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282 resultados encontrados para "NAVA"

  • Criptoativos entram em nova era! Regulação do BC deve provocar consolidação e abrir espaço para empresas de tecnologia

    As novas regras tratam desde a estrutura de capital e governança das SPSAVs até a obrigatoriedade de As novas exigências de capital mínimo, governança e controle operacional seguem o mesmo rigor aplicado A nova norma equipara o pagamento em stablecoin ao envio de remessa cambial, sujeitando-o às regras do Ambiente mais regulado, mas com espaço para inovação Apesar das novas barreiras, os advogados do BTLAW

  • Na palma da mão: pagamentos biométricos são nova oportunidade de crescimento para o varejo físico

    “Essa é uma inovação que promove ao varejista uma nova estratégia de lucros, principalmente pela modernização

  • Empresas de tecnologia auxiliam na adequação da Nova Lei de Apostas Esportivas no Brasil

    Recentemente, foi implementada no Brasil a Nova Lei de Apostas Esportivas (Lei nº 14.790/23), que trouxe diretor comercial da 1datapipe , ferramenta de consumer insights baseada em Inteligência Artificial, a nova

  • Drex: entenda os principais desafios ligados à nova moeda digital brasileira

    O Banco Central (BC) está avançando no desenvolvimento do Drex, sua nova  moeda digital, prevista para Negri reforça ainda que outros países estão testando novas moedas digitais e formatos para implementá-las Com essa lógica de acompanhamento e atualização constante, o Drex será decisivo para oferecer uma nova

  • Bitcoin atinge nova máxima histórica impulsionado por avanço regulatório e alívio na guerra de tarifas

    Entre os principais catalisadores está o alívio na guerra de tarifas iniciada pela nova gestão americana principalmente por fatores internos do mercado cripto, como o halving e a adoção institucional, esta nova tensões comerciais e o avanço na construção de um ambiente regulatório mais sólido estão trazendo uma nova

  • Novas Possibilidades Financeiras: Fintechs que oferecem empréstimo com garantia de celular

    Nos dias de hoje, onde a tecnologia evolui rapidamente e os smartphones se tornaram uma extensão essencial de nossas vidas, é incrível como esses dispositivos podem ser aproveitados de maneiras inovadoras. Uma dessas maneiras é através do empréstimo com garantia de celular, uma solução financeira que está ganhando popularidade e oferece uma alternativa conveniente para aqueles que precisam de dinheiro extra. O que é o Empréstimo com Garantia de Celular? Em termos simples, um empréstimo com garantia de celular envolve utilizar seu smartphone como garantia para obter um empréstimo. Isso significa que você empresta dinheiro de uma instituição financeira, como um banco ou uma plataforma de empréstimos online, e utiliza seu celular como garantia para o empréstimo. Como Funciona? O processo é bastante simples e direto. Primeiro, você precisa possuir um smartphone em bom estado e com um valor de mercado razoável. Em seguida, você entra em contato com uma instituição financeira que ofereça empréstimos com garantia de celular. Eles avaliarão o valor do seu dispositivo e oferecerão um empréstimo com base nesse valor. Uma vez que o empréstimo é aprovado, você entrega o seu celular à instituição financeira como garantia. Você ainda pode usar o seu smartphone normalmente durante o período do empréstimo. No entanto, se você não cumprir com as obrigações do empréstimo, como fazer pagamentos em dia, a instituição financeira pode reter ou vender o seu celular para recuperar o valor emprestado. Quais São as Vantagens? 1. Acesso Rápido ao Dinheiro: Comparado a outros tipos de empréstimos, o processo de empréstimo com garantia de celular é geralmente mais rápido, pois a avaliação do dispositivo é relativamente simples e rápida. 2. Taxas de Juros Mais Baixas: Como o empréstimo é garantido pelo seu celular, as instituições financeiras tendem a oferecer taxas de juros mais baixas em comparação com outros tipos de empréstimos pessoais. 3. Não Afeta seu Histórico de Crédito: Como o empréstimo é garantido por um ativo tangível (seu celular), a instituição financeira pode ser mais flexível em relação ao seu histórico de crédito, o que pode ser uma vantagem para aqueles com histórico de crédito ruim ou limitado. Onde fazer empréstimo com garantia de celular O empréstimo com garantia de celular está disponível em algumas fintechs. Confira abaixo algumas delas: Juros Baixos No Juros Baixos, Com uma simulação, a plataforma pesquisa em diversas credoras a disponibilidade do empréstimo com garantia de celular. A partir disso, você compara as melhores ofertas pré-aprovadas, avalia qual é a melhor taxa de juros disponível e recebe o dinheiro na conta bancária em até 1 dia útil. Juvo Fundada em 2014, em São Francisco na Califórnia, a Juvo iniciou suas atividades no Brasil em 2018, atuando com adiantamentos de recarga para celulares pré-pagos. Utilizando o conhecimento adquirido com esta experiência, a Juvo decidiu lançar seu segundo produto em 2022: o empréstimo pessoal entre R$ 700 e R$ 4.500 em até 12 parcelas mensais. A Juvo já conta com mais de R$450 milhões investidos em empréstimos pessoais e adiantamentos de recarga nos últimos 2 anos, 11 milhões de brasileiros já foram aprovados pela Juvo. SuperSim A SuperSim é uma facilitadora para você conseguir seu crédito pessoal com ofertas personalizadas para cada perfil, faremos o possível para dizer SIM para que você saia com o dinheiro depositado em sua conta. Dentre as várias opções de empréstimo, disponibilizam o empréstimo com garantia de celular, sem sair de casa, 100% online, até R$ 2.500 em até 12x. Finanzero A Finanzero atua no intermédio do mercado de crédito: com mais de 70 instituições parceiras no site, cada cliente pode encontrar o empréstimo ideal para o próprio bolso. E tudo sem sair de casa. Dentre as opções, a plataforma possibilita a simulação de empréstimo com garantia de celular. A comparação é feita nas ,ais de 70 instituições parceiras, com ofertas pré-aprovadas em até 5 minutos após finalizar o cadastro e dinheiro na conta em até 48 horas úteis após a aprovação. Bom Pra Crédito O Bom Pra Crédito une quem precisa de ofertas de crédito com facilidade e liberdade de escolha a quem quer proporcioná-las com rentabilidade e segurança, atreladas à nossa inteligência de crédito. Para realizar o empréstimo com garantia de celular, basta selecionar uma instituição financeira de confiança para fazer a sua solicitação. No Bom Pra Crédito, são diversos parceiros reconhecidos no mercado que fazem este tipo de crédito. É Importante Considerar Alguns Pontos - Certifique-se de entender completamente os termos e condições do empréstimo, incluindo as taxas de juros, as datas de vencimento e as consequências do não pagamento. - Avalie se o valor do empréstimo é justo em relação ao valor do seu celular. - Tenha um plano de pagamento claro para garantir que você possa cumprir com suas obrigações financeiras. Em resumo, o empréstimo com garantia de celular pode ser uma opção atraente para aqueles que precisam de dinheiro extra de forma rápida e com taxas de juros mais baixas. No entanto, como acontece com qualquer forma de empréstimo, é essencial entender completamente os termos e garantir que você possa cumprir com suas obrigações financeiras antes de prosseguir.

  • Equity Crowdfunding: Nova Resolução 88 impacta middle market e aproxima Brasil de práticas internacionais

    A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu, nesta quarta-feira (24), consulta pública sobre a reforma da Resolução CVM 88, que trata do crowdfunding de investimentos no Brasil. Para o advogado Luiz Rafael Maluf, sócio e head da área de Mercado de Capitais do CGM Advogados , escritório de advocacia full service que atende grandes empresas do Brasil e do exterior em mais de 20 áreas do Direito Empresarial, a proposta traz pontos podem mudar de forma relevante o mercado. “A CVM propõe eliminar a exigência de investidor ativo para negociações no secundário de crowdfunding, mantendo apenas a necessidade de cadastro atualizado. Esse ajuste reduz atritos de entrada e tende a destravar liquidez nas plataformas , sem abrir mão dos controles de elegibilidade e de prevenção à lavagem de dinheiro”, diz o especialista no assunto. Segundo o advogado, ao propor essa mudança, a CVM aproxima o regime brasileiro de práticas internacionais. Nos Estados Unidos, por exemplo, o regime de crowdfunding ( Reg CF ) não adota a figura do “investidor ativo”, mas utiliza outros mecanismos de proteção ao investidor. “Os novos tetos, de R$ 25 milhões para sociedades empresárias e cooperativas, R$ 50 milhões para securitizadoras e R$ 2,5 milhões por safra para produtores rurais, abrem uma via regulada de funding para projetos do middle market , que hoje ficam entre o crédito bancário e o mercado de capitais tradicional.” Ainda de acordo com o advogado, aA consulta de crowdfunding conversa com o Regime FÁCIL, lançado recentemente pela CVM, por serem complementares para perfis distintos de emissores. “ A combinação tende a preencher lacunas de acesso a capital, do pequeno emissor ao médio porte, com proporcionalidade e salvaguardas. ”

  • Com nova solução, Esphero promete emissões de cartões de crédito 40% mais rápidas

    Com a previsão de movimentar cerca de 457 bilhões de dólares até 2026, segundo dados do Banco Central, o mercado de cartões de crédito no Brasil enfrenta o desafio de ainda realizar processos burocráticos e lentos. No setor bancário, a emissão de um cartão pode demorar entre 15 e 45 dias, e o cliente passa ainda por um processo de preenchimento de formulário, análise do histórico de crédito e possível solicitação de documentos adicionais, para então a instituição aprovar ou rejeitar a solicitação. Para responder a essa demanda do mercado, a Esphero, empresa especializada em soluções de  onboarding  digital – processo de atrair clientes para produtos e serviços -, promete, por meio de uma plataforma criada para integrar motores de crédito e sistemas de biometria, emitir cartões de crédito 40% mais rápido do que outros serviços, um marco na agilidade e segurança do setor. Para que isso seja possível, a ferramenta incorpora tecnologias para prevenção de fraudes, como documentoscopia e reconhecimento facial. Os clientes da Esphero se beneficiam ao receber um ecossistema fundamentado em tecnologia, agilidade e inovação, como explica Aureo Jarzinski, CEO da companhia.  “Nossos clientes se beneficiam com a entrega de um ecossistema completo. Além disso, entregamos conhecimento em crédito e informações sobre as particularidades de cada região do país, aproveitando nossa presença nacional. Oferecemos também uma variedade de soluções que se adaptam ao perfil de cada cliente”. O CEO destaca o modelo de negócio B2B2C da empresa, que entrega seguro, reanálise, jornadas simplificadas,  reonbording  e outras opções: "Vendemos nossa solução para grandes varejistas e também players do mercado financeiro, que emitem cartões Private Label ou bandeirado, que podem então proporcionar uma experiência rápida e segura para os consumidores finais. A emissão do cartão, com a proposta e o aceite, é concluída 40% mais rápido do que em outros serviços”. Além disso, a Esphero colabora estreitamente com a Horizon Pay, empresa focada em soluções de pagamento para bancos e fintechs, permitindo uma integração simplificada com diversas processadoras do mercado. "Nossa parceria com a Horizon Pay é estratégica, possibilitando a qualquer cliente integrar nossos serviços de forma eficaz e abrangente", acrescenta Jarzinski. Olhando para o futuro, a Esphero planeja expandir sua oferta para abranger todos os tipos de  onboarding , incluindo integração de novos funcionários e solicitações de crédito, em um modelo conhecido como Credit-as-a-Service (CaaS). Esse serviço oferece acesso flexível a linhas de crédito para empresas, independentemente de possuírem ou não estrutura financeira própria. Além disso, estão evoluindo suas soluções para incluir plataformas  no code . “Ela entregará agilidade a autonomia aos nossos clientes para montarem fluxos de trabalho de forma rápida e independente, sem depender de desenvolvimento e equipes técnicas. Estamos na vanguarda e é isso que queremos também para os nossos clientes: estarem sempre na vanguarda em seus setores de atuação.” Com um crescimento projetado de mais de 30% nos próximos dois anos, a Esphero se posiciona como pioneira em soluções integradas de  onboarding,  combinando análise de crédito, prevenção de fraudes e integração com processadoras de cartão de crédito em um só lugar. Com isso, seu objetivo é ser referência no setor, propondo uma redefinição da eficiência no mercado financeiro brasileiro.

  • Comissão da Câmara apresenta anteprojeto e abre consulta sobre nova lei de cripto

    A Comissão Especial de Direito Digital criada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vai apresentar nesta terça-feira (26/11) um texto abrangente sobre o setor de criptomoedas e criptoativos e abrirá uma consulta pública para receber as opiniões de empresas e de órgãos que atuam no setor – como Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Receita Federal.   “O anteprojeto consolida a legislação existente e incorpora novos conceitos, proporcionando segurança jurídica para pontos ainda não contemplados em nenhuma norma”, explica o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), relator da comissão especial criada pelo presidente da Câmara.   Lafayette, que também é o coordenador da Frente Parlamentar Mista da Economia e Cidadania Digitais, afirma que o anteprojeto pretende aumentar a segurança jurídica para empresas, investidores e plataformas.   “Hoje, temos uma regulamentação fragmentada para o mercado de criptoativos, que é regulamentado por legislações esparsas e interpretações regulatórias pontuais da Receita Federal, do Banco Central e da CVM”, diz o deputado.   “O objetivo da comissão da Câmara é unificar toda essa regulação em uma única lei e que todos os órgãos opinem sobre o texto para termos uma definição mais clara da função de cada um e podermos definir regras para todos os componentes do ecossistema dos criptoativos”, afirma Lafayette.   O texto do anteprojeto e a chamada para a consulta pública ficarão disponíveis no site da Comissão Especial sobre Direito Digital da Câmara.   Principais itens Segundo o deputado Lafayette de Andrada, relator da comissão, “o anteprojeto expande o foco da fiscalização para além da tributação e da lavagem de dinheiro, que já são objeto de outras leis e projetos altamente importantes. O anteprojeto avança, portanto, ao definir obrigações específicas para as exchanges e desenvolvedores de contratos inteligentes”.   Outro avanço em relação à legislação atual é que “o texto também define as normas técnicas para especificar o que são os tokens, os contratos inteligentes e as blockchains”, explica o deputado.   Abaixo, os 4 principais itens do anteprojeto que será apresentado nesta 3ª feira (26/11) pela Comissão Especial Comissão Especial sobre Direito Digital:   1) Definições claras “O texto produzido pela comissão define o que são os contratos inteligentes, os tokens de utilidade, os tokens de pagamento, as NFTs e outras siglas e expressões que ainda geram confusão no mercado brasileiro. Isso é necessário para aumentar a segurança para os interessados em fazer negócios nessa área”, explica o deputado Lafayette de Andrada. “O anteprojeto também estabelece os parâmetros necessários para que os criptoativos sejam classificados como tokens de valor mobiliário, sujeitos às regras da CVM”, diz o deputado.   2) Especificação de competências “O texto distingue as funções do Banco Central e da CVM. Inicialmente, a proposta é que o BC regule tokens de pagamento e atividades financeiras descentralizadas. Para a CVM, a proposta é que ela regulamente tokens com características de valores mobiliários e suas ofertas públicas”.   3) Exchanges “A comissão decidiu que as exchanges devem ser obrigadas a registrar suas operações em livro-razão público e distribuído. Isso aumenta a proteção aos investidores, com regras para divulgação de riscos em ICOs e STOs. O texto também exige que sejam feitas auditorias regulares e define os padrões para custódia de criptoativos”.   4) Tokens Não Fungíveis e Ativos Reais “O anteprojeto cria diretrizes específicas para uso de NFTs e tokenização de ativos reais, como imóveis ou direitos financeiros”.

  • Novas regras do Banco Central elevam exigência de cibersegurança e pressionam fintechs a comprovar controles até março de 2026

    A partir de 1º de março de 2026, instituições financeiras, instituições de pagamento e empresas integrantes do Sistema Financeiro Nacional precisarão comprovar, na prática, a adoção de controles mínimos de cibersegurança exigidos pelas Resoluções CMN nº 5.274/2025 e BCB nº 538/2025, publicadas em 18 de dezembro de 2025 pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e pelo Banco Central. O novo pacote regulatório torna mais prescritivos os requisitos de segurança e inaugura uma fase de “controle comprovável”, com necessidade de evidências, testes independentes e documentação estruturada. Ao todo, passam a ser mandatórios 14 controles mínimos, incluindo autenticação forte, criptografia, prevenção e detecção de intrusões, proteção contra vazamento de dados, rastreabilidade de acessos,  backup , gestão de vulnerabilidades,  hardening  de sistemas, proteção de rede, gestão de certificados digitais, requisitos específicos para integrações via APIs e inteligência cibernética com monitoramento contínuo da internet,  deep web  e  dark web . Para ambientes críticos como RSFN, Pix e STR, as resoluções reforçam exigências como MFA para acessos administrativos, isolamento físico e lógico de ambientes, inclusive em nuvem, com instâncias dedicadas, e validação de integridade de ponta a ponta antes da assinatura digital. Segundo  Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, empresa especializada em cibersegurança e compliance internacional,  o novo modelo regulatório representa uma virada operacional para o setor financeiro. “Deixa de ser suficiente ter políticas bem escritas. Agora, as instituições precisam mostrar que os controles existem, funcionam e foram testados. Isso exige priorização, execução técnica e organização de evidências, especialmente para quem ainda está amadurecendo sua estrutura de segurança”, afirma o executivo. O contexto de risco reforça a urgência da adequação. De acordo com o Data Breach Investigations Report 2025, da Verizon, o elemento humano está envolvido em cerca de 60% das violações analisadas. Já o relatório global da IBM aponta que o custo médio de um vazamento de dados chegou a US$ 4,44 milhões em 2025, com um tempo médio de 241 dias para identificar e conter incidentes. Esse cenário aumenta a pressão sobre instituições reguladas, que agora enfrentam prazos definidos e fiscalização baseada em evidências. Além dos controles técnicos, as resoluções também tornam obrigatória a realização de teste de intrusão anual, conduzido por empresa ou profissional independente, com documentação formal, plano de ação corretivo e retenção das evidências por períodos que análises de mercado indicam chegar a até cinco anos. O movimento segue uma tendência internacional de fortalecimento da resiliência operacional no setor financeiro, alinhada a marcos regulatórios como o DORA, em vigor na União Europeia desde janeiro de 2025. Nesse cenário, a  LC SEC, consultoria brasileira com atuação no Brasil e na Europa , apoia instituições financeiras e fintechs na jornada de adequação até março de 2026. A empresa atua desde o diagnóstico de lacunas frente aos 14 controles exigidos, passando pela construção de planos de ação priorizados, execução técnica e organização das evidências regulatórias, até a realização de pentests independentes com reteste e suporte à correção. “A inteligência cibernética também ganha protagonismo, especialmente com o monitoramento de vazamentos, credenciais expostas e menções em  deep  e  dark web , que alimentam a resposta a incidentes e a tomada de decisão”, complementa Luiz Claudio. Com mais de 10 anos de experiência em projetos de segurança e conformidade,  Luiz Claudio  lidera iniciativas baseadas em  frameworks  como ISO 27001, ISO 42001, SOC 2, PCI DSS, NIST, LGPD, GDPR e DORA, além de trabalhos focados em cultura organizacional e integração de inteligência artificial às estratégias de defesa digital. “O prazo é curto e o nível de exigência aumentou. Quem tratar o tema apenas como compliance documental corre o risco de não passar pelo novo crivo regulatório”, conclui o executivo.

  • Fintech SalaryFits anuncia nova head de Operações

    internacionalmente por automatizar processos e promover o bem-estar financeiro aos trabalhadores, anuncia a nova Com reconhecida trajetória profissional, a nova head de Operações da SalaryFits circulou, em 12 anos A implementação de novas áreas e o trabalho direcionado à gestão humanizada de pessoas e processos são

  • Com mercado projetado em US$ 18 bilhões até 2030 no Brasil, embedded finance avança como nova arquitetura do sistema financeiro

    O sistema financeiro brasileiro está entrando em uma nova fase de transformação digital. “O avanço do Open Finance, das APIs financeiras e das novas infraestruturas digitais criadas pelo Banco

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