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  • Cartões de crédito ainda são os meios de pagamento mais usados no Brasil

    Diante da crescente digitalização e automação de serviços em todo o mundo, o uso da tecnologia financeira se tornou um pilar de desenvolvimento no setor. Em meio a uma sociedade cada vez mais digital, as formas de pagamento on-line vêm ganhando novos adeptos a cada dia. Nos dois primeiros anos de funcionamento, o Pix, por exemplo, somou 26 bilhões de transações. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), há atualmente 523 milhões de chaves cadastradas, alta de 390% em relação a março de 2020. Apesar do boom que a novidade trouxe ao segmento, por outro lado, mesmo com o advento de formas de pagamento inovadoras, os cartões ainda lideram as transações financeiras no Brasil. A modalidade é a mais popular entre os consumidores, principalmente, por duas maiores vantagens: praticidade e prazo de pagamento, movimentando o maior volume de dinheiro e impactando as vendas nas empresas. Os primeiros cartões de crédito começaram a ser utilizados na década de 1920, nos Estados Unidos. A ideia inicial era a de um cartão pós-pago que os comerciantes disponibilizariam aos clientes fiéis e bons pagadores, assim poderiam reunir todos os seus gastos e fariam o pagamento de uma só vez. Dali em diante, a surgiu o Diners Club, que passou a produzir cartões em plástico em larga escala, consagrando os primeiros cartões de crédito internacionais da história Alguns anos depois, em 1966, o Bank of America criou o seu cartão de crédito, que se popularizou rapidamente e passou a ser aceito em mais de 12 milhões de estabelecimentos em todo o mundo, inclusive no Brasil. Posteriormente, originou a bandeira Visa e, no mesmo ano, também foi criada a bandeira Master Charge, que viria a se chamar Mastercard. Hoje, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o volume transacionado por meio de cartões cresceu 24,6% em 2022 no país, puxado pelo aumento das transações via cartão de crédito e pré-pago. O valor movimentado foi de R$ 3,31 trilhões, sendo R$ 2,1 trilhões em cartões de crédito (alta de 29,4%) e R$ 992,4 bilhões no débito (aumento de 7,4%), além dos pré-pagos que se destacaram com R$ 227,6 bilhões (crescimento de 94,4%). O tíquete médio por modalidade foi maior no crédito, com R$ 114,8. No débito, foi de R$ 64,4 e no pré-pago, R$ 40,2. Para 2023, a Abecs projeta crescimento entre 14% e 18% no valor total transacionado por meio dos cartões de crédito, débito e pré-pago, tanto em lojas físicas quanto no e-commerce. Outro destaque do estudo foi o crescimento do uso dos cartões na internet, em aplicativos e outros tipos de compras não presenciais que manteve o ritmo de 2022. Esse tipo de transação movimentou pela primeira vez o valor de R$ 700 bilhões no ano, alta de 22,8%. O formato ainda é – e vai continuar sendo – uma forma muito relevante de realizar pagamentos. Por isso, em um mercado cada vez mais competitivo, oferecer cartões com sua marca pode ser um diferencial para fidelizar a clientela e alavancar as vendas. O processo pode ser bastante burocrático, envolvendo desde a emissão até o processamento e a logística dos cartões. Nesse sentido, é essencial optar por parceiros que garantam expertise no processo e que cuidem da emissão de ponta a ponta, como o Bankly. A nossa plataforma de cartões permite com que a sua empresa ofereça cartões aos clientes com toda a segurança e suporte para a evolução do negócio. Apesar das novas tecnologias, o cartão não vai perder o seu espaço na dinâmica da sociedade. Quem optar por estratégias inteligentes voltadas a esse cenário, pode sair na frente. Por Leonardo Borges, COO do Bankly

  • Agrotoken e Cibra anunciam parceria na Bahia Farm Show

    A Agrotoken, pioneira no mundo na tokenização de commodities agrícolas, e a Cibra, uma das maiores e mais inovadoras empresas de fertilizantes do Brasil, anunciam sua parceria na Bahia Farm Show, feira voltada para o agronegócio nacional, que acontece de 6 a 10 de junho, em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. Os grãos, já comercializados pelo produtor rural, são transformados em tokens para serem utilizados no pagamento dos insumos. “Com a moeda digital ‘em mãos’, o produtor rural poderá comprar seus fertilizantes, assim como faria utilizando boleto bancário ou transferência bancária, por exemplo. É mais uma opção de pagamento que ele terá à sua disposição. Na Cibra, buscamos sempre dar opções ao cliente para que ele escolha a que melhor lhe atender”, explica Raphael Nezzi, CFO da Cibra. Blockchain, tokenização e criptoativo não são temas novos para a Cibra que, pouco mais de um ano atrás, lançou sua própria moeda digital, o CibraCoin. Com uma equipe preparada, com expertise nesse tipo de solução, foi possível implementar a nova opção de pagamento com bastante agilidade. Segundo Anderson Nacaxe, diretor da Agrotoken no Brasil, o mind-set inovador da empresa de fertilizantes permitiu o rápido avanço da parceria e ressaltou a mudança de comportamento do mercado agrícola, que hoje é muito mais aberto para o ambiente digital. “Na prática, transformamos os grãos em um bem digital, para guardar ou trocar por insumos, serviços e outros bens. O que o Agrotoken oferece hoje, é uma importante ferramenta, para democratizar o agronegócio”, pontuou Nacaxe. Prestes a completar um ano, dentro do mercado nacional, a presença contínua da Agrotoken em feiras e eventos do setor e em parceria com diferentes marcas, tem como objetivo apresentar as vantagens da tokenização dos grãos. “Somente neste primeiro trimestre do ano, já marcamos presença nas três principais feiras do segmento, tendo como apoio essas importantes parcerias. O que buscamos em conjunto, é a apresentação dessa novidade, reforçando a possibilidade de utilizar os grãos digitais em diferentes fornecedores”, destaca Anderson Nacaxe, diretor da Agrotoken no Brasil. Como funcionam as transações financeiras com ‘grãos digitais’ Para aquisição de bens nesta modalidade, a empresa transforma os grãos físicos do produtor em um bem digital. Com os grãos físicos digitalizados na plataforma da Agrotoken - transacionados de forma segura por meio da tecnologia blockchain -, os grãos são convertidos em ‘agrotokens’ como crédito para o produtor transacionar em operações comerciais e financeiras, sempre com o apoio direto dos grãos, que tem seu valor atrelado ao preço da soja, milho e trigo. Vinculados à origem da emissão do ativo físico, os agrotokens são lastreados em ativos reais, ao contrário dos NFTs. Isso significa que têm valor idêntico em todo o território nacional, independentemente de onde e por quem foram emitidos, conforme preço indexado em índices como Esalq, CEPEA/B3, Argus e Platt, paridade que a torna uma stable coin, ou seja, moeda de baixa volatilidade. . Até o final do ano, a Agrotoken tem como estratégia de mercado “tokenizar” mais de 1 milhão de toneladas de grãos no Brasil.

  • Nubank: A grande combinação entre tecnologia e processos

    O Nubank, primeiro banco 100% digital do Brasil, acaba de comemorar dez anos da sua fundação. À baila das celebrações, a empresa, que tem suas ações negociadas na bolsa de valores de Nova York (NYSE) e, como consequência, responsabilidade judicial pela acuracidade das informações que leva ao mercado, divulgou alguns números de sua operação que impressionam: a empresa conta com 80 milhões de clientes; e um em cada dois brasileiros com smartphone é cliente Nubank, o que representa 46% dos adultos no Brasil. Os questionamentos quanto a sustentabilidade da organização — que são naturais em se tratando de um projeto inovador e recente — continuam existindo, porém alguns têm sido derrubados ano a ano, como, por exemplo, as indagações a respeito dos seguidos prejuízos da companhia. No 1º trimestre de 2023, a empresa apontou um lucro líquido recorde de R$ 736 milhões. Seu resultado financeiro ainda é tímido se comparado ao dos bancos tradicionais (o lucro líquido do Itaú no mesmo período superou a marca de R$ 8 bilhões). Um aspecto inconteste, no entanto, diz respeito à evolução da organização e a sua relevância no mercado financeiro atual. Como uma empresa conseguiu, em apenas dez anos, ocupar essa posição de destaque em um segmento tão complexo e competitivo? A resposta a essa indagação passa pela observação atenta de aspectos centrais do sistema de gestão da organização. Desde o início da operação, um de seus fundadores, David Vélez, sempre enfatizou que o Nubank não é um banco e sim uma empresa de tecnologia que atua no segmento financeiro. Tendo como fundamento essa visão, a empresa ancorou todo o seu sistema de gestão no uso intensivo da tecnologia para conseguir atender de forma superior as demandas de seus clientes. É imperativo, porém, entender que a tecnologia, por si só, não é capaz de gerar experiências extraordinárias. Ela é o meio para que isso aconteça. Sendo assim, a análise desse projeto deve expandir seus tentáculos para o entendimento de como a organização adaptou seus processos e pessoas para extrair o maior potencial possível da tecnologia em prol do negócio. Quando analisamos a arquitetura de processos da organização, observamos que todos os fluxos gerados pela empresa têm como propósito eliminar a fricção existente nas interações dos clientes com o banco. Ao compararmos a experiência de uso de clientes de bancos tradicionais com a oferecida pelo Nubank constatamos facilmente como este adota um processo que suprimiu todos os atritos possíveis, de modo a facilitar ao máximo a vida dos seus clientes. Uma evidência da virtuosa combinação entre tecnologia e processos adequados aconteceu quando da introdução do PIX pelo Banco Central. O Nubank foi o primeiro a estar preparado a oferecer esse serviço e até hoje sua participação na utilização desse modal de pagamentos é muito superior à representatividade da sua base de clientes: em abril deste ano, cerca de 40% das transações interbancárias com PIX passaram por seus sistemas. Enquanto as empresas tradicionais hesitaram (e algumas continuam hesitando) em oferecer essa facilidade a seus clientes, já que a adesão ao PIX implica impacto importante na geração de receita de serviços, o Nubank entendeu que prover essa experiência gera maior satisfação em seus clientes, que utilizarão com mais frequência seus serviços, aumentando seu ticket médio. Processos e tecnologias não funcionam, contudo, se não forem adotados adequadamente por pessoas, tanto no seu papel de colaboradores quanto clientes. A importância das pessoas no sistema de gestão do Nubank esteve presente desde o início de sua operação e pode ser evidenciado pelo fato de, mesmo estruturando uma operação com alto nível de automação, que não conta com uma agência física sequer, a empresa optou por ter uma central própria de relacionamentos com o cliente. Um dos princípios do negócio, desde sua fundação, foi o de ter clientes fanáticos pela empresa. Seus fundadores entenderam que haveria o risco de não atender a esse objetivo com um negócio 100% digital que apresenta desafios importantes na conexão com seus clientes. Em adição à utilização da tecnologia para incrementar a experiência do cliente, extraindo toda fricção no processo, a empresa investiu em fortalecer esse relacionamento por meio de uma central de atendimento pautada pela informalidade e proximidade, com larga utilização de tecnologia como facilitadora desse processo. Diversas pesquisas têm sido publicadas apontando os altos níveis de satisfação dos clientes com a empresa e um dos indicadores que mostra essa dinâmica, na prática, é que 70% dos novos clientes do Nubank são adquiridos pelo “boca a boca”, ou seja, são indicações espontâneas, mitigando os investimentos em marketing. Todo esse sistema de gestão só se sustenta se a conta fechar. Os lucros reportados nos últimos trimestres são resultantes de um custo operacional baixo. Estimativas dão conta que esse indicador no Nubank é 85% inferior ao das empresas tradicionais do setor. Um dos aspectos centrais que suporta esse índice é o fato da organização ter a já citada base de 80 milhões de clientes sem ter uma única agência física, o que elimina parte expressiva da composição de despesas com ativo imobilizado e pessoas. Ainda existem desafios importantes para a evolução da organização, como a evolução do ticket médio e da renda de seus clientes; as dificuldades de manter a cultura e agilidade em uma organização cada vez maior; os obstáculos para vender novos produtos e serviços para a base instalada, dentre tantos outros. No entanto, as evidências quanto ao futuro do negócio vão se consolidando cada vez mais e mostrando que, ao que tudo indica, o fenômeno Nubank não se trata de uma estrela cadente que, da mesma forma que surge e causa impacto, desaparece instantaneamente. O projeto é uma realidade e a busca incessante por motivos que indicariam o insucesso do negócio — que tanto caracteriza muitos líderes incrédulos com a sua própria perda de representatividade — deveria dar espaço a uma análise agnóstica que visa trazer insumos para a concepção de uma nova forma de organizar uma empresa em um segmento tão tradicional e representativo quanto o financeiro. Em tempos de mudanças, o maior risco não é a mudança em si. E, sim, agir com a lógica do passado. Está aí uma visão que traduz muito o risco da negligência de ignorar a evolução desse projeto.

  • Henrique Meirelles fará palestra de abertura do Digital Finance Brasil

    Presidente do Banco Central do Brasil nos dois mandatos do presidente Lula, entre 2003 e 2011, e ministro da Fazenda do governo de Michel Temer, entre 2016 e 2018, Henrique Meirelles vai realizar a palestra de abertura da primeira edição do Digital Finance Brasil, no Blockchain SP + SciBiz, em parceria com a Ethereum Brasil e a Universidade São Paulo que será realizado no Campus da USP nos dias 22 e 23 de junho e vai promover uma discussão profunda sobre o Real Digital e CBDCs, além de abordar os aspectos que envolvem a adoção das soluções baseadas na tecnologia blockchain nas arquiteturas financeiras e meios de pagamento digitais reunindo bancos, fintechs, BACEN, CVM, gateways de pagamento, blockchains e aplicativos descentralizados para discutir inovações em Ativos Digitais, Pagamentos e Moedas. Um fórum inclusivo projetado para facilitar conversas sobre o futuro das finanças no Brasil e seu impacto global. Segundo Francisco Carvalho, CEO e idealizador do Blockchain Festival, a participação de Meirelles no Digifi reforça o compromisso do evento em reunir os principais nomes do mercado para discutir a implementação do Real Digital, a primeira moeda virtual oficial do Brasil que deve ser disponibilizada ao público até o final de 2024. “O Henrique Meirelles é um dos conselheiros do governo na área econômica e participa de debates sobre a economia latino-americana e mundial, além de defender a integração econômica na América Latina e o fortalecimento das instituições financeiras regionais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Por tudo isso, é um nome muito importante para aprofundar o debate sobre o tema e, ainda, alertar sobre a necessidade de reformas estruturais que visam garantir a estabilidade econômica”, destaca. Henrique Meirelles foi o presidente do Banco Central que ficou mais tempo no cargo, entre 2003 e 2011, um período de crescimento econômico, geração de empregos e controle da inflação. Entre 2016 e 2017, comandou o Ministério da Fazenda, tirando o Brasil da maior recessão da história e promovendo avanços institucionais, como a limitação dos gastos públicos, a nova Lei das Estatais e a reforma trabalhista. No setor privado, trabalhou por 28 anos no BankBoston, chegando ao posto de presidente mundial do banco, único brasileiro a atingir esse nível de direção na história. Meirelles também foi chairman do banco de investimentos Lazard Americas e senior advisor da gestora global KKR e fez parte dos conselhos de administração do Lloyds of London e da Azul Linhas Aéreas, além de outras empresas como a Raytheon Corporation, Bestfoods, Champion International, BankBoston Corporation e FleetBoston Financial. Também foi membro dos conselhos da Harvard Kennedy School of Government, da Sloan School of Management do Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT) e da Carroll Scholl of Management do Boston College. Além de Henrique Meirelles, o evento vai reunir nomes como Rodrigoh Henriques, diretor de inovação da Fenasbac; João Paulo Aragão Pereira, especialista sênior em tecnologia e inovação da Microsoft - que recentemente apresentou uma tecnologia para liquidação de ativos tokenizados que visa criar uma ponte entre o Real Digital e redes blockchain externas fora do controle do Banco Central, como o Ethereum (ETH); Rafael Bianchini, coordenador de regulação de riscos financeiros de Infraestruturas do Mercado Financeiro do Banco Central do Brasil; Evelyne Yao, especialista em Estratégia e Inovação do Banco B.V.; Daniel Maeda; Superintendente de Supervisão de Investidores Institucionais da CVM; Andre Portilho, Head de Ativos Digitais do BTG Pactual; entre outros. “O debate é fundamental para o desenvolvimento e evolução das Finanças Digitais. Este evento tem um papel fundamental neste debate e tenho grande satisfação de estar participando do mesmo”, conclui Meirelles. Blockchain SP + SciBiz Após grande sucesso do Blockchain Rio, evento realizado de 1 a 4 de setembro de 2022 que reuniu mais de 400 nomes importantes do cenário blockchain em uma imersão tecnológica e educacional com estrutura de cinco palcos distribuídos pelos 13.500m² dos galpões do Píer Mauá, no Rio de Janeiro, com uma média de 5 mil visitantes por dia, o CEO e idealizador do Blockchain Festival, Francisco Carvalho, decidiu levar o evento para o Campus da USP, a única universidade da América Latina a figurar entre as 100 instituições com maior reputação acadêmica do mundo. Maior convenção sobre blockchain da América Latina, com 14 eventos paralelos, entre eles o Digital Finance Brasil, o Blockchain SP + SciBiz acontece entre os dias 20 e 23 de junho, em parceria com o SciBiz, no Campus da USP. O evento será um grande hub de negócios, palestras que variam de noções básicas a mergulhos setoriais profundos nas implicações globais dessa tecnologia emergente e painéis, e irá promover inúmeros eventos dedicados à tecnologia, ciência, negócios, educação, inovação e ativos digitais onde grandes empresas, acadêmicos e autoridades se reunirão para vivenciar o futuro das transações financeiras - da revolução Blockchain ao Real Digital – e compartilhar conhecimento, criar soluções e gerar oportunidades de negócios. “Blockchain SP + SciBiz será um evento do mercado que contará com a presença de lideranças de grandes bancos e empresas multinacionais. Estamos levando o mercado para dentro do universo acadêmico para criar esse cross e discutir temas atuais”, destaca Francisco Carvalho. Durante os quatro dias de Blockchain SP Festival, os visitantes terão acesso a Painéis com a participação das principais lideranças nacionais e internacionais que irão debater os temas mais relevantes do Brasil e do Mundo; uma Business Fair, com as melhores soluções de produtos, serviços e processos em sustentabilidade selecionadas para apresentarem suas soluções nos corredores do evento em stands; um amplo Showroom de Tecnologias, com a curadoria da coordenação do SciBiz e presença de cientistas brasileiros que irão apresentar suas invenções com potencial de serem transformadas em inovações para o mercado; Desafios, onde empresas de grande porte vão apresentar suas dores e lançar desafios para que startups proponham soluções. As melhores soluções serão premiadas; além do Tech Recruting, uma conexão de profissionais de tecnologia com empresas que buscam preencher seus quadros técnicos. Ingressos Blockchain SP + SciBiz 2023

  • Charbel Tauil compartilha experiência de reservas em NFTs e relembra projeto inovador

    O diretor do hotel Solar do Imperador, em Porto Seguro (BA) e founder da CST Hotels, Charbel Tauil, participou ontem, 4 de junho, da primeira edição da NFT.Brasil, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo. O empreendedor pioneiro em reservas no Brasil, por meio de NFTs, integrou a mesa de discussões sobre “NFTs e os impactos nos ingressos e Tickets Digitais”, com a participação de Felipe Ribbe de Vasconcellos, Felipe Bravo (NFTICKIT), Larissa Barros (Agendacrypto) e Marco Afonseca (NFT.Brasil). Em sua apresentação, Charbel Tauil destacou a experiência de implementação de NFT’s (token não fungível) no segmento da hotelaria, lançado em 2022. “O nosso lançamento nós subimos na plataforma Open Sea e foi um Festival Gastronômico do Senac, em Porto Seguro. Quem comprasse o acesso, nós oferecíamos uma NFT comemorativa. Ali, a gente usou o momento para fazer um marco na nossa empresa de que um hotel de 28 anos a gente estava olhando para o futuro”. Sobre essa ação, Tauil destacou os pontos de apoio para a criação dessa oportunidade e o interesse pelo colecionismo, com a criação de uma NFT para casa período do ano. “Porto Seguro é um lugar lindo. Você tem turismo na praia, mergulho, terrestre, ecoturismo e envolvemos parceiros regionais e colocamos um desconto dentro das NFTs e um desconto exclusivo vitalício para o Hotel. E cada NFT era para um período do ano”. As dificuldades sobre a compreensão dessa nova experiência de compra também foi mencionada e a necessidade de um olhar educativo para o cliente. “Quando a gente apresentou aquilo, ninguém entendeu nada. Mas deu um resultado muito grande porque foi um diferencial. O único hotel que você tinha experiência que continuava. Então, o principal tanto do hotel quanto de outras marcas, é você dar continuidade ao seu cliente, você fazer com que ele volte a consumir seu produto. É ter um olhar educativo criando novas experiências”, destacou Tauil. A importância no desenvolvimento de parcerias e colaborações regionais também foi um ponto de destaque como uma forma de impacto na comunidade. “Por outro lado falando, na parte do ecossistema, a gente consegue impactar através das NFTs com projetos colaborativos para impactar a economia local, a comunidade local. Então, a gente consegue dar uma voz também para aquela imagem que está dentro da blockchain, que está rodando no mercado”, destaca Tauil. O sucesso na experiência permitiu a criação de uma nova coleção, “Brasil e suas Belezas do Nordeste”, lançada em maio deste ano, em parceria com Agaman Duarte e outros artistas da região. A série reúne obras que retratam a essência das paisagens, tradições e riquezas culturais da região. A iniciativa destinará parte dos lucros das vendas para apoiar projetos em comunidades locais que estimulam a cultura, a arte e a tecnologia.

  • Superlógica recebe aporte de R$ 150 milhões da Warburg Pincus

    O fundo americano de private equity Warburg Pincus, acionista da Superlógica desde 2020, fez um novo aporte na companhia de R$ 150 milhões para acelerar seu crescimento. Esse é o segundo investimento feito pela WP. O primeiro, de R$ 300 milhões, realizado há 3 anos, ajudou a empresa a se tornar a maior plataforma financeira e de tecnologia para o mercado condominial que detém, como clientes, 1 em cada 2 condomínios no Brasil. “Temos um modelo de negócios sólido e rentável. Isso nos dá orgulho do que fizemos até hoje, mas ainda há muito a crescer. Este aporte é fundamental para nos ajudar a acelerar este crescimento”, afirma Carlos Cêra, CEO do Grupo Superlógica. O novo investimento será utilizado principalmente para fortalecer o próximo passo do grupo, que é conquistar o coração dos moradores de condomínios com o Gruvi, aplicativo lançado em dezembro de 2022, junto com a Cyrela e a Intelbras, com o objetivo de melhorar a experiência dos moradores com a sua casa, condomínio e vizinhança. No aplicativo os moradores têm acesso a serviços de diversos prestadores que são orquestrados e geridos pelas administradoras de condomínios. "O modelo de negócio amplia a atuação dessas empresas que agora, com apoio da plataforma Gruvi, passam a cuidar de forma mais ampla da experiência dos moradores com suas casas”, detalha Cêra. O Gruvi já conta com mais de 12 mil condomínios ativos e até o final do ano a Superlógica espera colocar o aplicativo em mais de ⅓ da sua base de clientes. Atualmente, a empresa tem 100 mil condomínios como clientes - o que corresponde a aproximadamente 30 milhões de moradores. “Com um custo de aquisição de novos condomínios baixo, devido a forte presença nacional da Superlógica no segmento, e com sócios de peso, como Cyrela e Intelbras, estamos confiantes que até o final do ano mais que dobraremos o número de condomínios utilizando o Gruvi”, completa Cêra. Além do Gruvi, a empresa também seguirá avançando com a oferta de produtos financeiros e de tecnologia para condomínios. “Nossa ambição é ser o principal parceiro para imobiliárias e administradoras de condomínios ampliarem sua atuação e se tornarem mais relevantes para os moradores,” Conclui Cêra.

  • Mercado Pago lança ferramenta que ajuda empreendedores e influenciadores a expandir seus negócios

    O Mercado Livre, e-commerce líder da América Latina, e o Mercado Pago, seu banco digital, acabam de lançar uma ferramenta gratuita para os vendedores e criadores de conteúdo que vendem pela internet e nas redes sociais. A Bio Livre permite que os usuários centralizem todos os seus links para conteúdos, produtos e contatos em um só lugar, com design próprio e com a possibilidade de vender, inclusive, por meio do Mercado Pago e Mercado Shops. A ferramenta também permite que os vendedores e criadores de conteúdos possam vincular seus produtos seja por meio de sua loja virtual ou outra plataforma e destacá-los, associando links de pagamento via Mercado Pago. Os links criados podem ser incluídos na bio de plataformas como o Instagram e WhatsApp. Além disso, é possível acompanhar métricas de desempenho como número de visitas e cliques na página. Com a Bio Livre, o empreendedor e o influenciador podem melhorar ainda mais os canais de comunicação e se aproximar dos seguidores. A ferramenta é personalizável e de fácil implementação. Para criar sua Bio Livre gratuita, o usuário deve entrar no App do Mercado Pago pelo celular e seguir os passos abaixo: Acesse o menu geral de Mercado Livre ou a seção "Seu Negócio" do menu geral de Mercado Pago. Clique em “Bio Livre” e crie uma URL que será publicada na biografia das redes sociais. Complete as informações da página com os dados necessários (nome, foto, descrição). Selecione o conteúdo que deseja adicionar: podem ser adicionados até 6 links de pagamento do Mercado Pago e também ilimitados links de conteúdos da Web. Caso o usuário tenha uma loja no Mercado Shops, ele pode vinculá-la a Bio livre e selecionar os produtos que serão apresentados. Após estas etapas, é possível pré-visualizar sua página Bio livre e basta pressionar “Publicar” para salvar as alterações. O link de Bio livre já estará pronto para ser usado, divulgado e compartilhado na bio de suas redes sociais.

  • PagBank apresenta campanha com clientes reais

    O PagBank, banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, anuncia o lançamento de uma série de vídeos que complementam sua ação de reposicionamento de marca e contam com a participação de clientes reais. Divulgados nas redes sociais e nos canais digitais do PagBank, os vídeos mostram as relações dos clientes com o banco digital e como os produtos e serviços disponibilizados pela Companhia impactaram em suas vidas. A ação é uma continuidade da campanha de unificação de marca do PagBank, que teve seu lançamento anunciado em um filme publicitário estrelado pela atriz Alessandra Negrini. Com o rebranding, todos os produtos e serviços ofertados pela Companhia, tanto em serviços financeiros quanto em meios de pagamento, passaram a ser desde 25 de maio somente PagBank. Os vídeos estrelados por clientes reais do PagBank trazem depoimentos abordando as relações deles com o banco digital. Os protagonistas são de diversas regiões do Brasil, possuem diferentes profissões e utilizam os mais variados serviços do PagBank, como empreendedores que iniciaram seus negócios utilizando as maquininhas, clientes que criaram uma conta no PagBank para ter acesso ao cartão de crédito e pessoas que começaram a cuidar de suas economias por meio de plataforma de investimentos do aplicativo. “Estamos felizes em anunciar o lançamento desta campanha, pois ao trazer clientes reais e suas experiências, dialogando diretamente com nossos consumidores, refletimos nossa essência. O reposicionamento de marca do PagBank reforça o nosso ecossistema completo de serviços financeiros e meios de pagamentos, e os depoimentos mostram como temos feito a diferença na vida das pessoas que optaram por estar com a gente e o quanto contribuímos para seus sucessos financeiros”, afirma Raphael Farias, diretor executivo de Marketing do PagBank. Um dos clientes que estreia a campanha é Gabriel Bernardes, jovem empreendedor de 26 anos que figurou na “Forbes Under30” como a primeira pessoa com síndrome de down a ser reconhecida como um dos jovens mais promissores do Brasil. Há seis anos, criou sua marca Downlicia (@downlicia_oficial), uma empresa especializada em brigadeiros gourmet, e conta com o apoio dos produtos do PagBank para realizar suas vendas desde o início do seu negócio. Outra cliente que aparece nos vídeos é Raimunda, comerciante de rua que vende alimentos nas proximidades de estádios de futebol e casas de show. Para ela, quando passou a utilizar as maquininhas do PagBank, suas vendas aumentaram muito e, com isso, viu a sua vida mudar. Raimunda conta ainda que participou de uma ação do banco digital em parceira com o CazéTV, canal no YouTube do comentarista Casimiro, em que juntos compraram mil reais em churrasquinho da Raimunda e distribuíram às pessoas que estavam em volta do estádio do Bangu, no Rio de Janeiro. A ação foi tão comentada nas redes sociais, que viralizou e o PagBank e a CazéTV voltaram juntos novamente na barraquinha da Raimunda e repetiram a ação, além de presenteá-la com uma barraquinha nova. A atriz e professora de inglês da educação infantil, Jéssica, outra cliente PagBank, relata que escolheu o banco digital por ter um rendimento maior que a poupança e pela oferta de cartão de crédito, que a auxilia na hora de fazer compras e transações on-line. Os outros vídeos trazem diferentes clientes, como Cesar Aniceto (@odesempregado_oficial), influenciador que escolheu as máquinas do PagBank quando resolveu abrir o seu próprio empreendimento; Marlon Freitas, dono de uma pizzaria há mais de dez anos e conta que PagBank sempre foi uma das melhores opções para os pequenos empreendedores devido à facilidade de obter o equipamento e a oferta de melhores taxas; e o administrador Olegário Gouveia que viu no PagBank a oportunidade de abrir seu próprio negócio, sem burocracias. Para assistir aos vídeos da nova ação com clientes reais do PagBank, clique aqui. No website, o PagBank convida também todos os seus clientes para que gravem suas histórias com a empresa e que compartilhem os seus vídeos. Com esta ação, o PagBank quer exaltar aquele que é o mais importante para o negócio: o cliente. Para enviar o vídeo, é super fácil: basta entrar no site, clicar no botão "compartilhe também sua experiência", gravar o vídeo pelo WhatsApp e enviar o vídeo por ali mesmo. *Abertura de conta sujeito a análise cadastral. Saiba mais sobre o PagBank e seus produtos em https://pagseguro.uol.com.br/.

  • Mesmo com avanço do Pix, cartão de crédito deve se manter como opção para brasileiros

    O Pix definitivamente tornou-se o meio de pagamento preferido dos brasileiros. A sua escalada meteórica desde 2020 é carregada pela praticidade e instantaneidade que o sistema apresenta, aliado ao movimento de digitalização bancária que os brasileiros passaram a utilizar nos últimos anos. No início de maio, o sistema de transferências instantâneas do Banco Central alcançou 124,3 milhões de operações, o que resultou em R$68,4 bilhões movimentados em apenas um dia. É inegável que o Pix representa uma revolução dentro da sociedade brasileira, inclusive servindo de base para sistemas similares em outros países, como Estados Unidos, e os vizinhos da América Latina. Liderando a corrida dos meios de pagamento, o Pix ainda disputa maior espaço com o cartão de crédito. Segundo o Serasa, cerca de 70% dos brasileiros que fazem uso do cartão de crédito possuem três ou mais cartões e muitos motivos podem estar atrelados a este movimento particular realizado pela sociedade brasileira. Historicamente, o brasileiro realiza o pagamento de compras, que possuem maior valor, como eletrodomésticos, eletroeletrônicos e outros itens de maneira parcelada, e até o presente momento, as melhores condições para este tipo de aquisição estão presentes no cartão de crédito. Algumas pessoas, inclusive, utilizam o cartão de crédito para qualquer transação, desde que seja possível, para ganhar milhas de vantagem, oferecidas pelos bancos, e assim obter diversos benefícios, como passagens aéreas, produtos e descontos. Pix e cartão de crédito podem coexistir? A evolução da tecnologia proporciona mudanças em todos os setores da sociedade. O próprio cartão de crédito começou de maneira primária com uma faixa magnética, que era lido por um terminal de pagamento não eletrônico e até os anos 90, mudanças significativas não foram aplicadas ao sistema dentro do país. Com os primeiros passos da internet, os terminais de pagamento e, consequentemente, os cartões passaram a possuir mais funcionalidades, chegando ao momento atual, onde pagamentos com cartões de crédito podem ser realizados até mesmo sem contato físico entre o cartão e as maquininhas. Naturalmente, o Pix se consolida como um concorrente ao cartão de crédito, principalmente nos pagamentos em que os dois podem atuar como forma final de interação entre consumidores e lojas. Entretanto, existe espaço para que os dois principais meios de pagamento do país atuem de forma simultânea no varejo físico e digital. Se de um lado o Pix pode trazer mais rapidez no ato de pagamento e confirmação da compra ou boleto, o cartão de crédito tem a facilidade do parcelamento, e também concede a possibilidade ao usuário do dinheiro não debitar no ato, podendo ajustar a data de pagamento da fatura para a data de preferência. Cada vez mais, o futuro parece ser dos meios de pagamento, principalmente com a chegada do Pix crédito, que permitirá o parcelamento de compras no Pix, de maneira parcelada. Mesmo com este avanço, o cartão de crédito deve permanecer bastante utilizado pela sociedade brasileira durante os próximos anos, e o que pode determinar o uso maior ou menor destes meios de pagamento, tanto para um lado, quanto para o outro, serão os benefícios que cada um poderá agregar ao uso do consumidor, desde assinaturas de streaming, jogos, games e música, até benefícios consolidados, como milhas de vantagens e descontos em redes conveniadas. Por Rogério Albuquerque, head de produtos e marketing da Card

  • O Real pode mesmo ser digital?

    A moeda de um país é o principal mecanismo de compras da sociedade, é a partir dela também que a força de uma nação é parametrizada: uma moeda forte representa uma nação mais equilibrada e economicamente estável; já uma moeda fraca, pode representar menor consumo da sociedade, inflação alta e, consequentemente, um país fragilizado, que apresenta dificuldades nas questões socioeconômicas. Como exemplo de moeda forte, podemos citar o Dólar, Euro ou Libra, países ou blocos econômicos, que possuem tendência de ser líderes globais em diversas questões. Por outro lado, atualmente, a Argentina, com alta inflação e instabilidade financeira, vê a moeda do país, o Peso, perder valor em meio a um cenário econômico complexo. O Brasil, que é um dos países com maior potencial econômico do mundo, mesmo com a grande flutuação do Real em relação às moedas mais fortes nos últimos anos, iniciou recentemente o processo de bancarização da população brasileira e a digitalização de sistemas financeiros no país, o que provavelmente trará ainda mais tecnologia para as transações realizadas no país. Segundo dados do Banco Central, pouco antes da pandemia, em 2019, o Brasil possuía 165,6 milhões de pessoas bancarizadas. Hoje, são mais de 188,3 milhões, representando um crescimento de quase 14%. Estima-se que o país possua apenas 16% da população adulta fora do sistema financeiro. O Real Digital é uma iniciativa que vai de encontro com a total digitalização prevista por Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, e chega para modernizar o sistema financeiro e consolidar a digitalização da economia brasileira. Open Finance e PIX foram os precursores para a digitalização e abriram caminho para o Real Digital, que terá uma vertente diferente de tudo que existe no mercado atual. Real Digital O Real Digital será nada mais que uma versão virtual da moeda física, como conhecemos hoje, com a mesma conversão e valor. Ele poderá ser utilizado para realizar transações comerciais, pagamentos, transferências e remessas, entre outras operações financeiras. A moeda digital terá paridade e será linear com o Real - um para um; podendo seu usuário decidir por qual moeda ele deseja transacionar. A ideia, assim, é criar uma forma de pagamento eletrônico, mais segura e eficiente, que possa ser utilizada por qualquer pessoa ou empresa que tenha acesso à internet. A expectativa é que sua circulação seja garantida pela autoridade monetária brasileira, como acontece com a moeda física atualmente. Além disso, especula-se que o Real Digital possa ser integrado a uma plataforma de blockchain, o que permitiria maior rastreabilidade e segurança nas transações realizadas utilizando a moeda digital. Diferentemente do Bitcoin, que são moedas digitais descentralizadas e funcionam em uma rede blockchain pública, o Real Digital deverá ter o controle e regulamentação de uma rede comandada pelo próprio Banco Central. Qual será o impacto do Real Digital na sociedade brasileira? Tradicionalmente, a sociedade brasileira esteve muito conectada com “pagamentos físicos”. Dinheiro em espécie, cartões de crédito e de débito sempre fizeram parte das compras e do dia a dia do cidadão no país, mas o movimento de digitalização que atingiu o mundo como um todo tem mudado não somente o modo como o brasileiro consome, mas também como paga suas contas e realiza suas atividades financeiras. De acordo com dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), sete em cada 10 operações bancárias realizadas no país em 2021 foram feitas por meio do celular ou internet. A digitalização do brasileiro pode ser um aliado para o Real Digital que, ainda em fase de testes, demonstra potencial para dar continuidade ao desenvolvimento do cidadão dentro de um ambiente que cada vez mais é parte essencial da sociedade. Vantagens A chegada do Real Digital pode trazer inúmeros benefícios para a sociedade brasileira, segundo o Banco Central, entre eles: Redução do uso do dinheiro em papel: ainda de acordo com o Banco Central, o dinheiro em papel representa 3% do montante disponível para operações no Brasil. A chegada do Real Digital poderia concentrar as operações no mesmo, diminuindo a necessidade da emissão de cédulas e moedas; Inibição de crimes: crimes conhecidos no país, como lavagem de dinheiro podem ser diminuídos com a presença do Real Digital, pois ele elimina a necessidade da conversão monetária, podendo ser utilizado em qualquer lugar do mundo; Estímulo à concorrência no ambiente digital: de acordo com um levantamento do Banco de Compensações Internacionais (BIS), mais de 80% dos bancos centrais do mundo estão desenvolvendo moedas digitais. Além disso, potências estabelecidas no cenário mundial, como China, Estados Unidos e Japão já possuem moedas digitais. Apenas o futuro irá validar as projeções do Banco Central para o Real Digital e para o papel do cidadão brasileiro dentro deste sistema, mas as expectativas se tornam positivas ao observar o recente crescimento do uso de aplicativos bancários, a ascensão meteórica do Pix, e da própria conscientização do cidadão quanto à modernização dos processos. Por Orli Machado, CEO da C&M Software

  • Buser e RecargaPay vão dar desconto em viagens de ônibus e cashback para usuários

    A startup Buser, plataforma de viagens rodoviárias com mais de 9 milhões de clientes, fechou uma parceria com o super app de pagamentos RecargaPay para levar benefícios aos clientes que querem programar uma viagem. A partir desta semana, todos os novos clientes do RecargaPay que comprarem na Buser pagando com PIX com cartão de crédito receberão R$ 10 de cashback em compras a partir de R$ 30. Além disso, todos os usuários da RecargaPay que fizerem sua primeira compra na Buser terão 20% de desconto, que será disponibilizado via e-mail marketing. A promoção é válida por 30 dias. A plataforma de viagens, que se prepara para o aumento de demanda devido à proximidade das férias de julho, espera que a parceria possa impulsionar as reservas em pelo menos 3% até o próximo mês. "É muito estratégico ter por perto marcas que agregam positivamente à jornada e à experiência de viagem, trazendo mais opções e facilidades aos nossos usuários. A RecargaPay é esse parceiro. Nos unir a eles foi uma forma de integrar ainda mais mobilidade com tecnologia, conceitos que já nasceram juntos para a gente. Como primeira empresa do setor a aceitar pagamento por PIX, vimos esse meio de pagamento crescer ano a ano na Buser, chegando a representar 40% dos pagamentos concluídos em nossa plataforma. No final, é um ganha-ganha para todos os consumidores: ganha com desconto quem fizer a primeira compra na Buser e ganha com cashback quem estrear no ReargaPay”, afirma Hélio Dias, gerente de Marketing da Buser. Com um modelo de viagens que desafia o mercado de viações tradicionais, a Buser vem democratizando o acesso ao transporte rodoviário de passageiros à medida que consegue baratear as viagens em até 60% e efetuar os embarques em locais de fácil acesso à população. Já a RecargaPay é um aplicativo de pagamentos completo que tem como missão democratizar o acesso aos pagamentos e, assim, oferece aos usuários todas as ferramentas financeiras para que possam atingir seus objetivos. Com serviços que vão desde pagar contas mensais de consumo como água, energia elétrica e condomínio, até facilitar os pagamentos frequentes, como carregar o bilhete de transporte, comprar gás de cozinha e até mesmo vales-presente, a empresa foi fundada em 2010. A RecargaPay já alcançou mais de 37 milhões de downloads e foi a primeira a disponibilizar o serviço de Pix com cartão de crédito. “A RecargaPay acompanha a jornada de seus clientes, e queremos que eles tenham acesso a diferentes serviços, com autonomia para escolherem como pagar suas contas. Essa parceria nos permitirá não só alcançar mais pessoas, mas também oferecer aos clientes da Buser um novo método de pagamento com todos os benefícios da RecargaPay” comenta, Diego Belbussi, CMO da RecargaPay.

  • PagBank reforça atuação em segmento de pagamentos online e marca presença no VTEX DAY 2023

    Banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamento, o PagBank marca presença no VTEX DAY, maior evento de transformação digital do varejo na América Latina, que acontece nos dias 5 e 6 de junho, no São Paulo Expo, na capital paulista. Na ocasião, a Companhia anuncia o reposicionamento de sua estrutura de pagamento online e lança uma nova versão dos produtos Split e Recorrência de pagamentos, ambos já comercializados no mercado. O PagBank foi criado em 2006 como uma plataforma de pagamentos online, com o objetivo de fornecer a infraestrutura de pagamento digital necessária para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Desde então, tem expandido cada vez mais seus serviços, seja por meio dos produtos de adquirência físicos e digitais, seja como banco digital completo. Tendo ciência da importância de canais online e a expectativa de crescimento no mercado brasileiro nos próximos anos, o PagBank reforça sua estrutura em pagamentos online, passando a oferecer um ecossistema ainda mais completo de produtos e serviços para seus clientes. Desta forma, os consumidores podem contar com o suporte do PagBank em diferentes modelos de negócio e em todo o ciclo do processo de vendas, desde a aceitação de pagamentos até a gestão do dinheiro em conta. “Agora, nossos clientes que já possuem negócios, independente do porte, e aqueles que gostariam de iniciar um empreendimento, têm o PagBank como uma solução omnichannel, de ponta a ponta. Com isso, o dono de um estabelecimento físico, por exemplo, consegue montar sua loja on-line em poucos cliques e passar a expor seus produtos também em uma vitrine digital, atraindo clientes em um canal diferente. Assim, o negócio marca presença tanto no mundo físico quanto no digital, e estaremos lá para dar suporte onde quer que o cliente esteja vendendo”, afirma Angelo Aguilar, diretor executivo de Produtos e Adquirência do PagBank. Presença no VTEX DAY e campanha de reposicionamento Para os visitantes do VTEX DAY que tiverem interesse em conhecer de perto as novidades, soluções de pagamentos e os principais produtos de web do PagBank, basta acessar o estande E7 para obter mais informações sobre produtos e serviços feitos sob medida para cada cliente e segmento de mercado. “Estabelecemos uma parceria de sucesso com a VTEX ao longo dos anos, em particular durante o evento VTEX DAY. E continuamos a inovar com um estande tecnológico e sofisticado, com o objetivo de divulgar as novidades e as nossas soluções e envolver o público com experiências diferenciadas. Para este ano, queremos apresentar nossa estrutura de pagamentos online e nosso novo posicionamento de marca para o PagBank”, comenta Aguilar. Banco digital com cerca de 28,7 milhões de clientes e segundo maior do país em número de clientes de seu segmento, o PagBank possui produtos e soluções para todos os públicos, oferecendo um portfólio completo, com praticidade, liberdade, autonomia e segurança. Os novos serviços já se encontram disponíveis gratuitamente no site do PagBank. “O reforço do PagBank no segmento de pagamentos online é mais um passo em nossa missão de transformar e democratizar os serviços bancários e de pagamentos no Brasil. Sempre estivemos presentes em toda a jornada de venda dos nossos clientes, e agora conseguimos prestar ainda mais apoio no amplo universo online, a partir de uma carteira de produtos e soluções práticas, flexíveis e com a credibilidade do PagBank”, conclui o executivo.

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