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- PIX foi o método de pagamento mais usado no e-commerce no Carnaval 2025
Um levantamento inédito e exclusivo feito a partir da base de dados da Tuna Pagamentos , líder em orquestração no Brasil, mostra que mais de 77% das vendas feitas no e-commerce foram debitadas via PIX no Carnaval de 2025. A plataforma que otimiza transações financeiras usou como base mais de 40 mil empresas de vendas on-line. No ranking, o NuPay representou 12,50% das escolhas do consumidor, seguido de 9,92% com o cartão de crédito e 0,28% por boleto. Os números têm como referência a segunda-feira de Carnaval (3/3), data que comparada a outras segundas regulares mostrou um pico de vendas no e-commerce (veja no gráfico abaixo). Diversidade de pagamentos é melhor para o consumidor Os dados mostraram ainda uma mudança interessante no comportamento do consumidor. Apesar de o número de escolha do Pix na segunda de Carnaval 2025 ter se destacado, o dado ainda é menor em comparação com a segunda de Carnaval de 2024, que registrou 92% de escolha do método (16% a mais do que 2025). Segundo Alex Tabor , CEO da Tuna, isso se deve a diversidade de opções de pagamento de um ano para o outro. "Esse movimento reflete como a diversificação dos meios de pagamento está criando uma experiência mais fluida para os consumidores. É positivo, porque, agora, as pessoas podem escolher a opção mais conveniente para cada situação, sem depender de um único método", afirma. O executivo ainda ressalta que apesar da queda relativa no uso do PIX, o TPV (Total Payment Volume) da Tuna de todo o Carnaval 2025 (de sexta, 28/2, a terça, 4/3) foi de quase R$ 106, 5 milhões, um aumento de cerca de 328% em relação a 2024 (R$ 24,8 milhões) e mais de 2.000% na comparação com 2023 (R$ 4,9 milhões). Enquanto isso, pagamentos feitos via cartão de crédito tiveram um aumento relevante de participação, quase 10% (2025) comparado aos 6% (2024), seguido de menos de 1% dos demais métodos de pagamentos online, com uma observação para o NuPay que em 2025, ano de implementação, foi a escolha de mais de 12% do público. “Esse dado do NuPay é interessante, pois também mostra que o consumidor tem uma crescente preferência por soluções mais modernas", completa Alex. “Os resultados desse levantamento destacam a importância de oferecer múltiplas opções de pagamento no e-commerce, refletindo a evolução do comportamento do consumidor. A diversificação dos meios não só amplia as possibilidades para o público, como também fortalece a inclusão financeira, permitindo que mais pessoas tenham acesso a compras online de forma segura e conveniente", finaliza o CEO da Tuna. Assim, esse cenário reforça o papel da tecnologia na transformação digital do setor e aponta para um futuro no qual a experiência do usuário é cada vez mais personalizada e eficiente.
- Consignado Privado: nova MP viabiliza mais crédito, com tecnologia, conectividade e automação como pilares para uma implementação eficaz
O governo brasileiro deve anunciar, hoje, a publicação de uma nova Medida Provisória (MP), que visa expandir a oferta de crédito consignado para trabalhadores do setor privado. Com o objetivo de que mais pessoas tenham acesso a empréstimos com condições favoráveis e juros reduzidos, a expectativa é que essa medida democratize o acesso ao recurso financeiro de forma segura e aumente a competitividade no setor, seguindo o modelo já consolidado no funcionalismo público. Para Délber Lage, CEO da SalaryFits , empresa da Serasa Experian que atua há 25 anos com plataforma integrada para gestão de consignado, a ampliação dessa linha de crédito privado é uma evolução necessária, pois aumenta o acesso a empréstimos com taxas reduzidas e traz previsibilidade financeira. “No mais, é importante reforçar a relevância do diálogo contínuo com o mercado e com as reguladoras a fim de garantir que o avanço da modalidade seja bem implementado e gere benefícios sustentáveis para todos”. Ainda para o executivo, a medida será positiva ao viabilizar oportunidades para a democratização do crédito, mas também deve trazer desafios frente ao mercado. “O aumento da oferta do consignado privado vai exigir um esforço conjunto entre instituições financeiras e reguladoras para garantir a implementação da nova modalidade. Então, o mercado terá que se adaptar a um volume maior de transações, demandando avanços em tecnologia, automação e conectividade para garantir processos eficientes. São pontos complexos, mas a solução para eles já existe, pois plataformas de infraestrutura de crédito, como a da SalaryFits, são capazes de resolver as adequações pendentes e auxiliar as empresas nessa mudança”, explica Délber. Alguns dos principais desafios são, por exemplo, as garantias para os bancos e o tempo entre a solicitação e liberação do crédito, por exemplo. “Mudanças como essa sempre geram especulações, mas o mais importante é avaliar como esse novo crédito consignado privado será implementado e qual o impacto aos agentes envolvidos”, completa o CEO da SalaryFits. Nova solução pode beneficiar trabalhadores e trazer equilíbrio às finanças Segundo uma pesquisa realizada pela SalaryFits em 2024, 6 em cada 10 trabalhadores brasileiros relatam ter dificuldade para chegar ao fim do mês com dinheiro, e mais da metade já teve o nome negativado no último ano. Além disso, 83% afirmaram que, em caso de emergência financeira, precisariam recorrer a empréstimos, pois não possuem reservas suficientes. Nesse cenário, facilitar o acesso ao crédito consignado com taxas mais baixas representa um avanço significativo para a saúde financeira dos trabalhadores. “Apoiamos todas as inciativas que contribuam para a democratização do crédito no Brasil e a proposta do governo é promissora, bem como o objetivo de triplicar o volume do consignado privado, dos atuais R$ 40 bilhões para R$ 120 bilhões é factível. Mas este desempenho será ainda mais positivo com a atuação conjunta de outros canais que já atuam no mercado (desde que a formalização sempre ocorra via Carteira Digital), em especial das averbadoras, que fazem o complexo ecossistema do consignado rodar com o mínimo de fricção possível ao conectar RH, Instituições Financeiras e colaboradores e ainda informar aos envolvidos sobre os dados adicionais necessários”, finaliza Délber Lage, CEO da SalaryFits. Como funciona o crédito consignado e a importância da utilização responsável Muitas pessoas ainda não sabem como funciona o crédito consignado e quais são seus principais benefícios. Diferente de outras modalidades de empréstimo, ele tem parcelas descontadas diretamente na folha de pagamento do trabalhador, o que reduz o risco para as instituições financeiras e permite a cobrança de taxas de juros menores em comparação com empréstimos tradicionais. Avalie sua real necessidade: faça um planejamento financeiro antes de contratar o crédito. Não comprometa sua renda: considerando outros compromissos financeiros, já que geralmente o consignado deve comprometer, no máximo, cerca de 30% da folha salarial, lembre-se de que o desconto ocorre diretamente no salário. Evite acúmulo de compromissos financeiros e contratos: mesmo com taxas reduzidas, o excesso desses compromissos pode prejudicar sua estabilidade. Planeje suas finanças: use o crédito consignado para quitar dívidas com juros mais altos, como cartões de crédito e cheque especial. Isso pode ajudar a reduzir o valor total das suas dívidas e liberar mais dinheiro no final do mês. Crie um orçamento: faça um planejamento mensal das suas despesas e receitas. Identifique onde você pode cortar gastos e como pode economizar mais. Educação Financeira : invista em educação financeira para entender melhor como gerenciar seu dinheiro. Conhecimento é poder, e saber como administrar suas finanças pode fazer uma grande diferença no seu bem-estar financeiro. “Acreditamos que o crédito consignado, quando bem administrado, pode ser uma ferramenta poderosa para ajudar os trabalhadores a conquistarem mais estabilidade financeira. Nossa plataforma não apenas facilita a operacionalização desse benefício, mas proporciona condições mais vantajosas para o trabalhador, garantindo mais segurança e controle sobre suas finanças”, finaliza o CEO da SalaryFits, empresa da Serasa Experian.
- BRL1 estreia no mercado e amplia liquidez para criptoativos
As exchanges Bitso, Foxbit e Mercado Bitcoin (MB), ao lado da Cainvest, provedora de liquidez internacional, anunciam o lançamento no mercado da BRL1 , uma stable in pareada ao real inicialmente criada para eliminar barreiras na movimentação de valores em reais entre exchanges nacionais e internacionais tornando o mercado brasileiro muito mais líquido e atrativo. Desenvolvida em um consórcio inédito entre as quatro empresas, a BRL1 chega como a forma mais eficiente e acessível de transferir reais entre plataformas cripto no Brasil e no exterior, oferecendo rapidez, liquidez e integração entre os principais players do setor. Para tornar a integração ainda mais fluida, as exchanges do consórcio listarão a BRL1 no par BRL1/BRL sem taxas de transação, garantindo conversões gratuitas entre a stablecoin e o real. Isso permitirá que os clientes operem entre as exchanges sem custos adicionais, incentivando a adoção da BRL1 como principal meio de movimentação de reais no mercado cripto nacional. Além disso, a Cainvest ampliará a liquidez por meio de RFQ (Request for Quote) entre BRL1-USDT e BRL1-USDC, permitindo a conversão direta entre stablecoins lastreadas em dólar dentro da plataforma, de forma rápida e eficiente. No momento do lançamento, a BRL1 estará operando na blockchain Polygon, escolhida por sua escalabilidade e baixos custos de transação. A rede permitirá que a stablecoin seja utilizada com eficiência tanto para transferências entre exchanges quanto para aplicações em protocolos DeFi e outras soluções do ecossistema cripto. A BRL1 é lastreada integralmente em reais e títulos do governo brasileiro, garantindo total transparência e estabilidade para seus detentores. A custódia e tokenização são asseguradas pela Fireblocks, referência global em segurança para ativos digitais, enquanto Pinheiro Neto Advogados atua como assessor jurídico do projeto, garantindo conformidade regulatória e governança robusta. “A BRL1 não é apenas mais uma stablecoin, mas sim uma solução de infraestrutura para o mercado brasileiro. Ao permitir transferências diretas entre exchanges, sem fricção, estamos criando um ecossistema mais eficiente e integrado para todos os participantes”, afirma Fabrício Tota, VP de Novos Negócios do Mercado Bitcoin. “A criação do BRL1 é um marco para o mercado cripto brasileiro, trazendo mais segurança e eficiência para as transações. Em um cenário onde ainda há desafios e fricções entre o ecossistema cripto e o sistema financeiro tradicional, essa stablecoin surge como um catalisador para a integração dessas duas frentes. Nosso objetivo é impulsionar a adoção e fortalecer a infraestrutura do setor, contribuindo para um ambiente mais acessível e confiável”, afirma Ricardo Dantas, CEO da Foxbit. “A BRL1 visa construir um mercado de ativos digitais mais integrado e acessível para brasileiros e investidores globais, oferecendo um ativo digital estável, seguro e com liquidez garantida, perfeito para transações internacionais e para quem busca investimentos com confiança e solidez”, destaca Charles Aboulafia, CEO da Cainvest. Com um modelo inovador de distribuição de rentabilidade, a BRL1 também cria novas oportunidades para exchanges e parceiros institucionais. A expectativa é que o volume emitido em 2025 ultrapasse R$ 50 milhões, com potencial de crescimento para R$ 100 milhões no primeiro ano.“As stablecoins estão ganhando cada vez mais protagonismo no cenário financeiro atual, se destacando como a alternativa mais eficiente para investimentos e pagamentos internacionais, tanto para usuários finais quanto para empresas que operam em diferentes países. O Brasil, que já é referência global pelo avanço na regulação cripto e a adoção massiva de tecnologias de pagamentos como o PIX, agora com uma stablecoin forte pareada ao real e amparada pelas maiores empresas cripto do país, atinge um novo patamar em termos de oportunidades de desenvolvimento para o nosso mercado nacional. Estamos muito felizes e orgulhosos em unir forças para disponibilizar a BRL1 a todo ecossistema. Esse é um passo essencial para democratizar o acesso ao mercado cripto e impulsionar a inovação financeira no país”, complementa Bárbara Espir, Country Manager da Bitso no Brasil. Além das parcerias já anunciadas, o Consórcio BRL1 segue em negociação com outras exchanges globais interessadas em listar a stablecoin, ampliando ainda mais sua adoção e liquidez no mercado internacional. “Essa movimentação demonstra que há uma demanda real por uma stablecoin eficiente e alinhada às necessidades do mercado brasileiro", afirma Aboulafia.O objetivo é fortalecer a presença da BRL1 em plataformas estratégicas, facilitando seu uso em diferentes jurisdições e consolidando-a como referência entre os ativos digitais pareados ao real.
- Cresce uso do MED do Pix, e ferramenta para pedir reembolso de valores será aprimorada
O número de pedidos de reembolso de valores utilizando o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix cresceu 98% em 2024, segundo dados do Banco Central do Brasil. Ao todo, foram 4,95 milhões de solicitações, mas apenas 31% das requisições foram aceitas total ou parcialmente. A ferramenta tem como objetivo reaver o dinheiro perdido em golpes e fraudes, e pode ser solicitada em até 80 dias após o crime. Segundo Ticiana Amorim, fundadora e CEO da Aarin Techfin , empresa especializada em embedded finance, o índice de reembolsos aprovados é baixo porque o MED exige comprovação robusta da fraude. “Muitas solicitações são negadas por falta de evidências suficientes. Além disso, se o valor já tiver sido sacado ou transferido para outras contas, as chances de recuperação diminuem consideravelmente”, explica. Por outro lado, a especialista afirma que a verificação dos pedidos é importante para proteger os empresários de falsos pedidos de devolução. Para ampliar a acessibilidade ao recurso, a autarquia determinou que, a partir de 1º de agosto de 2025, os aplicativos dos bancos deverão incluir um canal direto para registro de queixas relacionadas ao Pix. Versão 2.0 O Banco Central trabalha também no desenvolvimento e na implementação do MED 2.0, que permitirá rastrear valores desviados por fraudes em múltiplas contas, ampliando a eficácia da recuperação de dinheiro perdido. Atualmente, o bloqueio é feito apenas na primeira conta que recebe o valor fraudulento, limitando as chances de estorno. Para a especialista, as mudanças reforçam a segurança do sistema de pagamentos instantâneos, que se consolidou como um dos mais utilizados no Brasil. “Com o chamado MED 2.0, a expectativa é de avanço no rastreio do dinheiro em mais camadas. Isso significa que, se o valor for pulverizado em diversas contas, será possível monitorar e bloquear esses repasses, aumentando as chances de devolução aos usuários prejudicados”, afirma. A atualização faz parte dos esforços do Banco Central para fortalecer a segurança do Pix, que hoje já representa a principal forma de pagamento digital no Brasil.
- Transações ilícitas com criptomoedas caíram para 0,14% em 2024
À medida que a luta contra o crime envolvendo criptomoedas se intensifica, os resultados mostram avanços significativos que vêm deixando os criminosos com menos oportunidades de operar. De acordo com o 2025 Crypto Crime Report , da empresa especializada em análise de blockchain Chainalysis, o valor total recebido por endereços de criptomoedas ilícitos caiu para US$ 40,9 bilhões em 2024, passando para 0,14% do total negociado, contra 0,61% em 2023. Embora esses números sejam estimativas e os dados finais possam ser revisados para cima, os resultados evidenciam o progresso na segurança do ecossistema financeiro digital, refletindo o esforço coletivo de usuários, plataformas, autoridades e líderes do setor para criar um ambiente confiável. A adoção de criptomoedas segue em crescimento significativo. Somente na Binance, maior plataforma global de criptomoedas, houve um crescimento de 47% no número de usuários no ano passado em todo o mundo. Na América Latina, o crescimento foi de 63%. Como líder global da indústria, a Binance está entre as principais empresas que colaboram para essa evolução. Suas iniciativas contínuas demonstram um compromisso sólido com a segurança e conformidade como pilares de suas operações. Ao focar na proteção dos usuários, fortalecimento de parcerias com autoridades globais e aprimoramento das estratégias de gerenciamento de riscos, a Binance estabeleceu o padrão de ponta em segurança para o setor. "O cenário positivo reflete o amadurecimento do mercado e reafirma que a inovação financeira pode avançar com segurança e transparência para o investidor, como estamos fazendo na Binance", comentou Guilherme Nazar, VP regional da Binance para a América Latina. Na Binance, o crescimento responsável sempre significou colocar a segurança do usuário em primeiro lugar. Em 2024, esse compromisso se traduziu em centenas de milhões de dólares investidos em programas de compliance, superando os já impressionantes gastos do ano passado. O resultado? Uma equipe de 650 profissionais de conformidade e uma estrutura de conformidade que garantiu 21 autorizações regulatórias globais, mais do que qualquer outra exchange. US$ 9,1 milhões foram recuperados para vítimas de golpes Em 2024, a Binance elevou o padrão de proteção contra fraudes e golpes no setor de criptomoedas por meio de uma abordagem proativa em gestão de riscos. Entre as principais iniciativas, destaca-se o canal Risk Sniper no Binance Square, que fornece alertas em tempo real sobre endereços e links de alto risco, tornando o ambiente mais seguro para os usuários. Além disso, a Binance investiu em educação, com o blog Know Your Scam e guias de segurança detalhados para ajudar os usuários a identificar e denunciar golpes. A moderação de conteúdo também foi reforçada, resultando na remoção de mais de 1.000 postagens de alto risco. Os sistemas avançados de gestão de riscos da Binance foram continuamente aprimorados, com mais de 50 modelos de aprendizado de máquina focados na detecção de golpes, especialmente em transações P2P, e 14 grandes atualizações para acompanhar as táticas dos fraudadores. O monitoramento comportamental permitiu diferenciar atividades legítimas de movimentações suspeitas, garantindo respostas rápidas. Como resultado, a Binance recuperou US$ 9,1 milhões para vítimas de golpes, bloqueou 47.000 endereços maliciosos e protegeu mais de 2,8 milhões de pessoas globalmente, evitando perdas que ultrapassam US$ 4,2 bilhões. Além disso, em 2024, as equipes especializadas da Binance facilitaram a recuperação de US$ 88 milhões em criptoativos ligados a hacks, fraudes e roubos, mesmo quando esses incidentes ocorreram em plataformas externas. "A adoção das criptomoedas segue crescendo, e garantir um ambiente seguro para os usuários é a principal prioridade para a Binance. O combate a golpes e fraudes não é apenas uma responsabilidade das exchanges, mas um esforço conjunto entre plataformas, reguladores e a comunidade. Investimos continuamente em tecnologia avançada, educação e colaborações com autoridades para identificar e mitigar riscos, protegendo os usuários e fortalecendo a credibilidade do setor", acrescentou Nazar.
- Bankme obtém registro da CVM e se consolida como player estratégico no mercado de crédito para o middle market
A Bankme, plataforma especializada em soluções financeiras para empresas de médio porte, acaba de alcançar um marco importante em sua trajetória: o registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A conquista reforça o posicionamento da fintech como uma das principais players no segmento de crédito para o middle market, setor vital para a economia brasileira. Segundo dados do Sebrae, as micro e pequenas empresas respondem por cerca de 27% do PIB nacional, evidenciando a relevância desse nicho. “Esse registro consolida nosso compromisso com transparência, conformidade regulatória e inovação no mercado financeiro”, destacou Thiago Eik, CEO da Bankme. Fundada com o objetivo de atender às demandas específicas do middle market, a fintech tem se destacado pela agilidade e robustez de sua plataforma, que oferece soluções customizadas para a estruturação e operação de crédito. Com o registro da CVM, a empresa amplia sua credibilidade e segurança no mercado, abrindo portas para novos investidores e parcerias estratégicas. A Bankme concentra seus esforços em oferecer soluções financeiras especializadas, como a antecipação de recebíveis, para empresas de médio porte e suas cadeias de parceiros – fornecedores, distribuidores e canais de vendas. Esse segmento encontra na Bankme uma alternativa ágil e eficiente, com uma plataforma digital intuitiva e integrada. “O registro na CVM nos permite oferecer soluções alinhadas às necessidades do middle market, fortalecendo ainda mais nossa atuação”, afirmou Eik. Nos últimos anos, a Bankme tem registrado um crescimento expressivo, alcançando em 2025, R$ 1 bilhão de capital sob gestão, consolidando-se como referência no segmento de crédito para empresas de médio porte. “A combinação de excelência em gestão, inovação tecnológica e um portfólio de soluções eficazes para o setor tem sido a chave para o sucesso da fintech”, finaliza Thiago. Com planos de dobrar seu crescimento até 2025, a Bankme projeta expandir sua plataforma e dobrar o número de mini bancos para a operação de crédito.
- ABcripto propõe ajustes na regulamentação para garantir segurança jurídica e competitividade no mercado cripto
A Associação Brasileira da Criptoeconomia (ABcripto) enviou, no dia 28 de fevereiro, suas contribuições para as Consultas Públicas 109/2024, 110/2024 e 111/2024 do Banco Central do Brasil (Bacen), que estabelecem as bases da regulamentação das prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs). A entidade avalia positivamente as propostas, mas sugere ajustes para fortalecer a segurança jurídica, garantir proteção aos investidores e preservar a competitividade do Brasil no cenário global. Para Bernardo Srur, CEO da ABcripto , a regulamentação do setor precisa equilibrar inovação e proteção ao consumidor, sem impor restrições excessivas às empresas. "O avanço regulatório é essencial para dar previsibilidade ao mercado e incentivar investimentos de longo prazo. Nossa prioridade é garantir regras que assegurem a segurança dos clientes, promovam a inovação e posicionem o Brasil como um ambiente competitivo para negócios digitais. O Banco Central tem conduzido um diálogo aberto e técnico, e seguimos comprometidos em contribuir para um marco regulatório moderno e eficiente", afirma Srur. As contribuições da ABcripto foram elaboradas de forma colaborativa por seus associados, liderados pelo GT de Banco Central e GT de Tributação, Câmbio e Stablecoins, e incluem sugestões para aperfeiçoar a regulamentação do setor. A íntegra das contribuições está disponível no site da ABcripto Confira as principais contribuições da ABcripto ao Banco Central Consulta Pública 109/2024 - Regulamentação das PSAVs Segregação patrimonial e gestão de riscos: Garantir a separação entre os ativos das PSAVs e os ativos dos clientes é essencial para a segurança do mercado. A ABcripto defende historicamente a prática e propôs aperfeiçoamentos nos requisitos. Preservação da confidencialidade e segurança da informação: O fortalecimento das normas de proteção de dados é fundamental para assegurar que informações financeiras e pessoais de clientes e empresas sejam resguardadas contra acessos indevidos e ciberameaças. Definição clara dos tipos de PSAVs: A proposta regulatória estabelece categorias distintas para os diferentes agentes do setor, como prestadores de liquidez, intermediadores, custodiantes e corretoras, garantindo regras adequadas para cada modelo de operação e evitando exigências desproporcionais. Competividade do mercado nacional e equilíbrio regulatório: As normas precisam ser compatíveis com as melhores práticas internacionais e equivalentes regulatoriamente para garantir que as empresas que mantenham seu desenvolvimento sustentável, preservando a dinâmica e inovação, reduzindo a possibilidade de arbitragem regulatória, sem adição de controles desnecessários que possam comprometer a competitividade do setor e a integração com mercados internacionais. Revisão da interconexão regulatória entre diferentes reguladores: A delimitação clara das competências dos reguladores é essencial para evitar sobreposições de papeis e efeitos de interdepências que possam acarretar lacunas regulatórias, insegurança jurídica e atrasos, garantindo um ambiente de negócios mais previsível e eficiente. Prazo adequado para adequação regulatória: Um período de transição bem estruturado permite que as PSAVs realizem ajustes necessários sem comprometer suas operações, garantindo adaptação progressiva às novas exigências. Consulta Pública 110/2024 - Processos de Autorização para Funcionamento das PSAVs Processo de licenciamento eficiente: A criação de um fluxo de autorização ágil e proporcional ao porte das empresas e favorece a inovação no setor. Governança e compliance: O alinhamento das exigências de governança com as melhores práticas do mercado financeiro é essencial para garantir transparência, solidez operacional e mecanismos eficientes de prestação de contas. Transição regulatória estruturada: A regulamentação precisa ser implementada de forma gradual, permitindo que as PSAVs ajustem seus processos internos e estrutura operacional sem impactos negativos ao mercado e aos investidores. Flexibilidade para empresas de diferentes portes: A regulamentação deve levar em conta o porte e a complexidade das operações das PSAVs, garantindo que os requisitos regulatórios sejam proporcionais à sua escala de atuação. Consulta Pública 111/2024 - Regras Cambiais para Ativos Virtuais Diferenciação entre operações de câmbio e transações com ativos virtuais: As stablecoins e outros ativos digitais possuem características próprias que precisam ser consideradas para evitar que sejam equiparados automaticamente às operações cambiais tradicionais, prevenindo distorções no setor. Evitar barreiras ao mercado internacional: A regulamentação deve permitir que empresas brasileiras atuem globalmente sem restrições que possam comprometer sua competitividade e inovação no setor de ativos digitais. Autocustódia e prevenção à lavagem de dinheiro: Um equilíbrio entre a prevenção a ilícitos e a viabilidade operacional das PSAVs deve ser mantido, garantindo que a autocustódia permaneça existente e que os controles aos diferentes tipos de prevenção a ilícitos possam ser incorporados de forma segura e eficiente. Clarificação do papel das stablecoins: A diferenciação entre os tipos de stablecoins e suas respectivas funções no mercado deve ser incorporada à regulamentação, evitando restrições genéricas que possam limitar seu uso. Adaptação às dinâmicas do mercado: O modelo regulatório deve levar em conta as especificidades da descentralização, da inovação tecnológica e da globalização do setor, garantindo que as normas sejam adequadas à realidade do setor. Competitividade do mercado nacional e integração com o mercado global: A revisão de obrigações que acarretam impacto ao mercado nacional é essencial para preservar a liquidez do mercado e garantir que a regulamentação não inviabilize modelos de negócios já consolidados no cenário global de criptoativos. Colaboração contínua com o Banco Central: A ABcripto reforça seu compromisso em trabalhar ao lado do regulador para construir um arcabouço normativo equilibrado, eficiente e voltado para o crescimento sustentável da criptoeconomia no Brasil.
- Passo a passo para começar a investir no exterior
Investir no exterior é uma estratégia cada vez mais adotada por brasileiros que buscam diversificar suas carteiras e proteger seu patrimônio contra as oscilações econômicas locais. Este guia passo a passo fornecerá as orientações necessárias para iniciar seus investimentos internacionais de forma segura e eficiente. 1. Entenda os Benefícios de Investir no Exterior Antes de começar, é fundamental compreender as vantagens associadas aos investimentos internacionais . O primeiro destaque é relacionado à Diversificação , afinal de contas, alocar recursos em diferentes mercados reduz a dependência da economia brasileira, mitigando riscos específicos do país. Além disso, com investimentos no exterior, temos a Proteção Cambial . Aplicações em moedas fortes, como o dólar e o euro, podem servir como hedge contra a desvalorização do real e a inflação doméstica. Por fim, podemos destacar o Acesso a Empresas Globais . Investir no exterior permite adquirir participações em empresas renomadas mundialmente, como Apple, Amazon e Google, ampliando as oportunidades de retorno. 2. Conheça os Tipos de Investimentos Disponíveis Há diversas modalidades de investimentos internacionais acessíveis aos brasileiros. Uma das mais procuradas são as Ações (Stocks). Trata-se de uma forma de participação direta no capital de empresas estrangeiras, proporcionando potencial de valorização e dividendos. Para efetivar a compra de uma ação, você deve ter uma conta em uma corretora de valores. As transações de compra e venda podem ser feitas pela mesa de operações, mas é mais comum ocorrerem pelo home broker. Como as ações são papéis relacionados às empresas, elas são negociadas em bolsas de valores espalhadas por todo o mundo. Por exemplo, na B3, a bolsa de valores brasileiras, você encontrará ações de diversas empresas nacionais, como Petrobras, Vale, Ambev e Itaú. Já em bolsas estrangeiras, como por exemplo a Bolsa de Valores e Nova Iorque (NYSE) ou a NASDAQ, ambas dos EUA, você encontrará ações não só de empresas norte-americanas (como por exemplo Apple, Google e Coca-Cola), como também de casos brasileiros, por exemplo Nubank, PagBank, XP e Banco Inter. Para quem quer saber como comprar ações no exterior, é necessário entender das operações de câmbio. Além das taxas da corretora internacional, você precisará pagar para que o dinheiro seja recebido ou enviado do Brasil para o outro país. Nesse processo, vale a pena atentar à reputação, às taxas e à confiabilidade da plataforma de transferências internacionais. como é o caso da Remessa Online. Além das ações, existem outras possibilidades de investimentos internacionais. Os Exchange Traded Funds (ETFs) , são fundos que replicam índices de mercados específicos, oferecendo diversificação com um único ativo. As cotas destes fundos, negociadas em bolsas de valores, são administradas passivamente por uma gestora autorizada, seguindo uma metodologia de investimento. Na B3, existem dois tipos de ETFs voltadas para o investimento em ações no exterior, que são: iShares S&P 500 e It Now S&P 500. Já os Brazilian Depositary Receipts (BDRs), são certificados negociados na B3 que representam ações de empresas estrangeiras, permitindo exposição internacional sem necessidade de remessa de capital ao exterior. Os BDRs são uma alternativa para investidores que desejam aplicar diretamente em empresas específicas, geralmente nos EUA, ao contrário do que ocorre com o ETF. Muitas gigantes mundiais possuem BDRs negociados na B3, como a Apple, Amazon, Google e Microsoft . Temos também os Real Estate Investment Trusts (REITs) . que são semelhantes aos fundos imobiliários brasileiros, porém com foco em imóveis no exterior, oferecendo renda passiva e diversificação no setor imobiliário global. 3. Escolha uma Corretora Confiável Para investir no exterior, é necessário contar com uma corretora que facilite o acesso aos mercados internacionais. Existem duas opções principais: As Corretoras Nacionais oferecem acesso a BDRs e ETFs internacionais diretamente pela B3. Já as Corretoras Internacionais permitem a abertura de conta no exterior, viabilizando a compra direta de ativos estrangeiros (stocks, ETFs estrangeiros e REITs). Ao optar por essa modalidade, é essencial verificar se a corretora é regulamentada por autoridades financeiras reconhecidas, garantindo a segurança de seus investimentos. 4. Providencie a Documentação Necessária A abertura de conta em corretoras internacionais geralmente requer: Documento de Identidade : Passaporte válido ou carteira de identidade. Comprovante de Residência : Conta de serviço público ou extrato bancário recente. Comprovante de Renda : Declaração de Imposto de Renda ou contracheque. Formulário W-8BEN : No caso de investimentos nos EUA, este documento é necessário para fins tributários, isentando o investidor de certas taxas destinadas a residentes americanos. 5. Realize a Remessa de Recursos Após a abertura da conta, será preciso transferir os fundos para o exterior. Plataformas como a Remessa Online oferecem serviços especializados para investidores, com taxas competitivas e suporte dedicado. É importante considerar os custos envolvidos, como taxas de câmbio e impostos, ao planejar suas remessas. 6. Selecione os Ativos Adequados Com os recursos disponíveis na conta da corretora, é hora de escolher os ativos que comporão sua carteira internacional. Considere: Análise de Mercado : Estude o desempenho histórico dos ativos e as perspectivas econômicas dos países em questão. Diversificação : Distribua seus investimentos entre diferentes setores e regiões para minimizar riscos. Alinhamento com Objetivos : Certifique-se de que os ativos selecionados estejam em consonância com seus objetivos financeiros e perfil de risco. 7. Esteja Atento às Obrigações Fiscais Investimentos no exterior implicam responsabilidades tributárias específicas, como a Declaração de Bens no Exterior (No Imposto de Renda, é obrigatório declarar os ativos mantidos fora do país) e Tributação sobre Ganhos (Lucros obtidos com a venda de ativos internacionais podem estar sujeitos a impostos, sendo recomendável consultar um especialista para orientações precisas). 8. Mantenha-se Informado e Atualize sua Estratégia O cenário econômico global é dinâmico. Portanto é muito importante Acompanhar as Notícias (Esteja sempre informado sobre eventos que possam impactar seus investimentos) e Reavaliar Periodicamente (Revise sua carteira regularmente, ajustando-a conforme necessário para manter o alinhamento com seus objetivos e tolerância ao risco). Investir no exterior pode ser uma excelente estratégia para ampliar horizontes financeiros e proteger seu patrimônio. Ao seguir este passo a passo e buscar orientação profissional quando necessário, você estará mais preparado para navegar no mercado internacional e aproveitar as oportunidades que ele oferece.
- 5 erros comuns na hora de fazer suas transferências internacionais
Fazer transferências internacionais é uma necessidade para muitas pessoas, seja para enviar dinheiro a familiares, pagar serviços no exterior ou até mesmo investir em outro país. No entanto, esse processo pode envolver alguns desafios que, se não forem bem gerenciados, podem resultar em perdas financeiras, atrasos ou até mesmo fraudes. Para garantir que sua transferência ocorra de maneira segura e eficiente, confira os cinco erros mais comuns e como evitá-los. 1. Não Planejar com Antecedência Um dos erros mais comuns é deixar para realizar a transferência na última hora, sem levar em consideração os prazos, taxas e oscilações do câmbio. Isso pode resultar em custos inesperados ou atrasos que podem impactar o destino do dinheiro. Como evitar: ✔️ Pesquise as opções de envio com antecedência. ✔️ Considere os prazos de compensação para que o dinheiro chegue no momento certo. ✔️ Acompanhe as variações do câmbio para escolher o melhor momento para a transação. Se você precisa que o dinheiro esteja disponível em um prazo específico, planejar com antecedência pode evitar dores de cabeça e custos extras. 2. Confiar em Taxas de Câmbio Muito Vantajosas Se uma taxa de câmbio parece "boa demais para ser verdade", provavelmente há um problema. Algumas empresas oferecem valores muito atrativos, mas incluem taxas ocultas ou operam de forma irregular, colocando seu dinheiro em risco. Como evitar: ✔️ Compare as taxas de câmbio em diferentes plataformas confiáveis. ✔️ Verifique o custo total da transferência, incluindo taxas administrativas. ✔️ Prefira serviços conhecidos e regulamentados. Transferências internacionais legítimas sempre terão custos envolvidos, então desconfie de ofertas muito abaixo do mercado. 3. Não Verificar se a Empresa de Remessas Está Regulamentada Escolher uma plataforma de transferência sem verificar sua regulamentação pode resultar em problemas graves, como perder dinheiro para empresas fraudulentas ou enfrentar dificuldades na resolução de problemas. Como evitar: ✔️ Confira se a empresa de remessa é regulamentada por órgãos financeiros do seu país. ✔️ Pesquise a reputação do serviço em sites de avaliação e fóruns. ✔️ Evite transferências feitas por empresas que não tenham informações claras sobre segurança e regulamentação. Se a empresa não for confiável, seu dinheiro pode nunca chegar ao destino final. 4. Não Informar os Dados Bancários Corretamente Um simples erro de digitação no número da conta ou no código SWIFT pode resultar no cancelamento da transação ou, pior ainda, no envio do dinheiro para uma conta errada. Como evitar: ✔️ Revise todos os dados antes de confirmar a transação. ✔️ Solicite as informações bancárias diretamente ao destinatário para evitar erros. ✔️ Confira os requisitos específicos do país de destino, pois alguns bancos têm regras diferenciadas. Mesmo um pequeno erro pode gerar atrasos significativos ou até a perda do dinheiro transferido. 5. Não Tomar Medidas de Segurança Adequadas A segurança é um aspecto fundamental nas transferências internacionais, mas muitas pessoas acabam ignorando medidas básicas que podem proteger seu dinheiro contra fraudes. Como evitar: ✔️ Use sempre os aplicativos e sites oficiais do serviço de transferência. ✔️ Crie senhas fortes e evite reutilizar senhas antigas. ✔️ Não compartilhe suas credenciais com terceiros. ✔️ Evite realizar transações em redes Wi-Fi públicas ou em dispositivos de terceiros. Além disso, fique atento a golpes comuns, como empresas que solicitam informações bancárias sigilosas por e-mail ou telefone, e que insistem em métodos de pagamento não rastreáveis. Realizar transferências internacionais com segurança exige atenção e planejamento. Para evitar problemas, sempre pesquise as melhores opções, escolha serviços confiáveis e tome todas as medidas de segurança necessárias. Se você seguir essas dicas, poderá enviar dinheiro para o exterior de forma tranquila, sem surpresas desagradáveis ou riscos desnecessários.
- Como aproveitar as flutuações do dólar para o seu negócio
As flutuações do dólar podem impactar significativamente os negócios, especialmente em economias emergentes como a do Brasil. Entender e aproveitar essas variações cambiais é essencial para empresas que desejam se proteger de riscos e identificar oportunidades de crescimento. Impacto das Flutuações Cambiais no Negócio A variação do dólar afeta diferentes setores de maneiras distintas. Empresas que dependem de importações podem enfrentar aumento nos custos quando o dólar se valoriza, enquanto exportadoras podem se beneficiar ao receber mais reais por seus produtos vendidos no exterior. Além disso, as oscilações cambiais influenciam a inflação, o poder de compra dos consumidores e as taxas de juros, afetando o ambiente de negócios como um todo. Estratégias para Aproveitar as Flutuações do Dólar Hedge Cambial : Implementar instrumentos financeiros, como contratos futuros ou swaps cambiais, para proteger-se contra variações adversas do câmbio. Esses mecanismos permitem fixar a taxa de câmbio para transações futuras, garantindo previsibilidade nos custos e receitas. Diversificação de Investimentos : Investir em ativos atrelados ao dólar, como ações de empresas exportadoras ou fundos cambiais, pode servir como proteção natural contra a desvalorização do real. Setores como agronegócio, mineração e tecnologia, que possuem receitas em moeda estrangeira, tendem a se beneficiar da alta do dólar. Negociação com Fornecedores : Estabelecer acordos de longo prazo com fornecedores internacionais pode ajudar a mitigar os efeitos das flutuações cambiais, garantindo preços mais estáveis e previsíveis. Ajuste de Preços : Revisar periodicamente a política de preços para refletir as variações cambiais, assegurando que os custos adicionais sejam repassados de forma adequada, sem prejudicar a competitividade. Monitoramento Contínuo : Acompanhar as tendências do mercado cambial e os indicadores econômicos globais permite antecipar movimentos do dólar e ajustar estratégias de negócio conforme necessário. A volatilidade do dólar representa tanto desafios quanto oportunidades para os negócios. Empresas que adotam estratégias proativas de gestão cambial podem não apenas se proteger contra riscos, mas também capitalizar sobre as flutuações para impulsionar seu crescimento e competitividade no mercado.
- Alesta: A Fintech que te ajuda a pagar sua conta de energia
A Alesta é uma Sociedade de Crédito Direto (SCD) autorizada pelo Banco Central do Brasil, que oferece soluções financeiras descomplicadas para auxiliar consumidores e empresas em momentos desafiadores. A fintech faz parte do Grupo CPFL Energia. Financiamento de Contas de Energia Atrasadas Para consumidores que enfrentam dificuldades em manter suas contas de energia em dia, a Alesta oferece um serviço de financiamento que quita as contas atrasadas, permitindo o pagamento em parcelas que cabem no bolso. O processo é 100% online, sem burocracia e não exige que o cliente possua conta em banco. As parcelas são cobradas diretamente na fatura de energia, facilitando o controle financeiro. Você pode financiar em muitas vezes para que o pagamento das contas vencidas caiba no seu bolso. Se você estiver com dificuldade de pagar, temos uma ótima opção de financiamento em até 15x. O financiamento é de forma descomplicada e sem burocracia, com as seguintes condições: Você precisa ser aprovado na análise de crédito; Não pode ter contrato de financiamento ativo com a distribuidora da CPFL Energia; O financiamento, obrigatoriamente, deverá ser em nome do titular da conta de energia; As parcelas devem ter o valor abaixo de R$ 400,00; E o financiamento é permitido, no máximo, para até 3 (três) faturas de energia elétrica. Antecipação de Recebíveis para Empresas Além de atender consumidores finais, a Alesta disponibiliza serviços de antecipação de recebíveis para empresas, permitindo que antecipem valores a receber com condições atrativas. Esse serviço é ideal para negócios que buscam melhorar seu fluxo de caixa e investir em crescimento. A fintech já realizou mais de 2,6 bilhões de antecipações e conta com mais de 895 fornecedores parceiros. A operação é feita através do Portal Financeiro de Fornecedores, de maneira fácil, ágil e transparente. A empresa pode escolher uma ou mais notas para antecipar. As antecipações solicitadas no portal até às 11hs são pagas no mesmo dia. Compromisso com a Segurança e Transparência A Alesta não cobra taxas para análise de crédito e reforça que não solicita qualquer pagamento antecipado para aprovação de crédito. Em caso de contato suspeito solicitando valores antecipados em nome da Alesta, a orientação é encerrar o contato imediatamente e comunicar a empresa. Com soluções financeiras práticas e seguras, a Alesta se posiciona como uma aliada para consumidores e empresas que buscam superar desafios financeiros e alcançar uma vida financeira mais saudável.
- CPL: O que é, como calcular e estratégias para otimizá-lo
No marketing digital, acompanhar métricas de desempenho é essencial para garantir que os investimentos gerem os melhores resultados possíveis. Entre essas métricas, o CPL (Custo por Lead) se destaca como um dos indicadores mais importantes para avaliar a eficiência das campanhas de geração de leads. Neste artigo, você vai entender o que é o CPL, como calculá-lo e quais estratégias podem ser aplicadas para reduzi-lo, sem comprometer a qualidade dos leads gerados. O que é CPL? O Custo por Lead (CPL) é uma métrica utilizada para determinar o valor gasto para adquirir um lead, ou seja, um potencial cliente que demonstrou interesse em um produto ou serviço. Esse interesse pode ser expresso de diversas formas, como preencher um formulário, assinar uma newsletter, baixar um e-book ou solicitar um orçamento. O CPL é amplamente utilizado em campanhas de tráfego pago, como anúncios no Google Ads, Facebook Ads e LinkedIn Ads, mas também pode ser aplicado a estratégias orgânicas de geração de leads, como SEO e marketing de conteúdo. A principal razão para monitorar o CPL é garantir que o custo de aquisição de leads esteja alinhado com o orçamento de marketing e com os objetivos de crescimento do negócio. Um CPL alto pode indicar que a campanha não está eficiente e precisa de ajustes, enquanto um CPL baixo pode ser um sinal de que a estratégia está sendo bem executada. Como calcular o CPL? O cálculo do CPL é bastante simples. Basta dividir o valor total investido em uma campanha pelo número de leads gerados. CPL = Investimento Total / Número de Leads Gerados Por exemplo, suponha que você investiu R$ 1.000 em uma campanha de anúncios e conseguiu gerar 350 leads . O cálculo seria: CPL = 1.000 / 350 = R$ 2,85 Isso significa que cada lead gerado custou R$ 2,85 para sua empresa. Por que o CPL é uma métrica essencial? Monitorar o CPL ajuda a responder perguntas estratégicas, como: ✅ A campanha está gerando leads de forma eficiente? Se o CPL for muito alto, pode ser necessário rever a segmentação do público ou a qualidade dos anúncios. ✅ Os leads gerados são qualificados? Nem sempre um CPL baixo significa sucesso. Se os leads não forem qualificados, o custo pode parecer baixo, mas a taxa de conversão será menor. ✅ A estratégia de marketing está alinhada com o orçamento? Ao acompanhar o CPL, é possível otimizar a alocação de recursos para obter melhores resultados sem desperdiçar investimento. Fatores que influenciam o CPL Diversos fatores podem impactar o Custo por Lead, incluindo: 🔹 Canal de aquisição: Redes sociais, anúncios pagos, marketing de conteúdo e SEO podem apresentar CPLs diferentes. 🔹 Segmentação do público: Quanto mais precisa for a segmentação, maior a chance de atrair leads qualificados e reduzir o desperdício de investimento. 🔹 Qualidade do anúncio e landing page: Criatividade, design, copy e CTA (Call to Action) são elementos fundamentais para aumentar a conversão e reduzir o CPL. 🔹 Concorrência no mercado: Em nichos muito competitivos, o custo para atrair leads pode ser mais elevado devido ao alto volume de anunciantes disputando o mesmo público. Como reduzir o CPL e otimizar a captação de leads? Se o seu CPL está muito alto ou você deseja melhorá-lo, aqui estão algumas estratégias eficazes para otimização: 1. Melhore a segmentação do público Um dos principais erros em campanhas de geração de leads é a segmentação ampla demais. Quanto mais direcionado for o público, maior a taxa de conversão e menor será o CPL. Utilize dados demográficos, comportamentais e interesses para segmentar melhor os anúncios. 2. Otimize seus anúncios e landing pages A qualidade dos anúncios e das páginas de destino (landing pages) tem um impacto direto no CPL. Algumas práticas para otimizar suas campanhas incluem: ✔ Criar headlines chamativas e persuasivas. ✔ Utilizar imagens e vídeos de alta qualidade. ✔ Ter um CTA claro e direto. ✔ Garantir que a landing page seja responsiva e carregue rapidamente. 3. Testes A/B para anúncios e páginas Fazer testes A/B permite identificar quais elementos estão funcionando melhor e quais precisam ser ajustados. Teste diferentes versões de anúncios, botões, cores e textos para encontrar a combinação que gera o menor CPL. 4. Aposte no remarketing O remarketing é uma estratégia poderosa para impactar novamente usuários que já interagiram com sua marca, aumentando as chances de conversão e reduzindo o custo de aquisição de leads. 5. Utilize estratégias de inbound marketing Criar conteúdos relevantes, como blogs, vídeos e materiais gratuitos (e-books, webinars), pode atrair leads qualificados sem depender apenas de tráfego pago. Uma estratégia de inbound marketing bem estruturada ajuda a reduzir os custos a longo prazo. 6. Automatize o funil de vendas A automação de marketing permite nutrir os leads ao longo do funil, melhorando a taxa de conversão e garantindo que os leads adquiridos sejam mais propensos a se tornarem clientes. Ferramentas como e-mails automáticos e chatbots podem ajudar nesse processo. O Custo por Lead (CPL) é uma métrica essencial para avaliar a eficiência das campanhas de captação de leads e garantir que os investimentos em marketing sejam bem aproveitados. Para otimizar o CPL, é fundamental ajustar a segmentação, melhorar a qualidade dos anúncios e landing pages, testar diferentes abordagens e investir em estratégias complementares, como inbound marketing e automação. Ao monitorar e otimizar constantemente o CPL, sua empresa pode alcançar leads qualificados com um custo menor, aumentando a rentabilidade e o sucesso das campanhas.














