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1502 resultados encontrados para "Banco BV"

  • Binance Lança BNSOL para staking flexível e seguro de Solana

    A Binance , líder global em blockchain e responsável pela maior exchange de criptomoedas do mundo por volume de negociação e número de usuários, anunciou o lançamento do Binance SOL Staking, previsto para setembro. Esse novo produto permitirá aos usuários fazer staking de seus tokens Solana (SOL) de forma segura, mantendo total controle e flexibilidade sobre seus ativos por meio do Binance Staked SOL (BNSOL). Com o Binance SOL Staking, os usuários podem fazer staking de seus tokens SOL de maneira simples e receber o BNSOL, um token líquido que representa seus ativos em staking. O BNSOL permite que continuem acumulando recompensas de staking, enquanto mantêm a flexibilidade para negociar, emprestar ou usar seus ativos em diversos produtos da Binance e em plataformas DeFi externas. “Como uma das primeiras exchanges a oferecer staking líquido de SOL, a Binance proporciona uma maneira flexível de ganhar recompensas, permitindo que os usuários mantenham total controle sobre seus ativos”, afirma Vishal Sacheendran, Head de Mercados Regionais da Binance. “Diferente do staking nativo, que bloqueia os ativos, o BNSOL desbloqueia a liquidez, permite a contínua acumulação de recompensas e facilita a participação tanto na plataforma Binance quanto no ecossistema DeFi mais amplo. É uma solução ideal para quem busca maximizar o potencial de seus tokens Solana”. O Binance SOL Staking oferece aos usuários diversos benefícios: Recompensas dinâmicas:   o BNSOL representará os tokens SOL em staking e as recompensas acumuladas ao longo do tempo. Os usuários terão uma APR dinâmica, seguindo as recompensas de staking da Solana na blockchain, ajustadas por comissão, o que garante retornos competitivos. A proporção BNSOL será atualizada a cada epoch da Solana (a cada dois dias aproximadamente ), refletindo as recompensas acumuladas e o aumento no valor do BNSOL em relação ao SOL. Liquidez ampliada:   o BNSOL pode ser utilizado tanto dentro do ecossistema da Binance quanto em várias aplicações DeFi, oferecendo maior utilidade e flexibilidade. Os detentores de BNSOL poderão negociar, investir, fazer "farm", emprestar e utilizar seus tokens conforme suas estratégias de investimento. Resgate flexível:  a flexibilidade do BNSOL permite resgates a qualquer momento, sujeitos a um período de espera, ou de forma instantânea, negociando o BNSOL no mercado. Processo simples: o staking na Binance é projetado para ser intuitivo e acessível, exigindo apenas um clique para começar a gerar recompensas, o que o torna ideal tanto para iniciantes quanto para usuários experientes. O Binance SOL Staking foi desenvolvido com base no Stake Pool Program original da Solana Labs, uma estrutura robusta e auditada por diversas empresas de segurança, garantindo a proteção total dos fundos. Esse programa também foi amplamente validado por provedores de tokens de staking líquidos (LST), reforçando sua confiabilidade e segurança. A data oficial de lançamento e mais detalhes serão anunciados em breve pelos canais oficiais de comunicação da Binance.

  • Omnitax lança tecnologia para facilitar a adaptação das empresas à Reforma Tributária

    A Omnitax, empresa de tecnologia que oferece softwares de gestão tributária, anuncia o lançamento do Motor da Reforma Tributária, uma solução tecnológica inovadora que promete facilitar a adaptação das empresas aos desafios impostos pela nova legislação brasileira. Desenvolvido em nuvem e baseado em APIs, o sistema foi projetado para integrar os dois regimes tributários vigentes durante os dez anos de transição da Reforma, garantindo eficiência, segurança e conectividade. “O grande diferencial dessa tecnologia é a capacidade de conectar sistemas legados e ERPs a uma inteligência tributária centralizada, eliminando redundâncias, reduzindo erros e aumentando a conformidade fiscal”, destaca Paulo Zirnberger, CEO da Omnitax .  Além disso, o Motor da Reforma Tributária calcula impostos em tempo real e permite configurar regras específicas do negócio, como benefícios fiscais, preços de venda, custos de produção e logística — uma característica importante para personalizar decisões estratégicas. Com uma interface intuitiva, dispensa a necessidade de desenvolvedores ou aditivos contratuais, dando mais independência às empresas para gerenciar suas regras tributárias. Já a infraestrutura em nuvem garante integração direta com sistemas amplamente utilizados no mercado, reduzindo custos e assegurando a longevidade da solução. Outro grande benefício é a rastreabilidade dos eventos, que são controlados por chaves únicas, assegurando segurança e rastreabilidade de todas as operações.  “Com tantas transformações no cenário fiscal, o Motor da Reforma Tributária surge como uma solução robusta e eficiente para operar simultaneamente os dois regimes. Nossa ideia foi capacitar empresas a enfrentar as mudanças com confiança, mesmo em uma transição tão complexa”, conclui Paulo Zirnberger.

  • Cumbuca lança Iniciação de Transação de Pagamento no aplicativo

    Iniciação de Transação de Pagamento permite que os usuários realizem um comando de PIX vindo do seu banco O cliente não precisa abrir o app do banco, pois autoriza a realização do PIX diretamente da Cumbuca. dentro do app é oferecer uma melhor experiência de uso do dinheiro, que nem sempre está atrelada ao banco “Pela primeira vez, será possível que outras aplicações, como a Cumbuca, e não necessariamente bancos que desejar, ou até mesmo em vários bancos.

  • InfinitePay lança integração do Nitro com Link de Pagamento para acelerar recebimentos em até 6 segundos

    A InfinitePay, plataforma de serviços financeiros da CloudWalk, anuncia a ampliação do recurso Nitro , que passa a funcionar também com o Link de Pagamento , permitindo que empreendedores recebam suas vendas online na hora , em até 6 segundos, sempre que precisarem, sem alterar permanentemente o plano de recebimento. A novidade reforça o compromisso da InfinitePay em oferecer soluções flexíveis, rápidas e acessíveis, especialmente para negócios que dependem de agilidade no fluxo de caixa. O Nitro é uma funcionalidade criada para dar autonomia ao empreendedor na gestão financeira. Com ele, o cliente InfinitePay escolhe quando quer receber suas vendas instantaneamente, pagando apenas pela ativação no momento da necessidade, sem período mínimo de permanência e sem compromissos de plano. Principais vantagens do Nitro Recebimento instantâneo : dinheiro disponível na Conta Inteligente em até 6 segundos. Flexibilidade total : ative e desative sempre que quiser. Sem fidelidade ou permanência . Ideal para emergências ou necessidades pontuais de caixa. Com a nova integração, empreendedores que vendem por Link de Pagamento , recurso amplamente utilizado por pequenos negócios e autônomos, podem ativar o Nitro no momento da criação da cobrança.

  • Hurst Capital lança operação lastreada em recebíveis do setor de Óleo & Gás

    A Hurst Capital, maior ecossistema de ativos alternativos da América Latina, acaba de lançar uma nova operação de certificados de recebíveis (CRs). Intitulada Recebíveis Óleo & Gás, tem rentabilidade estimada de CDI + 5% ao ano e prazo de 10 meses. O aporte mínimo é de R$ 10 mil e os investidores começam a receber fluxo de pagamentos mensais após 30 dias de vigência. A estrutura de crédito privado tem como lastro recebíveis não performados oriundos de contrato celebrado entre PCI Brasil e Petrobras. A PCI é uma empresa prestadora de serviços de inspeção e manutenção de tanques e cujos contratos estão em curso. São quatro, todos vigentes, somando R$ 87 milhões, dos quais R$ 17,4 milhões foram elegíveis para a operação. A securitização dos recebíveis está sob responsabilidade da Ahlex, braço da Hurst , para originação de ativos neste segmento, que recebeu autorização para a realização desta operação no âmbito do programa Progredir, lançado pela Petrobras para antecipar pagamentos de fornecedores previamente homologados, melhorando sua liquidez e acesso a crédito.  “Ao utilizar esse programa como estrutura de garantia, a operação se ancora na solidez de uma das maiores petrolíferas do mundo, classificada como AAA.br pela Moody’s”, explica Arthur Farache, CEO da Hurst . Vale ressaltar que a operação possui subordinação de 10% do valor total, assim, em caso de perda ou de necessidade de liquidação, haverá adiantamento desta fração aos investidores. Quanto à rentabilidade, o fato de ser atrelado ao CDI proporciona que o retorno siga a movimentação da taxa Selic que se encontra em 15% ao ano, bem acima da inflação. “No momento a taxa de juros se encontra em um patamar elevado e qualquer movimentação para baixo é lenta. Como a operação tem prazo de apenas dez meses, o retorno se mostra bastante atrativo para os investidores”, avalia o CEO. Como funciona? Na prática, o investidor adquire CRs ligados ao fluxo de recebíveis do contrato firmado, cuja prestação de serviços de inspeção e manutenção de tanques está em curso. O montante de recebíveis cedido nesta emissão, no valor de R$ 2.372.912,58, é depositado em uma conta vinculada (de garantia) já ativa sob gestão da Ahlex e operacionalizada pela Fidúcia, instituição financeira parceira. A subordinação de 10% do valor total adiciona uma camada adicional de proteção ao investidor. Além do retorno financeiro, o modelo reforça uma tendência crescente no mercado de capitais: a securitização de contratos corporativos com lastro em compromissos de grandes empresas públicas. “É uma oportunidade única porque conecta investidores a uma oportunidade com risco mitigado, impacto estratégico e potencial de rentabilidade acima da média. Ideal para quem busca diversificação”, afirma Farache. Os detalhes da operação podem ser avaliados neste link: https://hurst.capital/oportunidades/75eb35e4-aeac-4395-937b-b0ecff6819fd

  • C6 Bank e Nextron se unem para incentivar uso de energia limpa

    Os clientes do C6 Bank têm uma nova opção sustentável para economizar no pagamento da conta de luz. Os clientes pessoa física do banco podem aderir ao serviço de energia renovável pelo modelo de assinatura Os clientes do C6 Bank que têm gastos mínimos de R$ 150 com a conta de luz podem se cadastrar para obter Basta acessar o app ou o site do banco, buscar a Nextron dentro da seção C6+Benefícios e enviar a documentação parceria é oferecer a solução digital da climate tech para toda a base de clientes pessoa física do banco

  • MB lança token de crédito corporativo para a Rappi Brasil

    O Mercado Bitcoin (MB), a maior plataforma de ativos digitais da América Latina, lançou o token de Renda Fixa Digital Rappi. Ofertado com valor inicial de R$ 100,00 e vencimento em janeiro de 2025, a novidade oferece aos investidores uma estimativa de ganho pré-fixado de 15% ao ano e pagamentos em outubro de 2024 e janeiro de 2025. Estruturado pela MB Tokens, empresa do mesmo ecossistema do MB e especializada em tokenização e Real World Assets (RWA), o token segue a Resolução CVM 88 e utiliza a tecnologia blockchain via ERC-20, garantindo segurança e eficiência. Com esta iniciativa, o Mercado Bitcoin reafirma seu papel como um catalisador de inovação no setor financeiro, ao mesmo tempo em que fortalece sua parceria com a Rappi Brasil. “A parceria com a Rappi Brasil se dá em um momento no qual ampliamos nossa frente de atuação como tokenizadora B2B, impulsionados pela tecnologia blockchain. A revolução financeira digital não apenas moderniza todo o processo de concessão de crédito, tornando-o mais eficiente, mas também contribui para a redução de custos operacionais”, diz Reinaldo Rabelo, CEO do MB. O token representa a oitava emissão de Certificados de Recebíveis (CRs) da MB Securitizadora e é lastreada em título de dívida corporativa emitido pela Rappi Brasil. A Rappi Brasil celebra um marco notável em sua trajetória: um crescimento exponencial, ultrapassando um patamar significativo de receita nos últimos 4 anos, crescendo mais de 400% e se destacando como uma das empresas mais dinâmicas e inovadoras do setor de tecnologia e logística. "Com os recursos captados, a Rappi impulsionará a eficiência operacional, a escalabilidade e a adoção de tecnologias inovadoras, como a tokenização de ativos.", destaca Diego Gomes, Co-Founder do RappiBank no Brasil. "Eleita uma das 100 empresas mais influentes do mundo em 2024, a Rappi continua a apostar na inovação e na democratização do acesso à economia digital. Com essa parceria junto ao MB, vamos continuar a investir para facilitar o dia a dia de nossos usuários", reforça Gomes.   Mercado Bitcoin e tokenização B2B A parceria com a Rappi integra a estratégia do MB em expandir sua presença B2B por meio da tokenização de ativos corporativos, facilitando o acesso ao mercado de capitais. Para ocupar segmentos “subatendidos” pelo mercado de crédito privado brasileiro, principalmente para transações de até R$ 100 milhões, o MB possui uma abordagem estratégica voltada para a tokenização, que é realizada por meio da tecnologia blockchain. Tornando a operação mais eficiente e econômica, a tokenização permite ao MB reduzir o tempo de captação de recursos em até três vezes, em comparação com o mercado tradicional.

  • Hurst lança nova operação de cinema com filmes premiados em Cannes e aposta em receitas de bilheteria e streaming

    Depois de levar ao mercado uma carteira que incluiu Valor Sentimental, vencedor do Oscar de Filme Internacional e que alcançou faturamento equivalente a 2,1 vezes o valor investido em seis meses, a Hurst amplia sua atuação no audiovisual com uma nova operação voltada ao financiamento da distribuição cinematográfica. A carteira reúne os filmes internacionais Acampamento Miasma e Josephine e prevê participação dos investidores nas receitas geradas pela exploração comercial das obras. Estruturada pela Hurst em parceria com a MUV Capital e a distribuidora Retrato Filmes, a operação financiará custos associados à comercialização e ao lançamento dos dois títulos no Brasil e na América Latina. Os recursos investidos são lastreados em direitos creditórios provenientes das receitas futuras dos filmes, estimadas entre agosto de 2026 e junho de 2027. A nova oferta tem prazo projetado de dez meses e rentabilidade estimada, no cenário-base, de 26,75% ao ano. As taxas são projeções e não representam garantia de retorno, uma vez que o resultado depende principalmente da performance comercial e do prazo de recebimento das receitas dos filmes. Em operação similar realizada anteriormente, o retorno entregue chegou a 29% ao ano em 5 meses. “Estamos avançando em uma tese que aproxima dois universos que historicamente estiveram distantes no Brasil: mercado de capitais e indústria audiovisual. O investidor passa a ter acesso a uma economia baseada em propriedade intelectual, audiência e distribuição, com uma dinâmica de geração de receita diferente daquela encontrada nos ativos financeiros tradicionais”, afirma Breno Reis, CEO da Hurst Capital. De Cannes às salas brasileiras A carteira é formada por dois filmes com perfis diferentes, estratégia que busca diversificar as fontes de receita da operação. Com 79% da carteira, Josephine é protagonizado por Channing Tatum e dirigido pela cineasta nipo-brasileira-americana Beth de Araújo. O filme estreou no Festival de Sundance e tem lançamento comercial previsto para novembro ou dezembro deste ano. A exploração inclui salas de cinema, aluguel digital e primeiro licenciamento para plataformas ou canais, além de abranger territórios da América Latina. Já Acampamento Miasma, que representa 21% da carteira, chegou aos cinemas brasileiros ainda em agosto. Premiado no Festival de Cannes e adquirido pela MUBI, o filme de terror é estrelado por Hannah Einbinder e Gillian Anderson e acompanha uma jovem realizadora que tenta revitalizar uma franquia de filmes do gênero. “Uma das características interessantes do audiovisual como tese de investimento é que não existe uma única fonte de monetização. Dependendo do título, a receita pode vir das salas de cinema, do aluguel digital, do licenciamento para streaming e da exploração em diferentes territórios. A seleção e a composição da carteira são fundamentais justamente para equilibrar essas diferentes possibilidades”, afirma Laura Rossi, Diretora de Investimentos em Audiovisual da MUV Capital. Investidor participa da distribuição, não da produção A lógica da operação está concentrada em uma etapa específica da cadeia cinematográfica: a distribuição. Em vez de financiar a realização de um filme ainda em desenvolvimento, os recursos são destinados principalmente aos custos necessários para colocar obras já selecionadas comercialmente diante do público. Nesse modelo, a distribuidora licencia os direitos de exploração e investe em despesas de lançamento e comercialização. As receitas obtidas nas diferentes janelas são utilizadas prioritariamente para recuperar esses custos e remunerar a distribuição antes que o excedente siga para o produtor. “A prioridade na cascata de pagamentos é uma das características econômicas que tornam a distribuição um elo importante da cadeia audiovisual”, explica Reis. Os recebíveis da carteira são direcionados para uma conta escrow e auditados pela MUV, responsável pelas distribuições mensais até o encerramento da operação. A estrutura prevê ainda que investidores e Retrato Filmes participem proporcionalmente dos rendimentos gerados pela exploração comercial. Há também um mecanismo de recuperação por meio de receitas futuras. Caso o faturamento das primeiras janelas não alcance o esperado, o investidor mantém participação nas receitas posteriores dos ativos até a devolução integral do capital, conforme as condições contratuais da operação. Do ativo cultural ao ativo financeiro A nova oferta também marca a continuidade da parceria entre MUV e Retrato Filmes. Na carteira anterior, o principal destaque foi Valor Sentimental. Além de conquistar o Oscar de Filme Internacional, a obra alcançou um múltiplo de faturamento de 2,1 vezes sobre o valor investido em seis meses. Para Reis, a evolução dessas operações ajuda a demonstrar como propriedade intelectual e entretenimento podem ocupar espaço maior dentro do universo de ativos alternativos. “O cinema movimenta uma cadeia econômica muito maior do que a bilheteria. Quando conseguimos transformar direitos e receitas futuras dessa cadeia em estruturas de investimento, criamos uma ponte entre capital privado e entretenimento. É uma forma de financiar a circulação das obras e, ao mesmo tempo, permitir que investidores participem economicamente do desempenho desses conteúdos”, afirma. A rentabilidade, porém, está diretamente ligada à performance comercial dos filmes e ao prazo dos recebimentos. Entre os riscos descritos pela própria operação estão desempenho abaixo do projetado, inadimplência das fontes pagadoras, riscos relacionados à securitização e pirataria, podendo haver inclusive perda do capital investido. A operação é estruturada por meio de Certificados de Recebíveis (CRs) lastreados nos direitos creditórios da exploração comercial dos filmes. A oferta é realizada nos termos da Resolução CVM 88 e é dispensada de registro prévio pela CVM.

  • Yuno lança ferramenta para automatizar o fluxo de pagamentos de empresas varejistas

    A Yuno, líder mundial em orquestração de pagamentos, acaba de anunciar o lançamento do Smart Routing, ferramenta voltada a players de e-commerce e que automatiza todo o fluxo de pagamentos, eliminando a complexidade de se gerenciar manualmente informações referentes a diversos provedores. Dessa maneira, os comerciantes podem otimizar custos, melhorar os tempos de resposta e aumentar as taxas de aprovação de transações. A solução possibilita testar novas estratégias de roteamento e realizar ajustes em tempo real, tudo isso sem interromper transações em andamento. Dessa forma, o varejista protege os fluxos de receita e garante uma experiência de alta qualidade para o cliente final. Além disso, a ferramenta pode ser personalizada de acordo com as necessidades de cada comerciante, sendo aplicada automaticamente a todas as transações ou seletivamente a uma parte do tráfego, permitindo testes seguros (A/B) de rotas e provedores. “Essa funcionalidade inovadora representa um avanço significativo nas soluções de pagamento automatizadas, fortalecendo a liderança da Yuno no mercado de orquestração e seu compromisso de oferecer tecnologia inteligente e simplificada para comerciantes”, aponta Walter Campos, gerente geral da Yuno no Brasil. Já para Juan Pablo Ortega, cofundador e CEO da Yuno , o Smart Routing representa um avanço significativo na otimização de pagamentos. “Os comerciantes estão gastando muito tempo e recursos em análises intermináveis e configurações para otimizar todo o processamento. Por meio de nossa tecnologia de ponta, desenvolvemos uma solução que automatiza e simplifica as decisões complexas de roteamento de pagamentos. Esse lançamento reflete nosso compromisso em simplificar transações  e maximizar a eficiência para empresas de todos os tamanhos.” O lançamento do Smart Routing segue a recente introdução do Monitors, um recurso inovador que capacita os comerciantes a detectar e resolver anomalias de pagamento em tempo real, por meio de alertas personalizáveis com base nas taxas de aceitação de transações. Juntas, essas funcionalidades estão alinhadas à visão mais ampla da Yuno de se tornar a principal plataforma global de orquestração de pagamentos, à medida que expande sua presença na Ásia, Europa e Oriente Médio, impulsionada por um investimento de US$ 25 milhões na Série A, liderado por Andreessen Horowitz, Tiger Global e DST Global Partners.

  • Fintech de saúde lança solução inédita para apoiar empresas na reforma tributária

    A Mitfokus, empresa de contabilidade médica digital, está ampliando suas especialidades. Agora, a empresa se posiciona também como especialista em reforma tributária para médicos e clínicas. Afinal, o novo regramento tributário já está batendo à porta: entra em vigor em 2026, e o ano de 2025 será crucial para se preparar para as mudanças. “A reforma tributária traz mudanças profundas na cultura de compras, precificação, finanças e contabilidade para negócios e pessoas jurídicas na área da saúde. Com alguns parceiros reconhecidos pela expertise no tema, nos especializamos para sermos referência quando o assunto é a reforma tributária para médicos e clínicas”, destaca a fundadora e CEO da Mitfokus , Júlia Lázaro. Com a regulamentação das mudanças sancionada no início de 2025, a equipe se debruçou na análise de todos os pontos. “Buscamos entender todas as regras, para traduzi-las a nossos clientes e entregar os melhores resultados”, sublinha. Neste momento, ressalta Júlia, a primeira orientação é para que pessoas jurídicas e negócios em saúde reavaliem o regime tributário em que estão enquadrados (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real). A reforma não mexe, em tese, com o Simples, mas, ao criar o instrumento do crédito tributário, faz com que empresas nesse regime não sejam passíveis de geração de tal crédito. Desse modo, a tendência é que empresas do Simples sejam preteridas na contratação como fornecedoras ou prestadoras de serviços para organizações maiores, do Lucro Real ou Lucro Presumido. “No caso das pessoas jurídicas da área médica, só uma análise especializada, caso a caso, poderá identificar qual a melhor decisão: migrar ou se manter no Simples Nacional”, observa.  Além disso, a reforma tributária passa a exigir das organizações uma gestão em que os setores financeiro, de compras, contábil e de tecnologia estejam plenamente integrados. “Dados, processos e balanços deverão ser coerentes e alinhados. Uma gestão contábil, fiscal e financeira generalista, sem levar em conta as especificidades da área da saúde, não será mais possível”, adverte Júlia. A reforma tributária cria o Imposto sobre Valor Agregado (IVA), dividido em Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). O IVA eliminará tributos que hoje incidem diretamente sobre serviços de saúde: a CBS substituirá PIS/Pasep e Cofins, enquanto o IBS eliminará o ISS (municipal) e o ICMS (estadual). Ademais, a alíquota, que com ISS e ICMS varia de município para município (e de estado para estado), será única, com o IVA Dual. E essa alíquota do IVA Dual será, para a área da saúde, 60% menor que a alíquota de referência do imposto. “Uma modificação significativa é que a apuração do IVA será feita no local da prestação do serviço para a área da medicina, independentemente do local da sede da pessoa jurídica. Já os serviços prestados de forma remota terão outro regramento”, acrescenta a executiva. A implementação da reforma tributária será gradativa. Começa em 2026, com previsão de ser totalmente concluída em 2033. Nesse período, as regras atuais coexistirão com as mudanças. “Enfim”, avalia a CEO da Mitfokus, “será fundamental contar com assessoria contábil especializada para medir os reais impactos da reforma tributária em cada negócio e elaborar um planejamento tributário estratégico para os próximos oito anos”.

  • Especializada em soluções de crédito, AgFintech Nagro lança Mini-CRA

    Para quem busca oportunidades de investir no pujante setor do agronegócio brasileiro, a Hurst Capital, maior ecossistema de ativos alternativos da América Latina, lançou a operação “Mini CRA – Nagro IV com rentabilidade prefixada de 15,75% ao ano. Com prazo máximo de 24 meses e aporte mínimo de R$ 10 mil, uma das vantagens é que se trata de um investimento isento de impostos. Sediada em Uberlândia (MG), a Nagro é uma AgFintech fundada em 2017 e que atua no fornecimento de soluções de crédito a produtores rurais e distribuidores de insumos agropecuários. A escolha da empresa pela Hurst foi baseada na solidez apresentada pela AgFintech no mercado. Com um ecossistema completo, a companhia leva crédito a mais de 5 mil produtores rurais e auxilia 770 empresas na cessão de crédito. Desde sua fundação, a Nagro já concedeu cerca de R$ 390 milhões em crédito, ultrapassando 6 mil operações. A empresa conta com uma plataforma robusta de análise de risco, o AgRisk, que tem 650 mil produtores registrados e 770 empresas como clientes ativos, ou seja, que usam a plataforma para auxiliá-los em suas análises de crédito. “A Nagro é líder em seu segmento de atuação e sua plataforma, a AgRisk, é sólida. Tem mais de 10 milhões de imóveis rurais registrados em sua base de dados, utiliza mais de 90 fontes de dados diferentes, cruzando 140 variáveis para construir um score de crédito preciso. Em 2023, a companhia realizou uma captação “série A” liderada pela Kinea Ventures, gestora do fundo de corporate venture capital do Itaú Unibanco. Não por acaso, depois de fazermos nossas diligências constatamos que se trata de uma empresa segura e com grande potencial”, comentou Rodrigo Claro, sócio da mesa de ativos Agroambientais na Hurst. Os recursos captados serão cedidos à empresa por meio da emissão de um CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), lastreado em Cédulas de Crédito Bancárias (CCB) emitidas por produtores rurais em favor da Nagro. O valor total da oferta é de R$ 304.652 (série única) e a Nagro é responsável pela recompra dos títulos em atraso no valor de até 20% do volume da emissão. Os recursos arrecadados serão utilizados no refinanciamento da cadeia do agronegócio, bem como no custeio das atividades operacionais da empresa. “Nós da Hurst gostamos dessa operação porque a Nagro é referência no setor, com mais de seis anos de experiência no mercado de crédito, totalmente digital, para o agronegócio. E melhor, com um modelo de análise de crédito cuja eficiência já está comprovada. Quanto aos riscos, são mitigados por meio da pulverização, dado que a operação contará com uma carteira de crédito distribuída entre diferentes produtores, regiões e culturas”, afirma Arthur Farache, CEO da Hurst. Farache também lembra que o agronegócio, ramo de atuação da Nagro, é um segmento resiliente e competitivo e, por isso mesmo, se apresenta como uma ótima oportunidade de diversificação. Atualmente, o agro corresponde a um quarto do PIB nacional, representando aproximadamente R$ 2,2 trilhões de receita, além da geração de postos de trabalho e tributos. “E vale lembrar que os Certificados de Recebíveis do Agronegócio são isentos de impostos, uma vantagem e tanto para quem entrar na operação”, conclui Farache.

  • ABToken lança Cartilha Parlamentar voltada à agenda de criptoativos, tokenização e ativos digitais no Congresso Nacional

    A Associação Brasileira de Tokenização e Ativos Virtuais (ABToken), em colaboração com a consultoria ÉTICA Inteligência Política, acaba de lançar a Cartilha Parlamentar de Criptoativos, Tokenização e Ativos Digitais. O documento apresenta um levantamento inédito da atuação do Congresso Nacional sobre o mercado de ativos virtuais, mapeando 56 parlamentares com atuação pública documentada, 77 registros entre autoria e relatoria e 62 proposições únicas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. O objetivo principal do projeto é fornecer subsídios técnicos qualificados e estruturar o acompanhamento institucional do setor sobre o processo legislativo brasileiro. Dentro desse universo mapeado, a publicação destaca 10 matérias legislativas de atenção prioritária que abordam temas cruciais para o desenvolvimento sustentável da economia digital no país. O levantamento abrange desde a regulamentação das stablecoins no PL 4308/2024 até a garantia do direito à autocustódia no PL 311/2025. O estudo contempla ainda a exigência de segregação patrimonial para prestadoras de serviços de ativos virtuais no PL 4932/2023, a criação de marcos para a tokenização imobiliária no PL 4438/2025, a normatização de tokens ambientais digitais no PL 3434/2024 e a autorização para a compra de criptoativos por fundos de investimento no PL 166/2025, além do uso de ativos virtuais no Sistema de Pagamentos Brasileiro no PL 1387/2025. "A construção de um ambiente jurídico e regulatório seguro não significa engessar o mercado, mas sim estabelecer regras claras que protejam os usuários, garantam a integridade e atraiam investimento qualificado. A cartilha cumpre um papel fundamental de transparência, aproximando o ecossistema cripto do Poder Legislativo para construirmos soluções fundamentadas e tecnicamente sólidas", afirma Regina Pedroso, Diretora Executiva da ABToken. Desenvolvida com caráter estritamente informativo, técnico e apartidário, a cartilha busca fortalecer o diálogo transparente entre o mercado, o Congresso Nacional e os órgãos reguladores, assegurando previsibilidade e segurança jurídica para a inovação no Brasil.

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