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- Startup que revoluciona as rotinas contábeis recebe investimento estratégico
Quem já teve de lidar com a contabilidade de uma empresa, independentemente do tamanho, sabe quanto a burocracia brasileira é complicada. Regras e mais regras que, se esquecidas, podem gerar uma grande dor de cabeça com a Receita Federal — muitas vezes, ponto determinante para o sucesso ou não de um negócio. Foi de olho nesse mercado, e entendendo a tecnologia como uma aliada nesse campo, que Guilherme Bittencourt, Diego Budeu e Fernando Rocha lançaram em 2020 a ideia de fundar a Fortmobile, startup que desenvolve tecnologia para gestão contábil de empresas com foco em prestadores de serviços, que muitas vezes não têm capital para contratar escritórios de contabilidade tradicionais. “Eu já tinha experiência há anos em contabilidade quando decidimos começar um projeto de tecnologia dentro da Fortcon, tradicional empresa de auditoria e contabilidade de Londrina. E o que era para ser uma ramificação acabou se tornando um negócio próprio”, explica Guilherme Bittencourt, que exerce hoje o cargo de CEO na Fortmobile. O grande objetivo era simplificar e trazer uma série de procedimentos contábeis para uma plataforma que permitisse fácil acesso, interação e entendimento de como realizar a contabilidade de uma empresa, principalmente de prestadores de serviços que atuam de forma individual ou em negócios de menor porte. Como Bittencourt já prestava assessoria fiscal e contábil a várias incubadoras, o caminho para firmar uma empresa própria já estava pavimentado. Hoje, a Fortmobile realiza todas as obrigações contábeis e legais seguindo o cronograma administrativo que regulariza seu cliente com a Receita Federal, com a estadual e a prefeitura, calculando impostos, gerando as informações para Imposto de Renda, emitindo tanto nota fiscal de forma rápida quanto lembretes de boletos e guias. “A nossa tecnologia é aliada também a um time de experts, que não apenas desenvolve as soluções, mas oferece suporte na abertura de empresas, regularização de pendências fiscais, como parcelamentos e outros serviços que ajudam o empreendedor a se manter em dia com sua contabilidade e o fisco, diz Bittencourt. Com sede própria e time de mais de 20 colaboradores, a Fortmobile acabou tendo maior desenvolvimento em alguns nichos. Um destes é o ramo jurídico. Parceira da OAB de alguns estados, a startup é também uma das patrocinadoras do Congresso da Jovem Advocacia da OAB São Paulo, Paraná e Espírito Santo, e o próprio Guilherme Bittencourt tem rodado o Brasil fazendo palestras sobre contabilidade e tecnologia. Busca por aporte e parcerias Um dos pontos mais importantes para alavancar os negócios da Fortmobile, não apenas em termos financeiros, mas também de mentoria, foi a possibilidade de encontrar rodadas de investimentos e aporte financeiro e intelectual de experts em escalar negócios. Uma das empresas que resolveram investir na startup foi a Smart Value Investment (SVI), holding de investimentos localizada em Londrina e que tem como grande diferencial não apenas aportar montantes de dinheiro como colaborar com a expertise de seus sócios ao oferecer mentorias e direcionamento que permitam que o negócio cresça de forma orgânica e saudável, o chamado “Smart Money”. “A SVI é diferente em termos de mindset business, por contar com vários sócios de áreas diferentes, que agregam expertise e assim, além do aporte financeiro, oferecem ferramentas para que o empresário possa aprimorar pontos específicos de seus negócios em busca de crescimento e expansão”, diz o CEO. Por exemplo, foi com a mentoria que a startup entendeu que atrair clientes menores, com um tíquete médio menor, porém em maior quantidade, pode ser uma forma de alavancar os negócios. “A mentoria fez com que compreendêssemos melhor o nosso público, a forma de nos comunicar e atrair mais leads e também como nos organizar internamente para seguir de forma fiel o planejamento estratégico, atingindo assim os resultados planejados”, sublinha Guilherme. Hoje, a Fortmobile oferece um pacote de entrada custando R$ 99, que proporciona a pequenos empreendedores ou prestadores de serviço uma assessoria na contabilidade. O aporte financeiro também é importante. Foi recentemente que a startup conseguiu um investimento da “Smart Value” em rodada na casa de oito dígitos e que permite direcionar a verba para diferentes setores. O objetivo é expandir os canais de Comunicação e Marketing, prospectando mais clientes e investindo no desenvolvimento de tecnologia. Para 2023, a meta é dobrar a base de clientes e ao mesmo tempo crescer o faturamento em 250%, com a busca de tíquetes maiores. Além disso, já existe um projeto em vias de ser implementado junto à Prefeitura de Londrina, que vai oferecer aos cidadãos um pool de serviços gratuitos em seu portal. “Esperamos poder atingir todo o Brasil com a nossa tecnologia”, celebra Guilherme Bittencourt.
- Startup brasileira de serviços financeiros para RH expande atuação na Europa
A SalaryFits, plataforma brasileira multibenefícios para trabalhadores, está ampliando sua parceria com a Affida, da Itália, líder em seu país no setor de mediação de crédito para famílias e empresas. Com essa cooperação, os beneficiados da italiana poderão acessar crédito consignado, empréstimos, proteção de seguros e aluguel de carros por meio das soluções tecnológicas da SalaryFits. A Affida dispõe de uma rede nacional de quase 400 agentes e mais de 60 parceiros, entre bancos e financeiras. Por sua vez, a SalaryFits oferece aos Recursos Humanos (RH) das empresas soluções e funcionalidades tecnológicas para a gestão dos benefícios financeiros concedidos a seus colaboradores. As soluções são customizadas ao RH, atendendo às especificidades de cada organização. O country manager da SalaryFits na Itália, Moacir Giansante, define a Affida como “parceira ideal”. “Apesar de ser uma intermediária de crédito recém-criada, conta com executivos experientes na área de mediação de crédito na Itália”, destaca. O executivo acrescenta: “Juntos, compartilhamos a paixão por oferecer aos consumidores um serviço transparente, eficaz e de alto valor agregado. Essa parceria confirma nosso compromisso em fornecer soluções financeiras inovadoras para trabalhadores e empresas. Estamos entusiasmados em unir forças com a Affida para oferecer aos nossos clientes a melhor experiência possível”. O presidente e fundador da Affida assinala a “grande oportunidade” que a parceria proporciona. “Essa parceria com a SalaryFits nos permitirá oferecer aos nossos clientes uma solução completa para gestão de finanças pessoais e corporativas”, afirma. “Temos orgulho de trabalhar com uma empresa que compartilha da mesma visão, paixão por inovação e qualidade de serviços. Uma nova forma de geração de leads que terá origem nesse convênio”. Presença na Europa Além da cooperação com a Affida, a SalaryFits atua na Itália também por meio de uma parceria com a Dynamica Retail SpA, instituição de intermediação financeira especializada em crédito pessoal. Nos últimos cinco anos, a Dynamica registrou mais de € 1 bilhão concedido em crédito pessoal. Com a tecnologia da SalaryFits, a Dynamica passa a gerir de forma automatizada e on-line o acesso dos colaboradores a créditos consignados e, também, a outros benefícios com desconto em folha, com autonomia e confidencialidade.
- Consórcio automotivo: Pesquisa mostra qual o perfil dos brasileiros que optam por este produto
O Klubi, única fintech autorizada pelo Banco Central a operar com consórcios, fez um levantamento para descobrir o perfil do brasileiro que opta pelo consórcio como alternativa para acesso ao crédito e aquisição de um carro. O levantamento divide os consorciados em 3 grupos, que contratam valores de R$50, R$100 e R$150 mil. Planos com valor de R$50 mil - Neste crédito inicial, a idade média dos consorciados é de 38 anos com renda média de R$5.900 reais por mês. A duração dos contratos escolhida por esse público é de, em média, 90 meses. Planos com valor médio de R$100 mil - Neste valor, a idade média cai para 35 anos, mas a renda média dos consorciados sobe para R$11.900 mensais. O prazo médio de contratação também cai, para 87 meses. Planos com valor médio de R$150 mil - Neste caso a idade média segue caindo, para 34 anos. Por outro lado, a renda mensal média chega a R$13.850 e o prazo médio sobe para 94 meses. Recentemente o Klubi ampliou sua modalidade de crédito para planos de até R$200 mil. Nesta faixa mais alta, a idade do consorciado é de cerca de 37 anos, com renda mensal média que ultrapassa os R$14 mil. Com menos de dois meses, a nova proposta da empresa, representa mais de 40% das vendas e o Klubi estima que a nova modalidade para aquisição de carros de luxo, venha representar 50% das vendas, ainda em 2023. O CEO e fundador do Klubi, Eduardo Rocha, explica que a experiência digital e a política de preços é o que vem atraindo cada vez mais clientes. “Além de uma taxa de administração mais baixa do que a praticada no mercado, a nossa precificação é simples, transparente e de fácil compreensão”, explica. Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), no último ano houve um aumento de 12% no valor de créditos comercializados em consórcios de automotores, chegando a R$143,96 bilhões em negócios, somando cerca de 1,33 milhões de contemplados. “Nos últimos anos o consórcio teve um crescimento acelerado e tem se mostrado uma ferramenta de planejamento financeiro importante para os brasileiros que sonham adquirir o seu veículo. Em paralelo, os financiamentos estão se mostrando uma alternativa cada vez menos acessível, chegando a cobrar juros acima de 3% ao mês, o que favorece a busca pelo consórcio”, finaliza o CEO.
- Real Digital está chegando: Confira os 3 principais impactos
O Banco Central deve iniciar nas próximas semanas a etapa de testes de uma versão piloto do projeto Real Digital. Trata-se de uma fase inicial da versão eletrônica da moeda brasileira, que poderá entrar em circulação ainda no próximo ano. No total, 14 instituições financeiras estarão presentes nesse piloto. Entre os bancos que estarão nessa etapa, destacam-se os mais tradicionais, como o Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil. Na lista, também estão as instituições digitais – Nubank, Banco BV e BTG. Participam ainda outras empresas bastante conhecidas do setor financeira por meio de consórcios, como é o caso da TecBan (operadora do Banco 24 Horas). Além disso, estão nesse contexto as parcerias de algumas cooperativas, (Sicoob e Sicredi), fora outros bancos (Santander) e operadoras de cartão (Visa). Em nota, o BC informou que a fase piloto vai incluir testes para medir a privacidade, o funcionamento dos programas de serviço da futura moeda digital e a interoperabilidade entre as instituições. “Teremos menos custos no processo bancário como um todo. Por outro lado, o nível de bancarização já vem crescendo através de fintechs e dos novos players de mercado e a moeda digital deve estimular isso ainda mais”, avalia Ruy Rede, CEO da BTTECH - lawtech com soluções para o setor jurídico e financeiro. Para o especialista, que tem forte atuação no setor financeiro, a chegada do Real Digital trará três impactos no mercado brasileiro. Confira: Opção às criptomoedas Na avaliação do CEO da BTTECH, a implantação da moeda digital brasileira poderá ser uma via interessante para investidores e correntistas que não confiam nas criptomoedas presentes no mercado atual. Nesse caso, o Real Digital entra no mercado como uma StableCoins, que preveem a existência de um lastro para transações. “Uma moeda regulada pelo BC mantém esses fatores de confiabilidade de forma significativa. A existência de um banco é baseada em credibilidade e informação e, como consequência, mais segurança”, ressalta. Inclusão financeira A chegada da moeda eletrônica regulada pelo Banco Central trará um potencial aumento da inclusão financeira, a exemplo do que já acontece em relação com as fintechs, aponta Ruy Rede. Isso será possível porque o sistema vai possibilitar uma anonimização – preservação das informações privadas – similar ao uso da moeda em espécie. “O Brasil já tem tradição em transformações tecnológicas no setor bancário. Já precisamos trocar a moeda da noite para o dia em diversos planos econômicos. O novo sistema poderá melhorar ainda mais a troca de informações financeiras”, analisa o especialista. Bancos como intermediários O projeto piloto do BC demonstra que os bancos permanecerão como intermediários das transações da moeda digital, ressalta o CEO da BTTECH. Através desse trabalho, a expectativa é de que as instituições emitam tokens referentes aos depósitos bancários, obtidos diretamente na autoridade monetária. Ou seja, será uma representação digital de ativos reais com valor comercial. “Isso acontece porque os bancos foram os primeiros a levar a experiência da tecnologia para a ponta dos dedos dos clientes, o que permite a inclusão digital há muitas décadas. As máquinas de autoatendimento são um exemplo disso seguidas pela conexão via computador e o Internet banking. Essas instituições financeiras têm tradição em investir fortemente na evolução tecnológica do setor bancário”, completa.
- Mercado Pago tem grande novidade envolvendo Samsung Wallet e Google Pay
O Mercado Pago, banco digital do Grupo Mercado Livre, anunciou recentemente sua integração com as carteiras digitais Samsung Wallet e Google Pay. Agora, os clientes podem cadastrar seus cartões de débito e crédito do Mercado Pago em ambas as plataformas, permitindo que realizem pagamentos de forma conveniente e segura utilizando seus smartphones ou smartwatches. Essa expansão das opções de carteiras digitais foi resultado do contato direto com os clientes, levando em consideração suas necessidades e demandas. Segundo Ignácio Estivariz, Head de Banco Digital do Mercado Pago no Brasil, a adesão aos pagamentos por meio de carteiras digitais tem crescido, e a empresa está acompanhando essa tendência ao oferecer mais opções aos usuários. A Samsung Wallet é a plataforma da Samsung que inclui o Samsung Pay, Samsung Pass, Samsung Rewards, cartões de fidelidade e cupons. Além dos cartões de débito e crédito, os usuários podem armazenar chaves digitais, ingressos e outros dados importantes em um ambiente seguro, privado e de fácil uso. Bruno Costa, diretor de serviços e inovações de Mobile Experience da Samsung Brasil, destaca que a parceria entre Samsung e Mercado Pago permite aos usuários adicionar facilmente mais um cartão à plataforma Samsung Wallet. Combinando a praticidade do Samsung Pay e a segurança do Samsung Pass, agora é possível utilizar os cartões do Mercado Pago para pagamentos por aproximação sem a necessidade de um cartão físico. O Google Pay é um serviço de pagamento móvel que permite aos usuários pagar por bens e serviços usando seus smartphones. Ele está disponível em mais de 100 países, incluindo o Brasil. Os usuários podem adicionar seus cartões de crédito ou débito à carteira do Google e realizar pagamentos seguros e convenientes em lojas físicas, aplicativos e sites. O serviço utiliza criptografia para proteger as informações dos usuários e conta com autenticação de dois fatores para garantir a segurança das contas. Segundo a assessoria do Google no Brasil, estabelecer novas parcerias, como a integração do Mercado Pago ao Google Pay, é essencial para ampliar e democratizar o acesso aos pagamentos digitais por meio da plataforma, levando em consideração as necessidades dos usuários e atuando como facilitador em seu dia a dia. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), apenas 1% das pessoas das classes A, B e C que possuem smartphones no Brasil utilizam frequentemente carteiras digitais. Ignácio Estivariz destaca que a expectativa do Mercado Pago é proporcionar mais agilidade e facilidade aos usuários, tornando seu dia a dia mais prático. Ao cadastrar os cartões do Mercado Pago nas carteiras digitais, os usuários não precisam mais carregar o cartão físico para todos os lugares, o que torna o processo de pagamento ainda mais seguro. O lançamento desse produto ocorre agora e será gradualmente expandido para toda a base de usuários. O processo de cadastro dos cartões de débito e crédito do Mercado Pago no Google Pay e Samsung Wallet é simples. Basta acessar o aplicativo do banco digital, ir para a área de cartões e adicionar o cartão Mercado Pago nas carteiras digitais disponíveis.
- Meios digitais de pagamento e o problema de falta de troco nos comércios
Os pontos positivos da digitalização e do mundo cada vez mais online são inquestionáveis. Porém, também há aspectos desafiadores para a economia que estão sendo deixados de lado. No varejo, com a utilização de cartões (de crédito e de débito) e os pagamentos digitais utilizando dispositivos móveis e o Pix, diminuiu, ainda mais, a circulação de dinheiro físico em frações, o que afetou o problema da falta de troco nos caixas. O Brasil tem 16,3 milhões de pessoas desbancarizadas (sem conta em banco) e outras 17,7 milhões sub-bancarizadas (que utilizam pouco ou não têm acesso aos produtos e serviços disponíveis no mercado), segundo pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em 2021. Um relatório recente da Martercard comprova que a maioria dos latino-americanos teve acesso a produtos financeiros básicos entre 2020 e 2023, mas 21% continuam excluídos. Em relação ao acesso à Internet, um estudo de 2022, também do Instituto Locomotiva, em parceria com a consultoria PwC, revela que 33,9 milhões de brasileiros não têm acesso à Internet e 86,6 milhões têm acesso parcial (não diário). O cruzamento desses números dá uma ideia do número de brasileiros que ainda utilizam dinheiro físico. Até 2024, o Banco Central planeja lançar o Real Digital, que deve reduzir a emissão de papel-moeda. O futuro, então, é de ainda mais facilidade nas operações para bancarizados com acesso à Internet e de dificuldade para quem ainda depende de dinheiro físico. Notas de R$ 200 sumiram, mas outras de alto valor ainda são maioria Informações obtidas no site do Banco Central no dia 27 de junho deste ano sobre a quantidade e valores das notas em circulação no Brasil confirmam a dificuldade quando o assunto é troco. As notas que mais circulam são as de R$ 100 (1.802.694.162 notas) e de R$ 50 (1.793.342.380). Além de indicar um cenário de inflação, a circulação em maior quantidade de cédulas de maior valor interfere diretamente na falta de troco. “Ao revisar as diretrizes do Real Digital, o Banco Central apresenta como desafios no reflexo da economia a interoperalidade nos sistemas financeiros, ou seja, a tecnologia. Porém, ainda pouco se fala dos prejuízos ao consumidor com a falta do troco e também para o varejo, principalmente o pequeno comércio, já que a logística para ter dinheiro em frações no caixa consome altos investimentos”, alerta Rodrigo Dória, CEO e fundador do Super Troco. Aumento de soluções para a falta de troco no varejo “Os pagamentos em dinheiro ainda são uma realidade. E quanto menos dinheiro em circulação, diretamente proporcional é a falta do troco nos caixas. Lembrando que a gestão desse troco reflete em gastos para o varejista e insatisfação do cliente com a experiência”, explica Dória. De qualquer forma, mesmo com seu propósito de solução à falta de troco escalando fortemente entre os parceiros do varejo, o Super Troco já utiliza sua experiência neste setor para diversificar o modelo de negócio. “Nossa plataforma se transformou em uma ferramenta de relacionamento e fidelização com o consumidor. Para que tenham acesso aos benefícios, os clientes passam a fazer questão de comprar pontos Super Troco mesmo nos pagamentos realizados com cartões de crédito ou débito e até mesmo nas transações digitais e compras online direto em nosso site”, conta. Conheça a fintech Super Troco Desde sua criação, a empresa tem apresentado um crescimento exponencial, tanto por meio de parcerias com varejistas quanto pela venda direta no site Super Troco. Com mais de cinco milhões de usuários, a plataforma está presente em todo país. O Super Troco, que inicialmente surgiu como uma ferramenta especializada para lojas físicas no varejo, agora também está presente no varejo online e outros segmentos de mercado. Além disso, vem crescendo no mercado de incentivo. Nesta vertical Super Troco Incentivo, as empresas realizam campanhas de distribuição de cupons de pontos Super Troco como forma de engajar, fidelizar, incentivar e se relacionar com os seus clientes, colaboradores, parceiros ou prospects. Neste caso, os pontos não são pagos pelas pessoas que os recebem; elas ganham os cupons, por exemplo, na compra ou uso de um produto ou serviço, como recompensa pelo seu desempenho ou pela adesão e engajamento em atividades. Como plataforma de pontos e benefícios voltada ao varejo físico e online, ainda é um poderoso aliado na solução falta de troco. Além da possibilidade de transformar o troco em papel ou moeda em pontos, por meio de cupons, nos pagamentos com cartão ou digitais há a opção de arredondamento do valor da compra. No site do Super Troco, ainda é possível comprar pontos de qualquer lugar. A aquisição de pontos beneficia os consumidores, já que os pontos acumulados podem ser utilizados para resgatar produtos, serviços ou realizar doações. Cada cupom de pontos Super Troco recebido dá direito a um número da sorte, para concorrer a prêmios em dinheiro. Semanalmente, são contemplados dezenas de clientes, com valores proporcionais ao valor do cupom adquirido, com o prêmio máximo de R$ 500 mil. A apuração dos números da sorte contemplados se baseia no resultado da extração da Loteria Federal dos sábados. As regras da premiação são lastreadas em títulos de capitalização da modalidade incentivo, emitidos pela ICATU CAPITALIZAÇÃO S/A, CNPJ/MF nº 74.267.170/0001-73, Processo SUSEP nº 15414.901825/2019-77. O regulamento do programa está disponível no site www.supertroco.com.br e no cartório de títulos de São Paulo. “A dificuldade do varejo em ter troco é um problema em cadeia. Boa parte das pessoas realiza pagamentos por meio de cartão ou Pix e, com isso, a quantidade de dinheiro físico nos caixas diminui. Sendo assim, o troco também diminui, o que é um dos pontos de atrito do varejo com os consumidores e gera insatisfação do cliente com a experiência de compra. O Super Troco soluciona esse problema gerando benefícios para o lojista, para os usuários e para a sociedade”, conclui o CEO.
- PagBank se consolida como o 2º maior banco digital do Brasil
O PagBank, um banco digital que oferece serviços financeiros completos e soluções de pagamento, reforça sua posição como o segundo maior banco digital do Brasil em termos de número de clientes. Com uma ampla gama de soluções financeiras digitais e uma abordagem centrada no cliente, o PagBank conquistou uma base de mais de 28,7 milhões de clientes, o que representa 13% da população brasileira. Desde sua fundação em 2006, o PagBank expandiu suas operações ao longo dos anos e se tornou uma referência no setor bancário digital do Brasil. Como um banco digital completo, o PagBank oferece diversos produtos e serviços para milhões de pessoas, diretamente em seus dispositivos móveis. Isso inclui a capacidade de receber e fazer pagamentos através do Pix, transferências ilimitadas, recargas de celular com cashback, contratação de seguros e acesso a um cartão de crédito internacional gratuito com limite vinculado ao saldo da conta ou a investimentos em CDBs. Além disso, o PagBank oferece a Conta Rendeira, que proporciona um rendimento maior do que a poupança. O banco digital também disponibiliza uma ampla variedade de opções de investimento, incluindo Tesouro Direto, CDBs, Renda Variável, Fundos de investimento, entre outros. Com uma estratégia de negócios equilibrada entre inovação e crescimento sustentável, o PagBank se destaca como um dos poucos unicórnios brasileiros lucrativos, priorizando a criação de valor a longo prazo para seus clientes. No primeiro trimestre de 2023, o PagBank registrou um lucro de R$ 392 milhões e dobrou sua participação no mercado de pagamentos desde sua oferta pública inicial (IPO), que ocorreu em janeiro de 2018. Os resultados positivos foram anunciados juntamente com a unificação e centralização de todos os produtos e serviços sob uma única marca, o PagBank. O sucesso do PagBank no mercado é evidenciado por sua posição como líder entre os principais adquirentes de maquininhas de cartão no Brasil em termos de número de clientes, bem como pela sua posição como o segundo maior banco digital do país. À medida que o PagBank continua a expandir sua base de clientes e aprimorar seus serviços, a empresa está comprometida em investir em programas de educação financeira, especialmente voltados para micro e pequenos comerciantes, com o objetivo de promover a conscientização e o conhecimento financeiro em todo o país. "Estamos extremamente orgulhosos de alcançar a posição de segundo maior banco digital do Brasil, uma conquista que reflete o compromisso do PagBank em fornecer soluções financeiras inovadoras e acessíveis, bem como o empenho e profissionalismo de nossa equipe. Com uma presença consolidada entre os micro e pequenos empreendedores do país, desempenhamos um papel fundamental na democratização do acesso aos meios de pagamento e serviços financeiros para toda a população brasileira", conclui Alexandre Magnani, CEO do PagBank.
- Mercado Bitcoin lista token para monetizar criadores de conteúdo e o usuário comum
Os mais de 3,8 milhões de clientes do MB (Mercado Bitcoin), maior plataformas de ativos digitais da América Latina, passam, a partir do próximo dia 4 de julho, a ter acesso ao Prime Token (PRT), token de governança da rede social web3 SoulPrime que oferecerá em breve diversos benefícios aos usuários. Segundo o CEO da SoulPrime, Fabiano Miranda, o MB é seu principal parceiro no Brasil e na América Latina. “Essa parceria nos leva a crer que a comunidade adote muito rápido e fácil o produto. Além de termos a usabilidade da rede social, oferecemos o benefício da moeda. Dessa forma esperamos uma adoção em massa”, revela. "A parceria do MB com a SoulPrime é um reflexo do nosso compromisso em oferecer soluções inovadoras e seguras para nossos clientes. Através dela, estamos abrindo portas para que nossos usuários se beneficiem com este token, ao mesmo tempo em que promovemos a democratização do acesso a ativos digitais para uma camada maior da sociedade. Essa parceria corrobora ainda mais para o fortalecimento do ecossistema blockchain no Brasil e estamos entusiasmados em fazer parte dessa jornada revolucionária", diz Fabrício Tota, diretor de Novos Negócios do MB. Comprometida em criar um ambiente digital mais seguro e descentralizado, que promova a autenticidade, a transparência e além da segurança de informações, a rede social SoulPrime tem como objetivo solucionar um dos grandes problemas atuais: a manipulação de dados dos usuários, como a venda indevida para empresas e anunciantes. Atualmente, todas as principais redes sociais disponíveis no mercado disponibilizam informações pessoais como nome, endereço, preferência, CPF e cartão de crédito, fazendo com que os usuários se tornem produtos valiosos para essas empresas. “A SoulPrime pretende mudar esse cenário. Somos nativos Web 3.0 e esse novo conceito prioriza a LGPD ao utilizar a tecnologia Blockchain, que são blocos criptografados para proteção de dados, tais como data e hora de registro de documentos", reforça Fabiano Miranda. Para o executivo, o foco da rede social está na valorização do usuário. “Pretendemos proporcionar uma experiência online mais justa e segura. Acreditamos que, ao utilizar a tecnologia Web3, podemos construir uma rede social que respeite a privacidade e os interesses dos usuários, permitindo que eles possam se conectar e compartilhar conteúdo de maneira mais transparente e responsável", completa. Ainda com relação à segurança, a SoulPrime anuncia uma importante integração tecnológica. A SoulPrime acaba de fechar uma integração inédita com a Fireblocks, uma das maiores fornecedoras de tecnologia de custódia e segurança para ativos digitais do mundo, alavancando a mesma para as suas carteiras de varejo. Fireblocks é uma plataforma robusta na qual empresas como Revolut, o maior banco digital da Europa, e Flipkart, a maior empresa de e-commerce da Índia, criam produtos baseados em blockchain e gerenciam suas operações de ativos digitais. A integração da Fireblocks na SoulPrime é a primeira na história da Fireblocks a ser executada por meio do marketplace da AWS. "A Fireblocks está muito animada de poder apoiar a SoulPrime na criação de um produto e experiência Web3 seguros e escaláveis, e expandir a adoção de Web3 na América Latina", diz Sofia Düesberg, diretora da Fireblocks. Dinheiro para usuários comuns e criadores de conteúdo O pré-lançamento da SoulPrime foi no último mês de maio durante da Web Summit Rio, a primeira e única rede social do mundo baseada em Blockchain a remunerar os usuários e os criadores de conteúdo. Quando o usuário da SoulPrime aceita ser impactado por anúncios (ADS), ele se torna cliente da plataforma e recebe financeiramente por isso.Os usuários são monetizados através do token de usabilidade da rede chamado MBRL (stablecoin do MB, pareada ao real), que pode ser negociado dentro da plataforma exchange Mercado Bitcoin. O token MBRL pode ser usado para pagar os usuários e os criadores de conteúdo. Outro token utilizado em breve na plataforma é o PRT (Prime Token), que pode ser deixado na plataforma rendendo juros, como funciona o staking (renda passiva), caso o usuário assim queira, além de ser utilizado em qualquer lugar do mundo. Para criadores de conteúdo Os criadores de conteúdo recebem de 20% até 25% da receita total da plataforma, de acordo com meritocracia, que pode ser consultado na própria plataforma da SoulPrime. O usuário que tem cadastro na plataforma do MB, recebe o pagamento via token MBRL e, caso queira, pode realizar o saque do token no Mercado Bitcoin.
- Fintechs são um dos grandes destaques do FEBRABAN TECH 2023
O FEBRABAN TECH chegou, neste ano, na sua 33ª edição, realizado entre os dias 27 a 29 de junho. O evento, realizado pela Febraban, trouxe os principais conteúdos e novidades envolvendo tecnologia e inovação do setor financeiro. Nesta edição, o tema principal foi "A bioeconomia e as oportunidades em uma sociedade digital". Diversas lideranças dos setores financeiro, tecnologia, sustentabilidade e de áreas interessadas em inovação, foram reunidas para debates sobre temas atuais da economia digital. Além de trilhas especiais para debater novas tecnologias como Pix, Open Finance, economia tokenizada, inteligência artificial, web3, IoT, 5G e ESG, uma das trilhas foi destinada especialmente para as fintechs, com o tema “Fintechs, parcerias e o novo cenário de negócios”. Mais do que isso, o evento, que contou com diferentes ambientes, teve um espaço especialmente para as fintechs, com conteúdos apresentados na Arena Fintech e com um lounge especial para a exposição das startups. Uma das atividades da Arena Fintech foi a disputa de pitches. Nele, as 20 fintechs presentes no lounge foram avaliadas e as 12 melhores apresentaram seus pitches para um grupo de jurados, que escolheu os grandes destaques. Confira abaixo quais foram as 12 finalistas e quem foram as grandes vencedoras. Finalistas 4KST Oferecem aos clientes, através de Saas (software as a service), o melhor da atualidade em Análises Preditivas. Estão no portfólio de clientes Bancos, Seguradoras, Instituições de Ensino, Indústrias, empresas do ramo de TELECOM, Varejo, Saúde, entre outras. Com a solução, são reduzidas a fraude e a inadimplência, além do aumento da conversão de vendas e da redução do chargeback. Certdox Oferecem soluções que permitem acelerar o ciclo de implantação das atividades operacionais, por meio da automação, integração e controle dos fluxos, entregando simplicidade e agilidade à experiência do cliente final. Especializados no tratamento de informações financeiras e seus processos de negócio, conectando digitalmente todos os documentos, sistemas, ambientes e entidades requeridas pela regulamentação, assegurando a correta formalização dos contratos e operações de forma segura, confiável e com perfeita conformidade jurídica. Corsight A Corsight AI se dedica a criar tecnologia de reconhecimento facial líder do setor com velocidade, precisão e privacidade incomparáveis. A tecnologia é alimentada pelo Autonomous AI®, o sistema de inteligência artificial mais avançado desenvolvido pelos principais pesquisadores de IA e apoiado por mais de 250 patentes. Data Rudder A Data Rudder é uma empresa de inteligência de dados que oferece ao mercado uma plataforma de analytics completa baseada em AutoML e IA. A potência dos dados dos clientes é usada para melhorar a tomada de decisão, aumentando a performance e lucratividade de seus negócios. Ermetic Plataforma holística de segurança da infraestrutura em nuvem que revela e prioriza as lacunas de segurança na AWS, Azure e GCP e permite corrigi-las imediatamente. Gyra+ A Gyra+ é uma plataforma de capital de giro que tem como propósito ampliar os limites de cada empreendedor, para que cada vez mais pequenas e médias empresas possam existir e concretizar seus sonhos. InvestPlay Soluções de Open Finance as a Service. Através de aplicações white label, empresas podem entender os hábitos financeiros de seus usuários e, assim, melhorar seus serviços. MinTech A Mintech fornece soluções de coleta e modelagem de dados que possibilitam um melhor desempenho para diversas áreas de atuação, por meio de uma estrutura de algoritmos poderosa e disruptiva. neo4j Por meio da solução, é possível descubrir padrões e insights em bilhões de conexões de dados de forma profunda, fácil e rápida. Nuvidio Com a plataforma segura de videoatendimento da Nuvidio, você pode oferecer atendimento para clientes surdos por libras, para clientes que têm dificuldade de comunicação escrita ou com pouca habilidade tecnológica. Pluggy A Pluggy possibilita a conexão de aplicações aos dados financeiros dos seus usuários, permitindo que inovadores de todos os segmentos e tamanhos criem experiências baseadas no Open Finance com total segurança e respeito à privacidade dos usuários. Roit Recuperação e Otimização de Tributos, Portal de Compras, Portal do Fornecedor e Portal de Entradas fiscais e não fiscais, com Contas a Pagar e integração direta nos ERP’s. Vencedoras As duas fintechs vencedoras foram a Data Rudder e a 4KST.
- Como está o Open Finance no Brasil?
Você já aderiu ao Open Finance? O Sistema Financeiro Aberto permite aos clientes compartilhar suas informações entre instituições autorizadas pelo Banco Central. Não só isso, a tecnologia também permite a movimentação de contas bancárias por meio de diversas plataformas. Por aqui, o Open Finance tem sua implementação ocorrendo em 4 fases. A fase 1 ocorreu em 2021, com o início da implementação do Open Banking, com os dados das próprias instituições financeiras compartilhados. A fase 2 começou em agosto de 2021, com compartilhamento de dados com consentimento dos próprios clientes. A fase 3, em outubro de 2021, trouxe o compartilhamento de serviços de iniciação de transações de pagamentos via Pix e seguiu até fevereiro de 2023, com agendamentos de Pix via Open Finance. Por fim, a fase 4, que começou em abril de 2023 e deve se estender até abril de 2024, tem como objetivo o compartilhamento de dados transacionais de câmbio, credenciamento, seguros, investimentos e previdência. No Brasil, o Open Finance se apoia em 5 pilares da Agenda BC#, lançada em 2019: Inclusão, Competitividade, Transparência, Educação e Sustentabilidade. Em relação aos participantes, temos as seguintes formas no modelo de participação obrigatória: Instituições transmissora e receptoras Detentoras de conta e iniciadoras de pagamento Instituições que tenham firmado contrato de correspondente no país E há ainda o modelo de participação voluntária, que são as outras instituições, além das citadas como obrigatórias, financeiras e de pagamento autorizadas a funcionar pelo Banco Central podem, de forma voluntária, fazer parte do ecossistema do Open Finance para o compartilhamento de dados. A condição é que estas disponibilizem uma interface dedicada na condição de instituição transmissora de dados e registrem a sua participação no repositório de participantes proposto pela estrutura de governança do processo de implementação do Open Finance. Em números, o ecossistema do Open Finance brasileiro é composto por mais de 800 instituições, de mais de 150 conglomerados, divididas em 11 associações, como mostra o Relatório Anual Open Finance - 2022. O relatório também mostra que de março a dezembro de 2022 o Open Finance no Brasil teve 11,6 bilhões de chamadas de API’s, 18,7 milhões de consentimentos ativos e 16 Instituições Iniciadoras de Transação de Pagamento (ITP’s): BTG Pactual Mercado Pago Sicoob Itaú Banco do Brasil Quanto Gerencianet Inter Mercantial do Brasil hub fintech Parati Bradesco XP U4C Sicredi Celcoin Quem já está oferecendo? Como você viu, centenas de instituições financeiras já possuem alguma relação com o Open Finance, sejam soluções de tecnologia que podem ser implementadas por outras empresas, seja a solução final, já oferecendo o Open Finance para os usuários. Para conhecer quais fintechs já estão inseridas neste cenário, confira a tag Open Finance, disponível lá na nossa plataforma. E tem mais! Não se esqueça de avaliar as soluções com as quais você já teve alguma experiência. A tag OPEN FINANCE é a escolhida da vez para o Top Tag's Fincatch, prêmio sazonal para identificar as melhores soluções a partir da escolha dos usuários.
- Microsoft une forças com Bacen e instituições financeiras em projetos envolvendo o Real Digital
A Microsoft tem desempenhado um papel colaborativo junto ao Banco Central (BACEN), instituições financeiras e associações para impulsionar a digitalização do setor financeiro e apoiar as recentes inovações, como o desenvolvimento do Open Finance, PIX e, agora, sendo a única empresa a participar de quatro consórcios para o projeto-piloto do Real Digital. Antes do início do projeto-piloto, a empresa se uniu à Visa, Sinqia e Agrotoken durante o Lift Challenge, promovido pelo BACEN no ano passado, para desenvolver uma solução inovadora que apoiasse o crescimento de pequenas e médias empresas agrícolas, facilitando o acesso aos mercados de capitais globais. Atualmente, a Microsoft está participando dos consórcios com a Caixa e a Elo, contribuindo com a tokenização de ativos e a tecnologia de Distributed Ledger (DLT); com a ABBC - Associação Brasileira de Bancos, BBchain e BIP; Banco ABC, Hamsa e LoopiPay; e com o Banco Inter e a 7COMm. Essas iniciativas têm como objetivo trazer soluções para fortalecer o ecossistema financeiro e impulsionar a transformação digital do setor, por meio de inovações nos meios de pagamento brasileiros, garantindo segurança, resiliência e confidencialidade.
- Mercado Bitcoin lança MB Startups, a nova plataforma de investimento participativo
O Mercado Bitcoin (MB), a maior exchange de ativos digitais da América Latina, anunciou o lançamento do MB Startups, uma nova unidade de negócios dedicada a produtos e soluções para captação de investimento participativo. O objetivo da plataforma é realizar a curadoria e seleção de startups em busca de recursos, conectando-as a aceleradoras especializadas no ecossistema e a investidores que buscam rentabilidade e diversificação de portfólio por meio de empresas promissoras. Reinaldo Rabelo, CEO do MB, explicou que o mercado de investimento em projetos, startups e pequenas e médias empresas apresentava desafios não apenas para pessoas físicas, mas também para instituições que organizam captações. Clubes de investimentos, family offices, fundos e empresas de private equity enfrentavam dificuldades relacionadas às atividades operacionais, como assinatura de documentos, controle de titularidade e gestão financeira na captação. Diante disso, o MB identificou a oportunidade de desenvolver uma solução para atender às necessidades desse ecossistema. O MB Startups possui uma estrutura completa para captação de investimento participativo, com foco em startups em estágio inicial, visando proporcionar padronização, organização, segurança e governança nas operações. A plataforma é recomendada para perfis arrojados, tanto para aqueles familiarizados com financiamento coletivo quanto para o público em geral que procura alternativas aos ativos tradicionais. Ao utilizar o MB Startups, os investidores podem se beneficiar da seleção e gestão de ativos, garantia e segurança da liquidação, além de facilidades no processo de captação, diligência e controle de titularidade das empresas investidas. A plataforma também oferece uma solução white label completa e personalizável para aqueles que desejam licenciar sua própria captação de investimento participativo, adaptada às suas necessidades. Investir em companhias em fase inicial oferece grandes oportunidades de expansão, mas também envolve riscos. Portanto, as startups interessadas em fazer parte da plataforma passam por um rigoroso processo de solicitação, incluindo o envio de um formulário e avaliação de requisitos como histórico, diligência, engajamento dos fundadores e preparação para participar de rodadas de captação. A plataforma realiza ofertas públicas em conformidade com a regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e já estabeleceu parcerias estratégicas com empresas do ecossistema de startups, como o Distrito, a Fisher e a Gear Ventures. A Gear Ventures, por exemplo, realizou uma captação privada de R$ 10 milhões na startup Pacific Sec, especializada em cibersegurança. No MB Startups, os investidores podem fazer aportes a partir de R$ 100, utilizando sua conta no Mercado Bitcoin. A plataforma também permite aportes em grupo, facilitando a gestão e aumentando a confiabilidade dos investimentos. Com o lançamento do MB Startups, o Mercado Bitcoin visa democratizar e estimular os investimentos em startups nacionais e internacionais. A plataforma oferece a oportunidade para pessoas interessadas em investir no futuro, participando de rodadas de captação de investimento. Além disso, contribui significativamente para o avanço da nova economia digital. Para incentivar a interação e troca de conhecimento, o MB Startups possui um canal no Discord com conteúdos exclusivos, insights sobre empreendedorismo e análises de mercado fornecidos por parceiros como Arkangeles, Distrito, Gear Ventures e Fisher. Diferenciais Alguns diferenciais do MB Startups incluem a possibilidade de startups em fase inicial realizarem sua primeira rodada de investimento a custos mais baixos, uma solução completa de captação de recursos para aceleradoras e parceiros, e acesso democrático a investimentos em startups com seleção criteriosa e suporte da principal empresa de criptoativos da América Latina. Ao longo de sua jornada de 10 anos, o Mercado Bitcoin se transformou em uma plataforma completa de investimentos, gestão financeira e patrimonial, atuando como uma bolsa para empreendedores e financiadores. O MB Startups representa uma nova etapa voltada para incentivar startups e diversificar carteiras de investimento, estimulando o surgimento de novos negócios, engajando sua base de clientes e facilitando conexões valiosas para todos. A plataforma já está recebendo inscrições e avaliando startups para listar as primeiras ofertas. Os investidores interessados podem se inscrever no site oficial do MB Startups para receber notificações sobre as novidades: https://mbstartups.com.br/.














