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Resultados da busca

362 resultados encontrados para "transfero"

  • Banco Central abre mão de proteger consumidores ao não regulamentar o crédito atrelado ao Pix

    Em vez de estabelecer regras para proteger milhões de brasileiros, transfere a responsabilidade para

  • Pix para a China: XTransfer e Ouribank unem forças para impulsionar o comércio internacional

    A XTransfer, a plataforma de pagamento transfronteiriça B2B líder mundial e número 1 da China, e o Ouribank visa reduzir o custo e o tempo de processamento dos pagamentos transfronteiriços para os clientes da XTransfer As empresas com uma conta XTransfer poderão receber transferências Pix de clientes Brasileiros.  Com mais de 600.000 clientes da empresa, XTransfer transformou-se o número 1 da indústria na China. Esta colaboração não só impulsiona o crescimento global da XTransfer, mas também transforma a experiência

  • Pagou o boleto 2 vezes? Conheça 3 apps para organizar suas finanças

    conta, sem precisar de uso constante da internet, pois o aplicativo salva todos os dados inseridos e os transfere

  • Dólar digital avança no Brasil e transforma pagamentos internacionais também no Turismo

    tendência global de maior adoção de moedas digitais pareadas ao dólar em processos de remessa, liquidação e transferência A alíquota de 3,5%, mantida recentemente pelo STF, continua impactando as transferências feitas por meios

  • XP lança campanha promocional e oferece 1 ano de anuidade grátis no cartão Legacy para novos investidores

    direito a café da manhã cortesia, diárias extras, upgrade de categoria, early check-in, late check-out, transfer

  • Will Pay: transforme seu celular em maquininha e ganhe mobilidade financeira

    O Will Pay , do Will Bank , coloca toda a estrutura de maquininha no bolso de quem trabalha por conta própria — sem precisar pagar aluguel de aparelho, sem burocracia e nem exigir CNPJ. Como funciona o Will Pay? Você usa o celular e o app do Will Bank para aceitar pagamentos por aproximação, com cartão de crédito ou débito. Não há mensalidade ou aluguel de equipamento — é tudo feito a partir do seu aparelho. E tem mais. Você recebe suas vendas em até 1 dia útil, direto no app, e não precisa ser PJ, com o will pay, dá pra vender como pessoa física, no CPF. As vendas podem ser feitas no Pix, no débito ou no crédito em até 12x. Para vendas presenciais, aceite pagamentos por aproximação usando seu celular como maquininha e sem pagar mensalidade. Também é possível fazer vendas à distância: envie links de pagamento por WhatsApp e redes sociais. Para vendas presenciais, as taxas são 0% no Pix, 1,37% no débito, 3,45% no crédito à vista e 13,12% no crédito parcelado. Já nas vendas à distância, as taxas são 0% no Pix, 4,21% no crédito à vista, 7,11% no crédito parcelado em 3 vezes e 16,98% no crédito parcelado em 12 vezes. Por que o Will Pay se destaca Acessível para todos : não exige CNPJ, o que amplia o uso para vendedores informais e autônomos. Prático e eficiente : tudo dentro do app do banco digital, que já oferece cartão sem anuidade, Pix, investimentos e empréstimos. O Will Pay  é uma solução que democratiza o recebimento de pagamentos por cartão, com praticidade e sem custos extras. Ele atende especialmente quem atua de forma autônoma ou informal, tornando a aceitação de vendas tão simples quanto usar um celular.

  • Grupo Superlógica lança Conta Rendimento e transforma a gestão financeira de condomínios

    os mercados condominial e imobiliário no Brasil, lança a Conta Rendimento, uma solução inovadora que transforma Não há necessidade de operações manuais, aplicações em terceiros ou transferência para bancos externos

  • Mercado Bitcoin paga R$ 625 mil para investidores do Vasco Token

    O montante distribuído pela maior plataforma de ativos digitais da América Latina se deve à transferência Esse acordo estabelece que até 5% de cada transferência de jogador retorne aos clubes que os formaram pelo direito que o Club de Regatas Vasco da Gama possuía sobre os 12 jogadores formados pelo clube, transfere Então, além da torcida, as pessoas ganham dinheiro com a transferência de jogadores formados na base

  • Dia do Cliente: PIX se consolida como protagonista e transforma relação entre empresas e consumidores

    No Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, o Brasil enfrenta um cenário econômico desafiador que impacta diretamente o comportamento de consumo. Segundo dados do Mapa da Inadimplência da Serasa de 2025, o país conta com 74,6 milhões de pessoas endividadas, representando um aumento de 1,48% em relação ao mês anterior. Paralelamente, a pesquisa "Escolhas sob Pressão", realizada pela MindMiners revela que 57% dos brasileiros possuem algum tipo de dívida ativa, com destaque para o cartão de crédito (36%), empréstimos pessoais (19%) e contas atrasadas (15%). Em meio a esse contexto de fragilidade financeira, onde 46% dos brasileiros não possuem nenhum tipo de planejamento financeiro e apenas 29% conseguem se organizar adequadamente, segundo a MindMiners, o PIX destaca-se como uma ferramenta que tem revolucionado a forma como os consumidores realizam suas compras. Dados do Banco Central mostram que em maio de 2025, o PIX manteve liderança nos meios de pagamento no Brasil, registrando mais de 6,6 bilhões de transações e movimentando valores na casa de R$ 2,8 bilhões.   O PIX tem se consolidado como um dos maiores símbolos da transformação digital no Brasil, mudando a forma como consumidores e empresas se relacionam no dia a dia. Mais do que uma resposta ao cenário econômico desafiador, a ferramenta tornou-se protagonista na jornada de consumo digital, ao lado de algoritmos de recomendação personalizada e programas de fidelidade.  De acordo com outro estudo da MindMiners, 73% dos brasileiros consideram o PIX como a forma de pagamento mais utilizada. Na sequência, vem o cartão de débito (60%), cartão de crédito (53%), dinheiro (42%) e carteira digital (11%).  O avanço é ainda mais evidente no e-commerce: cada vez mais varejistas têm adotado não apenas como forma de pagamento à vista, mas também em modelos inovadores, como o PIX por aproximação, PIX automático e o mais recente, o PIX parcelado, o que amplia o acesso e facilita a jornada do consumidor online. "Esse protagonismo do Pix reflete uma mudança de comportamento importante, especialmente entre os mais jovens e microempreendedores. A simplicidade da ferramenta — que dispensa maquininhas e taxas — tem sido determinante para impulsionar pequenos negócios, ampliar o acesso ao sistema bancário e estimular a digitalização da economia", destaca o diretor de Negócios da Lina Open X, Murilo Rabusky.  Para o executivo, esse movimento representa um divisor de águas no relacionamento entre empresas e clientes: "Essas inovações tornam o sistema mais eficiente, seguro e acessível, tanto para consumidores quanto para empresas, e consolidam o Brasil como um dos líderes globais em inovação bancária. Ao evoluir continuamente de acordo com o comportamento do consumidor, o Pix reafirma seu papel como motor da inclusão, da inovação e da competitividade no sistema financeiro nacional", diz Murilo Rabusky. Além do impacto direto no varejo, novas empresas de tecnologia têm desenvolvido soluções que expandem o potencial do PIX em diferentes setores. "As novas tecnologias financeiras são mais do que apenas meio de pagamento, configurando-se como uma infraestrutura que abre caminho para inovação. Quando combinadas a tecnologias como a IA e análise de dados, permitem criar experiências de compra totalmente personalizadas, desde o checkout até programas de fidelidade. Isso dá ao Brasil uma vantagem competitiva enorme, mostrando como a regulação e a tecnologia podem caminhar juntas para gerar inclusão financeira e acelerar negócios", observa o especialista em tecnologia CRO da Azify, empresa integrante do Grupo Azimut que oferece infraestrutura financeira completa para empresas no Brasil , Gustavo Siuves. Com essa consolidação e a chegada de novas camadas de serviços baseados nessa tecnologia, o consumidor brasileiro ganha poder de escolha e praticidade, enquanto o mercado se fortalece com soluções mais eficientes e alinhadas às necessidades reais do público. A democratização dos meios de pagamento e a revolução no consumo A evolução do PIX representa mais do que uma simples inovação tecnológica; simboliza a democratização do acesso aos serviços financeiros em um país historicamente marcado pela exclusão bancária. Em um cenário onde milhões de brasileiros buscam alternativas para equilibrar suas finanças pessoais, a ferramenta emerge como um catalisador de mudanças estruturais, permitindo que pequenos comerciantes, empreendedores individuais e consumidores de diferentes classes sociais participem ativamente da economia digital. O impacto dessa democratização é especialmente relevante quando consideramos que 42% dos brasileiros conseguem pagar suas contas mas ficam sem sobras, enquanto 17% estão inadimplentes e 12% precisam escolher o que pagar no mês, de acordo com o estudo  "Escolhas sob Pressão", da MindMiners. Neste contexto, o PIX oferece não apenas praticidade, mas também controle financeiro, permitindo transações instantâneas sem taxas adicionais e facilitando o planejamento orçamentário. Para o futuro, os especialistas apontam que a tendência é de expansão ainda maior das funcionalidades do sistema, com a implementação de novos recursos como PIX parcelado, previsto para ainda em 2025, e PIX garantia, no qual parcelas a serem recebidas poderão ser utilizadas como garantia para operações de crédito. Essas inovações não apenas consolidam a posição do país como referência em pagamentos instantâneos, mas também oferecem ao consumidor brasileiro ferramentas cada vez mais sofisticadas para navegar em um ambiente econômico desafiador com maior autonomia e eficiência financeira.

  • Cripto, herança e impostos: como inserir moedas digitais no planejamento sucessório

    valor dos criptoativos, é fundamental que os investidores considerem como esses bens serão geridos e transferidos tradicionais, as criptomoedas exigem um entendimento específico sobre a forma como devem ser declaradas e transferidas Segundo Lucas Panisset, advisor da Transfero Prime, embora as criptomoedas não possuam uma regulação

  • Setor de eventos se antecipa ao calendário e transforma os feriados prolongados de 2026 em oportunidades de negócio

    O ano de 2026 ainda nem começou, mas o setor de eventos já está de olho no calendário. A razão é simples: será um ano com vários feriados prolongados estratégicos, caindo em quintas ou terças-feiras, o que abre espaço para emendas e viagens curtas. Para quem trabalha com eventos, turismo e entretenimento, isso não é apenas uma curiosidade. É oportunidade. Depois de anos marcados por incertezas e mudanças no comportamento do público, o mercado aprendeu uma lição importante: planejamento antecipado faz toda a diferença. E, quando o assunto são feriados prolongados, sair na frente pode significar agenda cheia e receita garantida. O calendário como ferramenta de estratégia Empresas de eventos já tratam o calendário como parte central do planejamento anual. Em 2026 , datas como o Carnaval, a Semana Santa, o Corpus Christi e outros feriados nacionais que caem próximos ao fim de semana criam janelas perfeitas para ativações, festivais, encontros corporativos e experiências temáticas. Não se trata apenas de organizar shows ou feiras tradicionais. O foco agora está em criar experiências que façam sentido para o público que quer aproveitar melhor o tempo livre. Se antes o feriado era visto como um período de pausa, hoje ele é encarado como um momento de consumo e lazer. Promotores estão reservando espaços com meses, às vezes mais de um ano de antecedência. Hotéis e centros de convenções já começaram a bloquear datas estratégicas. A disputa por fornecedores, atrações e equipes técnicas tende a aumentar à medida que 2026 se aproxima. Turismo de experiência ganha força Os feriados prolongados favorecem principalmente o turismo de curta duração. Destinos que ficam a até três horas de grandes capitais se tornam ainda mais atraentes. Nesse cenário, eventos regionais ganham destaque. Festivais gastronômicos, encontros culturais, eventos esportivos e festas temáticas passam a ser planejados para coincidir com essas datas. A lógica é simples: se o público já está disposto a viajar, por que não oferecer um motivo a mais? Cidades de médio porte vêm aproveitando esse movimento para movimentar a economia local. Restaurantes, hotéis, serviços de transporte e comércio sentem o impacto positivo. Para os organizadores, é a chance de negociar parcerias com prefeituras e secretarias de turismo, reduzindo custos e ampliando alcance. Corporativo também entra no jogo Não são apenas eventos  de entretenimento que se beneficiam dos feriados prolongados. O setor corporativo também vê vantagem nessas datas. Muitas empresas optam por realizar convenções, treinamentos e encontros estratégicos próximos a feriados, combinando trabalho e lazer. É o chamado bleisure, mistura de business com leisure. O colaborador participa do evento corporativo e estende a estadia para aproveitar o destino. Para os organizadores, isso significa programações mais atrativas, com atividades extras, experiências locais e roteiros personalizados. Além disso, empresas aproveitam esses períodos para fortalecer cultura organizacional. Um encontro bem planejado, em um cenário diferente do cotidiano, tende a gerar mais engajamento e conexão entre equipes. Antecipação reduz riscos e aumenta margem Um dos maiores aprendizados recentes do setor foi a importância da previsibilidade. Ao mapear os feriados prolongados de 2026 com antecedência, organizadores conseguem negociar melhor contratos com fornecedores, garantir melhores valores de locação e estruturar campanhas de venda mais longas. Com mais tempo para divulgação, é possível trabalhar diferentes fases de comunicação. Primeiro, criar expectativa. Depois, abrir vendas com lotes promocionais. Por fim, reforçar a urgência conforme a data se aproxima. Essa estratégia não apenas aumenta as chances de esgotar ingressos, como melhora o fluxo de caixa. Vendas antecipadas ajudam a financiar parte da produção, reduzindo necessidade de capital próprio ou crédito. Tecnologia como aliada A digitalização continua sendo um diferencial competitivo. Plataformas de venda online, campanhas segmentadas em redes sociais e uso de dados para entender o comportamento do público fazem parte da estratégia. Organizadores analisam históricos de edições anteriores para prever demanda. Avaliam quais datas tiveram melhor desempenho e quais regiões geraram mais interesse. Com base nesses dados, ajustam preços, atrações e formatos. Ferramentas de automação também ajudam no relacionamento com o público. Lembretes, ofertas personalizadas e conteúdos exclusivos mantêm o evento presente na mente do consumidor ao longo de meses. Sustentabilidade e propósito entram na pauta Outro ponto que ganha força em 2026 é a preocupação com impacto ambiental e responsabilidade social. Eventos programados para feriados prolongados tendem a atrair grande público, o que aumenta a responsabilidade dos organizadores. Práticas como redução de resíduos, uso de materiais reutilizáveis e incentivo ao transporte coletivo deixam de ser diferenciais e passam a ser expectativa do público. Marcas patrocinadoras também estão mais criteriosas na escolha de projetos com os quais se associam. Integrar ações sociais ao evento, como apoio a produtores locais ou campanhas solidárias, agrega valor e fortalece reputação. Concorrência exige criatividade Se por um lado os feriados prolongados criam oportunidades, por outro aumentam a concorrência. É provável que diferentes eventos disputem a atenção do mesmo público nas mesmas datas. Isso exige propostas claras e bem posicionadas. Não basta escolher o feriado certo. É preciso entender o perfil do público, definir uma identidade forte e comunicar de forma consistente. Experiências imersivas, line-ups exclusivos, parcerias com influenciadores e ativações diferenciadas ajudam a destacar o evento no meio de tantas opções. Planejamento financeiro é decisivo Antecipar-se ao calendário não significa assumir riscos desnecessários. Pelo contrário. Planejamento financeiro rigoroso é ainda mais importante quando se trabalha com grandes expectativas de público. Projetar cenários conservador, realista e otimista ajuda a manter o equilíbrio. Também é essencial negociar cláusulas contratuais que ofereçam segurança em caso de imprevistos. Eventos em feriados prolongados costumam ter custos maiores com logística e equipe, já que muitos profissionais cobram adicional nesses períodos. Esse fator precisa entrar na conta desde o início. 2026 como laboratório de crescimento O cenário aponta para um 2026 movimentado. O consumidor busca experiências que façam sentido, que justifiquem sair de casa e investir tempo e dinheiro. Feriados prolongados oferecem o contexto ideal para isso. Para o setor de eventos, o recado é claro: quem se planeja colhe os resultados. Antecipar negociações, estudar o calendário e entender o comportamento do público pode transformar datas comuns em grandes oportunidades de negócio. Mais do que preencher a agenda, trata-se de criar experiências relevantes e sustentáveis. Quando o planejamento começa cedo, as chances de sucesso aumentam. E, em um mercado competitivo, sair na frente faz toda a diferença.

  • Como a hiperpersonalização no Open Finance transforma a experiência bancária

    O Open Finance no Brasil mostra um crescimento notável desde seu lançamento há três anos. Com mais de 800 instituições participantes e cerca de 46 milhões de usuários ativos em fevereiro de 2024, o país conquistou o título de maior Open Finance do mundo, registrando mais de 1 bilhão de chamadas de APIs semanais. Esse sucesso é uma evidência clara do potencial extraordinário que esse sistema tem para oferecer. Apesar desses números impressionantes, ainda há um vasto espaço para crescimento, como indicado pela pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2023, que revelou que apenas cerca de 10% da base de clientes aderiu ao compartilhamento de dados até o momento. Para ampliar essa adesão, é essencial que os clientes reconheçam o valor do Open Finance, e uma das maneiras mais eficazes de demonstrar isso, é através da melhoria da experiência do cliente. A hiperpersonalização é uma das áreas onde o Open Finance pode causar um impacto significativo. Com a capacidade de processar grande quantidade de dados, o sistema pode oferecer aos clientes uma experiência altamente personalizada, adaptada às suas necessidades individuais. Isso inclui propostas e atendimentos que correspondem melhor ao perfil de cada cliente, proporcionando uma relação mais próxima e satisfatória com as instituições financeiras. O mercado em geral vem implementando a hiperpersonalização em várias áreas. Para se ter uma ideia, de acordo com relatório do Opinion Box, 72% dos consumidores esperam que as empresas os reconheçam como indivíduos únicos e identifiquem seus interesses, e 73% preferem comprar com as marcas com que já tiveram experiências personalizadas e positivas. Um estudo da Deloitte aponta que 90% dos consumidores preferem ser impactados por campanhas de marketing hiperpersonalizadas. Da mesma forma, a McKinsey constatou que 78% dos consumidores têm maior probabilidade de comprar novamente de uma marca quando seu conteúdo é hiperpersonalizado. O Open Finance pode ter este mesmo impacto no mercado de produtos e serviços financeiros. . O Open Finance permite que os clientes tenham uma visão mais ampla do mercado, podendo comparar facilmente as diferentes opções disponíveis entre os prestadores de serviços financeiros. Essa transparência facilita a escolha da opção que melhor se adequa às preferências e possibilidades de cada cliente. Inteligência Artificial e outras tecnologias são benéficas para o Open Finance A integração com outras tecnologias, como a inteligência artificial (IA), promete elevar ainda mais esses benefícios. A IA pode ajudar a analisar os dados coletados pelo Open Finance de maneira mais eficiente, proporcionando insights valiosos que podem melhorar ainda mais a experiência do cliente. Outra tendência impulsionada pelo Open Finance é a do embedded finance, que permite que instituições não financeiras ofereçam diretamente serviços bancários aos clientes, com o respaldo de uma instituição financeira parceira. Esse modelo de negócio tende a se expandir com a digitalização e a interoperabilidade promovidas pelo Open Finance, integrando completamente a experiência do cliente com o setor financeiro à sua rotina diária. Em resumo, o Open Finance não apenas estimula a competição e a inovação no setor financeiro, mas também promete melhorar significativamente a experiência do cliente, tornando o acesso ao sistema financeiro mais fácil, ágil e eficiente. Com o potencial de hiperpersonalização, transparência e integração com outras tecnologias, o Open Finance está preparado para transformar radicalmente a maneira como os brasileiros interagem com as instituições financeiras.

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