
Resultados da busca
Buscar neste site
2506 resultados encontrados com uma busca vazia
- Setor de cobrança adota IA generativa para prever comportamentos de inadimplência e conceder crédito com maior assertividade
A inadimplência continua sendo um dos principais desafios para o setor de crédito no Brasil. Segundo dados de outubro de 2024, levantados pelo Indicador de Inadimplência realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas ( CNDL ) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), hoje já são 68,11 milhões de brasileiros inadimplentes, com quatro em cada dez brasileiros adultos (41,23%) negativados no período. O cenário é agravado por uma média de R$ 4.846,15 por dívida por pessoa, o que coloca pressão sobre instituições financeiras e empresas que dependem de crédito para crescer, segundo dados do Serasa. A gestão da inadimplência é vista como um dos principais desafios após a concessão de crédito no Brasil por 26,4% dos executivos no país, segundo um estudo da Cinnecta. Para enfrentar essa realidade, empresas estão investindo em IA generativa para não apenas identificar perfis de risco, mas também antecipar comportamentos de clientes e personalizar ações preventivas. “A inteligência artificial generativa permite simular cenários de pagamento com base em dados históricos, criar perfis dinâmicos que se ajustam em tempo real e gerar comunicações personalizadas para renegociação ou ajuste de prazos, reduzindo significativamente o impacto da inadimplência nas operações financeiras”, explica Thiago Oliveira, CEO e fundador da Monest , empresa de recuperação de ativos através da cobrança de débitos por uma agente virtual chamada Mia, conectada por inteligência artificial. Além disso, a IA generativa está revolucionando a criação de conjuntos de dados sintéticos, permitindo o treinamento de modelos preditivos de maneira mais robusta, eficiente e com maior respeito à privacidade dos dados originais. Esses conjuntos, gerados artificialmente, replicam padrões e características presentes nos dados reais, mas sem expor informações sensíveis ou identificáveis. Isso é especialmente útil em setores como saúde, finanças e RH, onde a privacidade é uma prioridade. Na prática, a tecnologia também possibilita simular cenários complexos ou de difícil acesso no mundo real, como prever a demanda de produtos em mercados emergentes ou analisar comportamentos raros de consumidores. Além disso, a IA generativa se destaca por sua capacidade de fornecer explicações claras sobre os fatores de risco e variáveis mais influentes em seus modelos, facilitando uma interpretação transparente dos resultados. Por exemplo, em um ambiente de crédito, o modelo pode indicar que determinados padrões de comportamento financeiro são mais decisivos na concessão de empréstimos, ajudando as instituições a tomarem decisões mais eficazes e justas. Essa combinação de respeito à privacidade, geração de dados diversificados e interpretação transparente torna a IA generativa uma ferramenta poderosa para otimizar processos de tomada de decisão em diferentes setores. “O uso estratégico de IA no combate à inadimplência transforma o risco em oportunidade, permitindo que empresas construam relações mais saudáveis com seus clientes e aumentem sua rentabilidade no longo prazo”, complementa Oliveira. Com a inadimplência em alta e a necessidade crescente de eficiência nas operações financeiras, o uso da IA generativa se consolida como um divisor de águas para o setor, ajudando a construir um mercado de crédito mais sustentável e seguro.
- Bemobi e Mastercard anunciam parceria para levar Click to Pay ao setor de serviços essenciais recorrentes
A Bemobi, líder em soluções de pagamentos para serviços essenciais recorrentes, anuncia o lançamento da funcionalidade Click to Pay em suas soluções de pagamento digital. A novidade chega ao mercado em parceria com a Mastercard, empresa de tecnologia líder em meios de pagamento no Brasil, proporcionando uma experiência de pagamento mais ágil, segura e conveniente, e permitindo que os usuários realizem transações com poucos cliques e sem fricção. A funcionalidade inicialmente terá aceitação de cartões de crédito e, em uma segunda fase, incluirá o cartão de débito. O Click to Pay é uma solução desenvolvida para simplificar o processo de checkout, eliminando a necessidade de inserir manualmente a cada compra informações do cartão de crédito, débito ou pré-pago, e de processos repetitivos para validação do usuário. A solução proporciona maior segurança por meio da tecnologia de tokenização, que substitui os 16 dígitos de um cartão por um número alternativo exclusivo, conhecido como "token". Cada token é único para cada dispositivo, site ou aplicativo de compras, criando camadas adicionais de proteção. Dessa forma, a adoção do Click to Pay contribui para o aumento das taxas de aprovação dos bancos e para a redução significativa de fraudes. Com a nova parceria, a Bemobi integrou essa tecnologia ao seu Checkout Inteligente, que, atualmente, já é usado em diversas empresas de serviços essenciais recorrentes, inclusive todas as principais operadoras de telecom do Brasil, como Vivo, TIM e Claro, algumas das maiores empresas do setor de utilities, como Energisa e Equatorial, empresas do setor de educação, como o Grupo Salta, além de diversos provedores de internet. “A missão da Bemobi é tornar os pagamentos mais simples e acessíveis, e o Click to Pay representa um grande avanço nesse objetivo. Com essa funcionalidade, os usuários terão mais uma alternativa segura para a jornada de cadastro de cartão”, diz Felipe Goldin, CTO/CPO da Bemobi. Anualmente, a plataforma de pagamentos da Bemobi já processa um volume de pagamentos (TPV) de mais de 8,0 bilhões de reais. O volume de pagamentos potencial (TPV) dos clientes da Bemobi já supera os 200 bilhões de reais ao ano em setores que movimentam mais de 500 bilhões de reais em serviços recorrentes somente no Brasil. “O Click to Pay oferece uma solução simples e conveniente, ao mesmo tempo que proporciona o alto padrão de segurança que os consumidores esperam de uma marca como a Mastercard. Estamos entusiasmados em colaborar com a Bemobi para levar essa tecnologia não apenas para os consumidores brasileiros, mas também por impulsionar e fortalecer a transformação digital dos serviços financeiros, proporcionando uma experiência de pagamento mais ágil e segura em toda a jornada do cliente”, afirma Leonardo Linares, Vice-presidente sênior de Soluções para os Clientes da Mastercard Brasil. Até o final da década, a Mastercard tem como objetivo eliminar a necessidade de inserção manual dos dados do cartão e o uso de senhas temporárias ou estáticas no comércio online. O Click to Pay, que tem a tokenização como base, é uma das tecnologias que simplifica a experiência de pagamento dos consumidores e aumenta a segurança nas transações digitais.
- Tendências 2025: Futuro do setor financeiro será orientado por soluções que vão além da IA
Nos últimos anos, a indústria financeira no Brasil tem experimentado uma verdadeira revolução digital, com o uso crescente de tecnologias avançadas, como inteligência artificial (IA) e automação. Essas inovações estão moldando um novo cenário para o setor, oferecendo soluções mais rápidas, seguras e personalizadas. Para empresas como a Denodo , o futuro é promissor, com a expectativa de que a gestão de informações seja cada vez mais distribuída e dinâmica, atendendo a uma demanda crescente por escalabilidade e conformidade regulatória. O Brasil se destaca no cenário global devido à sua adoção de soluções tecnológicas inovadoras, que buscam não só otimizar processos, mas também garantir maior transparência e segurança no setor financeiro. O modelo de Open Finance, por exemplo, está transformando a maneira como os dados são compartilhados entre instituições financeiras, criando um ambiente mais competitivo e transparente. Essa iniciativa coloca o país na linha de frente da inovação financeira, se consolidando como um líder global nesse segmento. Além disso, o sistema Pix, de pagamentos instantâneos, tem ganhado popularidade como um dos meios de transação bancária mais rápidos e seguros por aqui. Recentemente, o meio de pagamento completou quatro anos em operação, com 170 milhões de usuários entre pessoas físicas e jurídicas, sendo usado para transições das mais diversas, o que gerou a necessidade de novas funcionalidades e mais soluções de segurança. Essa inovação tem impulsionado a utilização de dados em tempo real, oferecendo uma nova camada de eficiência nas operações financeiras, beneficiando tanto os consumidores quanto as empresas. Gerenciamento de dados em 2025 De acordo com Guilherme Duarte, Diretor Técnico para América Latina, as previsões para 2025 indicam um cenário de transformação contínua na indústria financeira. "O gerenciamento de dados será cada vez mais distribuído, dinâmico e operado em tempo real. Arquiteturas modulares “ativas”, automação orientada por IA e governança serão prioridades para garantir que as organizações atendam à crescente demanda por escalabilidade e conformidade", afirma Guilherme. A partir de 2025, espera-se também que as instituições financeiras se concentrem cada vez mais em questões ambientais e sociais. Bancos com fortes credenciais nesses aspectos terão acesso a condições de financiamento mais favoráveis. Ferramentas digitais, como as oferecidas pela Denodo, desempenharão um papel crucial nesse processo, permitindo que os bancos ofereçam serviços financeiros personalizados para atender a consumidores e empresas em um mercado cada vez mais exigente e dinâmico. Além disso, a gestão de riscos relacionados às mudanças climáticas será uma preocupação crescente entre as instituições financeiras. A avaliação de riscos climáticos para carteiras de empréstimos e investimentos se tornará essencial para garantir a estabilidade financeira no longo prazo, e as soluções em gerenciamento de dados podem ser fundamentais nesse processo. Como impulsionar inovação A Plataforma Denodo é uma ferramenta estratégica para as instituições financeiras que buscam integrar dados de diversas fontes e otimizar sua análise em tempo real. Segundo Guilherme Duarte, "empresas que adotam soluções de virtualização de dados otimizam a visibilidade e a análise de dados, permitindo uma tomada de decisão mais ágil e precisa". Além disso, a plataforma oferece uma solução SaaS (Software as a Service) totalmente gerenciada na nuvem, proporcionando escalabilidade, segurança e flexibilidade, sem a necessidade de grandes investimentos em infraestrutura física. "Com a virtualização, as empresas conseguem adaptar suas operações rapidamente às mudanças do mercado, como o surgimento de novos sistemas ou regulamentações, mantendo-se ágeis e competitivas", afirma Duarte. Essa abordagem permite que as instituições financeiras não apenas se ajustem às novas demandas, mas também ofereçam experiências mais personalizadas aos seus clientes, aumentando a satisfação e a fidelidade. A Plataforma Denodo também possibilita o fornecimento de dados em tempo real para IA e aplicativos de IA generativos, aprimorando resultados em diversas áreas do setor financeiro, que precisa estar sempre antenado às últimas tecnologias para lidar com um mercado em constante evolução.
- Pix por aproximação e "tap phones": conheça as tendências de meios de pagamento para 2025
O Banco Central divulgou no início de dezembro o relatório “O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro”, que indica que o Pix ultrapassou o dinheiro como forma de pagamento mais utilizada pela população em 2024. Os dados ao longo dos anos já demonstravam essa possibilidade, com um crescimento constante do Pix desde seu lançamento em 2020. Agora, outras tendências têm sido avaliadas por especialistas, que avisam o mercado e o público para se preparar para o futuro próximo. A automação de sistemas, as moedas digitais, o Pix por aproximação e até mesmo o uso de smartphones como terminais de pagamento são realidades que devem impactar um número cada vez maior de brasileiros em 2025, de acordo com Leonardo Gomes, CEO da Paytime , startup de soluções de pagamentos digitais. “Estamos em um momento de transformação acelerada e todos os olhos estão voltados para os novos métodos de captação de pagamentos”, afirma. Reforçando a praticidade que fez com que o Pix conquistasse o país, o Pix por aproximação é um forte exemplo — e já tem sido implementado em alguns locais. Como as máquinas de cartão modernas conseguem receber atualizações remotas, a expectativa é que esse modo de pagar seja cada vez mais aceito, dependendo principalmente da integração dos bancos ser realizada para aceitar a novidade. O mesmo é esperado de ferramentas de automação e do avanço das moedas digitais. Para sustentar essas mudanças, as fintechs — empresas de inovação no setor financeiro — ocupam o espaço necessário para implementar as novas tecnologias. “É o trabalho das fintechs criar esse ambiente inovador e fortalecê-lo. Ao mesmo tempo, precisamos considerar todos os players do sistema, inclusive os bancos mais tradicionais. As revoluções do setor acontecem por partes”, comenta Leonardo. Conforme cresce a demanda e a pressão pelos novos modelos, mais negócios se adaptam. Outra tendência que não está tão longe de se tornar uma realidade mais comum são os tap phones, ou seja, um tipo de tecnologia que transforma smartphones em maquininhas de cartão. A partir de um aplicativo, o celular recebe os dados do cartão de crédito ou débito do comprador por aproximação. “O tap phone permite uma redução de custos importante a partir do momento em que não é mais necessário se preocupar com hardware ou com a logística das maquininhas, o que torna o serviço de captação mais barato, com taxas menores. Isso explica o sucesso crescente desse modelo; na Paytime, percebemos um aumento de 10% a 20% ao mês nas transações realizadas dessa maneira”, informa o CEO. Por fim, mais uma tendência a ser destacada está na proteção antifraudes. O Brasil é o segundo país com maior índice de risco de fraudes, segundo relatório da Visa de 2023, o que o coloca como um terreno fértil de inovações e cuidados no que diz respeito à segurança digital. As ferramentas mais atuais avaliam uma série de fatores para definir se há suspeitas, desde o movimento do mouse e teclado para descobrir se os dados do cartão foram copiados, até o tempo que o consumidor leva para digitar em relação ao seu histórico de compras. Leonardo ressalta que os clientes são os que menos precisam se preocupar, visto que os bancos são responsáveis por ressarcimento no caso de clonagem e roubos. Da mesma forma, o público é quem pode esperar pelos maiores benefícios das novas tecnologias adentrando o mercado. “Todas essas tendências se encontram no mesmo objetivo, que é tornar o pagamento mais ágil e seguro para o consumidor. Seja com maquininhas, celulares ou online, o futuro do pagamento vai se tornar cada vez mais simples e prática”, conclui o CEO.
- Consórcio para celulares ganha popularidade como alternativa aos preços elevados dos smartphones
O consórcio para a aquisição de celulares vêm ganhando força no Brasil como alternativa aos empréstimos e crediários, especialmente diante do aumento dos preços dos smartphones de última geração. Segundo uma pesquisa feita pela GfK, cerca de 54% dos brasileiros desejam trocar de celular até o final de 2024. Porém, segundo levantamento da Hibou, 36% deles estão adiando essa troca devido aos altos custos dos novos modelos. Com a ausência de juros e maior flexibilidade, as estratégias surgem como uma opção acessível para quem quer um novo aparelho sem comprometer o orçamento. O cenário é extremamente positivo, o consórcio, tradicionalmente utilizado para a compra de automóveis e imóveis, também está se consolidando no setor de eletrônicos. Para se ter uma ideia, de acordo com dados do último levantamento da ABAC, o número de contemplações em consórcios de eletrônicos aumentou 16,5% no comparativo com o ano passado e o volume de créditos disponibilizados saltou 57,1% chegando a R$138,6 milhões. Para Eduardo Rocha, CEO do Klubi , maior administradora de consórcios de eletrônicos do Brasil e pioneira na modalidade de Compra Planejada, “o consórcio de celulares tem se mostrado uma solução eficiente para quem busca trocar de aparelho em meio aos preços elevados. No Klubi, o modelo de Compra Planejada permite que o consorciado tenha acesso ao crédito na metade do prazo, uma característica pouco encontrada em outras opções do mercado e que facilita o planejamento financeiro.” No modelo, o consumidor realiza pagamentos mensais e, ao atingir a metade do prazo escolhido (24 ou 36 meses) ou até antes, por meio da antecipação de parcelas, recebe o valor total do crédito para adquirir o celular de sua preferência. Com opções entre R$1 mil e R$10 mil, a modalidade se adapta tanto a quem busca aparelhos intermediários quanto aos que preferem modelos mais avançados, além de ter a vantagem de não cobrar juros como nos financiamentos tradicionais. A demanda por smartphones de última geração, com recursos como 5G, inteligência artificial e câmeras avançadas, tem levado muitos consumidores a buscar soluções flexíveis para adquirir esses dispositivos. Para ilustrar essa tendência, as vendas globais de smartphones cresceram 5% no terceiro trimestre, de acordo com um relatório da Canalys. Só no Brasil, existem cerca de 258 milhões de aparelhos em uso, uma média que supera um por habitante, segundo levantamento do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV). “Neste primeiro ano, a Compra Planejada de Celulares, lançada em parceria com a Vivo, alcançou a marca de 60 mil planos vendidos, gerando R$200 milhões em créditos originados. Acredito que à medida que o mercado de smartphones evolui, o setor de consórcio se tornará uma escolha ainda mais popular. ”, conclui
- Com recursos da Meta e OpenAI, Magie traz 10 bancos para o WhatsApp
A fintech Magie, que tem ganhado destaque no mercado financeiro, acaba de dar um passo importante ao integrar 10 bancos ao WhatsApp, permitindo que seus usuários realizem pagamentos e transferências via PIX usando saldo de contas de diferentes instituições financeiras. A novidade será disponibilizada a partir da próxima segunda-feira (16), com a promessa de oferecer uma solução prática e segura para as festas de fim de ano, sem a necessidade de acessar aplicativos bancários diretamente no celular principal. Com o respaldo de recursos da Meta e da OpenAI, a Magie tem se destacado pela inovação em sua plataforma, que permite realizar transações financeiras simples e rápidas por meio de comandos de texto, áudio ou imagem. Desde o seu lançamento em 2024, a fintech já movimentou R$ 300 milhões e recentemente concluiu uma rodada de investimentos no valor de R$ 28 milhões, liderada pelo fundo de investimentos norte-americano Lux Capital, com participação também do fundo brasileiro Canary. "Nossa intenção é cada vez mais facilitar a vida e trazer segurança para as pessoas. A Magie permite que o cliente desinstale os aplicativos de bancos do celular e saia de casa só com o WhatsApp. E, claro, para qualquer transação feita é preciso autenticar através de senha, além da possibilidade do usuário incluir um limite para PIX e pagamentos", declara Luiz Ramalho, CEO e fundador da Magie. A proposta da Magie é atender às necessidades de usuários que buscam uma maneira ágil de realizar múltiplos pagamentos diários e ainda garantir maior segurança ao evitar o uso de aplicativos bancários em locais públicos. A fintech, que já implementou a tecnologia de Open Finance no início de dezembro, espera um aumento significativo no número de transações durante o período de festas, oferecendo uma solução que pode transformar a forma como os brasileiros lidam com suas finanças no dia a dia. Os dez bancos que estarão disponíveis na nova funcionalidade são: Itaú, Nubank, C6 Bank, Santander, Bradesco, BTG, PicPay, XP, Banco Inter, Banco do Brasil e Mercado Pago. A nova funcionalidade estará habilitada três dias antes da desativação do recurso nativo de pagamentos do Whatsapp. Apesar disso, a Meta do Brasil apoia a iniciativa da Magie, oferecendo infraestrutura digital e apoio para o desenvolvimento em seu aplicativo. A Magie também vem investindo cada vez mais em segurança. Hoje, por exemplo, já garante que as senhas dos usuários não fiquem registradas nas conversas do WhatsApp e utiliza robustos sistemas de proteção para garantir a segurança das transações bancárias. Em breve, deve integrar também um sistema de reconhecimento facial. “Apostamos no apetite do público brasileiro por inovações em serviços financeiros, impulsionado pela popularidade do Pix. Combinando tecnologia avançada e uma interface familiar, a Magie se posiciona como uma alternativa eficiente e segura para as transações bancárias cotidianas,” completa Luiz Ramalho.
- Como será o futuro dos aplicativos financeiros e a tendência de digitalização com BaaS
Não é de hoje que o mercado financeiro passa por uma grande transformação impulsionada pelas novas tecnologias. Segundo os dados da Allied Market Research, o setor de fintechs deve crescer a uma taxa anual de 23% até 2028, enquanto soluções como o Banking as a Service (BaaS) ganham força ao permitir que empresas não bancárias ofereçam serviços financeiros personalizados. Com isso, a digitalização do setor está criando um ambiente mais ágil e acessível, e conectando negócios de diferentes segmentos ao universo financeiro. A expectativa para 2025 é de que a digitalização continue em franca expansão, trazendo mais inovação e eficiência ao setor. Aplicativos devem se tornar ainda mais personalizados, oferecendo experiências novas para diferentes públicos e atendendo às demandas do mercado. O que é o BaaS e como ele está transformando o mercado? O Banking as a Service é uma solução que integra os serviços bancários com plataformas de terceiros, como aplicativos de delivery, de carona, marketplaces e empresas de tecnologia. A proposta é simples: por meio de APIs, as companhias podem oferecer contas digitais, pagamentos, cartão de crédito, empréstimos e outros produtos financeiros sem precisar necessariamente se tornar uma instituição bancária. Segundo Rafael Franco, CEO da Alphacode , empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos financeiros, essa tendência está democratizando o acesso ao setor bancário. “O BAAS permite que empresas de diferentes setores diversifiquem suas receitas ao oferecer soluções financeiras alinhadas às demandas dos clientes. Isso não só melhora a experiência do usuário como também cria novas oportunidades de negócio para as marcas”, explica Franco. Inovações em aplicativos Além do BaaS, outras tecnologias também estão moldando o futuro dos aplicativos financeiros. O open banking, que já é realidade em países como Brasil e Reino Unido, cria um ambiente de maior competitividade e transparência ao permitir que os dados financeiros sejam compartilhados entre instituições com o consentimento dos usuários. Essa integração simplifica o acesso a serviços como crédito, investimentos e pagamentos. Carteiras digitais, como Google Pay e Apple Wallet, também estão contribuindo na agilidade da digitalização do setor. Elas oferecem facilidade e rapidez nas transações, eliminando a necessidade de dinheiro físico ou cartões de plástico. Segundo a McKinsey, mais de 15% dos consumidores nos Estados Unidos já saem de casa sem a carteira física, confiando exclusivamente nos meios digitais para realizar pagamentos. Para Rafael Franco, a combinação de BaaS, open banking e wallets digitais representa uma evolução significativa na forma como as pessoas e empresas interagem com o dinheiro. “Estamos diante de uma revolução no mercado financeiro, onde o foco está na acessibilidade e na personalização dos serviços. Isso beneficia tanto os consumidores quanto as marcas, que passam a ter mais autonomia na gestão financeira”, avalia. Segurança na digitalização A digitalização do setor financeiro também levanta preocupações sobre segurança, mas avanços tecnológicos estão mitigando os riscos e aumentando a confiança dos usuários. Entre as principais medidas estão a autenticação multifator, criptografia avançada e sistemas baseados em inteligência artificial, que detectam comportamentos suspeitos em tempo real. “Aplicativos financeiros precisam ser rápidos, mas principalmente seguros. Com a adoção de práticas como o uso de biometria e autenticação por reconhecimento facial, estamos criando um ambiente mais confiável para os usuários realizarem transações”, comenta Franco. Impacto do BaaS nas empresas Empresas que adotam soluções baseadas em BaaS estão agregando valor às suas operações. A possibilidade de oferecer produtos financeiros integrados às plataformas existentes facilita a retenção de clientes e gera novas fontes de receita. Na Alphacode, cases recentes mostram como a digitalização financeira pode ser aplicada em diferentes setores. Desde o desenvolvimento de aplicativos para fintechs até soluções personalizadas para grandes redes, a empresa tem explorado o potencial do BaaS para transformar negócios e ampliar a acessibilidade dos serviços financeiros. “Com o BaaS, marcas podem oferecer soluções completas e flexíveis para seus clientes, desde uma conta digital até serviços de investimento. Isso abre portas para um mercado mais competitivo e conectado, onde a experiência do consumidor é priorizada”, conclui o CEO.
- Data-driven finance: 5 motivos para aplicar uma gestão financeira orientada por dados em 2025
Em um mercado volátil como o atual, a implementação de uma cultura data-driven pode ser um grande diferencial de gestão nas organizações. E isso já vem se tornando prioridade entre os executivos, como mostra o relatório “State of Data Analytics”, da Salesforce: 89% das lideranças brasileiras creem que sua empresa deveria extrair mais valor dos dados. Um dos maiores exemplos de como a automação de processos e as análises inteligentes de dados podem transformar negócios está na área financeira. De acordo com Rodrigo Tognini, CEO da Conta Simples , plataforma brasileira de gestão de despesas corporativas, os sistemas de gestão são alternativas que trazem mais eficiência operacional às empresas, maximizando resultados positivos. “Soluções automatizadas centralizam os dados e oferecem insights instantâneos, ajudando o time financeiro a otimizar operações e tomar decisões mais certeiras. É a diferença entre reagir a problemas e antecipá-los”, afirma. Para reforçar as vantagens dessa abordagem, o executivo listou cinco benefícios da aplicação de uma gestão financeira orientada por dados, que podem ser estratégicas para melhorar a escalada dos negócios em 2025. Confira: Ganho de tempo e redução de custos Um estudo da Harvard Business Review revela que 60% das empresas que implementaram uma cultura data-driven relataram um aumento de produtividade. Isso implica, por exemplo, em análises preditivas que se embasam em dados históricos para prever despesas futuras e identificar oportunidades de corte de custos, ajudando as empresas a ter uma performance financeira otimizada. “Reduzir custos operacionais e dedicar tempo a tarefas realmente estratégicas é vital no mundo financeiro, em que as organizações precisam saber como gerar valor de cada centavo investido em suas ações”, pontua Tognini. Redução de falhas humanas Com todos os dados centralizados e automatizados, a probabilidade de falhas humanas nos relatórios e operações não só é reduzida drasticamente, como os times também recebem insights inteligentes de maneira simples e rápida, que podem transformar a saúde financeira da empresa. “A tecnologia tem provado que a era da planilha como ferramenta central e única para fazer a gestão do financeiro não é suficiente para lidar com a realidade digital, já que, ao utilizar esse ‘mar de fórmulas manuais’, mais erros acontecem e a eficiência se perde”, diz o CEO da Conta Simples. Conformidade regulatória Softwares de gestão empresarial podem ser configurados para aplicar automaticamente as políticas da empresa e aderir a regulamentações como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). “Com a conformidade regulatória, a empresa simplifica o seu processo de auditoria e reduz o risco de multas, além de reforçar sua governança”, explica o executivo. Direcionamento de investimentos Por meio da análise de dados, as empresas podem definir metas financeiras claras, identificar áreas com potencial de economia, negociar melhores contratos com fornecedores e automatizar processos de compras. Essas vantagens ajudam a reduzir custos administrativos e maximizar o ROI (Retorno Sobre o Investimento). Tomada de decisão mais rápida e precisa Com insights rápidos e relatórios detalhados construídos por meio de dados, as empresas podem se adaptar às tendências e ajustar estratégias com velocidade. Duas pesquisas ressaltam essa percepção: a Harvard Business Review revela que 72% das organizações com uma cultura data-driven afirmam que melhoraram a sua tomada de decisões; e a McKInsey & Company aponta que as companhias que usam dados de forma mais intensiva alcançam uma expansão até 25% maior que a média do mercado. “O fato é que o resultado de tomadas de decisões estratégicas mais ágeis e certeiras, com base em dados, é apenas um: o crescimento dos negócios”, conclui Tognini.
- CloudWalk lança programa de residência em AI; fintech pagará R$ 10 mil por mês aos bolsistas selecionados
A CloudWalk , empresa global de tecnologia financeira dona das marcas InfinitePay e Jim.com , acaba de lançar a primeira edição de sua residência artística e de pesquisa em inteligência artificial, que vai oferecer bolsas de R$ 10 mil mensais aos três participantes selecionados. As inscrições podem ser feitas aqui . Descrita como “brainfunk, psychedelic, and anthropophagic” (“explode-cérebro, psicodélica e antropofágica”), a iniciativa vai selecionar até três propostas colaborativas humano-máquina que se enquadrem nas linhas de pesquisa Arte , Cognição e Consciência e Jogos de Pagamento . O objetivo é reforçar o compromisso da fintech com a exploração dos limites entre tecnologia, criatividade e inovação. Inspirada pela busca de um “El Dorado artificial”, a CloudWalk convida pesquisadores brasileiros de qualquer área a submeterem projetos que desbravem novos caminhos em inteligência artificial. A proposta do programa, segundo seu site oficial, é “abrir brechas na “caixa preta” da AI, explorar caminhos alternativos no espaço latente dos modelos de IA e testar os limites do alinhamento”. O critério fundamental de seleção para a residência, voltada a pesquisadores residentes no Brasil, é que as propostas sejam “brainfu*k”, ou seja, que tenham o potencial de causar um terremoto nas ideias vigentes. Segundo Pedro Terra, Diretor de AI da CloudWalk, o programa é mais um passo do trabalho que vem sendo realizado pela CloudWalk, no campo da Inteligência Artificial, desde 2019. "Na Cloudwalk, nossa jornada com IA vai além das aplicações convencionais no setor de pagamentos, como fraude, crédito e suporte ao cliente. Nosso olhar se estende ao horizonte pós-AGI, explorando territórios menos óbvios como consciência e vida artificial. Acredito que a convergência entre arte, inteligência, consciência e vida nos permitirá compreender melhor a natureza não filtrada do espaço latente dos modelos de linguagem - uma realidade que em breve será onipresente. Este futuro iminente demanda uma análise profunda e multifacetada. A arte, em paralelo com a ciência, serve como instrumento de exploração dessas novas fronteiras. Para navegar pelo que está por vir, precisamos abraçar diversas perspectivas e estratégias de compreensão", diz ele. Estrutura Para participar, os candidatos devem submeter suas propostas até o dia 31 de janeiro de 2025 , sem restrições de formato. A fintech promete avaliar cada ideia, privilegiando a seleção de projetos que demonstrem potencial de execução e criatividade. A residência terá duração de três meses, começando em março de 2025, encerrando-se em junho de 2025. Durante este período, os participantes selecionados poderão desenvolver, aprimorar ou concluir seus projetos com o apoio da CloudWalk. Além da bolsa mensal de R$ 10 mil, a fintech disponibilizará: Recursos : Acesso a softwares e hardware avançado e ferramentas especializadas para viabilizar os projetos. Acompanhamento : Reuniões quinzenais com um comitê para monitorar o progresso dos trabalhos. Flexibilidade : Possibilidade de realizar as pesquisas remotamente ou nas instalações da CloudWalk em São Paulo, com acesso a espaços colaborativos e à equipe de tecnologia da empresa. Ao final do programa, os participantes apresentarão os resultados em um evento organizado pela CloudWalk, com a presença de especialistas e convidados. Quem pode participar Podem se inscrever pesquisadores brasileiros maiores de 18 anos, com experiência ou formação acadêmica comprovada em suas áreas de atuação. Equipes de até três membros também são aceitas, desde que um responsável principal seja apontado. Os critérios de seleção incluem inovação, impacto potencial e o alinhamento com as três áreas de interesse do programa: Arte, Cognição e Consciência, e Jogos de Pagamento. Entre os principais destaques dos termos do programa: Cada bolsa mensal será de R$ 10 mil por projeto selecionado, independentemente do número de integrantes da equipe. A propriedade intelectual dos projetos será compartilhada entre a CloudWalk e os pesquisadores, permitindo que ambas as partes usem e desenvolvam os resultados de forma independente. Pesquisadores podem submeter até duas propostas, mas apenas uma será selecionada por candidato ou equipe. Visão de futuro Com o programa de residência, a CloudWalk reafirma seu compromisso de não apenas transformar a tecnologia de pagamentos, mas também impulsionar a fronteira do conhecimento em inteligência artificial e em trabalhos colaborativos humano-máquina.
- Fintech reúne mais de 50 casas de aposta para discutir nova regulação no Brasil
Recentemente, a Shipay Tecnologia, hub de gestão financeira para empresas, reuniu mais de 50 representantes de casas de apostas e as duas maiores plataformas brasileiras do segmento para o "Fast Track to Legal Bets". Realizado na sede da fintech, no WTorre Nações Unidas, em São Paulo, o evento teve como proposta o debate sobre a recente regulamentação das apostas no país e seus impactos no mercado. Desde a sanção da Lei 14.790/2023, as apostas esportivas no Brasil ganharam novas diretrizes, incluindo licenciamento obrigatório, cobrança de tributos e exigências de compliance. A medida visa atrair mais segurança para os consumidores, já que, segundo o Itaú BBA, as bets podem lucrar até R$ 20 bilhões por ano, enquanto os brasileiros perdem R$ 23,9 bilhões. Ainda assim, enquanto garante transparência para os apostadores, o novo cenário jurídico também impulsiona desafios legais para as empresas. Paulo Loureiro, COO e cofundador da Shipay , explica os impasses da nova regulamentação. "Apesar de conferir mais segurança ao mercado, as novas diretrizes impõem práticas dificultosas em termos de adaptação tecnológica e compliance. As operadoras precisam se adequar rapidamente a exigências como licenciamento, controles antifraude e tributação, o que demanda investimentos robustos e parceiros estratégicos para garantir competitividade e conformidade com a lei". Entre os temas abordados no "Fast Track to Legal Bets", destacaram-se o compliance regulatório, a tributação de 12% sobre o faturamento bruto das operadoras e os 15% sobre lucros de apostadores, bem como os benefícios de soluções tecnológicas para simplificar a integração financeira no setor. Nomes de peso estiveram presentes no encontro, como Beatriz Melges, diretora regional da Soft Construct no Brasil, e Fabricio Canga, gerente de vendas LATAM da Pay Retailers. Do ponto de vista da Shipay, existem possibilidades de atender ao segmento de apostas com eficiência e flexibilidade. "Nossas soluções são capazes de aprimorar o relacionamento entre clientes e operadoras durante este momento de transformação regulatória, pois oferecemos integração com múltiplos bancos e asseguramos continuidade mesmo em momentos de instabilidade bancária. Porém, é válido ressaltar que operamos exclusivamente com casas de aposta que respeitam os apostadores e mantêm conformidade com a nova legislação", afirma Loureiro. A recente regulamentação exige que operadoras obtenham licenciamento junto ao Ministério da Fazenda e atuem exclusivamente sob domínios brasileiros com a extensão ". bet.br " a partir de 2025. Com o sucesso da primeira edição do evento, a Shipay já planeja novos encontros que continuem a promover debates sobre inovação e compliance no setor, consolidando-se como um parceiro estratégico para o mercado de apostas no Brasil.
- Marketing para Eventos: Estratégias que Conectam Marcas e Públicos
O marketing para eventos desempenha um papel crucial na criação de conexões significativas entre marcas e seus públicos. Além de promover o evento, ele é a ponte que transforma espectadores em participantes engajados e potenciais clientes em embaixadores da marca. Neste texto, exploraremos as estratégias mais eficazes para planejar, executar e maximizar o impacto de campanhas de marketing voltadas para eventos. 1. Definição de Objetivos e Público-Alvo O ponto de partida de qualquer estratégia de marketing bem-sucedida é compreender os objetivos do evento e quem se deseja alcançar. Um evento corporativo voltado para networking exige abordagens diferentes de um festival de música. Segmentar o público-alvo com base em dados demográficos, comportamentos e interesses garante maior relevância e personalização nas ações de marketing. Dica: Use ferramentas digitais para entender melhor seu público, como Google Analytics ou pesquisas direcionadas. 2. Planejamento de Conteúdo Estratégico O conteúdo é a chave para atrair atenção e gerar expectativa. Criar materiais visualmente atrativos, como vídeos teaser, posts para redes sociais e blogs informativos, ajuda a construir uma narrativa envolvente para o evento. E-mail marketing é outra ferramenta poderosa nesse processo. Ao enviar convites personalizados, lembretes e atualizações sobre o evento, você mantém seu público engajado. A personalização das mensagens, mencionando nomes e interesses específicos, aumenta significativamente as taxas de abertura e cliques. Para mais dicas sobre como estruturar um e-mail marketing eficiente, confira este guia . 3. Estratégias de Ativação de Marca Uma das maneiras mais impactantes de conectar marcas e públicos é através da ativação de marca em eventos. Experiências imersivas, como estandes interativos, sorteios ou demonstrações de produtos, criam memórias duradouras e fortalecem o vínculo com a marca. Case Inspirador: Uma ativação simples, como um “photo booth” temático, permite que os participantes compartilhem nas redes sociais usando hashtags exclusivas do evento, ampliando o alcance de forma orgânica. 4. Parcerias Estratégicas e Colaborações Colaborar com outras marcas ou empresas complementares pode amplificar o sucesso do seu evento. Parcerias oferecem acesso a novos públicos e oportunidades para dividir custos e responsabilidades. Descubra o poder das parcerias no marketing de eventos neste artigo . 5. A Importância do Marketing Pós-Evento O trabalho não termina quando o evento acaba. O marketing pós-evento é essencial para consolidar os resultados e manter a marca na mente do público. Isso inclui enviar pesquisas de satisfação, compartilhar fotos e vídeos do evento e aproveitar os insights obtidos para melhorar as edições futuras. Saiba mais sobre estratégias de marketing pós-evento neste conteúdo . 6. Uso de Tecnologia para Engajamento e Métricas Ferramentas como aplicativos para eventos, QR codes e plataformas de gestão facilitam não só o engajamento durante o evento, mas também a coleta de dados. Estes dados são valiosos para analisar o sucesso das ações e planejar eventos futuros de maneira ainda mais assertiva. Investir em uma estratégia de marketing bem estruturada é indispensável para o sucesso de qualquer evento. Seja explorando nichos de mercado, ativando marcas com criatividade ou investindo no pós-evento, o foco deve estar sempre em criar experiências memoráveis para o público. Lembre-se: mais do que promover, o marketing para eventos é sobre conectar e encantar. Quer aprender mais sobre como transformar seu evento em uma experiência inesquecível? Acesse os conteúdos completos da Let’s Events e descubra como aplicar essas estratégias na prática!
- A Moeda Digital que pode revolucionar o sistema financeiro brasileiro
O Banco Central do Brasil (BCB) está desenvolvendo o Drex, a versão digital do real, em uma iniciativa que promete modernizar e transformar o sistema financeiro brasileiro. Conhecido oficialmente como Moeda Digital do Banco Central (CBDC), o Drex visa proporcionar maior eficiência nas transações, reforçar a segurança financeira e reduzir os custos operacionais, ampliando o acesso a soluções financeiras mais seguras e acessíveis para todos os brasileiros. O Drex integra a tendência global de digitalização de moedas e representa um passo significativo para o Brasil, que se junta a um grupo seleto de países que apostam em moedas digitais centralizadas para inovar o setor financeiro. A implementação da CBDC permitirá que transações financeiras aconteçam de maneira mais rápida, segura e econômica, graças a tecnologias de ponta como o blockchain, que garante rastreabilidade e integridade dos dados. Além das vantagens tecnológicas, o Drex também contribuirá para a inclusão financeira. A expectativa é que essa nova plataforma digital traga mais pessoas para o sistema financeiro formal, facilitando pagamentos, transferências e o acesso ao crédito, especialmente em áreas remotas ou com menor acesso a serviços bancários. Para Sthefano Cruvinel, CEO da EvidJuri e especialista em contratos de tecnologia, a criação do Drex marca um novo capítulo na história financeira do Brasil. No entanto, ele destaca a necessidade de analisar a proposta com atenção para avaliar seus possíveis impactos, além de disseminar mais as informações sobre os benefícios da moeda digital, e como será permitido a sua utilização de forma que a população em geral possa usufruir das vantagens dessa inovação e que ela não se restrinja a um público específico, pois trata-se de uma tecnologia benéfica para todos. "Com o Drex, estamos diante de um marco significativo para o sistema financeiro brasileiro. Porém, para que essa inovação realmente alcance todo o seu potencial, é essencial que a proposta seja amplamente divulgada e compreendida por todos. Por exemplo, é importante deixar claro que a moeda digital não funciona como as criptomoedas tradicionais, como o Bitcoin, visto que a DREX é uma moeda regulamentada pelo Banco Central, ao contrário das outras moedas, que não possuem regulamentação. Isso a torna mais confiável e com menor risco de variação” afirma Sthefano Cruvinel, CEO da EvidJuri e especialista em contratos de tecnologia. Segundo especialistas a previsão é de que o Drex entre em circulação nos próximos anos, em um processo gradual e acompanhado por regulamentações para garantir sua segurança e eficácia. O Banco Central do Brasil continuará a monitorar o desenvolvimento da moeda, realizando testes e promovendo debates com setores do governo, mercado financeiro e sociedade civil para assegurar que o Drex atenda às necessidades de todos os brasileiros.














