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- Core Banking para participantes do Pix Indireto
O Pix revolucionou o sistema financeiro brasileiro, proporcionando transferências instantâneas e seguras entre contas bancárias. No entanto, para muitas instituições financeiras que operam como participantes indiretos do Pix , a adoção de um sistema de Core Banking robusto é fundamental para garantir eficiência, segurança e conformidade regulatória. Neste artigo, exploramos a importância do core banking para essas instituições e como ele pode otimizar suas operações. O que é Core Banking e sua importância? O Core Banking é o sistema central que gerencia as operações bancárias essenciais de uma instituição financeira, incluindo registros de contas, processamentos de transações e controle de conformidade. Para participantes indiretos do Pix, que dependem de um banco ou instituição financeira maior para acessar o sistema do Banco Central, um core banking eficiente é essencial para: Automatização de Processos : Reduz erros e aumenta a velocidade das transações. Segurança e Compliance : Garante conformidade com as regulamentações do Banco Central. Escalabilidade : Permite expansão de operações sem comprometer a qualidade do serviço. Integração com APIs : Facilita a conexão com sistemas financeiros e outras tecnologias. Participantes Indiretos do Pix: Desafios e Oportunidades O Pix Indireto é uma forma de intermediação do sistema de pagamentos instantâneos . Assim, os participantes indiretos do Pix são instituições financeiras ou fintechs que, por meio de uma parceria com um Participante Direto, conseguem oferecer os serviços do Pix aos seus clientes sem se conectar diretamente com o Banco Central. Ou seja, um participante indireto é qualquer instituição que não tenha acesso direto ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI). Em outras palavras, tais instituições funcionam como intermediárias, garantindo que os pagamentos sejam processados de forma rápida e sem burocracia. Os participantes indiretos do Pix enfrentam desafios específicos, como dependência da infraestrutura de um participante direto e a necessidade de garantir tempo de resposta rápido nas transações. No entanto, ao investir em um sistema de core banking eficiente, essas instituições podem Melhorar a Experiência do Cliente , através do processamento rápido e seguro de transações. Podem também Reduzir Custos Operacionais , já que a automação reduz a necessidade de processos manuais e minimiza falhas. E claro, não podemos deixar de citar o Aumento da Segurança , pois os sistemas modernos incluem proteções contra fraudes e acessos indevidos. Recursos Essenciais de um Core Banking para o Pix Indireto Para garantir eficiência e segurança nas transações via Pix, um sistema de core banking para participantes indiretos deve incluir: Integração com APIs do Banco Central As APIs do Bacen permitem que as instituições participantes indiretas enviem e recebam pagamentos de forma segura e rápida. Gestão Automatizada de Liquidez Controlar o saldo e movimentação de recursos é essencial para evitar problemas de liquidez que podem impactar a operação no Pix. Monitoramento em Tempo Real A capacidade de monitorar transações e detecção de anomalias evita fraudes e aumenta a segurança das operações. Escalabilidade e Cloud Computing Soluções baseadas na nuvem permitem maior flexibilidade e capacidade de crescimento sem altos custos de infraestrutura. Segurança e Compliance A conformidade com normas de segurança, como a LGPD e as regulações do Banco Central, é imprescindível para garantir a proteção dos dados dos clientes. Benefícios da Adoção de um Core Banking Moderno A implementação de um sistema de core banking avançado permite que participantes indiretos do Pix operem de forma mais eficiente e segura. Dentre os principais benefícios temos a Otimização de Processos , com a redução da carga operacional e aumento da produtividade; a Redução de Custos , com menos dependência de processos manuais e maior eficiência operacional; Maior Confiabilidade , com a redução de falhas e erros operacionais; e a Melhoria na Experiência do Cliente , com serviços mais rápidos e seguros aumentam a satisfação dos usuários. Para participantes indiretos do Pix, investir em um core banking moderno é essencial para garantir um serviço seguro, rápido e eficiente. Com a crescente adesão ao Pix e a evolução do sistema financeiro digital, a modernização da infraestrutura bancária tornou-se um diferencial competitivo relevante. Ao adotar soluções tecnológicas inovadoras, essas instituições podem melhorar sua eficiência operacional e oferecer um serviço de alta qualidade aos seus clientes. Se sua instituição busca aprimorar sua infraestrutura de core banking para participação no Pix, considere soluções que ofereçam segurança, integração e escalabilidade para atender às demandas do mercado financeiro atual.
- Bipa e Mastercard lançam cartão de crédito com cashback em Bitcoin
A Bipa, plataforma de vanguarda que integra Bitcoin, dólar digital e real em uma única conta bancária, firmou uma parceria com a Mastercard para lançar um cartão de crédito com cashback em Bitcoin e o design Mastercard Touch Card, introduzindo um padrão de cartão acessível para pessoas cegas ou com baixa visão, aumentando a segurança, inclusão e independência dos titulares do cartão Bipa no Brasil. O novo cartão da Bipa , uma das inovações mais recentes do mercado financeiro brasileiro, oferece cashback em Bitcoin em todas as compras para os clientes. Além disso, membros do Bipa Turbo têm acesso exclusivo à funcionalidade de utilizar seus criptoativos como garantia para aumentar o limite de crédito, possibilitando transações diárias sem a necessidade de vender esses bens digitais. Esse lançamento representa uma mudança significativa para investidores de Bitcoin e dólar digital. Com o cartão da Bipa, os usuários podem realizar pagamentos em qualquer estabelecimento que aceite Mastercard, utilizando Bitcoin, dólar digital ou real como garantia. Antes dessa novidade, esses ativos frequentemente ficavam inativos em corretoras ou carteiras. Agora, podem ser utilizados como garantia, agregando mais valor e praticidade ao dia a dia dos usuários. De acordo com uma pesquisa da Mastercard, cerca de 89% dos brasileiros estão dispostos a adotar novos ou não convencionais meios de pagamento. “Essa inovação da Bipa oferece uma alternativa valiosa aos métodos tradicionais de uso de criptoativos, promovendo maior flexibilidade e controle financeiro para seus usuários”, afirma Luiz Parreira, CEO da fintech. Cartão Bipa e Bipa Turbo O cartão Bipa transforma a experiência de usar crédito, oferecendo benefícios atrativos para todos os clientes. Além do cashback, com a funcionalidade de autoabastecimento, não é necessário ter um limite pré-aprovado nem realizar um depósito em reais para garantir limite de crédito. Basta possuir Bitcoin ou USDT para realizar compras no crédito, inclusive parceladas. Vale ressaltar que, ao utilizar o autoabastecimento, ocorre a venda do Bitcoin ou USDT para executar a compra no crédito. Essa funcionalidade é opcional para todos os clientes e se diferencia da garantia em USDT/BTC do Bipa Turbo, que não realiza a venda dos ativos. Assim, todos têm flexibilidade para escolher a melhor opção de acordo com suas necessidades e estratégias. O Bipa Turbo oferece ainda mais vantagens, pois além de permitir o uso de Bitcoin (BTC) ou USDT como colateral para obter um limite de crédito, ele também oferece o dobro de cashback. Essas funcionalidades exclusivas oferecem maior flexibilidade e otimização financeira, tornando-se ideal para quem busca maximizar os ganhos e integrar criptomoedas no dia a dia. "Ao unir o poder do Bitcoin e do dólar digital à praticidade do crédito, estamos redefinindo o conceito de flexibilidade financeira e criando novas possibilidades para nossos usuários", pontua Guilherme Kenworthy, CFO da Bipa. O Cartão Bipa Mastercard também apresenta uma inovação no design do cartão físico: o primeiro Touch Card de crédito do Brasil . Com um entalhe exclusivo Mastercard, o cartão permite que pessoas cegas ou com visão parcial identifiquem facilmente que trata-se de um cartão de crédito, apenas pelo toque. Essa inovação, desenvolvida pela Mastercard, promove mais segurança, inclusão e independência para pessoas cegas, como parte das iniciativas de inclusão e acessibilidade da Mastercard. Nova Parceria de Cartão O novo cartão é resultado de uma colaboração estratégica entre a Bipa e a Mastercard, empresa global de tecnologia do setor de pagamentos. "Juntos, estamos unindo o alcance global e a expertise tecnológica da Mastercard com a inovação e agilidade da Bipa, para criar um produto que não só atende às necessidades dos nossos clientes, mas também reformula o mercado de pagamentos", afirma Luiz Parreira, CEO da fintech. Grande demanda e interesse Desde o anúncio da parceria, mais de 70 mil usuários já se inscreveram na lista de espera para obter o novo cartão de crédito, evidenciando a alta demanda e o interesse pelo produto. Disponibilidade e acesso O cartão de crédito da Bipa pode ser solicitado diretamente pelo aplicativo, disponível para dispositivos iOS e Android. Essa conveniência oferece uma experiência financeira prática e inovadora. A liberação do cartão será realizada seguindo a ordem da fila de espera, mas é possível acelerar o acesso convidando amigos e familiares para se cadastrarem na plataforma da Bipa. Quanto mais convites forem aceitos, mais rápido será o avanço na lista.
- Resolução do Banco Central viabiliza pagamento de boletos por pix e institui novidade para negócios: os boletos híbridos
No dia 3 de fevereiro deste ano, as novas regras do Banco Central para o pagamento de boletos com Pix entraram em vigor. Por meio da resolução instituída, foram criadas normas para a universalização do Pix como forma de pagamento nos boletos por meio de QR Codes. No entanto, a grande novidade anunciada pelo Banco Central foi a implementação oficial dos boletos dinâmicos, possibilitando que empresas recebam pagamentos mensais por boletos de forma antecipada, um processo que antes era relativamente restrito às instituições financeiras que emitiam os boletos. As medidas visam aumentar a competitividade no mercado de antecipação de recebíveis, que movimenta cerca de R$ 10 trilhões por ano, segundo estimativas do BC que consideram as notas fiscais emitidas tanto pelo comércio quanto por incorporadoras imobiliárias. Além disso, elas devem facilitar o pagamento de boletos pelos consumidores por meio da integração com o sistema de pagamentos instantâneos. Os lojistas e empresas que antecipam seus recebíveis, por sua vez, agora podem escolher em qual instituição financeira querem fazer a operação, o que deve reduzir os juros cobrados nessas transações. “A resolução do Banco Central é um marco importante tanto para os consumidores quanto para os comerciantes. Ao mesmo tempo em que formalizou os pagamentos de boletos por Pix, uma facilitador considerável, instituiu o boleto híbrido, que é um produto que veio para ficar e substituir ou coexistir com o tradicional boleto bancário. Para o empresário que cobra seus clientes através dessa função, ele aproveita diversas vantagens, como custo menor e recebimento em D0”, afirma Charles Hagler, CEO da Shipay . A empresa é um hub de pagamentos digitais que já processou mais de 200 milhões de transações via pix, sendo parceira de alguns dos principais ERPs do Brasil, como SAP e TOTVS, que já emitem boletos com QR code. Além disso, a companhia pretende alcançar 10 milhões de transações mensais em 2025 por meio dos boletos híbridos.
- Pix para a China: XTransfer e Ouribank unem forças para impulsionar o comércio internacional
A XTransfer, a plataforma de pagamento transfronteiriça B2B líder mundial e número 1 da China, e o Ouribank, um dos principais bancos cambiais do Brasil, celebraram uma parceria global. Esta colaboração visa reduzir o custo e o tempo de processamento dos pagamentos transfronteiriços para os clientes da XTransfer, beneficiando particularmente os comerciantes chineses e globais com mercados significativos na América Latina. As empresas com uma conta XTransfer poderão receber transferências Pix de clientes Brasileiros. A China tem sido o parceiro comercial mais importante do Brasil desde 2009 e é uma das principais fontes de Investimento Estrangeiro do país. O Brasil foi o primeiro país latino-americano a ultrapassar 100 mil milhões de dólares em exportações para a China e é o maior parceiro comercial da China na América Latina. Em 2024, o comércio bilateral da China com o Brasil cresceu 3,5% em termos homólogos, atingindo cerca de 188 mil milhões de dólares. Quando as empresas efectuam pagamentos transfronteiras, encontram frequentemente desafios como longos prazos de envio, custos elevados e perdas cambiais. Um estudo do EBANX e XTransfer mostrou que, no Brasil, uma transação desse tipo pode levar até 14 dias para ser concluída se feito usando métodos convencionais. Isso se traduz em uma menor capacidade operacional das empresas, ineficiência e custos inesperados. A XTransfer dedica-se a fornecer às empresas de comércio exterior soluções de pagamento e cobrança transfronteiriças seguras, conformes, rápidas, convenientes e de baixo custo, reduzindo significativamente o custo da expansão global e aumentando a competitividade global. Com mais de 600.000 clientes da empresa, XTransfer transformou-se o número 1 da indústria na China. Quatro décadas de experiência fizeram do Ouribank uma referência no mercado cambial. É uma das pioneiras da tecnologia eFX e trabalha com algumas das maiores fintechs cambiais do Brasil com soluções FxaaS desde 2019. As duas partes trabalham em conjunto nos Serviços de pagamento e de câmbio. Ao integrar a infra-estrutura do Ouribank, a XTransfer pode agora oferecer aos clientes uma gama mais ampla de opções locais de pagamento e cobrança de fundos. As empresas globais de comércio exterior com uma conta XTransfer podem agora receber pagamentos em Real brasileiro (BRL) de seus consumidores brasileiros , que podem pagar fornecedores chineses e globais em BRL via PIX sem as complexidades cambiais. A nova parceria entre a XTransfer e o Ouribank beneficia não apenas as empresas globais de comércio exterior envolvidas nos mercados latino-americanos, mas também as empresas brasileiras que trabalham com fornecedores internacionais, especialmente os da China. Esta colaboração ajuda a simplificar e promover as transacções comerciais transfronteiriças do Brasil. Para Bill Deng, fundador e CEO da XTransfer, "a parceria com o Ouribank marca um marco importante na nossa expansão nos mercados do Brasil e da América Latina. Esta colaboração não só impulsiona o crescimento global da XTransfer, mas também transforma a experiência comercial das PME latino-americanas. Aguardamos com expectativa o êxito a longo prazo desta aliança.” Bruno Luigi Foresti, Director do Ouribank, disse: "No segmento de câmbio e pagamentos, atendemos empresas de todos os portes, desde pequenos empreendedores até grandes corporações, incluindo instituições financeiras internacionais que oferecem serviços de pagamento no Brasil. Com o Hub, estamos avançando no setor de tecnologia de pagamentos, oferecendo soluções que reduzem o atrito nas transações internacionais sem comprometer a tradição e a experiência que construímos ao longo de mais de quatro décadas. Estamos confiantes de que a nossa parceria com a XTransfer trará benefícios significativos para ambas as organizações.”
- XP lança XPlay, área especializada na gestão patrimonial de pessoas públicas
A XP Inc ., uma das principais instituições financeiras do Brasil, anuncia o lançamento da XPlay, uma nova área dedicada ao atendimento especializado de pessoas públicas, como atletas, personalidades, gamers e influencers. A XPlay chega com a proposta de oferecer uma gestão patrimonial completa e personalizada, combinando soluções financeiras sofisticadas com experiências exclusivas para os clientes, como a organização de viagens, participação em eventos esportivos e do entretenimento, e conexão entre os grandes clientes da XP. A XPlay foi criada para atender às necessidades específicas de pessoas que, devido às suas carreiras e estilos de vida, demandam soluções financeiras diferenciadas. Com uma equipe de profissionais dedicados, a nova frente de negócio oferece um atendimento premium, focado em planejamento financeiro, tributação internacional e serviços de concierge para facilitar o dia a dia dos clientes. “Com a XPlay, ampliamos nosso compromisso de entregar soluções diferenciadas e altamente estruturadas para um público que precisa de um atendimento de excelência com foco no longo prazo. Nossa expertise no segmento de Family Office nos permite oferecer uma gestão patrimonial robusta, garantindo segurança e eficiência na administração de ativos financeiros, mas não se limita a isso”, afirma Renato Folino, head da XP Family Office. Em plataforma exclusiva, os clientes têm acompanhamento em tempo real do patrimônio, com relatórios detalhados sobre o desempenho dos ativos e investimentos. Com foco também em consultoria de imagem, a XPlay orienta seus clientes sobre como suas decisões financeiras podem impactar sua reputação pública, alinhando a gestão de ativos ao posicionamento das marcas pessoais. “Nosso objetivo é levar a estas personalidades uma gestão financeira estratégica e de alto nível, com suporte completo em diversas frentes, incluindo planejamento sucessório e proteção patrimonial, além de oferecer acesso a experiências exclusivas. Entendemos que cada cliente tem necessidades únicas, e a XPlay foi desenhada para garantir esse atendimento customizado de excelência”, completa Folino.
- Hurst Capital lança operação com a plataforma global de venture capital OurCrowd
A Hurst Capital, maior plataforma de ativos reais da América Latina, acaba de lançar no mercado brasileiro a operação “Neural Growth OurCrowd AI Fund”, em conjunto com a OurCrowd, plataforma global de venture capital que gerencia mais de US$ 2,3 bilhões e investiu em mais de 440 empresas de portfólio e 56 fundos em cinco continentes. Com um aporte mínimo de R$ 10.000,00 e rentabilidade projetada de 23,81% ao ano em dólar, esta é uma oportunidade única para que investidores brasileiros institucionais e pessoas físicas acessem o mercado de IA generativa, um dos setores mais promissores do mercado internacional. O prazo estimado é de 100 meses. “O OurCrowd AI Fund é parceiro do NVIDIA Inception, um programa exclusivo da NVIDIA que acelera startups de IA com acesso a tecnologias de ponta, suporte técnico especializado e infraestrutura avançada. Isso proporciona às empresas do portfólio uma vantagem competitiva no desenvolvimento de soluções inovadoras”, lembra o CEO da Hurst Capital , Arthur Farache. Com mais de US$ 2,3 bilhões sob gestão, a OurCrowd já investiu em mais de 440 startups e 56 fundos globais, registrando 63 saídas estratégicas, incluindo IPOs e aquisições por gigantes do setor. Além disso, o fundo é estruturado para otimizar retornos por meio de rodadas de follow-on e co-investimentos com grandes players como Sequoia Capital, Andreessen Horowitz e Tiger Global. “Nossa decisão em disponibilizar essa operação baseia-se na avaliação de que o OurCrowd AI Fund foca no crescimento explosivo da Inteligência Artificial, posicionando-se como uma das principais plataformas para investidores capturarem valor em mercados altamente disruptivos”, destaca Farache. O fundo pretende levantar US$50 milhões e investir em 20-30 empresas globais que atuam em setores transformados pela IA, com diversificação geográfica e por estágio, maximizando retornos por meio de rodadas de follow-on e co-investimentos estratégicos. A inteligência artificial é apontada como a maior revolução tecnológica do século, comparada à introdução do computador pessoal, da internet e da eletricidade. Estima-se que o tamanho do mercado de IA generativa alcance US$1,3 trilhão até 2032, com uma taxa de crescimento anual composta de 42%. Desde 2018, foram investidos US$25,8 bilhões em IA generativa, sendo US$12,7 bilhões somente no primeiro semestre de 2023 (incluindo o investimento atípico da OpenAI). Desde 2018, surgiram 13 unicórnios no campo da IA generativa. No total, startups beneficiadas pelo venture capital registraram 1.800 exits nos últimos cinco anos, correspondendo a US$50 bilhões somente em 2022. De acordo com um estudo da McKinsey, o impacto econômico projetado pelo uso de IA em setores como saúde, educação e manufatura será de US$4,4 trilhões por ano. “Todos sabemos o quanto a inteligência artificial tem revolucionado os meios de produção e as relações entre pessoas e empresas. Essas startups têm um forte potencial de liderar os avanços dessa importante tecnologia num futuro próximo, o que vai gerar muitos ganhos para quem acreditar nelas agora que estão no início”, afirma. Para os investidores interessados na operação, é importante notar que a tese de investimento do fundo prioriza tecnologias mission-centric e aplicações de IA generativa, incluindo: foco em hardware e processamento avançado; modelos de linguagem; IA voltada para setores específicos como saúde, automotivo e segurança; startups que personalizam e otimizam modelos básicos para casos de uso específicos como redução de latência e uso em APIs. O OurCrowd AI Fund está estruturado como um fundo offshore, com prazo de 100 meses e possibilidade de extensão. A operação conta com rigorosos critérios de seleção, garantindo que apenas as startups mais promissoras e bem avaliadas entrem para o portfólio. São analisadas mais de 200 empresas por mês, mas o investimento contempla apenas nos 2% melhores deals.
- Digitalização financeira do varejo traz crescimento acelerado com pagamentos sem contato via aplicativos bancários
Os pagamentos sem contato via aplicativos se consolidaram no varejo. Impulsionados pela digitalização financeira global e pela tecnologia Near Field Communication (NFC), o método se tornou preferência entre consumidores que buscam agilidade, praticidade e segurança em suas transações financeiras. Empresas do setor financeiro e varejistas também enxergam a mudança como uma oportunidade para melhorar a experiência do cliente e ampliar suas estratégias digitais. O mercado global de pagamentos digitais deve atingir US$ 14,8 trilhões até 2027, segundo projeções da Statista. E no Brasil, esse crescimento é impulsionado por inovações como o Pix, que já responde por mais de 30% das transações bancárias no país, e pelas wallets digitais, como Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay, que permitem o pagamento por aproximação sem a necessidade de cartões físicos. "Os pagamentos sem contato representam uma revolução na forma como lidamos com o dinheiro. Além de oferecer mais conveniência, eles garantem maior segurança ao evitar o contato físico com maquininhas e a exposição de dados sensíveis do cartão", explica Rafael Franco , CEO da Alphacode , empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos financeiros. O impacto no varejo e na experiência do consumidor A adesão ao pagamento digital no varejo vem crescendo de forma acelerada. Redes de supermercados, restaurantes e grandes lojas de departamento já oferecem a opção como padrão de pagamento, reduzindo filas e tornando as transações mais rápidas. Além disso, aplicativos de delivery e mobilidade urbana integraram os pagamentos por aproximação às suas plataformas, facilitando ainda mais o processo de compra. Para os varejistas, a adoção desse modelo também gera benefícios operacionais. Estudos indicam que os pagamentos digitais reduzem custos com fraudes e chargebacks, além de promover maior fidelização dos clientes. Segundo uma pesquisa da McKinsey, consumidores que utilizam carteiras digitais gastam, em média, 30% a mais do que aqueles que pagam com dinheiro ou cartões tradicionais. "A digitalização dos meios de pagamento não é apenas uma tendência, mas uma transformação estrutural do mercado. Empresas que oferecem essa experiência integrada e fluida conquistam maior engajamento dos clientes e criam oportunidades de monetização", destaca Franco. Segurança e desafios da digitalização A segurança é um dos pilares da adoção dos pagamentos sem contato. As carteiras digitais utilizam autenticação biométrica, criptografia avançada e tokenização para proteger os dados dos usuários. No entanto, o avanço da digitalização também impõe desafios às empresas, como a necessidade de atualizações constantes em cibersegurança e a adaptação dos consumidores menos familiarizados com as novas tecnologias. Outro desafio está na inclusão digital. Apesar do crescimento expressivo, muitas pessoas ainda não possuem acesso a smartphones compatíveis com a tecnologia NFC ou enfrentam dificuldades para utilizar os serviços bancários digitais. "A massificação dos pagamentos sem contato passa por um esforço conjunto entre empresas, governos e instituições financeiras para democratizar o acesso à tecnologia e garantir que mais pessoas possam usufruir dos benefícios desse avanço", afirma Franco. O futuro dos pagamentos digitais A evolução dos pagamentos sem contato deve continuar acelerada nos próximos anos, com novas tecnologias e integrações que tornarão a experiência do usuário ainda mais fluida. Tendências como o Tap to Pay , que permite transformar smartphones em maquininhas de pagamento, e a adoção do Pix por aproximação indicam que o setor seguirá inovando. A combinação de segurança, conveniência e rapidez está consolidando os pagamentos digitais como a nova norma no varejo e no cotidiano dos consumidores. Para empresas, a adoção dessa tecnologia representa um diferencial competitivo essencial na era da digitalização financeira.
- Caça às chaves Pix irregulares aquece mercado de TI voltado ao monitoramento de transações
A decisão tomada pelo Banco Central no início de março de monitorar periodicamente a conduta dos participantes do Pix para garantir que eles assegurem a manutenção em seus bancos de dados apenas das chaves Pix em conformidade com os nomes registrados nas bases de CPF e de CNPJ da Receita Federal acendeu o sinal de alerta nas instituições financeiras e de pagamentos a respeito da necessidade de incrementar suas ferramentas de monitoramento de transações. O motivo é que o órgão regulador está disposto a penalizar empresas que não excluam de seus sistemas chaves de pessoas e de empresas com situações cadastrais como “suspensa”, “cancelada”, “titular falecido”, “nula”, “inapta”, “baixada” e outras semelhantes a estas. Alexandre Pegoraro, CEO do Kronoos , plataforma que usa IA para realizar pesquisas em milhares de fontes para conferir a idoneidade de pessoas e empresas, afirma que a decisão do BC obriga as instituições a reforçarem suas estruturas tecnológicas de monitoramento de transações. Segundo ele, as adaptações dos sistemas a novas exigências como essas requerem que as instituições financeiras realizem ajustes profundos em suas estruturas. “A cada mês essas empresas já revisam milhões de alertas relacionados a crimes ou fraudes financeiras, com quase 95% deles sendo considerados "não suspeitos". Agora, esses programas terão que acrescentar novos alertas sobre a conformidade das chaves com as bases da Receita. Daí a importância de contar com soluções que automatizem e facilitem esse processo, mas, ao mesmo tempo assegurando que ele seja realizado de forma rápida e segura”, diz. Ao adotar essas novas exigências, o BC argumentou que elas visam tornar mais difícil para os golpistas manterem chaves Pix com nomes diferentes daqueles armazenados nas bases da Receita Federal. Neste sentido, o próprio órgão também promete atuar ativamente para detectar chaves Pix com nomes diferentes do registrado na Receita, para garantir que os participantes excluam ou ajustem essas chaves. Uma nota publicada pelo órgão informa que o BC também proibiu a alteração de informações vinculadas a chaves aleatórias e a reivindicação de posse de chaves do tipo e-mail. Pessoas e empresas que usam chaves aleatórias e que queiram alterar alguma informação vinculada a essa chave não poderão mais fazê-lo. A partir de agora, deve-se excluir a chave aleatória e criar uma outra, com as novas informações.
- Com IA da Monest, Banco Carrefour aumenta negociações e acelera acordos financeiros com clientes
Com o objetivo de aperfeiçoar o processo de negociações, o Banco Carrefour – braço financeiro do Grupo Carrefour Brasil –, firmou uma parceria com a Monest, empresa de recuperação de ativos por meio da cobrança de débitos conectados por IA, para a aplicação de uma POC (Prova de Conceito), com a Mia - Inteligência artificial da Monest . A solução viabilizou negociações financeiras de forma mais personalizada, humanizada e ágil. A inteligência artificial da Monest opera via WhatsApp e atende um número significativo de clientes inadimplentes, oferecendo acordos personalizados para cada realidade. A partir da aplicação, a Mia realizou 503 acordos com clientes inadimplentes do Banco Carrefour em 30 dias, convertendo 50% das conversas em acordos fechados. Com a otimização dos processos de cobrança, a agente virtual da Monest alcançou 2.017% a mais de valor em acordos gerados e um aumento de 112% a mais de ROI em relação ao grupo experimental. Foram realizados, ao todo, 4.073 atendimentos, com o envio de 23.048 mensagens ativas via WhatsApp e a confirmação de 2.454 identidades. O tempo médio para o primeiro atendimento foi de 18 segundos, enquanto o tempo médio para a conclusão total do atendimento foi de 21 minutos. Isso resultou em acordos com um desconto médio de 4% e uma média de 10 parcelas para a quitação das dívidas. Para a Monest, este é um exemplo claro de como a IA aplicada nas finanças é uma ferramenta eficaz e precisa. "A inteligência artificial aplicada à recuperação de dívidas, como a Mia, transforma o setor financeiro ao personalizar abordagens e otimizar processos, resultando em taxas de recuperação mais altas. A automação reduz custos e permite um atendimento mais ágil e assertivo. Isso melhora a experiência do cliente e oferece soluções de pagamento adequadas", comenta Thiago Oliveira, CEO e fundador da Monest. Oliveira ainda explica que ao personalizar abordagens e otimizar processos, a IA permite taxas de recuperação mais altas, ao mesmo tempo em que reduz custos operacionais. Com a aplicação da Mia no Grupo Carrefour, a automação possibilitou um atendimento mais ágil e assertivo, garantindo que os clientes recebessem soluções de pagamento adequadas às suas necessidades específicas, melhorando, dessa forma, a eficiência das operações financeiras e enriquecendo a experiência do cliente, proporcionando um serviço mais humano e responsivo. A agente virtual Mia, conectada por inteligência artificial, é focada em trazer alta performance e transparência com um sistema digital e inteligente que testa, aprende, entende e melhora as estratégias digitais de abordagem para com os devedores, além de possibilitar o acompanhamento das negociações em tempo real e o desempenho da recuperação dessas dívidas. “O Banco Carrefour está sempre evoluindo para proporcionar aos seus clientes uma melhor experiência, desde a aquisição de um produto até a negociação do valor da fatura. Para nós, é importantíssimo que o consumidor seja bem atendido e, com a Mia, conseguimos unir IA com a humanização, proporcionando um contato mais ágil, e alinhado às necessidades do negócio e do cliente”, afirma Thomas Merodak Head de Customer Retention, Collection e Financial Products do Banco Carrefour. Para o Banco Carrefour, o case com a Monest é o início de uma parceria que agregará ainda mais valor para os clientes do Banco. “Durante um mês de POC da Mia, tivemos resultados muito bons. Entre eles, a retenção em 91% dos atendimentos realizados no período e a finalização com sucesso de 50% das conversas iniciadas. Esses dados demonstram que a união da nossa expertise com a expertise da Monest resultará em ótimos indicadores e em uma melhor experiência do consumidor, ao conseguirmos alinhar a quitação da dívida com seu atual momento financeiro”, complementa Merodak.
- O que é CPA e por que ele é essencial para o marketing digital de uma fintech?
No mundo do marketing digital, medir o retorno sobre os investimentos em publicidade é fundamental para garantir campanhas eficientes e lucrativas. Entre os principais indicadores usados para esse fim, o CPA (Custo por Aquisição) se destaca como uma métrica crucial para avaliar o desempenho das estratégias de conversão. O que é CPA? O CPA, ou Custo por Aquisição, representa o valor médio gasto para conquistar um cliente ou realizar uma conversão, que pode ser uma venda, um cadastro, um download, entre outras ações desejadas. Ele é calculado com a seguinte fórmula: CPA = Custo total da campanha / Número de conversões Esse indicador permite que empresas analisem se os investimentos em anúncios pagos estão gerando um retorno satisfatório e ajustem suas estratégias conforme necessário. Como o CPA impacta as campanhas de marketing? O CPA é uma métrica essencial porque influencia diretamente a rentabilidade das campanhas. Se o custo para adquirir um cliente for maior do que o valor que ele gera para o negócio, a campanha pode ser inviável a longo prazo. Ao monitorar o CPA, é possível: Otimizar campanhas : Identificar canais de publicidade mais eficazes e ajustar lances e segmentações. Reduzir desperdícios : Evitar investimentos em anúncios com baixo retorno. Aprimorar a estratégia : Ajustar mensagens, segmentações e ofertas para tornar a conversão mais eficiente. Diferença entre CPA, CPC e CPM É comum confundir CPA com outras métricas do marketing digital, como CPC (Custo por Clique) e CPM (Custo por Mil Impressões) . A principal diferença é que o CPA foca no custo da conversão final , enquanto o CPC mede o custo por cada clique em um anúncio e o CPM indica o valor pago a cada mil visualizações. Como reduzir o CPA? Diminuir o CPA é um objetivo constante para anunciantes, pois significa mais conversões com menos investimento. Algumas estratégias para otimizar essa métrica incluem: Melhoria da taxa de conversão : Otimizar páginas de destino e processos de compra para reduzir abandonos. Segmentação eficiente : Direcionar anúncios para o público certo, evitando desperdícios. Ajustes na estratégia de lances : Usar lances automatizados e técnicas como remarketing para melhorar o retorno sobre o investimento. Testes A/B : Comparar diferentes versões de anúncios, textos e layouts para entender quais têm melhor desempenho. O CPA é uma métrica essencial para qualquer empresa que investe em marketing digital, pois permite medir com precisão o custo de aquisição de clientes. Ao acompanhar e otimizar esse indicador, negócios podem tornar suas campanhas mais eficientes, reduzindo custos e aumentando a lucratividade. Monitorar, testar e ajustar constantemente são as chaves para manter um CPA saudável e alcançar melhores resultados em marketing digital. Saiba como a Neo pode te ajudar a otimizar o seu CPA!
- Qual é a melhor forma de fazer uma transferência internacional?
A escolha da melhor forma para realizar uma transferência internacional depende de alguns fatores-chave, como o valor a ser enviado, a rapidez da transação e as taxas envolvidas. Existem diversas opções disponíveis, cada uma com suas vantagens e desvantagens. A remessa de câmbio é considerada a melhor maneira para você enviar e receber recursos em moeda estrangeira com segurança e tranquilidade. Ela é feita por meio de uma transferência eletrônica de dinheiro que chega rapidamente ao seu destino. Tais operações de câmbio, em sua grande maioria, são tributadas pelo IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que podem variar entre 0,38% e 1,1%, dependendo do tipo de transferência a ser feita,o que torna fundamental contar com especialistas de uma instituição financeira devidamente habilitada para intermediar esse tipo de operação. Confira abaixo mais sobre as principais formas de fazer transferências internacionais. Transferências Online Plataformas especializadas como Remessa Online, PayPal e Wise (antiga Transferwise) oferecem soluções rápidas e eficientes, com taxas competitivas e processos simplificados, 100% digitais! Bancos Tradicionais Embora muito populares, os bancos convencionais costumam cobrar taxas mais altas e possuem processos burocráticos que podem aumentar o tempo para a conclusão da transferência. Vale Postal Internacional O Vale Postal Internacional é uma opção de envio de dinheiro para o exterior disponibilizada pelos correios de diversos países. No Brasil, esse serviço já foi oferecido pelos Correios, permitindo que valores fossem enviados para diferentes destinos no mundo. No entanto, essa modalidade caiu em desuso devido ao surgimento de alternativas mais ágeis e eficientes. Opções de Recebimento Além de enviar remessas, muitas vezes precisamos de soluções para o recebimento de transferências internacionais. Confira abaixo algumas opções. Plataformas Online Muitas das opções de envio também oferecem serviços de recebimento, permitindo transferências rápidas e seguras diretamente para contas bancárias ou carteiras digitais. Na Remessa Online você tem essa opção! Conta Bancária Internacional Para quem possui conta em um banco no exterior, o recebimento pode ser feito diretamente, mas sujeito a taxas bancárias e conversão cambial mais altas. Retirada em Loja Física Algumas empresas como Western Union e MoneyGram permitem que o destinatário retire o dinheiro em uma loja física, o que pode ser vantajoso para quem não possui conta bancária. Considerações Importantes Antes de realizar uma transferência internacional, verifique se a instituição escolhida é autorizada pelo Banco Central do Brasil (Bacen) para operar com câmbio. Além disso, transferências de valores elevados devem ser declaradas no sistema de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE) , conforme exigência legal. Com tantas opções disponíveis, o ideal é analisar as taxas cobradas, o tempo de transferência e a segurança da operação antes de escolher o método mais adequado para sua necessidade.
- 5 Tendências em meios de pagamentos para além do PIX em 2025
Hoje em dia, no Brasil, é impensável sair para fazer compras sem o Pix. O serviço de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central (BC) é usado por 76,4% da população, segundo o levantamento do BC. No mundo digital de hoje, as opções de pagamento são vastas e variadas, mas o Pix é o meio de pagamento mais usado pelos brasileiros. Após a onda de desinformação e fake news que tomou força nas redes sociais nas últimas semanas sobre a sua taxação, muitos brasileiros, entre empresários e trabalhadores informais, sentiram receio de usar a ferramenta. E apesar de continuar firme e forte, o Pix está longe de ser o único meio de pagamento a atender os usuários em 2025. Entre os mais utilizados, os pagamentos por aproximação também são bem requisitados. De acordo com dados do Banco Central (BC), o percentual de transações por aproximação com cartão de crédito subiu de 23,1% para 31,1% entre 2022 e 2023. Também conhecidos como contactless payments ou pagamento por NFC (Near Field Communication), essa tendência é impulsionada pela digitalização – aumento do uso de smartphones e smartwatches – e praticidade, já que elimina etapas, como inserir senhas ou mesmo tirar o cartão do bolso. Ainda de acordo com o BC, os celulares são utilizados em 82% do total das transações financeiras feitas em 2023. Pensando no que ainda está por vir, o Drex , a CBDC (Moeda Digital de Banco Central) do Banco Central do Brasil, promete facilitar grandes transações, trazendo mais agilidade, segurança e inclusão financeira. Ele é uma versão digital do Real e tem o mesmo valor (1 Drex equivale a R$1), mas só existe em formato digital, acessado por meio de carteiras digitais em instituições financeiras. Ao contrário do PIX, que é uma tecnologia de pagamento instantâneo, o Drex é o próprio dinheiro digital. Seu objetivo é facilitar transações complexas, como compra de imóveis ou veículos, com o uso de contratos inteligentes. No momento, o Drex se encontra em fase de teste e tem lançamento previsto para 2025. Ainda no cenário dos ativos digitais, as criptomoedas estão ganhando espaço para além da especulação, tornando-se soluções práticas em meios de pagamentos. As transações feitas com esse tipo de ativo movimentaram US$1,62 bilhão globalmente em 2023, com previsão de crescimento de 200% até 2030, conforme a plataforma de dados Statista. Redes de fast food, como Burger King e KFC, por exemplo, já aceitam pagamentos em cripto em alguns países, como Canadá e Venezuela. Diferente das criptomoedas tradicionais, as stablecoins se destacam como uma alternativa para pagamentos digitais, por possuírem lastro em ativos estáveis, como o dólar ou o próprio real. Grandes empresas, como Visa e Mastercard, já estão integrando stablecoins em suas redes de pagamento, permitindo que transações internacionais sejam feitas de forma mais rápida e barata. O modelo " Compre Agora, Pague Depois " (BNPL) também se destaca ao permitir que os consumidores acessem produtos e serviços, com parcelamento sem juros, especialmente para aqueles sem acesso a cartões de crédito, empréstimos ou limites. A solução Trade and Go, da Mobiup, já contempla esse tipo de pagamento. Essa modalidade, que já é amplamente promovida por fintechs, está ganhando espaço em grandes instituições financeiras e varejistas. Até 2025, espera-se que o BNPL esteja ainda mais integrado a aplicativos de compras e plataformas bancárias, simplificando a experiência do usuário. 2025 promete grandes mudanças para os meios de pagamento, e isso é muito benéfico aos usuários, que ganham mais opções que agregam segurança e versatilidade para o gerenciamento de seus ativos.














