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- 6 tecnologias que estão mudando a relação das pessoas com as finanças
Em 1995, o auge da tecnologia no mercado financeiro era o uso de cheques. Hoje, 30 anos depois, o setor passa por uma transformação digital profunda, com inovações que estão redefinindo a relação de consumo e acelerando a digitalização das transações financeiras. Segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), até 2024, as emissões de cheques caíram 95,87%. Ainda assim, esse meio de pagamento foi utilizado 137,6 milhões de vezes no último ano, evidenciando que, apesar de sua queda expressiva, ainda há consumidores que recorrem a ele. No entanto, a ascensão de novas tecnologias no setor financeiro tem revolucionado a experiência do cliente e a forma como as empresas operam. O avanço dos pagamentos digitais, inteligência artificial, open finance e blockchain tem permitido transações mais ágeis, seguras e personalizadas. “A tecnologia deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se tornar um fator determinante na sobrevivência das empresas. Quem não acompanha essa evolução corre o risco de perder mercado rapidamente”, destaca o Diretor de Negócios da Lina Open X , Murilo Rabusky. O futuro do setor financeiro: adaptar-se ou perder o mercado? Há alguns anos, ir a uma feira livre com dinheiro em espécie era uma prática comum. Hoje, se o vendedor não aceita PIX, cartão de débito ou crédito, muitas vezes, perde a venda para um concorrente mais atualizado. Essa mudança de comportamento reflete uma nova realidade: os consumidores priorizam a praticidade e a segurança nas transações financeiras. O PIX, criado pelo Banco Central (BC), tornou-se o meio de pagamento mais utilizado no Brasil, adotado por 76,4% da população. Logo atrás, vêm o cartão de débito (69,1%) e o dinheiro em espécie (68,9%), segundo o estudo “O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro”, publicado pelo BC. O PIX é apenas um dos muitos avanços que estão moldando o futuro do setor financeiro. Para as empresas que desejam se manter competitivas, acompanhar essas inovações não é uma opção, mas uma necessidade. Confira, a seguir, as principais tendências que estão transformando o mercado: 1. Pix por Aproximação: segurança e agilidade nas transações O Pix, lançado em 2021, rapidamente se consolidou como um dos principais meios de pagamento no Brasil, com mais de 800 milhões de chaves cadastradas, segundo o BC. Agora, a evolução para o Pix por Aproximação permite que usuários realizem transferências instantâneas utilizando reconhecimento facial ou digital, sem a necessidade de abrir o aplicativo bancário, apenas encostando o celular na maquininha. Essa inovação aumenta a segurança e a conveniência para os consumidores e pode se tornar um diferencial competitivo para as empresas . “Essa tecnologia amplia o uso do Pix ao melhorar a experiência de pagamento em diversos cenários, como transporte público, compras presenciais e pagamentos em grandes eventos, em que agilidade e capacidade de realizar a transação são fatores essenciais. Esse avanço só foi possível graças à expansão do Pix dentro do Open Finance, permitindo conexões padronizadas e seguras entre as mais de 100 instituições financeiras participantes”, afirma Murilo. 2. Open Finance: transformando a personalização no setor financeiro O Open Finance possibilita o compartilhamento consentido de dados financeiros entre instituições autorizadas, promovendo a criação de produtos e serviços mais personalizados. Isso estimula a concorrência e a inovação, oferecendo aos consumidores soluções mais adequadas às suas necessidades. Empresas que não aderirem a essa tendência podem perder espaço para concorrentes que oferecem experiências mais customizadas. “Com a confiança crescente de usuários e instituições, o Open Finance deixou de ser apenas um conceito inovador para se tornar uma infraestrutura fundamental no mercado financeiro. Segundo dados do Banco Central, espera-se que o Open Finance ajude a aumentar os ganhos com portabilidade, ao reduzir as vantagens informacionais das instituições originais e facilitar a busca por melhores ofertas em outros bancos”, destaca o Diretor de Negócios da Lina Open X. 3. Open Insurance: o impacto no mercado de seguros O Open Insurance segue a lógica do Open Finance, permitindo que consumidores compartilhem seus dados com diferentes seguradoras para obter serviços e coberturas mais personalizadas. “Esse modelo amplia a concorrência no setor e incentiva a inovação, proporcionando ofertas mais vantajosas e sob medida para cada cliente. Empresas de seguros que não aderirem a essa mudança podem perder relevância frente às novas demandas do mercado”, explica Rabusky. 4. Moeda Digital (Drex): modernização monetária Com 16 instituições financeiras participando da fase piloto do Drex, a moeda digital brasileira representa um avanço na digitalização do sistema bancário. A expectativa é que essa moeda seja utilizada da mesma forma que o sistema de pagamento instantâneo, o PIX, mas terá diferenças importantes entre elas, como a possibilidade de compra e venda de títulos públicos. 5. Biometria facial: a nova era dos pagamentos A biometria facial está redefinindo a segurança e a praticidade nas transações financeiras. Conforme dados da Febraban de Tecnologia Bancária 2024 , 7 em cada 10 bancos já utilizam essa ferramenta para identificar os clientes. Bancos como Bradesco e Nubank, por exemplo, já utilizam essa tecnologia, tornando o processo de pagamento mais rápido e seguro para os clientes. 6. Inteligência Artificial (IA): eficiência operacional A IA vem mostrando sua importância em diversos segmentos, e no mercado financeiro não é diferente. O uso dessa tecnologia no setor pode ser visto nas aplicações de biometria facial e chatbots, sendo utilizado por grandes bancos. De acordo com o estudo da Juniper Research, espera-se que os investimentos globais em chatbots alcancem US$ 72 bilhões até 2028. Além disso, diversas instituições financeiras, principalmente as digitais, já utilizam a tecnologia de biometria facial nas operações via aplicativo. “A IA tem sido explorada por grandes empresas mundiais há muito tempo e justamente por isso, hoje, podemos ter acesso a serviços que viabilizem a democratização da digitalização financeira. Essa é uma tecnologia que pode impulsionar e transformar as relações de consumo e finanças, com o consequente crescimento e desenvolvimento em todos os setores ”, destaca Murilo. Para Rabusky, o setor financeiro está em uma jornada de transformação digital, e as empresas que adotam as novas tecnologias estarão mais preparadas para prosperar. “A transformação digital já é uma realidade e avança ano a ano, elevando o nível do mercado no país, além de democratizar o acesso aos serviços bancários. O Brasil, referência mundial em Open Finance, conta com uma tecnologia avançada como o Pix, que também é referência no mundo, e tanto o cliente quanto o mercado só têm a ganhar. As instituições precisam cada vez mais explorar de forma inteligente as oportunidades que surgem com os avanços tecnológicos, e o horizonte se mostra positivo”, finaliza Murilo.
- Taxtechs em ascensão: como as startups do setor tributário estão transformando o mercado
Enquanto grande parte das startups brasileiras enfrenta desafios de captação de investimentos devido aos juros elevados, as taxtechs — startups que oferecem soluções tecnológicas para gestão tributária — seguem crescendo e atraindo grandes players do setor. No apagar das luzes de 2024, por exemplo, a americana Avalara, de automação fiscal em nuvem, adquiriu a goiana Oobj, que fornece software de documentos eletrônicos. Mais cedo, no mesmo ano, a companhia mineira de ERP Sankhya também comprou sua própria companhia de tecnologia em gestão tributária, a ASIS. Apesar de os valores não serem divulgados, os negócios reforçam a tendência de consolidação das taxtechs por uma demanda contínua e crescente. “Empresas de todos os portes precisam lidar com a complexidade do sistema tributário brasileiro, especialmente com a transição da Reforma Tributária na próxima década”, afirma Pedro Lima, CEO da Taxcel , startup brasileira de transformação digital tributária. “A automação fiscal, de repente, se tornou ainda mais essencial para reduzir custos e evitar riscos legais”, continua. Esse cenário contrasta com os números gerais das startups. Os investimentos até tentaram se recuperar em 2024, com um aumento de 9,4% no montante captado, mas esse valor ainda é cinco vezes menor do que os primeiros nove meses de 2021, segundo levantamento do Distrito, ecossistema de inovação. Essa movimentação também tem acontecido porque, com a Reforma, muitas empresas estão sentindo a necessidade de ampliar o seu portfólio de serviços e se adaptar às exigências que as mudanças trarão, contando com a tecnologia para aumentar sua competitividade. Ao se unirem ou até mesmo adquirirem outras, podem incluir áreas como “data analytics”, auditoria digital, consultoria tributária, além de integrar soluções de inteligência artificial para otimização de processos fiscais. A fusão também pode ser uma oportunidade de alcançar novos mercados e outros segmentos. O fato é que o sistema tributário brasileiro é complexo e exige uma apuração minuciosa para evitar erros, e é exatamente nesse cenário que as taxtechs se tornam fundamentais. “Investir em tecnologias de ponta, como IA e Big Data, é fundamento para transformar e aprimorar processos. Essas soluções oferecem uma forma inteligente e ágil de organizar e analisar grandes volumes de dados fiscais, impulsionando a eficiência e a tomada de decisão estratégica", comenta Lima. Nos próximos anos, a expectativa é que as startups tributárias se destaquem ainda mais. "O mercado está constantemente em busca de soluções que tornem o dia a dia das empresas mais eficientes, permitindo que a força de trabalho se concentre em questões mais estratégicas. A gestão tributária, tradicionalmente vista como uma das áreas mais complexas e demoradas, está se tornando cada vez mais simplificada e estratégica graças às taxtechs", conclui Pedro.
- ABcripto lança iniciativa para fortalecer a voz feminina no mercado cripto
Em comemoração ao Mês da Mulher, a ABcripto (Associação Brasileira de Criptoeconomia) anuncia o lançamento da iniciativa “Blockchain sem Barreiras: A Voz Feminina na Criptoeconomia”, uma série de encontros online, voltados a fortalecer a presença feminina no setor cripto. Com início no dia 8 de abril, a iniciativa acontece todas as terças-feiras até 20 de maio, das 17h às 18h, reunindo especialistas do setor para compartilhar conhecimento e incentivar a participação das mulheres no universo das criptomoedas e do blockchain. As interessadas podem se inscrever pela plataforma Sympla neste link . Segundo dados da Receita Federal, de julho de 2023, as mulheres representam 15% das pessoas que investem em criptomoedas no Brasil — mas esse cenário está mudando. O setor de criptoativos cresce exponencialmente, trazendo novas oportunidades e demandando maior diversidade. Diante desse contexto, a ABcripto visa oferecer um espaço acessível para aprendizado, troca de experiências e networking, fortalecendo o engajamento das mulheres no setor da criptoeconomia. “Queremos ampliar o debate e criar mais oportunidades para as mulheres no setor cripto, que ainda é predominantemente masculino. Com essa iniciativa, buscamos fornecer conhecimento, abrir portas e estimular a participação feminina nesse ecossistema em constante evolução”, destaca Renata Mancini, vice-presidente do Conselho de Administração da ABcripto. Os encontros serão conduzidos por especialistas do setor e abordarão desde os conceitos básicos do universo cripto até temas mais avançados, como segurança digital e finanças descentralizadas (DeFi). Ao longo de sete módulos, serão explorados temas como proteção de ativos, estratégias de investimento, compra e armazenamento de criptomoedas, além de orientações sobre como evitar golpes e fraudes. Também haverá um módulo dedicado à participação das mulheres no mercado cripto, destacando a construção de redes e a potencialização de resultados. A ABcripto reafirma seu compromisso em disseminar conhecimento e incentivar a presença feminina no universo cripto. A iniciativa tem como objetivo democratizar o acesso a informações essenciais sobre blockchain, ativos digitais, regulamentação e segurança, capacitando mais mulheres a explorarem as oportunidades desse setor em crescimento. Além do conteúdo educativo, o programa proporciona um ambiente de networking, promovendo trocas enriquecedoras entre participantes e especialistas. As participantes que acompanharem pelo menos 80% da programação receberão um certificado, agregando valor à sua formação e ampliando suas possibilidades no mercado de criptoativos.
- Entenda como o Bacen usa tecnologias como Drex e Pix por aproximação para contornar a crise fiscal
De acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central do Brasil (Bacen) em meados de março, revelou uma projeção de alta para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subindo para 5,66% em 2025. Já para 2026, essa estimativa passou de 4,40% para 4,48%. Além disso, recentemente, a Selic também subiu 1 ponto, indo para 14,25% ao ano. Projeções de aumento da inflação como essa vem fazendo o mercado questionar o papel da instituição financeira, principalmente no sentido de controlar a crise fiscal por meio da inovação. Para Felipe Negri, CEO do Pinbank , one-stop-bank-provider com um ecossistema completo de soluções financeiras, a tecnologia é a saída para o Bacen não se limitar ao aumento da taxa de juros para conter os problemas econômicos. “Hoje, há ferramentas tecnológicas sustentáveis e eficazes que, se implementadas e aprimoradas, podem contribuir para a movimentação positiva da economia nacional”, afirma. O executivo ainda reforça que a inovação também é o caminho para a instituição financeira manter a sua autonomia. “O Bacen não deve ficar à mercê dos desafios e ações do governo, mas sim continuar a olhar para uma agenda globalizada, que permita o avanço em áreas priorizadas por entidades e empresas do mundo inteiro”, explica. Drex e criptomoedas Um dos principais exemplos de como a digitalização do mercado financeiro é uma das prioridades do Bacen para lidar com os empecilhos econômicos do cenário nacional é o Drex . A moeda digital do banco está em processo de desenvolvimento e deve ser lançada ainda em 2025. “Mais do que olhar para benefícios como segurança, eficácia e praticidade, esse tipo de tecnologia abre portas para oportunidades inéditas”, afirma Negri. “Essa nova versão do Real tende a trazer um novo framework de conectividade interbancária, além de garantir uma centralização operacional que reduz a dependência de determinados players ou mesmo dê margem para a criação de monopólios”, completa. Além do lançamento, o especialista também explica que o fomento de discussões de temas globais relevantes, como as criptomoedas, é outro mérito do Banco Central. “Há um movimento global em torno do assunto e a instituição financeira captou a importância disso. Esse debate é essencial em um mundo globalizado como o nosso e não há como perder de vista conversas que também estão acontecendo em outros governos”, pontua. Pix e educação financeira Outra tecnologia lançada pelo BC que deve ser incorporada ao dia a dia das empresas nos próximos meses é o Pix por aproximação. A funcionalidade do formato, que é reconhecido como um dos grandes sucessos da instituição financeira, estreou no fim de fevereiro e promete facilitar ainda mais transações instantâneas no território nacional. Segundo o CEO do Pinbank, a novidade tem tudo para ganhar o mercado rapidamente. No entanto, ele também enfatiza a importância do setor privado e público trabalharem em conjunto para educar os usuários no uso desse tipo de ferramenta. “Muitas pessoas e empresas, de fato, abraçam inovações como o Pix, mas não necessariamente realizam transações e processos no universo digital de maneira adequada”, alerta. “O WhatsApp, por exemplo, nem sempre é o melhor canal para fazer compor essas operações, sendo alvo de golpes e fraudes em diversos cenários. Portanto, junto da inovação, a educação financeira precisa ser priorizada por todo o mercado, o que também acabará facilitando as ações do Bacen”, conclui.
- Brasil cresce 371% no uso de RCS puxado pelo setor financeiro, mídia e telecom
A troca de mensagens entre empresas e consumidores evoluiu com a chegada do RCS, que permite mais recursos multimídias, que não são suportados no SMS, para que essas marcas engajem mais e atraiam mais consumidores. Isso está dando certo no Brasil, de acordo com o relatório Messaging Trends 2025 realizado anualmente pela Infobip, plataforma global de comunicações em nuvem, que registrou crescimento de 371% desta tecnologia só no ano passado. Entre o RCS e outras ferramentas, como WhatsApp, Chatbots, SMS e e-mails, por exemplo, empresas de Mídia e Entretenimento aumentaram em 14x a utilização desses recursos, seja para exibir propagandas de suas marcas ou vender alguma campanha para o cliente. O estudo, que se baseou em mais de 530 bilhões de interações de canais móveis na plataforma da Infobip ao redor do mundo, apontou que o Brasil está entre os países que mais registraram crescimento na troca de mensagens em todos os tipos de plataformas na América Latina — com o RCS apresentando maior aumento. A utilização de canais digitais para comunicação com clientes foi puxada por setores como o de Mídia e Entretenimento, que aumentou em 14 vezes, o de Finanças e Fintechs, que subiu 22% e o de Telecomunicações, com crescimento de 76%. No mundo todo, o aumento do RCS ocorreu principalmente após setembro de 2024, quando a Apple começou a oferecer suporte para a ferramenta com o lançamento do iOS 18. “Essa foi uma tendência mundial, e graças a adesão da Apple, houve um aumento de 500% no tráfego global. A ferramenta tem se mostrado promissora para diversos tipos empresas, pois é uma plataforma confiável para comunicação entre empresa e cliente, oferecendo recursos multimídia, como fotos e vídeos, além de exibir autenticidade à marca, o que deixa o consumidor mais seguro do que está recebendo como informação”, explica Caio Borges, Country Manager da Infobip. “No Brasil, o RCS para aparelhos Apple deve ser disponibilizado ainda este ano, o que deve contribuir para um aumento ainda mais expressivo da ferramenta que já teve um boom em 2024.” Muitas marcas estão indo além da simples experimentação do RCS como um canal adicional para o cliente receber mensagens ou fazer contato. Agora, a ferramenta está sendo totalmente incorporada nas estratégias de comunicação das empresas. “As de finanças, por exemplo, estão vendo o sucesso de realizarem cobranças por esse canal, pois o retorno é mais efetivo e o detalhamento da dívida é muito melhor explorada com recursos mais visuais e confiáveis. Mídia e Entretenimento consegue trazer mais público para plataformas exibindo detalhes e imagens que interagem melhor, assim como as empresas de telecomunicações que vendem mais, cobram melhor ou se relacionam com mais efetividade”, detalha Caio. O WhatsApp também é uma ferramenta que só cresce no Brasil como canal para troca de mensagens entre clientes e empresas. A Vai de Bus, que comercializa recargas de transporte em diversas cidades, criou uma experiência de pagamento via PIX pelo WhatsApp. Com essa nova funcionalidade, 98% dos passageiros optaram por este método de pagamento, sendo 85% a taxa de conversão para pagamentos em compras pelo aplicativo. Além do famoso aplicativo de conversas, outra tecnologia emergente tem sido destaque nos últimos anos dentro do comércio conversacional: a Inteligência Artificial. “Graças ao aprimoramento desta tecnologia, o desafio não é mais utilizá-la, já que muitas empresas aderiram aos chatbots, por exemplo, mas sim aplicá-la de forma integrada aos diversos canais de comunicação para criar uma jornada de compras coesa”, explica Caio. Com a popularização do RCS, e de recursos de chatbots, IA e aplicativos de mensageria como o WhatsApp, está havendo um crescimento constante no mercado de experiências conversacionais. As aplicações de tecnologia estão se tornando cada vez mais sofisticadas, com as empresas buscando incorporá-las em todos os seus canais de uso. “Ter vários canais à disposição do cliente já é uma realidade entre muitas marcas, mas aquelas que mais estão se destacando são justamente as que possuem estes canais sincronizados estrategicamente para fornecer experiências contínuas, consistentes e de alta qualidade”, finaliza.
- O Que Faz uma Marca Ser Forte no Mercado de Performance?
Quando pensamos em performance, o foco geralmente está em métricas: ROI, CAC, CTR, CPA , LTV. São números que mostram eficiência, escalam negócios e orientam decisões. Mas em meio a tantos dados, um fator essencial muitas vezes é deixado de lado: o branding . Sim, marca importa — e muito — mesmo (ou especialmente) no universo da performance. Uma marca forte atrai, converte e fideliza com mais facilidade , reduzindo custo de aquisição e aumentando valor percebido. No mercado competitivo atual, branding não é um enfeite. É estratégia de crescimento . Branding não é só aparência. É posicionamento + reputação + consistência Uma marca forte não nasce da noite para o dia, nem é construída apenas com um bom design. É o resultado de uma combinação entre posicionamento claro , reputação baseada em entrega real e consistência em todos os pontos de contato com o mercado . Posicionamento claro e coerente Sua marca sabe exatamente o que oferece, para quem e por que faz isso melhor que os outros ? Se a resposta é vaga, o posicionamento ainda precisa de trabalho. No mercado de performance, o posicionamento precisa ser focado e direto . Não basta dizer “somos bons em mídia paga” — isso todo mundo diz. O que te diferencia? Métricas? Agilidade? Foco em um nicho? Tecnologia própria? O posicionamento é o ponto de partida para todo o resto: tom de voz, discurso comercial, identidade visual e até a seleção de clientes ideais. Reputação construída com dados e cases Dizer que entrega resultados é uma coisa. Mostrar isso com dados reais, depoimentos e cases de sucesso é o que fortalece a reputação da marca . E no marketing de performance, reputação anda lado a lado com credibilidade. Se você tem números consistentes, compartilhe. Se ajudou um cliente a reduzir CAC em 30% ou aumentar LTV, conte essa história. Dados bem apresentados vendem mais do que promessas genéricas . A Neoleads, por exemplo, construiu sua reputação com base em resultados mensuráveis e cases de clientes satisfeitos. Isso gera confiança — tanto no mercado quanto internamente. Consistência em todos os pontos de contato Não adianta ter um bom posicionamento e reputação se, na prática, cada canal da marca fala uma língua diferente. Consistência é quando o cliente vê o mesmo tom, mensagem e padrão de entrega em: Posts nas redes sociais Propostas comerciais Relatórios de performance Comunicação com o time de atendimento Site, e-mails, branding visual Marcas fortes parecem coerentes mesmo quando ninguém está olhando. Isso transmite profissionalismo e reforça a confiança. Por que branding importa para performance? Você pode estar se perguntando: “mas performance não é sobre resultado direto? Conversão? Por que perder tempo com branding?” Porque branding é o que antecede e sustenta a performance . Veja alguns impactos diretos: Melhora a taxa de conversão : Marcas confiáveis convertem mais, mesmo com o mesmo tráfego. Reduz o CAC : Quando as pessoas já conhecem e confiam na marca, o esforço para converter é menor. Aumenta o LTV : Clientes que se identificam com a marca tendem a ficar mais tempo, gastar mais e indicar. Diferencia da concorrência : Num mar de promessas iguais, branding forte destaca sua proposta única. Em outras palavras: uma marca forte deixa a performance mais barata, mais rápida e mais sustentável. Branding na prática: como a Neoleads trabalha isso Na Neoleads , o branding não é um acessório. É parte da estratégia de crescimento . Com um posicionamento claro (especialistas em user acquisition para apps financeiros), uma reputação construída com dados concretos e resultados entregues , e uma presença consistente em seus canais, a marca se posiciona como referência no setor de performance para fintechs . Esse trabalho de marca não atrapalha a performance — ele potencializa. Clientes chegam mais preparados, confiantes e prontos para fechar. Leads orgânicos aumentam. A diferenciação no mercado se consolida. E a sua empresa? Como tem trabalhado a marca? Se você está no mercado de performance e ainda trata branding como algo “institucional demais”, é hora de rever essa ideia. Ter uma marca forte ajuda a escalar — não o contrário. Branding é sobre ser lembrado, ser escolhido e ser reconhecido por aquilo que você realmente entrega . Não precisa ser complexo. Comece com três perguntas: Meu posicionamento está claro? Eu tenho provas reais do que entrego? Todos os meus canais e contatos passam a mesma mensagem? Se a resposta for “não” para qualquer uma delas, é hora de ajustar. No marketing de performance, resultados falam alto — mas a marca é quem abre portas, sustenta relações e diferencia no longo prazo . Branding e performance não competem. Eles se complementam . Na Neo , a construção de marca anda junto com a entrega de resultados. E isso faz toda a diferença.
- Pix parcelado ou cartão de crédito: qual é mais vantajoso para o consumidor?
Com mais de 173 milhões de usuários no Brasil, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamento do país, segundo dados do Banco Central (BC). Agora, a modalidade ganhou mais um recurso: o Pix parcelado, uma alternativa que permite dividir pagamentos de forma similar ao cartão de crédito, mas com condições próprias que variam conforme a instituição financeira. Na prática, o recebedor tem acesso imediato ao valor total, enquanto o pagador pode parcelar a quantia em até 24 vezes, dependendo do banco. A praticidade também é um atrativo, pois a operação ocorre apenas com uma chave Pix ou QR Code, sem necessidade de inserir dados sensíveis em sites ou aplicativos. "O Pix parcelado representa um avanço no mercado de crédito e pode ser uma opção interessante para o consumidor", afirma Leonardo Moreira Gomes, cofundador e CEO da Paytime , startup especializada em soluções de pagamento digital. "Mas é essencial avaliar taxas, condições e limites antes de escolher a melhor alternativa". Cada instituição financeira define suas próprias regras para o serviço. Em alguns casos, ele está vinculado ao limite do cartão de crédito do usuário. Em outros, carteiras digitais e fintechs oferecem a opção mesmo para quem não tem relação de crédito prévia. Outro ponto relevante é o custo. "Os juros variam entre instituições, mas, em muitos casos, o Pix parcelado tem taxas menores do que as cobradas por algumas maquininhas de cartão", destaca Leonardo. Como decidir entre Pix parcelado e cartão de crédito? Para fazer a escolha mais vantajosa, o consumidor deve comparar taxas e condições diretamente nos aplicativos dos bancos. Algumas instituições têm exigências específicas, como valor mínimo de transação ou prazo diferenciado para pagamento da primeira parcela. Para exemplificar, o Santander exige um mínimo de R$ 100 para parcelamento, enquanto o Nubank permite pagar a primeira parcela após duas faturas. "Cada pessoa tem uma necessidade financeira diferente. Para alguns, o ideal é reduzir ao máximo os custos com juros, enquanto outros podem preferir prazos mais longos. O essencial é avaliar com atenção as condições e fazer uma escolha consciente", finaliza o CEO da Paytime.
- Três tokenizadoras obtêm licença de Crowdfunding com suporte da ABcripto
A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) comemora os primeiros resultados bem-sucedidos de seu Programa de Assessoria para a obtenção de licenças de crowdfunding junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). As empresas PeerBR (Grupo GCB), TR Block (Liqi) e Loopi Plataforma (Loopi) foram as primeiras a concluir com sucesso o processo, destacando o compromisso da ABcripto em promover um ambiente regulatório eficiente e transparente no setor de criptomoeda. Lançado em parceria com a CVM, o programa, voltado para tokenizadoras e outras empresas cripto, foi criado para simplificar o processo de obtenção de licença de crowdfunding. Basicamente, a autorização permite a captação de recursos por meio de plataformas digitais, utilizando tecnologia de tokenização. O objetivo principal é proporcionar suporte completo, desde a pré-análise da documentação até a submissão formal do pedido, garantindo alinhamento com os padrões exigidos pela CVM e aumentando as chances de aprovação do registro. Bernardo Srur, diretor-presidente da ABcripto , destaca a importância da iniciativa: “Nosso papel é assessorar as empresas em todo o processo, facilitando sua entrada no mercado regulado. Ver empresas como PeerBR, TR Block e Loopi conquistarem suas licenças tão rapidamente confirma o sucesso do programa e nosso compromisso com o desenvolvimento do setor. Isso é um marco que impulsiona a criptoeconomia no Brasil com mais segurança e confiança.” Cada empresa enfrentou diferentes desafios, mas encontrou no programa a assistência necessária para superá-los. A TR Block, por exemplo, utilizou orientações especializadas para adaptar sua plataforma às exigências regulatórias, mantendo a inovação e a conformidade em equilíbrio. Segundo Rita Casolato, Head de Compliance da TR Block, “o suporte foi essencial para entender os requisitos da CVM e adaptar nossa estrutura sem comprometer a inovação. O acompanhamento contínuo oferecido pela ABcripto garantiu que todas as etapas fossem seguidas com precisão”. Já a PeerBR , liderada por Gustavo Blasco, fundador da empresa, teve o pedido de licença aprovado em tempo recorde: “Recebemos a autorização da CVM em apenas 15 dias, de forma muito mais ágil do que esperávamos. Esse resultado se deve à excelente assessoria fornecida pela ABcripto, que nos permitiu seguir com confiança cada etapa do processo.” A adequação foi possível graças ao entendimento regulatório, como relata o CEO Gustavo Blasco. "O suporte da ABcripto foi fundamental para que nossa operação fosse 100% aderente à regulação, proporcionando confiança a investidores e parceiros." A Loopi também destacou o impacto positivo da assessoria. Segundo Matheus Cangussu, Head of Legal, “O programa foi crucial desde o início do desenvolvimento da nossa plataforma, garantindo que tudo fosse feito dentro dos padrões regulatórios da CVM.” O sucesso dessas empresas sinaliza um futuro promissor para a criptoeconomia no Brasil. A tokenização de ativos e o crowdfunding regulado permitem que empresas alcancem novos patamares, democratizando o acesso a investimentos e criando oportunidades para pequenos investidores. Com o avanço da regulamentação e a parceria com órgãos como a CVM, a ABcripto espera contribuir para a segurança e inovação do mercado de criptoativos. A colaboração com a CVM, firmada em maio de 2023, é um pilar central dessa iniciativa. “Além de promover educação e inovação, nosso foco é garantir que o mercado evolua de forma ética e sustentável, promovendo o crescimento de todo o ecossistema cripto no Brasil”, finaliza Bernardo Srur, da ABcripto. Para solicitar o serviço de assessoria, é preciso preencher o formulário de adesão neste link .
- Binance lança Blockchain on the Road e fortalece programa educacional no país com workshops em 17 instituições de ensino
A Binance, maior provedora global de infraestrutura blockchain e maior plataforma de criptomoedas do mundo, fez parceria com a Blockchain Rio e desenvolveu um programa de workshops educacionais sobre blockchain para estudantes de 17 universidades distribuídas em 12 cidades do país. O "Blockchain on the Road” percorrerá o Brasil em 2025 para levar conhecimento sobre blockchain e Web3 a pelo menos 2.300 estudantes universitários. Com o programa, a Binance e a Blockchain Rio pretendem introduzir e capacitar estudantes nessa tecnologia, que vem sendo aplicada em escala crescente pelos mais diversos setores da economia, governo e sociedade em geral. Os workshops são gratuitos para os estudantes das universidades contempladas e terão participação de especialistas do setor (a agenda completa pode ser acessada aqui ). A série de eventos reforça o compromisso da Binance com a educação como um dos pilares fundamentais para a adoção e o crescimento sustentável dessa indústria. Pesquisa da Binance com mais de 5 mil usuários no Brasil mostrou que 22% deles indicam a falta de conhecimento sobre o tema como um dos principais fatores que limitam a adoção no país. “Nós temos a educação como um dos pilares do nosso trabalho, porque acreditamos que o conhecimento é primordial para que as pessoas possam usufruir de todos os benefícios dessa tecnologia ainda recente. Estamos comprometidos com o crescimento sustentável da indústria no Brasil, e vemos que o país é um dos que mostram interesse mais latente por blockchain e criptomoedas. O Blockchain on the Road atende uma demanda por conhecimento que fortalecerá tanto a formação destes jovens profissionais, quanto a adoção dessa tecnologia pela sociedade", comenta Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para a América Latina. Para Francisco Carvalho, CEO do Blockchain Rio, “o objetivo é ampliar o debate sobre blockchain e outras tecnologias emergentes em diferentes regiões do Brasil, proporcionando acesso direto a especialistas e líderes do setor”. A Blockchain in Rio , conferência anual organizada pela instituição e que acontece de 5 a 7 de agosto no Rio de Janeiro, é outro espaço que promove o debate e a disseminação de informações sobre a indústria, com acesso especial a estudantes universitários. A primeira parada do Blockchain on the Road foi na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, no dia 19 de março de 2025. O roteiro completo do programa inclui capitais como Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Recife e Salvador e, pela primeira vez, cidades como Ouro Preto (MG) e Foz do Iguaçu (PR). Os participantes terão acesso a conteúdos detalhados sobre a tecnologia, seu impacto em diferentes indústrias e o ecossistema da Binance Academy, uma das principais plataformas educacionais sobre o tema no mundo. Em 2023, a Binance promoveu o "University Tour - Brasil", impactando 1.400 estudantes de 13 instituições de ensino privadas e públicas em diversas cidades do país. A agenda do "Blockchain on the Road" inclui: Março 19/03 – UFSC (Florianópolis, SC) 22/03 – UNIOESTE (Foz do Iguaçu, PR) 24/03 – FAE (Curitiba, PR) Abril 04/04 – UFPE (Recife, PE) Maio 06/05 – FUCAPE (Vitória, ES) 07/05 – UFES (Vitória, ES) 12/05 – Inteli (São Paulo, SP) 14/05 – FGV (São Paulo, SP) 21/05 – UFMG (Belo Horizonte, MG) 23/05 – UFOP (Ouro Preto, MG) 26/05 – UNISUAM (Rio de Janeiro, RJ) 28/05 – UNEB (Salvador, BA) Junho 05/06 – UNISO (Sorocaba, SP) 12/06 - CEFET (Rio de Janeiro, RJ) Data a confirmar - UVA (Rio de Janeiro, RJ) Data a confirmar - UERJ (Rio de Janeiro, RJ) Agosto 05/08 – PUC (Rio de Janeiro, RJ) Data a confirmar - UNB (Brasília, DF)
- Bemobi acelera crescimento no quarto trimestre e anuncia nova política de dividendos, que prevê distribuir R$ 200 milhões
A Bemobi (BMOB3), líder no setor de soluções especializadas de pagamentos, em que já atende 10 das 15 maiores empresas de serviços recorrentes no país, comunicou nesta quinta-feira, 20, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seus resultados financeiros relativos ao quarto trimestre de 2024. O período foi o de maior crescimento dos últimos 9 trimestres, tanto de Receita Líquida como EBITDA (lucro antes de impostos, depreciação e amortização) Ajustado, com crescimento nas 4 verticais de negócios. O período marca ainda o ganho de tração nas iniciativas de pagamento, com aumento de penetração nos clientes existentes e adição de novos clientes, entre eles a Copel, sexta distribuidora de energia a se tornar cliente da Bemobi. Uma das raras multinacionais brasileiras na área de tecnologia, a empresa soma hoje mais de 1 475 clientes, sendo 149 grandes empresas (com vendas acima de 500 milhões de reais) e 1 326 médias companhias (com vendas abaixo de 500 milhões de reais), espalhados por 58 países. “Neste trimestre reportamos a maior expansão dos últimos anos, com aceleração do crescimento em relação aos trimestres anteriores. O ano de 2024 foi de retomada do nosso crescimento sustentável, suportado pelo contínuo ganho de tração na vertical de Pagamentos, além da recuperação em Assinaturas Digitais”, afirma Pedro Ripper, cofundador e CEO da Bemobi. “O crescimento e evolução do Pix e do Open Finance no Brasil, somado à expansão das e-wallets e inovações como o Click to Pay, criam oportunidades para as empresas de serviços recorrentes a modernizarem suas plataformas de pagamento. A digitalização dessas jornadas permite a transição do boleto tradicional para uma abordagem omnicanal e multimétodos, oferecendo mais flexibilidade e melhores condições de pagamento. Esse movimento tem trazido ganhos expressivos de conversão, redução da inadimplência e otimização de custos para os nossos clientes.” A solução de meios de pagamento fim-a-fim da Bemobi já é usada no modelo "white label" por mais de 505 empresas, inclusive todas as principais operadoras de telecom do Brasil, como Vivo, TIM e Claro, algumas das maiores empresas do setor de utilities, como Energisa, Equatorial, Enel, NeoEnergia, Light e Copel, empresas do setor de educação, como o Grupo Salta, além de diversos provedores de internet. No quarto trimestre de 2024, a empresa alcançou um volume de pagamentos (TPV) recorde de mais de 2,3 bilhões de reais. Como resultado, a receita de Pagamentos teve expansão de 16,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as soluções de Assinaturas Digitais tiveram uma alta de 34,4% na receita do trimestre. O número de usuários com assinaturas ativas de seus serviços de aplicativos, jogos e comunicação chegou a 26,2 milhões, alta de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre outubro e dezembro do ano passado, a receita líquida ajustada da Bemobi cresceu 19,8% em relação ao mesmo período de 2023, atingindo 165,3 milhões de reais. Em 2024, a receita líquida atingiu 607,5 milhões de reais, crescimento de 12,2% em relação ao ano anterior. O EBITDA ajustado cresceu 19,1% e chegou a 55 milhões de reais, o maior da história da companhia. O EBITDA ajustado avançou 13,6% e chegou a 200,4 milhões de reais. O lucro líquido ajustado ex-Swap no 4T24 foi de 46,5 milhões. No período acumulado de 12 meses, o lucro líquido ajustado ex-Swap totalizou 135,9 milhões de reais, uma expansão de 20,1% em relação a 2023. Já o lucro líquido contábil fechou o ano em 120,2 milhões de reais, alta de 38,3% em relação ao ano anterior. A geração de caixa operacional foi de sólidos 41,4 milhões de reais no quarto trimestre, com a conversão de resultados em caixa superando os 75%. Dessa forma, a companhia fechou o trimestre com um caixa total de 589 milhões de reais. A Bemobi aprovou ainda uma nova política de distribuição de dividendos, válida até o final de 2025, que prevê distribuir estimados 200 milhões de reais. A primeira etapa de distribuição será de 58 milhões de reais relativos ao exercício de 2024, a serem referendados na Assembleia a ser realizada em 24 de abril. “Nossa performance financeira e operacional em 2024, somada às perspectivas para 2025, nos dão conforto de que nossa geração de caixa permite conciliar um pagamento mais agressivo de dividendos referentes a esses dois períodos, sem prejudicar nossa capacidade de seguir crescendo de forma sustentável, tanto organicamente quanto por meio de novos M&As que continuarão tendo um papel relevante em nossa estratégia”, afirma Ripper.
- Fintech meutudo lança consignado privado para trabalhadores com nome negativado
A meutudo , fintech brasileira pioneira em crédito consignado, acaba de lançar o seu produto de Consignado Privado, uma solução que oferece crédito a trabalhadores celetistas, incluindo aqueles com o nome negativado. Com essa iniciativa, a meutudo visa atender à crescente demanda por soluções financeiras digitais, especialmente em um cenário de transformação do setor de crédito. O lançamento acompanha a Medida Provisória assinada em 12 de março, que cria o "Crédito do Trabalhador". A partir de 21 de março, trabalhadores poderão acessar empréstimos com taxas mais baixas, usando a Carteira de Trabalho Digital e garantindo até 10% do FGTS e 100% da multa rescisória. O crédito poderá ser solicitado diretamente aos bancos, sem depender de autorização do recursos humanos. “Com nossa expertise em soluções financeiras digitais, estamos prontos para liderar a transformação no crédito consignado. Nossa tecnologia robusta e a compreensão das necessidades dos consumidores nos colocam em uma posição privilegiada nesse cenário de rápida evolução”, afirma Márcio Feitoza, CEO da meutudo . O Consignado Privado meutudo se destaca por suas taxas de juros competitivas e condições exclusivas para os clientes da plataforma. Sujeito à aprovação de crédito, o pagamento é feito em parcelas fixas, com desconto direto na folha de pagamento, conforme a margem consignável. Além disso, o crédito está disponível para negativados, dependente de validação. A fintech reforça seu compromisso com a inclusão financeira e a transparência. “Nosso objetivo é criar alternativas que ajudem os trabalhadores a superar desafios econômicos, sempre com clareza e respeito às suas condições”, complementa Feitoza. O crédito consignado privado da meutudo é oferecido em parceria com a Parati Financeira, recentemente incorporada à fintech e aguardando aprovação do Banco Central. Com essa aquisição, a meutudo fortalece sua estratégia de expansão no mercado de crédito, com mais de R$ 8 bilhões em crédito originado para seus 13 milhões de clientes.
- Cainvest lança solução inovadora para proteção de investimentos em Bitcoin
A Cainvest, instituição financeira especializada em serviços bancários e de liquidez para o mercado institucional de criptomoedas, anuncia o lançamento de um produto inovador para investidores que desejam investir em Bitcoin com segurança. O novo produto protege 85% do capital investido contra desvalorização, ao mesmo tempo em que permite capturar até 40% da valorização do ativo. A novidade chega como resposta à atual volatilidade do mercado cripto, mas que continua atraindo investidores. “Criamos essa estrutura para que investidores possam aproveitar o potencial de valorização do Bitcoin sem expor todo o capital ao risco das oscilações. Combinamos segurança e retorno dentro de um modelo robusto e eficiente”, explica Charles Aboulafia, CEO do Grupo Cainvest. Disponível para investidores de private banking e plataformas bancárias tradicionais internacionais, a nota pode ser adquirida em qualquer instituição que permita a compra de ações (stocks) e títulos (bonds). Além disso, o produto possui um código ISIN (International Securities Identification Number), garantindo maior transparência e facilidade de negociação. O retorno do investimento ocorre no vencimento e é pago em dólares americanos (USD), com base em uma estratégia que combina exposição ao Bitcoin e derivativos estruturados. Caso o investidor deseje sair antes do prazo, há a possibilidade de venda no mercado secundário, de acordo com as condições de mercado. A proteção de 85% do capital foi definida para oferecer um trade-off estratégico entre segurança e potencial de valorização. A Cainvest também disponibiliza notas com 100% de proteção, porém com menor participação na alta do Bitcoin. O lançamento ocorre em um momento de grande movimentação no setor de criptoativos. Em 2024, a aprovação dos ETFs de Bitcoin pela SEC impulsionou a entrada de capital institucional, levando o ativo a atingir um recorde de US$ 100 mil em dezembro. No entanto, o início de 2025 trouxe ajustes: uma correção de 14% refletiu a postura mais cautelosa do Federal Reserve e desafios econômicos globais. Com presença global e foco em inovação, a Cainvest segue ampliando seu portfólio de soluções para tornar o mercado cripto mais acessível e seguro para diferentes perfis de investidores. “Nosso compromisso é oferecer produtos estruturados que aliem segurança e oportunidades de valorização, permitindo que mais investidores participem do mercado cripto com tranquilidade”, conclui Aboulafia.














