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- PagBank PagSeguro encerra 2022 com faturamento anual de R$ 16,8 bilhões
Banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, o PagBank PagSeguro (NYSE: PAGS) anuncia os resultados consolidados de 2022 e do quarto trimestre do último ano (4T22). Entre os destaques do ano passado, a Companhia registrou faturamento de R$ 16,8 bilhões (+48% a.a.), receita líquida de R$ 15,3 bilhões (+47% a.a.) e lucro líquido contábil de R$ 1,5 bilhão (+29% a.a.). No 4T22, o lucro líquido contábil registrado foi de R$ 408 milhões (+35% a.a.). Já o lucro líquido ajustado foi de R$ 1,6 bilhão (+12% a.a.), sendo que somente no 4T22 atingiu R$ 411 milhões (+23% a.a.). O PagBank PagSeguro consolidou sua posição como o 2º maior banco digital do país em número de clientes, atingindo 28 milhões, o que representa aproximadamente 13% da população brasileira. Somente em 2022, foram conquistados quase 6 milhões de novos clientes em relação ao ano anterior. Alexandre Magnani, CEO do PagBank PagSeguro, atribui o desempenho ao DNA de tecnologia do grupo, desenvolvimento de produtos escaláveis, extenso portfólio de soluções e serviços ofertados, além da execução de ponta. “Somos o banco digital mais completo do país, atuando em duas verticais de negócios: serviços financeiros e plataforma de pagamentos. Nossa grade de produtos conta com cartões, oferta de crédito, investimentos, seguros, Pix, pagamentos de contas e tributos, débito automático, recarga de celular, entre outros. Possuímos também a maior rede de aceitação de pagamentos do Brasil, que passa por ofertas de maquininhas, pagamentos online, Pix QR code, soluções de software para gestão de negócios e pagamentos transfronteiriços. Além disso, investimos em uma comunicação clara e massiva em todos os meios de comunicação.”, afirma o executivo. De acordo com Artur Schunck, CFO do PagBank PagSeguro, os principais destaques do ano foram o crescimento das receitas, o aumento da eficiência em custos e despesas e a sólida geração de caixa e criação de valor. “Em 2022, registramos um forte crescimento das receitas de adquirência, por conta dos ganhos de participação de mercado e precificação assertiva no decorrer do ano, além do crescimento do PagBank nas frentes de receitas de juros e transações. Nossa disciplina em controlar custos, despesas e investimentos nos colocou em uma posição única de ser uma das poucas fintechs lucrativas desde o IPO, e fecharmos 2022 com uma posição de caixa robusta, mesmo com dois anos de pandemia e um ciclo de alta de juros expressivo”, destaca Schunck. Outros destaques operacionais Em 2022, a empresa alcançou a marca de R$ 1 trilhão de transações financeiras processadas na história da companhia e no terceiro trimestre de 2022, os volumes de transações financeiras do PagBank superaram pela primeira vez os volumes da adquirência. Em serviços financeiros (PagBank), a receita líquida de 2022 foi de R$ 1,3 bilhões (+40% a.a.), enquanto a receita líquida do 4T22 ficou em R$ 329 milhões. Ao final do ano, foram registrados a histórica marca de R$ 21 bilhões (+ 134% a.a.) em depósitos e R$ 2,7 bilhões (+43% a.a.) em carteira de crédito, aumentando a exposição a produtos de crédito com garantia, movimento iniciado muito antes do aumento substancial do endividamento e da inadimplência no país ao longo de 2022. Para Magnani, um dos fatores que impactaram positivamente os depósitos foi a disponibilização de diversas funcionalidades no banco digital. “Oferecemos, gratuitamente, a Conta Rendeira, uma conta que rende mais que a poupança, e temos os melhores CDBs do mercado, com opção de cartão de crédito atrelado aos investimentos ou reserva de saldo em conta.”, ressaltou. “Em relação à carteira de crédito, crescemos de maneira expressiva nos produtos com garantia, alcançando 40% do portfólio no 4T22, com os produtos de crédito consignado, saque-aniversário do FGTS e cartão de crédito com limites atrelados a reserva de conta ou CDBs do PagBank, um produto desenvolvido em casa e pensado para o nosso público”, acrescentou o executivo. Já em pagamentos (PagSeguro), o volume total processado (TPV, na sigla em inglês) alcançou a marca de R$ 354 bilhões (+40% a.a.), crescendo 60% mais que a indústria, que cresceu 25% em 2022, de acordo com os dados da ABECS, e 9 vezes maior que o TPV que a companhia processou em 2017. Somente no 4T22, o TPV atingiu R$ 94,3 bilhões (+19% a.a.). Magnani atribui o crescimento do TPV ao aumento de volume de transações eletrônicas em substituição ao dinheiro, aceleradas pela pandemia e ao bom desempenho observado durante as festas de final de ano. Além disso, o PagBank PagSeguro continuou ganhando participação do mercado em diferentes segmentos, como por exemplo, sua estratégia de polos comerciais, visando atender também os pequenos e médios empreendedores brasileiros. “No último ano, conseguimos novamente equilibrar crescimento com lucratividade e esperamos realizar o mesmo feito em 2023. Somos uma empresa de tecnologia brasileira servindo aos brasileiros. Seguimos no desenvolvimento e no aprimoramento do nosso ecossistema completo e integrado, fornecendo soluções de pagamentos e serviços financeiros para empreendedores e consumidores, de forma simples, segura e acessível.”, conclui o CEO do PagBank PagSeguro. Para conhecer os resultados do PagBank PagSeguro de 2022 e do 4T22, clique aqui.
- Conta Azul e BTG Pactual Empresas anunciam integração
A cada ano que passa, a tecnologia tem transformado cada vez mais a vida das pessoas e o mundo dos negócios. No setor financeiro não tem sido diferente. Para 2023, um dos principais objetivos da Conta Azul, fintech que oferece um ERP de gestão financeira para empreendedores, é fortalecer ainda mais a relação entre ERP e banco. Esse modelo busca levar mais disciplina financeira para que as empresas cresçam de forma organizada. Pensando nisso, a Conta Azul já começa o ano com mais uma novidade: a integração com o banco BTG Pactual Empresas, maior Banco de Investimentos da América Latina. O objetivo não poderia ser mais simples: oferecer mais uma forma de os empreendedores potencializarem e organizarem a saúde financeira dos seus negócios. A partir de agora, clientes do BTG que utilizaram o ERP em nuvem da Conta Azul vão ter suas transações bancárias automaticamente conciliadas. “Em um cenário cada vez mais competitivo, acredito que a cultura, a disciplina financeira, nunca foram tão importantes para as empresas escalarem seus negócios mantendo as finanças organizadas. Nossa visão é construir uma fusão completa do ERP com o banco, proporcionar um nível de automatização das rotinas financeiras jamais visto. Em outras palavras, estamos trabalhando para que o empreendedor e seu time financeiro tenham cada vez mais tempo para cuidar do negócio e informações corretas para tomar as melhores decisões. A integração com o BTG vai potencializar isso“, disse Vinicius Roveda, CEO da Conta Azul. “A parceria com a Conta Azul vem agregar ainda mais à nossa proposta de valor, que é trazer opções que facilitem e tornem mais prática a vida do empresário. Automatizar tarefas torna o dia-a-dia da gestão financeira mais palatável para os negócios dos nossos clientes”, diz Gabriel Motomura, co-head do BTG Pactual Empresas. Economia de tempo e seus benefícios Definitivamente um dos principais benefícios do ERP é a economia de tempo que ele gera para a empresa e, consequentemente, a otimização de horas das pessoas, que conseguem ser mais estratégicas para o negócio. Isso porque os processos que eram demorados, manuais e burocráticos, ficam organizados e simplificados, contribuindo para o dia a dia de setores e das organizações como um todo. Na integração da Conta Azul e do BTG Pactual Empresas, toda a conciliação de dados acontece de forma automática e simples. A integração dos dois sistemas garante uma economia de até 20 horas por mês na gestão financeira da empresa. “Para 2023 em diante, nossa direção é apoiar todas as fases do negócio da pequena à média empresa. Nosso compromisso é evoluir sempre, cada vez mais atender melhor nossos clientes independente do segmento e tamanho. Permitir que, através do nosso ERP em nuvem, além da gestão financeira completa, nossos clientes realizem operações bancárias sem a necessidade de acessar o internet banking, além de interagir com ajuda de especialistas, como seu contador ou seu BPO financeiro, pontos estes fundamentais para vencer os desafios do negócio”, disse Roveda. “A partir desse primeiro passo, estaremos prontos para avançar na oferta de crédito e outros produtos e serviços financeiros para os clientes da Conta Azul”, diz Rogério Stallone, sócio de crédito corporativo e co-head do BTG Pactual Empresas.
- Klubi anuncia piloto como o novo embaixador e influenciador da marca
O Klubi, única fintech autorizada pelo Banco Central para operar como administradora de consórcios, anuncia Luiz Razia como novo embaixador e influenciador da marca em canais digitais. A chegada do ex-piloto de Fórmula 1, empresário do setor e atual apresentador do programa AutoEsporte faz parte do plano de comunicação da empresa para trazer conteúdos exclusivos sobre o mercado de automóveis, principalmente sobre compra, venda e crédito. Com passagens pela Fórmula 1, Fórmula 3, GP2 e Fórmula Indy Light, Luiz Razia é piloto profissional desde os 12 anos e uma grande referência no setor automobilístico. “A parceria com o Klubi é mais um passo importante na minha carreira de influenciador. Vamos trazer conteúdos exclusivos sobre o mercado, com dicas para quem quer entender como comprar um carro de forma financeiramente organizada”, acrescenta Razia. Estreando conteúdos exclusivos com Luiz Razia a partir de março, o Klubi aposta na chegada do influenciador como uma forma de aumentar o reconhecimento da marca, principalmente no meio digital. “Percebemos que quem deseja comprar um carro geralmente busca por referências para entender qual a melhor forma de se organizar financeiramente para fazer a compra. O Razia é uma referência nesse mercado e com ele vamos poder nos aproximar do consumidor oferecendo conteúdos bastante didáticos e interessantes sobre o mercado”, aponta Eduardo Rocha, CEO e fundador do Klubi.
- Startup chega ao mercado de renegociação de dívidas com proposta inédita
A startup de impacto social Cabe no Meu Bolso chegou ao mercado com uma nova proposta: ao invés de dizer o quanto o devedor deve pagar, aceita que este faça uma proposta do quanto pode pagar por mês. Diferente dos outros portais, a startup coloca o consumidor no centro da operação. “As empresas de cobrança olham o devedor como o cara que está errado. Eu trabalho pro consumidor porque acredito que essa é a única forma dele fazer o pagamento. Hoje, no Brasil, são mais de 69 milhões de pessoas sem acesso a crédito porque estão negativadas e mais de 100 milhões de pessoas com contas atrasadas. Uma boa parte destes brasileiros não têm recursos para uma despesa não planejada como uma geladeira quebrada, por exemplo, ou uma avaria num smartphone. Sabemos o quão importante é sanar as dívidas e recuperar o crédito e vamos fazer o possível para que o máximo de pessoas consiga pagar suas contas em atraso”, explica José Moniz, CEO da startup. Para dar início ao processo de renegociação, que é 100% online, o cliente deve acessar o site Cabe no Meu Bolso (https://cabenomeubolso.com.br/), preencher seus dados e encontrar a dívida que deseja pagar e, em seguida, basta informar quanto pode pagar por mês. A partir deste momento, a startup encontra a melhor oferta e registra o acordo com a Claro, que é empresa parceira da Cabe no Meu Bolso. Para finalizar, basta imprimir o boleto e pagar as parcelas conforme acertado. O consumidor que desejar pode buscar linhas de crédito diretamente no site da startup. "A empresa, que começou a operar em dezembro, já identificou mais R$5 bilhões em descontos que poderão ser acessados pelos clientes da Claro e faz de tudo para facilitar a negociação com os clientes devedores. “O processo é simples, rápido e sem burocracia. Não tem ligação telefônica, não tem ninguém perturbando durante o dia. O consumidor assume as rédeas da negociação de acordo com seu orçamento”, finaliza Moniz.
- Pesquisa revela as prioridades financeiras dos usuários do Mercado Pago em 2023
O número de empreendedores deve continuar crescendo em 2023. É o que revela uma pesquisa do Mercado Pago, banco digital do Mercado Livre, cujo resultado apontou que, entre os principais objetivos financeiros para o ano, 41% dos entrevistados estão se planejando para empreender ainda este ano. Como segunda prioridade, para 21% deles, está poupar dinheiro para ter uma reserva. Completam o Top 3, aqueles que estão organizando o orçamento para a compra de um imóvel, resposta de 17% dos participantes do levantamento. Realizada entre 16 e 20 de janeiro, a pesquisa com 1.545 usuários do Mercado Pago e do Mercado Livre revela ainda que ¼ deles utilizam uma tradicional planilha de Excel para organizar as finanças. Entretanto, 31% preferem ferramentas online, sendo que 17% desses optam pelo recurso Reservas do Mercado Pago para fazerem a gestão de suas metas e objetivos por meio da funcionalidade. A função Reservas Programadas é um aprimoramento da função Reservas, que auxilia os usuários a cumprirem com os compromissos financeiros. Com ela, o cliente define o valor que deseja poupar mensalmente, o tempo que deseja guardar os investimentos e a melhor data para o depósito automático, além de possibilitar o acompanhamento de cada etapa em direção ao cumprimento dos objetivos. “Enxergamos nos resultados da pesquisa um desejo de organização do orçamento para o ano, embora ainda existam muitos desafios em termos de organização financeira”, analisa Ignácio Estivariz, head de Banco Digital do Mercado Pago. “Um exemplo disso é que 26% dos entrevistados que ainda não utilizam ferramentas digitais e integradas para se planejar financeiramente. Há uma grande oportunidade de entender quanto se tem recursos, oportunidades de rentabilidade, caminhos para quitar dívidas ou realizar sonhos”, explica. O estudo mostra ainda que muitos se organizaram previamente para já começar o ano com o orçamento em dia: 19% dos entrevistados afirmaram ter utilizado o 13º salário para pagamento de contas no início do ano, como IPTU e IPVA. Outros 14% investiram esse benefício e 11% reservaram o dinheiro para matrícula, compra de uniforme e material escolar. Confira o ranking dos principais motivos do planejamento financeiro para 2023: 1° Empreender 41% 2° Poupar dinheiro 21% 3° Comprar imóvel 17% 4° Comprar carro 10% 5° Estudar 8% 6° Viajar 3%
- Clube de vantagens pode aumentar a lucratividade de seu negócio em 40%
Será que a mercearia do Seu Joaquim pode oferecer aos seus clientes um clube que premie e incentive seus consumidores em troca de vantagens? Clube de vantagens e de benefícios é bastante comum para grandes empresas, e cada vez mais a máxima é verdadeira quando se trata de negócios menores: o modelo de troca pode ser — e realmente tem se mostrado ser — positivo para os negócios locais e de menor tamanho, como supermercados, bares e restaurantes. Com um programa de vantagens, é possível um pequeno negócio elevar sua lucratividade aumentando sua base de clientes fixos em cerca de 40%, segundo dados da base de clientes da Lecupon. Foi o que aconteceu com o Movimento Mais Brasil, associação civil que oferece aos seus associados/beneficiários efetivos a proteção veicular tendo como base uma cooperação mútua, com serviços como: ressarcimento em caso de furto ou roubo qualificado; reparo em caso de acidente; assistência a qualquer hora do dia; carro reserva de até 30 dias para casos de colisão; e reparo em veículo de terceiros em caso de colisão. Com a inclusão de parceiros próprios, foi possível oferecer aos beneficiários ativos vantagens próximas e que, muitas vezes, já faziam parte do dia a dia deles, facilitando ainda mais o estreitamento dos relacionamentos. No entanto, é importante fazer a lição de casa para que o modelo realmente funcione. O primeiro passo para que o negócio tenha um clube de vantagens efetivo e venda mais é entender o público-alvo e quais tipos de vantagens são mais atraentes. Por exemplo, se, para determinado comércio, é melhor oferecer cashback (devolver uma quantidade do valor pago em um produto), oferecer a troca de pontos por produtos no local ou, até mesmo, usar esses pontos em outros marketplaces de maior tamanho, como Magalu, Americanas, Amazon, Apple, entre outros. A variedade é grande, mas entender o perfil do consumidor é importantíssimo para o sucesso. Outro ponto fundamental é tornar fácil e simples o acesso e checagem de pontos e trocas. Hoje, existem aplicativos que permitem a criação de seu clube de lealdade de forma rápida e simples, e ainda customizada. A divulgação também é parte estratégica do sucesso. A divulgação do benefício por meio de um pacote mensal (com artes para redes sociais) que permite ao cliente escolher quais divulgações mais têm a ver com o mercado em que ele atua, a inserção na régua de e-mail marketing e a customização de banners que estarão destacados dentro do APP são grandes diferenciais. Tudo traz a sensação de personalização, que impacta, diretamente, na estratégia de público-alvo. Não há tamanho de negócios que impossibilite a criação de um programa de fidelização. Qualquer empreendimento que pretenda conquistar novos clientes e garantir a permanência dos atuais valendo-se de diferenciais de mercado e de uma relação duradoura com a base já pode oferecer clube de vantagens. Por Aluisio Diniz Cirino, empresário, CEO e fundador da Lecupon
- Pequenos empresários poderão antecipar recebíveis por máquina de cartão da iCertus
As máquinas de cartão de crédito e débito se tornaram uma ferramenta essencial para empresas, sejam pequenas ou grandes, que querem oferecer comodidade e praticidade aos clientes na hora do pagamento. Com a popularização dessa tecnologia, surgiu também a possibilidade de antecipar recebíveis. Ou seja, receber o dinheiro das vendas parceladas de forma antecipada. Essa é uma opção interessante para as empresas que precisam de capital de giro imediato para investimentos, pagamentos de funcionários e fornecedores, além de outras despesas. Entretanto, alguns microempreendedores ainda são prejudicados pelas altas taxas de juros praticadas pelos bancos brasileiros. Com isso, faz-se a necessidade de encontrar soluções que auxiliem esses empreendedores a prosperar sem perder parte de seus ganhos. A iCertus, startup que oferece soluções financeiras para empresas, como antecipação de recebíveis e empréstimo de capital de giro em uma plataforma simples e intuitiva, está lançando a sua própria máquina de cartões para MEI’s, os microempreendedores individuais. Nela, será possível antecipar valores com taxas muito menores do que as praticadas, atualmente, pelas instituições financeiras, facilitando o crescimento desses microempresários. De acordo com Fábio Ieger, CEO da startup, a solução é completamente integrada à plataforma da iCertus, facilitando as operações financeiras. “Esse é um dos pontos que simplificam ainda mais a antecipação de recebíveis, tendo em vista que todas as operações acontecem dentro do mesmo software e sem a atuação de bancos ou outras organizações”, relata. Para Fábio, a cobrança abusiva de juros em antecipações de recebíveis é um problema que afeta muitas empresas e empreendedores, prejudicando a saúde financeira dos negócios. “Muitas vezes, essas empresas recorrem a esse recurso, mas se tornam vítimas de práticas abusivas, aumentando ainda mais suas dívidas. Os empresários precisam estar atentos para evitar prejuízos desnecessários e garantir a sustentabilidade de seus empreendimentos”, declara. A solução da iCertus será disponibilizada em formato de assinatura e o CEO acredita que o valor é acessível para qualquer microempreendedor. “No plano anual, a mensalidade é de R$ 29,90, enquanto o plano mensal tem o valor de R$ 39,90. É um movimento ousado e vai contra o que as grandes instituições financeiras estão praticando. No entanto, acreditamos que esse tipo de ação é exatamente o que o mercado brasileiro precisa para voltar a crescer e se destacar em todo o mundo”, finaliza. Para mais informações sobre a máquina de cartão, o ERP e outras soluções da iCertus, acesse: https://icertus.com.br/
- Suspensão das linhas de crédito do BNDES: Tecnologia pode ser a saída para pequeno produtor rural
O Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES) anunciou, nas últimas semanas, a suspensão de nove linhas de crédito rural, deixando principalmente os pequenos e médios produtores rurais preocupados sobre o futuro de suas produções. De acordo com Valder Zacarkim, CEO do FazendaCheia, plataforma especializada em investimentos agropecuários por meio de financiamento coletivo, esse cenário preocupa os pequenos e médios empreendedores rurais principalmente pelo fato de eles contarem, na esmagadora maioria das vezes, com esses recursos do BNDES, já que os bancos brasileiros convencionais tornam as fontes de financiamento e de crédito muito mais acessíveis aos grandes produtores do ramo. “O pequeno produtor fica refém das grandes instituições financeiras, que além de serem muito mais escassos, ainda são impostas diversas dificuldades para a obtenção desse crédito que, no fim, acabam sendo insuficientes, na maioria das vezes, para desempenhar suas atividades”, explica o executivo do FazendaCheia. O especialista ainda aponta que, no Brasil, 84% das propriedades rurais pertencem aos pequenos e médios agropecuaristas, o que representa uma parcela significativa do abastecimento nacional, tendo em vista que as grandes empresas têm como objetivo principal a exportação de suas produções. Caroline Hirassaka, co-fundadora do FazendaCheia e técnica em finanças, explica que, com os pequenos e médios produtores rurais impedidos de tomarem crédito para suas produções, há um certo risco de que isso impacte diretamente na produção pecuária e, consequentemente, na economia brasileira, já que 21,1% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil é proveniente do agronegócio e, destes, cerca de 25% vem justamente do pequeno e médio produtor rural. “Além desses ‘cortes’ nas linhas de financiamento do BNDES, há de se considerar também a dificuldade, cada vez maior, em se tomar crédito nos bancos tradicionais. Toda a instabilidade econômica pela qual o Brasil tem passado, torna o mercado de crédito muito mais restrito e rigoroso com relação a quanto, quando, como e pra quem irá emprestar aquele recurso”, pontua Hirassaka. O financiamento coletivo como uma saída viável O financiamento coletivo, conhecido internacionalmente como crowdfunding, consiste na captação de capital de investidores para o financiamento de um projeto de interesse em comum entre esses investidores que, na maioria das vezes, são pessoas físicas. Um grupo de pessoas interessadas em um determinado objetivo reúne-se para aportarem capital e financiar uma determinada iniciativa, o que seria bem mais oneroso caso o valor total partisse de uma única fonte. O FazendaCheia é uma plataforma inovadora que conecta o pequeno produtor rural à pessoas interessadas em investir no ramo da pecuária, mas não possuem a totalidade dos recursos necessários para fazê-lo sozinho, ou simplesmente não desejam cuidar diretamente dos empreendimentos pecuários. Sem possuir um pedaço de terra sequer, qualquer interessado pode obter cotas (pedaços do rebanho de gado), tornando-se um investidor do empreendimento pecuário do pequeno produtor rural que, na outra ponta, possui terras adequadas a este fim, mas não os recursos financeiros para a compra do rebanho. O produtor fica responsável por toda a lida com o gado, em absolutamente todos os aspectos, e o investidor recebe, após o tempo determinado para o fim daquele empreendimento, os lucros advindos da destinação do gado, sem precisar ter participado de nenhuma etapa da produção em si. Embora o investidor possa acompanhar em tempo real, através de plataforma própria do FazendaCheia, o seu rebanho, ele também pode, caso deseje, visitar a fazenda daquele pequeno produtor rural que está cuidando de seu gado, para conhecer e participar da rotina pecuária. “Por meio da tecnologia nós conseguimos o impensável: fazer com que uma pessoa, de qualquer lugar do planeta, que não possua nem um pedaço de terra sequer, possa ser um investidor agropecuário, sem precisar pisar numa fazenda, se ele não quiser. Isso foi possível graças à nossa tecnologia de monitoramento, que transforma o gado em um ativo físico com lastro, o que permite o acompanhamento deste ativo. É extremamente disruptivo, e cada vez mais os produtores têm podido contar com esses investidores para tornar viável as suas produções, como deve ser”, finaliza Valder Zacarkim, CEO e co-fundador do FazendaCheia.
- Fintech disponibiliza antecipação salarial para livrar os trabalhadores do cheque especial
A ContaFuturo, fintech que nasceu com a missão de lutar contra o dinheiro negativo, oferece um serviço para evitar que as pessoas caiam no endividamento. O “Ponte Salário” é disponibilizado em parceria com a iniciativa privada e destinado ao trabalhador que precisa solicitar parte do pagamento para fugir do rotativo do cartão de crédito ou cheque especial, que podem ajudar no curto prazo, mas são considerados uma verdadeira armadilha financeira. Com ele, o trabalhador tem acesso a até 40% do seu salário antes da data estabelecida para recebimento. De acordo com dados do Banco Central (BC), a inadimplência no rotativo do cartão de crédito para pessoas físicas cresceu 9 pontos percentuais em 2022. Com isso, ela chegou a 44,7% no fim do ano passado, a maior taxa da série histórica elaborada pela instituição desde março de 2011. Já em relação ao cheque especial, a inadimplência subiu para 13,4%, a maior desde setembro de 2020. O número representou um crescimento de 1,9 ponto percentual nos últimos 12 meses. Felipe Gomes, CEO da ContaFuturo, explica que o objetivo do Ponte Salário é prevenir dívidas futuras, permitindo que o colaborador receba parte do salário antes do dia de pagamento para cobrir imprevistos. O serviço ajuda a evitar que a pessoa precise recorrer a linhas de crédito com juros elevados. “O Ponte Salário se caracteriza pela antecipação de parte do pagamento mensal como forma de prevenção para dívidas futuras. Esse serviço permite que o colaborador receba parcela da sua remuneração mensal antes do dia do pagamento, já que imprevistos não costumam ter data para acontecer”, explica Felipe Gomes, CEO da ContaFuturo. Hoje, a ContaFuturo atende mais de 50 empresas parceiras e quitou mais de R$ 10 milhões em dívidas para mais de 3000 famílias, através do crédito privado. A fintech recentemente captou R$ 20 milhões de investidores institucionais, que serão usados para expandir a operação de crédito. "Nossa missão vai além de emprestar dinheiro, estamos compartilhando ferramentas para ajudar o trabalhador em momentos adversos, sem pressionar o orçamento", finaliza Felipe Gomes.
- Conta Simples anuncia lançamento de cartão e se reposiciona no mercado
A Conta Simples, fintech que oferece recursos para gestão financeira de empresas e múltiplos cartões corporativos, anuncia nesta segunda-feira (27) o lançamento do cartão SCALE, uma nova experiência aos clientes, com uma solução que amplia qualidade, autonomia, liberdade e controle. A novidade chega para marcar seu reposicionamento no mercado. Com a tagline “Liberte o potencial da sua empresa”, a Conta simples reforça seu propósito de se manter alinhada às necessidades dos clientes, destravando seu potencial com constantes inovações para proporcionar uma gestão financeira mais eficiente e menos burocrática. O SCALE, cartão de crédito com limite flexível da empresa, descontinua a modalidade pré-paga para, futuramente, ser a porta de entrada para que os clientes tenham acesso ao limite de crédito pré-aprovado. “Muito mais do que serviços de gestão, vamos entregar experiência aos nossos clientes. Junto a ela, eles terão também mais liberdade, autonomia, controle e visibilidade dos seus gastos corporativos. Isso marca nosso novo momento, mas sem perder de vista nosso principal objetivo: ampliar e simplificar ainda mais a relação das empresas com serviços financeiros”, comenta Rodrigo Tognini, cofundador e CEO da Conta Simples. O que é na prática? Segundo Tognini, “uma das mudanças é como e onde o dinheiro é alocado. Antes, ficava tudo em uma única conta. Agora, há uma separação entre os gastos do cartão e outras transações. Dessa forma, os clientes terão uma visão mais organizada das finanças, os auxiliando para uma melhor gestão e controle”, explica. O SCALE engloba três principais atributos para os clientes Conta Simples: liberdade, potência e economia de tempo. No primeiro, há a possibilidade de pagamentos antecipados. Os clientes também podem criar múltiplos cartões (físicos e/ou virtuais), com centros de custos para cada um deles, além de perfis com diferentes níveis de permissões e acessos. Neste último, os gestores financeiros podem liberar determinadas funcionalidades para que cada colaborador faça o gerenciamento do cartão de forma controlada. Assim, cada área da empresa poderá ter seu próprio cartão, com um gerenciamento único, no aplicativo. Com a potência, o cliente pode construir o próprio limite sem ter que esperar ser aprovado. Muitas empresas têm dinheiro para gastar, mas acabam travadas esperando a aprovação de crédito, por exemplo. Além disso, aproveita 100% de CDI no saldo principal da conta e cashback nas compras acima de R$ 25 mil por mês realizadas com os múltiplos cartões, bem como acompanhamento de toda gestão em só lugar, direto no aplicativo ou internet bank. “Entendemos a dor do cliente, pois já passamos por isso em experiências passadas e sabemos quais são as necessidades deles. O SCALE vem para adicionar saldo ao limite flexível, categorizar as transações de acordo com seu negócio e criar o histórico para esse limite de crédito”, ressalta o CEO da empresa. O que esperar daqui para frente O ano de 2022 foi um marco histórico para a Conta Simples. Ao todo, foram 360 mil cartões emitidos (entre físicos e virtuais), crescimento de 11.000% em números de contas abertas desde a fundação da empresa e valor transacionado de R$ 11 bilhões, sendo R$ 2 bilhões somente em cartões. Dentre seus principais clientes, a Conta Simples atua com startups, agências de marketing e publicidade, dropshippers, dentre outros. Com as novidades, o banco digital visa atingir o breakeven até 2024, bem como seguir trazendo novidades aos clientes. “O mercado é grande e muito promissor. Os números são expressivos, mas sabemos que é possível fazer e entregar muito mais. Para isso, gostamos de escutar o cliente. É preciso entender o que eles precisam, para continuar inovando e fazendo com que eles cresçam ainda mais”, finaliza Rodrigo.
- "Open Finance: Estratégias e Negócios", C&M Software promove webinar gratuito
Há dois anos o Banco Central implementa um ambiente inovador, revolucionando o sistema financeiro, seus produtos e serviços ao redor do país. Em linha com o assunto, a C&M Software, primeira empresa autorizada pelo BC a ser uma provedora de serviços de tecnologia da informação no âmbito do SPB e líder na prestação desse tipo de serviço, promove no dia 28 de fevereiro um webinar com o tema: “Open Finance: Estratégias e Negócios”. O encontro gratuito tem início às 10h30 e discutirá como será o futuro do mercado com o início do ecossistema, que prevê alcançar 60 milhões de usuários no Brasil até 2025. O evento também discutirá como as novas tendências podem ampliar os resultados. Nesse sentido, instituições que não utilizarem automação terão que dobrar sua estrutura de atendimento, impactando diretamente na abertura de contas, na área de crédito, seguros e financiamentos. Através da plataforma Rocket, a C&M Software utiliza inteligência artificial e modelagem preditiva para validação de dados e análise de crédito, oferecendo automação com bpm inteligente e possibilitando um aumento da concorrência com a exposição das carteiras e dados dos clientes, conforme consentimento. A C&M Software é a primeira empresa a ser autorizada pelo Banco Central a estar presente na RSFN e prestar serviços de tecnologia da informação relacionados ao SPB e hoje no PIX. Especialistas na C&M, os palestrantes do webinar são: Arnaldo Lucca, Consultor de Produtos e Serviços; Antonio Kikuti, Diretor de Crédito e Modelagem Preditiva; e Rodrigo Barrocal, Gerente de Marketing. Para mais informações e realização da inscrição no webinar “Open Finance: Estratégias e Negócios”, basta acessar: https://bit.ly/3IoV5oS. Confira um pouco mais sobre os palestrantes abaixo:
- Saque do FGTS para aposentados: saiba como funciona e como transferir para a conta PagBank PagSeguro
Para trazer mais comodidade ao trabalhador, o PagBank PagSeguro, banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, disponibiliza o Saque Aposentadoria do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) no PagBank. Essa funcionalidade visa garantir mais facilidade na hora de ter acesso ao saldo da conta ao se aposentar, seja por tempo de trabalho ou em caso de invalidez. De acordo com a Secretaria da Previdência Social, o Brasil tem hoje mais de 21,8 milhões de aposentados pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Com isso, mais de R$ 50 bilhões são pagos mensalmente pelo instituto. Atualmente, brasileiras e brasileiros se aposentam, em média, respectivamente, aos 61 e 65 anos de idade, ambos tendo contribuído por 15 anos. E de cada três aposentados, dois ganham um salário-mínimo. O Saque do FGTS funciona da seguinte forma: assim que a aposentadoria for aprovada pelo INSS, o profissional pode acessar o aplicativo do FGTS e, então, verificar se o valor já está liberado. Em caso positivo, o titular pode informar a conta do PagBank PagSeguro para receber o saldo disponível. O recebimento acontece em até cinco dias úteis da solicitação. Para encontrar o número da agência e conta PagBank, basta acessar o menu “Meu PagBank” localizado na página inicial do app na parte superior direita. Caso o valor ainda não esteja disponível, o beneficiário pode acessar o mesmo aplicativo do FGTS e, no menu inferior, clicar em “Meus saques”, em seguida, escolher a opção “Outras situações de saques”, clicar na opção “Aposentadoria” e, após ler atentamente as condições apresentadas, clicar em “Solicitar Saque FGTS”, enviando os documentos pedidos e cadastrando a conta PagBank de mesma titularidade (mesmo CPF). Desta forma, a Caixa vai processar e confirmar as informações e, caso aprovado, o dinheiro será liberado para a conta apresentada. Vale ressaltar que todos os aposentados podem sacar o FGTS, mas, de acordo com a situação do profissional, o cenário pode mudar. No caso do aposentado que segue trabalhando na mesma empresa, é possível sacar o acumulado (valor depositado durante o tempo de trabalho), além de poder retirar o dinheiro que entrar nos meses seguintes. Já o profissional que mudou de empresa após a aposentadoria, poderá sacar o valor acumulado quando houver a rescisão contratual. Neste caso, ele não pode fazer o saque mensal que a nova empresa vai depositar. E o aposentado que não trabalha mais, pode sacar todo o valor do FGTS. Para mais informações sobre o Saque Aposentadoria do PagBank PagSeguro, clique aqui.














