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- Como a Alta da Selic Afeta Suas Finanças?
A taxa Selic é um dos principais indicadores da economia brasileira, influenciando diretamente o mercado financeiro e a vida dos consumidores. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) decide elevar essa taxa, os reflexos são sentidos em diversos aspectos do dia a dia. Mas como exatamente essa alta impacta suas finanças? O Que é a Selic e Por Que Ela Sobe? A Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela serve como referência para outras taxas de juros praticadas no mercado, como financiamentos, empréstimos e investimentos. O Banco Central a utiliza como um instrumento de controle da inflação: quando os preços estão subindo rapidamente, a Selic é elevada para desestimular o consumo e frear a alta dos preços. Impactos no Crédito e Endividamento Com a alta da Selic, os bancos e demais instituições financeiras ajustam suas taxas de juros para cima, tornando o crédito mais caro. Isso significa que: Financiamentos imobiliários e veiculares se tornam mais onerosos; Cartão de crédito e cheque especial aumentam suas taxas; Empréstimos pessoais e empresariais encarecem. Para quem tem dívidas, isso representa um desafio, pois os juros mais altos podem dificultar a renegociação e aumentar o valor total devido. O ideal é buscar alternativas de pagamento antecipado ou refinanciamento antes que as taxas subam ainda mais. Impactos nos Investimentos Se por um lado a alta da Selic torna o crédito mais caro, por outro, beneficia quem investe em renda fixa. Isso acontece porque: Títulos públicos do Tesouro Direto (principalmente Tesouro Selic) se tornam mais rentáveis; CDBs, LCIs e LCAs passam a oferecer retornos mais atrativos; Fundos DI e de renda fixa tendem a apresentar melhor desempenho. Por outro lado, investimentos em renda variável, como a bolsa de valores, podem sofrer impactos negativos, pois o custo do dinheiro mais alto reduz o apetite dos investidores e pode desacelerar o crescimento de empresas listadas na B3. E o Consumo? Com os juros mais altos, muitas pessoas passam a consumir menos, o que pode afetar o crescimento da economia. Parcelamentos se tornam mais onerosos e o acesso ao crédito fica restrito. Como resultado, setores que dependem do consumo, como varejo e serviços, podem sentir uma desaceleração. Como se Proteger? Diante desse cenário, algumas estratégias podem ajudar a minimizar os impactos da alta da Selic em suas finanças: Tenha controle sobre suas finanças, aproveitando um bom aplicativo para isso! Evite contrair novas dívidas , principalmente de longo prazo. Priorize investimentos em renda fixa , aproveitando a alta dos juros. Reduza gastos supérfluos e reorganize seu orçamento. Se tiver dívidas, busque renegociar com condições mais favoráveis antes que as taxas subam ainda mais. Acompanhe a evolução da Selic e ajuste sua estratégia financeira conforme necessário. A alta da Selic afeta tanto o consumo quanto os investimentos, exigindo um planejamento financeiro mais atento. Quem tem dívidas deve buscar alternativas para quitá-las ou renegociá-las, enquanto os investidores podem se beneficiar de taxas mais atrativas na renda fixa. Ficar atento às mudanças da economia é essencial para tomar decisões financeiras mais seguras e eficazes.
- Como as campanhas de performance mobile impulsionam os apps das fintechs
No universo das fintechs, onde a competição é acirrada e a aquisição de usuários qualificados é essencial, campanhas de performance mobile surgem como uma estratégia fundamental. Diferente das campanhas de branding, que focam no reconhecimento de marca, as campanhas de performance têm um objetivo claro: gerar conversões, como downloads, cadastros e transações dentro do aplicativo. Mas como é possível impulsionar esses apps sem comprometer os custos? A resposta está na combinação inteligente de dados, segmentação e otimização contínua. O que são campanhas de performance mobile? Campanhas de performance mobile são ações publicitárias direcionadas para dispositivos móveis com métricas de desempenho bem definidas. Em vez de apenas ampliar a visibilidade da marca, elas focam em resultados concretos, como instalações de apps, engajamento de usuários e retenção. Diferentes canais podem ser explorados, como redes sociais, anúncios em mecanismos de busca, redes de display e campanhas programáticas. Estratégias para maximizar performance sem elevar custos Para que as fintechs consigam atrair e reter usuários sem ultrapassar o orçamento, algumas estratégias se destacam: 1. Segmentação precisa do público A segmentação bem-feita evita desperdícios de orçamento ao exibir os anúncios apenas para os usuários com maior probabilidade de conversão. Isso pode ser feito com base em: Dados demográficos (idade, localização, gênero) Comportamento digital (uso de aplicativos financeiros, pesquisas relacionadas) Interesses e necessidades (usuários em busca de crédito, investimentos, contas digitais, etc.) 2. Otimização baseada em dados e IA O uso de inteligência artificial e machine learning permite que as campanhas sejam ajustadas em tempo real, garantindo que os anúncios sejam exibidos para os usuários certos no momento ideal. Ferramentas como Google Ads e Meta Ads utilizam algoritmos para otimizar lances e direcionar campanhas para públicos mais engajados. 3. Uso de campanhas baseadas em CPA e ROAS Ao invés de pagar por impressões (CPM) ou cliques (CPC), fintechs podem optar por modelos de custo por aquisição (CPA) e retorno sobre o investimento em anúncios (ROAS). Assim, os gastos são alinhados com os resultados concretos, garantindo um melhor controle de orçamento. 4. Aprimoramento da jornada do usuário Uma campanha eficiente não termina no clique. Após o download do app, é essencial garantir que o usuário tenha uma experiência fluida e intuitiva. Estratégias como onboarding otimizado, notificações personalizadas e incentivos para primeiras transações ajudam a melhorar a retenção e aumentar o LTV (Lifetime Value) do cliente. 5. Testes A/B contínuos Testes A/B são fundamentais para descobrir quais elementos dos anúncios geram melhores resultados. Isso pode envolver variações no texto, imagens, CTA (call to action) e até mesmo no público-alvo. Pequenos ajustes podem significar uma grande diferença na taxa de conversão sem necessidade de aumentar o investimento. Canais mais eficazes para campanhas de performance mobile As fintechs podem aproveitar diversos canais para potencializar suas campanhas. Alguns dos mais eficazes incluem: Redes sociais : Plataformas como Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn permitem segmentações avançadas e oferecem formatos interativos de anúncios. Google Ads e Apple Search Ads : Campanhas de busca ajudam a alcançar usuários que já demonstram intenção ao pesquisar serviços financeiros. Mídia programática : Permite a compra automatizada de anúncios com alta personalização e precisão na entrega. Parcerias com influenciadores e afiliados : Estratégias que envolvem parcerias podem trazer credibilidade e atrair usuários de forma mais orgânica. Para fintechs que desejam expandir a base de usuários de seus apps sem comprometer o orçamento, campanhas de performance mobile são a melhor alternativa. Com estratégias bem definidas de segmentação, otimização contínua e um olhar atento às métricas, é possível alcançar um público qualificado, aumentar a retenção e maximizar o retorno sobre o investimento. O segredo está na análise de dados e na capacidade de adaptação, garantindo que cada real investido gere o melhor resultado possível. Ficou interessado? A Neoleads é especializada em geração de leads mobile e aquisição de usuários mobile, oferecendo soluções de mídia online personalizadas para ajudar nossos clientes a alcançar seus objetivos de marketing mobile. Utilizamos técnicas avançadas de segmentação e otimização para direcionar o tráfego certo para aplicativos, aumentando a eficiência e eficácia da campanha. Além disso, também fornecemos análises e relatórios detalhados para ajudar nossos clientes a entender e melhorar o desempenho de suas campanhas mobile.
- 8 temas que irão moldar o mercado cripto em 2025
A Binance Research acaba de divulgar relatório anual e elenca os temas que devem definir o futuro do mercado de cripto em 2025, baseados no desempenho notável do setor em 2024 e nas tendências emergentes. Esses insights estratégicos oferecem uma visão privilegiada sobre as próximas inovações e direções do mercado. "Em 2025, há oito temas principais que consideramos particularmente empolgantes e que acreditamos que terão um impacto significativo na evolução do mercado cripto. Esses temas abrangem diversas narrativas e setores estratégicos, como o ambiente macroeconômico, o crescente ecossistema de Bitcoin no DeFi, a convergência entre inteligência artificial e blockchain, além do avanço das stablecoins com rendimento. Estamos confiantes de que essas áreas não apenas moldarão o próximo ano, mas também ajudarão a consolidar a posição das criptomoedas como uma força transformadora na economia global", comenta Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para América Latina. O mercado de criptomoedas passou por um ano transformador, registrando um impressionante crescimento de 96,2% em relação ao ano anterior, impulsionado por fortes desempenhos no primeiro e no quarto trimestres. Os principais fatores desse avanço incluíram o lançamento de ETFs de Bitcoin à vista, condições macroeconômicas favoráveis e expectativas regulatórias otimistas após as eleições nos Estados Unidos, o que elevou o sentimento do mercado e atraiu um volume significativo de novos investimentos para o setor. Com base neste desempenho de 2024, para 2025 a Binance Research traz as seguintes previsões: Expansão dos ETFs de cripto: com a expectativa de novos produtos, como ETFs para ativos como XRP e SOL, e o aumento da atenção mainstream, 2025 promete ser um ano decisivo. Em 2024, os ETFs de BTC e ETH atraíram mais de US$ 37 bilhões em aportes, e esse número deve crescer ainda mais com o interesse crescente de investidores institucionais. Novos modelos de valor para tokens: a maior clareza regulatória nos EUA pode inaugurar uma "era de dividendos", com mais projetos distribuindo receitas para os detentores de tokens. Protocolos DeFi e até mesmo projetos de IA estão começando a adotar modelos de compartilhamento de valor, criando um vínculo mais forte entre os tokens e seus usuários. Ascensão do BTCFi: o ecossistema de DeFi para Bitcoin está ganhando força, com um crescimento de 6.400% no TVL em 2024. Novas propostas, como os Bitcoin Covenants, podem desbloquear ainda mais valor desse ativo subutilizado no setor de finanças descentralizadas. Stablecoins com rendimentos atraentes: o mercado de stablecoins deve crescer ainda mais com o advento de versões que oferecem rendimentos passivos. Isso atrai tanto empresas Web2 quanto investidores em busca de retornos consistentes e sem complicações. IA e cripto - Uma convergência promissora: a integração de inteligência artificial no mercado cripto está criando novos casos de uso, desde agentes autônomos até tokens de IA com modelos mais robustos de alinhamento de valor. 2025 será um ano crucial para essa interseção tecnológica. Soluções de camada 2 em foco: o ecossistema de L2 continua amadurecendo, e a abstração dessas cadeias será essencial para simplificar a experiência do usuário. A competição entre provedores de serviços e agregadores promete impulsionar ainda mais a adoção. Tokenização de ativos no radar de instituições tradicionais: grandes players, como BlackRock e Goldman Sachs, estão liderando a tokenização de ativos, trazendo inovação para mercados tradicionais como imóveis, fundos e títulos. Novos lançamentos de tokens por projetos de NFT: projetos como Pudgy Penguins mostram que lançamentos de tokens podem revitalizar mercados de NFT, mas o desafio será sustentar o interesse a longo prazo.
- Pequenas empresas gastam mais de 20 horas semanais com gestão de despesas
As micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) dedicam 21,47 horas semanais à gestão de despesas — o equivalente ao trabalho de mais de 2 dias e meio de um funcionário, tendo como base uma jornada de trabalho de 8 horas diárias. Esses dados estão inseridos no "Panorama da Gestão de Despesas Corporativas no Brasil - edição 2025" , pesquisa inédita realizada pela Conta Simples , principal plataforma de gestão de despesas corporativas do Brasil, e a Visa , líder global em tecnologia de pagamentos. O estudo oferece um olhar detalhado do estado atual sobre como as empresas gerem suas finanças e os obstáculos enfrentados por elas. Em 46% dessas empresas, a tarefa recai sobre os donos ou sócios, limitando o tempo disponível para atividades estratégicas. Nas microempresas, esse número sobe para 59%. Para o CEO e cofundador da Conta Simples, Rodrigo Tognini, esse número é ainda muito expressivo e evidencia o quanto as MPMEs brasileiras estão gerindo seu financeiro de forma tradicional e arcaica, principalmente porque em grande parte das empresas são os donos ou sócios que se dedicam a essa atividade, tempo que poderia ser destinado para outras funções mais estratégicas. “Com o estudo, ficou evidente que, com a falta de organização, controle e condução adequadas da gestão de finanças, cria-se uma barreira e um gargalo para o crescimento e desenvolvimento das MPMEs. Isso tudo porque a forma como ela é feita ainda se parece com décadas atrás, sem as ferramentas certas, e soluções que alavanquem essas jornadas. Entendemos que com uma administração mais estruturada e otimizada, as empresas podem deixar que sua liderança fique livre para focar no que realmente importa: o crescimento do negócio", avalia Tognini. A diretora da Visa, Juliana Amoroso, reforça que hoje um dos bens mais preciosos das empresas é a gestão do tempo e essa é uma grande dor dos empreendedores das pequenas, médias e microempresas, que acabam acumulando funções e horas de trabalho. “Ao adotarem soluções inovadoras, esses empreendedores conseguem automatizar processos repetitivos, reduzir erros humanos e liberar tempo valioso que pode ser direcionado às atividades estratégicas essenciais para o desenvolvimento da companhia", conta. Gestão de finanças na ponta do lápis – literalmente Uma gestão ágil e eficiente é aquela que promove mais controle, segurança e permite decisões mais assertivas na alocação de recursos, algo impossível para 39% das MPMEs, que ainda utilizam recursos manuais, como cadernos, para gerir suas despesas - aproximadamente 7,5 milhões das 21,8 milhões de empresas ativas. As microempresas (45%) são as que mais se valem de soluções inadequadas, seguidas pelas pequenas com 36% e as médias empresas com 28%. Esse método antiquado gera mais dores de cabeça do que soluções, já que consome tempo excessivo e aumenta a probabilidade de erro, o que compromete a eficiência operacional. Ainda de acordo com o levantamento, as planilhas são o recurso mais utilizado pelas empresas brasileiras para a gestão das despesas (65%), com destaque também para utilização de aplicativos e extratos dos bancos (52%). Os principais motivos para a resistência à adoção de soluções especializadas são o hábito (45%), a percepção de custo alto (44%) e não acharem necessário (38%). Entre as empresas no Norte e Nordeste o número de entrevistados que apontaram “achar mais fácil fazer a gestão da forma que estão acostumados” foi maior, 70% e 67% respectivamente. Já as empresas que afirmaram não acharem uma plataforma necessária foi maior no Sul, com 55%. Quando questionadas sobre os fatores que poderiam incentivar a implementação de plataformas de gestão, as respostas apontaram para o custo-benefício (49%), seguido por linguagem simples (39%) e suporte acessível (36%). “A tecnologia não é mais um luxo, é uma necessidade. Gerir despesas de forma eficiente é viabilizar o sucesso de qualquer estratégia. Os softwares de gestão financeira permitem categorizar automaticamente os gastos corporativos, analisar dados em tempo real, controlar o orçamento com precisão e gerar relatórios personalizados. Esses benefícios possibilitam não apenas agilizar os processos, mas também reduzir significativamente o risco de erros e trazer insights para uma tomada de decisão mais estratégica e ágil”, esclarece Taeli Klaumann, CFO da Conta Simples. Finanças pessoais e corporativas em um mesmo cartão impactam na gestão do negócios Outro costume que pode representar um fator limitante na eficiência das operações diárias é a utilização do cartão de crédito Pessoa Física para despesas do negócio. O levantamento aponta que 16% das MPMEs brasileiras (cerca de 3,5 milhões de empresas) ainda têm esse costume, uma prática que não apenas compromete a organização financeira, mas também prejudica a credibilidade da empresa junto a fornecedores e instituições financeiras, dificultando o acesso a crédito corporativo. As empresas que optam por cartões de crédito empresariais relataram benefícios como a eliminação de processos burocráticos, registro de notas fiscais, solicitações de reembolso e prestação de contas. A preferência pelo uso de cartões de crédito nas empresas é justificada por atributos como parcelamento e prazos de pagamento (52%), organização financeira (22%) e praticidade (16%). A diretora da Visa do Brasil comenta que os números refletem a importância de investir em uma gestão financeira mais profissional. “É fundamental que as empresas separem as finanças pessoais das corporativas para evitar complicações e garantir maior controle e transparência na gestão financeira. Com a adoção dos cartões empresariais, os empreendedores e colaboradores podem usufruir de benefícios como a simplificação de processos, a eficiência nas operações e a ampliação do controle financeiro. Isso transforma os fluxos de pagamento B2B, melhorando a eficiência e proporcionando uma experiência de pagamento mais fluida e segura para as MPMEs em todo o Brasil”. Ainda assim, o estudo aponta que há espaço para maior penetração de cartões empresariais no mercado, dado que 5 em cada 10 empresas que possuem cartões de crédito têm apenas 1 ou 2 unidades disponíveis para a equipe, o que pode ser um fator limitante na eficiência das operações diárias. O custo da desinformação Todos esses dados trazem um número ainda mais alarmante: 100% das empresas entrevistadas não compreendem integralmente o significado de “gestão de despesas”. Enquanto setores como vendas e marketing têm plataformas para automação e análise, o setor financeiro muitas vezes fica dependente de soluções genéricas que não atendem às suas necessidades específicas. O resultado é uma gestão financeira que está anos-luz atrás das outras áreas da empresa. O CEO da Conta Simples esclarece a dúvida: “Gestão de despesas é o processo de planejar, monitorar e controlar os gastos de, no caso, uma empresa para garantir que os recursos financeiros sejam usados de maneira eficiente e alinhada aos objetivos estabelecidos. É um movimento que envolve a identificação das despesas, categorização, análise de padrões de consumo, criação de orçamentos e implementação de ferramentas ou estratégias para otimizar os gastos e evitar desperdícios”, resume. Confira o estudo completo de Conta Simples e Visa aqui .
- Next abre inscrições para o Batch #6: Aceleração para startups de tecnologia financeira
O Next, maior programa de aceleração de startups do setor financeiro no Brasil, está com inscrições abertas para o Batch #6 . Voltado para startups de base tecnológica com alto potencial de mercado, o programa foca nas fases de operação e tração, oferecendo uma oportunidade única para empresas que desejam alcançar um crescimento exponencial Até aqui, com 5 batches já realizados, o Next conta com +2.000 startups identificadas, +400 inscrições, 58 startups finalistas, +50 mentores especialistas, +367 horas de mentoria e +650 conexões feitas. Já foram aceleradas as startups: Moeda, AmFi, KILL B, Credix, Plific, Plano, nftfy, easy2tech, Tokenverse, LoopiPay, nTokens, Gyra+, COnduit, WEDEV, Hamsa, Easyhash, Consensus, Akropoli, Doiim, Pluggy, Bitshopp, Pods, Liber, Lumx, Weclever, Vaas, EnablersDAO, Cryptum, Fluid, PhDRisk, Postmetria, Trocados, DeLend, Akropoli, T-Shield, Lovecrypto, Trexx, CreditOn, Fintask, Palenca, Murabei, KoleK, Investyclub, Mullet, InvestPlay, BDM, BillApp, Birdie, C9 Tech, Crédito Express, DataSpoc, GuENO, Motiv8, Real Price, Sonica, Tokenbase e Zayon. Este batch conta com os mantenedores Banco do Brasil, Ripple, Banco do Nordeste, Núclea, Sicredi e Mercado Bitcoin. Além disso, o programa conta também com diversos parceiros, incluindo a Fincatch! Temas e Desafios do Batch #6 Nesta edição, o Next busca soluções inovadoras nos seguintes temas: Inteligência Artificial : Análise Documental e Gestão de Contratos Business Intelligence Experiência Financeira : Tokenização esportiva e benefícios Blockchain e Tokenização : Casos de uso com movimentação de valores por blockchain. Finanças Sustentáveis : Soluções para engajar associados e alavancar o portfólio de produtos para resiliência climática. As startups selecionadas terão 3 meses de aceleração intensiva, projetada para impulsionar sua startup a novos patamares, de onde quer que você esteja. A Semana 1 será em São Paulo, com o Pitch Day e o Onboarding. A semana 2 será remota, com Diagnóstico e Plano de Trabalho. As semanas 3 a 15, também remotas, terão mentorias, webinars, projeto piloto com corporação e o acompanhamento individualizado. E a semana 15, em São Paulo, terá o Demo Day e o Report Next. No pós-programa, as startups integram o Next Alumni. Benefícios de Participar do Next As startups selecionadas para o Batch #6 terão acesso a: Parcerias estratégicas com grandes corporações, possibilitando negócios futuros. Diagnóstico e apoio customizado em áreas de desenvolvimento do negócio. Acesso a profissionais de mercado e experts em regulação. Desenvolvimento de Prova de Conceito (PoC) junto aos mantenedores do programa. Acesso a novos mercados e rede de investidores. Networking com outras startups e empresas parceiras. Encontros e workshops sobre temas relevantes e atuais. Conexão com o ecossistema LIFT-Fenasbac Expertise regulatória Além disso, as startups terão a oportunidade de desenvolver um projeto piloto com os mantenedores do programa, que incluem Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Mercado Bitcoin, Núclea, Ripple e Sicredi. Depoimentos de Startups Aceleradas Diversas startups já passaram pelo programa e alcançaram novos patamares em seus negócios. Lício de Castro Carvalho, CEO da DeLend, destaca: "Desde o começo, foi uma experiência muito rica para nós, porque a gente tem a visão de tecnologia e do mercado financeiro, mas não temos uma visão tão detalhada sobre a regulação quanto o Mercado Bitcoin tem, e que é muito dinâmica. Então é muito legal ter esse espaço para ter contato com pessoas com experiência nos ajudando na execução da nossa missão." Cronograma do Batch #6 Fim das inscrições : 9 de fevereiro. Pitch Day (Presencial) : 31 de março. Início da aceleração : 1º de abril. Next Day : 3 e 4 de setembro. Não perca a oportunidade de levar sua startup ao próximo nível com o Next. Para mais informações, visite o site oficial do programa. E as inscrições podem ser feitas neste link.
- Venture Capital procura fintechs para investir até R$ 7 milhões
Até R$ 7 milhões em investimentos estão disponíveis para fintechs em estágio inicial que já validaram seus produtos no mercado, por meio da nova triagem aberta pela Start Growth . A Venture Capital , que combina expertise, capital e experiência para impulsionar empreendedores visionários, oferece aportes que podem chegar a R$ 3 milhões por startup , em parcerias estratégicas com coinvestidores. De agosto de 2024 até janeiro de 2025, a empresa disponibilizou R$ 40 milhões, em várias fases. As inscrições estão abertas até 7 de fevereiro no site oficial da empresa. De acordo com Marilucia Silva Pertile , mentora de startups e cofundadora da Start Growth , o objetivo é encontrar empresas com modelos SaaS, B2B e B2C que apresentem potencial de tração e expansão. “Nosso objetivo é identificar startups que resolvem dores reais no mercado financeiro brasileiro, promovendo eficiência e inovação em setores com grandes lacunas”, explica. O processo seletivo será composto por três etapas: inscrição oficial com preenchimento de formulário no site da Start Growth; apresentação das startups selecionadas; e análise detalhada do plano de negócios. Segundo Marilucia, é imprescindível que as fintechs apresentem uma equipe totalmente comprometida e que demonstre soluções para problemas relevantes no mercado financeiro. Além disso, serão priorizadas startups com potencial de impacto em mercados que movimentam mais de R$ 1 bilhão no Brasil. “Um ponto importante é que nossa busca é por empreendedores fora de série, que não apenas entendam o mercado, mas também sejam capazes de inovar com agilidade e assertividade, características que o mercado precisa cada vez mais”, avalia a cofundadora da Start Growth. A aceleradora também apoia startups em estágio inicial e com produto validado, HR techs e agora fintechs. Benefícios do programa vão além de aporte financeiro Além do aporte financeiro, as startups selecionadas recebem apoio operacional “mão na massa” para acelerar suas máquinas de vendas e aprimorar seus modelos de negócio. A Start Growth visa potencializar os resultados das fintechs selecionadas, contribuindo para sua expansão e consolidação no mercado. “Nosso papel é impulsionar e ajudar a acelerar a máquina de vendas, apoiando os empreendedores da startup a atingirem seu próximo nível”, finaliza Marilucia. Para mais informações sobre os requisitos e o processo seletivo, visite www.startgrowth.com.br
- Fintech multinacional chega ao Brasil para revolucionar mesas proprietárias com tecnologia
A Swiset, empresa de tecnologia especializada no mercado financeiro, anuncia entrada no Brasil com uma solução inovadora destinada a mesas proprietárias . Com mais de 100 mil contas ativas e um portfólio de 50 clientes em países como Inglaterra, Estados Unidos e Portugal, a organização busca transformar as operações de trading no cenário global.A empresa combina automação e inteligência artificial para otimizar processos e fornecer maior controle nas operações de trading - ou negociações, em tradução livre. A solução oferece ferramentas que permitem análises de dados em tempo real, facilitando decisões mais precisas e informadas. De acordo com dados da B3, até março de 2024, dos 6 milhões de investidores registrados, cerca de 1 milhão realizava day trade - negociação para obtenção de lucro de acordo com as oscilações do preço dos ativos financeiros -, sendo aproximadamente 700 mil em ações e 300 mil em minicontratos. Embora ainda não haja estatísticas específicas sobre a participação das mesas proprietárias, a tendência é de forte expansão e a Swiset se apresenta como uma parceira essencial nesse contexto. "Acreditamos que o mercado brasileiro tem um grande potencial para o desenvolvimento de mesas proprietárias, e nossa solução foi desenhada para fornecer as ferramentas necessárias para essa transformação digital. Nossa proposta vai além da automação de processos; queremos proporcionar uma infraestrutura sólida para que as empresas possam tomar decisões mais informadas e gerir riscos de forma mais eficiente", destaca Andrés Jimenez, cofundador da Swiset . A chegada ao Brasil também está alinhada com a crescente demanda por soluções que proporcionem uma gestão mais inteligente e ágil das operações financeiras. Com a integração de IA para análises preditivas, a tecnologia permite que as mesas proprietárias identifiquem oportunidades de trading com maior precisão e minimizem riscos associados às transações. Um levantamento da Topaz afirmou que mais da metade dos líderes do setor financeiro planeja usar inteligência artificial contra fraudes (52%). Além disso, a Swiset enfatiza a conformidade, oferecendo ferramentas que auxiliam as mesas proprietárias a atender aos requisitos locais e internacionais, aspecto especialmente relevante no dinâmico ambiente regulatório.Com uma rede global de clientes que inclui corretoras, academias de trading e mesas proprietárias, a empresa visa fortalecer essa presença no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento de um ecossistema financeiro ainda mais robusto. Com quase 40% da população investindo em produtos financeiros, de acordo com a 7ª edição do Raio X do Investidor (2023), o terreno se apresenta fértil para a adoção de soluções que otimizam a gestão de operações e melhoram a eficiência das mesas proprietárias. "Nosso objetivo é apoiar o crescimento das mesas proprietárias brasileiras, proporcionando a elas as ferramentas necessárias para operar de forma mais eficiente e segura. Estamos comprometidos em oferecer suporte contínuo, garantindo que nossos clientes possam explorar ao máximo o potencial de nossa tecnologia", conclui Jimenez.
- Transformações nos meios de pagamento em 2025 prometem ampliar inovação e praticidade
De pagamentos por aproximação ao uso de inteligência artificial, o mercado financeiro brasileiro está entrando em uma nova era. Impulsionado por mudanças tecnológicas e no comportamento dos consumidores, 2025 será marcado por inovação, conveniência e segurança. Pagamentos por Aproximação e a Evolução do Pix O Pix continua como um dos métodos favoritos dos brasileiros, e em 2025 ganha uma nova funcionalidade: o Pix por aproximação. Essa inovação elimina a necessidade de chaves ou QR Codes, trazendo ainda mais praticidade para as transações. Além disso, os pagamentos por aproximação, conhecidos como “pagamentos invisíveis”, seguem em crescimento acelerado. Essa modalidade, cada vez mais comum no transporte público, varejo e pequenos negócios, movimentou mais de R$300 bilhões no primeiro trimestre de 2024, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). A tendência é de que esses números cresçam ainda mais. Cartões de Crédito e Débito: Modernidade com Tradição Apesar do avanço das novas tecnologias, os cartões de crédito e débito permanecem essenciais para o mercado. Em 2025, eles continuam sendo uma opção confiável e amplamente aceita, especialmente em áreas onde o acesso a ferramentas mais avançadas é limitado. Com a tokenização, que substitui os números físicos por códigos criptografados, os cartões estão cada vez mais seguros e modernos, atendendo às expectativas dos consumidores em compras online e presenciais. A Inteligência Artificial no Setor de Pagamentos A inteligência artificial (IA) desempenha um papel fundamental no futuro dos pagamentos, ajudando na análise de comportamento, prevenção de fraudes e personalização de serviços. Isso garante operações mais seguras e eficientes, beneficiando tanto consumidores quanto empresas. O Papel da FrogPay no Novo Cenário Nesse mercado em transformação, a FrogPay está se destacando como um parceiro estratégico que atende de forma abrangente as necessidades de comerciantes, consumidores e profissionais autônomos. Para comerciantes, a FrogPay oferece maquininhas de cartão intuitivas e sistemas integrados que aceitam múltiplos métodos de pagamento, incluindo carteiras digitais, Pix e aproximação. Essa flexibilidade acelera o atendimento, melhora a experiência do cliente e reduz filas nos pontos de venda, um diferencial em ambientes de alta demanda, como varejo e restaurantes. Para consumidores, a empresa foca em soluções seguras e simples, como pagamentos sem contato e suporte a compras online, garantindo praticidade em todas as etapas da jornada de compra. Já para profissionais autônomos e pequenos lojistas, a empresa disponibiliza alternativas como maquininhas de custo reduzido e plataformas que permitem gerenciar pagamentos e emitir comprovantes diretamente pelo celular. Isso facilita a operação e amplia o acesso de negócios menores ao mercado digital.
- Blockchain em 2025: como começar o ano investindo em cripto
Além do valor recorde de US$ 100 mil do Bitcoin em dezembro do ano passado, o mercado de blockchain encerrou 2024 com uma capitalização de US$ 3,4 trilhões (R$ 21 trilhões). Em 2025, o mercado de criptomoedas se prepara para um cenário otimista, impulsionado pelas aprovações de ETFs de Bitcoin e Ethereum e pelo discurso favorável às criptomoedas de Donald Trump. O cenário apresenta uma oportunidade promissora para novos investidores que desejam explorar o setor de blockchain, mas que necessitam se atentar para pontos importantes desse mercado dinâmico. O aumento da adoção institucional, a tokenização de ativos do mundo real e a criação de projetos de reserva de Bitcoin em nações como EUA e Brasil tem livrado os investidores tradicionais do receio de explorar o mercado de criptomoedas. Para novos traders, acostumados a lidar com o contexto do mercado financeiro tradicional, a cautela é fundamental para compreender a volatilidade característica do setor de ativos digitais. Uma pesquisa da Consensys revelou que 96% dos brasileiros estão familiarizados com criptomoedas, e 43% deles afirmam ter investido ou já investido nesse tipo de moeda digital. Para começar a investir em criptomoedas é importante seguir alguns passos: 1. Educar-se Antes de investir, é essencial entender os fundamentos da tecnologia blockchain, os diferentes tipos de criptomoedas e os fatores que influenciam as tendências do mercado. É fundamental que o investidor acompanhe os principais portais de notícia do setor e que fique atento aos relatórios mensais de empresas como a Chainalysis. Além disso, exchanges como a Binance divulgam relatórios contínuos sobre o desempenho da exchange no mercado, seus inflows e as principais criptomoedas negociadas na plataforma. A exchange também conta com a Binance Academy , uma plataforma educacional que fornece e cursos sobre blockchain, criptomoedas, segurança digital e negociação, visando ajudar iniciantes e usuários avançados a aprender mais sobre o universo cripto. A Academy abrange uma ampla gama de tópicos, desde conceitos básicos até estratégias mais complexas O espaço conta com artigos, tutoriais, e também vídeos educativos. 2. Escolher uma exchange confiável e com boa segurança É importante que o trader escolha uma exchange de criptomoedas com medidas robustas de segurança e boas avaliações de usuários. A Binance conta com mais de 240 milhões de usuários ao redor do mundo e tem uma grande infraestrutura de suporte ao cliente 24h. A empresa lançou uma página de segurança , onde alerta para possíveis ações fraudulentas comuns, dando dicas de como identificá-los, denunciá-los e também como proceder após sofrer uma tentativa de golpe. Além disso, fique atento a possíveis golpes de plataformas desconhecidas ou com má reputação. Lembre-se também de armazenar com segurança suas chaves privadas e frases de recuperação, pois perdê-las pode resultar em fundos irrecuperáveis. "Na Binance, a proteção dos nossos usuários é nossa principal prioridade. Estamos dedicados a oferecer as ferramentas e o conhecimento necessários para que todos possam explorar o mundo das criptomoedas com confiança e segurança. O Brasil uma das regiões de maior crescimento no mercado de criptomoedas, e queremos assegurar que nossos usuários estejam bem informados e protegidos”, afirma Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para a América Latina. 3. Começar pequeno e diversificar A fase inicial de adaptação pode ser usada de maneira inteligente para explorar o vasto universo de ativos digitais disponíveis para compra. Inicie com um investimento modesto, alocando apenas uma pequena parte do seu portfólio em criptomoedas. Ao começar com valores mais baixos, o investidor consegue minimizar riscos enquanto adquire experiência e compreensão sobre o funcionamento do mercado de criptomoedas. A volatilidade das criptos pode ser imprevisível, e investir aos poucos permite que você se adapte às flutuações sem comprometer grandes quantias do seu capital. Além disso, começar pequeno ajuda a desenvolver um perfil de investidor mais consciente e educado, o que é essencial para tomar decisões mais assertivas no futuro. A diversificação é outra prática fundamental para quem está iniciando. Em vez de investir tudo em uma única criptomoeda, é importante distribuir o investimento entre diferentes ativos, como Bitcoin, Ethereum e outras altcoins. Isso reduz o risco de perdas significativas caso um ativo tenha um desempenho ruim, além de potencializar as chances de obter bons resultados com o crescimento de outros projetos. 4. Estar atento às memecoins Memecoins, como Dogecoin e Shiba Inu, por exemplo, têm ganhado popularidade nos últimos anos, muitas vezes apresentando retornos significativos em curto prazo. No entanto, essas moedas geralmente são altamente especulativas e podem ser extremamente voláteis, sendo impulsionadas mais pelo hype e pelas redes sociais do que por fundamentos sólidos. Antes de investir em memecoins, é importante avaliar cuidadosamente os riscos e entender que elas podem não oferecer a mesma segurança ou potencial de longo prazo que outros projetos mais consolidados. 5. Ficar atento às tendências do mercado As tendências do mercado de criptomoedas devem ser analisadas com cautela, pois há uma grande quantidade de opiniões de falsos especialistas circulando na internet, o que pode gerar desinformação. No entanto, quando essas tendências são baseadas em dados concretos, análises bem fundamentadas e evidências reais, elas se tornam importantes para serem mantidas no radar. Investimentos seguros no mercado de criptomoedas dependem de uma abordagem cuidadosa e informada, que leva em consideração informações verificadas e a evolução do setor. Em 2024, observamos um avanço na adoção institucional do bitcoin, com grandes gestores de ativos como BlackRock e Fidelity começando a oferecer ETFs de bitcoin. Esses instrumentos facilitam o ingresso de investidores institucionais, tornando o acesso ao ativo mais conveniente para fundos de pensão, fundos de hedge e outras instituições que antes não podiam investir diretamente. Em 2025, espera-se que essa tendência se amplifique, com um aumento no fluxo de capital direcionado a esses produtos e uma maior demanda por bitcoin. Uma tendência para 2025 está ligada à tokenização de ativos. Esse processo possibilita a representação digital de ativos tangíveis e intangíveis em um blockchain. Esse processo de digitalização não apenas torna mais fácil o acesso a diversos tipos de investimentos, mas também aumenta a liquidez, permitindo que esses ativos sejam comprados e vendidos de maneira mais rápida e eficiente. Além das criptomoedas mais consolidadas como o Bitcoin, o Ethereum e a Solana; é importante que no próximo ano o trader fique atento ao surgimento de novas altcoins e seus potenciais para retorno de investimento. “2024 foi um ano fundamental para o mercado de blockchain, e em 2025, vemos um aumento crescente no interesse de investidores de varejo e institucionais por esse setor. Estamos comprometidos em apoiar esse movimento, não apenas com a evolução da nossa plataforma, mas também com soluções seguras e eficientes. Nosso foco continua em atender as necessidades dos investidores, tanto novatos quanto experientes, oferecendo ferramentas que proporcionem uma experiência mais personalizada, transparente e de confiança no universo das criptomoedas”, finaliza Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para a América Latina.
- Dia Internacional da Proteção de Dados: como o PIX, o Open Finance e a LGPD estão transformando o ambiente digital no Brasil
No dia 28 de janeiro, celebramos o Dia Internacional da Proteção de Dados, uma data que reforça a importância de garantir a segurança e a privacidade no mundo digital. Esse é um tema que ganha ainda mais relevância com o crescimento do PIX, do Open Finance e do uso de aplicativos financeiros, como PicPay, Nubank e Mercado Pago, que transformam a maneira como nos relacionamos com os serviços digitais. O PIX, por exemplo, já é o meio de pagamento mais difundido entre os brasileiros. O serviço de pagamento instantâneo, criado pelo Banco Central (BC), é usado por 76,4% da população. Em seguida, vêm o cartão de débito (69,1%) e o dinheiro (68,9%). Os dados estão na pesquisa “O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro”, publicada pelo BC. O Open Finance, por sua vez, atingiu 37 milhões de consentimentos em outubro de 2024, sendo 99% de pessoas físicas, o que representa um crescimento de 35% em relação aos 27 milhões registrados no mesmo período de 2023, segundo o estudo “Evolução do Open Finance no Brasil”, elaborado pela consultoria internacional BIP. Esses avanços são um reflexo da confiança crescente dos consumidores em compartilhar informações de forma estruturada e segura. Contudo, apesar dos benefícios do compartilhamento de dados, ainda há dúvidas sobre como fazê-lo de maneira segura no mercado financeiro, mantendo o equilíbrio entre inovação e privacidade. “É essencial que tanto empresas quanto consumidores compreendam a importância de proteger dados como nome, endereço, histórico financeiro e hábitos de consumo, garantindo conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, menciona o especialista e CEO da Lina Open X , Alan Mareines. LGPD: 58% das empresas aumentaram seus investimentos em segurança A LGPD foi criada para regulamentar o uso e a proteção de dados pessoais, promovendo privacidade e segurança. No entanto, um levantamento da PwC revelou que 58% das empresas aumentaram seus investimentos em segurança da informação após a implementação da legislação. Isso demonstra que, apesar de o processo de conformidade estar em andamento, há uma conscientização crescente sobre a relevância de proteger os dados pessoais. A adequação das empresas brasileiras com a Lei tem avançado, mas ainda enfrenta desafios significativos. De acordo com um estudo da Logicalis, apenas 36% das organizações no Brasil afirmam estar totalmente aderentes à LGPD, enquanto 43% estão em processo de implementação de medidas para se adequar ao código. Notavelmente, 6% das empresas ainda não iniciaram ações específicas para conformidade. “A adaptação à LGPD traz vários desafios para as empresas, como a necessidade de revisar políticas internas, treinar funcionários e implementar novas tecnologias de proteção de dados. Essas medidas são essenciais para evitar vazamentos de informações e garantir a confiança dos consumidores”, analisa o CEO da Lina Open X, Mareines. Para Mareines, os consumidores têm um papel vital na proteção de seus dados. “É fundamental estarem cientes de seus direitos, como o direito de acesso, correção e exclusão de seus dados, além de adotarem boas práticas ao compartilhar informações pessoais, como verificar a legitimidade das empresas e utilizar canais seguros”, detalha. Como compartilhar dados de forma segura? Para compartilhar informações de forma segura, é essencial adotar práticas recomendadas. Antes de mais nada, certifique-se de que os sites e aplicativos que você utiliza são confiáveis e empregam tecnologias de criptografia. Você pode verificar isso observando se o endereço começa com “https” e se há um ícone de cadeado na barra de navegação. Além disso, leia atentamente as políticas de privacidade para entender como seus dados serão coletados, armazenados e usados. Priorize serviços que sejam transparentes e claros em relação a essas práticas. Ajuste as configurações de privacidade em plataformas e dispositivos para controlar quais informações serão compartilhadas e com quem. Sempre que possível, habilite a autenticação de dois fatores (2FA) para adicionar uma camada extra de proteção às suas contas. Também é importante criar senhas exclusivas e robustas para cada conta e, se necessário, utilizar um gerenciador de senhas para organizá-las de forma segura. Mantenha seus dispositivos e aplicativos atualizados com as versões mais recentes de softwares e correções de segurança. Evite utilizar redes Wi-Fi públicas para transmitir dados pessoais; opte por conexões privadas ou, caso precise, use uma rede virtual privada (VPN) para garantir uma conexão segura. Revise, regularmente, as permissões concedidas a aplicativos no seu dispositivo, autorizando apenas o acesso às informações indispensáveis para seu funcionamento. Cuidado com e-mails, mensagens e links que pareçam suspeitos ou solicitem informações pessoais. Sempre confirme a autenticidade do remetente antes de compartilhar qualquer dado. Faça backups frequentes de arquivos importantes para garantir que possa recuperá-los em caso de perda ou ataque cibernético. Em determinadas situações, considere utilizar soluções como carteiras digitais ou tokens de autenticação para proteger dados sensíveis. Por fim, mantenha-se atualizado sobre práticas modernas de segurança e privacidade, acompanhando novas ameaças e vulnerabilidades. “Ao seguir essas diretrizes, é possível compartilhar informações com mais segurança, protegendo a privacidade e reduzindo, significativamente, os riscos de exposição ou uso indevido de dados pessoais”, ressalta Alan. 10 benefícios de compartilhar seus dados de maneira segura Compartilhar informações pessoais pode oferecer uma série de benefícios tanto para os consumidores quanto para as empresas. Segundo uma pesquisa da Mastercard, enquanto 60% dos executivos acreditam que os consumidores reconhecem vantagens em compartilhar seus dados para obter benefícios, apenas 44% dos usuários realmente enxergam valor nisso. Para as empresas, os dados fornecem insights valiosos sobre tendências de mercado e áreas de melhoria, o que contribui para o desenvolvimento de produtos e serviços mais inovadores. Já os consumidores podem se beneficiar em diversos aspectos ao optar pelo compartilhamento seguro de suas informações, tais como: 1) Serviços personalizados: dados compartilhados permitem que empresas adaptem produtos e serviços às preferências individuais dos consumidores. Um exemplo prático são plataformas de streaming que sugerem conteúdos com base no histórico de visualização do usuário. 2) Descontos e recompensas: muitas empresas oferecem vantagens como cupons, promoções exclusivas ou programas de fidelidade em troca de informações dos clientes, incentivando sua lealdade. 3) Melhoria da experiência do usuário: dados ajudam as empresas a criar interfaces mais intuitivas e funcionalidades que correspondam às expectativas dos usuários, aprimorando a jornada do cliente. 4) Acesso exclusivo: algumas funcionalidades ou vantagens, como acesso antecipado a lançamentos e eventos exclusivos, estão disponíveis apenas para aqueles que optam por compartilhar suas informações. 5) Recomendações mais relevantes: com base nos dados, empresas conseguem sugerir produtos e serviços que realmente atendam às necessidades dos consumidores, economizando tempo e melhorando a experiência. 6) Aperfeiçoamento de produtos e serviços: feedback e dados de uso ajudam as empresas a identificar falhas e áreas de melhoria, resultando em soluções mais eficientes e adaptadas às demandas dos usuários. 7) Segurança aprimorada: bancos e serviços digitais podem usar dados de comportamento para detectar fraudes rapidamente, além de oferecer processos de autenticação mais seguros e práticos. 8) Suporte personalizado: o compartilhamento de dados permite que as empresas ofereçam suporte técnico mais ágil e eficaz, ajustando soluções às necessidades específicas de cada cliente. 9) Avanços em saúde e bem-estar: na área médica, dados compartilhados possibilitam diagnósticos mais precisos, tratamentos personalizados e monitoramento contínuo, melhorando a qualidade de vida dos pacientes. 10) Incentivo à inovação: dados coletados de forma ética contribuem para avanços em tecnologia e inteligência artificial, gerando benefícios que impactam, positivamente, toda a sociedade. “Entender a importância do compartilhamento de dados e adotar práticas seguras pode trazer inúmeros benefícios, tanto para consumidores quanto para empresas, promovendo um ambiente digital mais seguro e eficiente”, conclui Mareines.
- Fintech apresenta plataforma para pequenos investimentos e alta rentabilidade
Você sabia que é possível começar a investir com apenas R$ 250? Com esse valor, dá para dar os primeiros passos nesse universo cheio de possibilidades e conquistar retornos financeiros muito vantajosos. Uma das opções mais promissoras é o investimento em empresas. Com o avanço da tecnologia e o surgimento das fintechs, essas oportunidades se tornaram ainda mais acessíveis e surpreendentemente rentáveis. Além de garantir bons resultados, esse tipo de investimento ainda contribui para o crescimento de negócios no Brasil. Para começar, é importante entender o seguinte: as fintechs, empresas de tecnologia que atuam no setor financeiro, chegaram ao país em 2013 e, desde então, não pararam de crescer ("Relatório de Fintechs no Brasil 2023" da Conversion). Elas trouxeram soluções mais ágeis e seguras, aproveitando a tecnologia para automatizar processos e fornecer informações mais precisas. Hoje, conforme a Fincatch, são mais de 2 mil fintechs no mercado nacional, oferecendo a possibilidade de qualquer pessoa, física ou jurídica, investir em crédito para empresas. Nesse contexto, a boa notícia é que, com pequenas economias de um mês, dá para aplicar dinheiro nessa modalidade. Sem burocracia, com boa rentabilidade e segurança. É o que ressalta o CEO da M3 Lending , Gabriel César. Pela M3, por exemplo, é possível começar a investir com apenas R$250,00, e o retorno para o investidor ocorre com o pagamento das parcelas do empréstimo, tornando essa uma forma acessível e lucrativa de aplicar o seu dinheiro. “Pelo aplicativo, o investidor escolhe as oportunidades disponíveis, e assim que a empresa tem o crédito aprovado por nós e começa o pagamento das parcelas, os investidores passam a ser remunerados”, explica o CEO. A M3 já tem mais de 2 mil pessoas conectadas ao seu aplicativo. A rentabilidade aos investidores dessa modalidade varia de caso para caso, mas pode chegar a 52,78%, muito maior, por exemplo, que investimentos no Tesouro Direto, remunerados pela taxa Selic, que terminou 2024 em 12,25% ao ano. "Além da rentabilidade, o recurso aplicado beneficia empreendedores que buscam empréstimos para crescer e contratar. É um dinheiro que faz a economia girar. Fomenta negócios, gera emprego e renda”, observa Gabriel César. Os passos são simples, conforme lista o CEO da M3: Primeiro, faz-se um cadastro simples no site da plataforma ( https://m3lending.com.br/ ). Depois, indica-se quanto quer investir. A plataforma apresenta as opções disponíveis de investimento, e então é só escolher. O executivo responde ainda algumas dúvidas que são mais comuns: Aporte mínimo: Com apenas R$250,00 é possível se tornar investidor. Retorno do investimento: O retorno está atrelado diretamente ao pagamento das parcelas referentes ao contrato da empresa investida. Como o pagamento é mensal, o seu retorno também é mensal. Imposto de Renda: É retido na fonte e o informe de rendimento é enviado para o investidor pela M3 Lending. Risco: O retorno está diretamente atrelado ao pagamento das parcelas do contrato pela empresa investida. A M3 faz uma análise de crédito baseada no histórico da empresa e solicita um avalista como garantia. A M3 possui um time de cobranças responsável pelos casos de inadimplência e que, por meio desse time, realiza ações extrajudiciais ou, em alguns casos, negociações na esfera judicial, visando sempre reaver o valor em aberto da melhor forma possível. Resgate do valor na conta: O tempo é o mesmo de uma operação de TED, ou seja, até um dia útil.
- ConCrédito realiza captação de R$ 125 milhões em novo FIDC
A ConCrédito, fintech especializada em crédito consignado e soluções financeiras acessíveis, concluiu nova captação de R$ 125 milhões por meio de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). Este é o segundo FIDC realizado pela companhia, na sequência da rodada de R$ 100 milhões, realizada em janeiro deste ano. Os recursos captados serão integralmente destinados a financiar operações de antecipação do saque-aniversário FGTS, projetando ampliar em 110% a carteira de crédito atual, avaliada em R$ 110 milhões, nos próximos 12 meses. A decisão de avançar com um novo FIDC reflete o crescimento acelerado da fintech, amparada em sua tecnologia proprietária voltada a essa antecipação. Recentemente, a ConCrédito alcançou a marca de mais de 1 milhão de operações realizadas para mais de 500 mil clientes. Processo de captação e diferenciais A captação contou exclusivamente com investidores qualificados e foi concluída em tempo recorde de 45 dias, prazo que reflete a solidez dos ativos gerados e os avanços significativos na governança financeira e operacional da companhia. “Essa segunda captação demonstra a confiança do mercado na qualidade dos ativos que geramos e na nossa evolução como empresa. Além disso, conseguimos um custo de captação mais competitivo, alinhado ao aprimoramento das nossas práticas e à performance consolidada do primeiro FIDC”, destaca Willian Conzatti, sócio-fundador da ConCrédito. Com a experiência acumulada, a primeira captação contribuiu para fortalecer os demonstrativos financeiros da fintech e otimizar a operação. “Processos como esse sempre nos forçam a revisitar a governança da empresa, o que nos mantém em um estado de constante evolução e melhoria continuada”, observa. O desenvolvimento e implantação de inteligência artificial para o suporte aos clientes recorrentes também foi fator decisivo para o sucesso das operações e a antecipação da nova rodada de captação em três meses. “A expectativa é que a tecnologia, aliada à valorização da equipe e humanização dos serviços, continue a alavancar nossa expansão sustentável e rentável no mercado. Assim, a ConCrédito reforça seu compromisso em democratizar o acesso ao crédito no Brasil, investindo em tecnologia e autonomia para configurar políticas de preços que atendam às necessidades dos clientes”, finaliza Willian.














