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  • Top Tag's Fincatch: Reconhecendo as melhores fintechs por solução

    Anualmente realizamos o Prêmio Melhores Fintechs, no qual, a partir das avaliações dos nossos usuários, reconhecemos quais foram as melhores fintechs de cada categoria e subcategoria do nosso site. Porém, além das categorias e subcategorias, também temos uma relação de tags lá no nosso site. São palavras-chave que descrevem soluções oferecidas por cada fintech, para ajudar nossos usuários na hora de pesquisar/comparar determinada solução financeira. Por exemplo, o Nubank, uma das principais fintechs do Brasil e do mundo, aparece no nosso site na categoria Contas Digitais e, por ter conta tanto para pessoa físicas quanto para pessoas jurídicas, acaba aparecendo em duas subcategorias: Pessoal e Empresarial. Mais do que isso, o Nubank conta com uma grande quantidade de soluções que são oferecidas em suas contas. Cada uma destas soluções acabam aparecendo como tags lá no nosso site. Veja alguns exemplos delas: neobank, esg, samsung pay, seguro de vida, cartão de crédito, resgate diário, empréstimos pessoais, crédito pessoal, conta rendeira, renda fixa, pix parcelado, bitcoin, ethereum, google wallet, dentre outras. Top Tag's Fincatch Diversas tags se destacam pelo grande volume de pesquisas e/ou pela grande quantidade de fintechs que fazem parte delas. Pensando nisso, além do Prêmio Anual, estamos lançando uma nova premiação: o Top Tag's Fincatch. Iremos lançar, periodicamente, através de nossas redes sociais, as informações sobre a premiação: qual é a tag e a data. As fintechs que estejam dentro destas tags irão receber nosso contato para engajarem seus usuários a fazerem as avaliações, afinal de contas, asism como no Prêmio Melhores Fintechs, no Top Tag's a escolha será a partir da nota da fintech lá no nosso site. Lembrando que a nota das fintechs é composta por critérios que vão além da avaliação de cada usuário. São ponderados também a quantidade de avaliações e a recência destas (avaliações mais recentes possuem pesos mais altos). Portanto, fique por dentro de nossas redes sociais para ajudar na seleção das Top Tag's!

  • Mudança no comando: ex-CEO do Banco Carrefour, passará para o comando da Fintech Magalu

    O comando de Carlos Mauad se dará em uma Fintech do grupo Magazine Luiza. A Fintech é similar ao que já vemos no Mercado Pago, do Mercado Livre. A direção atual é de Frederico Trajano e o grupo deve anunciar a mudança na liderança nos próximos dias. A notícia foi apurada pelo NeoFeed. Segundo o jornalista, as fontes revelaram que Mauad já fez o anúncio de sua saída no Banco Carrefour. No Magalu, sua atuação será para impulsionar a nova Fintech – que pretende ser a nova estrela do grupo. Levantamento feito no balanço financeiro do Magazine Luiza, apurou que a Fintech já dispõe de quase 9 milhões de contas digitais e cerca de 7 milhões de cartões emitidos. O TPV da empresa já é 39% maior em 2022 do que em 2021, sendo cerca de R$90 bilhões. Os números expressivos não param aí. Em relação ao cartão de crédito os aumentos foram, de 2021 para 2022, de quase 18% na carteira – atingindo mais de R$20 bilhões –, e 30% no faturamento, registrando R$54 bilhões. Os aumentos, apesar de significativos, se comparados com a Fintech similar, Mercado Pago, demonstram um crescimento de curva menos acentuada. Os números do Mercado Pago, para melhor comparação: no ano de 2022, a receita foi de R$ 4,7 bilhões – 50% maior que no ano anterior, 2021; as transações subiram cerca de 60% - de R$77 bilhões para R$ 123,5 bilhões; o número de usuários foi para 44 milhões, sendo que cerca de 22 milhões têm conta digital na Fintech. Voltando à escolha da liderança, Carlos Mauad não foi uma escolha casual. O diretor tem em seu currículo empresas como Citi e Smiles. Além disso, sua escolha para o Banco Carrefour, onde atuou desde 2018, foi decisiva para uma mudança cultural interna, além de ter levado a uma série de lançamentos. É possível perceber a evolução com a liderança de Mauad. Entre os seus principais lançamentos estão a conta digital, produtos financeiros do Sam's Club, máquina de cartões do Atacadão e uma corretora de seguros. E os números não mentem. Em 2018, o faturamento total com cartão no Banco era em torno de R$25 bilhões. Em 2022, chegou ao número de R$52,7 bilhões! A carteira de crédito seguiu a mesma lógica, com aumento significativo de mais de 50%. Passou de R$8,4 bilhões para R$19,5 bilhões. O ebit ajustado era de R$874 milhões e foi para R$988 milhões. O lucro líquido era de R$414 milhões e chegou a R$534 milhões. Ainda que o histórico não seja garantia, é impossível negar os números significativos do diretor. No dia 11 de abril de 2023, dia da notícia sobre o líder, o Magazine Luiza fechou o pregão com as ações em alta a R$3,78, aumento de 12,85%. A queda dos papéis da empresa já estão acumuladas desde 2021, em 84,8%. Mesmo assim, o valor de mercado da instituição está em R$25,5 bilhões, um aumento de 38%, no ano.

  • Após crescimento em 2022, Omie quer manter avanço sustentável e caixa positivo em 2023

    O ano de 2022 foi desafiador para o mercado, entre demissões, retração corporativa e baixas rodadas de investimentos. Mas, na contramão deste cenário, a Omie, plataforma de gestão (ERP) na nuvem, manteve seu ritmo sustentável de crescimento e registrou um avanço de 76% em sua receita recorrente. A empresa conseguiu expandir seus negócios, fechando o período com mais de 115 mil clientes, 27 mil contadores parceiros, 141 franquias no país e cerca de 1.700 colaboradores. Segundo Marcelo Lombardo, CEO e cofundador da Omie, a captação de R$580 milhões, em rodada série C, liderada pela Softbank em 2021, com extensão da chinesa Tencent, garantiu fundos para avançar em diversas frentes do negócio e ter equilíbrio financeiro ainda em 2023. “Com os aportes, foi possível ampliar ainda mais nossa participação no mercado e investir na captação de novos clientes, evolução dos nossos produtos e na expansão dos canais de distribuição. Agora, temos uma estratégia consistente, focada em eficiência e performance, aumento de receita e na manutenção do fluxo de caixa positivo. Isso nos dará robustez e escalabilidade de forma sustentável para continuar com os planos de crescimento financeiro”, diz. A scale-up realizou movimentações estratégicas para implementar melhorias para clientes, ampliando suas soluções para contadores e para o ecossistema empreendedor. Entre as principais, destacam-se os M&As da Conpass e Ergoncredit, a ampliação da joint venture com o OneFlow e o lançamento do app Omie, uma expansão do ERP para acesso rápido e prático aos dashboards utilizados na versão para desktop, além de aprovação de pagamentos e pedidos de compras, marcando a expansão da empresa para o segmento Mobile. Ao olhar para suas soluções financeiras, houve a ampliação dos serviços por meio do Omie.Cash, oferecendo uma experiência de um Internet Bank 100% integrado ao ERP - com isso, já configura-se como o 2º maior banco em volume e o 4º banco dentre os clientes Omie em valores de boletos emitidos. Houve ainda o lançamento do Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs), que fornece dados econômicos do setor para todo o mercado. A empresa ainda reforçou sua expansão por meio do banco digital Linker, adquirido no final de 2021, com mais de 30 mil clientes PJ atendidos. "Com o Linker, expandimos a nossa oferta para todos tipo de empresas, mesmo aquelas que ainda não estejam num estágio de maturidade para a aquisição de um ERP e portanto passamos a ter uma oferta completa, para todo tipo de empresa e toda a carteira de clientes dos contadores. Através da Linker, além dos serviços financeiros, oferecemos também algumas funcionalidades de um sistema de gestão, como, por exemplo, a emissão de NFs e conciliação das movimentações bancárias com o sistema, proporcionando produtividade para empreendedores e contadores, oferecendo uma experiência de automatização de tarefas mesmo para empresas que nunca tiveram contato com um ERP", afirma o CEO. Lombardo avalia o crescimento da Omie em um cenário mundial desafiador. “O mercado está enfrentando desafios jamais vistos, com altas taxas de juros, queda nos investimentos e captações, moedas desvalorizadas, demissões em massa, entre outros agravantes. Esse cenário acaba afetando o desempenho das empresas, mas conseguimos crescer em 2022. Seguimos em um progresso sustentável e consistente, como sempre fizemos, em um território com enorme potencial para crescimento”. Vale ressaltar que, segundo dados mencionados pelo Ministério da Economia, das 20 milhões de empresas registradas no Brasil, 99% delas são micro e pequenas, incluindo os microempreendedores individuais (MEI). Ao olhar para o setor contábil, existem mais de 70 mil escritórios de contabilidade no país. Aquisições Os M&As realizados pela Omie têm o objetivo de sanar as dores do ecossistema empreendedor e oferecer soluções adequadas e completas para sua operação, além de serem ferramentas importantes para somar grandes talentos aos times da scale-up. As aquisições realizadas em 2022 evidenciam essa estratégia. Com a compra da Conpass, em fevereiro de 2022, a Omie integrou todo o time da startup de Customer Experience para empresas de software. Com isso, foi criada a área de Customer Experience (CX), com a gestão de Ivan Biava, fundador da Conpass. “Nossa taxa de satisfação do cliente já era bem alta, mas o objetivo de oferecer um atendimento extraordinário era maior. Adquirimos uma empresa com uma solução robusta e time especializado, capaz de gerenciar de ponta a ponta toda a experiência de usuários, com suas múltiplas necessidades e jornadas”, afirma Lombardo. A aquisição da Ergoncredit, player de crédito para PMEs, em agosto de 2022, reforçou a gama de serviços financeiros da Omie, com o principal objetivo de democratizar o acesso ao crédito para o mercado em geral. “Passamos a fazer a pontuação de crédito (credit scoring) dentro de casa, deixando o processo de avaliação mais rápido e menos burocrático. Hoje, o cliente também conta com as principais funções de um internet banking incorporado ao sistema de gestão, que lhe permite realizar pagamentos, efetuar cobranças, emitir boletos, adquirir crédito para investir em seu negócio, entre outros benefícios”, diz o CEO da Omie. Além disso, a Omie criou seu 4º pilar – Comunidade, um ecossistema para facilitar a comunicação e a gestão financeira entre os usuários do sistema Omie e seus clientes e fornecedores. “A solução não impacta apenas nossos clientes, mas toda uma rede na qual estão inseridos”, afirma. Lombardo afirma, ainda, que a Omie avalia, constantemente, oportunidades de negócio que se alinham ao seu propósito e visão de mercado, com foco em melhorar os serviços e oferecer soluções que atendam às necessidades de seus clientes. Próximos passos Com o crescimento orgânico conquistado ao longo dos últimos anos, a Omie segue sua meta de impactar 1 milhão de clientes até 2025, anunciada em 2022. Lombardo reforça que, para isso, a scale-up foca em acelerar projetos que tragam escalabilidade, crescimento sustentável e que sejam rentáveis. Para isso, a empresa concentrará uma maior alocação de recursos em três vertentes: serviços financeiros, com o fortalecimento de soluções para esse mercado, como o Itaú Meu Negócio gestão by Omie, além de integração com mais bancos e lançamentos de produtos que seguem tendências do setor; educação empreendedora, por meio da Omie.Academy, que acaba de anunciar novo posicionamento e passa a atuar como uma comunidade de empreendedores; canais de geração de expansão dos negócios, com ajuda das unidades franqueadas e por meio das parcerias com contadores que fazem a intermediação entre a Omie e seus próprios clientes, além de um ERP cada vez mais robusto e unificado aos serviços financeiros, formando o futuro do internet banking. “Esse crescimento sustentável, escalável e consistente do negócio nos permite um olhar estratégico sobre os ganhos e a tomar decisões inteligentes sobre a aplicação dos fundos captados por meio das rodadas de investimento, além de expectativa pelo Breakeven (tradução livre para ponto de equilíbrio) ainda em 2023”, diz o CEO. Na frente de franquias, o objetivo da scale-up é manter a expansão nacional considerando o potencial do mercado – mais de 15 milhões de empresas e 70 mil escritórios contábeis. “Fechamos o ano com mais de 141 unidades franqueadas e reconhecimentos importantes, com o nosso primeiro Selo de Excelência em Franchising, da ABF, e o Prêmio As Melhores Franquias do Brasil”, afirma Lombardo.

  • PagBank PagSeguro disponibiliza empréstimo consignado e antecipação do Saque Aniversário do FGTS

    Muito tem se falado sobre crédito consignado e antecipação do Saque Aniversário do FGTS, mas grande parte da população não sabe como funcionam e quem pode solicitá-los. De acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), nos últimos 12 meses os bancos concederam em média e mensalmente R$ 5,2 bilhões em empréstimos consignados para aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Com o objetivo de tirar dúvidas sobre esta modalidade de crédito, Fabio Herszkowicz, diretor de Serviços Financeiros do PagBank PagSeguro, esclarece dúvidas sobre o empréstimo consignado e sobre a antecipação do Saque Aniversário do FGTS. Confira abaixo: O que é e como funciona o crédito consignado? O crédito consignado é uma modalidade de empréstimo com garantia para a pessoa física que oferece taxas menores e prazos mais longos que outras modalidades de empréstimo pessoal. Isso ocorre porque o desconto das parcelas do empréstimo é realizado diretamente da folha de pagamento, no caso dos trabalhadores registrados no regime CLT, ou do benefício, no caso de aposentados do INSS. Quais são as vantagens de contratar um empréstimo consignado? No caso desta modalidade de concessão de crédito, a cobrança automática reduz os riscos de inadimplência, levando, consequentemente, à redução das taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras. Além disso, é mais fácil e rápido conseguir a aprovação de empréstimo consignado. No PagBank PagSeguro, por exemplo, oferecemos taxas que chegam a ser dez vezes menores frente às outras opções de empréstimo pessoal, além de maior prazo para o pagamento. Da mesma forma que fazemos no processo de abertura de contas, não há consulta ao SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e ao Serasa na hora de aprovar a contratação de linhas de crédito consignado. Para quem é destinado o empréstimo consignado? No PagBank PagSeguro, as linhas de crédito consignado são voltadas para servidores públicos beneficiários do INSS e para funcionários contatados no regime CLT que possuem FGTS ativo ou inativo. Dentre as instituições públicas conveniadas para as linhas de crédito consignado do PagBank PagSeguro, estão: SIAPE Federal, SPPREV, Governo do Estado de São Paulo, Prefeitura de São Paulo, Prefeitura de Santos, entre outras. A lista completa de organizações públicas conveniadas é disponibilizada no processo de contratação do crédito consignado. Qual é a documentação necessária para solicitar crédito consignado? Normalmente, os documentos necessários são os de identificação (RG, CPF, dados pessoais e residenciais). No caso do PagBank PagSeguro, que é um banco digital completo, é possível solicitar o empréstimo diretamente pelo aplicativo, sem precisar sair de casa. Caso o cliente já tenha uma conta aberta e ativa, não é preciso enviar documentação alguma. Qual é o limite de crédito? A margem consignada é o limite da remuneração/benefício que poderá ser comprometida pelo desconto consignado. Este limite, atualmente, é de 35% do benefício do aposentado ou pensionista. Por exemplo, se a renda atual do cliente é de R$ 2 mil, é possível fazer um empréstimo em que as parcelas correspondem a 35% deste valor, ou seja, R$ 700,00. É possível fazer mais de um empréstimo consignado? O limite para contratação de linhas de crédito consignado é definido pelo Dataprev, que é a empresa pública de tecnologia e informações da Previdência Social. Atualmente, o Dataprev autoriza a contratação de até 15 linhas de crédito (enquanto houver margem consignável disponível), sendo elas: até 13 linhas para contratos de empréstimos consignados e duas linhas para cartões de crédito consignado. Quanto tempo leva para a aprovação do crédito consignado? O tempo para aprovação do crédito consignado varia do caso e da instituição financeira. No PagBank PagSeguro, por exemplo, a liberação de crédito ocorre na maior parte dos casos em até cinco minutos para produtos de Consignado INSS e Antecipação do Saque Aniversário FGTS. Quais são as taxas de juros cobradas? As taxas de juros do empréstimo consignado são definidas pelo Banco Central do Brasil. Dentro do convênio, há taxas mínimas e máximas que podem ser praticadas de acordo com o prazo da contratação. Algumas instituições financeiras, como o PagBank PagSeguro, oferecem a possibilidade de o cliente fazer uma simulação do empréstimo consignado, permitindo calcular o valor mensal a ser pago e as taxas cobradas. Como funciona a antecipação do Saque Aniversário do FGTS? Esta é uma modalidade de empréstimo pessoal em que o cliente saca um percentual do seu fundo de garantia antecipadamente e paga uma pequena taxa referente à antecipação. Nela, não há uma parcela mensal a ser paga, tendo em vista que o valor é descontado diretamente do FGTS do contratante, uma vez ao ano, no mês de seu aniversário. É possível antecipar até sete parcelas e o dinheiro cai na conta corrente na hora. Qualquer um que possua saldo ativo ou inativo no FGTS, e tenha optado pelo Saque Aniversário, é elegível para solicitar o empréstimo no PagBank. Qual é o passo a passo para contratar crédito consignado e a antecipação do Saque Aniversário do FGTS? Para clientes PagBank PagSeguro, é possível solicitar o crédito consignado pelo super app PagBank. No aplicativo, a contratação está disponível no menu “Empréstimos”, na aba “Produtos e Serviços”. Após, basta selecionar “Consignado Público” e depois clicar em “Simular”. Já para contratar a modalidade de antecipação do saque aniversário do FGTS, é preciso primeiro verificar se é optante da modalidade Saque Aniversário no app FGTS da Caixa Econômica Federal. Em seguida, no mesmo aplicativo, é necessário autorizar a consulta de saldo ao “BancoSeguro”, como consta no app da Caixa. Após concluir essa etapa, é só entrar no super app PagBank e selecionar “Antecipação Saque Aniversário” em “Empréstimos” na aba de “Produtos e serviços”. Depois de preencher as informações, basta aguardar a aprovação e o dinheiro estará na conta corrente. Para saber mais sobre empréstimo consignado, clique aqui.

  • Assegurou lança seguro para bikes com objetivo de proteger usuários

    Conhecida por ser um objeto de lazer, a bicicleta atualmente ocupa também uma função de ser uma ferramenta de trabalho e um veículo de mobilidade urbana para muitos brasileiros. Pensando neste consumidor, a Assegurou anuncia o lançamento de um seguro específico para bikes, que garante a proteção contra roubos, furtos e danos acidentais, além de uma extensão para demais usuários do produto com valores a partir de R$12,50 ao mês. De acordo com uma pesquisa realizada pela Compre & Confie em parceria com a Aliança Bike, em 2020, houve um aumento de 44% nas vendas de bicicletas em relação ao ano anterior, impulsionado pela pandemia da Covid-19. Ainda segundo a pesquisa, cerca de 30% dos entrevistados afirmaram já ter tido uma bicicleta roubada ou furtada. Buscando entregar segurança e proteção contra furtos ou, até mesmo, manutenções inesperadas nas peças que compõem a bike, o seguro da plataforma Assegurou pode ser contratado de maneira 100% online no site da empresa após uma simulação gratuita. Para José Carlos Macedo, Sócio Fundador & CEO da Assegurou, em um mercado cada vez mais impulsionado pela tecnologia, como o de seguros, é importante ter agilidade, praticidade, inovação e atender às novas necessidades da população: “Com a Assegurou, os diferentes perfis de quem tem uma bicicleta podem encontrar as melhores soluções de proteção. Além disso, conduzir essa jornada do consumidor no digital torna o processo muito mais prático e agradável, esse é o nosso propósito”, explica. De maneira geral, os seguros têm como principal objetivo proteger o segurado de custos adicionais que possam acontecer eventualmente e não estavam previstos no orçamento. Por isso, é importante que o serviço faça parte do plano financeiro e que se tenha em mente todos os benefícios que aquele serviço trará em caso de necessidades. Dentre alguns vantagens, José Carlos ressalta que os interessados em fazer a contratação devem levar em consideração alguns pontos, como: Custo-benefício; Preservação dos bens; Comodidade e tranquilidade; Segurança financeira; Assistência e serviços diversos. “Ter um seguro hoje é fundamental para qualquer brasileiro. Caso você tenha algum bem material, um objeto com uso frequente é importante considerar ter um seguro para ele, não apenas para reaver o valor caso seja vítima de um furto ou roubo, mas por toda a assistência disponível para os consumidores”, finaliza José Carlos Macedo.

  • Ewally anuncia parceria com a Mastercard para emissão de cartões

    Já está em vigor a parceria para cartões de crédito com a bandeira Mastercard emitidos pela Ewally, instituição de pagamentos (IP) especializada em embedded finance e infraestrutura digital. Com ecossistema completo de Banking e Card as a Service para B2B2C, a fintech brasileira que integra o Carrefour utilizou o apoio da marca e o título de IP recém concedido pelo Banco Central para conquistar a chancela da Mastercard nos seus cartões, uma das maiores multinacionais do setor. Com a nova bandeira, consumidores fidelizados nas empresas de varejo clientes da Ewally, a exemplo de Carrefour e Atacadão, ganham acesso a compras internacionais, em Dólar, Euro, Libra, Peso e outras moedas, além das compras em território e moeda nacional. A novidade também abre portas para saques em caixas eletrônicos 24 Horas, pagamentos por aproximação, programa de pontos Mastercard Surpreenda e, até julho deste ano, disponibilidade de cartões virtuais. Para as empresas clientes da Ewally, a notícia representa garantia de qualidade e segurança, já que a integração à Mastercard exige aprimoramento na criptografia de ponta a ponta e obrigação de reporte trimestral das transações para o Bacen. “A Mastercard é referência e esta adesão significa possibilidade de escolha ao usuário ou broker. Isso reforça nosso portfólio de Card as a Service e consolida o posicionamento da marca”, afirma a gerente de Marketing da Ewally, Isabel Atherino. Neste primeiro ano de emissões, a projeção é de 240 mil cartões com a bandeira Mastercard. O processo de negociação durou cerca de 6 meses e resultou em parceria permanente. “Ganhamos competitividade, iniciamos uma nova fase, e principalmente, abrimos a fronteira para beneficiar internacionalmente nossos clientes”, finaliza Isabel.

  • Setor Financeiro é o segundo mais atingido por ataque de ransomwares

    Um dos principais alvos de ataques de ransomwares é o setor Financeiro, segundo relatório da Apura sobre o cenário de cibersegurança e ameaças no Brasil, baseado em dados indexados na plataforma da empresa referente a ataques de ransomwares. O segmento foi o segundo mais alvejado, com 9,7% dos casos, ficando apenas atrás do setor de Engenharia e Arquitetura, que teve 11,1%. Ataques de ransomwares são realizados com o intuito de encriptar e, posteriormente, roubar dados sigilosos de empresas, como documentos confidenciais e informações financeiras. Para recuperarem o acesso, as vítimas são extorquidas em valores que variam de poucas centenas de dólares até dezenas de milhões de dólares, e caso não paguem, correm o risco de ver seus arquivos sendo vendidos ou até mesmo expostos gratuitamente em sites. “Esse tipo de ataque continua sendo uma das grandes ameaças do mundo cibernético, que certamente causa inúmeros transtornos no mundo real, e os grupos cibercriminosos têm se especializado em ataques com ransomwares”, diz Mauricio Paranhos, Chief Operating Officer da Apura. Ataques a instituições financeiras costumam ser muito lucrativos pois os dados encriptados e roubados podem causar um grande impacto no funcionamento das instituições, impedindo que clientes tenham acesso às suas contas e informações financeiras. Isto pode estimular as empresas vítimas a pagarem os valores exigidos pelos criminosos a fim de reestabelecer com rapidez a normalidade do atendimento. Um caso que aconteceu no Brasil foi a investida contra um banco regional, bastante conhecido por sua atuação no mercado de crédito imobiliário. O banco foi vítima de um ataque cibernético que impactou de forma significativa o atendimento aos clientes da instituição. Mesmo não havendo a confirmação oficial de autoria, alguns meios jornalísticos especializados apontaram para um ataque do ransomware LockBit 3.0. “Muitos ataques acabam não sendo amplamente noticiados para que se preserve a identidade das empresas e não se estimule novas investidas por parte dos criminosos”, explica o especialista. Outro caso notório de ataque de ransomware foi o executado pelo grupo Conti, um dos maiores grupos de ransomwares do mundo. Em uma demonstração de força e arrogância, o grupo atacou diversos serviços governamentais do Peru e da Costa Rica, o que também afetou inúmeras instituições financeiras desses países. A fabricante de eletrônicos Acer endossa a lista de vítimas. Em 2021, hackers exigiram o maior valor de resgate já feito em um caso de ransomware – US$ 50 MI –, após roubarem imagens de arquivos da empresa supostamente sigilosos, com prints de saldos de contas bancárias. Diante desta crescente ameaça, a melhor maneira de evitar que uma empresa ou órgão público do setor financeiro seja alvo de um ataque de ransomware é investir em monitoramento e prevenção, dado que qualquer brecha pode ser utilizada para a efetivação do ataque. Para isso, é importante contar com o auxílio de empresas especializadas em cibersegurança, que além de monitorar o cenário de ameaças de forma contínua em busca de indícios de possíveis problemas, também oferecem relatórios personalizados e orientações para que a segurança seja aumentada como um todo. A Apura, por exemplo, conta com o BTTng, plataforma da qual foram extraídos os dados apresentados nesta matéria. Em 2022, a ferramenta passou a contar com um painel exclusivo para ransomwares, por meio do qual é possível acompanhar os ataques mais recentes realizados pelos principais grupos de ransomwares, como LockBit 3.0, Hive, Vice Society, entre outros. Além disso, medidas básicas, como troca de senhas com frequência, uso de firewalls, campanhas de conscientização do uso correto de informações confidenciais, são sempre bem-vindas para minimizar as chances de sucesso de um possível ataque, já que muitas vezes os cibercriminosos se utilizam de pequenas oportunidades para abrir portas que se tornam gigantescas.

  • Bancos digitais caem no gosto e são preferidos por 45,5% dos brasileiros

    O trabalho do Banco Central para ampliar o acesso da população aos serviços bancários e a facilidade de garantir a abertura de uma conta sem ir a uma agência fizeram com que os bancos digitais, uma das categorias de fintechs, caíssem no gosto dos brasileiros. Devido a esses fatores, as referidas instituições já são as preferidas por 45,5% dos consumidores, de acordo com a quinta edição do Ranking de Onboarding, realizado pela plataforma de verificação de identidade idwall. Só em 2022, o total de correntistas nessa modalidade passaram de 1 bilhão. A pesquisa foi feita com mais de dois mil clientes de 23 instituições financeiras. Entre elas, estavam bancos tradicionais e as próprias fintechs. E os números não param por aí. A proporção de usuários com os dois tipos de conta chegou a 72,8% em 2022. Outro dado interessante é o fato de o número de contas por pessoa ter passado de 3,5 em 2020 para 5,2 no ano passado. Isso faz o Brasil um dos países mais bancarizados e com a maior digitalização financeira do mundo. “A gente passou por um período muito longo de baixa bancarização da população brasileira. Sabendo disso, o Banco Central promoveu uma flexibilização da regulamentação bancária para permitir que os serviços bancários de pagamentos e manutenção de contas pudessem atingir um percentual maior de pessoas”, avalia Marcelo Godke, advogado especializado em Direito Bancário, Meios de Pagamento e professor da FAAP, Insper e Ceu Law School. O especialista destaca ainda que esse esforço do BC também teve o objetivo de aumentar a concorrência no setor financeiro para os clientes passassem a ter crédito e seu custo caísse no mercado brasileiro. “Assim, uma parte da população passou a ser bancarizada e ter a primeira conta em uma fintech, ao invés de um banco tradicional. Por isso, existe uma preferência das pessoas”, analisa. Outro ponto importante apontado por Godke é a questão do jovem utilizar mais o celular no seu dia a dia. Isso influencia na preferência do público com essa faixa etária, ressalta o advogado. “Então, já existe uma tendência para esse pessoal abrir uma conta em uma fintech por ser uma instituição mais dinâmica e que fala a linguagem dos mais jovens”. Facilidade de abertura A facilidade para abrir uma conta numa instituição com base tecnológica de atendimento e sem ter que ir a uma agência bancária para manter o serviço e um outro ponto fundamental para as fintechs caírem no gosto dos brasileiros. Em relação à concorrência entre as duas modalidades de instituição, Godke vai mais além. Ele afirma que os bancos tradicionais já se sentem ameaçados pelas fintechs, que já nascem em meio a uma tecnologia de transferência de dinheiro via PIX. “Os grandes bancos não gostam muito disso porque isso faz reduzir a receita nas transações”.

  • KRYP.TOOLS promove evento de criptomoedas e Web3

    No próximo dia 18 de abril acontece, em São Paulo, o evento “WEB3 LATAM: Tendências do Mercado de Criptomoedas e Web3 na América Latina". Entre as empresas organizadoras está a KRYP.TOOLS, plataforma de SaaS (Software as a Service) e única para quem já investe em cripto ativos e gerencia ou negocia carteiras em mais de uma conta ou usa diversas exchanges. O WEB3 LATAM tem como objetivo aproximar o público institucional do público consumidor, proporcionando palestras e painéis de discussão apresentados por especialistas no assunto. De acordo com o consultor Maurício Zanetti, CEO da KRYP.TOOLS, existem muitas dúvidas sobre o mercado de criptomoedas, por isso o evento será uma oportunidade de ampliar a educação sobre o tema. A empresa será patrocinador e também co-realizador da iniciativa. “Entre os temas abordados nas palestras estarão: a regulação de criptomoedas na América Latina; desafios e oportunidades para investimento em ativos digitais; tokenização e perspectivas futuras”, conta. O intuito do painel é ressaltar sobre a importância de realizar uma análise técnica dos criptoativos, antes da decisão de investimento, além da análise de mercado como interpretação de gráficos, tabelas, liquidez etc. O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. As palestras devem acontecer das 10h às 17h e, após o término, haverá um happy hour com muito networking. As outras empresas que participam da organização do evento são a ChainUp e a LBank.

  • Além do ovo de páscoa: Gift Cards surgem como opção atrativa de presente para a data

    A Páscoa, um dos mais importantes feriados do calendário brasileiro, tradicionalmente é comemorada com muito chocolate, principalmente como presente que pais, tios e avós dão aos mais jovens. Nos últimos anos, porém, o avanço dos produtos ofertados, fez com que os gift cards, cartões presentes que possuem valor específico e podem ser usados para diversos tipos de consumo, como compra de jogos de videogames, assinaturas de streamings, entre outras diversas opções, ganhassem espaço neste tipo de data comemorativa. “Os cartões presentes dão uma liberdade de escolha maior para quem deseja presentear, podendo transitar entre diversas opções de lazer e consumo”, explica Rogério Albuquerque, head de marketing e produtos da Card, empresa de meios de pagamento com mais de 90 mil pontos no Brasil. Apenas em 2022, a Card vendeu mais de 5 milhões de gift cards nos seus pontos de vendas (PDV’s), número que evidencia o potencial mercadológico dos produtos em solo nacional. Além disso, dados do relatório Global Gift Card Survey, apontam que a indústria de gift cards deve movimentar mais de US$221 bilhões até o fim do ano que vem, impulsionados pela procura maior do consumidor. Abaixo, confira quatro segmentos de gift card que podem ser ótimos presentes nesta Páscoa: Delivery Caso a opção de presente seja mais tradicional, os gift cards de deliverys podem ajudar na compra de ovos de páscoa ou de outro produto semelhante. Além da praticidade de receber em casa, por meio dos mercados e restaurantes cadastrados nas plataformas, muitos deles possuem cupons recorrentes, que podem ajudar a economizar na hora de fechar a compra. Jogos Os videogames são verdadeiros objetos de consumo dos jovens atualmente e de acordo com a consultoria Newzoo, em 2023 o setor deve faturar cerca de R$1 trilhão de reais no mundo. Com as compras cada vez mais concentradas nas lojas digitais das plataformas, como Xbox, Playstation e Steam, dar gift cards desse segmento pode ser uma ótima alternativa de presente. Entretenimento Com os usuários cada vez mais inclinados a experimentar ou manter as assinaturas de streaming, para usufruir da séries, filmes, esportes ou escutar podcasts e músicas, a ação de presentear com gift cards desse segmento, deve ser uma ótima opção na Páscoa. Loja de aplicativos para celulares O crescente número de celulares é uma realidade consolidada no mundo, e também no Brasil, segundo levantamento anual da FGV, o país possui 242 milhões de smartphones atualmente. Diante deste fato a compra de jogos e aplicativos dentro das lojas virtuais de smartphones também cresceu exponencialmente nos últimos anos, o que pode fazer com que cartões presentes desta modalidade façam sucesso como presentes neste feriado.

  • Ao aderir consórcio com IA, cliente é contemplado com carro em menos de 1 mês

    Muitos brasileiros ainda sonham em ter um carro próprio, no entanto, os altos valores acabam afastando os consumidores quando vão pesquisar os modelos nas concessionárias. Para driblar esse problema e conquistar o seu objetivo, o empresário Rodolfo José de Medeiros Dantas, de 32 anos, procurou os serviços da Turn2C, infraestrutura de inteligência artificial (IA) para o mercado de consórcio, e foi contemplado com um carro em menos de um mês. Dantas, que é morador de Natal, no Rio Grande do Norte, e fundador da startup de motos Pitom84, conheceu a empresa por meio de indicação de um amigo, que foi à feira da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). A princípio, ele teve uma reunião com a Turn2C para negócios voltados à sua startup e como gostou do que foi oferecido, decidiu que iria tentar o consórcio para si próprio, buscando a aquisição de um carro. A aplicação da tecnologia e previsibilidade da Turn2C foram fatores decisivos para que o empresário optasse pela escolha do consórcio, além da diferença em relação ao valor da parcela – metade do que seria pago a um financiamento convencional no banco. “O processo de contratação do consórcio foi rápido, simples e realizado de forma remota. Fizemos simulação do plano e assim que ficou como eu queria, enviei a documentação, assinei o contrato digitalmente e, em dois dias, estava tudo fechado”, explica Dantas. Após a viabilização das questões burocráticas, Dantas recebeu seu carro em menos de um mês. A rapidez da empresa o deixou impressionado, mesmo o prazo estando de acordo com a previsibilidade que havia sido informada no início do processo, suprindo assim a expectativa que foi depositada. O carro adquirido por Dantas é um Jeep Renegade, avaliado em R$90.000,00. Após a compra bem sucedida, ele tem pretensão de utilizar o consórcio para outras finalidades, como cirurgia plástica e também viagens. “Fiquei muito satisfeito com o serviço oferecido pela Turn2C e também com o atendimento no pós venda. Tenho certeza que o apoio da equipe durante o processo foi fundamental para que eu atingisse meu objetivo de forma rápida” finaliza. Segundo Bruno Pinheiro, fundador e CEO da Turn2C, é comum que clientes procurem a fintech como forma de adquirir automóveis. Um estudo interno realizado pela empresa avaliou a base de clientes e detectou o perfil das pessoas que buscaram o consórcio no primeiro semestre de 2022. De acordo com dados da plataforma Turn2C, nos primeiros seis meses de 2022, os homens foram a maioria ao comprar consórcios e a aquisição de carros, imóveis e caminhões figuraram entre os principais objetivos dos clientes. “No último ano, o levantamento interno nos permitiu constatar para quais fins os clientes estavam recorrendo ao consórcio, e em primeiro lugar estão justamente os que buscam comprar automóveis (34,27%). Buscamos aprimorar os nossos serviços para atender a necessidade de compra desses clientes, de forma que eles saiam satisfeitos não apenas com o valor das parcelas e a rapidez da contemplação, mas também com a qualidade do nosso atendimento e queiram voltar para realizar novos objetivos. O caso do Rodolfo é um ótimo exemplo disso e a satisfação dele mostra que estamos no caminho certo”, destaca o executivo.

  • Herança digital: o que acontece com NFTs e Bitcoins depois da morte do proprietário?

    A morte é uma das certezas da vida e apesar de ser inevitável, a maioria das pessoas não pensa no que vai acontecer com algumas coisas que serão deixadas depois que morrerem. Uma dessas preocupações está relacionada à herança digital, que é tudo aquilo que um falecido deixa após a sua morte: as redes sociais como Facebook e Instagram, e-mails, tweets, criptomoedas, NFTs e até os vídeos monetizados no YouTube. De acordo com estudo feito pelo Cremation Institute, 90% dos donos de criptomoedas estão preocupados com o que vai acontecer às suas criptomoedas depois da morte. No entanto, boa parte dos investidores não se preocupam com sua herança digital. Criptomoedas são formas de patrimônio ainda muito novas no mercado e por essa razão muitas leis e ações em relação a essas moedas seguem sem uma definição clara. Segundo Adriana Molha, sócia-fundadora da Go Digital Factory, empresa que desenvolve soluções para educar pessoas e companhias sobre Web3, Metaverso e a Nova Geração de Tecnologias por meio de workshops, palestras, conteúdo e podcast, os termos de acordo de serviço nos Estados Unidos já indicam como o controle daquele bem vai além do dono original. Em alguns casos, Adriana afirma que já é possível planejar com antecedência quem terá acessos aos bens da herança digital. “No entanto, é importante reforçar que acesso não é o mesmo que posse. Especificamente na legislação americana, o acesso à conta limita-se exatamente a isso. É o que acontece com o iTunes e o Kindle: não é possível transmitir as músicas e os livros aos herdeiros”, explica. No Brasil, a situação é diferente. De acordo com a também sócia-fundadora Ana Wadovski, já é possível notificar as empresas de criptomoedas com um pedido judicial. Essa ação faz com que as empresas informem quais foram os investimentos realizados pelo falecido, sendo possível saber quais criptomoedas foram compradas, a quantidade e se há saldo em moeda fiat. Assim, os herdeiros podem pedir que a herança digital seja incluída no inventário do falecido. Sobre NFTs e Bitcoins, Ana explica que existem casos de pessoas que morreram e deixaram verdadeiras fortunas. “O investidor romeno Mircea Popescu teria deixado o equivalente a US$ 162 bilhões em bitcoins após sua morte na Costa Rica. Nenhum familiar ou amigo de Mircea possuía acesso às suas chaves privadas e credenciais de acesso. Logo, estes Bitcoins teriam ficado completamente perdidos”, diz. O fundador da exchange QuadrigaCX, Gerald Cotten, também foi mais um caso de criptomoedas perdidas. No entanto, a situação de Cotten foi bem mais misteriosa e problemática. Isto porque Cotten morreu em circunstâncias suspeitas, levando consigo todos os US$ 250 milhões de 76 mil investidores, uma vez que somente ele tinha acesso à senha da cold wallet em que guardava os ativos. O caso virou documentário da Netflix, intitulado Trust No One: The Hunt for the Crypto King. Diante disso, Adriana ressalta que é possível sim deixar criptomoedas e NFTs como herança, desde que determinado em testamento quem herdará. As moedas digitais podem ser mais facilmente resolvidas dentro da herança digital, pois possuem cotação diária e serão avaliadas no momento da divisão com os herdeiros. Em complemento, Ana destaca que os NFTs, por sua vez, são mais complicados, pois como sofrem uma variação considerável de valor, pode haver discordância dos herdeiros em relação ao valor do ativo. Desta forma, o juiz pode solicitar a presença de um avaliador judicial que tenha conhecimento no mundo crypto para ajudar a precificar o NFT. Para sanar esse problema com heranças digitais, existem empresas com soluções com foco neste mercado. “Empresas como Safe Haven, Casa e TrustVerse permitem que as pessoas protejam sua herança digital com tecnologia Blockchain e criptografia. Em tempo, o serviço não se limita à criptomoedas e NFTs, mas também abrange seus perfis nas redes como Facebook e Google”, finaliza Ana. Há em curso uma nova proposta nas redes Blockchains para facilitar a experiência dos usuários com suas senhas e acesso aos seus bens digitais, de maneira que, será possível reaver a senha das carteiras digitais a fim de evitar ativos bloqueados e perdidos para sempre. Até lá, a melhor maneira de se resguardar é guardar a senha de doze palavras e compartilhar com alguém de confiança.

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