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- Open Finance vira commodity e muda a lógica de competição entre empresas
O avanço do Open Finance no Brasil marca uma mudança na competitividade do mercado financeiro. Com mais de 100 milhões de usuários já inseridos nesse ecossistema, segundo dados do Open Finance Brasil, e potencial de geração de até R$ 42 bilhões em novas receitas até o fim de 2026, de acordo com levantamento da PwC, o acesso a informações bancárias deixou de ser uma barreira para se tornar um atrativo econômico. Na prática, o mercado entra em uma nova fase em que dados financeiros começam a se tornar uma commodity. Se antes o diferencial estava em ter acesso às informações, hoje ele está na capacidade de interpretá-las e utilizá-las de forma estratégica para gerar receita, eficiência e vantagem competitiva. Apesar da evolução regulatória e da infraestrutura já disponível, a maioria das empresas ainda utiliza esses dados de forma operacional. Um exemplo comum está em escritórios contábeis que acessam extratos financeiros automaticamente, reduzindo tarefas manuais. Embora relevante, esse uso ainda está distante do potencial mais amplo do Open Finance. “A informação já está disponível. O que vai diferenciar as empresas é saber como utilizá-la. Não adianta ter acesso aos dados e não saber o que fazer com eles”, afirma Roberto Padilha, do Grupo DB1. Empresas mais avançadas começam a dar os primeiros passos em direção a esse novo estágio. Já existem casos de organizações que utilizam dados financeiros para criar novos produtos e serviços, como ofertas de Banking as a Service (BaaS), ampliando portfólio e abrindo novas fontes de receita a partir da infraestrutura do Open Finance. Essa transformação também impacta diretamente a lógica econômica dos negócios. O uso estratégico de dados financeiros permite personalizar ofertas, aumentar taxas de conversão, automatizar processos e reduzir custos operacionais, além de viabilizar o desenvolvimento de soluções mais aderentes ao comportamento do cliente. No entanto, o avanço ainda encontra barreiras relevantes. Entre os principais desafios estão a complexidade da documentação regulatória, a alta frequência de atualizações e a necessidade de adequação constante às exigências do Banco Central, sob risco de sanções. Além disso, a integração desses dados exige capacidade técnica para lidar com diferentes padrões, APIs e volumes de informação em tempo real. A questão da segurança e governança também ganha protagonismo nesse cenário. Com o compartilhamento autorizado de dados financeiros, as instituições passam a assumir responsabilidade direta sobre informações altamente sensíveis, o que amplia a necessidade de estruturas robustas de proteção de dados e conformidade com a LGPD. Para a DB1 Global Software, o principal gargalo do mercado deixou de ser tecnológico ou regulatório e passou a ser estratégico. Com mais de 25 anos de atuação em desenvolvimento de software e tecnologia, a empresa acompanha a evolução do Open Finance no Brasil e atua na integração de dados financeiros e no desenvolvimento de soluções que permitem às empresas transformar informação em produto, decisão e receita. “Acho que conseguimos nos posicionar até o momento como uma empresa que encontrou uma solução para atender o regulatório de forma que haja espaço para o próximo passo, de transformar o Open Finance em novos negócios, auxiliando no crescimento e atendendo demandas que o mercado tem solicitado”, afirma. O Brasil já se posiciona como um dos mercados mais avançados do mundo em Open Finance, impulsionado por iniciativas como o PIX e pela atuação do Banco Central. Ainda assim, o maior valor desse ecossistema será capturado por empresas que conseguirem ir além do uso básico e estruturar uma estratégia consistente de dados. O diferencial agora não está no acesso, mas na capacidade de transformar dados em decisão e valor para o negócio.
- Finaya lança plataforma que amplia a autonomia tecnológica de instituições financeiras na operação do Pix
Em um cenário em que a disponibilidade dos serviços financeiros se tornou fator estratégico para a competitividade das instituições, a Finaya, empresa especializada em soluções de tecnologia financeira (TecFin), anuncia o lançamento do FinDirect, plataforma que amplia a autonomia tecnológica de instituições financeiras na operação do Pix. A solução permite que participantes diretos do Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) operem sua própria camada tecnológica de conexão ao Pix, com mais controle, governança e independência de intermediários tecnológicos. Desenvolvido para proporcionar soberania tecnológica às instituições financeiras — especialmente as de médio e grande porte —, o FinDirect atende organizações autorizadas a atuar como participantes diretos do SPI, mas que tradicionalmente dependem de terceiros para viabilizar a camada tecnológica dessas operações. Segundo Sammuel Garcia, CEO da Finaya, a proposta do FinDirect é devolver às instituições o controle sobre uma infraestrutura considerada crítica para seus negócios. "O Pix se tornou um dos principais canais de relacionamento entre instituições financeiras e seus clientes. No entanto, muitas organizações ainda dependem de provedores tecnológicos externos para operar uma infraestrutura que é estratégica para sua própria competitividade. O FinDirect nasce para devolver soberania tecnológica a essas instituições, permitindo que tenham maior controle sobre a operação, disponibilidade e evolução dos seus serviços financeiros", afirma. Instalada diretamente na nuvem da instituição financeira, a plataforma é modular e opera em modelo de serviço gerenciado. Para contratos de longo prazo, o modelo também pode contemplar condições específicas de acesso ao código, ampliando a transparência, a previsibilidade técnica e o controle da instituição sobre a evolução da solução. Enquanto a Finaya é responsável pela evolução tecnológica necessária para acompanhar as constantes mudanças regulatórias do ecossistema de pagamentos instantâneos brasileiro, a instituição financeira mantém total autonomia sobre sua infraestrutura, governança e estratégia de produtos. Mais velocidade para inovar Um dos principais diferenciais da solução é permitir que as instituições financeiras acelerem o lançamento de novas funcionalidades ligadas ao ecossistema Pix, sem depender de cronogramas e prioridades de terceiros. Com isso, recursos como Pix Automático, Pix por Aproximação, cobranças inteligentes, pagamentos recorrentes e futuras evoluções do ecossistema Pix podem ser disponibilizados ao mercado de acordo com a estratégia de cada instituição financeira. "As evoluções regulatórias acontecem em um ritmo cada vez mais acelerado. Muitas instituições enfrentam desafios para implementar novas funcionalidades dentro dos prazos exigidos. Nossa proposta é assumir a complexidade tecnológica dessa jornada para que os clientes possam focar na estratégia do negócio e na experiência do usuário final", explica Caio Santarossa, CTO da Finaya. Segurança, disponibilidade e resiliência operacional Além de ampliar a autonomia operacional, o FinDirect também contribui para reduzir riscos associados à dependência de fornecedores externos em operações consideradas críticas. A plataforma oferece capacidade dedicada para processamento de transações Pix, trilha de auditoria nativa, suporte ao Sistema de Transferência de Reservas (STR) e movimentações em padrão ISO 20022, além de observabilidade avançada baseada em métricas, logs e rastreamento distribuído. A arquitetura nativa na nuvem é implementada na própria infraestrutura da instituição financeira, com alta disponibilidade distribuída em múltiplas zonas, autenticação multifator, OTP, assinatura eletrônica via FinID e criptografia ponta a ponta. Outro diferencial é a disponibilização de um ambiente sandbox que replica o comportamento do SPI e dos ambientes de homologação, permitindo validar novas funcionalidades antes da entrada em produção. Soberania tecnológica como diferencial competitivo No centro da proposta do FinDirect está o conceito de soberania tecnológica, permitindo que instituições financeiras assumam o controle de uma infraestrutura estratégica para seus negócios, reduzam dependências operacionais e ganhem agilidade para responder às demandas do mercado. Com arquitetura modular e escalável, o FinDirect permite que as instituições acelerem a criação de novas soluções baseadas no Pix, mantendo conformidade com as constantes evoluções regulatórias do setor financeiro. “As instituições financeiras investem cada vez mais em personalização, experiência digital e novos modelos de negócio. Para sustentar essa evolução, precisam ter autonomia sobre uma infraestrutura que se tornou estratégica. O FinDirect foi criado para transformar a operação Pix em um ativo sob controle da própria instituição, com mais governança, agilidade e capacidade de inovação", conclui Sammuel Garcia.
- XP amplia Conta Global com transferências locais nos EUA e avança como plataforma financeira internacional para o brasileiro
A XP amplia as funcionalidades da Conta Global XP, desenvolvida em parceria com a Wise Platform, infraestrutura líder global de pagamentos da Wise para bancos e grandes empresas, que passa a incluir transferências via ACH (Automated Clearing House) e Wire Transfer nos Estados Unidos. A atualização amplia as possibilidades de movimentação financeira internacional para clientes que investem, viajam ou realizam transações no exterior. Com a novidade, a Conta Global XP aproxima os clientes da dinâmica do sistema financeiro americano ao incorporar dois dos principais meios de transferência utilizados nos EUA. O ACH costuma ser utilizado em transações recorrentes e de menor valor, enquanto o Wire Transfer é usualmente adotado em movimentações mais rápidas e de maior volume, observadas as regras, horários de processamento, custos e limites aplicáveis. A evolução faz parte da estratégia da XP de ampliar sua oferta de soluções financeiras internacionais e consolidar um ecossistema que integra conta multimoeda, cartão e investimentos globais em uma única plataforma digital. “A evolução da Conta Global reflete nosso objetivo de oferecer uma plataforma cada vez mais completa para a vida financeira do brasileiro, dentro e fora do país. Ao ampliar as formas de movimentação no exterior, avançamos na integração entre serviços bancários e investimentos, com mais eficiência, autonomia e simplicidade para o cliente”, afirma Ciro Moreira, Head de Cartões do Banco XP. A Conta Global XP está disponível para clientes elegíveis e opera atualmente com dólar, euro e libra esterlina, permitindo a manutenção de saldo nessas moedas e a realização de pagamentos e transferências diretamente pelo aplicativo da XP. A solução permanece integrada à conta digital nacional e à conta de investimentos internacional da companhia, simplificando a movimentação de recursos entre diferentes produtos e mercados Segundo a XP, a evolução acompanha o avanço da internacionalização do patrimônio dos brasileiros. Em 2025, os gastos no exterior somaram US$ 21,7 bilhões, alta de 10,4% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Banco Central; o maior volume registrado desde 2014.
- Inteligência Artificial da Delend analisa 30 milhões de títulos e antecipa risco na Duplicata Escritural
A Delend, fintech pioneira em infraestrutura para inteligência de crédito e cobrança PME, anuncia o lançamento de seu modelo fundacional de inteligência artificial proprietário baseado em Transformers. A tecnologia foi desenvolvida para prever risco de crédito, atrasos e comportamento de pagamento em operações com duplicatas escriturais de PMEs, com aplicação direta em decisões de crédito e cobrança em tempo real. A Duplicata Escritural, lançada no dia 30 de junho pelo Banco Central do Brasil, é a grande aposta do mercado para liberar crédito mais barato e acessível para as PMEs, segundo estimativa do próprio BC, por meio do sistema mais de R$ 11 trilhões em crédito deve ser liberado na economia, auxiliando as empresas a desenvolver seus negócios e impulsionar seu capital. De olho nesta transformação do mercado de recebíveis com a Duplicata Escritural, o modelo de IA desenvolvido pela Delend ataca um dos principais gargalos do mercado de crédito para PMEs no Brasil, que é a falta de previsibilidade sobre o comportamento real dos recebíveis. Esse problema amplia a assimetria de informações entre credores e tomadores, encarece operações e restringe o acesso das empresas a capital. Desse modo, a tecnologia de IA da Delend analisa o histórico de recebíveis, pagamentos e atrasos das PMEs para mostrar quais empresas têm maior chance de pagar em dia e quais apresentam risco de inadimplência. Isso reduz a falta de informação entre quem concede crédito e quem busca recursos, ajuda a diminuir custos e pode ampliar o acesso das pequenas e médias empresas à capital. “O crédito para PMEs no Brasil sempre foi limitado por falta de previsibilidade sobre o comportamento real dos recebíveis, como boletos, e por isso existe um gap de crédito não atendido de R$ 2,5 trilhões somente para este segmento. Na Delend, estamos mudando junto com o mercado de duplicatas. Nosso modelo fundacional de inteligência artificial aprende com a linguagem transacional de duplicatas, notas, vencimentos, pagamentos e atrasos para prever risco, orientar cobrança e viabilizar antecipação de crédito com base em dados reais de ERP e Open Finance”, afirma Fernando Wosniak Steler, CEO da Delend. Modelo de IA com 97,5% de precisão O modelo de IA da Delend alcançou 97,7% de precisão em testes realizados sobre uma base superior a 30 milhões de títulos emitidos por PMEs, que representam mais de R$ 80 bilhões em valor histórico de face, ou seja, o valor que poderia ser liberado para as PMEs como empréstimo com base nos recebíveis das notas. A empresa classificou os pagamentos em dia e com atrasos de até 30 dias como comportamento aceitável, e os atrasos superiores a 90 dias como default, direcionando estes últimos diretamente para a notificação de negativação via agente de cobrança. A solução combina dados transacionais, sinais comportamentais, informações de sistemas ERP, dados de Open Finance e variáveis tradicionais de crédito em arquiteturas baseadas em redes neurais profundas, Transformers e Open Weights. Com essa estrutura, a Delend afirma que consegue analisar padrões financeiros complexos e antecipar riscos antes da concessão do crédito. Além da precisão de 97,7%, o modelo registrou índice KS, ou Kolmogorov-Smirnov, superior a 0.60, chegando a ultrapassar 0.70 em cenários específicos. A métrica é usada pelo mercado financeiro para medir a capacidade de separação entre bons e maus pagadores. De acordo com a Delend, um KS acima de 0.40 já costuma ser considerado excelente em operações de crédito, enquanto modelos utilizados por bancos, financeiras e bureaus geralmente ficam entre 0.30 e 0.45. Em cenários altamente desbalanceados, nos quais os maus pagadores representam uma parcela pequena da base analisada, a tecnologia apresentou desempenho até oito vezes superior ao de uma seleção aleatória. Para a Delend, esse resultado aumenta a capacidade de identificar potenciais inadimplentes sem elevar de forma relevante a ocorrência de falsos positivos. “O modelo fundacional de inteligência artificial da Delend, baseado em Deep Neural Networks e Transformers, alcançou resultados surpreendentes utilizando apenas dados proprietários dos próprios sacadores. Ou seja, nossos clientes não precisaram comprar ou enriquecer a sua base com dados externos pagos que, na maioria das vezes, são caríssimos e inviabilizam um processo de antecipação de recebíveis”, explica Licio Carvalho, cofundador da Delend e líder das áreas de Dados e Inteligência Artificial da companhia. Integração com o Google Diferentemente de modelos tradicionais criados para resolver apenas um problema específico de crédito, o modelo fundacional da Delend cria uma base reutilizável de conhecimento sobre comportamento financeiro. A tecnologia transforma dados brutos e transacionais em sequências comportamentais e permite aplicar inferência de IA em segundos, de forma autônoma, para apoiar underwriting, cobrança e antecipação de recebíveis. O desenvolvimento e o treinamento em larga escala da tecnologia contaram com apoio do Google Cloud Platform, por meio do programa Google for Startups. A infraestrutura forneceu capacidade computacional para processar grandes volumes de dados e acelerar o treinamento dos modelos preditivos de inteligência artificial da Delend. Como parte desse relacionamento, Licio Carvalho também foi convidado pelo Google para participar do Gemini Startup Forum, evento promovido pelo Google DeepMind e pelo Google Cloud no Vale do Silício. O encontro reúne startups selecionadas para discutir avanços globais em inteligência artificial.
- Dicas para Economizar nas Férias de Julho
As férias de julho são um dos períodos mais aguardados do ano: é quando estudantes têm um tempinho livre da escola, muitas famílias organizam viagens e o inverno brasileiro convida para destinos de serra, praias mais vazias ou até fugir do frio em regiões mais quentes. O problema é que julho também é sinônimo de alta temporada em boa parte do país, o que costuma pesar no bolso. Com um bom planejamento, porém, dá para aproveitar esse período sem gastar mais do que o necessário. Veja a seguir dicas específicas para economizar nas férias de julho. 1. Fuja das datas de pico dentro do próprio mês Nem todo julho é igual. As duas primeiras semanas costumam concentrar o maior movimento, já que coincidem com o recesso escolar na maior parte do Brasil. Se for possível ajustar o roteiro, viajar na última semana do mês ou logo no início — antes do recesso oficial começar — pode significar passagens e hospedagens bem mais baratas, além de destinos menos lotados. 2. Compre passagens com bastante antecedência Como julho é um mês de alta demanda, os preços de passagens aéreas e rodoviárias sobem rapidamente à medida que a data se aproxima. O ideal é comprar com pelo menos 60 a 90 dias de antecedência, monitorando os preços em sites de comparação e aproveitando promoções que costumam aparecer entre março e maio. 3. Considere destinos de serra e cidades do interior Julho é tradicionalmente associado a destinos de frio, como cidades da serra gaúcha, catarinense e mineira. Só que, justamente por isso, esses lugares ficam com preços inflacionados nesse período. Uma alternativa interessante é procurar cidades vizinhas menos conhecidas, que oferecem clima e paisagem parecidos, mas com hospedagem e alimentação mais em conta — e ainda com a vantagem de fugir das multidões. 4. Aproveite o litoral fora do verão Enquanto o litoral lota no verão, em julho as praias costumam estar bem mais vazias e os preços de pousadas caem consideravelmente, mesmo sendo férias escolares. Para quem gosta de praia e não se incomoda com temperaturas mais baixas, esse pode ser um período excelente para conhecer destinos litorâneos badalados por um preço bem menor do que em dezembro ou janeiro. 5. Reserve com antecedência hospedagens em destinos de inverno Se a ideia é aproveitar o friozinho, vale reservar a hospedagem com meses de antecedência, já que os melhores preços em pousadas de destinos de serra somem rapidamente. Ficar de olho em promoções e datas de cancelamento gratuito ajuda a garantir uma diária mais barata sem perder a flexibilidade. 6. Leve roupas adequadas para não precisar comprar lá Um erro comum em viagens de julho é subestimar o frio e acabar comprando casacos, cachecóis e agasalhos no próprio destino, geralmente por preços mais altos, já que são itens sazonais muito procurados. Pesquisar a previsão do tempo com antecedência e se preparar com roupas adequadas evita esse gasto extra. 7. Aproveite passeios de inverno gratuitos ou de baixo custo Muitos destinos de montanha oferecem atrações gratuitas ligadas ao clima frio: mirantes, trilhas, praças enfeitadas para o inverno e eventos culturais típicos da época. Vale pesquisar a programação local antes de reservar passeios pagos, já que muitas cidades turísticas de julho têm uma agenda cultural intensa nesse mês, com atividades sem custo. 8. Cozinhe fondues e pratos típicos em casa Restaurantes especializados em fondue e pratos de inverno costumam ter preços elevados em destinos turísticos, especialmente durante julho. Uma alternativa é escolher hospedagens com cozinha e preparar esses pratos por conta própria, comprando os ingredientes em mercados locais — sai bem mais barato e ainda vira um programa divertido em grupo ou em família. 9. Compare pacotes com passagens e hospedagens separadas Durante períodos de alta demanda como julho, agências costumam vender pacotes fechados, mas nem sempre eles são a opção mais econômica. Vale a pena comparar o valor do pacote com o custo de reservar passagem e hospedagem separadamente, já que às vezes é possível economizar montando a viagem por conta própria. 10. Fique de olho no consumo de energia e aquecimento Para quem aluga casas ou chalés em destinos frios, vale prestar atenção ao consumo de aquecedores e lareiras, que pode gerar custos extras dependendo do contrato de aluguel. Perguntar antecipadamente sobre esse tipo de cobrança evita surpresas na hora do check-out. 11. Considere viajar em grupo para dividir custos Aluguel de chalés e casas de temporada costuma sair muito mais em conta quando dividido entre mais pessoas. Viajar em família ou com amigos durante as férias de julho é uma forma eficiente de reduzir o custo por pessoa, especialmente em destinos de serra, onde o aluguel de imóveis inteiros costuma compensar mais do que reservar quartos de hotel individualmente. As férias de julho têm um charme especial, seja pelo clima de inverno em muitas regiões do Brasil, seja pela oportunidade de viajar com a família durante o recesso escolar. Mas, por ser um período de alta demanda, exige um pouco mais de planejamento para não pesar no orçamento. Antecipando reservas, escolhendo bem as datas dentro do próprio mês e optando por destinos alternativos, é possível aproveitar essas férias com tranquilidade financeira e ainda guardar boas histórias para contar. E lembre-se de registrar todos os seus gastos (o Meu Dinheiro pode te ajudar nisso!).
- Audiência na Câmara amplia debate sobre marco regulatório das stablecoins e papel do Banco Central
Uma audiência pública realizada na última terça-feira (01) na Câmara dos Deputados abordou o futuro das stablecoins no Brasil. O encontro discutiu o Projeto de Lei 4.308/2024, que propõe estabelecer um marco regulatório específico para esses ativos virtuais, e reuniu representantes do setor, especialistas e parlamentares para discutir os impactos da proposta sobre inovação, segurança jurídica e competitividade do mercado brasileiro. A OnilX acompanhou de perto as discussões e entende que o avanço regulatório ocorra por meio de um diálogo amplo entre o Congresso Nacional, o mercado, o Banco Central e a Receita Federal que vem manifestando preocupação com os efeitos monetários, cambiais e prudenciais das stablecoins. “A construção de regras claras é necessária, mas deve preservar a natureza desses ativos e preservar espaço para a inovação”, defende Cleverson Pereira, Head Educacional da OnilX, que atua há seis anos no mercado. As stablecoins são criptomoedas cujo valor é atrelado a ativos de referência, como moedas fiduciárias, especialmente o dólar norte-americano. Nos últimos anos, elas se consolidaram como uma das principais infraestruturas de liquidação e movimentação de recursos dentro do mercado global de ativos virtuais. Para Pedro Torres, Head Jurídico do B2B da OnilX, o debate precisa partir da compreensão da natureza jurídica desses ativos. Ele destaca que stablecoins não podem ser tratadas automaticamente como moeda soberana, depósito bancário, moeda eletrônica ou operação de câmbio apenas por desempenharem funções econômicas semelhantes em determinadas situações. "A função econômica de um ativo é relevante para a regulação, mas não substitui sua natureza jurídica. O desafio do processo regulatório é encontrar mecanismos que conciliem segurança jurídica, proteção ao usuário e desenvolvimento da inovação", avalia. Durante a audiência desta semana, um dos temas discutidos foi o entendimento regulatório apresentado pelo Banco Central. A autoridade monetária tem demonstrado preocupação com o crescimento das stablecoins e seus possíveis impactos sobre o sistema financeiro tradicional, aproximando determinados modelos das categorias de moeda eletrônica, depósitos bancários e instrumentos cambiais. Na avaliação da OnilX, as preocupações regulatórias são legítimas, e uma das possibilidades em discussão é evitar a reclassificação automática desses ativos. A empresa entende que a supervisão deve estar concentrada em aspectos como transparência, segregação patrimonial, auditoria, lastro, prevenção à lavagem de dinheiro e proteção ao usuário, preservando a natureza das stablecoins como ativos virtuais referenciados em moeda fiduciária. Outro ponto destacado pela companhia é o risco de eventuais impactos regulatórios que possam comprometer a competitividade do Brasil em um mercado cada vez mais globalizado. Durante os debates, representantes do setor destacaram que stablecoins operam em uma infraestrutura digital aberta, interoperável e disponível 24 horas por dia, características que poderiam ser limitadas por enquadramentos regulatórios concebidos para modelos financeiros tradicionais. Para Pedro Torres, a discussão vai além do universo dos ativos virtuais e envolve a posição que o Brasil pretende ocupar na economia digital dos próximos anos. "O país tem a oportunidade de construir uma regulação moderna, que proteja o usuário sem inviabilizar a inovação. O momento é oportuno para discutir modelos regulatórios que conciliem segurança, inovação e competitividade", afirma. A OnilX também defende que o Banco Central participe ativamente da construção dessa solução regulatória, contribuindo com sua expertise técnica sem que isso resulte, necessariamente, na alteração da classificação jurídica das stablecoins. Para a empresa, o momento exige convergência entre reguladores, legisladores e mercado para que o Brasil possa desenvolver um ambiente seguro, competitivo e alinhado às transformações da economia digital. Atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados, o PL 4.308/2024 deverá continuar sendo debatido nas próximas semanas, em um processo que deve contribuir para a evolução do marco regulatório aplicável às stablecoins e aos ativos virtuais no Brasil nos próximos anos.
- Portabilidade de crédito pode reduzir em até 50% o endividamento de brasileiros, aponta estudo
Um estudo inédito e exclusivo, realizado pela Chicago Advisory Partners, revela que a implementação da portabilidade de crédito via Open Finance tem o potencial de transformar drasticamente o cenário financeiro nacional. Os achados indicam que o custo do endividamento das famílias brasileiras pode ser reduzido pela metade, impulsionado por uma competição sem precedentes entre as instituições financeiras e pela transparência de dados em tempo real. O levantamento, fundamentado em dados da plataforma Vector360 — ferramenta de análise de taxas de crédito de diversas instituições em tempo real — aponta que, em um cenário de ainda alta concentração bancária, a mobilidade do crédito via Open Finance surge como fator relevante para a queda dos juros das dívidas familiares. Atualmente, o mercado de crédito brasileiro soma R$ 7,2 trilhões, sendo que o crédito para pessoas físicas representa R$ 4,5 trilhões (63% do total) e cresce a uma taxa de 13,6% ao ano. Em uma análise de sensibilidade para um trabalhador médio brasileiro, a Chicago simulou um empréstimo de R$ 15 mil com prazo de 36 meses. Em instituições com taxas mais elevadas (cerca de 9% ao mês), o comprometimento da renda com a dívida chega a 39%. Com a portabilidade para instituições mais competitivas (taxa de 3% ao mês), esse comprometimento cai para 19,7% — uma redução de praticamente 50% no peso da dívida no orçamento mensal. Cenários atuais Acompanhe os cenários analisados pela Chicago, com base em taxas praticadas pelo mercado obtidas via Vector360: Cenário de Alta Taxa: Com uma taxa de juros de aproximadamente 9% ao mês, a parcela compromete 39% da renda mensal do trabalhador. Cenário Intermediário: O comprometimento da renda cai para 28%. Cenário de Referência: Com a portabilidade para taxas mais competitivas de 3,31% ao mês, o comprometimento cai para 19,7%. "Estamos diante de um divisor de águas para a economia real. Ao permitir que o cidadão seja dono de seu histórico, o Open Finance quebra as amarras de taxas, que chegam em média a 117% ao ano no crédito pessoal (CPC), permitindo que a renda antes consumida por juros retorne para o consumo e bem-estar das famílias", avalia Carlos Jorge, fundador da Chicago. Impacto no sistema financeiro O estudo também simulou a dinâmica competitiva entre cinco grandes instituições financeiras no segmento de CPC (Crédito Pessoal Clean, sem garantia), um mercado total de cerca de R$ 400 bilhões, com um pouco mais de 25% do total concentrados entre esses agentes. A análise da Chicago, com base em informações da plataforma Vector360, mostra quem ganha e quem perde market share nessa nova realidade: Instituições que tendem a perder carteira (maiores taxas): O Bradesco poderia ter uma saída líquida estimada em R$ 3,83 bilhões e o Itaú de R$ 3,62 bilhões. Instituições que tendem a ganhar carteira (taxas competitivas): O Nubank lidera o potencial de ganho com uma entrada estimada de R$ 5,60 bilhões. "A portabilidade estimulará uma redução generalizada dos spreads. Estimamos que a taxa ponderada mensal de mercado do CPC caia de 5% para 4,7% apenas nesta fase inicial, desafiando os grandes bancos a criarem estratégias agressivas de retenção para não perderem seus clientes mais rentáveis", aponta André Olinto, também fundador da Chicago. Cronograma e próximas etapas A portabilidade via Open Finance já está em programação para o crédito pessoal (CPC), por determinação do Banco Central. A fase seguinte incluirá a portabilidade do crédito consignado, modalidade que movimenta R$ 800 bilhões e possui alta concentração bancária, em data ainda a ser definida pelo regulador. “Com plataforma Vector360, instituições poderão realizar de forma bastante ágil o benchmarking de taxas de crédito. Considerando que a portabilidade de crédito via Open Finance permite que processos que levavam 20 dias úteis sejam resolvidos em apenas cinco dias úteis, diretamente pelo aplicativo, esse conhecimento dos detalhes da dinâmica competitiva é fundamental”, explicam os fundadores da Chicago.
- São José dos Campos ganha força como polo de fintechs e empresas de inteligência artificial
Ao longo das últimas décadas, São José dos Campos vem consolidando uma trajetória de contínua expansão tecnológica onde, historicamente reconhecida pela excelência do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), pela formação de profissionais de elite e pelo protagonismo da indústria aeroespacial, a cidade foi, gradativamente, atraindo novos ecossistemas de inovação. Esse amadurecimento abriu espaço para o florescimento de empresas de tecnologia financeira, inteligência artificial e negócios digitais, que se integraram ao tecido econômico local. Esse movimento contínuo não apenas diversificou a economia e ampliou a oferta de empregos qualificados, mas também coroou a transformação do município em um polo tecnológico multifacetado, expandindo com maturidade a sua tradicional vocação ligada à engenharia. Entre os exemplos desse avanço está a TMB, fintech fundada em São José dos Campos e especializada em soluções de crédito para o mercado de educação digital. A empresa conta atualmente com mais de 200 colaboradores, registrou crescimento de 11.700% na base de clientes desde sua fundação, em 2021, e projeta expansão de 65% em suas operações. A companhia também investiu mais de R$20 milhões em inteligência artificial para aprimorar análise de crédito, cobrança, prevenção a fraudes e eficiência operacional. Para Reinaldo Boesso, especialista financeiro, fundador e CEO da TMB, o avanço das fintechs representa um desdobramento natural da vocação tecnológica construída pela cidade ao longo de décadas. “São José dos Campos sempre foi um ambiente que estimula inovação, engenharia e desenvolvimento de soluções complexas. O que estamos vendo agora é esse conhecimento sendo aplicado também ao setor financeiro e digital. Isso amplia as oportunidades para profissionais qualificados e fortalece ainda mais a economia local”, afirma. Polo de inovação amplia sua atuação além da indústria O crescimento das empresas de tecnologia financeira acompanha um movimento mais amplo de fortalecimento do ecossistema de inovação da cidade. Em 2026, São José dos Campos segue entre os principais pólos tecnológicos do país. O ecossistema local reúne instituições como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), integrante do ambiente do Parque de Inovação Tecnológica (PIT), além de centros de pesquisa, startups e empresas de base tecnológica que atuam em diferentes segmentos da economia do conhecimento. Recentemente, o Sebrae SP lançou iniciativas voltadas ao fortalecimento do ecossistema regional de inovação, com foco na conexão entre startups, universidades, investidores e empresas de base tecnológica. Na avaliação do especialista, a presença histórica de instituições voltadas à ciência e tecnologia ajuda a explicar por que empresas inovadoras encontram condições favoráveis para crescer na cidade. “O ITA ajudou a consolidar uma cultura de excelência técnica em São José dos Campos. Essa base de conhecimento influencia todo o ecossistema local e cria condições para o surgimento de empresas inovadoras em áreas que vão muito além da indústria aeroespacial, incluindo tecnologia financeira, inteligência artificial e negócios digitais”, afirma. Segundo o executivo, essa combinação entre formação de talentos, pesquisa aplicada e empreendedorismo tem contribuído para ampliar a diversidade econômica da cidade. “Existe uma cultura de desenvolvimento tecnológico muito forte. Isso facilita a formação de equipes especializadas, acelera a troca de conhecimento e cria um ambiente propício para empresas que dependem de inovação constante”, diz. Inteligência artificial ganha protagonismo nos negócios Relatórios recentes de grandes empresas de tecnologia e consultorias apontam que a inteligência artificial deixou de ser uma aposta futura para se tornar uma ferramenta estratégica de produtividade, automação e tomada de decisão. Na TMB, o investimento em inteligência artificial já produz impactos diretos na operação. Segundo a empresa, a tecnologia contribuiu para elevar em 35% a efetividade das cobranças, além de aprimorar análises de crédito, monitoramento operacional e processos de prevenção a fraudes. “Hoje a inteligência artificial não está restrita aos laboratórios de pesquisa ou às grandes indústrias. Ela passou a fazer parte do dia a dia das empresas, auxiliando desde a análise de dados até a tomada de decisões operacionais. Quem consegue utilizar essas ferramentas de forma estratégica ganha eficiência e competitividade”, afirma Boesso. Segundo ele, a adoção dessas tecnologias também impulsiona a demanda por profissionais especializados em software, dados, automação e desenvolvimento de produtos digitais, áreas que vêm ganhando espaço dentro das empresas da região. Geração de empregos qualificados fortalece economia local Além dos investimentos em tecnologia, o crescimento das empresas digitais tem contribuído para ampliar as oportunidades profissionais em São José dos Campos. A própria TMB expandiu suas equipes nas áreas de desenvolvimento de software, crédito, análise de dados, produtos financeiros, atendimento e prevenção a fraudes. O movimento acompanha uma tendência observada em diversos pólos de inovação brasileiros, nos quais a economia baseada em conhecimento ganha participação crescente na geração de renda, empregos especializados e desenvolvimento regional. “Durante muitos anos, profissionais da área de tecnologia precisavam migrar para grandes centros para encontrar oportunidades em determinados segmentos. Hoje vemos empresas crescendo dentro de São José dos Campos e criando carreiras altamente qualificadas sem que esses talentos precisem deixar a região”, declara o CEO. Para o executivo, a expansão de fintechs e empresas de tecnologia ajuda a criar um círculo virtuoso de desenvolvimento econômico, atraindo novos profissionais, estimulando fornecedores locais e fortalecendo o ecossistema de inovação. Nova economia complementa vocação histórica da cidade Embora a indústria aeroespacial continue sendo um dos pilares econômicos de São José dos Campos, o crescimento das fintechs, empresas de software e negócios baseados em inteligência artificial demonstra que a cidade passa por um processo de diversificação econômica. A presença de instituições como o ITA, aliada à expansão de empresas de tecnologia financeira, reforça o posicionamento do município como um dos ambientes mais favoráveis à inovação no país. Ao mesmo tempo em que preserva sua tradição em engenharia e pesquisa, a cidade abre espaço para novos modelos de negócio ligados à transformação digital. “A inovação em São José dos Campos não está mais concentrada em um único setor. Temos empresas desenvolvendo soluções para educação, finanças, tecnologia e inteligência artificial. Isso fortalece o ecossistema como um todo, gera empregos qualificados e cria novas possibilidades de crescimento para a cidade”, conclui o fundador.
- Pagamentos digitais impulsionam nova fase das campanhas promocionais
Os pagamentos digitais já transformaram a forma como os brasileiros fazem compras, transferências e movimentam dinheiro. Agora, esse movimento começa a impactar também o mercado promocional. Segundo o Banco Central, o Pix encerrou 2025 com mais de 175 milhões de usuários cadastrados. Já uma pesquisa da Mastercard aponta que 89% dos brasileiros utilizam ou têm interesse em utilizar meios de pagamento digitais, refletindo uma mudança consolidada nos hábitos de consumo. A digitalização dos meios de pagamento tem levado empresas de diferentes setores a revisarem seus modelos de distribuição de benefícios e premiações. Em campanhas promocionais, cresce a adoção de soluções digitais que permitem o recebimento de valores de forma mais rápida, reduzindo etapas operacionais e ampliando as possibilidades de uso pelos consumidores. Para Daniel Moreira, CEO da Hub4Pay, fintech especializada em infraestrutura para campanhas promocionais e programas de incentivo, a mudança acompanha uma expectativa crescente por experiências mais simples e integradas ao ambiente digital. "O consumidor já está habituado a resolver praticamente toda a sua vida financeira pelo celular. Esse comportamento também influencia a forma como ele espera receber benefícios, cashback e premiações", afirma. A tendência pode ser observada em ações promocionais de grandes marcas dos setores de alimentos, bens de consumo, varejo e serviços financeiros. Empresas têm buscado alternativas digitais para distribuir incentivos, especialmente em campanhas de grande escala, que envolvem milhares de participantes e demandam maior controle operacional. Além da agilidade para os consumidores, especialistas apontam que a digitalização contribui para aumentar a rastreabilidade das transações, reduzir processos manuais e facilitar a gestão das campanhas pelas empresas. O movimento acompanha uma transformação já observada no varejo e no e-commerce, setores que aceleraram a adoção de pagamentos digitais nos últimos anos. "A tendência é que as premiações acompanhem a mesma evolução vista nos meios de pagamento. O recebimento de benefícios passa a fazer parte de uma experiência digital mais ampla, conectada aos hábitos que os consumidores já adotaram no dia a dia", conclui Moreira. A Hub4Pay é responsável pela operação de premiações digitais em campanhas realizadas por marcas como Tang, Tirolez, Downy, Tele Sena e Sicoob. Por meio do LinkPrêmio Card, cartão virtual desenvolvido pela empresa, os participantes recebem créditos digitais que podem ser utilizados em diferentes carteiras digitais e estabelecimentos, oferecendo uma experiência mais próxima do uso cotidiano do dinheiro.
- RecargaPay, Zurich e 123Seguro lançam Hub de Seguros com proteção unificada para Pix e cartão de crédito
O RecargaPay, plataforma financeira brasileira com mais de 14 milhões de clientes, anuncia hoje o lançamento de seu Hub de Seguros. A iniciativa marca um importante passo na expansão de portfólio da companhia, oferecendo ainda mais opções de segurança e conveniência aos seus clientes e posicionando a fintech como a maior fintech independente no ecossistema de serviços financeiros e de tecnologia do país. O destaque do lançamento do Hub de Seguros no RecargaPay é a parceria estratégica com a Zurich Seguros, reconhecida globalmente pela inovação em soluções sob medida para ecossistemas digitais, e a 123Seguro, plataforma digital global que simplifica e agiliza a distribuição de seguros. Juntas, as empresas desenvolveram um seguro unificado e acessível contra fraudes e coações em transações via Pix e cartão de crédito dentro da plataforma do RecargaPay. "A Zurich é pioneira no desenvolvimento de seguros para canais digitais de forma integrada e sem atrito para o consumidor. O mercado brasileiro, pela sua maturidade e digitalização acelerada, exige soluções que ofereçam segurança em tempo real, de fácil contratação e por um preço acessível", destaca Sidemar Spricigo, diretor executivo de Parcerias da Zurich Seguros. "A parceria com o RecargaPay reflete o nosso compromisso em democratizar a proteção através de soluções simples e que se adaptem perfeitamente à rotina financeira dos brasileiros no ambiente mobile”. Para o RecargaPay, o Hub de Seguros funciona como um acelerador de engajamento diário e fidelização, além de ser um diferencial competitivo importante para a atração de novos clientes que priorizam a segurança de seus ativos digitais. Para Miguel Perdigão, General Manager de Produtos Financeiros do RecargaPay, "a consolidação do nosso Hub de Seguros não é apenas o lançamento de novos serviços, mas um pilar central na nossa estratégia de nos tornarmos a plataforma financeira diária favorita dos brasileiros. E queremos incluir cada vez mais produtos para nossos clientes". Já para Daniel Matias, Vice-Presidente de novos negócios, a parceria com a Zurich é estratégica: "a parceria com a Zurich nos permite democratizar o acesso à segurança digital de forma acessível e transparente. O Pix e o cartão de crédito são ferramentas fundamentais do dia a dia, e o cliente precisa ter a tranquilidade de utilizá-los sem preocupações. Este lançamento é o ponto de partida de uma plataforma de proteção integral que continuará evoluindo." Responsável pela implementação tecnológica da operação, Marcelo Biasoli, CEO da 123Seguro, comenta que esse modelo permite ampliar o acesso à proteção financeira sem gerar atritos na experiência digital. “A digitalização financeira ampliou significativamente a conveniência para o consumidor, mas também elevou a necessidade de proteção em tempo real. Nosso papel foi criar uma integração simples e fluida para que a contratação do seguro aconteça de forma natural dentro da jornada do cliente”, afirma. O lançamento responde diretamente a um dos maiores desafios do mercado de tecnologia financeira atual: a segurança digital. Com a rápida digitalização dos meios de pagamento e o protagonismo do Pix, que segundo o Banco Central, contou com mais de 7 bilhões de operações apenas em janeiro de 2026, o temor por transações indevidas ou sob coação tornou-se uma dor comum entre os consumidores. O novo seguro busca democratizar o acesso a essa proteção por uma mensalidade acessível de R$5,99, garantindo uma cobertura de até R$5.000,00 para intercorrências financeiras no aplicativo, com contratação diretamente integrada ao fluxo de pagamento dos clientes, que não precisam acessar áreas específicas do app para encontrar a oferta. “A intenção é facilitar a vida do nosso cliente. Ao incorporar a contratação diretamente no fluxo de pagamentos, o cliente pode tomar a decisão de maneira mais intuitiva, rápida e transparente", completa Perdigão. O Hub de seguros do RecargaPay reafirma o compromisso de longo prazo da fintech em simplificar a vida financeira de seus clientes, oferecendo não apenas os melhores meios de pagamento em um ecossistema completo, mas também a segurança necessária para utilizá-los sem burocracias.
- São Paulo concentra 1 em cada 4 empréstimos do país, enquanto Nordeste tem maior gap de inclusão financeira no crédito digital
A distribuição geográfica do empréstimo pessoal digital no Brasil ainda reflete desigualdades estruturais de acesso, segundo o relatório IJBE Q1/2026. O estudo analisa o comportamento do mercado a partir de dados reais processados pela plataforma Juros Baixos entre janeiro de 2025 e março de 2026. No período analisado, a plataforma processou mais de 10 milhões de solicitações reais de crédito, que somaram mais de R$ 50 bilhões em crédito demandado. O recorte mostra que a concentração do crédito digital não acompanha, na mesma proporção, a distribuição da população brasileira. Em março de 2026, São Paulo concentrou 24,9% dos contratos de empréstimo pessoal do país. No outro extremo, o Nordeste respondeu por apenas 8,4% dos contratos no mesmo mês, mesmo reunindo 26,9% da população. A diferença de aproximadamente 16 pontos percentuais entre presença demográfica e participação no crédito digital é o maior descompasso identificado pelo levantamento. Um país, dois ritmos de acesso ao crédito A concentração de empréstimo pessoal em São Paulo não é um fenômeno novo, mas o IJBE mostra que ela voltou a crescer. A média de participação do estado no primeiro trimestre de 2026 foi de 23,3%, contra 23,1% no mesmo período de 2025. Março também marcou o maior patamar de toda a série de 15 meses analisada. O Sul é a região que mais se aproxima do equilíbrio entre peso populacional e participação no crédito: respondeu por 12,4% dos contratos, enquanto representa 14,3% da população brasileira. Paraná e Rio Grande do Sul foram os estados que mais ganharam espaço entre as cinco maiores praças do país ao longo da série, em um movimento associado pelo relatório ao bom momento econômico regional e à alta adesão a smartphones. Já o Sudeste, mesmo concentrando 40,1% dos contratos nacionais, começa a mostrar sinais de desconcentração interna. Minas Gerais e Rio de Janeiro perderam participação relativa nos últimos meses, enquanto São Paulo, isoladamente, ampliou a sua fatia. O Nordeste pede mais crédito do que recebe O gap regional do Nordeste não aparece só na distribuição dos contratos de empréstimo, ele se repete na etapa de aprovação. Segundo o IJBE, a região concentra 25% das solicitações de empréstimo pessoal do país, mas fica com 17% das aprovações. A Bahia, Ceará e Pernambuco lideram a participação nordestina nos contratos, mas, mesmo somados, os três estados ainda ficam distantes do peso que a região tem na população brasileira. O dado se conecta a outro indicador da mesma edição do IJBE: 46% das buscas por empréstimo pessoal no país vêm de pessoas com restrição no CPF, mas apenas 19% desse grupo é aprovado. A diferença, de 27 pontos percentuais, reforça o peso das barreiras de acesso no mercado de crédito. "O crédito digital ainda reproduz parte das desigualdades regionais do país, mas também é a ferramenta com mais potencial para reduzi-las. Quando uma região historicamente menos bancarizada começa a aparecer com mais força nos dados, isso indica que o acesso está, de fato, mudando, não só a demanda", afirma Guilherme Nasser, cofundador e CEO da Juros Baixos. Norte é a região que mais cresce no país Entre todas as regiões, o Norte registrou o maior avanço relativo da série. A participação nos contratos passou de 3,3% em janeiro de 2025 para 4,5% em março de 2026, alta de 1,2 ponto percentual, puxada principalmente pelo Pará. Apesar do crescimento, o Norte também apresenta o maior gap relativo entre demanda e aprovação. Estados como Amazonas e Pará avançam em volume de solicitações, mas a taxa de aprovação ainda não acompanha o mesmo ritmo. No Centro-Oeste, com Goiás como principal estado, a participação se mantém próxima ao peso demográfico da região, de cerca de 8,3% da população. O resultado indica um padrão mais maduro de penetração do crédito digital para o tamanho da região.
- Mercado Pago ativa canal de doação no Brasil para apoiar vítimas do terremoto na Venezuela
Em resposta ao terremoto que atingiu a Venezuela em 24 de junho, o Mercado Pago ativou um canal de doação no Brasil para que qualquer pessoa possa contribuir de forma rápida e segura com as vítimas do desastre. Os recursos arrecadados serão destinados integralmente à HUMUS, que atuará no resgate aos desaparecidos e suporte às famílias afetadas. A iniciativa integra um esforço regional coordenado na Argentina, Brasil, México, Colômbia, Chile e Uruguai, com canais adaptados a cada mercado. Em todos os países, as doações são encaminhadas 100% às organizações parceiras responsáveis pela atuação em campo e que trabalham diretamente na assistência às pessoas afetadas. Como doar pelo Mercado Pago Quem deseja contribuir pode fazer isso de forma rápida e segura pelo celular, seguindo estes passos: > Acessar o app do Mercado Pago. > Digitar “Doar” no buscador da home. > Selecionar a HUMUS. > Escolher o valor desejado e pagar com o meio de pagamento preferido (dinheiro em conta, cartão de débito ou crédito). Para facilitar a busca pelo botão doar, os usuários do Mercado Pago também podem acessar diretamente pelo link http://mpago.li/2F5XmS9














