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  • Hurst Capital lança campanha IR Back que reembolsa Imposto de Renda ao investidor

    A Hurst Capital, maior plataforma de ativos alternativos da América Latina, lança a Carteira Internacional Atlas, uma nova forma de investir no exterior com alta rentabilidade e um benefício inédito: o IR Back, que devolve integralmente o valor do Imposto de Renda retido na fonte, na forma de cashback ao investidor. Com rentabilidade projetada de 19% ao ano em dólar – podendo chegar a 30% em cenários mais otimistas – a carteira reúne quatro operações distintas em setores como tecnologia, inteligência artificial, mercado imobiliário e entretenimento esportivo, com exposição a diferentes moedas e geografias. Além da diversificação, o novo mecanismo de cashback pode aumentar em até 17% a rentabilidade líquida das aplicações. “É a primeira vez que o investidor tem acesso a uma estrutura internacional tão sofisticada, com retorno em moeda forte e benefício fiscal direto, sem mudar o arcabouço jurídico da operação”, destaca Arthur Farache, CEO da Hurst Capital . A Carteira Atlas é composta por quatro diferentes emissões de certificados de recebíveis, cada uma baseada em ativos globais com alocações distribuídas entre setores, regiões e moedas. São elas: Stock Options / Techs USA – Parceria com o fundo Cedar Tree para financiar o exercício de stock options de ex-funcionários de big techs nos EUA, todas unicórnios. Rentabilidade estimada: 20% ao ano em dólar. Next Play / Esportes Internacionais – Fundo liderado por atletas como Lando Norris, Carlos Sainz e Raphaël Varane, investindo em startups inovadoras de mídia, esportes e entretenimento. Retorno projetado: 20,1% ao ano em euro. Neural Growth / Our Crowd AI Fund – Desenvolvido com NVIDIA, foca em startups de inteligência artificial, incluindo IA generativa. Projeção de retorno: 23,8% ao ano em dólar. Real Estate / EUA – Operação de crowdfunding com a RealtyMogul, para aquisição de 93 casas classe A em Bonaire, na Geórgia (EUA), com o intuito de alugar para funcionários da base aérea local, que conta com 24.500 empregados. Rentabilidade estimada: 16% ao ano em dólar. A grande inovação da Hurst é o IR Back, uma funcionalidade que devolve ao investidor, como crédito em sua wallet, o valor do imposto retido na fonte no momento do pagamento dos prêmios, após a amortização do principal. A campanha é exclusiva para a Carteira Atlas e não se aplica a outras operações da plataforma. Além disso, a carteira reduz a barreira de entrada. Com aporte mínimo de R$ 30 mil, o investidor acessa os quatro ativos simultaneamente. De forma individual, cada operação exigiria ao menos R$ 10 mil e sem cashback. “É uma oportunidade única de diversificação internacional acessível, com proteção cambial e retorno acima da média em dólar. Estamos trazendo para o investidor brasileiro uma estrutura antes restrita a grandes fundos institucionais”, afirma Farache.

  • Pix amplia recursos e deve dominar transações digitais no Brasil até 2027

    O sucesso do Pix já é conhecido, mas 2025 também marca sua consolidação como o principal meio de pagamento no e-commerce brasileiro. Com funcionalidades como pagamentos recorrentes, por aproximação (contactless) e autenticação biométrica, o Pix já superou o cartão de crédito como a forma mais usada para pagar compras online. A projeção é de que a tecnologia ultrapasse a marca de 50% de todas as transações digitais até 2027. Na visão de especialistas do setor, a ascensão do Pix revela uma nova realidade para o varejo digital: quando o consumidor valoriza tanto o meio de pagamento quanto a própria marca, quem se adapta e inova sai na frente – conquistando mais lealdade e impulsionando as vendas. “Para o brasileiro digital, conveniência e segurança são prioridade. Oferecer isso é o caminho para conquistar a fidelidade do cliente no longo prazo”, comenta César Garcia, CEO da OneKey Payments . “No entanto, para seguir entregando valor, é preciso continuar inovando. A evolução do Pix – de um meio de transferência entre pessoas para ferramenta central no e-commerce – mostra que entender a mentalidade do consumidor local é essencial. A forma de pagamento preferida pode ser a diferença entre uma venda concretizada e um carrinho abandonado.” Segundo um estudo recente, quase três em cada quatro consumidores latino-americanos ( 73,1% ) afirmam que sua forma de pagamento favorita influencia diretamente na escolha entre duas lojas online. Para 14,1% deles, a exigência é ainda maior: se o site não oferecer o meio de pagamento desejado, a compra simplesmente não acontece. “Assim como o Pix já mostrou, as plataformas de e-commerce também entendem que pagamento não é só tecnologia – é confiança, fidelização e crescimento sustentável”, completa Garcia. Desde o seu lançamento em 2020, o Pix cresceu rapidamente e se tornou o meio de pagamento dominante no Brasil – tanto nas transações presenciais quanto, cada vez mais, nas compras online. Com uma proposta sem tarifas, rápida, confiável e prática, o Pix provou que uma solução simples pode gerar um forte vínculo entre consumidores e marcas. Agora, com os novos recursos, atesta que inovar no pagamento é antecipar demandas, não apenas reagir a elas. “O que impulsiona o sucesso contínuo do Pix não é só a agilidade ou a praticidade – é também a capacidade de inovação”, comenta Garcia. “Novidades como o Pix por aproximação, o Pix Automático e o uso de biometria estão elevando o padrão. O Pix Automático, por exemplo, permite agendar pagamentos recorrentes – ideal para modelos de assinatura ou cobranças mensais. Esses avanços não só melhoram a experiência do consumidor, como ajudam as empresas a se conectar com o público digital e a simplificar o checkout em diferentes dispositivos e perfis de usuários.” Ele acrescenta: “e o que isso significa para quem vende online? Mais opções para receber via o meio de pagamento preferido do brasileiro – mas também um alerta para quem quer se manter competitivo: é preciso se antecipar às expectativas e entregar sempre a melhor experiência.”  O mercado já percebe esse movimento. De acordo com a mesma pesquisa, 91,9% dos lojistas consideram “fundamental” ou “importante” oferecer meios de pagamento preferidos pelos clientes. Ainda assim, 81,6% admitem que não conseguem avisar o usuário quando uma forma de pagamento está temporariamente indisponível – uma falha que pode comprometer a conversão no momento mais sensível da jornada de compra. “Essa desconexão pode comprometer toda a experiência do cliente justamente na reta final”, alerta Garcia. “Em 2025, o consumidor está deixando claro: o pagamento deixou de ser uma operação de bastidor e passou a ser parte essencial da experiência com a marca.” Garcia acredita que o Pix seguirá evoluindo e se integrando a plataformas mobile-first, programas de fidelidade e até soluções personalizadas com uso de inteligência artificial. Sua influência sobre o comércio eletrônico deve se aprofundar ainda mais. Para os negócios online, a mensagem é direta: entenda seu cliente, valorize suas preferências, antecipe mudanças de hábito e comportamento – e nunca subestime o poder do Pix.

  • Pesquisa global revela como a IA está revolucionando o planejamento financeiro

    À medida que a inteligência artificial (IA) se torna rapidamente uma ferramenta inestimável, uma nova pesquisa global divulgada hoje revela insights sobre o uso e o impacto da IA no planejamento financeiro, com dois em cada três planejadores financeiros relatando que suas empresas já utilizam IA ou pretendem usá-la nos próximos 12 meses. A pesquisa global foi conduzida pelo Financial Planning Standards Board Ltd. (FPSB) órgão sem fins lucrativos que define os padrões para a profissão de planejamento financeiro e sua rede global de organizações. O FPSB entrevistou mais de 6.200 planejadores financeiros em 24 territórios. A pesquisa revelou uma forte adesão à IA, com planejadores financeiros utilizando a tecnologia para agilizar a coleta de dados dos clientes, a análise de perfil de risco e a comunicação. Os participantes demonstraram otimismo quanto ao potencial da IA em melhorar a qualidade das orientações financeiras, reduzir custos e ampliar o acesso ao planejamento financeiro para populações historicamente desatendidas. Apesar do otimismo, os planejadores financeiros reconhecem os riscos associados ao uso da IA, destacando a privacidade de dados e a cibersegurança como principais preocupações. “Com os planejadores financeiros reconhecendo o potencial da IA para reduzir custos e acreditando que ela ampliará o acesso para comunidades desatendidas, a IA está abrindo caminho para um aconselhamento financeiro mais acessível. Essa tecnologia não está apenas remodelando a prática do planejamento financeiro, mas também pode abrir portas para aqueles que historicamente não tiveram acesso a serviços financeiros essenciais,” afirmou Dante De Gori CFP®, CEO do FPSB. Principais conclusões da pesquisa global do FPSB sobre o Impacto da IA no Planejamento Financeiro Serviços ao cliente aprimorados Mais de três quartos dos planejadores financeiros (78%) acreditam que a IA os ajudará a atender melhor seus clientes, enquanto 60% acreditam que ela melhorará a qualidade do aconselhamento financeiro. Adoção generalizada da IA Dos dois terços de empresas que já utilizam ou planejam utilizar IA nos próximos 12 meses, as taxas de adoção são mais altas entre empresas pequenas ou muito grandes. 50% dos planejadores financeiros têm uma visão positiva da IA, enquanto apenas 8% têm uma visão negativa. Redução de custos e aumento do acesso 59% dos planejadores financeiros veem a IA como uma ferramenta para ajudar a reduzir o custo dos serviços de planejamento financeiro e 60% acreditam que ela aumentará o acesso ao planejamento financeiro para populações desatendidas. Uso da IA no planejamento financeiro Quase metade dos planejadores que usam IA a utilizam para apoiar a entrega de serviços ao cliente, como comunicações (41%), coleta de dados dos clientes (33%) e análise de perfil de risco (30%). Um em cada três a utiliza para melhorar a eficiência operacional, como em marketing e promoções (35%) e no processo de integração de clientes (34%). Preocupações com a IA Apesar dos benefícios, os planejadores financeiros expressaram preocupações quanto ao uso da IA, com 47% citando privacidade de dados e cibersegurança, e 42% preocupados com a precisão e confiabilidade dos resultados gerados pela IA. Necessidade de desenvolvimento profissional Para melhor se adaptar à IA, 49% dos planejadores financeiros expressaram a necessidade de desenvolvimento profissional para aprimorar suas habilidades de análise e interpretação de dados. Mais de um terço (36%) acredita que tanto o público quanto a profissão de planejamento financeiro se beneficiarão significativamente com educação e capacitação geral em IA. “À medida que os planejadores abraçam a IA para trabalhar de forma mais inteligente, testemunhamos um momento decisivo na profissão de planejamento financeiro, permitindo mais tempo para conexões humanas profundas com os clientes, como em conversas difíceis que impactam as decisões financeiras e fornecendo clareza e apoio para manter o foco na realização de seus objetivos de vida,” acrescentou Dante De Gori, CFP®, CEO do FPSB. “Esta pesquisa oferece um panorama valioso de como os profissionais de planejamento financeiro em todo o mundo estão aproveitando a IA para se manterem competitivos, melhorar a eficiência no trabalho e atender melhor os clientes.” A pesquisa foi conduzida pelo FPSB e sua rede global de organizações para explorar o uso atual e o impacto da IA no planejamento financeiro. Foi realizada por meio de uma pesquisa online com 6.206 planejadores financeiros entre novembro e dezembro de 2024. Os participantes incluíram profissionais CFP® e outros planejadores financeiros de 24 territórios, incluindo África do Sul, Alemanha, Áustria, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Hong Kong, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Japão, Malásia, Nova Zelândia, Países Baixos, Reino Unido, República da Coreia, Singapura, Suíça, Taipei Chinês e Tailândia.

  • Fintech de saúde lança solução inédita para apoiar empresas na reforma tributária

    A Mitfokus, empresa de contabilidade médica digital, está ampliando suas especialidades. Agora, a empresa se posiciona também como especialista em reforma tributária para médicos e clínicas. Afinal, o novo regramento tributário já está batendo à porta: entra em vigor em 2026, e o ano de 2025 será crucial para se preparar para as mudanças. “A reforma tributária traz mudanças profundas na cultura de compras, precificação, finanças e contabilidade para negócios e pessoas jurídicas na área da saúde. Com alguns parceiros reconhecidos pela expertise no tema, nos especializamos para sermos referência quando o assunto é a reforma tributária para médicos e clínicas”, destaca a fundadora e CEO da Mitfokus , Júlia Lázaro. Com a regulamentação das mudanças sancionada no início de 2025, a equipe se debruçou na análise de todos os pontos. “Buscamos entender todas as regras, para traduzi-las a nossos clientes e entregar os melhores resultados”, sublinha. Neste momento, ressalta Júlia, a primeira orientação é para que pessoas jurídicas e negócios em saúde reavaliem o regime tributário em que estão enquadrados (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real). A reforma não mexe, em tese, com o Simples, mas, ao criar o instrumento do crédito tributário, faz com que empresas nesse regime não sejam passíveis de geração de tal crédito. Desse modo, a tendência é que empresas do Simples sejam preteridas na contratação como fornecedoras ou prestadoras de serviços para organizações maiores, do Lucro Real ou Lucro Presumido. “No caso das pessoas jurídicas da área médica, só uma análise especializada, caso a caso, poderá identificar qual a melhor decisão: migrar ou se manter no Simples Nacional”, observa.  Além disso, a reforma tributária passa a exigir das organizações uma gestão em que os setores financeiro, de compras, contábil e de tecnologia estejam plenamente integrados. “Dados, processos e balanços deverão ser coerentes e alinhados. Uma gestão contábil, fiscal e financeira generalista, sem levar em conta as especificidades da área da saúde, não será mais possível”, adverte Júlia. A reforma tributária cria o Imposto sobre Valor Agregado (IVA), dividido em Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). O IVA eliminará tributos que hoje incidem diretamente sobre serviços de saúde: a CBS substituirá PIS/Pasep e Cofins, enquanto o IBS eliminará o ISS (municipal) e o ICMS (estadual). Ademais, a alíquota, que com ISS e ICMS varia de município para município (e de estado para estado), será única, com o IVA Dual. E essa alíquota do IVA Dual será, para a área da saúde, 60% menor que a alíquota de referência do imposto. “Uma modificação significativa é que a apuração do IVA será feita no local da prestação do serviço para a área da medicina, independentemente do local da sede da pessoa jurídica. Já os serviços prestados de forma remota terão outro regramento”, acrescenta a executiva. A implementação da reforma tributária será gradativa. Começa em 2026, com previsão de ser totalmente concluída em 2033. Nesse período, as regras atuais coexistirão com as mudanças. “Enfim”, avalia a CEO da Mitfokus, “será fundamental contar com assessoria contábil especializada para medir os reais impactos da reforma tributária em cada negócio e elaborar um planejamento tributário estratégico para os próximos oito anos”.

  • Setor financeiro será um dos focos do fundo de investimento de US$ 50 milhões da Plug and Play Brazil

    A Plug and Play,  terceira investidora de capital de risco mais ativa do mundo em 2024, segundo o Pitchbook, está estruturando um fundo de investimentos voltado para a América Latina, especialmente o Brasil. Serão US$ 50 milhões levantados através de fundos e family offices que já têm histórico com a aceleradora, e alguns setores são mais buscados para receber aportes — entre eles, o financeiro. O foco está em startups nos estágios iniciais (pré-seed, seed e série A) e os valores a serem recebidos ficam entre US$ 50 mil e US$ 2 milhões. As fintechs devem receber mais atenção, junto com agrotechs e energytechs, por serem setores em alta demanda. “Muitas fintechs brasileiras foram consolidadas no mercado global após algumas rodadas de investimento. Não é à toa que diversas startups que se tornaram unicórnios são justamente do setor financeiro”, comenta Igor Mazaki, CEO da Plug and Play Brazil. A plataforma iniciou suas atividades no Brasil em 2016, com o investimento na Rappi e, depois, na fintech CloudWalk, que se tornou unicórnio em 2021. Um escritório local da aceleradora foi aberto em 2019 e, desde então, ela já investiu em 39 startups na América Latina, 11 delas brasileiras. Agora, a expectativa é realizar 10 investimentos anuais no Brasil. A Plug and Play atua em inovação aberta estruturada em três pilares principais: investimentos e Venture Capital, inovação corporativa e aceleração de startups. No primeiro, há a seleção, captação e investimento em startups, conectando-as com grandes empresas nacionais e internacionais. Em inovação corporativa, a empresa auxilia grandes corporações na identificação real de problemas, conectando-as com startups alinhadas técnica e culturalmente para prover soluções, além de oferecer treinamentos de equipe e suporte na implementação de inovações. Já na aceleração de startups, ela oferece o preparo de empreendedores para escalar seus negócios globalmente, proporcionando acesso a uma rede de mentores, parceiros estratégicos e investidores. “É claro que não deixaremos passar boas oportunidades que sejam promissoras em diferentes segmentos, mas o olhar para o financeiro vem de um forte potencial de crescimento que já observamos há alguns anos. As fintechs que enfrentam problemas reais do setor e desenvolvem soluções inovadoras têm boas chances de serem avaliadas”, finaliza Mazaki.

  • Fintechs e a Silver Economy

    De acordo com o Censo Demográfico de 2022, o Brasil já conta com cerca de 32,1 milhões de idosos, o que representa cerca de 15,8% da população. O número de pessoas da terceira idade tem aumentado significativamente, com uma projeção de dobrar nas próximas duas décadas.  E este fator não é exclusividade do Brasil, mas sim em vários outros países. Na Europa, por exemplo, a projeção é que em 2060, um a cada três habitantes terá mais de 65 anos, mostrando a inversão da pirâmide demográfica. Com isso, as formas e os hábitos de consumo tendem a se modificar, dando origem à chamada Silver Economy, ou economia prateada. Silver Economy A Silver Economy inclui todas as atividades econômicas, produtos e serviços destinados a satisfazer as necessidades de pessoas com mais de 50 anos. Trata-se de um conceito que surgiu no Japão, durante a década de 1970, para se referir ao mercado sênior, englobando setores como saúde, financeiro, automóveis, energia, moradia, telecomunicações, lazer e turismo. No cenário atual, de um mundo globalizado, conectado e tecnológico, um dos grandes pilares da Silver Economy é a inovação tecnológica, inclusive dando origem a startups voltadas para a terceira idade: as SeniorTechs. Inclusive, já existem até hubs voltados para esse ecossistema, como é o caso da SeniorTech Ventures e da Ativen. Fintechs e a Silver Economy Incluir os idosos nas tecnologias financeiras é extremamente importante, afinal, vários serviços e produtos, além de atendimentos, passam a ser realizados por canais digitais, principalmente por meio dos smartphones. Ao mesmo tempo, este público é, muitas vezes, o alvo preferido de golpistas, com casos como falsa central telefônica, falso empréstimo consignado, “ajudas” no caixa eletrônico, golpes nas redes sociais e WhatsApp, phishing, dentre outros. Fintechs como o Nubank e o PagBank criaram inovações voltadas para os mais velhos, principalmente relacionadas à segurança do usuário. Neste sentido, abre-se uma oportunidade para fintechs criarem soluções nichadas para a terceira idade, considerando os produtos e serviços oferecidos, a experiência do usuário, o atendimento e o suporte. Um dos casos, que infelizmente foi descontinuado, é o da Prestho. A fintech mineira criou uma tecnologia 100% digital, com jornada exclusiva voltada aos idosos, para adquirir crédito consignado. Em operação, um dos grandes destaque de fintech voltada para a terceira idade é o Senior Bank . Trata-se de uma solução que oferece conta digital, crédito, maquininha e cartão digital, cuja missão é construir uma instituição financeira justa, amigável e transparente, que estabeleça uma relação humanizada com os clientes, em plena era digital. Outra solução, neste caso, voltada para as próprias fintechs, é a Toolzz . Trata-se de um chatbot de atendimento para fintechs para idosos.

  • Relatório aponta que Bitcoin deixa de ser tabu e ganha espaço em portfólios conservadores

    Durante anos, o Bitcoin foi visto como um ativo exclusivo de investidores arrojados, mas esse cenário está mudando rapidamente. É o que aponta o mais novo relatório da Bipa, plataforma de vanguarda que integra Bitcoin, dólar digital e real em uma única conta bancária. Intitulado Quem deve investir em Bitcoin? , o documento traz uma análise robusta que vai na contramão do senso comum: o maior risco que um investidor pode correr hoje não é se expor ao Bitcoin – e sim ignorá-lo completamente. “Ainda enfrentamos uma lacuna significativa de informação quando o assunto é Bitcoin. Muitos brasileiros — e até investidores experientes — ainda associam o ativo a apostas ou perfis extremamente arrojados, sem compreender seu papel estratégico dentro de uma carteira bem estruturada. Nosso objetivo com esse estudo é justamente promover uma mudança de paradigma: mostrar que, com conhecimento e responsabilidade, o Bitcoin pode ser uma ferramenta legítima de proteção patrimonial, acessível até mesmo aos perfis mais conservadores.” comenta Caio Leta, Head de Pesquisa da BIPA . Com dados históricos, simulações e comparações entre diferentes tipos de portfólios, o estudo revela como até mesmo alocações mínimas – entre 1% e 2% do capital – podem transformar os resultados a longo prazo. E, mesmo em cenários extremos em que o Bitcoin vá a zero, os danos ao patrimônio são limitados, enquanto o potencial de valorização, quando bem aproveitado, pode ser exponencial. O maior erro pode ser não ter exposição alguma Um dos destaques do relatório é a comparação entre dois portfólios: um 100% em CDI (considerado conservador), e outro com 98% em CDI e 2% em Bitcoin. Ao longo de dez anos, o segundo apresentou um retorno 481,65% superior ao primeiro, mesmo enfrentando quedas acentuadas da criptomoeda em momentos pontuais. Em outro cenário, mesmo simulando que o Bitcoin fosse a zero, a perda final no portfólio foi inferior a 2%, demonstrando a assimetria de risco e retorno favorável à inclusão do ativo. “A pergunta que todo investidor deveria se fazer hoje não é mais ‘será que eu devo investir em Bitcoin?’, mas sim ‘qual a melhor forma de me expor a ele com segurança e estratégia’. No fim do dia, o maior risco talvez seja simplesmente ficar de fora”, afirma Luiz Parreira, CEO da Bipa. Além disso, o relatório reforça que o Bitcoin é descorrelacionado de ativos tradicionais – uma característica que o torna atrativo inclusive para momentos de instabilidade econômica. A baixa correlação com o S&P 500, por exemplo, é comparável à do ouro, funcionando como um possível hedge contra crises e desvalorizações do mercado financeiro. Parreira também explica que o papel do Bitcoin é especialmente relevante no contexto brasileiro, historicamente marcado por instabilidades monetárias, congelamentos de ativos e perda de poder de compra. “Com oferta limitada, cotação atrelada ao dólar e operando fora do sistema bancário tradicional, o Bitcoin é uma reserva de valor moderna – inclusive com proteção contra medidas extremas como confiscos governamentais”, conclui. Para saber mais informações sobre o relatório, acesse o site oficial da Bipa .

  • Fintech viabiliza acesso a cursos e mentorias oferecendo crédito educacional fora do sistema bancário

    A barreira financeira ainda é uma das principais causas de evasão em cursos online, mentorias e programas de capacitação no Brasil. Muitos alunos desistem de investir em qualificação por falta de limite no cartão de crédito ou por não conseguirem encaixar o valor das mensalidades no orçamento mensal. Enquanto isso, infoprodutores deixam de vender por não oferecerem meios de pagamento acessíveis ao público. Segundo o Instituto Semesp, a taxa de desistência em cursos de graduação a distância na rede privada atinge 64,1%, sendo a dificuldade financeira um dos principais fatores para esse abandono. Esse evidente gargalo estrutural dificulta o avanço da educação digital — um setor que movimenta bilhões, mas ainda enfrenta entraves quando o tema é inclusão financeira. Foi com base nesse diagnóstico que a TMB , fintech com sede em São José dos Campos (SP), estruturou um modelo de crédito educacional voltado para esse público. Criada em 2021, a fintech oferece alternativas como boleto parcelado, financiamento com carência de até 40 dias e antecipação de recebíveis, todas desenhadas para operar fora do sistema bancário tradicional. O foco está em aumentar o acesso ao conhecimento e reduzir o abandono em cursos digitais. “O nosso propósito é democratizar a educação. Acreditamos que o acesso ao conhecimento não pode depender do limite de crédito de um cartão”, afirma Reinaldo Boesso , CEO da TMB. Essas soluções já são adotadas por influenciadores, escolas online e plataformas educacionais de diversos segmentos, que conseguem ampliar as vendas ao oferecer formas de pagamento mais viáveis para os alunos. Dados internos apontam que produtores digitais que utilizam o boleto parcelado como principal método de conversão chegam a dobrar o faturamento. “Essa expansão não acontece só porque há mais vendas, mas porque se atinge um público novo, que antes era barrado por limitações financeiras”, explica Boesso. Inclusão financeira como motor para o ensino online Diferente dos modelos convencionais de financiamento estudantil, a análise de crédito não depende de bancos ou grandes instituições financeiras. “O processo é feito com base em algoritmos que consideram comportamento de consumo e histórico fora dos padrões tradicionais, o que aumenta as chances de aprovação sem comprometer a segurança da operação”, pontua. Para os alunos, o modelo oferece mais controle. É possível acompanhar parcelas, antecipar pagamentos e ajustar vencimentos por meio de um portal digital. Do outro lado, infoprodutores têm acesso a um sistema de cobrança com inteligência artificial, que reduz a inadimplência e oferece previsibilidade no fluxo de caixa. “Nosso foco é remover barreiras. Não é só oferecer o boleto, mas criar uma jornada completa de acesso e permanência no curso”, reforça Boesso. O impacto não se limita aos números de vendas. “Muitos dos alunos atendidos estão em transição de carreira, iniciando um negócio ou buscando uma nova fonte de renda. Quando permite o acesso a mentorias e treinamentos com condições acessíveis, o crédito educacional se torna uma ferramenta de inclusão e mobilidade social”, declara. A proposta da fintech é contribuir com o crescimento de todo o ecossistema, oferecendo não apenas meios de pagamento, mas soluções integradas que fortalecem a relação entre criador de conteúdo e aluno. “Vender um curso não é só uma transação comercial. É uma entrega de possibilidade. Quando o aluno consegue acessar um conteúdo que muda sua trajetória, todo o ecossistema se transforma”, conclui Boesso.

  • Vídeos Curtos: A Arma Secreta para Conversão no Marketing Mobile

    Em um mundo onde o tempo de atenção dura menos que uma piscada, capturar o interesse do usuário é uma corrida contra o relógio. Nesse cenário, os vídeos curtos emergem como uma das ferramentas mais eficazes para campanhas de aquisição de usuários em dispositivos móveis. Rápidos, diretos e visuais, eles entregam a mensagem, despertam emoção e direcionam para a ação — tudo em questão de segundos. Mas para que funcionem de verdade, precisam ser pensados com estratégia. Por que vídeos curtos funcionam? O consumo de vídeo em dispositivos móveis não para de crescer. Com a popularização dos shorts , reels  e stories , o público já está acostumado com esse formato ágil. Diferente de textos ou vídeos longos, os vídeos curtos não exigem um grande investimento de tempo do usuário. Eles entram fácil no fluxo de navegação e, se forem bem feitos, param o dedo que está prestes a rolar para o próximo conteúdo. Para o marketing mobile, isso representa uma oportunidade única: é possível apresentar sua proposta de valor e convencer alguém a baixar seu app ou testar seu produto em menos de 30 segundos. Como criar vídeos curtos que realmente convertem Criar vídeos curtos não é apenas cortar um vídeo longo. É pensar direto no formato desde o início. A seguir, algumas dicas práticas para transformar segundos em conversões: 1. Comece com impacto Os primeiros três segundos são cruciais. É nesse microtempo que o usuário decide se continua assistindo ou desliza para o próximo conteúdo. Use imagens fortes, perguntas provocativas ou dados que causem surpresa. Exemplos: "Você sabia que perde 12 horas por mês só organizando tarefas?" "90% dos seus problemas com sono têm uma causa invisível." Essa abertura precisa gerar curiosidade ou empatia instantânea. 2. Mostre valor logo de cara Não enrole. Apresente o problema e mostre como seu app resolve isso, rapidamente. Esqueça a apresentação institucional — vá direto ao ponto. Mostre na prática o benefício. Exemplo: Mostre um antes e depois do uso do app. Use uma animação simples que demonstre a transformação que o usuário terá. Mostre alguém comum usando o app com facilidade. O usuário precisa entender em poucos segundos o que ele ganha ao clicar no seu anúncio. 3. Inclua um CTA claro e direto Todo vídeo de marketing precisa de uma chamada para ação. Sem isso, o usuário pode até gostar do vídeo, mas não saber o que fazer a seguir. Alguns CTAs que funcionam bem: “Baixe agora e teste grátis por 7 dias” “Descubra como economizar 30% hoje mesmo” “Toque aqui e experimente” O CTA pode ser falado, escrito na tela ou reforçado com elementos visuais (setas, botões simulados, cores chamativas). 4. Teste diferentes formatos e estilos Cada plataforma tem suas peculiaridades. O que funciona no TikTok pode não performar bem no YouTube Shorts. Por isso, é essencial testar: Stories verticais com sobreposição de texto Reels com narração e música de fundo Animações simples explicando o benefício Vídeos com influenciadores demonstrando o uso real Teste diferentes estilos e veja qual tem melhor retenção, engajamento e conversão. 5. Use dados para ajustar e escalar Marketing sem dados é tiro no escuro. Depois de publicar seus vídeos, acompanhe métricas como: Taxa de retenção (as pessoas estão assistindo até o fim?) Cliques no CTA Instalações e ações dentro do app Com esses dados em mãos, você pode otimizar os vídeos — cortando o que não prende atenção, reforçando o que gera conversão — e escalar os formatos que funcionam. Mais do que chamar atenção, é converter Vídeos curtos são o formato ideal para o comportamento mobile de hoje. Eles capturam atenção de forma rápida, comunicam valor sem enrolação e direcionam o usuário para a ação. Mas o segredo está na execução. Um vídeo curto ruim é ignorado em segundos. Um bom vídeo curto pode se tornar seu melhor vendedor. No fim, não se trata apenas de fazer conteúdo rápido. Trata-se de criar mensagens certeiras que falam diretamente com o usuário — e o fazem agir. Se você ainda não está usando vídeos curtos em suas campanhas mobile, está deixando conversões na mesa.

  • Como Criar Eventos Imersivos para Engajar Diferentes Públicos

    Em um mundo saturado de distrações e eventos genéricos, criar uma experiência realmente imersiva se tornou uma exigência — não um diferencial. Não importa se o seu público está em um auditório, atrás da tela de um notebook ou circulando por um espaço aberto: para engajar de verdade, o evento precisa ser pensado como uma experiência viva, personalizada e memorável. Mas como fazer isso na prática? Como criar um evento que mantenha a atenção, estimule a interação e ainda respeite a diversidade de perfis e expectativas dos participantes? A seguir, você encontra estratégias claras e aplicáveis para criar eventos imersivos que falam com diferentes públicos e geram impacto real. 1. Entenda quem é o seu público — de verdade Antes de pensar em cenografia, tecnologia ou atrações, vá para o básico: quem vai participar do evento?  Quais são seus interesses, hábitos digitais, faixa etária, expectativas e nível de familiaridade com o tema? Crie personas detalhadas  e use esses perfis para guiar as decisões. Um público jovem pode responder melhor a interações gamificadas e dinâmicas rápidas. Já um público corporativo pode preferir experiências mais funcionais, com foco em networking e conteúdo relevante. A imersão começa quando o participante sente que o evento foi desenhado para ele — e isso só é possível com um conhecimento real sobre quem ele é. 2. Aposte em formatos híbridos e flexíveis Os eventos híbridos  não são mais tendência, são realidade. E mais: são oportunidade. Com o formato certo, você pode engajar públicos presenciais e online ao mesmo tempo , sem que nenhum se sinta em segundo plano. Algumas boas práticas: Use plataformas de streaming com chat ativo e moderado. Crie momentos exclusivos para o público remoto (como bastidores ou entrevistas rápidas). Integre perguntas e votações que unam os dois públicos. Tenha uma equipe dedicada à experiência digital, não apenas à transmissão. Um evento híbrido bem pensado não tenta replicar o presencial no online, mas sim desenha experiências complementares que conversem entre si. 3. Crie experiências interativas com gamificação Gamificação  é mais do que distribuir brindes ou pontuar quem chegou primeiro. Trata-se de usar mecânicas de jogos  para incentivar comportamentos, engajar e manter a atenção. Exemplos práticos: Trilhas com QR codes espalhados pelo espaço do evento. Rankings de engajamento (tanto online quanto presencial). Missões personalizadas para grupos específicos. Premiações simbólicas por participação ativa (não só por performance). Gamificação bem aplicada transforma passividade em ação. Ela convida o participante a fazer parte do evento , e não apenas assistir. 4. Use tecnologia como ferramenta, não como enfeite Realidade aumentada, painéis interativos, inteligência artificial, apps personalizados… tudo isso pode ser incrível — se tiver propósito . A tecnologia deve amplificar a experiência, não roubar a cena ou parecer inserida à força. Alguns usos inteligentes: Totens com IA para tirar dúvidas dos participantes. Realidade aumentada para apresentar produtos ou contar histórias. Aplicativos que facilitam networking com base em interesses em comum. Evite o erro comum de investir em tecnologias caras e subutilizadas. Sempre pergunte: isso ajuda o público a se conectar mais com o evento?  Se a resposta for não, corte. 5. Incorpore propósito e sustentabilidade Eventos imersivos não são só sobre o que se vê ou ouve, mas também sobre o que se sente . E cada vez mais, os participantes se importam com o impacto social e ambiental do que consomem. Dicas práticas: Reduza descartáveis e adote materiais reutilizáveis. Priorize fornecedores locais e ações de logística consciente. Ofereça transporte coletivo ou estímulo à carona. Comunique com transparência as escolhas sustentáveis feitas na produção. Sustentabilidade  também é narrativa. Quando ela faz parte da história do evento, conecta e inspira. 6. Cuide do storytelling: eventos contam histórias Um bom evento é como um bom filme: tem começo, meio, clímax e encerramento. E tudo — desde o design até os conteúdos — deve seguir um fio condutor claro . Crie uma linha narrativa que guie o participante pela experiência. Exemplo: um evento de inovação pode começar com o “problema do presente”, passar pela “inspiração do futuro” e terminar com “o que você pode fazer hoje”. Essa lógica ajuda o público a se situar e a se envolver. Ele entende onde está e para onde está indo dentro do evento. 7. Personalize ao máximo Imersão tem muito a ver com sentimento de pertencimento . Sempre que possível, personalize a experiência: Crachás com frases escolhidas pelos participantes. Agendas flexíveis com trilhas temáticas. Conteúdos adaptados por nível de conhecimento. Quanto mais o participante sentir que a experiência foi feita para ele, maior o engajamento. Criar eventos imersivos exige mais do que boas ideias. Exige foco no público, uso inteligente da tecnologia, um propósito claro e, acima de tudo, coerência entre forma e conteúdo . Não importa se você está organizando um congresso, um festival ou uma feira corporativa: se o participante se sente parte do evento, ele engaja, volta e recomenda. Imersão não é barulho. É conexão. E isso só se constrói com intenção e cuidado em cada detalhe.

  • Tesouro Direto: O que é, como funciona e por que investir

    Investir no Tesouro Direto é, para muitos brasileiros, o primeiro passo no mundo dos investimentos. Seguro, acessível e fácil de entender, ele é uma opção prática para quem quer sair da poupança e começar a fazer o dinheiro render de verdade. Mas, afinal, o que é o Tesouro Direto e como ele funciona? O que é o Tesouro Direto? O Tesouro Direto é um programa do governo federal criado em 2002 em parceria com a B3 (a bolsa de valores brasileira). Ele permite que pessoas físicas comprem títulos públicos pela internet, com valores a partir de R$ 30. Esses títulos são, na prática, uma forma de emprestar dinheiro para o governo, que promete pagar esse valor de volta com juros em uma data futura. É como se o investidor se tornasse credor do governo. Em troca, recebe uma remuneração que varia conforme o tipo de título escolhido. É uma forma segura de investimento, já que o pagamento é garantido pelo Tesouro Nacional. Tipos de títulos Existem três principais tipos de títulos no Tesouro Direto: Tesouro Selic (LFT):  É o título mais conservador e indicado para quem busca liquidez diária. Ele acompanha a taxa Selic , o que significa que sua rentabilidade segue de perto os juros básicos da economia. Ideal para reserva de emergência. Tesouro Prefixado (LTN):  Aqui, você já sabe quanto vai receber no vencimento. A taxa de juros é definida no momento da compra. Funciona bem quando há expectativa de queda da Selic, pois você trava um bom rendimento. Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal):  Esse título paga uma taxa fixa mais a variação da inflação (IPCA). Garante ganho real, acima da inflação, e é indicado para objetivos de longo prazo, como aposentadoria ou faculdade dos filhos. Como investir no Tesouro Direto Investir é simples: Abra conta em uma corretora : Escolha uma instituição financeira habilitada. Pode ser um banco ou corretora independente. Faça seu cadastro no Tesouro Direto : A própria corretora realiza esse processo e te dá acesso ao sistema de compras. Transfira o dinheiro : Envie o valor que deseja investir para sua conta na corretora. Escolha o título e invista : Através da plataforma, selecione o título mais adequado ao seu objetivo e perfil. Tudo pode ser feito pelo computador ou celular, com total controle. Vantagens Uma das principais vantagens do Tesouro Direto é a Segurança. Os títulos são garantidos pelo governo. Mesmo em caso de quebra da corretora, seu investimento está seguro. Outra vantagem é Baixo custo inicial, afinal, dá para começar com pouco dinheiro, ideal para quem está começando. Ainda podemos destacar a Rentabilidade atrativa. A depender do cenário econômico, pode render mais do que a poupança ou até que alguns CDBs. E não podemos deixar de falar da Diversificação de objetivos, afinal, há títulos para curto, médio e longo prazo. Riscos e cuidados Embora seguro, o Tesouro Direto tem pontos que exigem atenção: O primeiro deles é a Marcação a mercado. Se você vender o título antes do vencimento, seu valor pode oscilar. Em alguns casos, você pode perder dinheiro. Por isso, compre com foco no prazo do título. Além disso, é importante entender a Tributação, pois os rendimentos são tributados pelo Imposto de Renda, com alíquotas que vão de 22,5% (até 180 dias) até 15% (acima de 720 dias). Tesouro Direto vs. Poupança A comparação é inevitável. A poupança rende pouco, especialmente em cenários de juros altos. Em contrapartida, o Tesouro Selic, por exemplo, acompanha a taxa básica de juros, garantindo retorno melhor com risco tão baixo quanto. Em números: com a Selic a 14,25% ao ano, o Tesouro Selic rende isso menos impostos e a taxa de custódia. Já a poupança, nessa mesma taxa, rende apenas 0,5% ao mês + TR (que está praticamente zerada). A diferença de rendimento ao longo do tempo é significativa. Quando o a Selic está abaixo de 8,50% ao ano, a Poupança passa a render 70% da taxa básica de juros. Vale a pena? Sim, principalmente para quem está começando e busca um investimento seguro e mais rentável que a poupança. Também é uma ótima opção para quem quer montar uma reserva de emergência (Tesouro Selic) ou investir para o futuro (Tesouro IPCA+). O mais importante é entender seus objetivos, prazos e o funcionamento dos títulos. Investir sem entender é como assinar um contrato sem ler. O Tesouro Direto é uma porta de entrada inteligente no mundo dos investimentos. Ele combina segurança, simplicidade e boa rentabilidade. Com um pouco de disciplina e planejamento, é possível usá-lo para alcançar metas financeiras com mais tranquilidade. Comece pequeno, estude os títulos e vá ganhando confiança. Seu dinheiro pode — e deve — trabalhar por você. No Meu Dinheiro , temos um módulo para você g erenciar e acompanhar a evolução da rentabilidade da sua carteira de ativos. Ações, Opções, FIIs, ETFs, CDBs, LCAs, LCIs, Tesouro Direto, subscrições, contratos a Termo, Mercado Futuro, Fundos de Investimentos e Previdência, Debêntures, Moedas, Criptomoedas, Imóveis, Poupança. Controle contas em moedas estrangeiras, de ativos estrangeiros (Stocks, REITs, ETFs) entre outros.

  • Prêmio As Melhores Fintechs para se Trabalhar no Brasil 2025

    As fintechs representam, cada vez mais, uma enorme importância para diversos fatores. Quando olhamos as startups como um todo, as soluções financeiras tecnológicas costumam se destacar no recebimento de investimentos. Do ponto de vista do mercado financeiro, temos as fintechs contribuindo com o surgimento de novas soluções, a inclusão financeira e a redução da concentração bancária. E qual será o impacto das fintechs no mercado de trabalho? O número de fintechs não para de crescer. Só no Brasil, já são mais de 2.000. Além disso, temos vários casos de soluções que começaram pequenas e hoje já são verdadeiros sucessos, inclusive com abertura de capital, como são os casos de Nubank, Inter, PagBank, XP, dentre outros. Com esse crescimento, o mercado de trabalho neste segmento cresce também e torna-se mais atrativo. Basta acessar o LinkedIn que vemos diariamente, a abertura de diversas vagas, nas mais variadas áreas. Além disso, os modelos de trabalho incluem formatos presenciais (espalhados por todo o Brasil), híbridos ou remotos. Prêmio Melhores Fintechs para se Trabalhar no Brasil  Olhando este crescimento de vagas (e interesses por estas) no universo fintech, resolvemos criar mais uma premiação. Assim, além do Prêmio Melhores Fintechs  e o Prêmio Top C-Level’s Fintechs , realizamos a primeira edição Prêmio Melhores Fintechs para se trabalhar no Brasil.   O Prêmio foi realizado em três etapas: Etapa 1: Indicação das fintechs Nesta etapa, que ocorreu ao longo de mês de março, colaboradores e ex-colaboradores indicaram as fintechs (empresas de base tecnológica que oferecem soluções do universo das finanças)   que consideram destaque no mercado de trabalho brasileiro. Para comprovação de vínculo (atual ou anterior) com a empresa, a checagem foi feita via LinkedIn. Após análise, todas as fintechs que receberem ao menos uma indicação serão consideradas para a próxima etapa. Etapa 2: Votação Nesta etapa, que ocorreu ao longo do mês de abril, foi feita a avaliação para escolha das fintechs de destaque, a partir das indicadas na etapa anterior. A votação se dará num formulário no qual o votante dará uma nota de 0 a 5  para os seguintes critérios:  Clima Organizacional;  Benefícios e Remuneração;  Oportunidade de Crescimento;  Liderança;  Diversidade,  Equidade e Inclusão;  Inovação e Intraempreendedorismo;  Sustentabilidade e Responsabilidade Social;  Comunicação Interna; NPS. As fintechs indicadas e selecionadas na Etapa 1 foram: Alymente, Consumidor Positivo, Divibank, Gorila, Portão 3 (P3), vhsys e X-Pay. Para ser considerada na relação final, cada fintech precisou que ao menos 50%  dos seus colaboradores (a partir do número de colaboradores no Linkedin) respondessem a pesquisa. Etapa 3: Divulgação das vencedoras Após as avaliações, foi calculada a nota das fintechs. O cálculo foi feito através do Score Bayesiano, que proporciona uma avaliação mais justa, especialmente para itens com quantidades limitante de avaliações, ajustando suas notas para refletir melhor a confiança na média observada. Assim, as fintechs vencedoras, considerando a quantidade mínima de avaliações necessárias (em função da quantidade de colaboradores) e a aplicação do Score Bayesiano em relação as notas foram: 1º Lugar: Alymente (5,0457) 2º Lugar: Portão 3 (P3) (4,9991) 3º Lugar: Divibank (4,9988) Parabéns às fintechs vencedoras!

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