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  • Yuno fecha parceria com Worldline para revolucionar orquestração de pagamentos online

    A Yuno, empresa de software que oferece uma solução completa de orquestração de pagamentos para companhias de grande e médio porte, dá mais um passo no caminho da sua expansão na internacional ao fechar uma parceria com a Worldline, líder global em serviços de pagamento. Juntas, as empresas tem como principal objetivo aprimorar e simplificar a gestão de múltiplos métodos de pagamento no e-commerce ao redor do mundo, fornecendo soluções abrangentes e eficazes para transações digitais e empresas, ao mesmo tempo em que proporcionam aos consumidores uma experiência mais segura e conveniente. Com presença em diversos países ao redor do mundo, a Yuno é responsável pelo desenvolvimento do Ultimate Checkout, que permite aos comerciantes lidar com diversos métodos de pagamento por meio de uma única integração. Essa solução possibilita a personalização do checkout, o acompanhamento das taxas de aceitação, a geração de relatórios e o gerenciamento de ferramentas de detecção de fraudes e roteamento inteligente. "Desde o início, a Yuno busca revolucionar a maneira como os comerciantes online lidam com seus pagamentos, oferecendo uma solução abrangente e fácil de usar", afirmou Juan Pablo Ortega, co-fundador da Yuno. "Com essa aliança com a Worldline, líder global no setor de pagamentos, acreditamos que podemos acelerar esse processo, permitindo que mais comerciantes na América Latina aproveitem nossas ferramentas e aprimorem sua experiência de pagamento online.", destaca. O modelo de negócio da empresa permite que uma plataforma de e-commerce tenha autonomia para criar regras e rotas que aumentam as chances de o pagamento ser autorizado, o que sobe a sua taxa de aprovação e diminui os custos de processamento. Além disso, o uso da tecnologia traz inteligência no processo e trabalha de forma assertiva nas tentativas que recuperam transações que seriam negadas pelo provedor inicial. Por outro lado, a Worldline chega para somar forças em demonstrar seu compromisso em desenvolver tecnologia avançada nos métodos de pagamento, ajudando milhões de empresas de todos os tamanhos a realizar seus objetivos de maneira mais rápida, simples e segura. Sua principal missão é projetar e operar soluções digitais de pagamento e transações que possibilitem o crescimento econômico sustentável das empresas, reforçando a confiança e a segurança nas sociedades. Segundo Kelly Harvin, Diretora de Parcerias Globais na Worldline, a união entre as empresas tem o potencial não só de simplificar o pagamentos online, mas também torná-los mais seguros e revolucionar o setor: "Estamos empolgados em trabalhar com a Yuno nesse projeto. Acreditamos que sua solução pode proporcionar um valor significativo para os comerciantes online na América Latina. Juntos, podemos tornar os pagamentos online mais simples, seguros e eficientes, impulsionando a transformação em seu ecossistema de pagamento." Prometendo transformar a forma como as empresas gerenciam seus métodos de pagamento e detectam fraudes, a parceria estratégica entre Yuno e Worldline marca um passo significativo na acelerada evolução dos pagamentos online na América Latina. Para se ter uma ideia, de acordo com o relatório The Global Payments Report 2023, divulgado em agosto deste ano, o volume de pagamentos online na América Latina deve crescer 20% em 2023, chegando a US$ 120 bilhões.

  • Bitso lança serviço de eFX com Cripto e abre novas possibilidades para empresas internacionacionais

    A Bitso, empresa líder da América Latina em serviços financeiros baseados em cripto, anuncia o lançamento de seu novo serviço de eFX com Cripto, que permite às empresas realizarem transações internacionais imediatas, de forma regulada, com mais economia e segurança. Unindo os requisitos do registro de operações cambiais com os benefícios das stablecoins, a modalidade surge como uma nova solução para empresas internacionais expandirem seus negócios ao Brasil, atendendo às regulações locais e com menores custos e mais rapidez. Um dos maiores diferenciais da solução é a entrega do valor no próprio dia que o cliente realiza a operação, o que pode reduzir o tempo de remessa de 50% a 75%. Nos últimos anos, o Brasil tem registrado um crescimento significativo no uso de stablecoins como meio de pagamento. Levantamentos da Receita Federal mostram que só o Tether (USDT) teve quase o dobro do volume do Bitcoin, superando R$271 bilhões desde 2019. Instituições de serviços digitais têm recorrido às stablecoins para ampliar seu alcance global, porém encontram desafios para lidar com diferentes ambientes regulatórios ao redor do mundo. A legislação brasileira tem uma série de particularidades e muitas operações dependem do registro do câmbio. A nova solução eFX com Cripto, além de simplificar a compra de ativos digitais no exterior e viabilizar a arrecadação de reais para pagamentos internacionais, oferece uma forma inovadora de unificar remessas através de API, oferecendo às empresas internacionais uma tecnologia eficiente para atender às suas necessidades cambiais no Brasil e de forma mais econômica do que as opções tradicionais. “Temos visto cada vez mais empresas optando por pagar seus funcionários e fornecedores em stablecoins, principalmente nos novos setores da economia digital. Muitas já estão substituindo as contas bancárias tradicionais por wallets para agilizar pagamentos internacionais e gerenciar fluxos de caixa em diferentes moedas. Estamos muito felizes em poder criar uma solução inovadora que simplifica todo esse processo para as empresas e cria mais oportunidades de desenvolvimento para o mercado brasileiro”, diz Thales Freitas, CEO da Bitso Brasil. Dentre os principais benefícios de eFX com cripto para as empresas estão: a possibilidade de realizar pagamentos internacionais de forma instantânea; a redução de custos de transação; a segurança das criptomoedas; a facilidade de utilizar tecnologia de APIs; e a garantia de operar em aderência às regulações locais.

  • Mercado Bitcoin paga R$ 625 mil para investidores do Vasco Token

    O Mercado Bitcoin (MB) em colaboração com o MB Tokens, sua vertente especializada em registros de blockchain e tokenização de ativos, anuncia o pagamento de quase R$ 625 mil aos investidores do Vasco Token (MBVASCO01) ou cerca de R$ 1,24 por token. O montante distribuído pela maior plataforma de ativos digitais da América Latina se deve à transferência do meia-atacante Philippe Coutinho do Aston Villa, da Inglaterra, para o Al-Duhail, do Qatar, por uma temporada. Com essa nova rodada de distribuição de dividendos, desde o lançamento, já foram pagos R$ 3,6 milhões aos detentores deste ativo. O Vasco Token faz parte da família de tokens Futecoin, que visa representar os direitos do Mecanismo de Solidariedade da FIFA, destinado a beneficiar os clubes formadores de atletas. Esse acordo estabelece que até 5% de cada transferência de jogador retorne aos clubes que os formaram entre os 12 e 23 anos. Dessa forma, o Vasco Token, lastreado pelo direito que o Club de Regatas Vasco da Gama possuía sobre os 12 jogadores formados pelo clube, transfere aos seus detentores o que seria o Mecanismo de Solidariedade. Portanto, ao tokenizar, o time antecipa uma receita futura, enquanto quem investe possui a expectativa de futuras negociações dos atletas envolvidos e no consequente recebimento dessas liquidações em forma de dividendos. “Fomos pioneiros no lançamento do primeiro produto no mundo relacionado a esse mecanismo. Então, além da torcida, as pessoas ganham dinheiro com a transferência de jogadores formados na base do time. Com este novo pagamento, alcançamos o total de R$ 3,6 milhões distribuídos por meio de sete pagamentos distintos. Somente o atleta Philippe Coutinho foi responsável por quatro desses pagamentos”, diz Fabrício Tota, diretor de Novos Negócios do MB. Para adquirir o Vasco Token, basta acessar: https://www.mercadobitcoin.com.br/tokens/vasco-token

  • Pay4Fun aposta na inovação de pagamentos e confirma presença no BiS SiGMA Américas 2024

    A Pay4Fun, primeira instituição de pagamento que atua no setor de apostas esportivas a receber a autorização do Banco Central do Brasil, confirmou sua presença no próximo Brazilian iGaming Summit, agora também conhecido por BiS SiGMA Américas, o principal encontro de profissionais de iGaming, bettech’s e apostas esportivas no Brasil, que acontecerá de 23 a 26 de abril de 2024, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A Pay4Fun esteve presente em todas as edições do BiS, desde 2021, que é considerado um dos maiores do segmento na América Latina. Para a edição de 2024, a empresa espera apresentar suas mais recentes inovações no setor de pagamentos, que incluem um novo método de pagamento, o ITP, que será lançado em dezembro deste ano. "Estar na BiS SiGMA é mandatório para nós, pois sabemos do potencial da feira com relação ao mercado, aos negócios e futuros clientes. É uma oportunidade única de mostrarmos nossa expertise no setor e estreitarmos relacionamentos com parceiros estratégicos”, afirma Leonardo Baptista, CEO e cofundador da Pay4Fun. Inovação em pagamento da Pay4Fun Baptista também comentou sobre a importância dos meios de pagamento no mercado de apostas esportivas online. "O meio de pagamento é o maior parceiro do operador em qualquer mercado. Sem ele, a operação não pode funcionar”, diz. Segundo o executivo, oferecer a melhor ferramenta com relação ao compliance, governança e o Know Your Customer (KYC), seguindo as regulamentações do país em que vai atuar é essencial quando o assunto é pagamento para o setor de iGaming. A Pay4Fun conta com medidas que em conjunto evitam, por exemplo, a lavagem de dinheiro, fraudadores utilizam o ambiente e o abuso de bônus, entre outras medidas de segurança. Regulamentação do mercado de apostas esportivas O CEO da Pay4Fun também se manifestou sobre o recente anúncio do governo brasileiro sobre a regulamentação do mercado de apostas, que segue em discussão pelo Senado. “Ainda é difícil dizer como vai sair esse projeto de lei. Caso venha uma regulamentação com uma alta carga tributária tanto para o operador quanto para o apostador final, pode acabar com um mercado promissor, além de fomentar o mercado ilegal”. “Mas sou otimista e acredito que essa regulamentação será benéfica para a criação de muitos empregos, com grandes empresas do setor vindo para o Brasil e operando localmente. Algumas delas estão aguardando a regulamentação para entrar no mercado nacional. Como alguém que trabalha há muito tempo no Brasil e no setor de apostas, espero que a regulamentação seja ampla e inclua, no futuro, não apenas os jogos online, mas também os cassinos físicos e todas as formas de jogo físico”, completa Baptista, que já foi nomeado um dos 10 CEOs mais inovadores pela CIO Business Review. Além da Pay4Fun, outras importantes empresas do setor, como desenvolvedores de jogos iGaming e agências de afiliação de marketing especializadas, também estarão presentes no evento.

  • Banco Central apresenta estratégia que utilizará para regular casas que negociam criptoativos

    O Banco Central (BC) divulgou, nesta quinta-feira (9), diretrizes para a futura regulação das exchanges, correspondentes às casas que negociam criptoativos. Entre as estratégias de regulação apresentadas para guiar as instituições, constam duas resoluções, uma delas voltadas para o processo de autorização das Virtual Assets Services Providers (VASPs), que são as prestadoras de serviços dos criptos. A disposição sobre as diretrizes a serem observadas pelas prestadoras de serviços de ativos virtuais se encontra na Lei nº 14.748/2022. Entretanto, para se dar efetividade à lei, é preciso que o Banco Central, autarquia federal responsável pelo funcionamento adequado do mercado financeiro como um todo no Brasil, a instrumentalize por meio da regulamentação. Até o fim deste mês, o Banco Central vai abrir consultas públicas em formato inédito, exclusivas para coleta de subsídios e de informações por parte dos players que atuam no segmento de criptoativos. Paulo Portuguez, sócio do Jantalia Advogados, especializado em Criptoativos e Meios de Pagamento, explica que o objetivo do BC é obter informações sobre modelos de negócio e formatos de atuação para formatar e apresentar minutas de normativas até o fim do primeiro semestre de 2024. “Trata-se da primeira minuta de regulamentação desse setor. Na verdade, ao que tudo indica o BC promoverá duas consultas públicas, uma somente para coleta de informações, e uma outra já voltada realmente às sugestões de regulação”, adiantou o advogado. Em apresentação no seminário O processo administrativo sancionador no âmbito do CRSFN e do CRSNSP, o Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central (Denor) esboçou estratégia de regulação normativa para a regulação das VASPs. A ideia inicial é editar três atos normativos, duas resoluções e uma instituição normativa. “A primeira resolução será para tratar sobre conceitos gerais das VASPs, definindo o âmbito de aplicação e o objeto das VASPs, definições de conceitos para fins da norma, por exemplo, quais são os critérios e as modalidades de VASPs, qual tipo de operação vai poder ser explorada ou não”, explicou Portuguez. Além disso, dentro desse ato normativo, também serão tratadas questões de conduta, como por exemplo, capital mínimo, regras de instituições e quais instituições poderão, ou não, operar nesse setor - uma vez que, atualmente, empresas de criptomoedas ainda não precisam de autorização ou qualquer outra licença para operar no Brasil. “Nessa segunda resolução, espera-se definir como se dará o processo de autorização, algo naturalmente burocrático e que demanda, de fato, um detalhamento mais aprimorado” disse o advogado, que reforçou também sobre uma instrução normativa que está sob perspectiva do BC, com o objetivo de tratar sobre questões voltadas aos procedimentos e documentos que seriam exigíveis do cotidiano de funcionamento das VASPs para poderem se manter em regular atuação no mercado.

  • Carteira Recomendada Cripto do MB amplia exposição em BTC em novembro

    O Mercado Bitcoin (MB), a maior plataforma de ativos digitais da América Latina, atualiza sua Carteira Recomendada Cripto para o mês de novembro para os perfis conservador, moderado e arrojado. O principal destaque é o aumento da exposição em Bitcoin nas recomendações de investimento. O material tem como objetivo proporcionar aos investidores do varejo uma jornada mais segura e eficiente em suas alocações, usufruindo da experiência do MB. De acordo com as análises de André Franco (CNPI) e Rony Szuster, analista de criptoativos do Research MB, a expectativa pela aprovação do ETF à vista de BTC nos Estados Unidos, algo que tem o potencial de atrair uma quantidade significativa de capital, principalmente institucional, vem puxando para cima a cotação do Bitcoin. Só no mês passado, a moeda disparou 28,5%; a expectativa positiva também refletiu positivamente em outras altcoins. No contexto macroeconômico, a taxa básica de juros americana foi mantida na última reunião do FOMC (Federal Open Market Committee) em 1º de novembro. Por outro lado, no dia 3 de novembro, o relatório de empregos (payroll) nos EUA ficou abaixo das expectativas, com uma taxa de desemprego levemente superior, registrando 3,9% em outubro. Isso pode sinalizar uma desaceleração nas altas de juros por parte do FED (Federal Reserve, o banco central norte-americano), o que impacta as expectativas de manutenção das taxas no próximo encontro, em 13 de dezembro. “Por isso, em resposta a esses movimentos, optamos por aumentar a exposição ao Bitcoin em todas as carteiras, reduzindo, em contrapartida, a posição em caixa (alocada em USDC) e Ethereum. Na construção da carteira para investidores conservadores, o nosso principal cuidado foi priorizar a segurança dos investimentos com o objetivo de preservação do capital ao longo do tempo. Para perfis moderados, buscamos um equilíbrio entre risco-retorno e segurança. Já a nossa carteira arrojada foi desenvolvida para aqueles dispostos a assumir riscos em busca de possíveis resultados expressivos”, explica Rony Szuster. Sendo assim, a Carteira Recomendada do Research MB para o mês de novembro ficou da seguinte forma: PERFIL CONSERVADOR 85% em BTC 13% em ETH 2% em USDC PERFIL MODERADO 80% em BTC 18% em ETH 2% em USDC PERFIL ARROJADO 70% em BTC 22% em ETH 5% em DeFi (LDO) 3% em Smartcoins (STX, MATIC, MINA, com 1% em cada) "Atualmente, a estratégia principal é aumentar a exposição ao Bitcoin. No entanto, é importante destacar que essa alocação não será permanente durante todo o próximo ciclo de alta. As alocações em Bitcoin, Ethereum e USDC têm o objetivo de minimizar a volatilidade associada aos protocolos mais recentes. Apesar de serem menos voláteis, os investimentos em Ethereum e Bitcoin ainda oferecem potencial de retornos significativos, como evidenciado pela valorização de mais de 400% do Ethereum e 58% do Bitcoin em 2021", diz Szuster. Como descobrir o perfil O projeto do MB também tem o objetivo de incentivar as pessoas a descobrirem o seu perfil de investidor: conservador, moderado ou arrojado. Para isso, a tokenizadora conta com a BIO Financeira, uma ferramenta gratuita, disponível para todos os clientes da plataforma, desenvolvida por meio de uma metodologia exclusiva para auxiliá-los a tomarem decisões mais certeiras em seus investimentos. Como obter a Carteira Recomendada A carteira não envolve custos adicionais. O acesso às análises de acordo com cada perfil está disponível por meio do blog do MB, neste link. Para fazer o download da carteira recomendada para o perfil conservador, clique aqui. Quem tiver perfil moderado, pode conseguir as sugestões clicando aqui. Para baixar a carteira voltada ao perfil arrojado, basta acessar este link.

  • Startups latino-americanas captam US$ 369,9 milhões em outubro e renovam otimismo com o mercado

    O relatório mensal de Venture Capital do Distrito, a principal plataforma de tecnologias emergentes da América Latina, revela que no mês de outubro ocorreram 72 rodadas de investimentos em startups latino-americanas, totalizando um montante de US$ 369,9 milhões. No acumulado do ano até o momento, após dez meses de 2023, foram registradas 638 rodadas de investimento, com um volume total de US$ 2,6 bilhões em empresas de tecnologia na América Latina. Investimentos na América Latina No que diz respeito apenas ao mês de outubro, as 72 rodadas identificadas representam uma queda de 33,3% no número de deals na comparação com o mesmo mês de 2022, quando foram registrados 108 negócios fechados. Ao compararmos com setembro de 2023, o último mês demonstrou um equilíbrio, com apenas 2 rodadas a menos no número de transações realizadas. Entretanto, em termos de montante investido, houve uma queda significativa na comparação com o mesmo mês do ano anterior, quando US$ 489,8 milhões foram aportados. O estágio inicial (Seed Stage), que inclui Anjo, Pré-Seed e Seed, concentrou a maioria das negociações, com 57 acordos. O estágio intermediário (Early-Stage), compreendendo Série A e Série B, registrou 14 negócios em outubro, enquanto o estágio avançado (Late-Stage) contabilizou apenas uma rodada. Destaques A QI Tech, fintech de banking as a service, levantou uma rodada Série B de US$ 200 milhões, ou seja, aproximadamente, R$ 1 bilhão, que vai permitir acelerar seu crescimento via aquisições. A captação foi liderada pela General Atlantic, que aportou cerca de US$175 milhões. No mês em destaque, observamos algumas conquistas no cenário das startups. A chilena Galgo, que oferece acesso financeiro a segmentos desbancarizados, levantou uma rodada de investimento de US$ 40 milhões liderada pelo fundo mexicano Nazca, com a participação de outros fundos. A Nexu, fornecedora de plataforma de financiamento automotivo com sede na Cidade do México, levantou US$ 20 milhões em financiamento da Série B. A rodada foi liderada pela Valor Capital com a participação da FinTech Collective e Endeavor Catalyst. "Esse mês reafirma a retomada que comentamos nos meses anteriores. As empresas de late-stage aos poucos estão voltando ao mercado e movimentando grandes volumes de investimento. Mesmo que lentamente, o mercado está se recuperando, e isso é um ótimo sinal para ajustes de expectativas e na operação de grandes startups latino-americanas”, disse Gustavo Gierun, CEO do Distrito. Investimentos no Brasil No Brasil, os investimentos totalizaram 39 negócios e US$ 272,9 milhões de volume aportado. Com isso, o país representou 54,1% dos investimentos na região, em quantidade de negócios. Considerando somente outubro, as 39 rodadas mapeadas representam uma queda de 47,3% no número de negócios quando comparado com o mesmo mês de 2022, quando foram registrados 74 deals. Em volume de recursos financeiros, outubro também ficou acima do último mês, registrando US$ 272,9 milhões frente aos US$187 milhões de setembro. M&As No mês de outubro foram realizados 16 M&As no ecossistema de startups latino-americano, sendo 13 delas somente no Brasil. Destes M&A's, aparecem na lista 4 envolvendo fintechs: MBOCHIP (B3), Mexpago (Airwallex), Zink (Size) e vexpenses (VR Benefícios).

  • 5 passos para adotar IA generativa em serviços financeiros

    Treinados a partir de volumes gigantescos de dados e adaptados a diversas aplicações, os modelos de base de inteligência artificial generativa (IAGen) são hoje mais sofisticados, complexos e capazes do que as ferramentas de IA anteriores, especialmente no tratamento de dados não estruturados. Por outro lado, devido à facilidade de adoção e custos ao alcance de um número crescente de empresas, surgem preocupações com o uso indevido da tecnologia. Assim, os executivos precisam hoje equilibrar o potencial promissor da IAGen com questões relacionadas a privacidade de dados, direitos autorais e implicações éticas e sociais da tecnologia. Há dois elementos que influenciam diretamente o volume de riscos a serem enfrentados pelas companhias: onde e como elas aplicam IAGen e a maturidade de sua governança de IA. No entanto, de forma geral, todas as empresas que usam essa tecnologia precisam identificar ameaças relevantes e emergentes; entender como sua utilização pode ser regulamentada; e aprimorar as funções internas, como engenharia de aprendizado de máquina, tecnologia e jurídico, antecipando ameaças. Aplicações de serviços financeiros de IA generativa Lidar com esse tipo de mudança é um terreno familiar para as instituições de serviços financeiros, que constantemente gerenciam e mitigam riscos que acompanham o avanço tecnológico. Consequentemente, essas organizações já estão explorando como aplicar a IAGen ao seu negócio. A IA tradicional é amplamente utilizada em serviços financeiros, normalmente para previsões e segmentações, mas os modelos de IAGen podem converter dados não estruturados em estruturados para fortalecer modelos de risco. A complexidade de criação e gerenciamento de governança das aplicações da IA generativa inclui questões sociais e éticas. Existem riscos regulatórios, de conformidade e legais relacionados à propriedade de dados de treinamento dos modelos, regulamentações em desenvolvimento e privacidade. A exposição inadvertida de dados de clientes, os riscos de direitos autorais e a possível obsolescência do modelo de negócios também são pontos de atenção. Entre os desafios operacionais é possível citar questões de segurança cibernética, gerenciamento de dados e resiliência tecnológica. A complexidade dos sistemas pode torná-los vulneráveis a ataques cibernéticos, e a facilidade de uso pode levar a problemas como phishing e deep fakes. Riscos de modelo envolvem viés, precisão e explicabilidade. A IAGen intensifica o risco de viés nos dados e a dificuldade em avaliar a exatidão dos resultados. A tecnologia pode gerar resultados que não estavam presentes nos dados de treinamento, o que pode ser desejável, porém devem ser acompanhados para evitar as chamadas “alucinações”. Para mitigar essas questões, a Bain propõe cinco princípios de design para a IA generativa responsável: Foco nas pessoas É necessário que a tecnologia seja centrada nas pessoas, garantindo a consciência e a tomada de decisões de um ser humano nos processos. Consciência Robustez na infraestrutura e privacidade dos dados são imprescindíveis, bem como avaliar a maturidade organizacional e os riscos das utilizações planejadas, ajustando a abordagem de acordo com a realidade da companhia. Confiabilidade Ganhe a confiança dos stakeholders e direcione a imagem da empresa por meio da capacitação das equipes e integração de responsabilidades em toda a organização. Agilidade Utilize uma abordagem flexível de testes e aprendizado para se adaptar rapidamente à evolução da tecnologia, regulamentação e percepção dos consumidores. Intencionalidade Reconheça que a IA está evoluindo e é complexa. Adote uma abordagem cautelosa e teste continuamente para evitar consequências não intencionais. A IAGen não é algo futurista e sim uma realidade. Ela oferece ao setor de serviços financeiros oportunidades inigualáveis e novos negócios, mas inclui desafios. As empresas que adotarem essa tecnologia com responsabilidade, criando estruturas de governança robustas e capacitando colaboradores para se adaptarem ao ambiente de trabalho orientado por IA, vão conseguir aproveitar todo o seu potencial. Isso começa com uma decisão sobre priorizar práticas responsáveis, projetadas com seu impacto mais amplo e alinhadas com os valores centrais e objetivos estratégicos de longo prazo da organização. Ao ser pioneira em um modelo adequado de implementação de IAGen, as organizações de serviços financeiros têm a oportunidade não apenas de obter vantagem competitiva em um mundo cada vez mais digital, como também dar exemplo de responsabilidade e antecipação.

  • Veja como aproveitar o 13º Salário com inteligência e ter um fim de ano financeiramente saudável

    À medida em que o final do ano se aproxima, aumenta a expectativa de milhões de brasileiros para receber o décimo terceiro salário, um benefício garantido por lei que representa mais do que uma “recompensa”, é uma oportunidade para celebrar, quitar dívidas e se planejar para o futuro. O décimo terceiro é um dos momentos mais aguardados pelos trabalhadores e, para aproveitá-lo ao máximo, é importante lembrar que um planejamento financeiro é fundamental. Avaliar despesas, metas e necessidades é o primeiro passo antes de começar a gastar esse benefício, por isso o Nossbank separou algumas dicas que vão lhe ajudar a utilizar o décimo terceiro salário de forma consciente e responsável. Confira: Planejamento Financeiro - Antes de gastar o décimo terceiro é aconselhável criar um plano financeiro. Tenha consciência sobre suas dívidas e separe parte do benefício para quitá-las. É importante avaliar suas despesas e necessidades para o fim do ano e gastar somente com o necessário. Reserva de Emergência - Situações inesperadas podem acontecer, portanto, manter uma reserva de emergência é fundamental para lidar com esses momentos de “surpresas” como despesas médicas ou imprevistos financeiros. Investimentos Inteligentes - Considere investir uma pequena parte do décimo terceiro em opções de baixo risco como poupança, CDBs ou fundos de renda fixa,o que pode ajudar seu dinheiro a crescer ao longo do tempo. Realize sonhos e metas pessoais - É recomendado evitar gastos impulsivos, mas se você tem sonhos de longo prazo como comprar um carro, viajar ou adquirir seu imóvel, considere utilizar parte do décimo terceiro para iniciar ou dar um impulso nesses planos. O 13º é um benefício dos trabalhadores, aposentados, pensionistas e todos que tenham trabalhado com carteira assinada por pelo menos 15 dias. Mulheres em licença-maternidade e trabalhadores afastados por motivo de saúde ou acidente também recebem o décimo terceiro. Em casos de demissão sem justa causa, o valor deve ser calculado de forma proporcional ao tempo de serviço e pago junto com a rescisão. Entretanto, no caso de demissão por justa causa, o trabalhador não tem direito a esse benefício. O décimo terceiro deve ser disponibilizado em duas parcelas, sendo a primeira metade de fevereiro até o final de novembro, e a segunda parte até o dia 20 de dezembro, conforme estipulado pelo Decreto 57.155, de 3 de novembro de 1965. Na primeira parcela, o empregado recebe o equivalente a 50% de seu salário atual, sem a aplicação de descontos de impostos ou benefícios e na segunda parcela, um valor menos já com os descontos referentes ao Imposto de Renda e a contribuição ao INSS. Nesse momento, quando surgens várias dúvidas sobre a melhor forma de utilizar esse benefício, o Nossbank está comprometido em ajudar seus clientes a usar o décimo terceiro de forma inteligente. Aproveite os recursos e serviços que a nossa fintech oferece para lhe ajudar a tomar as melhores decisões e transformar seu décimo terceiro em uma oportunidade para fortalecer suas finanças pessoais. Para saber mais sobre o Nossbank acesse o site https://www.nossbank.com.br/

  • Banco Central cria importante medida no combate às fraudes

    No dia 1º do mês entrou em vigor a Resolução BCB nº 343, em que o Banco Central dispõe sobre as medidas necessárias à execução do compartilhamento de dados e informações sobre indícios de fraudes de que trata a Resolução Conjunta nº 6 (de 23/5/2023), que regulamenta a execução do compartilhamento de dados entre instituições sobre riscos de fraudes. As instituições têm a responsabilidade de registrar dados sobre fraudes no sistema eletrônico em até 24 horas após a identificação. Além disso, devem declarar mensalmente, até o dia 15, a conformidade dos registros do mês anterior. Para Paulo Portuguez, sócio do Jantalia Advogados, especializado em Direito Bancário, essa troca de informações entre as instituições é muito importante num período em que as fraudes estão cada vez mais engenhosas. "Mais do que nunca, o Banco Central se valeu da máxima de que, efetivamente, o compartilhamento é que faz a força. Nesse sentido, compartilhar com outros players eventuais situações de fraude concorre para o fortalecimento do SFN", explica. Em relação ao escopo mínimo dos dados, as instituições devem considerar indícios de fraudes em atividades como abertura de contas, serviços de pagamento, manutenção de contas e contratação de operações de crédito. A Resolução BCB nº 343 traz detalhes sobre serviços de pagamento, como transferências eletrônicas (TED), transações de pagamento instantâneo (Pix), por documento de crédito (DOC), entre outros. Portuguez entende que a resolução traz mais clareza sobre o que estará no guarda-chuva da norma. "O que a indústria discutia desde o mês de maio desse ano é que não se tinha qualquer certeza sobre quais informações ou dados o Banco Central considerava indispensáveis para esse tipo de compartilhamento. Essa resolução deixou mais claras essas obrigatoriedades, estipulando o que se deve compartilhar e de que maneira. Deve constar a identificação da pessoa que está envolvida naquele episódio de possível fraude, bem como o nome dela, CPF ou CNPJ, descrição, quando ocorreu, de que maneira, em que local", pontua o advogado. O especialista também lembra que a resolução fez ajustes na questão da lavagem de dinheiro. "Um dado importante é que o Banco Central faz a devida consideração de que, por exemplo, informações relativas à lavagem de dinheiro e eventuais indícios de simulação ou ocultação de bens não devem ser compartilhados, isso até mesmo por força de disposição legal. Por uma obviedade, se você se estiver diante de um indício de lavagem, não se deve compartilhar esse dado identificado, já que isso pode evitar que se chegue aos reais destinatários desses recursos. Então, questões que estão abarcadas por um sigilo bancário, por um sigilo legal, não deverão ser objeto de compartilhamento", diz o advogado.

  • Inteligência de crédito tem vagas em aberto e 2024 promete grande movimento

    Segundo o Ministério do Trabalho, o desaquecimento das contratações é evidente no mercado formal. Nos sete primeiros meses do ano, o País gerou 1,2 milhão de empregos com carteira assinada, 28% menos que em igual período de 2022. Entretanto, algumas empresas estão na contramão dos números apresentados. É o caso TMB Educação, fintech especializada em crédito educacional, que atua com inteligência de crédito. A empresa está com diversas vagas abertas, principalmente na área de tecnologia. De acordo com Renato Boesso, especialista financeiro e CEO da TMB, “o setor está sujeito a mudanças econômicas, tecnológicas e sociais, e fatores como a oferta e demanda de empregos, a qualificação dos candidatos e a situação econômica de um país influenciam a dinâmica desse mercado. Nossa empresa tem uma alta demanda de profissionais de tecnologia, só neste ano já contratamos 48 profissionais e temos algumas posições em aberto. Importante o candidato ter vontade de fazer acontecer, correr atrás, um dos valores da TMB é “Você é o seu Futuro”, ou seja, em uma instituição que cresce muito todos os meses como a nossa, tem inúmeras oportunidades. Para Boesso, há uma crescente demanda por profissionais de TI devido à digitalização de empresas, avanços tecnológicos e transformação digital. “Estamos com vagas nas seguintes posições: customer success, analista de telemarketing, analista de dados, desenvolvedor sênior, desenvolvedor pleno e desenvolvedor Júnior, a maior demanda é para tecnologia. E a nossa expectativa para 2024 é de contratar 52 pessoas”, comenta. O mercado de trabalho no ramo tecnológico é frequentemente descrito como aquele com muita demanda e oportunidades. Entretanto, Boesso defende que alguns aspectos importantes precisam ser considerados: Diversidade de Funções: A área TI abrange uma ampla gama de funções, desde desenvolvimento de software e engenharia de dados até segurança cibernética e design de experiência do usuário (UX). Habilidades em Alta: Ter habilidades em programação, análise de dados, aprendizado de máquina, inteligência artificial e cibersegurança é altamente valorizado. Inovação Constante: A tecnologia evolui rapidamente, o que significa que os profissionais precisam estar atualizados com as últimas tendências e tecnologias. Remuneração Atrativa: Os salários na área de tecnologia costumam ser competitivos devido à alta demanda por profissionais qualificados. Flexibilidade de Trabalho: Muitas empresas de tecnologia oferecem opções de trabalho remoto ou horários flexíveis. Certificações e Educação Contínua: Investir em certificações e educação contínua é fundamental para avançar na carreira de tecnologia. A situação do mercado de trabalho pode variar dependendo da localização geográfica e das condições econômicas. Para aqueles interessados em ingressar no setor de tecnologia, é importante identificar as áreas de interesse e adquirir as habilidades necessárias. As vagas da TMB Educação estão disponíveis no site ou nas redes sociais @tmbeducacao.

  • Quod lança plataforma proprietária de análise de crédito

    A Quod, datatech especializada em soluções analíticas que utilizam tecnologia e inteligência de dados para apoio ao negócio, dá mais um passo na evolução de seus produtos como o lançamento da QI aaS - Crédito. Agora, empresas de diferentes segmentos poderão oferecer produtos próprios de crédito para seus clientes com o diferencial de contar com toda expertise, dados, tecnologia e inteligência Quod, pré-programados em um único sistema para realizar a análise de crédito de forma automática. Com a infraestrutura da QI aaS - Crédito, as empresas terão a possibilidade de ofertar crédito com segurança do começo ao fim, com interfaces que auxiliam desde a entrada dos dados até a tomada de decisão final, dando flexibilidade para ajustar a decisão segundo o apetite ao risco definido, garantindo assim maior performance e eficiência, atendendo todas as exigências regulatórias do mercado financeiro e bancário. O uso de Machine Learning para customização da estratégia e adaptação tempestiva para eventuais mudanças de comportamento do público, bem como as APIs na aplicação da decisão de crédito instantânea de forma escalável são outros grandes diferenciais da nova solução. “Aplicamos um conjunto de soluções Quod, desde produtos para fraude, cadastro, crédito, com melhor eficiência a um menor custo. Tudo irá variar de acordo com que a empresa precisar, com a possibilidade de acessar diversas soluções pagando por uma só. É definitivamente um passo importante na diversificação do nosso portfólio e que irá possibilitar construir melhores ofertas de crédito para mais pessoas, beneficiando empresas e usuários”, explica Ricardo Kalichsztein, CEO da Quod. Ao contrário do que é praticado por outras empresas que também oferecem soluções de credit as a service, a forma de remuneração da QI aaS - Crédito será customizada ao sucesso do cliente, ou seja, a porcentagem será cobrada em cima do faturamento real. “Estamos focados em ser o melhor e mais completo parceiro para eles, trabalhando para agregar valor e fazer o negócio crescer, transformando o sucesso deles em nosso”, complementa Kalichsztein. Produtos de crédito ainda mais customizado O Credit as a Service (CaaS), ou crédito como serviço, é uma forma de empresas, que não necessariamente têm atuação no setor financeiro ou mesmo sem grande experiência na área, oferecerem soluções de crédito aos seus clientes por meio de parceiros especializados neste mercado que atuam como intermediários no processo. “Com o QI aaS aplicado ao Crédito é possível prover um serviço de crédito com excelência ao consumidor final, já que essas organizações conhecem seus clientes em profundidade, tornando possível a construção de uma oferta e condições muito mais atrativas e adequadas a proposta de valor da marca, consequentemente alavancando as vendas e aumentando a fidelização” explica Ricardo Kalichsztein, CEO da Quod. Segundo o Indicador de Uso de Crédito, estudo realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção de Crédito (SPC Brasil), 49,4% dos brasileiros recorrem a alguma modalidade de crédito em agosto. O resultado representa alta de 7,7% pontos percentuais em comparação ao mesmo período do ano passado. Entre as modalidades, o cartão de crédito foi citado por 44% dos entrevistados, prevalecendo com a forma mais usada, seguida de crediário (11%), empréstimo (8%), cheque (7%) e financiamentos (5%). “A QI aaS - Crédito permite associar toda experiência do time QUOD com as soluções de análise de crédito e fraude combinadas da forma mais eficiente em um único sistema para que nossos clientes desenvolvam a melhor oferta de crédito e assim evitar o risco de inadimplência”, esclarece Kalichsztein.

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