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  • Mulheres empoderam o mercado de criptomoedas e transformam investimentos em oportunidades conscientes

    Com a proximidade do prazo para a declaração do Imposto de Renda, mulheres brasileiras estão assumindo um papel de liderança no mercado de criptomoedas, transformando-o em uma oportunidade acessível e segura para quem deseja investir com inteligência. A recente mudança na legislação e as novas exigências fiscais para criptoativos tornam este um momento crucial para quem está começando a investir nesse setor. E as mulheres estão à frente dessa transformação, educando e capacitando um público mais exigente, que busca soluções inovadoras e seguras para seus investimentos. Até pouco tempo considerado um mercado técnico e restrito a especialistas, o universo das criptomoedas se tornou mais inclusivo, com mulheres como Giovana Simão, Daniela Von Hertwig Meyer e Ana Paula Rabello liderando o caminho. Elas estão desmistificando as complexidades do setor e mostrando que é possível investir de forma inteligente e consciente, desde o zero, e ainda alcançar um portfólio valioso. Ana Paula Rabello , contadora especializada em criptomoedas e criadora do blog Declarando Bitcoin , tem sido uma das grandes aliadas de quem deseja começar a investir nesse mercado. Com sua abordagem prática e acessível, Ana Paula ajuda investidores de todos os perfis, desde os iniciantes até os mais experientes, a entender as implicações fiscais e as novas regras do Imposto de Renda para criptoativos. Ela destaca a importância de equilibrar o potencial de lucro do mercado com a responsabilidade tributária. Seu trabalho tem sido fundamental para guiar as investidoras em um caminho seguro e sem surpresas na hora de cumprir suas obrigações fiscais. Giovana Simão , cofundadora e CEO da InvestinCrypto , é uma das figuras mais influentes quando se fala em estratégias financeiras inovadoras no mercado de criptomoedas. Com uma sólida carreira em finanças, Giovana tem se dedicado a ajudar mulheres a entender o potencial de crescimento e a segurança dos criptoativos. Ela tem sido uma grande defensora da inclusão feminina no setor financeiro digital, promovendo workshops e consultorias para educar e empoderar mulheres interessadas em dar os primeiros passos nesse universo. Giovana também é uma das principais vozes na busca por regulamentações claras que protejam os investidores e promovam a transparência no mercado de criptoativos. Daniela Von Hertwig Meyer , especialista em blockchain e inovação digital, é reconhecida por sua liderança na criação de soluções seguras e escaláveis para investidores em criptoativos. Com uma vasta experiência em projetos de blockchain e suas aplicações, Daniela tem se destacado como educadora e mentora, promovendo o conhecimento sobre o impacto das tecnologias descentralizadas no futuro das finanças. Ela acredita que as criptos não são apenas uma oportunidade de investimento, mas também uma ferramenta poderosa para a criação de um sistema financeiro mais justo e acessível. Daniela também atua como consultora para empresas que desejam integrar a tecnologia blockchain em seus modelos de negócios, trazendo mais confiabilidade e transparência ao mercado. Essas mulheres estão mudando a forma como o mercado de criptomoedas é visto, demonstrando que é possível integrar o setor de maneira planejada e eficiente. Com a ajuda de plataformas financeiras digitais, muitas investidoras já estão adaptadas ao universo cripto, usando estratégias que agregam valor ao portfólio e se posicionando em um mercado mais seleto e promissor. Além disso, as mudanças na legislação tributária e a proximidade do prazo para a declaração de Imposto de Renda tornam essencial estar atenta às novas exigências fiscais. Agora, mais do que nunca, é fundamental para as investidoras compreenderem como os criptoativos devem ser tratados no processo de declaração, garantindo que cumpram suas obrigações fiscais de forma segura e sem surpresas. O mercado de criptomoedas nunca esteve tão acessível, e as mulheres estão na vanguarda dessa transformação, trazendo educação, responsabilidade e soluções inovadoras. Com suas experiências e liderança, elas estão ajudando novas investidoras a navegar com confiança e inteligência nesse mercado, criando um futuro mais inclusivo e consciente para todas.

  • Cora lança podcast "Fala, PJ!" para apoiar empreendedores

    A Cora, banco digital criado exclusivamente para apoiar pequenas e médias empresas, lança o podcast "Fala, PJ!" , voltado para empreendedores e que contará histórias de empresários que estão na jornada para transformar suas pequenas empresas em negócios bem-sucedidos. Com uma primeira temporada de quatro episódios, o intuito é debater pautas relevantes para o empreendedor. “Na Cora , acreditamos que o sucesso dos pequenos negócios é essencial para o crescimento econômico do país. Uma coisa que a gente tem aprendido ao longo dessa jornada, é que a voz do empreendedor precisa ser ouvida. Com o 'Fala, PJ!', queremos ir além de oferecer soluções financeiras, mas também compartilhar conhecimento e inspiração. Nosso objetivo é criar um espaço onde os empreendedores possam aprender, se conectar e crescer", destaca Igor Senra, CEO da Cora e apresentador do podcast ao lado de Vinicius Braz. Os episódios do "Fala, PJ!" serão disponibilizados toda terça-feira nos canais proprietários da Cora no YouTube e no Spotify . Em seu episódio de estreia, o programa aborda a história de Altair Alves, contador e consultor em empreendedorismo, gestão e finanças para Micro e Pequenas Empresas, que conta toda a sua trajetória e compartilha aprendizados que obteve empreendendo. Conte a história do CPF por trás do CPNJ Clientes Cora têm a possibilidade de compartilhar sua jornada empreendedora no "Fala, PJ". O banco digital está buscando histórias que possam servir de inspiração e aprendizado para outros donos e donas de pequenos negócios brasileiros. Basta enviar a sugestão de relato para falapj@cora.com.br .

  • Delend lança Assistente Financeiro para PMEs baseado em Inteligência Artificial Generativa

    A Delend, fintech brasileira que atua na jornada do crédito para as Pequenas e Médias Empresas (PMEs), apresenta seu novo Assistente Financeiro, uma ferramenta de Inteligência Artificial Generativa que promete revolucionar a gestão financeira das PMEs. A solução, tem como foco inicial substituir os tradicionais boletos bancários pela iniciação de pagamentos via Pix, enquanto utiliza Open Finance para automatizar a gestão de fluxo de caixa, score de crédito e administração de recebíveis. A empresa decidiu por não desenvolver um aplicativo de celular específico e apostou todas as fichas no WhatsApp, já que praticamente todo brasileiro, quer seja pessoa física ou jurídica, utiliza o aplicativo. Uma solução para o desafio financeiro das PMEs  O mercado brasileiro de PMEs enfrenta um problema crítico: apenas 29% da demanda por crédito dessas empresas é atendida pelas instituições financeiras. Isso resulta na lacuna de crédito estimada em R$2,5 trilhões, montante que representa 71% do crédito necessário e não fornecido. O descompasso limita o crescimento e a sustentabilidade das PMEs, que são responsáveis por 27% do PIB e empregam 55% da força de trabalho formal do país.  A Delend visa atacar diretamente esse problema, oferecendo uma alternativa inovadora baseada em Inteligência Artificial (AI) e Open Finance. Ao simplificar o acesso ao crédito e automatizar processos financeiros, o Assistente Financeiro permite que as PMEs superem barreiras tradicionais, melhorem o fluxo de caixa e acelerem sua expansão.  Inteligência em tempo real para decisões estratégicas  A solução da Delend não apenas elimina a complexidade de boletos que viram duplicatas na venda a prazo com muitos processos manuais, mas também utiliza dados em tempo real para fornecer insights personalizados. “Nosso Assistente Financeiro é mais que uma solução; é um parceiro baseado em agentes de AI que ajuda as PMEs a tomar decisões rápidas e acuradas”, explica Fernando Wosniak Steler, CEO da Delend. “Baseado em agentes de AI e data tools, o Assistente Financeiro torna simples aquilo que dá muito trabalho para quem vende a prazo, como conseguir o consentimento Open Finance do seu cliente, fazer análise de crédito, emitir as cobranças e descontar o título para geração imediata de caixa. Você pode tanto escrever, mandar áudio, mandar foto ou falar em qualquer idioma que o Assistente se vira, vai atrás e volta com o resultado para você”. Inovação alinhada ao crescimento do mercado  Com a integração da Inteligência Artificial e Open Finance, o Assistente Financeiro identifica oportunidades para reduzir custos, otimizar operações e facilitar o acesso ao crédito. Essa abordagem atende a uma lacuna de mercado significativa, enquanto transforma a maneira como as PMEs interagem com serviços financeiros tradicionais, como o desconto de duplicata. Ao lançar a solução, a Delend reforça seu compromisso em impulsionar o crescimento das PMEs e, simultaneamente, contribuir para a redução da lacuna de crédito, representando uma das maiores oportunidades de inovação no setor financeiro brasileiro.  Inicialmente, o produto está sendo lançado pela Delend na base de clientes da Rede OK, empresa adquirida pela Delend em 2023, mas já existem outros lançamentos programados em parcerias como o sistema white label .  Um passo à frente no mercado financeiro  Com histórico de mais de R$32 bilhões em recebíveis administrados e soluções que simplificam a vida de dezenas de milhares de PMEs, a Delend lidera a transformação digital do setor financeiro. O novo Assistente Financeiro se posiciona como peça central da estratégia de trazer automação, eficiência e inteligência para o coração das operações financeiras das PMEs.  O lançamento marca mais um passo na missão da Delend de empoderar pequenos e médios empresários, ajudando-os a superar desafios históricos e explorar todo o seu potencial no mercado brasileiro.

  • Após polêmica do PIX, especialista esclarece: "DREX não será instrumento de controle fiscal"

    Após a recente polêmica envolvendo a tributação de transações via PIX, o debate sobre a implantação gradual do DREX pelo Banco Central do Brasil, prevista para ter início este ano, ganhou destaque. Para esclarecer mitos e reafirmar a eficácia da moeda digital soberana do Brasil, o especialista em tecnologia bancária da dataRain , Luiz Maluf, destacou as características inovadoras e os benefícios da nova tecnologia: “o DREX veio para inovar, e não como instrumento de controle fiscal,” afirma.   Maluf rebate o clima de desinformação das redes sociais sobre o DREX, destacando sua verdadeira função como um Certificado Digital do Banco Central (CBDC). Ele explica que essa tecnologia foi criada para modernizar o sistema financeiro, integrando transações financeiras, jurídicas e documentais de forma prática e eficiente. “A tecnologia dos smart contracts permite que as operações sejam liquidadas instantaneamente, eliminando burocracias,” afirma.   O especialista lembra que desde as discussões iniciais em 2020, passando pelo desenvolvimento do MVP (Produto Mínimo Viável), piloto e transações de teste realizadas em 2024, o DREX já envolveu mais de 40 projetos com instituições como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil. Entre as operações, transações de alto valor, incluindo câmbio internacional por meio de operações PvP (Payment Versus Payment), compra de automóveis tokenizados com DvP (Delivery Versus Payment), pagamentos em sistemas IoT (Internet of Things) e seguros utilizando finanças descentralizadas (DeFi). “As soluções para o provimento dos serviços com o DREX devem obrigatoriamente observar as normas vigentes do Banco Central, os direitos de privacidade dos usuários e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Isso significa que o usuário do DREX estará submetido aos mesmos requisitos de segurança da moeda em papel,” explica Maluf.   Maluf também critica teorias conspiratórias que associam o DREX a um suposto controle financeiro global. “Chegam a ser cômicos os vídeos do YouTube e TikTok com teorias da conspiração sobre o uso das moedas digitais. Pura desinformação,” afirma. Ele reforça que mais de 90% dos bancos centrais no mundo estão em diferentes estágios de implementação de CBDCs, citando países como Singapura, Índia, China e Inglaterra como exemplos.   Para o especialista, o DREX não substitui a moeda em papel imediatamente, mas é uma evolução gradual e necessária para acompanhar o ritmo de digitalização global, que deve mudar completamente a forma como realizamos nossas transações nos próximos cinco anos. “O dinheiro físico não é ecologicamente sustentável e sua gestão é difícil. Com a tecnologia blockchain, o DREX oferece uma operação segura e transparente”, finaliza.

  • Fintech Friday lança transferência inteligente com Open Finance e projeta atingir R$500 milhões em valor transacionado em 2025

    A Friday , fintech que permite o pagamento de contas com um 'sim', acaba de anunciar o lançamento do recurso de transferências inteligentes a partir do Open Finance. De agora em diante, os clientes poderão pagar suas contas do dia a dia com apenas uma mensagem no WhatsApp, já que, após a confirmação, a inteligência artificial da empresa conseguirá entender o comando e puxar o dinheiro da conta bancária direto para o aplicativo de forma instantânea e completamente segura. Com mais de R$350 milhões transacionados desde o início de suas operações, a Friday projeta atingir a marca de R$500 milhões de movimentação somente ao longo de 2025, impulsionados pela nova funcionalidade. Até agora, os clientes da fintech já usavam o assistente para automatizar e pagar todas as contas, como boletos, Pix, concessionárias e contas de familiares, mas era necessário ter saldo no aplicativo. Com a nova funcionalidade, o assistente busca o saldo automaticamente de qualquer banco integrado ao Open Finance.   “Nós não estamos apenas integrando uma funcionalidade extra em nosso produto. Estamos construindo, desde o início, um serviço que opera em uma camada acima dos bancos para que pagar contas contas seja tão fácil que nossos usuários nem pensem no processo”, afirma Pedro Gomes, fundador e Co-CEO da Friday . “As transferências inteligentes chegam para tornar a experiência ainda mais fluida, porque, a partir do simples consentimento do usuário, conseguimos pagar suas contas sem que ele precise se preocupar com transferência de fundos para o pagamento. Além disso, ele tem visibilidade de tudo por meio de comprovantes e relatórios em tempo real”, explica. Focada em simplificar a gestão das finanças dos brasileiros, a Friday também já se prepara para avançar nas próximas fases do Open Finance, buscando aprimorar ainda mais a experiência do cliente. “Acreditamos que esse lançamento vai acelerar a adoção dos nossos serviços e já estamos mirando a resolução de outras dores da vida financeira com um simples ‘sim’, como investimentos e sugestões financeiras personalizadas”, completa Felipe Castro, fundador e Co-CEO da fintech. Assistente financeiro inteligente Criada em 2019, a Friday é um assistente da vida financeira que usa inteligência artificial para pagar contas e controlar finanças. O app busca e centraliza todas as despesas, lembra datas de vencimento, realiza pagamentos com um comando' por WhatsApp, envia comprovantes e organiza relatórios detalhados de gastos automaticamente. Agora, com as transferências inteligentes do Open Finance, o aplicativo passa a fazer isso de forma ainda mais ágil ao integrar-se diretamente com o banco do usuário. "Nossos clientes já se sentem livres da preocupação com vencimentos e com o trabalho de organizar e pagar todas as contas. Mas ainda existia uma fricção, que era trazer o dinheiro da conta bancária para fazer os pagamentos. Agora o assistente fica completo. Todas as etapas ficam automatizadas", afirma Castro. Para garantir a segurança das transações, uma nova camada é adicionada de maneira personalizada para cada usuário. “As transferências inteligentes são permitidas apenas entre contas de mesma titularidade, ou seja, do banco para a conta Friday, o que já oferece maior proteção. Adicionalmente, no aplicativo, permitimos que os usuários escolham limites, seja para cada transação ou para um período, ajustando o nível de segurança de acordo com os desejos individuais”, finaliza Gomes.

  • Superlógica levanta fundo de 75 milhões de reais para atacar inadimplência condominial

    O Grupo Superlógica , líder em soluções tecnológicas e financeiras para os mercados condominial e imobiliário no Brasil, anuncia a captação de um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) de 75 milhões de reais. Esse montante tende a crescer com o lançamento de novas classes no futuro. Os recursos serão usados para expandir a oferta de seu produto Inadimplência Zero (IZ) , que ajuda a resolver o crescente problema da inadimplência condominial no país.  A RGS Partners ficou responsável pela estruturação do FIDC, que contou com a consultoria jurídica do escritório Mattos Filho. O fundo, que é o primeiro para o setor no formato padronizado, será gerido pela Kanastra, backoffice tecnológico para fundos estruturados e securitização.   A inadimplência da taxa condominial causa um prejuízo anual de aproximadamente 7 bilhões de reais para os condomínios do Brasil. Para cobrir esse buraco, os administradores são obrigados a aumentar o valor das taxas que cobram dos moradores e a criar fundos de reserva. Lançado em 2021, o produto Inadimplência Zero, da Superlógica, garante a arrecadação do condomínio, oferecendo previsibilidade para a gestão financeira dos administradores e custos menores para todos. Quase 2 mil condomínios já aderiram ao Inadimplência Zero. Na média, esses condomínios tiveram uma redução de 13,2% na inadimplência após a implantação do produto.  “Iniciamos a operação do Inadimplência Zero utilizando recursos próprios. A criação do fundo nos permite crescer e acelerar a oferta, ao mesmo tempo em que libera nosso caixa para outras iniciativas”, afirma João Baroni, Diretor de Crédito da Superlógica. “A inadimplência é um enorme desafio para o mercado brasileiro, e essa iniciativa reforça a nossa parceria com as administradoras de condomínios do país.”   Victor Barreira, sócio de mercado de capitais da RGS Partners, destaca o caráter transformacional do fundo. “Estruturamos este FIDC a partir das especificidades internas da Superlógica, estudando minuciosamente cada detalhe do funcionamento do produto IZ. Dessa forma, o fundo se alinha perfeitamente aos processos existentes da empresa, garantindo integração ao fluxo operacional e, ao mesmo tempo, potencializando resultados ao eliminar custos com a utilização de tecnologia”, afirma.   O não-pagamento da taxa condominial traz consequências prejudiciais tanto para os condôminos quanto para o próprio condomínio. Se, de um lado, o morador corre o risco de perder o imóvel, caso a dívida seja judicializada e o bem colocado em leilão, de outro o gerenciamento de gastos da coletividade se torna incerto, muitas vezes inviabilizando manutenções de rotina e obras de melhoria. A multa por atraso nas taxas da conta do condomínio é de 2%, além de juros de 1% ao mês.   Dados da Superlógica mostram que a inadimplência vem subindo no Brasil. Em outubro, bateu seu recorde no ano e atingiu 13,84%, na média nacional. As projeções de aumento tanto na inflação quanto nas taxas de juros devem manter o orçamento dos moradores e condôminos pressionado em 2025.   A Superlógica é líder no processo de transformação digital dos segmentos condominial e imobiliário. A companhia detém mais de 50% do mercado endereçável na sua frente condominial (ou mais de 108 mil condomínios clientes). Já na unidade de negócios imobiliários, a empresa possui mais de 900 mil contratos sendo administrados dentro da sua plataforma, um crescimento de 65% nos últimos dois anos. Com um ecossistema completo de soluções e serviços, a Superlógica vem empoderando e guiando estas empresas no processo de transformar o modo de viver e conviver.

  • TRUMP, QUANT, DOGE: como figuras se tornaram 'ativos digitais' e movimentam bilhões

    Em um movimento que parece tirado diretamente de uma manchete satírica, o presidente Trump entrou na arena das memecoins com o lançamento do $TRUMP dias antes de sua posse. O token promete ganhos "enormes" e um futuro "tremendo" — porque, naturalmente, tudo o que ele toca é o "melhor". Apoiado por uma enxurrada de memes patrióticos, NFTs com seu rosto e promessas de que é "a moeda mais estável de todos os tempos", o token já deixou a comunidade cripto em frenesi. A $TRUMP subiu maisde 10.000% com uma avaliação total diluída de US$ 71 bilhões. Dois dias depois, a esposa de Trump, Melania, também lançou a memecoin $MELANIA.  Se esses tokens se tornarão o próximo fenômeno financeiro ou apenas mais uma piada, ainda não se sabe.  No universo caótico e cheio de memes da internet, as criptomoedas conhecidas como memecoins surgiram como um dos fenômenos sociais mais fascinantes da atualidade. Enquanto moedas tradicionais representam economias, estabilidade e regras, as memecoins prosperam no humor, na viralidade e no caos impulsionado pela comunidade.  Estes ativos tiveram um crescimento de mais de 212% em 2024, segundo o Full Year 2024 Report da Binance , mostrando como se tornaram uma força cultural e financeira significativa.  Memecoins são uma categoria única de criptomoedas, construídas não com base em inovação tecnológica, mas no poder coletivo da cultura da internet. No coração de cada memecoin está uma comunidade e o quanto ela acredita naquele ativo. Ao contrário do Bitcoin, que é considerado o "ouro digital", ou do Ethereum, que oferece uma plataforma para aplicativos descentralizados,o valor das memecoins não está na utilidade ou escassez, mas no humor compartilhado pela comunidade e na disposição dessa comunidade em acreditar na piada.  $TRUMP e o branding cultural A história da QUANT é um exemplo desse fenômeno. Em uma noite de novembro de 2024, um streamer da Geração Z de 13 anos estava sentado em sua mesa, transmitindo ao vivo para um público modesto, mas dedicado. Em seu arsenal: um senso de humor irônico, um talento para tendências de criptomoedas e um fascínio por memecoins. Sua grande ideia? Lançar uma memecoin chamada QUANT usando a plataforma Pump.fun baseada em Solana. A comunidade QUANT orquestrou um esforço coletivo para impulsionar a capitalização de mercado do token para além de US$ 22,6 milhões em apenas 15 horas. Os tokens que o jovem criador havia despejado por US$ 30.000 valiam, de repente, perto de US$ 4 milhões. Plataformas como Pump.fun tornaram esse fenômeno ainda mais acessível, permitindo que qualquer pessoa lançasse um token e o compartilhasse com suas redes. A verdadeira ação acontece em plataformas como X (antigo Twitter) e Discord, onde entusiastas trocam memes, discutem seus investimentos e promovem suas mais recentes obsessões. Essas comunidades caóticas transformaram memecoins em uma mistura de piada, experiência econômica e cultura da internet. O lançamento da memecoin $TRUMP é um exemplo claro de branding cultural bem-sucedido. A $TRUMP subiu mais de 10.000% em apenas alguns dias e alcançou uma avaliação total diluída de US$ 71 bilhões. A capacidade de Donald Trump de se reinventar como um ativo digital demonstra sua relevância duradoura em uma era dominada pela viralidade da internet. Essa memecoin pode consolidar seu legado como um disruptor cultural, provando que a influência, hoje, é uma moeda valiosa.  Outro exemplo popular de 2024 é a FARTCOIN, que começou como uma piada irônica e acabou ganhando uma base de fãs leais. Seu crescimento reflete o absurdo e a genialidade das memecoins: elas não precisam fazer sentido, apenas precisam divertir.  Fortalecendo cultura e filantropia A ascensão do MOODENG, catalisada por uma doação do cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, para a conservação da vida selvagem, é outro exemplo de como as memecoins podem ser influenciadas por tendências culturais e filantrópicas. Inspirado por um famoso hipopótamo pigmeu, o token conquistou corações e carteiras.  Nenhuma discussão sobre memecoins estaria completa sem mencionar o Dogecoin, o precursor desse movimento. Criado como uma homenagem a um meme de Shiba Inu, a Dogecoin evoluiu para um império cripto, impulsionado pela crença da comunidade e o apoio de figuras como Elon Musk. Musk, aliás, tornou-se o maior entusiasta do Dogecoin, promovendo sua aceitação para pagamentos e discutindo o potencial da criptomoeda para fins mais ambiciosos, como missões espaciais. Os princípios das memecoins Para o usuário médio, envolver-se com memecoins significa um experimento de alto risco com psicologia coletiva. O primeiro princípio que os usuários devem lembrar é que esses tokens desafiam a lógica tradicional de investimento, prosperando não na utilidade ou valor fundamental, mas nas correntes inconstantes da viralidade. O sucesso de um memecoin depende inteiramente de sua capacidade de capturar a imaginação da internet, surfando na onda de piadas, tendências e momentos culturais que definem o zeitgeist online. O próximo princípio é que as memecoins são tão valiosas quanto a comunidade que as apoia. Um grupo apaixonado e dedicado de crentes pode elevar qualquer memecoin, seja começando como um projeto sincero ou uma piada malfeita. No caso da QUANT, sua ascensão meteórica não foi impulsionada pela inovação tecnológica, mas pela indignação coletiva. A determinação da comunidade em impulsionar o token após o puxão de tapete do criador ressalta o papel central que o entusiasmo compartilhado — e às vezes, puro despeito — desempenha na avaliação da memecoin. No entanto, como a história da QUANT também mostra, essa energia é passageira. Quando a excitação se dissipa, o valor do token também se dissipa. Por fim, esse ecossistema volátil incorpora o princípio de alto risco e alta recompensa das memecoins. As memecoins são famosas por suas oscilações dramáticas de preço, oferecendo a possibilidade de transformar pequenos investimentos em ganhos massivos ou perder tudo da noite para o dia. A natureza caótica das memecoins inevitavelmente levanta sérias questões éticas também.  Pelas lentes das memecoins, observamos o poder da crença coletiva, o impacto da cultura viral e a democratização da participação financeira. Esses tokens são, em essência, a humanidade em ação — imprevisível, colaborativa e infinitamente inventiva.

  • F-Prime Fintech Index: Conheça o “Ibovespa” das fintechs

    Que atire a primeira pedra o brasileiro ou brasileira que nunca ouviu, ao ligar a televisão em algum jornal a manchete “Ibovespa sobe/desce X pontos”. Boa parte das pessoas sabem que o tal do Ibovespa se refere à bolsa de valores brasileira, mas não tem noção do que realmente ele é. Mais do que isso, você sabia que existe um “Ibovespa” para medir o mercado de fintechs? Confira abaixo! A importância dos índices Os índices econômicos desempenham um papel fundamental na análise e na compreensão do funcionamento da economia. Eles fornecem informações quantitativas que ajudam governos, empresas, investidores e indivíduos a tomar decisões mais informadas. Índices como PIB, inflação e taxa de desemprego refletem a saúde geral da economia. Os índices de inflação, por exemplo, são calculados com base em uma "cesta de bens e serviços", que representa os hábitos de consumo de uma população. Os preços desses itens são monitorados regularmente, e a variação é expressa em forma percentual. O IPCA, que é o índice de inflação oficial do Brasil, mede a variação nos preços de uma cesta de bens e serviços consumidos pelas famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos, em áreas urbanas. Já os índices de bolsa de valores são uma medida estatística que reflete o desempenho de um grupo selecionado de ações negociadas em uma bolsa. Esses índices servem como indicadores do mercado de ações e ajudam a medir a performance de determinados setores, estratégias ou da economia como um todo. O Ibovespa , principal índice da B3, a bolsa de valores brasileira, inclui as ações mais líquidas e com maior volume de negociação da bolsa, representando cerca de 80% do volume negociado. F-Prime Fintech Index: O índice das fintechs Com a crescente do movimento fintech, além da abertura de capital por diversas das empresas deste setor, passou a fazer muito sentido (além da disponibilidade de dados) medir tal mercado. Desta forma, foi criado o F-Prime Fintech Index , um índice criado pela F-Prime Capital , fundo global de venture capital, para monitorar o desempenho das fintechs de capital aberto. Ele serve como uma referência para investidores interessados no mercado de tecnologia financeira, capturando a performance de empresas inovadoras no setor. O índice inclui fintechs listadas em bolsas de valores globais que atendem critérios de inovação e impacto no setor financeiro. Estão incluídas no índice empresas que derivam uma parte significativa de sua receita ou inovação de serviços financeiros baseados em tecnologia e que tenham capital aberto e listadas em bolsas de valores reconhecidas. Dessa forma, o índice mede o desempenho agregado das fintechs de capital aberto, fornecendo insights sobre a saúde do setor.  Fazem parte do índice as seguintes fintechs, separadas por categorias: B2B SaaS (Tecnologia): Alkami Technology, Bill.com , Blackline, Intapp Inc., Q2 Holdings, Xero Banking (Contas Digitais): Green Dot, nCino, Nerdwallet, Nubank, SoFi Insurance (Seguros): Clover Health, EverQuote, Hippo Insurance, Lemonade, Oscar Health Lending (Crédito): Affirm, LoanDepot, Lufax, Upstart Payments (Pagamentos): Adyen, AvidXchange, dLocal, FleetCor, Flywire, Lightspeed POS Inc., Marqueta, MercadoLibre (Mercado Pago), Olo, PagSeguro (PagBank), Paymentus, Payoneer, Paypal, Remitily, Shopify, Square, Store, Toast, Wise Proptech (Setor Imobiliário): Blend Labs, Compass, OpenDoor, Redfin Wealth/Asset Management (Finanças Pessoais/Investimentos): Coinbase, Robinhood, Virtu Financial Inc Como pré-requisitos para estarem na lista, temos: Listagem: Mercado de Ações da Nasdaq, a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), a NYSE American, a Bolsa CBOE ou a Bolsa de Valores de Londres (LSE). Capitalização: Cada título deve manter uma capitalização de mercado de pelo menos US$ 250 milhões em 75% dos dias dos dois trimestres anteriores. Liquidez: Cada título deve ter um volume médio diário mínimo de negociação em dólares de US$ 5 milhões nos últimos três meses. O título deve estar consolidado (listado no índice, ou pós-fusão no caso de SPACs) por pelo menos três meses na bolsa de valores. Crescimento: Um novo emissor deve ter aumentado a receita anual em pelo menos 15% em cada um dos últimos dois anos. Emissores existentes devem continuar a crescer a receita em pelo menos 5% nos últimos dois anos, conforme determinado pela equipe da F-Prime. No site, é possível encontrar os seguintes indicadores financeiros de cada fintech: preço da ação, Capitalização, Crescimento da receita, Margem bruta, Valor da empresa sobre a receita, desempenho anual até a data. No momento (data da produção deste conteúdo), o F-Prime Fintech Index  conta com 46 empresas , tem valor de mercado de US$ 777,5 bilhões , múltiplo 5,29  e taxa média de crescimento nos últimos 12 meses de 17%.

  • Bitcoin dispara com posse de Trump

    O bitcoin chegou ao recorde de US$ 109.699 nesta segunda-feira (20), dia em que Donald Trump volta à Casa Branca, mas é preciso cautela ao investir para evitar a volatilidade em decorrência das medidas do novo presidente dos EUA, avalia a equipe da VT Markets. A principal criptomoeda ganhou mais de 4,35% durante o dia, fechando em US$ 108.197,47, à medida que os participantes do mercado se posicionam para mudanças políticas antecipadas que poderiam favorecer o setor de criptografia. A visão de Trump de tornar os EUA a “capital mundial das criptomoedas” inclui planos para introduzir uma reserva estratégica de Bitcoin, mantendo ativos apreendidos de atividades ilegais. Atualmente, o governo dos EUA detém mais de 215.000 BTC, avaliados em aproximadamente US$ 22,5 bilhões, com propostas para adquirir mais 200.000 BTC anualmente nos próximos cinco anos. Análise Técnica Observando o gráfico de 15 minutos, o BTC/USD mostra um forte impulso de alta, com o preço ultrapassando a base de US$ 106.000 e se aproximando de US$ 110.000. As médias móveis confirmam uma tendência de alta, enquanto o MACD (convergência e divergência das médias móveis) sinaliza a continuidade do interesse de compra, embora um leve declínio no histograma sugira cautela quanto a possíveis recuos. O monitoramento do volume nos níveis de resistência e nas principais zonas de suporte em torno de 106.000 USD e 102.000 USD será crucial para o posicionamento futuro. Prevalece a cautela apesar da forte tendência de alta Embora o sentimento permaneça de alta, o mercado pode enfrentar uma volatilidade do tipo “compre o boato, venda a notícia”. Os analistas alertam para possíveis correções à medida que os traders digerem os próximos movimentos regulatórios e os cronogramas de implementação de políticas. A baixa do Bitcoin no dia atingiu US$ 99.542,71, destacando o potencial para oscilações intradiárias significativas. Um homônimo capta a atenção do mercado Para aumentar a empolgação, a moeda meme de Trump, “TRUMP”, roubou os holofotes, disparando 1.000% desde seu lançamento na sexta-feira. O token agora ostenta uma capitalização de mercado superior a US$ 20 bilhões, atraindo traders especulativos que buscam oportunidades de alto risco e alta recompensa. O que vem a seguir? O foco do mercado agora se volta para as medidas concretas que a administração de Trump tomará em relação à regulamentação das criptomoedas - com o aumento do preço do Bitcoin refletindo a confiança dos traders na possível mudança na regulamentação. O aumento do interesse institucional e a crescente demanda do varejo impulsionam a alta, enquanto as atualizações de políticas e as flutuações de preços nas próximas semanas devem moldar amplamente a próxima direção do mercado.

  • Buscas pela palavra "pix" chegam a quase meio milhão de registros no Google

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quarta-feira (15), que o governo vai revogar o ato que ampliou as normas de fiscalização sobre o PIX. Ele disse ainda que o presidente Lula vai assinar uma medida provisória para garantir que transações via PIX não possam ser tributadas. Toda essa temática fez com que o volume de buscas no Google pela palavra "PIX" entre julho de 2024 à 13 de janeiro de 2025 tivesse uma disparada nas buscas. Segundo a plataforma de inteligência e mídia, a Tunad, no início de janeiro desse ano, mesmo considerando um período parcial, os dados mostram uma tendência ascendente impressionante.  Entre os dias 6 e 10 de janeiro, os valores variaram entre 25.858 e 45.229, sendo este último o maior volume diário registrado no período. Isso indica um interesse alto pela buscas por PIX. De acordo com a Tunad , o objetivo da pesquisa é identificar tendências de interesse ao longo do tempo. Em janeiro de 2025, mesmo considerando apenas os dados parciais até o dia 13, observa-se um volume de buscas de 353.171 relacionadas à palavra "PIX". Esse número mostra que em apenas 13 dias, o volume já está próximo ao total registrado em meses inteiros, como agosto (371.343) e setembro (405.209). Isso reflete uma intensidade de interesse muito alta no início do ano.  A média diária de buscas em janeiro (até o dia 13) também reforça essa análise. Com 353.171 buscas em 13 dias, a média é de aproximadamente 27.167 buscas por dia, o que supera a média diária de qualquer outro mês completo do período analisado.  Por exemplo, em outubro, o mês com o maior volume total de buscas (492.122), a média diária foi de cerca de 15.875 buscas por dia.

  • 5 formas de como a IA generativa está contribuindo no processo de cobrança e aumentando o ROI no setor

    A Inteligência Artificial Generativa tem se consolidado como uma aliada estratégica no setor de cobrança, permitindo que empresas alcancem escalabilidade sem comprometer a qualidade no atendimento. A tecnologia, que automatiza processos, analisa dados em tempo real e personaliza interações, está transformando a maneira como as organizações lidam com o relacionamento com clientes inadimplentes, ao mesmo tempo em que potencializa o retorno sobre o investimento (ROI).    “Empresas que conseguem escalar com eficiência, sem perder a proximidade com o cliente, saem na frente em um mercado cada vez mais competitivo. A IA generativa proporciona uma combinação poderosa de velocidade, assertividade e personalização, que se traduz em resultados mensuráveis tanto para as empresas quanto para os consumidores”, explica Thiago Oliveira, CEO e fundador da Monest, empresa de recuperação de ativos através da cobrança de débitos por uma agente virtual chamada Mia, conectada por inteligência artificial. Ele exemplifica que, na Monest, com o uso dessas tecnologias, além de aumentar a eficiência operacional, com o uso da IA também alcançam um ROI 124% superior em comparação a métodos tradicionais de cobrança.  Confira cinco maneiras benefícios do uso de GenIA neste setor: Escalabilidade com Qualidade Consistente   Com a IA generativa, empresas podem gerenciar volumes massivos de interações mantendo a qualidade em cada conversa. A tecnologia é capaz de conduzir centenas de atendimentos simultâneos, garantindo que os clientes recebam respostas rápidas e consistentes, algo impossível de alcançar apenas com operações humanas.  Um exemplo é o uso de agentes virtuais integrados ao WhatsApp, que conseguem alcançar índices de 60% no CPC (Contato com a Pessoa Certa), um resultado acima da média no setor.   Padronização e Assertividade nos Processos Tarefas que antes dependiam de processos manuais, como a tabulação de dados e a criação de acordos, agora podem ser realizadas de forma automatizada e com maior precisão. Erros que poderiam comprometer negociações, como descontos fora da política ou inconsistências no registro de informações, são praticamente eliminados. “A uniformidade proporcionada pela IA garante que todas as interações sigam um padrão de excelência, independentemente do volume ou da complexidade da operação”, acrescenta Oliveira. Personalização Estratégica no Relacionamento com Clientes A IA generativa permite categorizar perfis de clientes com base em dados, personalizando abordagens e estratégias de cobrança. Com isso, é possível adaptar a comunicação de acordo com as características de cada cliente, aumentando as chances de sucesso nas negociações e fortalecendo o relacionamento. Na Monest, com a utilização da IA, 59% dos acordos são fechados em até 10 minutos, graças à agilidade e ao tom personalizado proporcionado pelas ferramentas. Análise Avançada de Dados para Decisões Estratégicas Ao transformar dados qualitativos em quantitativos e estruturar informações dispersas, a IA oferece insights poderosos para gestores. A análise detalhada permite identificar padrões de inadimplência, ajustar estratégias em tempo real e garantir que decisões sejam tomadas com base em dados precisos. Essa capacidade analítica não apenas melhora a eficiência das operações, mas também reduz custos ao evitar erros que poderiam gerar retrabalhos ou falhas de conformidade.   Conformidade e Segurança Integradas  A automação baseada em IA também eleva o padrão de conformidade e segurança das operações. Processos computacionais reduzem significativamente os riscos associados a erros humanos, como falhas de digitação, ao mesmo tempo em que garantem a proteção de dados sensíveis. “A segurança é uma prioridade em qualquer operação que envolva dados financeiros. Ferramentas de IA bem implementadas garantem não apenas eficiência, mas também a confiança necessária para operar em grande escala,” ressalta Oliveira. O CEO da Monest explica ainda que, com a IA generativa, o papel dos profissionais no setor de cobrança também evolui. Operadores passam a focar em negociações mais estratégicas, enquanto gestores adotam uma abordagem mais analítica, utilizando as ferramentas para potencializar resultados. “Para as empresas que já implementaram a tecnologia, os benefícios são claros: maior agilidade, aumento nos índices de recuperação de crédito e redução de custos operacionais. À medida que o mercado amadurece, a tendência é que a IA continue a expandir suas aplicações, ajudando empresas a alinhar crescimento à excelência operacional”, finaliza Oliveira.

  • Além do PIX: Entenda como suas finanças podem ser monitoradas

    A revogação da Instrução Normativa RFB nº 2.219/2024, que previa o monitoramento mais rigoroso de transações financeiras via Pix, trouxe alívio a muitos contribuintes. Contudo, não é motivo para relaxar. A Receita Federal possui um robusto aparato de monitoramento financeiro, que vai além das transações digitais e abrange praticamente todas as esferas da vida financeira dos brasileiros. Segundo André Charone , contador tributarista e mestre em negócios internacionais, “a Receita Federal tem acesso a um verdadeiro ecossistema de dados interligados, capaz de rastrear e cruzar informações de diferentes fontes. Esse mecanismo aumenta a precisão na identificação de inconsistências e na fiscalização”. Ferramentas de Fiscalização: Como o Governo Acompanha Seu Dinheiro e-Financeira: Implantada em 2015, essa ferramenta já obriga bancos e instituições financeiras tradicionais a reportarem dados de movimentações financeiras. Desde então, são registrados saldos bancários, rendimentos e qualquer transação acima de R$ 2 mil para pessoas físicas ou R$ 6 mil para empresas, em um mês. Big Data e Inteligência Artificial: A Receita utiliza tecnologia de ponta para cruzar dados de diversas fontes, como cartórios, operadoras de cartões de crédito, declarações de renda e gastos no exterior. Esses sistemas identificam automaticamente padrões que indicam possíveis irregularidades. Integração de Órgãos e Bases de Dados: Parcerias com órgãos como a Receita Estadual, Polícia Federal e Banco Central permitem acesso a informações sobre aquisições de bens de luxo, viagens internacionais e operações no mercado financeiro. Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e): Toda transação comercial realizada no Brasil com nota fiscal eletrônica é registrada em tempo real e acessível para a Receita, permitindo o controle rigoroso do fluxo de mercadorias e serviços. Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie (DME): Operações acima de R$ 30 mil em dinheiro vivo precisam ser obrigatoriamente declaradas, sob risco de multas e investigações. Monitoramento Internacional: Aderindo a acordos como o CRS (Common Reporting Standard), o Brasil tem acesso a dados de brasileiros com contas no exterior, o que facilita a identificação de patrimônios ocultos fora do país. Principais Alvos de Fiscalização A Receita Federal adota estratégias direcionadas para fiscalizar grupos específicos, como: Empresas de Pequeno e Médio Porte: Especialmente as que apresentam inconsistências entre faturamento declarado e recebimentos. Profissionais Liberais: Médicos, advogados e autônomos frequentemente são monitorados devido à alta utilização de transações em espécie. Contribuintes com Alto Patrimônio: O governo intensifica a vigilância sobre rendas não declaradas e aquisições de bens de luxo. Como Evitar Problemas com a Receita Manter-se em dia com as obrigações fiscais não é opcional — é uma necessidade. André Charone destaca que a prevenção é sempre mais barata e menos estressante do que lidar com uma autuação fiscal. Veja algumas recomendações: Transparência Total: Declare todos os rendimentos, mesmo os obtidos em transações esporádicas. Omissões podem gerar multas elevadas. Controle Documental: Organize comprovantes de pagamento, notas fiscais e extratos bancários. A falta de documentação é um dos principais motivos para problemas com a Receita. Cuidado com Movimentações em Espécie: Sempre que possível, prefira transferências bancárias, que são mais fáceis de rastrear e justificar. Invista em Tecnologia: Utilize softwares de gestão financeira para monitorar receitas e despesas. Eles ajudam a evitar inconsistências na declaração. Busque Assessoria Especializada: Um contador ou consultor tributarista experiente pode identificar erros e sugerir estratégias para otimizar sua situação fiscal. O Futuro da Fiscalização Tributária Com a evolução tecnológica, a Receita Federal caminha para um sistema de monitoramento quase que integral das finanças dos contribuintes. André Charone aponta que, no futuro, o foco do fisco será cada vez mais preditivo, ou seja, identificar padrões de risco antes mesmo de irregularidades ocorrerem. “Os contribuintes precisam entender que o cerco é cada vez mais fechado. A organização e a transparência são os melhores caminhos para evitar problemas”, conclui. Ao mesmo tempo em que a Receita intensifica sua fiscalização, oferece meios para regularização espontânea. Quem mantém suas finanças em dia pode se beneficiar de um ambiente de maior segurança e previsibilidade, essencial para o planejamento financeiro a longo prazo.

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