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  • C6 Bank e Nextron se unem para incentivar uso de energia limpa

    Os clientes do C6 Bank têm uma nova opção sustentável para economizar no pagamento da conta de luz. A novidade chega por meio de uma parceria firmada com a Nextron - climate tech que tem o propósito de democratizar o acesso às fontes de energia renováveis para a população brasileira. Os clientes pessoa física do banco podem aderir ao serviço de energia renovável pelo modelo de assinatura e obter até 15% de desconto na conta de luz. Aderir ao benefício e conseguir o desconto não tem qualquer custo para o cliente. Também não é necessário que se instale nada no local de consumo de energia. A Nextron é responsável por conectar as usinas solares às distribuidoras de energia e viabilizar o desconto para o consumidor final, sem qualquer custo ou prazo de fidelidade. Essa energia é gerada de forma sustentável, injetada na rede elétrica e revertida em desconto. A empresa atua em 11 estados brasileiros, entre eles Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul e São Paulo (exceto capital). Os clientes do C6 Bank que têm gastos mínimos de R$ 150 com a conta de luz podem se cadastrar para obter o benefício. Basta acessar o app ou o site do banco, buscar a Nextron dentro da seção C6+Benefícios e enviar a documentação necessária. “Pelo lado do C6 Bank, os clientes terão acesso exclusivo à solução de energia renovável com um desconto mensal na conta de luz, sem a necessidade de instalações ou investimento em painéis solares. Já a Nextron terá acesso a uma grande base de usuários para acelerar o nosso negócio”, explica Ivo Pitanguy, CEO e fundador da Nextron. Segundo ele, o objetivo da parceria é oferecer a solução digital da climate tech para toda a base de clientes pessoa física do banco, que já passa de 25 milhões. “Estamos entusiasmados com essa parceria com o C6 Bank, que fortalece a importância da sustentabilidade e práticas ESG no contexto atual. Na Nextron, acreditamos que a tecnologia é uma ferramenta essencial para impulsionar a mudança para fontes de energia mais limpas e sustentáveis. Esta colaboração vai além de uma relação comercial, é um compromisso mútuo para um futuro mais sustentável”, comenta Roberto Hashioka, CTO da Nextron. De acordo com Maxnaun Gutierrez, head de produtos para pessoa física do C6 Bank, a parceria é fruto de uma sinergia identificada entre as partes, principalmente no pilar ESG. “Temos trabalhado a questão socioambiental em diferentes frentes e ficamos felizes de oferecer para nossos clientes uma solução que reúne economia na conta de energia e reduz o impacto ambiental”, diz. Depois que os clientes enviam as informações para a Nextron, por meio do app ou do site do C6 Bank, e a validação é concluída, é possível economizar na conta de luz, gerenciar o consumo, ter acesso à fatura e a pagamentos de forma integrada. O sistema também projeta quanto o consumidor pode economizar no período de 12 meses, mostrando indicadores sustentáveis, como a quantidade de árvores salvas nesse período.

  • PagBank e Visa lançam campanha 'Supermercado na Faixa' com mais de R$ 750 mil em prêmios

    O PagBank, banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, em parceria com a Visa, líder mundial em pagamentos digitais, anuncia a nova campanha ‘Supermercado na Faixa’. Clientes do PagBank que fizerem o cadastro e realizarem compras com o Cartão PagBank Visa concorrem a sorteios semanais e mensais. A promoção ficará disponível até o final do ano e contemplará mais de mil pessoas com prêmios de até R$ 12.000. Os clientes cadastrados na promoção e que acumularem compras de no mínimo R$ 50 reais no período da promoção concorrem automaticamente aos sorteios, que premiarão mais de mil ganhadores: serão sorteados, semanalmente, 760 cartões de R$ 100, 152 cartões de R$ 150 e 152 cartões de R$ 400. Além disso, a cada mês, serão sorteados 10 cartões de R$ 12 mil, que poderão ser utilizados para compras em supermercados ou em qualquer outro estabelecimento. Ao todo, serão distribuídos mais de R$ 750 mil em prêmios. Para participar, o cliente deve fazer o cadastro no aplicativo do PagBank e realizar o opt-in para participar da promoção. Cada compra de R$ 50 acumulados com os cartões PagBank de bandeira Visa (tanto o Cartão de Crédito quanto o Cartão da Conta) gera um número da sorte, e o cliente passa a concorrer aos sorteios automaticamente. “A nova campanha ‘Supermercado na Faixa’, em parceria com a Visa, é uma iniciativa que reflete nosso compromisso em oferecer aos nossos clientes experiências e vantagens exclusivas. À medida em que nos aproximamos de datas especiais, como o Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e comemorações de fim de ano, queremos estar ao lado de nossos clientes, colaborando para que aproveitem ao máximo suas compras e tenham a chance de ganhar diversos prêmios, proporcionando uma experiência gratificante e memorável ao lado do PagBank,” afirma Fabio Herszkowicz, diretor executivo de Serviços Financeiros do PagBank. A campanha ‘Supermercado na Faixa’ é válida para compras elegíveis realizadas entre 2 de agosto e 31 de dezembro de 2023 Para mais informações, clique aqui.

  • InComm Payments adquire Incentivale Marketing de Incentivo

    A InComm Payments, empresa líder em tecnologia de pagamentos, anunciou hoje a aquisição da Incentivale Marketing de Incentivo, a maior empresa de cartões-presente B2B do Brasil. A aquisição posiciona a InComm Payments como um player importante no mercado brasileiro em rápido desenvolvimento, ao mesmo tempo em que enriquece ainda mais o portfólio abrangente de incentivos e serviços de processamento da companhia para pequenas, médias e grandes empresas. O fundador da Incentivale, Renato Rosconi, terá papel fundamental na transição, assumindo o cargo de Assessor Estratégico. Nessa capacidade, Rosconi alavancará seu profundo conhecimento do setor e relacionamentos estabelecidos para facilitar uma integração perfeita da Incentivale nas operações da InComm Payments. Sua orientação será fundamental para manter fortes laços com as principais contas, clientes e fornecedores. Carmen Barreto-Cruz, vice-presidente sênior da InComm Payments, expressou sua empolgação com a aquisição e sua confiança no imenso potencial econômico do Brasil nas próximas décadas. "Esta aquisição se alinha perfeitamente com nossa visão de longo prazo para crescimento e inovação", afirmou Barreto-Cruz. "O dinâmico cenário de negócios do Brasil apresenta inúmeras oportunidades e estamos entusiasmados em expandir nosso portfólio de incentivos e serviços de processamento, para apoiar as maiores empresa da região.” A impressionante jornada de sucesso da Incentivale, liderada pelos diretores Carlos Brito na área financeira e Tiago Daia na divisão comercial, continuará sob a liderança de Ricardo Olivieri, VP e Country Manager da InComm Payments Brasil. Sua experiência foi fundamental para impulsionar o crescimento da Incentivale nos últimos três anos, e sua direção contínua garantirá um impulso sustentado. "Esta nova aquisição é um marco significativo para a InComm Payments e reforça nosso compromisso em entregar um portfólio de serviços completo na categoria e com valor inigualável aos nossos clientes", afirmou Ricardo Olivieri. "Estamos entusiasmados em aproveitar o legado de excelência da Incentivale e combiná-lo com os recursos globais da InComm Payments para criar uma nova era de inovação e sucesso no mercado brasileiro." A aquisição da Incentivale pela InComm está pronta para remodelar o cenário de incentivos, serviços de processamento e distribuição no Brasil, oferecendo um conjunto abrangente e eficiente de soluções para capacitar negócios em todos os setores. Para saber mais sobre a InComm Payments, visite: www.InCommPayments.com. Para saber mais sobre a Incentivale Marketing de Incentivo, visite: www.incentivale.com.br.

  • Atenção! Emissão de Notas Fiscais para MEIs tem grandes mudanças a partir de agora

    A rotina dos Microempreendedores Individuais (MEIs) está prestes a ser impactada por uma mudança significativa no processo de emissão de notas fiscais. A partir de setembro, a emissão de notas fiscais eletrônicas (NFS-e) para MEIs será centralizada pelo sistema nacional. A medida tem como objetivo simplificar e tornar mais eficiente o cumprimento das obrigações tributárias para esse grupo em crescimento no cenário empreendedor brasileiro. A iniciativa visa uniformizar e padronizar o procedimento de emissão de notas fiscais, eliminando a necessidade de lidar com sistemas distintos de cada município. O novo sistema gratuito permitirá aos MEIs emitir a NFS-e de forma simplificada e acessível, diretamente do portal gov.br/nfse ou por meio do aplicativo disponível para dispositivos Android e iOS. O cadastro no Portal Nacional de emissão de NFS-e é necessário, e a ferramenta também possibilita a emissão mesmo em locais sem acesso à internet. Fernando José, contador da Agilize Contabilidade Online, enfatizou que a mudança traz comodidade ao processo de emissão de notas fiscais, uma vez que todas as emissões serão centralizadas em um único portal. Segundo ele, "Afeta de forma muito positiva, toda emissão de NF será concentrada em um único portal, com isso gera muita comodidade na hora da emissão, com o nosso App o contribuinte emite as NFS pelo celular, se fosse na prefeitura precisaria do uso de uma máquina." Além disso, a Agilize Contabilidade Online desempenha um papel crucial na simplificação das operações para MEIs. Através do aplicativo desenvolvido pela Agilize, os empreendedores podem não apenas emitir notas fiscais, mas também acessar guias de pagamento, cartão CNPJ e realizar declarações anuais, tudo a partir de um dispositivo móvel. Essa abordagem visa tornar mais ágil e acessível o cumprimento das obrigações inerentes à categoria MEI. Essa mudança se alinha a uma série de transformações que os MEIs têm enfrentado recentemente, incluindo a possibilidade de ampliação do teto de faturamento, atualmente em R$ 81 mil, para R$ 144,9 mil. Essas mudanças refletem a adaptação do governo às necessidades e realidades em constante evolução dos empreendedores individuais no Brasil. À medida que o cenário empreendedor passa por essas mudanças, os empreendedores buscam soluções práticas e eficazes para se adaptarem a essas transformações, simplificando processos e garantindo que permaneçam em conformidade com as novas regulamentações. A centralização da emissão de notas fiscais e o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas como o aplicativo refletem um compromisso contínuo da Agilize em apoiar e fortalecer a comunidade empreendedora.

  • Mercado Pago lança cartão de crédito para empresas e novas soluções de gestão para PME's

    O Mercado Pago, banco digital do Grupo Mercado Livre, reforça o seu portfólio para pequenos e médios empreendedores. A empresa aproveita o Mercado Livre Experience para lançar produtos que irão apoiar empreendedores no dia a dia, facilitando a gestão e permitindo o crescimento dos negócios: cartão de crédito para os negócios e a ampliação da oferta de crédito para novos vendedores via Open Finance. De acordo com Tulio Oliveira, vice-presidente Sênior do Mercado Pago no Brasil, o banco digital segue consolidando importantes frentes, estimulando o crescimento da base de usuários de pequenas e médias empresas. “Como um dos maiores bancos digitais do país, seguimos avançando com nossa oferta e chegando a novos públicos com a expertise de quem está junto do empreendedor há mais de 20 anos”, afirma. Periodicamente, o Mercado Pago realiza pesquisas com pequenos e médios vendedores visando entender suas expectativas e como atuam para incrementar as vendas. “Nossos lançamentos vão ao encontro das necessidades desse público, auxiliando-os no desenvolvimento e crescimento dos negócios”, complementa Tulio. Durante pesquisa realizada com quase 10 mil pequenos e médios empreendedores este ano, principalmente comerciantes com faturamento entre R$ 5 mil e R$ 50 mil, o Mercado Pago constatou que os vendedores estão otimistas, sendo que 1 a cada 3 estima crescer em faturamento acima de 30% neste ano. O levantamento revela ainda que, para atingir essa meta de crescimento, esses vendedores disseram considerar obter crédito para expandir a atuação, bem como se interessam por sistemas de gestão financeira e de conciliação de pagamentos para melhorar a eficiência do negócio. “Com base nestas informações, estamos trabalhando uma série de iniciativas para aprimorar nossa oferta e apoiar nossos clientes”, diz Daniel Davanço, Country Head de Pagamentos para Empresas. Mercado Pago lança Cartão de Crédito para negócios Atendendo a uma demanda dos clientes PJs, o Mercado Pago lança o cartão de crédito para negócios, possibilitando aos empreendedores concentrar as compras da empresa em um único lugar, tornando mais fácil o controle de gastos e também evitando a mistura com as despesas pessoais. “Nosso cartão terá uma linha de crédito adequada às necessidades dos vendedores do ecossistema Mercado Livre e Mercado Pago”, completa Tulio. Entre os benefícios do cartão de crédito para os negócios do Mercado Pago estão: Concentrar e controlar os gastos do negócio Limites de crédito aderentes à necessidade do empreendedor Sem custo de adesão e anuidade totalmente grátis Pagamento de compras em até 18x sem juros no Mercado Livre Cartão com bandeira Visa, ou seja, os usuários podem aproveitar o programa de benefícios e descontos oferecidos pelo programa Vai de Visa Dobro de pontos no programa de benefícios Meli+ A novidade será disponibilizada de forma progressiva aos clientes PJs a partir de setembro de 2023. E para ter acesso ao cartão de crédito, o usuário deve entrar no App do Mercado Livre, escolher, entre as opções de serviços, ‘Pedir Cartão de Crédito’ e, em seguida, preencher informações pessoais e compartilhar documentos, comprovando a identidade. A partir disso, será feita análise de crédito para a liberação do cartão. Mercado Pago amplia oferta de crédito para novos vendedores com Open Finance O banco digital do Grupo Mercado Livre também anuncia a ampliação da oferta de linha de crédito para novos vendedores via Open Finance que passem a integrar o ecossistema. O objetivo é tornar esse recurso cada vez mais acessível e simplificado para os vendedores. “Queremos facilitar os caminhos para nossos clientes que precisam de capital para expandir o negócio, ou até mesmo para tomar um fôlego e organizar a gestão da empresa”, explica Tulio Oliveira. A partir de dados compartilhados por esses novos vendedores via Open Finance, estreitando o tempo de se criar um histórico de relacionamento. "Com o avanço do compartilhamento de dados e por meio do uso de machine learning, conseguimos ter eficiência para traçar o perfil de um novo vendedor para podermos atendê-lo com uma oferta de crédito num curto prazo”, explica Tulio Oliveira. Hoje, mais de 80% dos créditos concedidos para novos vendedores já são orientados via Open Finance”, finaliza. Pago Integrado garante mais segurança e controle dos negócios para pequenas e médias empresas Outra solução que se destaca entre os pequenos e médios vendedores é o Pago Integrado, que permite a conexão de diversos sistemas de pagamento aos de gestão de maquininhas do próprio banco digital. Essa integração substitui o TEF, tornando a operação de toda a cadeia mais barata, o que a torna uma melhor solução principalmente para os vendedores que faturam por volta de R$30 mil por mês. “Com o Pago Integrado, os pequenos e médios empreendedores têm mais segurança e controle na administração dos negócios”, afirma Daniel Davanço. “Uma gestão integrada permite ainda aos vendedores aprimorar o acompanhamento do desempenho dos negócios, garantindo melhores resultados”, finaliza. Todas essas novidades foram apresentadas durante o Mercado Livre Experience, um dos maiores eventos de e-commerce da América Latina.

  • Reforma tributária poderá TRIPLICAR impostos nas operações com criptoativos

    Se aprovado o texto atual da Reforma Tributária (PEC 45), a criptoeconomia será um dos setores que mais poderá sofrer com o aumento da carga tributária sobre suas operações, que poderá até triplicar em impostos indiretos nas operações com criptoativos. A PEC, já analisada e aprovada pela Câmara dos Deputados, segue para apreciação do Senado Federal. De acordo com a Associação Brasileira da Criptoeconomia (ABCripto), com exceção de tokens que funcionam como meios de aquisição de produtos, a maioria das operações com criptoativos hoje é tributada como serviços e ativos intangíveis, com incidência do ISS e PIS-Cofins. Vale destacar que a criptoeconomia movimenta uma média anual de R$ 100 bilhões só em bitcoins pelas exchanges (número de 2021), e um valor total transacionado estimado na casa de R$ 317 bilhões - desse montante, R$ 137 bilhões foram transacionados em exchanges nacionais, segundo a ABCripto. Embora seja benéfica à sociedade brasileira, há impactos relevantes da PEC 45 (Proposta de Emenda Constitucional 45, de 2019) em temas relacionados à tributação de criptoativos e que não foram considerados nos debates sobre o texto. “A PEC 45 extingue cinco tributos e cria outros quatro (vide tabela abaixo), em um modelo de IVA-dual (Imposto sobre o Valor Agregado). No entanto, o setor cripto possui peculiaridades, o que significa que, mesmo com a simplificação, podemos chegar em cenários de insegurança jurídica severos dado o aumento da carga tributária", explica Daniel Paiva, advogado com atuação especializada em criptoativos e tokenização, sócio do escritório VDV Advogados, que integra a ABCripto. “Nesse sentido, a proposta deveria se restringir à tributação de bens e serviços consumíveis, mas não de meios de troca e meios de pagamento, contexto no qual os criptoativos estariam inseridos em sua maioria”, reforça. A definição do conceito de bens e serviços, e de que forma os criptoativos se enquadrariam na nova regra tributária são os pontos centrais que a ABCripto traz para o debate. Segundo Paiva, não há definição clara no texto da PEC, o que gera controvérsias sobre a incidência de tributos nos criptoativos, sobretudo em relação a novos impostos que seriam criados – o Imposto Seletivo (IS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)/Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). “Os criptoativos, caso do Bitcoin, são instrumentos de troca que fazem as vezes de meios de pagamento e não devem ser tributados como bens ou serviços, porque meios de troca são cumulativos por natureza, como os programas de fidelidade, créditos de carbono, que têm esse viés de troca e crédito. O modelo de IVA pressupõe exatamente o contrário, ou seja, a não-cumulatividade plena", reforça o especialista, que lembra da natureza jurídica camaleônica dos criptoativos. “A adaptação dos criptoativos como um camaleão mostra a impossibilidade de categorização única, porque depende do contexto e função, o que muda a natureza jurídica. Por isso, rotulá-los genericamente para submissão ao IVA-dual seria um equívoco técnico”, esclarece. Como está x Texto da PEC 45 Tributos atuais: PIS (Programa de Integração Social) E Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) Proposta da RT: Com a reforma, referidos tributos se converteriam na CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) Tributo Estadual atual: ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) Tributo Municipal atual: ISS (Imposto sobre Serviços) Proposta da RT: Com a reforma, os dois tributos se converteriam no IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) Tributos extintos: IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) Novos tributos: Imposto Seletivo (IS): incide sobre a produção, comercialização ou importação de bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente e Contribuição dos Estados Enquadramento e valores das novas alíquotas O atual sistema tributário brasileiro divide as empresas, basicamente, em regime cumulativo e não-cumulativo. No regime não-cumulativo (que incide apenas sobre o valor agregado entre uma operação e outra), há a incidência de 9,25% de PIS-Cofins e de 2% a 5% de ISS, totalizando alíquotas na faixa de 11,25% a 14,25%, com direito ao abatimento de insumos de PIS-Cofins; já as empresas inseridas no regime cumulativo (sem direito ao crédito de insumos) pagam uma alíquota de 3,65% de PIS-Cofins e de 2% a 5% de ISS, totalizando 5,65% a 8,65%. Na proposta de reforma, o governo federal estima que todas essas empresas podem passar a arcar com uma alíquota de 25% a 27% do novo modelo IVA-dual (CBS e IBS), o que pode chegar, em certos casos, a triplicar a carga tributária, sobretudo diante das incertezas quanto à aplicação da CBS/IBS e do IS (que incidiria sobre a produção, comercialização ou importação de bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente). A tributação de criptoativos dentro do IS é um dos pontos mais polêmicos da PEC 45, porque prevê a tributação baseada em fatores que os caracterizariam como prejudiciais. “São questões controversas como o consumo de energia elétrica em razão da demanda de computadores para a validação das operações; suposto prejuízo à saúde mental dos investidores em razão da volatilidade do mercado; e até mesmo, por mais absurdo que pareça, de que os games, um campo relevante da criptoeconomia, estimulariam a violência; ou, ainda, a existência de supostos danos ambientais de hardwares usados na mineração de criptoativos”, explica o advogado. São pontos ainda em definição, mas que, se aprovados, vão elevar o nível de insegurança jurídica das operações com criptoativos de empresas brasileiras. “O setor ficará em uma desvantagem clara em relação aos potenciais competidores estrangeiros. É uma medida que vai na contramão do que o Brasil tem feito em se posicionar como polo avançado da criptoeconomia, a exemplo do recém-lançado Real Digital, o Drex", comenta Paiva. A União Europeia, por exemplo, que é referência global no tema, há tempos funciona com base no modelo IVA, mas com regras específicas. Segundo Paiva, não há incidência do IVA sobre bitcoins, por exemplo, porque há o entendimento, resumidamente, de que se trata de um meio de troca que faz as vezes de meio de pagamento para a aquisição de bens e serviços, não ostentando consumo material próprio. "Na UE, as discussões sobre a incidência do IVA referem-se aos NFTs e tokens de utilidade que dão acesso a bens e serviços, mas não tokens de pagamento e security tokens”, comenta. A ABCripto - que conta com mais de 30 associadas, entre exchanges, fintechs, tokenizadoras e bancos – entende que a experiência internacional, em especial a europeia, é importante como referência para evitar a criação de um tributo que, na prática, incidiria sobre operações financeiras, trazendo à tona uma nova versão da CPMF - extinto tributo brasileiro que vigorou até 2007 e incidia sobre operações de saques, débito, transferências e crédito, entre outras. “Se antes a CPMF incidia sobre transações com reais (R$), o IVA-dual passaria a incidir sobre transações em Blockchain", alerta Paiva. Para Bernardo Srur, diretor-presidente da ABCripto, se aprovada a PEC 45 sem uma discussão mais aprofundada sobre o setor cripto, o impacto será muito maior. “Teremos uma tributação estimada de 25% a 27% que encareceria o custo de operação do mercado, e seria repassado ao consumidor final. Não é um debate só sobre o setor cripto e da tokenização, mas de todo o mercado financeiro”, diz. O diretor da ABCripto lembra, ainda, que a criptoeconomia é um setor em ascensão e que promove a inclusão financeira. “Caminhamos para uma economia tokenizada, e o Brasil vem liderando esse movimento de forma inovadora. A legislação deve levar em conta os tokens como representações digitais de bens, olhando para o conteúdo, para o objeto que será tributado, e não para sua forma", explica. “A tributação faz parte do processo de avanço da criptoeconomia no Brasil como ferramenta de desenvolvimento e inclusão financeira. Nossa proposta é para contribuir com um regime tributário que seja saudável para o setor como um todo, incluindo sociedade, empresas e legislativo”, completa Bernardo Srur. A ABCripto publicou uma nota técnica sobre a PEC 45, elaborada com o suporte técnico de Daniel e Eduardo de Paiva Gomes, sócios do escritório VDV Advogados. Nesse documento, os impactos para o setor são detalhados. Para acessar o documento na íntegra, clique aqui.

  • Superlógica institui conselho de administradoras de condomínios para discutir soluções e desafios

    A Superlógica, plataforma de soluções tecnológicas e financeiras para o segmento condominial do Brasil, lançou uma iniciativa inédita no setor com a criação do G10, um conselho com as maiores administradoras de condomínios do país com o intuito de debater o futuro do segmento. O primeiro encontro aconteceu na quarta-feira (23), no escritório da Superlógica, em Barueri. O conselho é formado por 10 integrantes das maiores administradoras de condomínios de São Paulo que irão discutir com a empresa as prioridades para desenvolvimento de produtos e serviços, além de estratégias para solucionar os principais desafios do setor. Integram o G10 em 2023 os representantes da Auxiliadora Predial, BBZ, DGT, GK Condomínios, Graiche, Habita, Manager, OMA, Robotton e Verti. Os membros do grupo devem ser atualizados a cada ano. Metas Durante a reunião, os representantes do setor destacaram três metas para impulsionar os negócios: em primeiro lugar, melhorar a satisfação dos síndicos e moradores com as administradoras. Em segundo, fomentar estratégias para aumentar a oferta de produtos e serviços para os condomínios e seus moradores e, em terceiro, a atração de novos condomínios para aumentar as unidades sob administração. “[O G10] é muito producente, porque a gente acaba trocando experiências, discutindo problemas de mercado, quais são as necessidades das administradoras, das nossas empresas. E a gente pode trocar muita informação também entre os próprios concorrentes. [O conselho pode ajudar] implementando e conseguindo construir sistemas ou soluções que possam dinamizar e melhorar nossa atividade e nossos serviços”, afirmou José Roberto Graiche Júnior, vice-presidente do Grupo Graiche e presidente da AABIC (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo) durante o encontro. Carlos Cêra, CEO e sócio-fundador da Superlógica, falou sobre a importância do grupo para a tomada de decisões corretas pela empresa e também influenciar o mercado. “O G10 será primordial para nos ajudar a criar as prioridades e estratégias para avançarmos juntos no mercado, oferecendo melhores produtos e serviços para casa, condomínio e vizinhança. Nós acreditamos que a relação da Superlógica com as administradoras de condomínios precisa ser simbiótica: um fortalecendo o outro. Por isso, não desejamos fazer nada antes de discutir com quem é mais importante para nós”, explicou. Futuro do setor Um dos tópicos de destaque foi a necessidade de haver mais indicadores do mercado de administração condominial, ajudando os gestores a tomarem decisões mais assertivas. “O mercado das administradoras é o único que mede a empresa pela quantidade de condomínios e não pela lucratividade”, disse José Fernando, sócio-diretor da Robotton. Segundo o executivo, parâmetros de faturamento e saúde dos negócios são importantes para fazer com que o mercado avance, seguindo os melhores modelos e diretrizes. “O que não se mede, não se gerencia. Então, é preciso ter parâmetro”, acrescentou Petr Kolar, sócio-administrador da BBZ. Além disso, Cêra apresentou caminhos para dar continuidade à digitalização e automação das operações do setor, como o aprimoramento dos serviços atuais e a assimilação do Gruvi, plataforma criada para ser um ecossistema de serviços para moradores. “Achei o encontro muito produtivo”, disse Kolar, da BBZ. “Conseguimos sentir as ansiedades de alguns participantes para direcionar os rumos. Sem dúvidas, esse diálogo contínuo de integração com os dez elementos mais importantes e influentes da operação irá trazer soluções inacreditáveis, que ainda nem imaginamos”, disse. “Na minha visão, o mais importante é que as administradoras tenham diferenciais e, para isso, contamos com empresas como a Superlógica”, comentou Arthur Chizzolini, da DGT administração de condomínios. “Esse é o caminho, a Superlógica tem oferecido diversas soluções e a tendência é que isso agrade condôminos e síndicos e, consequentemente, traga rentabilidade para as administradoras.” Já na agenda, o segundo encontro deverá acontecer em novembro e, após isso, a ideia é reunir o G10 a cada seis meses. Para Cêra, apoiar a transformação do setor será bom para todo mundo, pois trará benefícios para quem está mais preparado, premiando a boa eficiência. A Superlógica se compromete a aumentar a representatividade do G10 expandindo a participação para todas as regiões do país no futuro, uma vez que elas podem possuir necessidades e dinâmicas específicas. Em 2023, os participantes foram definidos por dois critérios: o número de unidades sob administração em São Paulo e o alto nível de engajamento. Esse processo deve mudar anualmente. Para que todos possam se beneficiar das discussões, um relatório com o resultado da reunião será compartilhado com as demais empresas do setor nos próximos dias e em um evento da empresa que acontecerá dia 28 de novembro.

  • LoopiPay é a mais nova integrante da ABCripto

    A LoopiPay, fintech que auxilia usuários a comprar e vender criptomoedas e tem trabalhado para tornar o processo de negociar ativos digitais mais fácil e prático, é a mais nova integrante da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto). A LoopiPay também faz parte do projeto piloto do Real Digital do Banco Central. Bernardo Srur, diretor-presidente da ABCripto, destaca que a chegada da Loopipay reforça o compromisso da Associação com o Brasil e o ecossistema cripto do país. “A ABCripto recebe e se orgulha, mais uma vez, da nova parceira que entra para trazer mais modernidade e tecnologia ao setor. A LoopiPay está comprometida com o desenvolvimento do mercado e busca atuar de forma ativa e descomplicada quando falamos sobre ativos digitais, bem como educando nossa comunidade sobre como melhor usá-los", comenta. "A entrada da LoopiPay na ABCripto, uma associação respeitada, é crucial para aumentar a credibilidade, aderir a normas éticas e regulamentações, além de garantir representação e defesa de interesses. Esse passo ajuda a fortalecer a reputação e confiabilidade da empresa em um setor complexo e muitas vezes mal compreendido, proporcionando uma melhor proteção tanto para a própria empresa quanto para o mercado e para seus consumidores", destaca Felipe Brasileiro, cofundador da LoopiPay. Além da Loopipay a ABCripto tem como membros: Foxbit, Mercado Bitcoin, NovaDAX, Z.ro Bank, Travelex Bank, Uniera, OWS Brasil, Ripio, Bitso, Deloitte, VDV Advogados, KPMG, Chainalysis, 99Pay, VBSO Advogados, Hachi Investiments, Coinext, Vórtx QR Tokenizadora, Mastercard, Grupo GCB, PeerBR, Zero Hash, Bitybank, LIQI, Itaú Unibanco, Socios.com, Chiliz, Grupo Bancário Cainvest, Declare Cripto, Klever, Visa e Zuvia.

  • Avenue lança produto de renda fixa para investidores brasileiros

    Os investimentos em renda fixa permanecem como uma das principais escolhas dos brasileiros, representando 61,3% no segundo trimestre de 2022, de acordo com dados da Anbima, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais. Devido a sua maior previsibilidade em termos de riscos e a diversidade de produtos disponíveis, os aportes nesse segmento atingiram a marca significativa de R$ 5 trilhões ao longo do ano passado, conforme divulgado pelo balanço da entidade. Com base nas vantagens proporcionadas pelos produtos de renda fixa e com o objetivo contínuo de desenvolver um portfólio abrangente e alinhado às demandas do mercado, a Avenue, plataforma que permite aos brasileiros investirem diretamente no mercado americano e terem uma conta internacional em dólar, lança com exclusividade os fundos de liquidez, uma alternativa para a reserva de emergência em dólar com alta liquidez. Os fundos de liquidez, conhecidos como Money Market Funds nos Estados Unidos, constituem um produto pertencente à categoria de renda fixa, e são caracterizados por investir em títulos de qualidade com vencimento no curto prazo. “A implementação desse produto em nosso portfólio visa proporcionar aos clientes mais uma opção de alta qualidade, com mínimo de entrada baixo e sem custos para aplicação ou retirada. Essa é uma alternativa para os investidores não deixarem o dinheiro parado em conta, mas sim permitindo que ele renda”, explica Alexandre Artmann, Chief Operating Officer da Avenue. De acordo com Artmann, o cenário atual é favorável para investimentos nos Fundos do Mercado Monetário, devido ao aumento das taxas de juros nos Estados Unidos. “Por oferecerem alta liquidez, fácil acesso e permitindo saques a qualquer momento, os fundos de liquidez: Money Market, permitem aos investidores obter rendimentos até mesmo para recursos que pretendem utilizar em um horizonte de tempo curto.”, destaca o executivo. Além disso, ao contrário de outros produtos de renda fixa, ao investir em fundos de liquidez: Money Market, os investidores desfrutam de vantagens como isenção de imposto de sucessão e ausência de taxas de corretagem sobre seus recursos. O investimento nesse produto pode ser feito a partir de 1.000 dólares e seu prazo de liquidez é D+2. A partir de 28/08 já se encontra disponível para investimento e todos os clientes da plataforma poderão acessá-lo facilmente. O processo é simples: basta abrir o aplicativo, dirigir-se ao menu de investimentos, selecionar a categoria "Fundos" e aplicar um filtro específico para "Money Market". Dessa forma, apenas os fundos do mercado monetário serão exibidos

  • Luiza Possi confirma presença em painel da 9ª edição do SP Crypto Hub

    A cantora Luiza Possi vai participar de um painel sobre NFT e Metaverso na próxima terça-feira, dia 29 de agosto, no MAAC Hub, hub de inovação que fomenta novas tecnologias, como Inteligência Artificial, NFT, Blockchain, Metaverso, entre outras que fazem parte da Web3, localizado em São Paulo. Durante o painel “Comunidades e Metaverso”, que contará ainda com a presença do lendário skatista Bob Burnquist; de Bruno Ruy, fundador da Brainzz Co; e Fernando Souza, BizDev do MAAC Hub e autor do livro “Metaverso e Web 3.0”; Luiza Possi vai falar sobre sua experiência com NFTs, Metaverso e demais assuntos relacionados à Web3. Em outubro do ano passado Luiza Possi tornou-se a primeira artista do Brasil a ter um avatar cantor no Metaverso. A novidade foi divulgada com o clipe da música "LUZ", que tem o mesmo nome do avatar. A faixa é uma colaboração do avatar de Luiza com o rapper Rincon Sapiência e marca a aposta da artista em nova era pop. Dando sequência ao envolvimento com projetos Web3, no dia 14 de agosto, a plataforma Upland lançou o single Batom Vermelho, primeiro NFT de Luiza Possi. A música foi um hino dedicado à Copa do Mundo Feminina, realizada na Austrália e Nova Zelândia. O NFT da artista concedia aos detentores acesso exclusivo a conteúdos, experiências VIP, eventos virtuais e produtos personalizados, entre outras exclusividades. "A ação com meu avatar ‘LUZ’ visa me aproximar ainda mais dos meus fãs e também do universo digital e da comunidade gamer. A música ficou incrível e adorei homenagear essas guerreiras que são as atletas femininas. Fiquei lisonjeada com o convite de UPLAND para compor a trilha musical da Copa no Metaverso”, destacou Luiza Possi no lançamento da ação. Possi também vai falar sobre os desafios e oportunidades que o Metaverso representa para a indústria da música e as tendências e oportunidades para essas tecnologias no Brasil e no mundo. "É muito importante que artistas como Luiza Possi estejam falando sobre NFTs e Metaverso em nosso espaço. A cantora é uma voz relevante na indústria e sua experiência pode ajudar a esclarecer o potencial dessas tecnologias para artistas e fãs. Nossa proposta é fomentar novas tecnologias, como Inteligência Artificial, NFT, Blockchain, Metaverso e incluir esse painel na programação do dia 29 é muito satisfatório para toda a comunidade", disse Marco Affonseca, gestor do MAAC Hub. “Essas tecnologias têm o potencial de revolucionar a indústria da música e é importante que os artistas estejam envolvidos nessa conversa", completou. O SP Crypto Hub não tem fins lucrativos e suas vagas são limitadas. Para participar, acesse o link: https://app.gotokens.io/marketplace/176bb3e9-be25-45cd-accb-d780c245d998

  • HubCount lança ferramenta com Inteligência Artificial para pequenos empreendedores

    Com o objetivo de impulsionar a tomada de decisão estratégica das empresas, a HubCount Inovação Contábil, que faz parte do Grupo StoneCo, apresenta ao mercado a primeira ferramenta de Business Intelligence (BI) com Inteligência Artificial (IA), o “HubCount BI”. O lançamento acontece na próxima terça-feira (05) e promete tornar mais fácil a análise de dados para o planejamento estratégico dos negócios de pequenos empreendedores. A solução surgiu para democratizar as interpretações de gráficos e indicadores de BI, que geralmente são de difícil compreensão. Os insights e as análises são geradas de forma automática e escrita, por meio da inteligência artificial “AI Generativa”, a mesma utilizada no GPT, tornando a utilização de dados para a tomada de decisões estratégicas acessível para empresários de todos os portes. As análises geradas são personalizadas de acordo com o histórico e situações específicas de cada empresa. Além disso, o “HubCount BI” fornece uma visão mais clara da real situação financeira dos negócios. Os painéis incluem gráficos intuitivos, tornando a análise de dados um processo simples, mesmo para profissionais sem experiência prévia em BI. Segundo o CEO da HubCount, Gabriel Capano, a empresa utilizou as tecnologias mais recentes e inovadoras de visualização, controle de dados e inteligência artificial para ajudar o pequeno empreendedor a entender como está seu negócio. “Até então, o empresário não tinha recursos para entender os dados contábeis da empresa e, por isso, não os utilizava para planejamento estratégico e tomada de decisão. Agora, com inteligência artificial, ele tem uma forte aliada para fazer uma gestão do negócio de forma muito mais eficiente”. A nova tecnologia também consegue fazer a integração de diversos tipos de dados, como contábeis, da folha de pagamento, financeiros, entre outros. Assim, o empresário pode contar com recursos que o permitem tomar decisões em uma única plataforma. Como toda tecnologia formatada nesse modelo, é importante ressaltar que esses insights não substituem as análises humanas. Entretanto, quanto mais precisos forem os dados fornecidos para a ferramenta, mais chances de trazer excelência nos apontamentos, servindo como um excelente recurso inicial para um planejamento estratégico. Gabriel Capano explica que a ferramenta beneficia todos os empresários, independentemente do tamanho do negócio. “Nossa ideia era fornecer uma estrutura que viabilizasse a leitura dessas informações e as entregasse mastigadas. É uma ferramenta indicada para todos os negócios, todo empresário pode se beneficiar. Antes, o custo para ter um consultor para um pequeno negócio era muito alto. Por isso, além da tecnologia ser muito útil para grandes empresas, a inteligência artificial torna-a acessível agora também para pequenas e médias. Assim, ajudamos diversas empresas a prosperar. ”

  • Mercado Bitcon firma parceria com a 'rede social de investimentos'

    Você já ouviu falar no Invight? Trata-se de uma rede de investimentos e educação financeira. A plataforma acaba de firmar uma parceria com o MB (Mercado Bitcoin), cujo pilar de democratizar o acesso das pessoas aos investimentos de qualidade uniu as empresas. Trata-se da primeira exchange a fazer essa integração, permitindo que os usuários acessem serviços relacionados a ativos digitais diretamente no Invight por meio da infraestrutura oferecida pelo MB. A operação irá oferecer aos usuários do Invight uma experiência completa e abrangente no mundo das criptomoedas, permitindo que invistam diretamente pelo aplicativo por meio da corretora e em um ambiente seguro, além do acesso a notícias, vídeos e recomendações desse mercado que já circulavam dentro da plataforma. “A chegada desse novo player reforça o compromisso de ambas as empresas com segurança e inovação, com a oferta de soluções abrangentes para atender às necessidades do mercado financeiro atual. Ao unir a expertise do MB em criptomoedas com a abordagem pioneira e social do Invight, estamos criando uma rede única que permitirá aos usuários explorar e investir melhor, com muita informação para a tomada de decisão”, destaca o head do Invight, Pedro Cespi. "Estamos entusiasmados em sermos a primeira plataforma de ativos digitais a se conectar ao Invight. Acreditamos que essa parceria permitirá que os investidores aprimorem seus conhecimentos financeiros e interajam com a comunidade, enquanto acessam facilmente serviços de ativos digitais, tudo em um ambiente integrado e seguro", diz Fabrício Tota, diretor de Novos Negócios do MB. A integração com o MB oferece novos benefícios aos usuários do Invight, que passam a ter acesso direto às funcionalidades e oportunidades oferecidas pela exchange, mas agora dentro do aplicativo. Com essa expansão dentro do app, o Invight contempla os interesses e estratégias de investimento que os usuários buscam. No mercado de criptomoedas, os usuários podem explorar uma ampla gama de ativos digitais disponíveis para negociação na plataforma, sendo as mais conhecidas Bitcoin e Ethereum, além de projetos inovadores e emergentes. Ainda, contam com recursos avançados de análise, como gráficos de análise técnica, assim como enviar e acompanhar suas ordens em tempo real. O Mercado Bitcoin busca diversas iniciativas para oferecer recursos educacionais abrangentes para auxiliar os investidores no entendimento do mercado de criptomoedas e na adoção de melhores práticas de segurança. Nesse sentido, por meio da parceria com o Invight, os usuários terão acesso a conhecimentos especializados e poderão contar com suporte dedicado em suas jornadas de investimento, sendo que as ferramentas avançadas de análise ajudarão os investidores a tomarem decisões embasadas e a aproveitar as oportunidades do mercado de criptomoedas. “Identificamos que havia uma demanda dos usuários e influenciadores da nossa plataforma. Por isso, a parceria abre canal para novas possibilidades ao permitir aos investidores realizarem compra e venda de criptomoedas sem a necessidade de sair do Invight. Os investidores terão acesso a uma grande variedade de produtos, como a renda fixa digital, por exemplo, que usa tecnologia de blockchain”, completa Cespi. "Nossa plataforma é mais do que uma simples exchange porque contamos com uma infraestrutura crypto-as-a-service (CaaS), fornecendo aos investidores acesso não apenas a transações de ativos digitais, mas também a informações valiosas para tomadas de decisões financeiras informadas. Por meio do CaaS, já firmamos mais de 30 parceiros entre agentes autônomos e empresas como Magalu (que oferecerá ativos digitais para cerca de 40 milhões de clientes) e Guide”, afirma Tota. Para se beneficiar dessa parceria, os usuários do Invight que ainda não são clientes precisam abrir uma conta no MB. Aqueles que possuem um perfil cadastrado no MB já poderão aproveitar a conexão simplificada com o Invight. O Invight é gratuito – basta baixar o app no iPhone, iPad ou no sistema Android. A plataforma é agnóstica e utiliza ferramentas tecnológicas de última geração, as quais permitem que o usuário cadastrado tenha o poder de decisão para montar sua carteira. Também está aberta para que novos Early Adopters – grupo de usuários abertos à experimentação de novas tecnologias e responsável pelo fornecimento de feedbacks de melhorias de soluções e produtos – participem e contribuam para o aperfeiçoamento do app. Atualmente, fazem parte do Invight grandes corretoras como BTG Pactual, Empiricus Investimentos e Necton onde os investidores podem enviar e acompanhar suas ordens em tempo real; casas de análises de investimentos como GuiaInvest, SaraInvest e Inside Research; além de empresas e portais de notícias do mercado financeiro parceiros como BMC&News, Money Times e outros.

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