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- Fim do DOC! Para especialista, tecnologia impulsiona decisão dos bancos
Nas últimas semanas, diversas instituições financeiras brasileiras anunciaram o encerramento de seus serviços de transferências via Documento de Ordem de Crédito (DOC) para pessoas físicas e jurídicas. Com a decisão, os bancos se antecipam ao prazo final (29 de fevereiro de 2024), tendo como base para a nova diretriz um ambiente cada vez mais tecnológico e rápido. De acordo com o especialista em finanças digitais, Luiz Maluf, da dataRain, a notícia é reflexo direto do crescente sucesso e aceitação do Sistema de Pagamentos Instantâneos (PIX), atualmente considerado o segundo mais utilizado do planeta, já responsável por 15% das operações em todo o mundo. Segundo Maluf, a ascensão do PIX está catalisando o fenômeno da “desbancarização”, que consiste na diminuição das idas às agências bancárias em prol da adoção de transações online autônomas e mais ágeis. “Com a comodidade oferecida pelas operações virtuais e a expansão do PIX, a necessidade de acessos físicos às instituições bancárias é cada vez menor. As visitas às agências passam a ser reservadas, de maneira gradual, para situações específicas, como questões relacionadas a financiamentos, operações complexas, câmbio, ou resgate de duplicatas”. De acordo com o executivo, isso cria um desafio instigante para o tradicional setor financeiro, que agora tem a oportunidade de fornecer serviços mais ágeis e eficientes. “Os benefícios são notáveis. Os bancos podem inclusive reduzir custos operacionais e melhorar em agilidade e previsibilidade, o que, por sua vez, proporciona uma experiência mais satisfatória aos clientes”, ressalta. A tecnologia é o centro deste movimento. Maluf observa que, mesmo com a modernização das instituições tradicionais, ainda há migração de usuários para as fintechs mais arrojadas. “Tecnologias financeiras mais avançadas, como aplicativos de pagamento, carteiras digitais e criptomoedas ainda estão ausentes na maioria dos bancos convencionais e é isto que o consumidor vem buscando atualmente”. O executivo cita o PIX como exemplo palatável por mostrar, na prática, como transações instantâneas tecnológicas podem ser completadas em questão de milissegundos, a custos extremamente baixos ou até mesmo nenhum custo. “Esta simplicidade e capacidade de suportar transações de natureza "balcão", como compras em supermercados, no comércio varejista e até mesmo com ambulantes, fazem dele a escolha ideal para a maioria dos consumidores. Por isso, podemos dizer que a “desbancarização” está se tornando uma realidade concreta, pois o brasileiro busca uma experiência mais conveniente e ágil”. O que esperar para o futuro? A tecnologia que desempenha um papel crucial na ascensão do PIX também está presente na preparação para a chegada de moedas digitais, como o DREX. “O PIX representa um grande avanço tecnológico ao utilizar plataformas de computação em nuvem de baixa latência, tokenização e medidas de segurança robustas, que são pré-requisitos para programas piloto do Banco Central do Brasil relacionados ao DREX”, explicou. O mercado bancário está destinado a passar por uma transformação radical com a introdução do DREX. “Novas naturezas de transações, a maioria delas tokenizadas, surgirão, enquanto os bancos corporativos se concentrarão em operações de fomento, financiamento, fundos especializados e mercado acionário”. Segundo Maluf, as principais tendências e ferramentas tecnológicas que estarão envolvidas nessa transformação incluem nuvem computacional, blockchain, funções de tokenização, armazenamento em nuvem e governança e observabilidade de dados em tempo real.
- ABCripto lança Selo de Conformidade para certificar atuação do setor
Para fomentar, ampliar e contribuir com o desenvolvimento autorregulatório do setor, a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) lança o Programa de Certificação de Conformidade. A iniciativa vai permitir que os interessados comprovem a aderência aos dispositivos legais de regulamentação com aplicação das melhores práticas de mercado. O lançamento acontece em 28 de setembro, no Cubo Itaú, em São Paulo, e contará com a presença de Bruno de Freitas Gomes, superintendente de supervisão de securitização na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Nagel Paulino, do Banco Central do Brasil, Maira Martella, Partner da Deloitte, e Rodrigo Bauce, Partner da KPMG. O Selo ABCripto de Conformidade contará com um certificado de forma impressa e assinada pela ABCripto, além de um selo digital, com auditoria da KMPG e Deloitte. "Desde sua fundação, a ABCripto tem a missão de antecipar e criar boas práticas para o progresso econômico e social do país, por meio de uma criptoeconomia cada vez mais segura e moderna. O selo de conformidde é uma evolução da autorregulação com alinhamento às condições estabelecidas pelas novas legislações sobre o tema", comenta o presidente da ABCripto, Bernardo Srur. A abertura do processo de avaliação de conformidade é iniciada pelo membro associado, mediante o preenchimento de um formulário online disponibilizado pela ABCripto. A empresa candidata ao selo deverá indicar, obrigatoriamente, seus dados cadastrais completos como porte da empresa, ramo de atuação e os tipos de serviços prestados ao mercado de criptoeconomia, além de seguir o manual de autorregulação da entidade. Anualmente, a concessão passará por nova auditoria com o objetivo de renovar a certificação. Programação 15h | Welcome coffee 15h30 | Abertura ABCripto - Bernardo Srur, diretor-presidente, Tiago Severo, Diretor Jurídico, Compliance e Autorregulação e Edisio Neto, Presidente do Conselho Administrativo da ABCripto 16h | Painel “Selo PLD/FT” - com Maira Martella, Partner da Deloitte, e Rodrigo Bauce, Partner da KPMG, com mediação de Tiago Severo, Diretor Jurídico, Compliance e Autorregulação da ABCripto 16H30 | Painel "Autorregulação e Mercado" - com Bruno de Freitas Gomes, Superintendente de Securitização da CVM, Nagel Paulino, do Banco Central do Brasil, com mediação de Rodrigo Monteiro, Diretor de Relações Institucionais da ABCripto
- Pix 2024: resolução anti ocorrências é tendência para o meio de pagamento
O Banco Central do Brasil, juntamente do CMN (Conselho Monetário Nacional), publicou uma resolução em maio deste ano denominada de “nº 6”. A medida visa evitar ocorrências no Sistema Financeiro Nacional e entrará em vigor a partir de novembro. A resolução levará as instituições autorizadas pelo Banco Central que exerçam atividades financeiras a compartilhar entre si informações relevantes sobre indícios de fraude, com o intuito de ampliar a visibilidade dos demais players deste mercado sobre os perfis que indiquem uma maior propensão ao risco nas operações comerciais. “Esta resolução poderá ajudar a coibir ações fraudulentas, tanto no momento da captura dos clientes, quanto no transacional. Porém, é preciso ter cuidado na utilização e marcação destes dados, para não ferir a LGPD e as leis do consumidor”, comenta Wellington Silva, Head de Produtos na C&M Software. Quais são as especificações da resolução? O texto afirma que a resolução “dispõe sobre requisitos para compartilhamento de dados e informações sobre indícios de fraudes a serem observados pelas instituições financeiras, instituições de pagamento e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil”. Dentre as informações a serem compartilhadas, quatro principais estão descritas na medida do Banco Central, sendo elas: A identificação de quem, segundo os indícios disponíveis, teria executado ou tentado executar a fraude, quando aplicável; A descrição dos indícios da ocorrência ou da tentativa de fraude; A identificação da instituição responsável pelo registro dos dados e das informações; A identificação dos dados da conta destinatária e de seu titular, em caso de transferência ou pagamento de recursos. O que esperar da Resolução nº 6? Segundo dados do próprio Banco Central, o setor financeiro registrou mais de 4,1 milhões de fraudes no ano de 2021, contra 2,6 milhões em 2020, um crescimento de 57,7% em apenas 1 ano. Atualmente, o Pix conta com alguns mecanismos de defesa e validação para a realização de uma transação, como o DICT e o MED. O primeiro recurso é um “Diretório de Identificação de Contas”, utilizado quando uma transação está para acontecer, então ele é acionado, os dados do destinatário, como CPF, nome, informações bancárias e chave são confirmados e então o Pix é efetuado. Já o MED é um “Mecanismo de Especial de Devolução”, é acionado quando uma transação é identificada como suspeita, então um bloqueio cautelar ocorre, retornando o dinheiro a conta do remetente. “A Resolução Conjunta Nº 06 trata-se de um repositório de dados, que permitirá às instituições consultarem usuários com históricos de fraude. As empresas, juntamente com o BCB, estão avaliando e criando propostas para que esta seja feita da melhor forma possível. A C&M Software faz parte deste comitê e, internamente, estamos estudando e avaliando a criação de produtos para atender nossos clientes e novos clientes”, finaliza Silva.
- Final da Copa do Brasil: Flamengo e São Paulo viram alvo de investidores
O MB (Mercado Bitcoin), maior plataforma de ativos digitais da América Latina, traz grandes possibilidades para os torcedores dos times que disputam a vitória na Copa do Brasil 2023 – São Paulo Futebol Clube e Flamengo. Isso porque a plataforma é responsável pela listagem de dois ativos que, possivelmente, estarão em alta nos próximos dias: os Fan Tokens MENGO e SPFC. Ambos são considerados tokens de utilidade para os torcedores interagirem e possuem relação direta de apoio aos times. Dentre os motivos para investir nos tokens, há valorização (além de participar de decisões importantes do clube, as transações entre clientes podem fazer com que o preço do ativo valorize conforme o tempo), acessibilidade em termos de custos e, ainda, apoio direto, tendo em vista que essa é mais uma possibilidade de fortalecer os times envolvidos. Para além, esse tipo de investimento inclui benefícios exclusivos, como ingressos para os jogos, apresentações aos jogadores, produtos autografados e participação em algumas votações internas por meio do aplicativo Socios.com. O Fan Token do Flamengo ($MENGO), atualmente, custa R$ 2,48 e possui 18.372 holders, ao passo que o do São Paulo ($SPFC) está avaliado em R$ 2,84 e possui 5.583 holders. Para adquirir os ativos, basta criar uma conta gratuita na plataforma do MB. “Com os times performando acima das expectativas, é possível trazer o torcedor para perto. Assim, a gente pode esperar uma movimentação dos preços dos ativos nos próximos dias, em especial neste domingo”, destaca Fabrício Tota, Diretor de Novos Negócios do MB. “Com certeza, vamos ter um impacto positivo em relação ao time campeão, o que configura este o momento ideal para o investimento”, diz. Fan Token X Token de Futebol: como investir por meio do esporte? Fan Tokens e Tokens de Futebol são formas possíveis de aliar a paixão por futebol às oportunidades de negócios. Enquanto os Fan Tokens são ativos digitais associados aos clubes esportivos, permitindo vantagens e utilidades próprias ao torcedor, como a interação dos donos dos tokens com os clubes, os Tokens de Futebol são representações de uma parte dos direitos de um time nas transferências e premiações de jogadores, como o Token da Vila, que gerou remuneração aos investidores recentemente, com a transferência do jogador Neymar ao Al-Hilal, da Arábia Saudita.
- Auxílio aos investidores: Grana Capital lança Inteligência Artificial Generativa
A Grana Capital, empresa de inteligência de dados para investidores da Bolsa de Valores, lançou nesta terça-feira (19) o Grana IA, ferramenta de inteligência artificial inédita no Brasil para auxiliar investidores com informações de mercado. Focado em mercado nacional, o produto usa uma IA generativa para interagir com o usuário, compilando, avaliando e indexando grandes volumes de dados para torná-los mais acessíveis ao investidor comum e simplificar o processo de tomada de decisão. Rodando em fase de testes desde agosto, o Grana IA é aberto a todos os usuários do app Grana. A ferramenta é um novo braço da fintech que, há quatro anos, já oferece o Grana IR, destinado à parte tributária dos investimentos de renda variável. A inteligência artificial passa a atuar como um assistente virtual privado e configurado para cada usuário, a partir do momento em que consegue identificar fatores de risco e oportunidades de melhoria para sua carteira. O CEO da Grana Capital, André Kelmanson, ressalta o ineditismo do Grana IA e afirma que a proposta segue o objetivo principal da empresa de auxiliar os investidores por meio de informações simplificadas: - É a primeira ferramenta de inteligência artificial conversacional com foco no investidor de varejo brasileiro. Queremos colocar tanto os investimentos quanto a tecnologia IA no bolso do usuário e trazer isso para o dia a dia de forma prática. O volume de informações e fatos relevantes no mercado financeiro é imenso e a busca, análise e cruzamento dessas informações demanda tempo e conhecimento. O Grana IA consegue entregar tudo isso de forma interativa e intuitiva, através de uma conversa com uma inteligência artificial que responde de forma personalizada. A popularização do mercado financeiro aumentou o número de investidores de renda variável, de modo que a oferta de dados objetivos e acessíveis vem se tornando cada vez mais fundamental. Desde 2020, o número de investidores da B3 aumentou exponencialmente: em setembro de 2020, foi alcançada a marca histórica de 3 milhões de pessoas físicas cadastradas e, de acordo com a última divulgação da B3, em junho deste ano, já são mais de 5,3 milhões de pessoas investindo em renda variável atualmente. Conversando com o Grana IA O Grana IA é conectado à B3 e alimentado por dados da CVM, resultados de empresas, fatos relevantes, informações de mercado e casas de análise cuidadosamente selecionadas. Além disso, tem conhecimento sobre estratégias de investimento, volatilidade, diversificação e índices de classificação de risco da carteira de investimentos. É importante destacar que a IA estará em constante aprendizado e será acompanhada, mediada e alimentada por uma equipe de profissionais altamente qualificada. Na tela inicial, existem perguntas sugeridas que o usuário pode fazer para entender melhor como funciona a dinâmica da conversa, mas o investidor poderá fazer as perguntas que desejar, desde termos de mercado até comparativos entre ativos e análises específicas de determinada empresa. A ferramenta responde perguntas como: “Como está a situação financeira da empresa X?”, “Qual empresa do setor bancário paga melhores dividendos?” e “Quais empresas de tecnologia nunca tiveram prejuízo?”. Se perguntado se algum ativo deve ser comprado ou vendido, o Grana IA responderá mostrando as recomendações públicas das principais casas de análise do mercado de acordo com as carteiras recomendadas de cada uma. A partir das informações fornecidas, o investidor tem um panorama mais amplo de como o mercado vê determinado ativo no momento e pode tomar suas decisões de forma mais embasada. O Assistente de IA também pode executar tarefas rotineiras e repetitivas, como monitorar diariamente dados do interesse do usuário e avisá-lo sempre que alguma informação atender o que foi solicitado. Qualquer conversa pode se tornar um alerta automatizado. Alguns exemplos: “Me avise quando surgir um direito de subscrição na minha carteira.”, “Me avise quando houver recomendação de venda para alguma posição da minha carteira.” e “Me avise se minha carteira ficar desbalanceada”. O aplicativo Grana agora integra os dois produtos, o Grana IA e o Grana IR. O app integra várias ferramentas que possibilitam que o investidor gerencie sua carteira de investimentos em Bolsa de forma mais fácil e automatizada. As soluções do Grana IR vão desde o Otimizador de IR, que ajuda o usuário a economizar na alíquota paga, até ferramentas de consulta de pendências, acompanhamento de rentabilidade, controle de dividendos, verificação das posições atualizadas dos seus investimentos e pagamento dos DARFs mensais calculados automaticamente pela plataforma. Além disso, o Grana fornece todas as informações de renda variável necessárias para a declaração do IRPF anual.
- Bitso faz parceria com a bridge21 para habilitar pagamentos dos EUA para a América Latina
A companhia de pagamentos transfronteiriços bridge21 anunciou sua parceria com a Bitso, empresa líder da América Latina em serviços financeiros baseados em cripto, para expandir seu suporte a pagamentos locais dos EUA para a América Latina. Dados de mercado mostram que o setor global de pagamentos transfronteiriços atingiu US$176,5 bilhões em 2021 e deve chegar a US$238,9 bilhões até 2027. Com o mundo ficando cada vez mais globalizado e com tecnologias como a blockchain tornando possível mover dinheiro entre países de uma maneira mais rápida, acessível e transparente, empresas de todos os tamanhos estão aproveitando para se desenvolver e crescer a um ritmo acelerado, o que anteriormente não era possível pelos mecanismos tradicionais. A bridge21 é cliente da Bitso há 7 anos e tem usado a plataforma para fornecer serviços para seus clientes que enviam pagamentos (em massa ou individual) dos EUA para o México. Agora, estende seu relacionamento a uma aliança com a qual expandirá seus serviços para empresas nos países onde a Bitso opera, com a máxima velocidade e eficiência. “Estamos animados em expandir nossos serviços e ajudar a conectar o mundo com a América Latina para pagamentos empresariais. Usamos a tecnologia da Bitso há mais de sete anos e é extremamente robusta. Estamos ansiosos em poder aumentar essa nova linha de negócios”, disse Will Madden, CEO da bridge21. A Bitso vem apresentando crescimento acelerado em seus serviços para empresas, da sua divisão de Bitso Business, lançou recentemente sua plataforma de serviços de Pagamentos Internacionais e possui hoje uma carteira de mais de 1.500 clientes institucionais que utilizam esses serviços. “A evolução no nosso relacionamento com a bridge21 nos enche de orgulho, porque é a prova viva do poder que a tecnologia cripto e blockchain têm em solucionar problemas reais de companhias e facilitar suas operações com pagamentos entre países de maneira simples e em tempo real e mostra que, juntos, estamos construindo a infraestrutura do futuro do dinheiro”, complemente Eduardo Cruz, Head de Parcerias na Bitso Business.
- Drex já passa por simulações no Brasil! Confira todos os detalhes
Será que está chegando a hora de aposentar a sua boa e velha carteira física? Atualmente, estudos apontam que mais de 3 milhões de pessoas já investem em moedas virtuais no Brasil. Atualmente, os ativos digitais já são uma realidade e são adotados por grande parte da população global para realizar investimentos, transferências instantâneas de valor entre indivíduos, empresas e até mesmo países, eliminando intermediários e reduzindo custos. Inspirado nesse novo modelo, o Banco Central do Brasil (BC) vem desenvolvendo ações e testes voltados para a emissão em formato digital do real brasileiro. Primo do famoso Pix, o Drex foi inicialmente apelidado de real digital, e já tem previsão de lançamento. Com a criação, o BC tem como objetivo dinamizar e digitalizar as transações e processos financeiros cotidianos, sem a utilização do dinheiro em espécie. O Drex vai ser totalmente rastreável, aumentando a segurança dos seus compradores por meio de criptografia avançada. Outra função da moeda é a diminuição do custo de operações bancárias e aumentar o contingente de pessoas no mercado financeiro. Como vai funcionar o Drex? As pessoas terão acesso ao Drex a partir de contas digitais de instituições financeiras e aplicativos de pagamento. Será possível fazer conversão da moeda física para digital, com 1 drex valendo R$1,00. A diferença entre o Pix e o Drex é que o primeiro é apenas uma forma de transação, enquanto o Drex é de fato uma moeda digital. Por estar totalmente sob a responsabilidade do BC, o Drex não é considerado uma criptomoeda. Apesar de utilizar a tecnologia blockchain, a nova moeda não segue o padrão de gestão descentralizada, característica comum das criptomoedas. Ainda em estágio de experimentação, as simulações com Drex serão iniciadas em setembro deste ano. De acordo com o Banco Central, o lançamento está previsto para o final de 2024 ou início de 2025. Como posso acessar o Drex? Após o lançamento, o consumidor só poderá acessar o Drex como uma moeda de atacado, trocando entre instituições financeiras. Embora seja permitido fazer operações, o cliente não terá acesso a moeda, ela ficará em sua carteira digital. Com a supervisão do BC, as carteiras serão monitoradas pelos bancos, instituições, cooperativas e corretoras. No período de teste, o BC recebeu 36 propostas de instituições interessadas. Mas, o Comitê Executivo de Gestão (CEG) selecionou 16 empresas e consórcios. Conheça elas: Bradesco, Nuclea e Setl Nubank Banco Inter, Microsoft e 7Comm Santander, Santander Asset Management, F1RST e Toro CTVM Itaú Unibanco Basa, TecBan, Pinbank, Dinamo, Cresol, Banco Arbi, Ntokens, Clear Sale, Foxbit, CPqD, AWS e Parfin Caixa, Elo e Microsoft SFCoop: Ailos, Cresol, Sicoob, Sicredi e Unicred XP, Visa Banco BV Banco BTG Banco ABC, Hamsa, LoopiPay e Microsoft Banco B3, B3 e B3 Digitas Consórcio ABBC: Banco Brasileiro de Crédito, Banco Ribeirão Preto, Banco Original, Banco ABC Brasil, Banco BS2 e Banco Seguro, ABBC, BBChain, Microsoft e BIP MBPay, Cerc, Sinqia, Mastercard e Banco Genial Banco do Brasil Qual é a diferença entre criptomoedas e moedas digitais? As criptomoedas são um tipo específico de moeda digital que utiliza tecnologia de criptografia para garantir a segurança das transações e a criação de novas unidades. Já as moedas digitais abrangem qualquer tipo de dinheiro eletrônico, incluindo criptomoedas, mas também outras formas de pagamento digital, como cartões de crédito e sistemas de pagamento online. Além disso, o ato de investir em criptomoedas oferece a possibilidade de retornos financeiros, muitas criptomoedas têm experimentado valorizações significativas ao longo do tempo. Além de permitir transações rápidas e globais, sem intermediários ou taxas elevadas, essa moeda oferece a oportunidade de diversificar uma carteira de investimentos, adicionando um ativo digital com potencial de crescimento a longo prazo.
- Diogo Nogueira trará ingressos em NFT e experiências únicas para o público
Diogo Nogueira, em comemoração aos 15 anos de carreira, lança uma novidade para sua nova turnê pelo Brasil: ingressos que serão vendidos em NFT (token não fungível, na tradução para o português). O projeto inclui um programa inovador de recompensas digitais e experiências únicas ao público. Um token, no universo das criptomoedas, é a representação digital de um ativo. Não fungível descreve a característica de ser único e não substituível. O show do Rio de Janeiro, que acontecerá dia 28 de outubro no Qualistage, será o primeiro evento presenteado com esta novidade. São 3 tipos de ingressos/NFT, cada um com uma arte digital única, que oferece diversos benefícios, entre eles: assistir a passagem do som, conhecer o artista pessoalmente, pôster digital em NFT, lugares especiais no show, entre outros. Os ingressos já estão à venda! Na compra, a pessoa já ganha seu NFT correspondente, obtém acesso a conteúdos exclusivos e participa automaticamente do Projeto Engage – programa de recompensas digitais recebidas através de ações de engajamento nas redes sociais. Sabe o ingresso daquele show inesquecível? De itens que resgatam memórias que guardamos com carinho? Agora esse item será um NFT que ficará em sua coleção para a eternidade. “A inovação e modernidade desse projeto possibilitam que eu esteja perto de cada fã e que eu consiga retribuir por tantos anos de carinho e dedicação desse público fiel que me acompanha”, comenta Diogo Nogueira. Sérgio Campos, CEO da Miintme, plataforma para criação de projetos e comercialização de NFTs, completa dizendo que é uma felicidade poder trabalhar com Diogo Nogueira nesse novo mundo: “Vamos usar a web 3.0 para diminuir ainda mais a distância entre o fã e seu ídolo, eternizando essa relação através de NFTs e experiências únicas e exclusivas. Não esquecendo que o NFT é um ativo digital com valor financeiro, escasso, único e colecionável”. Para mais detalhes sobre todo o projeto, acesse o site: www.diogonogueiranft.com.
- Bossanova Investimentos realiza follow on na Mitfokus, fintech de contabilidade para área médica
Um ano após receber investimento da Bossanova, a Mitfokus, fintech de contabilidade especializada para médicos, clínicas e consultórios, confirma a obtenção de um follow on da empresa de venture capital. "É uma demonstração de confiança em nosso potencial de crescimento e expansão. A parceria com a Bossanova fortalece a posição da Mitfokus como uma solução contábil escalável e eficiente para o setor de saúde, contribuindo para a melhoria da gestão financeira dos médicos e clínicas", afirma Júlia Lázaro, fundadora e CEO da Mitfokus. O reinvestimento da Bossanova, continua Júlia Lázaro, vai potencializar o crescimento da Mitfokus especialmente ao promover a distribuição do aplicativo da fintech para o Brasil todo. A ferramenta oferece aos médicos uma série de funcionalidades na gestão contábil e financeira de seus negócios, como emissão de notas fiscais com poucos cliques, gestão segura de documentos, sincronização bancária, e notificações de vencimento de impostos. O plano de expansão em parceria com a Bossanova vai viabilizar à Mitfokus se consolidar também como referência financeira a médicos recém-formados - cerca de 32 mil por ano, a partir de 2023, segundo avaliação da fundadora da fintech. É um público, constata ela, com perfil que demanda por soluções e serviços tecnológicos. "Nossos investimentos vão ao encontro dessa demanda", afirma a CEO da empresa, citando conta digital, financiamento de equipamentos médicos, e ainda antecipação de recebíveis, como produtos a serem incluídos no portfólio da Mitfokus. O diferencial em relação às contabilidades convencionais? A especialização na área médica, que permite um diagnóstico preciso da realidade e particularidades das atividades em saúde, assinala Júlia Lázaro. "Entendemos as necessidades e condições deste público, então podemos oferecer soluções contábeis super tecnológicas de forma mais assertiva e que geram resultados financeiros positivos.” Investimento anterior Em agosto do ano passado, a Mitfokus também recebeu investimentos da Bossanova e de um grupo de investidores anjo. Os recursos foram destinados ao desenvolvimento de software e ao crescimento do negócio. Com esse impulso, a Mitfokus ampliou sua atuação, passando a oferecer os serviços especialmente voltados para médicos em fase de residência. De acordo com Júlia Lázaro, fundadora e CEO da Mitfokus, o setor da saúde apresenta grandes especificidades e complexidades em seus aspectos contábeis e fiscais. Dessa forma, contabilidades generalistas não conseguem atender a essas particularidades, o que acaba resultando em uma gestão financeira ineficiente para médicos, clínicas e laboratórios. Por isso a importância de uma contabilidade especializada como forma de evitar esses desperdícios financeiros e assegurar que os profissionais e negócios do setor de saúde tenham uma gestão tributária mais eficiente e adequada às particularidades da área. Júlia ressalta que uma contabilidade não especializada pode acarretar verdadeiros "ralos financeiros", resultando em gastos com tributos além do necessário." De acordo com cálculos realizados pela Mitfokus no último ano, esse cenário representa um potencial de R$ 1,2 bilhão recuperáveis por médicos e clínicas. Essa quantia corresponde ao montante pago a mais em tributos federais, como Imposto de Renda, Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)", diz.
- Confira as principais tendências para o futuro do mercado financeiro
A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2023, que compilou diversas informações sobre as transformações digitais no setor bancário, trouxe um dado muito significativo sobre o atual cenário financeiro. Segundo o levantamento, o número de transações financeiras registrou um crescimento recorde de 30% nos últimos onze anos, sendo impulsionado principalmente pelo aumento das transações nos canais digitais em 43%, correspondendo a quase 8 em cada 10 movimentações bancárias no Brasil. Além disso, os dados já apontam para o futuro: ainda segundo a pesquisa, entre as prioridades apontadas pelos bancos para todo o ano de 2023 estão o Open Finance, a transformação cultural das instituições, moedas e ativos digitais, a expansão da IA no relacionamento com o cliente e o incentivo do consumidor ao compartilhamento dos dados. A digitalização financeira, resultante dos investimentos da indústria bancária em tecnologia, transformou a jornada do cliente das instituições. Dessa forma, se ampliaram as possibilidades de realização de transações e consultas, contratação de produtos/serviços e interação com os bancos, com os canais digitais ganhando cada vez mais espaço entre os consumidores. E é justamente o avanço da tecnologia que pauta as principais tendências para o futuro do mercado financeiro e bancário brasileiro. Cada vez mais os bancos têm investido em tecnologia e inovação, com o intuito de oferecerem melhores experiências aos seus clientes. Iniciativas para promover maior agilidade e flexibilidade nos canais digitais se tornaram prioridade no setor, juntamente com as soluções focadas em segurança. O que vem por aí, o que deve mudar e o que deve crescer? Open Finance Uma das prioridades dos bancos é o Open Finance, que trouxe uma revolução no avanço da digitalização financeira. O compartilhamento de dados no Open Finance está crescendo de forma acelerada. No primeiro trimestre de 2023, foram adicionados por mês, em média, cerca de 3,2 milhões de novos consentimentos, sendo a maioria de pessoas físicas. “O Open Finance proporciona ao cliente a possibilidade de compartilhar seus dados com outros bancos e instituições financeiras, reunindo um portfólio completo de possibilidades de compartilhamento, e com o avanço para a Fase 4, incluirá dados de operações de câmbio, investimentos, seguros e previdência”, explica Alan Mareines, CEO da fintech Lina Open X. Segundo dados da Allied Market Research, o segmento mundial de Open Banking deve atingir US$124 bilhões em 2031, crescendo em um ritmo de 22% ao ano. “Os clientes têm maior controle do compartilhamento de informações pessoais com diversas instituições operadoras de serviços financeiros. A proposta é que essa troca de dados permita a oferta de produtos ainda mais personalizados para cada necessidade. O consumidor poderá ainda levar seu histórico financeiro não só para bancos, mas também para uma corretora de seguros, um fundo de previdência e uma série de outras instituições autorizadas”, pontua Mareines. Drex O Banco Central acaba de dar o primeiro passo para simulações de negociações com títulos públicos federais digitais, emitindo os primeiros títulos em forma de tokens (representações digitais) na rede de testes do Drex, o real digital. Nesta fase do projeto, foram emitidos dois tipos de papéis fictícios tokenizados: LTNs (Letra do Tesouro Nacional) e LFTs (Letra Financeira do Tesouro). Anunciada em março deste ano, a fase de testes do Drex, antigo real digital, tem previsão de se estender até maio de 2024. A projeção de lançamento da plataforma para até o início de 2025 está mantida. O Drex será a primeira moeda virtual oficial do Brasil, uma extensão das tradicionais cédulas físicas de dinheiro, com os mesmos fundamentos, mas transacionada exclusivamente no ambiente digital. O Real Digital, agora chamado de Drex, deve acelerar a redução do uso de papel-moeda no Brasil. Segundo o Banco Central, há hoje R$ 285 bilhões em circulação em espécie, com queda de R$ 10 bilhões em relação a 2022. Tokenização Falando em Drex, um dos temas que estão nas tendências para um futuro bem próximo é a tokenização de ativos. Essa é a representação digital de ativos físicos como imóveis, ações ou títulos. Os tokens são representações criptografadas, com tecnologia blockchain, o que garante a segurança quando negociados pelo setor financeiro. Os novos modelos de negócios baseados em tokens podem agilizar o processo de transações e negociação de ativos. A tokenização permitirá novas formas de avaliar e garantir o lastro de ativos. Pix Segundo a pesquisa da Febraban, o número de usuários cadastrados no Pix já chega a 88,7 milhões no Brasil, sendo que quase metade deles - 48% - são “heavy users” - fazem mais de 30 operações via Pix no mês. O estudo também mostra que muitas pessoas que antes não costumavam usar DOC/TED acabaram por aderir ao Pix em suas rotinas. A evolução da quantidade de transações por meio do Pix - em 2022, foram 11,7 bilhões de transações - demonstra que esse instrumento teve importante papel no significativo aumento na quantidade de transações do ecossistema de pagamentos como um todo, proporcionando a participação de pessoas que nunca haviam realizado transferências. “O Banco Central anunciou que planeja integrar Pix, Open Finance e Real Digital, com o objetivo de desenvolver uma economia digital no país com mais eficiência e segurança nas transações”, pontua Alan Mareines, da Lina OpenX. Inteligência artificial A inteligência artificial avança com aprendizado de máquina (machine learning) a passos largos, e está presente em muitos segmentos da sociedade, bem como no mercado bancário e financeiro, onde cresce sua presença. O objetivo dos bancos é que, com uso da IA, ocorra uma melhoria da eficiência, da precisão e da segurança dos processos. Além disso, a IA analisa e identifica padrões em grandes volumes de dados. Isso possibilita melhores previsões sobre o mercado, decisões automatizadas e identificação de possíveis fraudes. Além disso, as aplicações de biometria facial e chatbots estão entre as mais importantes para os bancos em 2023 no campo da inteligência artificial, conforme o levantamento da Febraban, o que deve garantir mais segurança e eficiência nas operações, além de proporcionar atendimentos cada vez mais personalizados aos clientes. “Quando falamos em tendências, sempre pensamos no futuro a médio ou até longo prazo, mas o fato é que a transformação digital já é uma realidade que caminha em um momento bem presente. Essas tendências chegam para elevar o nível do mercado no país, além de democratizar o acesso aos serviços bancários e financeiros como um todo. O Brasil está sempre à frente em relação às tecnologias financeiras. Basta observar que somos referência mundial em Open Finance, temos uma tecnologia avançada como o Pix e já estamos em fase de teste como Real Digital. As instituições já sabem que precisam cada vez mais explorar de forma inteligente as oportunidades que surgem com os avanços tecnológicos”, conclui o CEO da Lina OpenX.
- Mercado Bitcoin lança stablecoin SCB, lastreada em dólar americano e regulamentada na Suíça
O MB (Mercado Bitcoin), a maior exchange de ativos digitais da América Latina, é a primeira plataforma a lançar o Stablecolb (SCB). O SCB, da Colb Asset SA, é uma stablecoin de origem suíça com raízes brasileiras com a característica 1:1, o que significa que cada token é lastreado por no mínimo um dólar americano. Portanto, visa oferecer uma opção segura para investidores que buscam exposição ao dólar americano, sem a volatilidade das criptomoedas. A novidade estará disponível para negociação a partir desta quarta-feira (20). Desde o seu lançamento, o acesso ao SCB tem sido limitado a convites por meio de NFT, tornando o público brasileiro o pioneiro em sua ampla disponibilidade. A proposta do SCB vem de sua paridade 1:1 com o dólar americano e pela sua adequação às regulamentações suíças - uma combinação que abre caminho para a proteção de ativos em stablecoins. Além disso, resguardados em bancos privados suíços por meio de estruturas fiduciárias separadas, os ativos dos investidores permanecem protegidos contra riscos operacionais e interferências não autorizadas - uma proteção única no universo das criptomoedas. A chegada do SCB ao MB representa uma oportunidade para investidores brasileiros diversificarem seus ativos, terem exposição ao dólar e fazerem uso dessa stablecoin para preservação de capital. "O jogo das stablecoins não acabou. Ainda há espaço para uma stablecoin que seja totalmente aderente a uma regulação. É por isso que o MB escolheu listar o SCB. As stablecoins em dólar americano continuam sendo a maneira mais inteligente de se expor ao preço do dólar americano", afirma Fabrício Tota, diretor de Novos Negócios do MB. “Como advogado brasileiro, sinto muito orgulho em contribuir com a liberdade financeira dos meus concidadãos brasileiros criando uma stablecoin em conformidade, que concede a todos o acesso à excelência financeira suíça”, diz Yulgan Lira, CEO e Co-fundador da Colb. No mercado latino-americano de criptomoedas, que conta com aproximadamente 15 milhões de entusiastas apenas no Brasil, a busca por estabilidade em meio à volatilidade de ativos digitais é constante. A paridade 1:1 do SCB com o dólar americano e a regulamentação suíça não apenas atendem a essa preocupação crítica, mas também oferecem uma oportunidade única: a segurança e gestão indireta de ativos por meio de bancos privados suíços, um acesso reservado para poucos. À medida que o SCB consolida sua posição no mercado, a Colb introduzirá recursos adicionais, principalmente a capacidade de trocar o SCB por outras criptomoedas. No futuro, o SCB também servirá como meio de troca para outros ativos digitais desenvolvidos pela Colb, especificamente Tokenized Structured Products (TKSP) que espelham a rentabilidade de ativos do mundo real.
- Conheça 4 apps que te ajudam a gerir as finanças no dia a dia
Lidar com dinheiro não é uma tarefa simples. Quem nunca sentiu o salário acabando e o mês ainda longe de terminar? Manter uma gestão financeira eficiente é essencial não só para que a pessoa consiga cumprir com as obrigações do dia a dia, mas também para criar formas de economizar e traçar novos planos e objetivos de vida. Visando tornar essa organização financeira mais dinâmica, prática e assertiva, alguns aplicativos se tornaram pilares essenciais para a construção de um cotidiano mais eficiente e menos problemático. Pensando nisso, listamos quatro apps indispensáveis para ajudar a aprimorar o gerenciamento do seu dinheiro. Confira: Cumbuca Primeira startup a trabalhar o conceito de “finshare” no Brasil, a Cumbuca torna a relação financeira entre as pessoas mais simples, justa e transparente. O aplicativo facilita a divisão de despesas entre grupos como casais, amigos ou colegas de trabalho, sendo ideal para dividir as despesas de viagens, churrascos, a corrida por aplicativo ou até mesmo aquele delivery de comida. Com funcionalidades únicas, o app possibilita compartilhar saldos e despesas com total transparência e visibilidade para todas as partes envolvidas. Para isso, basta depositar o dinheiro por Pix e alocar o saldo no grupo desejado. Os membros do grupo podem definir também a proporção com que cada integrante irá contribuir. um pagamento pode ser dividido meio a meio, 80%-20% ou até mesmo uma pessoa pagando usando exclusivamente o saldo de outro membro do grupo. O app está disponível no iOS e Android. Mobills O Mobills é uma outra ferramenta interessante para o controle financeiro. O app se propõe a reunir informações sobre receitas e despesas dos usuários e oferece a possibilidade de visualização de gastos por categoria. A plataforma disponibiliza ainda calculadoras de juros simples e compostos, férias, investimento, 13° salário, saque-aniversário e saque-rescisão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), entre outros itens. Outro destaque fica por conta da disponibilização de artigos voltados à educação financeira, sobre temas como seguro, poupança, negociação de dívidas e empréstimos. Orçamento Fácil Após ser sincronizado à sua conta bancária, o Orçamento Fácil faz o registro de renda, gastos e outras movimentações financeiras em tempo real, o que garante grande controle ao usuário. O app é uma ferramenta indispensável para aqueles que não possuem o hábito de abrir tanto o aplicativo bancário constantemente, trazendo simplicidade à organização do seu dinheiro. Através do calendário interno da plataforma, também é possível planejar investimentos e já cadastrar gastos para os meses seguintes, sabendo exatamente o que espera para o futuro, evitando grandes surpresas. Organizze Já o Organizze permite que as pessoas tenham uma visão mais clara das suas finanças. Por meio de um cadastro simples, os usuários podem avaliar exatamente para onde vai cada centavo de seu bolso e garantir uma previsibilidade financeira. No app é possível categorizar todos os lançamentos e contar com relatórios feitos a partir de gráficos simples para aprimorar o controle sobre a sua conta. A ferramenta possui ainda o recurso de Metas com intuito de ajudar o consumidor a estipular e atingir os objetivos financeiros.














