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- Vai fazer o álbum de figurinhas da Copa do Mundo 2022? Estas fintechs podem te ajudar a completá-lo
De quatro em quatro anos o Brasil literalmente para, afinal de contas, o brasileiro é apaixonado por futebol e, nestes períodos, acontece um dos eventos mais importantes do mundo esportivo: a Copa do Mundo. Junto com esta paixão pelo futebol e pela Copa, vem mais um grande hobby de muita gente: o álbum de figurinhas. Crianças, jovens e adultos passam a frequentar bancas de jornal, lojas e locais para comprarem e trocarem suas figurinhas. É uma verdadeira febre! Porém, quem costuma colecionar o álbum deve perceber que, a cada edição, os preços das figurinhas vai subindo. Na edição deste ano, o álbum estará disponível nas bancas a partir do dia 19 de agosto (e já está disponível em pré-venda na internet). Um pacote com 5 figurinhas está custando R$ 4. Confira a comparação dos álbuns das edições anteriores: É natural haver o aumento dos preços de uma edição para a outra, pois, justamente, há um aumento generalizado de preços envolvendo os demais produtos e serviços, a inflação. Porém, compare a tabela abaixo. Nela, a comparação é feita pelo preço praticado na venda das figurinhas em relação ao preço de venda da edição de 2002 corrigido a cada edição da Copa pelo índice oficial de inflação do Brasil o IPCA (cálculos feitos a partir da Calculadora do Cidadão do Banco Central): Até a Copa de 2014, os preços praticados estavam abaixo da inflação do período. Porém, nas duas últimas edição percebe-se que o cenário inverteu: o preço praticado supera o aumento generalizado dos preços. De acordo com um levantamento feito pelo portal Uol, para completar o álbum deste ano, deve-se gastar em média R$ 3,178! O que fazer para o álbum pesar menos no bolso? O álbum da Copa é uma boa forma do colecionador desenvolver agumas habilidades da Educação Financeira. O planejamento financeiro é o primeiro passo, com a definição de quanto do orçamento, mensal ou semanal, pode ser destinado para a compra das figurinhas. E claro, as trocas das figurinhas repetidas é fundamental para quem quer gastar menos. Para acompanhar o aumento dos preços a cada edição e conseguir completar o álbum sem ter, cada vez mais, mais exigência do seu poder de compra, é muito interessante buscar investimentos que pelo menos acompanhem a inflação. Alguns investimentos da Renda Fixa, como por exemplo o Tesouro Direto, CDB's, LCI's, LCA's e debêntures possuem rendimentos IPCA+, ou seja, eles remuneram a inflação do período mais uma taxa prefixada. Existem também alguns fundos de renda fixa que usam índices de inflação como benchmarking. E onde você pode encontrar tais investimentos? Buscadores de renda fixa, como o Yubb e o App Renda Fixa são ótimas opção para te ajudar a filtrar quais são os investimentos e onde eles estão. As corretoras de investimento costumam ser ótimos locais para encontrar essa grande diversidade de ativos. Para economizar na hora da compra, usar fintechs que ofereçam cashback também é algo bem interessante, pois devolverá ao colecionador uma parte do valor da compra. E depois de completar o álbum, caso sobrem figurinhas repetidas, tentar vendê-las pode ser uma forma de recuperar parte do gasto. Lembre-se que as figurinhas funcionam de mãos dadas com a relação Oferta e Demanda. Figurinhas mais raras, como as brilhantes, acabam valendo mais. E, porque não, fazer uma grana com o álbum no futuro? Diversos colecionadores vendem álbuns completos de edições anteriores na internet por valores que chegam até a surprender. Conforme os anos se passam, eles se tornam relíquias e podem gerar uma graninha. Quer saber quais são as melhores corretoras e plataformas na visão dos usuários? Basta acessar o nosso site e conferir!
- Onda de demissões chega ao universo das fintechs. O que está acontecendo?
Uma startup, como mostra Erick Ries, pode ser definida como uma organização temporária em busca de um modelo de negócios repetível e escalável. Em outras palavras, é um projeto criado por um período temporário, no qual fazem validações, até o momento que o modelo de negócio é definido, testado e validado no mercado, momento que o projeto deixa de ser incerto e passa para outro patamar. Passada a fase de startup, teremos uma empresa com alto potencial de crescimento que terá outros desafios, alcançar novos mercados, estruturação de processos internos e muita contratação. Já a questão de ser exponencial significa ter um alto potencial de crescimento sem aumento proporcional das despesas. Para isso, é praticamente impossível não ter base tecnológica envolvida na solução. Estas empresas consumam criar novos produtos e serviços em condições de grande incerteza e, como mostra a boa e velha relação Risco x Retorno, atrai atenção de investidores, afinal de contas, pode trazer altos retornos. É por conta disso que muitas startups, mesmo antes de darem lucro, acabam recebendo grandes aportes. As startups nascem, em sua maioria, com recursos escassos (modelo startup enxuta) e, ao longo das validações, passam muitas vezes por períodos sem faturamento. Desta forma, surgem as alternativas de investimentos e financiamentos que "apostam" em seu crescimento, que vão desde o capital próprio dos sócios, até grandes investidores. Todos com o objetivo da valorização do negócio e rentabilidade do investimento realizado. É uma questão envolvendo o custo de capital. Unicórnios, Dragões e Valor O mundo das startups está cheio de "seres". Em 2013, Aileen Lee, introduziu a expressão "startup unicórnio". A ideia foi fazer um paralelo com algo muito difícil de se alcançar, semelhante à dificuldade de encontrar a criatura mística unicórnio: uma startup avaliada em pelo menos US$ 1 bilhão, antes mesmo de abrir capital na bolsa de valores. Já as startups dragões são aquelas que são ainda mais "agressivas" do que os unicórnios, pois são capazes de arrecadar US$ 1 bilhão em uma única rodada de financiamento. Mas afinal de contas, o que define o valor destas startups, fazendo elas alcançarem números tão expressivos muitas vezes antes de terem um cenário de lucro? O valor de uma empresa é algo percebido. Existem várias técnicas de mensurar valor de uma empresa, como por exemplo o embasamento em fluxos de caixa projetados, com desconto de uma taxa que reflita os riscos envolvidos. A princípio, o cálculo de valor das startups deveria ser feito como o das demais empresas, porém as incertezas com relação ao seu futuro tornam o desafio mais complexo, mas, ao mesmo tempo, muito importante. Zebras e Camelos As startups zebras foram surgindo como uma espécie de contraponto aos unicórnios. A zebra foi escolhida justamente por se tratarem de empresas que se remetem ao preto no branco: são empresas que buscam objetividade, promovendo lucro e melhorando a sociedade, sem precisar sacrificar um pelo outro. Ao invés da quantidade, este modelo busca a qualidade e a sustentabilidade. Ao invés de buscar o crescimento e o lucro a qualquer custo, opta-se pela prosperidade compartilhada. Já o termo startups camelos foi criado em referência a este animal que se adapta aos vários climas, sobrevivendo sem comida ou água por meses e podendo correr rapidamente por períodos prolongados. Diferente dos unicórnios, são animais reais, resilientes e que sobrevivem em locais de grande dificuldade. Assim, estas startups priorizam a sobrevivência, com equilíbrio de crescimento e fluxo de caixa. Onda de demissões nas startups Estamos passando por um momento de grandes transformações no universo das startups.O cenário econômico mundial já vem mostrando algumas fragilidades e o cenário de incertezas envolvendo as startups fica ainda maior. Até pouco tempo atrás o acesso ao capital estava mais fácil, e assim as startups podiam manter um ritmo acelerado o tempo inteiro, acreditando que a fonte de dinheiro seria quase inesgotável. Isso acabou gerando um grande dano colateral quando foi necessário frear rapidamente, como exemplo trazendo a necessidade de demissões em massa e a redução das despesas, para que elas conseguissem aumentar o seu “Runway” (métrica usada para saber o quanto de dinheiro ainda possui até a necessidade de entrada de novos recursos). No meio das fintechs a coisa não é diferente. Empresas como Provi, Hash, Ebanx, Quanto, Bitso, SumUp e Warren são alguns dos casos de startups que cresceram, chamaram a atenção de investidores, e estão em momentos de revisão das projeções. Com isso, acabaram decidindo por reduzir a folha salarial. Estas ondas de demissões não pegou todo mundo de surpresa. O principal ponto definido por várias destas empresas e por especialistas é a revisão das projeções por parte das empresas. Com o momento atual de cautela e aumento das taxas de juros pelo mundo todo. Com o novo custo de capital, ajustes estão sendo necessários. A reflexão que fica é: será que as startups unicórnio e dragão estão com os dias contados e dando mais espaço para zebras e camelos? Percebe-se uma nova preferência não mais pelas empresas que crescem a qualquer custo, mas sim pelas que crescem de forma sustentável.
- Controle financeiro pessoal: 5 dicas para controlar suas finanças
Você sabia que o controle financeiro pessoal é a forma mais básica e eficaz de cuidar do seu dinheiro? Ao administrar bem as suas finanças, você atinge uma independência financeira e fica livre dos perrengues mensais com dinheiro. Neste artigo, vamos te apresentar o controle financeiro pessoal e cinco dicas úteis para começar agora mesmo o seu controle de gastos. Continue a leitura! O que é o controle financeiro pessoal? O controle financeiro é a ferramenta de maior importância para lidar com o seu dinheiro. Isso porque ele é baseado em uma boa educação financeira e permite desenhar estratégias mais assertivas para ampliar o seu capital e planejar as suas finanças. Basicamente, o controle financeiro pessoal consiste no hábito de organizar todas as suas receitas e despesas em um determinado período, considerando tanto as contas fixas quanto as despesas gerais. Geralmente, esse controle é realizado mensalmente. É importante ressaltar que ter um bom controle financeiro não significa apenas melhorias financeiras, mas também na sua qualidade de vida. Somente dessa forma você conseguirá lidar com as suas finanças da forma correta e evitar problemas que trazem muita dor de cabeça. Como organizar suas finanças Infelizmente, a educação financeira não é um fator tão trabalhado no Brasil — pelo menos não com a importância que deveria. O descontrole financeiro acontece quando as finanças estão desequilibradas e desorganizadas e, em muitos casos, as pessoas não sabem como pagar as contas no final do mês e não fazem ideia de como as dívidas se acumularam. Dessa forma, o primeiro passo para organizar as suas finanças é investir em uma boa educação financeira. Em outras palavras, desenvolver técnicas e habilidades para tomar boas decisões em relação ao seu dinheiro. Nessa missão, o controle financeiro pessoal pode se tornar um grande aliado! Leia mais: Inteligência financeira: 10 dicas para desenvolver a sua Como começar seu controle financeiro pessoal O primeiro passo para começar o seu controle financeiro pessoal é criar uma rotina para a sua vida financeira. Com que frequência você planeja olhar as suas finanças? Como citamos anteriormente, o controle das finanças pessoais é realizado, geralmente, a cada mês, mas nada impede que você escolha acompanhar o seu dinheiro mais de perto em um período menor, como diariamente ou semanalmente. O importante é não deixar as suas finanças de lado por muito tempo! A seguir, listamos algumas dicas úteis para iniciar o seu controle de gastos pessoais e assumir, de uma vez por todas, o controle do seu dinheiro. Acompanhe os tópicos! 1. Conheça a sua realidade financeira Pode parecer uma tarefa simples, mas muitas pessoas não fazem ideia do quanto ganham e gastam em um mês, por exemplo. Dizemos que o conhecimento sobre finanças é o primeiro passo para alcançar a independência financeira. Um erro clássico que atinge inúmeras pessoas é pensar na renda apenas como um valor do salário, sem levar em consideração todos os descontos de impostos, planos de saúde e outros gastos ao longo do mês. Aqui, o importante é conhecer o seu salário líquido, ou seja, o valor total que você realmente recebe todos os meses, após os descontos. Portanto, esse é um passo mais manual: para começar o seu controle financeiro pessoal, anote as principais informações sobre o seu dinheiro. Perceba que se você possui outros salários mensais, como o aluguel de um imóvel, por exemplo, esse valor também entra em sua renda fixa. No entanto, se você recebeu o dinheiro da venda de algum item que não irá se repetir, esse valor não deve ser considerado. A partir desse mapeamento, então, será possível traçar planos mais realistas. 2. Descubra seus gastos e separe-os por categorias Muitos gastos podem ser grandes inimigos para a sua saúde financeira e uma excelente forma de contabilizar esse dinheiro é anotando tudo. Portanto, outro passo importante para iniciar o seu controle financeiro pessoal é anotar todos os seus gastos: coloque-os em listas, planilhas ou até mesmo aplicativos. Ao fim de cada mês, é possível olhar e analisar onde o seu dinheiro foi parar. Para complementar esse controle, separe os gastos por tipos para ajudar a entender ainda mais quais são os gastos supérfluos e onde você está gastando mais dinheiro. Para isso, você pode dividir em categorias, como: ● Moradia; ● Supermercado; ● Transporte; ● Saúde; ● TV, Internet e Telefone; ● Lazer. 3. Acabe com as dívidas A dívida é um grande obstáculo para muitas pessoas quando o assunto é atingir as metas financeiras. Dessa forma, para começar um controle financeiro pessoal eficiente, um dos passos mais importantes é acabar com os pagamentos atrasados. Para isso, realize um plano de eliminação de dívidas para quitá-las por inteiro e da forma mais rápida possível. Isso porque, levando em consideração que as dívidas possuem juros, quanto mais tempo você demorar para quitá-las, mais caras elas vão ficar. Além disso, entender o tipo de dívida que você adquiriu e como isso aconteceu pode ajudá-lo a criar um plano de ação para evitar que você volte a se endividar no futuro. 4. Elabore um planejamento para as suas finanças Como citamos anteriormente, o mapeamento da sua realidade financeira irá permitir que você trace planos mais realistas e considere elaborar um plano de ação para as suas finanças pessoais. Depois que você entendeu a sua realidade financeira, onde estão os seus gastos e finalmente está livre de dívidas, é a hora de elaborar um planejamento para essas finanças — o controle financeiro pessoal. Nesse cenário, é interessante traçar metas de economia mensal e definir objetivos para curto, médio e longo prazo. Anote todos esses planos e faça questão de acompanhá-los diariamente. Melhorar o seu controle de gastos é fundamental para esse planejamento! 5. Conte com a tecnologia Contar com a tecnologia é uma grande vantagem na hora de acompanhar as suas finanças pessoais! Isso porque, ao realizar tarefas manuais por muito tempo, erros humanos podem acontecer e influenciar negativamente nas suas finanças — o que é evitado com softwares de gerenciamento financeiro, por exemplo. Controles financeiros online podem ser um grande aliado na sua estratégia de controle financeiro pessoal. O Contas Online, por exemplo, é um sistema totalmente personalizável e com mais de vinte funcionalidades que podem ser adaptadas para a sua realidade. Aqui, é possível garantir a organização financeira pessoal de forma prática, rápida e segura. Que tal conhecer o este sistema e como ele pode ajudar no seu controle financeiro?
- O Open Finance vai mudar a sua vida (para melhor)
Muita gente não entendeo motivo de ter taxas de juros tão altas quando vai fazer um empréstimo, mesmo sendo um bom pagador. Conforme mostraremos na sequência, trata-se de um problema comum do mercado financeiro e que o Open Finance, também chamado de sistema financeiro aberto, surge para resolver. Assimetria de informações: um "velho" conhecido do mercado financeiro A Assimetria de Informações é um conceito da microeconomia (que foi tema do Prêmio Nobel de Economia em 2001) que representa uma falha do mercado. Ela aparece quando uma das partes possui mais informações sobre um produto ou serviço do que a outra. Imagine um indivíduo que possua um carro com 3 anos e meio de uso. Considerando apenas esse tempo, o carro supostamente seria “praticamente novo”. Porém, imagine que o indivíduo nunca tenha trocado óleo nem levado o carro para revisões. Isto é um problema mais grave que é uma informação que apenas este indivíduo sabe. Se ele ocultar isso na hora da venda, o comprador acaba sendo lesado por causa de uma assimetria de informação, podendo ter consequências financeiras. Assim, há uma falta de informações que pesa apenas para um lado. Num cenário ideal, todas as partes envolvidas deveriam ter as informações semelhantes, formando uma concorrência perfeita. Porém, na realidade isso não acontece, colocando algum dos lados em desvantagem. No mercado de crédito esta falha é muito comum: há a assimetria de informações entre os bancos e os tomadores de empréstimos. Com isso, os bancos não possuem as mesmas informações sobre o histórico de um cliente, logo, fica mais difícil saber se o indivíduo é um bom ou mau pagador. Junto da Assimetria de Informações surge outro fenômeno, chamado de Seleção Adversa. Trata-se do cenário em que os compradores, sabendo que podem ser lesados, tendem a “embutir” este fator no valor. A Seleção Adversa faz com que as instituições financeiras possam preferir não aumentar a taxa de juros e decidam emprestar menos dinheiro, fazendo um “racionamento” do crédito. Open Finance: a tecnologia que vem para revolucionar O mercado financeiro vem passando por diversas transformações, resolvendo, inclusive, algumas falhas. Uma destas falhas que passa a ter um grande personagem para a sua resolução é justamente a Assimetria de Informações, com o uso do Open Finance. Este conceito começou a ganhar forças em 2015, na Europa. Naquele momento, o Parlamento Europeu regulamentou a Diretiva de Serviços de Pagamentos (PSD2), para criação de um mercado único de serviços por meio de pagamentos integrados, com segurança e eficiência. Em 2016, no Reino Unido, passou-se a exigir que os maiores bancos do mercado permitissem às novas empresas licenças e acesso direto a seus dados para transações de conta corrente. Já em 2018 foi criado o Open Banking Limited. No Brasil, o conceito começou a ser explorado pelo Banco Central, e ganhou forças em 2020 com o projeto Open Banking. A ideia foi criar um sistema que estimulasse a competitividade entre instituições financeiras, com a geração de serviços financeiros mais baratos e melhores. Com a permissão de cada correntista, as instituições passaram a se conectar diretamente às plataformas de outras instituições participantes, acessando os dados autorizados pelos clientes. O projeto ocorreu em quatro fases: Fase 1: O Open Banking começa com as instituições participantes disponibilizando ao público informações padronizadas sobre os seus canais de atendimento e as características de produtos e serviços bancários tradicionais que oferecem. Nessa fase, não será compartilhado nenhum dado de cliente Fase 2: A partir dessa fase, os clientes, se quiserem, podem solicitar o compartilhamento entre instituições participantes de seus dados cadastrais, de informações sobre transações em suas contas, cartão de crédito e produtos de crédito contratados. Fase 3: Nessa fase, surge a possibilidade de compartilhamento dos serviços de iniciação de transações de pagamento e de encaminhamento de proposta de operação de crédito. Fase 4: Dados sobre outros serviços financeiros passam a fazer parte do escopo do Open Banking. Os clientes – sempre que quiserem e autorizarem - poderão compartilhar suas informações de operações de câmbio, investimentos, seguros, previdência complementar aberta e contas-salário, bem como acessar informações sobre as características dos produtos e serviços com essa natureza disponíveis para contratação no mercado. Como benefícos, passam a se fortalecer: novos modelos de negócios, consumidor no centro, portabilidade de relacionamento entre instituições, inclusão de segmentos desassistidos, maior transparência e empoderamento financeiro. Como, além dos serviços bancários, outras modalidades como seguros, câmbio e investimentos passaram a ser englobadas, o Open Banking passou a se chamar Open Finance. Vale lembrar que o Open Finance está de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e sempre deverá haver consentimento do usuário sobre quais dados ele deseja compartilhar. Com estes dados, as instituições financeiras podem receber ofertas de serviços financeiros de acordo com o perfil de cada cliente. Open Finance e melhorias no Mercado Financeiro O Open Finance foi criado para trazer melhorias em vários aspectos relacionados ao mercado financeiro. No mercado de crédito, o compartilhamento do histórico e das informações facilita na análise do risco de crédito por parte das instituições financeiras, podendo oferecer melhores condições aos usuários em empréstimos, financiamentos e até no cartão de crédito! Na gestão financeira, o Open Finance também vai ajudar, e muito! Aplicativos de controle financeiro pessoal e empresarial poderão utilizar as informações para planejamento e controle de forma cada vez mais automatizada. Nos investimentos, cada vez mais as plataformas vão permitir aos investidores obterem informações sobre vários tipos de ativos e como aplicar neles. O Open Finance já é uma realidade aqui no Brasil. De acordo com o Banco Central, o sistema já conta com mais de 4 milhões de usuários e 250 milhões de chamadas de API por semana, representando o maior volume do mundo. Recentemente a Serasa realizou um estudo apontando que o Open Finance pode colaborar na inclusão de 4,6 milhões de pessoas no mercado de crédito, com a injeção de R$ 94 bilhões de crédito para pessoas físicas em 5 anos. Percebe-se, com isso, uma inclusão financeira acelerada. Porém, ao mesmo tempo que existe um cenário de oportunidades, é muito importante ficarmos atentos aos riscos, principalmente com os golpes e fraudes. O que podemos esperar é um mercado financeiro mais competitivo. Quem ganha é o usuário, com melhoria nos serviços oferecidos, maior personalização e novas soluções mais adequadas ao que cada um busca.
- Conheça 5 soluções que ajudam na gestão financeira de escritórios de advocacia
Os escritórios de advocacia possuem a necessidade de, além de oferecer a solução dos advogados para seus clientes, fazerem a gestão financeira do mesmo, principalmente com a cobrança dos clientes e controle de entradas e saídas, para apuração e análise dos resultados. Assim como em várias outras modalidades de empresas, os escritórios de advocacia podem ter como grandes aliados no processo de gestão financeira as fintechs. Estas podem ser mais genéricas, com soluções voltadas para qualquer tipo de empresa, mas também podem ser soluções específicas para os advogados. Pensando nestas últimas, preparamos aqui uma lista com estas soluções: Advocart Fintech exclusiva para advogados, bacharéis e estudantes de Direito, escritórios de advocacia e despachantes documentalistas. A solução oferece conta digital, contabilidade online, maquininha de cartão, empréstimos e split de honorários. Accounttech Contabilidade digital para advogados, com serviços como abertura de CNPJ, emissão de notas fiscais, cálculo de impostos, emissão de declarações, conta digital, Astrea Software para escritório de advocacia com módulo de gestão financeira e emissão de boletos. EasyJur Software jurídico com gestão financeira integrada (LCRM para força de vendas, regras de cobranças personalizadas, faturamento de honorários, boletos e notas fiscais automatizados). SAJ ADV Software jurídico para gestão integrada especialmente desenvolvido para escritórios de advocacia, departamentos e órgãos públicos. Conta com módulo financeiro.
- Nova funcionalidade do Nubank vai te ajudar no controle das suas finanças
Em novembro de 2021 o Nubank anunciou uma importante aquisição, para complementar o seu porfólio de soluções: o aplicativo Olivia. Esta fintech foi criada pelos brasileiros Lucas Moraes e Cristiano Oliveira, e pelo indiano Atul Kalantri, como um aplicativo de controle financeiro. O aplicativo começou a ser desenvolvido em 2016, nos EUA. No Brasil, o lançamento oficial foi em janeiro de 2020 (sua versão Beta estava em testes desde o meio de 2019), após o recebimento de um aporte liderado pelo BV. Apesar de, antes do surgimento da Olivia, já existirem planilhas e outros aplicativos de controle financeiro, a diferença proposta foi ser muito mais do que um simples controle, mas uma mistura de chatbot, intelegência artificial e dados, também chamada de asisstente financeira virtual. Com a inteligência artificial, passou a ser possível identificar o lifestyle e as preferências do usuário a partir dos seus gastos. Posteriormente, passa a dar dicas de como economizar respeitando o que ele gosta de fazer e consumir. O app ainda trouxe uma função muito prática para seus usuários. Mesmo antes da Open Finance, já era possível realziar a integração com diversas contas bancárias e cartões, como se fosse um "Open Banking próprio". Nubank adquire Olivia Em novembro de 2021 o Nubank adquiriu a Olivia, e desde então, o banco digital passou a integrar as habilidades de IA e machine learning da Olivia ao seu app. Com isso, logo após a aquisição, o Nubank anunciou que a Olivia seria descontinuiada em 15 de Julho de 2022, para que fosse concentradados esforços em integrar suas principais funcionalidades ao app do Nubank, em uma nova experiência. Aos poucos as mudanças no Nubank vão aparecendo. Desta vez, o roxinho anunciou um controle financeiro que reúne todos os gastos do usuário, categorizados em Livres, Essenciais ou Economias, mostrando, desta forma, dicas de como economizar. Apesar dos usuários da Olivia terem ficados "órfãos" da solução tão querida, aos poucos quem tem conta no Nubank irá percebendo estas soluções reaparecerem.
- O que é o empréstimo consignado? Quais fintechs oferecem?
Assim como os investimentos, o mercado de crédito também possui uma relação entre risco e retorno. Para as instituições financeiras que oferecem os empréstimos e financiamentos, é muito importante mensurar o risco envolvido nas operações, principalmente o risco de crédito (o famoso calote). É por conta disso que, quando você solicita um empréstimo, a primeira coisa que a instituição financeira faz é consultar o seu CPF/CNPJ para avaliar o seu score. Nessa análise de risco, consideram-se também as possíveis garantias envolvidas, pois, quando elas existem, reduz-se o risco da operação. Assim, a relação risco x retorno nestes casos de empréstimos e financiamentos vai funcionar da seguinte forma: quanto maior o risco que a instituição financeira perceber, maiores as taxas de juros que serão cobradas, e vice e versa. O Empréstimo Consignado Linhas de crédito tradicionais, como o cheque especial, empréstimo pessoal e as que envolvem o cartão de crédito possuem maiores riscos, logo, costumam apresentar taxas de juros mais altas. Já operações como os financiamentos, de imóveis e de automóveis, justamente pela existência destes bens atrelados, possuem juros mais baixos. E há uma modalidade que possui alguma renda como garantia. Trata-se do crédito consignado. O consignado é descontado diretamente no contracheque, holerite ou benefício do INSS. Em outras palavras, a pessoa recebe o empréstimo e depois, na hora de pagar cada parcela, elas são descontadas automaticamente destas rendas. Se por um lado há uma grande vantagem das taxas de juros serem melhores e possibilidade de prazos maiores para pagar, por outro lado, é preciso muito planejamento financeiro para que esta renda comprometida não afete os orçamentos futuros. Há também a possibilidade da perda do emprego. Nestes casos, é muito importante renegociar a dívida com a credora. Novas condições no Empréstimo Consignado O Governo Federal publicou ontem (4) uma Medida Provisória que altera algumas condições do crédito consignado. Trata-se do aumento da margem consignada (limite da renda que pode ser comprometida). Confira como ficou: Funcionários CLT e servidores públicos: Podem comprometer o limite de até 40% da renda líquida, sendo 35% para empréstimos, financiamentos a arrendamentos mercantis e 5% para amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito consignado ou à utilização com a finalidade de saque por meio de cartão de crédito consignado. Aposentados e Pensionistas do INSS: Não poderão ultrapassar o limite de 45% do valor dos benefícios. Desse total, 35% devem ser usados para empréstimos, financiamentos a arrendamentos mercantis, 5% para operações (de saques ou despesas) contraídas por meio de cartão de crédito consignado e 5% para gastos com o chamado cartão de benefícios. Beneficiários do Auxílio Brasil: Terá limite de até 40% do valor recebido por meio do programa assistencial para pagar consignados, sendo 35% para empréstimos, financiamentos a arrendamentos mercantis e 5% para amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito consignado ou à utilização com a finalidade de saque por meio de cartão de crédito consignado. Ainda de acordo com esta MP, novas dívidas nessa modalidade não podem ser feitas caso a soma das consignações e dos descontos somem 70% da remuneração (o limite anterior era 35%). Consignado nas fintechs Assim como qualquer outra modalidade de empréstimo, no consignado também é fundamental pesquisar e comparar as taxas de juros (Custo Efetivo Total) e condições oferecidas por diferentes instituições financeiras. Além dos bancos tradicionais, o empréstimo consignado também é oferecido por diversas fintechs, seja como Sociedades de Crédito Direto (empréstimo oferecido pela própria instituição), seja por a atuação delas como intermediadoras financeiras. Para conhecer as fintechs que oferecem esta modalidade, acesse nosso site e procure pela tag CONSIGNADO.
- O que é a pauta ESG e qual é a sua importância para o universo das fintechs?
A Terra vive um momento que gera diversas preocupações: água acabando em diversos lugares, catastrofes naturais cada vez mais frequentes, aumento da pobreza e desigualdade social, e por aí vai. A pergunta é: aonde isso vai parar? Foi neste cenário que surge uma pauta cada vez mais presente nas discussões das empresas e do mercado financeiro: a pauta ESG. A sigla, traduzida do inglês, se remete às palavras Ambiental (Environmental), Social e Governança e surgiu pela primeira vez em 2004, dentro de um grupo de trabalho do Principles for Responsible Investment (PRI), rede ligada à ONU, grupo que tem objetivo de convencer investidores sobre investimentos sustentáveis. Nesta oportunidade, James Gifford, economista que liderava o grupo, definiu a sigla da seguinte maneira: “O ESG é apenas um subgrupo inserido no contexto maior do investimento sustentável. O termo foi criado, especificamente, para focar em questões materiais. A ideia foi inverter a lógica do que, na época, era chamado de investimento ético, para se concentrar em fatores relevantes para os investidores. Se você tem uma responsabilidade fiduciária, como no caso de um fundo de pensão, não deveria estar pensando num horizonte de nove meses, mas sim de nove anos, ou de 20 anos. E quando se considera esse horizonte, temas como mudanças climáticas, riscos sociopolíticos etc., se tornam relevantes. Algumas pessoas usam o termo de maneira mais ampla, mas o ponto central é a incorporação de fatores socioambientais nos investimentos para gerenciar riscos. Não é mais sobre ética.” Entender e aplicar os critérios ESG por parte das empresas é, cada vez mais, uma realidade. Isso ajuda a ampliar a competitividade do setor empresarial, seja no mercado interno ou no exterior, e ainda trazem solidez, custos mais baixos, melhor reputação e maior resiliência em meio às incertezas e vulnerabilidades. Os pilares O Pilar E, Ambiental, se refere às práticas de uma empresa em relação à conservação do meio-ambiente e sua atuação sobre temas como: aquecimento global e emissão de carbono, poluição do ar e da água, biodiversidade, desmatamento, eficiência energética, gestão de resíduos e escassez de água. O Pilar S, Social, se refere à relação de uma empresa com as pessoas que fazem parte do seu universo. Questões como satisfação dos clientes, proteção de dados e privacidade, diversidade da equipe, engajamento dos funcionários, relacionamento com a comunidade, respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas são fatores chave. E o Pilar G, Governança, se refere às medidas relacionadas à administração de uma empresa. Composição dos conselhos, estrutura do comitê de auditoria, conduta corporativa, remuneração dos executivos, relações com entidades do governo e políticos e existência de canais de denúncias são práticas desenvolvidas. Startups, fintechs e ESG Startups e fintechs chamam cada vez mais atenção, pelo crescimento exponencial e por representarem a nova economia. Porém, ao mesmo tempo, a adequação aos princípios ESG também são muito importantes por parte destes negócios. As fintechs, ao aderirem às medidas ESG demonstram organização interna da empresa, sustentabilidade de longo prazo, o que pode, inclusive, chamar a atenção de potenciais investidores. Desta forma, a FIncatch, em conjunto com especialistas, está preparando um Anuário para listar as fintechs com soluções voltadas à pauta ESG no Brasil em 2022. Caso você queira incluir sua solução na lista de empresas que serão avaliadas, basta preencher este formulário.
- O Pix e as Eleições 2022
No dia 5 de Novembro de 2020 os brasileiros tiveram uma "transformação" na forma como se relacionavam com o seu dinheiro. Trata-se da data de lançamento de um novo sistema de pagamentos: o Pix. Até esta data, o brasileiro tinha três formas de transferir dinheiro pelos bancos: o DOC, a TED e a TEF. O DOC (Documento de Ordem de Crédito) é uma transferência bancária limitada a R$ 4.999,99 e a operação só é realizada no próximo dia útil (até às 22hs). A TED (Transferência Eletrônica Disponível) foi criada em 2002 pelo Banco Central para modernizar esta questão de limites e horários. Em relação aos valores, até pouco tempo atrás o valor mínimo era de R$ 500, hoje, assim como o DOC, não há mais valor mínimo e, não há um valor máximo pré-estipulado (vai depender do limite de transferências do usuário no próprio banco). Em relação ao horário, o dinheiro é transferido no mesmo dia caso a operação seja feita até às 17hs em dias úteis. Após este horário ou transferências feitas em finais de semana e feriados, a transferência é consolidada no próximo dia útil. Já a TEF (Transferência Eletrônica Financeira) é a transferência realizada entre contas de uma mesma instituição financeira. Até então, o brasileiro tinha restrições para pagamentos instantâneos e feitos a qualquer momento e, mais do que isso, em muitas instituições financeiras era preciso pagar tarifas para realizar boa parte destas transferências. Pix: uma revolução O Pix foi lançado oficialmente em novembro de 2020, durante o governo Bolsonaro, fato que é utilizado pelo atual presidente várias vezes para dizer que ele é o ‘pai do Pix’. Porém, o Banco Central, responsável pela criação do Pix, e uma autarquia (ou seja, uma instituição com total autonomia frente a outros órgãos do poder público) começou a estruturar a plataforma em 2018, no governo Temer e com Ilan Goldfajn como presidente do Banco Central. Há também um discurso de alguns integrantes do BACEN dizendo que, na verdade, o Pix já é um projeto existente desde 2016. A ideia foi inspirada no Zelle, um projeto parecido com o Pix lançado pela fintech Early Warning Services, nos EUA. Com o Pix, surgiu a possibilidade do brasileiro realizar transações bancárias 24 horas por dia, 7 dias por semana, de maneira instantânea (pagamentos consolidados em poucos segundos), e, para a pessoa física, ainda veio caracterizado pela isenção de tarifas. E mesmo para pessoas jurídicas, diversos lojistas estão tendo boa economia com o Pix, por seus custos serem menores, muitas vezes, do que boletos e recebimentos via cartão. O Banco Central, durante o governo Bolsonaro, sob presidência de Roberto Campos Neto, manteve o Pix como uma grande prioridade, mesmo com o Presidente da República confundido o Pix, em seu lançamento, com um tema relacionado à aviação civil. O Banco Central, mais do que simplesmente lançar o Pix, buscou (e continua buscando) aperfeiçoá-lo como a criação de novas funcionalidades, como por exemplo o Pix Saque e o Pix Troco, além de buscar potenciais melhorias, como por exemplo a estipulação de limites e horários para maior segurança dos usuários. E os próprios bancos acabam criando seus produtos a partir do Pix, como por exemplo o Pix Parcelado. Os golpes e as polêmicas A possibilidade de transações instantâneas passou a ser utilizada para o bem e para o mal. Sequestros relâmpagos e golpes existem há muito tempo no Brasil, porém, muitos criminosos conseguiram se aproveitar ainda mais com isso, fato que trouxe (e ainda traz) diversas discussões. Desde o dia 4 de outubro de 2021 (com menos de um ano de existência do Pix), o Banco Central instituiu que, das 20hs às 06hs, o limite do Pix é de R$ 1.000, como uma forma de resguardar a segurança de todos, evitando fraudes, golpes e sequestros. Houve também a discussão levantada por um vereador de São Paulo que propôs cancelar o Pix na capital paulista, justificando que o meio de pagamentos contribuiu com o aumento de golpes e sequestros relâmpagos. O projeto não avançou pois sabemos bem que o Pix trouxe uma série de vantagens para os brasileiros e, com ou sem ele, os crimes continuam. As discussões Nas últimas semanas foi criado um manifesto em defesa da democracia, no qual, diversas entidades e pessoas, sem partidarismos, estão aderindo a preservação da democracia brasileira. A Febraban, Federação Brasileira dos Bancos, se mostrou favorável ao manifesto, e isto não foi visto com bons olhos por Bolsonaro e pelo Ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Ambos acreditam que os banqueiros estão favoráveis ao manifesto num cenário de frustração, por estarem perdendo muito dinheiro desde a criação do Pix. O Ministro postou em seu Twitter que a perda é de R$ 40 bilhões nas receitas justamente pela isenção nas transações, enquanto Bolsonaro apontou a perda na casa dos R$ 22 milhões. Bolsonaro disse que o monopólio dos bancos está perdendo forças, ao longo de seu mandato e, consequentemente, estão perdendo poder. Alguns pontos importantes: primeiramente, o Pix trouxe uma grande inclusão financeira, fazendo muita gente que não tinha acesso aos serviços bancários (e consequentemente não geravam receitas para estes) passar a utilizá-los. Hoje já existem cerca de 120 milhões de usuários cadastrados e mais de 15 bilhões de transações já foram realizadas. O segundo ponto está em relação ao real lucro ou prejuízo gerado pelo Pix. De acordo com os próprios bancos, 35 milhões de transferências e boletos foram substituídas pelo Pix, quantitativo que não ultrapassa R$ 1,5 bilhão. Apesar de, na pessoa física, haver a redução de receita com as tarifas de transações, há um aumento de pessoas usando os serviços bancários e o fato que o Pix traz redução nos custos que as próprias instituições financeiras têm com transferências (em relação às modalidades anteriores) e manejo de dinheiro em caixas eletrônicos e agências. Ainda neste ambiente de Eleições, há também questões envolvendo o Pix no lado de Lula. Circulam boatos que o candidato, caso eleito, poderia cancelar o Pix. Porém, mais de uma vez o petista já disse que se tratam de fake news. Diversas discussões envolvendo o Pix ainda devem surgir, tanto no cenário eleitoral como na sua evolução. Cabe ao Banco Central buscar sempre otimizar a ferramenta e aos brasileiros buscarem a boa educação financeira para utilizarem a solução da melhor maneira possível.
- Fintech CondoConta anuncia uma importante mudança; confira
A fintech CondoConta, banco exclusivo para condomínios que auxilia síndicos e gestores condominiais brasileiros na gestão financeira, acaba de anunciar um novo diretor para cuidar da área financeira da startup. A empresa conta agora com Luciano Bernardi, novo Chief Financial Officer (CFO). Luciano é Engenheiro de Produção Civil pela Universidade Federal de Santa Catarina, atuou com executivos do mercado de Banking & Financial Services na Michael Page International, maior consultoria de RH do mundo, e também escalou importantes empresas especializadas no mercado financeiro como BTS Partners e Arazul Capital, sendo ainda sócio da Arazul. Antes de assumir o cargo oficial de diretoria, Luciano já atuava com advisor de funding, risco e crédito, tendo participado das duas estruturas importantes de capital para o mercado condominial lançadas pelo banco CondoConta, um FIDC no valor de R$50 milhões com a Galápagos Capital e Debêntures no valor de R$20 milhões com a Empírica, somando R$70 milhões para financiar os condomínios que desejavam realizar melhorias e garantir fluxo de caixa saudável eliminando a inadimplência. Luciano passa a liderar as estruturas de Controladoria & Finanças, Crédito & Risco, Banking e Relações com Investidores. O desafio é, de forma estratégica, direcionar o planejamento e os processos das áreas para o crescimento saudável dos unit economics da startup, alinhado às expectativas dos shareholders, viabilizando a estrutura de capital necessária para atender as demandas de crescimento da companhia. Sobre o CondoConta O CondoConta é um banco exclusivo para condomínios, e leva transparência, eficiência e segurança aos gestores condominiais, melhorando a vida e a relação entre os condôminos. A fintech oferece uma conta completa, com transações e emissão de cotas condominiais mensais, além de produtos pensados especialmente para solucionar outras dores de síndicos, condôminos e administradoras de condomínios, como a prestação de contas em tempo real, automação de boletos e balanços, crédito para financiamentos, seguros e antecipação da cota condominial. Atualmente presente em condomínios de todos os estados do Brasil, o CondoConta responde por mais de R$ 250 milhões de reais em transações e R$90bi em gestão de patrimônio condominial. Em 2021, a fintech recebeu três aportes, dois da Redpoint eVentures, em conjunto com a Darwin Startups, e outro da Igah Ventures, que tem unicórnios como Infracommerce e Único no portfólio, os aportes somam R$22,6MM. A fintech também levantou R$20 milhões com a Empírica e R$50 milhões com a Galápagos, somando R$70 milhões para emprestar aos condomínios que queiram realizar melhorias ou resolver sua inadimplência. Ao todo, são R$92,6 milhões em aportes.
- ABMEX inova e lança função inédita de pagamento
A ABMEX uma das maiores plataformas de meios de pagamento do país lançou recentemente uma nova função para facilitar ainda mais a vida dos seus usuários. Trata-se do Pix Crédito. Ele será disponibilizado no ABMEX Bank que é um banco digital que já conta com milhares de pessoas em sua lista de espera. A funcionalidade ainda é inédita no Brasil. “Nós estamos trazendo aos consumidores a possibilidade de parcelar as suas compras sem a necessidade de usar o cartão de crédito. E o que é melhor, em pagamentos até 4 vezes o cliente não paga nada de juros”, esclarece Alexander Frota, CEO da instituição. Como funcionará o Pix Crédito? A nova funcionalidade será disponibilizada dentro do ABMEX Bank e será muito fácil de usá-la. Basta primeiramente escolher a chave Pix para o destinatário que receberá o dinheiro. No entanto, na tela “Pagar” haverá uma opção chamada “Parcelar Pix”. É preciso, dessa forma, clicar em “Editar parcelas” e depois definir a quantidade de parcelas que você deseja fazer o pagamento. Por fim, é só clicar em “Pagar com Pix” para finalizar o pagamento. Será permitido o parcelamento em até 24 vezes. Todavia, para parcelamentos maiores que 4 vezes incidirá uma pequena taxa de juros. “Essa é uma solução que já está sendo ventilada pelo Banco Central do Brasil, e a ABMEX já se colocou à frente do mercado para trazer em primeira mão essa novidade para os seus usuários”, esclarece Tiago Mascarenhas CMO da ABMEX. Parcelas serão debitadas nas respectivas datas Após o usuário selecionar a quantidade de parcelas que deseja pagar, elas serão debitadas nas respectivas datas. Por exemplo, se você comprar no dia 10 de um determinado mês, e dividir a compra em 4 meses, todo dia 10 pelos próximos 4 meses o valor será debitado da sua conta. Esse controle poderá ser feito de maneira bem simples pelo próprio aplicativo, assim como é feito com o cartão de crédito. Tudo de maneira bem dinâmica para facilitar o entendimento do usuário. “Nós estamos trazendo para o mercado muito mais do que uma solução. A nossa proposta é garantir mais democracia no acesso ao crédito, principalmente para quem tem dificuldade em ser aprovado no cartão”, esclarece Frota. A Abmex possui atualmente 900 parceiros registrados nos 27 estados brasileiros. A previsão de faturamento para os primeiros 12 meses de operação apenas com o Pix Crédito é de R$50 milhões. Tiago Mascarenhas salienta que diante do crescimento, muitos investidores e parceiros estão procurando a startup, e que ela está aberta a negociações para todos os interessados. Funcionalidade deverá entrar no ar nos próximos meses Embora ainda não tenha uma data prevista para o lançamento, a nova funcionalidade deverá entrar no ar já nos próximos meses. E os clientes, além das compras parceladas, ainda receberão cashback nas milhares de lojas online parceiras. “Nós estamos trabalhando para que a funcionalidade entre no ar o mais depressa possível, para que nossos clientes possam desfrutar de cashbacks e ainda ter mais prazo para pagar suas compras”, finaliza Mascarenhas. Os interessados em ter uma conta na ABMEX Bank, assim como usufruir do novo recurso, já podem entrar para a lista de espera da instituição. Confira mais sobre a ABMEX lá no nosso site!
- O que são as Carteiras Digitais?
Você já estava em algum estabelecimento comercial e surpreendeu-se vendo alguém realizar um pagamento apenaas aproximando seu celular da maquininha de cartão, sem utilizar cartão de crédito algum? Trata-se das Carteiras Digitais (também chamadas de e-wallets), modalidade que tem crescido cada vez mais e possibilita que os usuários não precisem mais andar com seus cartões e possam centralizar todos eles em apenas um aplicativo, dentro do celular ou dos smartwatches. A Carteira Digital nada mais é do que um aplicativo que armazena dados de cartões de crédito, débito, outros (já já mostraremos alguns exemplos), e até dinheiro, possibilitando a realização de pagamentos e transações em lojas físicas e virtuais, a partir do uso do smartphone ou do smartwatch. Em outras palavras, é a versão virtual das tradicionais carteiras físicas. A Carteira Digital conecta os lojistas com os compradores utilizando alguma tecnologia na hora do pagamento, sendo as mais comuns o pagamento por aproximação (via NFC) ou o QR Code. No caso das lojas virtuais, muitas vezes a transação é feita apenas com o uso da senha da carteira. Samsung Pay Trata-se da Carteira Digital da Samsung. Por meio dela é possível realizar pagamentos por aproximação utilizando o smartphone ou o smartwatch, com as tecnologias NFC ou MST. É possível cadastrar o cartão das seguintes instituições: Itaú, Santander, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Nubank, C6 Bank, XP, Banco Original, Banco Inter, BTG Pactual. Neon, Next, Safra, Credicard, Sicredi, Porto Seguro, Uniprime, Trigg, BRB, Bancoob, Banestes, Banrisul, BPP e Carrefour. A carteira ainda possui uma tecnologia, chamada Samsung Knox, que verifica se o celular está seguro. Caso ele esteja comprometido ou alterado, o Samsung Pay é desativado. Também é possível utilizar a carteira para pagamentos nos aplicativos Dafiti, evino, Hurb, Magalu, OLX, Peixe Urbano, Posthaus, Renner e nos sites Hotmart, Renner e Samsung. Apple Pay É a carteira digital da Apple, que possibilita pagamentos usando iPhones e Apple Watches em lojas físicas, sites ou apps. É possível cadastrar os cartões das seguintes instituições financeiras: Banco do Brasil, Banco Original, Bradesco, BTG+, Digio, Elo, Itaú, Mastercard, Next, Nubank, Porto Seguro, Sodexo, Visa e XP. Os pagamentos podem ser feitos em lojas como Apple, Authentic Feet, Bullguer, Carrefour, Hering, Fast Shop, The Fifties, General Prime Burger, Grand Cru, Drogaria Iguatemi, iOne, Ipiranga, iPlace, Pão de Açúcar, Ofner, Sephora, Starbucks e Tok & Stok. Também é aceito nos seguintes apps e sites: aiqfome, dafiti, evino, Fancy, Helpie, Hurb, ifood, Ingresso.com, Ingresso Rápido, Magalu, Mobly, Mobie, Rappi, Sympla, Uber, Vá de Táxi, Zona Azul (Fortaleza, BH, Salvador). Google Wallet O Google Pay dá lugar à Google Wallet, conforme a Google divulgou recentemente. Os parceiros da carteira digital são: Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, BTG, C6Bank, Itaú, Inter, Digio, Neon, Next, Nubank, XP, Visa, Mastercard, ELO, Ministério da Saúde (por meio do Datasus) e Ingresso.com.














