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- C6 Bank lança assistente com IA generativa para facilitar transações do dia a dia
O C6 Bank vai lançar na próxima segunda-feira, 2 de dezembro, uma inteligência artificial que ajudará os clientes a fazer as operações bancárias do dia a dia, permitindo a interação entre o banco e os aplicativos mais usados pelos brasileiros. Batizada de C6 Assistant , a solução consiste em um chat com inteligência artificial generativa, dentro do app do C6 Bank, capaz de fazer Pix e pagamentos de forma simples e rápida, com toda a segurança que o ambiente do banco oferece. Treinado para reconhecer dados de pagamento em qualquer lugar – conversas de redes sociais, boletos digitais ou textos escritos à mão num papel –, o C6 Assistant recebe arquivos, fotos ou prints , detecta a transação desejada e solicita a confirmação do usuário. Os itens podem ser encaminhados para o assistente a partir de qualquer aplicativo ou no próprio chat. É possível também enviar Pix aos contatos salvos no app do banco sem a necessidade de digitar chaves. Nesse caso, a IA obedece a comandos tão simples quanto "Pix de 100 para Marina" . Em breve, o C6 Assistant ajudará os clientes a investir e realizar ações relacionadas ao cartão de crédito. Será possível, por exemplo, pedir para a IA do app indicar os CDBs mais rentáveis do momento ou informar as categorias em que o cliente mais está concentrando seus gastos do cartão de crédito (transporte, restaurantes, roupas, etc.). O assistente ainda poderá agendar o pagamento de boletos. “O C6 Assistant é um divisor de águas na experiência do usuário, porque ele inaugura uma forma completamente nova de fazer transações financeiras. Um dos nossos diferenciais é que estamos encurtando a distância entre o banco e os aplicativos que as pessoas mais usam, de redes sociais a apps de e-mail, nuvem, fotos, entre outros", diz Gustavo Torres, responsável pela área de inovação e experiência do C6 Bank. A nova solução está 100% embarcada no aplicativo do C6 Bank e exige senha ou biometria facial na hora de encaminhar conteúdo a partir de apps externos ao assistente, o que dá total segurança aos clientes. “Escolhemos inserir o coração dessa nova experiência no aplicativo do banco, que é um ambiente totalmente controlado por nós, regido pelo mais alto nível de segurança", diz José Luiz Santana, chefe de segurança do C6 Bank. O C6 Assistant é a primeira solução baseada em IA generativa direcionada ao público externo que o C6 Bank lança. Internamente, o banco já usa a tecnologia no auxílio ao atendimento a clientes, na revisão de linhas de código escritas por desenvolvedores e na análise de contratos, por exemplo. Formas de usar o C6 Assistant: 1) Tire print da tela e envie A tela contém dados de pagamento, como chave Pix, valores ou código de barras? Tire um print, toque no ícone de compartilhar e apenas encaminhe para o app do C6 Bank, que aparecerá como opção logo abaixo do print. 2) Encaminhe arquivos ou imagens Recebeu um boleto no e-mail ou no aplicativo de mensagens? Encontre a função de compartilhar no app em que você estiver e apenas encaminhe o arquivo para o app do C6 Bank. 3) Encaminhe ou copie textos Recebeu do amigo uma mensagem de texto no WhatsApp cobrando sua parte no churrasco? Apenas encaminhe a mensagem para o app do C6 Bank ou copie e cole no chat do C6 Assistant. 4) Faça o upload de arquivos Salve um arquivo onde você desejar (no aparelho ou na sua nuvem preferida). Depois, no chat do C6 Assistant, toque no sinal de [ + ] no canto direito da tela, selecione "Arquivo" e faça o upload. 5) Abra a câmera no chat e fotografe No chat do C6 Assistant, toque no ícone de câmera fotográfica no canto direito da tela e tire foto de qualquer papel que contenha informações de pagamento, como um QR Code, um boleto ou texto escrito à mão (chave Pix e valor da compra, por exemplo). 6) Digite no chat No chat do C6 Assistant, escreva um comando da forma como quiser. Se o objetivo for fazer um Pix de R$ 100 para algum de seus contatos salvos no app, por exemplo, basta digitar "Pix de 100 para Marina".
- Fintechs revolucionam gestão financeira para pequenas construtoras com soluções de crédito e cobrança personalizadas
As fintechs estão remodelando o setor da construção civil, oferecendo soluções financeiras inovadoras que ajudam pequenas construtoras a melhorarem sua gestão de recursos e aumentarem a rentabilidade. Em um cenário de recuperação gradual, o setor tem demonstrado avanços significativos, como apontado pela Hoff Analytics, que registrou um aumento de 9% no número de obras do 1º para o 2º trimestre de 2024. Esse crescimento foi impulsionado, em grande parte, pela região Sudeste, com destaque para o segmento residencial, que manteve sua dominância com um acréscimo de 0,8%. As fintechs têm desempenhado um papel essencial na modernização da concessão de crédito no mercado imobiliário, especialmente no que tange às análises de crédito mais robustas e assertivas. Essas inovações substituem as práticas atuais, oferecendo às construtoras uma gama maior de informações em relação ao clientes e consequente maior assertividade nas premissas do financiamento do Pro Soluto reduzindo a inadimplências e protegendo as operações contra super endividamentos. Outra transformação relevante impulsionada pela tecnologia no sistema financeiro é a adoção de indexadores do financiamento diferentes independente do estágio da obra como o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) no estágio inicial de obras. Essa mudança proporciona uma rentabilidade mais previsível e atrativa para as construtoras, otimizando os ganhos ao longo de todo o projeto. Adicionalmente, essas empresas estão modernizando a gestão de cobranças, oferecendo soluções tecnológicas que substituem processos manuais ineficientes. Esse avanço reduz custos operacionais e melhora significativamente a recuperação de valores, permitindo que pequenas construtoras concentrem seus esforços em outras áreas estratégicas. “Com o mercado em recuperação e o número crescente de obras, vemos um impacto significativo na forma como as pequenas construtoras gerenciam suas operações financeiras. Soluções como Open Finance, troca de instrumentos jurídicos na contratação dos financiamentos e a gestão tecnológica de cobranças têm trazido previsibilidade e rentabilidade ao setor”, afirma Leonardo Aguiar, head comercial da EmCash , uma fintech as a service especializada no segmento. Os dados da Hoff Analytics reforçam o momento positivo do setor, destacando que, no 2º trimestre de 2024, foram registradas mais de 677 mil obras no Brasil. A plataforma permite acesso a informações detalhadas, como fase da obra, metragem, tipologia e construtora responsável, fornecendo uma visão abrangente para apoiar decisões estratégicas. “Com o suporte das fintechs e o crescimento do mercado de construção, as pequenas construtoras passam a ter acesso a ferramentas avançadas que possibilitam maior controle financeiro e operacional, ajudando a impulsionar ainda mais essa recuperação do mercado imobiliário”, conclui Aguiar.
- CEO da Matera é reconhecido entre os 10 maiores especialistas globais em pagamentos
O CEO da Matera, Carlos Netto , foi classificado como o 10º colocado no ranking global “ 100+ Payment Experts to Follow on LinkedIn ” e é o primeiro brasileiro a figurar na lista, que reúne os profissionais mais influentes do setor de pagamentos e tecnologia financeira. Netto também desempenhou um papel crucial na construção do Pix no Brasil, meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central do Brasil (BCB) em 2020. Atualmente, a Matera detém aproximadamente 10% do market share do mercado de pagamentos, processando cerca de 5 bilhões de transações por ano. Um de seus diferenciais é o Pix Verde , uma iniciativa que utiliza software sustentável nos processos de desenvolvimento e testes da empresa. A conquista de Carlos Netto nesse ranking destaca sua liderança em um mercado em constante evolução e sua contribuição para a inovação no setor. “Estou incrivelmente feliz e orgulhoso de estar entre os dez melhores deste ranking global! Não há nada melhor do que trabalhar em algo pelo qual você é profundamente apaixonado”, declarou Netto. Ele também destacou a importância da diversidade no setor: “É incrível ver a representatividade de diferentes países nesta lista.” O ranking inclui nomes de peso do setor de tecnologia financeira, como Panagiotis Kriaris, Hua Li, Monica Jasuja e Neira Jones, além do líder da lista, Marcel van Oost. Essa conquista reflete não apenas a dedicação de Carlos Netto, mas também o destaque da Matera no mercado de paytech, fintech e soluções para pagamentos. Este reconhecimento reforça o papel da Matera como líder em soluções tecnológicas para o setor financeiro, celebrando a paixão e o compromisso de sua liderança em transformar desafios em oportunidades e impactar positivamente o mercado global.
- BlindPay usa tecnologia da Bitso Business para conectar empresas globais de tecnologia com a América Latina
O envio de dinheiro a outros países tornou-se uma tarefa cotidiana para os negócios que desejam se expandir e que, constantemente, buscam soluções que os permite conectar-se com outros territórios e enviar fundos de forma simples, rápida e a custos rentáveis. Em 2023, o volume total do mercado de transações transfronteiriças no mundo foi de mais de 190 bilhões de dólares, sendo 39,3 bilhões dedicados ao segmento B2B. Para 2030, espera-se que o valor total supere os 290 bilhões de dólares, com B2B representando mais de 56 bilhões, de acordo com a Statista . A plataforma BlindPay encontrou uma importante oportunidade para impulsionar as companhias Web3 e incentivar aquelas na Web2 a evoluírem, facilmente. Tudo isso, graças a sua interface API que permite as conexões e suporta pagamentos transfronteiriços ao empregar a tecnologia da Bitso Business - a unidade B2B da Bitso que oferece uma infraestrutura para o futuro dos pagamentos transfronteiriços. Essa processadora de pagamentos possibilita às empresas enviar fundos de um território a outro e utiliza a infraestrutura da Bitso Business para conectá-los com os canais de pagamentos locais, de forma simples e sem a necessidade de conhecimento tecnológico profundo, democratizando assim o uso desta tecnologia. "Desde o nascimento da BlindPay tínhamos em mente a missão de conectar financeiramente os territórios e ajudar as empresas a transferirem fundos de forma simples e sem intermediários. A Bitso Business tem tido um papel crucial nessa primeira etapa, pois é graças a sua tecnologia que estamos nos conectando com os sistemas bancários dos países para conseguir transferências bem-sucedidas e fluídas,” mencionou Bernardo Simonassi, CEO e desenvolvedor da BlindPay . “Através dos sistemas de pagamentos tradicionais, este tipo de operação acaba envolvendo dificuldades devido aos sistemas bancários fragmentados e incompatíveis em todo o mundo, que requerem múltiplos intermediários para facilitar as transações, o que gera um processo custoso, lento e ineficiente para realizar pagamentos globais. Além disso, as empresas, frequentemente, precisam pré-financiar contas em moedas estrangeiras, o que acarreta custos elevados e imobiliza seu capital. Como uma instituição de pagamento regulada, na Bitso Business temos o prazer de nos associar a empresas como a BlindPay, os permitindo ter um acesso eficiente e seguro aos sistemas de pagamentos locais em toda a América Latina", comenta Gabriele Zuliani, Diretor da Bitso Business. Ainda que a BlindPay tenha iniciado as operações em julho deste ano, em setembro eles já conseguiram duplicar o volume mensal transacionado. A companhia vem habilitando empresas virtuais e físicas a enviar e receber dinheiro dos Estados Unidos e Europa ao Brasil e outros países da América Latina, provendo acesso aos sistemas de pagamento locais.
- Bitybank lança Indique Week e oferece bônus exclusivos para indicações de novos clientes
O Bitybank, maior criptobanco do Brasil, apresenta a Indique Week , uma campanha promocional inédita que promete transformar o programa de indicação da empresa. Das 9h de 25 a 29 de novembro, clientes poderão receber bônus especiais ao convidar amigos e familiares para abrir uma conta na plataforma, reforçando o compromisso do Bitybank em democratizar o acesso às criptomoedas e oferecendo recompensas financeiras atrativas para quem participa. Durante a campanha, as regras do programa de indicação recebem um incremento exclusivo: clientes que indicam ganham R$ 100 por cada amigo que abrir conta no Bitybank utilizando o link de indicação, enquanto os amigos convidados recebem R$ 25 ao criar a conta e começar a investir em criptomoedas. A iniciativa oferece aos usuários uma oportunidade de compartilhar as vantagens da plataforma e, ao mesmo tempo, acumular prêmios reais. Segundo Bárbara Rocha, diretora de marketing (CMO) do Bitybank, o objetivo da Indique Week vai além de ampliar a base de clientes. Queremos recompensar nossos usuários de forma significativa. Essa campanha é mais uma prova do nosso compromisso em entregar valor para a comunidade," afirma. Para participar da campanha, ativa das 9 horas de 25 a 29 de novembro de 2024, basta acessar o aplicativo do Bitybank, compartilhar o link exclusivo de indicação e garantir que os amigos indicados abram a conta por meio do link compartilhado. O regulamento completo está disponível no aplicativo.
- Score de Bets: bancos já podem identificar a possibilidade de um cliente se tornar apostador
Já é possível verificar se um cliente se tornará apostador no curto prazo, uma das principais preocupações atualmente, diante dos impactos na saúde financeira das famílias. A solução acaba de ser lançada pela Datarisk , empresa de tecnologia especializada em soluções de inteligência artificial. Batizado de Score de Probabilidade de Aposta do Brasil, o indicador identifica clientes com maior propensão a apostar, permitindo uma análise mais precisa do risco de inadimplência em situações como concessão de crédito ou vendas parceladas. “Nosso objetivo é permitir que as empresas possam tomar decisões mais assertivas e mitigar potenciais dificuldades de pagamento”, explica o Chief Data Scientist da Datarisk, Carlos Relvas. O Score utiliza dados cadastrais tanto da pessoa quanto de seus parentes, além do histórico recente de apostas (frequência e número de casas de apostas diferentes), para determinar qual a probabilidade da pessoa vir a fazer apostas nos próximos 3 meses. "Durante os testes realizados com o produto, identificamos uma alta incidência de pessoas que começaram a apostar após um parente próximo ter feito uma operação semelhante". Em meio ao processo de desenvolvimento da solução, diversas estatísticas interessantes foram reveladas. Por exemplo, o histórico familiar do indivíduo mostrou ser um fator significativo: quando uma pessoa convive com um parente apostador aumenta a probabilidade de também se tornar um em aproximadamente 77%. Esse aumento é ainda mais expressivo nos casos em que os pais são apostadores, chegando a cerca de 216%. A ferramenta também cruza dados como renda presumida dos clientes, gênero e idade. Para se ter uma ideia, as apostas são mais comuns entre os homens (70,8%). Outro insight interessante trazido pela ferramenta é a idade média: 34 anos. Quase metade dos apostadores (47,8%) tem entre 25 e 40 anos. O score revelou ainda que 63,9% das pessoas apostadoras estão em regime CLT e a média salarial é de 4,7 salários-mínimos. Todos esses indicadores junto a outros fatores compõem o score. "Ao final, atribuímos uma pontuação que varia de zero a mil, onde mil indica a maior propensão a se tornar apostador, e zero, a menor", complementa Relvas. O Score de Probabilidade de Aposta da Datarisk pode ser integrado de forma rápida e eficiente às plataformas das empresas contratantes por meio de API, garantindo agilidade na implementação. Cenário preocupante O crescimento no número de apostadores tende a agravar ainda mais os elevados índices de inadimplência observados nos últimos meses. "Esse cenário preocupa setores como o financeiro e o varejista, que já começam a enfrentar os impactos em suas operações diárias. Para essas indústrias, o foco é antecipar a inadimplência, atuando preventivamente. Saber qual a tendência de a pessoa se tornar apostadora oferece maior segurança para decisões estratégicas, como concessão de crédito ou venda de produtos, alinhadas ao perfil de cada cliente", detalha. Uma pesquisa conduzida pelo Instituto DataSenado, em setembro, revelou dados importantes sobre apostas esportivas no Brasil. Entre os brasileiros que utilizaram aplicativos ou sites de apostas nos 30 dias anteriores à pesquisa, 42% enfrentavam dívidas em atraso há mais de um mês. O estudo também apontou que mais de 22 milhões de brasileiros realizaram apostas nesse período, representando 13% da população com mais de 16 anos.
- Fintech automatiza economia para reserva de emergência de forma prática
No Brasil, economizar e criar uma reserva de emergência é um desafio para a maioria da população. O cenário de inflação elevada e instabilidade econômica torna essa tarefa ainda mais complicada. Mesmo cientes da importância de guardar dinheiro, muitos brasileiros encontram dificuldade para poupar, seja pela falta de disciplina financeira ou pela sensação de que o orçamento apertado não permite economias. Dados do Check Up de Saúde Financeira da Fiduc mostram que 67% dos brasileiros não têm uma reserva financeira para enfrentar imprevistos, como perda de emprego ou emergências médicas. Outro levantamento, da Datafolha, reforça essa realidade: sete em cada dez brasileiros não têm dinheiro poupado para emergências. Nesse contexto, a fintech SmartSave , nova investida da Start Growth , Venture Capital que apoia fundadores com capital e expertise, surge como uma alternativa prática e inovadora. Seu modelo permite que os usuários economizem automaticamente, a cada compra feita com cartão de crédito, débito ou Pix, através do arredondamento de troco. "No Brasil, 61% da população tem dificuldade em poupar. A SmartSave resolve isso de forma prática, permitindo que as pessoas invistam automaticamente sem a necessidade de mudanças radicais nos seus hábitos financeiros", explica Marilucia Silva Pertile , mentora de startups e cofundadora da Start Growth. Segundo Marilucia, o funcionamento da fintech é simples, mas muito eficaz. "A cada compra, um valor adicional definido previamente pelo usuário é guardado como investimento. É como se fosse um cofrinho digital, moderno e acessível para todos", detalha. Além disso, a plataforma não apenas ajuda a construir um fundo emergencial, como também abre portas para quem deseja iniciar no mundo dos investimentos. "A ferramenta facilita o início da construção de uma reserva financeira, mesmo para quem nunca conseguiu poupar", destaca Mari. Com mais de mil pessoas na fila de espera para o aplicativo e um fundo de mais de R$1 milhão já investido, a SmartSave vem conquistando espaço em um mercado carente de soluções simples e práticas. “Em um país onde a educação financeira ainda é um desafio, essa ferramenta é ainda mais essencial. Automatizando o processo de poupança e investimento, ela ajuda os brasileiros a darem os primeiros passos rumo à estabilidade financeira”, conclui Marilucia.
- Agilize capta R$ 60 milhões para expandir sua tecnologia e fortalecer o micro e pequeno empresário
A Agilize , primeira contabilidade online do Brasil, anuncia uma nova rodada de investimento no valor de R$ 60 milhões, liderada pela AXA, líder global em investimentos alternativos, por meio de suas estratégias de investimento de impacto. O aporte também conta com a participação da L4, fundo independente com capital da B3, além da fintech brasileira Stone, que já aposta na Agilize desde 2020, quando ocorreu a primeira captação de R$ 7 milhões, impulsionando a expansão e um crescimento de 10 vezes no faturamento da empresa. Especializada em atender micro, pequenas e médias empresas em todas as suas demandas contábeis, a Agilize soma mais de 25 mil clientes, sendo 10% deles comerciantes de diferentes partes do Brasil. Atualmente, são mais de 600 cidades atendidas pela empresa, que planeja dobrar o faturamento em dois anos. “Queremos garantir, cada vez mais, uma estratégia one-stop-shop, para que o empreendedor encontre produtos complementares e de qualidade, para além de consultores especialistas, certificado digital, emissão de notas fiscais, visualização de impostos e toda visão de contabilidade de quem entende as dores do empreendedor”, explica Rafael Caribé, cofundador e CEO da Agilize. “A companhia ficou anos sem capital externo e cresceu com os lucros reinvestidos no negócio. A rodada de 2020, permitiu nos consolidarmos no setor, pois crescemos muito com pouco capital e de modo sustentável. Agora, com R$ 60 milhões em investimentos, estamos confiantes em poder acelerar o crescimento da Agilize, ampliando nossa capacidade de atender e apoiar ainda mais empreendedores pelo Brasil.”, complementa Caribé. A empresa aposta, ainda, em alguns de seus serviços, como o Agilize Unique, que oferece gerente de conta e consultoria especializada, e o Agilize RH, que trará produtos relacionados a benefícios, como convênios e crédito consignado. O investimento será também aplicado em novas parcerias com outras empresas que forneçam soluções complementares às da Agilize. “Criamos a Agilize a partir das nossas próprias dores em relação aos serviços de contabilidade. Por isso, priorizamos a qualidade e transparência, cuidando de todo o ciclo de vida das empresas, para que o empresário possa ter tempo e cabeça para cuidar do que realmente importa, o crescimento de seu negócio”, sinaliza o cofundador e diretor de marketing e vendas da Agilize, Marlon Freitas. Fundada em 2013, em Salvador (BA), por seis sócios: Adriano Fialho, Alberto Vila Nova, Ernesto Amorim, Marlon Freitas, Rafael Caribé e Rafael Viana. Atualmente a Agilize opera de forma totalmente online, com atuação tanto para o setor de serviços quanto para o comércio e planos a partir de R$ 189,00 por mês. “Nosso foco vai além da contabilidade online. Somos, antes de tudo, uma empresa que tem o atendimento como seu maior produto e diferencial. Não queremos ensinar contabilidade aos nossos clientes, mas atuar como o braço direito que simplifica seu dia a dia, permitindo que se concentrem integralmente em seus negócios. Por isso, a chegada da AXA IM Alts e da L4 traz um impacto significativo em nossa escalabilidade dos serviços, mantendo a mesma essência", finaliza Alberto Vila Nova.
- Criptorama 2024 discute prioridades do Banco Central: stablecoins e tokenização lideram agenda regulatória de 2025
O Criptorama 2024, maior evento de criptoeconomia do Brasil, destacou a confirmação de que o Banco Central continuará avançando na regulação do mercado de ativos digitais em 2025, com foco prioritário em stablecoins e na tokenização de ativos. O tema permeou os debates em diversos painéis, que reuniram reguladores e especialistas para reforçar a importância de um arcabouço regulatório robusto, capaz de equilibrar inovação e segurança, promovendo um ambiente favorável ao desenvolvimento do setor. Já na abertura do evento, Bernardo Srur, CEO da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) , reforçou o papel estratégico da regulação para impulsionar a economia digital no Brasil. “Estamos vivenciando um momento de transformação no mercado financeiro. O debate qualificado sobre regulação e inovação é essencial para garantir a evolução sustentável do setor”, afirmou Srur. O evento também trouxe luz aos avanços do Drex, a moeda digital do Banco Central, apontada como um projeto que visa integrar a simplicidade e acessibilidade das criptomoedas ao sistema financeiro tradicional. Segundo Fabio Araújo, coordenador do Drex no BC, a proposta inclui ampliar o acesso a serviços financeiros, possibilitar a tokenização de ativos e criar um ambiente mais inclusivo para investidores e empresas. “O Drex está sendo construído para democratizar o mercado de capitais e simplificar o acesso ao crédito”, destacou Araújo. Para Antônio Marcos Guimarães, do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central, as stablecoins representam desafios distintos, principalmente devido ao seu impacto na política monetária. Já a tokenização é vista como uma ferramenta estratégica e poderosa para expandir o acesso a investimentos e promover maior inclusão financeira. Primeiro dia: regulação e educação como pilares de crescimento No painel sobre tokenização no mercado financeiro, especialistas discutiram tanto os desafios quanto as oportunidades que surgem com a inovação. Tatiana Revoredo, cofundadora do The Global Strategy, afirmou: “O Brasil precisa avançar nas estruturas de descentralização de ativos para se alinhar às finanças globais.” Jonatas Montanini, co-CEO da Zuvia, ressaltou a relevância de sandboxes regulatórios como ambiente ideal para testar novos modelos de negócios. Outro ponto de destaque foi a tokenização de dívidas e equity crowdfunding, com Daniel Coquieri, CEO da Liqi Digital Assets, destacando o potencial para emissão de dívidas no mercado brasileiro. “A tokenização está amadurecendo e criando soluções práticas para o setor financeiro”, disse. Encerrando o primeiro dia, o procurador da República Alexandre Senra trouxe um alerta importante sobre os desafios relacionados aos crimes digitais. “Não existe prevenção mais efetiva do que a educação. Precisamos capacitar os usuários para compreenderem os riscos e tomarem decisões conscientes.” Segundo dia: desafios e avanços na regulação do setor Como já mencionado anteriormente, o segundo dia apresentou debates fundamentais sobre o Drex, a moeda digital do Banco Central. Fabio Araújo, coordenador do projeto no BC, afirmou que a CBDC brasileira foi desenvolvida para ampliar o acesso a serviços financeiros e fomentar a inclusão. Durante o painel “Drex em 2025: Uma Nova Era em Construção”, Araújo ressaltou: “Nosso objetivo é oferecer um acesso simples e intuitivo para os cidadãos, com soluções práticas que promovam segurança e inovação. Estamos dialogando com o mercado para criar serviços financeiros que beneficiem a população de forma inclusiva.” Ele também abordou questões sobre a descentralização do Drex e explicou como o uso de tecnologias avançadas, como as provas de conhecimento zero (ZKP), será fundamental para garantir a privacidade dos usuários, sem renunciar à transparência e segurança nas transações. Iniciativas de destaque A concessão do Selo ABcripto de Autorregulação PLD/FT foi um dos principais destaques do evento. As empresas BityBank, Coinext, Foxbit, PeerBR, plataforma de investimentos do Grupo GCB, Liqi, Parfin, Ripio, Urban Cripto e Zro Bank foram reconhecidas pelo compromisso com boas práticas e adequação regulatória. Segundo Bernardo Srur, o resultado reforça o papel da entidade no fortalecimento do setor: “Nosso programa tem como objetivo principal garantir que as empresas estejam alinhadas aos padrões exigidos pela regulação, fortalecendo a confiança de investidores e parceiros. A entrega do Selo de Excelência é um reconhecimento às organizações que trilharam esse caminho com compromisso e responsabilidade.” Outro marco importante foi o Acordo de Cooperação Técnica entre a ABcripto e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que irá impulsionar iniciativas educacionais, o desenvolvimento de sistemas eletrônicos para ordens judiciais, elaboração de materiais técnicos e workshops voltados para a promoção de boas práticas no mercado nacional e internacional. “Trata-se de um movimento que vai continuar a desafiar o universo jurídico”, disse Atalá Correia, Juiz de Direito no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. A principal meta do acordo é a criação de um sistema eletrônico que otimize o cumprimento de decisões judiciais envolvendo criptoativos, além de apoiar o credenciamento do Ministério Público junto a prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAV). Encerramento e perspectivas O Criptorama 2024 reforçou a relevância do Brasil no cenário global da criptoeconomia, trazendo à tona debates sobre o impacto da tecnologia blockchain, tokenização e inteligência artificial no futuro do mercado financeiro e da sociedade. Segundo Bernardo Srur, “o evento não apenas apontou caminhos para superar desafios regulatórios e de segurança, mas também consolidou o Brasil como um hub de inovação e desenvolvimento no setor cripto.” O Criptorama foi realizado pela ABcripto e contou com o apoio de patrocinadores como Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), B3 Digitas, BitGo, Cainvest, CBA Advogados, Chainalysis, Coinext, Foxbit, GCB Investimentos, Itaú, Klever, Liqi, NovaDax, Núclea, Opus Software, PeerBR, Ripio, Ripple, Tether, VDV Advogados, Visa e Zro Bank, além do apoio institucional da São Paulo Negócios. O evento reforçou o compromisso da Associação de promover um mercado mais transparente e inovador, impulsionando o crescimento sustentável do setor no Brasil.
- Opea e Trademaster lançam FIDC de R$150 milhões com tecnologia para aquisição de milhares de créditos em segundos
A Opea , líder na emissão de créditos em recebíveis no país, e a Trademaster , fintech que potencializa as vendas de grandes indústrias e distribuidores ao varejo, anunciam encerramento da oferta de um novo FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) no valor de R$ 150 milhões – o FIDC Opea-Trademaster . Os recursos serão utilizados dentro da estratégia da Trademaster de oferecer crédito e prazos alongados às pequenas, médias e grandes empresas varejistas de todo o Brasil para adquirirem produtos da indústria. A previsão é que até o fim do ano mais de 500 mil créditos sejam antecipados pelo FIDC, cujo processamento se dá através de uma plataforma desenvolvida pela Opea e integrada à Trademaster. “O grande diferencial desse fundo é a plataforma oferecida pela Opea para a aquisição, operacionalização e monitoramento dos recebíveis. Com milhares de créditos sendo cedidos diariamente, a plataforma processa a esteira completa, desde a aquisição até o pagamento da cessão de maneira integrada à Trademaster, em questões de segundos. Nossa tecnologia oferece mais segurança e agilidade para nossos clientes, de modo a garantir a eficiência e a confiabilidade em todo o processo”, afirma Helder Antoniazzi, head comercial de crédito estruturado na Opea. Para Francisco Pereira, cofundador e CEO da Trademaster, o fundo será fundamental para trazer ainda mais agilidade, rapidez e transparência para todo o processo. “Nosso foco é aprimorar cada vez mais o que ofertamos, visando ser um parceiro estratégico de negócio para as indústrias e distribuidores. Isso traz como impacto potencializar todo esse ecossistema de uma forma eficaz e ampliando a oferta de crédito”, pontua o executivo. Essa é a primeira operação estruturada com a Opea para a Trademaster, que completou 9 anos de fundação em setembro deste ano e conta com a chancela dos bancos Sofisa e BV como sócios. A empresa, que já transacionou mais de R$ 35 bilhões e ultrapassou a marca de 270 mil operações mensais, tem contribuído para uma melhora significativa de indicadores importantes de seus clientes, como crescimento do market share e do ticket médio, ampliação da distribuição numérica, incremento do drop size, aumento da rentabilidade, redução da inadimplência e do DSO (prazo médio de recebimento das vendas). Com mais de 200 indústrias e distribuidores conveniados e mais de 1 milhão de varejistas cadastrados na plataforma, a scale-up utiliza IA e machine learning para fornecer inteligência comercial e desenvolver modelos proprietários de crédito que possibilitam a inclusão do mix correto no PDV, com estratégias assertivas de cross sell e up sell. “Quantas vezes muitas indústrias e distribuidores deixam de atingir o potencial total de vendas para um cliente, fornecendo o mix correto, apenas por não conseguir aumentar o limite de crédito ou alongar o prazo de pagamento? Entendemos que uma maior oferta nesse sentido é um potencializador”, complementa do CEO da Trademaster. Já a Opea tem ampliado a sua atuação no mercado de capitais para empresas que oferecem crédito mercantil e hoje possui um total de aproximadamente R$ 8 bilhões emitidos em ativos com este lastro como FIDC, certificado de recebíveis (CR) e debêntures de securitização. Segundo Helder, o crédito estruturado vem se tornando uma alternativa cada vez mais procurada para companhias em busca de funding para financiar suas atividades, independente do seu tamanho ou setor. Desde a crise das Americanas, os bancos reduziram suas linhas de financiamento com lastro em recebíveis comerciais e a Opea ampliou fortemente sua atuação por meio dos fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs). Segundo dados da Anbima, os instrumentos de securitização — FIDCs, CRIs, CRAs — somados, já respondem por 56% do total deste ano e nos dois últimos a Opea tem liderado esse crescimento. “Hoje nossa securitizadora e gestora contam com uma arquitetura tecnológica desenvolvida para absorver os mais diferentes tipos de crédito. Podemos adaptar nossa solução para indústrias e empresas de diferentes portes e dinâmicas operacionais”, destaca.
- Comissão da Câmara apresenta anteprojeto e abre consulta sobre nova lei de cripto
A Comissão Especial de Direito Digital criada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vai apresentar nesta terça-feira (26/11) um texto abrangente sobre o setor de criptomoedas e criptoativos e abrirá uma consulta pública para receber as opiniões de empresas e de órgãos que atuam no setor – como Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Receita Federal. “O anteprojeto consolida a legislação existente e incorpora novos conceitos, proporcionando segurança jurídica para pontos ainda não contemplados em nenhuma norma”, explica o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), relator da comissão especial criada pelo presidente da Câmara. Lafayette, que também é o coordenador da Frente Parlamentar Mista da Economia e Cidadania Digitais, afirma que o anteprojeto pretende aumentar a segurança jurídica para empresas, investidores e plataformas. “Hoje, temos uma regulamentação fragmentada para o mercado de criptoativos, que é regulamentado por legislações esparsas e interpretações regulatórias pontuais da Receita Federal, do Banco Central e da CVM”, diz o deputado. “O objetivo da comissão da Câmara é unificar toda essa regulação em uma única lei e que todos os órgãos opinem sobre o texto para termos uma definição mais clara da função de cada um e podermos definir regras para todos os componentes do ecossistema dos criptoativos”, afirma Lafayette. O texto do anteprojeto e a chamada para a consulta pública ficarão disponíveis no site da Comissão Especial sobre Direito Digital da Câmara. Principais itens Segundo o deputado Lafayette de Andrada, relator da comissão, “o anteprojeto expande o foco da fiscalização para além da tributação e da lavagem de dinheiro, que já são objeto de outras leis e projetos altamente importantes. O anteprojeto avança, portanto, ao definir obrigações específicas para as exchanges e desenvolvedores de contratos inteligentes”. Outro avanço em relação à legislação atual é que “o texto também define as normas técnicas para especificar o que são os tokens, os contratos inteligentes e as blockchains”, explica o deputado. Abaixo, os 4 principais itens do anteprojeto que será apresentado nesta 3ª feira (26/11) pela Comissão Especial Comissão Especial sobre Direito Digital: 1) Definições claras “O texto produzido pela comissão define o que são os contratos inteligentes, os tokens de utilidade, os tokens de pagamento, as NFTs e outras siglas e expressões que ainda geram confusão no mercado brasileiro. Isso é necessário para aumentar a segurança para os interessados em fazer negócios nessa área”, explica o deputado Lafayette de Andrada. “O anteprojeto também estabelece os parâmetros necessários para que os criptoativos sejam classificados como tokens de valor mobiliário, sujeitos às regras da CVM”, diz o deputado. 2) Especificação de competências “O texto distingue as funções do Banco Central e da CVM. Inicialmente, a proposta é que o BC regule tokens de pagamento e atividades financeiras descentralizadas. Para a CVM, a proposta é que ela regulamente tokens com características de valores mobiliários e suas ofertas públicas”. 3) Exchanges “A comissão decidiu que as exchanges devem ser obrigadas a registrar suas operações em livro-razão público e distribuído. Isso aumenta a proteção aos investidores, com regras para divulgação de riscos em ICOs e STOs. O texto também exige que sejam feitas auditorias regulares e define os padrões para custódia de criptoativos”. 4) Tokens Não Fungíveis e Ativos Reais “O anteprojeto cria diretrizes específicas para uso de NFTs e tokenização de ativos reais, como imóveis ou direitos financeiros”.
- dLocal torna-se inciadora de transações de pagamentos para Pix
A dLocal , plataforma líder de pagamentos internacionais especializada em mercados de alto crescimento, atinge um novo marco ao se tornar uma iniciadora de transações de pagamentos (ITP) certificada no Brasil, autorizada pelo Banco Central. Esta certificação permite que a dLocal facilite os pagamentos Pix diretamente dentro do ecossistema Open Finance, agilizando o processo de checkout e reduzindo o atrito ao permitir pagamentos diretos sem redirecionar os usuários para aplicativos bancários. O Open Finance é suportado pelos cinco principais bancos do Brasil, como Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Nubank, que, juntos, representam 92% da população bancarizada do país. Essa autorização faz parte de uma série de conquistas recentes para a dLocal no Brasil, incluindo a licença emitida pelo Banco Central, em julho de 2023. Com a nova certificação, a dLocal agora pode iniciar pagamentos via Pix diretamente, proporcionando aos consumidores uma experiência mais tranquila e intuitiva, sem a necessidade de autorizações extras em aplicativos bancários no caso de Transferências Inteligentes, por exemplo. Por que a iniciação de transações de pagamentos é uma vantagem importante? Check-out simplificado: os pagamentos por Pix agora estão mais rápidos, eliminando etapas desnecessárias para o consumidor. Fricção reduzida, conversão aumentada: uma experiência mais suave e intuitiva, com menos barreiras entre a intenção e a transação concluída.














