro que procura por crédito, realizado a partir da base de clientes da fintech. Dados do IBGE indicam que 90% dos brasileiros têm renda inferior a R$ 3,5 mil por mês e 70% ganham até dois salários mínimos. Este é o perfil dos clientes Jeitto, fintech com solução de crédito digital a partir de R$ 35,00 que surgiu para ser uma opção voltada para atender às necessidades de quem ainda não teve o primeiro acesso a crédito ou que precisa dele para quitar dívidas mais agressivas ou pagar boletos e começar a organizar a vida financeira. Em março, Jeitto registrou número recorde de cadastros em seu app, ultrapassando a marca de 350 mil no mês. A pesquisa indica que as mulheres das classes C, D e E buscam mais empréstimos (55%) e que as pessoas que trabalham por conta própria recorrem mais a crédito para complementar a renda (46% são profissionais autônomos ou empreendedores contra 38% assalariados). Mesmo com renda mensal, 34,8% dos entrevistados têm como maior preocupação conseguir pagar as contas do mês, seguido pelas despesas com mercado e alimentação (22,4%). Gastos com saúde e o medo de precisarem pedir dinheiro emprestado também aparecem nas respostas. Como maior obstáculo da vida financeira, 27,2% dos participantes relataram a necessidade de pagar dívidas e 23,7% consideram que possuem renda considerável, mas não conseguem se organizar financeiramente para alcançarem seus objetivos. Quando questionados sobre os próximos 12 meses, 17,2% voltaram a citar a quitação de dívidas, enquanto 13,2% querem economizar dinheiro e 9,9% pretendem reformar a casa. Sobre economizar dinheiro, 35,4% declaram que conseguem só quando sobra, depois de pagarem o que precisam, enquanto 9,7% não conseguem, pois falta dinheiro para todas as contas e despesas. “Procuramos, com essa pesquisa, nos aprofundar cada vez mais nas particularidades dos nossos clientes, compreendendo a sua jornada e padrões comportamentais. É muito importante que estejamos conectados, que saibamos de suas necessidades, para oferecer a melhor solução. Além disso, nos ajuda a ter uma dimensão das necessidades da população como um todo, já que a maior parte dos nossos usuários compõem o padrão de vida dos brasileiros. Isso permite ampliar o impacto e alcance do Jeitto, fazendo que a empresa atinja o propósito de melhorar a relação das pessoas com crédito”, conta Pablo Gomes, CMO. Participaram da pesquisa 1560 pessoas, entre elas 55% mulheres, 33% entre 35 e 44 anos, a grande maioria de pais e mães (80%) e 70% com casa própria e responsáveis pelas contas do lar. Apenas 19% dos participantes chegaram ao ensino superior e 53% possuem a mesma renda todos os meses. Foram considerados os dados demográficos, perfil comportamental sobre as principais preocupações e gestão financeira, objetivos e capacidade de planejamento. Além disso, também entraram na pesquisa considerações sobre os produtos Jeitto utilizados e a forma como são aplicados, além de observação e monitoramento de social listening, que trouxeram informações importantes sobre temas, tom de voz e comportamento dos clientes nas redes sociais.

  • Com inteligência artificial do ChatGPT, empresa cria IA para simplificar negociação de dívidas

    Diminuir a inadimplência é uma tarefa árdua para as empresas e, para dificultar ainda mais, o número de endividamento do brasileiro só aumenta. Quatro em cada dez brasileiros (ou 65,45 milhões de pessoas) estavam negativados no último mês de fevereiro, de acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Para ajudar as companhias a melhorar o índice de resolução de pendências financeiras de clientes em situação de débito, a Monest, empresa de recuperação de crédito, criou o Monest IA, um assistente virtual que utiliza Inteligência Artificial (IA) para conversar com os clientes inadimplentes e negociar o pagamento de forma autônoma e escalável. A plataforma é capaz de conduzir negociações por meio de diálogos naturais e oferecer propostas de acordo – tudo pré configurado por humanos –, levando em consideração o perfil de cada cliente. A Monest IA utiliza a sua base de dados treinada na inteligência da OpenAI empregada no ChatGPT e é uma das primeiras plataformas desenvolvidas com essa proposta específica de negociação de dívidas. A assistente de negociação interpreta as respostas do devedor e oferece soluções para o pagamento de forma facilitada para que o cliente consiga encaixar a despesa no seu orçamento. As condições são ofertadas pelo assistente a partir de limites pré-estabelecidos pelo credor. Caso a negociação não tenha sucesso nessa primeira instância, o cliente é direcionado para um atendente humano que dará continuidade ao atendimento. Por ser digital, os clientes podem realizar negociações a qualquer dia e horário e ter uma experiência sem fricções. Para as empresas credoras, a plataforma traz mais agilidade no processo de cobrança, melhora a experiência do cliente e reduz custos operacionais. A Monest estima que a tecnologia possa diminuir o esforço humano na recuperação de crédito em até 40%. “Resolvemos a dor das empresas em cobrar os clientes, ao mesmo tempo que ajudamos o devedor a resolver facilmente o seu problema, tudo em um ambiente digital e sem constrangimento”, resume Thiago Oliveira, CEO da Monest. Experiência aprimorada do cliente A experiência do cliente é algo relevante no processo de recuperação de crédito e, portanto, é preciso levar em consideração as preferências de cada um. Para Oliveira, o consumidor moderno, em sua maioria, é mais digitalizado. Segundo o executivo, na maior parte dos casos, o cliente prefere contatos rápidos e menos invasivos e isso inclui facilidades para quitar suas dívidas por meio de canais digitais. “A Monest IA gera uma melhor experiência para o cliente porque ele fica mais confortável em conduzir uma negociação de forma mais amigável, sem ter o constrangimento de falar sobre esse assunto delicado com uma outra pessoa”, conclui Oliveira.

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