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  • BitGo lança mesa OTC com trading integrado, derivativos, empréstimos e custódia qualificada

    A BitGo , plataforma líder em custódia e segurança de ativos digitais confiada por instituições desde 2013, anuncia o lançamento de sua mesa de negociação OTC (over-the-counter). A plataforma estava em operação em modo sigiloso desde o início de 2024 e já processou bilhões em volume de negociação, além de ter construído uma carteira de empréstimos de mais de US$ 100 milhões, atendendo gestores de ativos líderes do mercado. Liderada por Matt Ballensweig, ex-Genesis e Bridgewater, e Stefan Von Haenisch, ex-OSL Group, a mesa de negociação global da BitGo opera 24 horas por dia, 7 dias por semana, atendendo clientes em todos os principais fusos horários. A oferta exclusiva da mesa viabiliza a negociação fluida de mais de 250 ativos, incluindo à vista e derivativos, além de disponibilizar empréstimos e produtos de rendimento. Tudo isso está integrado à custódia qualificada e regulamentada da BitGo, garantindo a segurança dos ativos dos clientes, que permanecem sob custódia segurada enquanto acessam os serviços OTC da empresa. A alta demanda desde o lançamento da mesa mostra que existe uma procura institucional decisiva por soluções de negociação personalizadas integradas à custódia qualificada. "Tendo vivido muitos ciclos de mercado e compreendendo o que funciona e o que não funciona, construímos essa mesa de negociação cripto institucional e agora temos confiança de que oferecemos o que outros corretores não podem", disse Matt Ballensweig, Diretor executivo e chefe de negociação. "Nossa solução OTC permite que os clientes negociem ativos à vista, derivativos e empréstimos com suporte completo, mantendo a segurança em custódia qualificada até a liquidação. Usamos a Go Network da BitGo para liquidar ativos simultaneamente, reduzindo o risco de pré-financiamento comum no mercado", diz o executivo.  A mesa OTC da BitGo oferece aos clientes a capacidade de: Negociar com flexibilidade: à vista, derivativos, empréstimos e produtos de geração de rendimento em um só lugar, juntamente com a oferta de negociação eletrônica existente da BitGo Prime. Negociar competitivamente: A mesa OTC da BitGo tem acesso a dezenas de fontes, incluindo bolsas e provedores de liquidez (LPs), para oferecer aos clientes preços altamente competitivos e tipos de ordens dinâmicas, incluindo bid/offer de risco, limite/stop, TWAP/VWAP, Pegged, % de volume e mais. Acessar mercados exclusivos de tokens bloqueados: A BitGo oferece a seus clientes de capital de risco (VC) e hedge funds a capacidade de comprar e vender tokens L1 bloqueados/não investidos, uma opção exclusiva proporcionada pela posição de custodiante qualificada preferida dos principais protocolos. Negociar com confiança: Os ativos dos clientes nunca saem da segurança da custódia regulamentada da BitGo durante a negociação—segurança incomparável com tecnologia líder da indústria, controles robustos e cobertura de seguro de US$ 250 milhões. A posição única da BitGo é ainda mais solidificada com a incorporação da liquidação comercial via Go Network, a infraestrutura de liquidação da BitGo lançada em 2023. Ao liquidar via Go Network, os clientes podem receber os proventos em cripto ou em dinheiro instantaneamente, sem precisar enviar fundos on-chain primeiro para outro formador de mercado. O rápido crescimento da mesa OTC da BitGo valida a posição única da empresa em atender às necessidades críticas do mercado de ativos digitais institucionais. Ao combinar liquidez profunda, uma oferta abrangente de produtos e a segurança da custódia qualificada, a BitGo conta com o que há de melhor no mercado.

  • Monest recebe rodada de investimento de R$3,2 milhões para transformar o mercado de cobrança

    A Monest , empresa de recuperação de ativos através da agente virtual chamada Mia, conectada por inteligência artificial, acaba de finalizar uma rodada de investimento de R$3,2 milhões feita pela Nestal LTD SA . Quem está por trás da empresa investidora são os fundadores da Easynvest, Paulo Avian e Alexandre Baldasseirine Neto – conhecidos por sua trajetória de sucesso no mercado financeiro e pela venda histórica da corretora para o Nubank. O aporte marca um passo estratégico para a Monest, que busca consolidar-se como a principal plataforma para a gestão integrada de cobranças no Brasil. Com o novo investimento, a Monest pretende expandir o desenvolvimento de novos canais de comunicação da Mia, como o atendimento por voz, que já está previsto para o primeiro trimestre, e o fortalecimento da plataforma para operar todos os processos de cobrança de maneira centralizada. “Queremos ser a principal ferramenta para as empresas que desejam modernizar e otimizar suas operações de cobrança, indo muito além das soluções tradicionais do mercado. Nosso objetivo é sermos reconhecidos como a ferramenta principal para a gestão de todos os processos de cobrança das empresas”, destaca Thiago Oliveira , CEO e fundador da Monest. Oliveira explica ainda que esse investimento tem outro foco principal para além de ampliar os canais de interação: fortalecer a Mia para transformar o mercado de cobrança, alinhando com a visão de inovação da empresa. Além disso, Oliveira também busca consolidar a posição de liderança da empresa no mercado, ditando tendências e moldando o futuro do setor de cobrança. Em 2024, a Monest quadruplicou o faturamento do ano anterior e em 2025 espera alcançar o mesmo feito. A agente virtual Mia fez mais de 22 milhões de interações em 2024 . No período, fechou mais de R$ 180 milhões em acordos . A ferramenta foi criada pela Monest, no mercado desde 2018.  A escolha dos fundadores da Nestal em apostar na Monest reforça o potencial disruptivo da empresa no mercado financeiro. O investimento também sinaliza um reconhecimento do papel da tecnologia como um catalisador para transformar a maneira como as empresas gerenciam seus fluxos financeiros. Para a Monest, o aporte é mais do que um avanço financeiro: é a chancela de líderes do setor de que a startup está no caminho certo para ditar tendências e liderar a inovação no segmento de cobranças.    O cofundador da Nestal, Paulo Avian, destaca a visão estratégica por trás do investimento: "acreditamos no potencial da Monest de transformar o mercado de cobranças por meio de tecnologia e inovação. Assim como a Easynvest revolucionou o acesso ao mercado financeiro, vemos na Monest a capacidade de simplificar e digitalizar um setor que tem grande espaço para evolução. Estamos confiantes de que a startup será uma referência nesse segmento e estamos animados em fazer parte dessa trajetória".

  • Rede de afiliados: Como gerar leads qualificados?

    As redes de afiliados são uma excelente estratégia para aumentar vendas e expandir negócios online. No entanto, para que essa abordagem seja realmente eficaz, é essencial garantir que os leads gerados sejam qualificados. Leads qualificados são aqueles que demonstram real interesse no produto ou serviço oferecido e têm maior probabilidade de conversão. Mas como atrair esses leads de maneira eficiente dentro de um programa de afiliados? Neste artigo, exploraremos estratégias e práticas recomendadas para garantir a qualidade dos leads em sua rede de afiliados. Escolha Afiliados Qualificados e Alinhados à Sua Marca A seleção dos afiliados certos é crucial para garantir que os leads gerados sejam relevantes para o seu negócio. Certifique-se de que seus afiliados possuam um público alinhado com seu nicho de mercado, tenham autoridade e credibilidade na área de atuação. produzam conteúdo de qualidade e engajador e sigam práticas éticas de marketing . Ao trabalhar com afiliados que compartilham os valores da sua marca, as chances de atrair leads qualificados aumentam consideravelmente. Ofereça Materiais de Divulgação Eficientes Para que os afiliados desempenhem um bom trabalho, é fundamental fornecer materiais de marketing eficazes, como: Banners de alta conversão, E-books e whitepapers relevantes, Modelos de e-mails para campanhas de e-mail marketing, Copy persuasiva para posts em blogs e redes sociais. Esses recursos ajudam os afiliados a atrair o público certo e destacar os benefícios do seu produto ou serviço de maneira mais eficaz. Estabeleça Critérios Claros para Qualificação de Leads Nem todos os leads são criados da mesma forma. Para garantir qualidade, é importante definir critérios claros para a qualificação de leads. Alguns fatores a serem considerados incluem: Interesse demonstrado (download de material, preenchimento de formulários, participação em webinars, etc.). Perfil demográfico adequado ao público-alvo. Engajamento contínuo com a marca (interação com e-mails e redes sociais). Capacidade de compra (poder aquisitivo, cargo em empresa, etc.). Ao estabelecer padrões para leads qualificados, os afiliados podem direcionar melhor suas campanhas e melhorar a taxa de conversão. Invista em Ferramentas de Rastreamento e Análise Monitorar e analisar os leads gerados é essencial para otimizar o desempenho da sua rede de afiliados. Utilize ferramentas de rastreamento para identificar a origem dos leadss, avaliar a qualidade dos leads recebidos, medir a taxa de conversão dos leads qualificados e ajustar estratégias para melhorar os resultados. Plataformas como Google Analytics, Hotjar e sistemas de CRM são úteis para coletar esses dados e aprimorar suas campanhas de marketing de afiliados. Incentive Estratégias de Conteúdo Educacional Os afiliados devem focar na produção de conteúdo educativo e informativo para atrair leads qualificados. Algumas abordagens incluem publicação de artigos detalhados sobre o produto ou serviço, criação de vídeos explicativos e tutoriais, produção de estudos de caso e depoimentos de clientes e promoção de webinars e eventos online. O marketing de conteúdo não só gera leads mais engajados, mas também constrói autoridade e confiança na marca. Evite Estratégias de Captação Agressivas Muitos afiliados podem recorrer a táticas de captação agressivas, como anúncios exagerados e promessas irreais. Isso pode atrair leads desqualificados e prejudicar a reputação da marca. Certifique-se de que as campanhas sejam transparentes e realistas, não haja práticas enganosas ou spam e o público-alvo seja devidamente segmentado. Manter a autenticidade e transparência nas campanhas garante que apenas leads genuinamente interessados sejam atraídos. Ofereça Incentivos para Leads Qualificados Outra maneira de motivar afiliados a buscar leads qualificados é oferecer incentivos diferenciados. Isso pode incluir comissões mais altas para leads que realizam compras, bonificações para afiliados que atingirem metas de conversão e programas de fidelidade para afiliados que mantêm uma alta taxa de leads qualificados. Esses incentivos estimulam os afiliados a focar na qualidade, e não apenas na quantidade de leads gerados. Mantenha um Relacionamento Próximo com os Afiliados O sucesso de uma rede de afiliados depende da comunicação eficaz entre a empresa e seus afiliados. É essencial oferecer treinamentos periódicos sobre estratégias de marketing eficazes, disponibilizar suporte e materiais atualizados regularmente e criar um canal de comunicação direto para tirar dúvidas e compartilhar feedbacks. Manter afiliados bem informados e engajados contribui significativamente para a geração de leads qualificados. A geração de leads qualificados dentro de uma rede de afiliados requer planejamento, estratégia e um bom relacionamento com os afiliados. Ao escolher afiliados alinhados com a marca, fornecer materiais de qualidade, utilizar ferramentas de análise e incentivar boas práticas, é possível garantir leads mais engajados e aumentar significativamente as taxas de conversão. Ao implementar essas estratégias, sua rede de afiliados se tornará um poderoso canal de aquisição de clientes, contribuindo para o crescimento sustentável do seu negócio. Comece agora a aplicar essas práticas e colha os benefícios de uma base de leads qualificada! A Neo oferece uma Rede de Afialiados previamente qualificados, com atuação em todo Brasil e regionalizado, com um modelo comercial transparente! Contamos ainda com cases específicos do universo fintech, como Will Bank e Banco Pan.

  • Conheça a dAIsy, a "Vovó IA" que combate fraudes por telefone

    Cada vez mais, na hora de acessar uma fintech, nos deparamos com mensagens alertando sobre tentantivas de golpes e fraudes com o uso indevido do nome destes. E muitas vezes os criminosos fazem estar abordagens por meio de contato telefônico. De acordo com uma pesquisa feita pela Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o Brasil registra mais de 4.600 tentativas de golpes financeiros por hora por meio de aplicativos de mensagens e ligações telefônicas. Já de acordo com a Febraban, 36% dos brasileiros sofreram golpes ou fraudes de cartões bancários ao longo de 2024 . Pessoas com 60 anos ou mais, que têm pouco contato com os meios digitais, se tornaram as principais vítimas. Os crimes mais frequentes incluem a clonagem ou troca de cartões bancários (44%), o golpe da falsa central de cartões (32%) e pedidos de dinheiro por supostos conhecidos no WhatsApp (31%). Infelizmente, há toda uma estratégia dos criminosos na aplicação dos golpes telefônicos, que costumam acessar as vítimas pelos nomes e já munidos de informações pessoais. Golpes telefônicos mais comuns Um dos casos mais comuns é o golpe visando o roubo dos dados pessoais. O falso atendente "conquista" a vítima, que a partir de ofertas, se sente privilegiada, e acaba passando dados como endereço, número de documentos, nome dos pais. Estes dados acabam gerando problemas futuros para a vítima, pois são utilizados, por exemplo, para abertura de contas bancárias, solicitações de empréstimos ou financiamentos. Já no chamado 'vishing' (ou phishing por voz), o golpe utiliza táticas de engenharia social para ganhar a confiança do interlocutor, com a simulação de um falso atendimento. Após conquistar a confiança, o falso atendente passa a oferecer novos serviços, com condições super especiais, ou pedir para que a vítima complete um cadastro para maiores benefícios. Nesta etapa os criminosos conseguem dados como número do cartão de crédito ou dados bancários, além de possível sequestro da conta do WhatsApp. O atendente, então, pede para a vítima confirmar um código via SMS, que nada mais é do que a senha necessária para ativar o WhatsApp em outro aparelho. dAIsy: A Vovó Bot que Combate Fraudes Telefônicas As fraudes telefônicas são um problema crescente e preocupam consumidores não só no Brasil, mas em todo o mundo. Para enfrentar essa ameaça, a O2 Telecom , operadora do Reino Unido, desenvolveu uma solução inovadora: a dAIsy , uma IA "vovó" humanizada projetada para atender chamadas fraudulentas e manter os golpistas ocupados pelo maior tempo possível. Como Funciona a dAIsy? A dAIsy é uma inteligência artificial que simula uma idosa atendendo ao telefone, conversando com fraudadores e os mantendo na linha sem que eles percebam que estão lidando com um bot. Enquanto isso, a O2 coleta informações sobre os contatos suspeitos para bloqueio e investigação. O Impacto da IA no Combate a Golpes A estratégia da O2 é simples e eficaz: ao manter os golpistas ocupados com a dAIsy, eles têm menos tempo para enganar vítimas reais. A O2 também incentiva seus clientes a denunciarem números suspeitos gratuitamente para o número 7726 , permitindo um bloqueio mais eficiente das chamadas fraudulentas. A dAIsy representa um novo passo no combate às fraudes, usando tecnologia para proteger consumidores de forma criativa e eficaz . Com iniciativas como essa, a segurança digital ganha reforço e ajuda a minimizar os impactos negativos dos golpes telefônicos. Para assistir à campanha da O2 e conhecer mais sobre a dAIsy, confira o vídeo oficial: Assista aqui . Como Se Proteger de Golpes Telefônicos? Desconfie de Ofertas Muito Boas : Se algo parece bom demais para ser verdade, provavelmente é um golpe. Nunca Forneça Informações Pessoais : Bancos e empresas legítimas nunca pedem senhas ou dados sensíveis por telefone. Evite Redes Wi-Fi Públicas para Compras Online : Golpistas podem interceptar transações feitas em redes desprotegidas. Utilize ferramentas de proteção: No Brasil, ferramentas como o Não Me Perturbe ou o Não Me Ligue (Procon) ajuda a evitar ligações de telemarketing. E aplicativos como o Whoscall ajudam a identificar a procedência das ligações, que são informadas pela própria comunidade.

  • Simplificando a gestão: conheça ferramenta aliada dos micro e pequenos empresários

    O ano de 2024 surpreendeu positivamente com a abertura de 4 milhões micro e pequenas empresas no país, uma alta de 10% em relação ao ano anterior, apontam dados do Sebrae. Para atender essa demanda tão densa no Brasil, é necessário encontrar aliados que impulsionam o negócio e facilitem o dia a dia para focar no que realmente importa.  Foi pensando nisso que surgiu a  vh sys , especializada em software  de gestão empresarial voltado para micro e pequenos empresários. Ela faz  parte do ecossistema StoneCo, uma parceria que iniciou em 2019 com a integração entre produtos voltados para o mundo físico, online e banking. Desde então, a Stone já realizou aportes que proporcionaram não só recursos financeiros, mas também expertise e suporte estratégico, ajudando a  vh sys a se posicionar como uma referência nacional em sistemas de administração empresarial. Em 2024, a  vh sys ganhou relevância ao participar ativamente na adoção do padrão nacional de notas fiscais em mais de mil municípios, destacando-se por ser o software com maior número de cidades homologadas para NFS-e. “A complexidade da legislação fiscal brasileira, combinada com as exigências contábeis detalhadas, pode ser um grande obstáculo para pequenos e microempresários, que muitas vezes não dispõem de uma equipe dedicada para lidar com essas tarefas. Nossa ferramenta vem para facilitar a gestão do empreendedor”, explica Luan Stocco, CTO e fundador da  vh sys. Com sua plataforma "One Stop Shop", a empresa ainda garantiu uma gama completa de soluções, incluindo controle financeiro, de vendas e estoque, acessíveis tanto pelo aplicativo mobile quanto pelo sistema desktop em nuvem. No último ano, o sistema registrou mais de 14 milhões de vendas e gerou um faturamento total de 30 bilhões para os clientes. Fundada há 13 anos, a  vh sys começou como uma empresa de software focada em serviços de gestão para negócios, e hoje é uma referência consolidada na emissão de notas fiscais eletrônicas (NF-e), além de se firmar como fintech e disponibilizar o sistema como solução white label. A  vh sys é reconhecida por sua tecnologia que facilita a rotina dos negócios, eliminando burocracias e proporcionando uma experiência de gerenciamento mais fluida.  A empresa também oferece sistema de PDV, gestão de relatórios e conta PJ, com a conveniência de ter as informações na nuvem, com acesso mobile ou desktop.  "Dez anos depois, ver que pudemos alcançar empreendedores em centenas de cidades é, ao mesmo tempo, desafiador e gratificante. A ideia é seguir em frente, sempre entregando um serviço de qualidade, que deixe a vida das pessoas mais fácil", complementa Luan.

  • Panorama do Mercado de Core Banking no Brasil

    O mercado de Core Banking  no Brasil tem passado por uma evolução significativa, marcada por diversas gerações tecnológicas que transformaram a infraestrutura bancária do país. Desde os sistemas mainframe centralizados até as soluções nativas em nuvem e de código aberto, cada fase trouxe avanços e desafios distintos. Histórico do Core Banking no Brasil O mercado de Core Banking  no Brasil evoluiu significativamente ao longo das últimas décadas, impulsionado pela modernização do sistema financeiro, o avanço da tecnologia e a necessidade de inovação para atender a um público cada vez mais digital. Décadas de 1960-1980: Os Primeiros Sistemas Bancários Nos anos 1960, os bancos brasileiros começaram a adotar sistemas centralizados rudimentares para processar transações bancárias. Inicialmente, esses sistemas eram baseados em mainframes e funcionavam apenas em horários restritos, geralmente no expediente bancário. Na década de 1980, com a estabilização da economia e o aumento da complexidade das operações bancárias, os bancos passaram a investir em automação bancária . O Banco do Brasil, por exemplo, foi um dos pioneiros na informatização de suas agências. Anos 1990: Expansão e Internet Banking Com a privatização e reestruturação do setor financeiro nos anos 1990, houve um salto na informatização bancária. Os grandes bancos investiram em tecnologia para processar operações em tempo real , e o conceito de Core Banking  começou a ganhar força no Brasil. No final da década surgiu Internet Banking , permitindo que os clientes realizassem operações financeiras sem precisar ir às agências. Isso demandou uma modernização das infraestruturas bancárias para suportar esse novo modelo. Anos 2000-2010: Digitalização e Consolidação Com o avanço da tecnologia, os sistemas de Core Banking  evoluíram para arquiteturas mais flexíveis e integradas. O lançamento do SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) em 2002  foi um marco, pois permitiu a liquidação de transações em tempo real , acelerando a necessidade de modernização dos sistemas bancários. Anos 2010-2020: Fintechs e Open Finance A chegada das fintechs  mudou o cenário do Core Banking no Brasil. Empresas como PicPay, Nubank e C6 Bank  surgiram com modelos 100% digitais , desafiando os bancos tradicionais e acelerando a adoção de arquiteturas baseadas em nuvem e APIs abertas . O Open Finance, regulamentado pelo Banco Central em 2021 , impulsionou ainda mais a modernização dos sistemas bancários, exigindo maior integração e interoperabilidade  entre as instituições. 2020 em diante: Cloud e Banking-as-a-Service (BaaS) O mercado brasileiro de Core Banking segue em rápida evolução, com a adoção de soluções baseadas em computação em nuvem  e plataformas de Banking-as-a-Service (BaaS) . As Gerações do Core Banking O Core Banking pode ser classificado em cinco gerações: Primeira Geração: Sistemas Mainframe Centralizados Na década de 1980, os bancos brasileiros adotaram sistemas mainframe centralizados, desenvolvidos em linguagens como COBOL e Assembler. Esses sistemas eram monolíticos, com módulos de negócios interdependentes, oferecendo centralização, velocidade e confiabilidade. No entanto, apresentavam rigidez, altos custos e complexidade na manutenção. Segunda Geração: Arquitetura Cliente-Servidor No final dos anos 1980 e início dos anos 1990, a arquitetura cliente-servidor emergiu, proporcionando interfaces mais amigáveis e interações dinâmicas entre clientes e servidores. Apesar da melhoria na usabilidade, a escalabilidade permanecia limitada, e a dependência de infraestrutura local impunha restrições de custo e flexibilidade.  Terceira Geração: Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) Com a chegada da SOA, os bancos puderam integrar sistemas por meio de serviços reutilizáveis, melhorando a conectividade. Entretanto, desafios relacionados à escalabilidade, governança e complexidade operacional ainda persistem. Quarta Geração: Computação em Nuvem, Microsserviços e APIs Abertas A adoção de computação em nuvem, microsserviços e APIs abertas trouxe maior modularidade e inovação acelerada. Modelos como Banking-as-a-Service (BaaS) ganharam destaque, embora questões como segurança e interoperabilidade entre diferentes provedores continuassem sendo pontos de atenção. Quinta Geração: Arquiteturas Nativas em Nuvem e Tecnologias Emergentes Atualmente, o mercado caminha para a maturidade das arquiteturas nativas em nuvem, com ênfase em modularização, código aberto, inteligência artificial (IA) e blockchain. Essas tecnologias impulsionam a automação, segurança, escalabilidade e eficiência. Modelos de negócios baseados em padrões abertos e finanças distribuídas, como Open Finance e Moedas Digitais de Banco Central (CBDCs), permitem que instituições financeiras operem como ecossistemas interconectados, promovendo inovação contínua e experiências hiperpersonalizadas para clientes e parceiros. Projeções de crescimento As projeções de crescimento para o mercado bancário de varejo no Brasil até 2030 são promissoras. De acordo com a Mordor Intelligence , o tamanho desse mercado está estimado em US$ 156,88 bilhões em 2025 e deve alcançar US$ 260,81 bilhões até 2030, registrando um CAGR (Taxa de Crescimento Anual Composta) de 10,7% durante o período de 2025 a 2030. Além disso, o setor de software de Core Banking no Brasil também apresenta perspectivas positivas. De acordo com dados da Grand View Research , o tamanho desde mercado em 2023 foi de US$ 413,2 milhões de dólares e, em 2030, deve chegar em US$ 875,3 milhões, com crescimento anual de 11,3% de 2024 até 2030. Principais Tendências O setor de Core Banking no Brasil está sendo moldado por   diversas tendências tecnológicas e regulatórias, conforme você pode conferir abaixo: Cloud Native + Open Source Arquiteturas Cloud Native oferecem escalabilidade e flexibilidade para que fintechs lancem novos serviços com agilidade, integrem-se de maneira simples e entreguem experiências customer centric. Não menos importante, o uso responsável e eficiente de recursos em nuvem proporciona maior controle financeiro. Open Source acelera a inovação, reduz custos e ainda promove segurança e transparência, graças à colaboração de comunidades globais. Tanto o Pix quanto o Drex não se beneficiam apenas da expertise de grandes players como The Linux Foundation e Red Hat, mas também de uma comunidade ativa e colaborativa que evolui essas plataformas constantemente. Com a Guardia , por exemplo, é possível desenvolver uma plataforma core banking Cloud Native e Open Source projetada para fintechs, neobanks e startups que buscam soluções modulares e escaláveis para transformar e otimizar suas operações financeiras. A combinação de Cloud Native e Open Source  entrega uma maior capacidade evolutiva ao setor financeiro e, como clientes, podemos nos beneficiar de diversas maneiras, entre elas:  Redução de custos operacionais, refletindo em serviços mais eficientes. Agilidade para responder a mudanças regulatórias e econômicas, adaptando-se rapidamente às novas demandas do mercado. Maior segurança e confiabilidade, promovendo um ecossistema financeiro mais robusto. Melhoria contínua na experiência do cliente, com soluções personalizadas e centradas nas nossas necessidades. Open Finance A implementação do Open Finance no Brasil visa ampliar a interoperabilidade entre instituições financeiras, permitindo que clientes gerenciem suas finanças de forma centralizada e personalizada. A interoperabilidade entre instituições financeiras possibilita benefícios como: gestão centralizada por meio de wallets, pagamentos automatizados, agilidade na reconciliação financeira e histórico de clientes mais acessível. Inteligência Artificial (IA) A IA está transformando o Core Banking ao introduzir soluções como detecção de anomalias, sistemas autônomos de reparo e análises preditivas. Essas aplicações aumentam a eficiência operacional e melhoram a experiência do cliente, permitindo respostas mais rápidas e precisas às suas necessidades. Confira alguns casos práticos: Anomaly Detection e Self-Healing Systems : Os bancos lidam com milhões de transações diárias, tornando essencial a identificação de atividades suspeitas em tempo real para evitar fraudes e lavagem de dinheiro. Desta forma, modelos de Machine Learning identificam padrões de comportamento de clientes ou detectam automaticamente falhas em aplicações ou servidores. Análises Preditivas : Os bancos precisam avaliar o risco de crédito de clientes rapidamente e com alta precisão, evitando inadimplência e maximizando a concessão de crédito. Desta forma, os Modelos de Machine Learning analisam dados históricos de clientes e padrões de comportamento financeiro. Assim, por exemplo, os algoritmos preditivos calculam a probabilidade de inadimplência antes da concessão do crédito. Modelos Estatísticos : Os bancos precisam ajustar taxas de juros e tarifas em tempo real com base em variáveis como risco, mercado e comportamento do cliente. Desta forma, modelos estatísticos analisam fatores como volatilidade do mercado, comportamento dos clientes e concorrência. Os algoritmos ajustam, então, as tarifas e taxas de juros dinamicamente para maximizar receitas. Um case relevante de aplicação de IA em Core Banking é a Conta Jota . Trata-se de uma plataforma conversacional baseada em IA que automatiza as finanças de microempreendedores e microempresas. A plataforma foi criada usando os APIs da Meta (para interação via WhatsApp) em cima da infraestrutura da OpenAI. Principais Players do Mercado O mercado brasileiro de Core Banking é composto por diversos fornecedores, que podem ser categorizados da seguinte forma: Core Banking Tradicionais Os sistemas tradicionais de core banking são monolíticos e centralizados, desenvolvidos há décadas para gerenciar transações bancárias, contas, pagamentos e outros serviços essenciais. São exemplos de fornecedores: Temenos, Oracle, Topaz e FIS. Modern Core Banking São versões modernizadas dos sistemas legados, desenvolvidos para operar em ambientes híbridos (on-premise + cloud) e permitir maior flexibilidade para inovação.São exemplos: Matera, Sinqia e Mambu. Neo Core Banking O Neo Core Banking representa uma abordagem Cloud Native e totalmente baseada em APIs, eliminando a necessidade de sistemas legados e permitindo a construção de bancos 100% digitais. São exemplos: Guardia , Midaz, Formance, Modern Treasury. Desafios e Oportunidades O mercado de Core Banking no Brasil enfrenta diversos desafios, mas também apresenta oportunidades significativas: Oportunidades Já as oportunidades, são destaques: Sinergia com (Banking as a Service) BaaS e Embedded Finance A integração com serviços bancários e financeiros embutidos pode expandir o alcance e a oferta de produtos das instituições.  É importante destacar que todo BaaS é um Core Banking, mas nem todo Core Banking é um BaaS. Ambos são soluções de Infraestrutura Bancária, mas com foco distintos, já que o foco do BaaS está em serviços bancários, enquanto o foco do Core Banking está em tecnologia. Adoção de Tecnologias Emergentes Implementar soluções baseadas em IA, blockchain e computação em nuvem pode melhorar a eficiência e a competitividade. Composable Banking e FinOps Sistemas baseados em Composable Banking e FinOps estão ganhando relevância, proporcionando maior flexibilidade, controle de custos e otimização de recursos financeiros. Soluções escaláveis e seguras para bancos e fintechs.   Padrões de Segurança Oferecem escalabilidade e segurança, facilitando a integração com ecossistemas digitais e garantindo conformidade com padrões internacionais. Podemos destacar padrões como ISO 27001 (série de normas que estabelece requisitos para a segurança da informação de uma organização), SOC 1 e 2 (Service Organization Control), LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), entre outros. Desafios Como desafios, podemos destacar: Regulação e Conformidade A constante evolução regulatória exige que as instituições financeiras mantenham-se atualizadas e adaptáveis para garantir conformidade. Segurança Cibernética Com o aumento das ameaças digitais, a proteção dos dados dos clientes tornou-se uma prioridade crítica. Migração de Sistemas Legados A transição de infraestruturas antigas para soluções modernas pode ser complexa e requer planejamento cuidadoso. A integração entre bancos tradicionais e novas tecnologias faz com que muitos bancos enfrentam dificuldades para conectar sistemas antigos a novas inovações. De maneira geral, o mercado de Core Banking no Brasil está passando por uma profunda transformação. Essa evolução não apenas melhora a experiência do cliente, mas também reduz custos operacionais e permite maior inovação no setor. O futuro do Core Banking no Brasil será cada vez mais orientado por APIs (Integration First), inteligência artificial (Powered by AI e AI-based) e automação, garantindo um ecossistema financeiro mais acessível e competitivo.

  • Nova regulamentação do Pix: entenda como empresas podem aproveitar benefícios da nova opção de pagamento

    Com a recente resolução do Banco Central, que regulamenta o pagamento de boletos via Pix com QR Code, a gestão financeira empresarial entra em uma nova era. A mudança facilita as transações, melhora o fluxo de caixa e contribui para a administração estratégica dos recursos.  A possibilidade de quitar boletos instantaneamente pelo sistema Pix, por meio de um QR Code escaneável por smartphones , elimina o prazo de compensação, que antes podia levar até três dias úteis. Assim, os valores são liberados na conta do recebedor em segundos. Além disso, a medida reforça a segurança das transações com os mecanismos avançados de proteção contra fraudes. Essa agilidade aumenta a previsibilidade financeira das empresas e possibilita o reinvestimento imediato dos recursos. Outro aspecto relevante é a digitalização dos serviços financeiros estar disponível para empresas de diversos portes, ampliando as alternativas de pagamento e facilitando a liquidação de boletos em operações B2B. Com a previsão de que mais de 70% das empresas adotem essa solução ao longo de 2025, a regulamentação moderniza o setor financeiro e torna as transações mais seguras e eficientes. A era da liquidação instantânea e da eficiência financeira Um dos principais benefícios dessa inovação é a redução da inadimplência. Com a compensação imediata, as empresas minimizam atrasos nos pagamentos e garantem a rápida disponibilidade dos valores. Essa mudança é especialmente relevante em um cenário econômico desafiador, em que a inadimplência pode comprometer a saúde financeira das organizações.  Segundo Thiago Ferreira, head de Produto ERP Backoffice na Senior Sistemas , multinacional especializada em tecnologia e uma das principais fornecedoras de soluções de gestão empresarial no Brasil, “a liquidação instantânea elimina o prazo de compensação e melhora significativamente o fluxo de caixa das empresas. Isso facilita a gestão financeira e permite um controle mais preciso das finanças”, afirma. “Com a integração do pagamento via Pix em nossos sistemas, as empresas podem otimizar processos financeiros e reduzir encargos relacionados à inadimplência. A segurança das transações é essencial, e estamos comprometidos em oferecer soluções seguras para proteger os dados financeiros de nossos clientes”, acrescenta Thiago Ferreira. Uma das inovações do ERP Banking é a geração de boletos híbridos, que combinam código de barras e QR Code. Isso permite que as empresas ofereçam aos clientes a opção de pagamento instantâneo, aumentando a conveniência e a agilidade das transações. Além disso, a integração automática com sistemas de gestão possibilita o acompanhamento em tempo real das finanças, facilitando a conciliação bancária e a administração de contas a receber. A nova regulamentação torna o pagamento de boletos via Pix uma realidade promissora, trazendo benefícios significativos para as empresas e aprimorando a gestão financeira.

  • Bitcoin travado? Entenda porque o mercado de criptomoedas parou e como isso pode ser bom

    Apesar de ter sido negociado a US$ 108 mil no início deste ano, impulsionado pela posse de Trump, o Bitcoin ($BTC) segue lateralizado, sugerindo um mercado estabilizado. Diferente de momentos de valorização onde o nível de ganância aumenta, na fase de estabilidade, este nível aponta para a neutralidade,  geralmente marcada por menos volume de negociação e preços que oscilam, mas dentro de uma faixa limitada.  Com isso, muitos investidores se perguntam: apesar da lateralização, este é o momento certo para agir?  Danilo Matos, especialista da NovaDAX , responde porque esse cenário lateralizado se instaurou no mercado mesmo com as previsões positivas para as eleições americanas e como ele pode representar grandes oportunidades estratégicas para quem deseja aproveitar ao máximo os próximos ciclos de valorização.    Por que o mercado está "parado"? “Atualmente, o Bitcoin ($BTC) é negociado a US$ 96.079 , permanecendo acima do suporte de US$ 95.869 . Este nível de suporte tem se mantido o mesmo por quase um mês, comprovando a sua lateralização, e nós estamos em uma das maiores lateralizações da história do mercado - o Bitcoin mantém movimentação inferior a 15% desde os últimos 90 dias. E apesar da expectativa com a posse do presidente pró-cripto Donald Trump, a atual faixa de preço do Bitcoin mostra claramente a necessidade do mercado por mais eventos externos, para aumentar a pressão de compra e ultrapassar a linha de resistência. Algo já esperado por especialistas, que não apontavam a posse do então presidente americano como um fator intrínseco a uma valorização de longo prazo para o Bitcoin. Isso se dá porque o mercado de criptomoedas depende bastante de fatores macroeconômicos que impulsionem sua valorização, além de uma política nos EUA favorável ao seu desenvolvimento. Neste momento, a incerteza das políticas tarifárias de Trump e casos como as acusações contra o presidente Milei por promover o token Libra (LIBRA) ligado a um esquema pump-and-dump e a apreensão de US$ 190 milhões em criptomoedas ligadas à fraude da Bitconnect , pelo Diretório de Fiscalização da Índia (ED), não favorecem esse cenário, mantendo a lateralização. Outro tema que impactou o mercado nesta semana foi a Solana (SOL), que enfrenta um período turbulento. Nesta terça-feira (18), o token registra uma queda de 8,34%, sendo negociado a US$ 170,72, acumulando uma desvalorização de 15% nos últimos sete dias. Um dos fatores que contribuem para essa pressão no mercado é o iminente desbloqueio de 11,2 milhões de tokens SOL, avaliados em aproximadamente US$ 2,06 bilhões, programado para 1º de março. Esse movimento faz parte do plano de reestruturação da exchange de criptomoedas FTX, que visa reembolsar seus credores. Durante o processo de falência, a FTX liquidou 41 milhões de SOL em três leilões, sendo a Galaxy Digital o maior comprador, adquirindo 25,52 milhões de tokens a US$ 64 cada. Com a valorização da Solana desde então, a Galaxy Digital registra um retorno de 187% sobre o investimento. A liberação desses tokens no mercado pode intensificar a pressão vendedora sobre a Solana, potencialmente afetando seu valor de mercado. Investidores e participantes do mercado estão atentos aos desdobramentos desse evento e suas possíveis implicações no ecossistema cripto. Além disso, em dezembro, o Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, já havia anunciado que os cortes nas taxas de juros esperados para 2025 seriam menores do que o previsto. Isso aconteceu porque os primeiros dados do ano mostraram que a economia americana continua forte, com alta geração de empregos e crescimento da renda. Isso reduz o apetite dos investidores por ativos de maior risco. Quando os juros estão altos, investimentos em renda fixa, como os títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries), se tornam mais atrativos, pois oferecem ganhos seguros e previsíveis. Embora pareça positivo, esse cenário pode aumentar a inflação, pois, com mais dinheiro circulando, as pessoas consomem e tomam mais empréstimos. Para evitar que os preços subam demais, o Fed mantém os juros elevados, tornando o crédito mais caro e reduzindo o ritmo da economia.”   Como se posicionar? “Os gráficos mostram que períodos de lateralização tendem a preceder momentos de avanço no mercado (Imagem2). Um mercado parado é, basicamente, um mercado de acumulação e reposicionamento.  Apesar do gráfico de medo e ganância com seu indicador pendendo para o medo, o que pode causar receio em investidores com perfil mais conservador, isso pode, na verdade, representar a oportunidade necessária para uma acumulação antes de grandes movimentos. Para quem pensa no longo prazo, essa fase pode ser aproveitada para construir posições de forma segura. Em momentos como esse, evite agir por impulso. A psicologia do investidor é testada, e quem mantém a disciplina tende a sair na frente quando o mercado retoma sua tendência de alta. Use esse período para revisar sua estratégia, rebalancear sua carteira e realocar seus ativos. Desfaça-se daquelas criptos que foram compradas em momento de euforia e que dificilmente alcançarão uma pressão de compra novamente, ou seja, não há mais potencial de valorização. Adote o Dollar Cost Averaging (DCA). Essa estratégia é especialmente útil em mercados voláteis, seja em momentos lateralizados ou não, já que ajuda o investidor tirando a necessidade de tentar prever o "melhor momento" para entrar. Aproveite para reduzir o preço médio das criptomoedas que você acumulou durante a alta. Aproveite a falta de emoção do mercado para deixar de lado um pouco os gráficos  e fazer uma análise mais fundamentalista de novos projetos, mas principalmente daqueles que já fazem parte do seu portfólio. Pesquise seus respectivos sites, verifique qual é a proposta de valor que baseia o criptoativo, em qual setor ele está inserido e quais os protocolos por trás dele. Aproveite os preços baixos para acumular aquelas moedas bem fundamentadas, ou seja, com bom potencial de valorização à medida que sua narrativa e projetos se desenvolvam.

  • Hurst Capital revoluciona o acesso de investidores brasileiros ao mercado de tecnologia dos EUA

    A Hurst Capital, maior plataforma de investimentos alternativos da América Latina, anuncia uma parceria inovadora com a gestora norte-americana Cedar Tree para expandir o acesso de investidores brasileiros ao mercado de tecnologia dos Estados Unidos. A iniciativa permite que investidores participem, de forma indireta, do crescimento de gigantes como SpaceX, OpenAI, Ripple, Canva, Epic Games , entre outras empresas de alto potencial antes de um evento de liquidez. Por meio dessa aliança, a Hurst oferecerá uma oportunidade exclusiva para brasileiros investirem em stock options de ex-funcionários de grandes startups de tecnologia, um mercado até então restrito a fundos internacionais. “Essa parceria representa um avanço estratégico para democratizar o acesso ao mercado de tecnologia dos EUA, permitindo que nossos investidores façam parte do crescimento das empresas mais inovadoras do mundo”, afirma Arthur Farache, CEO da Hurst Capital . Nos EUA, o modelo de stock options concede aos funcionários o direito de compra de ações da empresa onde trabalham. No entanto, quando deixam seus cargos, muitos ex-colaboradores precisam desembolsar valores elevados para exercer esse direito, sob risco de perder a participação na companhia. O fundo da Cedar Tree resolve esse problema ao financiar a aquisição dessas ações, possibilitando que os ex-funcionários mantenham seu vínculo com as startups e que investidores tenham acesso a esse mercado exclusivo. “A valorização das empresas privadas de tecnologia tem sido impressionante, com muitas alcançando status de unicórnio ou sendo adquiridas por valores bilionários. O potencial de retorno desses investimentos é significativo, pois as stock options costumam ser exercidas com valuations iniciais mais baixos, e os ganhos podem ser exponenciais no momento de um IPO, M&A ou oferta secundária”, explica Farache. O portfólio atual da Cedar Tree é composto de mais de 20 empresas que serão indiretamente investidas por meio dos Certificados de Recebíveis. Entre os investidores dessas empresas estão os globais renomados: Andreessen Horowitz, BlackRock, Softbank, Lightspeed, Point72 Ventures, Sequoia, Tiger Global, Valor e 8VC.   Segundo Farache, a parceria com a gestora coloca a Hurst Capital na vanguarda do mercado secundário de stock options. “Esta é uma forma inovadora e diferenciada de se expor ao mercado de tecnologia dos Estados Unidos. O setor é impulsionado pela crescente valorização de empresas privadas que frequentemente alcançam ou superam o status de "unicórnio". No ambiente competitivo das startups norte-americanas, a possibilidade de obter uma participação indireta em empresas promissoras é restrita, com poucas oportunidades para investidores não institucionais”, avalia. Farache acrescenta que a Hurst Capital segue em sua missão de buscar produtos alternativos de alto valor agregado e diversificação, com o compromisso de liderar e oferecer oportunidades exclusivas a seus investidores. “O papel da Hurst é ser pioneira no acesso a investimentos internacionais. Agora damos especial atenção ao promissor mercado secundário de stock options e às maiores empresas de tecnologia do mundo”, ressalta.

  • Plataformas para aquisição de vales pesentes

    Os vales-presentes são ótimas opções para quem deseja presentear ou bonificar alguém e não sabe o que dar, ou ainda, prefere deixar o presenteado mais "livre" na escolha. Seja um amigo, parente ou até colaborador, os gift cards acabam ganhando cada vez mais adeptos, e melhor, podem ser adquiridos em plataformas online, conforme mostraremos a seguir. De acordo com a Global Gift Card Survey, a indústria de cartões e vales presente deve movimentar mais de US$ 688 milhões até 2026. Vale-presentes: estratégias dos negócios desde 1930! Podemos entender os vale-presentes como cartões pré-pagos que possuem uma determinada quantia de crédito que pode ser usada para adquirir produtos ou serviços de um determinado estabelecimento, ou até, em casos mais recentes, de diferentes lugares. Hoje existem tanto os vales físicos, como também, os vales digitais. No Brasil eles são regulados pelo Código de Defesa do Consumidor. Não existe um registro oficial da criação dos primeiros vale-presentes, porém, acredita-se que eles começaram a vingar em 1930, quando lojas de departamento dos EUA passaram a emitir vales para seus clientes que faziam parte dos clubes de fidelidade. Porém, o grande 'boom' dos vales aconteceu na década de 1970, quando o McDonald's começou a oferecer vales-presente de Natal. Estes acabaram dando muito certo e tornarem-se algo recorrente, chamado "McDonald's Arch Cards, muito famosos até hoje. Outros dois casos de muito sucesso que ajudou a alavancar essa estratégia de vales foram o da Blockbuster e o da Starbucks. A primeira foi considerada rede pioneira em comercializar vales de maneira mais adequada. Começaram com testes em 1994 e, um ano depois, passaram a disponibilizar para todos os clientes, inclusive no formato digital. Já a Blockbuster, no início dos anos 2000, criou os primeiros vales recarregáveis do mundo, estratégia que acabou resultando num dos programas de fidelidade mais famosos do mundo: o Starbucks Rewards. De acordo com levantamento da Todo InComm, 78,6% dos consumidores compram vale-presente para presentear alguém, sendo amigos (52,4%), colegas de trabalho (40,5%). Hoje, o ambiente virtual é o preferido para fazer a compra do vale, representando 69% dos entrevistados. Plataformas para aquisição Confira abaixo alguns marketplaces para aquisição de cartões e vales presente. Vale Presente A Vale Presente surgiu em 2012 com a proposta de ser uma nova forma de presentear, sendo a primeira empresa não financeira a emitir cartões com a bandeira Mastercard! Com a Vale Presente é possível presentear pessoas em qualquer lugar do mundo com um cartão personalizado e aceito em qualquer estabelecimento credenciado a bandeira Mastercard, o que dá segurança para quem compra e liberdade de escolha para quem recebe. Empresas também podem utilizar a Vale Presente para campanhas de marketing, fidelidade, incentivos e reconhecimentos. De acordo com dados da empresa, já são mais de R$ 500 milhões distribuídos em Vales Presentes, mais de 2 milhões de cartões emitidos, mais de 700 mil pessoas já receberam pelo menos Vale Presente e mais de 5 mil empresas clientes. Todo - InComm A Todo InComm Payments Company é uma empresa brasileira especialista em montar e operar o cartão presente de grandes varejistas do Brasil, fornecendo a plataforma tecnológica e a distribuição comercial dos cartões para que empresas possam vender e resgatar cartões presente em suas lojas físicas e on-line. A Todo conta hoje com um portfolio de mais de 60 varejistas espalhados por todo o Brasil, como: Hering, Rappi, Havainas, Arezzo, Kopenhagen, Riachuelo, Outback, Centauro, Nike, Coco Bambu, Baccio di Latte e outros. A empresa conta com mais de R$ 580 milhões em presentes transacionados, 10 mil lojas rodando com a tecnologia integrada e 3,9 milhões de clientes presenteados. Smash O Smash Card é um cartão presente digital multimarcas criado pela Smash, projetado para presentear e incentivar colaboradores. Diferente dos cartões físicos tradicionais, o Smash Card é totalmente digital, acessível diretamente pelo smartphone. Ele pode ser utilizado para oferecer recompensas personalizadas, promoções exclusivas e outras vantagens que ajudam a aumentar a motivação e a satisfação dos funcionários. O Smash Card elimina a necessidade de cartões físicos, oferecendo uma solução prática e sustentável. Ele pode ser acessado pelo aplicativo Smash Gifts, onde os colaboradores podem gerenciar suas recompensas e benefícios de maneira fácil e eficiente. Além disso, o Smash Card permite que os colaboradores escolham entre mais de 30 marcas parceiras, garantindo que eles encontrem produtos e serviços que realmente desejam. Os portadores do Smash Card têm acesso a uma ampla variedade de opções, com mais de 30 marcas parceiras. Isso permite que os colaboradores escolham produtos e serviços que realmente desejam, tornando as recompensas ainda mais atrativas e personalizadas. Giffty Atuando no mercado desde 2008, a Giftty é uma empresa do grupo Direct Shopping especializada no incentivo de servidores por meio de premiações com vales presente. A Giffty tem mais de 5 milhões de premiados e 200 marcas para escolher. Você tem total liberdade para escolher o valor do seu gift card, de R$15,00 à R$ 20.000,00. Os cartões presente servem como premiações e incentivos para colaboradores, clientes e consumidores finais. Club Pontos Trata-se de uma plataforma intuitiva de fácil resgate, com mais de 1 milhão de opções de produtos e serviços integrados para a campanha da sua empresa. A plataforma conta com cartão pré-pago e vales-presentes com o saldo de pontos para gastar em outras lojas.

  • Juvo: Empréstimo com garantia de celular

    No mercado financeiro, novas soluções surgem para tornar o crédito mais acessível e prático. Uma dessas inovações é o empréstimo com garantia de celular  oferecido pela Juvo , que permite que clientes consigam crédito de forma simples e sem burocracia, utilizando seu smartphone como garantia. O Que é a Juvo? A Juvo  é uma fintech criada em 2014 que democratiza o acesso ao crédito por meio de uma solução inovadora: a utilização do celular do solicitante como garantia do empréstimo. Com um processo totalmente digital, a empresa elimina a necessidade de avalistas ou documentação excessiva, tornando o crédito mais rápido e acessível. Como Funciona o Empréstimo com Garantia de Celular? O funcionamento é simples e direto: 1 - Acesse o site da Juvo 2 - No simulador, escolha o valor do empréstimo e o número de parcelas  3 - Preencha os dados pessoais (nome, CPF, data de nascimento, etc.) 4 - Espere o resultado da análise de crédito  5 - Caso seja pré-aprovado, crie uma senha de acesso à área do cliente confirmando o código recebido por SMS ou e-mail 6 - Confirme a melhor data de pagamento e o valor do empréstimo que deseja 7 - Preencha os dados complementares (endereço, dados da conta bancária, etc.) 8 - Anexo um foto do seu documento de identidade (RG ou carteira de motorista) 9 - Tire uma foto (selfie) 10- Um funcionário da Juvo entrará em contato com você por WhatsApp para dar instruções sobre o aplicativo a ser instalado no seu celular 11- Quando a instalação do aplicativo for realizada com sucesso, você receberá o contrato por e-mail. 12 - Leia com atenção e assine de forma digital São aceitos como garantia aparelhos celulares Android não muito antigos (sistema operacional Android 10 ou superior) e iPhones. O crédito oferecido vai de R$ 700 e R$ 4.500 e pode ser pago de 9 a 12 vezes. O pagamento das parcelas é feito via boleto bancário ou pix. Benefícios do Empréstimo com Garantia de Celular Aprovação Rápida : O processo é 100% digital, reduzindo burocracia e agilizando o acesso ao crédito. Assinando seu contrato de empréstimo hoje, o dinheiro entrará na sua conta a partir das 15h (três horas da tarde) de amanhã (ou do próximo dia útil caso amanhã seja sábado, domingo ou feriado bancário). Sem Necessidade de Comprovantes Complexos : Diferente de bancos tradicionais, a Juvo não exige um histórico de crédito extenso. Taxas Mais Baixas : Como o celular funciona como garantia, as taxas de juros podem ser menores que as de um empréstimo pessoal convencional. As taxas de juros são a partir de 8% ao mês, dependendo do risco de crédito associado com o seu perfil. A taxa média é de 11,99% ao mês. Além dos juros, há uma cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e uma tarifa de cadastro de no máximo R$699,00. Acessibilidade : Ideal para pessoas que precisam de crédito e têm dificuldade em conseguir aprovação em bancos tradicionais. Quem Pode Solicitar? O serviço da Juvo é voltado para: Qualquer pessoa que tenha mais de 18 anos, um CPF válido, uma conta bancária (corrente ou poupança - pessoa física) em seu nome, um e-mail ativo e um celular para oferecer como garantia. Não é necessário comprovar renda. Pessoas que não possuem bens tradicionais para oferecer como garantia (imóveis ou veículos). Trabalhadores autônomos que precisam de capital de giro. Qualquer pessoa que precisa de um crédito rápido sem a burocracia dos bancos. O Que Acontece se a Pessoa Não Pagar? Caso o cliente deixe de pagar as parcelas do empréstimo, a Juvo pode bloquear temporariamente o celular até que a dívida seja regularizada. Essa medida garante segurança para a fintech e incentiva a adimplência sem a necessidade de processos judiciais complexos. Vale a Pena Optar Pelo Empréstimo da Juvo? Se você precisa de um empréstimo rápido, com menos burocracia e juros mais acessíveis, a solução da Juvo pode ser uma excelente alternativa. No entanto, como qualquer crédito, é importante avaliar sua capacidade de pagamento antes de contratar. A Juvo é uma correspondente bancária da Brasil Money Plus, que é uma instituição financeira regulamentada pelo Banco Central do Brasil. O empréstimo com garantia de celular  é uma inovação no mercado financeiro, proporcionando mais acessibilidade e condições justas para quem precisa de crédito. A Juvo vem se destacando como uma das principais fintechs nessa modalidade, oferecendo uma alternativa moderna e eficiente para quem busca soluções financeiras inteligentes. Para saber mais e simular seu empréstimo, acesse o site oficial .

  • Brasil mantém altas taxas de juros e cresce procura por fintechs como alternativa para o crédito

    O Brasil continua a figurar entre os países com as maiores taxas de juros reais do mundo. Com a Selic em 13,75% ao ano, o custo do crédito para empresas e consumidores segue elevado. Dados do Banco Central mostram que a taxa média de juros para pessoa jurídica ultrapassa 30% ao ano, limitando o acesso de pequenas e médias empresas ao financiamento. O cenário é agravado pela exigência de garantias complexas e processos burocráticos por parte das instituições financeiras tradicionais, que dificultam ainda mais a obtenção de crédito, especialmente para pequenos negócios. A inflação, que fechou o ano de 2024 em 4,83% somada a um momento de incertezas políticas, reduz a confiança de investidores e credores. “Nesse contexto, muitas empresas, especialmente as de middle market, enfrentam dificuldades para obter crédito devido à falta de histórico financeiro ou ativos para oferecer como garantia”, afirma Thiago Eik, CEO da fintech Bankme. Para o empresário, é nesse cenário que as fintechs ganham espaço, oferecendo soluções ágeis e desburocratizadas. A Bankme , fintech de infraestrutura para o crédito, desenvolveu mini bancos, uma solução que permite que empresas ofereçam crédito a clientes e fornecedores em cinco dias. “Você tem um mini banco em suas mãos em apenas 05 dias, com toda a tecnologia e segurança necessárias. Essa inovação permite que as empresas ofereçam crédito de maneira ágil e eficiente, transformando suas operações financeiras”, afirma Thiago Eik, CEO da Bankme. De acordo com a Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), o setor cresceu mais de 30% ao ano nos últimos cinco anos, impulsionado pela demanda por alternativas ao sistema tradicional. O modelo do Mini Banco permite que empresas utilizem capital próprio e de investidores para oferecer crédito, reduzindo a dependência de bancos tradicionais. Atualmente, a Bankme já opera com mais de 140 mini bancos espalhados por 22 estados brasileiros. A solução é especialmente atraente para setores como saúde, educação, varejo e agronegócio, que enfrentam dificuldades para acessar crédito tradicional. “O conceito do Mini Banco é uma evolução das tradicionais securitizadoras, permitindo que empresas desenvolvam suas próprias estruturas financeiras para oferecer crédito. No caso da Bankme, toda a operação, desde a estruturação até o fechamento contábil, fica a cargo da fintech. Isso permite que as empresas reduzam custos, antecipem recebíveis e otimizem seu fluxo de caixa, mesmo em cenários econômicos desafiadores”, explica Eik. Além de fortalecer relacionamentos com clientes e fornecedores, a oferta de crédito cria novas fontes de receita para as empresas. “Isso é especialmente relevante em cenários de crise, onde o crédito tradicional se torna escasso. A Bankme ajuda a democratizar o acesso ao crédito, reduzindo a concentração do mercado financeiro brasileiro, dominado por poucos grandes bancos”, destaca o CEO. No entanto, a falta de educação financeira ainda é um obstáculo para muitas empresas, especialmente pequenas e médias. “Muitas não possuem conhecimento sobre as opções de crédito disponíveis ou como estruturar operações financeiras. Nesse sentido, iniciativas como o Mini Banco também contribuem para capacitar empresários, oferecendo ferramentas tecnológicas simples e eficientes para gerenciar suas finanças”, finaliza Eik.

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