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  • Digitalização da economia: como as empresas estão usando cripto para aumentar rentabilidade e escala

    A digitalização das indústrias e a capacidade de nos conectarmos com pessoas em todo o mundo têm revolucionado a forma como trabalhamos e consumimos, e têm aberto oportunidade para que as empresas se expandam a outros territórios e mercados graças ao comércio eletrônico, à internet, e às diversas ferramentas tecnológicas ao seu alcance. A Bitso tem facilitado a tecnologia para que empresas do ramo fintech, startups e outras organizações, como remetentes ou processadoras de pagamentos, se conectem com seus fornecedores, funcionários, parceiros ou clientes em outras regiões, explorando estratégias de negócios globais e causando um impacto direto no crescimento, rentabilidade e escalabilidade das empresas, especialmente, em países com contextos financeiros adversos ou com projeções de crescimento menores. Para as empresas é fundamental o acompanhamento de um parceiro que forneça o suporte tecnológico que a expansão global requer, facilitando suas operações e diminuindo custos e tempos dentro dos marcos regulatórios de cada território. Mais de 88% de quem toma decisões financeiras globais acredita que as criptomoedas e a blockchain terão um impacto significativo ou massivo nos negócios, finanças e sociedade, durante os próximos três anos, segundo relatório recente da Ripple. Alguns dos serviços cripto que ajudam a expansão para as empresas são: Pagamentos transfronteiriços Em alternativa aos sistemas bancários tradicionais, a tecnologia baseada em cripto tem um de seus casos de uso com maior sucesso o envio de dinheiro entre países. Através dos diversos produtos e serviços é possível enviar e receber pagamento em tempo real com criptomoedas, stablecoins ou moedas locais; e com comissões menores comparado às ofertas tradicionais. Um exemplo é o conjunto de soluções empresariais, Pagamentos Internacionais (International Payments) que a Bitso lançou, recentemente, para conectar os países em que opera (Argentina, Brasil, Colômbia e México) com o resto do mundo e que já oferece a mais de 1.500 clientes institucionais. Dispersão em massa A digitalização da economia promove a conexão com um maior número de fornecedores, ajudando a contratar pessoas de qualquer continente ou desenvolver uma clientela distribuída geograficamente. A chave para fazer isso com máxima eficiência é o uso de APIs de última geração que são possíveis graças a cripto. O conjunto de APIs da Bitso possibilitam uma integração perfeita que permite vincular e conectar as contas de maneira rápida e segura, pois para as empresas que tem que realizar muitas operações, cripto é uma alternativa real que facilita a programação de pagamentos, a realização de operações automatizadas ou em bloco e a possibilidade de fazer transações, tanto em moedas locais como com cripto, em qualquer parte do mundo prevenindo as flutuações cambiais típicas presentes em transações convencionais. Manter a liquidez Proteger os ativos da inflação e a volatilidade permite às empresas preservar sua liquidez. Para fazer isso, a tecnologia cripto suporta o uso de stablecoins (moedas estáveis), ativos lastreados a moedas fiduciárias como o dólar americano, o euro ou até mesmo o ouro, que oferece uma conversão de 1:1 mantendo as vantagens das criptomoedas como tipos de câmbio competitivos, velocidade nas transações e opções de rendimentos. A conexão entre territórios e a consolidação da economia digital têm diminuído cada vez mais os limites geográficos e impulsionado os negócios ao integrar novas ideias e ver mais além dos objetivos locais para traçar metas globais que os ajudem a continuar crescendo e se consolidando. “Estamos observando uma adoção acelerada de serviços financeiros baseados em cripto que permitem às empresas escalar, expandir e competir em um meio globalizado de maneiras que antes não eram possíveis. Temos um grande orgulho em ser parte dessa revolução e oferecer soluções tecnológicas sem fronteiras e que ajudam os empreendedores e empresários a oferecer serviços cada vez maiores e mais eficientes a seus clientes”, comentou Eduardo Cruz, Líder de Parcerias da Bitso. “Cripto é uma tecnologia inovadora, que chegou para ficar e os múltiplos casos de uso que vemos diariamente, em nossos clientes nos mantém, extremamente, otimistas sobre as imensas possibilidades que essa tecnologia oferece”, finalizou.

  • Brasil lança primeiro projeto de tokenização de créditos de carbono para remunerar reservas rurais

    A CoinLivre, marketplace que origina e comercializa ativos virtuais e aposta na tokenização de ativos do mundo real para aproximar investidores e empresas da economia digital; e a Soma Sustentabilidade, empresa com sedes em Goiânia e Brasília que participou ativamente do desenvolvimento do texto base do Decreto Lei 10.828/21 , Lei da CPR Verde, em adição a já conhecida lei do Agro Lei 13.886 - que visa aperfeiçoar o crédito rural e modernizar a base legal do agronegócio brasileiro; uniram forças para lançar o primeiro projeto de tokenização de créditos de carbono reconhecido tanto nacional como internacionalmente. Disruptiva e inovadora, a proposta vai remunerar o carbono já estocado nas reservas das propriedades rurais, não dependendo de nenhuma ação futura, pois a emissão dos ativos financeiros tem lastro na safra anual que antecede o lançamento do título, portanto, sem risco para o mercado voluntário de carbono. Baseado na mensuração de carbono equivalente de áreas preservadas operadas pela Soma Sustentabilidade e certificada pela Big Four do mercado, as quatro maiores empresas de auditoria, consultoria e serviços financeiros do mundo; e de acordo com as normas do Banco Central (BACEN), com as regulamentações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e leis federais, e com respaldado por Cédula do Produto Rural (CPRs-Verde), o Token CLCC (Crédito de Carbono tCO2-eq.) é a primeira oportunidade de aquisição de tokens representativos de unidades não-fungíveis de crédito de carbono, sendo uma ferramenta histórica para a governança ambiental, com possibilidade de obtenção do selo verde, compensação de emissões de gases do efeito estufa (GEE), certificação de produto livre de desmatamento e geração de abonos fiscais. Para chegar ao ativo digital, foi desenvolvida uma tecnologia que mensura 27 serviços ecossistêmicos dentro de uma célula chamada CPR Verde, analisando mercado externo, mercado interno brasileiro, leis federais e até mesmo estaduais. A Soma que levou ao governo federal a necessidade de o Brasil dar uma resposta ambiental para o mundo no quesito preservação ambiental relacionado à alta produtividade. Após entendimento dos órgãos competentes, a sugestão foi sancionada no ano de 2021, por meio do Decreto de Lei 10.828/21, que instituiu a CPR Verde. No ano de 2022, a conquista foi a Normativa CVM 175, que validou e equiparou a CPR Verde às demais CPR’s já conhecidas do mercado do agronegócio, adicionando os mesmos benefícios já oferecidos. “Esse token chega para resolver uma dor do mercado de certificação, controle da originação e uso do crédito de carbono, pois além de seguir todas as normas do mercado financeiro e legislação brasileira, garantindo a operação da sua utilização tanto para fins de compensação quando para fins de deduções de impostos e tributos, comprovação de produto livre de desmatamento e Selo Verde, estamos utilizando a blockchain para trazer segurança nas transações. Essa é uma tecnologia auditável, segura e onde se pode registrar contratos inteligentes com todas as características das negociações, prevendo os direitos e deveres das partes”, explica o CEO da CoinLivre, Fábio Matos. O Token CLCC é lastreado em ativos de conservação no formato CPR-Verde, garantindo assim a oferta tokenizada anual da quantidade autorizada de créditos e ou ativos, e oferece acesso a benefícios fiscais diretos e proporcionais e ao Selo Verde para negócios e empresas com operações no Brasil e no exterior como comprovação de “Produto Livre de Desmatamento” e compensação de suas emissões (GEE). “Em um mercado cheio de ilusões e promessas, onde muitas vezes a rotulação pela falta de informação e pelo oportunismo de alguns dificulta a credibilidade desse mercado, a CoinLivre conheceu as nossas dores e entendeu a nossa metodologia e performance. Após mais de uma década de trabalho e entendimentos dos órgãos competentes, a nossa sugestão foi sancionada em 2021, o Decreto Lei 10.828/21, que instituiu a CPR Verde, ativo de conservação ambiental que inventaria 27 serviços ecossistêmicos produzidos pela natureza durante uma safra anual, sendo um destes serviços o estoque de Carbono. Porém, queríamos ainda dar maior robustez e segurança para a CPR Verde e fomos em busca da tokenizaçāo desse ativo do Agro. A parceria com a CoinLivre fechou o ciclo, pois já havíamos precavido nossa metodologia e processos através do Decreto Lei, apoiado em Leis Federais, Normas Bacen, CVM, ISO’s e respectivas NBR’s contra o famoso ‘greenwashing’. Vamos potencializar o mercado com todos os benefícios: selo verde, reduções fiscais e tributárias de âmbito federal, estadual e municipal, dentre outros”, explica Fernando Palau, diretor da Soma Sustentabilidade e presidente do Conselho de Sustentabilidade da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF). “Com a tokenização deste ativo real com uso da tecnologia blockchain, agregamos valor ao produto, pois conciliamos o agronegócio com a conservação da natureza, resultando na exploração racional da propriedade, na valorização da comunidade local por meio de projetos sociais que geram emprego e renda e mudam a realidade local, servindo também como um instrumento para o combate às mudanças climáticas, auxiliando o país no atingimento das metas do Acordo de Paris. O Brasil tem capacidade de gerar aproximadamente 9 bilhões de ativos ambientais de conservação. Nós temos a pretensão de atuar numa grande fatia desse mercado, contando com parcerias estratégicas para a criação de um ecossistema equilibrado, inovador, próspero e seguro, atendendo a uma obrigação de se fazer, conforme Art.255 na nossa Constituição”, reforça Maria Eugênia Brasil, diretora da Soma Sustentabilidade e atual vice-presidente do Conselho de Sustentabilidade e Diretora de Inovação da ACDF. “Nós vamos disponibilizar, inicialmente, um quantitativo de 90 milhões de tokens, que virão em tranches de 7 milhões, dependendo da demanda”, completa. Com grande capacidade para geração de créditos de carbono em áreas rurais certificadas, o Brasil é um potencial consumidor e originador de ativos, e a CoinLivre e a Soma sabem desse potencial. O Token CLCC representa a evolução do mercado de crédito de carbono, por ser o primeiro a ser lastreado em um produto do Agro, a CPR Verde, seguindo todas as normas do mercado financeiro e legislação brasileira, além de garantir uma emissão de tokens diretamente representativa do estoque de créditos produzidos pelas áreas pré-registradas pela Soma Sustentabilidade, periodicamente, com operação para fins de compensação. A parceria com a CoinLivre permite à empresa a operacionalização, criação, comercialização e governança do token, com distribuição feita via plataforma/wallet CoinLivre. Cada Token representa 1 real em créditos de carbono originados pela Soma Sustentabilidade, em troca de benefícios ambientais ou fiscais. O Token CLCC (crédito de carbono tCO2-eq.) é um token utility que possui as especificações padrão ERC-1155, que por sua vez padroniza funções do smart contracts registrados em Blockchain. Após a criação do token e seu registro na rede blockchain através do smart contract, o emissor terá seu ativo representado digitalmente, podendo negociá-lo com terceiros no mercado secundário via P2P (peer to peer), na Wallet da CoinLivre. A quantidade de Tokens será igual e limitada à quantidade de crédito de carbono gerados pelas áreas certificadas pela Soma. De acordo o professor e advogado Benedito Antônio Alves, que já foi Secretário de Finanças do Estado de Rondônia e Conselheiro do Tribunal de Contas, atualmente inserido no projeto do Token CLCC com a Soma Sustentabilidade, a novidade surge em um momento histórico e importante para o agro brasileiro, com recordes de safra agrícola anual e em tempos da concepção ESG. “Nesse cenário, a Soma chama a atenção dos estudiosos da academia porque inova numa proposta de pagar ao agricultor que presta serviços ambientais ecossistêmicos, por manter intacta a sua área de reserva, mediante a emissão da Cédula do Produtor Rural verde (CPRv). A proposta da Soma é inovadora e disruptiva porque remunera o carbono já estocado nas reservas das propriedades rurais, não dependendo de nenhuma ação futura, porque a emissão dos ativos financeiros tem lastro na safra anual que antecede o lançamento do título, portanto sem risco para o mercado voluntário de carbono. Agora com o tokenização deste ativo real com uso da tecnologia de ‘blockchain’, a Soma agrega valor ao seu produto, pois concilia o agronegócio com a conservação da natureza, resultando na exploração racional da propriedade, na valorização da comunidade local por meio de projetos sociais que geram emprego e renda e muda a realidade local e, por conseguinte, na conservação da natureza, mediante ação local com repercussão global”, destaca. Segundo Benedito, neste modelo de governança da Soma todos ganham. “Ganha o produtor rural que estoca o carbono e conserva a natureza, que mesmo preservando nunca ganhou nada; ganha a sociedade com os projetos sociais desenvolvidos no entorno; ganha o clima com ações efetivas para sua manutenção e ganham os investidores no mercado financeiro com o ativo negociado a cada safra anual. A Soma, dentro dessa concepção ESG e em atenção aos 17 ODS e não compromissos da Agenda 2030, propõe a utilização de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CPR) verde como instrumento de governança ambiental, para a redução de emissão de gases de efeito estufa, como garantia de dívida fiscal no processo de execução podendo, inclusive, ser utilizada para obtenção de vantagens bancárias creditícias rurais e na redução no pagamentos de tributos, mediante incentivos para a conservação da natureza", completa.

  • VTEX e Yuno fazem parceria para maior oferta de métodos de pagamento no e-commerce

    A Yuno, empresa de software que oferece uma solução completa de orquestração de pagamentos para companhias de grande e médio porte, dá mais um passo no caminho da sua expansão na internacional ao fechar uma parceria com a VTEX, plataforma global de comércio digital para grandes empresas. O objetivo da junção é aprimorar o ecommerce da região, possibilitando uma experiência de venda mais fluida, segura e eficiente para corporações que utilizem os serviços de ambos os players. Por meio da tecnologia de Smart Routing, a Yuno permite que uma plataforma de ecommerce tenha autonomia para criar regras e rotas que aumentam as chances de o pagamento ser autorizado, o que sobe a sua taxa de aprovação e diminui os custos de processamento. Além disso, traz inteligência no processo e trabalha de forma assertiva as retentativas que recuperam transações que seriam negadas pelo provedor inicial. Além da capacidade de trazer excelentes resultados através da orquestração, a VTEX viu na Yuno um parceiro capaz de oferecer ao ecommerce por meio de uma única integração o acesso a mais de 100 provedores e métodos de pagamentos na América Latina. Com isso, essas empresas podem rapidamente expandir, habilitar novos métodos e otimizar as conexões que já possuem em toda a região sem nenhum esforço técnico. Por meio da plataforma da Yuno, os clientes da VTEX conseguirão ter maior inteligência em sua gestão de pagamentos, maximizando resultados, trazendo autonomia, flexibilidade e melhorando a experiência de compras do usuário final, que tem os seus pagamentos aprovados de forma mais frequente, pois a solução trabalha com os provedores que dão mais resultado. "Essa parceria fortalece ainda mais o nosso ecossistema e, consequentemente, gera valor para os nossos clientes", afirma Rafaela Rezende, general manager da VTEX Brasil. Outro ponto de vantagem é a unificação dos dados de pagamento em uma única interface, o que permite um melhor gerenciamento, além de constante aprendizado e otimização. A Yuno também facilita a gestão de risco, conectando a orquestrando as melhores ferramentas de fraude do mercado, permitindo ao ecommerce criar regras de como e quando essas transações irão para determinados fornecedores. Nathan Marion, gerente geral da Yuno, reforça a importância da parceria entre os dois players ao constatar que o ecommerce tem crescido cada vez mais e os negócios em geral entendem a importância de uma presença digital completa. Para se ter uma ideia, um levantamento recente da Retail X feito na América Latina aponta que o Brasil teve o maior crescimento no comércio eletrônico da região em 2022, com US$ 8,1 bilhões a mais em relação ao ano anterior. “Com isso, é muito importante que os players se atualizem e ofereçam aos seus clientes opções para que possam fazer suas compras de forma conveniente e segura. Isso melhora tanto a experiência do consumidor, que se sente prestigiado e mais à vontade para comprar online, quanto para os lojistas, que passam a agregar cada vez mais clientes, aumentam seu prestígio perante ao público e veem suas taxas de conversão subirem”, finaliza.

  • Top 100 Open Startups: Confira as fintechs vencedoras

    Mais uma edição do Ranking 100 Open Startups foi concluída. Trata-se de uma publicação anual, utilizada por grandes instituições e investidores líderes como referência para acompanhar as startups e scaleups mais atraentes para o mercado corporativo, além de destacar corporações, agentes do ecossistema, investidores e executivos que mais contribuíram com as startups. A publicação é realizada pela 100 Open Startups. Na categoria startups, as empresas precisam ter fechado contratos com corporações durante o período de julho de 2022 a julho de 2023, não ser controlada por uma corporação (empresas com mais de 100 funcionários ou US$ 20 milhões de faturamento anual) e ter faturamento inferior a US$ 2,5 milhões em 2022 e nem ter recebido investimentos superiores a US$ 2,5 milhões até 31/12/2022. A pontuação do Ranking 100 Open Startups é contabilizada a partir dos relacionamentos cadastrados na plataforma 100 Open Startups, através de 15 tipos de relacionamento, divididos em quatro grandes grupos, com pontuação equivalente a 1, 5 ou 10 pontos. Os grupos são: Posicionamento (capacitação e mentoria, reconhecimento e premiações, espaços de coworking, vouchers de serviços e tecnologia), Plataforma e Parcerias (licenciamento de PI, acesso a recursos não financeiros, acesso a base de colaboradores, acesso a base de clientes e canais de vendas, programas de aceleração), Desenvolvimento de fornecedores (recursos para P&D e prototipagem, licenciamento de PI, contratação de projeto piloto, fornecimento de serviço ou produto inovador), Investimento (investimento com participação acionária minoritária, aquisição e incorporação). Confira abaixo quais foram as fintechs presentes no ranking 100 Open Startups: Banco Útil Melhor colocada entre as fintechs e ocupando a 11ª posição no ranking geral de startups, o Banco Útil é uma carteira digital corporativa. As soluções visam simplificar e facilitar o modo como opera o contas a pagar das empresas. Planium A fintech Planium ficou em 2º no ranking das fintechs e na 18º no ranking geral de startups. A solução permite que brasileiros comprem planos de saúde de forma 100% digital. CIC - Controle Inteligente de Compensações 3ª colocada entre as fintech e 33ª no ranking geral, o CIC é uma plataforma digital dedicada ao controle e acompanhamento de tributos federais. Leverpro A Leverpro ficou em 4º no ranking das fintechs e em 35º lugar no ranking das startups. A fintech possibilita a automatização de demonstrações financeiras como DRE, BP, Fluxo de Caixa das empresas, de forma simplificada, flexível, integrada e dinâmica. Dattos A Dattos foi escolhida como 5ª melhor fintech e 39ª melhor startup. Trata-se de uma plataforma de gestão de fechamento financeiro e automação de conciliações que empodera times financeiros a tomarem decisões mais assertivas. Giro.Tech A Giro.Tech ficou na 95ª posição do ranking de startups e 6ª melhor fintech. A fintech ajuda startups e instituições não-financeiras a se bancarizarem, habilitando-as a atuarem como fintechs que entregam crédito embutido em suas operações. Pluggy A Pluggy foi eleita 7ª melhor fintech. A startup democratiza o acesso ao Open Finance, trazendo dados e inteligência de forma fácil, segura e privada. Trademaster A Trademaster ficou na 8ª posição no ranking Top Fintechs. A solução alavanca as vendas das indústrias e cadeias de distribuição por meio da concessão de limite e incremento do prazo para o varejo. Direct.data A Direct.data ficou na 9ª posição do ranking das Top Fintechs. Os serviços oferecidos envolvem onboarding de clientes e fornecedores, análise pré-crédito, background check, prevenção de autuações fiscais e PLD. Analize 10ª posição no ranking Top Fintechs, a Analize é uma plataforma em nuvem de automação na consolidação das demonstrações financeiras, notas exportativas, relatórios financeiros e gerenciais. Além das startups acima, ainda tivemos o aparecimento das fintechs no ranking das Scaleups. Neste caso, como pré-requisito, as empresas precisam ter faturamento entre US$ 2,5 milhões a US$ 20 milhões em 2022, ou investimento superior a US$ 2,5 milhões até 31/12/2022, ou controlada por alguma corporação. Confira abaixo as Scaleups reconhecidas: Suthub Premiada nos anos de 2021 e 2022, a fintech Suthub é uma plataforma de distribuição digital de seguros 100% online. Expense Mobi Premiada nos anos de 2021 e 2022, a fintech Expense Mobi é uma solução completa para a gestão de reembolsos e despesas corporativas, também com meio de pagamento. Portão 3 Premiada no ano de 2022, o Portão 3 é uma plataforma para gestão de despesas corporativas. Klavi A klavi é a chave que potencializa você e o seu negócio com soluções de Open Finance. Tenha acesso instantâneo de todos nossos módulos através de uma simples integração. Acelere seu negócio e foque em criar produtos inovadores. Paytrack Já premiada no ano de 2021, a Paytrack é uma plataforma all-in-one para gestão de despesas e viagens corporativas. Accountfy Leve sua gestão financeira e contábil a um novo patamar. Com o Accountfy você tem insights valiosos, máximo de integração e automação avançada. Celero A Celero é um Business Financial Management (BFM) whitelabel, solução preparada para o Open Finance. Bitfy A BWS é a camada de tecnologia blockchain para empresas em diversos segmentos do mercado. Inicialmente conhecida como Bitfy, Super App de Ativos Digitais, hoje fornece soluções com tecnologia proprietária. Para conferir o ranking completo, acesse este link.

  • Magalu começa a vender criptomoedas a partir de R$ 1 através do aplicativo

    O Magalu, melhor plataforma brasileira para comprar e vender, deu início às transações de criptomoedas em seu aplicativo. A partir de 1 real, os clientes da companhia poderão comprar – e depois vender – Ethereum, Bitcoin e USDC, três das principais moedas digitais disponíveis no mercado. A novidade é uma parceria entre o MagaluPay e o Mercado Bitcoin (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina e responsável pela tecnologia e segurança dos investimentos. “Para muitos desses clientes, esse será o primeiro contato com criptoativos e a oportunidade de iniciar investimentos em moedas digitais, a partir de 1 real”, afirma Fábio Murakami, diretor de produtos do MagaluPay. “Vamos mostrar que transações com criptomoedas não são um bicho de sete cabeças”. Para viabilizar o processo, a plataforma de ativos digitais do Mercado Bitcoin será integrada ao MagaluPay para permitir a compra, venda e custódia de criptoativos, por meio de uma experiência simplificada em que as transações serão concluídas em poucos cliques. Os clientes contarão também com vídeos que introduzem conceitos e auxiliam nas tomadas de decisão para os primeiros investimentos em criptoativos. “Disponibilizamos ao Magalu e MagaluPay, a infraestrutura do MB Cloud, um serviço de cripto como serviço (do inglês, Crypto as a Service ou CaaS), possibilitando que eles ofereçam aos seus clientes a opção de comprar e vender criptoativos diretamente pelo seu aplicativo. Estamos entusiasmados em fornecer a tecnologia para que esse gigante do Varejo possa explorar ainda mais o potencial da economia tokenizada, conectando milhões de pessoas com o mundo da tecnologia blockchain”, diz Guilherme Pimentel, diretor de Produtos do MB. A solução é mais uma iniciativa de digitalização e inclusão financeira e de ampliação da cesta de serviços disponíveis aos usuários do MagaluPay. Os mais de 10,6 milhões de clientes MagaluPay contarão com material educativo sobre a nova modalidade de investimento. Para poder realizar as negociações, os interessados deverão estar no nível 2 do cadastro no aplicativo do Magalu: ou seja, precisam confirmar os dados de identificação facial (selfie), validação do documento (foto), endereço atualizado, profissão, CPF e renda. Criptomoedas no Brasil As criptomoedas são moedas digitais protegidas por criptografia, o que permite que as transações de compra e venda sejam realizadas de maneira segura em ambiente virtual. Seu valor é determinado pela oferta e demanda do mercado. Segundo uma pesquisa feita pela consultoria Consensys e a YouGov, empresa líder internacional de pesquisa de mercado baseada na internet, o Brasil é o segundo país do mundo com maior percepção sobre criptomoedas. O levantamento apontou que 98% dos brasileiros já ouviram falar sobre moedas digitais e 59% sabem o que são. O primeiro lugar no ranking é da Nigéria, com 99% da população com conhecimento sobre a existência do produto. O estudo foi realizado em 15 países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Brasil, Coréia do Sul, Estados Unidos, Filipinas, França, Índia, Indonésia, Japão, México, Nigéria, Reino Unido e Vietnã.

  • Melhorando a experiência do cliente através de tecnologia! Conheça a Biometria Facial

    Diversas situações do cotidiano que tornam a visita do cliente a uma loja inconvenientes: filas grandes, comunicação impessoal, falta de engajamento do cliente. A tecnologia que pode mudar essa realidade já existe - a Biometria Facial. A Era Digital chegou com tudo e mudou a realidade do mundo todo. É de se esperar que a tecnologia continue a adentrar nas nossas vidas e nos próximos anos já esperamos mudanças e modernizações, cada vez mais constantes. No setor financeiro não é diferente. Pagamento online, dinheiro digital, transferência instantânea. Então, parece apenas lógico que a tecnologia avance em todos os setores, até no atendimento. Por um lado, as inovações tecnológicas propiciam aos clientes mais caminhos e experiências a vivenciar, cada vez mais personalizados. Por outro lado, temos as empresas e organizações tendo que se adequar a essas novas realidades tecnológicas. A Biometria Facial é uma dessas inovações! Pagamento sem senha De acordo com o balanço de agosto de 2023 da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), mais de 50% dos brasileiros preferem usar os cartões por aproximação (ou contactless) e mais de 80% dizem que esse meio de pagamento traz agilidade e rapidez. O meio de pagamento sem contato já é, portanto, não só parte da rotina dos brasileiros, como também apreciado pela maioria. A Biometria Facial é um passo a frente nessa direção. A analista de mercado Juniper Research afirma em um estudo recente que os pagamentos com autenticação biométrica até 2027 devem chegar ao montate de US$1,2 trilhões. O mundo avança no sentido de pagamento cada vez com menos contato. A Biometria Facial já é a realização desse cenário. Melhora da experiência A Mastercard realizou uma pesquisa no ano de 2022 na rede de supermercados St Marche sobre a Biometria Facial. Dos entrevistados, mais de 75% indicariam o meio de pagamento. Rapidez, praticidade, conveniência e modernidade foram as principais vantagens citadas no estudo. O estudo ainda fala sobre segurança e agilidade. 61% dos entrevistados se sentiram mais seguros com o uso da tecnologia e 60% não enfrentaram fila para conseguir efetuar o pagamento. Utilizar o rosto para efetuar pagamentos pode, de fato, trazer muito mais agilidade e segurança. Não é preciso estar com documento, carteira, cartões ou celulares para realizar compras. Biometria Facial no Brasil Em pesquisa encomendada pela IDEMIA, ao Dentsu Data Labs, 90% dos brasileiros consideram a Biometria Facial como forma de pagamento uma possibilidade de proteção tanto aos seus dados quanto aos seus bens. A maior vantagem apontada por cerca de 70% dos brasileiros entrevistados na pesquisa é a individualidade na forma de pagamento. Dos entrevistados, mais de 80% preferem formas de pagamento sem contato frente aos métodos tradicionais. A forma mais aguardada de pagamento sem senha é a realizada em plataformas, devido a dificuldade de lembrança da senha inserida. Segurança A Biometria Facial traz agilidade ao pagamento e melhora a experiência dos clientes. E se a questão é segurança, saiba que a Biometria Facial pode proporcionar mais segurança do que os métodos tradicionais de pagamento. Não é possível realizar o pagamento com foto ou vídeo de alguém. A detecção de vivacidade no sistema não permite que o pagamento seja realizado com foto ou vídeo de uma pessoa. E tem Fintech que já desenvolve esse sistema! A Payface é a empresa líder de pagamento por biometria facial no Brasil. Ataques de spoofing são extremamente difíceis devido ao algoritmo da Payface utilizar detecção de vivacidade de acordo com as normas ISO 30107-3 níveis 1 e 2. Os servidores são privados e estão em conformidade com normas de segurança específicas. Portanto, dados dos clientes, como cartão de crédito e imagens faciais, estão criptografados e armazenados com garantia de segurança e proteção. A Inteligência Artificial da Payface reconhece diferentes etnias, idades e gêneros. Isso além de tornar o sistema mais inclusivo, o torna mais seguro. Em casos como de irmãos gêmeos idênticos, o sistema deve pedir um segundo fato de autenticação devido às semelhanças extremas entre duas pessoas. O que só demonstra a segurança do sistema. Conheça a Payface A Payface é uma Fintech brasileira, fundada em 2018. De Florianópolis/SC, a empresa surge para trazer mais agilidade e facilidade ao sistema de pagamento. O pagamento por reconhecimento facial da empresa busca solucionar as dificuldades do varejo em proporcionar aos clientes um atendimento ágil e personalizado.

  • Banking as a Service: Descubra o que é e como ele pode auxiliar a expandir sua empresa

    Estamos definitivamente na Era Digital. Os serviços estão cada vez mais digitais. Quando o assunto é a área financeira, não é diferente. Hoje, os clientes estão buscando soluções financeiras que ofereçam agilidade e facilidade. O Banking as a Service pode oferecer o que seu cliente busca e te ajudar a expandir seus negócios. Saiba mais sobre o que é e como utilizá-lo. Entenda o mercado Fazer atividades bancárias presencialmente está cada vez mais em desuso. Apenas algumas pessoas ainda optam por ir às agências bancárias, pagar boletos de maneira física, ir à lotérica ou sacar dinheiro em notas. A facilidade de movimentar e utilizar ferramentas financeiras faz com que as pessoas recorram mais aos aplicativos e plataformas do que ir pessoalmente a um estabelecimento. No celular ou no computador é possível fazer suas movimentações de maneira muito ágil. É aí que entra o Banking as a Service. A ferramenta não tem como objetivo só oferecer os serviços financeiros. A proposta é aproximar os clientes da empresa, estreitando as relações, além de ampliar sua possibilidade de atuação. Um estudo feito nos Estados Unidos pela Bain Capital Ventures aponta a expectativa de movimentação de US$3,6 trilhões nos próximos dez anos com a inclusão de serviços financeiros e bancários em outros setores. No Brasil, a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2021 apontou um aumento de 90% em contas abertas através de canais digitais com relação ao ano anterior. Os clientes estão cada vez mais digitalizados e as empresas precisam acompanhar esse fluxo. O que é Banking as a Service Banking as a Service, de maneira simplificada, é a empresa oferecer aos seus clientes contas digitais, pagamentos, cartões, entre outros serviços através da tecnologia. É a possibilidade de ampliar seus negócios. Ainda que a empresa não seja do ramo financeiro, ela pode se tornar uma Fintech! É uma forma de aproximar os seus clientes, fidelizá-los, ampliar os negócios e ter novas formas de prospecção. As diversas lojas de varejo já vislumbraram essa alternativa há um tempo. Hoje, quase todos os varejistas oferecem cartões da loja, condições especiais de pagamento e outras formas de parcelamento. É uma forma de estabelecer uma relação mais duradoura com o seu cliente e aproximá-lo cada vez mais do seu estabelecimento. Hoje, com a tecnologia que se tem no mercado, isso é possível para todas as empresas. Empresas de diversos ramos podem oferecer novas facilidades de pagamento, até prêmios e recompensas - cashback, por exemplo. Um mundo novo de possibilidades Antes, apenas empresas do ramo financeiro conseguiam oferecer serviços financeiros diversos para seus clientes. A tecnologia avançou muito e, atualmente, é possível que empresas de diversos ramos tenham a mesma possibilidade. Empresas buscam cada vez mais não só fidelizar seus clientes, como prospectar novos - tornar-se uma Fintech parece ser o caminho mais natural nos dias de hoje. Unir o serviço oferecido com finanças, de maneira que o cliente possa utilizar todo o potencial da empresa através de uma plataforma. É preciso observar que cada vez mais empresas têm feito esse caminho. Os serviços financeiros do Banking as a Service oferecem muito mais oportunidades do que somente os serviços. Oferecem aos clientes as facilidades que eles tanto buscam e oferecem aos gestores e empresários mais oportunidades de negócios.

  • Mercado americano de crowdfunding atinge a marca de US$ 2 bilhões em negócios, e o Brasil?

    A marca de 2 bilhões de dólares de crowdfunding já é uma realidade para os Estados Unidos. O crowdfunding de investimentos é o financiamento de uma iniciativa a partir da colaboração de pessoas que decidem investir recursos financeiros e possuem interesse no resultado final. Essa modalidade é nova e só entrou em vigor no Brasil em 2017, regulamentada pela CVM-588. No entanto, os EUA saíram na frente e já possuem maior desenvolvimento nesta área, mas por quê? De acordo com Camila Nasser, cofundadora e CEO do Kria, plataforma de investimentos em startups, os Estados Unidos levaram cinco anos para atingir o primeiro bilhão de dólares transacionado no crowdfunding e apenas dois anos para chegar ao segundo bilhão de dólares, ou seja, dobraram o alcance em menos da metade do tempo. Esse marco representa a evolução de um mercado em que o investidor tem conhecimento, significando também um crescimento expressivo, com impacto de US$ 5 bilhões na economia local e a geração de 400 mil empregos. Isso aconteceu nos Estados Unidos porque, segundo Camila Nasser, o investidor está acostumado a participar do mercado de capitais. “As plataformas de crowdfunding lá fora conseguem atrair milhões de pessoas. O americano comum já está na bolsa, atualmente 60% deles detêm ações, o maior nível desde 2008. Então é um movimento natural para esse investidor começar a investir em empresas, em negócios e em mini IPOs”, ressalta. No Brasil, mudanças regulatórias estão incentivando a estruturação do equity crowdfunding. Para conseguir promover a educação financeira para pessoas que investem no país, está acontecendo um movimento impulsionado por grandes players que começaram a falar de maneira direta com os investidores comuns, que antes não acessavam o mercado de capitais, com o objetivo de educá-los. Isso já demonstra um grande avanço em questão de conhecimento e expertise do investidor brasileiro. Por essa razão, Camila está confiante de que o Brasil está no caminho para ser uma potência futura do equity crowdfunding. “O nosso país possui milhões de empresas, os PMEs são responsáveis por quase 30% do PIB nacional e por grande parte da geração de emprego. Então temos um mercado gigantesco a ser explorado e o crowdfunding de investimento é uma ótima ferramenta para isso, através de educação e de respaldo regulatório”, destaca. Em relação ao futuro do mercado de capitais, a especialista aponta que nos próximos três anos, haverá uma uma revolução, com a descentralização desse segmento, dando mais espaço aos investidores comuns. Para ela, o acesso à informação é o principal fator para que essa transformação se torne realidade. “Estamos na era da educação em massa, ou seja, as redes sociais, os criadores de conteúdo, os eventos, a inteligência artificial e tudo que é colocado na mídia ajuda a educar a população. O processo de digitalização está permitindo que cada vez mais pessoas façam parte do cenário de investimento, o que representa uma evolução da sociedade”, finaliza Camila.

  • Qual é o papel das fintechs no mercado financeiro?

    As fintechs estão em franca expansão no Brasil. Um estudo da ComScore sobre a digitalização bancária na América Latina revelou que, em 2021, 73% dos brasileiros já tinham acesso ao internet banking, que é o termo utilizado para descrever transações financeiras e operações de dados realizadas por meio de sites bancários na web. Esse número colocou o Brasil, desde então, como líder na digitalização bancária na região, superando Chile, Argentina, Colômbia, México e Peru. Segundo a definição do Banco Central, “fintechs são empresas que introduzem inovações nos mercados financeiros por meio do uso intenso de tecnologia, com potencial para criar novos modelos de negócios. Atuam por meio de plataformas online e oferecem serviços digitais inovadores relacionados ao setor”. No Brasil, há várias categorias de fintechs: de crédito, de pagamento, gestão financeira, empréstimo, investimento, financiamento, seguro, negociação de dívidas, câmbio, e multisserviços. As fintechs e a digitalização financeira no Brasil As fintechs desempenham um papel fundamental na digitalização financeira no país, e a relação entre elas está intrinsecamente ligada. O número de transações financeiras registrou um crescimento recorde de 30% nos últimos onze anos, sendo impulsionado principalmente pelo aumento das transações nos canais digitais. O dado é da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2023, e reflete a adesão do brasileiro a tecnologias como o Pix, o WhatsApp e o Open Finance, entre outras, que fazem parte da digitalização financeira no país. A digitalização financeira, resultante dos investimentos da indústria bancária em tecnologia, também passaram a transformar a jornada do cliente das instituições. Com isso, se ampliam as possibilidades de realização de transações e consultas, contratação de produtos/serviços e interação com os bancos. “As fintechs se concentram em utilizar tecnologias inovadoras para fornecer serviços financeiros de forma mais eficiente e acessível, desempenhando um papel essencial na digitalização do setor financeiro, pois introduzem novas abordagens e tecnologias para tornar as transações financeiras, a gestão de ativos e outros serviços financeiros mais digitais e acessíveis. Além disso, a ascensão das fintechs pressiona os bancos e instituições financeiras tradicionais a adotarem estratégias de digitalização para competir. Isso leva a uma maior digitalização do setor como um todo, à medida que os bancos investem em tecnologias e serviços digitais para atender às expectativas dos clientes”, ressalta o CEO da fintech Lina OpenX, especializada em infraestrutura tecnológica para a economia de compartilhamento de dados, Alan Mareines. Transformação digital no sistema bancário As fintechs oferecem uma ampla gama de serviços financeiros totalmente digitais, como pagamentos móveis, transferências de dinheiro, empréstimos online, gestão de investimentos e outras atividades e serviços, o que contribui diretamente para a digitalização. Além disso, há a priorização da experiência do cliente, o que incentiva os consumidores a adotarem tecnologias financeiras digitais. A inovação é um ponto fundamental em relação às fintechs, que adotam tecnologias emergentes como inteligência artificial, aprendizado de máquina, blockchain e biometria, entre outras, para criar soluções focadas em melhorar a segurança e a eficiência das operações financeiras. “Vale ressaltar que as fintechs têm o potencial de expandir o acesso aos serviços financeiros para populações que historicamente estiveram subatendidas ou desbancarizadas. Isso é possível por meio de soluções financeiras digitais que podem ser acessadas por meio de dispositivos móveis”, destaca o CEO da Lina OpenX. O Open Finance e a conexão com as fintechs A pesquisa Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2023 também mostra que, entre as prioridades dos bancos para este ano está o Open Finance. O estudo detectou um crescimento de 971% em 2022 na quantidade de usuários pessoa física em comparação com o ano anterior. 80% dos bancos respondentes do levantamento afirmam que até 10% de sua base de clientes aderiu ao Open Finance, número que deve apresentar novo crescimento neste ano. Open Finance é um conceito que se refere à prática de abrir dados e sistemas financeiros tradicionalmente fechados para permitir maior interoperabilidade, compartilhamento de informações e competição no setor financeiro. É uma extensão do conceito de Open Banking, que se concentra principalmente no compartilhamento de dados de contas bancárias com terceiros autorizados. No contexto do Open Finance, instituições financeiras, como bancos, seguradoras e empresas de investimento, são incentivadas a compartilhar uma variedade mais ampla de informações financeiras com as fintechs. Isso pode incluir dados sobre contas bancárias, investimentos, seguros, empréstimos e outros produtos financeiros, de forma segura. “A transformação do sistema financeiro brasileiro para o modelo “Open” é muito mais do que uma agenda regulatória. Estamos vivenciando uma verdadeira revolução e caminhando para um moderno ambiente digital de negócios no mercado financeiro brasileiro”, destaca Mareines. O Open Finance no Brasil é tido como referência mundial. Com pouco mais de dois anos de operação após o lançamento como Open Banking, a implementação do sistema brasileiro já é um case de sucesso. A transição do Open Banking para o Open Finance começou em dezembro de 2021, quando iniciou-se o compartilhamento de dados entre as instituições financeiras a partir da regulamentação do Banco Central. No primeiro trimestre de 2023, foram adicionados por mês, em média, cerca de 3,2 milhões de novos consentimentos, sendo a maioria de pessoas físicas. O país está entre aqueles com maior adesão ao sistema e, em breve, deve superar o Reino Unido na liderança do ranking “Global Open Finance Index” em relação ao desenvolvimento do ecossistema de compartilhamento de dados. Segundo a consultoria Oliver Wyman, 60 milhões de brasileiros devem participar deste ecossistema até 2025. “As fintechs criam um ambiente propício para o crescimento de startups e empresas de tecnologia financeira, gerando empregos, estimulando o investimento e promovendo a pesquisa e o desenvolvimento na área financeira. Também têm o potencial de melhorar a acessibilidade, eficiência e inovação no mercado financeiro, o que pode ter um impacto positivo na economia como um todo. No entanto, é importante observar que o sucesso das fintechs depende de regulamentações adequadas, segurança cibernética robusta e práticas éticas para garantir que os benefícios sejam maximizados e os riscos minimizados”, conclui Mareines.

  • 4 dicas para mitigar a volatilidade do mercado de criptoativos

    O mercado de criptomoedas tem atraído cada vez mais interessados no Brasil. Segundo dados do estudo global realizado pelo CoinJournal, o país alcançou neste ano o posto de sexto colocado no ranking mundial entre proprietários de moedas digitais, com mais de 16 milhões de detentores. Apesar do alto número, muitas pessoas ainda têm receio de colocar o seu capital em criptoativos por conta da volatilidade dos ativos. Pensando nisso, Eduardo Carvalho, CEO e cofundador da Dynasty Global AG, primeira emissora mundial de criptoativo a atuar no mercado de tokens de pagamento com referência no mercado imobiliário, preparou uma lista com quatro dicas para as pessoas aproveitarem o ‘boom das criptomoedas’, mas sem deixar de proteger o seu patrimônio financeiro. Confira: Aporte com cautela Atualmente, as criptomoedas já estão consolidadas como uma nova forma de armazenar valor a partir de uma tecnologia já testada e comprovada. Mais do que isso, o mercado se tornou altamente atrativo por conta do seu potencial de adoção em larga escala a médio prazo. No entanto, mesmo diante desse cenário o especialista alerta que não se deve, em hipótese alguma, colocar uma parcela grande das reservas financeiras em criptomoedas justamente por conta da alta volatilidade. “Hoje o ideal é que se invista 2% do patrimônio em criptos porque o retorno, na maioria das vezes, acontece a médio e longo prazo. Além disso, com esse percentual o risco é bastante mitigado, caso os ativos não desempenhem o papel esperado”, avalia. Diversifique a carteira Além de uma dose de cautela, é fundamental criar mecanismos que protejam a sua carteira para suportar os momentos de crise ou instabilidade dos ativos. De acordo com o especialista, uma das soluções mais eficazes é justamente buscar diversificar a sua carteira a partir da aquisição de diferentes tipos de criptomoedas. Segundo Carvalho, uma carteira diversificada e equilibrada possui os seus recursos atrelados a diferentes tipos de moedas. Uma das preferidas por praticamente todos os holders é a Bitcoin, por exemplo, por ser a apontada como a mais consolidada no mercado. Outra opção interessante é manter ao menos uma opção de stablecoin - nome dado às cryptos referenciadas em ativos estáveis, tais como moedas globais, metais preciosos ou commodities. “Também é válido alocar o capital em diferentes tipos de projetos. Como exemplo, temos as moedas lastreadas ou referenciadas em ativos reais, as chamadas RWA (do inglês Real World Assets), como o D¥N, que é referida a um portfólio imobiliário global, ou as moedas pareadas a uma base tecnológica, que tem como propósito desenvolver novas tecnologias para serem adotadas no futuro”, explica. Estude o mercado É importante também que os interessados estudem bem cada um de seus ativos, a fim de compreender com clareza o que está por trás de cada projeto. Tal processo, aliás, recebe a nomenclatura DYOR, acrônimo em inglês que em português significa “faça sua própria pesquisa”. Isso incentiva as pessoas a buscar informações sobre as moedas digitais antes de aplicar o seu capital. A partir do estudo, o comprador tende a realizar operações embasadas, e consequentemente, com maior potencial de retorno para o recurso alocado. “Uma vez que você acredita na tese que permeia o ativo, a chance de você colher os frutos no futuro é grande. Aqui, vale ressaltar que não é recomendável ficar monitorando o ativo de forma muito constante, até por conta da volatilidade. Se o comprador realmente acredita na fundamentação atrelada à moeda, vale a pena manter os seus criptos a médio ou longo prazo até obter o retorno desejado”, afirma. Cheque o risco de custódia Outro ponto de atenção essencial é o risco de custódia. Atualmente existem duas maneiras de realizar a tutela de suas moedas digitais: por conta própria ou escolher corretoras que cuidem disso para os holders. Pensando na auto custódia, a vantagem está relacionada ao controle total de todos os criptoativos, que ficam armazenados em uma wallet com o detentor possuindo a liberdade de fazer o que quiser com elas. Por outro lado, o proprietário não conta com qualquer suporte, caso ocorra algum erro ou não consiga armazenar de forma correta. Já pelo lado das corretoras, os cryptoholders podem contar com um maior auxílio na hora de realizar transações, no entanto o acesso aos ativos se torna inferior, além de estar propenso a ser alvos de ataques hackers e invasões. Dessa forma, o CEO da Dynasty alerta que ambas as possibilidades possuem as suas vantagens e desvantagens. “De um modo geral, podemos dizer que a auto custódia gera autonomia, mas exige responsabilidade e conhecimento do mercado. Por outro lado, deixar na mão do terceiro traz comodidade, mas se abre mão da autonomia, já que há uma dependência de um terceiro para a aprovação de suas transações. Além disso, caso a exchange ou o custodiante sejam hackeados ou tenham algum problema interno, as criptomoedas irão ficar em risco”, conclui.

  • Mercado Bitcoin lança token HBAR da rede Hedera

    O Mercado Bitcoin (MB), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, anuncia o lançamento do token Hedera (HBAR) em sua plataforma nesta segunda-feira (16). A partir desta data, os clientes do MB poderão comprar, vender, transferir e armazenar o token HBAR em sua carteira digital. A Hedera utiliza o Hashgraph, seu próprio algoritmo de consenso distribuído, além de utilizar uma estrutura de dados rápida e segura. Hedera é uma rede pública empresarial que capacita indivíduos e empresas para criarem aplicativos descentralizados. Ela visa superar as limitações das antigas plataformas baseadas em blockchain, oferecendo desempenho aprimorado e maior estabilidade. “O token HBAR é utilizado para pagar serviços de rede, taxas de transação, pagamentos no aplicativo, entre outros custos operacionais. Sendo uma rede blockchain de última geração que oferece uma série de diferenciais, estamos entusiasmados em oferecer aos nossos clientes mais esta oportunidade de explorar e aproveitar os benefícios dessa tecnologia”, diz Fabrício Tota, diretor de Novos Negócios no MB. A rede Hedera é uma plataforma de camada 1 projetada para suportar o desenvolvimento de contratos inteligentes e aplicativos descentralizados (dApps) e oferece facilidades como tokenização com apenas algumas linhas de código, um serviço de consenso que atua como uma camada de confiança, ferramentas de contrato inteligente e armazenamento de arquivos, com recursos como prova de exclusão, mutabilidade controlada e expiração de arquivos com base no tempo. Além disso, a rede também está focada em operações de alto volume como micropagamentos e integridade de dados. Alimentada pelo token nativo HBAR, que desempenha um papel fundamental na manutenção da integridade da plataforma e na execução dos serviços, a Hedera Hashgraph se destaca por sua máquina virtual que permite a criação de contratos inteligentes na linguagem Solidity, juntamente com verificações KYC e AML integradas e um sistema de governança descentralizado. Em função do uso da tecnologia hashgraph, ou algoritmo de consenso, a Hedera oferece velocidade de transação mais rápida e uma maior escalabilidade em relação às redes blockchains tradicionais, podendo processar mais de 10.000 transações por segundo, além de custos mais baixos com taxas de transação de US$ 0,0001. Com o hashgraph, todas as ramificações da transação são mescladas, nenhum bloco equivalente é descartado, e cada um é usado para chegar a um consenso. A rede Hedera também é sustentável ambientalmente, pois compensa suas emissões de carbono. No primeiro trimestre de 2023, a rede emitiu 32 toneladas métricas de CO2. No segundo trimestre, a Hedera comprou compensações de carbono para equilibrar essas emissões.

  • Payface adquire a SmileGo para expandir pagamentos faciais em Cartões Private Label

    A Payface, líder brasileira em pagamentos por biometria facial, anuncia a aquisição da SmileGo, uma startup especializada em onboarding e pagamentos por reconhecimento facial, com foco no segmento de cartões private label. A SmileGo, anteriormente parte da RPE, que processa cartões próprios de cerca de 60 varejistas, e Vsoft, uma das principais fornecedoras de tecnologia biométrica brasileira, agora integra o ecossistema da Payface. A parceria estratégica permitirá que a Payface leve sua tecnologia de pagamento facial a uma vasta carteira de clientes da SmileGo, incluindo nomes de peso como Grupo Pereira, Condor e Oscar Calçados. A história da SmileGo começou em 2021, com o objetivo de permitir que os consumidores pagassem por compras com seus rostos usando cartões de varejistas private label. No entanto, a empresa rapidamente reconheceu a necessidade de uma ferramenta de onboarding baseada em biometria antes da oferta do produto transacional. Essa solução já está em uso por mais de 40 varejistas afiliados à RPE (parceiro estratégico da Dock, antiga Conductor) e continuará sendo mantida pela atual equipe. Eládio Isoppo, CEO e cofundador da Payface, destacou a sinergia entre as duas empresas, afirmando: "Entendemos rapidamente as complementaridades que existiam entre as duas empresas." Ele enfatizou que essa aquisição faz parte da estratégia de crescimento da Payface, que busca conectar diretamente os emissores de cartões, ampliando significativamente sua oferta ao público. A integração direta com a RPE e os varejistas que já capturam biometria no processo de adesão aos produtos financeiros elimina a necessidade de os usuários baixarem o aplicativo da Payface e tornando ainda mais simples o primeiro uso da solução. Isso simplifica a experiência do usuário e, segundo a Payface, visa alcançar 1 milhão de usuários ativos por mês nos próximos meses. Os pagamentos biométricos oferecem diversos benefícios aos emissores de cartões, que enfrentam um aumento nas fraudes em suas operações. O uso da biometria facial nesse processo de compra é uma demanda crescente no mercado, e a Payface pretende preencher essa lacuna com uma solução prática e segura, totalmente integrada aos sistemas de PDV e às adquirentes dos varejistas. As equipes das duas empresas já estão trabalhando em conjunto em todos os aspectos da integração, e Victor Braz, ex-CEO da SmileGo, assume a diretoria de Arranjos Fechados na Payface. "A união Payface e SmileGo reforça o nosso propósito de aprimoramento da experiência e segurança das jornadas de compra no varejo através do uso da biometria facial, e chega para ampliar e acelerar esse movimento", afirma Braz. A empresa espera anunciar os primeiros clientes do novo produto nos próximos 30 dias. Os detalhes financeiros da transação não foram divulgados, a qual contou com o apoio jurídico do Cescon Barrieu.

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