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- Como as fintechs podem revolucionar a experiência dos usuários?
Março é característico por ser o mês do consumidor. Especificamente, dia 15 de Março é a data oficializada pela ONU como o Dia do Consumidor. O consumidor é o protagonista da economia em que vivemos, porém, ao mesmo tempo em que ele é o protagonista, ele acaba sendo, também, a parte mais frágil da relação, afinal de contas, quem nunca passou por problemas com produtos, serviços, atendimentos, e por aí vai? No Brasil, o Código de Defesa do Consumidor foi criado justamente para proteger e criar as regras em prol do consumidor, porém, sabemos que, na prática, nem sempre estas são respeitadas. Mercado financeiro: problemas históricos Quem nunca teve algum problema envolvendo alguma empresa do setor financeiro que atire a primeira pedra. Filas, taxas abusivas, longo de tempo de espera no telefone são algumas das queixas mais comuns. Para você ter uma noção, uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de de Defesa do Consumidor, o Idec, mostra o ranking de reclamações e atendimento em 2021. Os serviços financeiros ocupam a segunda posição, com 21,5% das reclamações. As principais queixas se dão as seguintes problemas: Cobrança indevida (21%) Falhas de informação (15,8%) Renegociação de dívidas (13%) Fintechs: uma alternativa para a melhoria do mercado A concorrência faz bem para os mercados, pois, ao criar novas alternativas para os consumidores, força as empresas a melhorarem suas condições. E foi justamente isto que aconteceu e acontece com o mercado financeiro. Este, que tradicionalmente sempre foi muito concentrado aqui no Brasil, de 2008 para cá passou a ver o surgimento de várias alternativas, nas mais variadas soluções: cartões, contas, investimentos, seguros, empréstimos, consórcios, câmbio e por aí vai. E o melhor, estas novas alternativas nasceram num berço de tecnologia, transformando os meros consumidores em grandes usuários, focando sempre na boa experiência destes. Estamos falando das fintechs. Porém, claro que o simples fato de ser usuário de uma fintech não garante que você não vá ter problemas ou até encontrar soluções não tão boas. Mas, mais uma vez, reforçamos a importância da concorrência neste mercado, que hoje, aqui no Brasil, já tem mais de 1.500 soluções. O grande passo que as fintechs precisam dar, então, é otimizar cada vez mais a experiência aos seus usuários. Para isso, preparamos um guia com dicas de como alcançar, cada vez mais, tal excelência.
- Eutbem ingressa no setor de consórcio de carros e motos e oferece diferencial para mulheres
A fintech Eutbem, administradora de consórcio 100% digital, acaba de ampliar o leque de produtos e ingressa no setor de consórcios de carros e motos no Brasil. Para reforçar seu compromisso com as mulheres, a empresa garantirá 50% de desconto na taxa de administração de qualquer proposta feita pela concorrência. Isso será a garantia de que na Eutbem as mulheres sempre terão a melhor oferta disponível no mercado. O segmento de consórcio de automotores movimenta a economia e reúne 6,73 milhões de pessoas. Só em 2021 atingiu a casa de R$128,54 bilhões de créditos comercializados. De olho neste mercado e com a missão de revolucionar o setor de consórcio de carros e motos, a Eutbem propõe para seus clientes uma nova forma totalmente digital de adquirir consórcio, sem burocracias ou pegadinhas. As cartas de crédito são bem mais democráticas do que as oferecidas no mercado, com valores a partir de R$15 mil, parcelas a partir de R$199,71 e até 86 meses para pagar. Na oferta exclusiva para as mulheres, basta enviar uma cópia da proposta da concorrência para a Eutbem e, automaticamente, terá um desconto de 50% sobre a taxa de administração da concorrência. “Sabemos que ter um veículo próprio é um dos principais sonhos de muitas pessoas, e ingressar no consórcio de carros e motos reforça nosso compromisso de possibilitar que mais pessoas tirem seus sonhos do papel. Optamos por formar grupos pequenos em relação ao mercado, o que aumenta a probabilidade de contemplação nos sorteios”, esclarece Cristina Famano, CEO da Eutbem. Um estudo realizado pelo Instituto Locomotiva aponta que, entre os principais sonhos do brasileiro está a aquisição do carro próprio, com 18% das respostas, ficando atrás apenas da casa própria (24%) e de viagens (19%), respectivamente. Acompanhando o alto crescimento de vendas do mercado de consórcios durante a pandemia e a recente alta da taxa de juros, a Eutbem acredita que o momento é bastante propício para a expansão da oferta para carros e motos, trazendo maior diversificação ao seu portfólio atualmente focado em serviços O setor de consórcio de veículos domina o mercado com 82% do market share, seguido por 13,1% imóveis, 2,5% eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis e 2,4% serviços, de acordo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). Consórcio de veículos no Brasil Só no ano passado o mercado de consórcio de veículos reuniu 6,81 milhões de consorciados, representando um crescimento de 4,6% ante o mesmo período de 2020. Comparando novas cotas de 2020 contra 2021 o crescimento chegou a 11,7% e somou 2,76 milhões de novos consorciados. Um a cada três carros vendidos no Brasil é feito por meio de consórcio, segundo dados da Abac e Fenabrave. Ao todo, o segmento de consórcios é responsável por 3,9% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Como funciona o consórcio Eutbem? Diferente dos empréstimos e financiamentos que possuem juros altos, no consórcio somente há a taxa de administração. Na Eutbem, a pessoa pode obter seu bem (carro ou moto) com taxas competitivas em relação ao mercado (em média, 20 a 30% mais baixo do que o valor cobrado por bancos) além de contar com ofertas especiais, exclusivas para mulheres. A empresa é autorizada e fiscalizada pelo Banco Central, e foi criada para desintermediar o acesso ao crédito via consórcio, que hoje é feito apenas pelos grandes bancos ou grupos financeiros. Dando acesso ao canal digital que melhor atender ao cliente, pelo site, por telefone ou WhatsApp, a pessoa escolhe o valor do crédito e da parcela mensal a ser paga em poucos minutos. A contratação pode ser feita 100% digital, mas a todo o momento o cliente pode contar com o apoio de um time de consultores especializados para tirar dúvidas. Caso exista interesse em adiantar a contemplação, a pessoa tem a possibilidade de oferecer lances e, no caso de contemplação por sorteio ou lance, terá acesso imediato à carta de crédito. Os valores das parcelas e do crédito são reajustados anualmente pelo IPCA. Além do consórcio de veículos, a Eutbem é especializada em comercializar consórcio de serviços, modalidade disponível para a realização de cursos, reformas, viagens, intercâmbio, celebrações (debutante, noivado e casamento), e procedimentos estéticos Sobre a Eutbem A Eutbem oferece um consórcio 100% digital, gerando fácil acesso ao crédito, sem juros e com taxas mais baixas que o mercado. Com foco nas mulheres, incentivamos a realização de seus sonhos por meio de parcerias, ofertas diferenciadas e grupos exclusivos. A administradora é autorizada pelo Banco Central e desde 2021 está focada em desintermediar a venda de consórcios feita hoje quase que exclusivamente pelos grandes bancos e conglomerados financeiros. A Eutbem quer ser catalisadora de realizações de sonhos de seus consorciados, sejam eles: comprar ou trocar o carro, a moto, abrir um negócio, reformar a casa, viajar, fazer uma faculdade, uma cirurgia plástica ou a festa de casamento.
- Fintechs têm apenas 7,7% de fundadoras mulheres
Dia 8 de março é marcado por ser o Dia Internacional da Mulher. Trata-se de uma data que foi oficializada pela ONU na década de 1970. A data simboliza a luta histórica das mulheres para terem suas condições equiparadas aos homens. Apesar do movimento das mulheres, infelizmente ainda há uma grande desigualdade entre homens e mulheres em vários aspectos. A desigualdade de gênero pode ser definida como a desigualdade de poder entre homens e mulheres em todos os aspectos: econômico, político, educacional e cultural. As mulheres no mundo das fintechs De acordo com nosso levantamento, neste momento existem 1.533 fintechs no Brasil. Quando olhadas as equipes de fundadores e sócios das empresas, em relação ao gênero. temos 92,3% homens e 7,7% mulheres. Quando olhamos as categorias das fintechs, percebe-se maior presença de founders mulheres nas fintechs que oferecem soluções para Dívidas (26,67%) e Cartões (20%), enquanto as menores proporções aparecem nas fintechs de Investimentos (3,17%) e Câmbio (2,50%). Em relação ao estado sede das fintechs, quando falamos das empresas com mulheres fundadoras, apenas 9 estados aparecem na lista: Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Contas Digitais À medida em que a demanda global por serviços financeiros digitais e inovadores acelera, os bancos digitais continuam a ganhar força com milhões de clientes em todo o mundo. Diante desse cenário, a N26, conta digital, lançou o “2021 Global Digital Banking Index” para explorar as mudanças de atitude dos consumidores em relação a este mercado. Um dado interessante aponta que o Brasil é o primeiro país com mais mulheres aderindo a este tipo de serviço do que homens - sendo 52% mulheres e 48% homens. Mas não é apenas aqui que a lacuna tem diminuído. Em países europeus como Itália (45% mulheres), Dinamarca (44% mulheres), Suécia (44% mulheres) e Espanha (42% mulheres), a tendência também é de diminuição dessa diferença. Quer saber mais sobre a relação das mulheres com as fintechs? Confira o nosso estudo inédito "Mulheres & Fintechs: panorama da presença feminina no universo das fintechs brasileiras"!
- 13 fintechs para te ajudar na declaração do Imposto de Renda 2022
No próximo dia 7 a Receita Federal libera o programa para a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física 2022. Neste ano, as declarações devem ser enviadas até o dia 29 de abril. Devem fazer a declaração pessoas que se enquadrem nas seguintes condições: quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ R$ 28.559,70 no ano, ou cerca de R$ 2.380 por mês, incluindo salários, aposentadorias, pensões e aluguéis quem recebeu rendimento isento, não tributável ou tributado exclusivamente na fonte acima de R$ 40 mil; isso inclui o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), seguro-desemprego, doações, heranças e PLR quem teve ganho de capital vendendo bens ou direitos sujeitos a pagamento do IR quem realizou operações na bolsa de valores quem tem bens ou direitos acima de R$ 300 mil em 31 de dezembro de 2021 quem teve receita de atividade rural acima de R$ 142.798,50 Os seguintes documentos devem ser separados para ajudar na declaração: informe de rendimentos da empresa onde trabalha; Aposentados e pensionistas do INSS devem pegar o comprovante de renda no site Meu INSS ou no banco em que recebem o pagamento; informes de investimentos de bancos ea corretoras; Recibos de despesas com médicos, dentistas, profissionais de saúde (fisioterapia, psicologia) e planos de saúde estão suscetíveis à dedução Documentos de compra e venda de bens, que tenham preço do bem, valor de compra, de venda e algum valor que possa ter sido financiado; Prestações e mensalidade de escola ou cursos de pós-graduação, que são sujeitos à deduções; Papéis de doações, consórcios, empréstimos e heranças também devem ficar à mão para preencher a declaração. Com o crescimento do número de investidores e investimentos, é comum cada vez a declaração do imposto de renda ficar mais complexa. Cada aplicação tem sua particularidade na declaração, logo, é preciso tomar muito cuidado para evitar erros. Pensando nisso, algumas fintechs começaram a oferecer soluções muito interessantes para quem quiser facilitar a declaração do IR. Confira! Leoa Solução: assistente virtual para o imposto de renda. Possui soluções para apuração mensal e para a declaração anual. A fintech também possibilita a antecipação da restituição e serviços para regularização Valor: grátis Akeloo Solução: Calculadora de Imposto de Renda para Investidores. Além de ser uma grande aliada dos investidores, mês a mês, com os cálculos de impostos e geração de DARFs, a fintech também tem uma funcionalidade voltada para a declaração anual do IR, com a centralização de todas as informações em um único local. Valor: existem três planos, que vai desde o Básico (Ideal para investidores com no máximo 15 operações e que desejam apenas calcular seus DARF’s, sem relatórios), 100% gratuito, até o plano completo, que pode ser mensal, por R$ 19,90 ou anual, por R$ 199,00. IRPFBolsa Solução: O IRPFBolsa é um aplicativo que permite o cálculo do imposto de renda sobre operações em Bolsa de Valores da maneira mais simples possível, com o mínimo esforço do usuário por meio de uma solução prática e confiável. A fintech possui um Relatório Anual Consolidado para o rápido preenchimento de sua Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física. Valor; a fintech possibilita a compra da licença, a partir de R$ 28,99 para o plano mensal, ou o serviço de apuração e cálculo do imposto. mycapital Solução: Com o mycapital você consolida seus investimentos em renda variável, acompanha seus resultados, calcula e gerencia seus DARFs e simplifica sua declaração de IR anual. Para esta, O mycapital organiza suas informações nos mesmos moldes do programa da Receita Federal para facilitar a sua declaração. Basta acessar o relatório específico para esse fim disponibilizado na ferramenta e copiar as informações para o programa de declaração ou compartilhá-lo com seu contador. Valor: O plano mensal custa R$ 25,90. Também há possibilidade de utilizar o plano anual. Velotax Solução: fintech que simplifica o imposto de renda, através de soluções para cálculos envolvendo investimentos em bolsa de valores, criptoativos, ativos no exterior e calculadora de preço médio. Valor: grátis Sétimo Dígito Solução: Controle os ganhos mensais da sua Carteira de Ações, FIIs, ETFs, Opções e Fundos de Investimentos, através de gráficos, relatórios e painéis personalizáveis. A fintech oferece informações para ajuste anual da declaração de Imposto de Renda, rendimentos isentos, tributaveís e Bens e direitos. Tradebox Solução: TradeBox é a uma ferramenta para controlar seus investimentos e automatizar o cálculo de IR, com a calculadora de imposto de renda e a emissão do DARF. Valor: para funcionalidades do IR, é preciso contratar o plano Pro, no valor de R$ 14,90 por mês ou na opção semestral myProfit Solução: Uma plataforma criada para facilitar a vida do investidor da bolsa, com ênfase na solução para o imposto de renda. Para a declaração anual, a fintech emite um informe personalizado pra você copiar e colar no programa da Receita Federal Valor: a funcionalidade da declaração do IR está disponível no plano anual, no valor de R$ 199/ano Grana Capital Solução: Solução completa de Imposto de Renda na bolsa. A fintech tem um Relatório para Declaração Anual do IRPF Valor: o relatório para declaração anual pode ser adquirido por R$ 109,90 para assinantes do plano mensal ou gratuitamente para os assinantes do plano anual, que custa R$ 14,90 por mês SenCon + Traders Club Solução: plataforma que ajuda os investidores a terem controle absoluto sobre seus investimentos na Bolsa de Valores (B3). A plataforma tem um relatório de auxílio para o preenchimento da Declaração Anual, e, em alguns planos, também faz a Declaração anual do imposto de renda sobre todos os tipos de operações na B3 no ano vigente. Valor: o relatório para a declaração anual está incluso no plano anul (R$ 22,90 por mês). Já a elaboração da declaração está disponível no plano light (R$ 250 por mês) Lion Tech Solução: plataforma que simplifica o Cálculo de imposto de Renda sobre seus investimentos. A fintech oferece um relatório de Suporte para Declaração do Imposto de Renda. Em um dos planos, há a possibilidade de fazer a Declaração de Ajuste Anual com o Módulo de Declaração da plataforma Valor: o relatório para a declaração anual é oferecido no plano básico, que tem valor de R$ 19,90 por mês. Já o módulo de declaração está incluso no plano premium, por R$ 49,90 por mês. Declare Fácil Solução: com o DeclareFácil você mesmo faz sua declaração de IRPF de forma guiada e fácil IR Sem Erro Solução: No IR sem Erro, você faz a Análise da Declaração de IRPF 2021 para identificar erros, evitar a malha fina e até pagar menos imposto Valor: há um plano gratuito e um plano que custa R$ 29,90 por ano, que engloba análise de declarações passadas, aviso de status da declaração e um simulador do IRPF
- Capital de Giro: o 'fôlego' que seu negócio pode precisar
A pandemia trouxe diversos problemas envolvendo questões sanitárias, porém, estes problemas não pararam por aí. Do ponto de vista econômico, muitas empresas se viram passando por momento muito delicado, sem recursos disponíveis para pagar suas obrigações e fazer novos investimentos. Mas este problema só foi agravado com a pandemia, pois, antes mesmo da Covid-19 surgir, muitas empresas já sofriam com problemas financeiros, e, mais do que isso, tinham muita dificuldade em conseguir crédito. Uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no ano passado mostrou que a concessão de crédito é muito baixa no Brasil, e, para você ter uma noção, para a retomada de crescimento de pequenas e médias empresas, seria necessária a injeção de R$ 514 bilhões em crédito anual. Porém, ao mesmo tempo, bancos e instituições financeiras não sentem confianças em conceder empréstimos com a atual situação econômica. Logo, diante deste cenário, fica nítida a importância da busca pelo crédito em canais especializados e a assessoria de especialistas, conforme mostraremos mais para frente. Crédito Empresarial: modalidades Assim como para pessoas físicas, que existem diferentes linhas de crédito com características particulares, na pessoa jurídica também é importante conhecer as diferentes opções existentes. Dentre as principais opções, podemos destacar: Empréstimo com garantia Cheque especial Cartão de crédito Financiamentos Crédito para capital de giro Antecipação de recebíveis ou desconto de duplicatas Microcrédito Peer-to-Peer (P2P) O que é o capital de giro? O capital de giro é formado pelos recursos que são necessários para bancar o funcionamento da empresa. É ele que garante a saúde financeira da empresa, permitindo que esta possa fazer vendas a prazo, mantenha estoques e pague fornecedores. O cálculo do capital de giro envolve a soma de todos os valores que a empresa tem a receber + o valor em estoque + todas as contas a pagar. Um importante indicador financeiro utiliza o conceito do capital de giro. Ele é chamado de Necessidade de Capital de Giro (NCG). Trata-se de um indicador que está relacionado ao ciclo de caixa da empresa. Ele pode ser calculado de diferentes formas: NCG = (Contas a Receber + Valores em Estoque) – Contas a Pagar NCG = Ativo Circulante Operacional – Passivo Circulante Operacional NCG = Prazos Médios de Recebimento – Prazos Médios de Pagamento Crédito para capital de giro É muito comum o ciclo operacional das empresas ser no seguinte formato: primeiro a empresa paga seus fornecedores para só depois receber dos seus clientes. Logo, ela precisa de formas para se financiar durante esta operação. Se existirem recursos próprios, ótimo, porém, se não existir, é aí que surge a necessidade de buscar crédito para este capital de giro. O crédito para capital de giro, é, portanto, uma linha de crédito voltada para atender as necessidades de caixa da empresa, seja para quitar compromissos previamente contratados ou para financiar ciclos produtivos futuros. Existe também a modalidade do capital de giro com garantia, que, proporciona taxas melhores justamente por conta da existência de uma garantia, reduzindo o risco da operação. Crédito para capital de giro na Finanza Cred Na Finanza Cred, o Capital de Giro com Garantia tem um grande diferencial: a taxa! A partir de 0,99%a.m. + IPCA, ideal para quitar dívidas caras, ou investir, ampliar e modernizar seu negócio. São aceitas as seguintes garantias: Casas Apartamentos Terrenos Imóveis sem averbação Galpão Salas comerciais Unidade produtiva Imóveis de terceiros As condições são as seguintes: Crédito de até 50% do valor do imóvel Taxas a partir de 0,99% ao mês + IPCA Possibilidade de crédito para negativados Assinatura em 15 dias Até 6 meses de carência Sem pagamento ou depósito antecipado A contratação é simples, rápida, transparente e sem burocracia. É o que sua empresa precisa para fazer seus negócios crescerem, aproveite e monte seu plano de negócios! Faça uma simulação e descubra como a Finanza Cred pode auxiliar sua empresa a crescer ainda mais!
- Por que aderir a um banco digital?
Deslocamento, longas filas, chá de cadeira, dificuldade para resolver problemas e taxas abusivas: o que tudo isto te lembra? Se você pensou nos bancos tradicionais, acertou em cheio! Até alguns anos atrás, os brasileiros que queriam ter contas bancárias não tinham como escapar disso. Porém, com a evolução da tecnologia e o surgimento do movimento fintechs, o jogo começou a mudar, e, os brasileiros gostaram dessa mudança! Uma pesquisa global feita pela Mambu mostra que 54% dos brasileiros entre 18 e 35 anos usa um banco digital como sua principal insituição financeira. No começo, muita gente ficava receosa em migrar para o ambiente digital, por conta de medos e inseguranças. Porém, vale resslatar que cada vez mais usamos os serviços financeiros pelos meios digitais, desde os caixas eletrônicos, passando pelos internet bankings, e, principalmente, por meio do mobile. Se você ainda tem alguma dúvida sobre usar um banco digital ou não, confira abaixo algumas das principais vantagens: Segurança Engana-se quem pensa que usar um banco digital significa ter menos segurança. Assim como no meio físico, no meio digital nunca estaremos 100% imunes. Por isso, seja um neobank ou um banco tradicional, problemas podem aparecer, como vazamento de dados e sites fora do ar, mas, vale reforçar que os bancos digitais investem muito justamente nesta parte de segurança. Além disso, ao escolher um banco digital autorizado pelo Banco Central, há um mecanismo de proteção muito interessante: o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Este dá uma cobertura de até R$ 250 mil, por CPF, por insituição financeira, em caso de problemas maiores com a instituição financeira. Economia Um dos pontos mais vantajosos dos bancos digitais é a economia gerada pela redução, ou até isenção, de taxas. Em vários dos casos, as famosas taxas de transferência, boleto e manutenção de contas sõa R$ 0! Ou seja, aquela "contribuição involuntária" feita mensalmente deixa de existir, virando uma economia! 12% dos entrevistados da pesquisa citada anteriormente apontam esta economia como uma grande vantagem! Facilidade Outro ponto de grande destaque que os bancos digitais levam em relação aos bancos tradicionais é a facildiade de uso. Sites e aplicativos intuitivos são uma das principais propostas de valor.35% dos entrevistados da pesquisa citada anteriormente apontam esta economia como uma grande vantagem! Atendimento Por ser digital, muita gente tem medo do que acontece quando algum atendimento for necessário. Mas isso, no final das contas, também virou uma vantagem para vários dos bancos digitais. Através dos seus próprios aplicativos e sites, existem chats com atendimentos, muitas vezes, rápidos e solicitos, destacando-se, inclusive, na satisfação dos consumidores. 85% dos correntistas de bancos digitais estão satisfeitos ou muito satisfeitos, número que é de 71% nos bancos tradicionais. Quer saber quais são os melhores bancos digitais do Brasil? Confira nosso site com o ranking em tempo real, a partir das avaliações dos usuários!
- Fintechs lançam soluções para te proteger de golpes e fraudes; confira
O Pix chegou para revolucionar o mercado de pagamentos brasileiro, porém, ao mesmo tempo em que ele trouxe a praticidade e a instantaneidade, ele abriu uma porta para os golpe. É muito comum lermos e ouvirmos relatos sobre vazamento de chaves Pix, sequestros relâmpagos e golpes. Fato é que golpes sempre existiram, porém, com o Pix, a possibilidade de transferências instantâneas facilitou um pouco para os criminosos. Anteriormente ao Pix, já era muito comum golpes e fraudes envolvendo clonagem de cartões, por isso, já há algum tempo, insituições financeiras começaram a oferecer o seguro cartão protegido, que reduz os prejuízos em casos de roubo, furto, perda ou golpe envolvendo o cartão de crédito. Pensando nisso, algumas fintechs começaram a pensar em soluções para minimizar os problemas causadados por estes golpes. É aí que surgiram seguros que protegem os usuários. Confira algumas das opções abaixo: Banco Inter Serviço: cartão mais protegido Perda, roubo ou furto do cartão: cobertura dos prejuízos causados por transações indevidas e não autorizadas por você. Saque ou compra sob coação: cobertura de compras, saques, despesas e outras cobranças não permitidas por você. Valor: a partir de R$ 1,90 por mês Mercado Pago Serviço: seguro da conta Criado em parceria com a BNP Paribas Cardif, líder mundial em seguros de crédito e a maior especialista em seguros massificados do Brasil, o seguro da Conta Mercado Pago está disponível em dois planos. Saque, compra ou Pix sob ameaça: cobre perdas relacionadas a saques ou compras sob coação. É válido para débitos efetuados no período de 96 horas antecedentes a notificação do ocorrido. Perda, roubo ou furto do cartão: reembolsa valores debitados indevidamente da Conta Mercado Pago, seja por perda, roubo ou furto do cartão – no mesmo prazo de até 96 horas anteriores à notificação. Proteção de compras: cobre perdas relacionadas a roubo, furto qualificado ou eventuais danos de bens adquiridos com o cartão. Se aplica a compras feitas com o cartão segurado, que ocorreram dentro de um período. Em caso de roubo/furto qualificado, o prazo é entre o momento da compra e até 30 dias depois; já para danos dos bens, o intervalo é de 60 dias. Roubo em caixa eletrônico: paga ao segurado que foi obrigado a sacar dinheiro em caixas eletrônicos. O ocorrido precisa ser notificado à seguradora em até duas horas. Furto ou roubo da bolsa: cobre as perdas e danos resultantes de roubo ou furto qualificado da bolsa que estava o cartão. Para isso, o segurado precisará realizar o bloqueio do cartão e comunicar a seguradora em até 96 horas. Morte em decorrência de crime: garante o pagamento do valor contratado para essa cobertura. Invalidez permanente total ou parcial em decorrência de crime: garante indenização correspondente ao valor segurado para essa cobertura. Assistência funeral: presta serviços para a realização do funeral do segurado. Capitalização: depois de um mês da adesão, o segurado passa a participar de sorteios mensais. Eles acontecerão no último sábado de cada mês, tendo apuração baseada na Loteria Federal. Valor: O primeiro no valor de R$ 3,49 mensais, com cobertura de R$ 5 mil, e o segundo de R$ 4,99 por mês, que traz coberturas de até R$ 10 mil. C6 Bank Serviço: seguro da conta Seguro C6 Conta cobre prejuízos financeiros com operações feitas sob ameaça, coação ou sequestro e oferece assistência psicológica às vítimas Valor: O valor da mensalidade varia entre R$ 1 e R$ 20, conforme a cobertura escolhida. Trigg Serviço: seguro cartão protegido Cobertura de transações feitas em casos de roubo, furto ou perda Cobertura em caso de desemprego involuntário, invalidez permanente total por acidente e outros imprevistos. Valor: O valor da mensalidade varia entre R$ 1 e R$ 20, conforme a cobertura escolhida.
- Finanças para casais: conheça 4 fintechs para a vida financeira a dois
Quando falamos de dinheiro, sabemos que muitos brasileiros enfrentam sérios problemas para lidar com este. Vivemos num país onde a educação financeira ainda engatinha: muita gente endividada, pouca gente investindo e, consequentemente, muita dor de cabeça. Se individualmente o dinheiro já causa transtornos para muita gente, os problemas podem se agravar ainda mais quando falamos de casais. Para você ter noção, de acordo com uma pesquisa feita pelo SPC Brasil, cerca de 46% dos casais brasileiros brigam por questões financeiras. Muitos casais acabam tendo o problema da “infidelidade financeira”, que se trata de esconder receitas e gastos financeiros do parceiro ou da parceira. Muitas vezes as coisas acabam sendo descobertas e isso acaba só prejudicando e causando mais confusão. De acordo com a mesma pesquisa, 51% dos casais culpam seus cônjuges pelas dificuldades financeiras. Uma outra pesquisa, feita pela fintech Onze, mostra que 25% dos brasileiros admitem que fazem compras escondido do(a) parceiro(a). E, para piorar, 31% dos casais não realizam controle financeiro algum. Infelizmente, casamentos e namoros acabam por motivos desencadeados pelo financeiro. Pensando nisto, preparamos abaixo algumas dicas de fintechs que combinam muito com a vida em casal! Meu Dinheiro O Meu Dinheiro é um sistema para gestão financeira pessoal. Um grande destaque que ele possui, e vai de encontro com as finanças de casais, é a existência do Plano Família. Nele, cada membro da família terá sua conta, para lançamento de entradas e saídas, e tudo acaba tendo uma integração. Junto$ A Junto$ é uma ferramenta simples e eficiente para organizar os gastos comuns do casal. É possível criar regras de divisão, se comunicar dentro do app e controlar toda a vida financeiro do casal. MeuCompromisso O MeuCompromisso é um app que ajuda casais a pouparem e realizarem sonhos juntos. O app oferece uma conta conjunta para casais, que possibilita a existência de dois cartões para a mesma conta, além de investimentos compartilhados, rendendo 100% do CDI. Cumbuca Cumbuca é o aplicativo para pagar contas em casal. A conta é compartilhada com a possibilidade de saldos individuais.
- Poupay é vencedora do Prêmio “Melhores Fintechs 2021”
A Poupay é um ecossistema financeiro voltado para mulheres. A fintech começou a operação dos seus negócios em abril do ano passado e já figura entre as principais startups do país. No Prêmio Melhores Fintechs 2021 promovido pela Fincatch, a Poupay foi vencedora em duas categorias: finanças pessoais e fintech mais engajada. Os prêmios mostram o bom momento pelo qual a fintech vem passando. “Nós chegamos ao mercado no ano passado, e no decorrer dos primeiros meses fomos passando por algumas mudanças e adaptações. Nosso App ainda não está totalmente pronto, mas já possui diversas funcionalidades que ajudam as mulheres a controlar o orçamento mensalmente”, diz Jean Malaquias, CTO da Poupay. Fintech deverá lançar conta digital em breve Por conta do alto engajamento das usuárias a Poupay que a princípio chegou ao mercado para oferecer uma solução na organização financeira, passou a vislumbrar um mercado ainda mais amplo. “Nós percebemos que as mulheres precisam não somente de uma assistente virtual para ajudar com suas finanças, mas também de todo um ecossistema financeiro que caminhe com elas no dia a dia”, destaca Malaquias. Dessa forma, a fintech deverá neste ano estrear a sua conta digital integrada ao App que vai possibilitar além do controle financeiro, toda a facilidade de administrar o orçamento pela palma das suas mãos. Além disso, a Poupay também está estudando a possibilidade de intermediar empréstimos pessoais, investimentos e até mesmo disponibilizar um cartão de crédito que ofereça cashback para todas suas usuárias. Funcionalidades serão disponibilizadas aos poucos Por se tratar de um mecanismo complexo, as funcionalidades do App da Poupay estão sendo disponibilizadas aos poucos no aplicativo. De acordo com Tiago Mascarenhas, cofundador do projeto, a Poupay está chegando para brigar com os grandes players do mercado. Ele esclarece que todo começo realmente é um pouco mais complexo, pois muitos desafios aparecem no caminho. “Quando David Vélez fundou o Nubank, ele disse que a fintech seria uma das maiores do mercado, e hoje a instituição já é a maior da América Latina. Nós estamos chegando para ser o maior ecossistema financeiro para mulheres do Brasil, e daqui alguns anos veremos o resultado do que estamos começando agora”, finaliza o executivo. A “melhor amiga” das mulheres A Poupay possui uma proposta bastante inusitada. Ela quer ser a “melhor amiga” de todas as mulheres. Ou seja, tudo o que elas precisarem do universo financeiro poderão encontrar dentro do aplicativo. Precisa de empréstimo? Quer investir? Quer ter um cartão de crédito? Quer aplicar um método financeiro para controlar as finanças? Quer cadastrar um cartão de crédito de uma conta já existente? Quer aprender mais sobre finanças pessoais? Tudo isso você vai encontrar em um só lugar. “A nossa proposta é ser muito mais do que um simples aplicativo. Nós nascemos para ser a melhor amiga das mulheres, e é para isso que estamos trabalhando noite e dia. A Poupay vai ser o maior ecossistema financeiro para mulheres do mercado, e quem ganha com isso são as mulheres de todo Brasil”, finaliza Malaquias. Diante dessa vontade imensa em fazer a diferença na vida das mulheres, não é de se espantar que a fintech tenha ganhado o prêmio “Melhores Fintechs 2021” em duas categorias. Atualmente a Poupay está presente em todas as redes sociais e o App pode ser baixado tanto para Play Store quanto Apple Store.
- Para reforçar a evolução do seu propósito ESG no mercado financeiro, Openbox apresenta nova marca
No mercado desde 2019, a Openbox foi fundada com o propósito de garantir crédito com taxas mais atrativas, oferecendo desconto na taxa de juros para empresas com ações sustentáveis. Nos últimos anos, a empresa criada por Maurício Rodrigues e Fernando Peixoto com a ajuda de Rianne Schaidhauer e Natália Braulio evoluiu para afirmar o seu posicionamento como a fintech que acredita na transformação sustentável, causando mudanças reais e valiosas no mercado. Agora, a marca da Openbox mudou para acompanhar a evolução do seu propósito. Porém, antes do rebranding, esse processo começou com o trabalho da Meaning, especializada em desenvolvimento e criação de Propósitos e culturas organizacionais sustentáveis de startups e PME’s. Foi com ela que a Openbox redefiniu e fortaleceu seu propósito, em um projeto que uniu líderes, fundadores e colaboradores da fintech junto com a equipe da consultoria. “Sem um propósito claro, não existe inovação nem modelo de negócio capaz de gerar resultados além do curto prazo. A Openbox não só quis descobrir seu propósito único e autêntico, como foi além disso: entendeu que ele, o seu propósito, deve ser comunicado para a sociedade, que espera ansiosamente consumir de empresas com significado, que compreendam a relevância do seu impacto social”, destaca Yazmín Trejos, CEO da Meaning. A nova “cara” da Openbox: foco nos pilares da fintech Desenvolvida pela equipe da Verdi Design, a nova identidade da fintech é composta por elementos fundamentais para sua identificação no mercado, focada nos pilares de Sustentabilidade, Confiança, Transformação e Tecnologia. Antes do Openbox.ai, agora, a empresa assina como Openbox, com a tagline “Crédito para Empresas”. Já os elementos principais que compõem a nova identidade Visual são: Logotipo, Vórtice, Cores Institucionais e Tipografias Institucionais. A combinação destes elementos proporciona formas diversas de assinatura da marca Openbox, mantendo sua consistência e coerência. Novos tons para um novo momento A colorimetria também mudou, de azul e amarelo, para verde, um tom importante para a sustentabilidade; o azul se mantém na marca e passa confiança, racionalidade e tranquilidade; e o amarelo, antes de ‘atenção’, agora será menos usado, e em um tom mais suave, transmitindo a transformação que a Openbox propõe. “A nossa marca evoluiu para afirmar o nosso posicionamento como a fintech que acredita na transformação sustentável, causando mudanças reais e valiosas no mercado. Queremos guiar as pequenas e médias empresas em uma jornada de transformação sustentável, mostrando ser possível ter resultados financeiros sem deixar de preservar os recursos para as gerações futuras”, finaliza Natalia Braulio, COO e co-founder da Openbox.
- Impact Bank apresenta nova comunicação e produtos para 2022
A partir de 1º de fevereiro, o Impact Bank, fintech criada para alavancar ações e projetos de impacto social e ambiental, terá uma nova interface em seu site, que passa a comunicar produtos, serviços, parceiros e ações através de uma ensaio fotográfico realizado integralmente pela equipe e modelos do Instituto Jcaré Facilitador. O Instituto Jcaré Facilitador foi criado por Júlio Cesar Lima e atua com jovens e adultos da comunidade do Jacarezinho (RJ), oferecendo cursos nas áreas da beleza, moda e esporte. Muito mais do que proporcionar um novo visual, a empresa coloca em prática aquilo que está em seu DNA: fortalecer e dar visibilidade aos parceiros que geram transformação social. Os bastidores do ensaio podem ser conferidos aqui: https://youtu.be/2Xp7FWQNYO0 E ações como esta estão presentes em todas as ações de marketing da empresa: “Alavancar negócios e projetos de impacto é uma das bases internas de tudo o que fazemos para fora. Por isso, desde a produção de material promocional, até projetos maiores, como o editorial feito com o Jcaré Facilitador, são realizados com quem realmente faz a diferença na sociedade”, explica Rafael Oliveira, sócio e diretor de marketing do Impact Bank. Para fortalecer sua proposta de atuar cada vez mais como agente de transformação de negócios e intervenções de impacto, a empresa também está prestes a lançar novos serviços disruptivos como câmbio para doações, acesso a crédito e captação de doações face a face (F2F), que passam a integrar a gama de produtos junto com conta digital, maquininhas de cartão, projetos especiais customizados para negócios e ONGs, repasse de benefícios, entre outros. Para um dos sócios-fundadores e CEO do Impact Bank, Gabriel Ribenboim, a atualização após pouco mais de 1 ano do lançamento reflete o amadurecimento da empresa: “Nossa escuta está voltada para entender cada vez mais os desafios de nossos parceiros e clientes e para criar, juntos, soluções para fortalecer o papel transformador de pessoas físicas, jurídicas e do terceiro setor”, declara. Desde sua fundação, o Impact Bank reverte parte do valor de taxas de maquininhas e cestas de serviço para o Fundo de Transformação, gerido pela Welight. Durante o período de 13 meses, o Fundo já alavancou cerca de R$ 3,8 milhões em doações para projetos como Associação Mutuca, Fundação Amazônia Sustentável, Instituto Semear, A Gente Transforma, entre outras. Para conhecer a atuação de Impact Bank, acesse o site e redes sociais: @impactbank – www.instagram.com/impactbank www.impactbank.com.br. Sobre Impact Bank O Impact Bank é uma plataforma de pagamentos baseada em princípios éticos e transparentes que nasceu da Welight Tecnologia Social - uma organização híbrida certificada como Empresa B que conecta empresas, fundos de filantropia e doadores com organizações de impacto. A fintech tem como proposta acelerar mudanças no sistema financeiro para financiar um futuro mais justo e regenerativo.
- Equity Crowdfunding: investindo em startups
Você já deve ter ouvido falar de vários casos de empresas de tecnologia que começaram pequenas, na garagem de seus fundadores, e, acabaram explodindo em um determinado momento, tornando-se grandes corporações. Google, Facebook e Amazon são só alguns destes exemplos. Estas empresas têm uma coisa em comum: quando começaram, além de serem pequenas eram empresas de base tecnológica com modelos exponenciais de crescimento. Esta característica é o que define uma startup. Agora imagine você investindo um valor acessível, por exemplo R$ 1.000, no começo de um "novo Uber", e, com o crescimento desta empresa, transformar estes R$ 1.000 em uma grande quantia. Parece algo inimaginável, não é? Porém, neste artigo, iremos mostrar que isto é totalmente possível, com o Equity Crowdfunding. Crowdfunding: financiamentos coletivos O termo equity crowdfunding, traduzido ao pé da letra, significa investimento coletivo. Você já deve ter ouvido a palavra "crowdfunding" alguma vez na vida, pois há alguns anos, viralizou no Brasil as plataformas de crowdfunding, também conhecidas como financiamento coletivo (ou até como vaquinhas virtuais). Estas são as plataformas nas quais pessoas abrem campanhas para um projeto para que ouras pessoas façam contribuições para viabilizá-lo. Ao contrário das plataformas de equity crowdfunding, no qual a visão principal é a de um investimento, as plataformas de financiamento coletivo são mais focadas em doações ou prêmios. Ou seja, as pessoas contribuem para os projetos sem a espera de um retorno financeiro. Alguns exemplos de plataformas de crowdfunding no Brasil são sites como Catarse, Kickante, Vakinha e Benfeitoria. Equity Crowdfunding: participação em empresas Empresas em estágios iniciais muitas vezes têm o desafio de captar recursos para investimentos no negócio. Existem diversas formas de obter esses recursos: aporte de capital próprio, amigos, parentes, empréstimos em instituições financeiras, peer-to-peer lending, investidores anjos ou venture capital. O equity crowdfunding surge como uma nova alternativa. A primeira plataforma desta modalidade surgiu na Inglaterra, em 2009. Nos Estados Unidos, apesar de algumas iniciativas já existirem, foi em 2012 que elas foram regulamentadas Ao contrário dos financiamentos coletivos, no equity crowdfunding a ideia não é a de doações ou brindes, mas sim de um investimento: pessoas colocam dinheiro no projeto visando obter uma rentabilidade no futuro. Pensando no que já existe no mercado financeiro, enquanto que o peer-to-peer lending pode ser visto similar às debêntures, na qual empresas captam recursos e pagam de volta com juros, o equity crowdfunding pode ser visto como algo parecido com o mercado de ações, no qual o investidor passa a ter participação na empresa. Porém, nem sempre o investimento funciona na forma de participação societária. Algumas das plataformas permitem que o retorno seja através de títulos conversíveis da dívida. Temos vantagens tanto para as empresas quanto para os investidores. Do ponto de vista das empresas, que costumam ser startups, o acesso ao capital fica facilitado. Do ponto de vista do investidor, além do valor dos aportes ser mais baixo, já que a ideia é do investimento coletivo, há a possibilidade de diversificar e investir em empresas com grande potencial de crescer de forma exponencial. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) regulamentou o equity crowdfunding na instrução CVM 588. De acordo com a regulamentação, empresas com receita anual de até R$ 10 milhões podem realizar ofertas por meio do financiamento coletivo na internet, com dispensa automática de registro de oferta e de emissor. E como forma de proteção ao investidor, as ofertas só podem ser feitas por plataformas autorizadas. Para as empresas que estão captando recursos, os principais requisitos envolvem a necessidade da empresa ser uma LTDA e o fato de que os recursos não poderem ser usados para investimentos em produtos financeiros ou para aquisição de outros negócios. Riscos Estamos falando de investimentos em novas empresas/projetos. Ou seja, é possível obter-se ganhos bem acima aos investimentos mais tradicionais. Porém, assim como no mercado de ações, estamos falando de renda variável. Dessa forma, o risco é mais acentuado, podendo, por outro lado, levar a perda de capital por parte dos investidores. É justamente por isso que o investidor, na hora de aplicar seu dinheiro em alguma das plataformas, precisa se declarar estar ciente aos riscos envolvidos em investir em negócios, já que possuem poucas garantias e alta volatilidade. A CVM também estipulou o limite de investimento R$ 10 mil por ano, por investidor, com exceções para os investidores classificados como qualificados. De qualquer forma, assim como nas plataformas de P2P Lending, nas plataformas de equity crowdfunfding também é feita uma seleção e uma avaliação de risco da empresa que está captando recursos. As plataformas avaliam o histórico da empresa, o motivo da captação e balanços financeiros para atribuírem uma classificação de risco. Todos estes dados são mostrados para que o investidor possa analisar e tomar suas decisões. Quer conhecer quais são as plataformas de Equity Crowdfunding que existem no Brasil? Acesso o site da Fincatch e confira!














