top of page
SuperSim_banner-752x152_laranja_06-12-24.jpg

Resultados da busca

Buscar neste site

2502 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Valor médio da mesada digital é de R$ 268, mostra levantamento do Mercado Pago

    Para celebrar um ano da conta para Menores de Idade do Mercado Pago, o banco digital do Grupo Mercado Livre traz um levantamento sobre o comportamento dos adolescentes (maiores de 13 anos) em relação às finanças e hábitos de consumo. O estudo revela que eles movimentam em média R$ 268 por mês e tem o Pix como meio de pagamento preferido. O segundo meio de pagamento mais utilizado é o cartão de débito. “A conta Menor Idade alia a independência que os adolescentes gostam com a segurança que os pais precisam para dar autonomia financeira aos filhos”, diz Ignácio Estivariz, Head de Banco Digital do Mercado Pago. “Além disso, com a conta, estimulamos uma importante conversa sobre educação financeira entre pais e filhos, que vem crescendo a cada dia. Para se ter uma ideia, em junho de 2023, a conta 13+ já ultrapassou a marca de 23 milhões de transações em pagamentos”, complementa. Hábitos de compras Em 2023, até o mês de junho, os menores que têm conta no Mercado Pago fizeram quase 400 mil transações em compras no Mercado Livre. “Não só os adultos, mas também os adolescentes percebem os benefícios de sermos o banco digital da maior plataforma de compras da América Latina e aproveitam as vantagens do nosso ecossistema”, finaliza Estivariz. Por categoria, os menores de idade consomem mais: Supermercados Fast Foods Restaurantes Lojas de departamento Serviços Farmácias Moda Docerias Transporte por aplicativo Loja de cosméticos Conta Menor Idade: para jovens entre 13 e 17 anos Os adolescentes que desejarem ter uma conta Menor Idade precisam baixar o app do Mercado Pago, seguir o passo a passo com documentação e cadastro e indicar quem vai autorizar a abertura da conta. O responsável legal requisitado receberá um e-mail e ao confirmá-lo seguirá com o processo. O novo usuário da Conta vai receber um cartão de débito isento de tarifas e herdar o mesmo nível de Mercado Pontos do responsável. Além disso, o jovem cliente poderá cadastrar uma chave Pix, sacar em caixas eletrônicos, recarregar o celular e fazer compras online, inclusive de gift cards. O serviço também permite uso do telefone móvel para pagamento com Código QR e acesso a promoções da Central de Descontos.

  • 7 em cada 10 brasileiros desistem de compra se e-commerce não oferecer o meio de pagamento desejado

    Na hora de decidir pela compra de serviços online de viagem, 7 em cada 10 brasileiros desistem se a plataforma de venda não oferecer o método de pagamento desejado. Um percentual de 90% dos consumidores do país também quer contar com maior variedade de métodos de pagamento, como cartão de crédito, pix e milhas. Essas são algumas das constatações da pesquisa “Volta ao mundo em 80 maneiras de pagar”, feita pela canadense Nuvei, provedora global de soluções para meios de pagamento. O trabalho avaliou as preferências de aproximadamente 5 mil consumidores e as ofertas das empresas em 10 países, incluindo o Brasil. A pesquisa revela que, embora o e-commerce tenha avançado muito nos últimos anos, empresas de serviços aéreos e agências de viagem ainda não conseguiram aproveitar todo o potencial do atendimento das necessidades dos clientes em plataformas online. Um exemplo do descasamento entre oferta e demanda é que 90% dos brasileiros e 80% dos clientes de outros países querem poder dividir o pagamento da sua compra entre várias modalidades, como cartão de crédito e milhas. Porém, 27% das empresas aéreas não disponibilizam essas opções no check-out. No caso das agências de viagens online, esse percentual é menor – apenas 22% delas permitem ao cliente dividir o pagamento pelos meios que ele desejar. “Flexibilidade, facilidade na interação com as plataformas, tecnologia e transparência são alguns pontos de melhoria a que as empresas devem atentar para garantir maior satisfação dos clientes e, portanto, a garantia de vendas”, afirma Rafael Lavezzo, vice-presidente sênior para a América Latina. Para consolidar a pesquisa, a Nuvei ouviu consumidores na Alemanha, no Brasil, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, México, Singapura, Turquia e Hong Kong. Com o propósito de avaliar as ofertas das empresas em relação às exigências dos consumidores sob o recorte de pagamento, a pesquisa analisou cerca de 130 sites de compras de companhias aéreas e de agências de viagens localizadas nas Américas, na Europa, na Ásia e no Pacífico. A ideia era verificar em que grau essas empresas atendem – ou não – as expectativas dos clientes. “Os dados da pesquisa podem dar um direcionamento para as empresas melhorarem a experiência do cliente. Afinal, quem quer comprar uma viagem vai fazer isso de qualquer maneira, e se não encontrar as melhores condições de pagamento numa plataforma online é provável que procure outra que atenda à sua necessidade”, avalia Carolina Libardi, diretora de marketing para negócios locais da Nuvei. A pesquisa da Nuvei ainda demonstra outras preferências dos clientes pelo mundo e o alinhamento – ou descasamento – de ofertas das companhias áreas e agência de viagens. A seguir, alguns dos principais resultados da pesquisa: Brasileiro quer ver preços convertidos para sua moeda local Dos brasileiros entrevistados, 58% querem ver os valores na sua moeda de preferência — um pouco mais que os 49% da média global. “Esse ponto é muito importante, já que melhora a experiência do cliente e também eleva as taxas de conversão de pesquisas de preços em vendas”, ressalta Lavezzo. O processo envolve simplificação da integração e o gerenciamento de vários provedores de pagamento. “Realizar uma reserva”: a maioria das empresas não oferece esse recurso Mais de 85% dos clientes expressaram interesse em usar o recurso “Realizar uma reserva”, mas a maioria das empresas aéreas e agências de viagens não tem esse recurso. Das aéreas avaliadas, apenas 26% oferecem esse serviço e, para agências de viagens online, o percentual cai para meros 7%. Política de reembolso e cancelamento O estudo da Nuvei apontou que a grande maioria das companhias aéreas exibe as políticas de reembolso e cancelamento, mas 19% dos clientes da amostra consideram difícil encontrar esses documentos nos sites. “Esse é um ponto em que claramente há muito espaço para melhorias. Políticas objetivas de reembolso e cancelamento podem melhorar a satisfação do cliente, reduzir os níveis de chargeback e os custos relacionados ao gerenciamento de contestações, além de fortalecer a conformidade”, destaca Lavezzo. Faltam ícones ou logotipos de segurança dos provedores de pagamento O estudo também mediu a percepção dos viajantes sobre a segurança associada ao processo de compra: 52% dos brasileiros disseram ter preocupação com o tema, percentual que no mundo chega a 69%. Aqui, outro descasamento expressivo, já que menos de 40% das empresas da amostra exibem ícones ou logotipos de segurança dos seus provedores de pagamento. Transparência: 96% dos brasileiros querem ver preço total no início da compra Em alguns pontos, no entanto, as empresas de viagens demonstraram estar de acordo com as preferências dos consumidores. Um deles é a transparência nos preços. O estudo confirmou que uma listagem clara e detalhada de todos os custos no início do processo de compra é um fator crítico para os clientes. Entre os brasileiros, 96% preferem ver preços que incluem todas as taxas e impostos desde o início da compra (e não só na etapa do check-out), bem próximo da média global de 92%. “Nesse quesito, os provedores de viagens já entenderam claramente o quão importante é a transparência nos preços. A maioria das companhias aéreas e agências de viagens online que comparamos no estudo faz isso de forma adequada”, comenta. Para conferiro relatório completo, acesse: https://drive.google.com/file/d/19fqp_7LlG8ldJivswx0l4_71O4KaL0N1/view

  • Fintech para administradoras de condomínios registra crescimento de 30% no primeiro semestre de 2023

    O primeiro semestre de 2023 foi bastante positivo para a WohPag, empresa referência em soluções financeiras para as administradoras de condomínios. Mesmo com as dificuldades do setor, a fintech cresceu 30% na comparação com o mesmo período do ano passado e conquistou 3 mil novos clientes, dos quais as contas serão migradas para os cuidados de WohPag a partir do segundo semestre deste ano. Dentre os motivos que levaram à fintech a consolidar a carteira de clientes, estão: conhecimentos específicos do mercado de atuação exclusivamente segmentada no setor e parcerias com grandes players de mercado, como administradoras e plataformas de tecnologia. “Diversas fintechs tentaram entrar no setor de gestão condominial, entretanto, considerando as particularidades deste mercado, poucas obtiveram sucesso”, analisa Marcelo Assunção, CEO de WohPag. “O setor em que atuamos exige conhecimentos específicos que vão além do financeiro, é algo bem segmentado, não basta apenas conhecer sobre tecnologia e finanças”, completa Assunção. O CEO também faz uma avaliação do setor de fintechs e startups no geral. “Foi um período de dificuldades na captação de novos aportes e acesso à crédito. Com isso, somente empresas com modelos de negócio que entregam valores a clientes e investidores conseguiram se manter e escalar suas operações”, analisa. Em relação às administradoras, o primeiro semestre de 2023 exigiu que elas, a todo momento, buscassem parceiros que estejam alinhados com as suas necessidades, de modo que os processos se tornem mais ágeis e digitalizados. Outro fator é a busca pela redução de custos operacionais, ponto favorável na captação de novos clientes, os condomínios. Expectativas e ações para o segundo semestre A WohPag espera escalar os negócios em que está atuando a curto prazo. Para isso, está reformulando as suas soluções de tecnologia e desenvolvendo novos produtos que em breve serão lançados. A fintech ainda almeja consolidar suas áreas de atendimento e compliance, sempre priorizando benefícios aos clientes.

  • Novo estudo mostra perfil dos usuários de criptomoedas ao redor do mundo

    O mundo cripto passou por uma mudança sísmica nos últimos anos, à medida que as moedas digitais se tornaram cada vez mais populares e amplamente aceitas. Com o Bitcoin liderando, o mercado de criptomoedas atraiu milhões de usuários em todo o mundo. Com isso, a CoinsPaid, um dos principais ecossistemas de pagamentos em criptomoedas, realizou uma profunda análise demográficados usuários de cripto, explorando suas ocupações e níveis de educação e examinou os setores onde a adoção de cripto está ganhando força. Perfil demográfico De acordo com a Statista, o número de usuários de criptomoedas em todo o mundo ultrapassou 400 milhões em novembro de 2022. Com o momento positivo do Bitcoin e o crescimento contínuo em 2023, estima-se que o número de usuários de criptomoedas tenha atingido aproximadamente 450-500 milhões. Apesar das oscilações do mercado e das crises econômicas globais, o aumento constante de usuários de criptomoedas demonstra a crescente adoção em massa de moedas digitais. Hoje, quase 40.000 empresas em todo o mundo aceitam o Bitcoin como forma de pagamento. Dados da pesquisa revelam que mais de 50% dos usuários de criptomoedas têm menos de 34 anos e 54% dos investidores de criptomoedas são do sexo masculino. Além disso, mais de 40% dos usuários de criptomoedas na faixa etária abaixo de 34 anos são do sexo masculino. Esses dados pintam uma imagem do usuário médio de criptografia como um jovem do sexo masculino. A adoção de cripto é global, mas alguns países emergiram como grandes novos mercados. Para Estefano Debernardi, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da CoinsPaid, a instabilidade econômica é um dos maiores propulsores da adoção de criptomoedas. “Países como a Nigéria, Turquia, Indonésia, Brasil e Índia vivenciam uma adoção significativa de criptomoedas, particularmente no contexto de stablecoins, cujo valor estável atraiu pessoas nessas regiões”, comenta. Renda e Ocupação Embora o estereótipo sugira que o usuário médio de criptomoedas é um profissional de TI, o cenário está evoluindo. Os setores de emprego mais comuns entre os usuários de criptomoedas incluem: Software Finanças Eletrônicos TI No entanto, há uma notável redução na concentração dessas profissões, com setores como construção, artes, entretenimento e educação ganhando força. Com o aumento de 33% registrado pelo setor financeiro, ocorre também uma mudança demográfica já que as criptomoedas se tornam mais difundidas. De acordo com Estefano, “é razoável supor que, até 2025-2027, pessoas de várias ocupações e origens possuirão e usarão moedas digitais”. Com base no índice criptográfico global da Binance, o usuário médio de criptomoedas ganha cerca de US$ 25.000 por ano, posicionando os usuários de criptomoedas na faixa da classe média alta além dos usuários de classe alta. Em relação ao nível de escolaridade, o nível médio de educação entre os usuários de criptomoedas seja equivalente a um diploma do ensino médio, mais de um quarto possui um diploma universitário - o que sinaliza a preferência por usuários instruídos sobre o assunto. Critpomoedas na indústria Em 2023, a indústria de iGaming se destaca como a mais correlacionada com o mercado de criptomoedas. Essa correlação decorre das inúmeras vantagens que surgem quando o jogo online encontra ativos digitais. A capacidade de facilitar transações instantâneas e sem fronteiras permite que os usuários participem convenientemente das atividades do iGaming, independentemente de sua localização geográfica. Os pagamentos em criptomoeda oferecem taxas mais baixas (cerca de 0,8%) e permitem que os usuários evitem as restrições frequentemente impostas pelos sistemas bancários tradicionais. As criptomoedas também estão ganhando força em vários setores, levando as empresas a integrar os pagamentos criptográficos. O comércio eletrônico segue logo atrás, impulsionado pelo potencial de estorno das criptomoedas como meio de pagamento. A velocidade e as baixas taxas associadas às criptomoedas as tornam atraentes nos domínios financeiro e imobiliário. Além disso, a indústria de viagens teve um crescimento notável com empresas como a Mirai Flights, uma agência de fretamento de jatos particulares que, desde a implementação do gateway da CryptoProcessing by CoinsPaid, registrou um aumento de 30% nos lucros após a integração do processamento criptográfico. “Há uma demanda crescente pelo uso de criptomoedas e, com isso, novas aplicações e inovações relacionados a metodos de pagamentos, estão se tornando mais acessíveis e próximos do dia a dia dos consumidores, além de trazer beneficios para ambas as partes. Usando como exemplo nosso case com a Mirai Flighsts, a empresa conseguiu reduzir até 75% em taxas e 10% de seus passageiros recorrentes migraram para ativos digitais ao comprar suas passagens, diz Debernardi”. O que a CoinsPaid conclui com isso? Para Estefano Debernardi, Gerente de Desenvolvimento de Negócios LATAM da CoinsPaid, o surgimento e o rápido crescimento das criptomoedas trouxeram uma mudança de paradigma no cenário financeiro global. “Conforme vemos a demografia, ocupações e setores associados à adoção de criptomoedas, fica claro que as moedas digitais não estão mais confinadas a um nicho de mercado. O número crescente de usuários de cripto, especialmente entre a geração mais jovem, significa uma mudança no cenário financeiro impulsionado pelos avanços tecnológicos.” A integração de criptomoedas em vários setores, como iGaming, e-commerce, finanças e viagens, destaca a versatilidade e as vantagens que as moedas digitais oferecem. De taxas de transação mais baixas a transações mais rápidas e sem fronteiras, os pagamentos criptográficos fornecem benefícios tangíveis para empresas e consumidores. À medida que o mercado de criptomoedas continua a evoluir, podemos esperar maior integração das criptomoedas em diferentes setores, pois as empresas reconhecem o valor e o potencial dessa tecnologia financeira inovadora. Segundo Estefano, a jornada de adoção de criptomoedas está longe de terminar, e o crescimento contínuo e a evolução das moedas digitais irão remodelar a forma como não só fazemos transações como também conduzimos negócios. Conforme mais indivíduos e empresas adotam criptomoedas, o cenário financeiro global passará por transformações significativas, levando a uma economia mais inclusiva e descentralizada. O caminho a seguir está repleto de possibilidades, e a adoção contínua de moedas digitais abre caminho para um futuro em que as transações financeiras serão mais eficientes, seguras e acessíveis a todos.

  • Fintech do Santander investe em tecnologia GPT para conversar com clientes

    Desde que o ChatGPT se popularizou como um motor de inteligência artificial treinado com bilhões de dados capaz de gerar textos similares aos que um humano faria, diversas aplicações desta tecnologia passaram a surgir diariamente. Uma delas diz respeito ao uso do GPT-4 nos chatbots que as empresas usam para conversar com seus clientes. A Sim, fintech do Grupo Santander que nasceu com o objetivo de facilitar o acesso ao crédito, é uma das primeiras a testar essa abordagem “AI First” com a integração Blip Desk Copilot - powered by Azure GPT, da Blip, líder em conversas inteligentes de comunicação entre marcas e consumidores em aplicativos conversacionais. O objetivo da Sim, que conta com mais de 5 milhões de clientes e uma carteira de crédito que ultrapassa a marca de R$1,6 bilhão, era entender como a tecnologia poderia ajudar a companhia a conseguir um atendimento mais alinhado com seu tom de voz, tornando o atendimento da central mais ágil. A empresa ainda tinha o desafio de mudar o mindset de sua operação de atendimento, devido a uma rotina já existente. Para que o time da Central de Atendimento da fintech passasse a receber sugestões de mensagens mais assertivas e personalizadas para interagir com os clientes, o Blip Desk Copilot, powered by Azure GPT, foi treinado para considerar o contexto da interação entre consumidor e atendente (caso a caso) e por meio de manuais de atendimento e informações sobre produtos e serviços da Sim. Com isso, foi criada uma base de melhores respostas capaz de gerar sugestões de interações, em tempo real, otimizadas a partir da tecnologia Azure GPT. A plataforma Blip está integrada com o Azure OpenAI – serviço em nuvem da Microsoft que oferece recursos de inteligência artificial. “Conseguimos uma maior escalabilidade e segurança para nossa infraestrutura e podemos oferecer aos nossos clientes uma solução que otimiza o tempo de atendimento, seja em vendas ou no pós-venda, e ainda melhora a experiência do time que utiliza a Blip para responder seus clientes. Essa integração é voltada, principalmente, para as grandes empresas que conversam diariamente com milhares de consumidores em um escopo macro de estratégia de comunicação e não apenas como uma feature. Na prática, é como ter um ‘copiloto’ 24/7 no dia a dia da sua área de atendimento”, explica Rodrigo Battella, Diretor da Divisão de Serviços Financeiros e Pagamentos Blip. O projeto entre a Sim e a Blip começou em março deste ano e já garantiu uma redução de 31.62% no tempo médio de atendimento, ou seja, o tempo total desde o momento que o cliente entra em contato com a marca até a finalização do suporte. Além disso, a equipe de atendentes da fintech que utiliza o Blip Desk teve um crescimento de 7,47% no Customer Satisfaction Score, conhecido como a pontuação de satisfação do cliente. “Para assegurarmos uma maior excelência, os nossos times de Customer Success Management e o de Inteligência Artificial da Blip realizaram um treinamento prévio com os atendentes e gestores que participaram do projeto, explicando como a tecnologia funciona e também para para viabilizar feedbacks rápidos sobre o desempenho do copiloto. Durante o período de teste, dividimos o time da nossa Central de Atendimento em dois grupos. O primeiro utilizou a tecnologia nas conversas de WhatsApp, e o segundo funcionou como um grupo de controle, que continuou atuando sem o copiloto. Desta forma foi possível mensurar os resultados de maneira mais objetiva”, diz Amanda Borges, Líder Sênior de Produtos e CX da Sim.

  • Mercado Bitcoin anuncia o lançamento de Worldcoin, o token que tem relações com o ChatGPT

    O MB (Mercado Bitcoin), maior exchange de ativos digitais da América Latina, anuncia o lançamento do Worldcoin (WLD) em sua plataforma. A WLD foi desenvolvida por Sam Altman, CEO e co-fundador do OpenAI - um dos responsáveis pela criação do ChatGPT -, e trata-se de um ativo multichain construído na blockchain ERC-20 do Ethereum e Optimism. A Worldcoin é uma criptomoeda que nasce a partir de uma rede descentralizada de verificação de identidade humana, construída com base na prova de personalidade (proof-of-personhood) e privacidade do usuário. O Worldcoin utiliza a tecnologia chamada "World ID" na qual os dados biométricos, obtidos quando a pessoa realiza o procedimento de escaneamento de íris conhecido como "Orb", são transformados em um hash, formando a base de dados única daquela pessoa. Uma vez validados, os cadastrados recebem uma quantidade pré-determinada de tokens WLD, e a própria empresa promete apagar os dados originais obtidos, garantindo a privacidade dos usuários. Com o "World ID", as pessoas podem comprovar para terceiros sua verificação como seres humanos. O token WLD pode ser acessado através do aplicativo "World App". Seu principal objetivo, portanto, é proporcionar uma identidade digital inclusiva e global, permitindo que os usuários façam login contínuo em sites e aplicativos, sem a necessidade de compartilhar dados pessoais sensíveis. Além disso, o Worldcoin busca criar uma renda básica universal para conseguir comprovar a identidade humana. "Estamos empolgados em ser uma das primeiras plataformas no Brasil a listar este ativo inovador, que oferece uma abordagem única para garantir a autenticidade das identidades digitais", diz Fabrício Tota, diretor de Novos Negócios no MB. “Todo ser humano é elegível para ser uma parte do WLD simplesmente por ser humano e a Worldcoin tem atraído interesse tanto de investidores quanto de entusiastas de criptomoedas, motivados pela valorização esperada no lançamento e pela visão de que o token se torne uma das principais moedas utilizadas em escala global”, complementa.

  • Quase 9 em cada 10 consumidores se sentem seguros nos canais digitais dos bancos

    A digitalização das instituições financeiras vem crescendo ano a ano, e com isso os canais digitais dos bancos se tornaram uma facilidade para os clientes, trazendo mais comodidade e proporcionando mais confiança em relação às novidades que vêm surgindo no setor financeiro. De acordo com o relatório “A experiência dos clientes dos principais bancos brasileiros em 2023” encomendado pela Akamai Technologies à Cantarino Brasileiro, a maioria dos respondentes se sentem seguros nos canais digitais (87%); ainda assim, o número caiu em 4% em relação a 2022. Apesar de se sentirem seguros nos canais digitais, quando se trata da oferta de ativos digitais, ainda existe uma resistência por parte dos clientes. Mesmo que mais da metade dos entrevistados tenha conhecimento sobre o que são criptomoedas (55%), apenas 18% disseram já investir nesse ativo. Fatores relacionados à insegurança sobre o assunto explicam os 26% dos respondentes que consideram esse investimento inseguro e outros 30% que disseram não conhecer e que não investiriam nunca em moedas digitais por preferir “dinheiro de verdade”. “Apesar de ter entrado em vigor este ano a lei que regulamenta o setor de criptomoedas no Brasil, o tema ainda causa divergência de opiniões. As facilidades e inovações tecnológicas no setor financeiro ainda não geram a confiança necessária, ainda que os próprios bancos busquem oferecer recursos como o investimento em criptomoedas por meio do aplicativo e outras ferramentas, a fim de gerar mais confiança” explica o Diretor Geral da Akamai Technologies para América Latina, Claudio Baumann. Open Finance ainda segue com baixa aderência Outra ferramenta desenvolvida e implementada nos últimos anos pelas instituições financeiras é o Open Finance, um sistema financeiro aberto que possibilita aos clientes compartilhar suas informações entre diferentes instituições, como por exemplo, a movimentação de suas contas bancárias, a partir de diferentes plataformas e não apenas pelo aplicativo ou site do banco. Apesar dessa função estar disponível desde fevereiro de 2021, apenas cerca um quarto dos entrevistados gostou e se cadastrou (26%). Porém, mesmo sendo um produto de baixa aderência, esse resultado é o dobro em comparação ao ano anterior, quando 13% dos respondentes da mesma pesquisa em 2022 disseram que conheciam e já haviam utilizado o Open Finance. Ainda sobre essa funcionalidade, 19% dos entrevistados gostaram mas ainda não se cadastraram, 18% não entendeu muito bem os benefícios de usar a plataforma e 18% não aderiu à ferramenta pois acreditam que não precisam dela. A porcentagem nestas três respostas se mantém muito semelhante à da pesquisa realizada no ano de 2021, quando o recurso foi lançado. Ainda, mais da metade dos entrevistados (55%) relatou que teve conhecimento da oferta de Open Finance através do banco e 39% não sabe dizer se esse foi o meio pelo qual ficaram sabendo. “O público brasileiro ainda se mostra inexperiente em relação a certas funcionalidades do setor financeiro. A educação financeira ainda tem um caminho a percorrer e as instituições bancárias são aliadas para amplificar este conhecimento, necessário para que essas novas facilidades sejam adotadas plenamente”, explica Baumann. Serviços financeiros fora dos bancos e novas ofertas de acesso Em relação ao uso de novas ofertas para se ter acesso a produtos e serviços financeiros fora dos bancos, 46% dos entrevistados dizem utilizar site ou app de marketplaces como Magalu, Mercado Livre, Americanas e Amazon. Aplicativos de entregas rápidas e transporte (Rappi, iFood, Uber) também têm grande adesão do público, 44% os utilizam. Além desses, 33% usa o Whatsapp e 27% utiliza sites de supermercado, farmácia ou lojas. Uma porcentagem menor não usa serviços financeiros fora de bancos (28%). Ao serem questionados sobre a disposição para usar outras instituições como seu provedor de serviços financeiros, 81% relataram não ter interesse em usar serviços financeiros fora dos bancos e apenas 10% aceitariam utilizar um site ou app de marketplace. “Apesar de existirem novas ofertas de acesso, o banco continua sendo de fato uma instituição de confiança, enfatizando, portanto, a importância de oferecer meios seguros e de fácil acesso para que sejam adotados por parcelas da população que ainda não têm conhecimento sobre essas novas funcionalidades, dentro das instituições bancárias ou não” conclui Baumann. Metodologia O estudo “A experiência dos clientes dos principais bancos brasileiros em 2023” foi realizado através de entrevistas em um painel online com 1.412 brasileiros, em todas as regiões do país entre março e abril de 2023. Os objetivos do estudo são avaliar bancos que as pessoas tinham contas, como as pessoas usam esses bancos e seus produtos, por quais canais acessam os bancos, como lidam com a questão da segurança e aspectos como criptomoedas, Open Finance e novas instituições financeiras.

  • Empresas que apostam em programas de fidelidade recebem quase 5 vezes o seu investimento

    Indicadores da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) não deixam dúvidas: o setor cresce no país, tanto em faturamento das empresas fornecedoras de benefícios e vantagens, como em adesão do consumidor a clubes desse tipo. Estudos de consultorias internacionais como a Gartner e a Antavo reafirmam a preocupação de corporações, em todo o mundo, com programas que estimulem a fidelidade de seus clientes. Se, de um lado, há um público interessado em ser fiel às marcas e, de outro, empresas estão cientes da importância de se investir em ações de fidelização, que produtos conceber para garantir a adesão dos consumidores? Para quem está nesse mercado, a resposta é investir em estratégia e conhecimento de persona (isto é, na representação do perfil do cliente). É o que orienta o empresário Aluisio Diniz Cirino, fundador e CEO da Lecupon, plataforma de gestão de benefícios e vantagens. “A persona é muito importante para criar uma estratégia mais acertada. Uma dica é começar ouvindo seus clientes e colaboradores para encontrar um perfil ideal de quem você gostaria de fazer negócio”, afirma. Cirino indica algumas etapas: “Para isso, faça entrevistas, pesquisas quantitativas e encontre padrões de consumo por meio das suas ferramentas de marketing. Junte essas informações e crie um personagem com as características e dores que poderiam ser solucionadas com seus serviços ou produtos. Por fim, não esqueça de compartilhar o estudo com toda a empresa e usá-lo para criar suas estratégias de marketing". Os números da ABEMF dão uma dimensão do tamanho do mercado de fidelização e de como ele se encontra em franca expansão. No levantamento mais recente, referente ao terceiro trimestre de 2022, o faturamento do setor, no período, foi de R$ 2,5 bilhões. Tomando-se esse valor trimestral multiplicado por quatro, tem-se a média de faturamento anual na ordem de R$ 10 bilhões. Estudo da entidade aponta, ainda, que 80% das pessoas que não utilizam programa de fidelidade têm a intenção de aderir a algum. Outro dado da ABEMF: entre os usuários de internet no Brasil, 45% estão inscritos em programas do tipo. Entre os que possuem programas, mais da metade (56%) está em mais de dois. O nível de satisfação com as recompensas é de 91%. A esses indicadores, o CEO da Lecupon acrescenta um levantamento da empresa de consultoria Gartner, o qual indica que, entre as cinco principais decisões que devem guiar a área de marketing das empresas em todo o mundo em 2023, está a criação de programas de fidelidade. Por sua vez, o Global Customer Loyalty Report 2023, da Antavo, aponta que 80% das empresas consultadas que investiram em programas de fidelização obtiveram, como retorno, receita 4,9 vezes acima do valor aportado. “Temos um grande cliente da área financeira que tinha o desafio de tornar a gestão dos benefícios cada vez mais efetiva e entender melhor o comportamento dos clientes. Com o nosso Clube de Vantagens, que inclui um painel completo com relatórios de hábitos de consumo, ele passou a ter informações precisas sobre seus beneficiários e, a partir disso, criar uma rede de parceiros realmente aderente às necessidades das pessoas, gerando valor para a empresa”, ilustra Cirino.

  • Barbie Usuária de fintechs

    Ontem (20) estreou um dos filmes mais aguardados do ano: Barbie! A boneca foi criada pela empresária Ruth Handler, usando uma boneca alemã chamada Bild Lilli como sua inspiração. O lançamento da boneca foi em 9 de março de 1959, produzida pela Mattel. Barbie é a figura de principal de uma marca de bonecas e acessórios da Mattel, incluindo outros membros da família e bonecas colecionáveis. A Mattel já vendeu mais de um bilhão de bonecas Barbie, tornando-se a maior e mais lucrativa linha da empresa. A marca se expandiu em uma franquia multimídia de longa data desde o final dos anos 1980, incluindo videogames e filmes animados. Mais do que uma simples boneca, a Barbie acaba tendo suas variações, por exemplo Sereia, Bailarina, Pop Star. Mais recentemente, novos modelos foram criados para criar maior inclusão e quebrar o esteriótipo de boneca loira e magra, com versões com outros tons de pele e cabelos, usando cadeira de rodas, com vitiligo e por aí vai. E para aproveitar esse momento, preparamos esse post com as versões da Barbie que aderiram ao uso das fintechs! Confira abaixo. Barbie Empreendedora Sabemos que muitos brasileiros optam por seguir o empreendedorismo, seja por desejo, seja por necessidade. E, principalmente no início da saga empreendedora, muitas vezes uma série de dificuldades aparecem, como por exemplo na hora de buscar empréstimos. Desta forma, a Barbie Empreendedora é usuária da fintech de crédito Accredito, que além das opções de Capital de Giro, Financiamento para investimento fixo, Crédito para exportação, Desconto de Duplicatas, Antecipação de recebíveis de cartão de crédito tem a linha Programa Accredito Mulher Empreendedora. Trata-se uma linha de microcrédito para aquisição de mobiliários, equipamentos, ferramentas, insumos e capital de giro. Barbie Empoderada Financeiramente Barbie é uma mulher empoderada e que busca uma solução personalizada para lidar bem com as suas finanças. Por isso, ela usa a fintech Poupay+, um banco pensado e desenvolvido para mulheres conquistarem o sonho da liberdade financeira, sem burocracia, dificuldades ou discursos difíceis. Barbie e Ken: Finanças em casal Barbie e Ken sabem que o controle das finanças em casal é algo muito importante, mas ao mesmo tempo, muito desafiador. Por isso, através da Fincatch, utilizam a tag Casal para conhecerem as opções mais adequadas para a sua realidade. Por meio dessa tag conheceram as fintechs Cumbuca, Grupay, Junto$, MeuCompromisso e Noh.

  • Fintech Jeitto tem vagas de emprego abertas em duas áreas

    A fintech Jeitto, aplicativo de crédito digital que oferece serviços financeiros e populariza acesso à crédito, está com três vagas abertas para completar seus times. A empresa aplica inteligência artificial e tecnologia para fazer oferta de crédito diferente e promover transformação social, e busca profissionais apaixonados por gerar inovação e que entendam que a tecnologia não é o fim, mas sim uma importante ferramenta para gerar impacto social através do acesso ao crédito. Na área de tecnologia, a Jeitto está em busca de Analista de Gerenciamento de Acesso e Identidade Sênior, para atuar na gestão de identidade de acesso em nuvem e apoiar na segurança de sistemas. É preciso ter experiência no ciclo de vida do IAM e em plataforma de gerenciamento de acesso de mercado, e conhecimentos de segurança da informação. E para o time financeiro, as oportunidades são de Especialista em FP&A, para construção de projeções, monitoramento de indicadores-chave de desempenho (KPIs) e construção de reports, análises e insights, e Analista Contábil Sênior, com mínimo de 4 anos de experiência na área contábil de serviços financeiros. Jeitto adota uma Cultura Generativa voltada ao desempenho, alta cooperação e com responsabilidades compartilhadas, e procura pessoas que amem tecnologia, sejam criativas e queiram crescer com a empresa. O trabalho será em modelo híbrido, com escritório em São Paulo, e entre os benefícios estão: assistência médica e odontológica, Gympass, acesso a plataforma Alura de ensino e clube de descontos de cursos. As candidaturas podem ser feitas pela Gupy no site https://vemprojeitto.gupy.io/.

  • Além do Desenrola Brasil: Conheça fintechs que te ajudam na renegociação de dívidas

    O Governo Federal iniciou ontem (17) o programa Desenrola Brasil. Trata-se de um programa que vai possibilitar a renegociação de dívidas de brasileiros, com potencial de beneficiar até 70 milhões de pessoas. O Desenrola Brasil foi dividido em três etapas, sendo que as duas primeiras já estão em funcionamento. A chamada Faixa 1 consiste na extinção de dívidas bancárias de até R$ 100. Estes indivíduos ficarão automaticamente com o nome limpo pelas instituições financeiras, como parte do acordo destas com o Governo. Sem esta restrição, melhoram-se as condições para buscar crédito e fazer contratos de aluguel. A Faixa 2, por sua vez, que também já está em vigor, é destinada às pessoas físicas com renda de até R$ 20 mil e dívidas em banco sem limite de valor. Nestes casos, os bancos vão oferecer possibilidade de renegociação diretamente com os clientes, por meio de seus canais. Por fim, a Faixa 3, que começa em setembro, é destinada aos brasileiros com renda de até dois salários mínimos ou inscritos no CadÚnico, e com dívidas financeiras de até R$ 5 mil. Até o momento, os seguintes bancos já aderiram ao Desenrola Brasil: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú, Santander, Inter, PicPay, Banco Pan e Mercado Pago. Fintechs para renegociação de dívidas O Desenrola Brasil é uma importante medida para ajudar brasileiros e brasileiras a negociarem suas dívidas, porém, além das dívidas e condições apresentadas pelo programa, milhões de brasileiros precisam de alternativas para negociar outros tipos de dívidas. É aí que aparece uma modalidade muito especial de fintechs: renegociação de dívidas. Tratam-se de plataformas que fazem parcerias com diversas empresas, como instituições financeiras, varejistas e várias outras. A ideia é que quem tiver dívidas com estas empresas possam buscar renegociações com condições mais atrativas, podendo chegar até 99% do desconto da dívida. Confira abaixo mais sobre estas plataformas: Acerto A plataforma Acerto oferece possibilidades para negociar suas dívidas com até 99% de desconto. Os parceiros são: Carrefour, Atacadão, Inter, Riachuelo, Havan, C6 Bank, Banco Original, Banco BMG, Sky, recovery, Itapeva, Banco Pan, Porto. Acordo Certo Por meio da plataforma Acordo Certo você pode negociar dívidas online com até 99% de desconto‍. De acordo com a plataforma, mais de 13 milhões de brasileiros já fizeram acordos pela plataforma. A plataforma conta com mais de 45 empresas parceiras, dos mais variados segmentos, tais como Anhanguera, Pitágoras e Unopar (educação), Atacadão e Carrefour (supermercado), BTG Pactual, BV, Banco Original, Bradesco, Itaú, Mercado Pago, Nu, Next, Porto Seguro e Trigg (instituições financeiras), Casas Bahia, Colombo, Renner, Ponto e Mercado Livre (varejo), Claro, Sky e Vivo (telecomunicações). Adimplere A Adimplere oferece super descontos para pagamento a vista ou parcelado de dívidas, com descontos de até 95%. A plataforma possui como parceiros as empresas Unopar, Unime, Uniderp, Trigg, Uze, Pitágoras, Anglo, Anhanguera, Fama, Avenida, Itapeva e pravaler. Blu365 A Blu365 tem a missão é ajudar os brasileiros a negociarem suas dívidas e se manterem no azul o ano todo, sem estresse e com total autonomia. São oferecidos descontos de até 99% com os seguintes parceiros: liftcred, Avon, Natura, Credsystem, Tricard, Magalu, SPC Brasil, Banco BV, Portocred, Uze, Ativos S.A, Fortbrasil, Grupo H, Tripoli, Banco ABC, Renner, Banco Semear e Banco BMG. Faça Acordo Na plataforma Faça Acordo você faz seus acordo online, com descontos de até 98% na negociação das suas dívidas. São parceiros: Riachuelo, caedu, Texa, pravaler e veloe. Gringo No super app Gringo você resolve pendências envolvendo o IPVA, CRLV e multas, podendo pagar via pix, boleto ou em até 12x no cartão. Negocie Aqui A plataforma Negocie Aqui já teve mais de R$ 885 milhões negociados entre brasileiros e as seguintes empresas parceiras: Eudora, Lidia, Viawebrs, Sygo, Lebes, Pompéia, Lojas MM, Quero Quero, Via Certa, Cassol, tvlar, Lojas Edmil, Grupo Mundialmix, Havan, O Boticário e Gazin. QueroQuitar A plataforma QueroQuitar ajuda brasileiros a quitarem suas dívidas com até 99% de desconto. Os parceiros são dos mais variados segmentos: Santander, BV, Porto Bank, Banco BMG, Banco Pan, Credz, pag!, portocred, tricard, Zema, Trigg, Agi, Will Bank, Rappi Bank, Banco Semear, provi (instituições financeiras), Sky, Vivo (telecomunicações), Renner, Casas Bahia, Ponto, Havan, Lojas Colombo (varejo). Quite Já A plataforma Quite Já ajuda brasileiros a resolverem sua vida financeira, com renegociação de dívidas com descontos de até 90%. A plataforma conta com os seguintes parceiros: Ativos S.A, Banco BMG, Banco Pan, Banco Semear, Bradesco, Casas Bahia, Nissan, Crediativos, Digio, Geru, Hyundai, Ipanema, Itapeva, Itaú, Mercado Livre, MGW Ativos, Mobilize, Pernambucanas, Ponto, Porto Seguro Bank, recovery, Renner, Santander, Sim, Volvo, Will Bank. Taki Pay A Taki nasceu com um propósito de quebrar paradigmas e disruptar mercados engessados onde há muito pouca inovação. Por isso, a solução ajuda brasileiros pagarem seus débitos veiculares. É possível pagar IPVA, multas, licenciamentos em até 12x no cartão de crédito. Zapay A Zapay permite que você descubra de maneira totalmente gratuita se seu veículo possui algum débito no Detran-SP e regularize agora sua situação, parcelando tudo em até 12x.

  • Nova ferramenta ajuda investidores a economizarem no IR mensal sobre operações na Bolsa de Valores

    A Grana Capital, startup que oferece o primeiro aplicativo a automatizar a gestão do Imposto de Renda (IR) para investidores da Bolsa de Valores, disponibilizou no app Grana uma funcionalidade inédita no mercado: o Otimizador de IR, que ajuda o usuário a economizar mensalmente no imposto de investimentos na Bolsa com base na Regra da Isenção. A ferramenta notifica o investidor ao longo do mês sobre o status das suas operações em relação ao limite de isenção e, caso o limite seja ultrapassado e exista IR a pagar, o app informa sobre o quanto poderia ser economizado no IR sobre as operações feitas na B3 durante aquele período, através da Compensação de Prejuízo. Com o Otimizador, o cliente também tem a opção de escolher o benefício legal de isenção ou de compensação de perdas para IR, a partir dos dados da ferramenta. Para o CEO da Grana Capital, André Kelmanson, a ferramenta permite que as estratégias de otimização sejam acessíveis para todos os perfis de investidores, exceto quem opera com day trade. "O Otimizador de IR auxilia o investidor a aplicar as regras de isenção e compensação de prejuízo e, como consequência, a economizar no imposto de renda. A Grana Capital agrega toda a expertise para facilitar a oportunidade de otimizar o IR, além de aplicar regras de tributação que possuem particularidades, já que muitas delas só são conhecidas entre os investidores mais experientes. A ferramenta também viabiliza que os conjuntos de sistemas legais sejam aplicados pelo investidor iniciante, que, antes, não tinha acesso às oportunidades contábeis. É uma forma de atender tanto a quem já investe, como incentivar novos investidores", comenta Kelmanson. Além do Otimizador de IR, o aplicativo Grana integra outras ferramentas que possibilitam que o investidor, inclusive aquele que tem conta em múltiplas corretoras, consulte pendências, acompanhe a rentabilidade, o recebimento dos próximos dividendos, as posições atualizadas dos seus investimentos, pague os DARFs mensais calculados automaticamente pela plataforma, além de fornecer todas as informações necessárias para declarar o IRPF anual. Otimizador aplica regra da isenção Descrita no artigo 59 da Instrução Normativa nº 1585/2015 da Receita Federal do Brasil, a Regra da Isenção foi criada para incentivar pequenos investidores, mas muitos não sabem deste benefício tributário e acabam não o aplicando. Quando há venda de menos de R$ 20 mil em ações no mês, em operações comuns, o lucro no período fica isento de imposto. Se o investidor mantém as ações paradas durante 30 dias, ele não utiliza inteiramente o benefício legal, pois perde a chance de fazer uma venda abaixo de R$ 20 mil, de maneira a gerar um lucro não tributável. Veja um exemplo: Em maio, o usuário comprou 1.000 ações por R$ 20 cada, totalizando R$ 20 mil; No final de junho, os papéis valem R$ 30 mil - nesse caso, o IR acumulado sobre o lucro, caso o investidor venda todas as ações é de, aproximadamente, R$ 1,5 mil; De acordo com a Lei, o investidor poderia vender R$ 18 mil em ações e não ser tributado, pois estaria dentro do limite de R$ 20 mil em vendas no mês; Nesse caso, a venda gerou um lucro não tributável de R$ 6 mil, e uma economia de R$ 900 em IR, que será realizada quando o investidor vender os ativos. Além disso, de acordo com a regra da Compensação de Perdas, descrita no artigo 64, as perdas com operações na bolsa podem ser compensadas com os ganhos líquidos auferidos no mesmo mês ou nos subsequentes, desde que sejam da mesma categoria - ou seja, perda com swing trade só é compensada com ganho com swing trade, por exemplo.

  • TikTok
  • Spotify
  • Facebook
  • Instagram
  • LinkedIn
  • YouTube

©2026 por Fincatch. Orgulhosamente criado com Wix.com

FINCATCH - SOLUCOES DIGITAIS E INTELIGENCIA DE MERCADO LTDA

39.646.140/0001-77

bottom of page